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Teste Zeus dez 2014

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Teste Zeus dez 2014

Mensagem por Richard Alexander Saint em Seg 22 Dez 2014, 02:21

Peço perdão pelo atraso na postagem:
Deixei para postar a ficha em um último instante, e dessa forma, ultrapassei um pouco o limite permitido. Caso possa ser compreendida a circunstância e avaliada a ficha, agradeço.


Richard Alexander Saint




- Perfil do Personagem (Características Físicas e Características Psicológicas)

Físicas:  Richard é forte,  magro, cabelos castanhos, que podem variar entre claro e escuro, de acordo com a hidratação, é bem claro, tem um metro e setenta e três de altura. Sua maior força está na sua agilidade, e não em sua força, pois com rapidez se pode atingir uma posição estratégica, seja em esportes, como futebol, ou em luta, como o kendo.

Psicológicas:  É divertido, brincalhão desde criança, não cai em jogos psicológicos, é destemido, sempre protege as pessoas que ama, segue o que acha que deve ser feito, e não o que os outros acham que deve ser feito, faz o que julga melhor, sem seguir uma coisa tendo como motivo o fato de todos fazerem igual. É vingativo, não deixando nada barato. Se tentar fazer mal para Richard, ou para quem ele ame, corra. Coragem e honra são seus maiores ideais, ele faz de tudo para ser digno.


História do personagem

 Richard tem dezessete anos de idade, mora em Nova York, Estados Unidos. Seu pai é não-presente e sua mãe se chama Clair Winchester, de trinta e sete anos. Ela é otaku, tem o cabelo longo e rosa, pele bem clarinha, tem um metro e sessenta e nove de altura.  Ela é uma policial, já Richard, um estudante. Moram em um apartamento apertado, mas conseguem viver bem, uma vez que já se adaptaram.

 Richard faz aniversário dia 30 de maio. Quando ele completou 17, que foi nesse ano,  sua mãe havia dito que, no final deste ano algo aconteceria, e que ele deveria se preparar, mas Richard nem deu ouvidos para a mãe, acreditando ser uma brincadeira.

- Filho, lembre-se daquela faca que tu ganhastes de presente do teu pai, quando nascestes. Ela poderá ser útil.

 Hoje, dia dezenove de dezembro, Richard está voltando dá escola, às dezessete  horas, quando percebe que alguém está o seguindo. Ele não olha diretamente, porém ouve seus passos. Para ter certeza de que está sendo seguido, Richard  acelera os passos, porém suaviza a pisada, notando, assim, uma duplicidade no som. De fato estava sendo seguido.

 Nesse momento, ele estava avenida Madilson , já quase dobrando, indo para a trigésima terceira rua , onde residia com sua mãe. Olhando para os lados, percebe que não há pessoas na volta, o que é de fato estranho, uma vez que Nova York é uma cidade muito agitada, então ele começa a correr, mas, rapidamente, vai perdendo as forças, suas pernas começam a pesar, o medo toma conta. Mesmo que em ritmo mais lento, Richard continua correndo, com o coração acelerado, forte dor no peito, agora, em virtude da exaustão, e os passos do seu perseguidor cada vez mais fortes. Richard começa a sentir tonturas, devido à oxigenação ser insuficiente, uma vez que ele estava correndo demais, então ele cai, e coloca a mão para frente, tentando se apoiar na parede. Acontece que ele tocou na parede do Empire State, e quando olha para trás não acha ninguém.

 Tendo em vista a situação em que se encontrava, ele pensa consigo mesmo:” Devo estar ficando louco de tanto estudar, afinal a média da escola é setenta, mas a de casa é oitenta. Tenho que descansar.”.  Richard respira fundo e dá um grande suspiro, afinal parecia apenas coisa da cabeça dele, nada realmente sério. Por fim, Richard decide que deve ir para casa. Ele se levanta, apesar de ainda estar ofegante, e vai caminhando para casa, para não chegar muito tarde e preocupar sua mãe.

 Richard para, de repente, e pega sua mochila escolar, que estava em suas coisas, e desenrola um pano velho, com a marca de um raio, observando a faca que havia ganhado de presente de nascimento. A mesma faca que sua mãe referia diversas vezes como sendo algo importante. Ele a encara, imaginando seu real significado. Então, colocando a faca no bolso, seguindo seu caminho.

 Quando chega a seu lar, encontra-o com a porta arrombada. Sem pensar duas vezes, preocupando-se apenas com a segurança de sua mãe, Richard pega a faca na mão e entra na residência. Dentro da casa, apenas a escuridão tomava conta.  Richard nota que há um rastro de sangue na sala de estar, e o segue, acabando na cozinha. Lá, ele encontra sua mãe, em seus últimos suspiros, porém, sequer pôde se despedir, pois ela apenas o viu e deu seu suspiro final, e deixou cair, devido ao choque, sua mochila no chão. Incrédulo, magoado, angustiado, Richard chega perto de sua mãe e acha uma mensagem dela, escrita em sangue, ao lado de seu cadáver estirado no chão. O recado diz” Vá para o seiscentésimo andar do Empire State, seu pai poderá te ajudar. Corra, antes que ele volte”. Vendo a mensagem, é notável que existe a revelação da localização de seu pai, além do fato de que, aparentemente, ele estava  muito perto da família, contudo nunca foi ver o filho. Além disso, quem seria “ele”, o qual foi referido no final da mensagem?
 Quando vai sair, ainda sem entender nada e totalmente destruído por dentro, pela morte da mãe, Richard encontra mais um recado, dessa vez na porta da cozinha, que diz”O mal está chegando. Está na hora. Por favor não chore, meu filho.”, o estranho é que tal mensagem está escrita com...raios? É o que Richard se pergunta. Essa mensagem não estava ali, antes, nem é de sangue, mas de energia elétrica. Parece que ele enlouqueceu, para ver tais coisas.

 Um barulho assusta Richard. Algo está em seu quarto, no segundo andar. O cadáver de sua mãe, endurecido, indica que o dano foi causado por corte. Isso é um mal sinal. Ele caminha devagar, para sair da casa sem ser notado, porém, ao passar pela escada, enxerga um vulto no topo. O pânico toma conta dele, fazendo com que corresse sem pensar.

 Sem olhar para trás, Richard segue para o Empire Stante, todavia, na esquina da trigésima terceira rua o homem o aguarda. Olhando melhor, ele percebe que não é um homem.  O ser apresenta alguns tentáculos, braços humanoides também, as pernas, humanas, a cabeça tem chifres, e parece que tem um par de asas nas costas. Além disso, é totalmente obscuro. O ser desconhecido corre para atacar com uma adaga, mas Richard desvia para o lado e o corta no braço com sua faca. Percebe- então, que é um ser feito de sombras. Ele não tem carne, nem sangue. É apenas uma manifestação física da energia das trevas vinda de algum lugar.
   Apavorado, Richard tenta fugir, porém a criatura simplesmente voa e para no chão, exatamente na sua frente, bloqueando o caminho.

- Parece que você não quer me deixar ir.

O monstro, porém, não responde.

- Saia do meu caminho!

A criatura não sai da frente. Pega a adaga e , em um rápido movimento, acerta Richard no braço direito, que perde um pouco de sangue, porém nada significativo. Richard desviou de um golpe certeiro,  sendo pego apenas de raspão. Sem perder tempo, Richard pega a faca e corta o rosto da criatura que, com seu tentáculo, levanta Richard pela perna. Richard finca a faca diversas vezes no tentáculo do monstro, fazendo-o soltá-lo. Em seguida, ele se levanta e finca a faca no peito da criatura. Isso, ainda assim, não é o bastante para matar esse ser estranho. Richard pula para trás para se afastar do monstro, que começa a voar.

 Richard o encara de forma séria. Cada vez menos se parece com um estudante comum. Ele deixa a faca preparada na mão esquerda e aguarda. O monstro voa para atacar e Richard o corta com a faca, porém é arremessado contra a parede. Então, começa a chover. Raios enfeitam a noite.

 Richard se levanta e pega a faca. O monstro desce no chão, frente aos seus olhos e pega a adaga. Ele  tenta perfurar Richard, que segura o braço dele e enfia a sua faca no pescoço do inimigo, fazendo com que desaparecesse. Richard cai de joelhos no chão, incrédulo com tudo o que estava acontecendo. A água poluída da chuva descia pelo seu rosto, de expressão tremida, demonstrando o total abalo que estava sofrendo, seus olhos bem abertos, como se não quisessem ter visto tudo aquilo, sem falar da maior dúvida que estava cravada em sua alma: quem sou eu? Ele se perguntava isso, afinal um mero estudante descobriu que tinha reflexos de combate e, no dia que perdeu sua mãe, matou uma criatura que nem mesmo imaginava que existia. Mal sabia ele o destino que estava reservado para si. Então, se levanta e ruma para o Empire State.

 Chegando lá, ele pede para a ascensorista pra ir pro seiscentésimo andar, e ela assente. Chegando lá, Richard vai avançando, quase como se seu corpo estivesse se movendo sozinho. Passando por um caminho diferente, ele chega ao Olimpo, e é recebido por ninguém menos que o grande soberano dos deuses, Zeus!

- Sejas bem-vindo, meu filho!

- Pai? Espera... você é meu pai?

- Sim, você é filho de Zeus, o deus dos trovões.

- Como? Minha mãe não me falou nada!

- Ela não sabia quem eu era. Tive de voltar para o Olimpo, então dei para ela uma faca, e falei que se algo acontecesse, era para ela te mandar vir para cá, porém ela não sabia de nada.

- Você fala como se soubesse que algo aconteceria.

- Há uma profecia sobre isso. Sobretudo, não estás surpreso em saber que deuses existem?

- Não. Vi muita coisa hoje, como a minha mãe morta...

- Então eles a mataram...

- Eles quem?

- Entenda, meu filho. Existe uma profecia que prega a volta das criaturas das trevas que serviam aos titãs que aprisionei no tártaro. Enfurecidas pela perda de seus mestres, que agora vivem naquele lugar, eles vagaram pela Terra acumulando poder, esperando a hora de atacar. Seu objetivo é a destruição do Olimpo, em outros termos, a minha morte.

-  E você, sabendo disso, deixa minha mãe e eu abandonados? Deixastes minha mãe morrer?

- Cale-se! Olha como falas comigo! Eu não queria que ela morresse, mas tenho minhas obrigações, como um deus! E você, agora que está só, deve ir para o acampamento meio-sangue, para desenvolveres os teus poderes e cumprires com o teu destino.

- Que destino? Do que falas, pai?

- A profecia diz que meu filho será o salvador do Olimpo. Em outros termos, você, muito provavelmente, é esse salvador. Deves treinar para sobrepujar o mal que está por vir.

- Entendo, pai. Mas, não farei isso realmente por você, eu almejo vingar a minha mãe!

- Um vingador? Interessante. Vá para o acampamento. Lá serás treinado.

 Após conhecer seu pai, Richard é indicado para um ponto de encontro no porto, onde um sátiro estava à sua espera. Ele o leva ao acampamento meio-sangue, onde é recebido com um filho de Zeus.



Armas utilizadas:
♦ Faca [Sua lâmina bronzeada mede cerca de 24 cm, e seu cabo tem o mesmo comprimento padrão. É bastante afiada e é perfeita para ataque ágeis e rápidos. O bom desta arma é sua eficiência tanto para mãos hábeis quanto para manuseios mais inexperientes, pois é uma arma curta, fácil de esconder e ao mesmo tempo fácil de manusear. Seu punho é feito de aço, mas uma camada de couro escuro cobre o aço para que o usuário possa segurá-la firmemente. Na parte inferior da lâmina, próxima ao cabo, há entalhado as siglas do Acampamento "CHB"; uma propriedade que só os meio-sangues e criaturas místicas podem ter e usar (ajuda um pouco na destreza)] {Bronze, aço e couro} (Nível mínimo: 1) {Nenhum elemento} [Recebimento: Administração; item inscrição padrão do fórum]

mapa de Nova York:
https://www.google.com.br/maps/place/33rd+Street/@40.7506183,-73.9883248,15z/data=!4m2!3m1!1s0x89c259a93038fe09:0x8ad8abf2fc358491

Notas adicionais:
Como é o teste para um dos 3 grandes, baseei-me no mapa real da cidade, para dar maior prestígio ao deus em questão, bem como elevar a coerência.
Richard Alexander Saint
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Re: Teste Zeus dez 2014

Mensagem por ♦ Eos em Qua 07 Jan 2015, 01:09

Sobre a organização geral: Foi bem feita, bem clean e facilita a leitura.  Não precisa dar espaço no começo do parágrafo, uma vez que você já pula a linha (e que é a melhor maneira, já que o fórum não aceita tab). Só atente-se para a divisão da escrita: você não separou a trama da história, unindo tudo em uma coisa só. Isso por si só já anula o teste, que ficou fora dos padrões. Apesar disso, vou revisar e te dar uns toques, ok?

Cuidado com algumas repetições, que deixam o texto confuso. Por exemplo: " Sua maior força está na sua agilidade, e não em sua força" - poderia ficar melhor trocando a primeira frase por algum sinônimo ou similar que mantivesse o sentido, como "Seu maior trunfo", "Sua maior habilidade".

A fluidez foi prejudicada por repetir muito o nome do personagem. Entendo que a estrutura escolhida é parte do estilo, ainda mais por ser em 3ª pessoa, mas é bom variar um pouco, modificando a frase, utilizando  pronomes e coisas assim, ou fica uma coisa muito mecânica: fulano fez isso, fulano disse aquilo, fulano aquele outro... Tende, mais do que falar o que o personagem sentia, descrever as reações que demonstrem isso, inserir pensamentos, falas...

Cuidado com alguns detalhes, como a adequação de preposições (não é grave, mas em missões e tal, como a ortografia é avaliada, conta pontos). Cuidado com o excesso de vírgulas também e o posicionamento inadequado das mesmas.

De coerência, levar a faca para a escola, na mochila, é um fato a se destacar: se fosse pego é caso de expulsão ou pior, e algumas escolas lá possuem até detector de metais, por conta de casos como Columbine, por exemplo (mas o detalhe de ser uma lembrança do pai é legal, dá um sentido em possuir o item). Além disso, leia a descrição da faca sobre a questão de tamanho da lâmina e afins - não é algo que se oculte facilmente em um bolso, diferente de um canivete ou similar.

Outros detalhes menores: a mãe morre no momento em que ela chega em casa, o rigor mortis não iria estar presente tão rápido quanto descreve - e isso não tem relação com a causa da morte. Da forma dita, você deu a entender isso, e ficou confuso.

A concordância também foi falha em vários pontos. Por exemplo: "O pânico toma conta dele, fazendo com que corresse sem pensar" - o ideal seria concordar "toma" com "corra" ou "tomou" com "corresse".

De repetição que falei anteriormente, e que se repetiu o tempo todo, vou dar um exemplo com um trecho:

A criatura não sai da frente. Pega a adaga e , em um rápido movimento, acerta Richard no braço direito, que perde um pouco de sangue, porém nada significativo. Richard desviou de um golpe certeiro,  sendo pego apenas de raspão. Sem perder tempo, Richard pega a faca e corta o rosto da criatura que, com seu tentáculo, levanta Richard pela perna. Richard finca a faca diversas vezes no tentáculo do monstro, fazendo-o soltá-lo. Em seguida, ele se levanta e finca a faca no peito da criatura. Isso, ainda assim, não é o bastante para matar esse ser estranho. Richard pula para trás para se afastar do monstro, que começa a voar.

Só nesse parágrafo você repetiu "Richard" 6 vezes! É muita coisa para um trecho tão curto!

Utilizando a substituição por pronomes ou outros termos relativos e modificando a estrutura da frase, poderia ficar (apenas uma das possibilidades de reescrita):

"A criatura não sai da frente. Pega a adaga e, em um rápido movimento, acerta Richard no braço direito. O garoto perde um pouco de sangue, pórem nada significativo: ele havia conseguido desviar de um golpe certeiro, sendo pego apenas de raspão. Sem perder tempo, o menino empunha sua faca e corta o rosto da criatura, contudo        , ela o agarra com seu tentáculo, levantando-o do chão. Richard finca a arma diversas vezes no tentáculo do monstro, fazendo-o soltá-lo e, em seguida, levanta-se e atinge a criatura no peito. Isso, ainda assim, não é o bastante para matar este estranho ser, e o rapaz pula para trás para se afastar do oponente, que começa a voar."

Perceba que as modificações não foram tão grandes - e ainda daria para fazer mais. Por exemplo: em combates, é bom descrever bem questões de distância, movimento e intensidade dos golpes, ou o leitor (no caso nós avaliadores e outros players) não consegue imaginar a cena. Nesse ponto, outro adendo: nada impede que você utilize monstros inventados - isso é bom, ser criativo e não se prender à coisas - mas tenha a certeza não apenas de descrevê-lo bem, mas também de explicar suas habilidades. Não precisa ser dentro do texto, mas deveria estar ali, na caixa de spoiler, tudo o que o monstro pode fazer: assim, conseguimos julgar se sua ação foi coerente ao poder que você diz que a criatura possui. Da descrição, releia seu texto: você diz que o monstro possui tentáculos, mas ele também usa adaga. Fica a questão: então os tentáculos não são os braços dele? Ele possui mãos normais? Quantos tentáculos são? Qual o tamanho da criatura? E é feito de sombras, mas você cita que acerta ele no rosto - ele possui expressão? Demonstra reações na face, como dor ou alguma expressão identificável? Não conseguimos imaginar seu monstro porque faltam detalhes.

Depois, ele segue para o Empire State. Até aí, ok - mas como ele sabia que quem o recebeu foi Zeus? Como subiu ao andar sem ser barrado por ninguém?

O uso do mapa é uma questão legal, mas tentando dar coerência em um ponto, você esqueceu de todos os outros. Revise o texto, aprimore e - principalmente - poste-o no formato requerido pelo teste.

Também aconselho a treinar - mesmo sendo indefinido, você pode fazer as atividades do Acampamento - só não poderá utilizar poderes ou itens de reclamação, mas é uma forma de treinar a escrita.

Então, esse mês, não reclamado. Boa sorte na próxima tentativa.
♦ Eos
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