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Teste para filhos de Poseidon - Junho

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Re: Teste para filhos de Poseidon - Junho

Mensagem por Madeleine À. Vipère em Dom 14 Jun 2015, 05:07

Características Físicas: Com toda certeza, a característica mais marcante, fisicamente, em Madeleine, são seus longos cabelos ruivos de tom forte, semelhantes a verdadeiras chamas, estes se estendem ate pouco abaixo de seus ombros, ela tem franja não muito longa. Sua pele tem tonalidade branca quase pálida e seus olhos possuem cor verde como o mar, no abdômen ela ainda possui a cicatriz de quando foi empalada por seu amigo. Nunca foi muito alta, tendo apenas cento e sessenta e cinco centímetros (1,65 metros) e sempre foi magra, pesando, aproximadamente, cinquenta e oito quilos (58 kg). Geralmente fica corada com muita facilidade e usa óculos para leitura por ter astigmatismo. Geralmente usa roupas leves das cores branco, preto e azul e poucos acessórios, alternando entre chapéu, boina e um colar fino, muitas vezes utiliza relógio. Aprendeu a se vestir assim lendo revistas de moda e com alguns conselhos de Evanna.

Características Psicológicas:Madeleine tornou-se bastante conhecida por ser completamente pura e boa, ela se esforça para ser a melhor pessoa que puder e como tal possui muitas qualidades. Perfeitamente compreensiva, nunca guarda rancor e esta sempre disposta a perdoar qualquer um que tenha lhe feito mal, também tenta encontrar a justiça em todas as situações e continua paciente o tempo todo. Determinada e corajosa, não se deixa intimidar pelos problemas, sobretudo quando se envolve pessoas que ama e por isso não tem problemas em fazer sacrifícios pelo bem dos outros. Com toda certeza, pode ser considerada absolutamente altruísta, sensibilizando-se com as dores de todos, mesmo quem não conhece, realizando todo o possível para ajudar quem necessite. Bastante gentil, sob hipótese alguma vai vê-la sendo rude com os outros, seu comportamento se mostra cordial e tenta ao máximo deixar todos a sua volta confortáveis. Uma garota incrivelmente inteligente, ela persiste em uma busca constante por conhecimento e, apesar de respeitar os outros, a semideusa não deixa de ser curiosa e sempre que pode, tenta aprender algo novo e se aprimorar. Apesar de ser capaz de realizar grandes feitos, Madeleine possui um problema: sua timidez extrema. Uma jovem introspectiva, coisas simples podem deixá-la com vergonha, fazendo com que muitas vezes fique quieta e calada. Particularmente, não gosta de lutas e se comporta como pacifista, no entanto, sabe que, como uma meio-sangue, não se pode dar tal luxo e portanto, tenta ser uma boa lutadora para proteger a si e a quem ama.

Historia: O que se deve fazer quando uma criança se vê obrigada a encarar um destino cruel, mesmo que não tenha qualquer relacionamento com os fatos que lhe levaram naquela direção? Bem, nada. Esta feito, seu futuro foi decidido e a unica coisa que ela pode fazer que não seja se lamentar, seria levantar a cabeça e enfrentar de frente os problemas, no entanto, muitas vezes existem certas dificuldades. Madeleine jamais soube quem era sua mãe, ela foi encontrada em um lixo próximo de um dos melhores hospitais particulares de todo o território francês, um local bastante sofisticado de Paris. Uma freira ouviu o barulho do choro e imediatamente foi atras da origem do som, enquanto refletia na ironia de uma pessoa tao elevada financeiramente acabar jogando os filhos no lixo. Demorou pouco para achar a origem, uma menina pequena e delicada que tinha grandes olhos verdes que, automaticamente, fazia com que ela se lembrasse do mar em todo o seu vigor, tinha um pedaço de papel pregado na testa, escrito Madeleine Àgnes Vipère. A freira, ou melhor, Saoirse, decidiu que aquele seria o nome da garota e a levou consigo para a Abadia Naomh Muire na Consoler. O lugar em que a construção imponente se localizava era uma ilha pequena que ficava ao sul da Republica da Irlanda, muitos quilômetros longe de Dublin, mas próximo do Condado de Kerry, um local de beleza singular, sobretudo pelas cores exuberantes que o oceano parecia ter apenas por ali.

Dizem que mesmo no deserto, nas condições mais árduas e duras, uma flor pode surgir. Saoirse sempre gostava de pensar assim ao se lembrar de quem ela resgatou. Madeleine crescia rápido e logo conquistou o afeto das freiras que residiam na abadia, com elas aprendeu muita coisa, desde cedo, já sabia cultivar plantas e, mais importante ainda, sabia da capacidade delas, pouco a pouco seu conhecimento se ampliava, identificava plantas medicinais, o que elas tratavam e a melhor maneira de prepara-las, absorvia tudo o que aquelas mulheres lhe ensinavam e, realmente, aprendeu bastante sobre aspectos mais básicos e rústicos da medicina. Todos achavam aquilo impressionante, uma menina com pouco mais de nove anos já sabia tanto. As freiras sabiam muito bem o que ela era, semideusa, instantaneamente pensaram que ela fosse filha de Athena ou Apollo, mas aprenderam que não se deve subestimar ninguém, existem crianças inteligentes que são normais, de qualquer maneira, o que ensinavam não era nem um pouco complicado. Madeleine simplesmente adorava sua vida, tudo lhe parecia ótimo e sempre se esforçava ao máximo para ser perfeita, queria aprender tudo que fosse possível, adorava impressionar as freiras e mostrar para elas o quanto era grata por tudo. Elas jamais esconderam seu passado e a menina se sentia eternamente grata por isso, de qualquer maneira, considerava as freiras a sua família e mais ninguém no mundo.

O desenvolvimento de Madeleine era incrivelmente rápido, com as freiras, desde muito cedo, aos três anos, ela já estudava e ainda aprendia outras línguas, sobretudo o francês e o inglês, vivendo tranquilamente. Estava se tornando uma jovem bonita e parecia ser muito inteligente, no entanto, sua timidez extrema acabava tirando um pouco do seu brilho, ela quase nunca se pronunciava, preferia ficar quieta em seu canto, sozinha e isso nem sempre representa algo bom. Todos os dias a menina fazia quase as mesmas coisas, acordava, tomava um pouco de cafe, estudava ate metade da tarde, almoçava, lia e ajudava a cultivar algumas plantas, para ela, ajudar era um prazer e foi criada muito bem, era sempre gentil e compreensiva, fazendo tudo para auxiliar e entender os problemas que os outros enfrentava, não acreditava na maldade. Infelizmente, acreditando ou não, o mundo continuava podre, faz parte da natureza das coisas, imperfeição. Quando ela tinha não mais que dez anos, uma outra menina apareceu, Evanna. Evanna era de Dublin e, mesmo que tivesse apenas doze anos, tinha a mentalidade e o comportamento de uma adolescente com quinze, era o tipo de pessoa popular e centrada na moda, chegou na Abadia com muitas revistas e diversas roupas e sapatos. As duas logo se tornaram amigas e Evanna sempre falava como as pessoas das grandes cidades viviam e se vestiam, explicando nos mínimos detalhes o que era ou não interessante.

Madeleine lia bastante, servia como um meio de viver suas próprias fantasias, ao mesmo tempo em que aprendia, contudo, Evanna preferia se concentrar em si mesma, gostava de sair misteriosamente e voltava muito tarde, sempre com um certo de narcisismo, as duas se afastaram pouco a pouco e não demorou para que quase fossem desconhecidas uma para a outra. Ela também parecia não gostar muito das freiras, frequentemente brigava com elas e quando não conseguia aprender o que lhe era ensinado, ficava extremamente irritada e dizia palavrões, sempre amaldiçoava toda a abadia. As saídas de Evanna estavam se tornando cada vez mais frequentes e duradouras, ela chegou ao ponto de ficar dias sem voltar para casa e, por fim, Madeleine acabou indo procurar sua "amiga", mas não conseguiu encontrar nada que levasse em direção a ela. Mesmo remando no barco que a levava para a ilha, ela conseguiu escutar os gritos. Antes que chegasse na entrada da abadia, alguém a puxou e ela percebeu que era Saoirse. A freira fez um sinal para a garota fazer silencio e entrou silenciosamente na abadia, seguida por Madeleine e, apos andarem pouco, a cena se revelou: vários corpos no chão e Evanna rindo sadicamente, atirando raios. A menina tomou um susto, era impossível que alguém atirasse raios através dos dedos, mas tudo que a freira fez foi se aproximar do ouvido da jovem e dizer: "Seu pai, se chama Poseidon, o deus dos mares".

A partir daquela frase, Madeleine não conseguiu ouvir mais nada e sentiu que estava quase desmaiando. Preocupadas, uma das freiras a balançou freneticamente, fazendo com que a francesa saísse momento de seu estado de choque e letargia. Uma delas explicou que desadas atras, outra filha de Poseidon morou ali e que o lugar não era uma ilha, era um pedaço de terra ainda preso ao continente e então essa filha de Poseidon usou seus poderes para separar esse pedaço de terra e leva-lo para o mar, apos pedir a benção do pai e, depois que a menina morreu, Poseidon abençoou toda a ilha e fez com que enquanto ela estivesse no mar, monstro nenhum jamais poderia rastrear os semideuses dentro dela. Mas Evanna não era um monstro e sim mais uma meio-sangue. Um milhão de perguntas passavam pela mente da garota, tudo aquilo parecia improvável. Monstros, deuses, não passavam de lendas, ela tinha que estar em alguma especie de sonho maluco. Madeleine se sentou, enquanto as outras mulheres ficavam olhando para todos os lados, preocupadas. A jovem sabia que ficar parada representava um risco muito alto, ela viu os corpos cruelmente estraçalhados e se não fizessem algo, também teriam a mesma morte trágica, mas suas pernas simplesmente travaram. Em todos aqueles anos na abadia, ela nem sequer tentou imaginar quem seriam seus pais. Ela naos os odiava, mas acreditava que as freiras eram sua família e preferia deixar tudo assim.

Narração: As duas correram e se encontraram com mais três ou quatro freiras e se esconderam no meio da mata que cobria a ilha. Impossível, completamente impossível. Ela conhecia os mitos, os livros falavam muito sobre eles, mas não passavam de mitos, aquilo era totalmente surreal. Tecnicamente, Madeleine poderia estar sofrendo profundas alucinações ou sonhando, mas algo dentro dela gritava que tudo era real. As cinco se ocultaram um pouco melhor, refletindo sobre o que poderia ser feito, Cleophas usou um de seus poderes e envolveu o lugar com uma especie de esfera de energia roxa que logo ficou transparente, ela disse que isso nos manteria invisíveis e que ela era uma filha de Hecate, portanto, hábil com magia. Todas as cinco bombardearam a menina com diversas informações, deixando-a aturdida e tudo que ela conseguia ouvir era "filha de Poseidon", quase poderia ser um sonho.

Aparentemente, todas eram filhas de algum deus, mas fora elas, apenas mais três freiras eram semideusas também. Elas se acalmaram e Saoirse finalmente se pronunciou de maneira calma e organizada, dizendo que Evanna era uma filha de Zeus poderosa, mas que algo estava errado com ela e que ela estava forte demais ate mesmo para um filho dos três grandes. A francesa chorava, em busca de alguma solução plausível para a situação que parecia irreal demais, mas não conseguia pensar direito e muitas vezes era como se ela estivesse desmaiando e voltando.

Cleophas abriu uma especia de portal e de dentro dele, tirou armas para todas, inclusive para Madeleine, que recebeu um tridente, a filha de Hecate disse que a francesa saberia usar o objeto. Quando o feitiço de invisibilidade se desfez, todas correram em direção a abadia, surpreendentemente rápido, mesmo que fossem mulheres próximas da meia-idade e, inclusive a novata naquele mundo, corria velozmente. Logo na entrada havia mais alguns corpos, a maioria estava chamuscada, mas o mais apavorante era a violência. Cortes gigantescos rasgavam os cadáveres, muitas mulheres estavam, literalmente, bifurcadas ou faltando membros, os ossos estavam deformados pelas pancadas, uma tinha sido completamente queimada e, com horror, ao olharem para as paredes, elas viram alguns restos de outra freira, um cenário terrível. O cheiro de sangue e morte empesteava todo o ambiente e Madeleine teve forte vontade de vomitar, mas se conteve e seguiu em frente com as outras. Demorou pouco para encontrarem Evanna que, com toda certeza, estava diferente, seus olhos expressavam algo completamente diferente do que aquela menina desbocada e metida, era outra coisa. Cleophas lançou uma esfera negra de energia, mas Evanna desviou e apontou um dos dedos para ela de onde um raio surgiu. Todas se afastaram para desviar mais a explosão resultante as arremessaram longe. Uma filha de Zeus que era excepcionalmente poderosa.

Madeleine tentou continuar calma, apesar de tudo aquilo, sabia que não tinha a menor a chance, então, era melhor ficar quieta e não atrapalhar as outras. Quando abriu os olhos, Grainne, uma das freiras que estava com ela, estava prendendo Evanna na parede estrangulando-a, enquanto invocava uma espada, mas repentinamente começou a tremer e caiu, sofreu um choque elétrico. Myrelle, mais uma irmã, fez plantas crescerem e segurarem os pés da filha de Zeus, mas foi jogada longe por uma rajada de ar, Saoirse atirou algumas flechas com precisão impecável, mas estas também foram desviadas por outra rajada de ar. Enquanto tudo acontecia, Madeleine tentava aparecer por trás para acertar Evanna com o tridente, mas ela, de alguma forma, percebeu e se desviou, então, em um ataque quase desesperado, simplesmente se lançou contra ela, derrubando-a. Teve sucesso e, durante essa breca, Grainne se reergueu e acertou um chute na adversaria que a lançou a metros de distancia contra uma parede. A francesa ficou imaginando se a irma tao agressiva era filha de Ares ou Herácles, mas precisou abandonar esses pensamentos e correr para se desviar de um ataque, contudo, não foi rápida o suficiente e Evanna acabou saltando sobre ela e perfurou seu abdômen com uma faca fina e bastante afiada. A dor foi forte e todo seu ser vibrava ao sentir que suas entranhas estavam queimando, tanto sangue, tudo pareceu acabar.

A jovem acordou rapidamente, sem o tridente. Saoirse disse que a menina que ela tinha ficado inconsciente por apenas dois minutos, as outras estavam lutando e as duas estavam afastando-se. As mãos da freiras estavam envoltas em uma especie de luz e quando Madeleine verificou seu ferimento, viu que estava bem melhor e quase em perfeitas condições, mas repentinamente, um raio foi lançado próximo delas e ambas foram arremessadas longe. Cleophas arremessou uma bola de fogo contra Evanna e a francesa percebeu que Myrelle estava desmaiada, Grainne tinha cortes por todo o corpo e a própria Cleophas tinha sangue em todo o corpo, a filha de Zeus estava bastante ferida também e parecia ter alguma dificuldade em executar certas acoes, mas agora seus olhos tinham um estranho brilho vermelho, tudo estava estranho demais. Uma rajada de ar arremessou Cleophas e Grainne longe, mas com enorme habilidade, Saoirse acertou uma flecha nas costas de sua oponente, que gritou de dor, em seguida, fortes raios literalmente caíram do céu e ventos absurdamente poderosos arrastaram tudo, Madeleine ouviu apenas a freira que a resgatou gritar algo sobre seu pai. Claro, estavam em uma ilha que estava no era rodeada pelo oceano. Bateu forte contra uma das paredes e quase levou um choque, quando percebeu que Cleophas já tinha lançado sobre ela um feitiço de proteção. Tal poder fez com que Evanna se enfraquecesse e a jovem viu sua chance.

Apesar do feitiço, Madeleine tinha sofrido muitos danos e portanto desceu o mais rápido que conseguiu em direção ao oceano, o que no seu caso, era pouco mais rápido que seu andar normal. Carregava o tridente consigo, mas estranhamente sentia-o leve e confortável. O corpo doía bastante e a cabeça latejava, contudo, se considerava segura, ate perceber que Evanna estava logo atras. Ambas começaram a andar mais depressa e, quando estavam próximas do oceano, a filha de Zeus usou uma rajada de ar que encheu os olhos da francesa com areia. Tudo ficou escuro, o tridente caiu e tudo que ela sentiu foi um chute ou um soco nas costas, que fez com que ela caísse na água. A filha de Poseidon mergulhou e imediatamente se sentiu melhor e revigorada, percebendo também que, estranhamente, suas roupas não se molharam, no entanto, ao colocar a cabeça para fora do mar, percebeu que sua adversaria estava prestes a lançar mais um raio. Instintivamente, tentando nadar mais rápido, deu um tapa na água e no local onde sua mão encostou, uma esfera de água surgiu e se arremessou contra a filha de Zeus, distraindo-a tempo suficiente para Madeleine sair do oceano e recuperar o seu tridente. Evanna revidou usando sua faca e, estranhamente, a faca agora tinha uma aura elétrica. A filha de Poseidon abandonou o tridente e agora tentava atacar usando apenas mais esferas de água e se esforçava para se desviar dos ataques, afinal, eram letais.

Madeleine, apesar de não estar sendo efetiva quanto aos seus golpes, estava conseguindo fazer o que queria, levar a filha de Zeus para o oceano, contudo, em um dado momento, ela fez menção de virar o rosto para trás e, em panico, a francesa fez mais uma esfera de água e arremessou fortemente contra a inimiga, que finalmente cedeu e caiu no oceano, junto de sua faca. A menina não sabia se a oponente era imune a eletricidade, mas percebeu que apesar de Evanna ser bastante resistente, também era vulnerável, abrindo uma brecha que Madeleine explorou. Ela correu na areia, pegou seu tridente e logo que viu a outra boiando, ainda inconsciente e ao constatar que a faca não emitia mais eletricidade, entrou dentro da água e perfurou o corpo da adversaria, ainda em choque ao perceber que seria capaz de fazer algo assim. Espantada, a filha de Poseidon ouviu alguém arfando enquanto corria e viu a silhueta de alguma pessoa, mas parecia impossível reconhecer quem, pois estava envolta em sombras e os olhos brilhavam com cor escarlate, então, por reflexo, ela saiu rapidamente da água e arremessou a arma, derrubando a figura. Logo que se aproximou, ela não reconheceu quem era, uma mulher desconhecida, mas antes que pudesse pensar sobre tudo aquilo, um homem surgiu das sombras. Ela tentou formar uma esfera de água e jogar contra seu rosto, mas estava um tanto esgotada e sem o desespero, suas tentativas eram sempre ineficazes.

O homem a fitou o homem e perguntou se ela reconhecia o cadáver e Madeleine disse que não, ele então passou as mãos nos cabelos ruivos da mulher e disse o nome. Cosette Vipère. A filha de Poseidon caiu para trás, completamente desnorteada e finalmente prestou mais atenção nos cabelos dela e da pessoa de quem matou, aquela era sua mãe. Tomada pela raiva, Madeleine quis apenas perfurar o homem com seu tridente, mas a arma estava no chão e o homem sumiu, ate reaparecer e lhe dar um soco tao forte que a arremessou no mar, já desmaiada. Surpreendentemente, a garota não acordou boiando para todos os lados ou algo assim, mas sim em um quarto grande e ricamente decorado, em uma cama de casal com cobertas bem quentes. Rapidamente a porta se abriu e homem de quase quarenta anos com roupas casuais entrou. Ao fitar os olhos dele, da exata do oceano em todo o seu esplendor, ela soube quem era ele. Seu pai foi curto e direto, pedindo para ela relatar tudo o que aconteceu, o que ela fez sem deixar escapar detalhes e então ele perguntou se ela sabia quem era o homem das sombras e ela disse que não. Madeleine se lembrou da mãe e começou a chorar, mas o deus dos mares não fez nada, apenas falou mais algumas coisas sobre ela ficar atenta a tudo que acontecer e relatar se descobrir algo, como se Cosette nem existisse mais. Por fim, ele disse que a mandaria para um lugar especial e protegido, o Acampamento Meio-Sangue.

OBS:
Desculpe estar postando no teste de maio, mas estarei viajando hoje e só terei acesso a internet novamente dia 10 de julho.
Madeleine À. Vipère
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Re: Teste para filhos de Poseidon - Junho

Mensagem por Odisseu em Qua 17 Jun 2015, 16:36

Moça, que feio esse plágio; ficha IGUAL à de outra usuária. Pode ser verificado no seguinte link: http://percyjacksonrpgbr.forumeiros.com/t8737-teste-poseidon-janeiro-2014
Você tem praticamente o mesmo nome da outra garota, mas não tenho como saber se ela é você e ainda assim, não serviria como desculpa para tal cópia, tendo em vista que essa ficha já foi postada e já foi avaliada, resultando na aprovação DAQUELA CONTA - uma ficha aprovada não pode ser usada novamente em nenhuma circunstância.
O IP me mostrou que vocês não tem IP's iguais, portanto, você será punida com perda de 7 pontos no respeito às regras, um aviso e um banimento provisório de 3 dias. Evite esse tipo de comportamento ou será banida por tempo indeterminado.
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Re: Teste para filhos de Poseidon - Junho

Mensagem por Uriah B. Aurich em Ter 23 Jun 2015, 17:35

Teste - Filhos de Poseidon


Ψ Características Físicas:
Calleb possuí 1,75 de altura e pesa cerca de 70kg. Mesmo não praticando nenhuma atividade física possuí um corpo atlético e bem definido que se desenvolveu durante a puberdade. O rapaz possui olhos claros em tonalidade esmeralda que lhe dão um ar misterioso. Seu cabelo negro como a escuridão este sempre bagunçado de forma que algumas mechas lhe caía sobre a testa. Suas feições são sempre sérias e sua postura rígida devido a seu crescimento e instrução militar. Apesar de parece rígido, Calleb é um rapaz dotado de uma beleza inconveniente, charme e postura rude para aqueles que não lhe conhecem.


Ψ Características Psicológicas:
Apesar de sua aparência bruta e postura extramente rígida, Calleb é uma pessoa calma e extremamente sentimental. Aprendeu a oprimir seus sentimentos e não expressar nenhum tipo de emoção por considerar como fraqueza em seu treinamento militar e abandono de seus pais. Realmente não gosta de brigas ou de muitas pessoas, mas sua calma acaba quando alguém levanta a voz com ele. Seu temperamento apesar de controlado é instável e quando ameaçado se revela muito agressivo e vingativo. O rapaz guarda um rancor imenso por seus pais e evita falar neste assunto para que não perca a cabeça. Em geral, Calleb é disciplinado e aprendeu muito em seu expediente nas forças armadas.


Ψ História do Personagem:
Se eu sou um pouco velho pra ser um semideus? Talvez. Demorei a ser reclamado por meu pai, Poseidon e tive que provar meu valor para conseguir isso. Eu sei que provavelmente ninguém irá ler esse registro pessoal, mas me sinto na necessidade de escrever isso sobre as páginas deste caderno. Preciso deixar meu legado e mostrar quem eu realmente sou. Meu nome é Calleb Hidden Bittencourt e essa é a minha história.

Nasci em N.Y no dia 12 de agosto. Chovia bastante naquela noite e assim que cheguei ao mundo minha mãe o deixou. Ela faleceu durante o parto e por sorte eu sobrevivi. Não diria exatamente sorte, pois se eu soubesse que teria tantos problemas hoje teria me voluntariado no lugar dela. Como procedimento padrão de todos os hospitais eu fui enviado ao Instituto Morrigan para crianças e Adolescentes sem-teto onde cresci sob os cuidados de Srta. Pillsburry, uma velha de 68 anos doce e adorável.

Você pode estar pensando “Nossa, que fácil e que clichê!”. É, até parece. Você que esta lendo este registro provavelmente é um semideus e sabe que nada em nossa vida é premeditado ou simples. Reviravoltas e problemas acontecem o tempo todo e a minha aconteceu quando completei 13 anos. Era época de vistoria e o instituto fora fechado pela prefeitura da cidade que alegou que o local era impróprio para crianças viverem devido as péssimas condições sanitárias. Em partes eles estavam certos. O esgoto era precário e os móveis velhos, com altos riscos para todos.

Desamparada a Srta. Pillsburry tentou nos ajudar o máximo que pode, mas não conseguira fazer muito. Alguns foram transferidos e outros apadrinhados por empresas do mercado negro para trabalhar ilegalmente. Qual foi a minha escolha? Correr é claro! Eu escapava e vivia boa parte da minha vida fazendo isso. O instituto fora fechado e eu estava sozinho nas ruas, contando apenas com a sorte e a única lembrança de meu pai. Um pequeno pingente de ferro de formato triangular que foi entregue a mim quando cheguei no instituto. Apesar de não gostar muito de tentar recordar dele guardava o ornamento apenas para ter onde e no que me confortar.

As ruas eram perigosas e eu descobri isso da pior forma. Vaguei por três meses sem destinação nenhuma, apenas a mercê da sorte e vivendo de alguns alimentos que conseguia encontrar pelo caminho. Não demorou muito e tive que furtar para conseguir comer. Não é algo de que me orgulho nem um pouco, mas foi necessário. Encontrei depois de um tempo um grupo de garotos marginais que eram como eu. Não tinham família ou sequer recordavam de quem eram em si. Trabalhavam para um cara chamado Fat B. que era dono de uma rede de tráfico de drogas de N.Y. Roubavam e em troca, Fat lhes dava vinte por cento que conseguiam e segurança nas ruas. Não me senti muito confortável durante os furtos organizados e completamente injustiçados ao ver o velho gordo de terno nos tirar todo o dinheiro e atirar apenas moedas contra nós. Frustrante, não? Pois é. Muito tempo se passou e certo dia em um assalto rotineiro a um supermercado de Long Island fomos surpreendidos. Um militar a paisana havia imobilizado um dos garotos enquanto eu esperava do lado de fora como um bode expiatório.

Em cinco minutos uma dúzia de carros cercou o local e todos os marginais seriam presos pela policia e Fat B. ficaria furioso. Eu fiz o que naturalmente sabia fazer de melhor: correr, mais uma vez. Deixei meus amigos para trás e tentei correr o máximo que podia e para o mais longe possível. Como já é de se esperar eu não consegui. O mercado explodira, matando todos que estavam ali, inclusive meus amigos. Lembro-me da sensação de impotência e do desespero vir à tona. Meus braços ardiam e meu corpo doía quando caí com o impacto da explosão. A partir desse momento eu não me recordo muito bem o que aconteceu. A fumaça era intensa e o cheiro de carvão impregnava minhas narinas. Lembro-me de ter sido carregado por alguém. Alguém que me tirou do local antes que as viaturas me encontrassem. Quem era mesmo? Ah claro. Edgard.  Como poderia me esquecer do homem que fez da minha vida o inferno. Irei explicar melhor.

Edgar Rousseal Lambert. 32 anos, casado e tenente das forças armadas. Pra mim ele era tudo isso até se revelar um boçal demente por sangue de semideuses. Edgar, ou Eddie, me retirou do local naquela tarde e me levou para o quartel. Lá, ele me instruiu a ficar calado sobre o ocorrido e esquecer tudo aquilo. Ele estava disposto a me apadrinhar e me manter instável ali para receber um treinamento descente e ter uma base de crescimento. A inicio estranhei bastante a oferta e como ele seria beneficiado fazendo isso. Ele não ofereceu nenhum motivo em especifico, apenas de que eu parecia ser especial para ele e que não tinha escolha. Infelizmente aceitei a ajuda do tenente que me apresentou a seus superiores e fui designado a lavar pratos e ajudar com o trabalho pesado na cozinha do quartel.

“Nossa, que digno! Eu preferia voltar pras ruas!” Não mesmo. Apesar do trabalho braçal diário e de ficar preso na cozinha suja do quartel eu gostava dali por ter um lar. Um lugar para mim onde eu poderia sempre descansar quando permitido e dormir de estômago cheio.  Toda noite eu ficava observando o movimento dos oficiais e soldados novatos que retornavam do campo de treinamento antes de dormir. Estava decidido que iria ficar ali e me tornar um militar como Edgard.

Como já era de se esperar não deu certo. Quando completei dezoito anos fui chamado para o alistamento e até fui alistado. Passaram-se cerca de duas semanas e fui injustiçado dentro de minha própria casa. Um incidente com gasolina num galpão de máquinas áreas acabou me incriminando e me fazendo ser deposto para outro departamento. Edgard havia pedido para que limpasse o galpão dos aviões naquela manhã, sem motivo algum e nada mais. Estranhei mas acabei aceitando o dever afinal ele era meu supervisor antes de padrinho.

Quando cheguei ao local o mesmo estava parcialmente bagunçado. Enquanto os outros soldados treinaram no campo de tiro ao alvo á alguns metros, eu limpava rodas e organizava ferramentas de jatos. Eddie acabara por surgir dentre as ferragens e agia de forma estranha quando questionei o que ele fazia ali. Dois galões de gasolina estavam sendo carregados por ele que simplesmente me degreniu e amaldiçoou. Sua voz mudara e seu ódio por mim parecia crescente, como se tivesse guardado por muito tempo.  Tentei acalma-lo e acabei sendo atirando contra a lataria de um dos jatos, caindo de bruços. Eddie disse que não tinha boa índole desde o inicio e que apenas queria me ver morto por ser um semideus. Meu cheiro era podre e que os três grandes deveriam ter vergonha de ter me concebido ao mundo. Ai que entra naquela típica parte que todo semideus encontra: “Três Grandes? Deuses? Quê?”.

Fiquei confuso e paralisado de medo quando Edgard tomou forma de um lacaio da morte. Ele tinha garras e media três metros de altura. Seu corpo era extremamente forte e definido e chamas dançavam sobre seus dedos. Seus olhos eram vermelhos e exalavam rancor. Assustado, tentei correr, mas foi em vão.  O local novamente explodiu, arremessando-me para fora do galpão que se tornou cinzas. Todos os soldados e superiores que estavam próximos correram para o local, dando de cara com meu corpo atirado frente aos destroços da explosão. Tentei levantar-me e quando percebi estava sendo algemado. Edgard berrava ao longe que eu havia surtado por ter sido obrigado a lavar pratos quando pequeno e agora a limpar o galpão. Resumindo a minha história: foi realojado para uma plataforma naval no meio do atlântico por má conduta no quartel.  A vida é difícil e é ainda mais quando se trata de um filho dos três grandes.

Na plataforma fui obrigado a trabalhar com os piores serventes da marinha possíveis. Estupradores, renegados e todo tipo de marginal do exército estava ali. Os dias seguintes foram terríveis até o grande dilúvio como gosto de chamar. O trabalho era ainda mais pesado e dolorido. O calor era intenso e a criação de máquinas de transporte e combate (tanques, aviões e afins) pesado me cansava mais do que tudo nesse mundo.  Não teve um dia sequer em que eu não desejava ter morrido em umas das duas explosões. Não tinha motivos para continuar. Até aquela manhã. O grande dilúvio.

Era cedo quando o tritão embarcara na plataforma. Eu estava limpando o convés ouvi um ruído alto vindo de trás de um dos contêineres de embarcações. Verifiquei e vi cerca de cinco homens-peixe armados com dentes e espadas afiadas. Eles murmuravam algo entre si e rumaram em direções opostas. Meu coração acelerou e eu decidi seguir um dos tritões que caminhou por entre pátio de contêineres. Segurei com força o cabo do esfregão, caminhando lentamente em direção ao espírito do mar que surpreso foi apagado. Bam! Homem ao chão! Aproveitei que o tritão estava desmaiado e me apoderei de seu tridente. Era pesado e feito de bronze. Ajudaria a me defender caso necessário. E graças aos deuses que peguei aquela arma.

Três minutos depois eu fui atacado por outro tritão maníaco que se dependurou em minhas costas. Seu cheiro de peixe estragado era intenso e me fez desabar contra o chão. Ele grunhiu e cravou suas unhas sobre minhas costas. A dor foi intensa e minha pele ardia com o contato do desgraçado. Ele finalmente fora neutralizado quando tiros ecoaram de um ponto do pátio da embarcação. Um dos seguranças havia disparado contra o monstro que caiu atordoado. Ele tentou me ajudar, mas já era tarde. O veneno das garras do tritão começava a me consumir e os eu podia ouvir seus companheiros virem do alçapão ao fundo. Ignorei o soldado, caminhando em direção à plataforma com a ajuda do tridente. Algo dentro de mim dizia para saltar. A água iria me ajudar e o interior do oceano parecia me chamar. Cada músculo de meu corpo se agitou quando girei meu corpo sob o parapeito da embarcação e cai rumo ao oceano. A água gelada encontrou meu corpo que entrou em choque e numa espécie de transe perdi a consciência. Pode parecer um pouco estranho mas, mas acredite ess é a melhor forma de conhecer seu pai.

Lembro-me de ter acordado sobre uma espécie de alga. Folhas mucosas cobriam meu corpo e eu levantei as pressas, assustado. Demorei a perceber que estava boiando e a água era cristalina. Sim, eu estava debaixo d’água e conseguia respirar normalmente. a Respirei fundo antes de nadar te a saída do cômodo mal iluminado. Empurrei a porta de calcário, observando pela fresta. Dois guardas estavam parados, idênticos aos tritões que havia me atacado anteriormente. Contei até três antes de empurrar a porta por completo e gritar enquanto tentava ataca-los. Nesse momento lembro-me de ter sido puxado. Meu corpo fora impulsionado para cima e a água se comprimiu antes de literalmente me cuspir contra o chão frio da sala do trono.

Diversos pilares brancos decoravam o local com estatuetas de peixes e heróis gregos. Ao fundo, o oceano límpido podia ser enxergado através das fissuras nas paredes de coral escuro. No centro da sala a minha frente estava a última pessoa que eu esperava encontrar naquele dia: meu pai. Poseidon, Deus dos mares me cumprimentou. Fiquei completamente em choque ao questionar quem ele era e o como havia parado ali. O deus estava contente em saber que eu estava bem e agradeceu aos deuses por eu ter sobrevivido. Uma rápida explicação sobre deuses e semideuses e eu estava ainda mais confuso. Não sabia nem por onde começar e nem como prosseguir. Queria atirar nele assim como queria abraça-lo com força. Poseidon havia me alertado sobre os perigos que eu correria a partir daquele momento e Edgar e outros monstros não descansariam até um dos três grandes estar morto. Tentei absorver o máximo de informação possível naquele momento antes de ser levado por outra correnteza forte e apagar.

E cá estamos hoje. Estou no acampamento Meio-Sangue, escrevendo este relato nesse livro estúpido enquanto milhares de monstros desejam o meu corpo coberto de sangue. Se eu me sinto melhor após ter deixado o reino de meu pai e submergido na praia? Talvez. A reclamação foi imediata e visto por outro lado eu deveria ter agradecido a ele pelo transporte. De uma coisa eu tenho certeza: eu nunca estaria seguro e nunca teria sossego. Mas não tem problema, afinal, a vida de semideuses é uma grande bagunça molhada. Espero que você, semideus, que leu este relato entenda o que quero dizer e que não esta sozinho.

Observações:

Optei por fazer uma narração diferenciada como um relato em diário do personagem já reclamado no acampamento.
Possíveis erros de digitação podem ser encontrados apesar de eu ter revisado o texto. Peço desculpas desde já e agradeço pela leitura completa.

And I'm tired
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Re: Teste para filhos de Poseidon - Junho

Mensagem por Odisseu em Qui 09 Jul 2015, 16:18

Madeleine A. Vìpere - Não reclamada e banida por plágio, como supracitado no post anterior.

Calleb A Bittercourt - Não reclamado.

Seguinte, Calleb, eu te aprovaria com toda certeza se você tivesse feito uma ficha para um deus normal. Porém, esse é um teste para Poseidon que, sim, tem regras e modelo de ficha diferentes do normal. Eu entendi sua intenção de querer misturar uma narrativa com a outra - não narrando sua reclamação em si - e ter feito como se fosse reclamado, mas nas regras do teste está escrito explicitadamente que você deve escrever as duas partes - Reclamação e Narrativa - separadas. Esse foi seu maior erro e, de acordo com as regras, por isso não posso reclamá-lo.

"Pontos obrigatórios da parte narrativa:


● O concorrente deverá postar como se já fosse reclamado pelo deus em questão, e, portanto, deverá comportar-se como tal;

● O concorrente poderá fazer uso - ou não - de poderes, passivos e/ou ativos, e presente de reclamação, mas apenas de nível inicial;

● O concorrente deverá postar todos os pedidos no teste em apenas um post, porém, com separação clara e fácil de ser percebida; pode ser em spoiler, code, com um título acima,.. Enfim, apenas separem claramente os dois tópicos."

"● A não separação dos três requerimentos do post resultará na anulação direta da postagem - o que significa que não haverá avaliação de tais posts.
▬ Punição por quebra de regra: Desclassificação IMEDIATA dos participantes.
"

http://percyjacksonrpgbr.forumeiros.com/t7893-teste-para-filhos-dos-3-grandes-regras




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Re: Teste para filhos de Poseidon - Junho

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