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Teste para filhos de Zeus - Junho

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Re: Teste para filhos de Zeus - Junho

Mensagem por Aren Bjørnsen em Sex 19 Jun 2015, 18:07


Características

Físicas: o cabelo de Edward é uma espécie de mistura entre o loiro e o ruivo, contrastando com sua pele branca, quase pálida; seus olhos são azuis e o tom deles varia durante o dia; seu corpo forte e malhado possui algumas tatuagens e sua altura é um pouco maior que a altura padrão para garotos de sua idade.

Psicológicas: Edward é uma pessoa um tanto quanto explosiva. Quando alguém o conhece, a primeira impressão é que ele é um garoto calmo, mas isso não é verdade. Ele ignora o que o estressa até não conseguir mais e desconta sua raiva em quem estiver na frente. Diferente da maior parte dos outros filhos de Zeus, não gosta de liderar, mas quando é obrigado a fazer isso, faz muito bem. É protetor, altruísta e inteligente. Mas, como todo mundo, ele também tem defeitos; além de teimoso, o filho de Zeus é um tanto quanto convencido. Já arranjou encrenca várias vezes por ser sincero e direto, mas nenhuma delas o fez querer mudar seu modo de agir.


História:

Continuo a andar pela rua, sem saber direito para onde estou indo. Depois de um tempo, reconheço o lugar onde estou: na praça do meu bairro, no mesmo quarteirão que minha casa.

A animação pela proximidade do meu lar me permite correr pela rua, mas, ao virar uma esquina qualquer, vejo duas silhuetas. Paro de correr, bruscamente, e ando devagar, me aproximando das duas silhuetas. Não penso direito, pois, se pensasse, fugiria o mais rápido que posso. Quando estou mais perto, consigo ver o que está acontecendo: um sátiro - que reconheço graças às minhas entediantes aulas de história - usa uma adaga para tentar matar um ciclope. O medo que cresce dentro de mim impossibilita a minha movimentação e eu fico apenas olhando para a briga. Depois de um tempo, o monstro nota minha presença e avança em minha direção. O homem-bode tenta atacá-lo, mas ele esquiva e continua a vir contra mim. Quando ele está perto o suficiente, fecho os olhos e espero pelo momento de minha morte.

Após um tempo com os olhos fechados e sem sentir dor, opto por abri-los. Em vez de ver alguma criatura que eu tenho certeza que não existe, vejo o teto do meu quarto. Levo um tempo para conseguir entender o que aconteceu, mas, mesmo depois que eu entendo, algo me diz que aquilo não foi um simples pesadelo, e eu decido investigar. Minha mãe já saiu para o trabalho e meu pai não mora comigo, então eu estou sozinho em casa. Agradeço por isso e saio da casa, indo até a tal rua que vi no sonho.

[...]

Quando chego no meu destino, não vejo nada de diferente. Sinto que o sonho pode ter me deixado louco, mas, já que estou louco, decido ser louco direito, e recrio a cena do pesadelo, procurando por alguma pista ou algo do tipo. Por incrível que pareça, meu plano da certo. Acho algum tipo de pó prateado que reflete a luz e, quando começo a caminhar na direção dele, ouço alguém me chamar e me viro na direção da voz. Vejo um garoto que aparenta ter a minha idade vir até mim. Depois de um tempo observando-o, reconheço-o: ele é o sátiro que estava no meu sonho. Logo que o reconheço, chego à conclusão que ainda estou sonhando.

— Quem é você? — Indago.

— Você já deve saber que eu sou um sátiro, então também já sabe que as criaturas mitológicas existem — ele diz e noto um tom de felicidade em sua voz. Presto atenção nas palavras dele e tento levar o sonho adiante — Você nunca conheceu seu pai porque ele é um Deus grego.

Por mais que seja mais uma das mentiras de mais um dos meus sonhos estranhos, não seria ruim se fosse verdade. Além disso, explicaria o porque de eu ser tão... diferente.

— Meu nome é Will e eu venho ajudando filhos dos Deuses na ida para o único lugar seguro para a raça deles: o Acampamento Meio-Sangue.

— Um acampamento, é? — Sorrio — Até que não me parece uma má ideia. Quanto vai custar?

O tal Will respira fundo e percebo que eu falei algo errado.

— Não custa nada! Nós vamos para o acampamento e você passa a morar lá. O que achou?

— Morar lá? Seria ótimo, mas não vou abandonar minha mãe. Eu preciso dela e ela precisa de mim. Eu tenho uma vida aqui. Claro que eu reclamo de vez em quando, mas não deixa de ser uma vida boa.

Nesse caso, temos que conversar com sua mãe. Você sabe onde ela está agora?

[...]

Me distraio e não consigo mais entender a conversa do homem-bode com a-mulher-que-pegou-um-Deus-Grego; no caso, minha mãe. É o horário de almoço dela e, quando liguei para ela e contei os acontecidos, ela disse que iria nos encontrar o mais rápido possível. Isso nos trouxe até aqui.

— Mas nem todos os semideuses vão para o acampamento — minha mãe argumenta — Ele pode viver aqui em Chicago.

— É, mas você sabe que isso é perigoso — Will diz e sinto que ele está inquieto.

— Nós corremos o risco — minha mãe sussurra e eu quase não escuto. Depois ela se levanta da cadeira onde está sentada, da um beijo em mim e vai embora — Tenho que voltar para o trabalho, desculpe.

— Bem, parece que você não vai para o Acampamento Meio-Sangue — ele diz, olhando para mim, e, depois de uma pausa, continua — Mas outros semideuses vão e eles precisam de minha ajuda. Nos vemos por aí.

Depois disso, ele se levanta e começa a andar, mas se vira novamente.

— Você vai precisar saber se defender. Para isso, você vai receber alguns... objetos.

PS:
Observações:
Legenda: Ed; Will; Mãe de Ed.

Sobre o texto:

1 ~> A mãe de Ed e o mesmo são muito apegados desde o abandono do pai, por isso não quiseram se separar;

2 ~> Will é um sátiro nômade que ajuda semideuses, levando-os até o acampamento;

3 ~> Grande parte das atitudes de Edward são tomadas por ele acreditar que tudo é apenas um sonho;

4 ~> Os "objetos" citados na última fala são os presentes de reclamação. O sátiro sabia que o filho de Zeus enfrentaria monstros e deu algumas armas para ele poder se defender. As armas não estavam com ele, ele contatou o acampamento (quíron), contou o ocorrido, pegou as armas e pediu para que alguém de confiança as levasse.
Itens:
Nenhum
Poderes:
Nenhum


Narrativa

Encaro o sabre por muito tempo. Não sei se saberei usá-lo da maneira certa quando for preciso e nem sei quando será preciso, mas tê-lo perto de mim faz eu me sentir mais seguro.

Coloco a arma no sofá, ao meu lado, e volto a ver televisão.

Depois de um tempo, pego o sabre e vou para o meu quarto guardá-lo, mas, no caminho, ouço alguns passos.

— Mãe, por que você não av... — começo a falar, mas me calo quando vejo que quem entra não é a minha doce e meiga mãe, mas sim um nem doce e nem meigo ciclope. Agradeço pelo sabre estar em minha mão e começo a ir para trás, criando uma distância segura entre mim e a criatura. Ele avança em minha direção e eu pulo para o lado, esquivando. Corro um pouco, para manter a distância entre nós.

Enquanto eu e o ciclope nos encaramos, ouço passos novamente. Ou são mais monstros ou é minha mãe, não sei qual é pior. Minha mãe passa pela porta e eu começo a correr na direção dela, mas o monstro a alcança primeiro e usa seu peso para jogá-la para o lado, derrubando-a. Ver minha mãe ser atacada me enche de raiva e eu invisto contra o ciclope, usando o sabre para tentar desferir um corte horizontal em um dos braços do meu inimigo. Meu ataque tem êxito, mas, logo depois que ataco, levo um soco que atinge minha barriga. Grito de dor e vou andando para trás, tentando evitar outro possível ataque, enquanto meus braços pousam sobre a área atacada. O ciclope volta a dar atenção à minha mãe e a segura pela camisa, depois a joga contra a parede, vai até ela e da alguns socos na mesma. Outra onda de raiva invade meu corpo e me descontrolo completamente. Avanço contra ele e finco a arma em sua barriga. Retiro-a rápido e volto a fincá-la. Faço isso várias vezes, até ver o monstro virar pó, enquanto grito para liberar a ira que está dentro de mim.

Quando tudo que sobra do ciclope é pó, a dor e o cansaço causados pela batalha voltam a existir e eu jogo meu corpo contra o chão, caindo. Fecho os olhos e tento esquecer de tudo.

[...]

— Pai — digo, olhando para o Deus em sua forma humana. Nós estamos em uma sala extremamente grande e que possui diversos tronos. Não preciso de mais do que isso para reconhecer que estou no Olimpo. Me lembro do que aconteceu e fico irritado novamente, o que me faz aumentar o tom e descontar a raiva no Deus — POR QUE VOCÊ DEIXOU QUE ISSO ACONTECESSE COM ELA?!

Ele coloca a mão em um dos meus ombros e olha em meus olhos. Algo em seu olhar me acalma e meus olhos se enchem de lágrimas, que não demoram à rolar por meu rosto e cair no chão.

— Eu não queria que isso tivesse acontecido, mas aconteceu — ele diz, e a calma em sua voz me assusta — Use isso para aprender. Acho que já foi o suficiente para você perceber que viver lá não é mais seguro, então te chamei aqui para avisar que seu meio de transporte para o Acampamento Meio-Sangue estará esperando por você no beco mais próximo da sua casa. E, bem, boa sorte.

Quando ele termina de falar, abro os olhos, e estou em casa de novo. Não quero lembrar de minha mãe ou de qualquer coisa que aconteceu, então apenas pego minhas duas armas e vou para o local indicado por meu pai. Quando chego lá, o que encontro é um cavalo alado. Uso minha experiência com cavalos normais para montar nele e espero que ele me guie para o tal acampamento.

PS:
Observações:
Legenda: Ed; Zeus (no texto, é branco).

Sobre o texto:

1 ~> É obrigatória a visita ao Olimpo, mas nada impede que essa visita seja em um sonho;

2 ~> O cheiro de filho dos Três Grandes é forte o suficiente para atrair dois ciclopes; o primeiro foi morto pelo sátiro; o segundo, pelo próprio Ed;

3 ~> A narrativa e a história formam a trama da personagem: ele soube que era um semideus através de um sátiro, mas preferiu ficar com sua mãe à ir para o acampamento. Seu cheiro guiou um ciclope até sua casa, que levou a morte de sua mãe. Percebeu que o lugar não era mais seguro - nunca tinha sido, na verdade - e queria esquecer as lembranças que a casa lhe proporcionava. Para isso, usou um cavalo alado que Zeus enviou para ir pro AMS.
Itens:
{Thunder} / Lança [Lança metálica, feita inteiramente de bronze sagrado. A ponta é maior do que a de lanças comuns, formando uma lâmina em forma de raio, que apesar de mais difícil de manejar para quem não é acostumado, pode causar danos potencialmente maiores, ainda mais considerando-se o peso, já que até seu cabo é metálico. Esse dano adicional contudo não é inerente à arma, dependendo do manuseio e habilidades do semideus.] {Bronze sagrado} (Nível Mínimo: 1) [Recebimento: Presente de Reclamação de Zeus] {Foi citada em alguns momentos}

{Karabela} / Sabre [A karabela tem um punho aberto com o pomo no formato de uma cabeça de águia. Seu cabo anatômico permitia o manejo mais fácil de cortes circulares quando se luta a pé e e de cortes oscilantes quando montado no cavalo/pégaso. É feita de bronze sagrado e seu punho é revestido com couro. Vem junto de uma bainha de couro. No nível 20 transforma-se em um anel, com a cabeça e as asas de uma águia entalhadas.] {Bronze sagrado e couro} (Nível Mínimo: 1) [Recebimento: Presente de Reclamação de Zeus] {Foi citada em alguns momentos, inclusive na luta contra o ciclope}
Poderes:
Nenhum



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Re: Teste para filhos de Zeus - Junho

Mensagem por Odisseu em Qui 09 Jul 2015, 17:42

Edward T. Hunder - Reclamado como filho de Zeus.

Eu juro que pensei que iria reprová-lo. Cê tava tão em cima do muro que eu tive de consultar algumas pessoas e alguns testes anteriores para ter uma noção se eu poderia aprová-lo ou não. Seguinte: O grande problema foi justamente as suas quebras de tempo. Desde o início da narrativa, não há a explicação direita de um histórico, de como seu personagem viveu durante aquele tempo até aquele momento do "sonho". Para piorar, suas quebras de tempo são abruptas. Você não explica como transita de um cenário para outro após fazer a interrupção. Por exemplo: Como foi que você foi parar na cama de seu quarto após ter desmaiado? Embora você acreditasse que era um pesadelo, mas deveria ter uma explicação sobre isso - mesmo que esta ocorresse após o acontecimento ou mesmo em off. Algumas ideias que você colocou são vagas - descrições e afins - e seus npcs, além de você mesmo, são muito sem emoção justamente porque você não se detém aos sentimentos deles. Porém, te aprovei por você não ter cometido nenhum erro de coerência grave, nem ter pecado em fluência, coesão e ortografia.

Seja bem vindo, prole de Zeus.




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