Percy Jackson e os Olimpianos RPG BR
Bem vindo ao maior fórum de RPG de Percy Jackson do Brasil.

Já possui conta? Faça o LOGIN.
Não possui ainda? Registre-se e experimente a vida de meio-sangue.

♦ {The First Tale of Luck} - Story Mode de Ayla, David, Jhonn e Peter.

Ver o tópico anterior Ver o tópico seguinte Ir em baixo

♦ {The First Tale of Luck} - Story Mode de Ayla, David, Jhonn e Peter.

Mensagem por David L. Ascher em Sex 01 Maio 2015, 15:07


The First Tale Of Luck

The spring reaper, the daughter of Moon, the lost boy and the son of Hearth.



Uma noite aparentemente comum, rodeada pelos mistérios da morte. Uma forte aliança, iniciada a partir dos perigos de uma caçada. O agitar de um túmulo e a ascensão da carnificina, uma adversária mais poderosa do que qualquer inimigo a ser enfrentado sozinho.

E o primeiro movimento dos deuses na guerra dos mortos.

Todos esses fatos foram presenciados por mim. Guiados por minhas mãos e escritos com minhas palavras. Com uma coroa de prestígio em minha cabeça, guiada pelo dever e pela honra a mim concedidos, pude eternizar a vida de um jovem semideus e de seus companheiros, em sua árdua jornada contra um destino único: a morte. Eu, Tique, Rainha da abundância, senhora das riquezas e deusa do destino, revelo-lhe uma história digna de um conto órfico.

Até mesmo a deusa da sabedoria encontrou tempo para apreciar os acontecimentos que estou a contar, sem interrupção alguma. Seria prudente de sua parte repetir tal gesto. Sente-se, atire um sacrifício à fogueira e ouça bem minhas palavras.

Este é o primeiro conto do ceifador da primavera.

Adendos:
Pontos obrigatórios:

Ayla, Jhonn e Peter

♦ Neste turno, nossos heróis serão abordados por um estranho sonho, trazendo a eles uma enorme responsabilidade: Inicialmente, Ayla, Jhonn e Peter irão ter visões sobre a vida de um jovem aparentemente comum, sendo estes flashes do dia em que sua vida mudou completamente, da primeira ação grande de seus inimigos contra ele e dos dias seguintes (incluindo o atual), com suas próprias desventuras. Cada uma das três partes será narrada respectivamente pelo semideus na ordem acima.

♦ Em algum ponto, no ápice de suas visões, a imagem mudará, como se a cena anterior tivesse sido coberta pela escuridão. Nesse instante, os três se verão no submundo, diante de um trono imponente e elevado. Neste, uma deusa estará sentada, e terá uma breve interação com os três. Nesse momento, eles já podem ver e ouvir uns aos outros, mesmo não tendo ideia do motivo de os outros estarem no mesmo sonho.

♦ A deusa então encerrará seu diálogo pedindo a ajuda dos jovens e as trevas irão começar a consumir o palácio onde está, fazendo-o ruir. A escuridão se apossará de tudo, e os heróis despertarão em seus chalés, encerrando as postagens após iniciarem os preparativos para a saída, sabendo da urgência do pedido.

David

♦ Enquanto isso, em Phoenix, David estará enfrentando suas próprias dificuldades. Inicialmente, deverão ser narrados os problemas pelos quais passou nos últimos dias, dando um certo destaque necessário ao lado emocional - O que mudou nele desde o primeiro ataque? Como ele está? -. A situação presente também será exposta, revelando o início dos perigos daquela noite.

♦ Em seguida, a cena irá ser movida para outro lugar: O salão de um aparente castelo sombrio. Uma interação entre as misteriosas figuras nas sombras irá acontecer, expondo algo bem claro: Eles querem destruir David, e estão fazendo de tudo para que essa caçada seja longa e agonizante para seu perseguido. Agora, após perderem-no de vista, o encontraram novamente.

♦ A discussão e o post serão encerrados logo após a escolha do "caçador da vez", que terá o trabalho de iniciar o derramamento de sangue. Após ser escolhido, ele iniciará seus preparativos e seguirá seu rumo até encontrar o jovem de Perséfone.
Pontos adicionais:
♦ Story mode destinada a Ayla Lennox, David L. Ascher, Jhonn Stark e Peter Lost.

♦ Local: David atualmente encontra-se em Phoenix, no Arizona. Ayla, Peter e Jhonn estão no Acampamento Meio-Sangue.

♦ Horário: Nesse post, David estará narrando um dia adiante dos outros, no período da noite. No acampamento, nossos outros protagonistas estão despertando em algum ponto após as 22h, de forma simultânea.

♦ Poderes, armas e afins deverão ser colocados em spoiler no fim dos textos, para manter a organização e a coerência de tudo. Quando - Ou se - Alguma habilidade que inicialmente não consta na lista de poderes ou algo do gênero for usada, tudo será explicado, sendo parte da trama e da marca nas costas de David.

♦ A cada turno, a ordem de postagem poderá ser alterada para manter a dinâmica do texto, podendo focar em personagens diferentes a cada novo turno. A ordem de postagem neste turno será: Ayla, Jhonn, Peter e David.

♦ Inicialmente, não haverá um prazo de postagem fixo, mas sim, esta será uma das SM's do fórum que não está fadada a morrer. Assim que as postagens forem encerradas, a postagem no devido local será feita, para fins de avaliação por parte dos deuses.


David L. Ascher
avatar
Filhos de Perséfone
Mensagens :
7

Localização :
Phoenix, Arizona.

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: ♦ {The First Tale of Luck} - Story Mode de Ayla, David, Jhonn e Peter.

Mensagem por Ayla Lennox em Sex 01 Maio 2015, 16:00


Just a Dream?
If you're a demigod... The answer is "no".


É engraçado ver como sonhos acabam sendo algo um tanto... Supervalorizado. Sabe, para pessoas normais, ele pode ser algo como um escape, uma fuga da realidade;  ou pode ser também algo divertido, afinal, você pode sonhar com a pessoa amada ou algo que deseja muito.  

Infelizmente, semideuses não são pessoas normais. Sonhos podem ser memórias, visões do futuro ou simplesmente um anúncio de que uma desgraça sem precedentes está por vir.

Para meu azar, naquela noite, era a última possibilidade.  

* * *

Eu não sabia onde estava. Como sempre, em meus sonhos, eu podia me movimentar pelo cenário. Dessa vez apenas olhei ao redor.  

Era um bairro comum, mas havia algo que chamava a atenção ali. Uma floricultura. O céu estava nublado e a chuva não demoraria a chegar.  

Uma construção de primeiro andar simples, porém bonita. Uma cor verde e levemente desbotada preenchia o lado externo. O andar debaixo era o estabelecimento comercial e o superior possivelmente seria a residência do dono.  

Dois painéis enormes e feitos de vidro permitiam que se visse quase tudo ali. Desenhos de flores e ramos intrínsecos estavam nas bordas do material transparente como um singelo detalhe.  

O cheiro que vinha de lá era agradável, feito de uma mistura das mais diversas plantas... Através da vidraça, era possível avistar flores de vários tamanhos e cores. O lugar era como um refúgio.  

Infelizmente, eu sentia que nem tudo ali ficaria bem por muito tempo. Mais uma vez, senti-me mal por estar correta.  

Tudo aconteceu rapidamente: Duas pessoas invadiram o lugar. Pareciam fora de si, como se estivessem... Possuídas. Ao ver isso, não hesitei e adentrei na loja.

Observei cada detalhe com atenção. Houve uma briga entre os dois que haviam entrado e o senhor de meia-idade. O garoto ainda tentou ajudar, mas estava feito. O golpe dado por um dos desconhecidos havia sido grave e, aos poucos, o lugar começava a pegar fogo.

Os invasores fugiram, deixando os dois a sós. O filho se ajoelhou, lágrimas foram derramadas e últimas palavras ditas ali. Com o som de um trovão e o encontro das primeiras gotas de chuva com o chão quente, o adeus definitivo chegou.  

Dei um suspiro triste. Era um infortúnio e talvez uma ironia... Morrer entre as flores.

O menino levantou-se cambaleando levemente e em seguida correu, saindo pela porta dos fundos.  

Vasculhei rapidamente o lugar e vi uma pequena bancada com um porta-retratos e alguns cartões em cima. Podia-se ver uma foto do senhor junto a um garoto no que parecia ser a frente da loja, ambos sorrindo e abraçados.  

Peguei um dos pequenos cartões brancos. No canto superior estava um desenho de uma flor que não consegui identificar e algumas informações:  

"Floricultura Spring Kingdom. Phoenix, Arizona  
Jacob Ascher e David L. Ascher."

Então foi ali que tudo mudou.  

O chão começou a ceder, como se houvesse um buraco negro sugando todos os elementos ali presentes. Pisquei os olhos.  

Escuridão.  

* * *

Aos poucos o lugar foi se iluminando o suficiente para que eu pudesse ver um trono. Eu estava dentro das ruínas de algo semelhante a um templo.

Demorei pouco mais que alguns segundos para saber do que se tratava: Eu estava no submundo.  

O ar era denso e o cheiro de morte era tão forte que chegava quase a ser tangível. A aura do lugar era desagradável e era possível ouvir as vozes das almas que vagavam por ali.

Virei-me para ver o que estava dos meus lados e uma expressão de dúvida brotou em meu rosto quando vi dois garotos, cada um de um lado. Ao examinar suas feições, reconheci ambos como monitores do acampamento. Peter e Jhonn. Filhos - respectivamente - de Zeus e Héstia.  

Antes que eu pudesse perguntar qualquer coisa a algum deles, uma voz ecoou pelo salão onde estávamos. Parecia vir do trono.  

-- Bem-vindos ao meu cárcere.

Ergui os olhos e pude contemplar uma silhueta escondida pelas sombras acompanhada de um rosto coberto quase completamente por um véu. Cabelos negros que escorriam pelos ombros e lábios escarlates eram as únicas coisas que se podia distinguir com clareza.  

Fiz a pergunta que todos tinham em mente.  

-- Quem é você?

Um sorriso se formou nos lábios da mulher sentada.  

-- O tempo é curto, semideuses. -- Disse. -- Zeus e os outros olimpianos estão tornando nossos contatos mais escassos. Hades, Melinoe, Thânatos... Todos tem se mantido ocupados com o mal que se aproxima. Eu sou a única que pode lhes fazer este solene pedido.

Se existia alguma certeza ali, era a de que nós tínhamos várias perguntas. O filho de Zeus deu um passo à frente e indagou:  

-- O que está acontecendo aqui?

-- Sim, que mal é esse que se aproxima? -- Completou o garoto da lareira.  

Ambas perguntas pareceram ser ignoradas, mas logo a dama diante de nós apenas suspirou pesadamente e prosseguiu com seu monólogo.  

-- Um mal antigo previsto pelas parcas e pelo oráculo original. Algo capaz de derrubar os ctônicos, e, consequentemente, os olimpianos. Uma profecia anunciada milênios atrás.

Profecia? Estávamos prestes a começar outra série de perguntas, mas um som alcançou o lugar onde estávamos. Algo como um trovão.  

Todo o cenário ao redor parecia sumir, sendo engolido pelas sombras. A escuridão como algo material. Aquilo tomava conta do ambiente, chegando ao ponto de cercar o trono.  

-- Estamos sem tempo. -- O tom era angustiado.  

A mulher havia saído das sombras o bastante para que fosse possível diferenciar algumas expressões. Ela estava tensa, preocupada... Quase como se estivesse em desespero.  

-- Encontrem o garoto. Pelos deuses, por mim. Ele é a única esperança de que isso termine.

Foram as últimas palavras antes que os pilares e objetos começassem a ruir. Tudo havia se tornado breu.  

* * *

Levantei-me com um sobressalto. Lembro de estar ofegante. Olhei ao redor e vi que os outros semideuses no chalé 18 dormiam tranquilamente, talvez sonhando com unicórnios e arco-íris.  

Sentei-me na beirada da cama e refleti por alguns segundos. As palavras da mulher no trono não sairiam de minha mente com facilidade.  

"Encontrem o garoto."  

Aquela ordem não poderia ser negada. Não poderia perder tempo; precisava me preparar para partir logo. Tudo indicava que aquele estava longe de ser um resgate qualquer.

Observações:
♦ Não foi utilizado nenhum poder (ativo ou passivo) neste turno.
Ayla Lennox
avatar
Líder dos Mentalistas
Mensagens :
1038

Localização :
EUA

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: ♦ {The First Tale of Luck} - Story Mode de Ayla, David, Jhonn e Peter.

Mensagem por Jhonn Stark em Sex 01 Maio 2015, 20:34


A Dream of Death

And this is the beginning of the end.



No mundo mortal, sonhos podem ser coisas muito cobiçadas. Pessoas desejam aquilo para si: aquela sensação de liberdade, as visões que tanto almejam que se tornem realidade... E ao mesmo tempo, pessoas esquecem seus sonhos com tanta facilidade quanto os tiveram. Para mim, assim como para muitos semideuses, havia medo ao fechar os olhos todas as noites. Ao saber que, sinceramente, não existia o termo "apenas um sonho ruim" para nós.

É sempre uma lástima dizer que sonho com coisas que não quero que se tornem realidade. Saber que com as visões de uma noite, pode ser perdido o sono de vários dias.

Naquela noite específica, enquanto pessoas eram agraciadas com sonhos perfeitos, eu vi a aflição de um semideus e as ruínas do submundo. De frente àquele cenário de destruição, ouvi o pedido que poderia mudar tudo dali em diante.

Em meu lar e em minha segurança, sonhei com corvos.

*    *    *    *    *

As ruas estavam vazias. Fora o barulho da chuva e dos relâmpagos - provavelmente ocasionados por algum deus que não estava de bom humor -, não havia nenhum som relevante. Erguendo os olhos, comecei a lutar para encontrar alguma referência. Algo que pudesse ser útil para saber onde estava. Em um golpe de sorte, fui capaz de avistar o que precisava naquele instante.

Logo após uma curta escadaria de pedra, lá estava. Possuía duas estátuas de mulheres em trajes gregos - ninfas, talvez? -, assim como um par de portas de vidro e diversos adornos florais. O que realmente chamava atenção ao lugar, porém, era a placa com letras grandes e bem distribuídas. Graças à maldita dislexia, inimiga típica de qualquer semideus, demorou um pouco para poder identificar o que estava escrito.

"Jardim botânico central de Phoenix"

Antes de poder pensar em algum significado para aquilo, ouvi passos vindo da direção oposta. Virando-me instintivamente, me deparei com um jovem que corria para a construção. Além de estar encharcado graças à chuva, alguns cortes leves eram visíveis em sua pele e suas roupas. Apesar de sua expressão de puro medo, continuava seguindo em frente, sem olhar para trás. Seria ele o motivo de eu estar ali?

Não demorou para que eu entendesse o motivo daquilo: um grasnar irritante tomou o ambiente, vindo de várias as direções. Em uma fração de segundos, pude ver um vulto humano surgindo na chuva. As únicas coisas que pude ver claramente foram seus olhos escarlates e seu sorriso de escárnio.

E foi então que os corvos irromperam de todas as direções.

Corvos de penas negras e olhos vermelhos, que avançavam em minha direção de forma furiosa. Suas garras e bicos não demoraram para começar a rasgar minha pele. Com um grito de raiva, afastei-as com minhas mãos enquanto buscava minhas armas. Infelizmente, elas também não estavam lá. Entre o bater de asas frenético e o grasnar irado dos seres, palavras eram repetidas como um mantra.

"O ceifador deve morrer. O ceifador deve morrer."

Tentava convocar meus poderes de fogo, mas não conseguia. Assim que as chamas eram criadas, a chuva começava a apagá-las. Poucos corvos saíam feridos, e minhas energias eram drenadas além dos limites. Quando beirava a exaustão, cheio de cortes e bicadas no corpo, pensei que iria realmente acabar ali. Por um momento esqueci que aquilo era um sonho e experienciei o verdadeiro medo de morrer. Foi então que uma única frase soou em minha mente, assim que comecei a desabar.

- Bem vindo ao jogo dos deuses, semideus.

E foi então que não houve mais barulho. Não havia mais dor, medo ou angústia. As perguntas que antes se formavam em minha mente se perderam. Os corvos pareciam se multiplicar, preparando-se para o banquete. Foi então que seus olhos se apagaram.

E tudo o que restou foi a escuridão.

*    *    *    *    *

Quando a visão parecia me ser devolvida, pude ver um trono à minha frente, assim como as ruínas de alguma construção claramente grega... Possivelmente, um templo. O ar era denso, e a aura do lugar era muito pesada. Sem muito esforço, pude ouvir o som de sofrimento de algumas vozes indistintas.

Um arrepio percorreu meu corpo ao perceber que lugar era aquele. Por ironia do destino - Tique realmente adoraria esta expressão -, logo após virar o banquete de um bando de corvos, eu estava no submundo. O medo de ter morrido de verdade teria prevalecido naquele instante, mas algo ligou-me novamente à realidade de que aquilo era um sonho:

Eu não estava sozinho.

À minha esquerda, pude ver Ayla e Peter, monitores de Selene e Zeus, respectivamente. A cada instante, aquilo só ficava mais confuso... Qual o sentido daquilo tudo? O objetivo de estarmos ali?

Foi então que pude ouvir uma voz vinda do trono.

- Bem-vindos ao meu cárcere.

Ergui os olhos e consegui avistar uma figura feminina, com o rosto coberto por um véu. Não havia muito que pudesse revelar quem ela era, mas se era a responsável por aquilo tudo... Só poderia ser uma divindade. Ouvindo a pergunta feita por Lennox, a mulher deu um breve sorriso.

- O tempo é curto, semideuses. - Disse. - Zeus e os outros olimpianos estão tornando nossos contatos mais escassos. Hades, Melinoe, Thânatos... Todos tem se mantido ocupados com o mal que se aproxima. Eu sou a única que pode lhes fazer este solene pedido.

- O que está acontecendo aqui? - Perguntou Peter.

- Sim, que mal é esse que se aproxima? - Falei. Não poderia mais me manter calado naquela situação.

Por um instante, pareceu que a deusa não iria responder nossas perguntas, ou que nem mesmo as ouviu. Foi então que deu um suspiro longo e prosseguiu com sua história, que soava muito como uma sentença de morte.

- Um mal antigo previsto pelas parcas e pelo oráculo original. Algo capaz de derrubar os ctônicos, e, consequentemente, os olimpianos. Uma profecia anunciada milênios atrás.  

A palavra "profecia" realmente aguçou os ouvidos de todos, além de ampliar a tensão já existente ali. Então, realmente aquilo era algo importante, mas... Por qual motivo a deusa havia contatado justamente a nós?

Foi então que todo o cenário começou a ser engolido pela escuridão, algo como nunca visto antes. Parecia estar feroz para destruir tudo em seu caminho.

- Estamos sem tempo. - Falou. Seu tom de voz confirmava seu nervosismo, como se aquilo fosse o que ela quisesse evitar desde o princípio naquele encontro.

Naquele momento, saiu das sombras, revelando o suficiente de seu rosto, de suas expressões. Realmente parecia nervosa, com receio de que algo pudesse acontecer... Claro, algo muito animador para todos nós.

- Encontrem o garoto. Pelos deuses, por mim. Ele é a única esperança de que isso termine.  

Antes que qualquer outra palavra pudesse ser dita, tudo começou a ruir. Assim como quando encontrei os corvos, a escuridão foi minha última visão.

* * * * *

Acordei com um sobressalto no chalé de Héstia. Estava suando frio e minhas mãos tremiam. Aquele sim era o tipo de sonho que me faria ficar por um bom tempo sem dormir.

Mas estava vivo, ao menos por enquanto. Sem hesitar, tomei a decisão que sabia ser a certa: Me levantei e comecei a preparar meus pertences para uma viagem bem agitada. Estava na hora de salvar um semideus e tentar enganar a morte... De novo.

Adendos:
Yep, nenhum poder utilizado no turno atual. Armamento e outros adendos serão colocados a partir do próximo post.

Jhonn Stark
avatar
Curandeiros de Asclépio
Mensagens :
697

Localização :
Acampamento Meio-Sangue

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: ♦ {The First Tale of Luck} - Story Mode de Ayla, David, Jhonn e Peter.

Mensagem por Peter Lost em Sex 01 Maio 2015, 23:29



Sweet dreams...



Por um momento, nada fazia sentido. Eu não lembrava onde eu estava e nem mesmo como havia chegado ali, meus olhos procuravam qualquer indício de luz, mas tudo estava imerso na mais profunda escuridão. Durante alguns instantes, nada aconteceu e eu já estava ficando cada vez mais apreensivo. Por fim senti meu corpo se movendo, como já havia sentido diversas vezes antes, e me materializei em uma rua deserta.

Aquilo só poderia ser um sonho. Se era um daqueles sonhos reais nos quais os semideuses tem premonições, eu ainda não sabia, mas rezava secretamente aos deuses para que fosse apenas uma invenção de minha mente. Não demorou muito para que um garoto – um ou dois anos mais velho que eu – aparecesse correndo ao cruzar a esquina. Aproximei-me dele, um tanto receoso, analisando-o. O menino possuía cabelos e olhos negros, assim como a noite e eu me sentia pouco a vontade perto dele.

Ele parecia desesperado, corria como se sua vida dependesse daquilo. Levou alguns instantes para que eu percebesse, mas o garoto não estava simplesmente correndo, ele estava fugindo. Não pude deixar de me perguntar do que ou de quem, mas antes que eu pudesse fazer qualquer coisa, tudo escureceu novamente.
Quando dei por mim, estava dentro de um prédio abandonado, iluminado apenas pela fraca luz da lua. O garoto que há pouco estava correndo pela rua agora se escondia nas sombras do recinto. Ele olhava pela janela como se estivesse vigiando algo, suas roupas eram as mesmas de antes, mas eu tinha a estranha impressão de que elas estavam sendo usadas há um longo tempo.

Repentinamente, a porta no lado oposto do recinto se abriu com um forte estrondo, enquanto corvos entraram no local, seguidos de um vulto com olhos vermelhos. Prendi a respiração, tentando entender o que estava acontecendo ali, por um breve momento senti vontade de sair correndo, por fim eu me lembrei de que aquilo era um sonho, nada poderia me machucar, poderia?

O garoto, assustado, saiu correndo pelo corredor, fugindo dos corvos. O vulto parou por alguns segundos e seus olhos se voltaram para mim, o que fez com que eu engolisse um seco. “Ele não poderia estar me vendo! Isso é apenas um sonho!

Tive a impressão de que deveria sair correndo também, mas o vulto se virou para seguir seu alvo pelo corredor e mais uma vez, tudo caiu em escuridão.
Precisei piscar algumas vezes para que minha visão não ficasse embaçada. Eu não sabia onde estava, mas tinha certeza de que aquilo não era o mesmo prédio de antes. Olhei para os lados e, para minha surpresa, avistei ao longe duas pessoas estranhamente familiares. Tentei avançar pelo cômodo, onde avistei um trono de ferro enquanto um cheiro pútrido invadia minhas narinas, aquele só poderia ser o submundo.

Mal pude acreditar, conforme eu avancei ficou evidente de que eu conhecia as duas pessoas ali, eles eram Jhonn Stark – monitor de Héstia –, e Ayla Lenox – monitora de Selene. Não pude evitar de abrir um grande sorriso, afinal eu estava aterrorizado e, por algum motivo, encontrar pessoas conhecidas foi algo que me deixou um tanto confiante. Abri a boca para chama-los, mas uma voz ecoou pelo recinto e eu me mantive calado.

- Bem-vindos ao meu cárcere.

Eu queria perguntar quem era o ser, mas meu corpo parecia paralisado. Ergui os olhos procurando a origem do som, até que consegui distinguir uma silhueta camuflada em meio à escuridão.

- Quem é você? – A voz era de Ayla. A garota parecia determinada, mas um sorriso se formou no vulto sentado ao trono, o que fez com que um calafrio corresse pela minha espinha.

- O tempo é curto, semideuses. – A voz feminina ecoou novamente - Zeus e os outros olimpianos estão se tornando nossos contatos mais escassos. Hades, Melinoe, Thânatos... Todos tem se mantido ocupados com o mal que se aproxima. Eu sou a única que pode lhes fazer este solene pedido.

Meu pai não estava de acordo com aquilo? Talvez continuar ali não fosse uma boa ideia. Por uma fração de segundo pensei em puxar Jhonn e Ayla e sair correndo, mas com uma coragem que não parecia minha, meu corpo avançou com um passo e as palavras saltaram de minha boca:

- O que está acontecendo aqui?

- Sim, quem mal é esse que se aproxima? – Era o filho da fogueira.

A dama soltou um leve suspiro e, como se nossas perguntas tivessem sido irrelevantes, ela prosseguiu com sua fala:

- Um mal antigo previsto pelas parcas e pelo oráculo original. Algo capaz de derrubar os ctônicos, e, consequentemente, os olimpianos. Uma profecia anunciada milênios atrás.

Minha mente trabalhava como nunca, qual era o significado daquilo tudo? De repente, um estrondo pode ser ouvido. Aquilo era um trovão? Meu pai estaria bloqueando o contato? Mas por que?

- Estamos sem tempo. – A dama pareceu se apressar, avançando até o ponto em que eu pudesse distinguir o medo e a tensão em seu rosto. - Encontrem o garoto. Pelos deuses, por mim. Ele é a única esperança de que isso termine!

Eu queria argumentar novamente, mas antes que eu pudesse fazer qualquer coisa, tudo se escureceu e quando percebi, estava gritando em minha cama, usando um pijama azul com desenhos de raios amarelos.
Cambaleei pelo chalé vazio, sentindo-me um pouco solitário. Coloquei minha blusa laranja do acampamento, uma calça jeans surrada e separei alguns equipamentos, esperando que tudo não passasse de um mal entendido.

Ainda era noite, mas eu sabia que não conseguiria voltar a dormir, meus pensamentos se mesclavam entre a dúvida e o desespero, contudo eu estava certo de uma coisa: Assim que o dia clareasse, eu iria me encontrar com os monitores do meu sonho e então iríamos atrás esse garoto!

Adendos:
NENHUM PODER UTILIZADO

EQUIPAMENTOS SERÃO COLOCADOS A PARTIR DO PRÓXIMO POST
Peter Lost
avatar
Filhos de Zeus
Mensagens :
257

Localização :
Lost...

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: ♦ {The First Tale of Luck} - Story Mode de Ayla, David, Jhonn e Peter.

Mensagem por David L. Ascher em Sab 02 Maio 2015, 15:09


When Luck stops to tell you a story

You shall stop to hear it.



No interior da construção cinzenta abandonada pelos mortais que a edificaram, o jovem Ascher se escondia. A figura sentada no piso frio não se parecia nem um pouco com o garoto de tempos atrás, o garoto atraente e alegre que tinha tudo pela frente. Confiante, traçava toda sua história com o pai, que o criou sozinho desde seu nascimento.

Mas então, veio a invasão. A invasão onde seu pai foi assassinado por êidolons, tentando protegê-lo. Onde um incêndio se alastrou, destruindo seu lar e incinerando todos os seus planos para os anos que estavam por vir. Deixando o filho de Perséfone sem mais sorrisos.

Assim como o prédio em que estava, David também fora abandonado. Estava passando por seu próprio período em um vazio constante. Infelizmente, aquele não era seu único problema.

Eles o seguiam onde quer que fosse. Os espíritos. De alguma forma, não tardavam a encontrá-lo. Uma semana antes, enquanto voltava ao seu esconderijo em uma loja vazia, fora atacado por mãos que emergiram das sombras, tentando prendê-lo. Trazê-lo para si. Três dias após isso, fora perseguido por uma dupla de jovens possuídos por êidolons. Isso sem mencionar os corvos.

"O ceifador deve morrer" Diziam as vozes em seus sonhos. Os fantasmas em sua realidade. Lembrando-se da loira de suas visões, o semideus sentiu um arrepio percorrer suas costas. Ainda não sabia o que o aguardava, mas já sentia medo. Não sabia da profecia que guiaria seu destino, junto à marca que o salvara tantas vezes.

Para completar, não sabia que nas sombras que tanto temia, os olhos de um espírito específico estavam atentos. Escondido nas trevas de uma das paredes do prédio, um corvo espiava David com um claro interesse.

Lewis não fazia ideia de que, naquele exato momento, uma guerra era travada entre deuses e espíritos para mantê-lo vivo.

*     *     *     *     *     *     *     *     *     *     *     *     *     *     *     *     *     *     *     *     *

Em um salão digno da realeza medieval, a escuridão reinava, envolvendo tudo. Algumas tochas acesas com chamas esverdeadas estavam espalhadas, iluminando parte do local com seu brilho oscilante. A luz gerada por isso, porém, era o bastante apenas para revelar poucos detalhes do salão: estranhas inscrições sobre a morte estavam espalhadas nas paredes, além de imagens dos mais diversos tipos de seres espectrais. O que mais se destacava, porém, era um trono de obsidiana negra, acima de uma pequena escadaria.

Uma figura com um capuz cinzento estava sentada nele. Suas feições não podiam ser vistas, mas a aura que exalava trazia um claro senso de perigo. De destruição. Antes que pudesse tomar alguma atitude, viu um corvo surgir das sombras, com seus olhos escarlates brilhando no completo breu. Sem hesitar, estendeu uma das mãos, onde a ave pousou suavemente.

O animal grasnou por alguns instantes,libertando o som agonizante de sua garganta, enquanto a figura sentada revelava um sorriso.

- Não adianta se esconder, ceifador. - Disse, expandindo a voz feminina e tranquila por todo o ambiente. - Eu sempre irei lhe encontrar. Enquanto viver, não terá paz.

Acariciou a ave por alguns instantes antes de deixá-la juntar-se às suas companheiras, desaparecendo de forma impressionante enquanto começava a voar. Com um suspiro breve e o sorriso exposto, a mulher encapuzada continuou a falar.

- Está na hora de tornarmos a caçada mais interessante. - Disse. - Na hora de começar o derramamento de sangue. Estão prontos, meus generais?

Quatro silhuetas se formavam , aproximando-se e se ajoelhando diante do trono. Sem hesitar, uma voz masculina ecoou no salão.

- Sempre, minha senhora. - A silhueta masculina ergueu o rosto, revelando seus olhos escarlates. - Meus corvos estão prontos para um segundo encontro com aquele garoto. Por favor, dê-me a chance de ter uma luta de verdade desta vez.

- Paciência, Raven. - Disse outra voz feminina. Sua silhueta ocupava a segunda posição entre os quatro servos, e sua entonação parecia indiferente. - Você já teve sua oportunidade de testá-lo. Eu adoraria atormentar a alma do ceifador.

- Os ákyros1 Não teriam a capacidade de fazer algum mal a ele agora, não acha? - Disse Raven, com um tom mais agressivo. - Essa não é a sua hora de enfrentá-lo.

- Silêncio. - Disse a mulher no trono. - Já tomei minha decisão. Desta vez, iremos mostrar que esse jogo é mais sério do que ele pensa. Enviaremos nossos soldados mais capacitados no contexto de ferir. - Após um momento de silêncio, levantou-se e encarou a terceira das sombras. - Dravea, leve seus servos. A caçada é sua.

Uma silhueta menor que as outras se ergueu, prestando uma rápida reverência e dando uma risada breve, infantil.

- Obrigada, minha senhora. - Falou, animadamente. - Eu e meus bichinhos não iremos decepcioná-la!

- Eu acredito nisso. - Disse a mulher de capuz, assentindo. - Vá. Todos os outros estão dispensados.

As outras silhuetas ergueram-se e assentiram, se afastando. Um breve sorriso podia ser visto no rosto da dona da segunda, satisfeita por não ser Raven o caçador. O jovem, porém, afastava-se com raiva, enquanto os contornos de seu terno negro surgiam nas sombras. Enquanto isso, a dona da primeira sombra - Claramente, outra mulher - aproximava-se da silhueta menor, parando-a em seu caminho.

- Tente controlar seus "mascotes", Dravea. - Falou, com o sorriso surgindo nas sombras. - Entendo a voracidade dos vrikólakes2, mas eu odiaria não ter a chance de destruir nosso alvo.

A sombra menor olhou para cima e assentiu. Fez uma reverência para a mulher encapuzada, então afastou-se da sala com pequenos saltos, não conseguindo conter sua empolgação. Prepararia seus servos e partiria imediatamente.

Afinal, havia muito tempo que não pudera derramar sangue de verdade.

Adendos:
Poderes utilizados:
Passivos:
-
Ativos:
-
Arsenal:
David possui apenas uma faca normal. Na teoria, poderia ser comparada à faca do acampamento sem problemas. Já que não teve contatos com o acampamento ou com algo de sua progenitora, é apenas isso que carrega sempre consigo.
Explicações e dicionário:
ákyros1 - ákyros significa "nulos".
vrikólakes2 - vrikólakes significa "carniçais".

Quanto à narração, já foi explicado antes que Tique é a narradora do conto do ceifador da primavera, sendo um tipo de escrita com potencial significativo.

Sobre a marca que David possui em suas costas, é como uma tatuagem negra de uma flor conhecida como Asphodelus ramosus, a flor do submundo. Até agora, só tem a funcionalidade de revelar o "destinado", assim como de libertar uma misteriosa habilidade que consegue ferir espíritos. É algo que vai ser desenvolvido e conquistado através de DiY's e SM's futuras, para poder ser "oficializado".

David L. Ascher
avatar
Filhos de Perséfone
Mensagens :
7

Localização :
Phoenix, Arizona.

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: ♦ {The First Tale of Luck} - Story Mode de Ayla, David, Jhonn e Peter.

Mensagem por David L. Ascher em Sab 02 Maio 2015, 17:33


The First Tale Of Luck

The heavy weight of destiny.



Algumas situações, assim como o caso de Atlas, são impostas aos mortais como fardos difíceis de carregar. Impossíveis de largar. Isso ocorre quando obrigações lhes são dadas, quando seus mundos desabam e principalmente quando caminhos onde não podem voltar atrás, repletos de espinhos e pedras, lhes são apresentados.

No caso dos três jovens semideuses, encontramos todas estas situações: Estavam diante do pedido de uma deusa, que lhes soava como um dever. Se o seguissem, mesmo que não soubessem, enfrentariam um longo e árduo caminho sem volta.

Além de verem seus mundos desabarem diante de seus olhos.

Em instantes, suas decisões foram tomadas: Não iriam fugir. Não deixariam que o destino de seu mundo fosse envolvido pelas trevas. Por um ideal em comum, iriam dar tudo em si naquele resgate. Em Phoenix, o início do fim os aguardava.

No caso de David, o peso do destino parecia atuar de uma forma diferente, mas tão cruel quanto nos outros três. Cansado, ferido e com medo, sabia que não poderia ficar parado por mais tempo: caso não seguisse com sua fuga, algo muito ruim poderia acontecer. Pior que qualquer desventura vivida até aquele instante.

Desde seu último encontro com os espíritos que o perseguiam, parecia que eles estavam... Quietos. Mesmo aquilo sendo o desejo mais profundo do garoto, a situação trazia-lhe um temor inexplicável. Como uma onda no oceano, imaginava todo o ódio e a brutalidade dos seres se acumulando, todo o desejo de morte. Imaginava a destruição crescendo cada vez mais, pronta para atingir o mundo após a calmaria.

Levantou-se, pegando a bolsa que levava consigo desde as últimas fugas. Em suas mãos carregava sua faca, a única proteção que tinha contra os monstros além de suas habilidades peculiares - Vindas tanto de seu sangue divino quanto da estranha marca que tinha em suas costas. -. Era hora de ir embora, antes que os caçadores o encontrassem.

Seus pensamentos foram interrompidos por uma série de barulhos, vindos de partes diferentes do prédio. Devido aos sons, pôde perceber que não eram os corvos, mas não conseguia saber se isso era algo bom. Aquela aura, aquela sensação ruim que já havia experimentado várias vezes em suas fugas estava cada vez mais forte. Naquele instante, ergueu sua faca em um esforço inútil de se sentir protegido.

A onda de morte estava prestes a começar, engolindo tudo em seu caminho.

Adendos:
Pontos obrigatórios:

Ayla, Jhonn e Peter

♦ Neste turno, o objetivo principal de nossos heróis é se reunir, partindo do acampamento após uma interação entre si. Jhonn irá se preparar para sair, indo para o chalé de Selene, encontrando-se com Ayla. Esta, por sua vez, deverá narrar sua própria preparação e a ida com Jhonn até o chalé de Zeus, encerrando a postagem entrando no chalé. Já que estão no período noturno, será necessário que nas narrações seja apresentada a presença das harpias, além de ser prudente manter a furtividade dos personagens.

♦ A narração de Peter será focada na chegada dos semideuses ao seu chalé, bem como na interação dos três e na saída do acampamento. Como mencionado anteriormente, deve haver a prudência pelo motivo do horário. O post deverá ser encerrado com o início da viagem, saindo das fronteiras do acampamento.

David

♦ Em Phoenix, David irá ter seu primeiro encontro com uma das vilãs principais da trama, bem como com os vrikólakes2. Algumas palavras serão trocadas antes que esta etapa da caçada ao ceifador realmente comece.

♦ O semideus deverá então narrar sua fuga das criaturas, focando-se em atrasá-los e mantê-los distantes, ganhando tempo para si. Dificuldades deverão ser apresentadas, devido ao poderio superior das criaturas.
Pontos adicionais:
♦ Local: David atualmente encontra-se em Phoenix, no Arizona. Ayla, Peter e Jhonn estão no Acampamento Meio-Sangue.

♦ A ordem de postagem neste turno será: Jhonn, Ayla, Peter e David.

♦ Horário: Nesse post, David estará narrando algumas horas adiante, ainda na mesma madrugada. No acampamento, nossos outros protagonistas estão despertos, narrando em algum ponto após as 22h.

♦ Poderes, armas e afins deverão ser colocados em spoiler no fim dos textos, para manter a organização e a coerência de tudo. Quando - Ou se - Alguma habilidade que inicialmente não consta na lista de poderes ou algo do gênero for usada, tudo será explicado, sendo parte da trama e da marca nas costas de David.

♦ Inicialmente, não haverá um prazo de postagem fixo, mas sim, esta será uma das SM's do fórum que não está fadada a morrer. Assim que as postagens forem encerradas, a postagem no devido local será feita, para fins de avaliação por parte dos deuses.


David L. Ascher
avatar
Filhos de Perséfone
Mensagens :
7

Localização :
Phoenix, Arizona.

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: ♦ {The First Tale of Luck} - Story Mode de Ayla, David, Jhonn e Peter.

Mensagem por Jhonn Stark em Dom 03 Maio 2015, 15:08


Rescue Team

Our mission begins now.



Estava pronto para resolver aquilo o mais rápido possível. Por mais preparado que pudesse me sentir, nenhum equipamento parecia ser o suficiente para enfrentar o fim do mundo. Enquanto colocava as duas facas de ouro solar no cinto onde deveriam ficar, lembrei-me dos corvos. De como meus poderes pareciam ter sido inúteis diante deles. Se eles fossem o menor dos problemas...

Ignorei aquele pensamento e coloquei as armas no lugar. Se fosse virar um cadáver, iria levar tantos inimigos quanto possível. Um sonho não iria mudar isso em mim, nunca.

Parei por alguns segundos antes de sair do chalé. Olhando para cada um dos semideuses ali, adicionei vários nomes à lista de motivos para voltar vivo. Caso não acontecesse, certa deusa ctônica me devia uma vaga muito boa no submundo. Sorrindo e abrindo a porta, me preparei para o primeiro problema daquela missão.

Era noite. No caminho para os outros chalés, teria que me deparar com nossas queridas amigas aladas.

*     *     *     *     *     *

Realmente, as harpias seriam um obstáculo interessante. Sobrevoando o acampamento em busca de qualquer possível presa, as criaturas mantinham-se atentas. Para minha sorte, a área dos chalés não parecia ser o foco da noite, pelo menos para a maioria delas.

Tive que seguir em silêncio, atentando-me para cada movimento que as criaturas faziam em suas posições. Em um instante, perto do chalé 19, pude ouvir o som de uma das harpias farejando o ar: parecia ter encontrado algo. Com a mão direita estendida, me preparava para ativar minha espada, caso fosse necessário.

Mas não parecia ser meu destino morrer ali. A criatura emitiu um grito para suas companheiras, seguindo na direção dos campos de morango. Aparentemente, outra criatura azarada havia entrado no radar delas.

Assim que aquilo aconteceu, segui de forma rápida até o chalé de Selene, aproveitando o tempo que me restava. Cada instante contava, já que as harpias não iriam se saciar com tanta facilidade. Assim que ergui a mão para bater na porta do chalé, porém, pude ver a porta ser aberta. Do outro lado, a monitora de Selene me encarava, como se aquilo não a surpreendesse tanto.

- Você adora tirar a graça de tudo, não é mesmo? - Eu disse, erguendo uma das sobrancelhas. - Bem, isso não importa agora. Temos muito a discutir.

Adendos:
Arsenal:
♦ Faca [Sua lâmina bronzeada mede cerca de 24 cm, e seu cabo tem o mesmo comprimento padrão. É bastante afiada e é perfeita para ataque ágeis e rápidos. O bom desta arma é sua eficiência tanto para mãos hábeis quanto para manuseios mais inexperientes, pois é uma arma curta, fácil de esconder e ao mesmo tempo fácil de manusear. Seu punho é feito de aço, mas uma camada de couro escuro cobre o aço para que o usuário possa segurá-la firmemente. Na parte inferior da lâmina, próxima ao cabo, há entalhado as siglas do Acampamento "CHB"; uma propriedade que só os meio-sangues e criaturas místicas podem ter e usar (ajuda um pouco na destreza)] {Bronze, aço e couro} (Nível mínimo: 1) {Nenhum elemento} [Recebimento: Administração; item inscrição padrão do fórum] (No cinto de facas, parte de trás).

— {Phoenix} / Espada [Espada de 90 cm, com sua lâmina medindo cerca de 75 cm. É feita de um cristal único e especial, a espada é longa e fina, com um corte afiadíssimo e infalível. Sua guarda-mão tem um formato de taça, porém, com delicados formatos de chamas queimando na direção da lâmina, como se a consumissem; seu punho é feito de aço. Vem junto de uma bainha coberta por malha de aço e couro branco. Quando não está em uso, se transforma em um anel de prata com o desenho de uma chama.] {Cristal, Prata e Aço} (Nível Mínimo: 1) {Controle sobre o Fogo} [Recebimento: Presente de Reclamação de Héstia adaptado por Harry S. Sieghart] (Mão direita, forma de anel).

— {Scorched} / Escudo (Escudo circular feito de ouro e prata com várias camadas destes materiais. No centro do escudo está desenhado uma lareira, o símbolo de Héstia. Na parte interior do escudo, ou seja, onde há um encaixe para o usuário por o seu braço há uma espécie de almofada, simbolizando o "conforto". Útil para aguentar ataques fortes. Quando não está em uso, se transforma em um relógio de ponteiros feito de ouro com a parte interior de ouro branco.] {Prata e Ouro} (Nível Mínimo: 1) {Controle sobre o Fogo} [Recebimento: Presente de Reclamação de Héstia adaptado por Harry S. Sieghart] (Pulso esquerdo, forma de relógio).

— {Paste fog} / Colar [Colar feito de ouro com pingente de madrepérola abençoado por Hécate. Seu pingente tem uma pequena peça metálica que, se puxada, serve para abri-lo. Quando isto é feito, uma grande quantidade de névoa é liberada para a área externa, saindo de dentro do pingente. A névoa toma uma área de 15m³ e serve para confundir os inimigos, deixando aqueles mais fracos que o semideus desacordados por um turno - mas o efeito se perde se forem atacados. Após certo tempo, não mais 3 turnoa, a névoa se esvai e o colar perde seu poder, servindo apenas como item ornamental. Sendo assim, pode ser usado apenas uma vez.] {Ouro, madrepérola e névoa mágica} {Não controla nenhum elemento} [Nível mínimo: 5][Recebimento: por Benjamin Grunnt McOnely na missão “Sem fogueira” - Modificado e att por ~Eos] (Pescoço).

- {Flame} / Faca de Arremesso [Faca de arremesso de ouro solar, com o cabo de couro. Também pode ser usada para combates diretos. Apresenta o entalhe de uma fogueira em sua lâmina.] {Ouro Solar} (Nível Mínimo: 2) {Não controla elementos} [Recebimento: forjado por Harry S. Sieghart] Att por Hécate. (Cinto, lado esquerdo).

- {Flare} / Faca de Arremesso [Faca de arremesso de ouro solar, com o cabo de couro. Também pode ser usada para combates diretos. Apresenta o entalhe de uma fogueira em sua lâmina.] {Ouro Solar} (Nível Mínimo: 2) {Não controla elementos} [Recebimento: forjado por Harry S. Sieghart] Att por Hécate. (cinto, lado direito).

- {Burn} / Bainha [Cinto de couro com uma fivela de prata comum, que quando pressionada, transforma o cinto em um parecido, com 3 bainhas de facas, sendo duas delas laterais (para as facas de ouro solar) e uma na parte de trás do cinto (para a faca de bronze).] {Ouro Solar} (Nível Mínimo: 1) {Não controla elementos} [Recebimento: forjado por Harry S. Sieghart] Att por Hécate. (Forma de cinto normal).

- {Black Fire} / Marca [Uma marca queimada na pele do semideus com o fogo negro que os poderes curativos de Daryl não conseguiram tirar. Ela pode até ser esteticamente feia, mas oferece uma resistência de 10% a poderes relacionados a Fogo Negro.] {Queimadura} (Nível Mínimo: 15) {Não controla elementos} [Recebimento: Missão Heat, passada e avaliada por Hefesto.]

- {Burning} / Bola de barro [Um punhado do barro magico do treinamento com Ícaro. Este ainda tem algumas propriedades magicas do barro original, ou seja, quando jogado no chão em frente a alguma criatura de porte médio (1 metro ou menos) ele se tornara um elemental de lava com características físicas idênticas à criatura copiada. O elemental seguirá todas as ordens dadas por Jhonn por 3 rodadas ou até perder a HP/MP toda (100/100), e então se desfará e virará a bolinha de novo. Pode ser usado apenas uma vez por missão/evento.] {Material: Barro} (Nível Mínimo: 25) {Controle sobre lava} [Recebimento: Treino trimestral dos filhos de Eos, Héstia e Íris - 2014.2.] Att por: ♦ Lady Íris. (Bolsa).

{Winged Sneakers} / Tênis [Um par de tênis azulados, que tem como detalhes alguns desenhos de ventos. Ao bater seus pés um no outro por três vezes, o usuário começa a voar. Consegue chegar em alturas e alcançar velocidades consideráveis. Para descer, basta fazer as mesmas ações que fez para subir que ele diminuirá a altitude aos poucos. Quando está sendo usado em solo confere ao semideus que o calça um aumento de cerca de 10% em sua agilidade. {Couro} (Nível Mínimo: 20) {Não controla nenhum elemento} [Recebimento: Missão "Chama da Esperança" narrado e avaliado por Dom Demon/William Véroz; atualizado por ~Lady Íris~] (Calçados).
Poderes utilizados:
-

Jhonn Stark
avatar
Curandeiros de Asclépio
Mensagens :
697

Localização :
Acampamento Meio-Sangue

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: ♦ {The First Tale of Luck} - Story Mode de Ayla, David, Jhonn e Peter.

Mensagem por Ayla Lennox em Seg 04 Maio 2015, 10:00


Just a Dream?
If you're a demigod... The answer is "no".


Não perdi tempo. Assim que despertei, tomei um banho, coloquei roupas adequadas e reuni o equipamento que julguei necessário.

Estava deixando o chalé com o maior silêncio possível. Assim que abri a porta, deparei-me com Stark. O garoto estava com a mão erguida em punho, como se estivesse prestes a bater na superfície de madeira.

Arqueei uma sobrancelha e encarei o semideus com uma leve expressão de surpresa.

-- Você adora tirar a graça de tudo, não é mesmo? -- Disse ele em tom sarcástico.

-- Não temos tempo para discutir isso, Stark. -- Revirei os olhos. -- Vamos até o chalé 1.

-- Por que tão longe? -- Retrucou ele enquanto repetia o gesto.

Antes de sairmos do chalé, coloquei o dedo indicador e o polegar na boca, emitindo um assobio baixo. Sorri ao ver que Soren havia respondido o chamado.

"Fique por perto, garota." Foi minha ordem.

Fizemos uma caminhada silenciosa até o lugar combinado. Caso fossemos pegos, as consequências não seriam nem um pouco agradáveis. Por sorte conseguimos não chamar a atenção das harpias.

Jhonn e eu nos entreolhamos. Aparentemente a educação precisaria ficar para depois. Abri a porta e adentrei no chalé dos filhos de Zeus.

Peter estava desperto e, por sorte, já não trajava mais pijamas.

-- Lost, eu sugiro que você pegue suas armas. -- Suspirei. -- Não podemos permanecer aqui por muito tempo.

Não sabia o motivo - provavelmente a urgência nas palavras da deusa -, mas sentia que, caso não encontrássemos o tal David, algo semelhante ao inferno chegaria à terra.

Adendos:
Poderes:
Nível 5: Comunicação Noturna
A Lua brilha no céu escuro e os animais noturnos aproveitam a noite e a Lua. Os filhos de Selene podem se comunicar com as criaturas notívagas, como morcegos, corujas, puma, lobos, raposa costeira, cotia, entre outros, desde que de hábitos noturnos. Contudo, não é um comando e tampouco eles atacarão por você: é somente para pedir informações ou direção. Não invoca tais criaturas, e o nível de compreensão depende exclusivamente da inteligência da criatura. Seja coerente - encontrar um lobo em NY não seria coeso, mas um morcego ou coruja sim, por exemplo. [Modificado] Passivo
Itens:
{Moonlight} / Adaga [Trata-se de uma adaga com a lâmina ligeiramente mais larga e curva. O seu formato é levemente arredondado – o que lembra uma lua na sua fase crescente. O cabo tem uma espécie de cobertura (como em sabres) feita de bronze sagrado, o que dá certa defesa as mãos daquele que a está empunhando. Tem uma coloração esbranquiçada e toma um tom azulado quando exposto à luz lunar. No nível 20, se torna um botton escrito "CLUBE DE ASTRONOMIA".] {Bronze Sagrado} (Nível Mínimo: 1) [Recebimento: Presente de Reclamação de Selene] *Bottom na blusa.*

— {Silver Moon} - [Um escudo redondo de prata lunar que proporciona uma defesa eficiente para sua dona. Possui em seu centro o desenho em relevo de um lobo (o desenho do rank dos filhos de Selene), pintado em dourado. Quando não estiver sendo utilizado, transforma-se em um relógio de prata] {Prata Lunar} (nível mínimo: 1) {Não Controla Nenhum Elemento} [Recebimento: Forjado na The Dragon's Flame, presente de Jhonn Stark.] *Relógio, pulso esquerdo*

- {Red Hood} / Capa vermelha [Uma capa vermelha encantada, que desce até os pés da semideusa, e inclui um capuz; é adornada com diversos desenhos prateados bordados em seu contorno, sendo a maior parte deles de lobos ou da lua. Enquanto estiver sendo usada, possui o efeito de ampliar a agilidade da semideusa em 20%, além de conceder uma leve resistência a efeitos climáticos (calor, frio, nunca poderes, apenas os efeitos climáticos naturais). Quando não estiver sendo usada, pode se transformar em um colar com um pingente de lua nova. Em sua forma de capuz, tem a capacidade de se regenerar com o tempo, por exemplo, de cortes, partes queimadas... Mas o processo é lento, dependendo da situação e da gravidade do dano ao tecido, sendo que o tecido não é indestrutível, podendo ser destruído se submetido a um dano que consuma todo ou 90% do tecido..] {tecido mágico} (Nível mínimo: 08) {Não controla nenhum elemento} [Recebimento: Recompensa pela missão "Night of the Hunter", avaliada por Jhonn Stark e Att por Ares.] *Colar*

♦ {Lullaby} / Flauta encantada [Recebida por Ayla como um espólio de guerra, logo após o fardo de morte carregado pelo item ser limpo. Feita com uma base de alabastro recoberta inteiramente de prata, o instrumento abençoado por Orfeu agora apresenta apenas a base de um encantamento. Uma vez por missão (com o gasto de 50MP por alvo), ao entoar uma melodia suave com o item, a filha de Selene poderá transmitir suas ordens para um alvo selecionado, desde que estejam dentro do alcance sonoro do poder (30m de raio a partir da semideusa como centro). Quando usado em alguém com 5 níveis ou mais que a semideusa, esse poder não funciona. Em outros casos, a chance é de funcionamento normal. Se o alvo for ferido, o efeito se quebra, e o encanto possui duração de 2 rodadas ou enquanto a semideusa toque a flauta. A palavra final é do narrador, e dependerá também da ordem dada, que não pode ser algo que vá diretamente contra o instinto de sobrevivência do oponente (como se matar, ou coisas do gênero), nem contra as ações da semideusa (não adianta atacar e depois pedir pra um alvo não revidar). Resistências mentais e sonoras são aplicadas, assim como resistências geradas por habilidades passivas ou ativas.] {Alabastro e prata} (Nível Mínimo: 15) {Controle sonoro sobre mentes} [Recebimento: Recebido pela missão "Bad party", avaliada por Jhonn Stark e atualizada por Orfeu.] *Perna direita. Entre a calça e a meia.*

♦ {Resistance} / Jaqueta [Feita externamente de couro negro batido(o que já dá à vestimenta a resistência de uma armadura de couro), aparentando ser uma jaqueta comum, Resistance oculta suas verdadeiras propriedades de proteção em batalha. Internamente revestida por mitral, fornece grande resistência à semideusa, além da leveza característica do material, de modo que o peso não a prejudica quase nada. Além disso, o item recebeu o encantamento defensivo contra fogo, tornando-se completamente imune ao elemento – não dá imunidade à usuária, apenas à jaqueta.] {Couro e mitral} (nível mínimo: 27) {Controle sobre o Fogo} [Recebimento: The Dragon's Flame - Forja de Harry S. Sieghart]

↯ {Fulmine} / Espada de Bronze Sagrado [ Espada de 90 cm, sendo 70 cm de lâmina e 20 cm de cabo. Possui uma lâmina de bronze pontuda com dois gumes extremamente afiados. No sulco da lâmina há uma frase escrita em Grego antigo: "Do Amor até a Morte". Em baixo da lâmina, o guarda-mão é feito de prata. O cabo é feito de couro e possui leves depressões para melhor acomodar os dedos. Possui o pomo feito de ouro, que além de ter a base com círculos entalhados, possui esse símbolo -"¥"- escondido. Ao não ser usada, transforma-se em um anel de ouro, com a mesma frase da espada incrustada por toda a sua superfície externa] {Bronze Sagrado, Ouro, Prata e Couro} (Nível Mínimo: 5) {Não controla nenhum elemento} [¥Presente de Seu Mestre, Príncipe do Medo] *Anel, mão direita.*
Pet:
{Soren} / Coruja Gigante Filhote [A espécie trata-se de corujas brancas com pouco mais de dois metros e meio de altura, possui uma envergadura proporcional a seu tamanho e conseguindo suportar com facilidade até o dobro de seu peso. Entretanto, não carregam mais que dois semideuses. No entanto, por esta ser uma filhote, é do tamanho de uma coruja normal adulta, com a diferença que possui garras metálicas afiadas - servindo tanto para aplicar golpes perfurantes quanto cortantes, com uma eficiência semelhante a de uma faca - e bico semelhante ao de uma coruja comum. Será necessária uma DIY para seu crescimento até o tamanho e estatísticas normais da espécie adulta (100/100, com o tamanho grande).] {50/50 HP} [Recebimento: DIY "The Guardian". Avaliada por Hipnos e atualizada por Poseidon]
Ayla Lennox
avatar
Líder dos Mentalistas
Mensagens :
1038

Localização :
EUA

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: ♦ {The First Tale of Luck} - Story Mode de Ayla, David, Jhonn e Peter.

Mensagem por David L. Ascher em Seg 08 Jun 2015, 21:12

SM pausada por tempo indeterminado.

Os players estão livres para postarem em outras atividades.
David L. Ascher
avatar
Filhos de Perséfone
Mensagens :
7

Localização :
Phoenix, Arizona.

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: ♦ {The First Tale of Luck} - Story Mode de Ayla, David, Jhonn e Peter.

Mensagem por Conteúdo patrocinado

Conteúdo patrocinado

Voltar ao Topo Ir em baixo

Ver o tópico anterior Ver o tópico seguinte Voltar ao Topo

- Tópicos similares

Permissão deste fórum:
Você não pode responder aos tópicos neste fórum