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Recuperação: Refeitório

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Recuperação: Refeitório

Mensagem por 108-ExStaff em Sab 02 Maio 2015, 23:41


Refeitório



Descrição

Torna-se indispensável manter o vigor do corpo, para conservar o do espírito.

— Luc de Clapiers Vauvenarques

Em uma colina dentro do Acampamento, ergue-se o Refeitório, que possui vista para o mar. São grandes mesas de madeira - do tipo que se encontra em parques, reservadas para piqueniques - cobertas com toalhas brancas e roxas. O pavilhão é ladeado por grandes colunas de mármore, com tochas que são acesas durante a noite. Num geral, os campistas não podem se sentar à mesa de outro chalé, e a dieta é composta principalmente de uvas, queijos, pães, afora outras comidas que tendem ao saudável, o que não quer dizer que, vez ou outra, lanches como hambúrgueres e pizza não possam ser servidos.

Cada mesa é grande o suficiente para os integrantes de cada chalé, e, no centro de toda a configuração, queima uma grande fogueira, em um braseiro de bronze, onde são feitas as oferendas, considerando que Héstia recebe uma pequena porção de cada uma. Ao fundo, há a mesa principal, onde sentam-se Quíron e o sr. D, além de convidados mais ilustres; ao final das refeições, anúncios importantes podem ser feitos pelos diretores.

As ninfas passam com as bandejas de comida, ajudando no serviço do Acampamento, antes delas próprias sentarem-se à mesa para as refeições, divindo-se entre os chalés de Deméter e Perséfone, no caso das dríades, e Poseidon, no caso dos espíritos da água, enquanto os sátiros compartilham a mesa de Dionísio, ainda que os seres da natureza possuam uma certa liberdade nesse quesito, podendo escolher qualquer mesa para se sentar. As bebidas surgem magicamente nos copos, bastando um pedido do semideus, desde que não seja nada alcoólico.

As harpias só surgem para retirar a louça e limpar o local - e não ficarão muito felizes se alguém estiver atrapalhando.

{Wikipédia, Pensador, Percy Jackson BR, Rick Riordan, Percy Jackson e o Ladrão de Raios (Rick Riordan), May, gabs}


Informações de Jogo


Premiação máxima: 25 HP/MP parciais, isto é, não acrescenta, apenas recupera.
→ Além do considerado acima, a utilização de itens (poções, elixires e afins) é permitida, desde que respeite-se a regra de um item/dose por postagem. Itens consumíveis ou de uso único serão retirados do arsenal. Poderes também são permitidos, desde que tenha-se coerência no uso.
→ A descrição aqui visa dar uma base interpretativa na hora de postar a realização da refeição.
→ NPCs podem ser utilizados livremente.
→ Flood não é permitido. Só serão consideradas postagens com mais de 5 linhas em fonte arial ou times tamanho 12 com margem normal, no Word. Templates e tables são aceitos, mas o tamanho da postagem será verificado para ver se o conteúdo está adequado ao disposto.
→ A postagem aqui só é permitida diariamente, isto é, você só pode realizar um post por dia no "Refeitório". Desrespeitar isso causa anulação da postagem na primeira tentativa. Reincidências podem ter punições mais graves.

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Re: Recuperação: Refeitório

Mensagem por Hunter Lopine em Ter 05 Maio 2015, 13:01

Fiquei um tempo fora. Perdida no tempo espaço de um certo hotel, felizmente foram apenas alguns meses... Podia ter sido pior. Bem pior na verdade. Mas o que não é nessa maldita vida de semideus? Respiro fundo e tento me acalmar. Não posso ficar de cabeça quente, voltei e não quero ‘sumir’ de novo.

Caminho a passos largos em direção ao Refeitório. Fome. Deve ser a fome que me faz me sentir assim. Mal humorada, digo. Me sento a mesa de meu pai, olho a minha volta e percebo que já não conheço meus irmãos, um rosto ou outro conhecido. Não que eu fosse próxima a eles, mas...

Resolvo me servir: dois generosos bifes mal passados, arroz integral, feijão (não gosto muito deles, mas meu avô sempre insistia que eu comesse muito) e salada. Muito salada, na verdade. Vou até a fogueira e jogo no fogo um pouco de cada coisa que pedi. –  A Tânatos, que a morte ilumine meu caminho.

Eu sei, uma frase estranha para se dizer. Mas eu sei que ele sacou, a questão é: irá me ajudar? Duvido. Mas uma garota pode sonhar, certo?

Volto para meu lugar e começo a comer com voracidade. Não ligo para a cara de nojo de minhas outras irmãs, ou piadinhas dos meus irmãos. Sou mais eu, entende? Peço ao meu copo coca cola. A última coca cola que pretendo tomar na vida, esse troço faz mal, mas é tão bom... Penso em pegar alguma sobremesa mas desisto.

Engulo ruidosamente o ultimo pedaço de bife e me levanto saindo do refeitório.
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Re: Recuperação: Refeitório

Mensagem por Hunter Lopine em Qua 06 Maio 2015, 18:22

Os treinos estão mais estressantes do que me lembrava, ou estou mais fraca, o que acho mais provável. Penso em todos aqueles meses ‘perdidos’. Isso é uma droga, foi pouco tempo mas quando volto tudo está diferente. Respiro fundo e tento me livrar de todo esse drama ridículo e decido fazer algo útil: comer.

Como dizia meu avô: Comer é viver.

Caminho lentamente até o refeitório, não estou com fome mas sei que preciso repor minhas energias. Como sempre me sento a mesa de meu pai e observo a minha volta. Ninfas, sátiros e campistas para todo lado. Vejo a mesa de Ares e todos aqueles punks metidos a lutadores de vale tudo, as patricinhas filhas de Afrodite, os C.D.F.’ filhos de Atenas, os loucos por maquinas filhos de Hefesto e assim por diante.... Todos sentados no mesmo ambiente, como uma grande e feliz família.

Tirando o fato de que se nossos pais brigam isso aqui vira um campo de guerra. Dou de ombros, não é como se a morte tomasse um lado, a morte é igual a todos.
Perdida em pensamentos começo a me servir, sem realmente ver o que colocava no prato. Vou até a fogueira e despejo os itens com melhor aparência no fogo. Não faço um pedido ou ofereço a alguém, tanto faz quem vai disfrutar do ‘cheiro’ disso.

Me sento e peço ao meu copo suco de laranja cor de rosa. Escuto um de meus irmãos rir e levanto uma sobrancelha interrogativamente. Ele para de rir e eu volto a atenção para minha comida. Eu sei, meio estranho uma filha da mor gostar de rosa, isso é tão Afrodite que eu entendo, mas e se eu gosto dessa cor? Tem realmente algum problema?

Esses pensamentos ficam em minha mente enquanto como. Mordo generosamente uma coxa de galinha, sinto a gordura lambuzar minhas mãos e queixo. Mastigo e engulo a carne, depois degusto o purê.... Delicioso. Beberico minha bebida e tento comer o mais rápido que consigo, mal engolindo. Sei que estou fazendo um showzinho bem nojento, porém não ligo. Comer é comer, não importa a forma.

Terminado o banquete me retiro do local

Hunter Lopine
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Re: Recuperação: Refeitório

Mensagem por Hunter Lopine em Qui 07 Maio 2015, 13:49


Comida


Sem demora me sirvo de macarronada, coloco dois files de peixe e pego um pouco de abobrinha acompanhar. Vou até a fogueira e jogo o maior pedaço de peixe. – Para Tânatos, com votos para que você esteja ok e lembre que sua filha adoraria uma kingsize de presente de aniversário.... Bem é isso, até mais papai.

Caminho com cuidado até a mesa de meu pai. Acabei enchendo demais o prato, mas estou morrendo de fome. Empurro ligeiramente uma de minhas irmãs para o lado e me sento. Peço ao meu copo suco de morango com açúcar mascavo. Pego o garfo e espeto o peixe levando-o até meus lábios, mordisco e suspiro prazerosamente. Uma delícia, como sempre.

Enrolo o macarrão no garfo e levo a boca. Mastigo e engulo rapidamente, tenho que treinar e recuperar o tempo perdido... Bebo um generoso gole de suco, e como mais um pouco. Com a barriga cheia e saciada, meio dolorida de tanta comida, saio do refeitório.

Hunter Lopine
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Re: Recuperação: Refeitório

Mensagem por 123-ExStaff em Sex 15 Maio 2015, 12:33



AVALIAÇÃO
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Avaliação feita por Tânatos

Meire Dreomir
Primeiramente ouso dizer que fiquei confuso quanto ao sexo de seu (sua) personagem, Dreomir. Deveras a foto parece masculina, mas você deu a entender que era do sexo feminino (?). Enfim, é um pouco incomum fazerem três postagens em sequência sem aguardar uma avaliação de cada por vez, mas é totalmente válido, tendo em vista que você respeitou o limite de uma postagem diária.

Tanto na primeira quanto na segunda eu encontrei alguns erros de ortografia e coesão ao decorrer de ambas as postagens, e já na terceira você deu uma significativa melhora. Contudo, todavia e entrentanto, nas três eu notei uma pressa ínfina em terminar o post e obter uma recuperação de pontos de vida e energia. Em uma próxima ocasião, tente ser menos preso à objetividade e liberte-se. Arrisque em descrições mais ricas e tal. É um conselho de seu pai.

No mais, meus parabéns e continue se esforçando no fórum. Filhos de Tânatos precisam ser exemplos. Hehehehe. +60 HP/MP

P.S: valores e avaliações já estão englobando as três postagens realizadas pelo player.

Dúvidas ou reclamações? MP!
Aguardando Atualização.


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Re: Recuperação: Refeitório

Mensagem por 117-ExStaff em Sex 15 Maio 2015, 13:07

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Re: Recuperação: Refeitório

Mensagem por Tobias Pratt em Qua 03 Jun 2015, 16:27






Refeitório


aaMe sento em uma cadeira qualquer, ao lado dos filhos de Hermes e dos outros indefinidos. Já estou na acampamento há algumas semanas, mas não fui reclamado ainda, então sento com eles sempre que venho para o refeitório. Devido a algumas brigas, minha irmã se senta longe de mim, e eu faço o possível para ignorar isso, preferindo dar atenção a fome que estou sentindo.

aaSinto que minha barriga ronca e não hesito em colocar uma boa quantidade de comida no meu prato. Além de arroz e feijão, pego alguns pedaços de peixe e uma salada. Antes de comer, vou até a fogueira, sacrificando uma parte de minha comida em homenagem a minha mãe, que é desconhecida por mim.

aa— Olha, do fundo do meu coração, queria muito dizer que te odeio. Você me abandonou, abandonou minha irmã, abandonou meu pai, mas, infelizmente, não consigo. Simplesmente não é verdade. Enfim, agora que você sabe o que eu sinto por você - se é que já não sabia antes. Às vezes esqueço que você é uma deusa -, poderia me ajudar ao menos um pouco, né? Bem, se for possível, ajude-me a falar com minha irmã. Você deve saber da personalidade dela, saber que ela não se abre, mas eu preciso que ela faça isso para poder ajudá-la. Se não for pedir demais... — faço uma pausa — E, bem, não sei o que se deseja de bom à um ser divino, mas boa sorte.

aaDepois da oração, jogo alguns dos pedaços de peixe que peguei na fogueira que está em minha frente, sorrindo. Vou até a cadeira em que estava e me sento novamente, começando a comer. Desejo que um pouco de suco de abacaxi apareça em meu copo e dou uma golada, me deliciando com o sabor que invade minha boca.

aaNão demoro muito para terminar minha refeição e, quando faço isso, volto para o chalé onze.

Ei, você!:
Poderes:
Passivos:
Nenhum.
Ativos:
Nenhum.
Itens:
Armas:
Nenhuma.
Outros:
— Colar do Serpentário / Colar (o formato e o estilo da confecção lembram uma serpente dourada; nunca pode ser perdido, vendido ou retirado a força, pois identifica os curandeiros e, portanto, não é considerado um item nas contagens para missões, eventos e tramas, embora ainda seja preciso citá-lo) (seu efeito principal é o de, quando retirado do pescoço, se transformar em um dos itens a seguir: uma réplica quase totalmente semelhante do Bordão de Asclépio (ou seja, uma espécime de bastão rústico e fino envolvido por uma serpente de escamas feitas de prata envenenada que podem ser tão afiadas quanto uma espada, possuindo o mesmo potencial de corte de uma arma laminada; ele se adapta completamente ao tamanho e porte físico do usuário). {Prata, madeira e veneno} (Nível mínimo: 1) (Controle sobre nenhum elemento) [Presente de Curandeiro] ~ Usada apenas na forma de colar, obviamente, no pescoço ~


Post: Primeiro e Último | Em: Anfiteatro | Com: Curandeiros e Pacientes

Thank's for @Lovatic, Cupcake Graphics

Tobias Pratt
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Re: Recuperação: Refeitório

Mensagem por Étoiles de Médici em Qua 03 Jun 2015, 17:13

Avaliação
vamos ver como você se saiu

Tobias Pratt – Olá, Tobias! Esse foi um bom post, o seu. Direto e simples, agradável e praticamente sem erros. O único que encontrei foi o "na acampamento", lá no início mesmo. Já que a palavra acampamento é masculina, deveria ter sido "no acampamento", certo?  Peço para que se atente a isso, uma rápida revisada de seu texto teria solucionado o problema, então sugiro que revise seus posts, moço. Tirando esse único errinho besta, meus parabéns!

Recompensas: + 25 HP/MP

aguardando atualização
att @ sa!
Étoiles de Médici
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Re: Recuperação: Refeitório

Mensagem por 117-ExStaff em Qua 03 Jun 2015, 18:42

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Re: Recuperação: Refeitório

Mensagem por Crystal H. Kröhling em Seg 08 Jun 2015, 01:13



In restless dreams I walked alone


Irrompeu no refeitório em meio à dispersão de uma névoa roxa perfumada, bem em cima da mesa da prole de Poseidon. Estava faminta. Mas não faminta do jeito vulgar, quando a palavra é comumente usada por aí quando se tem uma dorzinha leve na barriga. Estava faminta do tipo esfomeada, do tipo alguém que não come há um dia e algumas fucking horas. Isso porque, quando Crystal está determinada a cumprir certa meta, as consequências são meras singularidades à parte, nada com que se preocupar.  E, um dia antes, tinha estabelecido o tempo que usaria para chegar ao acampamento exatamente na hora do jantar, contando com as pausas necessárias. Não se admirava com o fato de ter conseguido.

- Erro de cálculo. – Desculpou-se, cínica, com as irmãzinhas que olharam feio e, com as botas Gucci, andou por entre os pratos até chegar à ponta da mesa, pulando para o chão sem fazer nenhum ruído, tampouco quebrar os saltos. Gatuna.

Despreocupada, chutou a maleta preta para de baixo da mesa e fez um gesto para que dessem espaço no banco. Instantes depois se encontrava sentada preguiçosamente, com o queixo descansando na almofada da mão enquanto esperava uma bandeja abençoada ser traga por uma das náiades.  Quando a tal bandeja chegou, seus olhos brilharam ávidos e púrpuros.  Esta parecia mais cheia que a dos outros, até. Continha um grande – grande mesmo - bife grelhado e batata frita – muita, muita, muita batata frita.  Nhaaam.  Sorriu para a náiade, agradecida e, apesar de não querer dividir sua refeição com seu pai, queimou algumas batatinhas na fogueira em seu nome, apenas para não perder a tradição.

De volta à mesa, após desejar que seu copo se enchesse de Coca-Cola, pegou o garfo e a faca e começou a comer. Estava morta de fome, mas ainda tinha bons modos e, por mais que lhe doesse no estômago toda aquela lentidão de cortar a carne, o fez, levando cada pedacinho à boca e mastigando devagar para apreciar o sabor. Uma, duas, três, quatro garfadas [...] e já não existia mais bife na bandeja. Com o estômago já calmo, namorou as batatinhas, extasiada, enquanto bebia todo o refrigerante numa golada só e aguardava que o copo se enchesse novamente. Seus meios-irmãos esperaram um arroto que não veio. Riu aquela risadinha de cortar o coração e, com a mão mesmo (“Foda-se, assim é mais gostoso.”), pegou uma por uma das batatinhas e comeu. Comeu porque era bom e porque boca foi feita pra comer.  

Terminado o jantar, entornou de novo a Coca-Cola e, lambendo os dedos da mão livre e sentindo a barriga pesada, saiu do refeitório carregando a maleta. Os cabelos loiros e longos iam soltos, dançando com o vento.



PORMENORES:

PODERES USADOS:

Poseidon - Feiticeiros

PASSIVOS:

Considerar todos do grupo extra até o meu nível..

ATIVOS:

-

Obs.: Tá grande, tá, mas faz tempo que não escrevo, vdd. (mereç postar duas vezs, viu Vicka Doida )
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Re: Recuperação: Refeitório

Mensagem por Ayla Lennox em Seg 08 Jun 2015, 12:46

Avaliação
Pode pegar template emprestado? Pode, né? ♥


Crystal H. Kröhling: Você escreve muito bem, semideusa. Seu texto foi absolutamente impecável e a narração foi bem clara, de forma que descreveu bem tudo e não enrolou em nenhum momento. "Parabéns" é a única coisa que tenho a dizer.

Recompensas: + 25 HP/MP

aguardando atualização
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Re: Recuperação: Refeitório

Mensagem por 117-ExStaff em Seg 08 Jun 2015, 19:04

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Re: Recuperação: Refeitório

Mensagem por Namus em Qui 11 Jun 2015, 23:12


NAMUS
Refeitório
Os dias que seguiram o bendito evento das catacumbas não foram dos melhores. O garoto perdera a vontade para tudo, se não lamentar-se. Descobrir que Summus, seu mestre e pai de criação, estava morto havia sido, de fato, um fardo e tanto. Era como se uma bigorna de quinhentas toneladas tivesse caído sobre as esperanças do rapaz e o afundado no fundo de um lago. Um lago em que, diferente dos outros, ele não conseguia viver. Tristeza. É, tristeza talvez fosse o nome do lago.

Namus havia chegado em frangalhos no acampamento. As roupas estavam esfarrapadas, o corpo lanhado e os olhos inchados. A primeira coisa que fez foi escapar da agitação, precisava ficar sozinho. Despiu-se e enfiou o corpo dentro do rio que corria bem próximo à caverna onde vivia. Ficou lá um dia e uma noite. A fome vinha e ia, mas ele não tinha vontade para nada. As náiades, pouco a pouco, comentavam sobre isto e o assunto chegou aos ouvidos dos outros seres por ai.

Sem mais, nem menos, o ruivo deparou-se com duas silhuetas cobrindo o sol que o cobria. Butch, o sátiro, e Cleusa, a harpia, olhavam-no com um semblante em parte piedoso, em parte neutro. Obrigaram-no a sair do rio, mas não a falar nada - eles sabiam o que se passava. Deram-lhe um abraço - Butch o fez com um sorriso no rosto antes do tritão se vestir, nunca perdendo a oportunidade, Cleusa após. Arrastaram-no pelo acampamento para, enfim, pô-lo na mesa de Poseidon. O sátiro perdeu-se na mesa de Dionísio após um "tchau" e a harpia foi-se para a cozinha dar cabo de suas tarefas. O prato já havia sido posto, tal como o copo e os talheres. Bastava que o jovem pedisse pelo alimento.

Algo que me lembre de casa… Mas… Não sei se quero lembrar disto agora. Não agora, pensava. Decidiu por pedir apenas por frutas. Alguns morangos. Morangos cresciam bastante naquelas terras. Além dos morangos, pediu um copo de água. Acabou sendo atendido por toda a aparelhagem que, sem demora, conjurou o alimento. Já ia por o primeiro morango na boca quando uma chama chamou-lhe a atenção no canto do olho. As oferendas. Claro.

Tão sem ânimo quanto já estava, apanhou algumas das frutas e avançou até a fogueira. O fogo crepitava e o calor abraçava o corpo do tritão de modo suave, fraterno. Namus jogou os morangos nas chamas e fechou os olhos. Ofereceu-nas para Poseidon e Tritão, como sempre. Contudo, além deles, ofereceu-nas a Summus. Não sabia se era certo ou possível, mas teve vontade de fazer e então o fez.

Com as orações terminadas ele voltou para a mesa e comeu tudo o que tinha no prato. Viu que estava com mais fome do que pensava, o que o obrigou a requisitar uma segunda porção de comida. Comeu bananas e maçãs, algumas laranjas e peras. A cada mordida os pensamentos do garoto revolviam-se na cabeça. Ele pensava de modo meticuloso nas palavras do ciclope. A pessoa que estava por trás disto era Parténope. Mas quem diabos era Parténope? Não só isto. Ela queria matá-lo, matou muitos para encontrá-lo. Já era hora de tomar conhecimento disto. Tomar parte. Levantou-se logo que terminou a refeição e saiu a caminhar. Ele já sabia o que fazer, apenas não sabia se estava pronto para isto.
Namus
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Re: Recuperação: Refeitório

Mensagem por 123-ExStaff em Qui 11 Jun 2015, 23:43



AVALIAÇÃO
HOSPITAL GERAL

Avaliação feita por Tânatos

Namus
E então você ainda existe, caro amigo tritão? Que beleza. Seu tópico foi de qualidade considerável para a finalidade que procura. Só peço que em uma próxima ocasião dê mais detalhes e enriqueça a narrativa, que ficou um pouco vaga e corrida. No mais, não encontrei erros grotescos. E bom, eu estou bonzinho ultimamente. Good game, guy. +25 HP/MP

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Re: Recuperação: Refeitório

Mensagem por 117-ExStaff em Sab 13 Jun 2015, 12:47

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Re: Recuperação: Refeitório

Mensagem por Christian Brave em Sab 13 Jun 2015, 15:01

Refeitório

Eu estava morto de fome! Após uma emocionante missão e um treino, o que eu mais queria era um belo prato de comida... Até porque aqui no acampamento, nunca se sabe quando será a sua ultima refeição. Entraria no estabelecimento com o estomago roncando de fome, eu salivava pensando no que podia comer ali... Misto quente, lasanha, pizza, um belo refrigerante bem geladinho... Ei pera ai! Eu posso comer isso aqui? Sento na mesa destinada aos filhos de Éolo (porque até aqui tem regras do que fazer e como fazer),  penso em algum prato de comida digno ao um semideus de verdade! Não podia comer besteiras que não me dão energia como proteínas e vitaminas que meu corpo precisa, eu agora precisava de uma super alimentação balanceada e rica em tudo que meu corpo precisava de verdade!

O que com certeza era mais engraçado, seria o fato de parecer que estava na Grécia antiga comendo uma dieta daquele tempo, com meu prato cheio de comidas bem saudáveis. Via no meu prato pelo menos: uma fatia de queijo; um canto cheio de massa; molho; uva para a sobremesa; rodelas de salame; pão francês; e alguns morangos dos campos do acampamento que eram os mais suculentos que já vira. Eu estava abismado, será que conseguiria comer tanta coisa? No meu copo, acabei escolhendo uma grande quantidade de suco de laranja, que pelo que sempre ouvi dizer era todo trabalhado na vitamina C... Acho que como nutricionista tenho futuro, caso essa vida de semideus de errado é claro.

Eu perdi na contagem do tempo de tanta coisa que comi e ainda faltava a sobremesa do prato: os morangos. Fiquei olhando um pouco os três grandiosos morangos do prato, eles eram o coringa daquele lanche! Eu estava com água na boca só de olha-los... Só que me perdi quando percebi que a maioria das pessoas ali estavam me olhando e cochichando, elas pareciam direcionar sua conversa sobre meu lanche, porque não paravam de olhar meu prato com os morangos e logo percebi com a crepitação da fogueira que se encontrava ali... A oferenda para os DEUSES!

Eu não estava acostumado a oferecer uma parte de minha comida aos Deuses ou para um em especial, eu sempre comi tudo sem pensar em agradecer... Egoísmo normal de um ser humano normal, coisa que não sou mais... Levanto encarando os fofoqueiros que não paravam de cuidar da vida dos outros e me aproximo do local onde fazíamos as oferendas, e digo:

- Ao deus Éolo, lorde supremo de todos os ventos e para Hera, Rainha dos Deuses minha humilde crença e oferenda! - Entrego as labaredas meus suculentos morangos, e faço uma simples oração de agradecimento sobre as graças dadas a mim- Deus mensageiro leve meus agradecimentos a meu Pai por me reclamar como seu filho, e minha fé à Rainha por abençoar o casamento de minha mãe, porque ele ainda está de pé mesmo com minha presença!

Saio do refeitório caminhando e passo sorrindo para os abobados que ao invés de me aconselharem ficam caçoando, encontro eles no mundo de Hades no julgamento final...
The air you breath is mine ...  Note: Who I am? ♦
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Re: Recuperação: Refeitório

Mensagem por Odisseu em Qua 17 Jun 2015, 14:04

Um post interessante, diferente. Não diria exatamente bem narrado, pois passaste grande parte dele focado nas impressões do teu personagem do que no ambiente em si. Achei expressivo o uso dos pontos de interrogação e gostei deles, deram um bom toque na tua narração em primeira pessoa. Entretanto, exageraste nas reticências, que não parecem bem colocadas nos lugares onde se encontram. Deuses não é escrito com letra maiúscula a menos que, como nessa frase, esteja no início dela — "Deus" só usa maiúscula por se tratar de um NOME —, portanto: deus Éolo, deuses, rainha dos deuses, etc.
No mais, atente-se aos acentos.
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Re: Recuperação: Refeitório

Mensagem por Fenrir Ashwald em Dom 28 Jun 2015, 02:37

O leque de roupas variegadas pareceu chamar a atenção de um sátiro desengonçado que aos tropeços direcionou seu olhar à mim no momento em que esbarramo-nos. Ignorei, era cedo e meu bom humor me impedia de discutir com qualquer um, principalmente com um sátiro. Jamais havia sentido a pelagem de um antes e, por um momento fez-me esquecer do quão faminto estava. É incrível o quanto sonhos nos deixam fatigados a ponto de transmitir a sensação de que há pouco escalamos o himalaia em jejum; infelizmente, aquele era meu caso.

A agitação do amanhecer agradou-me como nunca. Depois de tamanha agonia, alarde algum deixaria-me enraivecido ou mesmo frustrado. Era costumeiro os de Ares infortunarem-me graças aos trapos que vestia, contudo foi peculiar o fato de que sequer importei-me naquele dia. Pouco depois de cumprimentá-los por meio de um trejeito agradável fui de encontro à parte central do refeitório afim de abocanhar tudo o que estivesse a frente.

Ávido por uma refeição, carreguei zelosamente a bandeja nutrida por dois pratos entupidos de comida até a mesa dos de Eos. Pude observar uma última vez tudo ao meu redor: os raios solares invadindo o refeitório e iluminando em especial o rosto daqueles à minha volta, proles do amanhecer; os brutamontes de ares enfadonhamente admirando os próprios músculos e disputando entre si a fim de concluir o mais provido de massa muscular - ao meu ver, não havia diferença alguma entre um e outro, apenas alguns gramas a mais ou a menos de carne -  e por fim o infortúnio que ruiu meu vislumbre, um trio de rapazes cujo aroma lembrava o mais puro vinho da adega de Franjinhas. - Hmm. Pensei metódica e meticulosamente, levando a mão esquerda ao queixo. - Dionisio! Conclui, exalando satisfação por meio de um trejeito que fez-me erguer o dedo indicador da mão direita.

O olhar esbugalhado voltou-se ao par de pratos deixando-me por um momento espairecer. O filete de saliva escorrendo sobre os lábios seguiu-se de um pigarro deselegante. - Isso sim é criação dos deuses. Exclamei, planejando formas de fazer com que tudo a minha frente coubesse em meu estômago. Os meio-irmãos pareciam atônitos já que minha refeição diária era equivalente à semanal dos tais.

Houve um momento em que questionei a existência do deus da comida, o momento aonde espaireci e tomei conta de tudo o que estava em meus pratos: três galetos de frango frito mergulhados em molho de pimenta, dois hambúrgueres recheados com carne e picles, um saco de batata-frita acompanhado de uma tigela preenchida por molho de queijo e por fim um copo de suco carmesim.

Um de meus irmãos fitou-me e, por seu semblante pasmo, pude de imediato concluir o que se passava em sua cabeça oca e espantada. Contudo, alguém que se limitasse a uma refeição menos calórica que esta não passava de meloso.

Alternei entre os galetos e alguns pares de batata-frita encharcadas de molho despejando aos goles o suco que milagrosamente fazia com que tudo descesse em perfeito estado, assemelhando minha garganta à uma cascata. Em poucos segundos o saco de batata-frita mostrou-se vazio, os olhares e burburinhos eram tantos que me senti como a estrela de uma peça teatral. Larguei os três galetos em frangalhos sobre meu prato virando o que restava de suco numa tentativa abrupta de limpar os restos de comida entre os dentes.

Com um par de mordidas disse adeus ao primeiro hambúrguer. Pude sentir o gosto da carne triturada proporcionando-me a melhor sensação de toda a refeição, praguejando ao notar que o suco havia acabado. Prestes a devorar a última parte da refeição, lembrei-me do detalhe enfadonho: oferenda.

O último dos hambúrgueres instigava-me a devorá-lo mas tive o prazer de ser contido assim que pus os olhos na lareira. O fogo parecia mais belo do que todo o resto ao meu redor. Seu tom avermelhado entrou, ao menos por um momento, em contraste com minhas madeixas espalhadas pela parte superior da cabeça. Após uma breve mordida lancei o que restava de minha refeição ao fogaréu e logo tudo se esvaeceu. - Se esse tal deus da comida existir, manda um alô pra ele, mãe! Murmurei em tom descontraído pouco antes de dar as costas ao fogo.

Com o estômago flácido e avolumado, retirei-me do refeitório sob o olhar rigoroso de dezenas.
Fenrir Ashwald
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Re: Recuperação: Refeitório

Mensagem por 118-ExStaff em Dom 28 Jun 2015, 12:57


Avaliação

Fenrir Ashwald: 20 HP/MP

Olá, Fenrir. Aqui estou eu para, novamente, avaliar um texto seu. Então vamos lá. Notei alguns erros em seu texto que seriam facilmente eliminados por uma revisão ou por uma leitura em voz alta de seu próprio texto. A maior parte dos erros é na categoria de pontuação, então peço que atente-se a isso. Também gostaria de elogiar, pois foi um texto agradável de se ler. Parabéns e cuidado para não engordar.





Atualizado!


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Re: Recuperação: Refeitório

Mensagem por Jason S. Hunter em Seg 20 Jul 2015, 22:13

A manhã para Jason estava calma, tranquila. Desdém que havia chegado no acampamento, quase todas estavam vasta e extensa para prole, a aparentar que durava dias uma única manhã. Jason caminhava lentamente em direção a mesa de seu chalé, enquanto bocejava passando as mãos em seus olhos. Havia acabado de acordar, há tempos não acordava tarde como neste dia.

Os pássaros cantavam, oque alegrava seu ouvido, sentando-se ao lado de uma meia-irmã sua. A olhou por alguns momentos, enquanto observava seus encaracolados cachos, de uma tonalidade que lembrava a cor do sol. Era linda! Levantou-se da sua mesa, enquanto servia-se. Nada mais que o básico: Salada, e um pedaço de Frango. Seu apetite? Imenso. Apesar de parecer que pegara poucas coisas, a quantidade ultrapassava os limites de seu prato. Apanhando o talher com sua mão esquerda, estava prestes a experimentar a explosão de sabor que a comida lhe daria, quando sua meia irmã falara com o garoto, com seu tom suave de voz.

-E o papai...? Sua oferenda.

-Certo... Sibilou.

Jason olhou como se sua irmã fosse uma ameaça. Levantando da mesa, pôs-se a caminhar em direção aos tributos. Aproximando, lançava sua refeição em meio a brasas.

-Não me encha mais o saco, pai.

Serviu-se novamente a mesa de refeições, desta, pronto a come-la. Jason era demorado para mastiga-las, levando-o a ser o último a sair do refeitório, satisfeito. Limpando os pedacinhos de comida da mesa, passou o papel em sua boca, levantou-se, colocou as mãos no bolso de sua jaqueta, ouviu o último piado do passarinho antes de desligar-se da natureza, e lentamente começou a andar, pronto para as atividades da tarde no acampamento.
Jason S. Hunter
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Re: Recuperação: Refeitório

Mensagem por Meredith H. Wermöhlen em Ter 21 Jul 2015, 07:34

Jason
— Recompensa: 7 HP/MP.

E aí, cara? Olha, eu já comecei seu texto confusa. "Desdém que havia chegado no acampamento, quase todas estavam vasta e extensa para prole, a aparentar que durava dias uma única manhã." Tipo, quê?! Eu realmente não consegui extrair nada disso. E não foi apenas esse erro, mas também vários outros de digitação e ortografia, espalhados, que deixaram teu texto bem pobre.

Também achei que seu texto foi muito corrido e sem descrição. Ok que não tem como descrever pedacinho por pedacinho de uma refeição sem tornar algo maçante, mas procure prolongar seu texto com mais descrições o máximo que você conseguir, pra não ficar algo muito superficial como ficou nesse aí, mesmo, entende?

No mais, é isso. Parabéns.


Atualizado!


Meredith H. Wermöhlen
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Re: Recuperação: Refeitório

Mensagem por Damien Salles em Qua 29 Jul 2015, 15:21

refeitório;

Antes de ir a praia o filho de Dionísio decidiu dar uma passadinha no refeitório, não estava com muita fome mas queria fazer uma lanche.

Foi sem pressa, gostava de passear pelo Acampamento, ver a movimentação, os semideuses, tudo. Amava aquele lugar.

Quando chegou no refeitório sentou na mesa do chalé de Dionísio, havia poucos semideuses no ambiente. Um grupo pequeno conversa entusiasmado enquanto uns cinco semideuses comiam quietos em suas respectivas mesas.

Bom... — Falou juntando as mãos e pensando no que iria comer.

Um copo cheio de suco de uva, um cacho de uva verdes (sim, ele gostava mesmo de uva), uma porção de biscoitos integrais de aveia e trigo.

Comeu dos biscoitos enquanto ora ou outra engolia uma uva, quando sentia sua boca seca. A combinação fazia o semideus rir, era tão gostoso que ele ria. Levou uns cinco minutos para terminar com os biscoitos e a uva, depois virou o copo de suco de uva numa única golada e esboçou um belo sorriso, estava satisfeito. Sentia-se outro semideus, mais forte, alegre, bonito, gato, engraçado... Botou as mãos na mesa para se apoiar e levantar quando sentiu algo no seu bolso, era o Leite Sagrado.

Ah, já estava me esquecendo! — Disse para si.

Pôs a mão bolso e pegou o frasco de cristal com leite da própria vaca sagrada de Hera, abriu e bebeu metade do frasco, não era muita coisa mas o saciava de uma maneira impressionante.

Damien agora estava explodindo de energia, se não tivesse acontecendo nenhuma atividade na praia iria jogar vôlei ou perturbar algum irmão. Precisava liberar essa energia.

OBS:

Poder passivo usado:

[3]Vigor alcoólico: Quando o filho de Dioniso beber vinho, suco de uva ou até comer a própria fruta, ele se sentirá mais disposto, mais ágil e mais forte. Sua vida (HP) e energia (MP) serão recuperadas em vinte. Não há um aumento real de poder nem alteração de habilidades, apenas a sensação de saciedade e bem estar.

Item usado:

— Leite Sagrado (Leite da própria vaca sagrada de Hera, ao beber você se sente mais ativo, mais forte, ao beber recupera 30 de vida e energia, só pode ser usado duas vezes por missão, somente os devotos podem usufruir de seus poderes. Está contido em um frasco de cristal. Se quebrado, não poderá ser reutilizado até a próxima missão, quando sempre irá se restaurar e terá o conteúdo preenchido. Caso seja perdido ou roubado, sempre volta ao devoto após 3 rodadas, exceto se quebrado - quando voltará ao chalé número II.) [Infinito] [Frasco de cristal com leite mágico] [Nível mínimo: 7. Uso pessoal] [Presente de boas-vindas pela entrada no grupo Devotos de Hera]

Ou seja, recuperar: Avaliação + 20HP/MP + 30HP/MP


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Re: Recuperação: Refeitório

Mensagem por 118-ExStaff em Qua 29 Jul 2015, 23:25


Avaliação

Damien Salles: Full HP / MP

Olá, Damien. Para começar, gostei do modo como você escreve. Notei poucos erros no seu texto, todos de ortografia. Recomendo que revise seus textos para evitar erros como estes ou que peça para alguém ler e corrigir que é o que eu faço quando estou com preguiça de revisar. escravos sz. Como a quantia que você precisa, tanto de HP, quanto de MP, é baixa, foi fácil te dar full. Parabéns.
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Re: Recuperação: Refeitório

Mensagem por 117-ExStaff em Qui 30 Jul 2015, 13:29

Atualizado.
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Re: Recuperação: Refeitório

Mensagem por Crystal H. Kröhling em Qua 26 Ago 2015, 16:35



In restless dreams I walked alone


O céu, às sete horas da manhã, exibia um tom escuro de cinza, evidenciando que lá fora uma tempestade se formava. Crystal observou-o por alguns segundos antes de focar a atenção no caminho que sua fome a impelia a seguir. Não havia jantado na noite passada, talvez isto explicasse o porquê de ter acordado com tão mau humor. Seus olhos não exibiam aquele brilho estranho que só as garotas perversas, que se divertem em sê-lo, possuem. Porra. Estava com fome. Da próxima vez, quando estivesse tentando decidir entre dormir e comer, passaria longe do chalé da prole de Hipnos.

Chegou, por fim, ao refeitório. Sentou-se em um banco em frente à mesa de seu pai, ignorando todos.

A escuridão parecia pulsar à sua volta, viva. Talvez mau fosse um adjetivo ingênuo para definir seu humor. Estava negro.  Entretanto, apesar da carranca, Crystal conseguia agir com certa frieza.  Mas, é claro, não estava daquele jeito apenas por causa da fome. Havia tido um sonho. Ew.

Aguardou que o café da manhã fosse servido, mantendo-se com as mãos postas sobre a mesa. Era pão com ovo, queijo e algumas uvas. E Coca-Cola, porque ela queria Coca-Cola, não suco. Não algo saudável. Olhou para sua refeição. Aquilo não seria suficiente, mas resolveria depois. Calmamente, com uma fina linha de tensão formando-se em sua testa, andou até o braseiro de bronze que se situava no centro do local e jogou todas as suas uvas sobre a fogueira que lá queimava, proferindo apenas um nome: Poseidon.

Um pouco menos irritada, pois parte de seus problemas estava prestes a ser resolvido, juntou-se aos seus meios-irmãos novamente. Olhou para sua refeição, de novo. Desta vez, pôs-se a comer. Pegou o pão e deu uma dentada enorme, mastigando, em seguida, com discrição.

Seu olhar se focava num ponto qualquer à sua frente, desfocado. Engoliu.

Deu outra dentada no pão, cortou um pedaço do pedaço do queijo e enfiou na boca junto. Continuou a mastigar. Tinha muita coisa dentro, então, como estava com pressa, engoliu após alguns instantes, só para, arrependida, sentir que havia coisa demais em um lugar só pra descer sem lhe incomodar. Pegou o copo e ao sorver grande parte do refrigerante que ali continha, devolveu-o ao lugar em que estivera outrora, marcado pela rodela de água que se formara sobre a toalha de mesa.

Pão com ovo era muito bom. Queijo era muito bom.

Colocou na boca o que restava do pão e do queijo, mastigou com uma puta preguiça e engoliu. Bebeu refrigerante, de novo.

Suas ações eram automáticas. Sabia que tinha que comer e como teria que fazê-lo, de modo que só uma pequena parte de sua mente tinha que se preocupar com isso, enquanto divagações atolavam todo o resto que sobrava. Mas tinha que parar de divagar para pedir mais comida, sim. Hmm.

Chamou uma das náiades com educação, perguntando se poderia repetir. Após alguns instantes, como se a garota travasse uma batalha interna, ela levantou-se de onde estava sentada, sumiu e, com outra bandeja em mãos, reapareceu, colocando-a farta em frente à Crystal, que agradeceu com calor. Sorrindo. Já era um grande avanço em seu humor – a comida faz isso com as pessoas. E a feiticeira, antes de deliciar-se, bebeu todo o refrigerante que reaparecera em seu copo, arrotando para dentro. Sorriu de novo, mas para si.

E mordeu o pão, mastigou e o engoliu. E mordeu de novo, mastigou, engoliu e bebeu. Abocanhou todo o pedaço de queijo, que era pequeno, e o mastigou. Depois, engoliu. E a comida foi descendo, preenchendo o vazio doído de antes. Quando se deu conta, já tinha terminado a segunda refeição e entornava dois copos cheios de Coca-Cola. Estava, finalmente, cheia. Porém, ainda faltava algo.

Do bolso traseiro de seu jeans, retirou um frasco que há algum tempo a deixava desconfortável. Abriu-o e o levou aos lábios, bebendo todo o seu conteúdo.

Com os olhos cintilantes, púrpuros e vivazes, Crystal jogou o frasco com desleixo em uma lixeira qualquer e retirou-se do âmbito. Ela amava comer.




PORMENORES:

PODERES USADOS:

Poseidon - Feiticeiros

PASSIVOS:

Considerar todos do grupo extra até o meu nível..

ATIVOS:

-

ITEM UTILIZADO:
♦ Elixir da Vida (titânico): Recupera 100HP

Crystal H. Kröhling
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Re: Recuperação: Refeitório

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