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Local Público: Pinheiro de Thalia

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Local Público: Pinheiro de Thalia

Mensagem por 108-ExStaff em Sab Maio 02, 2015 10:53 pm


Pinheiro de Thalia



Descrição

Se não puderes ser um pinheiro, no topo de uma colina,
sê um arbusto no vale mas sê
o melhor arbusto à margem do regato. [...]
Não é pelo tamanho que terás êxito ou fracasso...
Mas sê o melhor no que quer que sejas.


— Pablo Neruda

O Pinheiro de Thalia é um marco da divisa com o ambiente externo, ou seja, a linha entre a segurança e o perigo. De um lado, o semideus estará dentro dos limites determinados pela barreira mágica, que filtra monstros e humanos, não permitindo que determinados seres entrem no Acampamento Meio-Sangue sem permissão; do outro, o lado de fora, o meio-sangue estará por sua conta em risco, ao sabor do acaso, sendo responsável por sua própria sobrevivência e podendo sempre ser abordado por monstros, criaturas fantásticas e até deuses.

O local fora maculado para sempre quando uma jovem filha de Zeus, chamada Thalia, tentara salvar seus amigos, ganhando algum tempo numa batalha perdida para que eles pudessem se encontrar dentro das proteções do Acampamento. Devido ao ato de coragem da garota, o próprio deus dos deuses transformou-a no pinheiro que hoje se localiza no alto da Colina Meio-Sangue. Dizem que o espírito da heroína ainda habita o pinheiro, enquanto outros afirmam que ela se libertou com o poder curativo do Velocino de Ouro.

Aliás, uma árvore grande e de tronco grosso, o pinheiro está sempre com dois importantes companheiros: o Velocino de Ouro e o dragão Peleu. O Velocino de Ouro, originalmente recuperado pelos Argonautas, teve que ser novamente retirado de um esconderijo, no caso, a ilha de Polifemo, e é sabido que seu poder age de forma tão forte sobre a natureza que sua aura chegou a ser confundida com a do deus Pã. Já o dragão Peleu - imenso e com escamas cor de cobre - é o protetor do Acampamento Meio-Sangue, impedindo que ataques sejam feitos contra o Velocino, e por isso dorme enroscado no tronco do pinheiro.

{Wikipédia, Pensador, Percy Jackson BR, Rick Riordan, Guia Definitivo (Knight, Mary-Jane), Percy Jackson e o Ladrão de Raios (Rick Riordan), gabs}


Informações de Jogo


Tráfego humano: Inexistente
Periculosidade base: 0%
Visibilidade: Inexistente para humanos / Baixa para o Acampamento
Permissão de ataque: Não
Permissão de intervenção: Não
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Re: Local Público: Pinheiro de Thalia

Mensagem por Emily Heathcliff em Sab Ago 01, 2015 11:51 pm


we got the bad good blood
Now we got problems And I don't think we can solve 'em
Sujeita ao regime do Acampameto Meio-Sangue, Emily apenas enfatizava para si mesma o quão deplorável era estar diante de um inferno verde sem suas estimadas regalias. Repetidas vezes lamentou-se, aos prantos, sobre um divã da cabine de Afrodite. Exigia, ainda, que cada irmão – principalmente os rapazes – lhe oferecesse suporte moral, já que um ego insaciável era, ali, seu único e valedouro pertence. Embora contasse com uma rápida admissão de  desejos – afinal, ninguém toleraria resmungos noturnos –, via-se só, deslocada. Uma ‘’caloura aleatória’’, como tanto rotulou os novatos do Instituto Montgomery.

– Deixa disso, princesa. Você é superior. Nós somos. – assegurou Marcel, um dos poucos três colegas que se dirigia a ela em tom compassivo. – Eles não enxergam assim, M! Aqui só tem mato e gente chata! – Pôs-se a soluçar, retardando a locução em déficits vocais sucessivos. – Já sei, Emily. – Criou a dívida daqueles olhos carentes para com suas palavras. – Acho bom ir se arrumar.


[...]

Aureolada pelo carimbo vespertino, a campina dispunha de facetas luminosas refratadas. Os pinheiros flanqueados possuíam porte esbelto e, emaranhados entre si, vetavam parte considerável da iluminação. Era finíssima a divisa com o horizonte – na subida celeste não se via resquícios de nuvem, nem prenúncio de algo que subvertesse o esplendor da atmosfera.

Heathcliff atestou estar no local referido ao se deparar com um carpete xadrez estirado no plano. Trajava um cocktail dress de estampa típica oriental, padronizado por nuances em pastel sob um sinuoso bordado descrito até a margem da cauda. Ao centro, tracejando o eixo do abdômen, um laço encouraçado contraído conferia o efeito côncavo a aba inferior. Ornamentando a peça, um casaco de lã harmonizava, estendendo-se em proporções similares ao nível do vestido. Era como a coerência de um jogo de matizes sobrepondo-se, uma a uma, numa obra de essência infante – com exceção do par de saltos, Emily expunha o aspecto de uma boneca. Não qualquer boneca. Não qualquer boneca: a mais fascinante delas.

- M, você está aí?
Emily Heathcliff
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Re: Local Público: Pinheiro de Thalia

Mensagem por Raina Partridge em Dom Ago 02, 2015 2:29 am

[



aren't i?


Let me clip
Your dirty wings
Let me take a ride
Cut yourself
Want some help?
Please myself
]


Entreabrir os olhos revela um mundo inverso em noventa graus. Ainda que sinta um fenômeno muito mais severo que a gravidade — o sono na manhã de um domingo — tragar-me de volta para minhas cobertas, calço minhas pantufas — uma exotérica mescla de cerúleo e anil — e abandono o conforto de meu leito. Encaro a fiel reprodução de meu rosto concebida pelo único espelho da vigésima cabine, ainda que crostas de poeira maculem suas bordas de marrom em virtude de sua utilidade quase nula para mim e meus meios-irmãos, e opto por reter a selvageria de minha cabeleira castanha no mais simples coque que meus dedos conseguem armar.

Ainda que a ideia de me levantar em pleno domingo para ingressar em um piquenique matinal não soe nada reconfortante aos meus ouvidos, empenho-me — como prometido a Carmine — em obliterar meu semblante habitualmente arrogante. Ainda que eu seguramente aposte que meus olhos transpareçam presunção, retê-la não faz parte do trato. A transposição da porta de meu chalé dá abas para que o odor de grama úmida assole minhas vias respiratórias e acarrete uma cadeia de espirros. Enojada pela imagem de ver campistas da cabine dez ornamentando ainda mais o exterior cor-de-rosa da construção, sigo rumo aos limites do acampamento, palco do provável pior brunch em que já estive.

● ● ●

Norteada até então por uma cadeia de pedregulhos que orienta as trilhas do acampamento, vejo-me, a essa altura, talvez perdida. Cerceada por um denso matagal e sufocada pela exuberância da copa das árvores, clamo pela atenção de Marcel — ainda que inconsciente de seu paradeiro — chamando por seu nome. A ausência de resultados após sucessivas tentativas influencia meu corpo a seguir floresta adentro — e talvez eu tenha de me contentar com a possibilidade de andar em círculos.

Dentro de alguns minutos, a fragrância pungente de um perfume adocicado torna a desnortear meus sentidos. Selando minhas narinas com o dorso da mão destra, tomo proximidade da origem do mau cheiro. Uma cascata de mechas negras, propriedade de alguém com um visual característico de uma boneca Barbie, enuncia o inevitável. Saúdo a filha de Afrodite com um timbre vocálico rijo e camuflado por uma cortina de sarcasmo:

Que belo dia, não, querida Emily? — Adquirir vista panorâmica de seu rosto engata em meus músculos a vontade de desfigurá-lo. Mas a promessa feita a Carmine fala mais alto. — Pronta para o chá das seis da manhã?


[my house in budapest]
my hidden treasure chest
golden grand piano
my beautiful castillo
my acres of a land
i've achieved
stop and believe


Raina Partridge
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Re: Local Público: Pinheiro de Thalia

Mensagem por Angie Bridewell em Dom Ago 02, 2015 2:26 pm


i'm the one with the ghosts in my bed
        O dia em que Angie chegara ao Acampamento era, de longe, o pior dia de sua vida – a menina concluiu. Mas aquilo havia ajudado Bridewell a se tornar a pessoa que é hoje; determinada, feminina e, principalmente, quem ela queria ser. Não tardou para que Bridewell se erguesse da cama. Após realizar sua higiene pessoal, a filha de Melinoe contemplou a sua imagem refletida no espelho, trazendo o cabelo em cascata para cima do ombro direito. Bridewell curvou o corpo para o lado e fez menção de pegar algo em cima do objeto emadeirado que compunha a decoração do seu chalé, parando no meio do caminho para venerar o seu reflexo no objeto.

Muita coisa havia mudado desde que foi reclamada como filha de Melinoe, o cabelo de Angie agora estava maior, quase tocando suas costas, e o seu jeito masculino havia sumido. Bridewell resgatou uma pequena necessaire rosa com círculos em um tom claro de roxo, abrindo o seu interior para dali resgatar a pequena embalagem de primer; objeto usado para salientar as expressões dos olhos, onde contornou a região, deixando o desenho próximo à sobrancelha. Depois de fazer uso da sombra preta, a semideusa passou o delineador e, por fim, o lápis de olho. Angie não se importava com os comentários sobre a sua maquiagem, que era, consideravelmente, estranha. Diferente.

Bridewell prendeu o cabelo em um rabo de cavalo, fazendo uso do espelho para checar possiveis imperfeições que pudessem ser geradas pela sua mão áspera, firmando o pentedo com uma presilha laranja. Após colocar o vestido floral lilás, sandálias rasteiras e um par de brincos de pérola, Angie checou novamente a imagem que era refletida no espelho, e pela última vez, a filha de Melinoe hesitou em sair do chalé. Estava frio, e a garota detestava como a umidade acabava com o seu cabelo.

[...]

        No meio do percurso à fronteira do Acampamento, a filha de Melinoe esbarrou em Chanel Baudelaire, virando-se perplexa para a campista, enquanto deslizava a bolsa do antebraço até o ombro. Desorientada, Angie virou-se para a origem do confronto, deparando-se com Chanel. Ao reconhecer a figura da amiga, Bridewell curvou os lábios em um sorriso cordial, anunciando onde estava indo.


Estou indo ao pinheiro, você vem? – Assentindo para Baudelaire quando recebeu a sua confirmação. A floresta se fazia cada vez mais próxima e não demorou para que Angie fosse capaz de ver a silhueta de duas garotas, embora afastada – Raina e Emily. Cruzou o matagal e entortou os lábios, comprimindo-os em desdém. Bridewell ainda não tinha se acostumado a andar no meio do mato, a ideia de conviver naquele lugar ainda espantava a semideusa. Depois de se aproximar da dupla, Angie não conseguiu evitar de ouvir o tom sarcástico com o qual Raina fazia referência à Emily, optando por não cumprimentá-las até a resposta da garota. A semideusa equilibrou-se ao lado de Heathcliff e assentiu com a cabeça para ambas, dando uma pequena olhada na roupa de Raina, após fazer o mesmo com a filha de Afrodite. Era inevitável o mau hábito que Bridewell tinha de olhar indiscretamente para as roupas das semideusas, para compará-la às próprias peças, julgando-se a mais descolada do Acampamento. Após obter resposta das garotas à saudação, Angie curvou o corpo para estalar dois beijos distintos na bochecha de Emily, repetindo o mesmo feito com Partridge. – Eu me sinto tão vulnerável... – A campista segredou com as amigas, indicando o limite entre si e a barreira de proteção do Acampamento.


but they only come alive at night
Angie Bridewell
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Re: Local Público: Pinheiro de Thalia

Mensagem por Barbara Sewford em Dom Ago 02, 2015 5:04 pm








so you wanna play with magic?


S
egundos após despertar e tragar minhas madeixas bagunçadas para trás, pestanejei um excedente de vezes, perpassando o olhar pela persiana prateada de meu cômodo. Ergui meu tronco por completo até, infortunadamente, colidir o apogeu de minha cabeça contra a cama remanescente do beliche. Arquejei algumas vezes e tateei o ferimento que ali se formara, sentindo um líquido viscoso se apossar de meu dedo indicador. Ao posicionar o membro defronte ao rosto, encarei a imagem de meu próprio sangue. Merda.  Ergui o corpo e caminhei até o armário, fisgando uma toalha e um conjunto de roupas aconchegantes.

۞

Logo após realizar todas as tarefas matinais — tomar banho, me vestir com meu suéter preferido e calçar meu par de coturnos novos, comer e escovar os dentes —, retornei para o vigésimo chalé do Acampamento Meio-Sangue o máximo que pude. Eu e Chanel estávamos atrasadas, e eu apostaria cinco dracmas de que ela ainda estava dormindo. No momento que empurrei a porta do chalé lentamente, notei a presença de Chanel posiciona no banco de uma das penteadeiras do cômodo encarando o próprio rosto no espelho fixo na mesa. Em silêncio, agarrei um travesseiro de uma das beliches e o colidi contra a pele morena das costas da meia-irmã. — BÚ! — gritei. Em meio à batida, moldei uma careta assim que ouvi um gritinho de Baudelaire. Não resisti, e ali mesmo, cai em uma das camas em gargalhadas.
— Isso não teve graça, Barbara. Quase me fez borrar a maquiagem. — disse Chanel, voltando a encarar o próprio reflexo no espelho à procura de defeitos em seu rosto.
— Estamos atrasadas para o piquenique. Vamos! — retruquei o comentário da garota e ergui o corpo através de um pulo, arremessando um casaco para a meia-irmã posteriormente. Assim que estava pronta, caminhei com Chanel até o meio da floresta, agitando o braço no ar para espantar alguns mosquitos e desviar de galhos secos de árvores que insistiam em cair no meio da trilha. Por perto de onde passávamos, conseguíamos escutar o barulho causado pelo embate de dois filhos de Ares em um treino. No meio da caminhada, me surpreendo com a aparição de Angie Bridewell. De onde ela veio? Céus. Sorri para a filha de Melinoe e acenei com uma das mãos, tirando proveito o pouco tempo que restava para nos juntarmos ao grupo de semideuses, envolvi alguns fios de cabelo na mão, com o propósito de desembaraçar o cabelo para permitir que ele caísse em uma perfeita cascata sob o suéter do Acampamento.
— O que vocês trouxeram? Estou faminta. — Puxei um fio de cabelo e o enrolei com o dedo indicador, passando o olhar pelos semideuses mais próximos. Sorri para Raina e caminhei até a meia-irmã, acenando para o resto do grupo com o palmo direito.

Boy, you should know what you're falling for

Barbara Sewford
Filhos de Hécate
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Re: Local Público: Pinheiro de Thalia

Mensagem por Chanel Baudelaire em Dom Ago 02, 2015 5:44 pm


THE DEVIL WITHIN
I will keep quiet
 — Espelho, espelho meu... — Chanel limitou-se a brincar, enquanto tratava do cabelo emaranhado com uma escova meia-boca. Curvando o busto até a parte laminada do enorme objeto refletivo, Baudelaire estalou um selinho em seu próprio reflexo. A marca do batom permaneceu, bem no centro. — Quem é a bruxa má do oeste aqui? — A pergunta retórica ecoou pelo cômodo e antes que pronunciasse a resposta, a filha de Hécate recebeu uma travesseirada na nuca. Era Barbara Sewford chamando sua atenção, uma de suas várias meias-irmãs — o que contrapõe a figura séria e, por um lado, imaculada de sua genitora. Já estavam atrasadas para o piquenique.

Com o cheiro de banho recém tomado exalando de si, Baudelaire levantou-se com ímpeto da cadeira qual estava de peças íntimas e apressou os passos até o guarda-roupas. Chanel retirou de seu interior as vestimentas e adornos que julgava serem perfeitas para ocasião, distorcendo caretas ao deparar-se com roupas que sabia serem ultrapassadas e que por infelicidade do destino possuía. Um shorts jeans de cintura alta, um top cropped cinza básico e cardigã branco esvoaçante era o que compunha seu look, expondo o estilo grunge da garota ao sobrepor uma meia-calça pondo ankle boots de cadarços.

Mais uma vez em frente ao espelho, além de vistoriar o visual inusitado, a prole de Hécate aproveitava para retocar a maquiagem singela, apenas acentuando as maçãs do rosto, os olhos de gata e a boca carnuda — este último com auxílio de uma coloração avermelhada. O resultado foi de arrasar, como ela mesma diria.



Chanel arrastou os saltos pela relva repleta de orvalhos, deixando que a brisa matinal lambesse seu rosto sereno. As batidas de seu coração duetavam aos baques ranzinzas de seus sapatos contra o solo à medida que a moça aproximava-se do perímetro onde ocorreria o piquenique. Ao lado de Barbara, Baudelaire sentia-se mais segura de si, por mais impudica que fosse. Por mais que, em seu âmago, escondesse  uma imagem oposta a que a maioria — senão todos —, que a conhecessem atribuíssem a Chanel Baudelaire.  

Em meio a devaneios, a garota esbarrou na figura de Angie Bridewell, filha de Melinoe, que por sinal estava indo para o piquenique também. — Vamos sim. — Semicerrou as pálpebras em resposta ao questionamento da morena, resgatando a bolsa  — qual continha o grimório imprescindível — do chão, derrubada com o tropeço. As três entrelaçaram os braços e seguiram até Raina e Emily, avistadas sem dificuldades.

— Hm? — Chanel limitou-se a rebuscar nos lábios carregados de gloss um sorriso faceiro, típico da morena estonteante. Acentuou as sobrancelhas ao alternar o olhar de Raina para Emily, concedendo cochichos as que a acompanhavam de o porque não ter um incêndio na região ainda. Sabia muito bem da rivalidade presente no grupo e no fundo? Adorava isso. Vez ou outra incitava as duas.  — Está faltando homem aqui. — a filha de Hécate deu um longo suspiro ao sentar-se em cima da toalha xadrez, perto de Angie, juntando as pernas de lado e passando a repousar as mãos no colo em uníssono.

Chanel Baudelaire
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Re: Local Público: Pinheiro de Thalia

Mensagem por Ayla Lennox em Dom Ago 02, 2015 9:36 pm


Looking For Trouble?
Find another place to your party.


A filha de Selene caminhava pelo acampamento sozinha. A lua ainda não havia assumido seu lugar no céu, porém a garota estava se sentindo estranhamente disposta para sair do chalé.

A brisa era agradável, mas Lennox mantinha Resistance sempre consigo, de forma que esta era quase parte de si.

No caminho, andava com as mãos nos bolsos e vez por outra fazia um breve aceno com a cabeça ou permitia que um sorriso escapasse de seus lábios ao avistar um campista conhecido.

Estava feliz. Genuinamente feliz. Havia encontrado seu lugar, seu lar ali. Não havia construído aquilo, mas se sentia grata aos que o haviam feito.

Tal sentimento de gratidão a moveu a um lugar o qual não visitava há muito.

O Pinheiro de Thalia.

Histórias a respeito da filha de Zeus percorriam o acampamento quase sempre que um novato chegava. No dia em que Ayla fora levada até o acampamento, não foi diferente.

Sentia orgulho e, sem dúvida alguma uma pontada de admiração.

"Quem sabe algum dia não tenham histórias gloriosas para contar a meu respeito também?" Pensou com um riso baixo. Aquilo provavelmente não passaria de um sonho.

Estava próxima da árvore quando subitamente notou um movimento anormal no ambiente.

- Mas que diabos...?

Antes que pudesse concluir a frase, deduziu o que se passava ali. Um piquenique. A monitora sentia e ouvia os pensamentos fúteis, além das falas das presentes ali. Sentiu asco pelo desrespeito claro ao local.

- De todos os lugares do mundo... Aqui não. - A prole da Lua quase rosnou, mas em tom audível para qualquer um nas redondezas.

Cerrou os punhos e sentiu a marca em suas costas esquentar. Luna estava igualmente "satisfeita" com a situação pedia por sua participação para animar a festa.

Ou, em outras palavras, para acabar com ela.

Adendos:
Poderes:
Considerar todos os passivos de Selene e dos Mentalistas até o nível 71.
Itens:
{Moonlight} / Adaga [Trata-se de uma adaga com a lâmina ligeiramente mais larga e curva. O seu formato é levemente arredondado – o que lembra uma lua na sua fase crescente. O cabo tem uma espécie de cobertura (como em sabres) feita de bronze sagrado, o que dá certa defesa as mãos daquele que a está empunhando. Tem uma coloração esbranquiçada e toma um tom azulado quando exposto à luz lunar. No nível 20, se torna um botton escrito "CLUBE DE ASTRONOMIA".] {Bronze Sagrado} (Nível Mínimo: 1) [Recebimento: Presente de Reclamação de Selene] *Bottom na blusa.*

— {Silver Moon} - [Um escudo redondo de prata lunar que proporciona uma defesa eficiente para sua dona. Possui em seu centro o desenho em relevo de um lobo (o desenho do rank dos filhos de Selene), pintado em dourado. Quando não estiver sendo utilizado, transforma-se em um relógio de prata] {Prata Lunar} (nível mínimo: 1) {Não Controla Nenhum Elemento} [Recebimento: Forjado na The Dragon's Flame, presente de Jhonn Stark.] *Relógio, pulso esquerdo*

- {Red Hood} / Capa vermelha [Uma capa vermelha encantada, que desce até os pés da semideusa, e inclui um capuz; é adornada com diversos desenhos prateados bordados em seu contorno, sendo a maior parte deles de lobos ou da lua. Enquanto estiver sendo usada, possui o efeito de ampliar a agilidade da semideusa em 20%, além de conceder uma leve resistência a efeitos climáticos (calor, frio, nunca poderes, apenas os efeitos climáticos naturais). Quando não estiver sendo usada, pode se transformar em um colar com um pingente de lua nova. Em sua forma de capuz, tem a capacidade de se regenerar com o tempo, por exemplo, de cortes, partes queimadas... Mas o processo é lento, dependendo da situação e da gravidade do dano ao tecido, sendo que o tecido não é indestrutível, podendo ser destruído se submetido a um dano que consuma todo ou 90% do tecido..] {tecido mágico} (Nível mínimo: 08) {Não controla nenhum elemento} [Recebimento: Recompensa pela missão "Night of the Hunter", avaliada por Jhonn Stark e Att por Ares.] *Colar*

♦ {Lullaby} / Flauta encantada [Recebida por Ayla como um espólio de guerra, logo após o fardo de morte carregado pelo item ser limpo. Feita com uma base de alabastro recoberta inteiramente de prata, o instrumento abençoado por Orfeu agora apresenta apenas a base de um encantamento. Uma vez por missão (com o gasto de 50MP por alvo), ao entoar uma melodia suave com o item, a filha de Selene poderá transmitir suas ordens para um alvo selecionado, desde que estejam dentro do alcance sonoro do poder (30m de raio a partir da semideusa como centro). Quando usado em alguém com 5 níveis ou mais que a semideusa, esse poder não funciona. Em outros casos, a chance é de funcionamento normal. Se o alvo for ferido, o efeito se quebra, e o encanto possui duração de 2 rodadas ou enquanto a semideusa toque a flauta. A palavra final é do narrador, e dependerá também da ordem dada, que não pode ser algo que vá diretamente contra o instinto de sobrevivência do oponente (como se matar, ou coisas do gênero), nem contra as ações da semideusa (não adianta atacar e depois pedir pra um alvo não revidar). Resistências mentais e sonoras são aplicadas, assim como resistências geradas por habilidades passivas ou ativas.] {Alabastro e prata} (Nível Mínimo: 15) {Controle sonoro sobre mentes} [Recebimento: Recebido pela missão "Bad party", avaliada por Jhonn Stark e atualizada por Orfeu.] *Perna direita. Entre a calça e a meia.*

♦ {Resistance} / Jaqueta [Feita externamente de couro negro batido(o que já dá à vestimenta a resistência de uma armadura de couro), aparentando ser uma jaqueta comum, Resistance oculta suas verdadeiras propriedades de proteção em batalha. Internamente revestida por mitral, fornece grande resistência à semideusa, além da leveza característica do material, de modo que o peso não a prejudica quase nada. Além disso, o item recebeu o encantamento defensivo contra fogo, tornando-se completamente imune ao elemento – não dá imunidade à usuária, apenas à jaqueta.] {Couro e mitral} (nível mínimo: 27) {Controle sobre o Fogo} [Recebimento: The Dragon's Flame - Forja de Harry S. Sieghart]

↯ {Fulmine} / Espada de Bronze Sagrado [ Espada de 90 cm, sendo 70 cm de lâmina e 20 cm de cabo. Possui uma lâmina de bronze pontuda com dois gumes extremamente afiados. No sulco da lâmina há uma frase escrita em Grego antigo: "Do Amor até a Morte". Em baixo da lâmina, o guarda-mão é feito de prata. O cabo é feito de couro e possui leves depressões para melhor acomodar os dedos. Possui o pomo feito de ouro, que além de ter a base com círculos entalhados, possui esse símbolo -"¥"- escondido. Ao não ser usada, transforma-se em um anel de ouro, com a mesma frase da espada incrustada por toda a sua superfície externa] {Bronze Sagrado, Ouro, Prata e Couro} (Nível Mínimo: 5) {Não controla nenhum elemento} [¥Presente de Seu Mestre, Príncipe do Medo] *Anel, mão direita.*
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Re: Local Público: Pinheiro de Thalia

Mensagem por Lexis Skönhet em Dom Ago 02, 2015 10:47 pm

é muita audácia, né, querida?
post #001at pinheiro de thalia • with o bonde todo • listening quem nasceu piriga by camilla uckers. • wearing isso
Meredith era quase como uma Kiera para mim. Em tão pouco tempo de amizade, a filha de Melinoe tornara-se quase uma extensão de mim. Andávamos sempre juntas, nos arriscávamos sempre juntas, trasávamos sempre juntas, enfim, ela era o mais próximo de irmã que eu tinha. Nada contra o chalé de Afrodite — e olha que é gente pra caralho —, é só que uma ou outra criaturinha ali dentro era insuportável demais até pra mim.

— Sabe um lugar que me excita? O Pinheiro de Thalia — comecei, rindo, já puxando a mentalista de cima da minha cama, guiando-a para fora. — Tipo, lá tem todo aquele climinha de proteção e tal, me lembra camisinha. — Vi Mere cair na gargalhada, acompanhando-a, ainda que tentasse ser um pouquinho mais discreta do que a garota e sua risada de hiena.

Entramos, então, em uma conversa extremamente normal e corriqueira. Afinal, quem é que, na fila do pão, não discute maneiras de usar camisinhas que não envolvam sexo?

Não foi necessário nos aproximarmos muito para que escutássemos um burburinho, como se uma festa no estilo chá da tarde na casa da Rainha estivesse sendo oferecida, com uma pequena objeção que envolve estarmos na América, não no Reino Unido. Ergui uma sobrancelha ao vislumbrar uma silhueta já conhecida, usando da jaqueta de couro para confirmar a identidade. Sorri.

— Já começando sua transformação? — brinquei, referindo-me ao último encontro que tivera com Ayla. Olhei de soslaio para o grupo de semideuses que tomavam o lugar, chegando a conclusão de que eles preparavam um piquenique; notei que não conhecia ninguém, por fim assumindo que eram novatos. — Então temos carne nova por aqui. Que visão agradável.

Lexis Skönhet:
Armas levadas:
♥ {Beauté} / Chicote [Em repouso, é uma pulseira revestida em couro, com um único pingente dourado no formato de coração. Este, ao ser pressionado, se transforma em um chicote, todo trabalhado a mão, com 2,5m. Ele é feito de couro, e nesse couro, pode se perceber detalhes em renda, bordada manualmente. Ele também reluz alguns fios acobreados, deixando entrever o bronze sagrado, que ajuda em ataques mais precisos, e pode cortar a pele do atingido. Ao apertá-lo com força, retorna à forma de pulseira.]{Couro e bronze sagrado} (Nível Mínimo: 1) [Recebimento: Presente de Reclamação de Afrodite, modificado por H³] desativado, no pulso esquerdo

♥ {Arche de l'Amour} / Arco longo [Em repouso, é uma pulseira revestida em couro, com uma plaquinha onde é possível ler a palavra "Love", além de ter pequenos brilhantes nas extremidades. Quando a plaquinha é pressionada, transmuta-se para um arco de bronze sagrado de cores dourada e prata, que possui um desenho elegante e chamativo, mas não vulgar. Para todos os efeitos, age como um arco longo comum. Ao empurrar a corda do arco, ele volta a forma de pulseira.] {Bronze sagrado} (Nível Mínimo: 1) [Destreza/ Ataque/ Poder de precisão][Recebimento: Presente de Reclamação de Afrodite] desativado, no pulso esquerdo

♥ {Enchantè} / Aljava de Flechas Infinitas [Em repouso, é uma pulseira revestida em couro, com um pingente que é a palavra "Love" escrita em letra cursiva. Quando as letras são pressionadas, o item se transforma na aljava de Lexis. As flechas reluzem claramente, dado o acabamento mais elegante se comparado à armas de outra origem. Porém, são apenas flechas de bronze sagrado. O compartimento é feito de couro, decorado com filigramas metálicas.] {Couro e bronze sagrado; Madeira de freixo e bronze sagrado} (Nível Mínimo: 1) {Não controla Nenhum Elemento} [Recebimento: Presente de Reclamação de Afrodite] desativado, no pulso esquerdo
Poderes:

Afrodite e Mênades

PASSIVOS
Considerar todos até o nível 33.
ATIVOS
ERROR 404 – Not Found
Lexis Skönhet
Mênades
Mensagens :
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Re: Local Público: Pinheiro de Thalia

Mensagem por Ianna D. Belikov em Dom Ago 02, 2015 11:41 pm


bow down, bitches

Desde que assumi o chalé de Afrodite, costumo realizar pequenos passeios pelo Acampamento a fim de pegar algum dos meus campistas que esteja se esfregando demais com o(s) parceiro(s) pela orelha e colocá-lo no cantinho da disciplina para aprender a respeitar as regras. Geralmente, essas inspeções ocorrem à noite, após o toque de recolher, e pela manhã, antes de todos acordarem. Sei o que estão pensando. Se saio nesses horários "proibidos", não estou quebrando as regras? Sim, estou. Faço o que for necessário para liderar o chalé direito e adoro meu pequeno trabalho. Mas nem tudo é lindo.

Naquela semana, novos semideuses foram apresentados aos monitores para que fossem encaminhados aos seus novos chalés. Claro que eu os recepcionava muito bem e mostrava todo o amor que Afrodite poderia conceder, mas quando se fica à frente de um chalé conhecido por narcisismo e dinheiro, acaba tendo que se conhecer as frutas podres daquele meio. Duas delas vieram naquela leva. Até tentei reconfortar a garota porque entendia seu sofrimento, mas logo ficou clara sua manipulação, transformando todos ali em seus adoradores extremamento bonitos. Se tinha uma coisa que eu não suportava, de forma alguma, era aquele tipo de comportamento na "família". Teria que ficar de olhos bem abertos e grudados nela.

[ ... ]

Mais uma manhã se iniciava quando pulei da cama e comecei a fazer a contagem. Algumas camas estavam vazias, o que me fez querer dar sermão em todos. Mas, ao invés disso, apenas peguei meu estojo pessoa e minha toalha. Iria começar a caça aos fugitivos cedo naquele dia.

[ ... ]

Com a ajuda de algumas harpias que ainda rondavam por ali, obtive as informações que me interessavam: um grupinho de quase dez pessoas havia ido até o pinheiro. Nesses momentos, eu costumava parar e pensar o que as pessoas poderiam querer fazer seis da manhã de um domingo. É um horário tão bom pra dormir... De qualquer forma, lá estava eu com meu suéter branco e calça jeans, me embrenhando por dentro da floresta pra chegar até o tal local. O barulho de galhos se quebrando abaixo de mim era irritante, mas não se comparava com as vozes.

Não demorei para avistar uma de minhas fugitivas, Lexis. Ela estava perto de Ayla, a monitora de Selene com a qual meu único contato havia sido por ocasião do treino que organizamos, e com Meredith, a monitora de Melinoe com a qual eu definitivamente mal trocara palavras. Cheguei perto das três apenas para ver as garotas mais à frente reunidas como se fossem parte de uma seita esquisita. Devoradoras de homens, talvez? Não me julguem, já vi coisas esquisitas demais nessa vida. Bufei ao encontrar a minha fruta podre ali. Sabia que as regras seriam difíceis para ela engolir. Teria que desenhar, pelo visto. Toquei o ombro de Lexis e a encarei, já aguardando uma explicação.

- Se não são religiosas, sugiro que tirem bom proveito das manhãs de domingo em suas camas. Se bem que aquela ali... - Indiquei a garota com a cabeça. - Não tô muito disposta a tê-la de volta no chalé. - Cruzei os braços.

adicionais:
itens:
♥ Faca [Sua lâmina bronzeada mede cerca de 24 cm, e seu cabo tem o mesmo comprimento padrão. É bastante afiada e é perfeita para ataque ágeis e rápidos. O bom desta arma é sua eficiência tanto para mãos hábeis quanto para manuseios mais inexperientes, pois é uma arma curta, fácil de esconder e ao mesmo tempo fácil de manusear. Seu punho é feito de aço, mas uma camada de couro escuro cobre o aço para que o usuário possa segurá-la firmemente. Na parte inferior da lâmina, próxima ao cabo, há entalhado as siglas do Acampamento "CHB"; uma propriedade que só os meio-sangues e criaturas místicas podem ter e usar (ajuda um pouco na destreza)] {Bronze, aço e couro} (Nível mínimo: 1) {Nenhum elemento} [Recebimento: Administração; item inscrição padrão do fórum]

- Gauth [Adagas gêmeas feitas especialmente para Andy. As armas adaptam-se perfeitamente à forma da semideusa de lutar, e mesmo que sua perícia não seja esta, alguns dos ataques com as lâminas poderão dar danos maiores se estes forem bem explicados. Os cabos possuem as letras "A&G" entalhadas. Os detalhes são pequenos caduceus entrelaçados a algumas roseiras, perfeitamente esculpidos nos cabos.][Presente da Rafa, sua amada ♥]

♦ Respect [Um pequeno bracelete concedido à filha de Afrodite. Este permite que semideuses de nível inferior ou igual ao dela sintam-se obrigados a respeitá-la, hesitando em seus ataques. Semideuses de nível superior sentirão-se ligeiramente incomodados. No entanto, o poder do bracelete aumenta de acordo com o nível da afrodisíaca.]

♦ {Uncontrolled} / Colar [Colar feito de prata, com um pingente arredondado também de prata, que pode ser aberto. Dentro há uma foto de Ianna pouco mais sombria. Quando aberto, a semideusa cede parte de sua mente para seu ID, aumentando a potência de golpes físicos em 30% por dois turnos. Porém, quando o faz, a moça perde controle sobre suas ações, só retornando consciência após passados os turnos.] {Prata} (Nível Mínimo: 20) {Não controla elementos} [Recebimento por Aldrick no treinamento do 3º Trimestre de 2014]

♥ {Double} / Anel [Um anel feito de ouro um rubi incrustado em seu centro, representando uma rosa. Uma vez por missão, durante dois turnos, Ianna poderá criar um clone de si mesma. A cópia será exatamente igual à usuária e terá as mesmas habilidades físicas; no entanto, se o clone utilizar habilidades ativas, a MP provirá da original - ou seja, se o clone utilizar uma habilidade ativa, a energia (MP) de Ianna será descontada como se ela própria houvesse usado o poder. A ativação é de acordo com a vontade da usuária.] {Ouro e Rubi} (Nível Mínimo: 20) [Recebimento: Missão "The Other Me", por Poseidon]
poderes utilizados:
passivos:
♦ Visão auspiciosa (Nível 19) [NOVO - idealizado por Sadie Bronwen]: O filho de Afrodite enxerga a aura da emoção das pessoas ao seu redor. Não é telepatia, ou algo do tipo, mas ele sempre vai saber o estado emotivo das pessoas - ansiedade, raiva, amor, nada escapa de seus olhos. Não detecta pensamentos ou informações específicas, apenas o sentimento geral. Por exemplo, se alguém mentir para eles, não conseguem perceber, mas podem identificar que o locutor está ansioso, mesmo que não identifiquem o motivo. Não pode ser desativado.
ativos:
-x-
Ianna D. Belikov
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Re: Local Público: Pinheiro de Thalia

Mensagem por Marcel Holbrook em Seg Ago 03, 2015 12:39 am


 
 
 
nhem nhem nhem
sempre tem plus size fazendo nhem nhem

Dormir mais algumas horas após o amanhecer havia se mostrado impossível, mesmo os cruciais segundos em que meu corpo girava na cama tentando reconduzir meus pensamentos eram torturados pelos filetes de luz que ousavam escapar por entre as frestas na parede do local. Maldito acampamento, maldita luz, maldito dia — acordar de bom humor, outrora, também não parecia ter sentido naquele lugar. Praguejei mentalmente mais algumas reclamações a despeito do mundo e da forma como as vacas pastam, arrastando os pés descalços pelo assoalho do chalé a medida que agarrava as roupas atiradas pelos cabides e baús da cabine; naquele período da semana, em particular, o chalé de Afrodite muito se assemelhava a um brechó: espatifados pelo chão estavam potes de creme, pentes, roupas e uma infinidade de artigos que apenas se mostravam úteis para os que residiam ali. Após ter recolhido boa parte do vestuário que eu precisaria naquela manhã, senti o olhar alheio de um rostinho aleatório cruzar o corredor em minha direção, parecendo particularmente assustado. Mas que... Antes que pudesse ao menos indagar ou estranhar o olhar da garota, senti a brisa que escapava pela porta aberta do chalé resfriar minha virilha, só então notando a ausência do samba-canção que costumava usar para dormir — Put... Foi mal! — ergui ambas as mãos na direção do espaço que deveria estar sendo ocupado pela roupa íntima, sentindo as bochechas corarem quando a garota reteve um grito e mergulhou para fora do local em passos exageradamente rápidos.

Não me pareceu tão necessária uma atitude daquele gênero... Ora, quem nunca teve a chance de glorificar um mastro recém-acordado, pronto para ser ordenhado numa mijada matinal? Sacudi a cabeça, voltando a arrastar os pés de volta para a cabine em busca do samba-canção que havia se perdido durante a noite. Os banhos do chalé costumavam ser demorados, então boa parte das manhãs se resumiam a conversa sobre moda e frufrus na porta do banheiro: exceto por Emily, que não havia aparecido essa manhã. Era impossível não perceber a ausência da garota, mesmo que a quantidade de pessoas conversando não permitisse que qualquer pensamento fluísse da forma como deveria. Hesitei por alguns instantes em sair da fila, imaginando como a água morna do banho faria o ódio matutino se desfazer em poucos segundos, porém, como um bom amigo... Na verdade, um ótimo amigo, precisava investigar o motivo da ausência da meia-irmã.

* * *

Reconfortar uma meia-irmã nunca tinha se mostrado um obstáculo, muito pelo contrário, havia se tornado um hobbie. Organizar um piquenique ocupa nada mais nada menos que duas etapas: convidar pessoas e levar uma toalha. Emily parecia especialmente depressiva naquela manhã, seu jeito egocêntrico havia se convertido numa cólera depreciante, e, permitir que aquele humor se estendesse pelo resto do dia seria como um — em letras garrafais e piscantes — game over. Reservei o resto da manhã para convidar algumas garotas que me pareciam legais, mesmo algumas sendo donas de aparências nem um pouco legais — para os olhos. Ignorar a beleza inferior dos outros semideuses foi uma das poucas habilidades conquistadas ali que me pareceram úteis, seguida somente de fingir um orgasmo — Ué, cadê o leite? semblante cínico, lábios crispados — Você engoliu, não viu? — momento constrangedor seguido de fuga.

Indiferente ao aprendizado precário ali, as poucas amizades que havia conquistado haviam se baseado, em sua maioria, em ignorar a falta de beleza alheia. Tendo convocado um grupo considerável de pessoas, a próxima etapa era conseguir uma toalha — Doroty, me empresta aquele seu vestido vermelho e branco? Achei ele t-u-d-o... —, não sei se pelo fato das sílabas terem sido soletradas ou pelo retardo mental da meia-irmã, mas o fim do vestido se converteu numa belíssima — e muito mais elegante que a peça last season — toalha de piquenique, pronta para o uso. Agarrei o tecido recém-cortado e a mão de Emily antes de tomar rumo ao pinheiro de Thalia, onde numa perfeita tarde de sexta-feira, o grupo de convidados e a garota até então depressiva, tomariam iogurte diet e contariam histórias mitológicas em homenagem ao local — aliás, chá faz mal para as unhas.

Marcel Holbrook
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Re: Local Público: Pinheiro de Thalia

Mensagem por Logan Montecarlo em Seg Ago 03, 2015 4:42 am

Sexta-feira, tarde. Pinheiro de Thalia. Sozinho.

Logan não estava preocupado com o céu, o mar, o pôr-do-sol, a paisagem, ou qualquer outra frescura da natureza. Para si, bastavam os galhos próximos ao pinheiro, onde poderia ficar a uma altura do chão suficientemente grande para não ser incomodado por ninguém. Mentalmente, mantinha sua habitual conversa crepuscular com Peleu, o dragão, conversando sobre tudo o que envolvia a vida, o universo e tudo mais - e, a cada frase trocada com o monstro, sentia ainda mais sua pequenez humana, presença muitas vezes ignorada. No entanto, quando uma entidade mitológica é o mais próximo de um melhor amigo que se possui, chegava a ser compreensível que tal sensação - a de perceber ser apenas mais um grão de areia na imensa praia da vida - ocorresse frequentemente.

Como sua mente, em um primeiro momento, estava aberta, notou as consciências alheias se aproximarem, logo blindou-se, querendo evitar duas coisas: a primeira, funcionar como bisbilhoteiro da vida alheia; a segunda, chamar atenção, pois não desejava interrupções de seus devaneios e pensamentos. Abaixo de si, o dragão - enrolado ao tronco da árvore mais importante do Acampamento, aquela que dava as boas-vindas a todo semideus novo - soltou fumaça pelas narinas, como costumeiramente fazia, sem nenhum motivo específico; na opinião de Logan, deveria ser algum entupimento momentâneo dos canais respiratórios devido à quantidade de coisas presas ali, quase semelhante a um espirro vindo de um mortal, mas Peleu nunca confirmara ou negara, mantendo a dúvida viva no monitor de Perséfone.

Não que ele fosse adepto de ser solitário, mas - exceto por Lexis, que era a única pessoa com quem mantinha um vínculo forte - não tinha muitas companhias: mesmo seus meio-irmãos ficavam um pouco longe dele, talvez justamente pela figura de líder, monitor e/ou responsável pairar acima da pessoa, do humano que ele ainda era. Contudo, tampouco reclamava. Fora fácil se adaptar a essa vida, e não lutar contra as emoções que nasciam por simples desejo do seu lado sentimental era um objetivo que renovava diariamente.

Logan possui um "poder" que o permite falar a "língua dos monstros" ou coisa assim, então ele está se comunicando com Ládon em um idioma que não é nem ao menos humano. Portanto, mesmo que tentem ler seus pensamentos, devem no mínimo decifrá-los, em um alfabeto e regras da língua nem ao menos fazem sentido para humanos. Ele está desarmado - alguns poucos pertences encontram-se consigo nas árvores, por precaução - e tranquilo em relação a todos, sem interferir em nada dos dois lados. Por sinal, ele só está lá por causa do dragão, sem nenhum problema com ninguém, tanto que blindou sua cabeça logo que percebeu movimentos abaixo de si, querendo passar despercebido. Obviamente, ele está interagindo sozinho.
Por sinal, Lexis, eu te amo, minha baixinha.
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Re: Local Público: Pinheiro de Thalia

Mensagem por Sasha D'Angelis em Seg Ago 03, 2015 8:02 pm



THAT GIRL
IS A PROBLEM


Desde o baque emocional e psicológico sofrido por Sasha ao descobrir sua verdadeira descendência sanguínea, a estadia no acampamento em que foi acolhida remetia-se a algo bem diferente do que a jovem estava acostumada na sua antiga moradia. Afinal, acatar a regras nunca esteve presente na sua lista habitual de afazeres, muito menos dividir um chalé com um bando de desconhecidos. Mas as coisas não iam de mal a pior. Sasha, tampouco interessada em expor-se a novas amizades, já havia formado uma espécie de vínculo com alguns recém-chegados, que compartilhavam das mesmas sensações que a garota. Talvez seja por essa única razão que ainda não tenham sido descartados por ela. Na mente perversa da filha de Nix, era incrível como um grupo composto por diversas personalidades diferentes poderia agir com tanta união, mesmo apesar do pouco tempo que foram apresentados uns aos outros. Aquele tempo efêmero foi o necessário e, certamente, o suficiente para interligá-los – e acredite, Sasha não estava familiarizada com esse sentimento novo.

Na frente do espelho que parecia extremamente envelhecido, Sasha retocava o delineador obscuro e o lápis de olho, ambos da mesma coloração. O visual sombrio cultivado por ela destacava-se no decorrer de seu vestido coberto por um sobretudo, também enegrecido, acompanhados de uma meia-calça esburacada e um par de botas. Enquanto uma imensidão de palavras e perguntas frequentes vagavam no pensamento da menina, Sasha entreabria a gaveta na lateral de sua cama e buscava em seu interior o isqueiro seguido do maço de cigarro, visivelmente apressada e ocupada demais para arrumar os lençóis do colchão. A luz mal se fazia presente no recinto, tal como a quantidade dos filhos de Nix – bem pouca, por sinal. Naquele mesmo instante, D’Angelis girava a maçaneta da porta amadeirada e deparava-se com uma dupla em frente ao chalé, aguardando por Sasha. Pareciam estar impacientes, entretanto, contentes ao vê-la. Sage Buckshot, escoltada por Callie Vernom, nem sequer esperou pela reação de Sasha ao tomar posse de seu pulso, guiando-a no trajeto da trilha.

Francamente! Estava quase desistindo de te esperar.Sage tagarelava durante a caminhada do trio, revirando os olhos conforme desviava de pequenos empecilhos diante dela.

Que roupa gótica. Amei. – Um pouco sarcástica, Callie averiguava cada traço físico de Sasha, desde seus pés até sua cabeça adornada por um diadema prateado. Na verdade, aquilo era uma mania cultivada pela filha de Afrodite, que se importava mais em parecer uma princesinha de conto de fadas do que qualquer outra coisa disposta na vida.

Sasha afundava a mão numa cavidade interna do sobretudo e, bem ali, captava o maço amassado e o isqueiro favorito de sua coleção, não demorando muito para posicionar a cigarrilha na boca e incitar as chamas do outro utensílio em sua extensão. De súbito, pensou em oferecer uma tragada às campistas, estudando-as de soslaio e desistindo da concepção imaginada. Sasha não conseguia imaginá-las fazendo esse tipo de coisa. No seu ponto de vista, pareciam tão... ingênuas. O frio que dominava a região era parcialmente evitado pelas vestes das meninas.

Estamos andando em circulo, Sage. Eu já vi essa merda de árvore quinhentas vezes. – Sasha deslocou o antebraço assegurado pela mão de Sage ao elevar o tom de voz, olhando para os lados em conseguinte. Pareciam estar numa rota infinita de matagal, e a possibilidade de se perder dentro do próprio acampamento fazia-se nítida.

Calma, gente. O Marcel disse que era por aqui! Sage adiantava os passos e, ao avistar um grupo próximo de uma árvore, concluía que haviam alcançado seu destino. Céus, finalmente.

O convite proposto por Marcel, um dos filhos de Afrodite – que Sasha julgava ser gay até demais da conta –, não parecia ser uma idéia tão ruim. A não ser pelo fato primordial do local em que haviam combinado de se encontrar. Árvores, árvores e, é claro, mais árvores com diversos arbustos e plantas que a menina dessabia da existência. O cigarro encaixado entre as brechas dos lábios de Sasha induzia a fumaça para o interior de sua boca e, posteriormente, seu pulmão, despejando a cortina de fumo da boca em seguida. Sasha não se importava com o uso restrito de drogas no acampamento, pois afinal, ela precisava disso. Era uma necessidade.

O trio se aproximava para junto da reunião particular, e só então Sasha pôde perceber que todos já estavam ali, exceto ela e as outras duas acompanhantes. Nunca chegue primeiro numa festa – o lema predileto de D’Angelis. A sensação de se sentir parte de algo era ótima, ainda mais quando se é convidada. Afinal, ninguém gosta de penetras.

Demorei? – O sorriso indecifrável e o olhar enigmático de Sasha sobressaiam no semblante da menina, que optava por prosseguir até o centro da associação com o cigarro embutido na boca.

Sasha D'Angelis
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Re: Local Público: Pinheiro de Thalia

Mensagem por Callie Vernon em Seg Ago 03, 2015 8:05 pm


UNFORGETTABLE
No Basic Zone


C
allie foi abruptamente desperta de sua inércia com os berros dos integrantes do chalé de Hermes, quase escorregando para fora do beliche quando um dos semideuses prostrou-se diante dela, arrancando os lençóis.  
— Vai se fuder, porra. – a loira gritou enquanto erguia-se com um solavanco de pernas, pouco se importando com os olhares curiosos que se instalaram no seu corpo bronzeado coberto apenas pela lingerie rosa La Perla . Era o seu terceiro dia sob o regime do Acampamento Meio-Sangue, obrigatoriamente hospedada no chalé de Hermes enquanto o seu parente divino não tivera a decência de reclamá-la.  Se teria que viver nessas condições, Vernon faria o possível para enquadrá-las nos seus paradigmas – e, curiosamente, dormir com roupas não fazia parte deles.  
Já diante o espelho, Callie apenas vestiu a camiseta laranja por cima do sutiã, apreciando a imagem refletida na superfície côncava. Perfeita, perfeita, perfeita... , mentalizou o próprio mantra antes de recolher uma bermuda jeans de cima do beliche e sair do chalé, sentindo o estômago roncar pela ausência de comida há mais de doze horas.  


[…]  



Enquanto passeava pela relva na companhia das únicas pessoas com quem tivera a integridade de se tornar minimamente íntima – Sage Buckshot e Sasha D'Angelis –, a garota perscrutava criticamente os outros semideuses dispostos na clareira. Durante a caminhada, o seu olhar fora espontaneamente atraído para um trio de semideusas que tinham acabado de chegar. Callie soltou um muxoxo de desaprovação, desinteressada nas personalidades monótonas e nas aparências nada salientes, e partiu na direção das amigas, largando o corpo imaculado na toalha de piquenique improvisada.  
— Nós comemos com companhia agora? – Vernon comentou com os mais próximos, sem se importar com as doses de sarcasmo no tom de voz, e apanhou um croissant, ajeitando o longo cabelo loiro-trigo atrás da orelha enquanto desfrutava da parceria dos semideuses ao redor.



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Re: Local Público: Pinheiro de Thalia

Mensagem por Nessie W. Bloom em Seg Ago 03, 2015 8:35 pm





I’m so crown, bow down, bitches


keep it trill that's what's good


"Que porra é essa?", a prole de Selene franziu as sobrancelhas e esfregou os olhos com a mão, despertando do sono – gritos e outros barulhos estranhos acordaram a garota.

Briga?

Mas quem diabos estava brigando dentro do Chalé àquela hora do dia? Ou melhor, "madrugada" para Nessie, porque ainda podia-se ver o Sol – que escapou pelas frestas da janela e atingiu seu olho, ao sentar-se na cama. A primeira coisa que fez foi procurar Ayla, mas essa não se encontrava no local e isso explicava o porquê da lutinha estar acontecendo.

— Que inferno, não tinha hora melhor pra isso, garotas? — Warlorf levantou-se num salto e pegou um short qualquer para vestir, quase trocando de roupa ali mesmo, de tão atordoada.

Alguns de seus irmãos continuaram a dormir, outros fingiram o mesmo e ainda tinham aqueles que colocavam lenha na fogueira, prontos para registrar o momento com seus smartphones. Só Nessie parecia se importar em dar um fim àquele confronto e parte desse sentimento de organização viera de sua antiga experiência como monitora.

Após uma tentativa falha de separar as garotas, a loira resolveu procurar a semideusa que tinha maior autoridade ali – a senhorita Lennox. Por instinto pegou as armas que ficam próximo à sua cama e marchou até a porta. A briga duraria um bom tempo, porque ao direcionar um último olhar ao interior do Chalé, Nessie vira mais três garotas intervindo.

Conseguiu a localização da monitora, enfim, por um filho de Hermes que estava encostado em um dos Chalés: "Ayla tinha seguido para o Pinheiro de Thalia" e foi pra lá que Nessie correu.


O clima estava ameno, mas o Sol incomodava um pouco a garota, fazendo-a se arrepender de não ter pegado um chapéu. Ao longe se podia ver o Pinheiro – que por sinal é um local público e de livre circulação para os campistas –, então a mesma reduziu o passo para recuperar o fôlego.

Ao chegar, encontrou a monitora, sim, mas além dela outras garotas estavam presentes, fora a que fizera parte do seu grupo no último treino – Meredith? – e Lexis Skönhet, que já conhecia. A prole da Lua conseguiu sentir a raiva vinda de Ayla enquanto a mesma olhava para outro grupo de semideuses desconhecidos a alguns passos dali. "Tá, pode ser que esteja acontecendo algo de errado, mas não muda o fato de ter muita gente" Nessie pensou, olhando para suas próprias vestimentas: Uma bota, o short e a camisa que acordara com ela.

— Que merda, hein? Nem me avisam. — murmurou a loira. — Se eu soubesse que era uma festinha, teria pelo menos trocado a blusa de pijama.


bow down, bitches:
Arsenal:

✖Adaga Lunar Gêmea [Igual a Lunar inicial, só que essa é mais brilhante ainda, quando toca na pele do inimigo queima, aumentando assim o dano] {Presente de aniversário de Selene}

✖ {Nightmare} Espada Longa da Lua [Feita do Mineral Selenita, a pedra da Lua. A Espada nas mãos de filhos de Selene é usada com mais velocidade, além de absorver luz da lua e poder lançar pequenas rajadas dessa luz]
Habilidades:
Passivos:

✖ Nível 11: Empatia lunar
A lua sempre foi relacionada ao humor, dizendo-se que pessoas cujo temperamento é mutável são pessoas "de fases". A partir desse nível o filho de Selene consegue saber o humor das pessoas ao seu redor e seus sentimentos de modo geral - podem saber que a pessoa está com raiva, por exemplo, mas não o motivo disso. Além disso, não são capazes de modificar, apenas saber. [Novo]
Ativos:
Nenhum utilizado até o momento.

post: 01  with: #WeAreRonda  
tks, the raven@cg!
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Re: Local Público: Pinheiro de Thalia

Mensagem por Sage Buckshot em Seg Ago 03, 2015 9:34 pm




let's have a kiki


Um gritinho agudo escapa por entre meus lábios e ecoa pelo chalé de número vinte e seis, extinguindo-se com a mesma rapidez com a qual havia surgido. Sento-me na minha cama e coloco as mãos sobre a boca, temendo que aquilo pudesse acordar meus companheiros de quarto. Felizmente, todos permanecem adormecidos. Escondo meu rosto ao pressioná-lo contra o travesseiro, tentando varrer para longe da minha mente o pesadelo que acabara de ocorrer. Sempre as mesmas variações de um único acontecimento: o ataque da dracaena no jardim botânico, durante o qual eu me descobri como filha de Perséfone.

Recolho os itens que julgo necessários de dentro da minha mala e traço caminho até o banheiro, dando início à minha higienização casual. Em apenas alguns minutos, me encontro pronta para sair, trajando a blusa laranja padrão do acampamento, uma calça jeans escura e botas marrons de cano longo, propícias para caminhadas. Escolho como ornamento para o pescoço um colar dourado, cujo pingente se resume a um compartimento arredondado e banhado em ouro que guarda fotografias que tirei com meu pai. Perambular por aí sem aquele adereço não me deixa confortável.

Encaro meu reflexo no espelho do banheiro e tento ressaltar um sorriso convincente, mas ele não chega aos meus olhos, que teimam em refletir vestígios do pânico ocasionado pelo pesadelo. Não sou covarde. O fato é que eu sempre conservei uma mania de planejamento desde criança. Até o ataque que aconteceu há algumas semanas, eu já havia arquitetado cada passo que daria: iria concluir meu aprendizado, me casar com alguma figura importante de Lakewood e ter a minha própria floricultura. E agora estou aqui, forçada a permanecer no perímetro desse acampamento e passar pelo que parece um treinamento militar todo santo dia. Portanto, o monstro dos meus pesadelos é apenas uma alusão ao meu medo de sair da normalidade, da rotina, do confiável.

Quando estou prestes a abandonar o chalé, opto por trazer comigo uma cesta de vime forrada com um pano quadriculado e recheada com frutos sortidos. Uma boa olhada no conjunto me deixa insatisfeita. Com o período de inverno castigando o acampamento, não era o melhor tempo para colheita. Portanto, insiro algumas das minhas flores prediletas no meio do arranjo: narcisos, tulipas etc. Inspiro o aroma exalado da cesta e, com um sorriso de aprovação, passo o braço pela alça, caminhando para fora dos meus aposentos.

Após o encontro com Callie e Sasha e a exaustiva procura pelo ponto de encontro sugerido por Marcel, alcanço o tal pinheiro. Contorno a toalha do piquenique após depositar a cesta de frutas sobre ela, cumprimentando cada um dos presentes com dois beijinhos rápidos em cada bochecha. No momento em que ocupo um espaço vago entre Emily e Raina, já estou rindo a toa. Estar entre amigos é sempre eficaz para atenuar a tensão originada pelo clima frio. Os laços estabelecidos com as pessoas que estavam ali naquele momento eram tentativas minhas de recobrar uma rotina normal, de me adaptar àquele novo lar. Enquanto busco um meio de acompanhar o fluxo caótico de conversas que existe naquela roda, guardo um instante para memorizar todos os detalhes daquela interação, feliz pela vida que estava construindo ali e desejando que ninguém ousasse intervir em sua bolha de normalidade outra vez.


Thanks for @Lovatic, on CG

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Re: Local Público: Pinheiro de Thalia

Mensagem por Emily Heathcliff em Ter Ago 04, 2015 11:09 am


baby, i know places we won't be found in
And they'll be chasing their tails
Pássaros trilhavam sobre o azul furtivo do meio-dia numa fila cíclica. Embora alpes usualmente careçam de biomas abundantes, aquele era ressalva; proles fartas de orquídeas infundiam um oceano de pétalas e cravos, cujo aroma permitiu-se ao favor da brisa. Atmosfera oportuna – talvez propositalmente cinematográfica – para uma convenção entre quase amigos.

Emily dispunha de um palco digno de sua interpretação, onde, a mero título narcisista, encenava o protagonismo de uma abelha-rainha. Não que os demais assumissem postos secundários diante de tal encargo, muito pelo contrário: eram particularmente interessantíssimos. Provavelmente mais do que ela jamais fora – isto, sobretudo, motivava-a a tê-los para si. Quis desafios, atestar suas competências. E convenhamos: quando impossíveis, os desejos de uma filha de Afrodite se tornam coletivos. ‘’A união faz a força’’. Pffft!

Raina Partridge foi o primeiro encontro formal. – Pronta para o chá das seis da manhã? – Uma síntese complexa de Taylor Swift com Rita Hayworth, diga-se de passagem. Bonita, apesar dos nítidos descuidos para com sua imagem. Marcel a mencionou como alguém voraz, prepotente. – Sempre, Raina. Sempre. – por instantes, os lábios apáticos admitiram um sorriso que, de fato, aparentou transparência.

Angie Bridewell. Doce. Doce. Doce... Mimada. Durante quinze anos, Emily ostentou o título estimado de Barbie. Ao descobrir Angie, cedeu-lhe a honra; seu péssimo senso de justiça ditou que uma representação digna deveria ser coroada. Justo. – Relaxa, A. Seu Ken já está a caminho.

Barbara Sewford. O protótipo binário do sonhador frágil. Abaixo de toda a simpatia formidável da filha de Hécate, estava um ser inseguro – Heathcliff o via como se possuísse pré-disposição para discernir tal gênero. – Cuidado, Barbara. Não acho que exista uma magia pra emagrecer. – restituiu a entonação sarcástica, ainda em relação à garota.

Chanel Baudelaire. Um potencial subversivo dos outros. De longe, a melhor das hipóteses – traduzia com exatidão o estereótipo desinibido, um deleite ao paladar refinado de Emily. Sua devoção pelo sexo oposto, um elemento cômico, era, porventura, seu maior desfalque.

Marcel Holbrook. Amigo. Cúmplice. Álibi. Marcel poderia ser de tudo aos bocados, mas nunca completamente – não era confiável o bastante. Ciente, ela forjou e expôs um aspecto maçante, que designava, de forma majoritária, o chalé dez – a carência de atenção. As irmãs poderiam desempenhar o papel de víbora. Emily era uma víbora.

Sasha D’Angelis. Uma incógnita. Antecedentes, afiliações, gostos – nada. Os piores segredos estão lacrados nos melhores confins. Há poucas coisas que Emily não faz com exímia maestria. Bancar o Sherlock Holmes não é uma delas.

Callie Vernon. Apenas uma vadia? Não. A Vadia.

Sage Buckshot. Se por regra meninas manifestam personalidade efêmera para adaptação, Sage prorrogava a norma. Naquele momento, a única certeza incerta do grupo. Até quando?

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Re: Local Público: Pinheiro de Thalia

Mensagem por Leslie Rothlow em Ter Ago 04, 2015 12:06 pm


Nigthmare
dressed like a daydream
Algo fazia meus ouvidos pulsarem. Um zunido. Uma batida lacônica irritante vinda do meu peito. De repente uma luz acende no canto da sala escura. A silhueta das costas de um homem fica levemente sombria. Ombros magros e caídos. “Vem cá que irei usá-la.” A voz rouca ecoou longe e abafado. Abrir a boca para tentar xingá-lo, mas a minha voz não saia. Gritei. E, nada. “Não é a melhor prostituta deste bordel?” Repetia várias vezes, com um sorriso malicioso em seu rosto. Tentei correr, mas deparei com outro homem à minha frente. Ele estava trajando roupas de um cientista. Estremeci aterrorizada. O que é isso? Onde estou? “Está na hora dos experimentos.” Exultou o homem próximo ao meu rosto, pálido com o corpo coberto de sangue e seu bafo fedia a carniça apodrecida. Puxou com força o meu braço esquerdo, tentei me soltar, livrar daquelas mãos sujas, mas ele conseguia ser mais forte. Sem que eu notasse o homem levou o dedo ossudo até a boca, produzindo um: “Shhhh.”

Acordei com um grito, perturbada com o pesadelo. Sentei-me na cama, respirando profundamente, tentando recuperar o fôlego que havia se extinguido de meus pulmões. Rangi os dentes ao notar que estava sozinha naquele chalé. As lembranças de um passado horroroso ainda me atormentava, acabando com o restante da felicidade que havia sobrado em mim. Levantei-me da cama com um pulo, retirando do guarda-roupa e vestindo em seguida um conjunto que eu chamava de Candy Crush, que era um macacão curto azul-claro e um par de all stars. Mordi os lábios, cansada demais e irritada com tudo que acontecera em minha vida, saindo do recinto logo em seguida.

O silêncio era bastante irritante, sempre denunciando qualquer coisa que passaria despercebido em um lugar comumente agitado. Meus passos ecoavam pelo acampamento fazendo a trilha sonora do que seria um filme de suspense bastante clichê. Caminhei até o marco da divisa com o ambiente externo, aquele onde encontrava-se o Pinheiro de Thalia. Era um ótimo lugar para relaxar depois de se ter um pesadelo desses. Bom, para mim, sim. Me identificava com a semideusa que outrora dera sua vida para salvar seus amigos. Ela possuía coragem, mas eu...

Aagrh. — resmunguei baixo, notando outros campistas no local. — Chutar alguns traseiros não é uma má ideia.

Adendos:
Armas:
{Darkness} / Espada [Espada de 90cm, feita de bronze sagrado. Sua lâmina mede cerca de 70 cm, e sua base é mais grossa que a ponta. A guarda-mão é em forma de um crânio que tem seus dentes pontudos virados na direção do início da lâmina, como se ela saísse de sua boca. Os olhos do crânio são feitos por dois rubis. O cabo e a espiga são revestidos por um couro escuro, o mesmo tipo usado em sua bainha. No nível 20 transforma-se em um anel de caveira] {Bronze sagrado} (Nível Mínimo: 1) [Recebimento: Presente de Reclamação de Hades]

{Void}/ Anel [Anel de caveira que absorve a energia vital das almas dos oponentes mortos, armazenando-as. As almas guardadas podem ser usadas como um combustível na forma de um "buff", ampliando o poder de ataque do semideus em 10% por 3 turnos a cada alma utilizada. A alma utilizada segue ao submundo após isso. Esse efeito pode ser usado apenas 2x por missão. Adicionalmente, 1 vez por missão o filho de Hades pode gastar uma alma coletada para recuperar 10% de sua HP e MP.] [Almas coletadas: 0]{Bronze} (Nível Mínimo: 1) {Não Controla Nenhum Elemento} [Recebimento: Presente de Reclamação de Hades]

{Shadow} / Capa [Capa feita de escuridão, lã negra e fios de obsidiana. Com uma magia muito parecida com a do elmo de Hades, a capa faz com que o semideus fique invisível em meio as sombras, mas não modifica o odor do semideus, não diminui o barulho de suas ações ou modifica a estrutura corporal do semideus. A capa pode ser usada em partes do copo ou no corpo inteiro, mas ao passar por um foco de luz a camuflagem passa a ser inútil. Ao usar essa capa apenas como um acessório de vestimenta, mesmo estando sobre a luz ela concede um aumento de 10% na potencia dos poderes referente ao medo que o semideus usar.] {Lã}(Nível mínimo: 1) {Não Controla Nenhum Elemento} [Recebimento: Presente de Reclamação de Hades]

Poderes:
Passivos:
Aura da Morte I [Nível 1]: O filho de Hades emana uma aura que incomoda as pessoas - não chega a afastá-las, mas elas não ficam à vontade. É algo sobrenatural, sem explicação, mas elas tem medo de morrer ao chegar perto. Não afeta  semideuses ou seres mitológicos. Esta aura também afasta as almas muito mais fracas de você.[Modificado]

Respiração do Submundo [Nível 1]: O filho de Hades respira normalmente em locais de baixa pressão ou subterrâneos, fechados, desde que haja uma quantidade mínima de ar. Eles ainda são afetados por poderes de sufocamento, e condições precárias, se prolongadas, podem ser letais.

Perícia com armas laminadas [Nível 1] Por ser filho de Hades, o semideus manipula perfeitamente as armas laminadas, ganhas como presente de reclamação, e possuem uma familiaridade ainda maior se elas forem de ferro estige.[Modificado]

Visão Noturna [Nível 2] Possui a capacidade de enxergar perfeitamente quando escuro.[Novo]

Cura I [Nível 3]: Ao ficar nas sombras, o filho de Hades se recupera involuntariamente. A cada rodada, são 5 de HP recuperados. Apenas faz efeito em locais completamente sem iluminação, ou durante a noite. A sombra de uma árvore ao meio dia, por exemplo, não tem efeito algum. Recupera no máximo 50 HP por noite.[Modificado]

Ativos:
Nenhum





Leslie Rothlow
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Quando eu era apenas uma garota, dizia ser uma deusa... e vivia nos céus. Algumas vezes me pergunto porque desci. | Poético. Ass.: ídolo

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Re: Local Público: Pinheiro de Thalia

Mensagem por Angie Bridewell em Ter Ago 04, 2015 1:13 pm


i'm the one with the ghosts in my bed
Independente do ângulo em que Angie era vista, a filha de Melinoe era facilmente confundida com uma descendente de Afrodite  – não que ela desejasse ser filha da deusa da beleza, mas sim pelos seus traços angelicais e sua formosura inigualável –, suas características se faziam semelhantes. O ar que esbarrava contra os fios do cabelo castanho escuro da semideusa, conseguia facilmente liberar uma fragrância de flores, um perfume próprio e característico de Bridewell. A maquiagem reforçada acentuava os olhos da semideusa. A campista atraía, sem esforços, a atenção dos rapazes ao redor de si. 
   

O pensamento distante da garota foi interrompido quando uma de suas conhecidas aproximou-se e envolveu-a com os braços, apertando-a em um abraço, algo que era desconfortável aos olhos de Angie. A semideusa detestava aquele tipo de enlace, preferia um cumprimento formal e rápido, como o que acabara de demonstrar em Emily Heathcliff e Raina Partridge.


Angie adiantou-se até o lugar cedido por Marcel através da toalha de piquenique, estranhando a textura incomum daquele pedaço de pano estirado no chão. Ao pensar em Holbrook, a filha de Melinoe desenvolveu um rápido interesse pelo campista, finalizando a queda de alguns segundos após ouvir pequenas sentenças ditas pelo descendente de Afrodite. Bridewell havia sido convidada ao piquenique pelo próprio campista em questão, mas não tinha trocado muitas palavras com ele, até então. A garota aproveitou a falta de assunto para trazer a bolsa vermelha de veludo ao encontro do colo, repousando-a entre as coxas. Sem qualquer esforço, a menina retirou de dentro do objeto uma loção de repelente, trazendo no ápice de sua embalagem uma válvula de spray. Bridewell não se preocupou em esconder a clara insatisfação com a quantidade de insetos naquele matagal em que estava presa, ou o miasma que era trazido pelo vento, indicando a presença de algo podre no local. Sequer tinha intimidade com todo o grupo, mas isso não a impediu de borrifar uma quantidade exagerada de espanta-insetos ao redor de si, deixando que alguns pingos do material esternutassem nos mais próximos. 


Aparentemente diferente dos outros campistas, Angie só pensava em sair dali e fazer algo legal. Comida não era o seu forte. A última vez que esteve em um piquenique, a semideusa havia se escondido dos seus amigos para poder verter todos os quilos que imaginava ter ganho, e sabia que teria que repetir aquilo novamente, embora as opções de esconderijos onde a campista pudesse fazê-lo não fosse ampla. Às vezes, Angie precisava assumir que representava características de uma tipica garota americana; insegura e possuidora de distúrbios alimentares.


Inexpressiva, Bridewell amaciou a ponta das mechas na intenção de cachear a região. Odiava estar cercada por filhas de Afrodite, por mais que tivesse um vínculo com as semideusas em questão, sabia que em algum momento elas colocariam defeito em outras pessoas – inclusive nela. Embora que aquilo não fosse feito em voz alta. A originária de Melinoe só se animou verdadeiramente quando identificou a chegada de Sasha, sua melhor amiga. Bridewell olhou para D'Angelis e virou os cantos dos lábios brilhantes para cima. Era quase um sorriso. Fazia algum tempo desde que tinha desabafado e necessitava contar as novidades para ela, precisava coordenar o lugar exato em que a filha de Nix se instalaria, para que pudesse ficar perto dela. Angie fingiu retirar alguma poeira imaginária do local ao seu lado, depositando algumas batidinhas rápidas na superfície coberta pelo pano, intencionando indicar o lugar certo para que a amiga se sentasse. Além de tudo, Bridewell custava ser mandona, a garota adorava quando os outros obedeciam suas ordens. Prezava estar em um grupo novamente após tanto tempo, aquele grupo, em especial.

if you ignore it, it will go away
Angie Bridewell
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Re: Local Público: Pinheiro de Thalia

Mensagem por Raina Partridge em Ter Ago 04, 2015 5:52 pm

[



aren't i?


Let me clip
Your dirty wings
Let me take a ride
Cut yourself
Want some help?
Please myself
]


Feita em ruínas por um torrencial de pensamentos, pego-me deslizando os afunilados dedos da mão destra por meu pescoço ao me desconectar dessa profunda vertigem. A intensidade inebriante dos raios solares age de modo prejudicial sobre meu autocontrole, de modo que a oscilação de personalidade se torna evidente. Distanciada da melindrosa aparência de Emily pelo corpo de Sage, saúdo os recém-chegados com um sorriso efêmero, meus braços incumbidos da tarefa de conservar minhas pernas prensadas contra meu tórax.

Ainda que o cunho dos diálogos travados não me agrade, permito que minha mente abra alas a novas oportunidades. Minha vertente preconceituosa — pertencente à minha identidade mais rija e prepotente — encarrega-se de analisar meus colegas. A quadrada visão de mundo que um e outro têm revira meu estômago, ainda que histórias de vida emocionantes narradas por sujeitos mais eloquentes tratem de realocá-lo em uma posição confortável.

Instigada pela fragrância natural do banquete erigido no centro do tecido quadriculado — ainda que uma brisa pútrida calhe vez ou outra —, degusto amoras e um deleitoso pão sírio, maculado por uma camada sólida de cream cheese. A contribuição de frutas secas para o brunch em nada ajuda a manutenção de meu peso, que sofrerá acréscimos daqui a algumas horas.

Por mais que nenhum círculo jamais se equipare ao meu laço com meu pai — fortalecido desde o momento em que eu descobri que ele ocultava minha linhagem para minha própria segurança —, sinto como se estivesse em casa. Paulatinamente, a mais dócil face de minha tripla personalidade aflora, e minha voz some em meio às da multidão.


[my house in budapest]
my hidden treasure chest
golden grand piano
my beautiful castillo
my acres of a land
i've achieved
stop and believe


Raina Partridge
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Re: Local Público: Pinheiro de Thalia

Mensagem por Meredith H. Wermöhlen em Ter Ago 04, 2015 8:16 pm

mc melody & Maísa >>>>>

bora parar que tá ficando feio, migs

Seguir Lexis era fácil. Difícil era tirar os olhos dos movimentos afrodisíacos que a semideusa fazia quando andava, atraindo, além de Meredith, olhares de outros campistas. A própria filha de Melinoe tinha seu próprio rebolado, tão seguro e confiante que mal olhava para os lados. Já conhecia o caminho que traçavam, até porque era a saída mais viável do acampamento para fugidas.

E, com certeza, a filha de Melinoe notou a presença de mais gente ali. Não por ter uma visão aguçada, mas porque certas pessoas tinham a mente tão fraca que era impossível não conseguir penetrar, mesmo que inconscientemente. Porém, havia uma mente que a Wermöhlen não podia adentrar. E ela sentiu, instantaneamente, que se tratava de outro subordinado de Psiquê. A deusa colecionava almas por todos os cantos, e, parecia para Meredith que estavam se multiplicando feito filhote de coelho. E, logo, ela a viu. A jaqueta de couro foi algo que registrou na mente da morena a marca da colega. E Lexis pareceu reconhecê-la, mesmo que Meredith não. Não era nenhuma surpresa, dados os antecedentes da filha de Afrodite.

Ué, mas o que tá pegando aqui, afinal? — perguntou, parando ao lado de Skönhet. Sabia o sobrenome dela, mas duvidava que a garota já tivesse decorado o seu. Os olhos percorreram pelos presentes, e, aproximando-se do ouvido de Lexis, sussurrou: — Não vai dar pra todo mundo se pegar aqui, vai?

AS CARALHADA TUDO:
ARMAMENTO:

  • {Soul} / Colar [Um colar feito de prata com um pingente metálico em uma forma abstrata, algo como um "borrão" ou uma "mancha".  Quando ativado, permite que o smideus assuma a forma etérea. Contudo, ele só pode ficar nesta forma 5 turnos por missão, seja de forma contínua ou não - ou seja, ele pode gastar os 5 turnos seguidos ou dividir a utilização, mas a soma do uso não pode exceder o tempo máximo por missão] {Prata} (Nível Mínimo: 1) {Controle etéreo} [Recebimento: Presente de Reclamação de Melinoe] → pescoço;
  • {Void} / Anel [Anel prateado. Olhando de perto seus detalhes lembram ossos justapostos, como se o anel fosse feito de pequenas peças até tomar seu formato. O anel suga a alma/ energia dos oponentes derrotados em combate (mortos ou destruídos pelo filho de Melinoe - ele deve ser o último a golpear o oponente para fazer efeito. Essa essência pode ser usada futuramente na ativação de certos poderes, como "Ectofagia" e "Acessar memória", respeitando os limites dos poderes. Adicionalmente, o semideus pode escolher gastar o poder de uma alma capturada - consumindo-a no processo - e ganhando um aumento de suas características de 15%, por 3 turnos. Isso afeta força física, esquiva e potência/ chance de acerto de ataque, mas não a duração dos poderes, ainda que o dano seja alterado. Apenas uma alma pode ser consumida desta forma por missão. Uma vez por missão o anel pode manipular a energia espiritual do próprio semideus, fazendo com que recupere 20 HP sem custos adicionais ou qualquer perda.] {Bronze sagrado}(Nível Mínimo: 1) {Controle de almas. Almas coletadas: 1} [Recebimento: Presente de Reclamação de Melinoe] → anelar esquerdo;
  • Anima Bracelet. [Um bracelete de prata com o desenho de borboleta em ouro. Esse bracelete pode ser ativado com o desejo mental do usuário e transforma-se em uma corrente que pode medir 10m. Essa corrente é feita de prata e ouro sagrado, bastante resiste a tal ponto de ser semi-indestrutível. Ela obedecerá aos comandos mentais do mentalista com perfeição, independente do nível que ele esteja.] [Materiais: Ouro Sagrado e Prata Sagrada] (Nível mínimo 1) {Elemento: Psíquico} [Recebimento: presente por ser mentalista] → bracelete, pulso direito;
  • {Snow} / Adaga [A arma possui trinta e cinco centímetros, e uma lâmina feita de ferro estige, de modo a aumentar os poderes relativos aos filhos de Melinoe em 10%, quando usada como canalizadora. Seu cabo é em madeira, entalhado para se encaixar perfeitamente nas mãos da dona, de modo que outro semideus que usá-la não terá o mesmo desempenho. O dano causado por essa arma é tanto de perfuração quanto de corte, por possuir uma ponta bastante afiada, assim como seus gumes, de modo a causar 10% de dano a mais em relação à adagas comuns, além de possuir um formato propício à penetrar armaduras, bonificando o dano em 5%. Por ser uma adaga, é leve - trezentas gramas - e fácil de ser escondida, facilitando os golpes rápidos e furtivos. A arma foi encantada com o atributo gelo, de modo que quando a dona desejar, sua lâmina ficará coberta pelo elemento, e durante dois turnos possuirão o efeito de congelar o ponto atingido, que ficará nesse estado por no máximo dois turnos. O efeito pode ser usado duas vezes por ocasião. Acompanha uma bainha de couro.]{Couro, Ébano e Ferro Estige} (36) {Controle Sobre o Gelo} [Forjado por Harry S. Sieghart] → escondida na bota;
  • {Fear} / Pulseira [A pulseira é de bronze comum, contrastando com a pele alva da semideusa e sua forma lembra a de correntes entrelaçadas. Uma vez por missão, a usuária pode ativar o poder do colar por um turno. Este faz com que sua voz assuma um tom mais monstruoso, a permitindo poder paralisar, com sucesso, inimigos - que não sejam filhos de Phobos ou Deimos - que sejam de cinco níveis abaixo que o dela por duas rodadas.] {Bronze Comum} (Nível Mínimo: 25) [Recebimento: Missão "Taste of Horror"] → no pulso esquerdo.



HABILIDADES:

    nenhum, nenhum.

Meredith H. Wermöhlen
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Ahn...?

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Re: Local Público: Pinheiro de Thalia

Mensagem por Barbara Sewford em Ter Ago 04, 2015 9:15 pm








so you wanna play with magic?


S
ssim que chegou ao piquenique, Barbara cumprimentou todos ao redor com um simples aceno e um sorriso estampado no rosto, exceto Raina, uma de suas meia-irmãs com quem tinha mais intimidade, a qual saudou com um abraço. Ao contrário dos semideuses ali presentes — principalmente os filhos de Afrodite —, Barbara estava faminta e não iria esperar que a roda de colegas abrisse a cesta antes de si.

۞

Logo após desfrutar de um iogurte diet, um sanduíche natural e um suco de laranja, Barbara já estava cheia. Tomando proveito do espaço que sobrava no tecido branco preenchido com  listras vermelhas, a filha de Hécate repousava seu corpo enquanto ouvia a conversa entre os semideuses do grupo que estava. Emily e Marcel, como sempre, falavam sobre beleza, moda e outros motivos irrelevantes. Com o auxílio dos braços, Sewford tentava afastar o máximo possível a proximidade de mosquitos ao seu redor.
— Esse lugar é um inferno. — disse a garota. Mesmo não estando no Acampamento há muito tempo, Barbara já estava cansada da presença massiva de mosquitos no local, que, além de atrapalharem seu descanso, causavam uma série de marcas vermelhas na pele causadas por suas picadas.

Entediada pelo fato de não ter conseguir se divertir no meio de uma floresta, Barbara relembrava alguns de seus jogos que praticava em sua escola no seu círculo de convivência. Assim como sua mãe, Hécate, Barbara assumia diferentes personalidades durante a semana, sendo carinhosa e doce, mas muitas vezes sendo fria e calculista. Barbara arredou o corpo até ficar próxima de Chanel, deslizando uma das mãos pela própria cabeça, arrumando alguns fios de cabelo que insistiam em sair de trás da orelha.
— Você já conhece muita gente por aqui, Chanel? — questionou Barbara, alternando o olhar por cada um dos semideuses convidados para o piquenique.

Boy, you should know what you're falling for

[/quote]
Barbara Sewford
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Re: Local Público: Pinheiro de Thalia

Mensagem por Chanel Baudelaire em Qua Ago 05, 2015 2:26 pm


Strike a pose
What are you looking at?
O diálogo alternava entre questões diferentes — desde quem seria a próxima rainha do pop à alfabetização do Brasil, e Chanel, mesmo que divagando em seus pensamentos mantinha um sorriso singelo. Vez ou outra, usufruindo de um abanar do rosto para não parecer absorta. — É plus size, Marcel. — a garota se recompôs, retrucando a pronúncia de Holbrook ao ouvi-lo referir-se erroneamente as obesas mórbidas. Entre seus vários atributos, inteligência era o que menos destacava o filho de Afrodite.

Baudelaire preenchia a boca com os vários petiscos dispostos sobre a toalha exótica — um pouco de cada. Adorava doces e, devido a este hábito, a última das donzelas agradecia internamente por não possuir um metabolismo fraco, ou a esta altura já estaria parecendo uma bola. Bárbara era um claro exemplo disso.

— Você não vê, Bárbara? Está parecendo uma filha de Selene. — Baudelaire acentuou as sobrancelhas assim que pôs os olhos na meia-irmã, buscando pegá-la de jeito na comilança. — Elas são redondas como a lua. — deu fim ao comentário ao comprimir os dentes numa cereja. Como diziam os sábios; os demônios costumam encontrar seus iguais, e o demônio de Chanel estava pronto para perder a linha. Vez ou outra a garota permitia-se expô-lo.

Baudelaire tombou o queixo de lado e gargalhou, meio descarada por detrás da figura imaculada. Ao término, a filha de Hécate devolveu o sorriso presunçoso a feição delicada, cheia de más intenções. — Você é a pimenta aqui, D'Angelis. Dê o seu show.— Chanel rebuscou os lábios na intenção de um coração, fazendo menção de enviá-lo à Sasha por fim.




Chanel Baudelaire
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Re: Local Público: Pinheiro de Thalia

Mensagem por Hearven Schaller em Qua Ago 05, 2015 6:55 pm

Funebribus
NÓS realeza VOCÊS ralé


A língua contornou os lábios de forma lenta e instigante. Aquela manhã, Hearven decidira caminhar pelo acampamento; os passos traçavam um andejar sem rumo e sem destino pelo local, em busca de algo que pudesse, enfim, entretê-la. A repentina decisão havia surgido logo que os olhos, recentemente abertos, encontraram a infeliz presença de outros meios-irmãos causando um barulho incômodo para a filha de Hades. Levantou-se, irritada, e pôs a primeira roupa que enxergou pela frente, saindo do chalé. Odiava barulho, principalmente quando estes acordavam-na. Estava nervosa, e, (in)felizmente, aquilo gerava uma vontade incontrolável de arrumar confusão. E confusões faziam a garota sentir uma pequena pontada de prazer.

Desgraçada seria a pessoa que escolhesse para ser a vítima.

O campo de visão chocou-se com uma árvore alta a alguns metros de distância. Era o pinheiro. A personalidade encrenqueira da Schaller mais velha estremeceu. Afinal, ali não poderia ter nenhum tipo de desordem, certo? Hmm, certo. Era fato. E era, também, um tanto quanto inconveniente. Suspirou, pesarosa. Deixar a ideia de descontar a raiva em alguém não estava nos planos da semideusa, contudo, ainda estava com preguiça. — Fica para próxima. — e revirou os olhos, continuando a andar. Sentaria ali por perto, e caso o dia virasse a seu favor, acalmaria os ânimos.

Mas, aparentemente, não sossegaria tão cedo.

O que não queria dizer que o dia não tinha virado a seu favor.

Dois grupos. Um fazendo piquenique e o outro, atrás. Tensão no ar. — Caralho, eu só posso ter imã pra isso. — um sorriso sapeca surgiu nos lábios da garota. Não conhecia nenhuma daquelas pessoas, porém, o desejo de fazer algo atingiu-a em cheio. Sentiu o âmago apertar, e involuntariamente, andou em direção as meninas em pé. — Então, isso parece ser uma divertida e amigável confraternização... — disse ela, antes de fitar cada rosto a seu lado. Não lhe pareciam familiares, mas poderia deduzir facilmente qual era a filiação divina de qualquer uma que estava ali. Fediam a semideusas, obviamente, e por uma coincidência, uma ali tinha um perfume extremamente habitual. Uma meia irmã. Não se lembrava de ter cruzado com a irmãzinha pelo chalé, talvez por falta de sorte ou por passar metade do dia dormindo, o que afinal não era o caso daquele amanhecer. Uma das sobrancelhas se arquearam, em uma clara e explicita insinuação. — Que tal animarmos essa festinha? — e bom, se caso pudesse ser visto, enxergariam ironia pingar a cada palavra dita pela cria do diabo.

E ora, veneno também.
QUEM NASCEU PIRIGA NUNCA VAI SER PIRIGÓTICA
Hearven Schaller
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Re: Local Público: Pinheiro de Thalia

Mensagem por Keira Porteus Auchmuty em Qua Ago 05, 2015 7:19 pm

Y.O.L.O
Era incrível o quanto eu, simplesmente, não sabia nada sobre o lugar em que morava. Durante seis anos anos da minha vida, tudo o que eu consegui ver foi as paredes de meu chalé e as mesas do refeitório. Um pena, percebi, não tinha a mínima noção do quanto ele era maravilhosamente belo.

Minha jornada começou quando eu estava trabalhando e notei os campos de morango, de como eram organizados e corretos. Para uma pessoa com comportamento obsessivo compulsivo, aquilo servia como um calmante natural. Eu até respirava melhor.
Desde então, minha vida mudou completamente; acordava e ia dormir com novos lugares na cabeça para visitar.

O daquela semana era, nada mais, nada menos que o pinheiro de Thalia, a menina tão corajosa e lendária do acampamento - uma inspiração para muitos. Tinha se sacrificado em nome de seus amigos, entrando para a história.

Talvez por causa da reputação que a própria tinha, esperei encontrar um ambiente calmo e comportado. Fui ingênua o suficiente para pensar que as pessoas a respeitariam assim como deveriam.

Tsc, tsc. Doce engano.

Entrei no amontoado de gente que ali estava, tentando reconhecer algum rosto familiar. Vi Ayla, uma menina da qual minha antiga mestre já tinha falado pra mim. De resto, eram desconhecidos totais.

Entretanto, um clima tenso pairava no ar; um sinal claro de briga entre dois grupos - ou, pelo menos, pessoas que pareciam estar divididas em grupos. Eu, como uma boa pessoa que sou, apenas fui para o canto e esperei, querendo ver uma briga rolar.
Keira Porteus Auchmuty
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Re: Local Público: Pinheiro de Thalia

Mensagem por Ayla Lennox em Qua Ago 05, 2015 9:36 pm


Leaving, Breathing... Smiling.
For now... It's over.


Com um suspiro longo e demorado, a monitora se conteve. Aquele lugar era parte de algo maior, ela era parte de algo maior e sabia que por mais que a vontade de intervir fosse grande, algumas coisas não valiam apena.

Algumas pessoas não valiam apena.

Continuava a ouvir murmúrios e fragmentos das conversas dos que estavam realizando aquele "encontro". Nada que fosse minimamente relevante para a mentalista.

Talvez um dia aprendessem a respeitar gestos, locais, heróis como ela havia aprendido a fazer. Até lá... Bastava que mantivessem sua ignorância longe dos olhares da cria de Selene.

Luna parecia demasiadamente inquieta e insatisfeita, mas Ayla sabia que aquilo era o melhor a se fazer.

Enquanto começava a guiar os passos de volta para o chalé, deu de cara com alguns rostos conhecidos e outros nem tanto. Ianna e Meredith, ambas monitoras também. Lexis as acompanhava e mais outras semideusas que desconhecia, além de Nessie, uma das irmãs.

Algumas das colegas dirigiram palavras a Lennox, que respondeu olhando para todas as que estavam ali reunidas. Não precisava de nenhum tipo de leitura - emocional ou mental - para saber que todas partilhavam do mesmo sentimento de insatisfação com os presentes.

Um sorriso maldoso tomou conta dos lábios da garota. Já não sabia se este era advindo de si própria ou de Luna, porém aquilo não importava.

Damas, sugiro que ninguém aqui perca seu tempo. Vamos todas para um lugar mais bem-frequentado. — Disse levantando uma das sobrancelhas. — Porque se existe algo que aprendi com o príncipe do medo...

Lembrou-se de Allan. Não era exatamente humilde, mas no mundo semidivino essa não era uma qualidade importante. Aquele ensinamento a garota jamais esqueceria e, naquele momento, parecia um argumento perfeito para levar todas embora.

A marca em suas costas comichava, como se a lupina interior risse enquanto passava o resto da frase mentalmente para as colegas.

É que a realeza não se mistura com a ralé.
Adendos:
Poderes:
Considerar todos os passivos de Selene e dos Mentalistas até o nível 71.
Itens:
{Moonlight} / Adaga [Trata-se de uma adaga com a lâmina ligeiramente mais larga e curva. O seu formato é levemente arredondado – o que lembra uma lua na sua fase crescente. O cabo tem uma espécie de cobertura (como em sabres) feita de bronze sagrado, o que dá certa defesa as mãos daquele que a está empunhando. Tem uma coloração esbranquiçada e toma um tom azulado quando exposto à luz lunar. No nível 20, se torna um botton escrito "CLUBE DE ASTRONOMIA".] {Bronze Sagrado} (Nível Mínimo: 1) [Recebimento: Presente de Reclamação de Selene] *Bottom na blusa.*

— {Silver Moon} - [Um escudo redondo de prata lunar que proporciona uma defesa eficiente para sua dona. Possui em seu centro o desenho em relevo de um lobo (o desenho do rank dos filhos de Selene), pintado em dourado. Quando não estiver sendo utilizado, transforma-se em um relógio de prata] {Prata Lunar} (nível mínimo: 1) {Não Controla Nenhum Elemento} [Recebimento: Forjado na The Dragon's Flame, presente de Jhonn Stark.] *Relógio, pulso esquerdo*

- {Red Hood} / Capa vermelha [Uma capa vermelha encantada, que desce até os pés da semideusa, e inclui um capuz; é adornada com diversos desenhos prateados bordados em seu contorno, sendo a maior parte deles de lobos ou da lua. Enquanto estiver sendo usada, possui o efeito de ampliar a agilidade da semideusa em 20%, além de conceder uma leve resistência a efeitos climáticos (calor, frio, nunca poderes, apenas os efeitos climáticos naturais). Quando não estiver sendo usada, pode se transformar em um colar com um pingente de lua nova. Em sua forma de capuz, tem a capacidade de se regenerar com o tempo, por exemplo, de cortes, partes queimadas... Mas o processo é lento, dependendo da situação e da gravidade do dano ao tecido, sendo que o tecido não é indestrutível, podendo ser destruído se submetido a um dano que consuma todo ou 90% do tecido..] {tecido mágico} (Nível mínimo: 08) {Não controla nenhum elemento} [Recebimento: Recompensa pela missão "Night of the Hunter", avaliada por Jhonn Stark e Att por Ares.] *Colar*

♦ {Lullaby} / Flauta encantada [Recebida por Ayla como um espólio de guerra, logo após o fardo de morte carregado pelo item ser limpo. Feita com uma base de alabastro recoberta inteiramente de prata, o instrumento abençoado por Orfeu agora apresenta apenas a base de um encantamento. Uma vez por missão (com o gasto de 50MP por alvo), ao entoar uma melodia suave com o item, a filha de Selene poderá transmitir suas ordens para um alvo selecionado, desde que estejam dentro do alcance sonoro do poder (30m de raio a partir da semideusa como centro). Quando usado em alguém com 5 níveis ou mais que a semideusa, esse poder não funciona. Em outros casos, a chance é de funcionamento normal. Se o alvo for ferido, o efeito se quebra, e o encanto possui duração de 2 rodadas ou enquanto a semideusa toque a flauta. A palavra final é do narrador, e dependerá também da ordem dada, que não pode ser algo que vá diretamente contra o instinto de sobrevivência do oponente (como se matar, ou coisas do gênero), nem contra as ações da semideusa (não adianta atacar e depois pedir pra um alvo não revidar). Resistências mentais e sonoras são aplicadas, assim como resistências geradas por habilidades passivas ou ativas.] {Alabastro e prata} (Nível Mínimo: 15) {Controle sonoro sobre mentes} [Recebimento: Recebido pela missão "Bad party", avaliada por Jhonn Stark e atualizada por Orfeu.] *Perna direita. Entre a calça e a meia.*

♦ {Resistance} / Jaqueta [Feita externamente de couro negro batido(o que já dá à vestimenta a resistência de uma armadura de couro), aparentando ser uma jaqueta comum, Resistance oculta suas verdadeiras propriedades de proteção em batalha. Internamente revestida por mitral, fornece grande resistência à semideusa, além da leveza característica do material, de modo que o peso não a prejudica quase nada. Além disso, o item recebeu o encantamento defensivo contra fogo, tornando-se completamente imune ao elemento – não dá imunidade à usuária, apenas à jaqueta.] {Couro e mitral} (nível mínimo: 27) {Controle sobre o Fogo} [Recebimento: The Dragon's Flame - Forja de Harry S. Sieghart]

↯ {Fulmine} / Espada de Bronze Sagrado [ Espada de 90 cm, sendo 70 cm de lâmina e 20 cm de cabo. Possui uma lâmina de bronze pontuda com dois gumes extremamente afiados. No sulco da lâmina há uma frase escrita em Grego antigo: "Do Amor até a Morte". Em baixo da lâmina, o guarda-mão é feito de prata. O cabo é feito de couro e possui leves depressões para melhor acomodar os dedos. Possui o pomo feito de ouro, que além de ter a base com círculos entalhados, possui esse símbolo -"¥"- escondido. Ao não ser usada, transforma-se em um anel de ouro, com a mesma frase da espada incrustada por toda a sua superfície externa] {Bronze Sagrado, Ouro, Prata e Couro} (Nível Mínimo: 5) {Não controla nenhum elemento} [¥Presente de Seu Mestre, Príncipe do Medo] *Anel, mão direita.*
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Ayla Lennox
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