Percy Jackson e os Olimpianos RPG BR
Olá. O PJBR passou por diversas mudanças ao longo dos 9 anos em que esteve ativo — muitas delas foram benéficas, porém outras acabaram por deixar o jogo maçante a ponto de fazer com que perdesse seus membros.

Todas as pessoas que passaram pela administração fizeram o máximo para que o fórum não morresse, mas chegou um momento em que era inevitável que cada um seguisse com sua vida. Não há erros para serem apontados, pois o fórum nunca teve um manual de administração ou qualquer coisa parecida, que mostrasse as decisões corretas a serem tomadas. Por mais que uma medida agradasse certo público, era criticada pelo outro lado. Não existe o RPG perfeito e nem nunca existirá. O que sempre permaneceu, entretanto, foi a vontade de fazer com que o PJBR se tornasse um local de escape para a vida real, onde a criatividade poderia fluir de forma a dar vida para cada um dos personagens.

Por mais que pareça, esse não é um texto de adeus.

O reset acabou por desmotivar grande parte dos membros. Entende-se hoje de que foi uma decisão precipitada, tomada no calor do momento pela ideia de mudança radical. Estou hoje tentando fazer um backup do fórum para antes do reset, onde cada conta ainda preservava seu progresso e o Acampamento ainda não havia sido destruído.

Peço ajuda de quem quer que se interesse, pois não há staff nem administração no momento. Tentarei tornar o PJBR um RPG casual, sem complicações de sistemas e regras em excesso, sem cobranças e sem estresse, pois sinto a falta desse fórum de forma absurda.

Deixo um agradecimento especial para todos que se doaram por esse RPG antes, todos que escreveram textos extraordinários por aqui e todos que cresceram de alguma forma por contribuição do PJBR.

Caso você queira ajudar, mande uma mensagem privada para a conta Caos se identificando (e anexando uma forma de contato externo, de preferência).

Local Público: Pinheiro de Thalia

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Local Público: Pinheiro de Thalia

Mensagem por 142-ExStaff em Sab 02 Maio 2015, 23:53

Relembrando a primeira mensagem :


Pinheiro de Thalia



Descrição

Se não puderes ser um pinheiro, no topo de uma colina,
sê um arbusto no vale mas sê
o melhor arbusto à margem do regato. [...]
Não é pelo tamanho que terás êxito ou fracasso...
Mas sê o melhor no que quer que sejas.


— Pablo Neruda

O Pinheiro de Thalia é um marco da divisa com o ambiente externo, ou seja, a linha entre a segurança e o perigo. De um lado, o semideus estará dentro dos limites determinados pela barreira mágica, que filtra monstros e humanos, não permitindo que determinados seres entrem no Acampamento Meio-Sangue sem permissão; do outro, o lado de fora, o meio-sangue estará por sua conta em risco, ao sabor do acaso, sendo responsável por sua própria sobrevivência e podendo sempre ser abordado por monstros, criaturas fantásticas e até deuses.

O local fora maculado para sempre quando uma jovem filha de Zeus, chamada Thalia, tentara salvar seus amigos, ganhando algum tempo numa batalha perdida para que eles pudessem se encontrar dentro das proteções do Acampamento. Devido ao ato de coragem da garota, o próprio deus dos deuses transformou-a no pinheiro que hoje se localiza no alto da Colina Meio-Sangue. Dizem que o espírito da heroína ainda habita o pinheiro, enquanto outros afirmam que ela se libertou com o poder curativo do Velocino de Ouro.

Aliás, uma árvore grande e de tronco grosso, o pinheiro está sempre com dois importantes companheiros: o Velocino de Ouro e o dragão Peleu. O Velocino de Ouro, originalmente recuperado pelos Argonautas, teve que ser novamente retirado de um esconderijo, no caso, a ilha de Polifemo, e é sabido que seu poder age de forma tão forte sobre a natureza que sua aura chegou a ser confundida com a do deus Pã. Já o dragão Peleu - imenso e com escamas cor de cobre - é o protetor do Acampamento Meio-Sangue, impedindo que ataques sejam feitos contra o Velocino, e por isso dorme enroscado no tronco do pinheiro.

{Wikipédia, Pensador, Percy Jackson BR, Rick Riordan, Guia Definitivo (Knight, Mary-Jane), Percy Jackson e o Ladrão de Raios (Rick Riordan), gabs}


Informações de Jogo


Tráfego humano: Inexistente
Periculosidade base: 0%
Visibilidade: Inexistente para humanos / Baixa para o Acampamento
Permissão de ataque: Não
Permissão de intervenção: Não
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Garota, eu vou pra Califórnia. ♪

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Re: Local Público: Pinheiro de Thalia

Mensagem por Barbara Sewford em Ter 04 Ago 2015, 22:15








so you wanna play with magic?


S
ssim que chegou ao piquenique, Barbara cumprimentou todos ao redor com um simples aceno e um sorriso estampado no rosto, exceto Raina, uma de suas meia-irmãs com quem tinha mais intimidade, a qual saudou com um abraço. Ao contrário dos semideuses ali presentes — principalmente os filhos de Afrodite —, Barbara estava faminta e não iria esperar que a roda de colegas abrisse a cesta antes de si.

۞

Logo após desfrutar de um iogurte diet, um sanduíche natural e um suco de laranja, Barbara já estava cheia. Tomando proveito do espaço que sobrava no tecido branco preenchido com  listras vermelhas, a filha de Hécate repousava seu corpo enquanto ouvia a conversa entre os semideuses do grupo que estava. Emily e Marcel, como sempre, falavam sobre beleza, moda e outros motivos irrelevantes. Com o auxílio dos braços, Sewford tentava afastar o máximo possível a proximidade de mosquitos ao seu redor.
— Esse lugar é um inferno. — disse a garota. Mesmo não estando no Acampamento há muito tempo, Barbara já estava cansada da presença massiva de mosquitos no local, que, além de atrapalharem seu descanso, causavam uma série de marcas vermelhas na pele causadas por suas picadas.

Entediada pelo fato de não ter conseguir se divertir no meio de uma floresta, Barbara relembrava alguns de seus jogos que praticava em sua escola no seu círculo de convivência. Assim como sua mãe, Hécate, Barbara assumia diferentes personalidades durante a semana, sendo carinhosa e doce, mas muitas vezes sendo fria e calculista. Barbara arredou o corpo até ficar próxima de Chanel, deslizando uma das mãos pela própria cabeça, arrumando alguns fios de cabelo que insistiam em sair de trás da orelha.
— Você já conhece muita gente por aqui, Chanel? — questionou Barbara, alternando o olhar por cada um dos semideuses convidados para o piquenique.

Boy, you should know what you're falling for

[/quote]
Barbara Sewford
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Re: Local Público: Pinheiro de Thalia

Mensagem por Hearven Schaller em Qua 05 Ago 2015, 19:55

Funebribus
NÓS realeza VOCÊS ralé


A língua contornou os lábios de forma lenta e instigante. Aquela manhã, Hearven decidira caminhar pelo acampamento; os passos traçavam um andejar sem rumo e sem destino pelo local, em busca de algo que pudesse, enfim, entretê-la. A repentina decisão havia surgido logo que os olhos, recentemente abertos, encontraram a infeliz presença de outros meios-irmãos causando um barulho incômodo para a filha de Hades. Levantou-se, irritada, e pôs a primeira roupa que enxergou pela frente, saindo do chalé. Odiava barulho, principalmente quando estes acordavam-na. Estava nervosa, e, (in)felizmente, aquilo gerava uma vontade incontrolável de arrumar confusão. E confusões faziam a garota sentir uma pequena pontada de prazer.

Desgraçada seria a pessoa que escolhesse para ser a vítima.

O campo de visão chocou-se com uma árvore alta a alguns metros de distância. Era o pinheiro. A personalidade encrenqueira da Schaller mais velha estremeceu. Afinal, ali não poderia ter nenhum tipo de desordem, certo? Hmm, certo. Era fato. E era, também, um tanto quanto inconveniente. Suspirou, pesarosa. Deixar a ideia de descontar a raiva em alguém não estava nos planos da semideusa, contudo, ainda estava com preguiça. — Fica para próxima. — e revirou os olhos, continuando a andar. Sentaria ali por perto, e caso o dia virasse a seu favor, acalmaria os ânimos.

Mas, aparentemente, não sossegaria tão cedo.

O que não queria dizer que o dia não tinha virado a seu favor.

Dois grupos. Um fazendo piquenique e o outro, atrás. Tensão no ar. — Caralho, eu só posso ter imã pra isso. — um sorriso sapeca surgiu nos lábios da garota. Não conhecia nenhuma daquelas pessoas, porém, o desejo de fazer algo atingiu-a em cheio. Sentiu o âmago apertar, e involuntariamente, andou em direção as meninas em pé. — Então, isso parece ser uma divertida e amigável confraternização... — disse ela, antes de fitar cada rosto a seu lado. Não lhe pareciam familiares, mas poderia deduzir facilmente qual era a filiação divina de qualquer uma que estava ali. Fediam a semideusas, obviamente, e por uma coincidência, uma ali tinha um perfume extremamente habitual. Uma meia irmã. Não se lembrava de ter cruzado com a irmãzinha pelo chalé, talvez por falta de sorte ou por passar metade do dia dormindo, o que afinal não era o caso daquele amanhecer. Uma das sobrancelhas se arquearam, em uma clara e explicita insinuação. — Que tal animarmos essa festinha? — e bom, se caso pudesse ser visto, enxergariam ironia pingar a cada palavra dita pela cria do diabo.

E ora, veneno também.
QUEM NASCEU PIRIGA NUNCA VAI SER PIRIGÓTICA
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Re: Local Público: Pinheiro de Thalia

Mensagem por Keira Porteus Auchmuty em Qua 05 Ago 2015, 20:19

Y.O.L.O
Era incrível o quanto eu, simplesmente, não sabia nada sobre o lugar em que morava. Durante seis anos anos da minha vida, tudo o que eu consegui ver foi as paredes de meu chalé e as mesas do refeitório. Um pena, percebi, não tinha a mínima noção do quanto ele era maravilhosamente belo.

Minha jornada começou quando eu estava trabalhando e notei os campos de morango, de como eram organizados e corretos. Para uma pessoa com comportamento obsessivo compulsivo, aquilo servia como um calmante natural. Eu até respirava melhor.
Desde então, minha vida mudou completamente; acordava e ia dormir com novos lugares na cabeça para visitar.

O daquela semana era, nada mais, nada menos que o pinheiro de Thalia, a menina tão corajosa e lendária do acampamento - uma inspiração para muitos. Tinha se sacrificado em nome de seus amigos, entrando para a história.

Talvez por causa da reputação que a própria tinha, esperei encontrar um ambiente calmo e comportado. Fui ingênua o suficiente para pensar que as pessoas a respeitariam assim como deveriam.

Tsc, tsc. Doce engano.

Entrei no amontoado de gente que ali estava, tentando reconhecer algum rosto familiar. Vi Ayla, uma menina da qual minha antiga mestre já tinha falado pra mim. De resto, eram desconhecidos totais.

Entretanto, um clima tenso pairava no ar; um sinal claro de briga entre dois grupos - ou, pelo menos, pessoas que pareciam estar divididas em grupos. Eu, como uma boa pessoa que sou, apenas fui para o canto e esperei, querendo ver uma briga rolar.
Keira Porteus Auchmuty
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Re: Local Público: Pinheiro de Thalia

Mensagem por Ayla Lennox em Qua 05 Ago 2015, 22:36


Leaving, Breathing... Smiling.
For now... It's over.


Com um suspiro longo e demorado, a monitora se conteve. Aquele lugar era parte de algo maior, ela era parte de algo maior e sabia que por mais que a vontade de intervir fosse grande, algumas coisas não valiam apena.

Algumas pessoas não valiam apena.

Continuava a ouvir murmúrios e fragmentos das conversas dos que estavam realizando aquele "encontro". Nada que fosse minimamente relevante para a mentalista.

Talvez um dia aprendessem a respeitar gestos, locais, heróis como ela havia aprendido a fazer. Até lá... Bastava que mantivessem sua ignorância longe dos olhares da cria de Selene.

Luna parecia demasiadamente inquieta e insatisfeita, mas Ayla sabia que aquilo era o melhor a se fazer.

Enquanto começava a guiar os passos de volta para o chalé, deu de cara com alguns rostos conhecidos e outros nem tanto. Ianna e Meredith, ambas monitoras também. Lexis as acompanhava e mais outras semideusas que desconhecia, além de Nessie, uma das irmãs.

Algumas das colegas dirigiram palavras a Lennox, que respondeu olhando para todas as que estavam ali reunidas. Não precisava de nenhum tipo de leitura - emocional ou mental - para saber que todas partilhavam do mesmo sentimento de insatisfação com os presentes.

Um sorriso maldoso tomou conta dos lábios da garota. Já não sabia se este era advindo de si própria ou de Luna, porém aquilo não importava.

Damas, sugiro que ninguém aqui perca seu tempo. Vamos todas para um lugar mais bem-frequentado. — Disse levantando uma das sobrancelhas. — Porque se existe algo que aprendi com o príncipe do medo...

Lembrou-se de Allan. Não era exatamente humilde, mas no mundo semidivino essa não era uma qualidade importante. Aquele ensinamento a garota jamais esqueceria e, naquele momento, parecia um argumento perfeito para levar todas embora.

A marca em suas costas comichava, como se a lupina interior risse enquanto passava o resto da frase mentalmente para as colegas.

É que a realeza não se mistura com a ralé.
Adendos:
Poderes:
Considerar todos os passivos de Selene e dos Mentalistas até o nível 71.
Itens:
{Moonlight} / Adaga [Trata-se de uma adaga com a lâmina ligeiramente mais larga e curva. O seu formato é levemente arredondado – o que lembra uma lua na sua fase crescente. O cabo tem uma espécie de cobertura (como em sabres) feita de bronze sagrado, o que dá certa defesa as mãos daquele que a está empunhando. Tem uma coloração esbranquiçada e toma um tom azulado quando exposto à luz lunar. No nível 20, se torna um botton escrito "CLUBE DE ASTRONOMIA".] {Bronze Sagrado} (Nível Mínimo: 1) [Recebimento: Presente de Reclamação de Selene] *Bottom na blusa.*

— {Silver Moon} - [Um escudo redondo de prata lunar que proporciona uma defesa eficiente para sua dona. Possui em seu centro o desenho em relevo de um lobo (o desenho do rank dos filhos de Selene), pintado em dourado. Quando não estiver sendo utilizado, transforma-se em um relógio de prata] {Prata Lunar} (nível mínimo: 1) {Não Controla Nenhum Elemento} [Recebimento: Forjado na The Dragon's Flame, presente de Jhonn Stark.] *Relógio, pulso esquerdo*

- {Red Hood} / Capa vermelha [Uma capa vermelha encantada, que desce até os pés da semideusa, e inclui um capuz; é adornada com diversos desenhos prateados bordados em seu contorno, sendo a maior parte deles de lobos ou da lua. Enquanto estiver sendo usada, possui o efeito de ampliar a agilidade da semideusa em 20%, além de conceder uma leve resistência a efeitos climáticos (calor, frio, nunca poderes, apenas os efeitos climáticos naturais). Quando não estiver sendo usada, pode se transformar em um colar com um pingente de lua nova. Em sua forma de capuz, tem a capacidade de se regenerar com o tempo, por exemplo, de cortes, partes queimadas... Mas o processo é lento, dependendo da situação e da gravidade do dano ao tecido, sendo que o tecido não é indestrutível, podendo ser destruído se submetido a um dano que consuma todo ou 90% do tecido..] {tecido mágico} (Nível mínimo: 08) {Não controla nenhum elemento} [Recebimento: Recompensa pela missão "Night of the Hunter", avaliada por Jhonn Stark e Att por Ares.] *Colar*

♦ {Lullaby} / Flauta encantada [Recebida por Ayla como um espólio de guerra, logo após o fardo de morte carregado pelo item ser limpo. Feita com uma base de alabastro recoberta inteiramente de prata, o instrumento abençoado por Orfeu agora apresenta apenas a base de um encantamento. Uma vez por missão (com o gasto de 50MP por alvo), ao entoar uma melodia suave com o item, a filha de Selene poderá transmitir suas ordens para um alvo selecionado, desde que estejam dentro do alcance sonoro do poder (30m de raio a partir da semideusa como centro). Quando usado em alguém com 5 níveis ou mais que a semideusa, esse poder não funciona. Em outros casos, a chance é de funcionamento normal. Se o alvo for ferido, o efeito se quebra, e o encanto possui duração de 2 rodadas ou enquanto a semideusa toque a flauta. A palavra final é do narrador, e dependerá também da ordem dada, que não pode ser algo que vá diretamente contra o instinto de sobrevivência do oponente (como se matar, ou coisas do gênero), nem contra as ações da semideusa (não adianta atacar e depois pedir pra um alvo não revidar). Resistências mentais e sonoras são aplicadas, assim como resistências geradas por habilidades passivas ou ativas.] {Alabastro e prata} (Nível Mínimo: 15) {Controle sonoro sobre mentes} [Recebimento: Recebido pela missão "Bad party", avaliada por Jhonn Stark e atualizada por Orfeu.] *Perna direita. Entre a calça e a meia.*

♦ {Resistance} / Jaqueta [Feita externamente de couro negro batido(o que já dá à vestimenta a resistência de uma armadura de couro), aparentando ser uma jaqueta comum, Resistance oculta suas verdadeiras propriedades de proteção em batalha. Internamente revestida por mitral, fornece grande resistência à semideusa, além da leveza característica do material, de modo que o peso não a prejudica quase nada. Além disso, o item recebeu o encantamento defensivo contra fogo, tornando-se completamente imune ao elemento – não dá imunidade à usuária, apenas à jaqueta.] {Couro e mitral} (nível mínimo: 27) {Controle sobre o Fogo} [Recebimento: The Dragon's Flame - Forja de Harry S. Sieghart]

↯ {Fulmine} / Espada de Bronze Sagrado [ Espada de 90 cm, sendo 70 cm de lâmina e 20 cm de cabo. Possui uma lâmina de bronze pontuda com dois gumes extremamente afiados. No sulco da lâmina há uma frase escrita em Grego antigo: "Do Amor até a Morte". Em baixo da lâmina, o guarda-mão é feito de prata. O cabo é feito de couro e possui leves depressões para melhor acomodar os dedos. Possui o pomo feito de ouro, que além de ter a base com círculos entalhados, possui esse símbolo -"¥"- escondido. Ao não ser usada, transforma-se em um anel de ouro, com a mesma frase da espada incrustada por toda a sua superfície externa] {Bronze Sagrado, Ouro, Prata e Couro} (Nível Mínimo: 5) {Não controla nenhum elemento} [¥Presente de Seu Mestre, Príncipe do Medo] *Anel, mão direita.*
Estou deixando o local de interação.
Ayla Lennox
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Re: Local Público: Pinheiro de Thalia

Mensagem por Lexis Skönhet em Qui 06 Ago 2015, 02:02

é muita audácia, né, querida?
post #002at pinheiro de thalia • with o bonde todo • listening quem nasceu piriga by camilla uckers. • wearing isso
Tomei meio segundo do meu tempo para dedicar minha atenção ao grupo que se dispunha abaixo do Pinheiro de Thalia, o suficiente para reconhecer uma das mais antipáticas e irritantes criaturas que o chalé dez já teve o desgosto de abrigar, obviamente acompanhada daquele que parecia ser seu capacho. Bom para eles que eu não havia aprendido seus nomes.

Fui surpreendida por um toque no ombro, acabando por dar de cara com Ianna, monitora das vadias de Afrodite. Segurei o riso ao ouvi-la comentar sobre a ovelha desgarrada da puta-mor. Bom saber que até mesmo a monitora pensava daquela forma, talvez se tornasse aliada para um plano futuro. Uma voz conhecida tirou minha mente da merda que aquilo poderia se tornar.

— É falta de educação não cumprimentar as antigas fodas, sabia, Nessie? — Brinquei, então puxando a filha de Selene pelo braço, levando meus lábios ao encontro da sua bochecha direita em um rápido beijo.

Foi quando três garotas desconhecidas chegaram. A primeira e a terceira foram as mais discretas, especialmente se comparadas com a segunda, cuja fala, tom e postura evidenciavam o desejo da semideusa de plantar a discórdia. Sorri.

— Realmente, Ayla. Olhem para si mesmas, garotas, vocês merecem mais do que aturar gente que dá ataquezinho no meio do chalé por um pouco de atenção. — Meus olhos passavam entre cada presente, que agora formavam uma rodinha ao redor de mim, certa de que o ato serial crucial para convencê-las a se virarem contra a companhia dos capachos. Por fim, mordi o lábio, com uma ideia um tanto quanto... interessante na mente.

Abri passagem entre Nessie e Ianna, dirigindo-me ao piquenique. Sorri para os desconhecidos, aparentando o mais angelical possível.

— Oi, meus amores. Então, eu já estou de saída, é só que ali de onde eu estava... — Abaixei-me ao lado da ovelha desgarrada, fingindo analisar o rosto da menina, acabando por tocá-lo. — Lá de longe eu vi que você precisa de um tratamento de pele, talvez seja bom procurar alguém.

Levantei-me no mesmo segundo, já sabendo o que aconteceria com a pele da minha adorável meia-irmã. Aquele ataque seria divertido, afinal, que filha de Afrodite não ama estar com a cara cheia de cravos e espinhas?

— Se procuramos um lugar mais bem-frequentado, sugeriria minha cama. Porém, ela não suporta tanto peito e bunda juntos. Que tal uma boate?

Lexis Skönhet:
Armas levadas:
♥ {Beauté} / Chicote [Em repouso, é uma pulseira revestida em couro, com um único pingente dourado no formato de coração. Este, ao ser pressionado, se transforma em um chicote, todo trabalhado a mão, com 2,5m. Ele é feito de couro, e nesse couro, pode se perceber detalhes em renda, bordada manualmente. Ele também reluz alguns fios acobreados, deixando entrever o bronze sagrado, que ajuda em ataques mais precisos, e pode cortar a pele do atingido. Ao apertá-lo com força, retorna à forma de pulseira.]{Couro e bronze sagrado} (Nível Mínimo: 1) [Recebimento: Presente de Reclamação de Afrodite, modificado por H³] desativado, no pulso esquerdo

♥ {Arche de l'Amour} / Arco longo [Em repouso, é uma pulseira revestida em couro, com uma plaquinha onde é possível ler a palavra "Love", além de ter pequenos brilhantes nas extremidades. Quando a plaquinha é pressionada, transmuta-se para um arco de bronze sagrado de cores dourada e prata, que possui um desenho elegante e chamativo, mas não vulgar. Para todos os efeitos, age como um arco longo comum. Ao empurrar a corda do arco, ele volta a forma de pulseira.] {Bronze sagrado} (Nível Mínimo: 1) [Destreza/ Ataque/ Poder de precisão][Recebimento: Presente de Reclamação de Afrodite] desativado, no pulso esquerdo

♥ {Enchantè} / Aljava de Flechas Infinitas [Em repouso, é uma pulseira revestida em couro, com um pingente que é a palavra "Love" escrita em letra cursiva. Quando as letras são pressionadas, o item se transforma na aljava de Lexis. As flechas reluzem claramente, dado o acabamento mais elegante se comparado à armas de outra origem. Porém, são apenas flechas de bronze sagrado. O compartimento é feito de couro, decorado com filigramas metálicas.] {Couro e bronze sagrado; Madeira de freixo e bronze sagrado} (Nível Mínimo: 1) {Não controla Nenhum Elemento} [Recebimento: Presente de Reclamação de Afrodite] desativado, no pulso esquerdo
Poderes:

Afrodite e Mênades

PASSIVOS
Considerar todos até o nível 33, com destaque para:
Dissimulação – nível sete
Pode não ser filho de Dionísio, mas sabe dissimular bem o suficiente para convencer outras pessoas. Dissimule o quanto quiser, seja inocência, choro ou alegria, pois há grandes chances de acreditarem. Lembre-se de que suas atitudes devem ser coerentes para que acreditem. Além disso, não modifica sua aura, fazendo com que suas intenções possam ser descobertas por quem tem poder para isso.
Habilidade Teatral III – nível dezenove
Todos acreditam nas palavras que proferirem de sua boca, colocando toda a fé e caindo em suas emboscadas. Consegue deixar monstros aturdidos por sua capacidade de mentir, e sua atuação é perfeita.
ATIVOS
Maldição de Afrodite – nível sete
Os filhos de Afrodite podem lançar uma maldição sobre o inimigo, fazendo brotar em seus rostos desde cravos, espinhas empesteadas de pus e furúnculos. Além disso, aumentam consideravelmente a acne, sendo utilizado como um tipo de distração, forçando-os a coçarem o rosto devido às irritações, o que prejudica seus movimentos, reduzindo ataque e defesa em 50% por 3 turnos. Não afeta criaturas não vivas, e não provoca dano real, mas reduz poderes de charme e persuasão que sejam baseados na aparência. 1 vez a cada 5 turnos. (Crédito: Phillipe D'alembert)
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Re: Local Público: Pinheiro de Thalia

Mensagem por Callie Vernon em Qui 06 Ago 2015, 19:41


DEVILISH
you just can't get enough


P
ara Callie, não foi fácil abdicar-se de toda a opulência da família na Alamo Square e se submeter à toda liberdade atroz do acampamento. Não via nada de prazeroso na rotina monótona que vivenciara na última semana: embates constantes com Emily no chalé número dez — afinal, qual é a garota de personalidade forte que não quer exibir o seu potencial subversivo? —, troca de beijos com filhos de Hefesto e, a única parte agradável na lista toda, o makeover  obrigatório que sujeitava à todas semideusas não eram proprietárias de uma aparência decente, no mínimo.  
 No antro de Vernon, era tudo ordinariamente desinteressante. Até agora.  
 
 
***
 
 
Hoes before bros. Se tem uma coisa que Callie realmente absorveu dos internatos elitistas que frequentara em outrora, foi que nunca se deve deixar uma igual em segundo lugar por conta de garotos. Afinal, um pau grande não justifica as guerras silenciosas – com muito veneno – que as meninas travam. Ou justifica?  
Permitindo-se desligar do fluxo de consciência momentâneo para prestar a atenção nas amigas ao redor, Callie sorveu uma dose generosa do chá gelado, apreciando toda a atenção fornecida por um grupo de semideusas até então desconhecidas. Para a filha de Afrodite, era um deleite estar sob a iminência de todo aquele sol enquanto partilhava da presença de suas amigas.  
 — Eu tenho uma dúvida, meninas. – Callie pousou a xícara na toalha improvisada, sentando-se nos calcanhares. A semideusa mordeu o lábio inferior, lançando um olhar incisivo para as garotas ao redor — Vocês acham que traição é uma coisa perdoável? Tipo assim, vocês dormiriam com um cara mesmo depois dele praticamente se humilhar por outra?  
 Pouco se importando com a chuva de olhares perplexos, Callie simplesmente ajustou-se sobre o tecido, enrolando uma mecha do cabelo loiro no indicador.  




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Re: Local Público: Pinheiro de Thalia

Mensagem por Ianna D. Belikov em Sex 07 Ago 2015, 01:35


i don't like you, f**k you anyway
it hurts but i won't fight you

Puta merda. Em questão de segundos, o pinheiro revelara mais gente do que loja de marca tendo liquidação. Nunca fui fã de muvuca, se é que me entendem. Enquanto ouvia parcialmente o que Ayla e companhia diziam, meus olhos se atentavam aos movimentos de Emily, aquela criaturinha irritante que parecia achar que teria o que quisesse só porque era novidade por ali. Pobre coitada. De qualquer forma, mamãe estava claramente me testando, reclamando uma ridícula atrás da outra, o que se provou quando outra de meu chalé finalmente deu as caras. Sorri ao vê-las, já planejando algo para o futuro. Ayla não demorou a nos convidar para curtir em outro local, coisa que eu já esperava. Quer dizer, onde já se viu falar sobre coisas tão ridículas perto de um dragão? Secretamente esperava que ele se irritasse e cuspisse fogo naquele piquenique, mas sabia que não aconteceria. Dessa forma, dando de ombros, segui a monitora de Selene que, naquele momento, parecia a pessoa mais sensata do lugar.

No caminho, verifiquei a presença de duas moças que pareciam não pertencer ao grupo fútil que pretendia virar churrasquinho. Uma aparentava raiva clara e pura, enquanto a outra apenas demonstrava curiosidade. Pessoas irritadas sempre me atraíram. Era interessante saber do que elas eram capazes e até onde iriam para aniquilar seu objeto de frustração, mas aquilo não daria certo ali. Era arriscado tentar e eu, como monitora, tinha a necessidade de informar qualquer coisa que desse errado a Quíron. Aproximei-me devagar e sorri para a garota.

- Se tá com raiva delas, pode guardar para si. Não gaste sua energia com vadias, só se for na cama. Conselho de uma filha de Afrodite. - Piscou. - Vem comigo, ok? Eu te acalmo um pouco e você não se mete em confusão. A propósito, Ianna Belikov. - Estendi uma das mãos e esperei que ela me cumprimentasse para, em seguida, puxá-la daquele local apinhado de gente.

adicionais:
itens:
♥ Faca [Sua lâmina bronzeada mede cerca de 24 cm, e seu cabo tem o mesmo comprimento padrão. É bastante afiada e é perfeita para ataque ágeis e rápidos. O bom desta arma é sua eficiência tanto para mãos hábeis quanto para manuseios mais inexperientes, pois é uma arma curta, fácil de esconder e ao mesmo tempo fácil de manusear. Seu punho é feito de aço, mas uma camada de couro escuro cobre o aço para que o usuário possa segurá-la firmemente. Na parte inferior da lâmina, próxima ao cabo, há entalhado as siglas do Acampamento "CHB"; uma propriedade que só os meio-sangues e criaturas místicas podem ter e usar (ajuda um pouco na destreza)] {Bronze, aço e couro} (Nível mínimo: 1) {Nenhum elemento} [Recebimento: Administração; item inscrição padrão do fórum]

- Gauth [Adagas gêmeas feitas especialmente para Andy. As armas adaptam-se perfeitamente à forma da semideusa de lutar, e mesmo que sua perícia não seja esta, alguns dos ataques com as lâminas poderão dar danos maiores se estes forem bem explicados. Os cabos possuem as letras "A&G" entalhadas. Os detalhes são pequenos caduceus entrelaçados a algumas roseiras, perfeitamente esculpidos nos cabos.][Presente da Rafa, sua amada ♥]

♦ Respect [Um pequeno bracelete concedido à filha de Afrodite. Este permite que semideuses de nível inferior ou igual ao dela sintam-se obrigados a respeitá-la, hesitando em seus ataques. Semideuses de nível superior sentirão-se ligeiramente incomodados. No entanto, o poder do bracelete aumenta de acordo com o nível da afrodisíaca.]

♦ {Uncontrolled} / Colar [Colar feito de prata, com um pingente arredondado também de prata, que pode ser aberto. Dentro há uma foto de Ianna pouco mais sombria. Quando aberto, a semideusa cede parte de sua mente para seu ID, aumentando a potência de golpes físicos em 30% por dois turnos. Porém, quando o faz, a moça perde controle sobre suas ações, só retornando consciência após passados os turnos.] {Prata} (Nível Mínimo: 20) {Não controla elementos} [Recebimento por Aldrick no treinamento do 3º Trimestre de 2014]

♥ {Double} / Anel [Um anel feito de ouro um rubi incrustado em seu centro, representando uma rosa. Uma vez por missão, durante dois turnos, Ianna poderá criar um clone de si mesma. A cópia será exatamente igual à usuária e terá as mesmas habilidades físicas; no entanto, se o clone utilizar habilidades ativas, a MP provirá da original - ou seja, se o clone utilizar uma habilidade ativa, a energia (MP) de Ianna será descontada como se ela própria houvesse usado o poder. A ativação é de acordo com a vontade da usuária.] {Ouro e Rubi} (Nível Mínimo: 20) [Recebimento: Missão "The Other Me", por Poseidon]
poderes utilizados:
passivos:
♦ Visão auspiciosa (Nível 19) [NOVO - idealizado por Sadie Bronwen]: O filho de Afrodite enxerga a aura da emoção das pessoas ao seu redor. Não é telepatia, ou algo do tipo, mas ele sempre vai saber o estado emotivo das pessoas - ansiedade, raiva, amor, nada escapa de seus olhos. Não detecta pensamentos ou informações específicas, apenas o sentimento geral. Por exemplo, se alguém mentir para eles, não conseguem perceber, mas podem identificar que o locutor está ansioso, mesmo que não identifiquem o motivo. Não pode ser desativado.
ativos:
-x-
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Re: Local Público: Pinheiro de Thalia

Mensagem por Leslie Rothlow em Sex 07 Ago 2015, 13:48


Nigthmare
dressed like a daydream
Enquanto encarava os demais campistas fazendo um piquenique naquele lugar infestado de insetos e um dragão, aproximou-se uma garota com um sorriso no rosto, interagindo comigo como se fôssemos amigas há séculos. A fitei dos pés a cabeça, notando sua beleza exótica, confirmando que a garota pertencia a prole de Afrodite. Ianna Belikov, esse era seu nome. Apertei a mão da morena para cumprimentá-la, sendo puxada daquele local como se estivéssemos atrasadas para as compras.

Você é doida? — perguntei, acompanhando-a. — Pois parece. Enfim, pode me chamar de Jessamine.

Adendos:
Armas:
{Darkness} / Espada [Espada de 90cm, feita de bronze sagrado. Sua lâmina mede cerca de 70 cm, e sua base é mais grossa que a ponta. A guarda-mão é em forma de um crânio que tem seus dentes pontudos virados na direção do início da lâmina, como se ela saísse de sua boca. Os olhos do crânio são feitos por dois rubis. O cabo e a espiga são revestidos por um couro escuro, o mesmo tipo usado em sua bainha. No nível 20 transforma-se em um anel de caveira] {Bronze sagrado} (Nível Mínimo: 1) [Recebimento: Presente de Reclamação de Hades]

{Void}/ Anel [Anel de caveira que absorve a energia vital das almas dos oponentes mortos, armazenando-as. As almas guardadas podem ser usadas como um combustível na forma de um "buff", ampliando o poder de ataque do semideus em 10% por 3 turnos a cada alma utilizada. A alma utilizada segue ao submundo após isso. Esse efeito pode ser usado apenas 2x por missão. Adicionalmente, 1 vez por missão o filho de Hades pode gastar uma alma coletada para recuperar 10% de sua HP e MP.] [Almas coletadas: 0]{Bronze} (Nível Mínimo: 1) {Não Controla Nenhum Elemento} [Recebimento: Presente de Reclamação de Hades]

{Shadow} / Capa [Capa feita de escuridão, lã negra e fios de obsidiana. Com uma magia muito parecida com a do elmo de Hades, a capa faz com que o semideus fique invisível em meio as sombras, mas não modifica o odor do semideus, não diminui o barulho de suas ações ou modifica a estrutura corporal do semideus. A capa pode ser usada em partes do copo ou no corpo inteiro, mas ao passar por um foco de luz a camuflagem passa a ser inútil. Ao usar essa capa apenas como um acessório de vestimenta, mesmo estando sobre a luz ela concede um aumento de 10% na potencia dos poderes referente ao medo que o semideus usar.] {Lã}(Nível mínimo: 1) {Não Controla Nenhum Elemento} [Recebimento: Presente de Reclamação de Hades]

Poderes:
Passivos:
Aura da Morte I [Nível 1]: O filho de Hades emana uma aura que incomoda as pessoas - não chega a afastá-las, mas elas não ficam à vontade. É algo sobrenatural, sem explicação, mas elas tem medo de morrer ao chegar perto. Não afeta  semideuses ou seres mitológicos. Esta aura também afasta as almas muito mais fracas de você.[Modificado]

Respiração do Submundo [Nível 1]: O filho de Hades respira normalmente em locais de baixa pressão ou subterrâneos, fechados, desde que haja uma quantidade mínima de ar. Eles ainda são afetados por poderes de sufocamento, e condições precárias, se prolongadas, podem ser letais.

Perícia com armas laminadas [Nível 1] Por ser filho de Hades, o semideus manipula perfeitamente as armas laminadas, ganhas como presente de reclamação, e possuem uma familiaridade ainda maior se elas forem de ferro estige.[Modificado]

Visão Noturna [Nível 2] Possui a capacidade de enxergar perfeitamente quando escuro.[Novo]

Cura I [Nível 3]: Ao ficar nas sombras, o filho de Hades se recupera involuntariamente. A cada rodada, são 5 de HP recuperados. Apenas faz efeito em locais completamente sem iluminação, ou durante a noite. A sombra de uma árvore ao meio dia, por exemplo, não tem efeito algum. Recupera no máximo 50 HP por noite.[Modificado]

Ativos:
Nenhum





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Re: Local Público: Pinheiro de Thalia

Mensagem por Arwelt Maveroll em Sex 07 Ago 2015, 14:30

YOU THINK YOU'RE REAL COOL
 
O tipo de noite em que uma dor de cabeça lhe força a apertar os olhos da forma mais incondicional possível, que, apesar dos pesares, era algo comum em minha rotina. E foi exatamente assim que eu acordei. Essa crise era bem frequente, o que sempre acabava resultando na ausência de minhas atividades diárias e na perda de todo o meu dia. Mesmo com todas essas merdas de desvantagens propostas por se ingerir álcool, aquilo fazia tudo ter um gosto... Digamos que especial, ou melhor, singular. Olhei nervosamente pelo pequeno espaço da janela apenas para ver um parco raio de sol que formava um perfeito retângulo de luz no chão de minha atual ambientação. Levantar da minha cama era uma tarefa medíocre, mesmo em meu atual estado. O complicado mesmo era manter-me de pé.

Hábitos. Uma vez que se tem todo o tempo do mundo, por vezes se perde um pouco do tato para lidar com o tempo, de forma que nossos atos se tornam tão repetitivos a ponto de se tornarem mecânicos. Trajava a usual jaqueta de couro desgastada, mas preposta, e um comum short azul marinho sem ao menos colocar uma cueca antes, evidente que meu volume ficava ainda mais perceptível. Proposital, obviamente. Olhando o meu reflexo no espelho, não sabia dizer se deveria ficar entusiasmado com a ideia de poder sair da mesmice, ou se deveria estar em um completo estado de pânico pelo mesmo motivo.

Com um resmungar de impaciência, adiantei passos rápidos ao local conforme proposto pelo sua sociedade secreta, cada passo fazendo um estranho barulho no gramado. Eu queria estar sóbrio para poder saber de qual forma estranha eu estava andando naquele momento que fez todos se chocarem. Enquanto caminhava, algumas pessoas sempre me encaravam com expressões anormais e perplexas. Como se eu desse uma foda para o que eles estavam pensando. Aparentava que minha áurea não era muito boa, mas isso era insuficiente para me distinguir como filho de algum deus específico. Não que aquilo fosse realmente de meu interesse.

E lá estava ela. Emily. Uma tremenda vadiazinha. Ladra de namorados e avassaladora de relacionamentos — sim, ela destruiu o meu último namoro. Não há palavras melhores para definir a sua personalidade, é óbvio, mas fisicamente? Era o incompreensível resumo de traços opostos, como um acidente divinamente atribuído à Terra — traços angelicais emolduravam seus lábios cativantes, como se o Diabo figurasse numa obra artística de Jesus Cristo. Sua pele era preenchida com mel e chantily, quente como o inferno. Sim, essa era Emily.

Sempre busquei ser cordial e nem precisei anunciar a minha presença para chegar em suas costas e puxá-la até que a mesma fique colada em meu corpo, impulsionando-a a senti-lo por completo. Não exatamente por completo, mas a parte importante foi reconhecida. Envolvi meus braços às suas curvas esguias, abraçando-a enquanto projetava com meus lábios alaranjados o mais terno beijo em seu pescoço, induzindo um arrepío com o contato. Certifiquei-me de cumprimentar todos os presentes no local acenando com a cabeça, não estava muito bem no momento para proferir palavras. Mas mantinha no peito aquela falsa pulsação de um coração vívido, talvez fosse este algum tipo de alívio a minha conturbada existência.
THANKS!
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Re: Local Público: Pinheiro de Thalia

Mensagem por Sage Buckshot em Sex 07 Ago 2015, 17:51




I just need to take a bit


Conforme o ângulo de incidência dos raios solares sofre alterações, sou capaz de registrar a passagem do tempo, o que me traz certa angústia. Tal como comprovavam as inúmeras olhadas por cima do ombro que havia efetuado até ali, não existia nenhum sinal da aproximação de Candice. Imagino se a garota esqueceu-se do encontro, ou simplesmente decidiu não comparecer. De qualquer forma, outros semideuses já se fazem presentes ali. Reconheço uma companheira de chalé, Cassie Patterson, saudando sua chegada com um aceno descontraído.

Oi, Cassie. Desculpa não ter esperado por você. Pensei em voltar lá depois que encontrei a Callie e a Sasha, mas nós já estávamos atrasadas, sabe? — tento me justificar da maneira mais convincente possível, mesmo que aquilo não fosse inteiramente verdade. Para ser honesta, a ideia de conduzir D’Angelis comigo até o chalé de Perséfone não me agradava. Toda aquela fumaça pairando ao redor da filha de Nix com certeza acarretaria em sequelas nocivas para as flores em desenvolvimento no perímetro. Imagino se meu olhar de reprovação direcionado ao cigarro em sua boca está muito evidente.

Um pouco perturbada pela aparência intimidante da garota, sinto um ligeiro tremor percorrer meu corpo, desestabilizando a xícara posicionada em minhas mãos. O artefato foge ao meu controle e o chá se derrama sobre a base do pinheiro.

Ops! Espero que goste de chá, Thalia — brinco ao me colocar de pé, dobrando os joelhos e soerguendo os braços suavemente para reverenciar a árvore. Quando me preparo para reclamar meu lugar de origem, capto a chegada de Arwelt e o momento partilhado entre ele e Emily, optando por me instalar em outro canto. As pernas de Chanel parecem uma ótima opção, de modo que descanso minha cabeça ali. Só então o comentário de Callie alcança meus ouvidos, estimulando-me a deixar escapar um riso de deboche antes de responder.

Acho que algumas garotas são tão carentes que chegam a perdoar a traição, Callie, ou fingem não perceber. Devem ter consciência de que ninguém mais se interessaria por elas.

Em seguida, estico minhas pernas sobre a toalha de piquenique, tomando a precaução de deixar as botas longe do tecido. Atraio a cesta de frutas para junto do meu corpo, pescando um cacho de uvas de boa aparência de dentro do receptáculo e depositando-o nas mãos de Chanel.

Que tal você me servir algumas uvas, Chanel? — retraio o olhar até o rosto da amiga ao lançar a sugestão, entreabrindo um pouco a minha boca e percorrendo o contorno dos lábios com o indicador.

Nesse momento, capto a presença de Logan Montecarlo a alguns metros de distância, reconhecendo-o como monitor do chalé ao qual pertenço. Ressalto um sorriso amistoso na direção do rapaz, emendando uma piscadela. Só então uma lembrança aflora em minha mente, retratando o semideus de mãos dadas com uma filha de Afrodite. Tudo naquela menina parecia forçado demais aos meus olhos, como uma criança carente de atenção. Tento recordar o seu nome, sem muito sucesso, mas não me empenho muito na tarefa. Afinal, se fosse alguém relevante, eu teria me lembrado de imediato.


Thanks for @Lovatic, on CG

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Re: Local Público: Pinheiro de Thalia

Mensagem por Sasha D'Angelis em Sex 07 Ago 2015, 18:58



throw me to the wolves
and i'll return leading the pack


A vasta fumaça desprovida dos lábios da menina sondava o ar após sua última tragada, gerando uma espécie de atrito entre o perfume habitual da região e os resquícios da nicotina. Ciente da ausência de outro cigarro disposto no maço restante que havia escondido, Sasha seria obrigada a lidar com a falta de seu maior vício, ideando, psicologicamente, uma maneira de lidar com isso.

Entretanto, no momento antecedente, a atenção foi captada pelos diálogos que se deslocavam no centro do ajuntamento, prosseguido por vozes e conversas bobas. Sasha, por sua vez, enterrou a cigarrilha no gramado enquanto afundava a parte inferior do coturno nela, dissipando-a. Algo em seus olhos – que nunca obtinham uma coloração predominante – transmitia o quão soturna ela estava.

O fato de encontrar-se rodeada por “colegas” ainda não ressaltava uma imagem totalmente positiva na mente de Sasha, que, aparentemente, não estava acostumada e muito menos adepta a se aproximar demais das pessoas. Para ela, essa era uma forma de auto-defesa; ninguém poderia machucá-la.

Com um sorriso incógnito revestido nos lábios, Sasha passava a analisar cada silhueta provinda do grupo, ligeiramente interessada nos rostos aleatórios que seu olhar percorria. Em conseguinte, o foco foi furtado pelo gesto de Angie Bridewell, uma das poucas pessoas próximas de Sasha, que logo dirigiu-se ao local indicado para sentar-se na lateral da campista. Apesar do pouco tempo que haviam se conhecido, algo coincidia para a amizade das duas no futuro, pois sempre que estavam juntas, D’Angelis pressentia uma sensação diferente. Uma sensação desconhecida até por ela mesma - alguns chamariam de felicidade. Além disso, a inocência de Angie despertava a perversa curiosidade de Sasha.

Não é novidade que nossa alma cultive tanto as trevas quanto as luzes, correto? Contudo, no ponto de vista de Sasha, Chanel Baudelaire somente é preenchida por uma imensidão pura de maldade que, constantemente, permanece oculta nos comentários cínicos realizados pela rival. Sasha sabia que ela não era confiável, e por também ser uma ótima vadia, estava disposta a confrontá-la.

As palavras de Chanel rebatiam no pé do ouvido de Sasha que, de súbito, desnivelava uma das sobrancelhas, vociferando num tom sarcástico como resposta. – Na verdade, sou uma bomba... – D’Angelis repuxou o sobretudo preto para destacar o vestido decotado, suspirando durante a pausa contida na frase. – E você não vai querer estar perto quando eu explodir.

Sasha empurrava uma camada das mechas para trás das orelhas, tampouco se importando com o olhar repreensor de Sage Buckshot e o comentário de Cassie Patterson. “Deve ser algo frequente nas filhas de Perséfone. Estranhas...”, como sua mente sugeria naquele momento.

– Você nunca viu ninguém fumando, Cassie? – Uma risada debochada fluía em posterior de seu argumento, expondo o quanto Sasha se importava em relação ao pensamento alheio sobre ela: nem um pouco.

De imediato, os olhos volveram-se na diretriz do horizonte, focalizando na escuridão que se propagava lentamente nos céus e conquistando por completo o interesse de Sasha, a prole de Nix. A noite é uma criança e, para a sorte de D'Angelis, ela já estava se aproximando, trazendo consigo todos seus enigmas indecifráveis.


"A imitação é a mais sincera forma de elogio."


Sasha D'Angelis
Sasha D'Angelis
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Re: Local Público: Pinheiro de Thalia

Mensagem por Candice Wayhill em Sex 07 Ago 2015, 19:07

S
ummertime Sad
ness ☠
Dancing in the dark in the pale moonlight
O tempo nublado encobria o acampamento com a aproximação do fim de tarde. Sob o calor dos últimos raios solares que brilhavam no horizonte, Candy se pôs a rolar na areia da praia até que ficasse em cima de Viggo Mortensen, seu então atual namorado. — Preciso ir. Já está tarde. — A voz aveludada da garota apenas dificultou sua tentativa falha de soltar-se do filho de Dionísio que agora, a envolvia em um abraço apertado.  — Não, não... você não vai me deixar aqui sozinho, vai? Eu sei que você não gosta daqueles filhos de Hermes.  — em contra-resposta, Mortensen usufruiu da sua lábia para convencê-la. Ele não era o mais bonito e muito menos inteligente, mas o que a atraía no garoto era seu estilo de vida hipster.


☠☠☠

Já era quase meio-dia quando Candice, descabelada e acabada pela noite passada, fora acordada. Uma ardência insuportável alcançou seus olhos assim que, com o chamado do namorado, os abriu e vislumbrou o sol forte tomando conta da praia. —  Que merda é essa? — a não reclamada deu um berro com a perda momentânea da visão, chamando atenção dos poucos que naquela hora se espalhavam pela região. Quem mais seria o culpado disso tudo se não Viggo Mortesen? O filho de Dionísio mantinha o mesmo sorriso bobo de sempre — qual vez ou outra era causador de saídas evasivas de Wayhill. — Não queria acordar você. É tão bonita quand--.. — a garota limitou-se a fechar uma das mãos com força com as palavras do namorado, alertando-o de sua impaciência, quase revirando os olhos pela vontade que lhe subia a cabeça de desmontar aquele sorriso de Mortensen que tanto odiava com um murro. Por mais que Candy transpareça a própria personificação de Harmonia em Terra, a semideusa expõe para aqueles que a conhecem que é muito mais que um rostinho bonito.

Em passos rápidos, Candice deu início a caminhada na direção da entrada do tão renomado e estimado Acampamento Meio-Sangue, ao lembrar-se do convite de Emily que, com o consentimento de Marcel, a tinha convidado noite passada para um piquenique na área. Era isso ou alimentar os olhares famintos dos filhos de Hermes."Broxa do cacete", resmungava Wayhill enquanto trilhava caminho na direção do pinheiro de Thalia, já avistando o enorme tronco da árvore de longe. O pouco tempo que se sucedeu até dar de cara com o grupinho de amigos, bastou para que a garota ficasse apresentável. Afinal, dormir na praia não era lá sinônimo de uma boa noite de sono e Viggo por mais incompetente que o filho de Dionísio fosse, tinha lá seus atributos para deixá-la bastante tempo acordada.

— Espero que não se importem com o meu atraso. Normalmente, não caio na lábia de um bêbado de Dionísio. — Candy acentuou as sobrancelhas assim que a atenção dos amigos se voltou para a semideusa, que sustentava os saltos com dois dedos sem importar-se com os olhares decaindo pelo seu corpo, e é claro que, o vestido Prada vermelho no corpo da garota não passou despercebido.  — Surprise. — Wayhill marcou a expressão descontraída com um sorriso cândido no canto dos lábios, ocupando um lugarzinho entre Sasha e Sage ao que se pôs a sentar sobre a toalha inusitada. Torcia para que o melhor do piquenique ainda estivesse por vir.

Honey, I’m on fire, I feel it everywhere
Nothing scares me anymore

>
Candice Wayhill
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Re: Local Público: Pinheiro de Thalia

Mensagem por Marcel Holbrook em Sab 08 Ago 2015, 01:30

nhem nhem nhem
sempre tem plus size fazendo nhem nhem
Local Público: Pinheiro de Thalia - Página 2 VF2yc5O

Inveja, s.f. sentimento de cobiça à vista da felicidade, da superioridade de outrem: ter inveja de alguém. Como filho de Afrodite, lidar com a inveja alheia tornou-se um hábito indesejável: como um pequeno mosquitinho que insiste em zumbir freneticamente na porta de seu ouvido — desesperadamente tentando ser notado —, o invejoso possui um desejo inconsciente de aparentar não estar incomodado com sua existência. Engano dele, porém, acreditar que essa demonstração de desdém não o entregará. É perceptível a ira que acompanha a inveja; embora insista em dizer que não se importa, constantemente tenta procurar deixas para se encaixar, emergir das sombras em busca de alguma luz, algum sucesso que possa o pescar de um mar de lama e dejetos. Mesmo depois de visivelmente demonstrar todos os sintomas da inveja, o individuo permanece inserido num mundo onde pode se considerar superior. Triste vida, a de um invejoso.

Até então, o piquenique aparentava estar sendo conduzido da forma como fora projetado — Existe nome científico para gente gorda? — arqueei uma das sobrancelhas quando corrigido por uma das convidadas, dissimulando um sorriso de canto. Aparentemente não conhecia a maioria das meninas que havia convidado, não que tivesse acabado de conhecê-las, porém, no mundo em que vivemos, as pessoas costumam ser particularmente diferentes da forma como as conhecemos. Sasha D'Angelis, uma filha de Nix, ora... Mal pude ouvir seu nome sem arranhar meus pulmões ao tossir freneticamente, buscando ar no meio da névoa que se esticava pelas nuvenzinhas de fumaça projetadas pelos maços infinitos da garota — Você... cof... cof... piquenique, pinhei-... cof... —, imaginei que a nicotina que provavelmente apresentava-se em maior abundância que água no corpo da garota, faria o trabalho de completar subconscientemente a mensagem. Ainda grogue pela fumaça inalada outrora, me recordo de ter convidado Sage e Callie, amigas de Sasha que provavelmente não pareciam se importar com a aura esfumaçada da colega; duas loiras, duas vadias, afinal, proporção é tudo. Mantive um semblante de aparente interesse — lábios crispados, cenho franzido —, enquanto ouvia Emily comentar sobre algo, ainda inerte nos próprios pensamentos.

O olhar que outrora decaia sobre o clubinho das drogas garotas estranhas, agora volvia na direção das filhas de Hécate, uma amizade fruto de um possível desentendimento. Quarta-feira, corrida na trilha, o gosto insalubre do suor toca meus lábios enquanto ele escorre por minhas maças, envolvendo-me numa vermelhidão característica de quem está executando alguma atividade física exaustiva — sensação de fadiga, minhas mãos tocam minhas coxas quando me curvo para tomar um pouco de ar —, sinto meus pés esquentarem de maneira anormal, abrindo os olhos anteriormente semicerrados para averiguar a situação: havia acabado de destruir uma espécie de santuário, e a sola de meu tênis agora se encontrava tomada por labaredas. Caralho. Antes que pudesse processar tantas informações, senti três olhares me atravessarem, e não de aparente admiração — como costumavam normalmente ser —, mas de um rancor altamente exteriorizado. Dois dias depois e Barbara, Chanel e Raina agora se prostram diante de mim, convidadas por livre e espontânea vergonha, fruto de uma situação constrangedora.

Antes que pudesse divagar sobre o convite feito à Angie, fui convidado a abandonar meus próprios pensamentos quando Emily foi violentamente agarrada por mãos masculinas. Meus olhos pareciam não querer entrar num consenso com meu cérebro, projetando um olhar vago e atônito que permeou por alguns minutos até que a informação fosse completamente processada. Inesperadamente meus pés já não tocavam as gramíneas macias do topo da colina, agora raspando numa superfície gelada e pouco acolhedora: meus lábios envolviam algo que parecia transpassar o limite de minha língua, tocando minha glote numa incômoda, porém prazerosa, sensação de enjoo. Um abafado, ainda que grave, suspiro de êxtase tomou meus ouvidos ainda dentro da cena. O furor incomum que penetrava meu corpo parecia transcendê-lo, tomando o prazer do indivíduo que emitia os sons como meu. Senti seu olhar me atravessar, despertando da visão assim que ouvi a voz de Emily protestar sob a influência das mãos que a haviam agarrado. Sem que ao menos pudesse me recompor do devaneio, senti meus músculos contraírem em velocidade assustadora, o último vislumbre antes de engolir em seco sendo o par de olhos que outrora me atravessavam, bem ali, diante de mim. Arwelt Maveroll, o desgraçado.

Marcel Holbrook
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Re: Local Público: Pinheiro de Thalia

Mensagem por Meredith Wermöhlen em Sab 08 Ago 2015, 15:13

mc melody & Maísa >>>>>

bora parar que tá ficando feio, migs

Mais parecia para Meredith que alguém havia prendido ao tronco do Pinheiro um dispositivo poderoso para atrair bocetas — os órgãos sexuais masculinos presentes em quaisquer dos grupos não contavam, porque, né, poderiam ser falsos. Juntou tanta da garota ali que, como Lexis dissera, faria a sua cama quebrar de tanto peito junto. Maaaas, a filha de Melinoe desconfiava levemente que havia um encanto poderoso nos móveis para aguentar quantas pessoas os filhos de Afrodite quisessem comer. Só uma desconfiança. Um sorriso perpassou os lábios da mentalista, enquanto esta analisava os rostos de todas ali, presentes. Sei lá, algo dizia que podiam formar um time. Principalmente contra bosta indesejada.

Meredith Wermöhlen, pra quem não me conhece — anunciou, cruzando os braços. Concordou mentalmente sobre a ideia da boate. Afinal, que outro lugar seria melhor pra uma reunião real do que um quase-prostíbulo? Mordeu o lábio, assentindo com a cabeça. — Também acho que uma boate em Las Vegas seria um local apropriado. Vamos, então? Todas estão convidadas.

Ela aproximou-se novamente de Lexis. Não seria difícil transportá-la até a cidade supracitada, e torcia para que as outras também tivessem seus meios — de preferência rápidos — para chegarem lá no mesmo período. Mas esperou. Organização era sempre bem-vinda.

AS CARALHADA TUDO:
ARMAMENTO:

  • {Soul} / Colar [Um colar feito de prata com um pingente metálico em uma forma abstrata, algo como um "borrão" ou uma "mancha".  Quando ativado, permite que o smideus assuma a forma etérea. Contudo, ele só pode ficar nesta forma 5 turnos por missão, seja de forma contínua ou não - ou seja, ele pode gastar os 5 turnos seguidos ou dividir a utilização, mas a soma do uso não pode exceder o tempo máximo por missão] {Prata} (Nível Mínimo: 1) {Controle etéreo} [Recebimento: Presente de Reclamação de Melinoe] → pescoço;
  • {Void} / Anel [Anel prateado. Olhando de perto seus detalhes lembram ossos justapostos, como se o anel fosse feito de pequenas peças até tomar seu formato. O anel suga a alma/ energia dos oponentes derrotados em combate (mortos ou destruídos pelo filho de Melinoe - ele deve ser o último a golpear o oponente para fazer efeito. Essa essência pode ser usada futuramente na ativação de certos poderes, como "Ectofagia" e "Acessar memória", respeitando os limites dos poderes. Adicionalmente, o semideus pode escolher gastar o poder de uma alma capturada - consumindo-a no processo - e ganhando um aumento de suas características de 15%, por 3 turnos. Isso afeta força física, esquiva e potência/ chance de acerto de ataque, mas não a duração dos poderes, ainda que o dano seja alterado. Apenas uma alma pode ser consumida desta forma por missão. Uma vez por missão o anel pode manipular a energia espiritual do próprio semideus, fazendo com que recupere 20 HP sem custos adicionais ou qualquer perda.] {Bronze sagrado}(Nível Mínimo: 1) {Controle de almas. Almas coletadas: 1} [Recebimento: Presente de Reclamação de Melinoe] → anelar esquerdo;
  • Anima Bracelet. [Um bracelete de prata com o desenho de borboleta em ouro. Esse bracelete pode ser ativado com o desejo mental do usuário e transforma-se em uma corrente que pode medir 10m. Essa corrente é feita de prata e ouro sagrado, bastante resiste a tal ponto de ser semi-indestrutível. Ela obedecerá aos comandos mentais do mentalista com perfeição, independente do nível que ele esteja.] [Materiais: Ouro Sagrado e Prata Sagrada] (Nível mínimo 1) {Elemento: Psíquico} [Recebimento: presente por ser mentalista] → bracelete, pulso direito;
  • {Snow} / Adaga [A arma possui trinta e cinco centímetros, e uma lâmina feita de ferro estige, de modo a aumentar os poderes relativos aos filhos de Melinoe em 10%, quando usada como canalizadora. Seu cabo é em madeira, entalhado para se encaixar perfeitamente nas mãos da dona, de modo que outro semideus que usá-la não terá o mesmo desempenho. O dano causado por essa arma é tanto de perfuração quanto de corte, por possuir uma ponta bastante afiada, assim como seus gumes, de modo a causar 10% de dano a mais em relação à adagas comuns, além de possuir um formato propício à penetrar armaduras, bonificando o dano em 5%. Por ser uma adaga, é leve - trezentas gramas - e fácil de ser escondida, facilitando os golpes rápidos e furtivos. A arma foi encantada com o atributo gelo, de modo que quando a dona desejar, sua lâmina ficará coberta pelo elemento, e durante dois turnos possuirão o efeito de congelar o ponto atingido, que ficará nesse estado por no máximo dois turnos. O efeito pode ser usado duas vezes por ocasião. Acompanha uma bainha de couro.]{Couro, Ébano e Ferro Estige} (36) {Controle Sobre o Gelo} [Forjado por Harry S. Sieghart] → escondida na bota;
  • {Fear} / Pulseira [A pulseira é de bronze comum, contrastando com a pele alva da semideusa e sua forma lembra a de correntes entrelaçadas. Uma vez por missão, a usuária pode ativar o poder do colar por um turno. Este faz com que sua voz assuma um tom mais monstruoso, a permitindo poder paralisar, com sucesso, inimigos - que não sejam filhos de Phobos ou Deimos - que sejam de cinco níveis abaixo que o dela por duas rodadas.] {Bronze Comum} (Nível Mínimo: 25) [Recebimento: Missão "Taste of Horror"] → no pulso esquerdo.



HABILIDADES:

    nenhum, nenhum.

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Re: Local Público: Pinheiro de Thalia

Mensagem por Sasha D'Angelis em Dom 16 Ago 2015, 16:50



they think i'm really bad
they say i'm dangerous


Um pouco desatenta, Sasha pressentiu a falta da cigarrilha na boca ao tê-la furtada por Emily, saboreando os últimos resquícios da nicotina presente e esvaindo um suspiro sugestivo dos lábios. Pelo que parecia, D'Angelis não era mais a única viciada do acampamento.

Naquele exato momento, os olhos, tomados por uma imensidão negra, passeavam pela área ao derredor, sem expor qualquer interesse nítido na expressão da menina. Estava faltando alguma coisa, e talvez ela soubesse exatamente como preencher aquele vazio.

Sua mente obscura e inteligível passava a trabalhar, arquitetando as mais diversas formas de loucura, que, para ela, resumiam-se em apenas diversão. Ah, "loucura". Uma das palavras preferidas de Sasha, dado pelo simples fato de descrevê-la perfeitamente.

— Vocês sabem correr, meninas? — Sasha revestia os lábios num sorriso incógnito conforme vasculhava a cavidade interna do casaco, pescando um cantil mediano recheado de vodka pura, presente de um dos filhos de Hermes veteranos. Sobretudo, algo disposto em seu semblante facial não era bom. — Porque ficar aqui não vai ser uma opção. — Continuou, antes de entreabrir a tampa e bebericar um único gole do líquido alcóolico puro, despejando o resto sobre o lençol do piquenique.

O que Sasha estava prestes a fazer, sem sombra alguma de dúvidas, entraria para a sua lista de novos hobbies. Após banhar a toalha em alcóol, a adolescente tomava posse do isqueiro e repuxava sua roldana, incitando as chamas do utensílio de encontro ao lençol úmido. A sensação de assistir as chamas crepitarem, para Sasha, era algo além do prazer humano.

Quando pode notar, o fogo incandescente já tomava parte das gramíneas no redor do pinheiro, estendendo-se pela região numa velocidade considerável. Sasha, por sua vez, fisgava o antebraço de Angie e a mão de Callie no encalço em que soltava uma risada de escárnio, acelerando os passos para fora dali junto do grupo, visto que, dentro de pouco tempo, tudo seria consumido.



Sasha D'Angelis
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Re: Local Público: Pinheiro de Thalia

Mensagem por Angie Bridewell em Dom 16 Ago 2015, 17:07


i'm the one with the ghosts in my bed
Diferente do habitual, Bridewell já havia desenvolvido uma expressão de clara insatisfação, enrugando a testa discretamente. O tédio se fazia presente naquele momento. A filha de Melinoe era a única que não estava se divertindo, aparentemente. Angie assumiu o controle da bolsa de veludo com um único movimento do antebraço, vasculhando seu conteúdo ao revirar as peças dentro do objeto. Após obter êxito e resgatar um tubo de brilho labial, Bridewell fez uso de uma quantidade considerável do produto, consolidando o brilho produzido pelo utensílio após esfregar os os lábios carinhosamente. 

Durante a recriação do visual, Angie estava sussurrando com Sasha, que havia comentado algo sobre sobre um plano. "Fogo, fogaréu, pinheiro", eram as únicas palavras que tinham chamado atenção de Bridewell naquele diálogo. Sem prestar muita atenção na conversa com D'Angelis, Angie checava a reprodução do seu rosto escultural refletido pelo espelho, aproveitando para pentear as mechas com o pente emadeirado que tinha encontrado na bolsa minutos atrás. A garota assentiu para Sasha que não parava de tagarelar sobre uma suposta ideia que tinha obtido, desinteressada com o conteúdo da conversa. Bridewell ajustou as pulseiras até o centro do seu antebraço, incomodada com a movimentação dos itens, que insistiam em exercer certo movimento durante o baquear dos braços, executados dentro da bolsa.

Algo que chamou a atenção de Bridewell para o diálogo com D'Angelis foi quando a garota se ergueu, expondo um item que outrora jazia o interior do casaco da menina. "Vodka", foram as palavras que Angie ouviu antes de assumir o que estava acontecendo – Sasha desenvolveu um plano de colocar fogo no matagal, algo que deveria ser por pura diversão. Incrédula, Bridewell forçou o corpo para o lado e envolveu o antebraço de Barbara desesperadamente, lançando os utensílios de beleza na cavidade interior de sua bolsa. A garota parou de correr ao ser apanhada por Sasha, que segurou seu braço, trazendo-a consigo conforme enroscava os dedos sobre a pele branca da amiga. – Você ficou louca? – foram as únicas palavras que Bridewell conseguiu definir à personalidade de D'Angelis, que havia, de fato, enlouquecido.

Com a bolsa enroscada no ombro, Angie tomou plena distância do local, as mãos trêmulas sendo amparadas por Barbara e Sasha, que riam da situação. Bridewell se reuniu com as outras garotas, processando o que havia acabado de acontecer. "Nós vamos ser expulsas!" pestanejou.


but they only come alive at night
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Re: Local Público: Pinheiro de Thalia

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