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Local Público: Pinheiro de Thalia

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Local Público: Pinheiro de Thalia

Mensagem por 108-ExStaff em Sab 02 Maio 2015, 23:53

Relembrando a primeira mensagem :


Pinheiro de Thalia



Descrição

Se não puderes ser um pinheiro, no topo de uma colina,
sê um arbusto no vale mas sê
o melhor arbusto à margem do regato. [...]
Não é pelo tamanho que terás êxito ou fracasso...
Mas sê o melhor no que quer que sejas.


— Pablo Neruda

O Pinheiro de Thalia é um marco da divisa com o ambiente externo, ou seja, a linha entre a segurança e o perigo. De um lado, o semideus estará dentro dos limites determinados pela barreira mágica, que filtra monstros e humanos, não permitindo que determinados seres entrem no Acampamento Meio-Sangue sem permissão; do outro, o lado de fora, o meio-sangue estará por sua conta em risco, ao sabor do acaso, sendo responsável por sua própria sobrevivência e podendo sempre ser abordado por monstros, criaturas fantásticas e até deuses.

O local fora maculado para sempre quando uma jovem filha de Zeus, chamada Thalia, tentara salvar seus amigos, ganhando algum tempo numa batalha perdida para que eles pudessem se encontrar dentro das proteções do Acampamento. Devido ao ato de coragem da garota, o próprio deus dos deuses transformou-a no pinheiro que hoje se localiza no alto da Colina Meio-Sangue. Dizem que o espírito da heroína ainda habita o pinheiro, enquanto outros afirmam que ela se libertou com o poder curativo do Velocino de Ouro.

Aliás, uma árvore grande e de tronco grosso, o pinheiro está sempre com dois importantes companheiros: o Velocino de Ouro e o dragão Peleu. O Velocino de Ouro, originalmente recuperado pelos Argonautas, teve que ser novamente retirado de um esconderijo, no caso, a ilha de Polifemo, e é sabido que seu poder age de forma tão forte sobre a natureza que sua aura chegou a ser confundida com a do deus Pã. Já o dragão Peleu - imenso e com escamas cor de cobre - é o protetor do Acampamento Meio-Sangue, impedindo que ataques sejam feitos contra o Velocino, e por isso dorme enroscado no tronco do pinheiro.

{Wikipédia, Pensador, Percy Jackson BR, Rick Riordan, Guia Definitivo (Knight, Mary-Jane), Percy Jackson e o Ladrão de Raios (Rick Riordan), gabs}


Informações de Jogo


Tráfego humano: Inexistente
Periculosidade base: 0%
Visibilidade: Inexistente para humanos / Baixa para o Acampamento
Permissão de ataque: Não
Permissão de intervenção: Não
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Garota, eu vou pra Califórnia. ♪

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Re: Local Público: Pinheiro de Thalia

Mensagem por Cassie Patterson em Qui 06 Ago 2015, 00:20


Patterson acordou trajada em sua lingerie Stella McCartney ao som do falatório de algumas de suas meias-irmãs. Esfregou os olhos inchados e pôs os pés descalços no assoalho forjado em madeira legítima. Posteriormente, se dispôs do vestido azul-celeste Miu Miu, conduzindo-se à saída do chalé.


Um pouco sonolenta, não hesitou em bocejar ao que encaminhava-se ao Pinheiro de Thalia, buscando a companhia de suas amigas.
— Oi, gente. — Brandou Cassie, alternando o olhar entre Emily, Raina, Angie, Bárbara, Chanel, Marcel, Sasha, Callie e Sage, por conseguinte atirando uma mecha da cabeleira castanho-claro para trás da orelha.
— Você… fuma, Sasha? — A semideusa não pôde deixar de notar o fato de D’Angelis receptar um cigarro por entre o indicador e o médio. — Eu não sabia.
E suspirou, claramente utilizando-se, passivamente, de seu charme. Cassie não escondia o fato de apreciar a companhia e a exímia personalidade da campista, mas não era como se ela se importasse com o que a prole de Nix deixava ou não de fazer: pelo contrário, não poderia estar menos desinteressada.
Cassie Patterson
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Re: Local Público: Pinheiro de Thalia

Mensagem por Lexis Skönhet em Qui 06 Ago 2015, 02:02

é muita audácia, né, querida?
post #002at pinheiro de thalia • with o bonde todo • listening quem nasceu piriga by camilla uckers. • wearing isso
Tomei meio segundo do meu tempo para dedicar minha atenção ao grupo que se dispunha abaixo do Pinheiro de Thalia, o suficiente para reconhecer uma das mais antipáticas e irritantes criaturas que o chalé dez já teve o desgosto de abrigar, obviamente acompanhada daquele que parecia ser seu capacho. Bom para eles que eu não havia aprendido seus nomes.

Fui surpreendida por um toque no ombro, acabando por dar de cara com Ianna, monitora das vadias de Afrodite. Segurei o riso ao ouvi-la comentar sobre a ovelha desgarrada da puta-mor. Bom saber que até mesmo a monitora pensava daquela forma, talvez se tornasse aliada para um plano futuro. Uma voz conhecida tirou minha mente da merda que aquilo poderia se tornar.

— É falta de educação não cumprimentar as antigas fodas, sabia, Nessie? — Brinquei, então puxando a filha de Selene pelo braço, levando meus lábios ao encontro da sua bochecha direita em um rápido beijo.

Foi quando três garotas desconhecidas chegaram. A primeira e a terceira foram as mais discretas, especialmente se comparadas com a segunda, cuja fala, tom e postura evidenciavam o desejo da semideusa de plantar a discórdia. Sorri.

— Realmente, Ayla. Olhem para si mesmas, garotas, vocês merecem mais do que aturar gente que dá ataquezinho no meio do chalé por um pouco de atenção. — Meus olhos passavam entre cada presente, que agora formavam uma rodinha ao redor de mim, certa de que o ato serial crucial para convencê-las a se virarem contra a companhia dos capachos. Por fim, mordi o lábio, com uma ideia um tanto quanto... interessante na mente.

Abri passagem entre Nessie e Ianna, dirigindo-me ao piquenique. Sorri para os desconhecidos, aparentando o mais angelical possível.

— Oi, meus amores. Então, eu já estou de saída, é só que ali de onde eu estava... — Abaixei-me ao lado da ovelha desgarrada, fingindo analisar o rosto da menina, acabando por tocá-lo. — Lá de longe eu vi que você precisa de um tratamento de pele, talvez seja bom procurar alguém.

Levantei-me no mesmo segundo, já sabendo o que aconteceria com a pele da minha adorável meia-irmã. Aquele ataque seria divertido, afinal, que filha de Afrodite não ama estar com a cara cheia de cravos e espinhas?

— Se procuramos um lugar mais bem-frequentado, sugeriria minha cama. Porém, ela não suporta tanto peito e bunda juntos. Que tal uma boate?

Lexis Skönhet:
Armas levadas:
♥ {Beauté} / Chicote [Em repouso, é uma pulseira revestida em couro, com um único pingente dourado no formato de coração. Este, ao ser pressionado, se transforma em um chicote, todo trabalhado a mão, com 2,5m. Ele é feito de couro, e nesse couro, pode se perceber detalhes em renda, bordada manualmente. Ele também reluz alguns fios acobreados, deixando entrever o bronze sagrado, que ajuda em ataques mais precisos, e pode cortar a pele do atingido. Ao apertá-lo com força, retorna à forma de pulseira.]{Couro e bronze sagrado} (Nível Mínimo: 1) [Recebimento: Presente de Reclamação de Afrodite, modificado por H³] desativado, no pulso esquerdo

♥ {Arche de l'Amour} / Arco longo [Em repouso, é uma pulseira revestida em couro, com uma plaquinha onde é possível ler a palavra "Love", além de ter pequenos brilhantes nas extremidades. Quando a plaquinha é pressionada, transmuta-se para um arco de bronze sagrado de cores dourada e prata, que possui um desenho elegante e chamativo, mas não vulgar. Para todos os efeitos, age como um arco longo comum. Ao empurrar a corda do arco, ele volta a forma de pulseira.] {Bronze sagrado} (Nível Mínimo: 1) [Destreza/ Ataque/ Poder de precisão][Recebimento: Presente de Reclamação de Afrodite] desativado, no pulso esquerdo

♥ {Enchantè} / Aljava de Flechas Infinitas [Em repouso, é uma pulseira revestida em couro, com um pingente que é a palavra "Love" escrita em letra cursiva. Quando as letras são pressionadas, o item se transforma na aljava de Lexis. As flechas reluzem claramente, dado o acabamento mais elegante se comparado à armas de outra origem. Porém, são apenas flechas de bronze sagrado. O compartimento é feito de couro, decorado com filigramas metálicas.] {Couro e bronze sagrado; Madeira de freixo e bronze sagrado} (Nível Mínimo: 1) {Não controla Nenhum Elemento} [Recebimento: Presente de Reclamação de Afrodite] desativado, no pulso esquerdo
Poderes:

Afrodite e Mênades

PASSIVOS
Considerar todos até o nível 33, com destaque para:
Dissimulação – nível sete
Pode não ser filho de Dionísio, mas sabe dissimular bem o suficiente para convencer outras pessoas. Dissimule o quanto quiser, seja inocência, choro ou alegria, pois há grandes chances de acreditarem. Lembre-se de que suas atitudes devem ser coerentes para que acreditem. Além disso, não modifica sua aura, fazendo com que suas intenções possam ser descobertas por quem tem poder para isso.
Habilidade Teatral III – nível dezenove
Todos acreditam nas palavras que proferirem de sua boca, colocando toda a fé e caindo em suas emboscadas. Consegue deixar monstros aturdidos por sua capacidade de mentir, e sua atuação é perfeita.
ATIVOS
Maldição de Afrodite – nível sete
Os filhos de Afrodite podem lançar uma maldição sobre o inimigo, fazendo brotar em seus rostos desde cravos, espinhas empesteadas de pus e furúnculos. Além disso, aumentam consideravelmente a acne, sendo utilizado como um tipo de distração, forçando-os a coçarem o rosto devido às irritações, o que prejudica seus movimentos, reduzindo ataque e defesa em 50% por 3 turnos. Não afeta criaturas não vivas, e não provoca dano real, mas reduz poderes de charme e persuasão que sejam baseados na aparência. 1 vez a cada 5 turnos. (Crédito: Phillipe D'alembert)
Lexis Skönhet
Mênades
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Re: Local Público: Pinheiro de Thalia

Mensagem por Callie Vernon em Qui 06 Ago 2015, 19:41


DEVILISH
you just can't get enough


P
ara Callie, não foi fácil abdicar-se de toda a opulência da família na Alamo Square e se submeter à toda liberdade atroz do acampamento. Não via nada de prazeroso na rotina monótona que vivenciara na última semana: embates constantes com Emily no chalé número dez — afinal, qual é a garota de personalidade forte que não quer exibir o seu potencial subversivo? —, troca de beijos com filhos de Hefesto e, a única parte agradável na lista toda, o makeover  obrigatório que sujeitava à todas semideusas não eram proprietárias de uma aparência decente, no mínimo.  
 No antro de Vernon, era tudo ordinariamente desinteressante. Até agora.  
 
 
***
 
 
Hoes before bros. Se tem uma coisa que Callie realmente absorveu dos internatos elitistas que frequentara em outrora, foi que nunca se deve deixar uma igual em segundo lugar por conta de garotos. Afinal, um pau grande não justifica as guerras silenciosas – com muito veneno – que as meninas travam. Ou justifica?  
Permitindo-se desligar do fluxo de consciência momentâneo para prestar a atenção nas amigas ao redor, Callie sorveu uma dose generosa do chá gelado, apreciando toda a atenção fornecida por um grupo de semideusas até então desconhecidas. Para a filha de Afrodite, era um deleite estar sob a iminência de todo aquele sol enquanto partilhava da presença de suas amigas.  
 — Eu tenho uma dúvida, meninas. – Callie pousou a xícara na toalha improvisada, sentando-se nos calcanhares. A semideusa mordeu o lábio inferior, lançando um olhar incisivo para as garotas ao redor — Vocês acham que traição é uma coisa perdoável? Tipo assim, vocês dormiriam com um cara mesmo depois dele praticamente se humilhar por outra?  
 Pouco se importando com a chuva de olhares perplexos, Callie simplesmente ajustou-se sobre o tecido, enrolando uma mecha do cabelo loiro no indicador.  




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PUSSYCOPATH

chameleon society
Callie Vernon
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Re: Local Público: Pinheiro de Thalia

Mensagem por Cassie Patterson em Sex 07 Ago 2015, 00:03


Cassie sobrepôs os óculos Chanel diante dos olhos azuis-água, procurando, como de praxe, um grupo composto unicamente por semideuses do sexo masculino. Precisava de diversão.
Decaiu sobre o tecido que originava a ''toalha'' ao que, mentalmente, obteve a conclusão de que precisava se sentir o centro das atenções. Era o seu melhor passatempo.
Relembrar os velhos tempos, quando atuava como dançarina em um barzinho qualquer.
Ao contrário dos outros integrantes do que aparentava ser uma confraternização, Patterson permaneceu indiferente perante a indagação de Callie, a prole de Afrodite. — Claro que não.— A garota retrucou.
Cassie não a conhecia por completo, mas, julgando por seu parente divino, era mais provável que não fosse construir qualquer tipo de vínculo afetivo com a compista.
A descendente de Perséfone, de repente, foi capturada pelos próprios pensamentos, encaixotada pelas próprias memórias; talvez não passasse de um clichê: o fato de Patterson não prezar pela companhia ou afeição de filhas de Afrodite poderia estar relacionado a rixa entre ambas as progenitoras.
Poderia?
Cassie Patterson
Filhos de Perséfone
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Re: Local Público: Pinheiro de Thalia

Mensagem por Ianna D. Belikov em Sex 07 Ago 2015, 01:35


i don't like you, f**k you anyway
it hurts but i won't fight you

Puta merda. Em questão de segundos, o pinheiro revelara mais gente do que loja de marca tendo liquidação. Nunca fui fã de muvuca, se é que me entendem. Enquanto ouvia parcialmente o que Ayla e companhia diziam, meus olhos se atentavam aos movimentos de Emily, aquela criaturinha irritante que parecia achar que teria o que quisesse só porque era novidade por ali. Pobre coitada. De qualquer forma, mamãe estava claramente me testando, reclamando uma ridícula atrás da outra, o que se provou quando outra de meu chalé finalmente deu as caras. Sorri ao vê-las, já planejando algo para o futuro. Ayla não demorou a nos convidar para curtir em outro local, coisa que eu já esperava. Quer dizer, onde já se viu falar sobre coisas tão ridículas perto de um dragão? Secretamente esperava que ele se irritasse e cuspisse fogo naquele piquenique, mas sabia que não aconteceria. Dessa forma, dando de ombros, segui a monitora de Selene que, naquele momento, parecia a pessoa mais sensata do lugar.

No caminho, verifiquei a presença de duas moças que pareciam não pertencer ao grupo fútil que pretendia virar churrasquinho. Uma aparentava raiva clara e pura, enquanto a outra apenas demonstrava curiosidade. Pessoas irritadas sempre me atraíram. Era interessante saber do que elas eram capazes e até onde iriam para aniquilar seu objeto de frustração, mas aquilo não daria certo ali. Era arriscado tentar e eu, como monitora, tinha a necessidade de informar qualquer coisa que desse errado a Quíron. Aproximei-me devagar e sorri para a garota.

- Se tá com raiva delas, pode guardar para si. Não gaste sua energia com vadias, só se for na cama. Conselho de uma filha de Afrodite. - Piscou. - Vem comigo, ok? Eu te acalmo um pouco e você não se mete em confusão. A propósito, Ianna Belikov. - Estendi uma das mãos e esperei que ela me cumprimentasse para, em seguida, puxá-la daquele local apinhado de gente.

adicionais:
itens:
♥ Faca [Sua lâmina bronzeada mede cerca de 24 cm, e seu cabo tem o mesmo comprimento padrão. É bastante afiada e é perfeita para ataque ágeis e rápidos. O bom desta arma é sua eficiência tanto para mãos hábeis quanto para manuseios mais inexperientes, pois é uma arma curta, fácil de esconder e ao mesmo tempo fácil de manusear. Seu punho é feito de aço, mas uma camada de couro escuro cobre o aço para que o usuário possa segurá-la firmemente. Na parte inferior da lâmina, próxima ao cabo, há entalhado as siglas do Acampamento "CHB"; uma propriedade que só os meio-sangues e criaturas místicas podem ter e usar (ajuda um pouco na destreza)] {Bronze, aço e couro} (Nível mínimo: 1) {Nenhum elemento} [Recebimento: Administração; item inscrição padrão do fórum]

- Gauth [Adagas gêmeas feitas especialmente para Andy. As armas adaptam-se perfeitamente à forma da semideusa de lutar, e mesmo que sua perícia não seja esta, alguns dos ataques com as lâminas poderão dar danos maiores se estes forem bem explicados. Os cabos possuem as letras "A&G" entalhadas. Os detalhes são pequenos caduceus entrelaçados a algumas roseiras, perfeitamente esculpidos nos cabos.][Presente da Rafa, sua amada ♥]

♦ Respect [Um pequeno bracelete concedido à filha de Afrodite. Este permite que semideuses de nível inferior ou igual ao dela sintam-se obrigados a respeitá-la, hesitando em seus ataques. Semideuses de nível superior sentirão-se ligeiramente incomodados. No entanto, o poder do bracelete aumenta de acordo com o nível da afrodisíaca.]

♦ {Uncontrolled} / Colar [Colar feito de prata, com um pingente arredondado também de prata, que pode ser aberto. Dentro há uma foto de Ianna pouco mais sombria. Quando aberto, a semideusa cede parte de sua mente para seu ID, aumentando a potência de golpes físicos em 30% por dois turnos. Porém, quando o faz, a moça perde controle sobre suas ações, só retornando consciência após passados os turnos.] {Prata} (Nível Mínimo: 20) {Não controla elementos} [Recebimento por Aldrick no treinamento do 3º Trimestre de 2014]

♥ {Double} / Anel [Um anel feito de ouro um rubi incrustado em seu centro, representando uma rosa. Uma vez por missão, durante dois turnos, Ianna poderá criar um clone de si mesma. A cópia será exatamente igual à usuária e terá as mesmas habilidades físicas; no entanto, se o clone utilizar habilidades ativas, a MP provirá da original - ou seja, se o clone utilizar uma habilidade ativa, a energia (MP) de Ianna será descontada como se ela própria houvesse usado o poder. A ativação é de acordo com a vontade da usuária.] {Ouro e Rubi} (Nível Mínimo: 20) [Recebimento: Missão "The Other Me", por Poseidon]
poderes utilizados:
passivos:
♦ Visão auspiciosa (Nível 19) [NOVO - idealizado por Sadie Bronwen]: O filho de Afrodite enxerga a aura da emoção das pessoas ao seu redor. Não é telepatia, ou algo do tipo, mas ele sempre vai saber o estado emotivo das pessoas - ansiedade, raiva, amor, nada escapa de seus olhos. Não detecta pensamentos ou informações específicas, apenas o sentimento geral. Por exemplo, se alguém mentir para eles, não conseguem perceber, mas podem identificar que o locutor está ansioso, mesmo que não identifiquem o motivo. Não pode ser desativado.
ativos:
-x-
Ianna D. Belikov
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Re: Local Público: Pinheiro de Thalia

Mensagem por Leslie Rothlow em Sex 07 Ago 2015, 13:48


Nigthmare
dressed like a daydream
Enquanto encarava os demais campistas fazendo um piquenique naquele lugar infestado de insetos e um dragão, aproximou-se uma garota com um sorriso no rosto, interagindo comigo como se fôssemos amigas há séculos. A fitei dos pés a cabeça, notando sua beleza exótica, confirmando que a garota pertencia a prole de Afrodite. Ianna Belikov, esse era seu nome. Apertei a mão da morena para cumprimentá-la, sendo puxada daquele local como se estivéssemos atrasadas para as compras.

Você é doida? — perguntei, acompanhando-a. — Pois parece. Enfim, pode me chamar de Jessamine.

Adendos:
Armas:
{Darkness} / Espada [Espada de 90cm, feita de bronze sagrado. Sua lâmina mede cerca de 70 cm, e sua base é mais grossa que a ponta. A guarda-mão é em forma de um crânio que tem seus dentes pontudos virados na direção do início da lâmina, como se ela saísse de sua boca. Os olhos do crânio são feitos por dois rubis. O cabo e a espiga são revestidos por um couro escuro, o mesmo tipo usado em sua bainha. No nível 20 transforma-se em um anel de caveira] {Bronze sagrado} (Nível Mínimo: 1) [Recebimento: Presente de Reclamação de Hades]

{Void}/ Anel [Anel de caveira que absorve a energia vital das almas dos oponentes mortos, armazenando-as. As almas guardadas podem ser usadas como um combustível na forma de um "buff", ampliando o poder de ataque do semideus em 10% por 3 turnos a cada alma utilizada. A alma utilizada segue ao submundo após isso. Esse efeito pode ser usado apenas 2x por missão. Adicionalmente, 1 vez por missão o filho de Hades pode gastar uma alma coletada para recuperar 10% de sua HP e MP.] [Almas coletadas: 0]{Bronze} (Nível Mínimo: 1) {Não Controla Nenhum Elemento} [Recebimento: Presente de Reclamação de Hades]

{Shadow} / Capa [Capa feita de escuridão, lã negra e fios de obsidiana. Com uma magia muito parecida com a do elmo de Hades, a capa faz com que o semideus fique invisível em meio as sombras, mas não modifica o odor do semideus, não diminui o barulho de suas ações ou modifica a estrutura corporal do semideus. A capa pode ser usada em partes do copo ou no corpo inteiro, mas ao passar por um foco de luz a camuflagem passa a ser inútil. Ao usar essa capa apenas como um acessório de vestimenta, mesmo estando sobre a luz ela concede um aumento de 10% na potencia dos poderes referente ao medo que o semideus usar.] {Lã}(Nível mínimo: 1) {Não Controla Nenhum Elemento} [Recebimento: Presente de Reclamação de Hades]

Poderes:
Passivos:
Aura da Morte I [Nível 1]: O filho de Hades emana uma aura que incomoda as pessoas - não chega a afastá-las, mas elas não ficam à vontade. É algo sobrenatural, sem explicação, mas elas tem medo de morrer ao chegar perto. Não afeta  semideuses ou seres mitológicos. Esta aura também afasta as almas muito mais fracas de você.[Modificado]

Respiração do Submundo [Nível 1]: O filho de Hades respira normalmente em locais de baixa pressão ou subterrâneos, fechados, desde que haja uma quantidade mínima de ar. Eles ainda são afetados por poderes de sufocamento, e condições precárias, se prolongadas, podem ser letais.

Perícia com armas laminadas [Nível 1] Por ser filho de Hades, o semideus manipula perfeitamente as armas laminadas, ganhas como presente de reclamação, e possuem uma familiaridade ainda maior se elas forem de ferro estige.[Modificado]

Visão Noturna [Nível 2] Possui a capacidade de enxergar perfeitamente quando escuro.[Novo]

Cura I [Nível 3]: Ao ficar nas sombras, o filho de Hades se recupera involuntariamente. A cada rodada, são 5 de HP recuperados. Apenas faz efeito em locais completamente sem iluminação, ou durante a noite. A sombra de uma árvore ao meio dia, por exemplo, não tem efeito algum. Recupera no máximo 50 HP por noite.[Modificado]

Ativos:
Nenhum





Leslie Rothlow
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Quando eu era apenas uma garota, dizia ser uma deusa... e vivia nos céus. Algumas vezes me pergunto porque desci. | Poético. Ass.: ídolo

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Re: Local Público: Pinheiro de Thalia

Mensagem por Arwelt Maveroll em Sex 07 Ago 2015, 14:30

YOU THINK YOU'RE REAL COOL
 
O tipo de noite em que uma dor de cabeça lhe força a apertar os olhos da forma mais incondicional possível, que, apesar dos pesares, era algo comum em minha rotina. E foi exatamente assim que eu acordei. Essa crise era bem frequente, o que sempre acabava resultando na ausência de minhas atividades diárias e na perda de todo o meu dia. Mesmo com todas essas merdas de desvantagens propostas por se ingerir álcool, aquilo fazia tudo ter um gosto... Digamos que especial, ou melhor, singular. Olhei nervosamente pelo pequeno espaço da janela apenas para ver um parco raio de sol que formava um perfeito retângulo de luz no chão de minha atual ambientação. Levantar da minha cama era uma tarefa medíocre, mesmo em meu atual estado. O complicado mesmo era manter-me de pé.

Hábitos. Uma vez que se tem todo o tempo do mundo, por vezes se perde um pouco do tato para lidar com o tempo, de forma que nossos atos se tornam tão repetitivos a ponto de se tornarem mecânicos. Trajava a usual jaqueta de couro desgastada, mas preposta, e um comum short azul marinho sem ao menos colocar uma cueca antes, evidente que meu volume ficava ainda mais perceptível. Proposital, obviamente. Olhando o meu reflexo no espelho, não sabia dizer se deveria ficar entusiasmado com a ideia de poder sair da mesmice, ou se deveria estar em um completo estado de pânico pelo mesmo motivo.

Com um resmungar de impaciência, adiantei passos rápidos ao local conforme proposto pelo sua sociedade secreta, cada passo fazendo um estranho barulho no gramado. Eu queria estar sóbrio para poder saber de qual forma estranha eu estava andando naquele momento que fez todos se chocarem. Enquanto caminhava, algumas pessoas sempre me encaravam com expressões anormais e perplexas. Como se eu desse uma foda para o que eles estavam pensando. Aparentava que minha áurea não era muito boa, mas isso era insuficiente para me distinguir como filho de algum deus específico. Não que aquilo fosse realmente de meu interesse.

E lá estava ela. Emily. Uma tremenda vadiazinha. Ladra de namorados e avassaladora de relacionamentos — sim, ela destruiu o meu último namoro. Não há palavras melhores para definir a sua personalidade, é óbvio, mas fisicamente? Era o incompreensível resumo de traços opostos, como um acidente divinamente atribuído à Terra — traços angelicais emolduravam seus lábios cativantes, como se o Diabo figurasse numa obra artística de Jesus Cristo. Sua pele era preenchida com mel e chantily, quente como o inferno. Sim, essa era Emily.

Sempre busquei ser cordial e nem precisei anunciar a minha presença para chegar em suas costas e puxá-la até que a mesma fique colada em meu corpo, impulsionando-a a senti-lo por completo. Não exatamente por completo, mas a parte importante foi reconhecida. Envolvi meus braços às suas curvas esguias, abraçando-a enquanto projetava com meus lábios alaranjados o mais terno beijo em seu pescoço, induzindo um arrepío com o contato. Certifiquei-me de cumprimentar todos os presentes no local acenando com a cabeça, não estava muito bem no momento para proferir palavras. Mas mantinha no peito aquela falsa pulsação de um coração vívido, talvez fosse este algum tipo de alívio a minha conturbada existência.
THANKS!
Arwelt Maveroll
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Re: Local Público: Pinheiro de Thalia

Mensagem por Sage Buckshot em Sex 07 Ago 2015, 17:51




I just need to take a bit


Conforme o ângulo de incidência dos raios solares sofre alterações, sou capaz de registrar a passagem do tempo, o que me traz certa angústia. Tal como comprovavam as inúmeras olhadas por cima do ombro que havia efetuado até ali, não existia nenhum sinal da aproximação de Candice. Imagino se a garota esqueceu-se do encontro, ou simplesmente decidiu não comparecer. De qualquer forma, outros semideuses já se fazem presentes ali. Reconheço uma companheira de chalé, Cassie Patterson, saudando sua chegada com um aceno descontraído.

Oi, Cassie. Desculpa não ter esperado por você. Pensei em voltar lá depois que encontrei a Callie e a Sasha, mas nós já estávamos atrasadas, sabe? — tento me justificar da maneira mais convincente possível, mesmo que aquilo não fosse inteiramente verdade. Para ser honesta, a ideia de conduzir D’Angelis comigo até o chalé de Perséfone não me agradava. Toda aquela fumaça pairando ao redor da filha de Nix com certeza acarretaria em sequelas nocivas para as flores em desenvolvimento no perímetro. Imagino se meu olhar de reprovação direcionado ao cigarro em sua boca está muito evidente.

Um pouco perturbada pela aparência intimidante da garota, sinto um ligeiro tremor percorrer meu corpo, desestabilizando a xícara posicionada em minhas mãos. O artefato foge ao meu controle e o chá se derrama sobre a base do pinheiro.

Ops! Espero que goste de chá, Thalia — brinco ao me colocar de pé, dobrando os joelhos e soerguendo os braços suavemente para reverenciar a árvore. Quando me preparo para reclamar meu lugar de origem, capto a chegada de Arwelt e o momento partilhado entre ele e Emily, optando por me instalar em outro canto. As pernas de Chanel parecem uma ótima opção, de modo que descanso minha cabeça ali. Só então o comentário de Callie alcança meus ouvidos, estimulando-me a deixar escapar um riso de deboche antes de responder.

Acho que algumas garotas são tão carentes que chegam a perdoar a traição, Callie, ou fingem não perceber. Devem ter consciência de que ninguém mais se interessaria por elas.

Em seguida, estico minhas pernas sobre a toalha de piquenique, tomando a precaução de deixar as botas longe do tecido. Atraio a cesta de frutas para junto do meu corpo, pescando um cacho de uvas de boa aparência de dentro do receptáculo e depositando-o nas mãos de Chanel.

Que tal você me servir algumas uvas, Chanel? — retraio o olhar até o rosto da amiga ao lançar a sugestão, entreabrindo um pouco a minha boca e percorrendo o contorno dos lábios com o indicador.

Nesse momento, capto a presença de Logan Montecarlo a alguns metros de distância, reconhecendo-o como monitor do chalé ao qual pertenço. Ressalto um sorriso amistoso na direção do rapaz, emendando uma piscadela. Só então uma lembrança aflora em minha mente, retratando o semideus de mãos dadas com uma filha de Afrodite. Tudo naquela menina parecia forçado demais aos meus olhos, como uma criança carente de atenção. Tento recordar o seu nome, sem muito sucesso, mas não me empenho muito na tarefa. Afinal, se fosse alguém relevante, eu teria me lembrado de imediato.


Thanks for @Lovatic, on CG

Sage Buckshot
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Re: Local Público: Pinheiro de Thalia

Mensagem por Sasha D'Angelis em Sex 07 Ago 2015, 18:58



throw me to the wolves
and i'll return leading the pack


A vasta fumaça desprovida dos lábios da menina sondava o ar após sua última tragada, gerando uma espécie de atrito entre o perfume habitual da região e os resquícios da nicotina. Ciente da ausência de outro cigarro disposto no maço restante que havia escondido, Sasha seria obrigada a lidar com a falta de seu maior vício, ideando, psicologicamente, uma maneira de lidar com isso.

Entretanto, no momento antecedente, a atenção foi captada pelos diálogos que se deslocavam no centro do ajuntamento, prosseguido por vozes e conversas bobas. Sasha, por sua vez, enterrou a cigarrilha no gramado enquanto afundava a parte inferior do coturno nela, dissipando-a. Algo em seus olhos – que nunca obtinham uma coloração predominante – transmitia o quão soturna ela estava.

O fato de encontrar-se rodeada por “colegas” ainda não ressaltava uma imagem totalmente positiva na mente de Sasha, que, aparentemente, não estava acostumada e muito menos adepta a se aproximar demais das pessoas. Para ela, essa era uma forma de auto-defesa; ninguém poderia machucá-la.

Com um sorriso incógnito revestido nos lábios, Sasha passava a analisar cada silhueta provinda do grupo, ligeiramente interessada nos rostos aleatórios que seu olhar percorria. Em conseguinte, o foco foi furtado pelo gesto de Angie Bridewell, uma das poucas pessoas próximas de Sasha, que logo dirigiu-se ao local indicado para sentar-se na lateral da campista. Apesar do pouco tempo que haviam se conhecido, algo coincidia para a amizade das duas no futuro, pois sempre que estavam juntas, D’Angelis pressentia uma sensação diferente. Uma sensação desconhecida até por ela mesma - alguns chamariam de felicidade. Além disso, a inocência de Angie despertava a perversa curiosidade de Sasha.

Não é novidade que nossa alma cultive tanto as trevas quanto as luzes, correto? Contudo, no ponto de vista de Sasha, Chanel Baudelaire somente é preenchida por uma imensidão pura de maldade que, constantemente, permanece oculta nos comentários cínicos realizados pela rival. Sasha sabia que ela não era confiável, e por também ser uma ótima vadia, estava disposta a confrontá-la.

As palavras de Chanel rebatiam no pé do ouvido de Sasha que, de súbito, desnivelava uma das sobrancelhas, vociferando num tom sarcástico como resposta. – Na verdade, sou uma bomba... – D’Angelis repuxou o sobretudo preto para destacar o vestido decotado, suspirando durante a pausa contida na frase. – E você não vai querer estar perto quando eu explodir.

Sasha empurrava uma camada das mechas para trás das orelhas, tampouco se importando com o olhar repreensor de Sage Buckshot e o comentário de Cassie Patterson. “Deve ser algo frequente nas filhas de Perséfone. Estranhas...”, como sua mente sugeria naquele momento.

– Você nunca viu ninguém fumando, Cassie? – Uma risada debochada fluía em posterior de seu argumento, expondo o quanto Sasha se importava em relação ao pensamento alheio sobre ela: nem um pouco.

De imediato, os olhos volveram-se na diretriz do horizonte, focalizando na escuridão que se propagava lentamente nos céus e conquistando por completo o interesse de Sasha, a prole de Nix. A noite é uma criança e, para a sorte de D'Angelis, ela já estava se aproximando, trazendo consigo todos seus enigmas indecifráveis.


"A imitação é a mais sincera forma de elogio."


Sasha D'Angelis
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Re: Local Público: Pinheiro de Thalia

Mensagem por Candice Wayhill em Sex 07 Ago 2015, 19:07

S
ummertime Sad
ness ☠
Dancing in the dark in the pale moonlight
O tempo nublado encobria o acampamento com a aproximação do fim de tarde. Sob o calor dos últimos raios solares que brilhavam no horizonte, Candy se pôs a rolar na areia da praia até que ficasse em cima de Viggo Mortensen, seu então atual namorado. — Preciso ir. Já está tarde. — A voz aveludada da garota apenas dificultou sua tentativa falha de soltar-se do filho de Dionísio que agora, a envolvia em um abraço apertado.  — Não, não... você não vai me deixar aqui sozinho, vai? Eu sei que você não gosta daqueles filhos de Hermes.  — em contra-resposta, Mortensen usufruiu da sua lábia para convencê-la. Ele não era o mais bonito e muito menos inteligente, mas o que a atraía no garoto era seu estilo de vida hipster.


☠☠☠

Já era quase meio-dia quando Candice, descabelada e acabada pela noite passada, fora acordada. Uma ardência insuportável alcançou seus olhos assim que, com o chamado do namorado, os abriu e vislumbrou o sol forte tomando conta da praia. —  Que merda é essa? — a não reclamada deu um berro com a perda momentânea da visão, chamando atenção dos poucos que naquela hora se espalhavam pela região. Quem mais seria o culpado disso tudo se não Viggo Mortesen? O filho de Dionísio mantinha o mesmo sorriso bobo de sempre — qual vez ou outra era causador de saídas evasivas de Wayhill. — Não queria acordar você. É tão bonita quand--.. — a garota limitou-se a fechar uma das mãos com força com as palavras do namorado, alertando-o de sua impaciência, quase revirando os olhos pela vontade que lhe subia a cabeça de desmontar aquele sorriso de Mortensen que tanto odiava com um murro. Por mais que Candy transpareça a própria personificação de Harmonia em Terra, a semideusa expõe para aqueles que a conhecem que é muito mais que um rostinho bonito.

Em passos rápidos, Candice deu início a caminhada na direção da entrada do tão renomado e estimado Acampamento Meio-Sangue, ao lembrar-se do convite de Emily que, com o consentimento de Marcel, a tinha convidado noite passada para um piquenique na área. Era isso ou alimentar os olhares famintos dos filhos de Hermes."Broxa do cacete", resmungava Wayhill enquanto trilhava caminho na direção do pinheiro de Thalia, já avistando o enorme tronco da árvore de longe. O pouco tempo que se sucedeu até dar de cara com o grupinho de amigos, bastou para que a garota ficasse apresentável. Afinal, dormir na praia não era lá sinônimo de uma boa noite de sono e Viggo por mais incompetente que o filho de Dionísio fosse, tinha lá seus atributos para deixá-la bastante tempo acordada.

— Espero que não se importem com o meu atraso. Normalmente, não caio na lábia de um bêbado de Dionísio. — Candy acentuou as sobrancelhas assim que a atenção dos amigos se voltou para a semideusa, que sustentava os saltos com dois dedos sem importar-se com os olhares decaindo pelo seu corpo, e é claro que, o vestido Prada vermelho no corpo da garota não passou despercebido.  — Surprise. — Wayhill marcou a expressão descontraída com um sorriso cândido no canto dos lábios, ocupando um lugarzinho entre Sasha e Sage ao que se pôs a sentar sobre a toalha inusitada. Torcia para que o melhor do piquenique ainda estivesse por vir.

Honey, I’m on fire, I feel it everywhere
Nothing scares me anymore

>
Candice Wayhill
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Re: Local Público: Pinheiro de Thalia

Mensagem por Marcel Holbrook em Sab 08 Ago 2015, 01:30

nhem nhem nhem
sempre tem plus size fazendo nhem nhem

Inveja, s.f. sentimento de cobiça à vista da felicidade, da superioridade de outrem: ter inveja de alguém. Como filho de Afrodite, lidar com a inveja alheia tornou-se um hábito indesejável: como um pequeno mosquitinho que insiste em zumbir freneticamente na porta de seu ouvido — desesperadamente tentando ser notado —, o invejoso possui um desejo inconsciente de aparentar não estar incomodado com sua existência. Engano dele, porém, acreditar que essa demonstração de desdém não o entregará. É perceptível a ira que acompanha a inveja; embora insista em dizer que não se importa, constantemente tenta procurar deixas para se encaixar, emergir das sombras em busca de alguma luz, algum sucesso que possa o pescar de um mar de lama e dejetos. Mesmo depois de visivelmente demonstrar todos os sintomas da inveja, o individuo permanece inserido num mundo onde pode se considerar superior. Triste vida, a de um invejoso.

Até então, o piquenique aparentava estar sendo conduzido da forma como fora projetado — Existe nome científico para gente gorda? — arqueei uma das sobrancelhas quando corrigido por uma das convidadas, dissimulando um sorriso de canto. Aparentemente não conhecia a maioria das meninas que havia convidado, não que tivesse acabado de conhecê-las, porém, no mundo em que vivemos, as pessoas costumam ser particularmente diferentes da forma como as conhecemos. Sasha D'Angelis, uma filha de Nix, ora... Mal pude ouvir seu nome sem arranhar meus pulmões ao tossir freneticamente, buscando ar no meio da névoa que se esticava pelas nuvenzinhas de fumaça projetadas pelos maços infinitos da garota — Você... cof... cof... piquenique, pinhei-... cof... —, imaginei que a nicotina que provavelmente apresentava-se em maior abundância que água no corpo da garota, faria o trabalho de completar subconscientemente a mensagem. Ainda grogue pela fumaça inalada outrora, me recordo de ter convidado Sage e Callie, amigas de Sasha que provavelmente não pareciam se importar com a aura esfumaçada da colega; duas loiras, duas vadias, afinal, proporção é tudo. Mantive um semblante de aparente interesse — lábios crispados, cenho franzido —, enquanto ouvia Emily comentar sobre algo, ainda inerte nos próprios pensamentos.

O olhar que outrora decaia sobre o clubinho das drogas garotas estranhas, agora volvia na direção das filhas de Hécate, uma amizade fruto de um possível desentendimento. Quarta-feira, corrida na trilha, o gosto insalubre do suor toca meus lábios enquanto ele escorre por minhas maças, envolvendo-me numa vermelhidão característica de quem está executando alguma atividade física exaustiva — sensação de fadiga, minhas mãos tocam minhas coxas quando me curvo para tomar um pouco de ar —, sinto meus pés esquentarem de maneira anormal, abrindo os olhos anteriormente semicerrados para averiguar a situação: havia acabado de destruir uma espécie de santuário, e a sola de meu tênis agora se encontrava tomada por labaredas. Caralho. Antes que pudesse processar tantas informações, senti três olhares me atravessarem, e não de aparente admiração — como costumavam normalmente ser —, mas de um rancor altamente exteriorizado. Dois dias depois e Barbara, Chanel e Raina agora se prostram diante de mim, convidadas por livre e espontânea vergonha, fruto de uma situação constrangedora.

Antes que pudesse divagar sobre o convite feito à Angie, fui convidado a abandonar meus próprios pensamentos quando Emily foi violentamente agarrada por mãos masculinas. Meus olhos pareciam não querer entrar num consenso com meu cérebro, projetando um olhar vago e atônito que permeou por alguns minutos até que a informação fosse completamente processada. Inesperadamente meus pés já não tocavam as gramíneas macias do topo da colina, agora raspando numa superfície gelada e pouco acolhedora: meus lábios envolviam algo que parecia transpassar o limite de minha língua, tocando minha glote numa incômoda, porém prazerosa, sensação de enjoo. Um abafado, ainda que grave, suspiro de êxtase tomou meus ouvidos ainda dentro da cena. O furor incomum que penetrava meu corpo parecia transcendê-lo, tomando o prazer do indivíduo que emitia os sons como meu. Senti seu olhar me atravessar, despertando da visão assim que ouvi a voz de Emily protestar sob a influência das mãos que a haviam agarrado. Sem que ao menos pudesse me recompor do devaneio, senti meus músculos contraírem em velocidade assustadora, o último vislumbre antes de engolir em seco sendo o par de olhos que outrora me atravessavam, bem ali, diante de mim. Arwelt Maveroll, o desgraçado.

Marcel Holbrook
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Re: Local Público: Pinheiro de Thalia

Mensagem por Meredith H. Wermöhlen em Sab 08 Ago 2015, 15:13

mc melody & Maísa >>>>>

bora parar que tá ficando feio, migs

Mais parecia para Meredith que alguém havia prendido ao tronco do Pinheiro um dispositivo poderoso para atrair bocetas — os órgãos sexuais masculinos presentes em quaisquer dos grupos não contavam, porque, né, poderiam ser falsos. Juntou tanta da garota ali que, como Lexis dissera, faria a sua cama quebrar de tanto peito junto. Maaaas, a filha de Melinoe desconfiava levemente que havia um encanto poderoso nos móveis para aguentar quantas pessoas os filhos de Afrodite quisessem comer. Só uma desconfiança. Um sorriso perpassou os lábios da mentalista, enquanto esta analisava os rostos de todas ali, presentes. Sei lá, algo dizia que podiam formar um time. Principalmente contra bosta indesejada.

Meredith Wermöhlen, pra quem não me conhece — anunciou, cruzando os braços. Concordou mentalmente sobre a ideia da boate. Afinal, que outro lugar seria melhor pra uma reunião real do que um quase-prostíbulo? Mordeu o lábio, assentindo com a cabeça. — Também acho que uma boate em Las Vegas seria um local apropriado. Vamos, então? Todas estão convidadas.

Ela aproximou-se novamente de Lexis. Não seria difícil transportá-la até a cidade supracitada, e torcia para que as outras também tivessem seus meios — de preferência rápidos — para chegarem lá no mesmo período. Mas esperou. Organização era sempre bem-vinda.

AS CARALHADA TUDO:
ARMAMENTO:

  • {Soul} / Colar [Um colar feito de prata com um pingente metálico em uma forma abstrata, algo como um "borrão" ou uma "mancha".  Quando ativado, permite que o smideus assuma a forma etérea. Contudo, ele só pode ficar nesta forma 5 turnos por missão, seja de forma contínua ou não - ou seja, ele pode gastar os 5 turnos seguidos ou dividir a utilização, mas a soma do uso não pode exceder o tempo máximo por missão] {Prata} (Nível Mínimo: 1) {Controle etéreo} [Recebimento: Presente de Reclamação de Melinoe] → pescoço;
  • {Void} / Anel [Anel prateado. Olhando de perto seus detalhes lembram ossos justapostos, como se o anel fosse feito de pequenas peças até tomar seu formato. O anel suga a alma/ energia dos oponentes derrotados em combate (mortos ou destruídos pelo filho de Melinoe - ele deve ser o último a golpear o oponente para fazer efeito. Essa essência pode ser usada futuramente na ativação de certos poderes, como "Ectofagia" e "Acessar memória", respeitando os limites dos poderes. Adicionalmente, o semideus pode escolher gastar o poder de uma alma capturada - consumindo-a no processo - e ganhando um aumento de suas características de 15%, por 3 turnos. Isso afeta força física, esquiva e potência/ chance de acerto de ataque, mas não a duração dos poderes, ainda que o dano seja alterado. Apenas uma alma pode ser consumida desta forma por missão. Uma vez por missão o anel pode manipular a energia espiritual do próprio semideus, fazendo com que recupere 20 HP sem custos adicionais ou qualquer perda.] {Bronze sagrado}(Nível Mínimo: 1) {Controle de almas. Almas coletadas: 1} [Recebimento: Presente de Reclamação de Melinoe] → anelar esquerdo;
  • Anima Bracelet. [Um bracelete de prata com o desenho de borboleta em ouro. Esse bracelete pode ser ativado com o desejo mental do usuário e transforma-se em uma corrente que pode medir 10m. Essa corrente é feita de prata e ouro sagrado, bastante resiste a tal ponto de ser semi-indestrutível. Ela obedecerá aos comandos mentais do mentalista com perfeição, independente do nível que ele esteja.] [Materiais: Ouro Sagrado e Prata Sagrada] (Nível mínimo 1) {Elemento: Psíquico} [Recebimento: presente por ser mentalista] → bracelete, pulso direito;
  • {Snow} / Adaga [A arma possui trinta e cinco centímetros, e uma lâmina feita de ferro estige, de modo a aumentar os poderes relativos aos filhos de Melinoe em 10%, quando usada como canalizadora. Seu cabo é em madeira, entalhado para se encaixar perfeitamente nas mãos da dona, de modo que outro semideus que usá-la não terá o mesmo desempenho. O dano causado por essa arma é tanto de perfuração quanto de corte, por possuir uma ponta bastante afiada, assim como seus gumes, de modo a causar 10% de dano a mais em relação à adagas comuns, além de possuir um formato propício à penetrar armaduras, bonificando o dano em 5%. Por ser uma adaga, é leve - trezentas gramas - e fácil de ser escondida, facilitando os golpes rápidos e furtivos. A arma foi encantada com o atributo gelo, de modo que quando a dona desejar, sua lâmina ficará coberta pelo elemento, e durante dois turnos possuirão o efeito de congelar o ponto atingido, que ficará nesse estado por no máximo dois turnos. O efeito pode ser usado duas vezes por ocasião. Acompanha uma bainha de couro.]{Couro, Ébano e Ferro Estige} (36) {Controle Sobre o Gelo} [Forjado por Harry S. Sieghart] → escondida na bota;
  • {Fear} / Pulseira [A pulseira é de bronze comum, contrastando com a pele alva da semideusa e sua forma lembra a de correntes entrelaçadas. Uma vez por missão, a usuária pode ativar o poder do colar por um turno. Este faz com que sua voz assuma um tom mais monstruoso, a permitindo poder paralisar, com sucesso, inimigos - que não sejam filhos de Phobos ou Deimos - que sejam de cinco níveis abaixo que o dela por duas rodadas.] {Bronze Comum} (Nível Mínimo: 25) [Recebimento: Missão "Taste of Horror"] → no pulso esquerdo.



HABILIDADES:

    nenhum, nenhum.

Meredith H. Wermöhlen
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Ahn...?

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Re: Local Público: Pinheiro de Thalia

Mensagem por Emily Heathcliff em Ter 11 Ago 2015, 17:29


I can see my sweet boy swayin'
He's crazy y Cubano como yo lala
Era comum Emily eleger-se amante das inúmeras essências da vida. Não que amasse o viver - tão somente buscava, em sua ambígua mercê, distrações que lhe fossem deleitosas a ponto de desligar seus demônios pessoais; talvez por odiar o fato de estar viva, tais demônios retornavam. E sempre retornariam, porque assim fora fadada ao nascer: a maçã pecaminosa, ácida – árvores pútridas não produzem bons frutos. Um princípio botânico dito em tom de metáfora.

Ao suceder dos anos, Emily enjaulou esses demônios. Eles não rivalizavam com tamanha persistência, afinal. Fez da carência uma virtude. Embriagou-se de sua insegurança como quem brinda um cálice, tendo a certeza póstuma de que não a cuspiria sob nenhuma circunstância. O medo, outrora seu sinistro antagonista, agora era apenas autopreservação. Estavam todos, enfim, lá – confinados, ocultos ou em silêncio. Exceto um.

O vício.

Quando tentou contê-lo, ainda em idade precoce, era tarde. Já havia sido feita prisioneira, justamente o oposto de sua índole. Encontrou, na nicotina, um eixo de espírito. Um propósito para enfim prosseguir. Uma essência vital.

‘’Não, não, não... ’’ Viu o tabaco aceso em posse de Sasha. Aquilo muito remetia a Bíblia – Eva, escrava dos próprios anseios, prestes a ceder à blasfêmia. Embora Emily tentasse – e muito bem, a mérito da prepotência – resistir, a mente não mais coordenava o corpo, desconsiderando, momentaneamente, qualquer sinônimo de racionalidade em prol de satisfazer-se.

- E se a gente fumasse a Thalia? – furtou o cigarro da gótica num ato promíscuo, cerrando os lábios nos dela. Ao tragar, gozava do fumo inflamando os pulmões a medida que as vias nasais retraíam, ávidas pelo êxtase do delicioso veneno.

No entanto, tão rápido quanto o bater de asas de um beija-flor, todos os zangões e abelhas menos importantes do séquito passaram ao papel de figurantes, pois um beijo quente em seu pescoço e mãos firmes pelo seu corpo eram o necessário para fazer as costas da atriz principal arquearem, delineando uma leve curvatura tal qual as presentes nas ondas do mar. Conquanto a última lembrança que tivera daquele toque não era das melhores - para a namorada do dono de tal pegada, já que para Emily fora ótima -, aparentemente o garoto queria degustar mais do sabor tão prazeroso da luxúria de Heathcliff, que não deixava por menos as características persuasivas herdadas da deusa do amor.

Quase involuntariamente, sua mão direita ergueu-se até a nuca de Arwelt, arranhando-a em compasso suave, daquele jeito que ele correspondia e ficava louco, como denotava toda a linguagem corporal do garoto, que só faltava anunciar em voz alta toda a vontade que sentia por si, incontrolável a ponto de deixá-lo insanamente mal-educado, sem cumprimentar nenhum dos outros com a devida cordialidade esperada pelos códigos de etiqueta. Alguém seria castigado por tal comportamento tão inferior ao nível da progênie de Afrodite, prometeu ela para si mesma, guardando essa memória para mais tarde quando ambos estivessem a sós e pudessem usufruir da lascívia tangível dos dois semideuses.



Emily Heathcliff
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Re: Local Público: Pinheiro de Thalia

Mensagem por Sasha D'Angelis em Dom 16 Ago 2015, 16:50



they think i'm really bad
they say i'm dangerous


Um pouco desatenta, Sasha pressentiu a falta da cigarrilha na boca ao tê-la furtada por Emily, saboreando os últimos resquícios da nicotina presente e esvaindo um suspiro sugestivo dos lábios. Pelo que parecia, D'Angelis não era mais a única viciada do acampamento.

Naquele exato momento, os olhos, tomados por uma imensidão negra, passeavam pela área ao derredor, sem expor qualquer interesse nítido na expressão da menina. Estava faltando alguma coisa, e talvez ela soubesse exatamente como preencher aquele vazio.

Sua mente obscura e inteligível passava a trabalhar, arquitetando as mais diversas formas de loucura, que, para ela, resumiam-se em apenas diversão. Ah, "loucura". Uma das palavras preferidas de Sasha, dado pelo simples fato de descrevê-la perfeitamente.

— Vocês sabem correr, meninas? — Sasha revestia os lábios num sorriso incógnito conforme vasculhava a cavidade interna do casaco, pescando um cantil mediano recheado de vodka pura, presente de um dos filhos de Hermes veteranos. Sobretudo, algo disposto em seu semblante facial não era bom. — Porque ficar aqui não vai ser uma opção. — Continuou, antes de entreabrir a tampa e bebericar um único gole do líquido alcóolico puro, despejando o resto sobre o lençol do piquenique.

O que Sasha estava prestes a fazer, sem sombra alguma de dúvidas, entraria para a sua lista de novos hobbies. Após banhar a toalha em alcóol, a adolescente tomava posse do isqueiro e repuxava sua roldana, incitando as chamas do utensílio de encontro ao lençol úmido. A sensação de assistir as chamas crepitarem, para Sasha, era algo além do prazer humano.

Quando pode notar, o fogo incandescente já tomava parte das gramíneas no redor do pinheiro, estendendo-se pela região numa velocidade considerável. Sasha, por sua vez, fisgava o antebraço de Angie e a mão de Callie no encalço em que soltava uma risada de escárnio, acelerando os passos para fora dali junto do grupo, visto que, dentro de pouco tempo, tudo seria consumido.



Sasha D'Angelis
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Re: Local Público: Pinheiro de Thalia

Mensagem por Angie Bridewell em Dom 16 Ago 2015, 17:07


i'm the one with the ghosts in my bed
Diferente do habitual, Bridewell já havia desenvolvido uma expressão de clara insatisfação, enrugando a testa discretamente. O tédio se fazia presente naquele momento. A filha de Melinoe era a única que não estava se divertindo, aparentemente. Angie assumiu o controle da bolsa de veludo com um único movimento do antebraço, vasculhando seu conteúdo ao revirar as peças dentro do objeto. Após obter êxito e resgatar um tubo de brilho labial, Bridewell fez uso de uma quantidade considerável do produto, consolidando o brilho produzido pelo utensílio após esfregar os os lábios carinhosamente. 

Durante a recriação do visual, Angie estava sussurrando com Sasha, que havia comentado algo sobre sobre um plano. "Fogo, fogaréu, pinheiro", eram as únicas palavras que tinham chamado atenção de Bridewell naquele diálogo. Sem prestar muita atenção na conversa com D'Angelis, Angie checava a reprodução do seu rosto escultural refletido pelo espelho, aproveitando para pentear as mechas com o pente emadeirado que tinha encontrado na bolsa minutos atrás. A garota assentiu para Sasha que não parava de tagarelar sobre uma suposta ideia que tinha obtido, desinteressada com o conteúdo da conversa. Bridewell ajustou as pulseiras até o centro do seu antebraço, incomodada com a movimentação dos itens, que insistiam em exercer certo movimento durante o baquear dos braços, executados dentro da bolsa.

Algo que chamou a atenção de Bridewell para o diálogo com D'Angelis foi quando a garota se ergueu, expondo um item que outrora jazia o interior do casaco da menina. "Vodka", foram as palavras que Angie ouviu antes de assumir o que estava acontecendo – Sasha desenvolveu um plano de colocar fogo no matagal, algo que deveria ser por pura diversão. Incrédula, Bridewell forçou o corpo para o lado e envolveu o antebraço de Barbara desesperadamente, lançando os utensílios de beleza na cavidade interior de sua bolsa. A garota parou de correr ao ser apanhada por Sasha, que segurou seu braço, trazendo-a consigo conforme enroscava os dedos sobre a pele branca da amiga. – Você ficou louca? – foram as únicas palavras que Bridewell conseguiu definir à personalidade de D'Angelis, que havia, de fato, enlouquecido.

Com a bolsa enroscada no ombro, Angie tomou plena distância do local, as mãos trêmulas sendo amparadas por Barbara e Sasha, que riam da situação. Bridewell se reuniu com as outras garotas, processando o que havia acabado de acontecer. "Nós vamos ser expulsas!" pestanejou.


but they only come alive at night
Angie Bridewell
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Re: Local Público: Pinheiro de Thalia

Mensagem por Barbara Sewford em Dom 16 Ago 2015, 17:30








so you wanna play with magic?


B
arbara já havia notado que o hobbie favorito de Chanel era citar imperfeições em todos ao seu redor, fato que podia resultar a falta de amizades e a presença massiva de inimizades. A filha de Hécate curvou o tronco lentamente, apoiando-se no chão com os palmos enquanto percebia a proximidade de Arwelt e Emily, além da ausência da cueca no garoto. Já chateada por não ter o que fazer dentro do Acampamento — ou fugir das tarefas obrigatórias que todos os campistas tinham que cumprir todos dias —, Barbara volveu sua atenção para Sasha, reparou a presença do frasco de vodka nas mãos de D’Angelis. Discretamente, a semideusa alternou o olhar para Angie, moldando um sorriso nos lábios.
۞
Sewford sorriu para o restante do grupo, estreitando uma das sobrancelhas enquanto engatinhava até a cesta do piquenique, notando a presença de mais um frasco. “Perfeito”, pensou a garota. Barbara entrelaçou o braço com o de Angie Bridewell, e assim que começaram a se distanciar da toalha improvisada para o piquenique, a cria de Hécate abriu a tampa do recipiente, aproveitando da ausência de mais campistas por ali para aprontar um pouco. Em questão de segundos, todo o líquido presente no frasco já estava no tecido, onde, posteriormente, fora preenchido por chamas e fumaça.
— Corram, meninas! Aposto que ninguém está afim de comer churrasco de piranha hoje — brincou Barbara, formando um sorriso malicioso nos lábios enquanto acenava com a cabeça para o restante do grupo, partindo em uma corrida ao lado das amigas pela floresta.

Boy, you should know what you're falling for

Barbara Sewford
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Re: Local Público: Pinheiro de Thalia

Mensagem por Raina Partridge em Dom 16 Ago 2015, 17:31

[



aren't i?


Let me clip
Your dirty wings
Let me take a ride
Cut yourself
Want some help?
Please myself
]


Percebo que meu olhar perambula pelas silhuetas de Arwelt e Emily cedo o suficiente para refratá-lo para o interior do matagal. Inevitavelmente, minhas maçãs faciais enrubescem frente à proximidade entre mim e o casal, cujos corpos parecem untar-se em um único ser. Por mais que o sabor cítrico dos morangos que eu degustei ainda macule meu paladar, forço mais alguns frutos garganta abaixo. Os resquícios da pasta que desce por minha glote são limpados pela degustação de um gole do néctar de uva disponível em uma das jarras.

No outro extremo do tecido quadriculado que demarca o perímetro do brunch, perscruto as feições de Sasha, previamente ocupada em alternar tragadas de seu cigarro — droga sobre cuja legitimidade pergunto-me mentalmente um bom número de vezes. Assim que nosso olhar se cruza, deparo-me com algo similar a um sorriso apossar-se de seus lábios. Ainda que não tenhamos dialogado durante um período considerável de tempo, a proximidade entre nossos parentes divinos — ambas deusas responsáveis pela manutenção do período noturno — entrelaçou-nos em uma espécie de relacionamento. Ao vê-la erguer-se, inclino a cabeça para o lado e assisto às suas ações:

Vocês sabem correr, meninas? — ela inicia. A retirada de um odre que julgo conter uma dosagem abrasiva de bebida alcoólica do interior de seu casaco faz com que eu crispe meus lábios. — Porque ficar aqui não vai ser uma opção. — O significado da oratória de Sasha soa como algo incógnito para mim, bem como o derramamento do líquido do interior do cantil sobre o tecido acima do qual nos sentamos.

Assim que a vejo desengatar um isqueiro de uma das cavidades de suas vestes, as peças anteriormente fragmentadas do quebra-cabeça unem-se de forma cristalinamente clara. A pressão exercida pela filha de Nix sobre a roldana do acessório produz uma flâmula; não suficiente, Sasha desencaixa o item do aperto de seus dedos, e ele cai em queda-livre ao encontro do pano umedecido. Sem nenhum empecilho, a colisão entre um combustível e um comburente ateia fogo imediatamente ao pano rubro. Assim que vejo as labaredas ganharem força e proporções assustadoras, ergo-me e pinço os pulsos de Arwelt e Emily, traçando a rota de fuga mais rápida para distante do perímetro do Pinheiro de Thália. No horizonte, enxergo os corpos de Angie, Barbara e Callie — as outras fugitivas — perderem seu tônus.


[my house in budapest]
my hidden treasure chest
golden grand piano
my beautiful castillo
my acres of a land
i've achieved
stop and believe


Raina Partridge
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Re: Local Público: Pinheiro de Thalia

Mensagem por Chanel Baudelaire em Dom 16 Ago 2015, 22:24


THE DEVIL WITHIN
I will keep quiet
Cerca de alguns minutos após a chegada de Arwelt, Chanel nota a ausência de sua cueca e o volume presente ali que estava sendo roçado em Emily. Vão para um motel, idiotas. Baudelaire alterna seu foco de atenção para o minúsculo espelho presente em suas mãos, curvando o rosto para os lados várias vezes, à busca de imperfeções em seu rosto.

Apesar de ser tratar de uma filha de Hécate, Chanel sempre foi muito vaidosa. No momento em que volveu o olhar para Sasha, a semideusa percebeu o recipiente de vodka em mãos e um maço de cigarro. "Vai acabar se matando", pensou a garota. Chanel rebuscou os lábios na intenção de formar um coração — algo que já estava se tornando um hábito para a garota — , afim de parecer cada vez mais encantadora. Assim que virou-se para Raina, sua meia-irmã, Chanel modelou um sorriso forçado entre os lábios, erguendo uma das sobrancelhas para a garota.

Assim que ergueu o espelho novamente, a semideusa notou a presença de fumaça e fogo tomando conta da toalha logo atrás de sí através do reflexo do minúsculo apetrecho, erguendo o corpo imedietamente.

—  Está pegando fogo, meninas! — gritou Baudelaire, afastando-se das chamas o mais rápido possível. Assim que visualizou o afastamento de Angie, Barbara e Sasha da toalha de piquenique, Chanel não hesitou em seguir o trio de garotas, formando um semblante de despero no rosto.
Chanel Baudelaire
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Re: Local Público: Pinheiro de Thalia

Mensagem por Arwelt Maveroll em Seg 17 Ago 2015, 02:27

YOU THINK YOU'RE REAL COOL
 
Ressaca é algo que nos faz refletir sobre nossa vida? Porque durante o processo, é quando eu tiro o tempo para pensar em tudo. Não que isso faça alguma diferença na minha vida fodidinha, que programa-se para seguir em linha reta até que algo me faça mudar de ideia, mas essa noite foi repleta de pesadelos, mais de que o habitual. Não que eu sinta algum medo por isso. O fato é que o medo nunca me atormentou, mas tendo um sono leve acabei acordando algumas vezes pela noite, o que acabou me fazendo refletir sobre... A minha vida? Basicamente, sobre tudo. A primeira coisa que vem a minha mente é a ideia de parar de beber; o que normalmente sempre é omitido quando vejo uma bela tequila com sal e limão. Típico de um alcoólatra como eu. Chega de refletir.

Franzi os lábios em repulsa ao sentir o gosto do álcool em meu paladar e logo certifiquei-me de desvencilhar meus braços de Emily para cravar as mãos em sua cintura, observando os presentes na ambientação. Basicamente todo mundo estava ali para a pseuda reunião, ou sei lá que caralho estamos fazendo aqui. Marcel não tirou os olhos do meu rosto desde o momento em que eu cheguei, então logo ergui a minha mão antes de estender meu dedo do meio na sua direção, seguido de um sorriso. Somos bem amigos, na verdade, mas as vezes ele me olha de outra forma que me deixa... Como eu posso dizer? Foda-se, realmente não sei. Sasha também estava ali, e não precisei pensar duas vezes para desvencilhar-me de Emily para caminhar em sua direção, dando um beijo em sua cabeça. Ela é como uma irmã mais nova para mim, basicamente, aquela que eu daria minha vida pela dela sem pensar duas vezes. Ela sempre foi muito tranquila e normalmente seu rosto encontra-se inexpressível, então é algo que já me acostumei.

Adiantei meus passos para perto de Emily novamente, olhando para Angie com os olhos arregalados. Ela era uma pessoa legal, porém, curta e grossa. Nunca me tratou bem, então apertei meus pés para não ter que ouvi-la me difamando na frente das pessoas, voltando a beijar Emily no pescoço. Barbara, Cassie e Chanel também estavam ali. Ex-ficante e ex-namoradas, respectivamente. Ou que seja, pra mim ficar e namorar soa como a mesma merda. Sem ressentimentos com essas três, é claro, uma vez que até mesmo a namorada não foi algo nada muito sério, embora tenha durado mais que o esperado. Epperly não estava ali, felizmente. Ela teria sido o quê? A garota que mais mexeu comigo antes de Emily? É, provavelmente sim. Embora tenha tempo, ainda é um pouco estranho vê-la com Emily no mesmo ambiente, principalmente quando eu estou por perto.

Raina também estava ali, praticamente ao meu lado. Ela é como minha melhor amiga, não tenho certeza, hoje em dia isso não se especifica, não é? Mas entre os citados, é aquela que eu mais converso, talvez porque ela seja muito boa com conselhos. É, seria andaria em perfeição se não entrasse num ouvido e saísse no outro, porque, por mais que eu sempre peça dicas para ela, costumo fazer exatamente o contrário. E sim, sempre me fodo. Continuei inspirando com o nariz colado no nariz de Emily quando senti uma mão cravar em meu braço, e essa só podia ser Raina. Não consegui nem processar o que estava acontecendo naquele momento quando fui puxado, e só então percebi o âmbito abarrotado de chamas, começando a correr sem pensar duas vezes. Gostaria de poder fumar aquela árvore, mas não queria sair carbonizado daquela situação.
THANKS!
Arwelt Maveroll
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Re: Local Público: Pinheiro de Thalia

Mensagem por Candice Wayhill em Seg 17 Ago 2015, 22:16

C
lose the
curtains☠
The advantage of playing with fire is that you learn not to burn
O sol poente emitia seus últimos feixes calorosos, e pouco a pouco a penumbra ia invadindo a região. Sinal de perigo, que outrora provocava à Candice prazer. Prazer pelo desconhecido, prazer pelo perigo. Momentos únicos normalmente estão fadados a serem curtos, apenas para deixar o desejo prevalecer a mente surrar por uma repetição.

A não reclamada mal pôde inserir-se no diálogo que a desordem — cujo nome atendia por Sasha D'Angelis, prostrou-se com uma ideia que poderia e acarretaria, consequências a todos presentes ali. Wayhill manteve-se em silêncio, nutrindo para si um monólogo. No fundo parecia um desabafo, mas por outro lado, era como estar de frente com uma força inexplicável, talvez não necessariamente atribuída à Nix.

O modo selvagem com que a natureza sempre prova aos humanos que estão errados. Mas eles não são humanos. Pelo menos, Candice não. De mãos atadas, a filha do céu embarcou em memórias passadas e se pôs a selar o pacto com os demônios. Callie, Emily e Sasha deleitavam-se com a ideia de atear fogo no palco do piquenique, enquanto o resto do círculo eram pormenores coadjuvantes. Wayhill? Ah, há um limite entre o céu e a Terra que a semideusa recusa-se a ultrapassar novamente. Mas se não fosse a, até então, Mary Poppins do grupo, quem mais seria? Era a única ali que possuía chance de redenção.

O fogo crepitando nas gramíneas expunha o pacto da Chameleon Society. Deixava em evidência a promiscuidade, libertinagem, libidinagem, lascividade. Há várias denotações e nenhuma delas expõe de certo o que os faz cúmplices.  A partir daquele momento, o pinheiro de Thalia não mais representava — pelo menos para os que estavam ali —, um local sagrado, e sim, o primeiro de muitos palcos naquele acampamento. O pinheiro agora pertencia aos filhos da perdição, do acaso e a eles, lhe era submetido ao fogo.

— É melhor vocês não demorarem. — Candice tomou para si o antebraço de Sage assim que entrelaçou os dedos da outra mão com os de Cassie, logo após assistir a saída aos tropeços do trio de Sasha. Wayhill tratou de dar espaço para as mechas cor amarelo bebê escorrerem à altura dos ombros. — Ainda temos o Carrossel. — a semideusa emendou outra frase intercalada entre risos e olhares para os remanescentes na divisa, com sua silhueta já sumindo de vista. Candy buscava o caminho mais fácil para a próxima diversão.

And it's all fun and games 'till somebody falls in love
But you already bought a ticket and there is no turning back now

>
Candice Wayhill
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Re: Local Público: Pinheiro de Thalia

Mensagem por Emily Heathcliff em Ter 18 Ago 2015, 16:46


got a secret. can you keep it?
Cause two can keep a secret If one of them is dead
E foi assim, como um vagalume, que a centelha começou a iluminar a árvore, crepitando algumas folhas mais próximas e mesmo o tronco do pinheiro, ainda que o dragão que estava enrolado ali parecesse mais achar graça no divertimento dos semideuses do que perigo no foco de fogo por eles criado. Novamente, o foco retornara à semideusa, mas ela não se importou muito de gastar mais de seu tão precioso tempo nos braços vigorosos de Arwelt, que abraçavam-na com um calor digno de quem já tivera seu namoro rompido. Ela começava a se lembrar do porquê de ter se atraído pelo menino.

Com aquele quê de queimado no ar, Emily continuou a arranhar a nuca do garoto, inclinando a cabeça pro lado com o intuito de dar mais abertura ao jovem, para que ele pudesse brincar em seu pescoço, caso quisesse - e seria muito bem-vindo, por sinal, caso mantivesse aquela pegada firme, parte imperdível e indispensável de um homem de verdade, daqueles que sabem o que fazer. Indo por esse caminho luxurioso que o conhecido a fazia trilhar, achou melhor deixar o lugar, inclusive para não ter maiores problemas com o pequeno incidente ali ocorrido; o espírito de Thalia e o Velo de Ouro ainda eram sagrados, então safar-se seria a melhor opção, isso pra não contar do dragão, que - ainda que calmo - era protetor o suficiente para atacá-los caso o fogaréu crescesse.

Virou o rosto de lado e deixou que uma palavra mansa, baixa, no doce timbre típico de suas seduções, suspirasse por entre os lábios vermelhos e tão desejosos, de forma a indicar o local futuro daquele romance com altíssimos índices sexuais: a Praia de Fogos.

Emily Heathcliff
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Re: Local Público: Pinheiro de Thalia

Mensagem por James Mont'Castio em Sab 22 Ago 2015, 15:59




Bitter Sweet Symphony

(The Verve ft. James Mont’Castio)
(& Reinette)


Ventos calmos lambiam delicadamente a Colina Meio-Sangue. Céu negro pontilhado de estrelas, um plenilúnio opaco a derramar sua luz seca sobre o Acampamento. De um lado, a segurança de um ambiente confortável aos semideuses, que possuíam todo o estresse de simplesmente sobreviver; do outro, após o limite marcado pelo grande tronco nodoso de pinheiro, a responsabilidade advinda da liberdade teoricamente irrestrita, que exigia, porém, uma vigilância constante.

No limiar do mundo seguro e livre, encontrava-se James - e Peleu, merecedor de mençãõ honrosa não só por seu tamanho enorme, mas pela proteção que fornecia ao Velocino de Ouro, que de noite assumia um brilho tênue, quase recordando uma arma de bronze sagrado. Normalmente, àquela hora, todos dormiam, mas - como o filho de Hipnos já fazia isso o dia inteiro - era justamente de noite que James acordava para a vida. Ocasionalmente, nesse horário, despendia maiores esforços em tratar os pacientes mais graves, utilizando técnicas possivelmente ditas "alternativas".

Contudo, como inusual, o movimento do Cantinho da Soneca estava baixo, o que dera margem ao jovem de tirar uma folga de seus deveres recorrentes para espairecer, verbo que há muito não conjugava. Assim, pegou uma pedra e brincou com ela entre os dedos, bocejando e jogando-a para frente. Esperava ter a sorte de hoje não ser um daqueles dias onde um infante monstruoso inteiro atacava as fronteiras.




(Área OFF)


Equipamentos:
— Colar do Serpentário / Colar (o formato e o estilo da confecção lembram uma serpente dourada; nunca pode ser perdido, vendido ou retirado a força, pois identifica os curandeiros e, portanto, não é considerado um item nas contagens para missões, eventos e tramas, embora ainda seja preciso citá-lo) (seu efeito principal é o de, quando retirado do pescoço, se transformar em um dos itens a seguir: uma réplica quase totalmente semelhante do Bordão de Asclépio (ou seja, uma espécime de bastão rústico e fino envolvido por uma serpente de escamas feitas de prata envenenada que podem ser tão afiadas quanto uma espada, possuindo o mesmo potencial de corte de uma arma laminada; ele se adapta completamente ao tamanho e porte físico do usuário). {Prata, madeira e veneno} (Nível mínimo: 1) (Controle sobre nenhum elemento) [Presente de Curandeiro] (PESCOÇO)

— Bolsa de Componentes Mágicos / Bolsa (Nela são guardados desde objetos para preparo de poções até bisturis e utensílios médicos [ela possui espaço infinito para tais coisas e somente para tais coisas; também aparece e desaparece, dependendo exclusivamente da necessidade do semideus]) {Couro} (Nívem mínimo: 1) (Controle sobre nenhum elemento)[Presente de Curandeiro] (DESAPARECIDA, MAS NUNCA SE SABE NÉ)

{Sand bag} / Bolsa [Bolsa de veludo preta com zíper dourado. Dentro da bolsa uma quantidade ilimitada de areia mágica pode ser encontrada, sendo que mesmo que a areia seja perdida retornará para dentro da bolsa. Esse item é essencial para que o filho de Hipnos consiga usar alguns de seus poderes. Além disso, suporta guardar três objetos de tamanho até, no máximo, 150 cm, sendo que seres vivos não podem ser colocados aqui; o item deve passar pela abertura da bolsa, obviamente, e caso a sacola seja de alguma forma danificada, assim impedindo seu uso, ela retornará aos pertences do semideus, em seu chalé ou seja lá onde for seu lar.] {Couro} (Nível Mínimo: 1) [Recebimento: Presente de Reclamação de Hipnos] (PRESA PELA ALÇA NO OMBRO DIREITO)

{Goodnight} / Máscara de Olhos [Acolchoada, é uma máscara que possui um elástico para assim ser presa na cabeça do filho de Hipnos, servindo quase como um óculos, porém que o impede de enxergar (teoricamente). Na verdade, quando o filho de Hipnos a usa, ele acaba por entrar num estado de "semi-sonambulismo", podendo tirar um cochilo rápido, mas ainda mantendo consciência e controle de suas ações, além de que não afeta o campo perceptivo do semideus. Esse pequeno "descanso" proporcionado o ajudará curando 5% de seu HP e MP por rodada. Máximo de três rodadas, uma vez por missão.] {Pelúcia} (Nível Mínimo: 1) [Recebimento: Presente de Reclamação de Hipnos] (DENTRO DA SAND BAG)

Nenhum poder que mereça ser citado, por enquanto.

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Re: Local Público: Pinheiro de Thalia

Mensagem por Reinette Fourriè em Sab 22 Ago 2015, 16:43

blue velvet in flames

post 001 at pinheiro with James

Que irresponsabilidade a da menina, correndo por aí sob o véu atro de sua própria mãe, dispondo das bênçãos adquiridas de sua ascendência, principalmente naquele horário. O pretexto? A desventurada instalação do tédio em seu âmago, que a corroía de forma lenta e inanimada. Mesmo dispondo de todas as atividades que o recinto proporcionava para os seus habitantes, Fourriè precisava de mais. Liberdade. Nunca a tivera em seus anos fora dali, e, quando a provou, mesmo que por pouco tempo, um instinto inconsequente pareceu desposá-la. Todavia, ordens eram ordens. E uma dama aprendia a respeitar os superiores.

Não obstante, tomou a rota que traçara naquele dia, mais cedo. Já visitara muitos pontos do Acampamento, mas nunca retornara exatamente ao primeiro que viu, ao chegar ali. O famoso Pinheiro, em cujos galhos um dragão descansava, protegendo a tão falada relíquia que mantinha a árvore viva e, portanto, os escudos fronteiriços do âmbito. Suspirou, entretando, ao ver que no local outra criatura notívaga jazia. Não que fosse ruim, só era inesperado.

Ficou parada, pensando acerca da problemática. Havia duas alternativas: voltar ou prosseguir. Não tinha que falar exatamente com ele.

ADENDOS:
ARMAMENTO:

  • {Treva} / Faca [Sua lâmina bronzeada mede cerca de 24 cm, e seu cabo tem o mesmo comprimento padrão. É bastante afiada e é perfeita para ataque ágeis e rápidos. O bom desta arma é sua eficiência tanto para mãos hábeis quanto para manuseios mais inexperientes, pois é uma arma curta, fácil de esconder e ao mesmo tempo fácil de manusear. Seu punho é feito de aço, mas uma camada de couro escuro cobre o aço para que o usuário possa segurá-la firmemente. Na parte inferior da lâmina, próxima ao cabo, há entalhado as siglas do Acampamento "CHB"; uma propriedade que só os meio-sangues e criaturas místicas podem ter e usar (ajuda um pouco na destreza)] {Bronze, aço e couro} (Nível mínimo: 1) {Nenhum elemento} [Recebimento: Administração; item inscrição padrão do fórum] →bainha presa ao cinto da saia



HABILIDADES:

    nenhuma, nenhuma.

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Re: Local Público: Pinheiro de Thalia

Mensagem por James Mont'Castio em Sab 22 Ago 2015, 18:20




Bitter Sweet Symphony

(The Verve ft. James Mont’Castio)
(& Reinette)


Notar outras pessoas não era exatamente um problema, considerando que as folhas secas das árvores formavam quase um tapete no chão ao cair. Frágeis, somente uma pisada era suficiente para quebrá-las, liberando aquele som quase crepitante ao estalar sob os pés alheios. No caso, os de uma garota, que James fitou ao girar o pescoço para a direção do Acampamento; sua forma estava meio encoberta pela noite, a escuridão moldava-lhe o corpo num vulto quase disforme, mas que certamente era de uma jovem. No entanto, ele não saberia falar muito mais sobre a figura caso ela não se aproximasse.

— Hm... Oi — cumprimentou-a, após balbuciar meio hesitante.

Provavelmente, não teria muito que temer, pois Peleu costumava resolver as brigas no lugar com uma baforada de fumaça - por sinal, como se quisesse demonstrar sua presença, fios de cinzas saíram das narinas do dragão, desenhando no ar filigranas cinzentos. Evitou pôr-se de pé, não só por desconhecer a menina, mas principalmente por não querer forçá-la a ser agradável, considerando que muitos do Acampamento tinham aquele problema de antissocialidade latente. Mesmo assim, para não deixar o silêncio tornar-se desconfortável e pesado em demasia - também porque sua curiosidade fazia-se presente -, perguntou-a:

— Vai fugir?




(Área OFF)


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— Bolsa de Componentes Mágicos / Bolsa (Nela são guardados desde objetos para preparo de poções até bisturis e utensílios médicos [ela possui espaço infinito para tais coisas e somente para tais coisas; também aparece e desaparece, dependendo exclusivamente da necessidade do semideus]) {Couro} (Nívem mínimo: 1) (Controle sobre nenhum elemento)[Presente de Curandeiro] (DESAPARECIDA, MAS NUNCA SE SABE NÉ)

{Sand bag} / Bolsa [Bolsa de veludo preta com zíper dourado. Dentro da bolsa uma quantidade ilimitada de areia mágica pode ser encontrada, sendo que mesmo que a areia seja perdida retornará para dentro da bolsa. Esse item é essencial para que o filho de Hipnos consiga usar alguns de seus poderes. Além disso, suporta guardar três objetos de tamanho até, no máximo, 150 cm, sendo que seres vivos não podem ser colocados aqui; o item deve passar pela abertura da bolsa, obviamente, e caso a sacola seja de alguma forma danificada, assim impedindo seu uso, ela retornará aos pertences do semideus, em seu chalé ou seja lá onde for seu lar.] {Couro} (Nível Mínimo: 1) [Recebimento: Presente de Reclamação de Hipnos] (PRESA PELA ALÇA NO OMBRO DIREITO)

{Goodnight} / Máscara de Olhos [Acolchoada, é uma máscara que possui um elástico para assim ser presa na cabeça do filho de Hipnos, servindo quase como um óculos, porém que o impede de enxergar (teoricamente). Na verdade, quando o filho de Hipnos a usa, ele acaba por entrar num estado de "semi-sonambulismo", podendo tirar um cochilo rápido, mas ainda mantendo consciência e controle de suas ações, além de que não afeta o campo perceptivo do semideus. Esse pequeno "descanso" proporcionado o ajudará curando 5% de seu HP e MP por rodada. Máximo de três rodadas, uma vez por missão.] {Pelúcia} (Nível Mínimo: 1) [Recebimento: Presente de Reclamação de Hipnos] (DENTRO DA SAND BAG)

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Re: Local Público: Pinheiro de Thalia

Mensagem por Reinette Fourriè em Sab 22 Ago 2015, 18:41

blue velvet in flames

post 002 at pinheiro with James

O timbre meio sonolento carregando um fio tênue de hesitação viajou à audição da semideusa com uma proposta que, apesar de trivial, nunca havia passado pela sua cabeça. Vontade, entretanto, não lhe faltava. O que a impedia era o perigo triplicado: monstros, máfia e mortais que sabiam demais. E, por mais que prezasse uma vida independente de quaisquer coisas, tinha mais amor pela sua sobrevivência.

Nãm — respondeu, por fim. Mexeu com a sola do pé as folhas secas sob si que, muito provavelmente, foram as culpadas pela denúncia da sua estadia ali. Fitou o rapaz, e, apesar de poder vê-lo com excelência, tinha em mente que nem todos os semideuses ali tinham as mesmas habilidades que ela, qual enxergar perfeitamente no completo breu. Aproximou-se, então. — Só ia ficarr sentade aqui, um pouco.

O brilho do luar refletia em seus olhos escuros. Assumira uma postura educada, mesmo que um tanto ofegante da corrida e tudo. Portar-se bem fora seu desafio desde criança, e o costume parecia tomar conta da francesa. Respirou fundo, chegando perto, sem importar-se se o rapaz seria agressivo ou não. De qualquer forma, ela sabia muito bem se defender — ou quase.

Que falta de educaçom a sua de não crrumprrimentarr — disse, fazendo uso do seu característico tom mandão que aparecia e desaparecia por meio de mágica, e que não tinha vergonha nem mesmo de pessoas que a garota não conhecia. — Reinette Fourriè.

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  • {Treva} / Faca [Sua lâmina bronzeada mede cerca de 24 cm, e seu cabo tem o mesmo comprimento padrão. É bastante afiada e é perfeita para ataque ágeis e rápidos. O bom desta arma é sua eficiência tanto para mãos hábeis quanto para manuseios mais inexperientes, pois é uma arma curta, fácil de esconder e ao mesmo tempo fácil de manusear. Seu punho é feito de aço, mas uma camada de couro escuro cobre o aço para que o usuário possa segurá-la firmemente. Na parte inferior da lâmina, próxima ao cabo, há entalhado as siglas do Acampamento "CHB"; uma propriedade que só os meio-sangues e criaturas místicas podem ter e usar (ajuda um pouco na destreza)] {Bronze, aço e couro} (Nível mínimo: 1) {Nenhum elemento} [Recebimento: Administração; item inscrição padrão do fórum]



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Re: Local Público: Pinheiro de Thalia

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