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Local Público: Pinheiro de Thalia

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Local Público: Pinheiro de Thalia

Mensagem por 108-ExStaff em Sab Maio 02, 2015 11:53 pm

Relembrando a primeira mensagem :


Pinheiro de Thalia



Descrição

Se não puderes ser um pinheiro, no topo de uma colina,
sê um arbusto no vale mas sê
o melhor arbusto à margem do regato. [...]
Não é pelo tamanho que terás êxito ou fracasso...
Mas sê o melhor no que quer que sejas.


— Pablo Neruda

O Pinheiro de Thalia é um marco da divisa com o ambiente externo, ou seja, a linha entre a segurança e o perigo. De um lado, o semideus estará dentro dos limites determinados pela barreira mágica, que filtra monstros e humanos, não permitindo que determinados seres entrem no Acampamento Meio-Sangue sem permissão; do outro, o lado de fora, o meio-sangue estará por sua conta em risco, ao sabor do acaso, sendo responsável por sua própria sobrevivência e podendo sempre ser abordado por monstros, criaturas fantásticas e até deuses.

O local fora maculado para sempre quando uma jovem filha de Zeus, chamada Thalia, tentara salvar seus amigos, ganhando algum tempo numa batalha perdida para que eles pudessem se encontrar dentro das proteções do Acampamento. Devido ao ato de coragem da garota, o próprio deus dos deuses transformou-a no pinheiro que hoje se localiza no alto da Colina Meio-Sangue. Dizem que o espírito da heroína ainda habita o pinheiro, enquanto outros afirmam que ela se libertou com o poder curativo do Velocino de Ouro.

Aliás, uma árvore grande e de tronco grosso, o pinheiro está sempre com dois importantes companheiros: o Velocino de Ouro e o dragão Peleu. O Velocino de Ouro, originalmente recuperado pelos Argonautas, teve que ser novamente retirado de um esconderijo, no caso, a ilha de Polifemo, e é sabido que seu poder age de forma tão forte sobre a natureza que sua aura chegou a ser confundida com a do deus Pã. Já o dragão Peleu - imenso e com escamas cor de cobre - é o protetor do Acampamento Meio-Sangue, impedindo que ataques sejam feitos contra o Velocino, e por isso dorme enroscado no tronco do pinheiro.

{Wikipédia, Pensador, Percy Jackson BR, Rick Riordan, Guia Definitivo (Knight, Mary-Jane), Percy Jackson e o Ladrão de Raios (Rick Riordan), gabs}


Informações de Jogo


Tráfego humano: Inexistente
Periculosidade base: 0%
Visibilidade: Inexistente para humanos / Baixa para o Acampamento
Permissão de ataque: Não
Permissão de intervenção: Não
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Re: Local Público: Pinheiro de Thalia

Mensagem por James Mont'Castio em Sab Ago 22, 2015 7:25 pm




Bitter Sweet Symphony

(The Verve ft. James Mont’Castio)
(& Reinette)


As palavras da garota saíam com uma dificuldade de quem dominava o idioma francês; como tal, James, que também já tivera que se adaptar à língua inglesa, delineou um sorriso engraçado na boca, dando mais atenção à desconhecida, que agora estava a uma distância suficiente para ser melhor vislumbrada. Seus olhos tinham a cor do petróleo, escuros, densos, guardando mistérios por trás das pálpebras, cuja tonalidade alva era compartilhada com o restante do corpo; suas madeixas tinham aquele segredo ondulado entre o cacheado e o liso, curvando-se para trás da cabeça da loira.

De fato, ele dividia a opinião de ser um pouco deselegante não se apresentar. Contudo, como sua pretensão não era ser galante, apenas sorriu diante da sutil "bronca" que levara, dando de ombros e permitindo que uma risada tímida crescesse no ambiente noturno. Então, a combinação do nome claramente estrangeiro com o sotaque característico comprovou a identidade da semideusa, que James logo fez questão de responder.

Pardon, mademoiselle desculpou-se e, ainda que sentado, abaixou um pouco a cabeça como uma reverência. Je suis James Mont'Castio, fils de Somnus. O nome romano de seu pai saíra automático, afinal James morara em Milão, na Itália, e tivera contato com a mitologia e a nomenclatura romanas. Portanto, pequenas confusões como aquela eram recorrentes. Então, questionou-a como estava, ainda usando sua língua materna: Comment ça va?




(Área OFF)


Equipamentos:
— Colar do Serpentário / Colar (o formato e o estilo da confecção lembram uma serpente dourada; nunca pode ser perdido, vendido ou retirado a força, pois identifica os curandeiros e, portanto, não é considerado um item nas contagens para missões, eventos e tramas, embora ainda seja preciso citá-lo) (seu efeito principal é o de, quando retirado do pescoço, se transformar em um dos itens a seguir: uma réplica quase totalmente semelhante do Bordão de Asclépio (ou seja, uma espécime de bastão rústico e fino envolvido por uma serpente de escamas feitas de prata envenenada que podem ser tão afiadas quanto uma espada, possuindo o mesmo potencial de corte de uma arma laminada; ele se adapta completamente ao tamanho e porte físico do usuário). {Prata, madeira e veneno} (Nível mínimo: 1) (Controle sobre nenhum elemento) [Presente de Curandeiro] (PESCOÇO)

— Bolsa de Componentes Mágicos / Bolsa (Nela são guardados desde objetos para preparo de poções até bisturis e utensílios médicos [ela possui espaço infinito para tais coisas e somente para tais coisas; também aparece e desaparece, dependendo exclusivamente da necessidade do semideus]) {Couro} (Nívem mínimo: 1) (Controle sobre nenhum elemento)[Presente de Curandeiro] (DESAPARECIDA, MAS NUNCA SE SABE NÉ)

{Sand bag} / Bolsa [Bolsa de veludo preta com zíper dourado. Dentro da bolsa uma quantidade ilimitada de areia mágica pode ser encontrada, sendo que mesmo que a areia seja perdida retornará para dentro da bolsa. Esse item é essencial para que o filho de Hipnos consiga usar alguns de seus poderes. Além disso, suporta guardar três objetos de tamanho até, no máximo, 150 cm, sendo que seres vivos não podem ser colocados aqui; o item deve passar pela abertura da bolsa, obviamente, e caso a sacola seja de alguma forma danificada, assim impedindo seu uso, ela retornará aos pertences do semideus, em seu chalé ou seja lá onde for seu lar.] {Couro} (Nível Mínimo: 1) [Recebimento: Presente de Reclamação de Hipnos] (PRESA PELA ALÇA NO OMBRO DIREITO)

{Goodnight} / Máscara de Olhos [Acolchoada, é uma máscara que possui um elástico para assim ser presa na cabeça do filho de Hipnos, servindo quase como um óculos, porém que o impede de enxergar (teoricamente). Na verdade, quando o filho de Hipnos a usa, ele acaba por entrar num estado de "semi-sonambulismo", podendo tirar um cochilo rápido, mas ainda mantendo consciência e controle de suas ações, além de que não afeta o campo perceptivo do semideus. Esse pequeno "descanso" proporcionado o ajudará curando 5% de seu HP e MP por rodada. Máximo de três rodadas, uma vez por missão.] {Pelúcia} (Nível Mínimo: 1) [Recebimento: Presente de Reclamação de Hipnos] (DENTRO DA SAND BAG)

Nenhum poder que mereça ser citado, por enquanto.

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Re: Local Público: Pinheiro de Thalia

Mensagem por Reinette Fourriè em Sab Ago 22, 2015 9:08 pm

blue velvet in flames

post 003 at pinheiro with James

Logo o inglês foi substituído por um idioma muito bem entendido por Reinette. Era óbvio, como o rapaz deve ter notado, que seu sotaque forte era oriundo da sua naturalidade francesa. Ficou, confessava, surpresa ao ouvi-lo pronunciar tão bem as palavras, e aquilo fê-la desafiar-se a nunca subestimar os conhecimentos daqueles que viviam na América. Um sorriso discreto despontou em seu rosto, esticando os lábios da semideusa e fazendo as maçãs de seu rosto ficarem salientes.

Oui, monsieur. Très bien, merci — Fourriè curvou-se levemente, dobrando os joelhos em uma mesura treinada. É claro que desconfiaria de algo muito mais cedo caso Mont'Castio tivesse se apresentado por primeiro. — Et vous? — Pediu licença silenciosamente e sentou-se ali.

Reinette, se bem havia entendido a ligação de identidade entre deuses romanos e gregos, já que achava aquela história confusa por demais, perguntou-se por que motivo um filho de Hipnos estava acordado enquanto poderia aproveitar aquela noite deslumbrante para roncar em seu próprio chalé. Tamborilou os dedos por cima do joelho enquanto analisava o rosto do companheiro sob um fino véu de fumaça que o dragão no Pinheiro havia expelido, e que logo se dispersaria no ar. Aquele tom loiro dos cabelos de James fazia-a pestanejar levemente.

Que grrande surrprresa é encontrrarr um falante de minhe língue — o tom mandão de outrora a havia deixado, sendo comutado por outro completamente diferente, este de uma curiosidade simplória. — Ah, pardon, sou filhe de Nix. — Ergueu os braços como que para apresentá-lo à noite, ou a algo invisível. — A noite e tudo o maisse.

ADENDOS:
ARMAMENTO:

  • {Treva} / Faca [Sua lâmina bronzeada mede cerca de 24 cm, e seu cabo tem o mesmo comprimento padrão. É bastante afiada e é perfeita para ataque ágeis e rápidos. O bom desta arma é sua eficiência tanto para mãos hábeis quanto para manuseios mais inexperientes, pois é uma arma curta, fácil de esconder e ao mesmo tempo fácil de manusear. Seu punho é feito de aço, mas uma camada de couro escuro cobre o aço para que o usuário possa segurá-la firmemente. Na parte inferior da lâmina, próxima ao cabo, há entalhado as siglas do Acampamento "CHB"; uma propriedade que só os meio-sangues e criaturas místicas podem ter e usar (ajuda um pouco na destreza)] {Bronze, aço e couro} (Nível mínimo: 1) {Nenhum elemento} [Recebimento: Administração; item inscrição padrão do fórum]



HABILIDADES:

    nenhuma, nenhuma.

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Re: Local Público: Pinheiro de Thalia

Mensagem por James Mont'Castio em Sab Ago 22, 2015 9:40 pm




Bitter Sweet Symphony

(The Verve ft. James Mont’Castio)
(& Reinette)


Havia um quê de amizade no ar. A língua da francesa denunciava sotaque e perícia com o idioma do amor, cuja pronúncia era tão dificultada por seus falantes. Dessa forma, soube identificá-la imediatamente como uma natural da França; de que região?, questionara-se internamente. Mais impressionante que isso, era a vontade dela de continuar a conversar na língua estrangeira. De alguma forma, anunciava que ela não era tão orgulhosa a ponto de forçar os outros a entenderem-na; ela também queria ser entendida, e James via na tentativa de falar a linguagem americana uma ótima maneira de treinar a proficiência nos âmbitos oral e auditivo. Portanto, respondeu-lhe também em inglês:

— Legal — e, vendo que isso poderia ter soado um pouco grosso, o que não era seu objetivo, complementou: — Tipo, esse lance da noite e tudo mais. — Então, franziu o cenho, pensando. Remoeu as palavras por algum tempo antes de indagar-lhe para não parecer invasivo ou qualquer coisa do gênero: — É por isso que você está, hm, aqui? — Sua cabeça deu uma volta pelo ambiente, como se tentasse indicar o Pinheiro, o Acampamento e a noite em uma só rolagem de olhos. — Tipo, acordada de noite e tal? Tentar ficar mais perto de sua mãe?

James buscou desviar o olhar dela. Nunca fora sua intenção forçar a barra, mas o assunto não poderia simplesmente acabar de uma hora pra outra. Havia encontrado uma conterrânea, e isso era demais, apesar da maioria dos franceses ser meio nariz empinado pra certos assuntos. Ao seu modo, Fourriè parecia ter uma polidez característica da educação dos mais privilegiados, então ele imaginou que ela tinha "sangue azul" - isto é, que ela fosse de uma família mais abastada. Contudo, não havia uma maneira mais leve de perguntar sobre isso; isso e tantas outras perguntas que gostaria de fazer, mas que se retesava para questionar, com o intuito de não agir como um investigador policial que busca provas de um crime.

— Porque, sabe, às vezes eu gosto de vir aqui só pra poder ter mais calma — meio que justificou-se, esperando que a pergunta não tivesse criado um clima estranho e olhando pra cima, sem focar em nenhum ponto em específico, mas tendo uma noção geral do posicionamento das estrelas e da lua. — Normalmente, eu fico ocupado nas enfermarias. — James mal notou que não contara de sua segunda função, a de curandeiro. — É preciso ter uma folga, entende? Um tempo pra parar e descansar.




(Área OFF)


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— Colar do Serpentário / Colar (o formato e o estilo da confecção lembram uma serpente dourada; nunca pode ser perdido, vendido ou retirado a força, pois identifica os curandeiros e, portanto, não é considerado um item nas contagens para missões, eventos e tramas, embora ainda seja preciso citá-lo) (seu efeito principal é o de, quando retirado do pescoço, se transformar em um dos itens a seguir: uma réplica quase totalmente semelhante do Bordão de Asclépio (ou seja, uma espécime de bastão rústico e fino envolvido por uma serpente de escamas feitas de prata envenenada que podem ser tão afiadas quanto uma espada, possuindo o mesmo potencial de corte de uma arma laminada; ele se adapta completamente ao tamanho e porte físico do usuário). {Prata, madeira e veneno} (Nível mínimo: 1) (Controle sobre nenhum elemento) [Presente de Curandeiro] (PESCOÇO)

— Bolsa de Componentes Mágicos / Bolsa (Nela são guardados desde objetos para preparo de poções até bisturis e utensílios médicos [ela possui espaço infinito para tais coisas e somente para tais coisas; também aparece e desaparece, dependendo exclusivamente da necessidade do semideus]) {Couro} (Nívem mínimo: 1) (Controle sobre nenhum elemento)[Presente de Curandeiro] (DESAPARECIDA, MAS NUNCA SE SABE NÉ)

{Sand bag} / Bolsa [Bolsa de veludo preta com zíper dourado. Dentro da bolsa uma quantidade ilimitada de areia mágica pode ser encontrada, sendo que mesmo que a areia seja perdida retornará para dentro da bolsa. Esse item é essencial para que o filho de Hipnos consiga usar alguns de seus poderes. Além disso, suporta guardar três objetos de tamanho até, no máximo, 150 cm, sendo que seres vivos não podem ser colocados aqui; o item deve passar pela abertura da bolsa, obviamente, e caso a sacola seja de alguma forma danificada, assim impedindo seu uso, ela retornará aos pertences do semideus, em seu chalé ou seja lá onde for seu lar.] {Couro} (Nível Mínimo: 1) [Recebimento: Presente de Reclamação de Hipnos] (PRESA PELA ALÇA NO OMBRO DIREITO)

{Goodnight} / Máscara de Olhos [Acolchoada, é uma máscara que possui um elástico para assim ser presa na cabeça do filho de Hipnos, servindo quase como um óculos, porém que o impede de enxergar (teoricamente). Na verdade, quando o filho de Hipnos a usa, ele acaba por entrar num estado de "semi-sonambulismo", podendo tirar um cochilo rápido, mas ainda mantendo consciência e controle de suas ações, além de que não afeta o campo perceptivo do semideus. Esse pequeno "descanso" proporcionado o ajudará curando 5% de seu HP e MP por rodada. Máximo de três rodadas, uma vez por missão.] {Pelúcia} (Nível Mínimo: 1) [Recebimento: Presente de Reclamação de Hipnos] (DENTRO DA SAND BAG)

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Re: Local Público: Pinheiro de Thalia

Mensagem por Reinette Fourriè em Sab Ago 22, 2015 10:11 pm

blue velvet in flames

post 004 at pinheiro with James

Era visível que James havia entendido a ida da garota até ali como uma tentativa de se aproximar de sua progenitora divina, como grande maioria dos semideuses ali sempre tentavam, pois não recebiam a atenção materna ou paterna que toda criança merece. A verdade, no entanto, era: Reinette não dava a mínima para a presença ou a ausência de sua mãe biológica. Crescera ao lado de seu pai e de uma madrasta que era, para padrões, bastante generosa, e, apesar de ser filha única e de a mulher com quem o pai casara não poder ter filhos, a Fourriè nunca sofrera daquela "síndrome de abandono". Por este motivo, soltou uma risada gutural mais alta do que pretendia, mas que logo foi contida com um pigarreio desajeitado.

Nãm, navamente — acenou, ainda, com a cabeça, para dar ênfase à resposta. Só então havia percebido que a pergunta do rapaz, em outras circunstâncias, caso suas especulações fossem verídicas, seria bem impertinente, e que causara desconforto. Mas ela manteu-se leve para mostrar que estava tudo bem. — Estava sem sono, seulement. Na verrdade, estou semprre sem sono a esta horra. Porrisso prrocurro alguns lugarres prra ficarr, qual este. — E, fazendo uma pausa, notou quão incriminadora fora sua afirmação, uma vez que vagar pelos terrenos do acampamento em certos horários da noite era terminantemente proibidos, mesmo aos filhos de divindades trevosas. Estalou a língua para quebrar a tensão. — Porrfavorr, nãm conte parra nenhum moniterr.

E outra observação foi alvo da curiosidade displicente da filha de Nix. Parecia-lhe que Mont'Castio era, além de filho de Hipnos, algo mais. Seu modo de falar sugeria um "emprego" por parte do Acampamento. Inclinou a cabeça, analisando-o. Enfermarias? Não era novidade que nunca o vira antes, uma vez que não raramente dirigia-se à ala hospitalar do lugar.

Querr dizerr que você curra pessoas? — perguntou, ainda o mesmo tom carregando sua voz. Outro desafio: conhecer as tendas. — Nãnca fui a uma enferrmarria daqui. Nãm costumo trreinarr ou fazerr algue que me machuqué. — Deu de ombros, indiferente a toda aquela história de lutar para sobreviver e ficar mais forte para encarar os perigos de ser uma criatura semidivina. — Muite bacana.

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  • {Treva} / Faca [Sua lâmina bronzeada mede cerca de 24 cm, e seu cabo tem o mesmo comprimento padrão. É bastante afiada e é perfeita para ataque ágeis e rápidos. O bom desta arma é sua eficiência tanto para mãos hábeis quanto para manuseios mais inexperientes, pois é uma arma curta, fácil de esconder e ao mesmo tempo fácil de manusear. Seu punho é feito de aço, mas uma camada de couro escuro cobre o aço para que o usuário possa segurá-la firmemente. Na parte inferior da lâmina, próxima ao cabo, há entalhado as siglas do Acampamento "CHB"; uma propriedade que só os meio-sangues e criaturas místicas podem ter e usar (ajuda um pouco na destreza)] {Bronze, aço e couro} (Nível mínimo: 1) {Nenhum elemento} [Recebimento: Administração; item inscrição padrão do fórum]



HABILIDADES:

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Re: Local Público: Pinheiro de Thalia

Mensagem por Vitor P. Louis em Sex Ago 28, 2015 11:39 pm


Drawing in a Perfect Day
The Two Brothers


L
á se foi meu primeiro dia de treino. Certamente eu não estava tão cansado, afinal não devo ter demorado na arena mais do que duas horas. Sentado na cama, eu estava pensativo e obervador, olhando o movimento que ia acabando com o tempo. Era uma mudança drástica, de manhã o chalé de Hermes era lotado e super movimentado, quando ia escurecendo o movimento ia diminuindo e as pessoas se acalmando.

Vestia uma roupa básica, refrescante e leve. Me senti revigorado depois do banho pós treino, sentia que agora eu tinha um dia livre. Até pensei em ficar na cama escrevendo em meu diário, mas decidi fazer algo diferente. Dar uma volta e conhecer um pouco mais o acampamento era o meu objetivo. Por que não começar pelos lugares mais altos? Pensei comigo mesmo. Era uma ideia perfeita para mim, até porque, se a vista fosse tão linda quanto eu imaginava, ia render um bom desenho, com certeza não deixaria meu diário para trás.

Sai do alojamento, era quase pôr do sol. O vento fraco e gélido soava em meus ouvidos e fazia-me arrepiar as espinhas. O sol beijava as montanhas. O crepúsculo coloria o céu com suas cores vivas. As nuvens pareciam queimadas, pintando a bela imagem do universo. O mundo parecia maia vivo do que nunca. Passei pelos outros chalés e fui em direção ao ponto alto, a colina do acampamento. Ouvi estórias de que existia um poder no alto da colina, algo relacionado a um pinheiro, até então eu não sabia o que era. Talvez eu descobrisse lá na hora.

Subi a colina e as nuvens pareciam ficar mais próximas. Como se eu pudesse tocá-las, imaginei-me voando sob elas e espalhando-as pelo céu. De longe observei um ótimo ponto para que eu pudesse sentar no gramado e começar meu desenho. Era perfeito, conseguia ter a visão do acampamento quase inteiro. Sentei-me na grama úmida. O fino frio percorreu minhas pernas e subiu-me a cabeça. Era algo suportável, e para mim, prazeroso. Abri o diário e peguei meu lápis, não perdi tempo e comecei a desenhar a mais bela imagem que já vira na minha vida. O crepúsculo sob o acampamento meio-sangue.



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Vitor P. Louis
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Re: Local Público: Pinheiro de Thalia

Mensagem por Barbie Rothschild em Sab Ago 29, 2015 12:53 am






nice to meet you, where you been?

O sol já começava a se pôr e Barbie continuava a calcorrear pelo camping enquanto retocava sua maquiagem gozando-se de apetrechos das mais diversas marcas – Dior, Gucci, MAC –, enquanto mantinha sua postura ereta e sem tropeçar uma vez sequer, mesmo com a atividade que capturava totalmente a sua atenção.

Vestia um top de tonificação forte e azulada e, mais abaixo, uma sucinta, mas muito donairosa calça lúgubre compunha o restante de seu visual, conjuntamente com um cinto de fivela turquesa que estendia-se até exatamente o meio de sua silhueta, onde um coraçãozinho mais claro poderia ser enxergado por qualquer um que se aproximasse demais.

Olhou de relance o próprio reflexo no pequeno espelho que segurava e ajeitou as madeixas aloiradas novamente, podendo enxergar vagamente a estrelinha cintilante que encontrava-se colada em sua testa – acessório que lhes era consuetudinário.

Ao aproximar-se do seu local destino, o pinheiro de Thalia, o perfume floral evidenciado em sua cabeleira lisa poderia ser sentido pelos mais próximos, sintonizado com uma olência muito suave e de procedência italiana, além do aroma de diversos outros cosméticos que faziam-se presente em sua pele abrilhantada.

Notou a presença de um garoto desconhecido e abriu seu costumeiro sorriso simpático e convidativo, encurtando a distância entre si própria e o incógnito no intuito de conhecê-lo e, possivelmente, dar início a um bom e saudável diálogo enquanto assistia ao pôr do sol. Assentou-se na grama sublimemente esverdeada.

— Oi! — a voz meiga e adocicada da meio-sangue retumbou na esfera do cenário. — Eu sou a Barbie, filha de Afrodite, e você?

Piscou elegantemente os olhos algumas vezes de forma frenética e, conseguintemente, içou o braço no vácuo como um convite para uma saudação amigável. Uma sucinta pulseira lilás poderia ser vista na extremidade da região pelo menino devido à proximidade com sua face.


Informações:
Habilidades:
Passivas:
Considerar todas as de nível inicial.
Ativas:
--
Arsenal:
— {Useless} Faca [Sua lâmina bronzeada mede cerca de 24 cm, e seu cabo tem o mesmo comprimento padrão. É bastante afiada e é perfeita para ataque ágeis e rápidos. O bom desta arma é sua eficiência tanto para mãos hábeis quanto para manuseios mais inexperientes, pois é uma arma curta, fácil de esconder e ao mesmo tempo fácil de manusear. Seu punho é feito de aço, mas uma camada de couro escuro cobre o aço para que o usuário possa segurá-la firmemente. Na parte inferior da lâmina, próxima ao cabo, há entalhado as siglas do Acampamento "CHB"; uma propriedade que só os meio-sangues e criaturas místicas podem ter e usar (ajuda um pouco na destreza)] {Bronze, aço e couro} (Nível mínimo: 1) {Nenhum elemento} [Recebimento: Administração; item inscrição padrão do fórum]

— {Donavieski} / Chicote Elétrico [Chicote elétrico. É um chicote, todo trabalhado a mão. Ele é feito de couro, e nesse couro, pode se perceber detalhes em renda, bordada manualmente. Ele também reluz algumas pedras preciosas, que ajudam em ataques mais precisos, e podem cortar a pele do atingido]{Couro e Pedras preciosas} (Nível Mínimo: 1 ) {Não controla Nenhum Elemento} [Recebimento: Presente de Reclamação de Afrodite]

— {Glitter} / Arco de Ouro [Um arco de ouro, que é revestido de prata por dentro e reluz. Tem várias jóias ao seu redor, e as flechas disparadas com o mesmo tem extrema precisão] {Ouro, Prata e Jóias} (Nível Mínimo: 1 ) {Não controla Nenhum Elemento} [Recebimento: Presente de Reclamação de Afrodite]

♦ {Flèches infinies} / Aljava de Flechas Infinitas [As flechas reluzem claramente, e em suas pontas pode se perceber pedras preciosas que cortam melhor que as espadas mais afiadas, pois é encantada para ser sempre assim] {Ouro e Jóias} (Nível Mínimo: 1 ) {Não controla Nenhum Elemento} [Recebimento: Presente de Reclamação de Afrodite]

thanks juuub's @ cp!  
Barbie Rothschild
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Re: Local Público: Pinheiro de Thalia

Mensagem por Kalled C. Almeida em Qui Nov 19, 2015 1:28 am



Pinheiro

Postagem 1
Trabalho, treino, refeições e noites mal dormidas, ultimamente a vida de Cavaliére era tão tediosa quanto a de um contador em uma empresa de seguros. Emoção era o que lhe faltava e embora fosse um semideus o rapaz não sentia medo de se arriscar à procura de algo que pudesse lhe despertar um sentimento diferente da monotonia.

Kalled decidiu que talvez devesse realizar um passeio, em seu chalé apanhou seu isqueiro e o pôs no bolso, sempre carregava Yamato com ele mesmo que fosse à forja, trajava seu velho jeans surrado, uma camisa do Acampamento e por cima da camisa vestia sua jaqueta mágica.  Ao abrir a porta ouviu o velho rangido que a porta de madeira fazia sempre que alguém a violava e aquilo trouxe uma velha lembrança de quando o rapaz chegara àquele local. Há quatro anos Almeida não passava de um garoto medroso e ansioso, hoje ele entendia que nada podia surpreendê-lo mais que seu tédio e sua solidão.

Desceu da sacada de seu chalé e subiu a colina do Acampamento, enquanto subia pensou nas amizades que havia feito no decorrer daqueles quatro anos: Freya, Aldebaran, Josh, Luke, Diamond, Marc e tantos outros. Aquilo fez com que o menestrel se sentisse um semideus fora de seu tempo, exceto por Josh todos seus outros amigos haviam morrido ou abandonado o refúgio dos semideuses.

Todos esses pensamentos deprimentes o abandonaram assim que alcançou o topo da colina, pois o que vira era maior que qualquer imagem que seus pensamentos negativos pudessem gerar. Era fim de tarde e o Sol já assumira seu tom alaranjado iluminando toda área com um tom quente, porém tranquilo como se todo o terreno fosse a superfície alaranjada de um pudim bem jeito, encostado no velho pinheiro o semideus podia ver os campos de morangos, a arena, o pavilhão principal e principalmente o oceano e isso fazia ele pensar que aquela paisagem deveria ser um quadro que com certeza Kalled adoraria pintar e emoldurar.

Confortado pela linda visão o filho de Hefesto tirou seu isqueiro do bolso.

– Se a vida tem um lado bonito com certeza esta paisagem faz parte dele. – murmurou enquanto encarava o item em sua mão.




Armas comigo:

♣♣♣♣ Ataque♣♣♣♣
♣ Yamato Ψ[Montante de 1,05 cm de bronze sagrado com uma bainha de bronze. Possui a propriedade de fogo presente em sua lâmina. Transmuta-se em um isqueiro.] { bronze e bronze sagrado} {fogo} {nível mínimo: 20} em mãos  como um isqueiro

♣♣♣♣ Defesa ♣♣♣♣

♣ Armadura [Uma armadura completa, possuinte do peitoral e perneiras feita de ouro. Bem resistente e leve, a armadura tem compartimentos secretos para algumas armas de Kalled, como martelos e machados, além de ter uma bainha para se colocar alguma espada. Transmuta-se em uma jaqueta combinando com uma calça jeans surrada.]{Ouro Solar} (Nível Mínimo: 30) {Não Controla Nenhum Elemento}[Presente de Aniversário de Lucas R. e Forjado por Harry]  vestindo
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Re: Local Público: Pinheiro de Thalia

Mensagem por Ayla Lennox em Qui Nov 19, 2015 1:39 am

Pinheiro de Thalia
Estava exausta. Não dormia bem e nem tentava fazê-lo desde a fatídica noite em que - aparentemente - todos haviam partilhado do mesmo pesadelo.

A garota não sabia ao certo o que diabos estava acontecendo ou estava por vir, mas estava certa de que aquilo era um presságio. Um daqueles que antecede uma desgraça em proporções titânicas.

Não queria mais aquilo. Não queria mais ser engolida, sufocada por suas aflições enquanto buscava por paz. Podia estar longe de ser a ideia mais sensata, mas naquele fim de tarde, decidiu se refugiar em meio à inquietação dos outros, mas também na de seus pensamentos.

Seus passos distraídos a levaram até um lugar que não visitava há um bom tempo. O Pinheiro.

Estava vestida de maneira simples, como sempre. Jeans, tênis, uma blusa branca e sua jaqueta de couro. Os ventos vindos da floresta faziam com que seus cabelos dançassem e ricocheteassem contra seu rosto. Gostava daquela sensação.

Com as mãos nos bolsos, subitamente parou e olhou os arredores. Sentou e apoiou as costas em uma das árvores mais próximas enquanto levava uma das mãos até a testa, os dedos tocando as raízes das mechas escuras.

Suspirou pesadamente enquanto sentia o cansaço pesar sobre seus ombros. Campistas nas proximidades riam, conversavam e até ousavam uma brincadeira ou outra, mas ela podia sentir que algo estava diferente.

Eles estavam diferentes. Parecia que a venda de ingenuidade e inocência que cobria os olhos e ouvidos dos mais novos fora removido com violência. Quantos deles se sentiam como Lennox? Quantos não sabiam de nada a respeito ou sabiam de mais? O que os outros haviam visto enquanto estavam nos domínios dos sonhos?

Como sempre, rezava silenciosamente para que tudo fosse respondido com o tempo.

O lugar estava movimentado e não demorou para que Ayla começasse a pensar naquelas fronteiras como mais do que limites separando o mundo semidivino do mortal.

Ali era por onde todos passavam. A porta de entrada para o jogo de xadrez dos deuses, o passaporte para uma vida de tormentas e glórias em igual proporção - ou nem tanto.

- Ah, deuses... Esse é o começo. - Falou para si mesma sem saber se estava se referindo ao Pinheiro ou aos fatos de algumas noites atrás.

Por um breve segundo, olhou para o céu e não se importou com esse pensamento. Ouviu alguém por perto comentar algo sobre o lado belo da vida e, como se não quisesse ser ouvida, respondeu:

- Se você não se importar com aquilo que o cerca... De fato, pode ter razão.
Adendos:
• Considerar todos os poderes passivos até o nível atual. Caso algum mais relevante apareça, este será mencionado.
• Os fatos narrados se passam após o evento de trama mais recente.
• No momento, nenhum componente do arsenal merece destaque, mas Ayla está armada.
• Interagindo com Kalled C. Almeida.

With: Kalled

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Re: Local Público: Pinheiro de Thalia

Mensagem por Kalled C. Almeida em Qui Nov 19, 2015 2:09 am



Pinheiro

Postagem 2
O isqueiro pesava na mão do semideus e ele pensava quantos monstros havia matado com aquela arma e algo pesava mais que aquilo, um peso na consciência tomou conta dele por um breve momento, lembrou que já tirara a vida de semideuses com aquela arma. Este pensamento foi interrompido por uma voz feminina que parecia responder ao murmúrio do menestrel, Almeida virou-se ao encontro da voz e se surpreendeu com a dona da voz: aquela era Ayla?

Claro que era a moça, não mudara nada desde a ultima vez que o forjador a vira em sua forja, continuava linda mesmo que se vestisse de forma simples, exceto por sua expressão que Almeida infelizmente reconheceu.

Kalled sabia que Ayla sentia, afinal cansara de ver aquela expressão em si mesmo. A moça estava em dúvida e desolada e aquilo incomodava o rapaz profundamente.

– Não sou de ignorar as coisas que nos cercam, porém estou cansado de viver conforme as regras que nos mantêm afastados dos perigos. A vida tem seus encantos e eu pretendo aproveitá-los mesmo que o medo e receio tentem me impedir. – enquanto falava sentiu que não estava sendo totalmente sincero, mas era o que planejava realmente fazer e era o que precisava fazer. – Você já se sentiu presa a um mundo cinza? Como se nada fosse bom o suficiente para lhe despertar interesse? – esperava despertar confiança na filha de Selene, talvez se Kalled pudesse ajuda-la ela também poderia ajuda-lo.



Armas comigo:

♣♣♣♣ Ataque♣♣♣♣
♣ Yamato Ψ[Montante de 1,05 cm de bronze sagrado com uma bainha de bronze. Possui a propriedade de fogo presente em sua lâmina. Transmuta-se em um isqueiro.] { bronze e bronze sagrado} {fogo} {nível mínimo: 20} em mãos  como um isqueiro

♣♣♣♣ Defesa ♣♣♣♣

♣ Armadura [Uma armadura completa, possuinte do peitoral e perneiras feita de ouro. Bem resistente e leve, a armadura tem compartimentos secretos para algumas armas de Kalled, como martelos e machados, além de ter uma bainha para se colocar alguma espada. Transmuta-se em uma jaqueta combinando com uma calça jeans surrada.]{Ouro Solar} (Nível Mínimo: 30) {Não Controla Nenhum Elemento}[Presente de Aniversário de Lucas R. e Forjado por Harry]  vestindo
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Re: Local Público: Pinheiro de Thalia

Mensagem por Ayla Lennox em Qui Nov 19, 2015 4:27 pm

Pinheiro de Thalia
Uma voz familiar chegou até os ouvidos da filha de Selene. Virou a cabeça procurando por seu dono e não demorou a encontrar. Era Kalled.

Sorriu para o filho de Hefesto enquanto acenava brevemente com a cabeça, convidando-o para se aproximar. Mesmo fazendo um período razoável de tempo desde que havia visitado sua forja, não foi difícil reconhecer o rapaz sentado nas proximidades.

Ela sentiu que nem mesmo o garoto acreditava totalmente nas palavras otimistas que dizia, mas não disse nada. Os encantos da vida estavam reservados aos mortais e quase chegou a invejar a ignorância destes. Ser uma cria divina e tentar aproveitá-los poderia ser bem perigoso.

- Um mundo cinza? Eu diria que não, mas a um totalmente escuro... Talvez. - Admitiu, soltando um riso seco. - Acho que as coisas atraem meu interesse com facilidade demais até, e isso acaba sendo pior do que não me importar com nada.

Deu de ombros enquanto arrancava alguns pequenos pedaços de grama de forma aleatória e despreocupada.

- Você me parece um pouco filosófico hoje, Kalled. Algum motivo específico? - Brincou. - A propósito, se me permite dizer, seu nome é bem... Diferente. Acho que ainda não comentei isso.

Falou em apenas uma tentativa de driblar a melancolia, deixar que ela fosse levada para longe pelas brisas daquele fim de tarde.


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Re: Local Público: Pinheiro de Thalia

Mensagem por Kalled C. Almeida em Sex Nov 20, 2015 4:45 pm



Pinheiro

Postagem 3
A moça notou quem eu era e sorriu de forma simpática, embora forçada. Ela respondeu minha pergunta de uma forma um tanto quanto preocupante, afinal pior que viver em um mundo cinza seria viver em um totalmente escuro sem ter muita positividade por perto. Ayla complementou dizendo que as coisas atraíam sua atenção facilmente e que aquilo a incomodava, pois acreditava que tal situação era pior que viver sem se importar com nada.

Por trás de sorrisos disfarçados e palavras ensaiadas Ayla transmitia a ideia de uma pessoa que estava procurando um jeito de escapar da melancolia ou pelo menos encontrar as respostas de suas dúvidas, infelizmente Kalled não tinha nenhuma resposta para a moça.

Lennox brincou com Almeida citando que o rapaz parecia filosófico naquele fim de tarde, a filha de Selene aproveitou a deixa e tentou quebrar o gelo elogiando o nome do rapaz. Pelo menos assim Kalled entendia, pois na verdade o termo usado fora diferente.

– Ayla na verdade eu sempre reflito sobre minhas escolhas pessoais e como isso interfere na vida daqueles ao meu redor mesmo que estes não sejam tão íntimos assim de mim. A propósito sou grato pelo elogio, eu acho. – Almeida deu uma pausa, não queria falar de seu nome, não queria dizer nada sobre a imortalidade naquele momento onde a mortalidade parecia tão permanente em sua vida. – Enfim minha mãe escolheu meu nome, ela é bem ligada a nomes significativos e eu também acho seu nome muito bonito, mas se me permitir uma questão eu gostaria de perguntar porque uma moça tão linda e cheia de amigos está sozinha nesta colina?



Armas comigo:

♣♣♣♣ Ataque♣♣♣♣
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♣♣♣♣ Defesa ♣♣♣♣

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Re: Local Público: Pinheiro de Thalia

Mensagem por Ayla Lennox em Sab Nov 21, 2015 12:22 am

Pinheiro de Thalia
Ela o entendia. Já havia passado por aquele ideal utópico onde todos, de fato, se importam com as consequências de seus atos, mas então despertou e viu que não era bem assim na prática. Mortais ou semideuses, não importava, eram todos imediatistas, egoístas. Escravos de seus próprios desejos.

Lennox cerrou os punhos, porém logo fez questão de aliviar a aparente tensão. Olhou de soslaio para o filho de Hefesto e pensou que talvez nem todos fossem assim. Ela não o era - ao menos não em tempo integral.

- Isso é algo válido, Kalled. - Disse com tranquilidade. - Mas algumas escolhas fogem dos nossos domínios, do nosso controle. - Enquanto puxava mais algumas folhas esverdeadas do chão, permitiu que fossem levadas pela brisa antes de caírem no chão. É complicado, sabe? Especialmente sendo quem nós somos. Um favor, uma palavra, uma pessoa às vezes podem colocar muitas coisas em jogo, até mesmo vidas

As palavras não soaram como um desabafo aos ouvidos da filha de Selene. Sentia como se estivesse apenas expondo os fatos, explicando a uma criança os fatos tristes da vida adulta, os fardos que precisavam ser carregados.

Sorriu de canto ao ouvir o elogio e fez uma nota mental para descobrir o que diabos significava Kalled. Finalmente, respondeu:

- Não sei. - Deu de ombros. - Só me pareceu conveniente um pouco de calmaria na floresta. Os últimos dias tem sido bem... Difíceis.

E não eram todos eles assim?
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Re: Local Público: Pinheiro de Thalia

Mensagem por Kalled C. Almeida em Sab Nov 21, 2015 7:07 pm



Pinheiro

Postagem 4
A garota não parecia se abalar com o que eu dizia certos comportamentos indicavam uma fuga ou talvez mera distração, no entanto não cabia a Kalled julgá-la. A menina disse que o que o menestrel falava era válido, porém ela o fez refletir quando disse que certas escolhas nos fugiam do controle e que por muitas vezes acabavam por custar caro.

A filha de Selene não parava de aparar folhas e soltá-las na brisa e por certos momentos parecia desconfortável e isso fazia com que Almeida temesse estar sendo um tanto quanto invasivo, mas ele sentiu que talvez não fosse só ele o motivo de tanto desconforto. Neste momento Lennox respondeu a pergunta do filho de Hefesto.

Os últimos dias da semideusa haviam sido difíceis e ela estava ali naquele local em busca de calmaria. Agora tudo estava claro, o mesmo motivo, a mesma intenção e com certeza a mesma preocupação, afinal ambos eram semideuses e isso era a parte chave de uma vida conturbada. Almeida pegou para si a missão de reconfortar Ayla.

– Faz quatro anos que acordo todos os dias e penso que pode ser meu último dia acima do solo, pois amanhã ou depois posso estar em uma mortalha pegando fogo e sendo conduzido pelo barqueiro até meu lugar de descanso ou punição. Entenda jovem filha de Selene que eu não luto apenas por mim, mas sim pelos outros semideuses e principalmente pela minha família. Por acaso você tem alguém que esteja tão próximo de você ao ponto de se sacrificar com você e caso não tenha, gostaria de ter um amigo com quem contar? – aquilo parecia um tanto forçado, porém aquela era a missão do menino no mundo proteger todos aqueles que tivessem o potencial de serem boas pessoas e Ayla era uma dessas pessoas.


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Re: Local Público: Pinheiro de Thalia

Mensagem por Ayla Lennox em Sab Nov 21, 2015 7:31 pm

Pinheiro de Thalia
Se não conhecesse a ascendência de Kalled, poderia chegar a suspeitar que ele era o filho de algum dos ctônicos, talvez Hades ou Tânatos. Sim, um clichê de melancolia junto à temática de morte constante.

Não se importava com aquele tipo de coisa ou gastava muito tempo falando ou pensando a respeito. Era um processo natural para todos, fossem humanos ou semideuses, o fôlego de vida havia de acabar.

A morte faz parte da vida. Era o que tinha em mente.

Ouviu as palavras do rapaz com uma das sobrancelhas arqueadas, mas estava atenta. Ela inspirou o ar e então soltou com uma discreta lufada. Não estava desconfortável, tanto que sequer sentia o peso de suas armas.

- Ah, Almeida... Você padece de um mal tão curioso. - Ela riu e fitou o rapaz com suas íris azuladas. -Aceite esse conselho: Não se luta ou se faz qualquer coisa pensando na morte. É quase como se a desejasse.

Ela virou o rosto para o rapaz e assumiu um tom claramente recheado de travessura, quase como uma criança, para as palavras que viriam.

- Oh, ancião, filho de Hefesto - Disse enquanto pousava a mão de maneira solene na altura de seu esterno. - eu tenho, acho. Mas não quero que alguém se sacrifique por mim ou comigo. - O tom de brincadeira foi sumindo. - Meu namorado, ele... Ele é um dos seguidores de Orfeu, sabe? Então isso foi meio que uma forma dele dizer que faria qualquer coisa por mim. Não sei se eu mereço o deveria ter alguém com esse nível de devoção a mim.

Lennox voltou a apoiar as costas na superfície áspera da árvore - talvez um pinheiro comum - e sorriu com o canto dos lábios mesmo sem encarar o outro semideus.

- Mas um amigo é sempre bem-vindo.
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Re: Local Público: Pinheiro de Thalia

Mensagem por Kalled C. Almeida em Sab Nov 21, 2015 8:37 pm



Pinheiro

Postagem 5
Ayla era curiosa de um jeito intrigante, por um momento o menestrel se repreendeu mentalmente por fazer uma leitura errada da menina, agora ele entendia que ela não era melancólica, apenas tinha suas dúvidas sobre algumas coisas básicas da vida. Por suas palavras ela transparecia que nem se importava e nem desconsiderava a morte ela apenas não pensava muito a respeito e isso por um minuto pesou na pobre consciência de Almeida, pois o menino soara muito melodramático por expor seus sentimentos um tanto quanto negativos.

Sem jeito o rapaz ouvia atentamente o conselho da garota e acenou positivamente indicando que ele estava aceito. Quando Lennox respondeu a pergunta Almeida se sentiu constrangido, pelos deuses como ele não se lembrava de Frederick? Foi assim que ele havia visto Ayla pela primeira vez, pois ela havia ido até a forja atrás de um presente para seu amado. Almeida teve vontade de dizer para a moça o quanto ela parecia independente no momento que ela disse que não desejava que ninguém se arriscasse tanto por ela, mas conteve a fala para não bancar a idiota novamente.

Por fim ela relatou que um novo amigo sempre era bem vindo.

– Perdão por parecer um tolo e obrigado pelo conselho. Você é uma menina muito sábia Ayla e aparenta ser bem simpática, aproveitando que disse que um amigo sempre é bem vindo adoraria te conhecer melhor. – sorriu de forma simpática esperando por uma recepção da semideusa.




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Re: Local Público: Pinheiro de Thalia

Mensagem por Ayla Lennox em Sab Nov 28, 2015 1:26 pm

Pinheiro de Thalia
Sábia talvez não fosse a melhor palavra para descrever a garota, mas apanhar da vida trazia consigo lá alguns ensinamentos. Com esse pensamento, voltou a pensar no pesadelo de algumas noites anteriores e sentiu uma leve dor de cabeça.

Suspirou e olhou para Kalled. Não adianta lutar por algo que já está condenado. era o que a sombra havia dito.

Aquela não era a melhor hora para que ele a "conhecesse melhor". Precisava saber o que estava acontecendo com o acampamento, com os outros semideuses e, antes de mais nada, o que estava acontecendo consigo mesma. Não iria colocar o outro em qualquer tipo de risco.

- Espero que não me leve a mal, Almeida, mas agora... Não é o momento ideal pra isso. - Falou enquanto se levantava. - Existe muita coisa acontecendo, coisas que eu não entendo e prefiro não envolver mais ninguém até saber que está tudo sob controle.

Já de pé, começou a limpar seu jeans de qualquer resquício de grama ou areia. Logo em seguida, ergueu a mão para o forjador, oferecendo um cumprimento.

- Você é uma boa pessoa, Kalled. Não deixe que isso se perca.

E assim se despediria do menestrel, ao menos por enquanto.
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Re: Local Público: Pinheiro de Thalia

Mensagem por Annie I. Murray em Ter Jan 05, 2016 9:16 pm



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Ela tinha treinado durante o dia e lido livros no tempo livre. Estava ficando cansada e a biblioteca do acampamento estava quase esgotada de informações sobre quem seria seu pai. Toda vez que ela parecia chegar perto de uma conclusão, algo enevoava seus pensamentos. Era tão frustrante!

Já no fim da tarde, a jovem semideusa subiu pela Colina Meio-Sangue a fim de olhar o horizonte de um mundo que ela não conhecia. Peleu, o dragão, repousava a alguns metros de distância, enrolado em torno do Pinheiro de Thalia, onde um dia a filha de Zeus ficava presa e em cujo galho mais baixo brilhava o Velocino de Ouro.

Ela se sentou, mantendo uma distância segura caso o dragão se agitasse, e fitou o horizonte do mundo mortal. Tantos de seus amigos já tinham feito excursões até lá, alguns até moravam em boa parte do ano. Quíron dizia que para ela poderia ser muito perigoso, principalmente porque ela ainda não conhecia seu pai olimpiano e não tinha domínio de seus poderes.

— Por que você não me reclama, pai? Eu já tenho 10 anos! Foi esse o acordo, não foi?! — Ela esbravejou para quem quer que fosse, aproveitando que estava sozinha ali, observando o mar no estreito de Long Island.

Ela encolheu as pernas, abraçando-as, e deitou a cabeça sobre os joelhos, sentindo os olhos arderem. Tudo que ela desejava naquele momento era ser parte das águas daquele mar livre, correndo para onde ela quisesse.

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Re: Local Público: Pinheiro de Thalia

Mensagem por Aaron B. Crawford em Ter Jan 05, 2016 10:24 pm

OIIII!!!
The winter is coming...


O jovem indefinido buscava o lugar mais frio que pudesse, de certa forma sentia falta de sua família e da sua rotina nas terras geladas de sua cidade natal, ainda não se acostumara com o fato de ser um semideus ou que sua família inteira agora jazia num cemitério enterrada todos um do lado do outro. O garoto galgou pelo local para não ter de dar explicação a ninguém sobre onde ia, usava uma calça jeans clara e uma camisa branca sem estampa de manga curta, com um casaco sobre o corpo, um modelo tradicional de International Falls.

Aaron subiu a colina achando que estaria sozinho, pensando que poderia curtir um pouco da brisa gélida do local sem ter de escutar ordens de veteranos no chalé lotado de Hermes, todavia se surpreendeu ao escutar gritos de uma menina esbravejando contra o seu provável pai. O menino vasculhou o local e achou uma garota encolhida, sua curiosidade foi tanta que andou até ela e sentou ao seu lado
- Oi moça, sou o Aaron e você? Posso te fazer companhia?



Coloca algo aqui se quiser :3
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Re: Local Público: Pinheiro de Thalia

Mensagem por Annie I. Murray em Ter Jan 05, 2016 10:37 pm



Half-Blood Hill
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Uma voz masculina de repente desperta a garota de sua bolha de isolação. Seu rosto corou facilmente ao perceber que talvez o rapaz teria a ouvido esbravejar, mas honestamente, parte dela nem ligava mais.

O garoto era loiro, de olhos claros. Annie nunca tinha visto suas feições por ali e então se lembrou — ouvira um comentário mais cedo sobre a chegada de um novo campista ao chalé de Hermes. Seria ele mais um indefinido que rapidamente deixaria a casa 11? Mas um que conheceria o pai ou mãe rapidamente e poderia ter conselhos ou mesmo o apoio de seu progenitor divino?

— Oi... Eu sou a Annie. Pode ficar aqui, sim. — Ela falou, antes que começasse a ficar com a cara azeda novamente.

Ultimamente, desde seu aniversário havia alguns meses, ela sempre se perdia em pensamentos e acabava ficando carrancuda ao encarar um pobre inocente. Dando um suspiro fundo, ela continuou:

— Você é o garoto que chegou hoje, né? Seja bem-vindo ao Acampamento Meio-Sangue. Espero que goste daqui.

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Re: Local Público: Pinheiro de Thalia

Mensagem por Aaron B. Crawford em Ter Jan 05, 2016 10:43 pm

OBRIGADO...
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Agora que estava mais perto ele conseguia ver os lindos olhos claros dela e seus cabelos escuros que pareciam esconder parte da face dependendo do ângulo de visão e corou um pouco om as boas-vindas oferecidas pela semideusa, quem ele já vira antes no chalé dos indefinidos. Aaron se ajeito e estendeu a mão para a garota num cumprimento mais formal e fala:
- Muito obrigado, eu já te vi no chalé de Hermes, saindo um pouco chateada mais cedo... Eu cheguei hoje sim. Um prazer te conhecer. O que faz aqui sozinha?



Coloca algo aqui se quiser :3
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Re: Local Público: Pinheiro de Thalia

Mensagem por Annie I. Murray em Ter Jan 05, 2016 11:02 pm



Half-Blood Hill
Thinking of my life


Ah, droga, ele me viu de cara amarrada... As maçãs do rosto da garota coraram ao comentário de Aaron, mas graças aos deuses ele mesmo tinha deixado um gancho para ela falar e tentar disfarçar seu rubor. Odiava que suas emoções se lhe escapassem tão facilmente ao controle. Ele havia perguntado o que ela fazia ali. Ela não quis esconder.

— O prazer é meu... Estou tentando controlar minhas emoções. Sei lá... Eu estou cansada de ser a indefinida mais antiga desse acampamento! — Exclamou, observando a maré subir e descer mais ao longe e o Sol passear pelo céu rumo ao extremo ocidente.

Não, ela não queria assustar o garoto. Era normalmente tão sorridente e gentil, fazia amizades facilmente. De repente sentiu que já não era tão fácil sorrir. Estava chegando o completar de cinco meses desde seu aniversário e nenhuma resposta do pai. Nenhum sinal. Talvez ele a tivesse esquecido. Ela sacudiu a cabeça, tentando não ser tão egoísta ou, como os outros diziam?, muito emo naquela conversa.

— E você? Qual sua história? Pai ou mãe no Olimpo?

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Re: Local Público: Pinheiro de Thalia

Mensagem por Aaron B. Crawford em Ter Jan 05, 2016 11:09 pm


Conversa na colina...
The winter is coming...

O rapaz não entendia bem aquela sensação dela, afinal nem digerira ainda que era um semideus e não tinha parado para pensar qual seria sua mãe divina. O jovem olhou para frente buscando as palavras corretas, não queria um sentimento de pena da linda garota ao seu lado por que quando isso ocorre as coisas sempre mudam.
- Eu vim parar aqui após um acidente familiar... eu tenho certeza que tenho uma mãe divina... Eu era de International Falls, fronteira com Canadá no estado de Minnesota e você é de onde?

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Re: Local Público: Pinheiro de Thalia

Mensagem por Annie I. Murray em Ter Jan 05, 2016 11:27 pm



Half-Blood Hill
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A pergunta de Aaron a pegou em cheio, como em todas as vezes que a faziam para ela. De onde ela era? De lugar nenhum lá fora.

— Daqui. Eu nasci no acampamento. Minha mãe era uma descendente de Hécate. Foi o que Quíron me contou, pelo menos — ela deu de ombros.

Annie já não sabia mais se acreditava no centauro. Ou melhor, ela acreditava nele, não acreditava era se ele sabia a verdade. Será mesmo que o pai dela a reclamaria aos 10, como o centauro prometera? Quem podia ter dado tanta certeza a ele? Ela resolveu focar na história de seu novo amigo.

— Você tem ideia de quem possa ser sua mãe? Alguma pista que possa levar a ela?

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Re: Local Público: Pinheiro de Thalia

Mensagem por Aaron B. Crawford em Ter Jan 05, 2016 11:33 pm


Conversa na colina...
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As palavras da Annie inundava a mente do loiro despertando alta curiosidade, afinal ele não vira muito ainda do acampamento e ela nascera no local, sempre sabendo que era semideusa e sempre conhecendo todos os segredos, na verdade Aaron se culpava pela morte da família já que foram criaturas das sombras que o caçaram e mataram qualquer familiar. O menino tentava bloquear pensamentos tristes e torcia o lábio pensando em algo que pudesse direcionar quem era sua mãe.
- Hum... não sei, eu já conversei com as pessoas e elas falaram que todas são dislexas e sofrem com déficit de atenção... Eu vim de uma cidade muito fria, isso ajuda?


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Re: Local Público: Pinheiro de Thalia

Mensagem por Annie I. Murray em Ter Jan 05, 2016 11:54 pm



Half-Blood Hill
Thinking of my life


Cidade fria. As lembranças de Annie começaram a fervilhar e palavras dos livros da biblioteca, aos quais ela já tinha lido várias vezes, saltavam em sua mente.

— Hm... Tem Bóreas, que é o deus do Vento Note, mas você disse que é a sua mãe a parte divina. A filha dele é Quione, mas eu não lembro se ela tem filhos. Muitas deusas são castas para sempre. Mas talvez sua cidade não influa. O que conta mais são suas características.

Lá estava ela, dando aulas a mais um indefinido sobre como encontrar seu pai ou mãe divino. Ela mesma já havia tentado tantas vezes! Mas ela não podia deixar o garoto sem esperanças, afinal. Era meio que um senso de dever e amizade guiar os novatos naquele lugar que era sua casa.

Além disso, por algum motivo ela sentia algo diferente em relação a Aaron. Ele parecia tão perdido e traumatizado quanto ela, embora de forma diferente. O olhar dele era mais do que o dos novatos. Parecia o mesmo que Annie via todos os dias refletido no espelho: culpa. Pelo que quer que fosse.

the sea doesn't like to be restrained...

Annie I. Murray
Filhos de Poseidon
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Re: Local Público: Pinheiro de Thalia

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