♦ {Once Upon a Time} - Chapeuzinho Vermelho

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♦ {Once Upon a Time} - Chapeuzinho Vermelho

Mensagem por Ayla Lennox em Qui 09 Jul 2015, 20:07


Red Riding Hood.
Are you afraid of the Wolf?


Ayla observou seu grupo. Três adoráveis pessoas que não sabiam o quanto haviam se condenado ao escolhê-la. Sentia com clareza as emoções dos presentes e até mesmo os pensamentos.

Estava satisfeita, por isso, sorriu.

Sentou-se no chão e esperou que todos fizessem o mesmo. Colocou o livro aberto nas primeiras páginas no meio do pequeno círculo e ergueu os olhos para os campistas.

Espero que todos voltem inteiros. — Falou a monitora em tom casual. — Ou ao menos vivos.

E nesse momento um clarão preencheu a visão dos semideuses, juntamente com a sensação de estar sendo sugado para dentro do livro.

No final das contas, era exatamente aquilo que estava acontecendo.

Orientações


Pontos Obrigatórios:
♦ Antes de mais nada, que fique claro que, apesar de serem divididos em grupos, o treino é individual.
♦ Ao abrir os olhos, você (que tem sua idade atual mesmo, com roupas de camponês) despertará dentro de uma casa simples, ao lado de uma senhora idosa, que está tecendo alguma coisa. É livre para descrever o ambiente, sabendo que é uma aldeia dos tempos medievais.
♦ Ayla aparecerá no ambiente, e conforme a cena for se passando, poderá desaparecer e aparecer em outro local diferente. Só você poderá vê-la.
♦ Ela começará a contá-lo sobre a história, dizendo que a aldeia onde você está é um local atacado constantemente pelos filhos de Licáon, conhecidos pelas pessoas de sua terra como "lobisomens". Os ataques das criaturas já levaram seu pai e sua mãe (que o adotaram, já que na realidade você é um semideus), ambos caçadores, e a única família que lhe resta é sua "avó", uma tecelã.
♦ A partir daí, você é livre para sair e explorar a vila, sabendo que ela é cercada por muros altos. Conforme segue, Ayla contará que sua família era a responsável pela caça das criaturas... até que morreram. E o peso de tudo aquilo caía sobre suas costas, já que a honra era tudo para aquele povo.
♦ Em um determinado momento, uma trompa irá soar, anunciando que os seres estão de volta. A aldeia inteira irá entrar em pânico e começar a recuar para seus lares. Enquanto isso, alguns lobisomens irão saltar os muros, e começarão a atacar as pessoas.
♦ Comece sua própria retirada, tendo uma dificuldade para chegar até seu lar, podendo envolver ou não os seres.
♦ Ao chegar em sua casa, verá uma das criaturas lá, e o corpo de sua avó no chão. Poderá invocar suas armas nesse momento (e usar seus poderes).
♦ Lute com o lobisomem. Vai ser um combate relativamente fácil, já que o animal já está razoavelmente ferido.
♦ Por fim, Lennox irá surgir de novo, dizendo que, a partir daquele instante, as coisas iriam começar a mudar de fato.
♦ Encerre o post pegando o item que havia sido tecido por sua avó: uma longa capa vermelha. A capa que representava que quem quer que a usasse era, de fato, um caçador.

♦ Ignorem a frase no gif do template, não tem nada relacionado com o treino, só coloquei porque foi o único gif decente que encontrei q
♦ Coloquem armas, mascotes e poderes em spoiler no fim do texto.
Não coloquem "considerar poderes até tal nível. Não sou adivinha e nem obrigada a ir procurar. O que não estiver em spoiler de maneira adequada, não será considerado.
♦ Evitem usar templates muito estreitos ou com barrinha e cores muito claras.
♦ Local: ?
♦ Horário: Começo da noite, iluminação solar quase inexistente.
♦ Clima: Céu limpo / Temperatura amena (22ºC)
♦ Vocês possuem um prazo de 5 dias.
♦ Caso haja alguma dúvida entrem em contato.

Perdão pelo tamanho do post. Amo vocês.
Boa sorte.
Ayla Lennox
Ayla Lennox
Filhos de SeleneAcampamento Meio-Sangue

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Re: ♦ {Once Upon a Time} - Chapeuzinho Vermelho

Mensagem por Vitor S. Magnus em Sab 11 Jul 2015, 16:19




Quem tem medo…
do lobo mau?


Ou ao menos vivos. As palavras ecoaram na cabeça da prole de Ares assim que tudo ficou escuro. O estômago de Vitor virou, revirou e virou de novo. A sensação de ser puxado por algo não é nada legal. Parece que você desmaia - e acredite... Ele sabia muito bem como é desmaiar – e te colocam numa montanha russa dos Hades. O mundo todo girou até sentir o chão.

Seus olhos ainda não estavam sobcontrole, não queriam abrir de jeito nenhum. A sensação de tontura reinava em sua cabeça, tentou se equilibrar dando pequenos passos pro lado e finalmente conseguiu manter-se firme. Um Tic Toc leve encheu seus ouvidos e ele abriu os olhos.

A cena era intrigante, ele se sentiu num dos jogos de época medieval que jogava no chalé de Herm... Enfim... Estudou o local onde estava: Uma cabana de piso de madeira e paredes de pedras enormes, teto revestido de madeira e com portas e janelas igualmente de madeira.

-Que tipo de magia estranha. – Falou Vitor em pensamentos altos.

-Magia, meu neto? – Vitor se afastou num salto procurando suas armas. Porém nem suas roupas estavam ali. Quer dizer... Não eram exatamente suas roupas. Tinha vestimentas camponesas ao invés da calça, blusa e casaco costumeiros, até sandálias de couro estava usando, mas isso era o de menos. – Do que você está falando? Você está bem, querido? – Uma velinha sentada numa cadeira de balanço segurava um tecido vermelho e um tear. Seu sorriso era doce e o encarava de uma forma muito meiga. Ela havia falado “neto” mesmo?

-Nada, só... Estava pensando alto. Quem é você? – A velha gargalhou de uma maneira contagiante.

-Você dormiu muito, querido. Saia um pouco para esclarecer a mente. – Sorriu e voltou a tecer o curioso tecido.

Não iria contrariar a velha, mas antes que pudesse sair, Ayla surgiu ao seu lado com um sorriso simpático.

-Olá Vitor, você deve está se perguntando o que significa isso tudo. Bem, vou esclarecer algumas coisas pra você. Provavelmente você já sabe que está em uma aldeia dos tempos medievais. – Vitor cruzou os braços e esperou ela prosseguir. – Os aldeões daqui são atormentados pelos filhos de Licáon, os tão conhecidos lobisomens. Infelizmente seus pais adotivos foram mortos por eles. Eles eram caçadores. Agora sua única família – A monitora apontou para a velinha que tecia. – é sua avó tecelã.

-Tudo bem, vovó. Estou saindo.

Ayla desapareceu como fumaça. A prole de Ares seguiu até a porta torcendo para não topar com um desses dogs logo de cara.

• •• • •• •

O lugar era lindo. O céu estava estampado com nuvens de fim de tarde, uma mistura de amarelo e cinza. Casas dos mais variados tipos, mesmo que sendo de pedra e madeira. Plantações e animais também enchiam o local.

Começou a caminhar observando algumas crianças brincarem de pega-pega. Os adultos trabalhavam em diversos ofícios, enquanto alguns cuidavam dos animais em estábulos, outros colhiam todos os tipos de vegetais. Havia algumas estalagens, uma ferraria, e duas padarias. Uma das estalagens chamou a atenção de Vitor, essa tinha uma placa de “não ultrapasse” pendurada e um rasgão enorme feito por garras numa das colunas de madeira. Ayla surgiu novamente ao seu lado.

-Sua família era responsável pelas caçadas dessas criaturas horrendas.

Ela sumiu novamente. Vitor catou seu elixir dentro de suas novas roupas, achou no bolso da calça marrom e foi dando goles fracionados enquanto caminhava. No centro da aldeia havia uma enorme fonte. Ao redor uma biblioteca, uma taverna, algumas casas maiores e a igreja. Sabe-se lá como conseguiam beber, rezar e ler. Aquilo tudo não tinha muita importância, o que surpreendeu foi o tamanho dos muros que protegiam a aldeia, eram absurdamente altos. Se tudo aquilo era pra proteger dos tais lobisomens, ele tava muito ferrado em se meter nessa história.

Mais uma vez a garota surgiu.

-Foram mortos brutalmente por elas. Uma fatalidade. Agora a responsabilidade é toda sua, o nome de seus pais está sobre suas costas e você tem que honrá-los.

Já estava ficando escuro, tochas iluminavam a frente das casas e edifícios. Vitor estava a ponto de entrar na taverna para desfrutar os prazeres do local quando uma trompa soou e ecoou por toda aldeia. A garota sumiu.

Era gente pra todo lado, crianças chorando, mães agarrando-as no braço e correndo, homens trancando as casas, janelas sendo fechadas e gritos aterrorizados carregando presságios ruins. Uma das feras entrou no campo de visão do garoto, era muito rápida e rosnava ferozmente. Um aldeão foi atacado por ela, o grito aterrorizante da vítima foi cortado pelas garras da fera em sua barriga. A prole de Ares não temia tudo aquilo, não por saber que provavelmente era tudo ilusão, mágica ou coisa do tipo, mas por ter nas veias o sangue de seu pai. Conseguia ver as figuras sombrias pularem os muros, vítimas inofensivas caindo ao chão, nem mesmo o mais corajoso dos guerreiros tinha peito para bater de frente com uma delas.

No entanto o garoto não queria morrer, não poderia ficar imóvel daquele jeito, e tinha total certeza que não foram apenas dois ou três que haviam pulado o muro. Antes que pudesse dar meia volta e correr para sua atual casa, um rosnado foi ouvindo vindo de suas costas. O garoto deixou um “ops” escapar, mas respirou fundo e manteve a calma. O Lobisomem avançou sem hesitar mirando suas garras e dentes na cabeça do garoto. Vitor rolou pro lado milésimos antes do monstro destroçar seus miolos e começou a correr.

Não sabia se estava sendo seguido, se o lobisomem achou outra vítima ou se iria trombar com algum outro. Só começou a entrar entre as casas, sabia o caminho de volta, mas não ia arriscar atrair os lobisomens exatamente pra lá. Ia virando a esquina da estalagem que faltava para chegar a sua casa quando viu um lobisomem se alimentando de um homem, voltou quase que instantaneamente para a parede e acalmou a respiração. O uivo do lobisomem encheu seus ouvidos. O garoto estava a ponto de sacar suas armas e partir pra cima do lobisomem, mas não foi necessário, assim que saiu de sua cobertura a fera não estava mais ali. Apenas o corpo do pobre sujeito jazia no chão.

Correu até a porta da casa aonde iria ficar seguro, mas ao aproximar a mão da porta sentiu uma fisgada em sua cabeça. Seu semblante entristeceu, e ele sabia que iria entrar em uma baralha ali mesmo, seus extintos não o enganavam. Sentiu o peso em seu coração. Caso ele estivesse cem por cento certo uma fera estaria lá dentro e a pobre velhinha estava morrido. Reuniu forças e abriu a porta.

• •• • •• •

A cena era o seguinte: O corpo da velhinha ensanguentado no chão, um lobisomem ainda se alimentando e um Vitor com olhos em fúria. Na verdade, um Vitor quase Wolverine camponês. As lâminas de seus socos-ingleses reluziam à luz de vela da casa. Uma ferida na perna do monstro estava à mostra.  

O grito furioso de Vitor foi na mesma intensidade do rosnado do licantropo. A investida do lobisomen foi intensa. Pulou para cima do semideus muito rápido, mas os reflexos do garoto eram bons demais, ele rolou de diagonalmente esquivando das presas mortais da fera. Colocou-se em posição de ataque estilo Logan e partiu pra cima da fera. Por incrível que pareça, a fera conseguia esquivar da onda de ataques com agilidade e vez ou outra ele tentava acertar um ponto aberto do garoto. Vitor era habilidoso demais e não se deixava ser atingido. Mesmo musculoso era rápido e leve. Ele estava intenso na batalha, queria ferir a fera a qualquer custo, mas percebeu que toda sua tentativa era em vão. Mais da metade da mobília estava ao chão devido à dança mortal dos dois sujeitos. Ele decidiu usar uma estratégia mais arriscada: iria deixar ser atacado, o monstro não se preocupava com a guarda e ficava completamente vulnerável.

Vitor deu um pulo para trás desativando as garras e esperou a investida. A fera não pensou duas vezes, suas garras iriam encontrar o peito do garoto. Com habilidade, Vitor desviou com um passo para o lado e socou duas vezes com muita força o braço peludo do monstro. Agachou rápido já prevendo o outro braço vindo em sua direção e socou a perna da criatura onde estava ferido. O lobisomem uivou de dor. Vitor não iria perder a oportunidade, ainda agachado ativou as duas garras atingindo a cintura – fazendo a fera soltar um urro de dor – e rasgou o corpo dela até o peito. Aquilo tudo fez o semideus sorrir sadicamente. Recolheu as garras enchendo suas mãos de sangue e chutou a criatura contra a parede com uma força absurda.

A respiração do filho de Ares estava pesada, suava ridiculamente frio. Tentou controlar suas emoções e se acalmar. Encarou o corpo falecido da velhinha com tristeza, não podia evitar a sensação de morte, era algo terrível. Olhou ao redor analisando o estrago que aquela batalha fizera e viu o manto vermelho ao lado da pobre velhinha. Ayla surgiu do nada.

-O seu destino foi traçado. Agora você sabe o que fazer, pois o sangue de caçador corre em suas veias, Vitor.

Vitor se aproximou e encarou o rosto pálido da velhinha sem expressão, porém de olhos abertos, com delicadeza ele fechou os olhos dela. Descanse em paz. Pegou o manto vermelho com cuidado, e viu que o mesmo já estava finalizado. Era uma capa vermelha, entendeu o presente e colocou-a com um leve movimento.

-Tudo agora irá mudar de fato. – Concluiu Ayla.


Arsenal e armaduras:
>:
♈ Escudo de madeira resistente - Tem resistência similar a de Bronze Celestial e transmuta numa pulseira. ▬ Pulso esquerdo

♈ Ripper & Pungent (Um par de socos ingleses de prata que quando pressionados nas mãos do usuário liberam, cada um, três lâminas de bronze sagrado de 30 centímetros.)

▬ Peitoral [Uma das partes de uma armadura de ouro; este é preso ao corpo do usuário por duas fitas de aço que circulam o corpo do usuário, pendendo-a na posição que este desejar; aumenta a porcentagem de defesa, e não é muito pesado.]

▬ Ombreiras [Uma das partes de uma armadura de ouro; composta por duas camadas, uma de aço e a outra de ouro polido. Fica ligado ao peitoral e há inscrições na ombreira esquerda com os dizeres escritos em grego antigo: "Força"; em conjunto com o peitoral, dá ao filho de Ares mais agilidade que ele teria normalmente, o que influencia de modo escasso, mas ajuda]

✞ {Piège} / Corrente Farpada [Uma corrente de 2,5 metros, desses 0,5 são prata e o restante bronze Sagrado, a corrente contem farpas ao seu decorrer, as mesmas são feitas de prata, a mesma se transforma em um bracelete-cobra que ao ser acionado a corrente desliza até a mão do usuário.] {Prata e Bronze Sagrado} (10) {Não controla nenhum elemento} ▬ Pulso direito

Elixir da Energia (forte): Recupera 60EP.
Elixir da Energia (divino): Recupera 200EP. ▬ Usado
Informações adicionais:
Poderes usados:
Passivos:
◊ Aura Anti-Medo [Nível 02]

Os filhos do deus da guerra sangrenta conseguem naturalmente emitir uma aura que protege contra medo e pavor, impedindo que os efeitos destes se abatam sobre os mesmos.

◊ Aparência Intimidante [Nível 03]

O corpo dos filhos de Ares é bastante musculoso, e com o comportamento natural destes guerreiros é mais natural ainda que sua aparência chegue a intimidar oponentes, evitando grande parte de atitudes e investidas hostis.

◊ Perícia com Armas Laminadas [Nível 05]

Os filhos do deus da guerra são ótimos combatentes, além de meros sanguinários. Sua habilidade com armas se destaca com as laminadas, ver o sangue escorrer pelo corpo do oponente é sempre uma diversão pra eles. Seus ataques se mostram mais efetivos com tudo o que pode cortar neste nível.

◊ Perícia em Combate Não-Armado [Nível 06]

Na guerra vale tudo. Um soldado mesmo desarmado deve saber se defender, e, assim como Ares, os seus filhos são peritos em combates não-armados. Cada filho, poderá se especializarem um estilo de luta específico.

◊ Desenvoltura em Batalha [Nível 07]

Os filhos de Ares, apesar de robustos, neste nível podem mover-se com precisão e facilidade. Isso os deixa, decerto, quanto semideuses treinados para escapar ou contra-atacar rapidamente.

◊ Arma Inquebrável [Nível 08]

Essa habilidade fará com que as armas dos descendentes do deus da guerra nunca quebrem, ou sequer entortem quando os mesmos as usarem.

◊ Habilidade de Guerra [Nível 11]

A capacidade de manusear todo tipo de armas com facilidade vem neste nível. É possível manusear armas de corte, armas de impacto e armas projéteis com eficácia, aumentando assim os danos causados.

◊ Fúria [Nível 12]

Neste nível os ataques se tornam cada vez mais ferozes. É impossível que auras pacíficas o impeçam de atingir seu objetivo maior: atacar pra ferir.

◊ Sadismo [Nível 13]

O prazer vem ao ferir, quanto mais cortes fizer, mais terá vontade de fazer. O vigor destes semideuses a aumenta momentaneamente a cada ato violento que estes executem.

◊ Regeneração Sanguinária 1 [Nível 13]

Em combate, o filho de Ares se sente em seu ápice e isso permite a regeneração de 5 de Hp a cada rodada, até que sua vida esteja completamente regenerada.

◊ Pressentimento 1 [Nível 17]

Neste nível, o filho de Ares é capaz de prever possíveis futuros combates, estando próximo do local onde eles acontecerão. Isso serve estreitamente para combates, seja seu ou de qualquer outra pessoa.
[Criado por Katherine B. Angelline]

◊ Aptidão Estratégica [Nível 20]

Os filhos de Ares executam golpes com bastante precisão, errando raramente em combate. Possuem estratégia natural, algo como"saber o que fazer pra dar certo" mesmo que seja bem incomum, uma vez que agem com impulso na maioria das vezes.

◊ Pressentimento 2 [Nível 26]

Envolvendo-se com o pressentimento, o filho de Ares de nível 27 ou maior pode sentir golpes se aproximando milésimos de segundos antes que estes aconteçam, o que não dá muitas chances para que sejam repelidos. [Criado por Katherine B. Angelline]


Ativos:
◊ Agressividade & Selvageria [Nível 01]

Ambas são marcas de Ares, essa habilidade ajudará seus filhos a não hesitarem ao realizar seus ataques. Essa habilidade também permite que os mesmos entrem em um estado de fúria, fazendo-os ficar mais determinados do que nunca em terminar a tarefa a eles delegada. Esse trunfo só pode ser ativado mediante emoções fortes.

◊ Grito de Guerra [Nível 07]

Ao gritar em incentivo, os filhos de Ares transmitem autoconfiança, que com certeza é um fator importante e decisivo em uma batalha. Essa habilidade faz com que toda a equipe fique mais focada no objetivo, aumentando sua concentração e seu empenho, e na certa, o desempenho em ataques.

◊ Ofensiva Múltipla [Nível 09]
Habilidade de executar vários golpes na mesma ação, possibilitando uma investida intensa.

Extras:
Clica!!!!!!!!111!!!:
Eu faria um lindo resumo se já não estivesse morrendo de dor de cabeça e tivesse tempo; Boa leitura sz



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Re: ♦ {Once Upon a Time} - Chapeuzinho Vermelho

Mensagem por Carylin S. Ogtöller em Dom 12 Jul 2015, 16:42


a caçada começa
chapeuzinho vermelho — post 1

A monitora se sentou no chão, e assim os outros a seguiram; Carylin se perguntou por algum tempo se iam brincar de batata quente ou algo parecido, mas quando ouviu as palavras “voltem inteiros”, percebeu que o treino não seria de fato na biblioteca. Afinal, aquilo seria muito chato, para falar a verdade.

Aposto cinco dólares que esses semideuses todos vão morrer. E torço profundamente para isso.

Clark não parava de tagarelar sobre morte ou sangue, o que fazia a filha de Thanatos ficar irritada. Ela soltou um “cala a boca” meio alto de mais, fazendo alguns semideuses olharem para ela enquanto Ayla falava. Dando de ombros, a menina ergueu sua postura.

Então um clarão preencheu sua visão repentinamente, fazendo-a fechar os olhos de surpresa; junto com isso, veio a sensação de estar sendo sugada, puxada para dentro de algo que não a cabia. E, por não ter mais nada para fazer, Carylin deixou ser dominada por tudo isso.

***

A filha de Thanatos abriu os olhos assustada, temendo que estivesse no meio de uma guerra ou algo parecido. Mas, quando o fez, ficou surpresa: se encontrava com roupas bregas de camponeses — um vestido meio sujo e um sapato de pano — em uma casa igualmente estranha, diferente de tudo que ela já tinha visto. As paredes e o teto não eram de cimento, mas sim de palha; no chão havia inúmeras rachaduras, e os móveis eram, sem nenhuma exceção, todos de madeira. Ao lado de Carylin estava uma senhora idosa, e com as mãos ágeis ela tecia alguma coisa.

Urgh. Isso me parece muito fácil para qualquer monstro entrar.

Joe disse, já ficando preocupado. De repente, em um piscar de olhos, a filha de Thanatos encontrou Ayla parada a alguns metros de distância, com um sorriso ameaçador. Após alguns segundos assim, ela apareceu ainda mais próxima de Carylin e começou a falar.

— Esse lugar é uma aldeia é bem povoada, mas geralmente sempre está sendo atacada por filhos de Licáon, os famosos lobisomens — ela fez uma pausa, indicando a janela. — Esses ataques já levaram seus pais adotivos, que eram caçadores, e agora só lhe resta sua avó. Uma tecelã.

Ayla indicou a idosa com o olhar, e Carylin se virou para perguntar qual a idade dela por pura curiosidade, porém viu que a outra garota já não está mais ali. Dando de ombros, a menina se levantou e se dirigiu para a porta, saindo com ansiedade para explorar. Quando o fez, ouviu novamente a voz da filha de Selene, dando um pulo de surpresa.

— A sua família era a responsável pela a caça das criaturas, mas como vê eles já não podem mais exercer essa função — ela sorriu tristemente, como se sentisse pelo ocorrido. — A honra é simplesmente tudo para esse povo, Ogtöller. E posso dizer que agora é a sua vez de assumir o posto.

A menina estava prestes a responder que tudo aquilo parecia muito com um filme, mas foi interrompida por um barulho muito alto; alto o suficiente para fazer todos na mente de Carylin gritarem, pedindo para parar. Olhando em volta, a filha de Thanatos percebeu que todos estavam desesperados, correndo em direção às casas, então ela entendeu: os lobisomens haviam voltado.

Ogtöller se assustou quando alguns deles pularam o muro alto que supostamente protegia a aldeia, então gritou e se virou para correr, com a mente cada vez mais desesperada. Esse era o problema de Carylin: quando ficava desesperada assim, sua mente começava a ficar mais distante da realidade. E foi justamente o que aconteceu. Enquanto corria, leões e dinossauros atrapalhavam seu caminho, fazendo-a cair e se arrastar no chão. Quase foi pega por um dos lobisomens uma vez, mas chutou a cara dele antes de uma águia pousar em sua cabeça.

Porém finalmente conseguiu chegar em casa. Sua maior surpresa foi ver a avó no chão, juntamente com um lobisomem ensanguentado, principalmente na boca. O sangue não era dele.

Fazendo, sabe-se lá como, suas armas aparecerem, Carylin vestiu sua capa que recebeu quando foi reclamada por Thanatos, fazendo assim o animal já ficar amedrontado. Em seguida, pegou sua foice e se aproximou do lobo, fazendo-o recuar. Não teve dó: lançou ela na direção do canino, e ele não teve tempo de se desviar, já que já estava machucado.

— Sinto em dizer, prole da morte, mas as coisas vão mudar bastante a partir de agora — ela pôde ouvir a voz de Ayla novamente.

Carylin não amava a mulher no chão e não dava a mínima para os outros da vila, mas não gostava que tentassem matá-la; infelizmente, aquilo acontecera. Abaixando-se e pegando a capa vermelha que a avó estava tecendo, ela a colocou por cima da que já vestia antes.

Agora ela era a caçadora. E Stone não gostava de perder.



extras:
armas:
{Death} / Foice [Foice da Morte; mede cerca de 2 m. O cabo é feito de bronze sagrado, assim como sua lâmina. Ao desejo de seu dono, a partir do nível 20, ela se transforma em um pingente de foice] {Bronze Sagrado} (Nível Mínimo: 1) [Recebimento: Presente de Reclamação de Thanatos]*na mão*

{Sullem} / Anel [Anel feito de Ferro Estígio com uma grande Safira Negra incrustada em seu centro, representando uma caveira. Quando o usuário estiver com seu status de vida pela metade, uma aura negra o envolve. Faz com que a áurea recupere 20% do HP uma vez por missão] {Ferro Estígio e Safira} (Nível Mínimo: 1) [Recebimento: Presente de Reclamação de Thanatos]*no dedo*

{Spanown} Capa [Uma capa negra feita de veludo e com capuz. A capa emite uma leve aura amedrontadora, por se lembrar da capa creditada a morte. A aura possui efeito até mesmo em seus aliados e animais, não possuindo efeito apenas sobre criaturas de nível igual ou maior. O efeito faz com que a defesa do inimigo reduza em 10%, por causa de seu temor em ser morto enquanto estiver próximo do portador a até 3m de distância, mas resistências ainda devem ser aplicadas. Adicionalmente, duas vezes por missão, por um período de dois turnos, há um efeito de camuflagem que deixa o usuário furtivo, escondido, diminuindo as chances de serem encontrados.] {Veludo negro} (Nível Mínimo: 1) [Recebimento: Presente de Reclamação de Thanatos]*amarrada no pescoço*
poderes:
passivos:
Influência sobre o medo {Nível 01} - As pessoas perto de você podem entrar em pânico só por sentir sua presença, um estado de choque ao ver que você estará por perto, sendo filho da Morte. Se manterão longe e podem até hesitar um ataque em um nível maior, admitindo o poder do semideus.

Perícia com foices {Nível 01} - O filho de Thanatos possuirá uma agilidade perfeita no manuseio de foices. A flexibilidade e agilidade para realizar golpes incríveis com a arma, se destacando em especial com elas. Podem reparar e bloquear golpes sem nenhum problema quando estão armados da foice.

Personalidade de Ceifador {Nível 01} - Essa habilidade é praticamente um indicador das características dos ceifadores. Eles são disciplinados(Cumprem ordens e não são punidos de forma injusta), frios(Não caem em chantagens emocionais, não possuem pena), secos(Podem ser grossos e provocar a inimizade dos outros com facilidade), concentrados(Não são afetados por charme ou beleza) e focados em seu dever(Abandonam todas as tarefas para o chamado da morte). Por ser algo mutável de meio-sangue para meio-sangue, o semideus poderá escolher três características, sendo que uma delas é obrigatoriamente o foco. {New}

Beleza {Nível 03} - Os filhos de Thanatos herdam muitas características de seu pai. Portanto, herdam também a sua beleza. Thanatos era um deus belíssimo, e assim serão os seus filhos. Enganará pessoas com facilidade, geralmente os semideuses se sentirão atraídos pelo filho de Thanatos. {New}

Coragem natural {Nível 06} - Os filhos de Thanatos não sentirão medo ou ficarão intimidados, de modo que poderes eu causam medo não surtirão efeito, a não ser que sejam de no mínimo seis níveis maiores. {New}
ativos:
Nenhum ativo q

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Re: ♦ {Once Upon a Time} - Chapeuzinho Vermelho

Mensagem por Charlie L. Thompson em Ter 14 Jul 2015, 21:59

O garoto da capa vermelha

Um clarão tomou conta da sala e fui então sugado pela história. Claro, muitos diriam que era fruto da minha imaginação, mas infelizmente não. A sensação de ser arrancado da realidade e ser levado a um conto infantil é realmente muito perturbador, quase como se quisessem colocar o sol dentro da Terra. Uma semelhança, considerada por muitos, como boba, mas ser amassado dentro um livro não é a coisa mais agradável do mundo. Se bem que meu corpo já havia passado por coisas piores.

Levantei em um salto, com os olhos arregalados, como quando acordado em meio aos pesadelos. Antes deitado na cama, agora já me encontrava em pé, tentando compreender o que estava acontecendo e onde estava. Era uma cabana velha, simples e confortável. Aparentemente o cômodo era uma mistura de quarto e sala, pois duas camas estavam posicionadas no canto, enquanto do outro lado havia uma lareira e cadeiras. Uma senhora de vestido bege estava sentada em uma banqueta, o balde aos seus pés estava lotado de linhas, que estavam sendo tecidas pela mesma. Já minhas vestimentas, eram semelhantes a de um camponês: camisa e calça de pano branco, com um colete escuro e botas marrons.

Estava prestes a ir falar com a idosa, mas Ayla se materializou ao meu lado, literalmente, me assustando. Ela tinha um brilho fantasmagórico e por um momento achei que estivesse morta. Foi então que começou a dar explicações, parecendo um gravador. De acordo com ela, estávamos em uma aldeia dos tempos medievais, e aquele lugar era constantemente atacado pelos lobisomens, proles de Licaón, e que meus pais, caçadores dessas criaturas, haviam sido mortos por eles. A única pessoa que restara era minha avó, que na realidade era uma simples tecelã. Pelo o que entendera o objetivo era dar continuidade ao trabalho da família, caçando e matando aquelas bestas.

É, seria interessante.


*******


A aldeia era pequena, mas a maior parte das pessoas estavam nas ruas, conversando, trabalhando e caminhando de um lado para o outro. Ao longe podiam ser vistas árvores cercando o lugar, aparentemente tudo por ali havia sido construído no meio da floresta. Fiquei me perguntando se o povo por ali caçava as bestas ou fugia delas. Não imaginei que a resposta viria tão rápido: a trompa soou, invadindo o local como um furacão. O desespero se instalou na multidão e todos começaram a correr desesperados, recolhendo as suas coisas e se abrigando dentro das casas, fechando janelas e portas com violência. Era óbvio o que aquilo significava.

Meus pés se moviam apressadamente, desviando de civis e obstáculos que se encontravam no caminho. O coral de uivos pode ser ouvido com clareza, declarando o início. Machas pretas voaram acima dos muros, partindo para a matança. As poucas pessoas que sobraram começaram a ser devoradas e rasgadas pelos dentes das criaturas. Uma delas pousou em minha frente, de costas. Antes que eu pudesse reagir, ele saltou, caindo sobre um homem. Não fiquei para ver o resto, tomei outro caminho e corri ainda mais.

A porta se abriu com um estrondo, e então paralisei. Uma das criaturas estava parada sobre o tapete, próximo a lareira, comendo o que restara de vovó. De verdade? Eu sequer me importava sobre ela ser minha avó, nem mesmo era de sangue, mas não podia deixar que eles acabassem com o vilarejo. Ele notou minha presença, focando os olhos sobre mim.

No segundo seguinte minhas armas estavam em punhos, prestes a serem usadas. Uma de suas patas dianteiras estava levantada, possivelmente depois de um combate. Eles eram criaturas da noite, mas não sabia que eu era filho da própria Noite, eles não poderiam me vencer! O lobo avançou, mais lento do que imaginado. Antes que ele chegasse a mim, girei a corrente, mirando em seu ponto fraco: a pata ferida. A criatura caiu perto de meus pés, urrando de dor. Aproveitei o breve atordoamento e desci a faca sobre sua cabeça, perfurando seu crânio, aniquilando-o.

Caminhei até a velha no chão, observando o pano em suas mãos. Por mais que aquela fosse uma cena um tanto quanto repulsante, estava começando a parecer cada vez mais a história agora não tão infantil. Abaixei e agarrei a capa vermelha, jogando-a sobre as costas. O ar tremeluziu e uma garota se materializou, deixando as coisas cada vez mais sombrias.

— As coisas estão prestes a mudar, Charlie. — Ayla falou, atiçando minha curiosidade.


Adendos:
Poderes:
Passivos

Perícia com correntes. Você é perito em manusear correntes sem mesmo tê-las usado antes. Elas são sua melhor arma, por sua afinidade. Ainda assim, a perícia indica apenas familiaridade com a arma e facilidade em aprender a combater com ela, mas não quer dizer que seus golpes sejam indefensáveis, e a perícia será correspondente ao seu nível, logo, um iniciante ainda não seria tão bom. [Adaptado por June]

Beleza Noturna. À noite os filhos de Nyx ficam especialmente mais encantadores, podendo rivalizar com filhos de Perséfone e Thanatos, ou talvez confundidos com filhos de Afrodite, mesmo sem ter a mesma graça corporal.
Itens:
{Abism} / Corrente [Corrente feita de bronze sagrado, mas com uma tintura que deixa o metal escuro, quase como ferro estígio; mede cerca de 2,5 m. No nível vinte, torna-se uma corrente menor e mais fina, dessas usadas como adorno, ou um cinto com fivela de opala negra, dependendo da vontade do semideus.] {Bronze Sagrado} (Nível Mínimo: 1) {Não Controla Nenhum Elemento} [Recebimento: Presente de Reclamação de Nix]

{Darkbook} / Grimório [Este livro pesado encadernado em couro e escritos rúnicos contém as instruções e ensinamentos necessários para que o semideus acesse seus poderes. As páginas estão em sua maioria em branco, mas, ao adquirir poder e sabedoria suficiente, a página é preenchida com a invocação disponível. Para qualquer outra pessoa, parece um livro gasto.As páginas são feitas de uma lâmina fina de bronze sagrado, e por baixo do couro da capa ela é de metal, o que o torna resistente à água, mas não indestrutível. Caso danificado, destruído ou perdido ele irá se recompor nos pertences do semideus, em seu baú. Todo grimório começa com os elementos éter e trevas (ainda que este segundo só fique disponível efetivamente após o ganho da habilidade de nível 50), mas não oferecem bonificações adicionais quanto aos elementos base.] [Presente de Reclamação de Nix]

Faca [Sua lâmina bronzeada mede cerca de 24 cm, e seu cabo tem o mesmo comprimento padrão. É bastante afiada e é perfeita para ataque ágeis e rápidos. O bom desta arma é sua eficiência tanto para mãos hábeis quanto para manuseios mais inexperientes, pois é uma arma curta, fácil de esconder e ao mesmo tempo fácil de manusear. Seu punho é feito de aço, mas uma camada de couro escuro cobre o aço para que o usuário possa segurá-la firmemente. Na parte inferior da lâmina, próxima ao cabo, há entalhado as siglas do Acampamento "CHB"; uma propriedade que só os meio-sangues e criaturas místicas podem ter e usar (ajuda um pouco na destreza)] {Bronze, aço e couro} (Nível mínimo: 1) {Nenhum elemento} [Recebimento: Administração; item inscrição padrão do fórum]
Charlie L. Thompson
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Re: ♦ {Once Upon a Time} - Chapeuzinho Vermelho

Mensagem por Ayla Lennox em Qua 15 Jul 2015, 16:46


Red Riding Hood.
Are you afraid of the Wolf?


Certa vez alguém disse que normalmente, o começo das histórias guiam o decorrer e até mesmo o fim delas. Se essa pessoa visse a história em que os semideuses estavam metidos, provavelmente riria por ter razão.

E também pela desgraça alheia, afinal, esse é um dom humano.

Ayla observava as páginas e via as figuras dos que haviam escolhido seu conto com uma mistura de preocupação e divertimento. A trama começava a tomar forma e, mais uma vez... Era hora de intervir.

Orientações


Pontos Obrigatórios:
♦ No início do turno, você estará em sua vila, no momento do enterro dos mortos resultantes do ataque. Algumas pessoas estarão olhando para você com olhares de pena, outros, com olhares acusatórios. Sussurros podem ser ouvidos, todos sobre você. Em meio a esse ambiente de luto, Ayla aparecerá ao seu lado, com o mesmo esquema de aparição e desaparecimento da cena anterior.
♦ Ela começará a explicar o que aconteceu: após o incidente que levou várias das pessoas da vila à morte, o fardo ficou cada vez mais pesado nas costas da chapeuzinho original (basicamente, é a garota que lidera os Caçadores). Isso, somado a todo o sentimento de vingança em sua mente, fez com que ela decidisse seguir em uma jornada para caçar seus inimigos. Não apenas os súditos filhos do amaldiçoado original... Mas o próprio Licáon.
♦ Vários flashes passarão por sua mente: o momento em que abandonou sua vila para seguir a garota, a passagem por vários locais, sendo atacados ou após o ataque dos filhos do grande senhor lobisomem. Detalhar o estado de miséria nesses locais seria... Incrível.
♦ Logo após isso que você se encontrará em uma última vila, durante o ataque que estão sofrendo. Casas pegando fogo, pessoas fugindo, corpos no chão... O perfeito cenário querido por Éris.
♦ Neste momento, a prole de Selene irá desaparecer, desejando-lhe boa sorte. Neste ponto, você está livre para a ação, chapeuzinho: enquanto nesta cena, deverá ajudar os moradores da vila ao menos uma vez, impedindo alguns deles de serem mortos pelas criaturas, retirando alguém de escombros... Seja livre para escolher as situações.
♦ Neste cenário caótico, você deverá derrotar um licantropo. Tenha dificuldades em vencê-lo e sejam coerentes em relação a seus níveis.
♦ No fim, você irá se deparar com uma das criaturas fugindo, levando um jovem consigo. Arrume uma forma de parar sua fuga e derrotá-lo. Quando você estiver prestes a derrotá-lo, a própria comandante (Chapeuzinho), juntamente a você irá perguntar "Onde está Licáon?". Você está livre para fazer outras perguntas como o porquê deles estarem levando alguns jovens consigo e não matando-os... Enfim, sejam criativos.
♦ Quando fizerem as perguntas, o ser lhe encarará com escárnio e dirá que o banquete do rei lobo se aproxima. Logo após isso, se desfará em poeira dourada, como qualquer monstro.
♦ Encerre o post com os licantropos iniciando uma retirada e uivos. Atrás de você, várias pessoas irão formar um semicírculo, com expressões de incredulidade e admiração. Um garoto se aproximará (sendo ele o que estava sendo sequestrado), e você perceberá que ele é o garoto que viu na capa do livro. Ele irá ajoelhar-se e agradecer pelos seus feitos, e os outros aldeões seguirão o exemplo.
Orientações individuais:
Vitor S. Magnus:
Bom, jovem... Não tenho muito que orientar em relação ao primeiro turno. Continue assim.
Carylin S. Ogtöller:
Confesso que se não soubesse de sua trama e da esquizofrenia, ficaria realmente confusa em relação a algumas partes da narrativa. Gostaria que você tivesse colocado isso em spoiler, afinal, nunca se sabe quando tem alguém lendo aleatoriamente seus posts q
Tenha cuidado nas narrações de combates e descreva um pouco melhor o ambiente.
No mais, continue assim.
Charlie L. Thompson:
Charlie Charlie, no geral você está narrando bem, mas quero que você não deixe de realmente fazer os diálogos com Ayla. Além disso, achei um pouco estranho a facilidade com que lutou com o licantrope no primeiro post. Vão haver mais combates agora, então... tenha cuidado.
Em relação a descrições... Não poupe detalhes.
No geral, está indo muito bem.
♦ Ignorem a frase no gif do template, não tem nada relacionado com o treino, só coloquei porque foi o único gif decente que encontrei q
♦ Coloquem armas, mascotes e poderes em spoiler no fim do texto.
Não coloquem "considerar poderes até tal nível. Não sou adivinha e nem obrigada a ir procurar. O que não estiver em spoiler de maneira adequada, não será considerado.
♦ Evitem usar templates muito estreitos ou com barrinha e cores muito claras.
♦ Local: ?
♦ Horário: Enterro - Tarde, em seguida, geralmente à noite.
♦ Clima: Sintam-se livres para descrever. Podem colocar até neve se quiserem, mas como sempre... Sejam coerentes na narração.
♦ Vocês possuem um prazo de 5 dias.
♦ Caso haja alguma dúvida entrem em contato.

Perdão pelo tamanho do post. Amo vocês.
Boa sorte.
Ayla Lennox
Ayla Lennox
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Re: ♦ {Once Upon a Time} - Chapeuzinho Vermelho

Mensagem por Carylin S. Ogtöller em Dom 19 Jul 2015, 17:58


a caçada começa
chapeuzinho vermelho — post II

Carylin nunca havia gostado de despedidas; então, mesmo que ninguém que ela amasse estivesse ali, ainda era um peso estar comparecendo. Ela estava entretida olhando os caixões dos outros, procurando o que estava escrito em cada um, mas esqueceu-se disso assim que notou o primeiro olhar em sua direção. Ele parecia a acusar de alguma coisa, e em alguns minutos a menina foi percebendo mais e mais olhares, alternados entre pena e acusações.

Ela tentou ignorar todos eles e apenas se concentrar no que estava fazendo antes, mas... O que estava fazendo antes mesmo? Já tinha até se esquecido. Distraiu-se tanto percebendo os olhares que quase não notou os cochichos, mas esses vinham cada vez mais altos e com o nome da menina no meio. De repente, Carylin viu Ayla ao seu lado. Quase deu um pulo de susto, mas se conteve.

— A garota que lidera os Caçadores tem uma sede de vingança muito grande, e já que o fardo em suas costas estava muito grande, ela decidiu partir em busca dos filhos de Licáon... — começou a filha de Selene, e em seguida tornou sua expressão sombria. — E do próprio Licáon.

Quando ela disse a última frase, mil cenas explodiram na cabeça de Carylin como um trem-bala, rápida e assustadoramente. Ela pode ver a si própria saindo da vila para seguir Chapeuzinho, e até alguns lugares pelos quais passaram. Um deles chamou a atenção da filha de Thanatos: era uma vila deplorável, em que as casas de palha bem frágeis haviam caído, e corpos podiam ser vistos lá dentro; além disso, sangue se espalhava por todo o chão empoeirado da vila, fazendo alguns dos fantasmas de Carylin reagirem à visão.

Mas essa cena passou. Agora a menina estava, juntamente com Ayla, em uma vila em que o ataque estava acontecendo. Tantas casas pegavam fogo que Carylin quase podia sentir a si mesma queimando, e mais pessoas ainda saíam dessas, atropelando umas as outras. O mais terrível era os corpos que formavam uma pilha em um canto, todos desfigurados.

— Boa sorte, Carylin — disse Ayla, despertando a menina de seu terror súbito. — Você vai precisar.

Então Ogtöller ouviu um grito de criança desesperado, pedindo socorro. Assim que avistou a menininha, correu para ajudá-la; a filha de Thanatos havia sofrido quando pequena, e não deixaria ninguém dessa idade ficar em apuros quando podia ajudar.

Correu para a casa que estava pegando fogo e, entrando rapidamente, tirou a menina de lá com certo esforço. Não sabia o motivo, mas todos em sua mente estavam completamente calados, possibilitando o momento de liberdade e de autoridade sobre seus pensamentos.

Ainda com a garotinha no colo, Carylin viu com surpresa quando um licantropo se aproximou. Com raiva, pôs a menina no chão e gritou para ela fugir enquanto pegava sua foice. Não esperou para conferir, somente encarou o animal. Ele avançou, e quando ela tentou acertar a arma nele, ele se desviou; em seguida, pulando para trás quando os dentes quase cravaram em seu braço, ela levou uma patada na perna. Doeu, mas a menina ignorou quando jogou a foice e a cravou no animal.

Levantando-se e recuperando a arma, ela vislumbrou com clareza um garotinho sendo levado por outro lobo, e a raiva novamente a preencheu. Correu rapidamente até eles, se esforçando ao máximo para alcançá-los, e assim que chegou perto o suficiente gritou. O animal ficou surpreso e cometeu o erro de se deixar distrair e olhar para trás, deixando espaço para Carylin novamente lançar sua foice. Ela não atingiu a cabeça ou outra parte importante, mas as patas, fazendo com que o animal caísse.

Aproximou-se correndo e pegou a arma, e quando estava prestes a acertar essa na cabeça do licantropo, ouviu uma voz feminina. Se virando para trás, viu nada mais nada menos que Chapeuzinho, a líder.

— Onde está Licáon? — Grita Chapeuzinho, fazendo Ogtöller continuar com a arma na garganta do outro, mas sem realmente machucá-lo.

— Por que estava levando esse garoto? — A menina tomou a liberdade de perguntar também, e encarando-o seriamente levantou as sobrancelhas. Havia aprendido quando pequena que, quando se encara alguém fixamente, as chances dessa pessoa mentir são menores. Então foi o que fez.

O animal a encarou de volta tão fixamente que quase teve vontade de sair correndo, mas Carylin sendo Carylin somente continuou ali, parada. Não tinha mais o que fazer além de esperar uma resposta. Então, quando estava prestes a repetir a pergunta, o licantropo soltou as palavras “o banquete do rei lobo se aproxima”. Em seguida ele se desfez em pó dourado, quase fazendo a filha de Thanatos cair, já que estava apoiada nele.

Antes de a menina poder dizer qualquer coisa, uivos altos puderam ser ouvidos, fazendo com que ela se virasse para trás e visse os lobos se retirando. Assim sendo, várias pessoas formaram um semicírculo, impressionadas e  incrédulas ao mesmo tempo.

— Obrigado — Carylin ouviu, e ao mirar seu olhar viu o menino que estava sendo sequestrado e... Ele também estava na capa do livro! Sem saber o que dizer, a menina somente assentiu. Então ficou mais envergonhada ainda quando o anterior se ajoelhou, levando outros a imitá-lo.

Quer dizer que agora você tá importante, Cary?



extras:
armas:
{Death} / Foice [Foice da Morte; mede cerca de 2 m. O cabo é feito de bronze sagrado, assim como sua lâmina. Ao desejo de seu dono, a partir do nível 20, ela se transforma em um pingente de foice] {Bronze Sagrado} (Nível Mínimo: 1) [Recebimento: Presente de Reclamação de Thanatos]*na mão*

{Sullem} / Anel [Anel feito de Ferro Estígio com uma grande Safira Negra incrustada em seu centro, representando uma caveira. Quando o usuário estiver com seu status de vida pela metade, uma aura negra o envolve. Faz com que a áurea recupere 20% do HP uma vez por missão] {Ferro Estígio e Safira} (Nível Mínimo: 1) [Recebimento: Presente de Reclamação de Thanatos]*no dedo*

{Spanown} Capa [Uma capa negra feita de veludo e com capuz. A capa emite uma leve aura amedrontadora, por se lembrar da capa creditada a morte. A aura possui efeito até mesmo em seus aliados e animais, não possuindo efeito apenas sobre criaturas de nível igual ou maior. O efeito faz com que a defesa do inimigo reduza em 10%, por causa de seu temor em ser morto enquanto estiver próximo do portador a até 3m de distância, mas resistências ainda devem ser aplicadas. Adicionalmente, duas vezes por missão, por um período de dois turnos, há um efeito de camuflagem que deixa o usuário furtivo, escondido, diminuindo as chances de serem encontrados.] {Veludo negro} (Nível Mínimo: 1) [Recebimento: Presente de Reclamação de Thanatos]*amarrada no pescoço*
poderes:
passivos:
Influência sobre o medo {Nível 01} - As pessoas perto de você podem entrar em pânico só por sentir sua presença, um estado de choque ao ver que você estará por perto, sendo filho da Morte. Se manterão longe e podem até hesitar um ataque em um nível maior, admitindo o poder do semideus.

Perícia com foices {Nível 01} - O filho de Thanatos possuirá uma agilidade perfeita no manuseio de foices. A flexibilidade e agilidade para realizar golpes incríveis com a arma, se destacando em especial com elas. Podem reparar e bloquear golpes sem nenhum problema quando estão armados da foice.

Personalidade de Ceifador {Nível 01} - Essa habilidade é praticamente um indicador das características dos ceifadores. Eles são disciplinados(Cumprem ordens e não são punidos de forma injusta), frios(Não caem em chantagens emocionais, não possuem pena), secos(Podem ser grossos e provocar a inimizade dos outros com facilidade), concentrados(Não são afetados por charme ou beleza) e focados em seu dever(Abandonam todas as tarefas para o chamado da morte). Por ser algo mutável de meio-sangue para meio-sangue, o semideus poderá escolher três características, sendo que uma delas é obrigatoriamente o foco. {New}

Beleza {Nível 03} - Os filhos de Thanatos herdam muitas características de seu pai. Portanto, herdam também a sua beleza. Thanatos era um deus belíssimo, e assim serão os seus filhos. Enganará pessoas com facilidade, geralmente os semideuses se sentirão atraídos pelo filho de Thanatos. {New}

Coragem natural {Nível 06} - Os filhos de Thanatos não sentirão medo ou ficarão intimidados, de modo que poderes eu causam medo não surtirão efeito, a não ser que sejam de no mínimo seis níveis maiores. {New}
ativos:
Nenhum ativo q
observações:
1. Hm... Ela tem esquizofrenia? qq
2. Não revisei mesmo, dsclp.

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Re: ♦ {Once Upon a Time} - Chapeuzinho Vermelho

Mensagem por Vitor S. Magnus em Seg 20 Jul 2015, 23:39




Quem tem medo…
do lobo mau?


O comitê sombrio de corvos rodeava o céu acinzentado do lugar. Aquele cemitério já não tinha espaço pra tantos mortos... Tânatos sem dúvidas estava satisfeito.

Lápides e crucifixos de pedra preenchiam uma extensão enorme de terra atrás da igreja. A floresta atrás do cemitério deixava o ar ainda mais sombrio. O padre rezava com um incenso na mão para cada morto. Um calafrio percorreu pelo corpo de Vitor, sabia que não estava no mundo real, mas o que será que aconteceria se ele morresse? Um “respawn” com certeza não seria. O clima de luto era pesado: filhos, viúvas, amigos, todos choravam e lamentavam as mortes que já viraram rotina. Vitor conseguia sentir a tristeza dos outros, não era frio suficiente para não lamentar a morte de pessoas inocentes. Porém os olhares de reprovação e decepção pousavam sobre ele de forma acusadora.

“É ele.” “Amaldiçoado como os pais.” “Pobre garoto, vai ter o mesmo destino.” “Não olhe para ele filho.” Os sussurros podiam ser bem ouvidos pelo garoto que tentava proteger seu rosto com o novo capuz. Ayla surgiu novamente ao seu lado. Vitor se sentiu confortável com sua presença, tudo já estava ficando tenso demais.

-Os caçadores são comandados por chapeuzinho. Ela se sentiu responsável pelo acidente que gerou a morte de dezenas de aldeões e partiu para uma jornada de vingança, não só para caçar lobisomens, mas para destruir o próprio Licáon.

O filho de Ares se aproximou da cripta da velhinha e tocou na pedra fria. Que morte horrível tiveram essas pessoas. Pensou ele com pesar.  Naquele momento sentiu uma pontada em sua mente, sua visão mudou completamente mostrando a entrada da vila e ele próprio... ou o clone dele saindo da vila. Provavelmente ele assistia tudo como se fosse a Ayla. A cena mudou para outra vila, bem menor e com pouca proteção, estava sendo atacada pelos licantropos sem dó nem piedade. Homens com espadas, lanças, tochas e enxadas morriam de forma brutal. Pessoas corriam, mas pouquíssimos conseguiam sucesso em sua fuga. Árvores e casas pegavam fogo, corpos ensanguentados jaziam ao chão e gritos ecoavam na cabeça de Vitor. Outro flash veio em seguida e outro cenário surgiu. Dessa vez ele se via passando por uma aldeia, dessa vez um pouco maior que a anterior, porém abandonada, completamente fantasmagórica e acabada. Casas caindo em pedaços, algumas ainda pegando fogo, estalagens chamuscadas, a porta da igreja com arranhões profundos e ao chão tinham vários corpos de pessoas e lobisomens. Nuvens escuras juntavam no céu. Vitor viu seu clone se ajoelhar e pegar algo no chão: Uma bonequinha de pano tirada do corpo sem vida de uma garotinha. A chuva começou a cair e mais um flash invadiu a retina do garoto seguido de um som de trovão que encheu seus ouvidos e finalmente ele mesmo se encontrava em outro vilarejo.


• •• • •• •


Recuperara o controle do corpo, tinha seu chicote em mãos. A cena era tão terrível quanto as anteriores. Lobisomens atacavam novamente garantindo a chacina dos aldeões que tentavam se defender bravamente.

-Boa sorte, Vitor – Falou a filha de Selene que ainda permaneceu ao seu lado desde que começou a ver as cenas, porém desapareceu com suas últimas palavras.

A adrenalina subiu com toda aquela situação e a vontade de matar aqueles monstros aumentava progressivamente. Um grito agudo de criança foi ouvido pelo garoto antes que ele pudesse fazer qualquer coisa, na direção do grito avistou um lobisomem em suas quatro patas rosnando para uma garotinha a uns cinco metros. Correu agilmente balançando a corrente por cima de sua cabeça e chicoteou a fera nas costas, o uivo de dor da criatura fez o filho de ares sorrir. Os dois se encararam sedentos por sangue. Com um puxão da mão direita Vitor levou a corrente para o ar para mais um ataque, a fera rosnou preparada para partir para cima do garoto, Vitor recuou dois passos e lançou sua corrente nas pernas da criatura antes que ela tentasse fazer algo. A queda da criatura divertiu o filho de Ares que apertou a mão esquerda ativando seu soco inglês, e após uma leve corrida encravou as lâminas no peito do monstro.

A garotinha estava com os olhos vendados pelas pequenas mãos quando Vitor se aproximou dela. Não precisou falar nada, assim que a garotinha olhou em seus olhos começou a chorar e apontou para a casa atrás dela. Vitor entendeu o recado e correu para dentro derrubando a porta. Um homem gritava de dor por causa de um pedaço enorme de madeira em cima de sua perna. Parte da mobília pegava fogo e estava prestes a chegar ao pobre homem. Vitor correu pelo socorro e com toda sua força levantou a madeira. O homem se arrastou com dificuldade, mas logo saiu permitindo Vitor se aliviar do peso. Lá fora o homem abraçou a garotinha e agradeceu.

-Protejam-se! – Falou Vitor que começou a correr analisando o local. Algumas pessoas estavam conseguindo fugir, porém não estavam seguras completamente. Vitor tentava garantir a fuga de algumas, mas sempre alguma vítima acabava sendo abatida. Os rosnados das bestas eram inconfundíveis. Vitor escoltava uma leva de aldeões para longe e escutou um rosnado atrás de si. A besta não parecia querer ninguém além do garoto, ela andava devagar em suas quatro patas rodeando-o como um cão raivoso pronto para a briga. Vitor largou a corrente e pressionou as mãos ativando Ripper e Pungent.

-Pode vir monstro! – Gritou a prole de Ares abrindo completamente a guarda.

O lobisomem obedeceu à ordem e partiu pra cima do menino de capuz. Suas garras afiadas rasgavam a pele calejada do filho de Ares que sorria sadicamente dando pequenos passos pra trás. O monstro cambaleou perplexo, talvez se perguntando por quais motivos o garoto não reagia nem caia.

-Minha vez? – Perguntou Vitor ainda com aquele sorriso sedento. Sabia que não podia ser ferido e que aquele ataque todo havia revitalizado seu corpo. Igualmente ao seu oponente, Vitor usava suas garras para rasgar o corpo da fera que uivava de dor e dessa vez era verdadeiramente ferida com cortes profundos. A fera caiu de joelhos e seu corpo emitiu um baque surdo ao cair no chão.

• •• • •• •


Vitor respirou fundo tentando organizar a adrenalina do corpo, mas nada parava. Um dos lobisomens corria segurando um garotinho. Vitor agiu rápido agarrando o cabo de sua corrente e a jogou no ar. Louco? Para alguns talvez. Porém a corrente serpenteou no ar disparando na direção do licantropo e enrolou-se ao seu pescoço. Como se alguém houvesse puxado as rédeas de um cavalo, o lobisomem foi puxado para trás e só não caiu porque a arma o segurou pelo pescoço. O garoto correu ao seu encontro e com uma mão segurou o cabo de sua arma –diminuindo a pressão das farpas- e com outra puxou a cabeça do monstro para cima.

-Onde está Licáon?! – Sua voz se juntou num coro com a de Chapeuzinho, a comandante dos caçadores que logo se aproximou. O lobisomem rosnou babando feito um vira-lata.

-Responda! – Vitor socou a espécie de rosto animalesco – Porque estão levando crianças? Quais os objetivos de seu mestre? – Mas suas perguntas de nada valiam para o monstro. Vitor o encarou seriamente e o mesmo respondeu com um olhar de desdém.

-O banquete do rrrei lobo che aprrochima. – Falou a fera deixando Vitor um pouco surpreso por entender o que ela havia falado. A besta se desfez em pó dourado.

Uivos foram ouvidos e os lobisomens bateram em retirada. Vitor suspirou, queria mais um pouco de diversão, mas sentiu algo tocar sua mão.

O garotinho que ele havia salvado o olhava com respeito e um toque de agradecimento. Agradeceu por tê-lo salvo e Vitor reconheceu seu rosto, era o garotinho da capa do livro que Ayla segurava na biblioteca. O garotinho se ajoelhou. Vitor levantou uma sobrancelha prestes a levantar o garoto, porém ao se virar viu que várias pessoas haviam formado um semicírculo em sua volta. Dessa vez parte delas o olhavam com admiração, mas outras nem tanto. O que aconteceu em seguida fez até Vitor se espantar: todas as pessoas repetiram o ato do garoto se ajoelhando.



Arsenal e armaduras:
>:
♈ Escudo de madeira resistente - Tem resistência similar a de Bronze Celestial e transmuta numa pulseira. ▬ Pulso esquerdo

♈ Ripper & Pungent (Um par de socos ingleses de prata que quando pressionados nas mãos do usuário liberam, cada um, três lâminas de bronze sagrado de 30 centímetros.)

▬ Peitoral [Uma das partes de uma armadura de ouro; este é preso ao corpo do usuário por duas fitas de aço que circulam o corpo do usuário, pendendo-a na posição que este desejar; aumenta a porcentagem de defesa, e não é muito pesado.]

▬ Ombreiras [Uma das partes de uma armadura de ouro; composta por duas camadas, uma de aço e a outra de ouro polido. Fica ligado ao peitoral e há inscrições na ombreira esquerda com os dizeres escritos em grego antigo: "Força"; em conjunto com o peitoral, dá ao filho de Ares mais agilidade que ele teria normalmente, o que influencia de modo escasso, mas ajuda]

✞ {Piège} / Corrente Farpada [Uma corrente de 2,5 metros, desses 0,5 são prata e o restante bronze Sagrado, a corrente contem farpas ao seu decorrer, as mesmas são feitas de prata, a mesma se transforma em um bracelete-cobra que ao ser acionado a corrente desliza até a mão do usuário.] {Prata e Bronze Sagrado} (10) {Não controla nenhum elemento} ▬ Pulso direito

Elixir da Energia (forte): Recupera 60EP.
Elixir da Energia (divino): Recupera 200EP. ▬ Usado
Informações adicionais:
Poderes usados:
Passivos:
◊ Aura Anti-Medo [Nível 02]

Os filhos do deus da guerra sangrenta conseguem naturalmente emitir uma aura que protege contra medo e pavor, impedindo que os efeitos destes se abatam sobre os mesmos.

◊ Aparência Intimidante [Nível 03]

O corpo dos filhos de Ares é bastante musculoso, e com o comportamento natural destes guerreiros é mais natural ainda que sua aparência chegue a intimidar oponentes, evitando grande parte de atitudes e investidas hostis.

◊ Perícia com Armas Laminadas [Nível 05]

Os filhos do deus da guerra são ótimos combatentes, além de meros sanguinários. Sua habilidade com armas se destaca com as laminadas, ver o sangue escorrer pelo corpo do oponente é sempre uma diversão pra eles. Seus ataques se mostram mais efetivos com tudo o que pode cortar neste nível.

◊ Ambidestria [Nível 05]

Habilidade que permite manusear, com eficácia, armas em ambas as mãos, seja ao mesmo tempo ou não.

◊ Perícia em Combate Não-Armado [Nível 06]

Na guerra vale tudo. Um soldado mesmo desarmado deve saber se defender, e, assim como Ares, os seus filhos são peritos em combates não-armados. Cada filho, poderá se especializarem um estilo de luta específico.

◊ Desenvoltura em Batalha [Nível 07]

Os filhos de Ares, apesar de robustos, neste nível podem mover-se com precisão e facilidade. Isso os deixa, decerto, quanto semideuses treinados para escapar ou contra-atacar rapidamente.

◊ Arma Inquebrável [Nível 08]

Essa habilidade fará com que as armas dos descendentes do deus da guerra nunca quebrem, ou sequer entortem quando os mesmos as usarem.

◊ Resistência Aprimorada & Pele Calejada [Nível 10]

Os semideuses de Ares treinam frequentemente se pondo à prova de diversas maneiras, o que resulta em poderem suportar mais dor, aumentar a consistência de seus músculos e desenvolverem seu corpo para ser mais resistente ao frio, calor, e cansaço. Sua pele calejada é a prova de seu trabalho duro, o que na certa, fica mais fortalecida a ataques de natureza física. A habilidade se aprimora com os níveis.

◊ Habilidade de Guerra [Nível 11]

A capacidade de manusear todo tipo de armas com facilidade vem neste nível. É possível manusear armas de corte, armas de impacto e armas projéteis com eficácia, aumentando assim os danos causados.

◊ Fúria [Nível 12]

Neste nível os ataques se tornam cada vez mais ferozes. É impossível que auras pacíficas o impeçam de atingir seu objetivo maior: atacar pra ferir.

◊ Sadismo [Nível 13]

O prazer vem ao ferir, quanto mais cortes fizer, mais terá vontade de fazer. O vigor destes semideuses a aumenta momentaneamente a cada ato violento que estes executem.

◊ Regeneração Sanguinária 1 [Nível 13]

Em combate, o filho de Ares se sente em seu ápice e isso permite a regeneração de 5 de Hp a cada rodada, até que sua vida esteja completamente regenerada.

◊ Pressentimento 1 [Nível 17]

Neste nível, o filho de Ares é capaz de prever possíveis futuros combates, estando próximo do local onde eles acontecerão. Isso serve estreitamente para combates, seja seu ou de qualquer outra pessoa.
[Criado por Katherine B. Angelline]

◊ Aptidão Estratégica [Nível 20]

Os filhos de Ares executam golpes com bastante precisão, errando raramente em combate. Possuem estratégia natural, algo como"saber o que fazer pra dar certo" mesmo que seja bem incomum, uma vez que agem com impulso na maioria das vezes.

◊ Regeneração Sanguinária II [Nível 24]

Cada vez está mais intenso em combate e isso permite a regeneração de 15 de Hp a cada rodada, até que sua vida esteja completamente regenerada.



Ativos:
◊ Agressividade & Selvageria [Nível 01]

Ambas são marcas de Ares, essa habilidade ajudará seus filhos a não hesitarem ao realizar seus ataques. Essa habilidade também permite que os mesmos entrem em um estado de fúria, fazendo-os ficar mais determinados do que nunca em terminar a tarefa a eles delegada. Esse trunfo só pode ser ativado mediante emoções fortes.


◊ Ofensiva Múltipla [Nível 09]

Habilidade de executar vários golpes na mesma ação, possibilitando uma investida intensa.

◊ Dança das Lâminas I - Iniciante [Nível 15]

Com este poder, os filhos de Ares podem encantar uma de suas armas com lâmina para que a mesma possa agir sozinha, executando os movimentos desejados, como se um guerreiro fantasma invisível a estivesse manejando.

◊ Bênção de Cura [Nível 20]

Durante dois turnos, todos os danos recebidos serão convertidos em acréscimo de HP, e os danos físicos serão negados.

Extras:
Clica não!!!!!!!!111!!!:
Aos 45 do segundo tempo!!!!11!! Eu faria um lindo resumo se tivesse tempo²; Boa leitura sz

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Re: ♦ {Once Upon a Time} - Chapeuzinho Vermelho

Mensagem por Charlie L. Thompson em Ter 21 Jul 2015, 01:20

O garoto da capa vermelha

As criaturas haviam devastado a cidade e, consequentemente, o coração daqueles que sobreviveram. As lágrimas e soluços podiam ser ouvidos a todo momento, enquanto os mortos eram levados para debaixo da terra, sendo enterrados. Obviamente eu não tinha nenhum sentimento pelas pessoas dali, sequer as conhecia, mas lá no fundo (bem no fundo mesmo q) tinha uma pitada de heroísmo e sabia que não podia deixar daquela forma, até mesmo porque provavelmente aquele era o objetivo do treino. Assim que desfoquei dos caixões, notei um amontoado de olhares sobre mim, acusatórios, mas também de pena. Algumas baixas conversas puderam ser ouvidas, todas dizendo algo sobre mim, que infelizmente não podia ser entendido com perfeição. A única explicação que pude imaginar era o símbolo dos caçadores em meus ombros: a capa vermelha.

O ar tremeluziu e Ayla apareceu, tornando as coisas ainda mais sombrias. — A líder dos caçadores tem um antigo sentimento de vingança em seu coração e o fardo começou a aumentar cada vez mais, não a deixando outra escolha... — a garota baixou os olhos, brincando com suas próprias vestimentas. — A caçada atrás de Licáon e suas proles foi iniciada!

Uma faixa de luz cegou minha vista e diversos filmes começaram a ser passados diante de meus olhos. Estava morto? Não, era pior. Pude me ver ao lado da própria Chapeuzinho, rumando por uma estrada longa e estreita. Em seguida foi a cena de um vilarejo, que provavelmente tinha sido vítima das criaturas. Fora a vista mais lamentável que já vira: o chão era uma mistura de corpos e sangue, não sendo nada além disso; mulheres e homens jogados ao solo, com membros decepados ou faces irreconhecíveis, totalmente destroçados pelos famosos lobisomens. Tudo estava calmo e frio e nenhum som podia ser ouvido, além dos pios das corujas. Passamos por várias cidades, sendo uma pior do que a outra.

E por fim a luz cessou, me trazendo de volta à um dos locais que estava sendo atacado. Chamas podiam ser vistas por todo o lugar, aumentando a cada segundo que se passava, deixando tudo completamente iluminado. O som do desespero e clamor havia tomado todo o vilarejo, assim como as tropas de enormes lobos negros. Minha corrente já estava em punhos, assim como a faca, prontas para serem usadas. — Boa sorte — Ayla sussurrou, desaparecendo logo em seguida.

O que mais me chamou a atenção foi uma senhora, aparentemente de setenta anos, ajoelhada com um colar na mão, que o pingente tinha o formato de um raio. Não conseguia escutar o que ela dizia, mas sua pressa era notável, movendo sua boca com extrema velocidade, enquanto o predador parecia rir. Como podia deixar aquilo acontecer? Tinha que mostrar que aquela enorme fé não seria em vão. A adrenalina tomou meu corpo e corri o tanto quanto podia, na intenção de defender a idosa.

Balancei o metal no ar, desenrolando a corrente, que avançou na direção da fera. Ainda que estivesse de costa, ela fora rápida e saltou para o lado, desviando. Seus enormes dentes ficaram à mostra, tentando me intimidar, o que foi completamente falho. Meu sangue estava fervendo. Ele vai morrer!, determinei, em meus pensamentos. Mas antes que pudesse tentar novamente, ele atacou, saltando em minha direção, com a boca aberta. Assim que girei meu corpo, pude sentir o calor de seu hálito na orelha, fazendo meus pelos arrepiarem. Suas patas tocaram o chão, em seguida sua cabeça virou, focando os olhos em mim, pronto para mais um bote.

Ele saltou, mas antes que chegasse até mim, ataquei com a corrente, já me movendo para o lado, acertando-o no rosto. Devido ao impacto, seu rosto virou, mas isso não impediu que um dos braços fossem estendidos e um corte rasgasse minha pele, na altura do ombro. Não havia sido nada grave, mas altamente desconfortável. Movimentei a arma quase que em um movimento acrobático, descendo-a sobre a face do animal, que não foi rápido o suficiente para esquivar. Aproveitei o atordoamento e iniciei uma série de ataques, acertando-o no focinho e nas costas, não deixando chances para se recuperar. Assim que estava próximo o suficiente, com a fera debilitada, enfinquei a faca em seu crânio, levando-o à óbito.

— Obrigada, obrigada! — a senhora agradeceu, segurando minha mão por um breve momento, logo em seguida partindo em retirada. Senti um peso entre os dedos e assim que os abri, um raio em miniatura ali estava, de bronze, com um cordão de pendurar. Sorri, guardando o presente no bolso. Antes que pudesse sequer agradecer, uma outra das criaturas passou por mim, mas dessa vez ela já havia atacado e tinha na boca um garoto, que lutava para se livrar. Ah, deuses..., lamentei, vendo a agonia do jovem.

Meus pés se moviam em sua potência máxima, tentando se aproximar mais do lobo. Por sorte um pedaço do telhado, de uma das casas, se desprendeu, caindo em frente o animal, o assustando e obrigando a diminuir a velocidade. Aproveitei a oportunidade e me concentrei, formando esferas de energia negra, a lançando logo em seguida. A realidade é que eu estava mirando o meio de seu corpo, mas a mira foi um pouco falha e acabou por atingir o traseiro, que ainda assim, foi o suficiente para -supostamente- descadeirá-lo. Talvez ele ainda conseguiria fugir, mas fui rápido e não tive dó, descendo a corrente sobre boa parte de seu corpo.

Por um momento eu achei que fosse Ayla ao meu lado, mas na realidade era a líder dos caçadores. Ela ergueu umas das mãos, obviamente dizendo que já podia parar, o que fiz quase que instantaneamente. — Onde está Licáon? — ela tomou a frente, enfurecida.

— Pessoas vivas? Por quê? — perguntei, com uma pitada de ódio.

Os olhos da criatura chegaram a brilhar, mas o que saiu de sua boca foi totalmente fora do esperado. — O banquete do rei lobo se aproxima! — informou, desaparecendo em uma nuvem dourada. Todos os demais se comunicaram com uivos e partiram em retirada, desaparecendo sobre a escuridão da noite.

Os sobreviventes do ataque se uniram ao nosso redor, observando toda aquela cena. Certamente muitos não acreditavam no que estava acontecendo e alguns até mesmo olhavam impressionados. Confesso que não era uma coisa que se via todo dia. Um rapaz em especial chamou minha atenção: o que pouco antes eu salvara. Agora, vendo-o de perto, seu rosto era estranhamente familiar. A capa!, lembrei. Ele era o jovem que estava estampado na capa do livro que havia me absorvido.

— Muito obrigado — o garoto agradeceu, se ajoelhando. Antes que pudesse dizer algo, todos os outros fizeram o mesmo, me deixando sem palavras. Apenas balancei a cabeça positivamente, oferecendo uma das mãos para auxiliá-lo a se levantar.


Adendos:
Poderes:
Passivos

Perícia com correntes. Você é perito em manusear correntes sem mesmo tê-las usado antes. Elas são sua melhor arma, por sua afinidade. Ainda assim, a perícia indica apenas familiaridade com a arma e facilidade em aprender a combater com ela, mas não quer dizer que seus golpes sejam indefensáveis, e a perícia será correspondente ao seu nível, logo, um iniciante ainda não seria tão bom. [Adaptado por June]

Ativos

Manipulação da energia negra iniciante. Você consegue criar pouca quantidade de energia negra, podendo lançar até duas bolas escuras contra o inimigo, causando o mesmo impacto de uma flecha. Contudo, não é capaz de controlar a trajetória ou mantê-las ativas - após criadas elas explodem imediatamente e se não forem lançadas contra o inimigo podem causar dano ao próprio semideus.
Equipamentos:
{Abism} / Corrente [Corrente feita de bronze sagrado, mas com uma tintura que deixa o metal escuro, quase como ferro estígio; mede cerca de 2,5 m. No nível vinte, torna-se uma corrente menor e mais fina, dessas usadas como adorno, ou um cinto com fivela de opala negra, dependendo da vontade do semideus.] {Bronze Sagrado} (Nível Mínimo: 1) {Não Controla Nenhum Elemento} [Recebimento: Presente de Reclamação de Nix]

{Darkbook} / Grimório [Este livro pesado encadernado em couro e escritos rúnicos contém as instruções e ensinamentos necessários para que o semideus acesse seus poderes. As páginas estão em sua maioria em branco, mas, ao adquirir poder e sabedoria suficiente, a página é preenchida com a invocação disponível. Para qualquer outra pessoa, parece um livro gasto.As páginas são feitas de uma lâmina fina de bronze sagrado, e por baixo do couro da capa ela é de metal, o que o torna resistente à água, mas não indestrutível. Caso danificado, destruído ou perdido ele irá se recompor nos pertences do semideus, em seu baú. Todo grimório começa com os elementos éter e trevas (ainda que este segundo só fique disponível efetivamente após o ganho da habilidade de nível 50), mas não oferecem bonificações adicionais quanto aos elementos base.] [Presente de Reclamação de Nix]

Faca [Sua lâmina bronzeada mede cerca de 24 cm, e seu cabo tem o mesmo comprimento padrão. É bastante afiada e é perfeita para ataque ágeis e rápidos. O bom desta arma é sua eficiência tanto para mãos hábeis quanto para manuseios mais inexperientes, pois é uma arma curta, fácil de esconder e ao mesmo tempo fácil de manusear. Seu punho é feito de aço, mas uma camada de couro escuro cobre o aço para que o usuário possa segurá-la firmemente. Na parte inferior da lâmina, próxima ao cabo, há entalhado as siglas do Acampamento "CHB"; uma propriedade que só os meio-sangues e criaturas místicas podem ter e usar (ajuda um pouco na destreza)] {Bronze, aço e couro} (Nível mínimo: 1) {Nenhum elemento} [Recebimento: Administração; item inscrição padrão do fórum]
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Re: ♦ {Once Upon a Time} - Chapeuzinho Vermelho

Mensagem por Ayla Lennox em Qua 22 Jul 2015, 23:07


Red Riding Hood.
Are you afraid of the Wolf?


Ayla observava as páginas do livro virando-se sozinhas conforme os semideuses cumpriam com o que lhes era esperado. Os jovens estavam se saindo melhor do que o esperado e isso fez com que a garota soltasse um riso baixo, porém de satisfação.

É, talvez seja a hora de cancelar os pedidos das mortalhas. Pensava em tom óbvio de brincadeira.

O fim se aproxima, crianças... — Suspirou a prole da Lua. — E vocês logo logo irão descobrir que ele quase nunca é feliz.


Orientações


Pontos Obrigatórios:
♦ Você estará no que parece ser uma sala de reuniões, mas sozinho. Diante de você, em uma das paredes, há um mapa enorme com toda a extensão do reino. Enquanto você estiver observando este, aparentemente as figuras em tinta (exércitos, vilarejos, lobos recuando, etc.) começarão a se mover, de forma que parecerão mostrar todas as movimentações e ações das tropas.
♦ Neste momento, Ayla irá aparecer e começar a conversar com você, também encarando o mapa, e contar todas as conquistas alcançadas por Chapeuzinho desde que vocês deixaram o vilarejo onde o garoto foi salvo. Coragem, respeito, honra. Os moradores das vilas começavam a ver na capa vermelha mais que um aparente esquadrão que recrutava jovens para a morte, eles começaram a ver esperança; e isso inclusive fez com que os números dos exércitos aumentassem consideravelmente.
♦ O cenário começará a se dissipar, e ao seu redor, o interior de uma enorme caverna de pedra surgirá, parecendo, de alguma forma, um palácio de proporções consideráveis. Alguns buracos semelhantes a tocas podem ser vistos nas paredes elevadas. Outros, aparentemente celas. Há sangue em alguns pontos do local, e você consegue ouvir uma série de uivos e alguns pedidos de socorro, como de humanos. Ayla irá dizer que aquele lugar era o refúgio do grande rei lobisomem no momento.
♦ Dois licantropos irão aproximar-se de um trono acima de uma escadaria, encoberto pelas sombras do ambiente. Alguém está sentado nele, mas você não consegue vê-lo diretamente, só uma sombra básica de suas feições, que se alternam entre o humano e o lupino. Os recém-chegados irão ajoelhar-se, avisando que a garota está avançando rápido, destruindo suas forças. Os dois lados terão uma discussão breve, onde o homem no trono afirma que o avanço de chapeuzinho é inútil, e que o banquete ocorrerá de qualquer forma. Abrindo os olhos, que brilham em um tom escarlate, irá encarar uma espécie de mapa em sua frente. Apontando para um ponto específico, dirá que aquela será sua queda.
♦ Assim que isso acontecer, você abrirá os olhos e se verá dentro de uma floresta densa. Ao seu lado estará o jovem que você salvou na aldeia, agora armado. Atrás de vocês, diversos aldeãos também estarão com armas em mãos, todas com alguma parte em prata. Lennox surgirá e lhe observará, contemplando o cenário ao seu redor. Irá explicá-la que você e o garoto que salvou viraram fortes aliados, amigos verdadeiros. (Cary, deixo-a livre para escolher entre a friendzone amizade apenas ou que Ayla diga que talvez sua personagem até estivesse apaixonada pelo mesmo). Todos estão livres para, caso desejem, explorarem flashes de momentos que tiveram juntos ao rapaz. Ah, e podem escolher um nome pra ele -q
♦ Você e seu exército estão se encaminhando para mais uma de suas caçadas... A um possível local onde informantes afirmaram poder haver a presença do senhor dos lobisomens. Infelizmente, como Licáon previu, chapeuzinho iria a qualquer lugar pela honra de sua família... E esta foi sua queda.
♦ Ao chegarem em determinado ponto, verão as sombras dos monstros surgindo entre as árvores, espreitando. Mais do que jamais enfrentaram antes. Narre uma cena de combate, enfrentando dois dos monstros (Aqui dou uma linda vantagem: A partir desse momento, a própria filha de Selene irá aparecer como membro de seu exército. Sim, podem contar com a ajuda dela nos combates. Caso desejem, podem me consultar a respeito do estilo de luta, personalidade, poderes, armas e afins. Prometo que vou fazer de tudo pra criar um post lindo com vocês.), e descrevendo a cena de luta de seu exército: licantropos sendo mortos. Aldeãos derrotados... O que julgar coerente para um cenário de guerra.
♦ Em um instante, alguns dos monstros começarão a pegar alguns dos aldeãos ainda vivos, levando-os a força. Em meio a todo o combate (o próprio caos da batalha), você não terá como alcançar seu aliado e amigo mais precioso (acho que não preciso dizer que é o cara que você salvou, mas só pra avisar mesmo), e ele será levado diante de seus olhos. A luta terá acabado, e tudo o que resta ao seu redor é um cenário de morte, e alguns dos seus seguidores, ainda vivos. Ayla aparecerá ao seu lado e dirá que a única coisa de que chapeuzinho tinha certeza naquele momento... Era de que só poderia ser livre quando o banquete de Licáon tivesse fim. Resultando isso na morte dela ou não.
Orientações individuais:
No geral, todos foram bem. Continuem com as descrições lindinhas e as batalhas bem-feitas. Os descontos serão feitos na avaliação, okay?
Tenham muito cuidado em relação à narração das quebras temporais e mudanças de cenário.
♦ Ignorem a frase no gif do template, não tem nada relacionado com o treino, só coloquei porque foi o único gif decente que encontrei q
♦ Coloquem armas, mascotes e poderes em spoiler no fim do texto.
Não coloquem "considerar poderes até tal nível. Não sou adivinha e nem obrigada a ir procurar. O que não estiver em spoiler de maneira adequada, não será considerado.
♦ Evitem usar templates muito estreitos ou com barrinha e cores muito claras.
♦ Local: ?
♦ Horário: Enterro - Tarde, em seguida, geralmente à noite.
♦ Clima: Sintam-se livres para descrever. Podem colocar até neve se quiserem, mas como sempre... Sejam coerentes na narração.
♦ Como este é um turno mais complicado, darei mais 48 horas para vocês. Ou seja, o prazo é de SETE DIAS.
♦ Caso haja alguma dúvida entrem em contato.

Perdão pelo tamanho do post. Amo vocês.
Boa sorte.
Ayla Lennox
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Re: ♦ {Once Upon a Time} - Chapeuzinho Vermelho

Mensagem por Vitor S. Magnus em Ter 28 Jul 2015, 20:01




Quem tem medo…
do lobo mau?


Sua respiração era calma, podia ouvir até as batidas de seu coração. Concentrado, apoiando as mãos sobre a mesa, Vitor estudava o mapa do lugar onde estava. Às vezes caía em pequenos devaneios que o faziam esquecer que não estava no mundo real, mas nada que pequenos soquinhos na cabeça não resolvessem.

Um desenho de duas espadas vermelhas formando um X se movia ao norte se aproximando de uma figura de aldeia, e parou lá mesmo. Ao oeste dois do mesmo desenho se aproximavam de uma aldeia quando uma pata negra surgiu do sul e as três figuras se chocaram. Por todo mapa algumas aldeias ficavam protegidas, outras eram atacadas, mas logo uma figura do exército ia intervir e uma ou outra pata negra sumia do mapa.

Ayla surgiu do outro lado da mesa. Olhava o mapa, curiosa, seguindo algumas figuras.

-Você bem que poderia avisar antes de aparecer assim, Ayla. – Vitor a encarou, mas não teve muito sucesso com a brincadeira. Os olhos da garota nem sequer desviavam do mapa e ela não esboçava qualquer expressão.

-Chapeuzinho teve muitas conquistas desde que começou a caçada. Uma missão quase suicida que requeria coragem. Recrutou o máximo de seguidores em cada aldeia que passava reunindo-os para o exército. Lutou bravamente contra os terríveis lobisomens levando a paz aos que tinham fé de que um dia algum salvador acabaria com o Licáon. A capa vermelha virou um símbolo de esperança, e os aldeões já não temiam em mandar seus jovens para a caçada que antes significava morte certa.

• •• • •• •

O lugar começou a ficar escuro, e por um momento Vitor sentiu sua cabeça rodar como se alguém houvesse balançado ela. Os móveis sumiram e as paredes de uma caverna substituíram as da sala onde eles estavam. Vitor olhou ao redor analisando o local: buracos enormes nas paredes, jaulas presas ao teto com sangue pingando – teve a impressão de ter visto um braço pendendo de uma delas -, arranhões em todos os lugares. Sentiu-se com sorte de não sentir o cheiro do lugar que com certeza tinha um odor nauseante. No entanto, podia ouvir claramente os gritos e uivos ecoando pelo local.  O lugar não era exatamente uma caverna (Ou ao menos era uma muito mais sofisticada), eles estavam em um corredor de algo parecido com um palácio, e isso podia ser provado pelo grande espaço à frente.

-Bem vindo... Ou nem tanto assim, ao refúgio do grande rei lobisomem. – Falou Ayla um tanto séria se aproximando da grande sala com uma escadaria e um trono acima.

Dois lobisomens se aproximaram da escadaria. Sentado no trono alguém estudava um mapa numa mesa. Vitor não conseguia vê-lo direito como se uma névoa o envolvesse fazendo confundir suas feições que se alteravam entre humanas e lupinas. As duas criaturas ajoelharam diante dele e não restavam dúvidas de que aquele sentado era o rei Licáon.

-Meu rrrei, – Começou um deles com a típica voz rouca e arrastada. Vitor ouvia suas palavras como se estivesse ao seu lado -– o exérrcito do capuz xe aproxima rrrápido. Noxas forrxas extão caindo cada vexx maixx.

-Você teme aquele exército de comida? – Falou Licáon num tom ameaçador. - Reúna mais filhos meus! Sejam mais ferozes e não tenham perdão! – Gritou ele. – O avanço daquela Chapeuzinho é em vão... O banquete ocorrerá! - O rei dos lobisomens abriu seus olhos de tom escarlate de uma forma ameaçadora, encarou um ponto fixo do mapa e apontou. – Chapeuzinho cairá aos meus pés!

• •• • •• •

Vitor abriu os olhos e puxou forte o ar com suas narinas como se tivesse acordado de um pesadelo. Estava em uma floresta bem fechada, porém iluminada pelo brilho da lua. Ao lado do semideus estava o garoto que ele havia salvado, agora armado com duas espadas embainhadas na cintura. Seu exército logo atrás.

-Vocês se tornaram grandes amigos. – Vitor ouviu a voz da monitora. – Aliados de batalhas ferozes.

As árvores pegaram fogo. Gritos e uivos foram ouvidos. O semideus estava prestes a sacar suas armas, mas tudo não passava de mais uma ilusão.

-Vitor! – Gritou alguém atrás dele. Ele viu a si próprio lutando contra um lobisomem ao lado do garoto que manejava as duas espadas com excelência.

-Isso aí, garoto! – Gritou Vitor atacando o lobisomem pelo flanco esquerdo enquanto o garoto vinha pelo outro lado, e ambos golpearam o monstro que se desfez em pó.

A cena sofreu um flash e Vitor se viu na sala do mapa conversando com o garoto sobre liderar alguns homens em ataques, ao fim, eles apertaram a mão.

-Boa sorte, Willian.

Vitor abriu os olhos novamente e voltou à floresta.

Eles seguiam determinados, estavam se encaminhando para o lugar onde provavelmente o senhor dos lobisomens se encontrava. Vitor estava com um mau pressentimento. Seus sentidos zuniam como loucos em sua cabeça, ele sabia algo estava muito errado. Os zumbidos na cabeça de Vitor explodiram quando eles chegaram a uma clareira muito grande. Vultos podiam ser vistos na escuridão da floresta, pares de olhos espalhados entre as árvores e rosnados furiosos ecoavam por todo lugar.

-Calma, homens! – Falou Vitor ativando sua corrente e se colocando em posição de batalha.

Em milésimos de segundos mais ou menos dez lobisomens dispararam da floresta por todos os lados e essa quantidade só de início.

-Ao ataque! – Gritaram Vitor e Chapeuzinho num coro perfeito.

• •• • •• •

Armas e garras se chocaram. Carne rasgada, gritos, uivos; um lindo cenário sangrento. Vitor largou Piège no ar, sua corrente tomou vida própria e disparou no ar atrás de algum licantropo. Ele começou a caminhar devagar ativando Groot, seu escudo, e Ripper na mão direita. Não demorou muito para um lobisomem atacá-lo. Já estava prestes a partir para cima do seu oponente quando sentiu o vento cortar a seu lado.

Ayla correu numa velocidade incrível na direção do lobisomem, deu um salto absurdamente alto e uma espada surgiu em sua mão. Com maestria cravou a espada no crânio da besta e tomou impulso nos ombros largos do monstro para dar um salto acrobático para trás. Pousou levemente ao chão sem sofrer dano algum, nem sequer cambaleou. Vitor assistia tudo como se estivesse em câmera lenta e ficou totalmente surpreso. A filha de Selene olhou pra trás, piscou para o garoto e partiu para cima de outra criatura.

Dois lobisomens encurralaram o garoto. Ele olhou para um lado e para outro observando calmamente seus predadores. Por fim olhou para baixo se concentrando, logo sua visão ganhou um tom vermelho e ele apenas esperou seus oponentes se aproximarem. Com sua visão periférica conseguiu ver ambos correrem em sua direção sobre suas quatro patas e pularem armando suas garras. Vitor se agachou e num impulso deu o mesmo salto acrobático que Ayla dera há segundos atrás, mesmo com pouca maestria deu certo.  Um lobisomem estava caído ao chão e outro estava zonzo e com muita raiva. Vitor conseguia ver seus pontos fracos: acima da cintura, na perna esquerda, pescoço. Não teve tempo de ver mais, o raivoso partiu para cima dele com suas presas miradas em seu pescoço. Com habilidade, o semideus defendeu os golpes com seu escudo. Desequilibrava o oponente e dava golpes com suas lâminas tentando acertar o ponto acima da cintura do monstro.

O outro lobisomem havia levantado, caminhava em quatro patas rodeando o semideus que ainda estava sendo atacado ferozmente. O licantropo deu um salto para cima do semideus, mas algo o interrompeu. A corrente surgiu do nada se enrolando no dorso do animal e cravou suas farpas com muita força, isso fez com que o monstro caísse ao chão. A lâmina dançava no corpo dele fazendo uma trilha de rasgos. Vitor não quis demorar muito. Girou o corpo desviando das garras de seu oponente e encravou as lâminas de Ripper em seu pescoço. Os lobisomens sumiram em pó.

• •• • •• •

Vitor estava sedento por mais sangue, destruir aquelas bestas o animava, mas a batalha não estava nada favorável. Aldeões lutavam bravamente derrubando licantropos fortes. Sangue era derramado. Corpos eram rasgados como papel pelas garras enormes dos lobisomens. Vitor nada podia fazer, a quantidade de monstros era enorme, mais do que eles haviam enfrentado nas invasões às vilas.

-Vitor! – Gritou Willian, sendo levado nas costas de um licantropo. Não só ele, mas os monstros recuavam em disparada com alguém sendo carregado.

Vitor tentou resgatar os reféns. Correu em direção aos lobisomens, mas já era tarde demais.  Chapeuzinho lançava flechas com sua besta de repetição, no entanto as feras já estavam longe e tiveram sucesso na fuga.

Por fim restaram muitos corpos ao chão tanto de lobisomens quanto de homens corajosos. Alguns aliados sobreviveram, estavam enfadados e feridos. Mas a guerra ainda não tinha seu fim.

-Chapeuzinho só tem uma escolha... – Ayla surgiu ao lado do garoto que não tinha uma expressão tão feliz. – Acabar com o banquete de Licáon, mesmo que isso resulte em sua morte.


Arsenal e armaduras:
>:
▬ {Groot} / Escudo de madeira [É feito com uma madeira que tem resistência similar a de Bronze Celestial. Pode repelir diversos tipos de ataques dependendo dos materiais que entram em contato, e dependendo da força o usuário pode desequilibrar o oponente com facilidade. Transmuta numa pulseira.] {Madeira} (Sem nível mínimo) {Nenhum elemento} [Recebimento: Missão “Invasão”] ▬ Pulso esquerdo

▬ {Ripper & Pungent}/ Socos-ingleses. [Um par de socos ingleses de prata. Encaixam perfeitamente nos dedos do usuário. Cada um tem seu nome entalhado na parte frontal. Quando pressionados nas mãos do usuário liberam três lâminas de bronze sagrado de 30 centímetros.] {Prata e bronze sagrado} (Nível mínimo: 5) {Nenhum elemento} [Recebimento: Forjado por Marlon D. Walty]

▬ Peitoral [Uma das partes de uma armadura de ouro; este é preso ao corpo do usuário por duas fitas de aço que circulam o corpo do usuário, pendendo-a na posição que este desejar; aumenta a porcentagem de defesa, e não é muito pesado.] {Ouro} (Nível mínimo: 5) {Nenhum elemento} [Recebimento: Missão “Invasão”]

▬ Ombreiras [Uma das partes de uma armadura de ouro; composta por duas camadas, uma de aço – no lado direito – e a outra de ouro polido – no lado esquerdo –. Fica ligado ao peitoral e há inscrições na ombreira esquerda com os dizeres escritos em grego antigo: "Força"; em conjunto com o peitoral, dá ao filho de Ares mais agilidade que ele teria normalmente, o que influencia de modo escasso, mas ajuda] {Ouro e aço} (Nível mínimo: 5) {Nenhum elemento} [Recebimento: Missão “Invasão”]

▬ {Piège}/ Corrente Farpada [Uma corrente de 2,5 metros, desses, 0,5 são prata e o restante bronze Sagrado, a corrente contém farpas ao seu decorrer, as mesmas são feitas de prata, a mesma se transforma em um bracelete-cobra que ao ser acionado a corrente desliza até a mão do usuário.] {Prata e Bronze Sagrado} (nível mínimo: 10) {Não controla nenhum elemento} ▬ Pulso direito

Elixir da Energia (forte): Recupera 60EP.
Elixir da Energia (divino): Recupera 200EP. ▬ Usado

Informações adicionais:
Poderes usados:
Passivos:
◊Força Aprimorada [Nível 01]

Ares é conhecido pela guerra violenta, e por estarem a todo momento praticando essa forma de guerra com tudo o que vêem pela frente, os filhos de Ares adquirem força maior que o comum aos outros semideuses. Seus ataques diretos possuem mais força. Os músculos no corpo deles são evidentes, também.

◊ Orgulho [Nível 02]

Os filhos de Ares tem como característica marcante o orgulho e a fácil irritação, chegando a ser incontrolável não estressar-se com pequenos detalhes. São os "esquentadinhos" e tudo que venha a ferir o seu orgulho e honra passa a ser inaceitável. Ao contrário do efeito que você causa nos outros, com treino, pode ser "controlado". Normalmente, esse temperamento forte em combate ajuda muito o personagem a lidar com a situação, mesmo que, ao mesmo tempo, o temperamento os cause muitas lutas desnecessárias. [Criado por Katherine B. Angelline]

◊ Aura Anti-Medo [Nível 02]

Os filhos do deus da guerra sangrenta conseguem naturalmente emitir uma aura que protege contra medo e pavor, impedindo que os efeitos destes se abatam sobre os mesmos.

◊ Aparência Intimidante [Nível 03]

O corpo dos filhos de Ares é bastante musculoso, e com o comportamento natural destes guerreiros é mais natural ainda que sua aparência chegue a intimidar oponentes, evitando grande parte de atitudes e investidas hostis.

◊ Influência [Nível 04]

A prole da guerra, assim como apresentado por seu pai na série, tem uma aura que incita irritação nas pessoas que os cercam, principalmente inimigos - sendo mais suscetíveis a este poder graças a sua "abertura" de raiva para com o personagem. Isso acaba por influenciar em um embate, sendo que os sujeitos a raiva acabam por ser mais descuidados do que seriam em seu estado normal. [Criado por Katherine B. Angelline]

◊ Perícia com Armas Laminadas [Nível 05]

Os filhos do deus da guerra são ótimos combatentes, além de meros sanguinários. Sua habilidade com armas se destaca com as laminadas, ver o sangue escorrer pelo corpo do oponente é sempre uma diversão pra eles. Seus ataques se mostram mais efetivos com tudo o que pode cortar neste nível.

◊ Adrenalina I [Nível 06]

Por obterem a benção de Ares, estes se irritam facilmente e quando explodem nada os segura. Quando a adrenalina pulsa nas veias nada pode impedi-lo. São impulsivos e compulsivos, e dotados de tamanha força, podem duelar com vários semideuses ou monstros ao mesmo tempo. Nesse nível os semideuses podem duelar com dois monstros ao mesmo tempo, levando menos dificuldade que o resto dos campistas. [NOVO]

◊ Desenvoltura em Batalha [Nível 07]

Os filhos de Ares, apesar de robustos, neste nível podem mover-se com precisão e facilidade. Isso os deixa, decerto, quanto semideuses treinados para escapar ou contra-atacar rapidamente.

◊ Arma Inquebrável [Nível 08]

Essa habilidade fará com que as armas dos descendentes do deus da guerra nunca quebrem, ou sequer entortem quando os mesmos as usarem.

◊ Percepção Instintiva [Nível 09]

Além da TDAH da maioria dos semideuses, os da prole da guerra podem desviar de ataques furtivos, ou até mesmo projéteis lançados com certa facilidade. Mesmo quando não estão em batalha, têm uma tendência a ter um "sexto-sentido", auxiliando-os na hora de saber se estão ou poderão entrar em perigo ou não.

◊ Resistência Aprimorada & Pele Calejada [Nível 10]

Os semideuses de Ares treinam frequentemente se pondo à prova de diversas maneiras, o que resulta em poderem suportar mais dor, aumentar a consistência de seus músculos e desenvolverem seu corpo para ser mais resistente ao frio, calor, e cansaço. Sua pele calejada é a prova de seu trabalho duro, o que na certa, fica mais fortalecida a ataques de natureza física. A habilidade se aprimora com os níveis.

◊ Habilidade de Guerra [Nível 11]

A capacidade de manusear todo tipo de armas com facilidade vem neste nível. É possível manusear armas de corte, armas de impacto e armas projéteis com eficácia, aumentando assim os danos causados.

◊ Fúria [Nível 12]

Neste nível os ataques se tornam cada vez mais ferozes. É impossível que auras pacíficas o impeçam de atingir seu objetivo maior: atacar pra ferir.

◊ Sadismo [Nível 13]

O prazer vem ao ferir, quanto mais cortes fizer, mais terá vontade de fazer. O vigor destes semideuses a aumenta momentaneamente a cada ato violento que estes executem.

◊ Regeneração Sanguinária 1 [Nível 13]

Em combate, o filho de Ares se sente em seu ápice e isso permite a regeneração de 5 de Hp a cada rodada, até que sua vida esteja completamente regenerada.

◊ Memória de Golpes [Nível 15]

Os Filhos de Ares podem replicar qualquer movimentos que vejam no momento, ainda não podendo utilizá-los futuramente.

◊ Pressentimento 1 [Nível 17]

Neste nível, o filho de Ares é capaz de prever possíveis futuros combates, estando próximo do local onde eles acontecerão. Isso serve estreitamente para combates, seja seu ou de qualquer outra pessoa.
[Criado por Katherine B. Angelline]

◊ Regeneração Sanguinária II [Nível 24]

Cada vez está mais intenso em combate e isso permite a regeneração de 15 de Hp a cada rodada, até que sua vida esteja completamente regenerada.

◊ Perito [Nível 26]

Neste nível, o filho de Ares consegue analisar a intensidade de um golpe, seja armado ou corpo-a-corpo. Isto não inclui a habilidade de sentir magias invisíveis nos ataques. [Criado por Katherine B. Angelline]



Ativos:
◊ Agressividade & Selvageria [Nível 01]

Ambas são marcas de Ares, essa habilidade ajudará seus filhos a não hesitarem ao realizar seus ataques. Essa habilidade também permite que os mesmos entrem em um estado de fúria, fazendo-os ficar mais determinados do que nunca em terminar a tarefa a eles delegada. Esse trunfo só pode ser ativado mediante emoções fortes.

◊ Manejo Defensivo [Nível 03]

Perícia em manusear um escudo, aumentando assim seu reflexo defensivo. Ainda é possível usar o escudo para dar empurrar o oponente.

◊ Grito de Guerra [Nível 07]

Ao gritar em incentivo, os filhos de Ares transmitem autoconfiança, que com certeza é um fator importante e decisivo em uma batalha. Essa habilidade faz com que toda a equipe fique mais focada no objetivo, aumentando sua concentração e seu empenho, e na certa, o desempenho em ataques.

◊ Dança das Lâminas I - Iniciante [Nível 15]

Com este poder, os filhos de Ares podem encantar uma de suas armas com lâmina para que a mesma possa agir sozinha, executando os movimentos desejados, como se um guerreiro fantasma invisível a estivesse manejando.

◊ Infravermelho [Nível 19]

Este poder permite que juntamente com outro - "Pressentimento" -, o filho de Ares possa analisar a força e os pontos fracos do inimigo, podendo derrotá-lo com mais facilidade, já que tudo que envolve o oponente ou oponentes ficará transparente aos olhos do filho de Ares que poderá usar tais características contra o adversário. Quando o filho de Ares ativa esse poder, sua visão fica avermelhada e seus reflexos se tornam mais competentes e rápidos. [Criado por Katherine B. Angelline]

Extras:
Não clica!!!!!!!!111!!!:
Porque clicou??? -_- Boa leitura sz



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Re: ♦ {Once Upon a Time} - Chapeuzinho Vermelho

Mensagem por Carylin S. Ogtöller em Qua 29 Jul 2015, 17:41


a caçada começa
chapeuzinho vermelho — post III


Cara, que lugar é esse? Será que a gente tá morrendo?

Carylin abriu os olhos com aqueles pensamentos invadindo sua mente, e assim que olhou ao redor se surpreendeu ao ver... Uma sala de reuniões? Aparentemente, apesar de não fazer nenhum sentido. As paredes eram completamente cinza, e o teto parecia de metal. Porém o mais estranho estava à sua frente: um mapa. O mapa enorme estava pregado ali, e Ogtöller percebeu com surpresa que ele se mexia. Cara, ele se mexia! Isso deve ser a movimentação real das pessoas, é. Deve ser, pensou ela.

De repente, quando a menina já ia se levantar, Ayla apareceu. Ela sorria, mas seus olhos estavam igualmente pregados no mapa. Dando de ombros, ela começou a falar coisas que a cabeça de Carylin demorava um pouco para processar.

— Antes os moradores desta vila encaravam a capa vermelha como a morte; a morte que recrutava pessoas ainda jovens para as tropas. Mas depois de todas as conquistas alcançadas após aquele ocorrido no vilarejo, a visão deles está começando a mudar. Eles veem esperança. Veem tanta esperança que estão começando a se voluntariar, aumentando o número dos exércitos.

A filha de Selene se cala, e antes de Carylin poder fazer qualquer comentário irônico sobre aquilo — como “eles ainda vão morrer de qualquer jeito” — o cenário ao redor dela muda, fazendo-a se calar também. Agora ela via pedras e mais pedras formando uma caverna, de algum jeito fazendo que aquilo parecesse um palácio. Além disso, alguns buracos moldavam o material, às vezes pequenos, outras vezes bem maiores, formando celas. Sangue e uivos deixavam o lugar assustador, mas Ogtöller somente ficou parada no local, apreciando a paisagem.

Aposto que tem gente morta por aqui!

— E esse aqui é o refúgio do rei licantropo no momento — a voz de Ayla se sobressai a qualquer outro barulho, fazendo com que Carylin desviasse sua atenção.

Mas não foi o que aconteceu por muito tempo. A menina pôde ouvir um ponto de pequena discussão, e se virando ela avistou uma escadaria antes encoberta pela escuridão. Carylin consegue ver dois licantropos se aproximando de um... Trono? É, de um trono. Ela não via quem exatamente estava sentado nele, mas podia deduzir...

Os que antes subiam a escada se ajoelham, e apertando os olhos com dificuldade a menina vê uma sombra, se alternando entre humano e licantropo. Então uma verdadeira discussão começa. Enquanto os informantes dizem que Chapeuzinho avança rápido, o que parece ser líder teima em dizer que isso não adiantará nada, que o banquete irá acontecer. E então ele abre os olhos. Cara, todos queriam mesmo que ele não abrisse os olhos. Os olhos do lobisomem brilhavam, e eram em tom escarlate! Carylin ficou de boca aberta, e viu que o outro apontava para um mapa, enquanto dizia “aquela será sua queda”.

Bem dark esse cara, né Cary?

***

Carylin se viu dentro de uma floresta, e o que a surpreendeu foi que à sua volta havia inúmeras pessoas empunhando armas de prata, incluindo o jovem que ela salvara. Novamente, Lennox surgiu com uma expressão que não revelava nada.

— Tá vendo o garoto que você salvou? Bem, vocês viraram bons amigos... — Ela disse aquilo com uma voz de quem escondia uma parte, então Cary teve que segurar o vômito ao perceber o que era. E também não pôde deixar de se lembrar de Trent... — O nome dele é Amon.

— Já entendi, somos amigos — cortou Ogtöller, dando de ombros. — Não quero saber da vida dele. E nem nada mesmo.

Hahahaha! O garoto acha que é páreo para o Trent?? Que engraçado, eu podia rir mais disso se não estivesse com medo de morrer.

A menina, apesar de ter se divertido com o comentário, ficou séria ao perceber que estavam saindo para a caçada. Apurou os ouvidos, e com isso ouviu ao redor pessoas falando que Chapeuzinho havia ficado sabendo que alguns licantropos poderiam estar ali. E foi aí que ela viu o que não queria ter visto. Sombras; muitas sombras. Mais do que nunca.

Será que é agora que a gente morre?

— Calem a boca.

Ao dizer isso, a menina partiu em disparado com sua foice na mão. Alguns aldeões já estavam no chão, sangrando mais do que nunca na vida deles, mas licantropos também haviam caídos juntos. Era um cenário perfeito de morte e destruição. Carylin acertou sua foice na cabeça de um lobisomem, e se abaixou com pressa quando outro tentou pular nela. Virando-se, acertou a arma na barriga desse, que caiu. Nesse momento Ayla apareceu e acertou uma faca no animal, matando-o.

Mas o imprevisto foi que algumas pessoas estavam sendo levadas, e não mortas. Estavam sendo capturadas pelos licantropos e levadas. Ogtöller, apesar de não querer admitir que fez isso, instantaneamente olhou ao redor para procurar Amon, mas o achou no lugar errado. O achou onde menos queria que ele estivesse: nos braços de um lobisomem.

A luta por fim acabou. Acabou com mortos espalhados pelo chão e apenas um pequeno número de pessoas ainda vivas.

— Chapeuzinho não vai desistir. Ela acha que só estará livre quando isso acabar — pausa dramática, Carylin percebeu. — E isso pode acabar na morte dela ou não.  


extras:
armas:
{Death} / Foice [Foice da Morte; mede cerca de 2 m. O cabo é feito de bronze sagrado, assim como sua lâmina. Ao desejo de seu dono, a partir do nível 20, ela se transforma em um pingente de foice] {Bronze Sagrado} (Nível Mínimo: 1) [Recebimento: Presente de Reclamação de Thanatos]*na mão*

{Sullem} / Anel [Anel feito de Ferro Estígio com uma grande Safira Negra incrustada em seu centro, representando uma caveira. Quando o usuário estiver com seu status de vida pela metade, uma aura negra o envolve. Faz com que a áurea recupere 20% do HP uma vez por missão] {Ferro Estígio e Safira} (Nível Mínimo: 1) [Recebimento: Presente de Reclamação de Thanatos]*no dedo*

{Spanown} Capa [Uma capa negra feita de veludo e com capuz. A capa emite uma leve aura amedrontadora, por se lembrar da capa creditada a morte. A aura possui efeito até mesmo em seus aliados e animais, não possuindo efeito apenas sobre criaturas de nível igual ou maior. O efeito faz com que a defesa do inimigo reduza em 10%, por causa de seu temor em ser morto enquanto estiver próximo do portador a até 3m de distância, mas resistências ainda devem ser aplicadas. Adicionalmente, duas vezes por missão, por um período de dois turnos, há um efeito de camuflagem que deixa o usuário furtivo, escondido, diminuindo as chances de serem encontrados.] {Veludo negro} (Nível Mínimo: 1) [Recebimento: Presente de Reclamação de Thanatos]*amarrada no pescoço*
poderes:
passivos:
Influência sobre o medo {Nível 01} - As pessoas perto de você podem entrar em pânico só por sentir sua presença, um estado de choque ao ver que você estará por perto, sendo filho da Morte. Se manterão longe e podem até hesitar um ataque em um nível maior, admitindo o poder do semideus.

Perícia com foices {Nível 01} - O filho de Thanatos possuirá uma agilidade perfeita no manuseio de foices. A flexibilidade e agilidade para realizar golpes incríveis com a arma, se destacando em especial com elas. Podem reparar e bloquear golpes sem nenhum problema quando estão armados da foice.

Personalidade de Ceifador {Nível 01} - Essa habilidade é praticamente um indicador das características dos ceifadores. Eles são disciplinados(Cumprem ordens e não são punidos de forma injusta), frios(Não caem em chantagens emocionais, não possuem pena), secos(Podem ser grossos e provocar a inimizade dos outros com facilidade), concentrados(Não são afetados por charme ou beleza) e focados em seu dever(Abandonam todas as tarefas para o chamado da morte). Por ser algo mutável de meio-sangue para meio-sangue, o semideus poderá escolher três características, sendo que uma delas é obrigatoriamente o foco. {New}

Beleza {Nível 03} - Os filhos de Thanatos herdam muitas características de seu pai. Portanto, herdam também a sua beleza. Thanatos era um deus belíssimo, e assim serão os seus filhos. Enganará pessoas com facilidade, geralmente os semideuses se sentirão atraídos pelo filho de Thanatos. {New}

Coragem natural {Nível 06} - Os filhos de Thanatos não sentirão medo ou ficarão intimidados, de modo que poderes eu causam medo não surtirão efeito, a não ser que sejam de no mínimo seis níveis maiores. {New}
ativos:
Nenhum ativo q
observações:
1. Hm... Ela tem esquizofrenia? qq
2. Não revisei mesmo, dsclp.

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Re: ♦ {Once Upon a Time} - Chapeuzinho Vermelho

Mensagem por Charlie L. Thompson em Qua 29 Jul 2015, 19:19

O garoto da capa vermelha

Estava em uma sala circular, com uma enorme mesa redonda em seu centro, assim como vinte cadeiras ao seu redor. Tudo ali era marrom, a cor da madeira, com exceção de um mapa colorido que representava todo o reino de Anghar, o qual eu fazia parte. Aquilo era como em Harry Potter. Sério! As tropas de caçadores, na imagem, se moviam e conquistavam lugares. Foi então que o ar tremeluziu e Ayla apareceu, me assustando. Ela também observava o papel, séria.

— A capa passou de um simples pano para um símbolo de esperança, recrutando cada vez mais membros — ela começou. — Não só as vitórias aumentaram, mas também coragem, respeito e honra!

Após suas palavras as paredes começaram a se desfazer, como se estivessem sendo corroídas por ácido, dando lugar à um local abafado e escuro. Aparentemente era uma enorme caverna, feita puramente de pedras e terra, provavelmente pela própria mãe natureza. Não era possível ver o teto de tão alto, mas era visível diversas aberturas de buracos e túneis, alguns até mesmo com grades que se assemelhavam à celas. Uivos e gritos humanos podiam ser ouvidos à todo momento, deixando as coisas ainda mais sombrias. — Atualmente esta é a toca de Licáon — informou a prole de Selene.

Um pouco mais a frente podia ser visto um púlpito, no qual tinha um grande trono, ocupado por algo que se escondia nas sombras. Dois lobisomens se aproximaram da escadaria, se ajoelhando perante ao suposto líder. Uma das criaturas falou sobre o avanço dos caçadores, contando sobre a destruição que estavam fazendo em suas tropas. — O banquete irá acontecer, não importa o que os caçadores façam! — gritou o rei. Sua voz fez com que todos os pelos de meu corpo ficassem em pé, enquanto a estrutura do local parecia tremer. — Ela cairá, e será em sua própria terra — falou em voz baixa, revelando seus tenebrosos olhos vermelhos e apontando para um mapa em seus pés, indicando um lugar. NÃO!, tentei gritar, mas nada saiu.

Ω

Abri os olhos e vi que não estava na caverna, mas sim em uma floresta. Diversas pessoas estavam ao meu redor, todas com armas de pratas, rumando em direção à mais uma caçada. Dentre a multidão havia um rosto familiar: Samuel. — Desde que você o salvou, criaram fortes laços e agora é seu melhor amigo e vice-versa — falou Ayla, ao meu lado. Algumas lembranças voltaram à minha mente: eu ajudando o garoto com armas, treinando-o e partilhando sentimentos e conversas íntimas. Eu o conhecia muito bem, assim como ele me conhecia. Sua cabeça estava baixa, observando a espada. Toquei seu ombro com a mão e trocamos olhares, onde sorrisos se formaram. Seus cabelos loiros realçavam os belos olhos azuis. Ele era muito bonito, mas as roupas... aposto que ficaria melhor de colete, jeans e all stars.

— Isso ainda não existe, idiota — sussurrei, não percebendo que havia passado de pensamentos. Samuel me olhou torto, confuso. — Ah, uhm... Não é nada — falei, visivelmente nervoso, enquanto passava os dedos por entre seus cabelos, bagunçando-os. Por fim, ele sorriu. Não acharia ruim se ele me visse como um irmão mais velho, até porque eu o via como se fosse tal, ao menos, os sentimentos eram idênticos.

Ω

Já era noite e ainda estávamos andando, buscando as criaturas que tanto infernaram aqueles cidadãos, mas o que não sabíamos era que elas nos espreitavam, não ainda. Um desconforto tomou meu corpo, com a típica sensação de estar sendo observado durante a noite. Olhei ao redor e o que vi foi assustador: numerosos pontos vermelhos começaram a brotar da escuridão. Ergui uma das mãos e graças à Zeus todos estavam prestando atenção o suficiente para cessarem os passos e observaram o redor. Porém, as criaturas da noite foram mais rápidas, saltando de arbustos e avançando ferozmente contra os humanos. Naquele instante a adrenalina começou a tomar meu corpo e ergui as armas, pronto para o combate.

Dois dos licantropos vieram em minha direção e antes mesmo que pudesse reagir um vulto passou ao meu lado, saltando contra uma das feras. Era Ayla, a prole da lua. Sua destreza havia sido tão grande que em movimentos rápidos e eficazes conseguira derrubar o monstro e fincar uma de suas adagas em seu braço direito, o fazendo urrar de dor. Mas ainda assim a besta reagiu, acertando-a com sua mão direita, lançando-a longe. Decidi não me preocupar, afinal, ela com certeza era forte o suficiente para derrotá-lo, e além do mais, tinha outra coisa com o que me preocupar.

Rolei pelo chão, desviando da investida do lobisomem, em seguida tentando atingi-lo com um golpe da corrente, que infelizmente passou no ar. Vi, pelo canto dos olhos, a garota acabar com a vida da outra criatura, arrancando sua cabeça. E foi nesse descuido de atenção que fui atingido, onde as garras inimiga passaram por meu ombro, abrindo feridas. Segurei o grito em minha boca e joguei o corpo para o lado, desviando por pouco de seus dentes. Sabia que jamais poderia deixar que me mordessem, caso contrário tudo estaria terminado, por isso meus olhos focavam a boca da criatura. Suas patas pousaram no chão e antes mesmo que pudesse retomar total atenção, girei o corpo, lançando minha faca.

A besta uivou de dor quando sua perna foi atingida pelo bronze celestial. Aquilo não iria matá-lo, eu sabia, mas certamente o impediria de fazer movimentos tão avançados. Apertei a corrente na mão direita, me preparando para a defesa. A criatura correu, mancando, com garras que miravam meu rosto. Abaixei pouco antes dele me acertar, passando por debaixo de seu braço, virando à tempo de acertar-lhe uma acorrentada em sua perna machucada, em seguida duas em sua cabeça. O licantropo estava zonzo de dor, além das pancadas, mas ainda assim tentou um golpe com as mãos, que sequer chegaram perto de mim. Manipulei minha arma mais algumas vezes, acabando com sua vida.

Ayla estava no fim da batalha com outro dos inimigos, então cravou uma de suas adagas em seu coração, matando-o. Observei o cenário ao redor: havia sangue por toda parte, tanto de lobisomens quanto de aldeões, porém algo chamou ainda mais minha atenção. — Sam! Não! — gritei, percebendo que uma das criaturas carregava entre as garras o garoto. Tentei correr atrás, mas ele já estava longe demais e era muito mais rápido que eu. Além disso, notei que diversos outros estavam sendo levados vivos. Como se não já bastasse as dezenas de pessoas mortas naquela noite, ainda muitos capturados.

Olhei ao redor, vendo os feridos que lutavam para sobreviver, sendo socorridos por seus companheiros. O ar tremeluziu e a figura de uma garota se formou. — A sede de vingança de chapeuzinho é muito grande, e só se saciará quando o banquete de Licáon tiver fim — falou Ayla, séria, me encarando. — Mesmo que isso custe a vida dela.

A cena das tocas passou em minha mente, mas dessa vez Samuel estava lá, gritando por ajuda. Cerrei os punhos, com olhos fixos nos da garota. — Minha sede é maior!


Adendos:
Poderes:
{Passivos}

Perícia com correntes. Você é perito em manusear correntes sem mesmo tê-las usado antes. Elas são sua melhor arma, por sua afinidade. Ainda assim, a perícia indica apenas familiaridade com a arma e facilidade em aprender a combater com ela, mas não quer dizer que seus golpes sejam indefensáveis, e a perícia será correspondente ao seu nível, logo, um iniciante ainda não seria tão bom. [Adaptado por June]

Beleza Noturna. À noite os filhos de Nyx ficam especialmente mais encantadores, podendo rivalizar com filhos de Perséfone e Thanatos, ou talvez confundidos com filhos de Afrodite, mesmo sem ter a mesma graça corporal.

{Ativos}

Manipulação da energia negra iniciante. Você consegue criar pouca quantidade de energia negra, podendo lançar até duas bolas escuras contra o inimigo, causando o mesmo impacto de uma flecha. Contudo, não é capaz de controlar a trajetória ou mantê-las ativas - após criadas elas explodem imediatamente e se não forem lançadas contra o inimigo podem causar dano ao próprio semideus.
Equipamentos:
{Abism} / Corrente [Corrente feita de bronze sagrado, mas com uma tintura que deixa o metal escuro, quase como ferro estígio; mede cerca de 2,5 m. No nível vinte, torna-se uma corrente menor e mais fina, dessas usadas como adorno, ou um cinto com fivela de opala negra, dependendo da vontade do semideus.] {Bronze Sagrado} (Nível Mínimo: 1) {Não Controla Nenhum Elemento} [Recebimento: Presente de Reclamação de Nix]

{Darkbook} / Grimório [Este livro pesado encadernado em couro e escritos rúnicos contém as instruções e ensinamentos necessários para que o semideus acesse seus poderes. As páginas estão em sua maioria em branco, mas, ao adquirir poder e sabedoria suficiente, a página é preenchida com a invocação disponível. Para qualquer outra pessoa, parece um livro gasto.As páginas são feitas de uma lâmina fina de bronze sagrado, e por baixo do couro da capa ela é de metal, o que o torna resistente à água, mas não indestrutível. Caso danificado, destruído ou perdido ele irá se recompor nos pertences do semideus, em seu baú. Todo grimório começa com os elementos éter e trevas (ainda que este segundo só fique disponível efetivamente após o ganho da habilidade de nível 50), mas não oferecem bonificações adicionais quanto aos elementos base.] [Presente de Reclamação de Nix]

Faca [Sua lâmina bronzeada mede cerca de 24 cm, e seu cabo tem o mesmo comprimento padrão. É bastante afiada e é perfeita para ataque ágeis e rápidos. O bom desta arma é sua eficiência tanto para mãos hábeis quanto para manuseios mais inexperientes, pois é uma arma curta, fácil de esconder e ao mesmo tempo fácil de manusear. Seu punho é feito de aço, mas uma camada de couro escuro cobre o aço para que o usuário possa segurá-la firmemente. Na parte inferior da lâmina, próxima ao cabo, há entalhado as siglas do Acampamento "CHB"; uma propriedade que só os meio-sangues e criaturas místicas podem ter e usar (ajuda um pouco na destreza)] {Bronze, aço e couro} (Nível mínimo: 1) {Nenhum elemento} [Recebimento: Administração; item inscrição padrão do fórum]
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Re: ♦ {Once Upon a Time} - Chapeuzinho Vermelho

Mensagem por Ayla Lennox em Qui 06 Ago 2015, 15:47


Red Riding Hood.
Are you afraid of the Wolf?


A lua de sangue resplandecia no céu e o tingia em tons escarlates naquela noite, de forma que parecia anunciar o massacre que estava por vir. Era quase uma promessa de derramamento de sangue e do reinado de Licáon.

O exército do lobo tinha tudo a seu favor. Poderes aumentados, exércitos ampliados e, logicamente, refeições fartas. Aos poucos alguns dos mortais começavam a ser tirados de suas celas, mas ainda não sabiam o que estava acontecendo ao certo.

Do lado externo, o refúgio do senhor dos licantropos parecia de fato um castelo, mas diferente dos comuns. Suas torres, entradas e detalhes eram todos elaborados a partir da rocha negra da montanha que ocupava, como se escavados à força. Chamas pontuavam diversos pontos da estrutura, onde sentinelas observavam atentamente.

Tem certeza de que ela virá depois de tudo o que fizemos? — Perguntou um dos servos dentro do castelo, ao seu senhor. — Ela seria estúpida a ponto de confrontar nosso poder diretamente, lorde Licáon?

Do lado de fora, a ponte que atravessava o vale do lorde das trevas estava coberta por uma névoa fina, cinzenta. Esta começou a agitar-se, em uma dança de mistério. Algo estava ali, e isso era claro. A figura de uma garota com uma capa escarlate começou a emergir da cortina sombria. Atrás de si, vários mortais - Alguns feridos da última luta, outros novos voluntários para a guerra - estavam armados, preparados para a batalha final.

Ayla apenas observava Convidado , sentada em um dos pontos de apoio da ponte. Não precisou dizer nada, e a cria divina sabia que aquele era o intuito: para um cenário como aquele, palavras não eram necessárias.

O exército de ambos os lados começava a avançar da maneira mais organizada possível, mas a agitação era praticamente incontrolável. Ao som do primeiro uivo de um dos vigias que estava na torre, Chapeuzinho disparou a primeira flecha, fazendo com que a figura se desfizesse em pó.

De seu trono nas trevas totais, ao ouvir o barulho do uivo, o rei lobo encarou uma das jaulas com seus olhos escarlates, soltando uma risada de escárnio. Era claro que não precisava responder ao seu servo incompetente naquele momento, ela estava ali.

Venha, Chapeuzinho... — Disse, saindo da escuridão e revelando sua aparência sombria. — Venha de encontro a seu fim.

A batalha final começava ali.

Orientações


Pontos Obrigatórios:
♦ Siga o texto dado por mim se achar necessário (tipo, o enredo da chapeuzinho que eu escrevi... Use-o a vontade), iniciando de acordo com o que foi escrito. Trate isso como mais uma das visões desse treino, como uma observadora. Retorne a narrar como uma personagem "ativa" a partir do momento em que emerge das sombras. Detalhar mais a cena, as reações do seu exército... Seja livre para isso. (Para Vitor: Como você foi o único que aceitou o bolinho no começo do treino, hora de dizer o que ele era: Um easter egg. Na cena da ponte, Ayla irá tirá-lo do bolso e entregar a você. Coma, é um pedaço de ambrosia.)
♦ No avanço dos licantropos, derrote pelo menos um deles que será de nível inferior ao seu, e narre parte do que está acontecendo ao seu redor - Aldeões sendo empurrados da ponte para a escuridão infinita? Humanos resistindo ao ataque dos inimigos bravamente, matando os lobisomens assustadores? É um cenário de guerra, uma das coisas mais divertidas e complicadas de se descrever). Do nada, porém, o lobisomem que estava ao lado do que deu o uivo de alerta chegará ao campo de batalha. Ele será mais forte que os outros (mesmo assim, ainda não mais forte que você, exatamente), e estará abrindo caminho por suas fileiras.
♦ Sua tarefa atual será manter seus aliados vivos enquanto luta contra o monstro. Pode utilizar a ajuda dos camponeses livremente, eles são seu exército. Derrotando-o, você e seus aliados perceberão que são muitos oponentes, e que vocês tem que eliminar o mal diretamente pela raiz, de alguma forma: chegar no interior do castelo e lutar contra o lorde lobisomem. Narre duas dificuldades para chegar à sala do trono dos outros flashes, envolvendo elas os sentinelas ou não. Você é livre para levar parte de seus aliados consigo. Não é necessário dizer que nossa majestade lupina estará esperando em seu trono.
♦ Alguns poucos Lycans estarão no recinto, mas nada de que vocês não possam cuidar. O poder de Licáon é o verdadeiro problema aqui: maior que os outros lobisomens, mais imponente. E é claro, com um truque na manga. Após dirigir-se brevemente a você, irá apontar para uma jaula aberta em uma parte do castelo, de onde seu amigo surgirá. Determine suas condições. O garoto dirá para você fugir... E você verá um brilho vermelho sair de uma espécie de bracelete que ele está usando. Seu aliado mais valioso começará a tornar-se um dos seres que você tanto abomina.
♦ Fique a vontade em expor os sentimentos e pensamentos que passam na mente de sua personagem... O confronto entre a honra e os seus sentimentos. Durante a investida do rapaz, perceba que o item é o que o mantém nessa forma. Arrume algum jeito de destruí-lo, e trazer o garoto de volta. Assim que retornar, ele irá simplesmente desmaiar no chão, inerte. Não há uma certeza de que está vivo ou não, e você não terá tempo para verificar isso.
♦ Você e seus aliados irão começar a lutar contra os licantropos na sala do trono. Foque-se em lutar contra Licáon, o grande vilão dessa história. Considere-o mais forte que você, por ser o mais forte dos lobisomens. Essa é a hora de uma luta linda e épica.
♦ Derrotando-o de alguma forma, verá os outros lycans de dentro do castelo sentirem a dor da morte de seu líder, literalmente. Alguns morrerão, outros fugirão. Aproxime-se do garoto inerte no chão do castelo e veja que ele ainda vive. Dramas e coisas do tipo são permitidos, é o momento do gran-finale!
♦ Encerre o post por aí, darling. Queria colocar centenas de outros pontos obrigatórios por aqui, mas não posso... Então, no meu post o desfecho será dado juntamente com a avaliação.
Observações importantes:
Primeira coisa... Sério, eu amo vocês e fico muito feliz por terem escolhido meu grupo e levado a ideia até o fim (talvez o nosso conto seja um dos únicos em que todo mundo postou todos os turnos.)
Agradeço pela paciência com prazos e - especialmente - pra ler toda a postagem e os pontos obrigatórios.
Como única orientação final... Arrasem. Me orgulho de vocês.
♦ Ignorem a frase no gif do template, não tem nada relacionado com o treino, só coloquei porque foi o único gif decente que encontrei q
♦ Coloquem armas, mascotes e poderes em spoiler no fim do texto.
Não coloquem "considerar poderes até tal nível. Não sou adivinha e nem obrigada a ir procurar. O que não estiver em spoiler de maneira adequada, não será considerado.
♦ Evitem usar templates muito estreitos ou com barrinha e cores muito claras.
♦ Local: Castelo do rei lobo.
♦ Horário: Aproximadamente 22:30
♦ Clima: Céu levemente nublado, frio (16ºC)
♦ Vocês possuem um prazo de 8 dias.
♦ Caso haja alguma dúvida entrem em contato.

Perdão pelo tamanho do post. Amo vocês.
Boa sorte.
Ayla Lennox
Ayla Lennox
Filhos de SeleneAcampamento Meio-Sangue

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Re: ♦ {Once Upon a Time} - Chapeuzinho Vermelho

Mensagem por Carylin S. Ogtöller em Sab 15 Ago 2015, 17:28


a caçada começa
chapeuzinho vermelho — post final

Os caçadores caminhavam sobre a ponte em sincronia, com as armas erguidas e os corações acelerados; já os licantropos pareciam quase certos da vitória, igualmente avançando. A primeira flecha de Chapeuzinho anunciou, junto ao uivo do inimigo, o início do fim. Tudo estava ao mesmo tempo quieto e turbulento. Nada era o que parecia.

Parecendo orgulhoso do trabalho feito, o rei lobo levantou-se do seu grandioso trono e riu com desdém, fazendo todos ao redor se encolherem com o barulho. Mas será mesmo que ele deveria estar rindo? Afinal, o futuro pode ser surpreendente.

***

Carylin caminhava com os dentes rangendo entre os camponeses, tentando ao mesmo tempo mantê-los vivos e se manter viva. Não estava dando muito certo, na verdade. Enquanto ela lutava contra um licantropo de pelos escuros, viu de soslaio um humano caindo da ponte e gritando alguma coisa incompreensível; desespero ou ódio? Com a escuridão o engolindo, ninguém nunca vai saber. Mas o foco da menina não pôde se manter ali por muito tempo, considerando que o lobisomem à sua frente tentava arrancar sua cabeça. Sem muita paciência, tudo que Ogtöller fez foi o chutar, resultando na morte o engolindo.

Apesar de a morte dominar o local, a bravura e honra também estavam presentes ali. Simples mortais lutavam por suas vidas e por de familiares, pegando em uma arma talvez pela primeira vez. Gritos de raiva podiam ser ouvidos com frequência, e por mais feia que a batalha estivesse, a esperança nunca se fazia ausente.

De repente, um dos licantropos que estava do lado do primeiro a morrer abriu caminho em meio à confusão, matando alguns por perto. Carylin, enquanto jogava camponeses para trás, pegou sua foice e deslizou entre as pernas do bicho, cortando-o superficialmente. Se levantando, conseguiu usar a arma para cortar a barriga do anterior, o fazendo cair.

Mas onde isso tudo irá dar? São muitos!

Com James falando, a menina percebeu que não era possível combatê-los assim. Tinha que achar a raiz de tudo aquilo. Puxando uns três camponeses que estavam por perto, Ogtöller sorriu e pediu para que eles lhe acompanhassem, o que fizeram sem hesitar.

Como a maioria dos lobisomens estavam envoltos na batalha da ponte, passar pela segurança não foi um dos maiores problemas. Pelo menos não pela segurança da frente. Eles somente tiveram que matar alguns licantropos, atirando ou arrancando cabeças. Ao entrar, corredores e corredores se estendiam para todos os lados. Carylin, prestando atenção, ouviu a voz de seus pesadelos... O rei lobo. Olhando para os outros três ali, ela mordeu os lábios.

— Dariam a vida por isso? — Perguntou, recebendo respostas positivas. Concordando, ela sorriu. — Ótimo, mas o plano é não ser necessário. Quero que dois distraiam os guardas da porta, que eu irei chegar por trás e matá-los. Um vai ficar aqui para emergências. A palavra mágica é... Abre ticésamo.

Ela explicou rapidamente, e todos entenderam. Os dois primeiros foram se adiantando, e quando os guardas já estavam entretidos na batalha, ela caminhou até lá sorrateiramente. Perto o suficiente, lançou sua foice na cabeça dos dois.

Suspirando, entrou na sala seguida de perto pelos que já estavam ali. Três guardas apareceram imediatamente, mas fora isso o lugar parecia estar vazia, além do... Sim, rei lobo. Gritou um “abre ticésamo” rápido, e quando o terceiro camponês apareceu, ela os deixou combatendo os guardas. Seu objetivo era maior.

— Ouvi falar de você, garotinha — disse o Licáon. Ele era maior e mais medonho que os outros, parecendo pronto para esmagar um crânio a qualquer hora. Sorrindo, ele apontou para um local onde tinha uma jaula escura, e Carylin viu... Amon! Sua pele estava suja e sangrando, lágrimas rolavam pelo seu rosto quase inconscientemente.

— Fuja, Carylin... — ele disse com a voz fraca, e um brilho de uma pulseira pôde ser avistado pela menina. Ligando todos os fatos, ela entendeu que o melhor amigo estava virando um monstro. Se Ogtöller não tivesse aprendido a lidar com a dor a perda desde a infância, certamente lágrimas estariam rolando pelo seu rosto.

O menino investiu, e como um lampejo Carylin desviou, tendo a ideia de cortar o bracelete. Ele voltaria à forma normal, certo? Provavelmente. Com o coração acelerado, a filha de Thanatos percebeu que não tinha nenhuma arma delicada para o trabalho... Ela teria que fazer da forma mais difícil. Com a foice, Stone cortou o bracelete, e junto com ele a mão de Amon.

Assim que o fez, o amigo caiu como um peso morto no chão, sem dar nenhum sinal de vida. Ela não tinha tempo para verificar como ele estava, então olhou para frente sem dar sinal de suas emoções. Fraqueza não era seu ponto fraco.

Nesse momento, mais licantropos chegaram à sala do trono. Carylin revirou os olhos, e se dirigindo ao rei de todos aqueles seres sorriu. Agora precisava ser fria. Precisava de todas as suas estratégias.

— Licáon... É uma honra estar aqui — disse irônica. Sua mente bolava altos comentários, mas ela resumiu a fala em algumas palavras: — Boa sorte, porque você vai precisar.

Levantando a foice, ela tentou acertar nele, mas o lobisomem era mais forte e rápido do que qualquer anterior. Ogtöller não gostava daquilo, mas uma estratégia começava a ser bolada em sua mente. Ela “brincou” de lutar com Licáon por um bom tempo, até que conseguiu levá-lo para onde queria: o centro da batalha de seus amigos. Distração; essa é uma ótima arma.

— Abre ticésamo! — Gritou a menina, fazendo o inimigo ficar confuso. De repente, o camponês de emergência chegou, e desse modo enfiou uma adaga de prata no coração do rei lobo.

Todos os lobisomens ao redor começaram a sentir dores, caindo e gemendo. Alguns saíram correndo, outros somente ficaram ali, morrendo. Mas uma única coisa vinha à cabeça da filha de Thanatos: Amon.

Ela correu até ele, e com lágrimas rolando pela sua face percebeu que ele estava vivo. Porra, ele estava vivo! Sorrindo e chorando ao mesmo tempo, tudo misturado, ela percebeu que mais aliados estavam chegando à sala do trono, aliviados e surpresos.

Ogtöller, talvez no momento mais feliz da sua vida, subiu em uma mesa que tinha ali perto e gritou por atenção, sendo atendida depois de alguns segundos.

— Todos nós lutamos muito por essa porra de paz, então... Agora é hora de comer e beber de graça, caralho! — Gritou, sendo seguida por todos que estavam ali.

A comemoração só estava para começar.


extras:
armas:
{Death} / Foice [Foice da Morte; mede cerca de 2 m. O cabo é feito de bronze sagrado, assim como sua lâmina. Ao desejo de seu dono, a partir do nível 20, ela se transforma em um pingente de foice] {Bronze Sagrado} (Nível Mínimo: 1) [Recebimento: Presente de Reclamação de Thanatos]*na mão*

{Sullem} / Anel [Anel feito de Ferro Estígio com uma grande Safira Negra incrustada em seu centro, representando uma caveira. Quando o usuário estiver com seu status de vida pela metade, uma aura negra o envolve. Faz com que a áurea recupere 20% do HP uma vez por missão] {Ferro Estígio e Safira} (Nível Mínimo: 1) [Recebimento: Presente de Reclamação de Thanatos]*no dedo*

{Spanown} Capa [Uma capa negra feita de veludo e com capuz. A capa emite uma leve aura amedrontadora, por se lembrar da capa creditada a morte. A aura possui efeito até mesmo em seus aliados e animais, não possuindo efeito apenas sobre criaturas de nível igual ou maior. O efeito faz com que a defesa do inimigo reduza em 10%, por causa de seu temor em ser morto enquanto estiver próximo do portador a até 3m de distância, mas resistências ainda devem ser aplicadas. Adicionalmente, duas vezes por missão, por um período de dois turnos, há um efeito de camuflagem que deixa o usuário furtivo, escondido, diminuindo as chances de serem encontrados.] {Veludo negro} (Nível Mínimo: 1) [Recebimento: Presente de Reclamação de Thanatos]*amarrada no pescoço*
poderes:
passivos:
Influência sobre o medo {Nível 01} - As pessoas perto de você podem entrar em pânico só por sentir sua presença, um estado de choque ao ver que você estará por perto, sendo filho da Morte. Se manterão longe e podem até hesitar um ataque em um nível maior, admitindo o poder do semideus.

Perícia com foices {Nível 01} - O filho de Thanatos possuirá uma agilidade perfeita no manuseio de foices. A flexibilidade e agilidade para realizar golpes incríveis com a arma, se destacando em especial com elas. Podem reparar e bloquear golpes sem nenhum problema quando estão armados da foice.

Personalidade de Ceifador {Nível 01} - Essa habilidade é praticamente um indicador das características dos ceifadores. Eles são disciplinados(Cumprem ordens e não são punidos de forma injusta), frios(Não caem em chantagens emocionais, não possuem pena), secos(Podem ser grossos e provocar a inimizade dos outros com facilidade), concentrados(Não são afetados por charme ou beleza) e focados em seu dever(Abandonam todas as tarefas para o chamado da morte). Por ser algo mutável de meio-sangue para meio-sangue, o semideus poderá escolher três características, sendo que uma delas é obrigatoriamente o foco. {New}

Beleza {Nível 03} - Os filhos de Thanatos herdam muitas características de seu pai. Portanto, herdam também a sua beleza. Thanatos era um deus belíssimo, e assim serão os seus filhos. Enganará pessoas com facilidade, geralmente os semideuses se sentirão atraídos pelo filho de Thanatos. {New}

Coragem natural {Nível 06} - Os filhos de Thanatos não sentirão medo ou ficarão intimidados, de modo que poderes eu causam medo não surtirão efeito, a não ser que sejam de no mínimo seis níveis maiores. {New}
ativos:
Nenhum ativo q
observações:
1. Hm... Ela tem esquizofrenia? qq
2. Não revisei mesmo, dsclp.

Carylin S. Ogtöller
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Re: ♦ {Once Upon a Time} - Chapeuzinho Vermelho

Mensagem por Vitor S. Magnus em Sab 15 Ago 2015, 17:49




Quem tem medo…
do lobo mau?


Tudo parecia muito confuso para Vitor. Ele já não tinha mais noção nenhuma do tempo, parecia estar naquele lugar há semanas. A única coisa que queria no momento era dar um fim aquele conto que já parecia uma realidade, e o único jeito para isso acontecer era dar fim ao grande rei.

Vitor caminhava logo atrás da comandante do exército, este agora não tão forte quanto antes da última batalha. Os seus seguidores eram bravos guerreiros e honravam o chamado. Muitos estavam feridos, mas tinham armas em mãos, preparados para o que desse e viesse. Alguns até abalados, olhos tristes e com falta de confiança, o medo era notado em seus semblantes. Haviam alguns novatos, mas estes eram pouco experientes.

-Calma, homens! – Falou Vitor. – Tudo se decide aqui. – Ele falou algumas palavras de encorajamento. Era estranho falar com pessoas que basicamente não existiam. – Mantenham-se focados e lutem pelas nossas... – Ele fez uma pequena pausa achando estranho o que iria falar, mas tinha que motivar aquele exército. – Famílias.

Enfim, eles chegaram ao castelo.

A noite estava fria, a lua espiava entre as nuvens e pela primeira vez em muito tempo Vitor se surpreendera. A lua brilhava em vermelho sangue, era um presságio de morte. Muito sangue seria derramado naquela noite. Os homens começaram a ficar inquietos. Chapeuzinho lançou um olhar frio e confiante para eles. Se Vitor não fosse tão corajoso certamente iria fazer o mesmo que eles e se recolheria como um cão que perdeu a briga.

Uma ponte curva e enorme – tanto em largura quanto em comprimento - separava o exército da entrada do imenso castelo. No alto: torres enormes podiam ser vistas, aberturas grandes brilhavam com luzes de tochas e a rocha negra reluzia à luz do luar. Vitor podia jurar conseguir ouvir gritos vindos do castelo, mas quanto aquilo não podia fazer nada no momento.

Ayla estava sentada no parapeito da ponte encostada numa coluna. Ela jogava algo parecido com uma bolinha no ar e olhava diretamente pra o semideus. Sorriu de lado e jogou a bolinha pra Vitor. Era o bolinho que o garoto pegara na biblioteca. Ele levantou uma sobrancelha encarando a garota de longe e ela fez um leve movimento com a cabeça como uma permissão. Vitor sorriu e levantou os ombros dando uma mordida no bolinho logo em seguida. Ambrosia. Pensou ele abrindo mais seu sorriso – agora mais sádico que antes – e puxou um potinho no bolso de sua calça. Bebeu lentamente empurrando o resto do bolinho garganta adentro.

• •• • •• •

Um montante de lobisomens se agrupava do outro lado da ponte. Todos rosnando em posição de batalha sedentos por um massacre. De cima de uma torre um lobo uivou. O som percorreu todo o lugar como um chifre de guerra, mas foi interrompido. Uma flecha transpassara sua garganta e ele desfez em pó. Chapeuzinho abaixou a sua besta de repetição e falou alto.

-Eles morrem estão vendo?! – o exército vibrou num grito de guerra e se posicionaram.

Começaram a avançar pela grande ponte.

A cena ficou caótica. Humanos e licantropos bateram de frente. Rasgos, mordidas, cortes, gritos e uivos se misturaram. Vitor podia ver de longe um lobisomem agarrado a um dos homens despencando na escuridão da ponte. Via um ou outro lobisomem despencando, mas sempre vinham mais e mais. E em grandes números eles conseguiam encurralar um homem forte e preparado para a situação. Podia jurar que via corpos voando como fossem bonecos de pano – ok... Exagerado, mas estamos falando de lobisomens... Seres sobrenaturais e blá blá blá -. Ouvia os gritos de dores dos homens morrendo, não podia ficar parado ali só observando.

O filho de Ares correu para a multidão acionando Ripper e Pungent e se concentrou em seus poderes, sua visão ficou avermelhada e vários pontos vermelhos surgiam entre nos monstros. Pulou entre seus soldados e desferiu golpes nos pontos fracos dos lobisomens a seu alcance da maneira que conseguia. Um licantropo pulou entre seus companheiros em direção ao semideus. Magnus sentiu seu sentido explodir em sua cabeça, mas não foi rápido suficiente, foi agarrado e caiu ao chão.

Deitado, Vitor esquivava e defendia das garras mortais do monstro. Ripper e Pungent serviam de defesa para seu rosto que poderia ser destroçado pelas presas mortais de seu oponente. Passou poucos segundos naquela posição até que conseguiu ver um ponto indefeso na perna. Um chute intenso foi desferido contra o joelho do licantropo que cambaleou e caiu. Vitor levantou-se num salto e partiu pra cima dele. Com Quatro golpes rápidos o semideus conseguiu transformar o monstro em pó.

Ao longe um lobisomem maior que o resto de seus companheiros ia abrindo caminho em suas quatro patas. O objetivo era Vitor. O semideus curvou-se em posição de ataque e correu ao encontro do seu oponente. Ambos pularam ao mesmo tempo, garra contra garra. Vitor não temia o impacto já que uma habilidade especial o protegia. Suas lâminas perfuraram o peito da criatura e conseguiu sentir suas costas rasgarem, mas aquilo tudo só o ajudara. Os dois caíram no chão com um baque surdo. O semideus foi o primeiro a levantar, partiu pra cima já confiante de que derrotaria mais um. Porém aquele lobisomem era um pouco mais habilidoso que os outros. Vitor foi empurrado por um chute em seus peitos. Tão forte que fez o garoto ser jogado no ar por quase dois metros.

Tudo bem, Vitor tinha uma pequena vantagem do seu poder, mas aquilo doeu muito. A fúria dele explodiu, soltou um grito de raiva que o fez tremer e voltou a partir pra cima da criatura. Ambos desferiram golpes um contra o outro. Vitor não cansava, tampouco era gravemente ferido, diferente do seu oponente que lamentava cada corte profundo em seu corpo. Parecia que não restavam opções para o monstro. Para a surpresa do garoto o licantropo o agarrou num abraço mortal e o arrastou para a beirada da ponte. Vitor se contorcia e gritava tentando se soltar. Por fim o monstro já não tinha forças suficientes. Vacilou por um segundo e deu espaço para Magnus se livrar de seus braços. Milésimos de segundos antes dos dois caírem do parapeito da ponte Vitor conseguiu segurar-se. O corpo da criatura despencou na escuridão e o semideus segurou com todas as suas forças no parapeito apenas com uma mão. Não demorou muito para que dois dos camponeses ajudassem-no. Por pouco o conto de fadas não tinha um final infeliz... Ainda.

• •• • •• •

A luta parecia infinita, muitos homens foram abatidos, os números eram desfavoráveis.

-Temos que matar o rei deles – Falou um dos soldados matando uma das feras e já partindo para outra.

-Vamos, homens! Temos que cortar a cabeça para que isso tudo tenha fim. – Gritou Vitor entrando na multidão de lobisomens, abrindo espaço para que alguns homens o seguissem até dentro do castelo.

Alguns monstros os ignoraram, outros estavam ocupados, porém outros seguiram a pequena comitiva que seguia até o castelo. Eram dez contra seis. Vitor já não estava com paciência de enfrentar aqueles pequenos monstrinhos.

-Matem esses nojentinhos!

Cada homem lutava contra um lobisomem. Vitor, no entanto, tinha cinco oponentes. Um círculo de lobisomens se formou ao redor dele, ele repirou fundo como de costume e dois dos lobisomens partiram para cima dele. Com muita agilidade ele rolou para longe e foi de encontro a outro licantropo. Este não esperava tal rapidez e virou pó. Vitor rodopiava, saltava e esquivava. Conseguia lutar com todos eles ao mesmo tempo e confundi-los, além de saber onde acertar o ponto fraco de cada um. Tinha certa vantagem sobre eles. Mesmo com sua benção ele não podia arriscar se machucar tanto. Aos poucos foi derrotando de um em um. Fora da sua luta um de seus aliados haviam morrido. E todos os lobisomens caíram.

Os cinco continuaram seguindo a ponte com rapidez, mas não seria tão fácil assim. Por algum motivo inexplicável uma grande pedra – e quando digo grande quero dizer enorme! – Caiu sobre a ponte derrubando uma boa parte dela. Cinco metros separavam o pequeno grupo do final da ponte.

Treinos de sobrevivência vieram a calhar, pular aquela distancia não seria problema para o semideus. Ele deu alguns passos para trás e saltou. Conseguiu chegar ao outro lado e rolou para amortecer a queda. Os outros homens não tinham coragem de pular aquela distância. Um deles fez a mesma coisa que Vitor e se preparou para o salto.

-Não! – Gritou Magnus, mas já era tarde demais. O homem saltou. Infelizmente o salto não foi alto suficiente e o pobre homem bateu na falha da ponte e caiu na imensidão escura.

-Voltem e ajudem os outros! Eu cuido disso! – Ordenou Vitor.

Os seus soldados não obedeceram. Por incrível que pareça todos pularam. Mesmo fortes e altos eles eram ágeis.

-Estamos com você, Vitor! – Falou um deles.

Eles se dirigiram à entrada da fortaleza e adentraram prontos para a grande batalha que estava por vir.

• •• • •• •

Chegando à sala do trono, eles encontraram um pequeno grupo de Licantropos e na escada que dava ao trono estava Licáon. Era bem mais alto que os outros, robusto, seus olhos brilhavam com um toque de crueldade e sede por morte. Seus súditos tremiam em sua presença e eram perfeitos cães adestrados pelo seu senhor, nem ao menos sem sua ordem deram um passo a frente. Licáon descia as escadas rindo maleficamente. Seus olhos se fixaram em Vitor, os olhos vermelhos se estudaram por poucos segundos. Vitor sentia raiva, queria acabar com aquele lobisomem maldito e voltar para seu mundo. Antes que ele pudesse fazer qualquer coisa, o rei apontou para uma jaula do outro lado da sala.

Vitor ficou pasmo.

-Willian!

O garoto estava num estado terrível. Tinha arranhões em todo o corpo, suas feições estavam acabadas como se não dormisse há dias, mas nem se quer parecia cansado.

-Fuja Vitor! – Gritou Willian. Um bracelete vermelho brilhou no pulso do garoto. Ele urrou de dor e soltou um uivo que fez todo o corpo de Vitor se arrepiar.

O filho de Ares havia entendido tudo, ele havia caído na armadilha mais impiedosa de todas. Com muito pesar ele ativou sua corrente. A risada de Licáon estalava em seus ouvidos, mas não podia perder a cabeça agora.

-Willian, não faça... – Não teve tempo de completar. O garoto que antes era um grande aliado em batalha ganhara garras e pelos no corpo, rosnou furiosamente e iria matar qualquer coisa entre Vitor e ele.

Com muita habilidade, Magnus rodopiou a corrente por cima da cabeça e esperou Will se aproximar. A corrente cortou o ar com muita velocidade e estalou no peito do seu oponente. Will recuou um pouco, fazia um som estranho entre um grito e um uivo.

-Seja forte, cara! Resista! – Vitor recuava aos poucos, queria evitar ao máximo aquele confronto. – Lembre-se de quem você é!

Willian voltou a se aproximar, estava quase transformado por completo. Vitor notou que o bracelete brilhava com mais intensidade a cada vez que a transformação piorava. Escolha? O filho de Ares só tinha uma. A corrente serpenteou no ar em direção ao pulso do garoto e chicoteou forte o suficiente para o bracelete se despedaçar. Se o garoto perdera a mão ou estava vivo o semideus não tinha tempo para analisar.

Licáon ficou enfurecido.

-Não! Ataquem os outros! Ele é meu! – Rosnou Licáon. Seus fieis súditos partiram para a briga contra os aliados de Vitor.

-Só você e eu agora, sarnento! – Falou Vitor chicoteando o ar. Já estava ápice de sua raiva e fúria, na verdade ele estava fervendo em ódio. Licáon havia mexido com sua honra, usado seu aliado, rido de sua cara e ainda por cima se achava forte o bastante para enfrentar o semideus sozinho. Magnus iria por um fim naquilo tudo.

• •• • •• •

Vitor não esperou nada, rodopiou a corrente e chicoteou o grande rei lobisomem. Licáon já esperava uma investida. Segurou a corrente com um reflexo incrível. Sorrindo satisfeito, Vitor puxou a corrente com toda sua força. As farpas rasgaram a pele do licantropo que urrou de dor e atacou o semideus tão rápido que Vitor só teve tempo de piscar o olho e acionar seu escudo para amortecer o impacto. O garoto foi jogado para longe, suas costas doeram imensamente e sua cabeça rodava. Tentou retomar o controle, levantou-se meio zonzo e se não fossem suas habilidades ele teria sido mutilado. Licáon avançou ferozmente até ele com a intenção de dar um golpe final, Vitor esquivou com maestria para seu lado direito e o golpeou com Groot tão forte que fez o lobisomem cambalear, porém ele não caiu. Agarrou o filho de Ares e o lançou longe, Vitor caiu no chão com um baque surdo. Seu ouvido foi preenchido por um som muito agudo. Seu corpo estava dormente. De sua visão periférica conseguiu ver um de seus aliados caindo. Viu seu amigo caído do outro lado da sala. Não podia ser derrotado, não podia morrer ali, muitos homens se sacrificaram para aquele momento acontecer e todos confiaram aquela tarefa a ele. O peso da responsabilidade e honra estava sobre ele.

Os passos do rei dos lobisomens podiam ser escutados, ele se aproximava. Vitor apoiou-se e se ajoelhou. Sua cabeça tremia com sua raiva, ele ainda olhava para o chão. Ele reuniu forças, respirou fundo, abriu os olhos - agora mais vermelhos que antes - e gritou tão alto que todos ao seu redor pararam de combater. Ele conseguia ver os pontos fracos do oponente. Sabia exatamente o que fazer.

Ativou Ripper em sua mão direita. Correu em zigue-zague até Licáon e pulou com o escudo levantado. As garras do rei foram repelidas pelo garoto. Vitor dançava ao redor do lobisomem. Girava e executava golpes em partes do seu corpo. Desviava os ataques dele com seu escudo e golpeava mais uma vez com as lâminas de seu soco-inglês. Licáon já estava ficando enfadado, suas pernas bambearam. E foi ali que Vitor achou uma brecha. Com um movimento perfeito o garoto se agachou desviando de um golpe, apoiou o escudo no chão e acertou uma bela rasteira na perna esquerda do licantropo. O grande rei havia caído. Estava sobre os pés de Magnus.

Vitor se sentia enfadado. A satisfação corria em suas veias, estar acima de seu inimigo era sempre prazeroso.

-Morra Licáon! – O garoto afundou as lâminas no peito do tão temível lobisomem.

O seu último suspiro foi uma sinfonia nos ouvidos do semideus. Enfim, o grande mal que assolava aquela terra havia sido destruído. Os poucos lobisomens que ainda lutavam contra os homens uivaram aterrorizados, todos dentro da sala do trono viraram pó. Os dois homens bradaram em vitória e ajudaram o aliado caído a se levantar, como ele sobrevivera Vitor nunca saberia. Foi quando lembrou-se...

-Willian! – Ele se aproximou do amigo. – Não morra cara! Seja forte... Acorde! – Vitor estava disposto a socar a cara do garoto, porém isso não foi necessário. Will gemeu baixo e moveu a cabeça. – Pelos deuses!

Com um pequeno gesto com a mão Will pediu para Vitor se aproximar, e assim ele o fez. Encostou o ouvido próximo a boca do rapaz.

-Estou....

-Fale!

-Estou com fome.  – Gemeu ele.

Vitor revirou os olhos e riu involuntariamente.


Arsenal e armaduras:
>:
▬ {Groot} / Escudo de madeira [É feito com uma madeira que tem resistência similar a de Bronze Celestial. Pode repelir diversos tipos de ataques dependendo dos materiais que entram em contato, e dependendo da força o usuário pode desequilibrar o oponente com facilidade. Transmuta numa pulseira.] {Madeira} (Sem nível mínimo) {Nenhum elemento} [Recebimento: Missão “Invasão”] ▬ Pulso esquerdo

▬ {Ripper & Pungent}/ Socos-ingleses. [Um par de socos ingleses de prata. Encaixam perfeitamente nos dedos do usuário. Cada um tem seu nome entalhado na parte frontal. Quando pressionados nas mãos do usuário liberam três lâminas de bronze sagrado de 30 centímetros.] {Prata e bronze sagrado} (Nível mínimo: 5) {Nenhum elemento} [Recebimento: Forjado por Marlon D. Walty]

▬ Peitoral [Uma das partes de uma armadura de ouro; este é preso ao corpo do usuário por duas fitas de aço que circulam o corpo do usuário, pendendo-a na posição que este desejar; aumenta a porcentagem de defesa, e não é muito pesado.] {Ouro} (Nível mínimo: 5) {Nenhum elemento} [Recebimento: Missão “Invasão”]

▬ Ombreiras [Uma das partes de uma armadura de ouro; composta por duas camadas, uma de aço – no lado direito – e a outra de ouro polido – no lado esquerdo –. Fica ligado ao peitoral e há inscrições na ombreira esquerda com os dizeres escritos em grego antigo: "Força"; em conjunto com o peitoral, dá ao filho de Ares mais agilidade que ele teria normalmente, o que influencia de modo escasso, mas ajuda] {Ouro e aço} (Nível mínimo: 5) {Nenhum elemento} [Recebimento: Missão “Invasão”]

▬ {Piège}/ Corrente Farpada [Uma corrente de 2,5 metros, desses, 0,5 são prata e o restante bronze Sagrado, a corrente contém farpas ao seu decorrer, as mesmas são feitas de prata, a mesma se transforma em um bracelete-cobra que ao ser acionado a corrente desliza até a mão do usuário.] {Prata e Bronze Sagrado} (nível mínimo: 10) {Não controla nenhum elemento} ▬ Pulso direito

Elixir da Energia (forte): Recupera 60EP. ▬ Usado
Elixir da Energia (divino): Recupera 200EP. ▬ Usado

Informações adicionais:
Poderes usados:
Passivos:
◊ Força Aprimorada [Nível 01]
Ares é conhecido pela guerra violenta, e por estarem a todo momento praticando essa forma de guerra com tudo o que vêem pela frente, os filhos deAres adquirem força maior que o comum aos outros semideuses. Seus ataques diretos possuem mais força. Os músculos no corpo deles são evidentes, também.


◊ Orgulho [Nível 02]
Os filhos de Ares tem como característica marcante o orgulho e a fácil irritação, chegando a ser incontrolável não estressar-se com pequenos detalhes. São os "esquentadinhos" e tudo que venha a ferir o seu orgulho e honra passa a ser inaceitável. Ao contrário do efeito que você causa nos outros, com treino, pode ser "controlado". Normalmente, esse temperamento forte em combate ajuda muito o personagem a lidar com a situação, mesmo que, ao mesmo tempo, o temperamento os cause muitas lutas desnecessárias. [Criado por Katherine B. Angelline]


◊ Aura Anti-Medo [Nível 02]
Os filhos do deus da guerra sangrenta conseguem naturalmente emitir uma aura que protege contra medo e pavor, impedindo que os efeitos destes se abatam sobre os mesmos.


◊ Aparência Intimidante [Nível 03]
O corpo dos filhos de Ares é bastante musculoso, e com o comportamento natural destes guerreiros é mais natural ainda que sua aparência chegue a intimidar oponentes, evitando grande parte de atitudes e investidas hostis.


◊ Ira Propagada [Nível 04]
A fúria é proeminente nestes semideuses, tornando assim inevitáveis os combates mais simples. Além disso, essa Ira pode ser projetada nas pessoas ao seu redor, essas se tornarão mais agressivas sob os efeitos deste poder.

◊ Influência [Nível 04]
A prole da guerra, assim como apresentado por seu pai na série, tem uma aura que incita irritação nas pessoas que os cercam, principalmente inimigos - sendo mais suscetíveis a este poder graças a sua "abertura" de raiva para com o personagem. Isso acaba por influenciar em um embate, sendo que os sujeitos a raiva acabam por ser mais descuidados do que seriam em seu estado normal. [Criado por Katherine B. Angelline]


◊ Ambidestria [Nível 05]
Habilidade que permite manusear, com eficácia, armas em ambas as mãos, seja ao mesmo tempo ou não.


◊ Perícia com Armas Laminadas [Nível 05]
Os filhos do deus da guerra são ótimos combatentes, além de meros sanguinários. Sua habilidade com armas se destaca com as laminadas, ver o sangue escorrer pelo corpo do oponente é sempre uma diversão pra eles. Seus ataques se mostram mais efetivos com tudo o que pode cortar neste nível.



◊ Desenvoltura em Batalha [Nível 07]
Os filhos de Ares, apesar de robustos, neste nível podem mover-se com precisão e facilidade. Isso os deixa, decerto, quanto semideuses treinados para escapar ou contra-atacar rapidamente.


◊ Arma Inquebrável [Nível 08]
Essa habilidade fará com que as armas dos descendentes do deus da guerra nunca quebrem, ou sequer entortem quando os mesmos as usarem.


◊ Percepção Instintiva [Nível 09]
Além da TDAH da maioria dos semideuses, os da prole da guerra podem desviar de ataques furtivos, ou até mesmo projéteis lançados com certa facilidade. Mesmo quando não estão em batalha, têm uma tendência a ter um "sexto-sentido", auxiliando-os na hora de saber se estão ou poderão entrar em perigo ou não.


◊ Resistência Aprimorada & Pele Calejada [Nível 10]
Os semideuses de Ares treinam frequentemente se pondo à prova de diversas maneiras, o que resulta em poderem suportar mais dor, aumentar a consistência de seus músculos e desenvolverem seu corpo para ser mais resistente ao frio, calor, e cansaço. Sua pele calejada é a prova de seu trabalho duro, o que na certa, fica mais fortalecida a ataques de natureza física. A habilidade se aprimora com os níveis.


◊ Habilidade de Guerra [Nível 11]
A capacidade de manusear todo tipo de armas com facilidade vem neste nível. É possível manusear armas de corte, armas de impacto e armas projéteis com eficácia, aumentando assim os danos causados.


◊ Fúria [Nível 12]
Neste nível os ataques se tornam cada vez mais ferozes. É impossível que auras pacíficas o impeçam de atingir seu objetivo maior: atacar pra ferir.


◊ Sadismo [Nível 13]
O prazer vem ao ferir, quanto mais cortes fizer, mais terá vontade de fazer. O vigor destes semideuses a aumenta momentaneamente a cada ato violento que estes executem.



◊ Memória de Golpes [Nível 15]
Os Filhos de Ares podem replicar qualquer movimentos que vejam no momento, ainda não podendo utilizá-los futuramente.


◊ Adrenalina III [Nível 16]
Ao atingirem o nível 16, os campistas de Ares já podem duelar com cinco ou mais monstros ao mesmo tempo, levando em consideração tanto o nível do campista como o nível de periculosidade do monstro. Mesmo assim, eles possuem uma facilidade incomum para esses duelos.  [NOVO]


◊ Aptidão Estratégica [Nível 20]
Os filhos de Ares executam golpes com bastante precisão, errando raramente em combate. Possuem estratégia natural, algo como"saber o que fazer pra dar certo" mesmo que seja bem incomum, uma vez que agem com impulso na maioria das vezes.


◊ Regeneração Sanguinária II [Nível 24]
Cada vez está mais intenso em combate e isso permite a regeneração de 15 de Hp a cada rodada, até que sua vida esteja completamente regenerada.


◊ Pressentimento II [Nível 26]
Envolvendo-se com o pressentimento, o filho de Ares de nível 27 ou maior pode sentir golpes se aproximando milésimos de segundos antes que estes aconteçam, o que não dá muitas chances para que sejam repelidos. [Criado por Katherine B. Angelline]


◊ Memória de Golpes II [Nível 30]
Os Filhos de Ares podem replicar qualquer movimentos que já tenham visto em sua vida, podendo utilizá-los sempre que desejarem.


Ativos:
◊ Agressividade & Selvageria [Nível 01]

Ambas são marcas de Ares, essa habilidade ajudará seus filhos a não hesitarem ao realizar seus ataques. Essa habilidade também permite que os mesmos entrem em um estado de fúria, fazendo-os ficar mais determinados do que nunca em terminar a tarefa a eles delegada. Esse trunfo só pode ser ativado mediante emoções fortes.

◊ Manejo Defensivo [Nível 03]

Perícia em manusear um escudo, aumentando assim seu reflexo defensivo. Ainda é possível usar o escudo para dar empurrar o oponente.

◊ Ofensiva Múltipla [Nível 09]
Habilidade de executar vários golpes na mesma ação, possibilitando uma investida intensa.

◊ Infravermelho [Nível 19]
Este poder permite que juntamente com outro - "Pressentimento" -, o filho deAres possa analisar a força e os pontos fracos do inimigo, podendo derrotá-lo com mais facilidade, já que tudo que envolve o oponente ou oponentes ficará transparente aos olhos do filho de Ares que poderá usar tais características contra o adversário. Quando o filho de Ares ativa esse poder, sua visão fica avermelhada e seus reflexos se tornam mais competentes e rápidos. [Criado por Katherine B. Angelline]

◊ Bênção de Cura [Nível 20]
Durante dois turnos, todos os danos recebidos serão convertidos em acréscimo de HP, e os danos físicos serão negados.


Extras:
Não clica!!!!!!!!111!!!:
SAIU ESSA BOSTAAAAA \Õ/ Boa leitura sz



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Re: ♦ {Once Upon a Time} - Chapeuzinho Vermelho

Mensagem por Ayla Lennox em Seg 17 Ago 2015, 12:12


The end.
E todos viveram felizes para sempre, mesmo que o "para sempre" fosse apenas um momento.


A inda com a sensação de júbilo pela batalha vencida, os semideuses foram trazidos de volta para a biblioteca. Estavam cansados, sujos de terra e sangue, mas certamente estavam satisfeitos.

Lennox sorriu para todos, especialmente para Charlie. Reconhecia que mesmo sem ter lutado até o fim, o garoto havia feito tudo que era possível.

Olá, crianças. — Encarando os participantes de seu grupo, suspirou levemente. — Não sei quantos de vocês lembram o que falei no começo do treino.

Olhou para Carylin com uma sobrancelha arqueada. A mente da garota era uma perfeita confusão, como se a casa estivesse lotada de mais... Não sabia como aquilo a afetava, mas havia sido uma guerreira excepcional. Não muito normal, mas... Estava viva.

O nome dela era Alina. — Fez uma pausa. — Chapeuzinho. Ninguém a conhecia por quem ela era, mas pelo que ela fazia, pelo símbolo que representava.

Cruzou os braços à frente do corpo e encarou Vitor. Ah, a prole de Ares... Foi o primeiro a fazer com que Ayla repensasse seu estereótipo a respeito filhos do deus da guerra. Valentões briguentos e babacas? Nah, aquele ali tinha um coração.

A garota passou os muitos anos seguintes de sua vida como uma heroína. Continuou a defender as pessoas, a representar esperança, mas... Sempre em um parcial anonimato. — Retirando a capa que cobria seus cabelos, prosseguiu. — Privou-se de muitas coisas que poderia ter desfrutado como uma simples mortal... Mas essa foi sua escolha.

Em alguns casos, a honra vale mais que a própria vida.

Enquanto em alguns contos o “felizes para sempre” se resumia a um lugar ao lado de um príncipe sem fazer nada... O dela era feito de momentos de guerra, de perdas... Mas de glória. Escolham os seus também e tenham todos uma boa noite.

Fazendo uma mesura quase que teatral, a monitora dispensou os que estavam sob sua orientação. Estava feliz com os resultados do treino.

Nenhum deles parecia ter medo do lobo mau.

Avaliação


Como eu já disse a todos vocês o quanto os amo e o quanto estou feliz pelo treino ter dado certo... Vamos ao que importa.

Carylin S.Ogtöller

Primeiramente, saiba que você tem uma escrita bem legal - especialmente nessa conta. A ideia de narrar e especialmente ler alguém com a personalidade da Cary é muito divertida.

Seus posts eram bem objetivos e no geral você cumpria com eficiência os pontos obrigatórios. Sério, muito obrigada por fazer posts relativamente pequenos. Isso ajudou muito na hora de avaliar.

Gostei do seu estilo de luta, de forma que fiquei um pouco surpresa pelo fato de que você em todos os turnos não usou sequer um poder ativo. É interessante ver alguém que não depende de poderes pra se virar em combates.

Sinceramente não encontrei nenhum erro que valha apena ser ressaltado ou que vá resultar em descontos. Parabéns, cria da morte.
Recompensa: 500 Xp + Item
Descontos: 50 HP e 35 MP (luta e esforço)

Vitor S. Magnus

Vitu, sobre seus turnos... Que dia horrível pra saber ler. Mentira, ok?

Olha, antes de falar dos posts propriamente ditos, eu quero fazer alguns comentários que acho relevantes, você não é obrigado a ler, mas...

Assim que a ideia do treino surgiu, você foi uma das pessoas do grupo que eu vi estar realmente animado em participar. Não esperava que você fosse escolher justamente o meu, mas admito que fiquei feliz por isso.

Sempre que um turno novo saía, você ia comentar sobre ele comigo no whatsapp, fazia perguntas, elogiava... Dizia que se sentia dentro de um jogo. Realmente fez com meus olhos brilhassem diante da sua empolgação, do seu interesse. Eu via que você se preocupava quando não sabia se ia postar, que comemorava a cada ponto obrigatório que concluía (e não eram poucos) e, na boa... Isso fez o treino valer apena. Isso me deu ânimo pra escrever tudo, em avaliar tudo, então talvez seja estranho, mas não vai fazer mal caso eu te agradeça por isso.

Obrigada, moço.

Seus textos eram provavelmente os maiores, mas sem dúvida os mais completos. Encontrei alguns erros de pontuação e ortográficos que poderiam ter sido resolvidos com uma revisão, então vou fazer alguns descontos por isso. Se quiser, depois mando uma MP apontando tudo e tal.

No geral, você se saiu muito bem. Parabéns, cria da guerra.

Recompensa: 487 XP + Item
Descontos: Olha, só zerar a MP desse moço. (Não foi descontado HP por considerar o poder ativo de ares que converte dano em HP)

Charlie L. Thompson

Charlie, Charlie… Are you there?

Sobre você, rapaz… Não tenho muito do que reclamar além do fato de você não ter postado o último turno. Entendo seus motivos off perfeitamente.

Seus posts eram objetivos, limpos e eficientes. Sua narração com o Charlie é leve e acaba não sendo uma obrigação chata ter que ler. A única coisa que ressaltei na narração em si e vou fazer alguns descontos pela coerência é a forma que você finalizava com facilidade alguns dos combates. Tudo bem que os inimigos não eram tão fortes já que eram proporcionais a seu nível, mas... Bem, nada que não seja melhorado com a prática.

Parabéns, cria da noite.

Recompensa: 380 Xp (desconto de 100 xp no total por não ter postado um turno)
Descontos: 30 HP e 20 de MP (Uso do poder ativo e esforço)
Não houveram os 20% de descontos no HP e MP pois o player se justificou.

Item:
• {Werewolf} Bracelete [Exatamente igual ao bracelete que fora usado para controlar e transformar o soldado companheiro do semideus dentro da história de Chapeuzinho, Werewolf possui propriedades semelhantes, mas não tão bruscas para o portador. Uma vez por evento, conforme o desejo do dono, a pedra avermelhada começa a brilhar, evidenciando a liberação do poder. Seus efeitos fazem com que o semideus assuma características lupinas não físicas, ou seja: Sentidos extremamente aguçados (visão, audição, paladar e olfato) e também um aumento de 60% na força e agilidade. Também é capaz de reduzir em 20% danos vindos de ataques diretos. Por outro lado, há uma desvantagem: Enquanto estiver sob os efeitos do bracelete, o semideus sofrerá o dobro do dano inicial caso a arma utilizada contra ele seja feita de prata. Os efeitos duram 3 rodadas.] (Couro, rubi, magia) [Recebimento: Treino OUAT - Chapeuzinho Vermelho. Avaliado por Ayla Lennox e atualizado por ____]

Amo vocês.
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Re: ♦ {Once Upon a Time} - Chapeuzinho Vermelho

Mensagem por 117-ExStaff em Qui 29 Out 2015, 22:15

Como conversado com a narradora, o bracelete perdeu um de seus efeitos - no caso a redução de danos.

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Re: ♦ {Once Upon a Time} - Chapeuzinho Vermelho

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