♦ {Once Upon A Time} - A Bela Adormecida

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♦ {Once Upon A Time} - A Bela Adormecida

Mensagem por Ianna D. Belikov em Qui 09 Jul 2015, 22:53

the sleeping beauty
well, well...
Quando as pessoas começaram a escolher os contos dos quais queriam participar, Belikov deu graças ao seu senso de estilo que a fizera usar aquele voilette. Ninguém a escolhia, de forma que os olhos da monitora começavam a arder, sendo cobertos pela escuridão do véu. Então, eles começaram a ir em sua direção, quatro semideuses! Meneou a cabeça rapidamente e percebeu que tinha mais pessoas em seu grupo do que a maioria dos monitores e deu um sorrisinho triunfante. Puxou um pequeno banco e se sentou, expondo os pés arranhados e sujos, apoiando seu livro sobre as coxas.

- Sentem-se, amores. Não gosto de esperar. - Todos tomaram seus lugares e Ianna pigarreou antes de continuar. - Primeiro, quero conhecê-los. Digam-me nome, progenitor olimpiano, patrono... O que acharem relevante. Eu, por exemplo... - Olhou para as unhas e percebeu que o esmalte escuro já descascava, os cantos dos lábios curvando-se para baixo em desaprovação. Ergueu novamente o véu para fazer contato visual com cada um de seus pupilos. - Filha de Afrodite e mênade! Incrível, não é? - Tentou refrear a animação, mas não conseguiu. - Vez de vocês. - Esperou que todos dessem as informações pedidas, enquanto os olhos se fixavam na pequena criatura que viera com uma das semideusas. Parecia uma criança, o que lhe preocupava, mas todos deviam arcar com suas escolhas, não é? O último semideus terminou de falar e a monitora respirou fundo, abrindo o livro. - Boa sorte, irão precisar. Era uma vez... - A voz melodiosa da garota passou a embalar os semideuses, de forma que todos eles ficassem atentos apenas às suas palavras. Então, o clarão e puf!, todos sumiram, sendo sugados pelo livro.

[ ... ]

Estavam todos em alguma época que não pareciam compreender. Os semideuses vestiam roupas dignas da realeza e estavam à frente de um palanque, cercados por desconhecidos. Ianna sorria, sua expressão ameaçadora. Confusos, olhavam em volta e não conseguiam entender o que se passava, aflitos pelo burburinho que os cercava, até que um homem chamou a atenção de todos com um movimento da mão. Ele se posicionou no meio do palanque, um sorriso gentil estampado nos lábios. Seus olhos estavam marejados.

- Estamos aqui para comemorar. Depois de anos, nossa rainha, minha querida esposa, concebeu uma criança! - A multidão foi ao delírio com "vivas!" e palmas. O rei rapidamente os silenciou novamente. - Apresento a vocês a princesa Aurora. Que ela possa aquecer seus corações e amá-los como nós a amamos. - Uma mulher se uniu ao rei, com uma criança envolta em panos brancos e bordados com fio de ouro.  Mais gritos e sorrisos, a animação corria o salão. Ao olharem para o lado, os quatro semideuses notaram que sua instrutora não mais ocupava seu lugar. Estavam sozinhos.

Então, um estrondo tomou o lugar. Um ranger ressoou quando uma mulher pisou no primeiro degrau do palanque, seu tirso servindo como cajado, indo em direção ao casal real. De cabeça baixa, os cabelos cobriam seu rosto até que alcançou a pequena família contente. Quando ergueu o rosto, um suspiro coletivo pareceu tomar o lugar, seguido pelo silêncio sepulcral. Ianna estava ali, passando uma das unhas pela bochecha rosada do bebê, enquanto os pais estavam perplexos demais para fazer algo.

- Well, well... É uma bela criança, de fato. Devo dizer que tenho notícias maravilhosas para vocês. - Caminhou pelo palanque devagar, como se pensasse no que dizer. Subitamente parou, apontando um dedo magro para a rainha. - Ela desonrou sua promessa. O sangue real está manchado pela traição, a princesa pagará por isso. - Sorriu, os olhos aparentando uma luta contra a loucura. Voltou a andar mais um pouco, parando à frente de seu pequeno grupinho. - Em seu 16º aniversário, Aurora irá pagar pelos atos vis da mãe. Ela vai morrer, oh, sim, morrer! - Belikov gargalhou. Gargalhou, gargalhou e gargalhou, até que o ar começasse a faltar em seus pulmões. Então, saiu do salão, ninguém ousando soltar um pio. Os quatro trocaram olhares. Que diabos havia acontecido ali?

adicionais:
♦ Desculpa o drama, adoro isso q
♦ Coloquem armas, mascotes e poderes em spoiler, code, sinal de fumaça, qualquer coisa, desde que no fim do texto.
♦ Não coloquem "considerar poderes até tal nível. Não sou adivinha e nem obrigada a ir procurar. O que não estiver em spoiler de maneira adequada, não será considerado.
♦ Evitem usar templates muito estreitos, com barrinhas, com cores cegantes e etc. Ah, eu sou um pouco cega, então evitem as fontes muito pequenas.
♦ Local: Salão Real
♦ Horário: Começo da noite, iluminação oferecida por velas e candelabros.
♦ Clima: Frio (14ºC)
♦ Vocês possuem um prazo de 5 dias.
♦ Caso haja alguma dúvida, mandem MP. Gente, eu não sou má, não mordo e não mato. Me perguntem mesmo caso existam dúvidas.
♦ Boa sorte, fiquem bem. Mas nem tanto, tá?

- PONTOS OBRIGATÓRIOS:

♦ Descrevam toda essa introdução. Quero saber sentimentos, pensamentos, me passem a essência do personagem, plmdds, isso conta muito pra mim. Descrevam a sensação de serem cegados e sugados para dentro do livro, a confusão inicial e os acontecimentos pelo ponto de vista de vocês.
♦ Depois que Ianna sair do salão, narrem o desespero das pessoas ao redor e suas próprias sensações a respeito do que está sendo apresentado.
♦ Logo, o rei levará a rainha e Aurora por uma porta atrás do palanque e todos serão forçados a sair do salão. Ao chegar a vez de vocês serem retirados, outro clarão os cegará, transportando-os para um pequeno quarto escuro onde uma mulher chora, sentada à janela, iluminada apenas pelo luar. Decidam se irão falar com ela em conjunto, individualmente, tanto faz, mas devem terminar o post fazendo suas tentativas de contato.
itens levados:
♦ {Arche de l'Amour} / Arco longo [De cores dourada e prata, este arco de bronze sagrado possui um desenho elegante e chamativo, mas não vulgar. Para todos os efeitos, age como um arco longo comum. No nível 20 transforma-se em um anel que faz par com Enchantè.] {Bronze sagrado} (Nível Mínimo: 1 ) [Destreza/ Ataque/ Poder de precisão][Recebimento: Presente de Reclamação de Afrodite]

♦ {Enchantè} / Aljava de Flechas Infinitas [As flechas reluzem claramente, dado o acabamento mais elegante se comparado à armas de outra origem. Porém, são apenas flechas de bronze sagrado. O compartimento é feito de couro, decorado com filigramas metálicas. No nível 20 transforma-se em um anel que faz par com o Arche de l'Amour.] {Couro e bronze sagrado; Madeira de freixo e bronze sagrado}

♦ Tirso [Cajado com propriedades mágicas; leve e super-resistente, diminui gradativamente os gastos de energia e auxilia na manipulação do vinho. Possui videiras ornamentadas em sua superfície e, de guarnição, algumas uvas] [Presente de Dionísio]

♦ Cantil Mágico [Cantil atribuído com a benção de Dionísio; contém vinho inacabável e recupera 10HP/EN por missão] [Presente de Dionísio]

♦ Gauth [Adagas gêmeas feitas especialmente para Andy. As armas adaptam-se perfeitamente à forma da semideusa de lutar, e mesmo que sua perícia não seja esta, alguns dos ataques com as lâminas poderão dar danos maiores se estes forem bem explicados. Os cabos possuem as letras "A&G" entalhadas. Os detalhes são pequenos caduceus entrelaçados a algumas roseiras, perfeitamente esculpidos nos cabos.][Presente da Rafa, sua amada ♥]

♦ {Uncontrolled} / Colar [Colar feito de prata, com um pingente arredondado também de prata, que pode ser aberto. Dentro há uma foto de Ianna pouco mais sombria. Quando aberto, a semideusa cede parte de sua mente para seu ID, aumentando a potência de golpes físicos em 30% por dois turnos. Porém, quando o faz, a moça perde controle sobre suas ações, só retornando consciência após passados os turnos.] {Prata} (Nível Mínimo: 20) {Não controla elementos} [Recebimento por Aldrick no treinamento do 3º Trimestre de 2014]

♦ {Double} / Anel [Um anel feito de ouro um rubi incrustado em seu centro, representando uma rosa. Uma vez por missão, durante dois turnos, Ianna poderá criar um clone de si mesma. A cópia será exatamente igual à usuária e terá as mesmas habilidades físicas; no entanto, se o clone utilizar habilidades ativas, a MP provirá da original - ou seja, se o clone utilizar uma habilidade ativa, a energia (MP) de Ianna será descontada como se ela própria houvesse usado o poder. A ativação é de acordo com a vontade da usuária.] {Ouro e Rubi} (Nível Mínimo: 20) [Recebimento: Missão "The Other Me", por Poseidon]

♦ Adaga Ácida [Uma adaga comum de bronze banhada em ácido muitíssimo corrosivo. Em contato com qualquer coisa que não uma bainha especial que veio com a Adaga, corrói muito facilmente, portanto deve tomar cuidado para não se atingir com o ácido]
poderes relevantes:
passivos:
afrodite:
♦ Visão auspiciosa (Nível 19) [NOVO - idealizado por Sadie Bronwen]: O filho de Afrodite enxerga a aura da emoção das pessoas ao seu redor. Não é telepatia, ou algo do tipo, mas ele sempre vai saber o estado emotivo das pessoas - ansiedade, raiva, amor, nada escapa de seus olhos. Não detecta pensamentos ou informações específicas, apenas o sentimento geral. Por exemplo, se alguém mentir para eles, não conseguem perceber, mas podem identificar que o locutor está ansioso, mesmo que não identifiquem o motivo. Não pode ser desativado.

♦ Linguagem corporal (Nível 50) [NOVO - idealizado por Sadie Bronwen]: A sedução é um jogo que envolve muitos fatores, dentre eles a capacidade de emitir sinais, e reconhecer aqueles enviados pelo alvo para ver se estão em sintonia. Por isso, a capacidade dos filhos de Afrodite é aprimorada nessa área. Eles reconhecem sinais da linguagem corporal, podendo analisar melhor aqueles ao seu redor. Não é uma premonição e não é certo, mas auxilia - sinais de que a pessoa está descontente, está nervosa, está mentindo ou interessada em algo, etc. O corpo fala, e o filho de Afrodite é capaz de ouvir.
dionísio:
Level 19 ~ Habilidade Teatral III ~ Todos acreditam nas palavras que proferirem de sua boca, colocando toda a fé e caindo em suas emboscadas. Consegue deixar monstros aturdidos por sua capacidade de mentir, e sua atuação é perfeita.
ativos:
afrodite:
-x-
dionísio:
-x-
lalala | evento | post 02



Ianna D. Belikov
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Re: ♦ {Once Upon A Time} - A Bela Adormecida

Mensagem por Lana D'yer Hempstead em Dom 12 Jul 2015, 18:27



— LANA D'YER : TITANIUM — EVENTO : ONCE UPON TIME
I'm bulletproof, nothing to lose, fire away, fire away. Ricochets, you take your aim, fire away, fire away. You shoot me down but I won't fall.
I AM TITANIUM!
Desconfiada, eu estava completamente desconfiada com todo o mistério que rondava aquela reunião. A incerteza que tinha sobre o que viria a seguir aflorava ainda mais minha insegurança, principalmente após Clarisse deixar escapar palavras que insinuavam que ali haveria perigo de morte. Ouvir sempre foi necessário, e devido a essas palavras passei a pressupor que aquele não seria um treino comum.

Eu poderia me sentir mais corajosa e destemida, lançar-me de cabeça em qualquer aventura. Após tanto tempo e inúmeras acontecimentos conseguia ser mais segura diante a algumas situações, mas o que era para ser um treino estava enigmático demais, enigmático como a filha de Afrodite que nos guiaria naquela jornada. E era preciso tomar as decisões certas antes de me afundar em um abismo de equívocos.

Ianna sentou-se em um banquinho que por ela fora arrastado. Sua ação seguinte foi pedir para que todos nos apresentássemos. Nesse momento senti o coração palpitar em uma batida mais pesada e inconformada. A minha apresentação seria tão ínfima e decepcionante. Mesmo após certos meses sequer imaginava qual seria meu progenitor divino. Mas as lamúrias foram esquecidas quando a mênade fixou seus olhos em Cassidy, que estava animada demais ouvindo os outros semideuses que passaram a se apresentar. Aquela simples atitude da cria da beleza foi capaz de disparar um alerta interior que indicava perigo. Eu, que já era super protetora ao extremo com Cassie, fiquei ainda mais paranoica e sem perder tempo decidi me impor perante à fada teimosa. Nem era para ela estar ali.

Virei meus olhos para a pequenina e puxei seu rosto para que me encarasse. Mirei profundamente seus olhos cinzas e comecei a exigir com uma seriedade que por poucas vezes conseguia usar com ela.

- Escute-me, não acho que o que acontecerá a partir daqui seja seguro para ninguém, principalmente para você. Quero que você saia por aquela porta e me espere junto às náiades, elas cuidarão de você nesse tempo em que eu estiver ocupada. – apontava para a saída da biblioteca. A única opção da pequena era obedecer. Cassidy era frágil demais, como nenhuma outra criatura era, ainda não tinha a capacidade de se defender. Perdera seus poderes, não portava nenhuma arma, seria presa fácil para qualquer um. Minha constante preocupação em protege-la era sempre prioridade, muitas vezes eu conseguia, mas se por alguma desventura falhasse? E o provável perigo de morte não me deixava tranquila...

- Mas por quê? Eu quero ouvir a historinha... – ela relutou. Seus olhos mostravam um brilho decepcionado, pedante. Mas não tinha conversa, ela sairia, nem que fosse na base da chantagem.

- Por que mais tarde vou te contar uma história ainda mais fantástica, com muitas fadas e você ainda vai poder comer jujubas.

- Jujubas? – seus olhos brilharam entusiasmados, eu havia tocado em seu ponto fraco. – Jujubas amarelas, rosinhas, vermelhas e amarelas? Nada daquelas azuis, elas não tem um gosto bom... – o ar travesso da pequena triplicara, ela ainda arregalara seus olhos e sorria.

- Sim. Trago um saco duplo. – apelei. No mesmo instante a fada se levantou, correndo quase que na velocidade de um furacão, saindo da biblioteca e permitindo que respirasse mais aliviada, tinha uma preocupação a menos.

- Lana D'yer, indefinida. – apresentei-me, finalizando aquele estágio. A partir de então o conto começaria e boa sorte foi desejada a todos.

Fixei meus olhos sobre Ianna e então um clarão repentino apareceu para cegar a todos, um lampejo digno de qualquer obra mágica. Duramente atordoada, com a cabeça a girar de forma nauseante, senti meu corpo ser sugado por uma força indescritível, incapaz de ser contida. Meu corpo adormeceu, tudo teve a capacidade de fazer meu estômago embrulhar, meu corpo pareceu leve e frágil ao mesmo tempo. Não era capaz de lutar contra aquela força invisível.

Parte da História


Quando finalmente retomei minha consciência e o poder sobre meus movimentos, o mundo que estava ao meu redor era completamente diferente do mundo real, parecia ser de outra época, parecia pertencer a uma realidade alternativa. O primeiro indício veio quando analisei minhas roupas. Eu vestia um vestido, o que já mostrava que algo estava muito estranho, só que este vestido não era os que costumamos usar hoje em dia... Parecia de séculos e mais séculos atrás e era nobre, belo, mas incômodo.

Um palanque estava diante de nós e uma multidão de desconhecidos nos rodeava. Minha mente ficou aturdida, ao mesmo tempo assustada. Confusa, olhei para Belikov, ela parecia feliz, mas de uma maneira macabra. Nenhuma palavra saia de minha boca, em compensação o burburinho ao meu redor era intenso, até um homem se manifestar sobre o palco. Todos os olhos voltaram-se para ele.

O senhor estava emocionado. Pouco tempo depois descobrimos o motivo: uma princesa nascera. A euforia foi intensa, contida apenas pelo retorno das palavras do rei. E então a pequena Aurora foi apresentada. Mais demonstrações de alegria dominou o local e quando olhei para o lado onde Ianna estava, percebi que a filha da beleza havia sumido como em um passe de mágica.

Sem nem ter tempo para me recuperar, fui golpeada por mais uma surpresa. Um estrondo tão forte quanto um raio estremeceu o salão, e uma figura curiosa surgiu, subindo ao palanque com uma postura esquisita. O silêncio perdurava, o clima estava tão tenso que a maioria ali pareceu prender a respiração. E então a figura mostrou sua face, arrancando um suspiro apavorado e tendo o poder de tornar o silêncio ainda mais pesado. Não sei o que estava acontecendo com os outros, mas eu apenas estava surpresa porque a tal figura era Belikov. A cria da Afrodite era a bruxa má dos contos de fadas, a vilã perversa e detestável do conto d'A Bela Adormecida. Não posso dizer que a partir de então tudo pareceu fazer sentido...

Completamente insana, a semideusa despejou palavras que no princípio eu não conseguia compreender o motivo. Ela caminhou em direção ao grupo que a escolhera para seguir e revelou a conhecida maldição: Aurora estava fadada à morte, aos dezesseis anos sua vida seria ceifada, exatamente, ceifada... Não foi dito que ela cairia em um sono profundo, era prometida a morte da pequena e o motivo estava ligado à sua mãe.

As gargalhadas assustadoras da semideusa preencheram o local, ela parecia impossível de parar, até que por fim perdeu o fôlego e partiu. Ainda mais confusa eu olhei para os três que me acompanhavam naquela jornada. Todos estavam como eu, sem nenhuma ideia de como explicar o que acontecera naquele salão. A única coisa que sabíamos era que fazíamos parte da história e não parecia ser um sonho ou ilusão...

Após a Maldição Declarada


A multidão que abarrotava o salão real começou a se desesperar após tantos minutos de silêncio. Entre muitas falas exaltadas, pedidos aos deuses para que a criatura inocente fosse poupada, todos agiam como baratas desgovernadas. Alguns ainda corriam pelo local, parecendo querer fugir de um perigo invisível, mas muito presente.

Permaneci parada em meio ao caos, percebendo rei e rainha se retirarem com a amaldiçoada Aurora por uma porta que ficava aos fundos do salão. Meu coração pesou. Não sabia o grau de verdade que havia naquela história, mas para mim era inaceitável jurar a morte de uma recém-nascida inocente. A princesa tinha poucos dias de vida e já estava fadada à morte, isso por uma louca... Não sabia o que Ianna pretendia com aquilo, mas cerrei meus punhos, sentindo minhas pequenas e finas unhas a ponto de rasgarem a pele de minhas mãos. Inconformada, virei na direção para onde a semideusa bruxa má havia seguido. Ela não estava mais lá, mas eu de forma tola esperava encontra-la. Ao dar o primeiro passo percebi o quanto aquele vestido longo complicava meus movimentos, comecei a desejar usar uma roupa masculina qualquer, pelo menos ela seria mais confortável... Segurei a saia daquela roupa, levantando ao ponto que me proporcionava passos mais seguros e dei mais um passo, mas não tinha ideia para onde seguir e nem o que fazer. Nesse momento muitos já estavam sendo expulsos do local.

Um guarda então me levantou do chão, parecendo preparado para me retirar a força do lugar. Gritei por poucos segundos até o mesmo clarão explodir, cegando-nos e levando todos os semideuses para um novo capítulo...

A Mulher que Chora


Quando novamente pude retomar minha consciência percebi que estava caída de joelhos em um quarto escuro. Tinham mais pessoas ali e uma mulher que chorava atraiu minha atenção.

Tratei de me levantar, limpando qualquer resquício de sujeira que manchava o tecido nobre de meu vestido. Quando terminei, olhei em direção à janela de onde ressoava o som do pranto. Pouca iluminação no local era proporcionada apenas por velas e candelabros, mas a mulher parecia ser iluminada pela luz do luar, o que aprofundava ainda mais todo o clima dramático.

Estranhei a situação nos primeiros minutos, mas quem não estranharia? Depois decidi que falaria com a senhora, a curiosidade para reconhecer seu rosto e o motivo para suas lágrimas era mais forte que qualquer um receio. Então segui em sua direção, levantando meu vestido odioso, ignorando a ação dos outros. Precisava ter respostas de qualquer maneira...

- Senhora, porque chora?- arrisquei perguntar, dando passos cautelosos e em um tom cordial.




◉ informações

Arsenal:

— Faca [Sua lâmina bronzeada mede cerca de 24 cm, e seu cabo tem o mesmo comprimento padrão. É bastante afiada e é perfeita para ataque ágeis e rápidos. O bom desta arma é sua eficiência tanto para mãos hábeis quanto para manuseios mais inexperientes, pois é uma arma curta, fácil de esconder e ao mesmo tempo fácil de manusear. Seu punho é feito de aço, mas uma camada de couro escuro cobre o aço para que o usuário possa segurá-la firmemente. Na parte inferior da lâmina, próxima ao cabo, há entalhado as siglas do Acampamento "CHB"; uma propriedade que só os meio-sangues e criaturas místicas podem ter e usar (ajuda um pouco na destreza)] {Bronze, aço e couro} (Nível mínimo: 1) {Nenhum elemento} [Recebimento: Administração; item inscrição padrão do fórum] (Cano longo do all star)

— {Winter} / Adaga [Uma adaga feita inteiramente de gelo, apesar de ser colorida: sua lâmina é tradicionalmente prateada, como se fosse feita de algum metal, e sua empunhadura é dourada. Possui cerca de 30 centímetros ao todo, sendo que a lâmina tem 20 e a base tem 10. Ao atingir alguma parte do corpo de um monstro ou semideus causa uma leve dormência na região, que dura um turno e atrapalha os movimentos daquela área durante esse período.] [Gelo, tintura prateada e tintura dourada] [Nível mínimo: 5] [Nenhum elemento] [Recebimento: recompensa pela missão "Mas eram só morangos", avaliada por Quíron e entregue por ♦ Lady Íris.] (Cós da calça)

— Rede [Rede de fios resistentes, usada para imobilização dos inimigos. Em seu centro pende uma corrente fina de bronze com um pequeno peso na ponta, para facilitar o manuseio - a rede é girada e atirada por esse cordão, se abrindo no ar e caindo sobre o inimigo se o golpe acertar, mas é difícil de ser usada mais de uma vez por combate, devido ao seu funcionamento. Contudo, se efetiva, paralisa o oponente por 3 rodadas - ele ainda pode se defender, mas terá seu ataque e defesa reduzido em 50% até se livrar da rede, e não poderá sair do lugar.][Fibras e bronze sagrado][Sem elemento][Nível mínimo: 2] (Amarrada na cintura de um jeito fashion -q)

— Soco inglês [Estrutura metálica, feita para ser encaixada nos dedos, potencializando o poder de ataques corporais. Causa dano contusivo, da mesma forma que uma clava, por exemplo, mas pode ser devastador no caso de usuários com grande capacidade física.][Bronze sagrado][Sem nível mínimo, sem elementos] (Na mão direita)

— Bordão [Cabo de madeira cilíndrica, sem pontas e muito simples, do tamanho do usuário. É usado mais em táticas defensivas. Devido a resistência do material e sua densidade, não causa dano letal, podendo apenas deixar o inimigo atordoado ou, em casos muito graves, inconsciente. Usado geralmente quando se quer capturar e não matar o oponente. Exige o uso de ambas as mãos para o manuseio adequado, impossibilitando o uso de escudos ou outros itens, mas permite manobras defensivas.][Madeira][Sem elemento, sem nível mínimo] (Arma principal, segura na mão direita)

— {Blood} / Colar [Um colar de prata com um pingente representando uma gota de sangue. Uma vez por missão e somente quando o usuário está com menos de 20% de vida da barra total, o colar restaura a vida do usuário em 10% da barra total.]{prata}(nível mínimo: --){não controla nenhum elemento}[Recebimento: Stage of Blood - Treino Trimestral] (No pescoço)

— {Shock} / Luvas [Uma luva de couro enfeitiçada para se encaixar perfeitamente na mão do utilizador. Sua cor também muda dependendo da preferência de quem estiver vestindo elas. Sempre que o dono quiser, espinhos com cerca de 1cm surgem para dar um dano leve de perfuração ao socar o adversário.] [Couro e Ferro] [Nível Mínimo: 10] [Sem elementos] [Recebimento: Éolo por cumprir a missão "Cadáver Molhado"] (Nas mãos)

Resumo de ações:

Lana percebe os riscos da missão e convence Cassie a não participar a base de chantagem. No salão real ela apenas observa. A semideusa é a primeira a tentar falar com a mulher misteriosa, ela faz isso sozinha.
Observações Importantes:

~ Mexer com a Cassidy é, no mínimo, perder um braço e no máximo ganhar passagem para o submundo... No futuro... Muahaha ~
~ Cassidy só foi usada para escolher o conto, um de meus favoritos. Cof cof ~ esqueci que em Peter Pan também existia uma fada... cof cof ~ A mascote saiu da biblioteca antes de todos serem transportados para dentro do conto.
~ Eu realmente não sei aonde guardar as armas usando um vestido de época. Kkk ~ >.<
~ É difícil escrever algo decente com uma matraca do seu lado... >.<
~ la la la
~ Qualquer dúvida, MP!
~ Beijos!

POST: 02 || COMEÇO DE NOITE || CLIMA FRIO || ROUPA
(c)

Lana D'yer Hempstead
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Re: ♦ {Once Upon A Time} - A Bela Adormecida

Mensagem por Olive C. Parveau em Dom 12 Jul 2015, 23:54

Once Upon a {Dream} #*1

And I know it's true. That visions are seldom all they seem. But if I know you, I know what you'll do, You'll love me at once the way you did once upon a dream

   
   
   
✫ Apesar de estar fazendo de tudo para não deixar aquilo transparecer, eu estava muito nervosa. De fato, eu sempre fui uma pessoa muito orgulhosa, e odiaria fazer com que tivessem uma má impressão de mim. Tudo isso somava-se com minha insegurança por não estar sabendo absolutamente nada sobre como seria aquele treino, me deixando realmente atormentada. ODEIO, não saber das coisas. - Pensei.

A monitora responsável pelo conto que eu havia escolhido puxara um banco e sentou-se. Reparei melhor na roupa que a mesma vestia, a caracterização era bem interessante, na verdade, mas eu não fazia ideia de qual personagem do conto ela queria trazer com aquelas vestimentas. Ianna, então, pediu que nos apresentássemos, começando por ela. Olhei para o lado e percebi que havia uma garota acompanhada de uma criatura... peculiar, parecia uma criança, de mais ou menos 1 metro, mas havia algo... diferente. Parece que ainda tenho muito o que aprender sobre o mundo divino... - Pensei.

-Me chamo Olive Parveau e... Sou filha de Hécate. - Falei assim que chegou minha vez de fazer as apresentações.

Assim que todos haviam se apresentado, Ianna nos desejou boa sorte. Aquele vão precisar me causara um leve frio na barriga, levando-me a pensar onde eu havia me metido. Prestei atenção nas palavras que a mênade proferia, quando, de repente, um clarão envolveu-me. Tentei piscar várias vezes, mas de nada adiantava. Senti-me sendo sugada por algo, não sabia se era obra dos monitores ou de alguma força externa, mas aquilo, de fato, havia me causado um grande incômodo.

[...]

Quando voltei à mim levei um susto. Aquele devinitivamente não era o acampamento. Parecia uma época bem antes da que eu vivia, constatei pelo lugar e pelas roupas das pessoas que conseguia ver. Minha própria roupa era bastante peculiar, parecia algo da realeza, mas, de certa forma, me incomodava. Era relativamente mais pesada do que as roupas que eu costumava usar, principalmente pela espalhafatosa saia, característica das antigas roupas da realeza, me fazendo pensar como iria fazer caso precisasse lutar - e com certeza precisaria. Ianna estava perto, sorrindo com uma expressão que despertava uma leve desconfiança.

Fui desperta de meus pensamentos pelo movimento de mão de um homem que se posicionava num palanque, seu sorriso gentil fazia-me achar que não era hostil, mas mesmo assim dobrei minha atenção. O homem, então, anunciou o motivo do pronunciamento: sua esposa havia acabado de conceber uma criança. A multidão ia ao delírio, fazendo com que eu imitasse-os, apenas para não despertar a desconfiança de alguém. Assim que o rei silenciou a todos, apresentou a nova princesa, que unir-se-ia, nos braços da mãe, ao rei.

Em meio à animação, um forte estrondo calou a todos, fazendo-me engolir em seco. Subira pelo palanque, se aproximando da família, e, ao levantar a cabeça, fiquei perplexa: Ianna, a filha de Afrodite que nos guiara, estava ali. Olhei pro lado onde a mesma estava e, realmente, havia sumido. Eu conseguia sentir a aura mágica por perto, me causando um pouco de incômodo.

As palavras que Ianna proferira parecia causar medo à todos. Eu lembrava que já ouvira o conto da Bela Adormecida, e aquilo com certeza não acabaria bem. A maldição estava lançada, tendo como motivo uma certa traição feita pela rainha. A criança que, na inocência de sua idade, parecia não entender o que estava acontecendo, estava fada à morte logo quando completasse 16 anos de vida. A mênade, que fazia o papel da bruxa má da história, saíra do local, que ficou preenchido pelo silêncio. Troquei olhares com os outros semideuses que haviam me acompanhado, todos pareciam, assim como eu, não ter entendido muito bem o que havia acabado de acontecer. Era possível constatar o desespero das pessoas ao meu redor, alguns fios de lágrimas eram visíveis nos rostos de alguns, olhares vagos eram perceptíveis. Minha mente pesava por Aurora, a recém-nascida que havia tido a morte decretada sem ao menos conhecer a vida direito. Que poder sobre as parcas a... Ianna, ou sei lá, tem, afinal? - Pensei.

A família real havia sido conduzida, pelo rei, por uma porta atrás do palanque. Os guardas forçavam todos a sair do salão e, assim que chegou minha vez, fui tocada por um dos guardas, que me levantara para que me retirasse à força dali. Tentei resistir, chutando o ar e tentando dificultar a vida do guarda, mas logo outro clarão preencheu o meio. Qualquer que fosse a cena que viria depois daquilo, eu realmente queria estar em casa.

[...]

Agora estava em uma sala bastante escura. Os prantos de uma mulher, sentada à janela e iluminada pela luz do luar, eram audíveis e me incomodavam. Tudo estava ficando cada vez mais estranho. Mais uma vez, engoli em seco. Olhei para os outros integrantes do grupo, todos pareciam igualmente desconfiados. Foi quando a outra garota - a mesma que falara com a criatura que parecia uma criança, se levantara e se dirigira até a moça, com a intenção provável de fazer contato. Hesitei, mordendo o lábio inferior, mas fiz o mesmo que ela, seguindo-a. Assim que a mesma perguntou o motivo do choro da mulher, parei, alternando o olhar entre a garota e a mulher à janela:
-Bom, pode ficar tranquila, não somos hostis. - Afirmei.
thanks, ♛ and ▲
Olive C. Parveau
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Re: ♦ {Once Upon A Time} - A Bela Adormecida

Mensagem por Kalled C. Almeida em Qua 15 Jul 2015, 00:56



The Sleeping Beauty

You want to hear a story?
Atentamente, passei a ouvir as palavras proferidas por Ianna e enquanto ela balbuciava algo sobre o livro, tudo em minha volta começou a tremer, como se eu estivesse tendo um ataque de vertigem, de repente me vi em uma espécie de salão vestindo roupas nobres e assistindo um homem em cima de um palanque segurando uma bela  bebê em seus braços e anunciando-a para o povo ali presente.

Neste momento percebi que estava em um salão social de algum castelo e que provavelmente aquele homem era o rei. Tentei controlar-me para não levar um susto, mas ao mesmo tempo notei uma figura feminina entrando pelo salão de cabeça baixa e murmurando algo, e logo em seguida a figura aproximou-se da criança e acariciou-a de forma assustadora, ao levantar a face notei que tratava-se da filha de Afrodite, a mesma em tom histérico começou a gritar sobre traições e pecados da mãe serem a razão pela qual a filha deveria ser punida, a loucura em sua face era evidente e assustou a todos que tumultuaram o salão gritando em desespero.

– Fiquem todos calmos, podemos resolver isso! –disse enquanto encarava as outras semideusas ali presentes, mas antes que pudesse fazer algo, a cena mudou novamente e desta vez eu estava com as duas semideusas do Acampamento dentro de um quarto escuro, e para nossa surpresa, do lado oposto havia uma mulher chorando.

Uma das meninas se aproximou e perguntou o que acontecia, enquanto a outra afirmava que estávamos ali, mas não éramos hostis. Tranquilamente eu disse.

– Conte-nos o que houve e talvez possamos lhe ajudar – falei enquanto elevava a eficiência de minha audição, afinal não queria ser pego de surpresa por nada.




Armas comigo:

♣♣♣♣ Ataque♣♣♣♣
♣ Espada da Juventude [É uma arma grande, feita especialmente para o corte. A cadência de sua lâmina proporciona sempre um afiamento máximo às laterais. A arma é menos recomendada a perfurações diretas, é melhor apenas no decepamento. O cabo é bem maleável, com empunhadura de encaixe perfeito às mãos da semideusa. A lâmina tem 93 centímetros]{cabo é feito de couro endurecido, a guarda é feita de ouro branco, e a lâmina é à base de ouro sagrado} (Nível mínimo: 25) {tem o poder peculiar de, quando empunhada, causar um cansaço mental no oponente} (recebida na missão "Uma missão obrigatória", de Poseidon em 04/03/2013}.  embainhada na cintura
♣ Yamato Ψ[Montante de 1,05 cm de bronze sagrado com uma bainha de bronze. Possui a propriedade de fogo presente em sua lâmina. Transmuta-se em um isqueiro.] { bronze e bronze sagrado} {fogo} {nível mínimo: 20} bolso esquerdo
♣ Machado orc duplo ensanguentado: [ Esta arma agora tem a presença do sangue do lado esquerdo de uma górgona presente em suas lâminas, é de conhecimento geral que o sangue do lado esquerdo de uma górgona mata imediatamente, no entanto pelo fato de o sangue estar dissolvido na arma ela apenas fará com que o oponente sofra uma incrível dor e um mal estar pelo veneno, sem contar com o ferimento causado pelo corte; de modo que os danos causados pelo machado são 15% maiores por causa do veneno, que deixa o oponente ferido levemente zonzo. Vale lembrar que se o oponente do semideus estiver bastante fraco, o golpe dessa arma será fatal, sendo que para isso o inimigo precisa estar com seu HP igual ou menor que 5% do total. Quando não está em uso transmuta-se em uma caneta.]{Bronze Sagrado e Madeira} (Nível Mínimo: 30) {Não Controla Nenhum Elemento}[Forjado por Harry S. Sieghart ]  bolso direito
♣ Machado Médio Duplo de Guerra [Um machado de duas lâminas grande, feito para batalhas. A lâmina negra é de ferro estígio, que, além de causar danos fisicamente, causa danos na alma do atingido. Não captura almas. A lâmina bronzeada é de bronze comum, que, quando atinge alguém, causa um choque de intensidade baixa, causando um leve desnorteio. Transmuta-se em um canivete suiço]{ ferro estígio e bronze} { eletricidade e poder de causar dano nas almas}{ nível mínimo: 30} bolso esquerdo
♠ Anel com uma nota musical cravado nele que se transforma em uma espada de bronze sagrado com um desenho na lâmina (uma clave de Sol). Inquebrável e fica flamejante nos momentos mais cruciais. Magicamente, mesmo dentro da água, o fogo não se extingue, e os movimentos da arma não são retardados pela resistência da água, os ataques tendo a mesma velocidade do que se executados fora da água.{bronze sagrado} {fogo especial} {nível mínimo: 25} indicador esquerdo


♣♣♣♣ Defesa ♣♣♣♣

♣ Pulseira de ouro branco [Se transforma em um escudo de ouro branco sagrado, indestrutível][By: Éolo]{ouro branco} {não controla elementos} { nível mínimo: 3}  pulso direito
♣ Armadura [Uma armadura completa, possuinte do peitoral e perneiras feita de ouro. Bem resistente e leve, a armadura tem compartimentos secretos para algumas armas de Kalled, como martelos e machados, além de ter uma bainha para se colocar alguma espada. Transmuta-se em uma jaqueta combinando com uma calça jeans surrada.]{Ouro Solar} (Nível Mínimo: 30) {Não Controla Nenhum Elemento}[Presente de Aniversário de Lucas R. e Forjado por Harry]  vestindo

♣♣♣♣ Outros ♣♣♣♣
♣ Sunlight [Um anel em ouro, com um sol entalhado em alto relevo. Duas vezes por missão, emite um brilho forte, que distrai os inimigos, fazendo com que não tentem atacar o semideus. O brilho só é visto pelos inimigos, fazendo com que Kalled tenha perfeita visão para efetuar os ataques.][Presente de Niver da Gabby] {ouro} {não controla elemento} {nível mínimo:15} indicador direito
♣ Réplica da Flauta de Euterpe (Causa intensa sonolência nos inimigos ao redor, só pode ser usada uma vez por ocasião).{resina} {não controla elemento} {nível mínimo: 15}  dentro da jaqueta
♣ Terreur [Colar de prata, tendo como pingente uma ônix esculpida em formato de um martelo de forja. Uma vez por missão, ao ter o pingente pressionado, o corpo de Kalled será envolvido por uma aura negra, e seus olhos se tornarão vermelhos. Os piores pensamentos do semideus invadirão a mente dele, fazendo com que este tenha uma fúria incontrolável. Consequentemente, a força do filho de Hefesto duplicará em um ataque, se for este for bem explicado. Só dura um turno][Presente de Aniversário de sua irmã Andy] {ônix e prata} {não controla elemento} {nível mínimo:15} pescoço
♠ Baquetas Mágicas - Quando batidas no ar, reproduzem o som de bateria. [Executa os poderes de Menestrel com perfeição] {By.: Orfeu}{Elemento: som} {nível mínimo=1} dentro da jaqueta

— Buh! / Colar [Um colar médio feito de prata com um pequeno pingente alaranjado com o formato de abóbora, sendo que este último é feito de bronze. Duas vezes por ocasião, o semideus pode acionar o pingente confundindo a visão do adversário] {Bronze e Prata} (Nível mínimo: 1) (Controle sobre nenhum elemento) [Prêmio do Evento de Halloween/2012] pescoço

Item Silence [Abafador auricular feito de silicone. De coloração preta, por ser abençoado por Orfeu o abafador faz com que danos e efeitos causados por golpes sonoros sejam reduzidos em 15%, funcionando também para proteger os ouvidos do usuário de golpes sonoros que posam machucar seu tímpano. Por abafar o som, em contrapartida o abafador reduz em 25% a eficácia de habilidades em que a audição seja necessária para seu usuário. {material feito: Silicone e tinta preta} (nível mínimo: 15) [By Ares pela missão "Roubo musical"]  em volta do pescoço.

Poderes:
Passivos:
Nível 18 - Audição Perfeita: - O menestrel, como músico, tem uma ótima audição, só que por ser mais que um musico normal, essa audição chega a ser perfeita podendo "sentir" todo o local, se transformando em uma segunda visão. E o menestrel poderá também estar um passo a frente do rival, pois ouve até os ventos.
Ativos: //

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Re: ♦ {Once Upon A Time} - A Bela Adormecida

Mensagem por Ianna D. Belikov em Sex 17 Jul 2015, 21:36

the sleeping beauty
well, well...
Assim que os semideuses optaram por tentar o contato com a moça, seu choro se intensificou ao ponto de soluços balançarem seus ombros. Virou-se para eles, com os olhos vermelhos e inchados, e respirou tão fundo quanto os soluços permitiam. Encobertos pelas sombras, os "heróis" mal perceberiam que era a monitora que os encarava.

- Aurora... Aurora está morta. Tentamos protegê-la, pelos deuses, como tentamos. No fim, não foi o suficiente. - Havia pesar em sua voz, um arrependimento oculto. - Tudo culpa minha, tudo por minha maldição. Não acredito, não acredito. - Os quatro se entreolharam, tentando entender o que estava acontecendo ali. Quando alguém foi suficientemente corajoso para perguntar, Ianna começou a explicar a história. Àquela altura, já estava óbvio que ela assumira o papel da mãe da jovem Aurora. - Eu fui uma caçadora. Servi Ártemis por anos e sou extremamente grata por isso. Corria com minhas irmãs por entre as árvores, nos divertíamos com a deusa. Éramos uma família. - Sua voz foi perdendo o tom aos poucos, como se ainda decidisse se deveria contar a história toda ou não. - Em minha primeira missão solo, conheci uma família que me deu abrigo enquanto eu rastreava o monstro que destruía seu vilarejo. O amor que vi entre os adultos foi lindo. Desejei que aquilo pudesse se aplicar a mim, mas estava atada à promessa feita. Perdi o brilho depois disso. Não conseguia completar minhas tarefas, estava me isolando das outras caçadoras, até que a própria deusa veio até mim e quis entender minhas preocupações. - O choro ameaçava irromper novamente, mas ela engoliu as lágrimas. - Entreguei minhas armas e abandonei os votos naquele dia, acreditando estar fazendo o certo. Ártemis, no entanto, rogou uma praga sobre mim, tomando minha fertilidade como espólio e a enfiando em uma corça abençoada. Enquanto o animal vivesse, eu não poderia ser tocada por um homem. - Os olhos voltaram-se para a janela. - Eu não poderia matá-la, obviamente, mas a maldição foi ainda pior. Qualquer homem que se interessasse por mim teria que se colocar à prova através do assassinato do animal, mas todos eles morreriam ao tentar. Eu não tinha o que fazer. Não tinha! - Respirou fundo. - Rezei a todos os deuses na esperança de que algum matasse a corça e me livrasse do flagelo de Ártemis. Tânatos decidiu que tomaria o animal para si no reino dos mortos, mas eu precisaria entregar-lhe minha virgindade. Firmei o acordo, mas quando a parte dele se cumpriu, obtive ajuda para fugir de suas investidas. Dessa forma, casei-me com o atual rei e o deus, em seu ódio, decidiu que levaria minha filhinha querida. Vocês precisam me ajudar. - Ianna, nas roupas da rainha, ajoelhou-se como em busca de perdão.

Restava aos semideuses decidirem se iriam se envolver naquela situação.

adicionais:
♦ Desculpa o drama, adoro isso q
♦ Coloquem armas, mascotes e poderes em spoiler, code, sinal de fumaça, qualquer coisa, desde que no fim do texto.
♦ Não coloquem "considerar poderes até tal nível. Não sou adivinha e nem obrigada a ir procurar. O que não estiver em spoiler de maneira adequada, não será considerado.
♦ Evitem usar templates muito estreitos, com barrinhas, com cores cegantes e etc. Ah, eu sou um pouco cega, então evitem as fontes muito pequenas.
♦ Horário: Começo da noite, iluminação oferecida por velas e candelabros.
♦ Clima: Frio (14ºC)
♦ Vocês possuem um prazo de 5 dias.
♦ Caso haja alguma dúvida, mandem MP. Gente, eu não sou má, não mordo e não mato. Me perguntem mesmo caso existam dúvidas.
♦ Boa sorte, fiquem bem. Mas nem tanto, tá?

- PONTOS OBRIGATÓRIOS:

♦ Descrevam toda essa introdução. Quero saber sentimentos, pensamentos, me passem a essência do personagem, plmdds, isso conta muito pra mim. Ficou bem óbvio que quero que narrem suas impressões acerca da história da rainha, né?
♦ Quando decidirem ajudá-la, ela lhes contará que existem quatro portas no palácio que levam ao palácio de Tânatos e que, só com um semideus em cada porta é que serão transportados. Não ficou claro? O treino será individual a partir de agora. Vocês devem procurar as portas e a localização destas será criada por vocês, lembrando que é um castelo. Ao chegarem nos respectivos locais que devem estar para o transporte, verão monstros que estão lá por ordens do deus, para guardar as portas e etc. Utilizem o bestiário para definir quais serão seus inimigos, lembrando que eles devem representar dificuldade mediana. A coerência de suas escolhas de inimigos contará muito, então sejam sábios. Terminem o post depois da derrota dos monstros, quando abrirem a porta e entrarem. NÃO NARREM QUE ESTÃO VENDO A AMBIENTAÇÃO.
itens levados:
♦ {Arche de l'Amour} / Arco longo [De cores dourada e prata, este arco de bronze sagrado possui um desenho elegante e chamativo, mas não vulgar. Para todos os efeitos, age como um arco longo comum. No nível 20 transforma-se em um anel que faz par com Enchantè.] {Bronze sagrado} (Nível Mínimo: 1 ) [Destreza/ Ataque/ Poder de precisão][Recebimento: Presente de Reclamação de Afrodite]

♦ {Enchantè} / Aljava de Flechas Infinitas [As flechas reluzem claramente, dado o acabamento mais elegante se comparado à armas de outra origem. Porém, são apenas flechas de bronze sagrado. O compartimento é feito de couro, decorado com filigramas metálicas. No nível 20 transforma-se em um anel que faz par com o Arche de l'Amour.] {Couro e bronze sagrado; Madeira de freixo e bronze sagrado}

♦ Tirso [Cajado com propriedades mágicas; leve e super-resistente, diminui gradativamente os gastos de energia e auxilia na manipulação do vinho. Possui videiras ornamentadas em sua superfície e, de guarnição, algumas uvas] [Presente de Dionísio]

♦ Cantil Mágico [Cantil atribuído com a benção de Dionísio; contém vinho inacabável e recupera 10HP/EN por missão] [Presente de Dionísio]

♦ Gauth [Adagas gêmeas feitas especialmente para Andy. As armas adaptam-se perfeitamente à forma da semideusa de lutar, e mesmo que sua perícia não seja esta, alguns dos ataques com as lâminas poderão dar danos maiores se estes forem bem explicados. Os cabos possuem as letras "A&G" entalhadas. Os detalhes são pequenos caduceus entrelaçados a algumas roseiras, perfeitamente esculpidos nos cabos.][Presente da Rafa, sua amada ♥]

♦ {Uncontrolled} / Colar [Colar feito de prata, com um pingente arredondado também de prata, que pode ser aberto. Dentro há uma foto de Ianna pouco mais sombria. Quando aberto, a semideusa cede parte de sua mente para seu ID, aumentando a potência de golpes físicos em 30% por dois turnos. Porém, quando o faz, a moça perde controle sobre suas ações, só retornando consciência após passados os turnos.] {Prata} (Nível Mínimo: 20) {Não controla elementos} [Recebimento por Aldrick no treinamento do 3º Trimestre de 2014]

♦ {Double} / Anel [Um anel feito de ouro um rubi incrustado em seu centro, representando uma rosa. Uma vez por missão, durante dois turnos, Ianna poderá criar um clone de si mesma. A cópia será exatamente igual à usuária e terá as mesmas habilidades físicas; no entanto, se o clone utilizar habilidades ativas, a MP provirá da original - ou seja, se o clone utilizar uma habilidade ativa, a energia (MP) de Ianna será descontada como se ela própria houvesse usado o poder. A ativação é de acordo com a vontade da usuária.] {Ouro e Rubi} (Nível Mínimo: 20) [Recebimento: Missão "The Other Me", por Poseidon]

♦ Adaga Ácida [Uma adaga comum de bronze banhada em ácido muitíssimo corrosivo. Em contato com qualquer coisa que não uma bainha especial que veio com a Adaga, corrói muito facilmente, portanto deve tomar cuidado para não se atingir com o ácido]
poderes relevantes:
passivos:
afrodite:
♦ Visão auspiciosa (Nível 19) [NOVO - idealizado por Sadie Bronwen]: O filho de Afrodite enxerga a aura da emoção das pessoas ao seu redor. Não é telepatia, ou algo do tipo, mas ele sempre vai saber o estado emotivo das pessoas - ansiedade, raiva, amor, nada escapa de seus olhos. Não detecta pensamentos ou informações específicas, apenas o sentimento geral. Por exemplo, se alguém mentir para eles, não conseguem perceber, mas podem identificar que o locutor está ansioso, mesmo que não identifiquem o motivo. Não pode ser desativado.

♦ Linguagem corporal (Nível 50) [NOVO - idealizado por Sadie Bronwen]: A sedução é um jogo que envolve muitos fatores, dentre eles a capacidade de emitir sinais, e reconhecer aqueles enviados pelo alvo para ver se estão em sintonia. Por isso, a capacidade dos filhos de Afrodite é aprimorada nessa área. Eles reconhecem sinais da linguagem corporal, podendo analisar melhor aqueles ao seu redor. Não é uma premonição e não é certo, mas auxilia - sinais de que a pessoa está descontente, está nervosa, está mentindo ou interessada em algo, etc. O corpo fala, e o filho de Afrodite é capaz de ouvir.
dionísio:
Level 19 ~ Habilidade Teatral III ~ Todos acreditam nas palavras que proferirem de sua boca, colocando toda a fé e caindo em suas emboscadas. Consegue deixar monstros aturdidos por sua capacidade de mentir, e sua atuação é perfeita.
ativos:
afrodite:
-x-
dionísio:
-x-
descontos:
♦ Brooklyn sofrerá um desconto de 20% de seu HP/MP pela falta de postagem nesse turno. Ainda está preso ao evento e continuará a sofrer as punições se o acontecimento se repetir. Entre em contato comigo portando uma justificativa caso queira ser retirado do evento.
lalala | evento | post 02



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Re: ♦ {Once Upon A Time} - A Bela Adormecida

Mensagem por Kalled C. Almeida em Ter 21 Jul 2015, 18:14



The Sleeping Beauty

You want to hear a story?
A mulher chorava incessantemente e por alguns minutos tornou-se difícil de entender o que a moça dizia, porém por um minuto, quando ela virou sua face para nós, pude perceber que se tratava da filha de Afrodite, era como se ela estivesse encenando um personagem, porém muito convincente, aos poucos tornou-se compreensível o que ela tentava nos dizer e eu pude entender o motivo pelo qual a mesma se lamentava, tratava-se de um passado conturbado sobre a quebra de um juramento.

A rainha (ou Ianna) havia sido uma das caçadoras de Ártemis e afirmava ser boa no que fazia, no entanto suas convicções foram postas a prova em sua primeira missão solo quando conheceu uma família generosa que lhe acolheu enquanto a jovem caçava um monstro, a caçadora testemunhou o amor entre o pai e a mãe daquela família e naquele momento desejou que pudesse ter algo tão único como aquele amor. No entanto sua condição não permitia que se apaixonasse e aos poucos a mais nobre das servas da deusa da caça foi “definhando”, a deusa então procurou sua leal seguidora e perguntou o que havia com a moça, foi neste momento que a atual rainha entregou suas armas e quebrou seus votos, sem ter como impedir a partida da caçadora, Ártemis amaldiçoou-a através de uma corça, pois enquanto o animal vivesse a jovem não teria fertilidade e todo o homem que tentasse matar o animal morreria em tal tarefa.

A rainha nos contou que rogou a todos os deuses que a ajudasse, até que Tanatos fez um acordo com a ex-caçadora, a ajudaria em troca da virgindade da pobre lady, em desespero a mesma aceitou a tal oferta, no entanto quando a corça foi ceifada, a jovem escapou sagazmente de cumprir sua parte do acordo, isto irritou o deus que esperou pacientemente por uma vingança, sendo assim ao nascer da jovem princesa o cruel deus da morte se dispôs a sequestrar a doce Aurora, pondo em prática a vil vingança.

Agora Ianna( a rainha) procurava ajuda e eu sinceramente não queria me envolver em uma briga contra o mundo inferior, mas eu sabia que devia ajudar a rainha em prantos, ela no explicou que haviam quatro portas no palácio e que só podiam ser abertas caso cada um de nós estivéssemos dispostos perante uma das portas, aceitamos ajuda-la e eu dirigi-me até a porta norte. Assim que cheguei tive uma surpresa desagradável, na frente da porta estava uma banshe e dois cães infernais de vigia, provavelmente à serviço do deus da morte.

–Ora, ora, ora se não é um semideus suculento, nosso chefe mandou vigiarmos este portal, você quer atravessar por ele?  - disse a banshe.

Em resposta tirei meu canivete do bolso e abri meu machado de guerra, a banshe ordenou que os cães me atacassem, quando um deles tentou sem querer pôs as garras na manga de minha jaqueta ativando minha armadura , em um golpe de sorte atravessei a lâmina de minha arma no pescoço da fera e a mesma virou pó diante de mim, o outro investiu contra mim derrubando-me no chão, bati minha pulseira contra o chão fazendo com que um escudo crescesse em meu pulso, de imediato pus o item entre meu corpo e o corpo da fera, mas não antes de ele arranhar meu rosto ferozmente, com o uso da minha força consegui tirar o animal de cima de mim e ficar de pé, quando o mesmo investiu contra mim novamente me agachei e o atingi no peitoral causando um grande sangramento que logo cessou quando o monstro virou pó. A banshe que assistia tudo se revoltou e gritou violentamente, aquilo me desnorteou e eu larguei minhas armas no chão, a criatura aproveitou e avançou contra mim, me arranhando com suas garras em várias partes de meu corpo.

Enquanto a mesma me atacava aproveitava pra me recuperar, assim que voltei a mim pus meu abafadr no ouvido e acendi uma bola de fogo em minha mão, lancei contra a criatura, mas devido a meus ferimentos o fogo não foi intenso o suficiente para que a mesma morresse e ela soltou mais um grito tentando me atingir, o grito me causou algum dano, mas devido ao fato de seu corpo estar em chamas e eu estar usando meu abafador o dano foi significantemente reduzido e em um ultimo ato apanhei meu machado no chão e arremessei contra o corpo em chamas da criatura repugnante, o machado atravessou o tronco da criatura finalizando a batalha, apanhei meus itens e os guardei.

Tomando cuidado e com muita dor abri a porta e preparei-me para entrar.





Armas comigo:

♣♣♣♣ Ataque♣♣♣♣
♣ Espada da Juventude [É uma arma grande, feita especialmente para o corte. A cadência de sua lâmina proporciona sempre um afiamento máximo às laterais. A arma é menos recomendada a perfurações diretas, é melhor apenas no decepamento. O cabo é bem maleável, com empunhadura de encaixe perfeito às mãos da semideusa. A lâmina tem 93 centímetros]{cabo é feito de couro endurecido, a guarda é feita de ouro branco, e a lâmina é à base de ouro sagrado} (Nível mínimo: 25) {tem o poder peculiar de, quando empunhada, causar um cansaço mental no oponente} (recebida na missão "Uma missão obrigatória", de Poseidon em 04/03/2013}.  embainhada na cintura
♣ Yamato Ψ[Montante de 1,05 cm de bronze sagrado com uma bainha de bronze. Possui a propriedade de fogo presente em sua lâmina. Transmuta-se em um isqueiro.] { bronze e bronze sagrado} {fogo} {nível mínimo: 20} bolso esquerdo
♣ Machado orc duplo ensanguentado: [ Esta arma agora tem a presença do sangue do lado esquerdo de uma górgona presente em suas lâminas, é de conhecimento geral que o sangue do lado esquerdo de uma górgona mata imediatamente, no entanto pelo fato de o sangue estar dissolvido na arma ela apenas fará com que o oponente sofra uma incrível dor e um mal estar pelo veneno, sem contar com o ferimento causado pelo corte; de modo que os danos causados pelo machado são 15% maiores por causa do veneno, que deixa o oponente ferido levemente zonzo. Vale lembrar que se o oponente do semideus estiver bastante fraco, o golpe dessa arma será fatal, sendo que para isso o inimigo precisa estar com seu HP igual ou menor que 5% do total. Quando não está em uso transmuta-se em uma caneta.]{Bronze Sagrado e Madeira} (Nível Mínimo: 30) {Não Controla Nenhum Elemento}[Forjado por Harry S. Sieghart ]  bolso direito
♣ Machado Médio Duplo de Guerra [Um machado de duas lâminas grande, feito para batalhas. A lâmina negra é de ferro estígio, que, além de causar danos fisicamente, causa danos na alma do atingido. Não captura almas. A lâmina bronzeada é de bronze comum, que, quando atinge alguém, causa um choque de intensidade baixa, causando um leve desnorteio. Transmuta-se em um canivete suiço]{ ferro estígio e bronze} { eletricidade e poder de causar dano nas almas}{ nível mínimo: 30} bolso esquerdo
♠ Anel com uma nota musical cravado nele que se transforma em uma espada de bronze sagrado com um desenho na lâmina (uma clave de Sol). Inquebrável e fica flamejante nos momentos mais cruciais. Magicamente, mesmo dentro da água, o fogo não se extingue, e os movimentos da arma não são retardados pela resistência da água, os ataques tendo a mesma velocidade do que se executados fora da água.{bronze sagrado} {fogo especial} {nível mínimo: 25} indicador esquerdo


♣♣♣♣ Defesa ♣♣♣♣

♣ Pulseira de ouro branco [Se transforma em um escudo de ouro branco sagrado, indestrutível][By: Éolo]{ouro branco} {não controla elementos} { nível mínimo: 3}  pulso direito
♣ Armadura [Uma armadura completa, possuinte do peitoral e perneiras feita de ouro. Bem resistente e leve, a armadura tem compartimentos secretos para algumas armas de Kalled, como martelos e machados, além de ter uma bainha para se colocar alguma espada. Transmuta-se em uma jaqueta combinando com uma calça jeans surrada.]{Ouro Solar} (Nível Mínimo: 30) {Não Controla Nenhum Elemento}[Presente de Aniversário de Lucas R. e Forjado por Harry]  vestindo

♣♣♣♣ Outros ♣♣♣♣
♣ Sunlight [Um anel em ouro, com um sol entalhado em alto relevo. Duas vezes por missão, emite um brilho forte, que distrai os inimigos, fazendo com que não tentem atacar o semideus. O brilho só é visto pelos inimigos, fazendo com que Kalled tenha perfeita visão para efetuar os ataques.][Presente de Niver da Gabby] {ouro} {não controla elemento} {nível mínimo:15} indicador direito
♣ Réplica da Flauta de Euterpe (Causa intensa sonolência nos inimigos ao redor, só pode ser usada uma vez por ocasião).{resina} {não controla elemento} {nível mínimo: 15}  dentro da jaqueta
♣ Terreur [Colar de prata, tendo como pingente uma ônix esculpida em formato de um martelo de forja. Uma vez por missão, ao ter o pingente pressionado, o corpo de Kalled será envolvido por uma aura negra, e seus olhos se tornarão vermelhos. Os piores pensamentos do semideus invadirão a mente dele, fazendo com que este tenha uma fúria incontrolável. Consequentemente, a força do filho de Hefesto duplicará em um ataque, se for este for bem explicado. Só dura um turno][Presente de Aniversário de sua irmã Andy] {ônix e prata} {não controla elemento} {nível mínimo:15} pescoço
♠ Baquetas Mágicas - Quando batidas no ar, reproduzem o som de bateria. [Executa os poderes de Menestrel com perfeição] {By.: Orfeu}{Elemento: som} {nível mínimo=1} dentro da jaqueta

— Buh! / Colar [Um colar médio feito de prata com um pequeno pingente alaranjado com o formato de abóbora, sendo que este último é feito de bronze. Duas vezes por ocasião, o semideus pode acionar o pingente confundindo a visão do adversário] {Bronze e Prata} (Nível mínimo: 1) (Controle sobre nenhum elemento) [Prêmio do Evento de Halloween/2012] pescoço

Item Silence [Abafador auricular feito de silicone. De coloração preta, por ser abençoado por Orfeu o abafador faz com que danos e efeitos causados por golpes sonoros sejam reduzidos em 15%, funcionando também para proteger os ouvidos do usuário de golpes sonoros que posam machucar seu tímpano. Por abafar o som, em contrapartida o abafador reduz em 25% a eficácia de habilidades em que a audição seja necessária para seu usuário. {material feito: Silicone e tinta preta} (nível mínimo: 15) [By Ares pela missão "Roubo musical"]  em volta do pescoço.

Poderes:
Passivos:
Nível 18 - Audição Perfeita: - O menestrel, como músico, tem uma ótima audição, só que por ser mais que um musico normal, essa audição chega a ser perfeita podendo "sentir" todo o local, se transformando em uma segunda visão. E o menestrel poderá também estar um passo a frente do rival, pois ouve até os ventos.
Nível 1:

Perícia com armas pesadas: Por geralmente ter mais força do que agilidade, os filhos de Hefesto tem facilidade em usar armas pesadas. Martelos, machados e marretas são suas melhores amigas na hora do combate.

Braço de Ferro: Naturalmente, filhos de Hefesto são fortes e bem desenvolvidos. Sua força é consideravelmente maior comparada a outros semideuses em mesmo níveis, a exceção das crias de Héracles. Não são muito ágeis.

Ativos:
Nível 25
Pirocinese superior: Só a partir desse nível poderá criar fogo, com considerável custo de energia. Mas também será capaz de fazer grandes proezas com ele. No entanto, nunca superará um filho de Héstia.
Perícia imediata: Ao passar ao menos 3 turnos examinando um aparato mecânico, o semideus torna-se capaz de utilizá-lo com uma perícia mínima, sem custo de energia. Válido para a habilidade de dirigir um veículo ou usar uma arma, por exemplo. Não demanda custo de Mp, mas exige o tempo de avaliação, e o objeto não pode ser de nível superior ao semideus, ou de tecnologia muito avançada (do futuro, por exemplo).[Novo]



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Re: ♦ {Once Upon A Time} - A Bela Adormecida

Mensagem por Olive C. Parveau em Ter 21 Jul 2015, 22:49

Once Upon a {Dream} #*2

And I know it's true. That visions are seldom all they seem. But if I know you, I know what you'll do, You'll love me at once the way you did once upon a dream

   
   
   
✫ O choro da mulher aumentava ainda mais, fazendo-me morder o lábio inferior. De fato, tudo estava sendo muito estranho, mas, naquela hora, tornava-se impossível desistir. A escuridão do local fazia com que eu praticamente não conseguisse ver o rosto da moça, mas era perceptível que seus olhos se encontravam bastante vermelhos e inchados, o que me tornava cada vez mais apreensiva sobre o que estaria por vir. Logo a moça virou para meu grupo e começou a explicar toda a história.

Ela disse que Aurora, a princesa que havíamos visto na cena anterior, estava morta, e colocava a culpa em si. Ninguém ali estava entendendo muito bem. Nos entreolhamos e, por alguns segundos, o silêncio reinou ali.

A mulher começou a contar sua história, sendo claro que quem estava falando era a mãe de Aurora, aquela a quem a Ianna – ou a bruxa – havia colocado a culpa na cena anterior quando lançou a maldição que determinara a morte da princesa.

Quando a mulher falou sobre as caçadoras de Ártemis, mordi mais uma vez o lábio inferior. Já havia ouvido sobre a caçada e, inclusive, já tinha pensado em me juntar a ela, mas parecia que a história que estava sendo contada poderia realmente mudaralgumas dos vários elementos de minha mãe, Hécate, e eu pedia aos deuses que ela me ajudasse a escolher o que fazer.

A história da mãe de Aurora estava realmente sendo comovente. O motivo que a fez abandonar a caçada era, pelo menos para mim, compreensível, mas eu sabia que os votos que eram feitas a Ártemis eram levados bastante a sério. Engoli em seco quando ela falou sobre a praga jogada pela deusa da caça. Pegar a fertilidade de uma jovem e colocar numa corça não era uma coisa que se via com frequência, mas, afinal, estávamos falando do estranho mundo divino.

A parte de Tânatos parecia com uma daquelas histórias sobre chantagistas pervertidos. Confesso que um pequeno sorriso se formou em meus lábios quando ela disse que obteve ajuda para fugir do deus, mas que rapidamente se desfez quando a mesma disse que Tânatos queria sua filha morta.

A mãe de Aurora dos implorava para a ajudássemos. Encarei os outros semideuses, hesitante, mas a tristeza da mulher parecia tão sincera que não pude evitar entrar dentro daquela situação. Falei:

-Bom, diga-nos o que precisamos fazer. Não sei quanto aos outros, mas... eu quero ajudar.

A mulher, então, disse o que teríamos que fazer. Haviam 4 portas espalhadas pelo palácio, mas que só seríamos transportados quando houvesse um semideuses em cada porta.

A ideia de ter que nos separar me parecia realmente péssima. Mas eu disse que ajudaria e não podia recuar. Encarei os outros semideuses, apreensiva. Depois de mais alguns segundos, olhei em volta e, a passos rápidos, saí daquele lugar, pois precisava achar logo as portas.

[***]

Foi uma procura bastante longa pela porta. Tive que subir e descer as longas escadas do enorme palácio em busca daquilo que procurava. De fato, haviam muitas portas no castelo, mas nenhuma daquelas portas comuns parecia levar até o que eu procurava. Estava sendo bastante difícil, principalmente com aquelas roupas pesadas que muito me atrapalhavam, mas, utilizando minha habilidade para detectar a aura mágica da porta, finalmente, numa das pontes do castelo, ao lado de outra porta “comum”, havia uma porta diferente das outras por causa uma foice entalhada. Outra coisa denunciava ser a porta que eu estava procurando: a presença de monstros. Pareciam estar ali justamente para impedir que eu prosseguisse, mas, se fosse preciso lutar, eu lutaria, e assim fiz.

Pela visão que tinha da parte exterior do castelo, provavelmente estava a leste do grande palácio. À minha frente, duas dracaenaes e uma harpia se preparavam para me atacar. A harpia parecia estar mais na retaguarda, enquanto as dracaenaes sibilavam prontas para atacar:

-Ssssinto cheiro de ssssemideusa! – Sibilou uma delas.

-Vamosssss acabar com ela! – Disse a outra.

Rapidamente, usei minha adaga para rasgar o vestido, deixando-o de uma maneira que não me incomodasse tanto. Elas duas avançaram contra mim, mas eu tinha uma vantagem: era mais ágil. Uma das dracaenaes chegou bem perto e tentou me atingir com sua cauda, mas consegui desviar da mesma. Dei um golpe com a lança contra seu rosto, enquanto isso, a outra se aproxima por trás, mas consegui, devido aos constantes sibilos, ouvi-la e, quando a mesma tentou deferir um golpe com suas garras contra a minha nuca, consegui me abaixar, indo para atrás da mesma e estacando minha lança contra suas costas, tendo ela explodido em pó assim que puxei a arma de volta.

Nesse momento, a outra dracaenae conseguiu me atingir com a cauda, me jogando contra o chão. Minha lança foi parar relativamente longe, tornando inviável que eu fosse pegar, já que a outra dracaenae já se aproximava para me abater. Me levantei rapidamente e saquei meu flagelo. Assim que a monstra se aproximou e ameaçou dar o bote, comecei a golpeá-la no rosto com o flagelo, o que causou arranhões em sua face. Em um dos golpes, ela conseguiu agarrar o flagelo, tirando-o de mim e jogando-o no chão. Ela arranhou meu braço com suas garras, mas peguei minha adaga e, aproveitando que estava próxima do parapeito da escada, atirei-a contra este e, depois de uma joelhada contra seu abdômen, perfurei-a várias vezes até que a mesma se foi.

Porém, neste momento, a Harpia, de quem já havia me esquecido, atingiu, em voo, minha cabeça com seu “pé”, o que causou uma tontura momentânea. Ela daria outro golpe, mas consegui me abaixar a tempo e aproveitei para recuperar o flagelo que jazia no chão ali perto.

Quando a harpia voltou, consegui mais uma me abaixar e atingi sua asa com o flagelo, o que a fez cair no chão. Me aproximei e tentei apunhala-la, mas a harpia levantou-se e desviou-se. De fato, seria bem difícil derrotar a criatura, pelo fato de seus voos. A Harpia várias vezes arranhara minhas costas com suas garras, mas, em uma dessas investidas, consegui acertá-la com a adaga em uma de suas pernas, o que fez com que caísse novamente. Dessa vez, fui mais rápida, acertando a Harpia com o flagelo e, assim que cheguei mais perto, perfurei suas costas com a adaga. Logo ela também se foi.

Sorri, voltando a colocar o flagelo e a adaga no cinto. Depois, fui pegar minha lança, mantendo-a em mãos caso fosse surpreendida. Logo cheguei até a porta, a qual, hesitante, abri.

Obs:
Bom, segundo as regras do evento, o nível que seria considerado seria o nível que o personagem estivesse em 03/07 (CLICA!). Sendo assim, como eu estava no nível 3 nessa data, fiz como se ainda estivesse no nível 3.
Sobre os monstros... Achei que, para o meu nível, seria suficiente.

E desculpa pelo post T.T Estou sem internet e tive que fazer pelo celular e mandar por ele também e tal -qq Também foi por isso que demorei.
Armas:
✫ {Graveolentiam} / Adaga [Adaga prateada, apesar de feita com bronze sagrado. Seu punho é envolto em couro, para melhor manuseio, e a lâmina possui símbolos rúnicos gravados. Acompanha bainha de couro. No nível 20, torna-se um colar de pentagrama.] {Bronze sagrado e couro} (Nível Mínimo: 1) [Recebimento: Presente de Reclamação de Hécate] ~Presa no cinto.
✫ Lança Longa de bronze sagrado [O cabo dessa arma é mais grosso, sendo mais pesado e resistente e medindo 2 metros. Sua ponta é feita de bronze sagrado. Deve ser usada com as duas mãos, pelo alcance e pelo peso um pouco maior, impossibilitando o uso de escudos e outros itens de forma adequada. Também permite manobras defensivas, como o bordão, mas exige maior perícia para o sucesso dos golpes][Madeira e bronze sagrado.][Nível mínimo: 3 - exceto para filhos de Ares, Hécate e centauros] ~Em mãos
✫ Flagelo [Semelhante ao chicote comum, possui uma longa tira de couro reforçado presa ao cabo, e fibras de bronze sagrado. O chicote mede 3m, mas possui cravos entrelaçados no couro, provocando dano por corte quando acerta o oponente][Bronze sagrado e couro][Sem elemento, sem nível mínimo] ~Presa no cinto

Poderes:
I. Passivos
Lvl 1 – Pericia com a Lança: Todos os filhos de Hécate conseguem manejar bem a Lança.
Lvl 2 -Sentir magia: Consegue detectar auras mágicas por perto. Dependendo do lvl, a habilidade aumenta, podendo então definir a natureza da aura e o poder do objeto ou criatura encantados.
II. Ativos
(Nenhum)


thanks, ♛ and ▲
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Re: ♦ {Once Upon A Time} - A Bela Adormecida

Mensagem por Lana D'yer Hempstead em Qua 22 Jul 2015, 16:17



— LANA D'YER : TITANIUM — EVENTO : ONCE UPON TIME  
I'm bulletproof, nothing to lose, fire away, fire away. Ricochets, you take your aim, fire away, fire away. You shoot me down but I won't fall.
I AM TITANIUM!
O choro da mulher misteriosa se intensificou ao ponto de fazer meu coração pesar ainda mais, uma reação movida pela tamanha angústia que transbordava junto às suas lágrimas. O que eu experimentava era tão real que eriçava os pelos de minha nuca, fazendo um arrepio subir pela espinha e um nó entalar em minha garganta, quase me sufocando. Eu e minha fraqueza tola de sempre me abalar com o sofrimento alheio... Era como se sentisse toda dor em minha própria pele, impregnando-se pelas minhas veias onde o sangue pulsava com mais força. O sofrimento da rainha embaralhava meus sentimentos ao ponto de conseguir marejar meus olhos; ao ponto de quase acompanhar, ainda que discretamente, o choro da mulher.

Quando a luz da lua refletiu em um ângulo que destacava seus olhos inchados e vermelhos, estive a ponto de me aproximar mais um passo para tentar confortá-la. Nem posso dar certeza do que aconteceria se fizesse isso, mas antes de executar qualquer tentativa de acalanto, as palavras reveladoras daquela que chorava me golpearam com uma força invisível capaz de fazer meu coração se contorcer e lamentar ainda mais. Saber da morte de Aurora me afetou profundamente, mas também me deu a certeza de que um salto no tempo havia acontecido. Dezesseis anos... Isso seria relevante? Provavelmente não. Mas mesmo assim bagunçou ainda mais meus pensamentos, fazendo com que me questionasse com mais fervor sobre a realidade contida naqueles acontecimentos. Tudo era para ser um treino muito perigoso, contudo, minha maior dúvida era sobre a capacidade mágica da filha de Afrodite para nos levar a uma realidade paralela, presenteando todos o que escolheram seu conto com aquela nova história tão... sinistra e triste.

Enquanto a sempre aflita e angustiada Lana emergia de dentro de mim, motivada pelo clima melancólico do local, virei meus olhos confusos na direção de cada semideus ali presente. Como eu, todos pareciam não ter nenhuma resposta para o que acontecia. E tudo ficou ainda mais intenso quando Ártemis e Tânatos foram taxados como responsáveis, tendo uma importância crucial naquela maldição descabida e injusta. Nunca imaginaria a deusa da caça sendo tão perversa, e o deus da boa morte, esse era o pior. Naquele conto era apenas um pervertido recalcado, cruel o suficiente para amaldiçoar uma pobre inocente por causa de seu ego ferido. Não parecia em nada com o deus centrado e pacifico que me dera uma missão tempos atrás. Naquele momento me recordei do olhar de Tânatos, parecia me reconhecer, apesar de não ter razão aparente, mas no fim, como todos os deuses, ele era apenas mais um egoísta, arrogante, cheio de vontades e mimado até o último grão de sua centelha divina.

Ianna no papel de rainha nos implorou por ajuda. Gostaria de ter o prazer de ser a primeira a aceitar a missão, mas o fizeram antes de mim, e por isso me restou acenar positivamente, cerrando mais uma vez os punhos, trincando os dentes, mantendo toda minha inconformidade acorrentada. Como estava sedenta por um confronto. A insegurança que antes sempre me fazia titubear, nem tivera chances de se manifestar após eu conhecer toda aquela história.

Quando a rainha nos revelou que naquele castelo havia quatro portas que nos levariam até a entrada do palácio do rei dos mortos, fui a primeira a girar meu corpo e sair em busca de uma delas, contando com que todos os outros presentes fossem fortes e corajosos o suficiente para fazerem o mesmo. Eu me via tentada e desesperada por chutar o traseiro divino do deus da morte, mesmo sabendo que com um estalar dos dedos ele poderia me desintegrar, mas estava disposta a correr o risco.

Meus passos pesados e sonoros me levaram até a área externa, a área que correspondia ao jardim real. Nessa breve caminhada, dominada pela cólera e desejo de justiça, tentava adivinhar o que deveríamos fazer a partir de nossa entrada ao reino dos mortos. Estava sendo precipitada, sabia disso, mas como queria ter a chance de resgatar a inocente Aurora das garras da morte... Ainda nesse momento aproveitei para rasgar boa parte do vestido, usando a faca e deixando a pela poucos centímetros abaixo do joelho. Seria melhor lutar desta maneira.

Oponente Sombrio

O jardim real era imenso ao ponto de ser confundido com um bosque. Seria belo se naquela noite a maldição também não parecesse ter recaído sobre ele. Quando permiti que todos meus questionamentos se afastassem, dando espaço para o alerta de combate, percorri meus olhos por toda aquela extensão negra, rodeada por sombras de árvores que pareciam mortas e tristes, além de flores despetaladas e secas. Poderia pensar que o portal para outra dimensão não se encontrava por ali, poderia perder mais minutos preciosos naquela busca, mas um uivo atordoante foi ouvido ao longe, dando-me a certeza de que pelas redondezas estaria o guardião das portas para o palácio de Tânatos.

Com a certeza de um perigo iminente, empunhei o bastão com ambas as mãos, estreitando meus olhos e esquadrinhando cada centímetro daquele jardim afundado na mais densa escuridão. Apenas a luz da lua e algumas lamparinas nas paredes do castelo atrás de mim me ofereciam a iluminação necessária para a visão, mas a iluminação escassa era o que pouco me importava, já que, após tanto tempo dentro daquele quarto com a rainha chorosa, meus olhos haviam se adaptado minimamente à penumbra, conseguindo assim enxergar o pouco que deveria. O que mais me preocupava era a presença da besta, do monstro das sombras que parecia me espreitar na escuridão. Sem dar margens para dúvidas, eu sabia do que se tratava, apesar de não tê-lo avistado ainda. Aquilo era um cão infernal... E bem furioso por sinal...

Coloquei todos meus sentidos em alerta máximo, aguçando-os ao extremo de toda a capacidade humana. Era sim uma indefinida, mas ainda assim era preparada e, naquele momento, destemida. Dei alguns passos curtos para frente, até avistar uma sombra negra saltar a uma distância de ao menos 5 metros. Seus olhos vermelhos como sangue cintilavam, fixos sobre mim. Um rosnado baixo e intimidador me fizeram hesitar em dar o primeiro ataque, permitindo que essa vantagem fosse dada ao gigante de pelos negros e presas afiadas. Eu apenas conseguia olhar aqueles dentes que saltavam sobre sua boca, expostos de maneira agressiva, pronto para dilacerar minha carne e meus ossos assim que tivessem a chance.

O grandão deu mais dois saltos, dessa vez para o ataque e não para uma simples movimentação. Percebi que poderia ser esmagada se o monstro conseguisse cair sobre mim, por isso, antes mesmo que estivesse próximo o suficiente, dei um pequeno mortal para trás, a fim de evitar seu ataque, mas não distante o suficiente para que não fosse capaz de executar um revide.

Aterrissei com facilidade. O guardião nesse momento recuperava seu equilíbrio após o longo salto e foi esse o momento que escolhi para golpeá-lo certeiramente. O bicho estava à um pouco mais de um metro de distância, e seus olhos vermelhos foi o primeiro alvo que avistei. Sem piedade da criatura das sombras, desferi contra ele um ataque frontal, usando uma das bases do bordão para ferir seu olho esquerdo. Fui precisa e impiedosa, ouvindo em seguida o cão grunhir pela dor. Mas logo a besta estaria pronta para seu novo ataque, por isso recuei dois passos, focando com atenção cada ação da sombra negra que se punha de frente a mim.

O próximo ataque dele foi usar as garras de sua pata direita para tentar acertar meu flanco. Minha defesa simples foi um bloqueio com o bastão, algo que me fez tremer pela dúvida e medo de que com a força daquela fera, ela fosse capaz de partir ao meio minha arma de madeira. De primeira meus pés deslizaram sobre a grama, que apesar de seca, pareceu bem escorregadia naquele instante; depois ainda dei passos desconcertados para trás quando percebi que estava prestes a desabar. Cair naquele momento era sinônimo de virar brinquedo para o animal, por isso estava fora de cogitação.  Nesse meio tempo ainda consegui encarar a face bestial do monstro, seu olho ferido estava semiaberto, parecia sangrar, mas ele permanecia impetuoso.

Eu estava certa de que com aquele bastão não iria conseguir nada maior que aquele ferimento. Tentar deslocar as juntas de qualquer uma de suas patas dianteiras seria arriscado demais, não havia grandes possibilidades de acertar. Quebrar seus dentes também não parecia uma boa ideia, sendo que, por mais que o bordão fosse forte, poderia ser facilmente destruído. Eu precisava de outra arma... Mas ainda me restava um ataque... Apesar de meio torta pela força imposta pela patada do animal, abri uma distância mínima entre nossos corpos, algo mais ou menos um metro, uma medida suficiente para que eu acertasse com toda minha força a altura de sua orelha esquerda. Atordoado pelo golpe, o bicho ousou uma tentativa de mordida, mas por estar zonzo, imagino, fracassou, dando a mim a oportunidade de mais um salto mortal para trás.

Aproveitei a distância aberta entre nós para sacar winter. Quando percebi que o cão ameaçava um salto, desesperada, joguei meu bastão contra ele, usando-o como se fosse uma lança. Como ele não tinha uma ponta perfurante, apenas acertou o centro da testa do animal, deixando-o ainda mais furioso. E por fim ele saltou com garras e dentes bem expostos. Competir salto a salto contra ele seria loucura, por isso ao invés de pular, esperei.  

Por consequência, senti uma das presas da criatura rasgar meu ombro direito. Poderia ter me arrancado um braço facilmente se eu não tivesse cravado minha adaga no lado esquerdo de seu focinho para repelir o ataque. Apenas por isso ele recuou, mais uma vez grunhindo. A partir de então eu contava que sua mordida não fosse mais tão poderosa por certo tempo, mas ainda assim, ela era perigosa. O monstro usou mais uma patada, e eu cravei winter contra sua pata, ele recuou, sangrando por vários ferimentos, já não estava tão firme e forte quanto antes. Mas eu também não estava. Ele era mais forte, eu era mais tática. Ele era puro instinto, eu racionalidade. Ele era mais resistente, eu mais ágil. Mas, naquele momento, eu sangrava exausta, assim como ele começava a cambalear quase que completamente fraco. Era hora de finalizar a batalha.

Saltei sobre suas costas. O cão dos infernos ainda tentou se remexer para tentar me lançar ao chão novamente, mas me agarrei aos seus pelos e eu perfurei sua nuca com a adaga. O monstro se debateu, ainda queria me derrubar, mas eu me agarrei mais forte ainda e desferi o ataque mortal, mais uma perfuração com a adaga e o vigilante virou pó. Cai com tudo no chão, permanecendo sobre ele durante alguns minutos para recuperar o fôlego.  Quando me senti melhor, levantei e caminhei alguns passos, deparando-me com a tal porta. Abri sem mundo pensar e entrei...






◉ informações

Arsenal:

— Faca [Sua lâmina bronzeada mede cerca de 24 cm, e seu cabo tem o mesmo comprimento padrão. É bastante afiada e é perfeita para ataque ágeis e rápidos. O bom desta arma é sua eficiência tanto para mãos hábeis quanto para manuseios mais inexperientes, pois é uma arma curta, fácil de esconder e ao mesmo tempo fácil de manusear. Seu punho é feito de aço, mas uma camada de couro escuro cobre o aço para que o usuário possa segurá-la firmemente. Na parte inferior da lâmina, próxima ao cabo, há entalhado as siglas do Acampamento "CHB"; uma propriedade que só os meio-sangues e criaturas místicas podem ter e usar (ajuda um pouco na destreza)] {Bronze, aço e couro} (Nível mínimo: 1) {Nenhum elemento} [Recebimento: Administração; item inscrição padrão do fórum] (Presa à sua perna direita)

— {Winter} / Adaga [Uma adaga feita inteiramente de gelo, apesar de ser colorida: sua lâmina é tradicionalmente prateada, como se fosse feita de algum metal, e sua empunhadura é dourada. Possui cerca de 30 centímetros ao todo, sendo que a lâmina tem 20 e a base tem 10. Ao atingir alguma parte do corpo de um monstro ou semideus causa uma leve dormência na região, que dura um turno e atrapalha os movimentos daquela área durante esse período.] [Gelo, tintura prateada e tintura dourada] [Nível mínimo: 5] [Nenhum elemento] [Recebimento: recompensa pela missão "Mas eram só morangos", avaliada por Quíron e entregue por ♦ Lady Íris.] (Faixa ao lado direito da cintura)

— Rede [Rede de fios resistentes, usada para imobilização dos inimigos. Em seu centro pende uma corrente fina de bronze com um pequeno peso na ponta, para facilitar o manuseio - a rede é girada e atirada por esse cordão, se abrindo no ar e caindo sobre o inimigo se o golpe acertar, mas é difícil de ser usada mais de uma vez por combate, devido ao seu funcionamento. Contudo, se efetiva, paralisa o oponente por 3 rodadas - ele ainda pode se defender, mas terá seu ataque e defesa reduzido em 50% até se livrar da rede, e não poderá sair do lugar.][Fibras e bronze sagrado][Sem elemento][Nível mínimo: 2] (Amarrada na cintura de um jeito fashion -q)

— Soco inglês [Estrutura metálica, feita para ser encaixada nos dedos, potencializando o poder de ataques corporais. Causa dano contusivo, da mesma forma que uma clava, por exemplo, mas pode ser devastador no caso de usuários com grande capacidade física.][Bronze sagrado][Sem nível mínimo, sem elementos] (Na mão direita)

— Bordão [Cabo de madeira cilíndrica, sem pontas e muito simples, do tamanho do usuário. É usado mais em táticas defensivas. Devido a resistência do material e sua densidade, não causa dano letal, podendo apenas deixar o inimigo atordoado ou, em casos muito graves, inconsciente. Usado geralmente quando se quer capturar e não matar o oponente. Exige o uso de ambas as mãos para o manuseio adequado, impossibilitando o uso de escudos ou outros itens, mas permite manobras defensivas.][Madeira][Sem elemento, sem nível mínimo] (Arma principal, segura na mão direita)

— {Blood} / Colar [Um colar de prata com um pingente representando uma gota de sangue. Uma vez por missão e somente quando o usuário está com menos de 20% de vida da barra total, o colar restaura a vida do usuário em 10% da barra total.]{prata}(nível mínimo: --){não controla nenhum elemento}[Recebimento: Stage of Blood - Treino Trimestral] (No pescoço)

— {Shock} / Luvas [Uma luva de couro enfeitiçada para se encaixar perfeitamente na mão do utilizador. Sua cor também muda dependendo da preferência de quem estiver vestindo elas. Sempre que o dono quiser, espinhos com cerca de 1cm surgem para dar um dano leve de perfuração ao socar o adversário.] [Couro e Ferro] [Nível Mínimo: 10] [Sem elementos] [Recebimento: Éolo por cumprir a missão "Cadáver Molhado"] (Nas mãos)

Resumo de ações:

Lana se abala pelo choro intenso da mulher, mostrando sua personalidade mais sensível.  Acha Tânatos o maior culpado pela maldição. Segue até o jardim do castelo para se deparar com a entrada ao reino do deus. Enfrenta um cão infernal vigilante e depois de derrota-lo com muito custo, encontra a porta e entra.
Observações Importantes:

~ Considerar o cão infernal (vigilante) com o mesmo nível da Lana. Pelo menos acho que esse seria o nível correto.
~ O monstro foi escolhido justamente por ter ligação com o submundo e essas paradas. Achei mais coerente dessa forma, por causa de em breve experimentar entrar – de novo  - no reino de Tânatos.
~ Por falar no deus dos mortos, ele já apareceu para Lana pedindo para que ela executasse uma missão. Apesar de indefinida, ela já tem sua mãe escolhida e ele é seu irmão divino. Pela trama da personagem rola umas tretas e por isso que ela não é reclama, mas se o maninho matar a maninha, vai se resolver com a mamãe. Só comentando mesmo. Isso porque na missão ... foi dito que ele parecia reconhece-la.
~ Por ser um cão infernal de nível alto e bem poderoso, acredito que seria impossível mata-lo de primeira, ou com facilidade. Tentei usar ao máximo as regras de combate e por isso o texto não ficou pequeno.
~ Infelizmente não imagino lutar contra um monstro desse tipo e sair ilesa. Nas missões normais, adoro ferrar a Lana e deixa-la a ponto de morte porquesim, mas como eu não faço a mínima ideia do que teremos a seguir, precisei poupá-la ao máximo. Até poderia deixar que o cãozinho meigo, puro e dócil –sqn desse uns arranhões e mais mordidas, mas acredito que uma bocada certeira dessa criatura, do tamanho que a imagino  e com a força que ele tem, arrancaria facilmente qualquer parte do corpo da indefinida. E um golpe com suas garras, ou arrancaria as tripas ou partiria minha personagem no meio >.<.  Então... Nada de acertar muitos ferimentos. U.u
~ Por que todos os golpes com o bastão acertaram? Porque o cão não tem como esquivar, bloquear, essas coisas. Suas defesas se baseiam em ataque ou recuo. Mas como eu imagino que recuar seria muito difícil, preferi os ataques...
~ Já que as nossas roupas mudaram, mudei a localização das armas para lugares que acredito estarem correspondentes aonde estariam com a roupa normal da personagem.
~ Acredito que entrei no evento com nvl 38 e 325 de HP/MP...
~A missão onde Tânatos e Lana se encontram pela primeira vez é essa.
~ la la la
~ Qualquer dúvida, MP!
~ Beijos!

POST: 02 || COMEÇO DE NOITE || CLIMA FRIO || ROUPA
(c)
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Re: ♦ {Once Upon A Time} - A Bela Adormecida

Mensagem por Ianna D. Belikov em Ter 28 Jul 2015, 16:59

the sleeping beauty
well, well...
Tudo parecia estar indo bem demais para os pupilos de Belikov mas, quando a banshee gritou, Ianna sentiu sua espinha gelar. Correu em direção ao único que demonstrara certa confusão desde o início, percorrendo corredores e portas até avistar o corpo sem vida de seu irmão sendo mastigado por um dos cães infernais. Os olhos imediatamente se encheram de lágrimas, mas ela não emitiu nenhum ruído. Tinha que chegar ao ponto de transporte ou todos ficariam presos ali. Aproveitando a distração dos monstros, que agora usavam Brooklyn como refeição comunitária, a monitora apertou a parede, revelando uma passagem secreta que foi preenchida por seu corpo. Daquela forma, mais um capítulo se completava, trazendo um ainda pior para ser lido.

Os quatro semideuses se encontravam em frente a um trono feito de pura escuridão. O odor fétido de carne decomposta nocauteava seus narizes e o medo tomava seus corações. Não havia ninguém no salão, por enquanto. Belikov chamou a atenção dos sobreviventes rapidamente para atualizá-los a respeito da morte que ocorrera.

- Um dos nossos não conseguiu cumprir a missão imposta, foi morto em sua batalha. Honraremos sua memória saindo dessa história o mais rápido possível. - Uma porta foi aberta atrás deles e um homem de terno adentrou o lugar. Era muito bonito, com traços latinos e cabelo preto. As mãos estavam entrelaçadas atrás das costas e caminhava de cabeça erguida, sem titubear. Os quatro se separaram para deixá-lo chegar ao trono, de forma que logo descobririam a identidade do deus.

- A sinfonia da morte ainda é tão vívida... O amigo de vocês ainda tinha muito pela frente, culpem essa daí por meter vocês nessa missão suicida. - Sentado no trono que lhe pertencia, os olhos de Tânatos fixaram-se na monitora de Afrodite que baixou a cabeça, claramente constrangida. Abriu os braços e sorriu para os três restantes, como se acabassem de realizar um desejo. - Fico feliz que os demais tenham chegado vivos, mas se vieram pedir por Aurora, voltem. Não estou sendo benevolente hoje, como puderam notar. - Ianna aproximou-se do trono, sem medo.

- Senhor, por favor. Deve existir algo que possamos fazer pela garota. Qualquer coisa. - O deus coçou o queixo, claramente se divertindo com tudo aquilo.

- Existe, claro. Um amuleto, criado pela coragem. Tragam o item até mim e concederei o espírito de Aurora para ser devolvido ao corpo dela. Mas tomem cuidado. Muitos morrem pela coragem. - Então, os três sentiram as pálpebras pesarem e desmaiaram.

adicionais:
♦ Desculpa o drama, adoro isso q
♦ Coloquem armas, mascotes e poderes em spoiler, code, sinal de fumaça, qualquer coisa, desde que no fim do texto.
♦ Não coloquem "considerar poderes até tal nível. Não sou adivinha e nem obrigada a ir procurar. O que não estiver em spoiler de maneira adequada, não será considerado.
♦ Evitem usar templates muito estreitos, com barrinhas, com cores cegantes e etc. Ah, eu sou um pouco cega, então evitem as fontes muito pequenas.
♦ Horário: Começo da noite, iluminação oferecida por velas e candelabros.
♦ Clima: Frio (14ºC)
♦ Vocês possuem um prazo de 5 dias.
♦ Caso haja alguma dúvida, mandem MP. Gente, eu não sou má, não mordo e não mato. Me perguntem mesmo caso existam dúvidas.
♦ Boa sorte, fiquem bem. Mas nem tanto, tá?

- PONTOS OBRIGATÓRIOS:

♦ Descrevam toda essa introdução. Quero saber sentimentos, pensamentos, me passem a essência do personagem, plmdds, isso conta muito pra mim.
♦ Pois bem. Cada um será mandado a algum momento da vida onde foi posto à prova, de forma a tomar a decisão corajosa e ganhar uma parte do amuleto. As três partes, unidas, deverão formar o item. Essa parte será de pura criatividade pois todos têm a chance de me contar um pouco da própria história. Narrem a dificuldade em tomar aquela decisão, tudo. O post não precisa conter lutas, mas deve ser coerente.
♦ Ao final, realizem a tal decisão e peguem sua parte do amuleto. Para testá-los novamente, Tânatos enviará um de seus filhos para batalhar contra cada um de vocês e tomar sua "recompensa". Os NPC's deverão ter de cinco a dez níveis a mais do que o nível de vocês e portarão os presentes de reclamação apenas. Quando a derrota dos inimigos acontecer, vocês deverão ser transportados de volta ao salão real de Tânatos. Encerrem o post aí.
descontos:
- Kalled: -80 HP e -100 MP (Desconto de 15 HP por turno por sangramento contínuo)
- Olive: -38 HP (Desconto de 10 HP por turno por sangramento contínuo)
- Lana: -55 HP (Desconto de 15 HP por turno por sangramento contínuo)
- Brooklyn: Morto por falta de postagem e justificativa.
itens levados:
♦ {Arche de l'Amour} / Arco longo [De cores dourada e prata, este arco de bronze sagrado possui um desenho elegante e chamativo, mas não vulgar. Para todos os efeitos, age como um arco longo comum. No nível 20 transforma-se em um anel que faz par com Enchantè.] {Bronze sagrado} (Nível Mínimo: 1 ) [Destreza/ Ataque/ Poder de precisão][Recebimento: Presente de Reclamação de Afrodite]

♦ {Enchantè} / Aljava de Flechas Infinitas [As flechas reluzem claramente, dado o acabamento mais elegante se comparado à armas de outra origem. Porém, são apenas flechas de bronze sagrado. O compartimento é feito de couro, decorado com filigramas metálicas. No nível 20 transforma-se em um anel que faz par com o Arche de l'Amour.] {Couro e bronze sagrado; Madeira de freixo e bronze sagrado}

♦ Tirso [Cajado com propriedades mágicas; leve e super-resistente, diminui gradativamente os gastos de energia e auxilia na manipulação do vinho. Possui videiras ornamentadas em sua superfície e, de guarnição, algumas uvas] [Presente de Dionísio]

♦ Cantil Mágico [Cantil atribuído com a benção de Dionísio; contém vinho inacabável e recupera 10HP/EN por missão] [Presente de Dionísio]

♦ Gauth [Adagas gêmeas feitas especialmente para Andy. As armas adaptam-se perfeitamente à forma da semideusa de lutar, e mesmo que sua perícia não seja esta, alguns dos ataques com as lâminas poderão dar danos maiores se estes forem bem explicados. Os cabos possuem as letras "A&G" entalhadas. Os detalhes são pequenos caduceus entrelaçados a algumas roseiras, perfeitamente esculpidos nos cabos.][Presente da Rafa, sua amada ♥]

♦ {Uncontrolled} / Colar [Colar feito de prata, com um pingente arredondado também de prata, que pode ser aberto. Dentro há uma foto de Ianna pouco mais sombria. Quando aberto, a semideusa cede parte de sua mente para seu ID, aumentando a potência de golpes físicos em 30% por dois turnos. Porém, quando o faz, a moça perde controle sobre suas ações, só retornando consciência após passados os turnos.] {Prata} (Nível Mínimo: 20) {Não controla elementos} [Recebimento por Aldrick no treinamento do 3º Trimestre de 2014]

♦ {Double} / Anel [Um anel feito de ouro um rubi incrustado em seu centro, representando uma rosa. Uma vez por missão, durante dois turnos, Ianna poderá criar um clone de si mesma. A cópia será exatamente igual à usuária e terá as mesmas habilidades físicas; no entanto, se o clone utilizar habilidades ativas, a MP provirá da original - ou seja, se o clone utilizar uma habilidade ativa, a energia (MP) de Ianna será descontada como se ela própria houvesse usado o poder. A ativação é de acordo com a vontade da usuária.] {Ouro e Rubi} (Nível Mínimo: 20) [Recebimento: Missão "The Other Me", por Poseidon]

♦ Adaga Ácida [Uma adaga comum de bronze banhada em ácido muitíssimo corrosivo. Em contato com qualquer coisa que não uma bainha especial que veio com a Adaga, corrói muito facilmente, portanto deve tomar cuidado para não se atingir com o ácido]
poderes relevantes:
passivos:
afrodite:
♦ Visão auspiciosa (Nível 19) [NOVO - idealizado por Sadie Bronwen]: O filho de Afrodite enxerga a aura da emoção das pessoas ao seu redor. Não é telepatia, ou algo do tipo, mas ele sempre vai saber o estado emotivo das pessoas - ansiedade, raiva, amor, nada escapa de seus olhos. Não detecta pensamentos ou informações específicas, apenas o sentimento geral. Por exemplo, se alguém mentir para eles, não conseguem perceber, mas podem identificar que o locutor está ansioso, mesmo que não identifiquem o motivo. Não pode ser desativado.

♦ Linguagem corporal (Nível 50) [NOVO - idealizado por Sadie Bronwen]: A sedução é um jogo que envolve muitos fatores, dentre eles a capacidade de emitir sinais, e reconhecer aqueles enviados pelo alvo para ver se estão em sintonia. Por isso, a capacidade dos filhos de Afrodite é aprimorada nessa área. Eles reconhecem sinais da linguagem corporal, podendo analisar melhor aqueles ao seu redor. Não é uma premonição e não é certo, mas auxilia - sinais de que a pessoa está descontente, está nervosa, está mentindo ou interessada em algo, etc. O corpo fala, e o filho de Afrodite é capaz de ouvir.
dionísio:
Level 19 ~ Habilidade Teatral III ~ Todos acreditam nas palavras que proferirem de sua boca, colocando toda a fé e caindo em suas emboscadas. Consegue deixar monstros aturdidos por sua capacidade de mentir, e sua atuação é perfeita.
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Re: ♦ {Once Upon A Time} - A Bela Adormecida

Mensagem por Olive C. Parveau em Dom 02 Ago 2015, 01:39

Once Upon a {Dream} #*3

And I know it's true. That visions are seldom all they seem. But if I know you, I know what you'll do, You'll love me at once the way you did once upon a dream

   
   
   
✫ Minha respiração estava ficando cada vez mais ofegante, enquanto o ritmo do coração aumentava, fazendo minha apreensão aumentar. Ao olhar para os sangramentos pelo menos corpo, engoli em seco, enquanto um calafrio percorria todo o meu corpo. Rapidamente, arranquei alguns pedaços das mangas do vestido, usando como faixas para estancar os ferimentos e reter o sangramento.

O odor que pairava ali começava a me nausear, enquanto o trono feito de escuridão me causava um aperto no coração, aumentando todo o medo que sentia naquele momento. "Não seja fraca, Olive. Se controle." - Pensei.

O problema era que era quase impossível ficar calma, principalmente depois da informação que Ianna acabava de pronunciar: O outro filho de Afrodite estava morto.

Engoli em seco enquanto a memória do rosto do garoto invadia minha mente. Eu realmente tinha medo que acontecesse a mesma coisa que ele, mas também me torturava por todo aquele medo, toda aquela aflição que tomava conta de mim naquele momento. Olhei de relance para os outros semideuses ali presentes, tentando ver se também tiveram que enfrentar monstros no caminho até ali.

Engoli em seco quando um homem entrou no recinto onde estávamos. Me afastei para dar passagem a ele. Imaginava quem ele poderia ser, mas, de fato, tinha esperanças de estar errada, esperança esta que foi destruída quando ele começou a falar.

Tudo aquilo que o deus falava me deixava com muita vontade de partir para cima dele, mas me controlei, afinal, ainda queria viver.

Quando Tânatos revelou o que poderia ser feito em troca da alma de Aurora, gelei. Um amuleto criado pela coragem. Parecia fácil, as eu sabia que havia algum truque, sempre há. Quando senti as pálpebras pesarem, senti uma imensa vontade de gritar, mas voz não saía. "Não! De novo... Não!" - Pensei, enquanto apagava completamente.
Armas:
✫ {Graveolentiam} / Adaga [Adaga prateada, apesar de feita com bronze sagrado. Seu punho é envolto em couro, para melhor manuseio, e a lâmina possui símbolos rúnicos gravados. Acompanha bainha de couro. No nível 20, torna-se um colar de pentagrama.] {Bronze sagrado e couro} (Nível Mínimo: 1) [Recebimento: Presente de Reclamação de Hécate] ~Presa no cinto.
✫ Lança Longa de bronze sagrado [O cabo dessa arma é mais grosso, sendo mais pesado e resistente e medindo 2 metros. Sua ponta é feita de bronze sagrado. Deve ser usada com as duas mãos, pelo alcance e pelo peso um pouco maior, impossibilitando o uso de escudos e outros itens de forma adequada. Também permite manobras defensivas, como o bordão, mas exige maior perícia para o sucesso dos golpes][Madeira e bronze sagrado.][Nível mínimo: 3 - exceto para filhos de Ares, Hécate e centauros] ~Em mãos
✫ Flagelo [Semelhante ao chicote comum, possui uma longa tira de couro reforçado presa ao cabo, e fibras de bronze sagrado. O chicote mede 3m, mas possui cravos entrelaçados no couro, provocando dano por corte quando acerta o oponente][Bronze sagrado e couro][Sem elemento, sem nível mínimo] ~Presa no cinto

Poderes:
I. Passivos
(Nenhum)
II. Ativos
(Nenhum)


thanks, ♛ and ▲
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Re: ♦ {Once Upon A Time} - A Bela Adormecida

Mensagem por Lana D'yer Hempstead em Dom 02 Ago 2015, 09:41



— LANA D'YER : TITANIUM — EVENTO : ONCE UPON TIME  
I'm bulletproof, nothing to lose, fire away, fire away. Ricochets, you take your aim, fire away, fire away. You shoot me down but I won't fall.
I AM TITANIUM!
O silêncio profundo brincava com meus ouvidos, provocando em mim um vazio que me obrigava a recordar da sensação mais dolorosa da morte. Minha alma estava em prantos, assim como a rainha em outrora. Sentir a morte novamente tão próxima era recordar de minha maior perda, por isso lágrimas densas ameaçavam cair de meus olhos, apesar de muito tentar contê-las. Não era minha intenção chorar diante aos outros que também estavam no local.

Por breves segundos tentei erguer minha racionalidade sobre toda a emoção melancólica. Virei meus olhos para todos os cantos, percebendo que naquele local dominado por sombras apenas estavam presentes quatro semideuses, Ianna era um deles. Senti falta de mais alguém...

O trono à nossa frente estava vazio, mas tudo me levava a crer que era ali a morada do deus dos mortos. Confusa, tentei entender como poderia ter mudado tanto. Meu contato anterior com Tânatos havia me levado a uma floresta que, apesar de sombria, não parecia tão assombrada, mas agora estava diferente. Para me incomodar ainda mais, havia um odor latente de carne putrefata. Ela invadia minhas narinas, embrulhando meu estômago e me obrigando a controlar minha respiração para não ser golpeada por um enjoo desnecessário e fora de hora.

Defini o sentimento que se mesclava a toda minha melancolia, era o medo enraizado em meu interior. Temia a morte, mas não a minha morte. Foram tantas vezes que eu a havia desejado que perdi as contas. O que me assombrava era o pavor de perder aqueles que tanto amava. Contudo, ali naquele local, convencia-me de que a única que poderia ser ameaçada pelo perigo era eu mesma, por isso decidi me agarrar a este pensamento para tentar me manter focada.

Imersa em tantos pensamentos, agradeci mentalmente à Ianna quando ela se pronunciou, atraindo minha atenção para suas palavras. Era necessário ouvir tudo o que a filha de Afrodite tinha a dizer, pois era a mesma que controlava boa parte do rumo da história. A bela jovem revelou que um daqueles que haviam escolhido seu conto havia feito a passagem, havia morrido. O pesar em seus olhos me fez recordar que quem faltava era um dos filhos da cria da beleza, um dos diversos irmãos daquela monitora e por esse motivo suas palavras eram tão respeitosas, prometendo finalizar o mais brevemente aquela jornada sinistra e incomum.

Gostaria de saber o quanto sentia pela partida de seu irmão, sempre tive a necessidade de tentar abrandar o sofrimento de uma perda, pois sabia o quanto podia doer. No entanto, quando ameacei dar meu primeiro passo, ouvi o ranger de uma porta e em seguida vieram passos vagarosos. Instantaneamente virei meus olhos para minhas costas, na direção do som e assisti um moreno de belas feições latinas seguir com certa imponência rumo ao trono que parecia ser sempre guardado para ele. Não era difícil de imaginar que se tratava de Tânatos, a aura forte de morte que me açoitara no instante que atravessou de frente a mim me fez perceber, no entanto, o deus estava diferente, ainda belo, mas muito diferente em todos os sentidos...Dei meus passos para trás, sentindo a obrigação de fazer isso. Parecia a atitude mais sábia a se tomar, pois a impetuosa aura fúnebre daquele que caminhava era imensurável, repelindo a todos de forma imediata, obrigando-nos a nos separar para abrir sua passagem.

Reconhecendo precipitadamente sua identidade, vi o deus dos mortos se sentar em seu trono, e depois disso vieram suas palavras que pareceram afetar ainda mais a monitora do chalé de Afrodite. Tânatos contemplava a morte, como era fácil de presumir, mas culpar a filha da beleza não era o correto a se fazer. Eu até afrontaria o deus, revelando meus mais profundos sentimentos que passaram a menosprezá-lo com imensa intensidade, mas o moreno divino deu continuidade às suas palavras, irritando-me ainda mais quando revelou que nada poderíamos fazer pela inocente Aurora.

Enfurecida, já dominada por uma coragem insana, dei meus primeiros passos em sua direção. Desconsiderava todo seu poder, não temia as consequências que poderia sofrer, por mais que aquela criatura poderosa emanasse uma energia igualmente poderosa. Fui tomada pela vontade que conseguia sobrepujar-se a qualquer receio, sentia o desejo pela justiça mais sensata.

- Você não pode... – iniciei minhas primeiras palavras, pronta para encarar toda a fúria do divino, mas Ianna foi mais rápida, praticamente implorando por uma chance de conseguir resgatar a alma injustiçada.

Ponderando seu pedido Tânatos coçou o queixo, refletindo, deixando claro em sua expressão que tudo aquilo para ele era melhor que um parque de diversão macabro. Pouco tempo depois estava fazendo uma questionável revelação: havia um amuleto que poderia fazê-lo devolver a alma de Aurora, este era o amuleto da coragem. Coragem... Exatamente tudo o que sentia naquele momento, apesar de sempre ter sido amaldiçoada pela insegurança.

- A covardia paralisa e mata muito mais. – consegui finalizar uma frase, atraindo a atenção do deus. O divino me olhou por alguns segundos. Sua sobrancelha esquerda levemente erguida fez com que eu me questionasse se havia me reconhecido, mas não tive tempo para decidir se minha impressão era verdadeira...

Novamente era sugada para uma nova realidade. Meus sentidos se esvaiam aos poucos, adormecendo. Com a certeza de que era inútil lutar, permiti que aquela força misteriosa me levasse para onde quisesse.

Coragem não é ausência de medo…


Certo tempo depois estava em um local totalmente diferente ao do conto. Parecia a época atual, os carros modernos e velozes naquela rua movimentada davam essa nítida sensação. Mas essa era a única certeza que tinha nos primeiros instantes. Curiosamente a realidade ao meu redor parecia tomar suas formas. Carros, prédios, pessoas, tudo o que me circundava, no início pareciam apenas borrões quase espectrais, nuvens de fumaça colorida que pareciam intangíveis, eu não sabia se conseguiria tocá-los, por isso esperei mais alguns instantes.

A cacofonia de buzinas e palavras se intensificou, despertando em mim uma leve dor de cabeça, pois o barulho e toda a incerteza do que viria a seguir me incomodava. Tentando retomar o mais rápido possível minha concentração, tratei de analisar com mais cuidado o que me rodeava. Era o ponto de alguma cidade grande dos EUA, certamente, e não era totalmente desconhecido. Um pequeno resquício de memória fora capturado pela minha breve investigação do local. Parada, atenta, ainda que meio perdida, aos poucos consegui ver o mundo tomando sua mais completa forma e isso me ajudou a definir com exatidão minha localidade. Estava em Los Angeles, minha terra natal.

O nome exato da rua eu não recordava e isso não parecia relevante no momento. Eu apenas reconhecia que costumava visita-la quando era bem pequena, aos arredores tinham muitas opções para o lazer. Poucos metros adiante havia uma imensa praça com muitas palmeiras, bancos e área livre para qualquer criança se divertir. Sabendo mais ou menos minha localização, decidi entender o motivo para estar ali. Cogitei a hipótese do amuleto da coragem estar escondido em uma das dezenas de lojas famosas, em algum dos vários restaurantes requintados. Questionava sobre a possibilidade quando tive uma surpresa. Kitana, minha babá quando criança e também filha de Selene, apareceu ao meu lado, segurando minha mão e dizendo que era necessário nos apressar, pois o tempo corria e era necessário fazer a lição de casa. Porém, há vários meses que eu não pisava em uma escola, sem falar que o jeito com que a morena me tratava me fazia lembrar o zelo que todos os adultos responsáveis tratam seus pequenos protegidos. Algo estava errado... O tempo parecia ter voltado alguns poucos anos... Logo minhas dúvidas foram sanadas.

Confusa com todo o tratamento excessivamente protetor, dei mais uma olhada ao meu redor, apesar de tudo, a cena me era familiar.  Foi nesse momento que tudo passou a fazer mais sentido. Olhei para o outro lado da rua e próxima à calçada estava uma cadela visivelmente assustada, doente e maltratada. Andava com passos vacilantes, parecia fraca demais e o caminho que trilhava era perigoso, ela seguia rumo à rua preenchida por carros velozes que pareciam impossíveis de parar. Subitamente um aperto forte preencheu meu peito, trazendo uma agonia intensa ao meu coração. A respiração pareceu se obstruir, enquanto batidas desgovernadas começavam a pulsar sob meu peito. Eu estava aflita pelo que poderia vir a seguir, já conseguia prever diante aos meus olhos um inevitável atropelamento. E foi isso que me fez recordar de um fato de meu passado, algo longínquo que eu poderia afirmar ter esquecido, mas não era bem assim...

A cadela de pele sarnenta e olhar remelento me fez ter certeza de que se tratava de Layka, a minha primeira e única cachorra de estimação. O dia em que nos encontramos parecia se repetir, e nesse dia eu tive o ato mais heroico e corajoso de toda minha vida. Eu havia salvado a pequena vira-lata de rua e esse parecia ser um teste de coragem que eu teria que superar. Mas havia um grande inconveniente: eu não era mais a criança que achava que poderia salvar o mundo. Tinha esse pensamento tolo com meus oito anos, influenciada por filmes fantasiosos que cultuavam os heróis de bom coração. A pequena Lana sempre desejou vestir sua capa, ter super poderes e zelar pelos mais fracos e injustiçados. Mas todo esse desejo ficou para trás, eu agora era uma adolescente, e o pior, uma adolescente insegura.

Paralisei. Os carros velozes não paravam, ao contrário de Layka, que continuava seu caminho e estava prestes a atravessar. Não havia mais tempo para refletir, era correr ou apenas assistir um trágico acidente. Agi! Seria impossível permanecer parada, prevendo como se meu próprio corpo frágil sofresse o impacto contra um carro de toneladas, a uma velocidade extrema. O futuro arrependimento por não ter feito nada parecia muito mais aterrorizante do que o perigo da morte. Por isso atravessei por entre carros, usando o melhor de meus reflexos, ainda sentindo meu sangue pulsar forte pela adrenalina. Atrás de mim Kitt gritava desesperada, como fizera anos atrás, e eu apenas corria, ignorando seus apelos como também fizera anos atrás.

Enquanto sentia meu corpo intacto, minhas pernas fortes, minha respiração ofegante, continuei meu caminho, pois sabia que ainda permanecia viva. Poucos metros diante a mim estava Layka, ameaçando passos cambaleantes, recuando por tantos carros que atravessavam zunindo, buzinando, mas nunca parando. Se alguém me perguntar como eu mesma não havia sido lançada aos ares por um daqueles monstros de quatro rodas eu não conseguiria responder. Podia ouvi-los, sentir a brisa furiosa que açoitava meu corpo, quase me carregando por tamanha violência, mas nada acontecia a não ser a continuidade de minha corrida. Até que por fim cheguei ao meu ponto de destino.  

Layka estava arredia, evitou meu toque nos primeiros instantes, precisei de certa paciência e alguns segundos para poder acariciar sua cabeça. Quando finalmente consegui, baixei meus olhos e vi que carregava uma coleira cravejada de cristais negros e brilhantes, algo tão destoante de seu estado deplorável que me fez ter a certeza de que tinha uma importância especial. Abaixei-me e percebi um pingente de design curioso, algo adornado com um símbolo indecifrável. Curiosa e confusa, levei minha mão direita até ele e ao tocá-lo senti o toque morno de um dia ameno de verão. Sem ter tempo para questionamentos, o mundo ao meu redor pareceu se dissipar em névoa, desfazendo suas formas urbanas e modernas. Até mesmo Layka foi sumindo pouco a pouco, como se fosse apenas o espectro de uma lembrança.

Formas novas começaram a surgir. Com a cidade urbana para trás, uma floresta negra começou a crescer diante aos meus olhos. Árvores de galhos escuros e nus emergiam do solo em uma velocidade absurda, emanando uma vibração  tortuosamente fúnebre. O único vestígio sólido de meu ato de coragem permanecia seguro em minha mão direita, era o estranho pingente que consegui tirar da coleira de minha irreal Layka. Apertei firme aquele item, entendendo que deveria se tratar do tal amuleto que Tânatos desejava para libertar a alma de Aurora. Por breves instantes imaginei que havia conseguido, que tinha tudo o que precisava, que meu ato de coragem insana bastaria. Realmente acreditei, até ouvir uma voz seca e rude. Uma voz que ecoou por toda a extensão daquela floresta negra e sem vida, impregnada por um ar que pesava em meus pulmões.

- Papai deseja a recompensa de sua coragem. É melhor entregar agora, pois deve saber que será incapaz de sair viva daqui se você se negar a cumprir esta ordem. – a voz exigiu, sendo oculta pelas sombras e toda a escuridão que nos cobria. Surpreendida, virei meu corpo por todos os ângulos em busca daquele que falava, algo inútil, pois ele parecia estar perfeitamente oculto e furtivo.

Parei, ponderando o que fazer partir dali. Toda a energia e autoridade daquele semideus – além de suas palavras – deram-me a certeza de que se tratava do filho da morte, um dos oponentes que sempre esperei evitar em combate, pois sabia que as minhas condições de vencê-lo seriam mínimas. Para aumentar ainda mais a certeza de meu fracasso, sentia sua aura mórbida que me causava todo o pânico e melancolia. Para me afetar do jeito que estava afetando o semideus deveria ser poderoso. Mas o inimigo oculto deveria desconhecer um fato sobre mim, eu não temia morrer.

Guardei o amuleto em minha jaqueta, depois movimentei meu bordão colocando-o em posição para combate, aquela era minha resposta. Sem temer à morte estava disposta a lutar até vencer ou perecer. Após tanto desejar salvar uma alma amaldiçoada, seria inconcebível simplesmente desistir. Agarrei-me com firmeza àquele bastão e às palavras que um dia me disseram que a coragem não é a ausência do medo, mas sim a sua capacidade de enfrenta-lo. Eu tinha que ter coragem, principalmente por estar sozinha...  Iria lutar.

- Pelo jeito fez sua escolha. Logo se juntará ao seu pai, Lana. – ele disse, tocando em um de meus pontos mais vulneráveis.

- Isso foi o que mais desejei por muito tempo... – revelei. Ainda sentia a perda do homem que mais amei na vida, mas revê-lo por muitas vezes realmente fora o meu maior desejo e tentar me aterrorizar daquela maneira nunca surtiria o efeito desejado. Jonathan D'yer ainda era um de meus pontos fracos, mas a ameaça de morrer para revê-lo não.

- Então hoje é um dia para desejos se realizarem. – o semidivino arrematou.

Na ausência de um alvo visível, apurei todos meus outros sentidos para tentar ao menos evitar ser surpreendida por qualquer um de seus ataques. Com a audição atenta, permaneci com meu corpo imóvel apenas ouvindo e sentindo qualquer movimento que se manifestasse ao meu redor.  Se desejasse lutar, o semideus não poderia permanecer furtivo por muito tempo.

Um leve tremor de terra manifestou-se ao meu redor. Desconfiada, levei meus olhos naquela direção e em questão de segundos foices ligadas à correntes surgiram, eclodindo do solo. As correntes pareciam me seguir com a nítida intenção de ataque e como reação de defesa usei todos meus reflexos adquiridos em treinamento. Para me defender abusei de mortais básicos e acrobacias sem muita complexidade. Rolei por muitas vezes sobre o solo de terra negra, minimamente úmida. Os golpes vinham de todos os lugares e ainda tive que mergulhar em meio às correntes com foices, tendo a cautela de não tornar meu próprio bastão um impedimento para meus movimentos.

A minha estratégia naquele momento era bem básica: não ser golpeada e nem presa pelas correntes vivas. Para isso precisei buscar toda a minha capacidade de esquiva e bons reflexos, tratando ainda de me afastar ao máximo do ponto inicial da aparição. As correntes vinham de vários ângulos, pareciam desejar me encurralar, mas não tinham um tamanho infinito. Cheguei a um ponto onde elas não chegavam mais até mim. Eu estava cansada, obviamente, mas mais motivada a batalhar.

- Belos movimentos, Lana. Parece que ser indefinida te fez buscar o melhor de seu físico e de seu potencial... Mas o que você será capaz de fazer se não tiver toda essa destreza?

Nesse momento meu corpo pareceu esfriar, e o poder do semideus, seja lá qual fosse, conseguiu prejudicar meus movimentos e pensamentos. Senti dificuldade para raciocinar com exatidão e meus passos que recuavam estavam mais lentos. Naquele momento o filho da morte surgiu dentre as sombras, caminhando por entre árvores que tinham caminhos estreitos. Sua capa esvoaçava, seguindo o ritmo do vento fraco que parecia gemer em lamento. Quando pude ver seu rosto percebi que era um moreno de pele pálida, belo como o pai. Eu, que raramente era afetada por essas coisas tão fúteis, tive que reconhecer que por breves segundos me senti atraída pelo rapaz de traços quase élficos, pele alva, cabelos mais negros que as sombras e com um ar profundamente mórbido. Os seus olhos cinzas pareciam cintilar em meio a tanta escuridão, eles me encararam fixamente, fazendo meu estômago se contorcer de maneira bandida, o coração também palpitou todo inconsequente.

Rapidamente tratei de desviar meus olhos, lembrando-me que estava em uma batalha e que o semideus atraente estava ali para me matar. Firmei meu bordão, respirando profundamente tentando quebrar o encanto. Mas não tive muito tempo para evitar com eficiência a corrente de sua foice. A arma correu de maneira veloz, cortando o ar, dando a mim a oportunidade para tentar uma esquiva desengonçada para o meu lado esquerdo. Apenas girei meu corpo, sentindo a lâmina raspar a minha pele na altura do seio direito, cortando até o ombro do mesmo lado. A dor aguda foi instantânea, o sangue jorrou de maneira considerável e eu engoli um grito sofrido.

- Vai me dar a honra de abrir a passagem para o submundo? Se não dificultar as coisas, prometo que não vai doer. Sinto que você não tem muitos motivos para continuar a viver, seu fardo é pesado, assim como a culpa que te corrói diariamente. Se sente que tem culpa pela morte de seu pai, pode perguntar isso diretamente a ele. Apenas permita que eu te leve...

Era tentadora a voz do semideus, seus passos calmos seguiam em minha direção. Ele vinha como uma leve brisa nostálgica, fazendo-me querer aceitar sua proposta. Abaixei minha arma, permitindo que se aproximasse o máximo. O filho de Tânatos chegou muito perto, nossos rostos ficaram a poucos centímetros de distância. Imóvel, não conseguia mais pensar em mais nada, apenas que era o fim... Não deveria doer, ele prometera. O semideus me olhou profundamente nos olhos, foi um olhar tão intenso que fez minha espinha gelar. Ele parecia enxergar minha alma.

- Odeio isso. – ele revelou, ainda mantendo seu olhar intenso. Os dedos gelados afastaram meus fios de cabelos que caiam sobre meus olhos derrotados.

- Olhar no fundo dos olhos e descobrir que não é a hora do adversário morrer é decepcionante. – ele suspirou profundamente, mas sem desviar seu olhar. Seus dedos agora brincavam com os meus fios rebeldes. - Mas ser envolvido pelo mistério que te cerca me derrota facilmente. Não sei o motivo, mas não quero te machucar. Não mais. Você venceu. – só então a cria da morte se afastou, deixando sua arma cair no chão, mostrando assim que desistia do combate.

- Mas você não pode... – falei com a voz embargada, sem entender o motivo para aquela atitude tão inesperada.

- Eu posso sim... Já fiz.

Essas foram suas últimas palavras. Logo depois fui sugada, transportada para o palácio de Tânatos. Agora tinha mais dúvidas do que nunca...





◉ informações

Arsenal:

— Faca [Sua lâmina bronzeada mede cerca de 24 cm, e seu cabo tem o mesmo comprimento padrão. É bastante afiada e é perfeita para ataque ágeis e rápidos. O bom desta arma é sua eficiência tanto para mãos hábeis quanto para manuseios mais inexperientes, pois é uma arma curta, fácil de esconder e ao mesmo tempo fácil de manusear. Seu punho é feito de aço, mas uma camada de couro escuro cobre o aço para que o usuário possa segurá-la firmemente. Na parte inferior da lâmina, próxima ao cabo, há entalhado as siglas do Acampamento "CHB"; uma propriedade que só os meio-sangues e criaturas místicas podem ter e usar (ajuda um pouco na destreza)] {Bronze, aço e couro} (Nível mínimo: 1) {Nenhum elemento} [Recebimento: Administração; item inscrição padrão do fórum] (Presa à sua perna direita)

— {Winter} / Adaga [Uma adaga feita inteiramente de gelo, apesar de ser colorida: sua lâmina é tradicionalmente prateada, como se fosse feita de algum metal, e sua empunhadura é dourada. Possui cerca de 30 centímetros ao todo, sendo que a lâmina tem 20 e a base tem 10. Ao atingir alguma parte do corpo de um monstro ou semideus causa uma leve dormência na região, que dura um turno e atrapalha os movimentos daquela área durante esse período.] [Gelo, tintura prateada e tintura dourada] [Nível mínimo: 5] [Nenhum elemento] [Recebimento: recompensa pela missão "Mas eram só morangos", avaliada por Quíron e entregue por ♦ Lady Íris.] (Faixa ao lado direito da cintura)

— Rede [Rede de fios resistentes, usada para imobilização dos inimigos. Em seu centro pende uma corrente fina de bronze com um pequeno peso na ponta, para facilitar o manuseio - a rede é girada e atirada por esse cordão, se abrindo no ar e caindo sobre o inimigo se o golpe acertar, mas é difícil de ser usada mais de uma vez por combate, devido ao seu funcionamento. Contudo, se efetiva, paralisa o oponente por 3 rodadas - ele ainda pode se defender, mas terá seu ataque e defesa reduzido em 50% até se livrar da rede, e não poderá sair do lugar.][Fibras e bronze sagrado][Sem elemento][Nível mínimo: 2] (Amarrada na cintura de um jeito fashion -q)

— Soco inglês [Estrutura metálica, feita para ser encaixada nos dedos, potencializando o poder de ataques corporais. Causa dano contusivo, da mesma forma que uma clava, por exemplo, mas pode ser devastador no caso de usuários com grande capacidade física.][Bronze sagrado][Sem nível mínimo, sem elementos] (Na mão direita)

— Bordão [Cabo de madeira cilíndrica, sem pontas e muito simples, do tamanho do usuário. É usado mais em táticas defensivas. Devido a resistência do material e sua densidade, não causa dano letal, podendo apenas deixar o inimigo atordoado ou, em casos muito graves, inconsciente. Usado geralmente quando se quer capturar e não matar o oponente. Exige o uso de ambas as mãos para o manuseio adequado, impossibilitando o uso de escudos ou outros itens, mas permite manobras defensivas.][Madeira][Sem elemento, sem nível mínimo] (Arma principal, segura na mão direita)

— {Blood} / Colar [Um colar de prata com um pingente representando uma gota de sangue. Uma vez por missão e somente quando o usuário está com menos de 20% de vida da barra total, o colar restaura a vida do usuário em 10% da barra total.]{prata}(nível mínimo: --){não controla nenhum elemento}[Recebimento: Stage of Blood - Treino Trimestral] (No pescoço)

— {Shock} / Luvas [Uma luva de couro enfeitiçada para se encaixar perfeitamente na mão do utilizador. Sua cor também muda dependendo da preferência de quem estiver vestindo elas. Sempre que o dono quiser, espinhos com cerca de 1cm surgem para dar um dano leve de perfuração ao socar o adversário.] [Couro e Ferro] [Nível Mínimo: 10] [Sem elementos] [Recebimento: Éolo por cumprir a missão "Cadáver Molhado"] (Nas mãos)

Resumo de ações:

Preguiçaaaaaa... Preguiça, preguiça, preguiçaaaaa de escrever aqui.
Poderes:

Filho de Tânatos
~ Passivos:

Influência sobre o medo {Nível 01} - As pessoas perto de você podem entrar em pânico só por sentir sua presença, um estado de choque ao ver que você estará por perto, sendo filho da Morte. Se manterão longe e podem até hesitar um ataque em um nível maior, admitindo o poder do semideus.

Perícia com foices {Nível 01} - O filho de Thanatos possuirá uma agilidade perfeita no manuseio de foices. A flexibilidade e agilidade para realizar golpes incríveis com a arma, se destacando em especial com elas. Podem reparar e bloquear golpes sem nenhum problema quando estão armados da foice.

Personalidade de Ceifador {Nível 01} - Essa habilidade é praticamente um indicador das características dos ceifadores. Eles são disciplinados(Cumprem ordens e não são punidos de forma injusta), frios(Não caem em chantagens emocionais, não possuem pena), secos(Podem ser grossos e provocar a inimizade dos outros com facilidade), concentrados(Não são afetados por charme ou beleza) e focados em seu dever(Abandonam todas as tarefas para o chamado da morte). Por ser algo mutável de meio-sangue para meio-sangue, o semideus poderá escolher três características, sendo que uma delas é obrigatoriamente o foco. {New}

Baldado {Nível 02} - Simplesmente ao passar por alguma pessoa, animal, plantas, a felicidade desaparecerá. As plantas murcham e o ar se torna pesado. A tristeza tomará conta de tudo e todos que estiverem ao seu caminho. Pode levar a melancolia e a depressão.

Beleza {Nível 03} - Os filhos de Thanatos herdam muitas características de seu pai. Portanto, herdam também a sua beleza. Thanatos era um deus belíssimo, e assim serão os seus filhos. Enganará pessoas com facilidade, geralmente os semideuses se sentirão atraídos pelo filho de Thanatos. {New}

Sensibilidade de morte {Nível 04} - Não importa quando ou onde, mas o filho de Thanatos sentirá quando alguém morrer ou estiver a beira da morte, podendo prever golpes mortais que o inimigo desferirá em qualquer lugar.

Fortalecimento Funesto II {Nível 09} - Vários lugares possuem uma aura sombria, assustadora. Esses lugares, como florestas, cavernas, cemitérios, locais subterrâneos, ou semelhantes, os filhos de Thanatos poderão usar seus poderes de até três níveis maiores, uma vez por missão. {New}

Visão Sinistra {Nível 12} - O semideus adquire sentidos de morte mais apurados e passa a perceber o sobrenatural pelo prisma da Morte. Ele enxerga o fardo da morte ao redor de uma pessoa: não a probabilidade de morrer (a menos que o indivíduo tenha uma doença terminal), mas com que frequência ele se associou (consciente ou inconscientemente) aos mortos ou aos agonizantes. Aqueles que perderam muitos entes queridos ou que mataram muitas pessoas costumam carregar fardos mais pesados. Este sentido também se aplica a coisas e lugares. Usando este clássico, o semideus é capaz de perceber o pesar de uma pessoa devido a uma perda recente e manipular a vulnerabilidade emocional do indivíduo. Pode ser usado para identificar assassinos que tenham disfarçado seus crimes para que não fossem descobertos (mas o clássico não revela os pormenores do assassinato: revela apenas que o alvo tem sangue nas mãos). Esta visão não funciona com pessoas que não se lembram das perdas ou não reconhecem-nas. O poder também serve para diferenciar um morto de um não morto, ou seja, caso uma pessoa tenha se acidentado, podes ver se ela morreu ou ainda está viva. {New}

Autoridade Mortis {Nível 18} - Baseado no medo, melancolia e o pré-morte, sua voz agora tem um tom mais sinistro na audição alheia, e prenúncios de morte ou sentenças desta raramente serão questionadas. Embora você as manipule, elas não serão — necessariamente — verdadeiras. (Os mais fracos serão mais passíveis. Vale ressaltar que essa habilidade pode persuadir ao suicídio com bem mais facilidade, caso o filho de Thanatos seja uma Ferramenta)

~ Ativos::

Ofuscação {Nível 06} - Capacidade de passar por pessoas sem ser visto, escutado ou tocado. Consiste em alterar a visão da vítima, evitando que a mesma note sua passagem. Quanto mais pessoas, mais será o gasto de energia. Dura apenas duas rodadas.

Caminho da Morte {Nível 08} - Com sua fala, tentará coagir o alvo que sua hora chegou e que a morte veio buscá-lo. O alvo sentirá-se mais desmotivado, cansado, e perderá energia caso não quebre o encanto. Ele ficará incapacitado de realizar magias ou poderes especiais por um post. Duas vezes por missão. (No começo, só haverá uma leve desmotivação, cansaço. Mas a habilidade evolui de acordo os níveis)

Algor Mortis {Nível 12} - Ao usar essa habilidade, o corpo do alvo esfriará (devido a uma diminuição imaginária da circulação sanguínea) fazendo seus movimentos e pensamentos serem mais lentos. Dura dois posts, duas vezes por missão.
Foices encantadas {Nível 26} - O filho de Thanatos crava a ponta de sua foice no chão, e ergue os braços. Então do chão saem quatro foices, ligadas a correntes do submundo, que seguem o inimigo, como forma de ataque, ou cercam o usuário, como forma de defesa. O filho de Thanatos não pode retirar a foice do chão enquanto a duração de três rodadas desse poder não acabar. {New}

Observações Importantes:

~ Texto grande, né? Estou tentando recuperar a intensidade dos sentimentos, transformar os posts mais vivos... Quem ler vai sofrer um pouquinho... Na verdade muito. Desculpa >.<
~Lana, apesar de muito reservada e antissocial, sente certa empatia pelos filhos de Afrodite. Ela ainda odeia assistir o sofrimento das pessoas quando perdem alguém para a morte, por isso dei uma atenção especial à Ianna e ao seu irmão.
~ Eu fiquei sem ideia sobre o que fazer para encontrar um momento capaz de mostrar a coragem de Lana, por isso usei Layka. A cadela foi usada em uma DIY. Se eu estou certa de que ficou bom? De forma alguma, mas é o que tem pra hoje...
~ Como não houveram detalhes sobre como deveria ser o ambiente para onde foram transportados, decidi trabalhar como se fosse algum tipo de ilusão. Isso pode explicar – ou não – a personagem correndo em uma rua onde os carros estão em um corrida veloz.
~ O caso do filho de Tânatos sem nome... Eu até pensei em fazer uma luta mais longa, mas o post já estava grande demais. Sem falar que Lana tem uma trama definida Só preciso tomar vergonha na cara, afastar a preguiça e postar no tópico, e há uma ligação entre ela e os filhos de qualquer um ligado à escuridão. A coitada ainda seria a prima do semideus... Ok, isso não impediria dele mata-la. Mas o conhecedor da morte sente que Lana tem algo muito importante para fazer... Algo ligado à verdade sobre a escuridão...
~ Sendo ainda mais sincera... Derrotar o guri de Tânatos em batalha daria trabalho demais, seria quase impossível, minha mão está doendo de tanto escrever e o tempo está acabando... E Laninha se sentindo atraída – ainda que por obra de poderes divinos – por alguém é um milagre sem precedentes... Ela foi criada apenas para ser decepcionada eternamente por Leon e ser perseguida por Érebo; mas mocinhos de traços élficos, branco como uma vela, olhos cinzas (sim, são cinzas, o semideus é meu e eu quem decido. K~) são sempre seduzentes em minha mente dominada por fantasias. >.<
Mate-me se quiser faz isso não, pufavô
~ Ah... e achei que as roupas da Lana poderiam estar normais nesse momento...
~ la la la
~ Qualquer dúvida, MP!
~ Beijos!

POST: 03 || PERÍODO INDEFINIDO || CLIMA FRIO || ROUPA
(c)
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Re: ♦ {Once Upon A Time} - A Bela Adormecida

Mensagem por Kalled C. Almeida em Seg 03 Ago 2015, 00:30



The Sleeping Beauty

You want to hear a story?
Após toda a batalha, estava evidente que eu tinha me ferido muito em combate, mas apesar da dor física ser grande, a mental era pior, pois diante de mim encontrava-se um semideus morto, pensei que talvez se pudesse tocar a canção da cura eu poderia salvá-lo, mas era tarde demais, afinal meu poder resumia-se a salvar vidas e não restaurá-las.

A monitora de Afrodite chorava e dizia palavras que nos remetiam a crer que deveríamos honrar o semideus morto ali completando a missão o mais rápido o possível, ao abrirmos a sala nos deparamos com um homem saindo dela e ele era Thanatos, o deus da morte, ele era alto, com cabelos negros, traços latinos e vestia um terno funerário. Ele não parecia surpreso em nos ver e sua expressão era serena, dirigiu-se ao trono e sentou nele como se de fato o trono fosse seu. Com uma expressão tranquila ele nos disse que a morte pairava entre nós e que nosso colega morto era culpa de Ianna, naquele momento não pude deixar de concordar em pensamento, no entanto todos nós éramos família e eu devia ajudar a  pobre moça, constrangida Ianna se aproximou do deus menor e intercedeu pela vida da jovem princesa.

Com um olhar malicioso e um sorriso debochado o senhor dos ceifeiros se manteve impassível diante da decisão de entregar Aurora de volta a sua família e disse que o destino da criança estava ceifado, minha espinha gelou, nunca imaginei que um deus do submundo chegasse a ser tão cruel a ponto de ceifar a vida de uma criança inocente, sem delongas Belikov implorou-lhe um acordo e pensativo e esboçando um sorriso a entidade afirmou que havia uma coisa a se fazer: recuperar um amuleto.

O senhor da morte nos disse que havia um amuleto o qual ele almejava ter e que o mesmo estava dividido em três pedaços, imaginei que a morte do semideus não havia sido acidental, porém era necessária uma coragem sem igual para conquistar cada um dos pedaços e eu imaginei que isso seria algo realmente desafiador, entretanto tomados pelo impulso de ajudar a pobre monitora (rainha) topamos fazer o serviço para Thanatos.

Entre os sussurros de um deus eu senti o ambiente alterar-se e de repente eu estava em uma casa totalmente bagunçada, móveis jogados, quadros quebrados, paredes sujas e arranhadas e portas e janelas escancaradas, reconheci o local infelizmente, duas semanas atrás eu estivera ali atrás da, ainda desaparecida, minha mãe e o marido dela. Diante de mim amarrado em uma cadeira estava um jovem familiar e seu nome era simples Dylan Harper.

O rapaz era filho de Hefesto também, porém era um homicida renegado e o motivo dele estar ali era pelo fato de ter me seguido até Austin para me matar, mas sem o sucesso devido eu havia subjugado o rapaz e agora diante de mim encontrava-se um pobre jovem ferido e raivoso.´

– Tire-me daqui seu idiota! Não vê que sua mãe está morta?! Logo, logo você terá o mesmo destino, e morrerá pelo segredo da sua família. – era como um dejá vu toda aquela situação, eu segurava Yamato contra o peito dele e gritava.

– Onde ela está?!! Diga-me ou eu te mato! – mas não obtive uma resposta, naquele momento eu sabia que devia matar meu inimigo, era o que a raiva me mandava fazer, porém se eu tinha que ter coragem eu tinha que agir diferente do que havia feito na última vez.

– Harper eu não tenho tempo a perder, tenho que salvar minha mãe, mas primeiro salvarei Aurora. – guardei Yamato em sua forma de isqueiro e saí para procurar o pedaço do amuleto pela casa, primeiro lugar que procurei foi no quarto de minha mãe e atrás de um porta retrato nosso estava um objeto em forma de meia lua que deduzi ser o amuleto, guardei no bolso e desci para sala, porém ao ver Harper amarrado lembrei de minha mãe e comecei a chorar, então aconteceu.

– Você devia matar este semideus desprezível, mas você descobriu que a verdadeira coragem não está em tirar uma vida e sim preservá-la, o teste mental foi fácil, mas cairá pelo teste do ferro – uma voz diferente falava através do corpo de Dylan, uma voz sombria e maliciosa, e de repente uma fumaça negra tomou conta de seu corpo e quando a mesma cessou eu vi diante de mim um jovem branco aparentando dezoito anos e ele usava camisa cinza, calça preta, jaqueta preta e portava uma foice em suas mãos e vestia uma capa negra.

– Permita-me, filho de Thanatos? – o mesmo apenas acenou avançando contra mim com sua foice mirando em mim, com um baque ativei meu escudo e interceptei o ataque, no entanto o impacto foi grande e eu me desequilibrei caindo no chão com o escudo ainda em mãos, tentei me levantar, mas um temor tomou conta de mim e eu pude sentir que o temor vinha de algo gerado pela capa que o meu oponente trajava, tateei o bolso procurando Yamato e quando a encontrei girei a roldana ativando a espada, porém não consegui me esquivar ainda paralisado pelo temor sentido e fui atingido no rosto pela foice de raspão provocando um rasgo em minha , quando consegui me levantar encontrava-me cercado por cópias astrais do meu oponente, afastei-me o máximo que pude e preparei-me para um ataque, com as mãos ocupadas não podia atacar, mas com um assobio potente comecei a desempenhar uma melodia dramática e firme, focando em meu oponente e assim que fiz isso o mesmo começou a se contorcer de dor perdendo sua concentração e dissipando seus clones astrais.
Ainda assobiando me aproximei do filho do deus da morte enquanto o jovem ainda sentia tortura e tentei golpeá-lo, mesmo tomado pela dor o infeliz conseguiu esquivar, sendo assim apenas o atingi na cabeça com o copo de minha espada derrubando-o no chão, meu assobio foi interrompido por uma sensação de friagem tomando conta do meu corpo, isso acabou comigo, pois eu reduzi meus movimentos e fui atingido por um chute que me derrubou, porém antes que o idiota conseguisse me atacar de novo assobiei uma melodia firme e bonita, fazendo com que irrompessem chamas de suas vestes, o mesmo se desesperava diante de mim, e eu meio tonto por estar sobre influencia de seus poderes recuperava meus sentidos, cessei o assobio e disse.

– Não, vou te matar as chamas farão o que acharem necessário, pois como você disse não se trata coragem como o ato de tirar uma vida, e aceite ou não eu o derrotei. – ao dizer isso senti meu corpo senti o ambiente mudar novamente, será que voltaria ao castelo?


Armas comigo:

♣♣♣♣ Ataque♣♣♣♣
♣ Espada da Juventude [É uma arma grande, feita especialmente para o corte. A cadência de sua lâmina proporciona sempre um afiamento máximo às laterais. A arma é menos recomendada a perfurações diretas, é melhor apenas no decepamento. O cabo é bem maleável, com empunhadura de encaixe perfeito às mãos da semideusa. A lâmina tem 93 centímetros]{cabo é feito de couro endurecido, a guarda é feita de ouro branco, e a lâmina é à base de ouro sagrado} (Nível mínimo: 25) {tem o poder peculiar de, quando empunhada, causar um cansaço mental no oponente} (recebida na missão "Uma missão obrigatória", de Poseidon em 04/03/2013}.  embainhada na cintura
♣ Yamato Ψ[Montante de 1,05 cm de bronze sagrado com uma bainha de bronze. Possui a propriedade de fogo presente em sua lâmina. Transmuta-se em um isqueiro.] { bronze e bronze sagrado} {fogo} {nível mínimo: 20} bolso esquerdo
♣ Machado orc duplo ensanguentado: [ Esta arma agora tem a presença do sangue do lado esquerdo de uma górgona presente em suas lâminas, é de conhecimento geral que o sangue do lado esquerdo de uma górgona mata imediatamente, no entanto pelo fato de o sangue estar dissolvido na arma ela apenas fará com que o oponente sofra uma incrível dor e um mal estar pelo veneno, sem contar com o ferimento causado pelo corte; de modo que os danos causados pelo machado são 15% maiores por causa do veneno, que deixa o oponente ferido levemente zonzo. Vale lembrar que se o oponente do semideus estiver bastante fraco, o golpe dessa arma será fatal, sendo que para isso o inimigo precisa estar com seu HP igual ou menor que 5% do total. Quando não está em uso transmuta-se em uma caneta.]{Bronze Sagrado e Madeira} (Nível Mínimo: 30) {Não Controla Nenhum Elemento}[Forjado por Harry S. Sieghart ]  bolso direito
♣ Machado Médio Duplo de Guerra [Um machado de duas lâminas grande, feito para batalhas. A lâmina negra é de ferro estígio, que, além de causar danos fisicamente, causa danos na alma do atingido. Não captura almas. A lâmina bronzeada é de bronze comum, que, quando atinge alguém, causa um choque de intensidade baixa, causando um leve desnorteio. Transmuta-se em um canivete suiço]{ ferro estígio e bronze} { eletricidade e poder de causar dano nas almas}{ nível mínimo: 30} bolso esquerdo
♠ Anel com uma nota musical cravado nele que se transforma em uma espada de bronze sagrado com um desenho na lâmina (uma clave de Sol). Inquebrável e fica flamejante nos momentos mais cruciais. Magicamente, mesmo dentro da água, o fogo não se extingue, e os movimentos da arma não são retardados pela resistência da água, os ataques tendo a mesma velocidade do que se executados fora da água.{bronze sagrado} {fogo especial} {nível mínimo: 25} indicador esquerdo


♣♣♣♣ Defesa ♣♣♣♣

♣ Pulseira de ouro branco [Se transforma em um escudo de ouro branco sagrado, indestrutível][By: Éolo]{ouro branco} {não controla elementos} { nível mínimo: 3}  pulso direito
♣ Armadura [Uma armadura completa, possuinte do peitoral e perneiras feita de ouro. Bem resistente e leve, a armadura tem compartimentos secretos para algumas armas de Kalled, como martelos e machados, além de ter uma bainha para se colocar alguma espada. Transmuta-se em uma jaqueta combinando com uma calça jeans surrada.]{Ouro Solar} (Nível Mínimo: 30) {Não Controla Nenhum Elemento}[Presente de Aniversário de Lucas R. e Forjado por Harry]  vestindo

♣♣♣♣ Outros ♣♣♣♣
♣ Sunlight [Um anel em ouro, com um sol entalhado em alto relevo. Duas vezes por missão, emite um brilho forte, que distrai os inimigos, fazendo com que não tentem atacar o semideus. O brilho só é visto pelos inimigos, fazendo com que Kalled tenha perfeita visão para efetuar os ataques.][Presente de Niver da Gabby] {ouro} {não controla elemento} {nível mínimo:15} indicador direito
♣ Réplica da Flauta de Euterpe (Causa intensa sonolência nos inimigos ao redor, só pode ser usada uma vez por ocasião).{resina} {não controla elemento} {nível mínimo: 15}  dentro da jaqueta
♣ Terreur [Colar de prata, tendo como pingente uma ônix esculpida em formato de um martelo de forja. Uma vez por missão, ao ter o pingente pressionado, o corpo de Kalled será envolvido por uma aura negra, e seus olhos se tornarão vermelhos. Os piores pensamentos do semideus invadirão a mente dele, fazendo com que este tenha uma fúria incontrolável. Consequentemente, a força do filho de Hefesto duplicará em um ataque, se for este for bem explicado. Só dura um turno][Presente de Aniversário de sua irmã Andy] {ônix e prata} {não controla elemento} {nível mínimo:15} pescoço
♠ Baquetas Mágicas - Quando batidas no ar, reproduzem o som de bateria. [Executa os poderes de Menestrel com perfeição] {By.: Orfeu}{Elemento: som} {nível mínimo=1} dentro da jaqueta

— Buh! / Colar [Um colar médio feito de prata com um pequeno pingente alaranjado com o formato de abóbora, sendo que este último é feito de bronze. Duas vezes por ocasião, o semideus pode acionar o pingente confundindo a visão do adversário] {Bronze e Prata} (Nível mínimo: 1) (Controle sobre nenhum elemento) [Prêmio do Evento de Halloween/2012] pescoço

Item Silence [Abafador auricular feito de silicone. De coloração preta, por ser abençoado por Orfeu o abafador faz com que danos e efeitos causados por golpes sonoros sejam reduzidos em 15%, funcionando também para proteger os ouvidos do usuário de golpes sonoros que posam machucar seu tímpano. Por abafar o som, em contrapartida o abafador reduz em 25% a eficácia de habilidades em que a audição seja necessária para seu usuário. {material feito: Silicone e tinta preta} (nível mínimo: 15) [By Ares pela missão "Roubo musical"]  em volta do pescoço.

Poderes:
Passivos:
Nível 18 - Audição Perfeita: - O menestrel, como músico, tem uma ótima audição, só que por ser mais que um musico normal, essa audição chega a ser perfeita podendo "sentir" todo o local, se transformando em uma segunda visão. E o menestrel poderá também estar um passo a frente do rival, pois ouve até os ventos.
Ativos:
Nível 11 - Música da Tortura: Tocando uma música dramática e firme, seu personagem pode torturar alguém e lhe causar fortes dores por 3 rodadas. Só pode ser usada uma vez por mi
Nível 45 - Música do Fogo: Tocando uma música firme e bonita seu personagem pode fazer irromper fogo da roupa de seu adversário, com a condição que esteja escutando sua música.
Poderes do inimigo:
Passivos:
Influência sobre o medo {Nível 01} - As pessoas perto de você podem entrar em pânico só por sentir sua presença, um estado de choque ao ver que você estará por perto, sendo filho da Morte. Se manterão longe e podem até hesitar um ataque em um nível maior, admitindo o poder do semideus.

Ativos:
Duplicação {Nível 01} - Capacidade de criar duplicatas (feitas de energia astral), moldando-as com as suas características físicas. Pode criar a quantidade que acha ser necessária, mas lembrando: se exagerar em um nível baixo perderá muita energia, chegando ao ponto de desmaiar.

Algor Mortis {Nível 12} - Ao usar essa habilidade, o corpo do alvo esfriará (devido a uma diminuição imaginária da circulação sanguínea) fazendo seus movimentos e pensamentos serem mais lentos. Dura dois posts, duas vezes por missão.



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Re: ♦ {Once Upon A Time} - A Bela Adormecida

Mensagem por Ianna D. Belikov em Sab 08 Ago 2015, 21:08

the sleeping beauty
well, well...
Lana foi a única que retornara da experiência propiciada por Tânatos. Ao olhar para os dois lados, Olive e Kalled ainda jaziam em seus pesadelos, sem conseguirem se desprender. O deus pigarreou para chamar a atenção da indefinida. Ianna não estava em lugar algum.

- Sinto muito que seus amigos tenham falhado. Como recompensa de sua força de coragem, concederei a você a alma de Aurora. - Uma garota loira e pálida apareceu por detrás do deus, os olhos fixados em Lana. O vestido branco e imaculado se estendia até tocar o chão, quase como se indicasse sua pureza. - No entanto, nada nessa vida é oferecido de graça. Aurora precisa do sangue de seus salvadores para se fixar em seu corpo mortal. Veja com seus próprios olhos se é capaz de dar seu sangue por ela. - Como se tivesse recebido um comando, a garota sorriu de forma feroz. Tânatos abriu a mão, revelando uma adaga decorada com arabescos, de lâmina brilhante. Aurora foi rápida em pegar a arma, descendo do pequeno palanque e se aproximando do corpo de Olive. Em dois movimentos, o sangue da filha de Hécate fluía livremente, manchando o vestido da princesa. Depois, foi a vez de Kalled ser alvejado, enquanto Lana estava chocada demais para fazer algo. Então, a loira se aproximou da indefinida, depositando a adaga suja com o sangue dos companheiros de acampamento na mão dela. Lana sabia o que deveria fazer se quisesse acabar com aquela história.

adicionais:
♦ Desculpa o drama, adoro isso q
♦ Coloquem armas, mascotes e poderes em spoiler, code, sinal de fumaça, qualquer coisa, desde que no fim do texto.
♦ Não coloquem "considerar poderes até tal nível. Não sou adivinha e nem obrigada a ir procurar. O que não estiver em spoiler de maneira adequada, não será considerado.
♦ Evitem usar templates muito estreitos, com barrinhas, com cores cegantes e etc. Ah, eu sou um pouco cega, então evitem as fontes muito pequenas.
♦ Horário: Começo da noite, iluminação oferecida por velas e candelabros.
♦ Clima: Frio (14ºC)
♦ Vocês possuem um prazo de 5 dias.
♦ Caso haja alguma dúvida, mandem MP. Gente, eu não sou má, não mordo e não mato. Me perguntem mesmo caso existam dúvidas.
♦ Boa sorte, fiquem bem. Mas nem tanto, tá?

- PONTOS OBRIGATÓRIOS:

♦ Descrevam toda essa introdução. Quero saber sentimentos, pensamentos, me passem a essência do personagem, plmdds, isso conta muito pra mim.
♦ APENAS LANA TEM O DIREITO DE POSTAR A ÚLTIMA PARTE.
♦ Você tem uma decisão muito importante em mãos. Passou o treino todo acreditando que a garota era inocente, mas ela era como qualquer um, faria de tudo para sobreviver. Deve se sacrificar por ela de qualquer forma se quiser sair da história, obviamente. VOCÊ PODE FAZER UM POST LINDÃO AQUI QQ Narre até perder os sentidos.
descontos:
- Kalled: -80 HP e -100 MP [MORTO, post desconsiderado. Postado fora do prazo, sem justificativa. Foi mandado pra fora da história, os descontos serão acertados na avaliação.]

- Olive: -48 HP [MORTA, não leu os pontos obrigatórios. Dessa forma, ao invés de narrar o clímax, apenas narrou até perder a consciência. Morreu por não ter voltado, sendo logo mandada pra fora da história.]

- Lana: -55 HP (Desconto de 15 HP por turno por sangramento contínuo)[Descontos serão acertados na avaliação.]

- Brooklyn: Morto por falta de postagem e justificativa.
itens levados:
♦ {Arche de l'Amour} / Arco longo [De cores dourada e prata, este arco de bronze sagrado possui um desenho elegante e chamativo, mas não vulgar. Para todos os efeitos, age como um arco longo comum. No nível 20 transforma-se em um anel que faz par com Enchantè.] {Bronze sagrado} (Nível Mínimo: 1 ) [Destreza/ Ataque/ Poder de precisão][Recebimento: Presente de Reclamação de Afrodite]

♦ {Enchantè} / Aljava de Flechas Infinitas [As flechas reluzem claramente, dado o acabamento mais elegante se comparado à armas de outra origem. Porém, são apenas flechas de bronze sagrado. O compartimento é feito de couro, decorado com filigramas metálicas. No nível 20 transforma-se em um anel que faz par com o Arche de l'Amour.] {Couro e bronze sagrado; Madeira de freixo e bronze sagrado}

♦ Tirso [Cajado com propriedades mágicas; leve e super-resistente, diminui gradativamente os gastos de energia e auxilia na manipulação do vinho. Possui videiras ornamentadas em sua superfície e, de guarnição, algumas uvas] [Presente de Dionísio]

♦ Cantil Mágico [Cantil atribuído com a benção de Dionísio; contém vinho inacabável e recupera 10HP/EN por missão] [Presente de Dionísio]

♦ Gauth [Adagas gêmeas feitas especialmente para Andy. As armas adaptam-se perfeitamente à forma da semideusa de lutar, e mesmo que sua perícia não seja esta, alguns dos ataques com as lâminas poderão dar danos maiores se estes forem bem explicados. Os cabos possuem as letras "A&G" entalhadas. Os detalhes são pequenos caduceus entrelaçados a algumas roseiras, perfeitamente esculpidos nos cabos.][Presente da Rafa, sua amada ♥]

♦ {Uncontrolled} / Colar [Colar feito de prata, com um pingente arredondado também de prata, que pode ser aberto. Dentro há uma foto de Ianna pouco mais sombria. Quando aberto, a semideusa cede parte de sua mente para seu ID, aumentando a potência de golpes físicos em 30% por dois turnos. Porém, quando o faz, a moça perde controle sobre suas ações, só retornando consciência após passados os turnos.] {Prata} (Nível Mínimo: 20) {Não controla elementos} [Recebimento por Aldrick no treinamento do 3º Trimestre de 2014]

♦ {Double} / Anel [Um anel feito de ouro um rubi incrustado em seu centro, representando uma rosa. Uma vez por missão, durante dois turnos, Ianna poderá criar um clone de si mesma. A cópia será exatamente igual à usuária e terá as mesmas habilidades físicas; no entanto, se o clone utilizar habilidades ativas, a MP provirá da original - ou seja, se o clone utilizar uma habilidade ativa, a energia (MP) de Ianna será descontada como se ela própria houvesse usado o poder. A ativação é de acordo com a vontade da usuária.] {Ouro e Rubi} (Nível Mínimo: 20) [Recebimento: Missão "The Other Me", por Poseidon]

♦ Adaga Ácida [Uma adaga comum de bronze banhada em ácido muitíssimo corrosivo. Em contato com qualquer coisa que não uma bainha especial que veio com a Adaga, corrói muito facilmente, portanto deve tomar cuidado para não se atingir com o ácido]
poderes relevantes:
passivos:
afrodite:
♦ Visão auspiciosa (Nível 19) [NOVO - idealizado por Sadie Bronwen]: O filho de Afrodite enxerga a aura da emoção das pessoas ao seu redor. Não é telepatia, ou algo do tipo, mas ele sempre vai saber o estado emotivo das pessoas - ansiedade, raiva, amor, nada escapa de seus olhos. Não detecta pensamentos ou informações específicas, apenas o sentimento geral. Por exemplo, se alguém mentir para eles, não conseguem perceber, mas podem identificar que o locutor está ansioso, mesmo que não identifiquem o motivo. Não pode ser desativado.

♦ Linguagem corporal (Nível 50) [NOVO - idealizado por Sadie Bronwen]: A sedução é um jogo que envolve muitos fatores, dentre eles a capacidade de emitir sinais, e reconhecer aqueles enviados pelo alvo para ver se estão em sintonia. Por isso, a capacidade dos filhos de Afrodite é aprimorada nessa área. Eles reconhecem sinais da linguagem corporal, podendo analisar melhor aqueles ao seu redor. Não é uma premonição e não é certo, mas auxilia - sinais de que a pessoa está descontente, está nervosa, está mentindo ou interessada em algo, etc. O corpo fala, e o filho de Afrodite é capaz de ouvir.
dionísio:
Level 19 ~ Habilidade Teatral III ~ Todos acreditam nas palavras que proferirem de sua boca, colocando toda a fé e caindo em suas emboscadas. Consegue deixar monstros aturdidos por sua capacidade de mentir, e sua atuação é perfeita.
ativos:
afrodite:
-x-
dionísio:
-x-
lalala | evento | post 02



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Re: ♦ {Once Upon A Time} - A Bela Adormecida

Mensagem por Lana D'yer Hempstead em Qui 13 Ago 2015, 12:49



— LANA D'YER : TITANIUM — EVENTO : ONCE UPON TIME
I'm bulletproof, nothing to lose, fire away, fire away. Ricochets, you take your aim, fire away, fire away. You shoot me down but I won't fall.
I AM TITANIUM!
Mais uma vez eu fui levada ao palácio de Tânatos, e mais uma vez tudo ao meu redor estava confuso e sinistro, mas de uma forma ainda mais intensa. Meu corpo já começava a sentir por todo o cansaço, além dos ferimentos. A adrenalina me manteve firme por um longo tempo após o combate contra o cão dos infernos, mas uma hora ela teria que se esvair, assim como minha força física e mental. Essa hora havia chegado.

Os cortes em meu corpo sangravam, os mais recentes empapando o vestido que se tornava ainda mais vermelho graças ao meu líquido escarlate. Estava me habituando a sempre sangrar em batalha, mas nunca me acostumaria a encarar esse novo mundo de maneira banal e acostumada. Sempre me abalava ao ver conhecidos, até mesmo os mais recentes, perecerem. E era isso o que acontecia com dois de meus parceiros, os únicos sobreviventes além de mim àquele treino incomum.

Para minha surpresa eu era a única de pé e aparentemente lúcida após o teste de coragem do deus da morte. A verdade era que havia retornado completamente atordoada, com a mente bagunçada e os sentidos confusos. A cria do divino era o responsável por toda essa confusão. Assim, aturdida, encarei Kalleb e Olive derrubados no chão, com expressões de imenso pavor. Ficou claro que estavam engolfados em pesadelos terríveis. Eles pareciam não ter obtido êxito ao tentar mostrar sua coragem.

Em princípio pensei que após breves segundos despertariam. Não encontrava motivos para uma simples indefinida retornar de um desafio e reclamados não, não fazia sentido algum. Por isso permaneci parada e imóvel, sem me preocupar com o tempo que, apesar de breve, para mim pareceu correr de forma vagarosa, tudo devido à ansiedade para que a dupla despertasse logo de seu sono dos horrores. Mas isso não ocorreu.

Os poucos segundos que me prestei apenas a esperar e torcer acabaram. Convicta de que o sucesso não havia chegado para eles, meu maxilar se tornou rígido demais, enquanto os lábios passaram a tremer de forma branda. O sentimento de pesar atingiu meu peito de uma maneira repentina e tortuosa, parecendo afundar meu coração ainda mais e me tirando todo o ar. Eu lamentava por todos.

Os meus olhos se tornaram embaçados, as lágrimas voltavam a tentar cair. Quando uma rolou pelo meu rosto, vencendo a minha vontade de me manter com a postura mais inabalável possível, desisti de me manter inerte. Cerrei meus punhos, estes também tremiam, só que com muito mais força. Limpei meu rosto banhado pelas discretas lágrimas e tentei me mover. Não sabia o que faria para obrigar aquela dupla a despertar, mas eu sentia que deveria fazer algo, nem que fosse balançá-los e balançá-los até retomarem seus sentidos. Eu realmente faria isso, já estava cansada de apenas assistir. Daria meu primeiro passo, estava dominada por uma coragem e inconformidade absurda, mas um pigarrear atraiu minha atenção, levando meus olhos na direção do deus da morte que estava atrás de mim.

Ele disse sentir toda a derrota de meus parceiros de treinamento, eu não confiava em suas palavras. À partir de então comecei a buscar pela cria da beleza. Ianna misteriosamente não estava no local. Temi, pensando que seu destino poderia ter sido ainda pior do que o daqueles dois que permaneciam aprisionados aos seus pesadelos. Perguntaria pela morena até que, por fim, Aurora apareceu subitamente naquele salão, atrás de Tânatos e com um olhar insistente sobre mim que arrepiou até minha alma. Apesar de seu vestido longo e branco como a nuvem mais clara do céu, sua expressão não era de serenidade e nem de inocência.

O deus dos mortos retomou sua palavra, revelando o que sempre era esperado dos deuses: o desejo pelo retorno. Nunca eles nos concediam nada de graça. E como se não bastasse toda a aventura até aquele momento, Tânatos desejava o sacrifício final. Este consistia no derramamento do sangue dos próprios salvadores da injustiçada Aurora, aquela que já não parecia tão pura quanto eu imaginava.

O divino estalou seus dedos. O olhar da loira ganhou um brilho sanguinário e o sorriso se tornou feroz. Eu, cheia de curiosidade e dúvidas, aguardei imóvel o que viria a seguir. Não deveria ter aguardado...

Assisti a bela saltar em direção à adaga brilhante oferecida pelo deus da morte. Em um piscar de olhos ela já estava descendo o palanque, seguindo rumo à filha da magia. Bastou apenas duas apunhaladas selvagens para o vestido, antes branco da jovem, ser salpicado por generosos respingos de sangue. Sem me dar tempo para assimilar o acontecido, Aurora então golpeou Kalleb, manchando ainda mais seu traje, além de suas mãos pequenas e firmes capazes de apunhalar qualquer um com precisão. A princesa não demonstrava remorso ou dúvidas. Parecia dominada pela vontade de retomar sua vida, ainda que isso significasse sacrificar seus próprios salvadores. Se por um segundo ela tivesse titubeado, eu lutaria por ela até o – meu – fim...

Chocada demais, nem tive forças para executar qualquer reação. Sem falar que tudo havia se desenrolado de uma forma tão rápida e surpreendente que meu cérebro encontrou grande dificuldade em assimilar os últimos acontecimentos. Quando percebi, Aurora estava diante de mim, depositando a adaga manchada pelo sangue de meus companheiros em minhas próprias mãos. Encarei seus olhos de uma maneira tola e atordoada. Ainda encarei a loira por breves segundos, finalmente compreendendo o olhar insistente que lançava sobre mim. Ela precisava que todos sacrifícios fossem executados, e eu, como a única guerreira que permanecia de pé, deveria mesclar meu próprio sangue aos de meus companheiros. Esta parecia ser a única forma de salvá-la e me libertar de toda a loucura na qual havia me metido.

Mas eu não desejava mais morrer para salvar a alucinada princesa. Se cravasse a adaga em meu próprio ventre, nada me daria a certeza de que acordaria na biblioteca do Acampamento... Sem falar que ali eram três vidas por apenas uma e eu, assim como não havia achado justo punir a pequena criança filha de uma ex caçadora, também não achava justo essa mesma menina atacar covardemente meus companheiros para ter de volta sua alma. Um grande dilema surgiu.

Quando uma resposta não muito convincente brotou em minha mente, estendi minha mão esquerda. Segurava a adaga com a outra mão e com a ponta afiada da lâmina rasguei a carne de minha própria palma. Foi um corte profundo, largo. O sangue instantaneamente passou a verter pela ferida aberta. O líquido rubro caiu sobre o solo, aos pés da loira. Ainda cerrei meu punho para intensificar seu derramamento. Essa era minha resposta, o máximo que poderia fazer por aquela jovem.

Aurora me encarou, parecia insatisfeita. Não compreendia o quanto me machucava ter que sacrificar todo o esforço imposto até ali. Eu me sentia derrotada. Acreditava que ao menos três vidas poderiam ter se perdido naquele jogo insano, e que tudo havia sido tão inútil. Eu poderia sim simplesmente me juntar aos tributos, poderia ceifar minha própria vida, mas já não parecia o certo a se fazer.

A realidade em que me encontrava era algo paralelo, mas se algum dia me visse em uma situação como aquela no mundo real, não haveria nenhuma certeza de que a alma da princesa retornaria à vida para concluir feitos benéficos e justos. A jovem poderia se tornar um monstro capaz dos atos mais sórdidos para ter o que desejasse. A maneira impetuosa com a qual matara meus companheiros me fizera acreditar que a inocência não era mais um de seus atributos. Se a loira tivesse titubeado um segundo sequer, certamente eu não me importaria de me arriscar em um sacrifício. Mas Aurora não parecia ter sentimentos...

Ela deu um passo agressivo em minha direção. Nem dei chance para que executasse qualquer movimento perigoso. Golpeei-a bem no nariz com um potente soco, então a vi desabar inconsciente no chão.

- Pois é, bela adormecida. Não espere nenhum príncipe encantado ou fada madrinha para salvar sua pele. – cuspi as palavras com certo tom de revolta. Se Tânatos quisesse devolver a alma da princesa sobre o meu cadáver, ele não teria esse privilégio. Era hora de voltar para meu lar, meu mundo, minha realidade patética. Já havia cansado do faz de contas.

- Não é uma atitude muito heroica de sua parte, Lana. Por tantas vezes a ouvi clamando pela morte e quando te dou a chance para consegui-la, eis que me surpreende de uma maneira decepcionante. – era a voz do deus se manifestando, naquele momento tornara-se irritante demais para o meu humor pesado.

Virei-me para ele, dando passos largos e pesados em sua direção. Firmei um semblante rude e imponente. A adaga brilhante permanecia em minha mão, eu a segurava com toda a força que ainda me restava.

- Eu quero ir para casa. Chega de contos da carochinha, chega de sangue, sacrifícios... Quero todos os semideuses de volta ao Acampamento, intactos. – na primeira frase concluída eu poderia ter parecido uma simples criança chorosa, mas meu timbre saiu tão furioso, tão cheio de ordens, que ninguém poderia permanecer com esse pensamento.

Tânatos gargalhou de uma forma que sua voz pareceu ricochetear por todas as paredes do salão, ecoando de forma bizarra e desdenhosa. Em seguida afirmou, com olhos frios e expressão irônica.

– Aqui em meu reino você não tem o privilégio de querer nada.

Nesse momento eu já me encontrava próxima ao deus. Parei, fixando meus olhos em seu semblante arrogante. Eu estava exausta com todas as aventuras ao longo do dia e, para completar, meu sangue não parava jorrar pelos ferimentos, especialmente o que eu mesma havia feito em minha mão. Cansada, atordoada e profundamente irritada, sequer pensei nas consequências de meu ato seguinte...

Usando aquela mesma mão ferida, estapeei o lado esquerdo do rosto do deus, manchando-o com meu líquido rubro. Os sentimentos dentro de mim explodiam de maneira catastrófica e confusa, mal conseguia defini-los. Por esse e muitos outros motivos meu golpe saiu fraco, mais parecendo uma leve pluma tocando delicadamente a face do moreno, mas generosamente marcando sua pele de vermelho.

A adaga que estava em minha mão tremia por que eu também tremia com uma intensidade desastrosa. Se o deus quisesse acabar com minha vida estúpida, aquele era o melhor momento. No entanto, Tânatos sorriu, um sorriso cínico e vitorioso, ainda tendo a capacidade de me confundir mais com suas seguintes palavras:

- É incrível toda essa sua coragem. A mamãe se orgulha da filha que tem...

Paralisei, permanecendo apenas com a capacidade de encarar o deus da morte. Ele deveria saber quem era minha mãe, estava estampado em seus olhos, suas palavras. Ele teria falar!

- Quem é ela? – questionei de forma fugaz e mais uma vez exigente, baixando completamente a guarda. Mas não houve mais palavras da outra parte, apenas um toque com sua mão em minha testa. Repentinamente a dormência em meu corpo e sentidos me atingiu, eu estava prestes a ser derrubada novamente por aquele truque irritante. Ainda tentei lutar, foquei meus olhos em Tânatos, tentei controlar meus sentidos para mantê-los despertos, mas não houve chance, os perdi mais uma vez...



◉ informações

Arsenal:

— Faca [Sua lâmina bronzeada mede cerca de 24 cm, e seu cabo tem o mesmo comprimento padrão. É bastante afiada e é perfeita para ataque ágeis e rápidos. O bom desta arma é sua eficiência tanto para mãos hábeis quanto para manuseios mais inexperientes, pois é uma arma curta, fácil de esconder e ao mesmo tempo fácil de manusear. Seu punho é feito de aço, mas uma camada de couro escuro cobre o aço para que o usuário possa segurá-la firmemente. Na parte inferior da lâmina, próxima ao cabo, há entalhado as siglas do Acampamento "CHB"; uma propriedade que só os meio-sangues e criaturas místicas podem ter e usar (ajuda um pouco na destreza)] {Bronze, aço e couro} (Nível mínimo: 1) {Nenhum elemento} [Recebimento: Administração; item inscrição padrão do fórum] (Presa à sua perna direita)

— {Winter} / Adaga [Uma adaga feita inteiramente de gelo, apesar de ser colorida: sua lâmina é tradicionalmente prateada, como se fosse feita de algum metal, e sua empunhadura é dourada. Possui cerca de 30 centímetros ao todo, sendo que a lâmina tem 20 e a base tem 10. Ao atingir alguma parte do corpo de um monstro ou semideus causa uma leve dormência na região, que dura um turno e atrapalha os movimentos daquela área durante esse período.] [Gelo, tintura prateada e tintura dourada] [Nível mínimo: 5] [Nenhum elemento] [Recebimento: recompensa pela missão "Mas eram só morangos", avaliada por Quíron e entregue por ♦ Lady Íris.] (Faixa ao lado direito da cintura)

— Rede [Rede de fios resistentes, usada para imobilização dos inimigos. Em seu centro pende uma corrente fina de bronze com um pequeno peso na ponta, para facilitar o manuseio - a rede é girada e atirada por esse cordão, se abrindo no ar e caindo sobre o inimigo se o golpe acertar, mas é difícil de ser usada mais de uma vez por combate, devido ao seu funcionamento. Contudo, se efetiva, paralisa o oponente por 3 rodadas - ele ainda pode se defender, mas terá seu ataque e defesa reduzido em 50% até se livrar da rede, e não poderá sair do lugar.][Fibras e bronze sagrado][Sem elemento][Nível mínimo: 2] (Amarrada na cintura de um jeito fashion -q)

— Soco inglês [Estrutura metálica, feita para ser encaixada nos dedos, potencializando o poder de ataques corporais. Causa dano contusivo, da mesma forma que uma clava, por exemplo, mas pode ser devastador no caso de usuários com grande capacidade física.][Bronze sagrado][Sem nível mínimo, sem elementos] (Na mão direita)

— Bordão [Cabo de madeira cilíndrica, sem pontas e muito simples, do tamanho do usuário. É usado mais em táticas defensivas. Devido a resistência do material e sua densidade, não causa dano letal, podendo apenas deixar o inimigo atordoado ou, em casos muito graves, inconsciente. Usado geralmente quando se quer capturar e não matar o oponente. Exige o uso de ambas as mãos para o manuseio adequado, impossibilitando o uso de escudos ou outros itens, mas permite manobras defensivas.][Madeira][Sem elemento, sem nível mínimo] (Arma principal, segura na mão direita)

— {Blood} / Colar [Um colar de prata com um pingente representando uma gota de sangue. Uma vez por missão e somente quando o usuário está com menos de 20% de vida da barra total, o colar restaura a vida do usuário em 10% da barra total.]{prata}(nível mínimo: --){não controla nenhum elemento}[Recebimento: Stage of Blood - Treino Trimestral] (No pescoço)

— {Shock} / Luvas [Uma luva de couro enfeitiçada para se encaixar perfeitamente na mão do utilizador. Sua cor também muda dependendo da preferência de quem estiver vestindo elas. Sempre que o dono quiser, espinhos com cerca de 1cm surgem para dar um dano leve de perfuração ao socar o adversário.] [Couro e Ferro] [Nível Mínimo: 10] [Sem elementos] [Recebimento: Éolo por cumprir a missão "Cadáver Molhado"] (Nas mãos)

Resumo de ações:

Preguiçaaaaaa... Preguiça, preguiça, preguiçaaaaa de escrever aqui.
Observações Importantes:

~ Eu acho que as dúvidas da personagem sobre a personagem ficaram explicadas... Acho... Lana não sabia o que aconteceria se tirasse sua própria vida. Não saberia se voltaria ao camp, não saberia se valeria a pena salvar Aurora... Não sabia de nadinha...
~ O sacrifício foi tornar inútil tudo o que tinha sido feito até o momento. Três semideuses morreram, ela tinha a chance de fazer valer a pena todo esse sacrifício, mas suas dúvidas não permitiram. Suas dúvidas e a capacidade da princesa matar com facilidade todos seus amigos.
~ Itens que foram usados estão marcados em negrito.
~ la la la
~ Qualquer dúvida, MP!
~ Beijos!

POST: 04 || PERÍODO INDEFINIDO || CLIMA FRIO || ROUPA
(c)

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Re: ♦ {Once Upon A Time} - A Bela Adormecida

Mensagem por Ianna D. Belikov em Seg 17 Ago 2015, 19:45

the sleeping beauty
well, well...
Quando a indefinida abriu os olhos, estava novamente sentada perto de Ianna, que lançou uma piscadela em sua direção e tornou a cobrir o rosto com o véu. A biblioteca parecia normal ou, pelo menos, tão normal quanto uma biblioteca cheia de livros empoeirados deveria ser. Logo após, Kalled e Olive recobraram a consciência, mas Brooklyn... O corpo do filho de Afrodite jazia inerte, a face pálida. Belikov levantou-se da cadeira e se aproximou dele, ajoelhando-se no chão. Calmamente, apoiou a cabeça do garoto e fez suas preces, pedindo que a alma dele encontrasse a paz nos Elísios. Então, ainda encarando o rapaz, dispensou todos os sobreviventes. Ainda havia uma mortalha a ser costurada.

avaliações:
lana:
- Segue a avaliação da player:

Olha, eu tive um sério problema com o tamanho das letras nos primeiros posts. Foi difícil de ler. Depois, o tamanho se tornou satisfatório. Você escreve bem, Lana, mas sinto que muitas informações são dadas sem necessidade, fazendo a introdução se tornar maior do que deve ser feito de fato. O penúltimo turno foi polêmico, visto que pedi que todos enfrentassem os filhos de Tânatos e os derrotassem, mas você não fez isso. Sei que é a sua trama e panz, mas o evento se passou em um universo paralelo (nunca que a Ianna ganharia passagens pro reino de Tânatos de graça, ainda mais estando viva qq), então, você deveria seguir o ponto obrigatório, moça. Nesse post, optei por reduzir brutalmente a coerência do texto, uma vez que era muito importante essa luta. Fora isso, meus parabéns. Ah, é Kalled, não Kalleb q

♦ Coerência: 210
♦ Coesão, Estrutura e Fluidez: 110
♦ Objetividade e Adequação à Proposta: 60
♦ Ortografia e Organização: 40

♦ TOTAL: 420 XP
♦ Descontos: - 90 HP.
Olive:
- Segue a avaliação da player:

Enquanto eu reclamo da Lana por encher linguiça, você já faz posts secos demais, sendo objetiva ao extremo, o que não é bom. Senti falta das suas emoções e pensamentos, moça. No geral, posta bem, mas recomendo uma revisão rápida do texto para adequar pontuação e acentuação. Parabéns, moça. (O quarto turno será anulado, uma vez que só explanou o que estava contido no meu post, sem cumprir os pontos obrigatórios.)

♦ Coerência: 140
♦ Coesão, Estrutura e Fluidez: 65
♦ Objetividade e Adequação à Proposta: 35
♦ Ortografia e Organização: 20

♦ TOTAL: 260 XP
♦ Descontos: - 38 HP.
kalled:
- Segue a avaliação do player:

Oi, Kalled. Tudo que tenho a dizer, digo em off, mas o principal vilão em seus posts é a pontuação. Notei vários casos de excesso ou falta de vírgulas e por aí vai. Tente explanar melhor suas estratégias, porque são confusas. Não se esqueça da revisão, isso pode salvar as pessoas.

♦ Coerência: 135
♦ Coesão, Estrutura e Fluidez: 60
♦ Objetividade e Adequação à Proposta: 40
♦ Ortografia e Organização: 20

♦ TOTAL: 255 XP
♦ Descontos: - 80 HP e - 100 MP.

♦ BROOKLYN ESTÁ MORTO, POR FAVOR ATUALIZAR DE ACORDO.
lalala | evento | post 02



Ianna D. Belikov
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Re: ♦ {Once Upon A Time} - A Bela Adormecida

Mensagem por 117-ExStaff em Qui 29 Out 2015, 21:23

Atualizado.

Morte não atualizada. Vide tópico das avaliações dos monitores.
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Re: ♦ {Once Upon A Time} - A Bela Adormecida

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