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[Faz Favor] - MOPIM para Maxon Prewett

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[Faz Favor] - MOPIM para Maxon Prewett

Mensagem por Atena em Seg 24 Ago 2015, 20:32


Faz Favor


Tinha sido um pedido de um deus, e isso não se pode negar. O deus Bóreas tinha mandado chamar o semideus, filho de Despina. Com seu dedo torto apontou para o rosto do garoto e 'pediu' a ajuda do garoto. Tal pedido parecia mais um mandamento, pois não deu escolha para o semideus. Ele teria que descobrir algo estranho que ocorrera com a neve, algo que o próprio deus não poderia fazer.

➣Pontos Obrigatórios

❃ Narre uma introdução de acordo com a narração.
❃ Fale o que sentiu, detalhe seu post etc...
❃ Comece a narração dizendo como foi chamado para conversar com o deus.  
❃ Diga como chegou lá, como foi recebido e tudo mais que achar necessário.
❃ O deus irá dizer que 'monstros' de neve estão surgindo perto de seu castelo, e tais tem poderes que derretem a neve.
❃ Não, não tem poderes de 'fogo', mas de derreter a neve. Diminuir a temperatura.
❃ Você irá trazer uma solução para o rei, de modo que deve consistir em uma luta com ao menos um monstro de neve, e o motivo do poder de tais deve está envolvido com a filha de Bóreas.

➣Informações Adicionais

❃ Coloque armas, poderes, observações, mascotes etc... Tudo em spoiler. Poderes divididos por ativos e passivos.
❃ Tente não usar templates que atrapalhem a leitura e organize bem os parágrafos.
❃ Local: Quebec
❃ Horas: 2:00 pm.
❃ Clima: 20ºC.
❃ Qualquer dúvida, reclamação, detalhe, recalque, destaque, informação, me mande mp.
❃ Quando postar, me mande mp também :)
❃ Prazo de 30 dias. Se quiser mais, mande mp
❃ Missão One-Post Interna Mediana para Maxon Prewett

Atena
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Re: [Faz Favor] - MOPIM para Maxon Prewett

Mensagem por Psiquê em Seg 28 Set 2015, 12:52


Missão em Aberto

→ Requisitos

❖ Ser filho de Despina


— Punições aplicadas ao player Maxon Prewett pela não postagem na missão.

— Prazo máximo de postagem após a solicitação de 30 dias.




How fickle my heart and how woozy my eyes, I struggle to find any truth in your lies. And now my heart stumbles on things I don't know, my weakness I feel I must finally show. Lend me your hand and we'll conquer them all but lend me your heart and I'll just let you fall, lend me your eyes I can change what you see, but your soul you must keep totally free
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Re: [Faz Favor] - MOPIM para Maxon Prewett

Mensagem por Bae Kwan Gi em Qua 30 Nov 2016, 02:49

Peguei.
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Re: [Faz Favor] - MOPIM para Maxon Prewett

Mensagem por Hécate em Sex 17 Fev 2017, 18:12

Prazo excedido em mais de dois meses, player punido por abandono não justificado.

Missão novamente em aberto com os requisitos e prazo apontados.





Hécate

.:: deusa da magia e das encruzilhadas :: mestra da névoa :: adm do pejotinha ::.

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Re: [Faz Favor] - MOPIM para Maxon Prewett

Mensagem por Victor Glaciem em Dom 16 Abr 2017, 12:37

Pego
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Re: [Faz Favor] - MOPIM para Maxon Prewett

Mensagem por Victor Glaciem em Seg 17 Abr 2017, 13:00


Do me a favor

missão one-post interna média


— Acho bom você me pagar, seu desgraçado, ou vai acabar morto! — O homem de cabelos muito curtos e bigodes cheios elevava ligeiramente a voz. Não era comum vê-lo gritando ou sequer alterado, mas sua paciência com o único inquilino que lhe ousava ser inadimplente estava beirando o limite.

— Vá se ferrar, Cartwright — o jovem tinha uma garrafa de cerveja barata na mão direita e esparramava-se sobre as cobertas puídas do sofá. Sua aparência era a pior possível, mas tal condição não duraria muito tempo. As coisas tinham mudado, finalmente, o que o jovem tanto esperara estava a ponto de acontecer. Ao menos era o que desejava.

O homem precisou de todo seu autocontrole para não dirigir as mãos ao pescoço do rapaz. Não sabia o porquê, mas, por mais que odiasse Victor Livius Glaciem com todas as suas forças, não conseguia reunir coragem o suficiente para fazer mal a ele. Era como se uma aura maligna o envolvesse, algo forte o suficiente para manter até mesmo aquele poderoso homem bem longe.

Tendo ouvido o forte bater da porta, Victor virou o resto do conteúdo da garrafa e deixou-a cair de seus dedos diretamente sobre o carpete mofado. O reflexo no espelho do outro lado da pequena sala o encarava com cabelos cacheados desgrenhados e olhos fundos vermelhos. Eu o vi, seus pensamentos continuavam repetindo, ele cresceu tanto!

O rapaz ficara sabendo da chegada de Max Solis ao Acampamento Meio-Sangue e tinha se infiltrado lá durante uma semana para observá-lo. Ficou na floresta todo esse tempo, olhando o garoto alto de longe e analisando suas habilidades. Max era incrível, mesmo tendo acabado de chegar ao refúgio. Fazia amizade facilmente, ensinava os colegas a jogar vôlei. Deuses, que braços fortes tinha! Receber seu saque era um ato de coragem. Meu irmãozinho...

Quando finalmente conseguiu atrair-lhe a atenção, acabou levando o garoto a uma armadilha. Não era sua intenção, óbvio que não, mas precisava de uma nova abordagem. Voltara ao Canadá, precisamente a Quebec, logo depois, precisava decidir como se revelar ao garoto mais novo e contar a ele a verdadeira história de sua família. Sabia que Max tinha uma ideia errada do pai, completamente errada. Nem mesmo o termo "pai" poderia ser aplicado àquele homem que rejeitara e amaldiçoara o filho mais velho uma década antes.

Uma ventania correu pela sala. Vinha diretamente da janela aberta da cozinha e tocava o rosto do rapaz de forma bastante fria — não que ele se incomodasse com isso. Um pedaço de papel voou até seu colo, emanando o odor desagradável de colônia de má qualidade que trazia a Victor a certeza absoluta de seu remetente. Mais um... Não era a primeira vez que recebia uma convocação com aquele cheiro horrível e muito menos a primeira em que se via obrigado a responder.

* * *

Calais balbuciava algo e seu irmão Zetes fingia não ouvir, mas a "conversa" dos dois não era importante para o semideus do gelo. Sentado na poltrona, diante do deus Bóreas depois de uma viagem desconfortável na carruagem voadora dos irmãos dos ventos, Victor encontrava-se agora com os cabelos quase completamente raspados e a barba cortada bem rente à face. Seus olhos azuis brilhavam como gelo afiado e seu sorriso falsamente bondoso compunha o suave rosto do garoto dissimulado. Ele odiava estar ali, Bóreas o sabia, mas ambos obtinham vantagens com aqueles... trabalhos.

— Fico feliz que tenha vindo, meu solícito rapaz — a mentirosa gentileza do deus amaciava suas palavras.

— Fico feliz que tenha reduzido a participação deles... — apontou para os irmãos dos ventos atrás de si —... à carona, mas será que consigo um meio de transporte aéreo como recompensa dessa vez? Eles ainda não desistiram de me fazer dançar salsa naquela carruagem ridícula — provocou o garoto, jogando o bilhete escrito em caligrafia ridícula sobre a mesa de Bóreas.

O deus riu. Odiava insolência, mas estranhamente gostava de Victor. Admirava a coragem do garoto e sabia que este faria o que quer que ele lhe pedisse. Victor não era idiota e, apesar de odiar sua atual condição, sabia usá-la bem. Obedecer a um deus trazia vantagens aos dois lados, afinal. Além disso, precisava daqueles trabalhos, era necessário que estivesse o mais forte possível para trazer seu irmão para perto, certo?

— O que precisa que eu faça agora?

— Monstros de neve, Glaciem. Estão tirando meu sono, derretendo minha neve, infestando o terreno ao redor do meu castelo. Descubra o que está acontecendo.

O filho de Despina suspirou. Precisava apenas limpar a bagunça do velho congelado e provavelmente deveria ser apenas outro capricho daquela patricinha, Quione, a deusa da neve. Por mais que fosse muito bonita e que causasse pensamentos nada ortodoxos na mente do rapaz, lidar com seus faniquitos era uma árdua tarefa. Maldita princesinha gelada..., pensou, levantando-se e garantindo a Bóreas que a missão logo estaria cumprida.

Victor girou Coldbreeze em sua destra ao alcançar a porta, fazendo os boréadas se afastarem e olharem-no com desdém, sem entenderem os motivos do pai em sempre contratar-lhe os serviços. Ele não se importava nem um pouco com o que Zetes e Calais pensavam, só precisava ter subsídios suficientes para fazer o que vinha planejando desde que descobrira sobre a semidivindade do irmão. Lidar com a família temperamental era apenas mais um obstáculo em sua longa jornada.

Fora uma longa jornada desde que saiu de casa e Victor pensava nela todo santo dia, tal como fazia naquele momento, encaminhando-se para onde a ação dos tais monstros de neve expressava-se de maneira mais forte. Fez pesquisas, aprendeu a sobreviver por conta própria. O máximo que recebeu da mãe foi uma espada, uma aljava cheia de flechas infinitas e o arco que estava em sua mão naquele momento.

— Você é exatamente como ela, sabia? Indesejado! Nem um pouco planejado! A eterna lembrança do pior erro que cometi! — Cuspira o pai à época e Victor descobriu pouco tempo depois que Despina também era uma rejeitada. Talvez fosse uma maldição hereditária, ele não poderia saber. Mal conhecera os outros filhos da deusa nos dois dias que passou no acampamento e seu irmão, com apenas dois anos à época, vinha de outra divindade, uma completamente contraposta à de Victor.

O rapaz estancou assim que percebeu estar pisando em neve fofa. Deixara o castelo e chegara aos terrenos na parte de trás, onde o gelo rareava a olhos vistos. Por que monstros de neve fariam aquilo, a não ser que fossem ordenados? Suspirou fundo, o ar gelado acariciando sua face enquanto corria de forma agressiva a qualquer um que não tivesse a resistência do rapaz. A uma distância não tão longa, uma jovem de vestido azul claro o encarava com ar pretensioso e aquele sorrisinho irritante. Victor se aproximou fingindo despreocupação, mas atento a qualquer ataque repentino.

— Ora, se não é o herói favorito do meu querido papai!

— Gostei do vestido, Let It Go. Daqui a pouco você começa a cantar e destruir as vidrarias de todo o Canadá — ele sorriu de canto, sua expressão denotava tédio, mas ele não podia esconder de si mesmo o quanto a deusa o afetava.

— Awn, não seja mau comigo! Sabe que é o meu semideus favorito, não sabe? — Disse ela, claramente segurando o riso de deboche que tanto tirava Victor do sério.

Quione, na visão dele, sentia-se a rainha do universo, como aquelas meninas riquinhas que sempre tiveram tudo. Victor ansiava pelo dia em que ensinaria algumas lições à garota, mas aí se lembrava que ela não era bem uma garota normal.

— O que você aprontou dessa vez?

— Papai andou me irritando outra vez — ela disse, em tom de autodefesa, e passou o indicador gelado pelo rosto de Victor de modo a provocá-lo. Sabia o poder que tinha sobre ele. Ela se posicionou atrás do rapaz e passeou as mãos por suas costas, rodeando-lhe a cintura por fim em um abraço traiçoeiro. — Lá! Lá estão os elementais que eu trouxe para devolver ao meu pai a chateação que me causa. Você vai destruí-los? — Ela fez uma voz manhosa e um beicinho que enganaria qualquer desavisado.

— Sabe que eu vou.

— Espero que sim. Eu gosto quando você me esquenta com sua valentia — ela sussurrou, dando uma mordidinha no pescoço de Victor que quase o fez perder a cabeça ali mesmo.

Com um esforço sobre-humano, Victor se desvencilhou dos braços da deusa da neve e avançou para cima dos dois únicos elementais ali presentes. Era algo simples o suficiente para que o próprio Bóreas desse conta, mas ele fazia questão de manter seu campeão sob rédeas curtas. Victor puxou uma das flechas de bronze e álamo da aljava às suas costas e a encaixou na corda do arco. Os elementais sentiram sua presença e o caos se iniciou.

A melhor coisa de ter uma arma de longa distância era justamente isso: a longa distância que se tinha dos monstros a serem enfrentados. Quando o elemental mais próximo pôs-se a correr em sua direção, o filho de Despina mirou a flecha no ponto entre os olhos da criatura e deixou-a voar diretamente para o alvo. O ser, que tomava a forma de um grande e parrudo leão, parou imediatamente de correr, rugindo com ódio e bastante zonzo com o ataque do rapaz.

O segundo, logo atrás, parecia-se mais com um urso. Victor correu para o lado, atraindo a atenção do elemental sem tirar seus olhos dos dele. Encaixou uma segunda flecha na corda do arco e mirou, correndo. Sabia que seu tiro seria bem menos certeiro do que o primeiro, mas o importante era acertar. Não queria uma batalha assim tão fácil. Não com ela aqui assistindo, ele pensou, repreendendo-se imediatamente por isso. Esqueça essa maldita patricinha!

Atirou. A flecha, mirada no lado direito do pescoço do monstro, atingiu-lhe o flanco. Como esperado, não acertou o alvo, mas retardou o inimigo. O leão recuperara os sentidos e corria novamente para cima do semideus, a flecha fincada na testa deixando-o semelhante a um unicórnio com juba. A ideia fez Victor rir de deboche. Ele prendeu o arco às costas, armando um plano arriscado enquanto o elemental se aproximava cada vez mais. Sua mão escorregou até a bainha de Winter, apenas esperando o momento certo.

Cinco metros. Dois metros. Um. Victor sacou a espada e, quando o leão avançou os últimos passos em sua direção, soprando uma forte rajada de vento frio, o semideus sorriu e deslizou a afiada lâmina pela lateral esquerda do corpo do monstro, fazendo-o gemer e rugir alto, um misto de dor e ódio do rapaz que o fizera de bobo. Quione deu um gritinho lá atrás e Victor cometeu o erro de pensar na jovem deusa lhe sorrindo. Não viu o elemental em forma de urso se aproximar e a dor que sentiu quando suas garras lhe cortaram a pele da coxa direita transformou seu sorriso em um urro de dor.

O sangue vermelho manchou a alva neve e Victor teve certa dificuldade para rolar para o lado, embora o tenha conseguido bem a tempo. Teria ficado com a face desfigurada se demorasse um segundo a mais. Levantando-se apoiado na perna esquerda, Victor embainhou a espada outra vez e puxou o arco, já com uma flecha sendo enganchada. Como fora imprudente! Não poderia ter outra falha ou acabaria morrendo, e morrer não estava em seus planos.

Mirou no urso, o elemental que estava menos debilitado. Precisava deixar ambos enfraquecidos e o leão mancava tanto quanto ele próprio. A flecha acertou o pescoço do animal, dando a Victor tempo suficiente para se afastar mais e mirar no olho do elemental. Três, dois, um! O semideus disparou a flecha e o alvo foi atingido dois segundos depois, fazendo o urso cair. Mas ainda não era hora de finalizá-lo, pois o leão continuava em plena atividade.

Reunindo toda a força que tinha, o elemental correu novamente para cima de Victor e saltou, a fim de esmagá-lo e trucidá-lo com suas garras. Foi o necessário para que o rapaz mirrasse a flecha no meio do peito do bicho e se desviar para o lado, vendo o primeiro de seus inimigos se desintegrar finalmente. Com ódio, o filho de Despina sacou novamente a espada e foi ter com o urso caído. Encarou, ofegante e com dores fortes na perna, e afundou a espada no peito do monstro, também o desintegrando.

* * *

Bóreas estava sorrindo satisfeito. Zetes e Calais tinham expressões chateadas no rosto, como se tivessem perdido uma aposta alta. Talvez realmente tivessem, Victor não tinha certeza.

— Você conseguiu.

— E alguma vez já lhe decepcionei?

— Livrou meu castelo daquelas coisas. Acho que merece mesmo uma recompensa, Glaciem.

— Sabe que isso aqui é uma cobertura, certo?

— Sabe que esse prédio é meu e eu o chamo de castelo, palácio ou até de pastelaria da esquina se eu quiser, certo?

Touché! — Victor sorriu e se levantou com dificuldade.

O ferimento estava envolto em tiras de tecido rasgadas e mal tinha parado de sangrar quando ele deixou a sala de Bóreas e desceu. Quando chegou ao saguão de entrada do "castelo", viu Quione parada a porta e rolou os olhos. O que essa menina vai aprontar agora...? Era engraçado que seus pensamentos se referissem a ela como uma simples menina mimada, mas o garoto sempre acabava se esquecendo que ela era uma deusa de milhares de anos.

— Paradinho aí, meu herói — ela pousou a mão sobre o peito do rapaz. Ele estava a ponto de perguntar o que ela queria quando a viu fazer algo completamente inesperado. Quione se ajoelhou diante dele, o encarando e movendo os lábios de forma perigosamente provocativa.

Victor sentiu o corpo sair de controle, não pôde simplesmente se segurar. Quione deve ter percebido, pois seus lábios provocadores moveram-se em um sorriso nada inocente. Ela apoiou as mãos nas laterais dos joelhos de Victor, como que para dar apoio e tornou a fazer um leve biquinho. O semideus sentia-se quente, ofegava, mas tudo que Quione fez foi soprar uma brisa gelada sobre o ferimento do rapaz, o que lhe causou um intenso alívio na dor.

Foi como se ela tivesse debochado da cara dele para o mundo inteiro ver, seu sorriso prepotente e irritante tirava Victor do sério enquanto ela se punha de pé novamente, com o corpo colado ao dele, sentindo cada pedaço. Victor estava imóvel, Quione sabia disso. Ela tocou os lábios dele com os seus e o garoto finalmente se mexeu, levando as mãos à cintura da deusa e prendendo-a a ele enquanto a beijava com fervor e raiva, embora nem soubesse como essas duas emoções podiam se misturar tão bem dentro de si.

Ela o encarou com um sorriso debochado ao fim do beijo e se desvencilhou dos braços ele, afastando-se devagar. Victor precisou de alguns segundos para recuperar o fôlego. Se eu estou assim, como é que simples mortais se sentem quando são provocados por deusas?, pegou-se pensando. Pela primeira vez na vida entendeu a loucura que acomete os humanos que se envolvem com deuses. Aquilo era forte demais e as divindades sabiam disso.

— Eu odeio você, garota mimada — balbuciou, sem encarar a deusa mais ao longe.

— Você mente muito mal, Victor... — ela riu e deixou o saguão.

Victor nem mesmo percebeu quando ou como chegou em casa. Sua cabeça — assim como seu corpo — estava um turbilhão e ele precisava urgentemente de um banho. Precisava recuperar o controle que sempre tivera de si mesmo, de seus pensamentos e planos. Planos... Tinha um a cumprir. Precisava se lembrar disso antes que sucumbisse aos encantos da deusa da neve.

~*~

Adendos:

Armas levadas:

Coldbreeze / Arco longo [Arco longo feito de madeira de álamo, branca, e metal prateado, apesar de ser bronze sagrado. Possui vários entalhes e formas curvilíneas.] {Álamo e Bronze sagrado} (Nível Mínimo: 1) {Não Controla Nenhum Elemento} [Recebimento: Presente de Reclamação de Despina]

Fast / Aljava [Aljava de couro branco com entalhes prateados. Contém flechas infinitas - são comuns, de álamo e bronze sagrado, mas de acabamento fino, com penas brancas e bem equilibradas.] {Couro e bronze sagrado} (Nível Mínimo: 1) {Não Controla Nenhum Elemento} [Recebimento: Presente de Reclamação de Despina]

Winter / Espada longa [Espada de 90 cm, com a lâmina medindo cerca de 75 cm. A lâmina é prateada e seu cabo é esbranquiçado, feito de álamo e revestido de seda branca, com entalhes prata. Sobre a lâmina há um escrito "O Inverno está chegando" — significa o poderio da espada. Transforma-se em um anel com a mesma inscrição no nível 20.] {Álamo, seda e bronze sagrado} (Nível Mínimo: 1) {Não Controla Nenhum Elemento} [Recebimento: Presente de Reclamação de Despina]

Poderes utilizados:

PASSIVOS:
Perícia com armas à distância: Arcos (Nível 1) - Esses semideuses usam bem armas à distância, em especial arcos. É uma habilidade natural, mas não indica domínio completo, apenas uma facilidade de aprendizado - tampouco interfere nos ataques de forma relevante - ainda será passível de erro, não acerta ataques de forma automática, além de estar limitado às habilidades da própria arma. É um poder evolutivo - quanto maior o treino e o nível, maior a perícia, se comparado a um irmão ou outro usuários desse tipo de arma que possua menos experiência ou mesmo a alguém de mesmo nível sem a perícia.

Resistência ao frio (Nível 1) - Poderes baseados em gelo sempre causam 50% do dano a menos, se forem do mesmo nível ou em níveis inferiores. Poderes de água ainda os afetam normalmente. Além disso, gelo e frio naturais não afetam o semideus normalmente - ele é 5 vezes mais resistente do que um humano comum, demorando a sentir efeitos como hipotermia, mas ainda pode sofrer privações por temperaturas extremas caso a exposição seja prolongada.

.:: narração :: falas :: pensamentos :: falas de outros ::.
Victor Glaciem
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