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Testes para Filhos de Hades — Outubro

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Testes para Filhos de Hades — Outubro

Mensagem por Odisseu em Ter 01 Set 2015, 20:38

Teste para filhos de Hades


Aqui devem ser postados todos os testes para os concorrentes a filhos de Hades deste mês. As postagens podem ser realizadas até as 23h59min do dia 21 do mês corrente. Postagens após o prazo serão desconsideradas. Resultado no primeiro dia do mês seguinte.

Vejam as regras completas aqui [clique]

Boa sorte, campistas!


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Re: Testes para Filhos de Hades — Outubro

Mensagem por Connor Blaschke em Dom 08 Nov 2015, 03:09

Caracterísicas físicas: a primeira vista Anya parece uma criança inofensiva. Os grandes olhos de um azul quase transparente (iguaizinhos à lua, diz Maria) e os lábios cheios enganam o inocente passante de que ela seja uma doce e inocente moça. Talvez a expressão normalmente mal-humorada dê uma melhor ideia do que realmente ela seja. Os cabelos são negros como a noite e lisos, a pele é do mesmo tom pálido que a da irmã.

Características emocionais: Anya não é o tipo de pessoa e distribui sorrisos e gentilezas gratuitamente. Fria, centrada e sarcástica, odeia ficar em dívida com qualquer pessoa e ela não tem medo de dizer o que lhe vem à cabeça, especialmente quando provocada, mas na maior parte do tempo fica calada com uma leve carranca, sua língua afiada já a colocou em vários problemas e isso não seria problema, se ela não tivesse arrastado consigo suas irmãs.

Evelina e Maria são sua melhor parte, como costuma falar, elas conseguem trazer a tona o que há de mais sociável em sua personalidade e – de certa maneira – controlam suas ações. Por elas Anya mataria e seria morta, sem ao menos pestanejar. Por mais que goste de irritá-las de vez em quando, elas são suas irmãs e, portanto, partes de si mesma.



História




Pouco antes do nascer do sol, na hora mais escura da noite, as gêmeas  nasceram, primeiro Anya e, dois minutos depois, Evelina. Dois belos bebês, mas com a saúde fragilizada. Aos dois anos, por motivos que os médicos desconheciam, a situação que já não era boa, deu uma guinada para pior, então elas foram levadas para a UTI neonatal, um lugar, por definição, angustiante, um lugar para aguardarem sua morte iminente, ou milagrosa recuperação.

Naquela madrugada, a UTI estava silenciosa, não haviam enfermeiras com seus olhares pesarosos ou médicos preocupados nos corredores. Uma mulher passava por entre as incubadoras, e ela precisava de privacidade. O manto negro farfalhava de leve quando ela andava, até que parou em frente às irmãs, com um sorriso tristonho, ela estendeu a mão sobre a incubadora e começou a murmurar em grego antigo. Quando suas palavras se extinguiram, ela se foi.

Na manhã seguinte, as bebês estavam com a saúde bem melhor, mas Yekaterina Dmitrieva foi encontrada morta na antiga propriedade da família, deixado para trás tanto Anya e Lina quanto Maria, que na época, era uma bebezinha de três semanas e nunca teve a chance de conhecer verdadeiramente a mãe.

Anya e Evelina foram criadas pelo tio, um físico renomado que protegia as sobrinhas como podia. Não conheciam seus pais e isso nunca lhes fez muita falta, ao menos não para Anya, ela amava o tio de maneira incondicional e irrestrita, daquele jeito que apenas as crianças são capazes.

Entretanto, os fios do destino tomaram um rumo inesperado.

Ela tinha apenas 7 anos e o tio já deveria ter ido busca-la na escola (que já fechara), então, com a mão da irmã mais nova bem segura entre a sua, resolveu ir caminhando para casa, cruzando os dois quarteirões que a separavam da irmã doente. Por mais estranho/engraçado que fosse, ela passara o dia sentindo um leve mal-estar no estômago, como se seu corpo compartilhasse a dor que sua gêmea sentia. Ou talvez fosse algo mais.

Enquanto caminhava pela noite a sensação ruim no estômago aumentava. Não que tivesse medo do escuro, na verdade gostava mais da noite que do dia, sentia-se mais confortável e acolhida. Quando chegou na frente de casa ela viu as luzes azuis e vermelhas piscando, vários homens uniformizados colocavam uma fita amarela ao redor da sua casa. Segurando ainda mais forte a mão de Maria, ela se encaminhou para o lugar onde viu Lina com um pesado cobertor envolvendo-lhe os ombros. De maneira muito adulta e protetora, ela escutou o relato dos policiais e deu-lhe seu depoimento, sempre segurando a mão das irmãs e acalmando a caçula.

Aquela foi a última noite em que se teve notícias de Alexei Dmitriev, o famoso físico russo que deixou (mais uma vez) para trás três crianças. Levadas para o sistema de adoção russo, as crianças eram agora responsáveis umas pelas outras.

Anya foi se tornando uma pessoa mais arisca e seu TDAH a impedia de ficar muito tempo parada em qualquer lugar, aparentemente a disfunção manifestava-se de maneira mais pronunciada nela que em sua irmã. E isso rendeu-lhe muitos problemas, que culminaram na sua expulsão – e, consequentemente, a das irmãs – do primeiro orfanato em que viveram após o desaparecimento do tio.

Foi por volta dessa época que Evelina começou a mudar. Anya conhecia a irmã melhor que a si mesma, mas algo diferente começou a se manifestar nela que, até hoje, não sabe o que é. Prefere não insistir no assunto com Lina, pois sabe que isso só renderia uma discussão inútil, mas mantém uma vigilância constante na irmã e sua nova peculiaridade.

Contudo as Parcas trouxeram mais surpresas na vida das Dmitrieva.

Era a primeira vez que surgia uma possível adoção para as três. Anya estava desconfiada até o último fio de cabelo do elegante homem de boné que aparecera para adotá-las. Ele sorria de maneira quase displicente para as irmãs, “Esse ai é treta” foi o pensamento da garota, ela lhe lançou um olhar que já tinha feito muitos valentões chorarem pedindo abrigo e ele não se abalou, apenas abriu ainda mais o sorriso.

E, de repente, ela ficou muito consciente do cheiro que ele exalava, parecia-lhe, de certa maneira, de animal de fazenda. Com todo o auto-controle que tinha, Anya endureceu o rosto e retesou todos os músculos, como para se concentrar em outra coisa que não o estranho que os levava do orfanato.

Até hoje ela tem problemas com sátiros.

Sim, por que aquele estranho revelou-se um homem-bode. Contou-lhes que eram semi-deuses e estavam indo para um lugar chamado Acampamento Meio-Sangue, onde encontrariam outros filhos de deuses gregos. Se não tivesse visto com os próprios olhos os chifres na cabeça dele, Anya teria dado-lhe um soco na cara para fazê-lo voltar a si.

A noite caia no acampamento quando eles chegaram. Se Anya tivesse seguido o exemplo da irmã e dormido durante o longo vôo teria tido os mesmos pesadelos que faziam sua gêmea revirar no assento do avião, mas ela era uma garota insone e, ainda assim, escutava em sua cabeça uma voz que lhe sussurrava no fundo de sua mente “Venha, criança amaldiçoada, venha para mim. Criança amaldiçoada... criança amaldiçoada...”.

– Parece que descobrimos de quem são filhas – o homem bode comentou assim que pisaram no tal Acampamento, Anya olhou para cima e viu um símbolo de caveria, como o de uma bandeira pirata, pairando sobre suas cabeças.

– De quem? –a voz de Lina ecoou seus pensamentos.

– Hades, o Senhor do Submundo – O homem-bode falou e as encaminhou para sua nova casa.

Narração: Anya apoiou-se na parade, arfante. Segurava suas adagas firmemente. Precisava só de um tempo para recuperar o fôlego que voltaria para matar aqueles monstros rídiculos, porém eles não dariam um tempo a ela, e foi isso que pensou ao vê-los em sua frente.

Também pensou "Maldito Quíon e a hora que eu me ofereci como voluntária para levar esses envelopes para o Mundo Inferior. Nem pude saber o que está neles"

A garota era ágil e por isso conseguiu escapar de uma das bolas de fogo lançadas pelo lestrigão, um dos monstros que haviam emboscado-a em Los Angeles, quando faltava pouco para chegar ao reino do pai. Notou a dracaenae vindo para cima dela e jogou uma das suas adagas na monstra, acertando-a na barrigada.

Levantou-se rapidamente, empunhando a outra adaga e se afastando do monstro.

A dracaenae a olhava com raiva, a adaga ainda presa em sua barriga.

Sibilando, ela se aproximou de Anya, ao mesmo tempo em que o lestrigão jogou outra bola de fogo. Escapou daquela novamente e correu, escondendo-se dos monstros atrás de uma pilha de caixas de papelão.

Entrar naquele galpão realmente havia sido uma péssima decisão, pensou.

A garota estava afartante, suas mãos suavam e ela temia soltar a adaga. Já havia perdido uma, se perdesse a outra seria o seu fim. Anya levantou-se e saiu correndo no exato momento em que o Lestrigão lança uma bola de fogo contra as caixas, mas a dracaenae já a esperava e assim que a garota apareceu, a monstra segurou em seu braço, ficando suas garras na pele dela.

Com o outro braço, Anya puxou a adaga ainda fincada na barriga da dracaenae e a atacou, fazendo com que a monstra sibilasse e a soltasse, afastando-se por alguns metros.

Apesar de não ter ideia de onde o segundo monstro estava, ela investiu contra a dracaenae, atacando-a com as duas adagas.

Anya conseguiu fazer alguns cortes na mostra, em seu rosto, braços e corpo. Nada grave, por enquanto. Ela não soube dizer exatamente quando o lestrigão apareceu, mas pode vê-lo por cima do ombro da dracaenae e foi isso que a fez recuar. Correu para o lado direito, fugindo da bola lançada por ele.

Não sabia que tinha fechado os olhos, apenas tomou consciência disso quando sentiu as garras da dracaenae fincando em seu braço, próximo de onde havia ferido anteriormente. Em questão de segundos, abriu os olhos e fincou uma das adagas do estômago da monstra, fazendo a mesma sibilar, porém, dessa vez, a dracaenae não a soltou e a garota não teve alternativa se não fincar a outra adaga no coração da monstra, transformando-a em pó em segundos.

Recuperou a adaga rapidamente, a tempo de me esquivar outra bola de fogo lançada pelo monstro que ainda restava. Se antes a garota estava arfante, agora o ar já faltava em seus pulmões, porém ainda havia um monstro para ser derrotado.

E então, Anya sorriu, aquele tipo de sorriso sádico que não é nada agradável de se ver. Com uma velocidade impressionante, correu em direção ao lestrigão. O monstro tentou segurá-la, mas a garota desviou, girando para o lado e finca uma das adagas em suas costas.

O monstro grunhiu e se virou, pronto para lançar outra bola de fogo, mas antes que ele consiguisse fazer isso, a outra adaga é lançada em direção a sua cabeça, transformando-o em pó assim como a dracaenae.

Ela respirou fundo, com suas mãos tremendo em alívio e desespero simultaneamente, e por fim pegou as adagas novamente, guardando uma no bolso e colocando sua mochila de volta nas costas, voltando a seguir o caminho para o Submundo.

OBS:
Sei que é o teste de Outubro e que deveria esperar até postarem o de Novembro, porém, devido a certos problemas de saúde, terei que viajar e fazer uma tonelada de exames e  estarei impossibilidade de postar até o meio de Dezembro e como já tinha o teste pronto, quis postá - lo agora, para não correr risco de perder o que escrevi

Ao avaliador:
Sinto muito se a história ficou confusa ou curta, mas é que era para ser a introdução de uma trama em dupla, só que a player que seria a Evelina desistiu de jogar. Tive que adaptar a história um pouco, mas tudo será explicado em futuras missões e DIYs
Connor Blaschke
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Re: Testes para Filhos de Hades — Outubro

Mensagem por Zeus em Ter 01 Dez 2015, 13:47


Avaliação
Vamos ver como você foi...


Anya Dmitrieva: Reclamada.

Bom, o seu teste foi bacana, porém não teve nada muito surpreendente no mesmo. Características bem descritas, mas pouco trabalhadas, deixando uma certa curiosidade no momento da leitura. História bem feita e lutas bem desenvolvidas para uma recém descoberta semideusa. Só achei um pouco bobo o motivo pelo qual foi visitar o Submundo, poderia ter sido um pouco mais criativa nesse ponto.

Uma revisão poderia ter sido feita para que erros bobos de digitação não fossem cometidos.
Anya olhou para cima e viu um símbolo de caveria

A visita ao reino de poder do seu pai não foi narrada, mas li as observações e entendi que uma adaptação fora feita. Em relação a ser o tópico de outubro, era referente já novembro mesmo, então, sem problemas!

Os meus parabéns e caso tenha alguma dúvida ou reclamação envie-me uma MP.


Atualizado
Por: Psiquê


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Re: Testes para Filhos de Hades — Outubro

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