Percy Jackson e os Olimpianos RPG BR
Bem vindo ao maior fórum de RPG de Percy Jackson do Brasil.

Já possui conta? Faça o LOGIN.
Não possui ainda? Registre-se e experimente a vida de meio-sangue.

♦ Arena do acampamento

Página 8 de 9 Anterior  1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9  Seguinte

Ver o tópico anterior Ver o tópico seguinte Ir em baixo

♦ Arena do acampamento

Mensagem por ♦ Eos em Sex 11 Set 2015, 22:26

Relembrando a primeira mensagem :



Arena do Acampamento


Treinos e Horários




• Matutino:

    — 08:00 às 09:00 — Treino de Armas brancas de longa distância;— 09:00 às 10:00 — Treino de Armas Brancas de curta distância;— 10:00 às 11:00 — Treino de Combate aos monstros.

• Diurno:

    — 14:00 às 15:00 — Treino de Combate aos monstros;— 15:00 às 16:00 — Treino de Armas Brancas de curta distância;— 16:00 às 17:00 — Treino de Armas brancas de longa distância.

• Noturno:

    — 19:00 às 20:00 — Treino de Armas Brancas de curta distância;— 20:00 às 21:00 — Treino de Combate aos Monstros;— 21:00 às 22:00 — Treino de Armas brancas de longa distância.



Instruções Gerais
e
Regras





• Post Inicial;
• Condições climáticas: Definida pelo player;
• Horário: Definido pelo player;
• Local: Arena do Acampamento Meio-Sangue;
• Sem mortes ou perdas de itens;
• O não cumprimento das regras aqui descritas poderá acarretar em punições diversas;
• Se tiverem alguma dúvida, podem perguntar a qualquer deus estagiário por Mensagem Privada (MP);
• Não há mínimo nem máximo de linhas ou palavras exceto pelas já especificados nas regras gerais, mas espera-se um post bem descrito;
• Quaisquer poderes ou equipamentos utilizados por vocês devem vir em quote ou spoiler, de preferência separando poderes ativos de passivos;
• Sem máximo nem mínimo de equipamentos, desde que seja possível levá-los;
• Esse tópico é monitorado e avaliado pelos deuses em geral e pelos monitores.

    — Tal medida foi tomada com o intuito de não sobrecarregar os avaliadores.— Tendo isto em vista, todos os tópicos desse gênero podem conter até dez (10) treinos.


    — Quando chegar nesse limite, ninguém mais pode postar. Caso contrário, o treino será ignorado.— Quando o deus responsável pelo tópico avaliar, até mais dez treinos poderão ser postados até que haja uma nova avaliação.


    — Cada player pode postar um  único treino por atualização, independente do tipo de treino;— O descumprimento da regra acarretará a anulação dos treinos posteriores ao primeiro.


• A quaisquer sinais eminentes de plágio, punições severas serão aplicadas.

    — A primeira punição será o ban por IP durante uma semana;— Numa segunda infração, a punição será ban eterno.

• Treinos noturnos são atribuídos àqueles cujas descendências divinas diretas se dão por deuses ligados à noite ou à obscuridade;

    — Encaixam-se entre tais deuses: Hades, Melinoe, Phobos, Deimos, Hécate, Morfeu, Nyx, Thanatos, Selene, Ártemis, Nêmesis e Circe;— Para qualquer treino noturno cujo semideus em questão não tenha um progenitor devido para o horário, haverá a anulação do treino.

• A premiação máxima segue as regras do fórum;

    — A premiação máxima é composta de: cem de experiência.

• O critério de avaliação segue as regras do fórum;

    — O critério de avaliação é composto de: coerência; ortografia; estrutura e fluência; uso de armas e poderes;

      — Coerência definirá: cinquenta de experiência;— Ortografia e Organização definirá: dez de experiência;— Coesão, Estrutura e Fluência definirá: vinte e cinco de experiência;— Objetividade e Adequação à Proposta definirá: quinze de experiência.


• Instruções aos players:

    Dicas de Postagem Geral:
    Prestem atenção em todas as informações que lhes foram dadas;Usem um corretor ortográfico, para evitar grandes perdas neste ponto;Tentem não usar templates ou tables que prejudiquem a leitura ou modifiquem de forma drástica a largura ou a altura do texto;Evitem o uso desmedido de muitas cores que possam, de alguma forma, tornarem a leitura menos envolvente;Sejam objetivos no sentido de não enrolarem, ou seja, não adicionem detalhes desnecessários;Caso não saibam algo, procurem no fórum e em fontes externas confiáveis ou perguntem para qualquer deus estagiário via Mensagem Privada (MP);Não copiem a introdução dada pelo narrador: interpretem-na segundo a vista dos seus personagens;Tenham bom senso.

• Tópico criado após sugestão de Asclépio;
• Tópico criado com a aprovação de Deméter e Athena;
• Boa sorte a todos os campistas.

Créditos da organização/ formatação geral a Logan Montecarlo

♦ Eos
Administradores
Mensagens :
1421

Voltar ao Topo Ir em baixo


Re: ♦ Arena do acampamento

Mensagem por Hetton Feak em Qua 27 Jul 2016, 23:38


Arena do Acampamento Meio-Sangue
Treino Matutino de Armas Brancas



Hetton caminhava para fora da água de sorriso no rosto. Sua pele bronze brilhava com o sol matinal e seus dentes brancos quase cegavam pelo reflexo do mesmo. O tritão vestia apenas shorts de um material especial que não se molhava – um truque que precisava ter para não sair simplesmente nu pela praia.

Ainda mesmo que não saísse nu, várias semideusas olhavam para ele com um carinho especial. Não era nenhum filho de Afrodite ou Apolo, mas ainda sim era um ser da natureza e a natureza tente a ser bela em suas construções. E Hetton sabia disso. Da última vez que viera à superfície para seu primeiro treino percebera os olhares. Não era convencido ou sequer tinha o ego inflado, mas gostava do sentimento de inclusão que lhe era permitido. De início, achava que os semideuses eram gigantes superpoderosos e deu de cara com um punhado de adolescentes com habilidades.

- E lá vamos nós... – Sussurrou para si. O tritão possuía também seu tridente, Undertow. Ele era preso em suas costas por uma fivela que cruzava a diagonal de seu tronco e por mais que fosse revestido por coral, não o machucava.

Hetton começou sua corrida para a arena de forma que pudesse não só aquecer para seu treino, mas também acostumar suas pernas. Não as usava tanto, na verdade eram quase novidades. De certa forma se sentia desconfortável. “Mas é questão de tempo.” Imaginava.

Trotou da praia até o refeitório e correu do refeitório à arena. Chegou com a respiração razoavelmente pesada enquanto recuperava aos poucos o fôlego perdido. Na arena, fora recepcionado por um instrutor sátiro.

- Me desculpe jovem. Você precisa de uma vestimenta para o treino. – Alertou. Hetton riu e respondeu.

- Ah... Sim. Vocês não têm nenhuma camiseta do acampamento sobrando por aqui?

O sátiro adentrou em uma espécie de inventário da arena, logo na lateral da entrada. Com uma olhadela rápida Hetton visualizou toda sorte de equipamentos, tanto armas quando armaduras e ferramentas aleatórias, e o sátiro retornando com um tecido laranja dobrado em suas mãos.

- Aqui está, pode ficar pra você. – O instrutor entregou e Hetton vestiu a camiseta, que estranhamente se encaixou perfeitamente em seu corpo. Com um breve agradecimento o jovem tritão trespassou a entrada da arena num ânimo diferente. Ele esperava mais desta vez. Estava alegre por estar ali.

Avistou um grupo de semideuses num semicírculo. Havia filas dos dois lados inversos e o sistema era: quando desabilitado o próximo da respectiva fila entrava em combate. Vários estavam ali, garotos e garotas de diversas paternidades e maternidades divinas.

Entrou na fila, três em sua frente. A luta atual estava acirrada – um semideus parrudo contra uma semideusa de cabelos curtos ágil como um beija-flor. Golpes trocados, adagas e espada, desvios, avanços e alguns poderes. O semideus, que tinha a maior parte da plateia ao seu favor, havia sido não só desarmado como também agilmente derrubado pela semideusa.

Hetton observava. A maioria ali já tinha frequentado a arena mais de uma vez, ele era o novato. Olhava os movimentos, o modo natural que as pernas dos seres “terrenos” se mexiam. Queria aquela naturalidade. E, em pouco tempo, já era sua vez.

Os cachos até os ombros caracterizavam a beleza de sua adversária. Seus pequenos olhos fitavam Hetton numa ferocidade felina – e meio-peixe que era sentiu-se de certa forma aflito. Cumprimentou-a com um singelo “Oi” e empunhou seu tridente com ambas as mãos.

A garota puxou de sua bainha dupla um par de espadas de bronze com diversos adornos os quais Hetton não prestou tanta atenção. Ao atentar para todas as lutas percebeu que as respostas e conclusões da maioria delas estavam nas passadas, nos pés. Como o que os humanos chamavam de “dança”. E apesar de não conhecer muito dos ritmos mundanos, conhecia dos submarinos. Teria que dançar.
Sorriu. A garota avançou, cachos esvoaçaram. Hetton deu um passo para a esquerda desviando com sucesso. Com ambas as lâminas a garota seguiu o movimento do tritão com precisão. Este por sua vez ergueu o cabo de sua arma, bloqueando os golpes e sofrendo um impacto surpresa. Ela não só era ágil, mas adequadamente forte.

A jovem recuou suas espadas e avançou em outra direção. Hetton bloqueou e recebeu outro impacto. Sofria um pouco. Se esforçou para pensar e entre golpes, desvios, impactos e breves reclamações, pregava:

- Criatividade, criatividade!

E num lapso de instinto e invenção, quando bloqueou o terceiro ataque da garota girou o tridente e fincou-o no chão. Na utilização do impulso do impacto segurou o cabo de sua arma com ambas às mãos, tomou um impulso e jogou as pernas na direção da garota.  Porém, quando estava movimentando as penas no movimento fez com que estas retornassem à forma de sua cauda.

O público ao redor comemorava, pois aquilo não era normal. Um tritão na arena? Por mais seres da natureza que frequentassem o local, o jovem marinho ainda era decerto exótico. As escamas estapearam a garota, que cambaleou para trás. Hetton pousou com pernas novamente e aproveitou a deixa da jovem. Puxou seu tridente do chão e avançou em posição de estocar.

Rapidamente a garota se recompôs e ergueu suas lâminas trespassando os dentes do tridente num “x” perfeito. As armas travaram e a semideusa foi mais rápida: com um chute certeiro na altura da barriga do tritão afastou-o e retraiu suas armas, soltando-as. Hetton perdeu o fôlego por alguns segundos, segundos vitais para o próximo ataque de sua adversária.

Como dois ferrões as espadas avançaram de maneira veloz. O tritão teve tempo apenas para bloquear de forma desengonçada uma das lâminas prendendo-a entre os dentes de sua arma. A segunda, porém, raspou seu braço esquerdo e um risco vermelho começou a nascer e escorrer. Saltou para trás, praguejando.

Quando saltou, porém, notou que puxou consigo uma das armas da garota. Por ter se deixado levar pelo acerto, a jovem se distraiu com a primeira espada. Movimentou seu tridente para o lado oposto da mesma, afastando arma de guerreiro quando a lâmina se soltou. Agora era espada contra tridente.

Até que a semideusa apontou a palma livre para Hetton, sorriu de canto da boca e de sua mão uma esfera flamejante saltou em direção do tritão.

Fogo, pensou. Héstia ou Hefesto?

As bolas de fogo vieram. Hetton saltou desviando da primeira. Quando a segunda chegou quis mais uma vez demonstrar o quanto tinha aprendido enquanto observava. A surpresa da batalha é uma grande tática.

O tritão abriu os braços e recebeu o fogo dessa forma. Quando todos na plateia e até mesmo sua adversária tinham já claramente quem seria o vencedor da batalha, Hetton revelou um antigo truque de seus antepassados.

Da água eu vim... Água eu sou.

A esfera abriu um buraco em sua camiseta, mas se desfez quando tocou a pele do jovem tritão. Afinal, não tocara sua pele, tocara em água. E quando fogo toca em água ele se desfaz. Sua habilidade se baseava em transformar uma região de seu corpo no elemento do qual tinha sido criado – e ela estava ali. Ele sorriu, orgulhoso de si.

Os observadores aplaudiram e o vapor subiu ao redor de Hetton Feak, o tritão à prova de fogo. E mais importante que isso era a reação da adversária. A semideusa avançou furiosa e, portanto, desatenta. Era essencial para que Hetton soubesse dançar agora.

Em sua mente aquilo era extremamente excitante. Treinara a vida toda embaixo da água e agora estava, apesar de amar seu habitat, livre de todo aquele peso natural. Girou o tridente quando o primeiro ataque veio, bloqueando-o e tomando o impacto num segundo giro para bloquear mais um.
O segundo bloqueio lhe deu o que precisava: a garota sofreu o impacto pela lâmina rechaçada, abrindo espaço para um avanço irrecusável. E Hetton avançou, dançou. Estava começando a entender o uso de suas pernas.

Parou seu avanço quando o dente central tocou levemente no tórax da semideusa. Ela soltou sua arma e ergueu os braços em rendição. Os dois olharam profundamente nos olhos um do outro quando isso aconteceu. Olhos escuros, de ambos, vibrantes como as marés e as chamas.

Hetton agradeceu pela luta e junto com a semideusa se retirou do centro dos combates, recusando os pedidos para lutar novamente.

- Meu nome é Hetton Feak. – Disse à semideusa. – Filho de Yesul e Syl. – E o resultado foi uma expressão de estranhamento.

- Eu sou Nayara, filha de Héstia. Nunca ouvi falar o nome de nenhum dos dois. Calma, qual dos dois é um deus? – Ela riu enquanto recolocava suas armas em suas respectivas bainhas. E o tritão sorriu junto.

- Oh, não... Meu pai é um tritão, minha mãe uma nereida. Eu sou um tritão... – Explicou. E dali saíram conversando espontaneamente, para o que parecia ser o início de uma amizade.

Dados:

Poderes, Habilidades e itens de Hetton :

- Habilidades -

Forma original I – Sendo estas criaturas espíritos da água, elas podem perder a sua "matéria", tornando-se o elemento do qual elas surgiram. A criatura que usa este poder fica com uma pequena parte do corpo intangível, por esta ficar temporariamente convertida em água. Nesse nível, afeta um único membro, como um braço, uma parte da perna, etc. Serve para defesa, desde que a criatura esteja preparada para o ataque e consiga, de alguma maneira, intuir ou guiar o ataque para a área transmutada. Pode ser usada 2 vezes em uma missão ou treino, com duração de um único turno e exige uma potência mediana de esforço. Mas lembre-se, são apenas pequenas partes, não abuse da sorte. [Idealizado por Joannie]

♂ Perícia com tridentes - Tritões são descendentes diretos de Tritão, filho de Poseidon e, como o Tritão original, herdam a habilidade com tridentes, uma vez que possuem uma cultura guerreira e valorizam o combate corpo a corpo, diferente das naiádes. Isso implica que possuem facilidade ao lidar com qualquer tipo de tridente, conseguindo aprender mais rapidamente quando treinam com essas armas. Não implica em sucessos automáticos, tampouco em movimentos extravagantes - é algo evolutivo, representando um conhecimento adquirido.

Transformação – Além de respirarem normalmente na água, também conseguem se manter fora dela sem problemas respiratórios, ainda que nesse nível só possam se manter 3 dias longe da água, após esse período devem mergulhar novamente em uma fonte de água natural, ou começarão a perder HP. O período de afastamento aumenta em 3 dias a cada nível. Além disso, aqueles que possuem caudas, como os tritões, adquirem pernas e características humanóides que os permitem agir na terra normalmente, controlando essa transformação quando em água.

- Itens -

♂ {Undertow} / Tridente [Tridente feito de bronze sagrado e ornamentado com conchas marinhas. A arma possui 1,80 metros, sendo 40 centímetros de seus dentes, ainda possuindo uma empunhadura revestida por coral, o que provoca maior aderência da arma sobre a mão de quem a manuseia. Os dentes do tridente são tão afiados quanto dentes de tubarões, sendo que na parte inferior a arma ainda possui uma ponta afiada, podendo ser usada para atacar o oponente. Diferente da lança, também pode ser usado em manobras de desarme, como ocorreria com uma alabarda, caso o semideus consiga enganchar a arma no oponente entre os dentes - tudo depende de sua habilidade e força. Se transforma em uma braçadeira com conchas no nível 20] {Bronze sagrado e coral} (Nível Mínimo: 1) [Recebimento: Presente de Reclamação dos Tritões]
Poderes, Habilidades e itens de Nayara (filha de Héstia LV1):

- Habilidades -

Proficiência com espadas [1] - O manejo com essa arma é anormal para alguém que nunca tocou numa. Obviamente, a maestria não é extraordinária, mas possibilita golpes interessantes e nada complexos. Mediante a evolução do semideus, sua perícia aumenta.

Bolas de fogo [1] - Consegue criar apenas duas esferas flamejantes nos palmos, mas não é possível manipular esse fogo da forma que quiser. As bolas não são muito danosas e, quando arremessadas, alcançam 2 metros. O MP gasto é 5 e pode-se utilizar o poder de dois em dois turnos.

- Itens -
- Espada curta
- Espada curta



Hetton Feak
Espíritos da Água
Mensagens :
58

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: ♦ Arena do acampamento

Mensagem por Kalled C. Almeida em Dom 31 Jul 2016, 23:29


Avaliação




Hetton Feak
Olá, Hetton. Conforme você comentou, achei interessante essa "introdução". Não como uma introdução ao treino, mas como uma introdução do próprio personagem ao acampamento - não ficando algo "solto". Você também soube criar uma situação, mesmo que simples, que se encaixasse bem na proposta que você mesmo estipulou, bem como narrar bem o combate e os movimentos no mesmo. Porém não foi um post com o qual consegui conhecer muito da personalidade do personagem, entende? Tente nos próximos textos expressar as sensações, reações e pensamentos do personagem frente as situações a que ele se expõe. Tirando isso, não tenho muito a apontar - apenas pequenas questões gramaticais, como uso de letra maiúscula em locais inadequados (depois de ponto e vírgula, bem como após três pontos e quando diz respeito ao mar), ambiguidade ("Em sua imaginação e pelas histórias contadas pelos pais, imaginavam seres imensos e sábios, poderosos como os deuses e tão importantes quando. Fortes, ágeis e inteligentes. Sabiam usar toda sorte de armas com maestria. A ansiedade irritava suas escamas.", onde dá a entender que a ansiedade irritava as escamas dos semideuses) e uso da vírgula. No geral, foi um bom treino. Parabéns, tritão.

Coerência: 44/50;
Coesão, estrutura e fluidez: 23/25;
Objetividade e adequação à proposta: 14/15;
Ortografia e organização: 8/10;
Total: 89 pontos de experiência.

Dúvidas, reclamações, dicas ou qualquer coisa em que eu possa ser útil, basta contatar por mp.


ps: créditos para Darya, ela fez a avalização. Fui tentar fazer uma outra avaliação e ocorreu um bug que apagou os dois últimos posts

Avaliação cancelada por se tratar de uma cópia. O player receberá XP total. Atualizado.
Kalled C. Almeida
Menestréis
Mensagens :
549

Localização :
acampamento meio sangue

Voltar ao Topo Ir em baixo

Treino de armas brancas de curta distancia

Mensagem por Alex Vanguard em Qui 04 Ago 2016, 05:45

Era cedo mas eu queria treinar e acho que era uma boa altura para o fazer .Já se passou uma semana e ainda não consegui ser requisitado. Peguei na minha faca e dirigi-me para o primeiro boneco que tinha uma espada em riste e armadura. Zás cortei-lhe a cabeça com um golpe.Passei para o segundo boneco com uma lança preparada para lançar.Bum atirei a faca direta para o seu peito fazendo a lança cair. Terceiro e ultimo boneco era sempre aquele que me deixava sempre cansado nunca encontrei o seu ponto fraco mas nunca desisti,avancei para o boneco aquele que tinha um escudo a bloquear a minha pontaria e um elmo grande difícil de trespassar.Tentei dar a volta mas não conseguia lá chegar o único sitio não bloqueado era o cabo de vassoura que o equilibrava.Era isso corri escorreguei atirei-me para o cabo e cortei-o fazendo o boneco cair e largar o escudo que me deu oportunidade para espetar a faca no peito do boneco.Tinha conseguido e não tinha sido fácil Okay era um boneco mas consegui derrubar os tres o que para mim era bom sou um novato.Se fosse uma pessoa seria bem mais difícil mas a técnica seria a mesma.Estavam quase todos a dormir e ninguém tinha vontade de treinar a não ser eu,era mau e bom mas...Bem foi so mais um pequeno treino que me vai ajudar no futuro( provavelmente ).
Alex Vanguard
Indefinido
Mensagens :
7

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: ♦ Arena do acampamento

Mensagem por Silvia Kawasaki em Qui 04 Ago 2016, 23:48


Avaliação




Alex Vanguard
Oi, Alex! Então, vamos avaliar bem o seu texto. A primeira coisa que percebi foi a ausência da separação dos parágrafos, o que, de cara, já me deixou meio com o pé atrás, porque visualmente não é legal. Só que, quando olhei mais atentamente, percebi que seu texto é todo um parágrafo só, isso é um problema para uma postagem como essa. Seu texto tem muitos erros de pontuação e concordância, você alterna a narrativa (que por sinal é extremamente corrida) entre primeira e terceira pessoa, e seu texto não está não está justificado, mas centralizado. Interjeições como o "bum" e o "zás" que você utilizou são facas de dois gumes, sendo que geralmente eles mais prejudicam o escritor/player do que ajudam, então evite essas onomatopeias e tente descrever o ocorrido. Por exemplo:

@Alex Vanguard escreveu:Peguei na minha faca e dirigi-me para o primeiro boneco que tinha uma espada em riste e armadura. Zás cortei-lhe a cabeça com um golpe.Passei para o segundo boneco com uma lança preparada para lançar.Bum atirei a faca direta para o seu peito fazendo a lança cair.

Como poderia ser:
Peguei minha faca e dirigi-me para o primeiro boneco, que tinha uma espada em riste e armadura. Desferindo arco longo e firme, cortei-lhe a cabeça com um só golpe. Passei então para o segundo boneco, que se apresentava com uma lança preparada para o ataque. Sem hesitar e com a mesma firmeza do golpe anterior, atirei a faca diretamente na direção de seu peito.

Como pôde ver (acredito que tenha visto), sua narrativa é muito corrida. Você não trás uma introdução e nem uma conclusão propriamente falando, e lembre-se de que você é um semideus novato. Chegar e simplesmente cortar a cabeça do boneco não te trás nenhuma experiência de combate, você não treinou habilidades de luta ao fazer algo assim tão simplório (mesmo que eu não tenha cortado da correção). Um treino como este, uma missão ou mesmo em fichas de reclamação ou grupos extras merecem essa atenção, essa contextualização e riqueza de detalhes, para que a narrativa fique mais agradável ao leitor, seja ele quem for. Você tem boas ideias, só precisa melhorar mais na escrita e no formato de postagem.

Coerência: 25/50;
Coesão, estrutura e fluidez: 10/25;
Objetividade e adequação à proposta: 5/15;
Ortografia e organização: 5/10;
Total: 45 pontos de experiência.

Dúvidas, reclamações, dicas ou qualquer coisa em que eu possa ser útil, basta contatar por mp.

[template roubado do avaliador de cima q]
Silvia Kawasaki
Curandeiros de Asclépio
Mensagens :
329

Localização :
Chalé de Íris

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: ♦ Arena do acampamento

Mensagem por Psiquê em Seg 08 Ago 2016, 09:46



Atualizado!



How fickle my heart and how woozy my eyes, I struggle to find any truth in your lies. And now my heart stumbles on things I don't know, my weakness I feel I must finally show. Lend me your hand and we'll conquer them all but lend me your heart and I'll just let you fall, lend me your eyes I can change what you see, but your soul you must keep totally free
Psiquê
Administradores
Mensagens :
871

Localização :
Castelo maravilhoso do Eros

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: ♦ Arena do acampamento

Mensagem por Henry Lewis em Qua 10 Ago 2016, 11:58

Training Skills

O vazio da arena recordava-me do limbo.

Pense numa imensidão nebulosa negra e gélida que parece não ter fim e muito menos dimensões de fim e início. Era exatamente assim no inferno onde eu havia crescido. Graças aos deuses eu estava de volta ao plano “correto” da realidade, o acampamento. Era começo da noite e o sol havia se posto há alguns minutos quando havia adentrado a arena que estava devastada e silenciosa. Armas e bonecos de treinos estavam espalhados pelo vasto campo de batalha, espólios de treinos individuais e em grupo.  A grandiosidade da arena parecia aumentar durante a noite, fazendo com que cada passo sobre o solo arenoso e denso ecoasse na estrutura abobo dada. Parei frente a um espaço onde o terreno simulava um campo rochoso com pedregulhos e pequenos picos numa espécie de circuito de treinos.

Fechei os olhos após sentar-me sobre uma das rochas e sentir o calor de meu corpo ser arrancado pelo mineral brusco e frio. O silêncio tomou conta de tudo e a escuridão logo era dissipada lentamente pela luz da lua crescente que ascendia ao céu negro, iluminando parte do local em pequenos feixes brilhantes. Minha mente desligou-se, entrando numa espécie de fluxo vicioso de concentração. Pensei em todas as adversidades do limbo e em todos os sentimentos possíveis durante esse período; a frustração em não poder fazer nada para mudar meu destino, o ódio por Hades ter destruído minha vida e principalmente o medo de tudo isso.

Minhas mãos se fecharam e pude sentir um arrepio. Cada parte do meu corpo parecia reagir a forma que pensava, através de um arrepio ou desconforto. Abri os olhos, visualizando a minha volta pequenas fissuras entre o rochedo. Tentei focalizar então meu lado emocional junto ao racional para adestrar minhas malditas habilidades. Com as mãos juntas, posicionei em direção a fissura respirando fundo e mentalizando a abertura se fechando. Nada aconteceu por alguns segundos. Por que Alice movia rochas tão facilmente? Não. Chega de se comparar aos outros. Concentre-se.

Comecei a focar na rocha e não na fenda. Duas partes do mineral a uma distância considerável pareciam querer ficar juntas e eu só precisava aloca-las de forma correta. Com este pensamento, comecei a mover os dedos lentamente. Pude sentir a conexão com o elemento se tornar mais forte, mais viva. Lascas negras começaram a se desprender da fenda, flutuando lentamente rumo à direção oposta. Com um pouco mais de esforço a fenda finalmente rendeu-se, deslocando-se bruscamente em direção ao seu oposto onde se alocou e despedaçou-se. Soltei o ar dos pulmões, observando as pequenas pedras que se formaram devido à força da movimentação e tive uma nova ideia.

Demorou alguns segundos para que o círculo se formasse no chão. Cerca de treze lascas pequenas de pedra estavam alinhadas num círculo a minha frente. Concentrei-me e estendi as duas mãos sobre o círculo. Tentei converter toda a raiva em algo mais disciplinado e controlado já que havia destruído bruscamente da última vez que não a controlei. Respirei fundo, sentindo meu corpo se agitar e as mãos formigarem. A primeira lasca levitou, puxando as outras em seguida. Uma, duas, três, quatro, oito...

Todas se levantaram, formando o mesmo círculo a minha frente em pleno ar. Com o mover dos dedos a direção das pedras pareciam se mover na direção oposta, girando de acordo com meu desejo. Passei alguns minutos entendendo que cada parte daquilo estava conectado com meu ser e que se utilizado de forma correta poderia ser útil. Decidi por em prática, levitando os fragmentos e disparando-os em direção a fenda novamente em uma velocidade considerável.

Só então percebi a quão cansada estava. Meus punhos doíam e minha cabeça latejava sugerindo uma dor de cabeça em breve. Decidi encerrar o treinamento, deixando a arena que tinha agora uma fissura maior que a anterior.

Habilidades&Considerações:


— Alice ao caso é um NPC e líder do chalé de Hades que insinuou mais cedo que Illyana é inútil no uso de suas habilidades.

— Illyana foi levada para o limbo, uma espécie de dimensão infernal por uma entidade satânica que a expos a diversos traumas psicológicos e só foi resgatada por seu meio irmão, Caleb, que faleceu durante o resgate. Hoje, ela vive no acampamento a pedido do rapaz que também era filho de Hades, este que deixou a garota ser raptada a fim de protege-la em outra dimensão. Só pra entender um pouquinho da trama da personagem mesmo.

— O treino não é focado em habilidades fisícas e sim no desenvolvimento da personagem de suas habilidades ignoradas durante seu crescimento devido ao receio de sí mesma e suas origens. Espero que entenda (avaliador <3 )



Habilidades Passsivas:

Visão Noturna [Nível 2]: Possui a capacidade de enxergar perfeitamente quando escuro.[

Conhecimento geológico [Nível 7]: O filho de Hades sabe discernir o tipo de solo em que se encontra, e as rochas presentes neles, incluindo formações minerais - mas não metais - e suas localizações em um raio de 1km.


Habilidades Ativas:

Geocinese I [Nível 1]: Pode mover pequenos pedaços de rocha e formações minerais, arrancando-os do chão, levitando-os, o que sua imaginação quiser. uma por vez, as quais não fazem mais do que distrair o inimigo ou atrapalha-lo, porém as pedras não são grandes o bastante para causar machucados sérios. Rochas sagradas ou abençoadas não podem ser manipuladas.

Geocinese II [Nível 5]: Pode agora controlar uma rocha de tamanho mediano (do tamanho de uma cadeira ou algo parecido) ou várias pequenas. Quanto maior o uso, maior o gasto de energia, que é constante. Não controla rochas e formações minerais sagradas ou abençoadas.
Henry Lewis
Filhos de Hades
Mensagens :
149

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: ♦ Arena do acampamento

Mensagem por Silvia Kawasaki em Qua 10 Ago 2016, 14:47


Avaliação


Illyana Rasputin:
Illy, mulher! Que treino legal! Vou te contar um segredo: é o primeiro treino somente de poderes que eu leio e achei incrível. Sua escrita é boa e vi apenas um pequenino deslize no início quando falou das dimensões de fim e início do limbo, mas nada que fizesse seu texto perder a magia. O único defeito dele é ter sido curto demais! Eu queria ler mais e fiquei curiosa sobre a trama da personagem. Parabéns pelo post. Muito bom!

Coerência: 50/50;
Coesão, estrutura e fluidez: 25/25;
Objetividade e adequação à proposta: 15/15;
Ortografia e organização: 10/10;
Total: 100 xp!!

Dúvidas, reclamações, dicas ou qualquer coisa em que eu possa ser útil, basta contatar por mp.

Aguardando att
Silvia Kawasaki
Curandeiros de Asclépio
Mensagens :
329

Localização :
Chalé de Íris

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: ♦ Arena do acampamento

Mensagem por Will Traynor em Qui 11 Ago 2016, 10:15

Speed and Strength
Arena - post I



Já é ruim ser o diferente em meio às pessoas ditas normais, mas quando você é um paraplégico em meio a vários filhos de deuses muito fortes e criaturas mágicas, a coisa piora exponencialmente! Só que meu quadro estava melhorando depois de oito meses fazendo fisioterapia e tratamento com poções mágicas sob os cuidados da curandeira Silvia. A parte superior do meu corpo e minha produção hormonal já estavam perfeitas de novo.

Toda terça, quinta e sábado era dia de exercício pesado com ela na praia, mas nas quartas e sextas eu gostava de ir por conta própria à arena e treinar na área de bonecos. Por ter um amplo espaço, era possível mover-me em boa velocidade com a cadeira de rodas, o que ajudava a fortalecer meus braços e meus pulmões, e em meu colo vinha sempre o machado Contritio, recebido depois de minha reclamação por Hefesto, além da faca do acampamento presa ao cinto e uma garrafa de água no bolso interno da cadeira.

A arena estava quase vazia quando lá cheguei, apenas dois ou três semideuses mais ao fundo treinando juntos. O vento correu por meu rosto e me fez sorrir ao sentir o frescor da manhã. Ok... o que estou fazendo? Como me tornei carrancudo depois do acidente, meus únicos sorrisos eram de sarcasmo, mas aquele não foi. Minha recuperação constante de repente mostrou-se um grande motivo para voltar a apreciar as coisas boas da vida.

— Estou voltando a ser eu mesmo. Wild Willy está voltando... — Sussurrei comigo mesmo e notei estar rindo agora, tomado de uma esperança que julgava não mais existir.

Sem demora, levei as mãos às rodas da cadeira e comecei a me empurrar, trilhando um caminho pela área de bonecos ao subir a suave inclinação que marcava aquele local. Quando cheguei ao ponto mais alto, dei um único e forte empurrão nas rodas novamente e desci entre duas filas de bonecos, sobre os quais desferi fortes golpes com o machado. Ao fim do trajeto, tomei o controle da cadeira com as mãos outra vez e reiniciei o processo.

Era o mesmo exercício repetido, subindo e descendo, aproveitando a ausência quase total de campistas no local àquela hora da manhã. Com o tempo, sentia meus braços queimarem e o suor escorrer por meu rosto e corpo. Cada vento que batia era como bálsamo e o Sol era o combustível necessário para continuar me dedicando ao máximo.

Depois de pouco mais de uma hora, notei os primeiros semideuses deixando o pavilhão do refeitório e vindo em direção ao local onde eu estava. Era a hora de desacelerar e finalizar o treino, que, por sinal, fora bastante satisfatório. Tomei uns bons goles de água da garrafa que trouxera e deixei a arena, acenando para um conhecido e outro que lá chegavam. Era hora de um banho e, se eu fosse rápido, talvez ainda conseguisse pegar o fim do café da manhã.

~*~


.:: narração :: falas :: pensamentos :: falas de outros ::.
Will Traynor
Filhos de Hefesto
Mensagens :
12

Localização :
Chalé de Hefesto

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: ♦ Arena do acampamento

Mensagem por Garrett Bardrick em Sab 13 Ago 2016, 03:35


Avaliação


Will Traynor:
Que belo treino ein? Gostei bastante. Houve uns errinhos de pontuação, nada grave, mas que uma revisada simples resolveria esse problema. O único que me deixou chateado é o que treino foi rapidinho, basicamente em dois parágrafos. Você poderia ter detalhado mais, colocado algum obstáculo ou alguma dificuldade em certos pontos. Porque mesmo sendo um cadeirante e tá em fase de recuperação, algumas coisas continuam sendo difícil de ser realizado. No mais, a narração foi excelente.

Coerência: 50/50;
Coesão, estrutura e fluidez: 25/25;
Objetividade e adequação à proposta: 11/15;
Ortografia e organização: 9/10;
Total: 95 xp!!

Dúvidas, reclamações, dicas ou qualquer coisa em que eu possa ser útil, basta contatar por mp.

Roubei o template da Silvia -qq

Aguardando att
Garrett Bardrick
Filhos de Macária
Mensagens :
63

Localização :
Acampamento Meio-Sangue - Chalé 11 ~ Indefinido ~

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: ♦ Arena do acampamento

Mensagem por Psiquê em Ter 16 Ago 2016, 17:54



Atualizado!



How fickle my heart and how woozy my eyes, I struggle to find any truth in your lies. And now my heart stumbles on things I don't know, my weakness I feel I must finally show. Lend me your hand and we'll conquer them all but lend me your heart and I'll just let you fall, lend me your eyes I can change what you see, but your soul you must keep totally free
Psiquê
Administradores
Mensagens :
871

Localização :
Castelo maravilhoso do Eros

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: ♦ Arena do acampamento

Mensagem por Brandon Cavendish em Ter 30 Ago 2016, 01:49



GuerrilhaVai ter volta!


Eles vão ver só!

Para o treino de hoje Quiron pediu que formássemos equipes de cinco integrantes. Iríamos simular uma guerrilha através de uma poção desenvolvida pelos feiticeiros do Spa e Resort de Circe. De acordo com ele, a poção nos faria adormecer e viver de forma bem real todos os acontecimentos de uma realidade alternativa e aleatória. Essa informação me estimulou muito, pois poderíamos matar um ao outro sem nenhuma consequência!

Logo que Quíron anunciou eu corri para um dos especialistas que estavam temporariamente no acampamento, Duncan, o feiticeiro de Circe. Ele com certeza iria experimentar da nova realidade e até onde os boatos correm no acampamento, ele seria um excelente aliado por ser muitíssimo poderoso!

É claro que assim que ele me viu ficou muito empolgado! Afinal de contas, um garotão forte pode ser um ótimo aliado em uma batalha em grupo! Feito isso, tratei de correr para Ellen, uma garota que se mostrava muito competente nos treinos e apesar do pouco tempo de acampamento já treinava com a turma avançada.

Assim que eu a abordei, percebi que ela já havia feito uma aliança com um dos mais famosos e solicitados semideuses que já pisaram nesse acampamento: Young Janguan, o mais poderoso filho de Íris! Assim que eles se viraram pra mim acenei de forma séria, como se já fosse natural que treinássemos juntos. A garota que logo que me viu, trocou olhares com Young que apenas fez um sinal de sim com a cabeça. Ótimo, já tinha um time bem estruturado. Muita sorte, pois, nunca sequer conversei com nenhum deles! Informei a eles sobre Duncan, que chegou logo em seguida, trazendo consigo uma menininha de uns dez anos... Parecia muito insegura, mas nesse mundo doido... Nunca se sabe.

Esperamos mais um pouco até que os outros grupos estivessem prontos e no total se formaram quatro grupos. Muito fortes, pro meu gosto. Percebi que não era só eu que sabia fazer aliados.

Quíron explicou que lutaríamos até a morte, o vencedor obviamente é aquele que extermina todo o grupo oposto. No cenário aleatório, nós iríamos encontrar apenas um item ou dois de nossa familiaridade. Em seguida ele anunciou quais grupos batalhariam entre si, e eu confesso que quando vi nossos oponentes eu temi não ganhar.

Eles eram excelentes, dois filhos de deuses grandes resolveram se unir com mais dois semideuses e um centauro! Mas lembrei que tínhamos Young, Ellen e Duncan... Estava equilibrado.
Foi entregue para cada um de nós um frasco de vidro com poções na mesma cor, um tom de verde esquisito. Bebi a poção e senti como se eu bebesse água pura e cristalina. Tive uma espécie de vertigem e apareci em outro lugar.

Minha visão foi ficando mais nítida, mas nem tanto. Ao abrir os olhos vi que estávamos em uma biblioteca muito arejada, olhei para o teto e entendi... Não tinha um teto. Ás estrelas faziam uma iluminação sobrenatural, mas as cores ainda estavam distorcidas... Olhei ao redor e vi que eu estava sozinho em um corredor abarrotado de livros grossos. Andei poucos metros tentando ficar em silêncio e vi um brilho esquisito entre os livros... Confuse? O sininho que Orfeu me dera estava ali. Seria esse o item familiar que Quíron comentou? Para uma batalha contra semideuses? Coloquei Confuse no bolso e continuei andando, tomara que meus aliados tenham mais sorte que eu, se não estaremos perdidos!

Virei mais dois corredores e vi ao longe alguém que espiava entre os livros, tentei ir silenciosamente, mas não deu muito certo, derrubei alguns livros da prateleira e a pessoa olhou diretamente pra mim! Sorte que era o Duncan! Ele se aproximou. Carregava um livro em mãos e parecia muito feliz. Disse que tinha usado um feitiço de sorte e nós acabamos em uma biblioteca mágica, ele só esperava que não tivesse ninguém semideus mágico do outro lado.

Ao saber disso, senti que ao usar esse feitiço ele acabou com toda a graça do treinamento. Ao invés de sangue e morte, aquilo parecia mais um jogo de esconde-esconde. Resolvi não reclamar, afinal de contas, ele era um aliado muito bom... Eu disse pra ele: 'Temos que encontrar mais alguém' E então ele repetiu 'alguém', eu olhei pra ele e disse 'É, foi o que eu disse!' Ele fez uma cara de bobo e tornou a dizer num tom que eu não consegui identificar 'Disse, disse, disse!' Parecia que ele estava debochando de mim! Logo lhe dei um soco no ombro e falei que se ele continuasse sendo idiota eu não hesitaria em matar ele ali mesmo. Ele permaneceu em silêncio, com uma cara de idiota, e então ele me segurou pelo braço e olhou para os lados. O que é que ele estava pensando? Puxei meu braço e gritei: 'Colé cara! Eu tô tentando completar isso daqui e você fica aí atrapalhando!' Então ele me fez ainda mais raiva 'Atrapalhandooo!' Meu sangue ferveu, e no momento que eu ia meter um soco na fuça daquele desgramado, alguém me toca e eu automaticamente empurrei, sem nem ver quem quer que tenha me tocado!

Esse empurrar causou um efeito não muito propício pra nossa situação. Empurrei alguém que bateu numa estante que bateu em outra, em outra e mais outra... E aconteceu tudo o que não poderia acontecer. A biblioteca estava praticamente destruída, a nossa localização estava revelada, mas em compensação, também descobrimos a localização de um deles, um adolescente mais ou menos da minha idade, devia estar a dois metros de distância... Mudei meu foco completamente pra ele, esse outro ia ter que se explicar depois.

Com dois passos velozes serrei o punho direito e o soquei bem na barriga. Em seguida, desferi uma joelhada em seu rosto e chutei o braço dele, a fim de que ele largasse a espada, sucesso. Ele sorriu. Devia ter gostado, então resolvi continuar, por que eu também tinha gostado. Mas quando fui dar o próximo golpe, senti meu corpo mais pesado que o normal, como seu eu carregasse sacos de dois quilos nos braços. Mas para o azar desse cara, eu apenas deixei meu punho cair em direção a sua nuca. Ele caiu de bruços. Um sentimento de vitória me invadiu por alguns segundos. Mas apenas por alguns segundos. Ele podia não ter morrido. Catei a espada dele no chão e cravei a espada em seu tórax.

Um a Zero.

Tomei posse da espada.

Quando voltei para Duncan, eu estava mais calmo, e não iria atacar ele. Ele estava debruçado em cima de alguém em cima da estante... Deve ser quem me tocou, poderia ser um oponente. Mas não era.

Um a Um.

E eu que marquei os dois pontos.

Era a menina insegura... Ainda bem que era só uma simulação, mas acabei me dando conta de que isso pode acontecer em uma situação na vida real. Era um ponto a melhorar... Mas a culpa com certeza não era minha. Nada disso teria acontecido se o idiota do Duncan não ficasse me irritando. Ele levantou e pediu para que eu ficasse calmo, que aquele que eu acabara de matar era um filho de Nêmesis muito poderoso e ele tinha jogado uma maldição nele que o impedia de falar qualquer palavra por si só, ele só conseguia falar a última palavra ouvida, que nem a Eco. Senti-me um pouco bobo, mas o filho de Nêmesis tinha usado uma boa estratégia.

No momento seguinte Duncan disse que era pra eu me cuidar e sumiu num estampido e numa explosão de luz púrpura. Percebi que neste momento eu era o único ali mais vulnerável. Mas também o mais perigoso. Apenas eu marquei pontos nesse jogo. Como a atividade é em grupo, e o ocorrido foi um acidente, acredito ter a cobertura de Duncan e dos outros.

Eu giro a espada, de modo a intimidar quem quer que seja. Qualquer oponente escondido atrás dessas infinitas prateleiras pensaria duas vezes antes de me atacar. Passaram-se apenas alguns segundos e um enorme barulho de coisas caindo! Barulhos de cascos de cavalo e  estante após estante sendo derrubadas...  Do lado oposto, pude ver o centauro tentando fugir sem sucesso, de diversas videiras que embaraçavam em suas pernas. Vi Duncan lançando fogo contra ele em seguida, e depois terminando cravando uma lança e teleportando em seguida.

Dois a Um.

Em seguida senti como se minha cabeça fosse envolvida por água. Do nada eu não conseguia mais respirar, tinha uma bolha de água na minha cabeça. Maldito filho de Poseidon! Passei minha mão livre na bolha a fim de dissipar a água. Parecia estar dando certo, mas algo me dizia que eu tinha que andar mais rápido, algo além da urgência dos pulmões para respirar.

Senti um impacto no corpo e em seguida como se algo envolvesse meu corpo. Caí. E quando isso aconteceu, a bolha de água acabou se desfazendo com a força do impacto. Eu finalmente respirei, mas agora estava completamente preso e vulnerável. Ouvi alguns barulhos e olhei na direção de onde vinha e vi Young com uma armadura de cristais e um canhão também de cristais. Ele atirou, e uma explosão de luz e cores invadiu o lugar, derrubando mais prateleiras e pelo que eu vi, atingindo o tal filho de Poseidon. Três a um.

A sensação de perigo ainda não tinha acabado senti uma presença chegar atrás de mim e dizer uma palavra estranha e em seguida sinto outra presença ainda mais ameaçadora que a primeira. Senti um peso em cima de mim e logo em seguida um rosnado... Um rosnado não, vários! Tinha que agir rápido, então rosnei de volta e uma caveira apareceu em algum lugar atrás de mim. Senti o peso sair e escutei barulhos de batalha como impactos e mordidas. Isso com certeza atrasou a minha morte, mas eu senti que o invocador do assustador cão que agora lutava com a minha caveira estava pisando em cima do meu corpo. Ele amaldiçoou os deuses por não ter alguma coisa pra me matar, mas eu agradeci a eles por isso.

O garoto tirou o pé de cima de mim e no momento seguinte senti um frio intenso... Talvez ele estivesse usando de magia para me congelar ou sei lá. Mas então, eu ouvi passos de corrida e vi Ellen se aproximando com uma Katana de vidro empunhada. Era definitivamente uma arma muito linda! A medida que Ellen se aproximava o frio aumentava, ouvi o menino correr para o entulho de prateleiras, mas Ellen ia pegar ele mais cedo ou mais tarde.

Fiquei de novo sozinho, preso naquelas malditas correntes me debati um pouco, mas correntes do nada sumiram. Eu levantei e quando me sentei para então levantar, vi um cão infernal completamente negro e com três cabeças brincando em cima de uma pilha de ossos. Assim que ele me viu ele desistiu de brincar com os ossos. Carne humana parecia mais interessante. O mais depressa que pude tirei Confuse do bolso e toquei freneticamente, e antes que esse estranho cachorro chegasse em cima de mim ele se sentiu atordoado com o som e começou a choramingar se debater. Ainda agitando o sino, peguei a espada do filho de Nêmesis no chão e cravei contra o peito do cachorro. Ele caiu inerte no chão.

Mal deu tempo de recuperar, o filho de Zeus chegou voando (literalmente) e me empurrou com tudo no chão. Mas não foi apenas um empurrão comum, eu levei um baita choque e fiquei sem conseguir fazer nenhum movimento. Nesse momento eu soube que estava perdido, ele tomou a espada que eu segurava e cravou sem dó na minha garganta.

Eu morri.

Mas eu sobrevivi.

Quando abri os olhos estava em pé no mesmo lugar, na arena do acampamento em segurança do lado da minha equipe. Duncan abriu os olhos, depois juntos Ellen e Young. Tínhamos ganhado.

Apesar de não ter sido o grande astro do treino em grupo, eu gostei. Fiquei querendo revanche, mas isso foi num outro dia.


Poderes Ativos:

◊ Esqueletos da Guerra [Nível 15]
Três esqueletos humanóides surgirão da terra e batalharão junto do semideus invocador para atingir suas metas. Seus status correspondem a 5 de NP, de acordo com o bestiário. Esses esqueletos estão armados com uma espada de bronze, um escudo e um peitoral comum, e sumirão caso não sejam derrotados em três turnos. Os itens também desaparecem nesse ato. Podem ser convocados uma vez por combate, e apenas uma invocação pode estar ativa por vez. Aumentam para NP 10 no nível 50.

Poderes Passivos:

◊ Força Aprimorada [Nível 01]
Ares é conhecido pela sua beligerância, estando sempre em treinos e exercícios constantes para exercer seus domínios. Seus filhos também herdam a mesma aptidão física, possuindo um corpo geralmente atlético e delineado, mesmo que não sejam musculosos, e uma força aprimorada se em comparação com semideuses de outra origem. Ainda perdem para filhos de Héracles, e não são páreos para semideuses treinados de nível mais alto, mas quando comparados com humanos comuns ou semideuses de outra origem não relativa à força física, suas capacidades de força são cerca de 15% maiores.

◊ Aparência Intimidante [Nível 03]
O corpo dos filhos de Ares é bastante chamativo, mesmo que o semideus não seja necessariamente musculoso ou estereotipado, o sangue de um verdadeiro guerreiro corre em suas veias. Isso, aliado ao seu comportamento sério e a determinação em combate faz com que ele se torne mais intimidador aos olhos das pessoas ao redor. Ações de intimidação passam a receber uma bonificação de 20% nas chances de sucesso quando os alvos puderem vê-lo.

◊ Perícia com Espadas [Nível 07]
Os filhos do deus da guerra são ótimos combatentes, conseguindo utilizar diferentes tipos de armamentos. Nesse nível, além da habilidade que possui em manusear lanças, a habilidade com espadas se destaca. A habilidade reflete apenas a familiaridade, e um aprendizado mais facilitado se comparado ao uso de outras armas, mas não um conhecimento automático ou uma capacidade insuperável, sendo que a habilidade reflete o nível do personagem e está em constante evolução, mas não significa que não seja passível de erros.


◊ Vontade superior [Nível 11]
Seu desejo de continuar combatendo é superior a qualquer outra coisa. Isso faz com que efeitos que visem afastá-lo de combate de forma indireta tenha a efetividade reduzida, como encantamentos, sugestões e efeitos de confusão que interfiram em sua vontade de combater (efeitos similares com outros objetivos não são afetados por este poder), que passam a ter redução de 50% quando provindos de uma fonte de até 5 níveis menor, e redução de 25% entre isso e 5 níveis maior, agindo normalmente a partir daí.

◊ Perícia em Combate Não-Armado [Nível 12]
Nem sempre se tem uma arma à mão, mas um verdadeiro soldado mesmo desarmado deve saber se defender. Assim, filhos de Ares desenvolvem uma habilidade e consciência corporal maiores, o que faz deles bons combatentes corpo-a-corpo, conseguindo aprender mais facilmente estilos de golpes não armados que sejam mais complexos do que os habituais, e tendo um aumento de 5% a mais dos danos causados com esses golpes, a cada 10 níveis que o semideus avance acima deste, até um máximo de 50%.

◊ Desenvoltura em Batalha [Nível 14]
Os filhos de Ares, apesar de robustos, neste nível podem mover-se com precisão e facilidade. Isso faz com que tentativas de manobras mais técnicas realizadas por eles, como desarme e agarrão, tenham uma chance maior de serem bem sucedidas, sendo ampliadas em 10%. Essa ampliação também vale para golpes que requerem precisão, desde que com armas corpo a corpo, quando tentar acertar um ponto específico no alvo. Aumenta para 20% no nível 25.

◊ Resistência Aprimorada [nível 18]
Os filhos de Ares são acostumados a treinar faça chuva ou faça sol, consequentemente aumentando sua resistência corpórea contra modificações climáticas. Caso o semideus se encontre em uma situação climática de frio, calor ou umidade fora do normal, ele terá os efeitos danosos reduzidos, como insolação, hipotermia, etc. Ele ainda sofre tais sintomas e condições, mas demora 5x mais se comparado a um humano comum ou outro semideus sem tais habilidades. Válido apenas para ambiente naturais, mas não afeta golpes elementais e similares.

◊ Estado de alerta [Nível 21]
Quando os filhos de Ares estão correndo algum risco de serem atacados ou mortos de surpresa, eles têm uma premonição, um sentimento de perigo. Este sentimento os alerta para que fiquem em guarda, e apenas se eles forem o alvo original e intencional - um acidente ou desvio não seria alertado, como uma bala perdida, por exemplo, por não fazer deles o foco (da mesma forma, algo que afete uma área não seria notado) - e não revela a localização do inimigo ou o tipo de ataque. Não funciona se estiver dormindo ou inconsciente de alguma forma. Abrange apenas os efeitos em um raio de 50m.

◊ Fúria destrutiva [Nível 22]
Ares é o deus da guerra e um dos efeitos da guerra se manifesta nos locais na forma da destruição pura., mesmo sobre objetos e construções ao redor. Da mesma forma, seus filhos provocam mais danos em objetos (inclusive equipamentos) e edificações, provocando dano adicional de 20%, considerando para isso apenas seu dano base, não adições de buff.

Armamento:

{Confuse} / Sino [Sino pequeno feito de bronze. Sua sonorização alcança cinco metros de raio e o mesmo possui um efeito que deixa monstros, dentro do raio, atordoados por um turno. O atordoamento impossibilita monstros de atacarem durante um turno. Não surte efeito em semideuses.] {Bronze} (Nível mínimo: 10) {Controle sobre o som} [Dado por Orfeu pelo cumprimento da missão "Náiade em apuros"]

Brandon Cavendish
Filhos de Ares
Mensagens :
72

Localização :
CHB - Chalé 5

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: ♦ Arena do acampamento

Mensagem por Silvia Kawasaki em Ter 30 Ago 2016, 11:55


Avaliação


Brandon Cavendish:
Oi, Brandon! Como vai? Então, que treino mais... diferente. Você tem boas ideias, realmente boas, e soube desenvolver bem uma história interessante, mas eu tenho algumas ressalvas. A meu ver, você pecou na coerência. Veja bem, começando pela ideia do treino: Quíron, por mais que promova a Captura da Bandeira e tal, jamais proporia um treino em que os campistas pudessem se matar, mesmo que numa realidade alternativa. Te digo isso porque esse não é o tipo de coisa que o acampamento grego faria, por mais que os filhos de Ares fossem gostar muito, é mais algo romano. Quíron veria as consequências disso para um futuro próximo, em outras palavras, a matança na realidade alternativa poderia causar inimizades de verdade quando os campistas despertassem.

Além deste erro, houve um momento em que fiquei realmente confusa sobre seu personagem. Primeiro me causou a impressão de ser um semideus forte, pois logo o feiticeiro de Circe te aceitou como aliado. Mas depois você passou a ideia de ser pouco experiente, principalmente quando disse que nunca tinha trocado palavras com determinados semideuses tidos como os mais fortes do refúgio. Sendo assim, por que eles te aceitariam tão facilmente? E outra: a poção foi desenvolvida por feiticeiros de Circe, por que um deles ainda estaria precisando experimentá-la?

Fora isso, houve alguns errinhos de pontuação ou acentuação que deixaram o texto confuso em alguns pontos, mas isso é algo que pode ser resolvido facilmente. Quanto à organização, seu template é muito estreito. O recomendável aqui é o mínimo de 400px, senão realmente fica bem ruim, além de que sua fonte estava muito pequena. Conserte isso nos próximos posts, ok?

Agora, pra não ficar só essa chatice de apontar os erros, repito: gostei do seu desenvolvimento. Soube descrever as situações muito bem e, sendo o texto em primeira pessoa, deu pra perceber de forma bem clara a personalidade de um clássico filho de Ares. Gostei muito que soube passar isso e mostrar o lado brigão e de pavio curto dos integrantes do chalé V. Além disso, você não se demorou na introdução e fez um treino bem objetivo (se não considerarmos as partes confusas), mesmo com a riqueza de detalhes em algumas partes.

Espero ver novos treinos seus em breve. Segue a nota:

Coerência: 25/50;
Coesão, estrutura e fluidez: 22/25;
Objetividade e adequação à proposta: 14/15;
Ortografia e organização: 9/10;
Total: 70 xp!!

Dúvidas, reclamações, dicas ou qualquer coisa em que eu possa ser útil, basta contatar por mp.

Aguardando att
Silvia Kawasaki
Curandeiros de Asclépio
Mensagens :
329

Localização :
Chalé de Íris

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: ♦ Arena do acampamento

Mensagem por Brandon Cavendish em Qui 01 Set 2016, 02:21


Lança Lança
Arena
Hoje tem Coca-Cola!


E
m uma manhã de segunda-feira e o treino de lanças já iria começar. Esse treino não é tão divertido quanto o treino de combate a monstros, mas não é possível combater um monstro se você não souber manejar uma lança não é mesmo?

A instrutora, disse que o treino para alunos intermediários – eu sou um aluno intermediário – seria de arremesso e ainda por cima, com alvos móveis especiais. Que significava que cada alvo tinha uma peculiaridade distinta. Cada alvo pode ter um padrão, um efeito, uma resposta e até mesmo uma personalidade. Cada alvo ali foi construído inspirado em um deus ou criatura. Segundo a treinadora isso seria bem útil, pois na prática teremos muita diversidade de alvos. E o que melhor para representar diversidade que os deuses?

Tudo bem, não adiantou fugir do treino de arco e flecha todo esse tempo que eu estive no acampamento. Ela organizou todos os presentes em uma fila e também colocou os alvos em sequência. Ao todo, nós temos que acertar pelo ao menos um alvo das três tentativas.

Para estimular o espírito de equipe e a vontade de acertar ela anunciou que Quíron tinha liberado uma lata de coca-cola a cada campista que acertasse três de três alvos. Era estranho competir contra alvos, mas se era pra ganhar coca-cola, por mim tudo bem...

Aguardei que chegasse a minha vez, observando o comportamento dos alvos dos campistas que lançaram antes de mim. Alguns acertaram, outros erraram, mas notei que os alvos eram bem esquisitos. Alguns pareciam hipnotizar os campistas, outros se multiplicavam para confundir os campistas e alguns mudavam de tamanho.

Quando chegou a minha vez, a treinadora anunciou que meu primeiro alvo era o alvo Nyx. Olhei para o alvo, era um alvo como todos os outros, estava escrito Nyx no topo e tinha círculos negros ao redor de uma bolinha também negra. Muito normal. Respirei fundo, posicionei a lança e calculei a distância, olhei para o alvo e respirei fundo. Todos contavam com a minha pontuação para conseguir a tal da coca-cola. Estendi a lança para traz e quando olhei para o alvo para então atirar a lança, o alvo não estava mais lá. Tudo bem, eu achei muito estranho num treino de alvos móveis o meu alvo não se mover, mas alguns alvos não se moviam mesmo... Só tinham uma peculiaridade particular, como lançar luzes para o alto ou sei lá...

Mas o importante é que nessa hora tive que confiar em mim mesmo, naquilo que eu tinha visto antes. Sem hesitar mais, lancei o grande projétil contra o alvo e em alguns segundos pude ver minha lança cravada em um ponto legal, perto do centro do alvo. Esse alvo me surpreendeu, mas não foi algo difícil.

A treinadora anunciou meu segundo alvo que agora estava a dois metros de distância a mais que anterior. Peguei minha lança e foquei no alvo que estava adiante. Ele era um pouco diferente, nele estava escrito Héstia e tinha desenhado na frente uma fênix. Era um alvo muito bonito e esse se movia com muita serenidade, de uma forma que não era difícil de acertar. Sem tirar os olhos do alvo, segurei a lança de forma firme e analisei qual queria a pegadinha por trás desse alvo. Olhei ao redor e vi que tinha ma tocha convenientemente acesa em plena luz do dia. Essa tocha, não estava muito longe do alvo. Deve ter alguma relação com o alvo de Héstia. Mas a verdade, é que pouco eu posso fazer, devido a minha paternidade eu não tinha nenhuma habilidade extraordinária a ponte de deter chamas. Incluindo um pouco mais de força ao arremessar para conferir maior velocidade da lança, arremessei calculando dois dedos após a posição inicial, para que, apesar da movimentação tranquila eu acertasse o alvo. Bem, eu acertei o alvo, mas o fogo na tocha se moveu e tentou proteger o alvo. Meio inútil contra uma lança sólida. Mas percebi que alguns semideuses – Filhos de Despina – com certeza teriam seus projéteis derretidos antes de atingir o alvo.

Hora do terceiro alvo. Em homenagem aos centauros (mesmo que não tenhamos um deus centauro) foi feito um alvo Centauro. E esse alvo é realmente o mais móvel e mais difícil alvo que tem. As pernas do alvo cavalgam em uma velocidade absurda, por toda a arena! E a treinadora escolheu justamente a mim, por ter me saído bem nos outros arremessos. Respirei fundo e tentei não me irritar com tanta pressão. Eu queria mesmo aquela coca-cola! Olhei fixamente para o alvo móvel. E movia o meu corpo de modo a acompanhar a movimentação louca do alvo. Joguei meu braço pra traz, colocando força no ombro para conseguir um bom impulso, fui seguindo o alvo antes de lançar. Teria de ser um arremesso bem forte, pois o alvo era bastante rápido. Flexionei as pernas e mirei um metro e meio na frente de onde o alvo estava antes de atirar. Saltei para frente pra ganhar um impulso extra e forcei muito meu ombro e meu tríceps para não ter erro. Mas infelizmente eu errei o calculo. E o alvo saiu um metro a frente, fazendo com que minha lança pairasse velozmente para o mais absoluto nada.

Frustrado, apanhei a lança e saí dali sem coca-cola. E em silêncio, pois se não eu treinaria arremessar a lança em algum campista.

Poderes Passivos:
◊ Perícia com Lanças [Nível 01]
A arma preferida de Ares é a lança, e ele sempre foi retratado como indo à batalha portando uma. Por suas preferências, seus filhos herdam como característica a facilidade no aprendizado e manuseio no mesmo tipo de arma. A habilidade reflete apenas a familiaridade, e um aprendizado mais facilitado se comparado ao uso de outras armas, mas não um conhecimento automático ou uma capacidade insuperável, sendo que a habilidade reflete o nível do personagem e está em constante evolução, mas não significa que não seja passível de erros.[Modificado]

◊ Força Aprimorada [Nível 01]
Ares é conhecido pela sua beligerância, estando sempre em treinos e exercícios constantes para exercer seus domínios. Seus filhos também herdam a mesma aptidão física, possuindo um corpo geralmente atlético e delineado, mesmo que não sejam musculosos, e uma força aprimorada se em comparação com semideuses de outra origem. Ainda perdem para filhos de Héracles, e não são páreos para semideuses treinados de nível mais alto, mas quando comparados com humanos comuns ou semideuses de outra origem não relativa à força física, suas capacidades de força são cerca de 15% maiores.[Modificado]

◊ Arma Resistente [Nível 15]
Essa habilidade fará com que a arma dos descendentes do deus da guerra dificilmente o deixe na mão em meio ao combate. Considerando o foco armamentista de seu pai, filhos de Ares herdam sua influência no combate, de forma a englobar vários aspectos. Agora, suas armas sempre parecerão mais aptas do que uma arma similar, como se tivessem a habilidade de "dureza" ou "durabilidade". Para fins de jogo, suas armas contariam com 20% de resistência adicional caso sejam alvos de ataque para serem quebradas/ danificadas. Armaduras, escudos, equipamentos de defesa e itens de suporte não são afetados.[Modificado, antigo "Arma inquebrável"]

Arsenal:
{Wrath} / Lança de artilharia [Lança longa, de 2m de comprimento. O cabo é feito de mogno, recoberto em bronze sagrado, sendo resistente porém mais leve que uma lança comum. A ponta é de bronze sagrado. Em toda sua extensão pontos avermelhados podem ser vistos: são engastes em rubi, decorando o cabo.] {Bronze sagrado, mogno e rubi} (Nível Mínimo: 1) {Não controla Nenhum Elemento} [Recebimento: Presente de Reclamação de Ares]





Hoje não tem Coca-Cola!

Brandon Cavendish
Filhos de Ares
Mensagens :
72

Localização :
CHB - Chalé 5

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: ♦ Arena do acampamento

Mensagem por Astrid Fältskog Sorg em Dom 04 Set 2016, 02:12


practice
 
Treino matutino de armas brancas à longa distância


Aquela era a primeira manhã de Astrid no Acampamento e, bem, tudo estava normal. Seus olhos demoraram para se ajustar com a claridade que entrava pelas janelas do chalé de Hermes, e seu corpo clamava por mais dez minutos. Porém, sua mente estava no local que vira no dia anterior: a arena. Um espaço grande, que se estendia até a parte de dentro da floresta, com alvos, autômatos… tudo. Um suspirou escapou de seus lábios e Astrid levantou-se, indo em direção ao banheiro para tomar um banho e trocar de roupa — teria coisas para fazer.

Ao sair do chalé de Hermes, presumiu que ainda eram oito horas da manhã. Infelizmente, tinha esse péssimo hábito de acordar cedo demais, algo que herdara de seu pai. Prendeu o cabelo em um coque malfeito, a visão ainda nebulosa por conta do sono. Seus joelhos estalaram enquanto caminhava para a arena, observando um pequeno movimento nos arredores; semideuses acabando de levantar, espíritos da água conversando animadamente e, no canto de sua mente, agradeceu à dríade que a levara até ali por ter lhe explicado tudo.

A arena estava vazia e Astrid deu graças a todos os deuses possíveis, afinal, não queria passar um vexame na frente de pessoas que mal conhece. Uma mesa feita de madeira estava no canto do local com armas sobre sua superfície, e os olhos da garota pararam diretamente em um conjunto de facas de… bronze? Não sabia de que material eram feitas, mas pegou o cinto de couro e o amarrou em sua cintura, colocando cada faca em seu respectivo lugar. Andou até um lugar mais reservado, perto de uma árvore que era marcada com tinta vermelha.

Tirou uma das facas do cinto e a olhou. O bronze refletia com o sol da manhã e Astrid a segurou firmemente pelo cabo. Aprendera um pouco com seu pai sobre arremesso de facas, mas duvidava que conseguiria lembrar de algo. Posicionou os pés, colocando o direito atrás e a mão direita, que segurava a arma, na frente. Seu corpo estava a alguns metros da árvore, e a semideusa respirou fundo, levando a faca até a altura de seu ombro. Olhou diretamente para o ponto vermelho no tronco, arremessou e…

Errou.

A faca desviara de seu caminho pateticamente, caindo ao lado da árvore. Ah, pensou, deixando os ombros relaxarem. Que pena. Respirou fundo e tirou outra do cinto, posicionando-se do mesmo jeito. Se afastou um pouco mais da árvore, apertou o cabo da arma de um jeito mais forte, e atirou novamente. A lâmina cortou o ar e tomou lugar perto dos galhos. Estava, ainda, bastante longe do alvo, mas, ei — era um progresso, não? Astrid sorriu levemente, comemorando. Contudo, precisava de mais.

Experimentou todas as posições que pôde imaginar. Tentou até com a mão esquerda, o que não resultou algo muito bom, mas pelo menos serviu como o atestado de que Astrid era realmente destra. Não conseguiu acertar o centro do alvo nenhuma vez, porém, conseguiu expressar tudo que sentia enquanto praticava.

Agora, só faltava uma, apenas uma dentro do coldre. A decepção tomou conta do rosto da semideusa, ela queria acertar aquela ali. Só aquela e ficaria grata. Mordeu a língua, as pálpebras se apertando, e ouviu seu ombro direito estalar quando fez um movimento brusco. Ai. Balançou a cabeça, arremessou a faca. A lâmina cortara o ar, emitindo um barulho no silêncio da arena, e fincou-se alguns centímetros acima da segunda linha do alvo. Astrid sorriu verdadeiramente em semanas, de uma forma tão pura e espontânea que causou um pequeno incômodo em seu maxilar. Deixou-se levar pela felicidade enquanto retirava as facas do chão e do tronco da árvore, depositando-as em seu devido lugar.

Enquanto fazia seu caminho em direção ao chalé de Hermes, decidiu voltar à arena no dia seguinte. Estranhamente, algo lá a fazia se sentir feliz, ou melhor, viva.

telling them she’s having fun.
 
Astrid Fältskog Sorg
Filhos de Perséfone
Mensagens :
30

Localização :
in the lonely hearts

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: ♦ Arena do acampamento

Mensagem por Jonas W. Harris em Dom 04 Set 2016, 13:12


AVALIAÇÃO


Brandon Cavendish: Bom, vamos por partes. Minha primeira crítica é que deveria ter feito melhor a descrição dos “alvos”, não consegui identificar do que eram feitos, como se movimentavam (se por cordas, se por magias, ou qualquer outra coisa), essa parte ficou bem falha, me fazendo pensar nesse alvo como uma névoa a sua frente, já que eu não conseguia dar forma a ele.
Outra questão que você pecou foi na temporização da narração. Em alguns momentos você descreveu como uma ação narrada no passado, por exemplo: “Aguardei que chegasse a minha vez, observando o comportamento dos alvos dos campistas que lançaram antes de mim”. Enquanto em outros momentos você narrou como se estivesse no presente: “Ao todo, nós temos que acertar pelo ao menos um alvo das três tentativas”. Se queria manter a narração no passado deveria ter usado “Teríamos que acertar”, para que o texto ficasse coeso. Também encontrei alguns erros bobos de pontuação, que poderiam ser corrigidos com uma leitura mais calma do texto antes de postá-lo.
Sem mais críticas, vamos aos elogios. Sua narração é tranquila, leve e envolvente. Consegue narrar as ações juntamente com as emoções do personagem, o que é de grande utilidade, principalmente se tratando de treinos. Soube desenvolver um treino interessante, de um modo que eu nunca havia lido antes. A ideia de colocar “alvos” com habilidades para treinar o arremesso realmente é útil. Acho que poderia ter desenvolvido um pouco mais o final, mostrado a raiva, já que trata-se de um filho de Ares, mas no geral foi muito bem.

Coerência: 46/50;
Coesão, estrutura e fluidez: 21/25;
Objetividade e adequação à proposta: 14/15;
Ortografia e organização: 9/10;
Total: 90 xp!

Astrid Fältskog Sorg: Treino bem feito, bem redigido, mostrando bastante das características da personagem. Não encontrei erros – nem de pontuação, acentuação ou troca de tempos. Foi dentro dos parâmetros da arena, bem adequado a proposta. Não exagerou, até mesmo por Astrid ainda ser indefinida, mas soube trabalhar o lado “comum” dela, arremessando as facas, e ao mesmo tempo mostrando a imperícia de uma iniciante. Não tenho críticas a fazer sobre o texto, ele é literalmente o exemplo de “menos é mais”. Parabéns!

Coerência: 50/50;
Coesão, estrutura e fluidez: 25/25;
Objetividade e adequação à proposta: 15/15;
Ortografia e organização: 10/10;
Total: 100 xp!

Dúvidas, reclamações, dicas ou qualquer coisa em que eu possa ser útil, basta contatar por mp.
Jonas W. Harris
Filhos de Ares
Mensagens :
532

Localização :
Monitor do Chalé Ares

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: ♦ Arena do acampamento

Mensagem por Psiquê em Seg 05 Set 2016, 12:24



Atualizado!



How fickle my heart and how woozy my eyes, I struggle to find any truth in your lies. And now my heart stumbles on things I don't know, my weakness I feel I must finally show. Lend me your hand and we'll conquer them all but lend me your heart and I'll just let you fall, lend me your eyes I can change what you see, but your soul you must keep totally free
Psiquê
Administradores
Mensagens :
871

Localização :
Castelo maravilhoso do Eros

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: ♦ Arena do acampamento

Mensagem por Chelsea H. Drevoir em Ter 13 Set 2016, 00:13




Dreamcatcher
A hunter, a healer, a fighter.




✚ ✚ ✚ ✚ ✚

Chelsea era uma boa curandeira e sabia disso. Havia sido recentemente chamada pelo próprio deus da medicina para uma missão que não sabia ao certo do que se tratava - nada de novo debaixo do sol - e aquilo, além de fazer com que se sentisse honrada, também tinha um efeito não muito positivo.

Ela estava inquieta.

Esse estado de espírito se mantinha não só por desconhecer quando ou para onde partiria, mas porque algo a dizia que talvez não tivesse encontros amigáveis nessa jornada. Ela sabia curar, mas precisaria ferir.

Como?

Via todos os dias pacientes entrarem na Healing Hills com hematomas, arranhões, cortes, fraturas... Todos frutos de batalhas. Era algo natural, parecia intrínseco à essência de todos os semideuses, que mostravam-se orgulhosos em carregar marcas das batalhas que travavam.

Ela não era assim. Transbordava ingenuidade, inexperiência e, o pior de tudo: Medo. Talvez tivesse sido um erro de sua natureza manter-se entre as paredes seguras da enfermaria por tanto tempo.

Tal pensamento foi o bastante para fazer com que trocasse seu silencioso e limpo local de trabalho naquela tarde pelo chão de terra batido adornado com sangue e suor e pelo ruído constante de lâminas se encontrando na arena.

Vamos, Hayley. — Encorajou a si mesma.

Isso, vamos, Hayley. — Ouviu uma voz em tom brincalhão em suas costas e virou-se para encarar um jovem de cabelos loiros com os braços cruzados à frente do corpo.

E você seria...? — Indagou.

Matthias. Filho de Ares e provavelmente seu instrutor a partir de agora. Primeira vez? — Ele apresentou-se e deu alguns passos na direção da ruiva.

Chelsea desviou o olhar e acenou positivamente com a cabeça, um tanto envergonhada. Se o garoto notou seu desconforto, optou por fingir que não o havia feito e pediu que ela o seguisse até um lugar um tanto mais afastado dos demais campistas onde havia um boneco.

Vá em frente, mostre o que sabe. — Encorajou.

Drevoir tocou o colar em seu pescoço e o puxou, sentindo quase imediatamente o peso do bordão em sua destra. Olhou para Matthias e ele simplesmente acenou na direção do oponente de madeira e feno.

Um pouco sem jeito, segurou com mais firmeza a arma e desferiu um golpe descendente na altura do ombro do alvo. Não pareceu muito efetivo.

Não segure com as duas mãos em um ponto só e tão na ponta. — Orientou a cria da guerra. — Tente dar um espaço entre os dois lugares de contato, assim você distribui melhor a força e ainda consegue usar os dois lados.

Não entendeu bem e, se fosse um canídeo, Chels certamente teria inclinado a cabeça para o lado e faria um grunhido indecifrável. Como semideusa, a cria de Hipnos limitou-se a arquear uma das sobrancelhas e permaneceu imóvel.

Assim. — Disse Matthias antes de tomar em mãos uma lança e demonstrar o que queria dizer.

As mãos estavam equidistantes, de forma que a esquerda ficava próxima do centro da lança e a destra mais próxima da extremidade sem lâmina. Ele aproximou-se e desferiu dois golpes em sequência, apenas com movimentos de flexão de braço.

Interessante. Corte e contusão, é uma sequência eficiente. — Raciocinou a curandeira já mentalizando uma série de pontos estratégicos no corpo, efeitos imediatos e afins

Dois estalos de dedos a tiraram de seu transe. Parecendo ter lido sua mente, os lábios do instrutor moveram-se mais uma vez para orientar a garota.

Não teorize. Lutar tem a ver com, antes de mais nada, instintos. Pare de pensar e aja, Hayley.

Fez que sim com a cabeça e então segurou o bordão como havia visto o rapaz fazer. Aproximou-se e golpeou lentamente os lados do boneco imitando as flexões braçais. Sorriu ao ver que havia acertado.

Então repetiu. Costelas esquerdas e direitas. Ombro e coxa. Arriscou dar um passo para trás e aplicar um empurrão com a ponta da arma no peito do oponente. Refez a sequência de movimentos mais duas vezes e já sentia uma gota de suor escorrer por sua testa.

Bom! Agora faça se movendo. Em círculos, ao redor dele.

O coração já se acelerava diante do esforço, mas não se permitiu parar. Os passos eram firmes em sentido horário enquanto pegava sutis impulsos antes de cada movimento com seu item em diversas alturas diferentes. Arriscou aplicar mais força, aumentando as repetições para três.

Braço, perna, ponta no peito. Cabeça, costelas, ponta nas costas.

Parou quando uma toalha branca foi lançada em seu rosto suado.

Acho que tivemos um bom resultado hoje, ruivinha. Você leva jeito com esse negócio aí, seja o que for.

Obrigada. Nada mal par uma iniciante, não é? — Riu.

Com duas batidas contra o chão empoeirado, o bordão tornou-se um colar novamente que  logo foi colocado no pescoço. Despediu-se com um aceno do filho de Ares. Enquanto caminhava para fora da arena, sentiu-se estranhamente orgulhosa de si e esperava que o patrono, onde quer que estivesse, sentisse o mesmo.
Item:
— Colar do Serpentário / Colar (o formato e o estilo da confecção lembram uma serpente dourada; nunca pode ser perdido, vendido ou retirado a força, pois identifica os curandeiros e, portanto, não é considerado um item nas contagens para missões, eventos e tramas, embora ainda seja preciso citá-lo) (seu efeito principal é o de, quando retirado do pescoço, se transformar em um dos itens a seguir: uma réplica quase totalmente semelhante do Bordão de Asclépio (ou seja, uma espécime de bastão rústico e fino envolvido por uma serpente de escamas feitas de prata envenenada que podem ser tão afiadas quanto uma espada, possuindo o mesmo potencial de corte de uma arma laminada; ele se adapta completamente ao tamanho e porte físico do usuário). {Prata, madeira e veneno} (Nível mínimo: 1) (Controle sobre nenhum elemento) [Presente de Curandeiro]
Chelsea H. Drevoir
Curandeiros de Asclépio
Mensagens :
289

Localização :
Healing Hills

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: ♦ Arena do acampamento

Mensagem por Kalled C. Almeida em Ter 13 Set 2016, 00:51


AVALIAÇÃO


Chelsea H. Drevoir.: Não há muito à ser dito, você descreveu seu treino de forma detalhada e sem perder objetividade, isto já qualifica seu treino como ótimo. Com ortografia e gramática impecáveis, vejo-me na obrigação de conceder a pontuação máxima ao seu personagem. Meus parabéns.

Coerência: 50/50;
Coesão, estrutura e fluidez: 25/25;
Objetividade e adequação à proposta: 15/15;
Ortografia e organização: 10/10;
Total: 100 xp!

Dúvidas, reclamações, dicas ou qualquer coisa em que eu possa ser útil, basta contatar por mp.
Kalled C. Almeida
Menestréis
Mensagens :
549

Localização :
acampamento meio sangue

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: ♦ Arena do acampamento

Mensagem por Psiquê em Seg 19 Set 2016, 12:26



Atualizado!



How fickle my heart and how woozy my eyes, I struggle to find any truth in your lies. And now my heart stumbles on things I don't know, my weakness I feel I must finally show. Lend me your hand and we'll conquer them all but lend me your heart and I'll just let you fall, lend me your eyes I can change what you see, but your soul you must keep totally free
Psiquê
Administradores
Mensagens :
871

Localização :
Castelo maravilhoso do Eros

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: ♦ Arena do acampamento

Mensagem por Kurt LeBeau em Sab 24 Set 2016, 17:49

Treino de armas de curta distância – 15:00 – 16:00


Devido a minha animação por ter conseguido usar um poder pela primeira vez chegamos bem rápido à Arena. Fiquei preocupado em ter puxado Raphael forte demais, mas ele afirmou estar tudo bem. Ficamos sentados numas pedras enquanto o treino de arcos terminava, pelo visto os treinos têm horários bem ajustados.

Nesse meio tempo o filho de Zeus foi até o arsenal pegar alguns materiais que iriamos precisar e quando voltou tomamos um lugar mais afastado do treino geral. Ele soltou o que tinha pego na grama e mostrou como segurar o chackran de um jeito que provavelmente minimizaria possíveis ferimentos.

– Sempre segure-o por dentro, tentando não apoiar a palma da mão na lâmina ou vai ganhar outra dessa.- Disse o rapaz apontando para o meu ferimento recente da colina.

Ele me passou a arma e com cuidado a coloquei na mesma posição que ele descrevera na minha mão direita.

– Assim?- Olhei em sua direção procurando confirmação.
– Isso. Você até que aprende rápido.- Sorri sem jeito depois do elogio.- Agora estique o braço esquerdo pra frente.

Segui seu comando e ele se aproximou com um pequeno disco de metal e o afivelou ao meu braço, só depois percebi que era um escudo. Analisei a peça com cuidado enquanto ele vestia um blusão de anéis de metal.

– Eu tenho um parecido.- Disse demonstrando surpresa, o rapaz riu um pouco.
– É, por isso peguei esse broquel lá no arsenal.- Ele apontou pra trás com o dedão por cima do ombro.- Da mesma forma que eu tenho um igual a esse.- Ele pegou a arma que havia deixado no chão: um belo sabre de bronze celestial.

Ele me pediu para copiar uma posição de luta que ele estava fazendo: pé e braço esquerdos na frente e o direito mais próximo do rosto.

– Seu primeiro objetivo é defender meu ataque com o broquel e em seguida um cruzado com o chackran, acha que consegue?- Ele encenou todos os movimentos que eu precisaria fazer e eu o acompanhei.
– Claro que consigo.- Ri tentando esconder o medo de perder a mão.
– Então vamos lá.- Disse Raphael se afastando um pouco.

Ele ficou em uma posição de combate bem parecida com a minha, mas sua mão direita, armada, estava na altura do quadril. Andamos em círculos nessas posições por alguns segundos, que pra mim pareceram 40 minutos, até ele investir contra mim.

Ele girou o braço mais baixo ao mesmo tempo que dava um passo pra frente, me atacando por cima. Eu genuinamente imaginei meu corpo travando e eu sendo cortado em dois, mas ele fez o extremo oposto. Meu braço esquerdo prontamente se levantou aparando o golpe do sabre, enquanto eu dava um passo a frente e desferia o cruzado no abdômen da prole de Zeus.

O contato entre o blusão e Twister gerou um tilintar único. Raphael cambaleou pra trás e deu um sorriso de canto.

– Sério que não faz ideia de como usar isso?- Ele apontou para a arma em minha mão.
– Juro que é a primeira vez que uso ele.- Retruquei erguendo os braços.
– Tudo bem, então vamos tentar algo diferente. Seu objetivo agora é defender um ataque vindo do lado oposto ao do seu escudo e contra-atacar.- Antes de terminar de falar ele jogou o sabre pro alto e pegou com a mão esquerda.- Pronto?
– Não muito.
– Ótimo.- Ele tomou sua posição e eu fiz o mesmo.

Dessa vez não tive a impressão de demora pra ele me atacar. “Espero que isso seja uma coisa boa.” Ele projetou o braço armado para trás e me atacou pelo mesmo lado. Entrei em desespero por um momento mas outra vez meu corpo agiu como se fosse algo extremamente natural.

Me apoiei no calcanhar esquerdo e girei o corpo no sentido horário. Meu broquel atingiu a proteção de mão do sabre pouco depois de eu parar equilibrado. Em seguida me braço direito deu um soco pra trás, no peito do rapaz que dessa vez se desequilibrou e caiu na grama.

Joguei Twister no chão e estendi a mão para levantá-lo. Ele a segurou e ficou de pé, me dando um soquinho no ombro.

– Ótimo trabalho, acho que poucos tiveram uma desenvoltura tão boa assim.- Corei.- Acho que já podemos tentar um combate pra valer.
– Espera, isso não é justo, você chegou aqui antes de mim.- Retruquei tentando evitar a luta.
– E você acha que seus inimigos vão ser diferentes?- Ele tinha um ponto irrefutável.
– Ok, mas acho que vou precisar de um desses.- Apontei para o blusão de metal dele.
– Ah é. Achou melhor usar uma armadura de couro, ainda não está pronto pra cota de malha.

Ele foi até o arsenal outra vez e voltou puxando uma sacola. Começou a tirar as peças de dentro e jogar na minha direção rindo. Depois da descontração me ajudou a vestir.

- O primeiro a ser atingido duas vezes perde.

Tomei minha posição e logo um sorriso de canto surgiu no rosto de Raphael. “Estou perdido.” Ele mudou a espada pra mão direita e se posicionou de frente pra mim.

Eu não tinha coragem em tomar iniciativa então apenas esperei que ele avançasse. Ele me olhava como se procurasse o melhor jeito de arrancar minha cabeça. Quando decidiu, tentou uma estocada na minha barriga mas eu esquivei pulando para trás. Ele prosseguiu com um passo da perna esquerda e um giro, apoiando no calcanhar, tentando algo parecido com o que eu havia feito antes, mas o sabre deveria dificultar uma estocada pra trás, por isso tentou atingir a lateral do meu corpo. O escudo estava do outro lado, não tinha como fazer um giro a tempo e enquanto pensava no que fazer pra me defender fui atingido entre as costelas direitas.

Senti um formigar no encontro da lâmina, mas Rapha não de deu tempo de respirar, deu outro giro para o outro lado tentando um segundo corte mas ergui o broquel e aparei. Talvez de propósito, ou não, ele deixou toda a parte esquerda do seu corpo exposta, bastou um soco simples com o chackran e eu o acertei. Agora era empate, o próximo golpe seria decisivo.

Ele cambaleou de volta até seu lugar de origem, um sorriso surgiu em nossos rostos e provavelmente pensamos a mesma coisa. “Estou gostando do que tenho aqui.”

Comecei a dar alguns passos pra trás e convidar o filho de Zeus a se aproximar e talvez por curiosidade em descobrir o que eu estava aprontando ele correu na minha direção. Apontei a mão esquerda pro lado e depois na direção do semideus, um vento começou a soprar no lugar e o garoto cambaleou enquanto corria mas não caiu. Me concentrei e arremessei Twister na direção dele, fazendo um suave som de vento, e disparei correndo de encontro a ele.

Ele rebateu meu chackran pro chão e preparou o próximo ataque, erguendo o sabre acima da cabeça. Me ajoelhei enquanto corria e deslisei sobre a grama, ergui o braço esquerdo defendendo o ataque e, por fim, atingi as pernas dele com meu corpo, ele passou por cima de mim tentando aparar a queda com as mãos. Rapidamente tateei o chão, peguei Twister e corri na direção do garoto caído na grama. Montei nas costas dele e toquei com o chackran.

– Você perdeu.- Disse tentando retomar o fôlego.
– Poderes não estavam nas regras.- Argumentou ele.
– Exato, nunca definimos se poderíamos usar ou não.
– Bom garoto.

Caí ao lado dele e começamos a rir. “Quantos treinos será que são tão divertidos assim?”



Kurt:
Arsenal:
— {Twister} Chackran [Chackran de bronze sagrado, de formato circular e vazado no centro. A empunhadura é apenas levemente abaulada, não afetando a aerodinâmica, e exigindo atenção na hora do uso para quem não está acostumado. Decorado com arabescos, faz o leve som do vento ao ser lançado no ar. Transforma-se em um pequeno chaveiro com guizos no nível 20.]{Bronze sagrado} (Nível mínimo: 1)[Recebimento: Presente de Reclamação de Éolo]

Broquel do Arsenal [Leve, é menor do que o escudo pequeno. A proteção é fraca, mas permite que o usuário lute com armas de duas mãos, já que é preso no antebraço e tem tamanho reduzido][Material – Bronze][Sem elemento][Sem nível mínimo]

Armadura de couro [A mais leve, feita de couro reforçado, não interfere em poderes que dependem de agilidade, equilíbrio ou furtividade, porém tem eficácia reduzida se comparada às outras. Melhor contra ataques de impacto do que de corte. Acompanha luvas de couro do mesmo tipo, mas não elmo.][Couro e tecido][Sem elemento, sem nível mínimo]  
Poderes:
Aerocinese Iniciante – Você pode controlar pequenas correntes de ar, derrubando assim seu inimigo.  
Raphael:
Arsenal:
Sabre de bronze sagrado [A arma mede cerca de 110cm e é extremamente leve e ágil, tendo como principal golpe a estocada, porém sua lâmina não é descartada. Moderadamente maleável e mais resistente que o florete ou a Rapier. Devido ao pouco peso, é empunhada com uma única mão, deixando a outra livre para utilizar escudos - pouco comum, para quem prioriza a velocidade - ou outros itens. O cabo é fino, inteiramente de metal, geralmente adornado.][Bronze sagrado][Sem nível mínimo, sem elemento]

Cota de malha [Feita de anéis de aço dispostos em uma base de couro que minimiza o atrito com a pele, mais pesada que a armadura de couro, mas ainda não exige tanto esforço para o uso. Mais eficaz, porém interfere um pouco na movimentação, eduzindo-a em apenas 5%, sendo mais ruidosa. Ainda assim, oferece boa proteção contra os diversos tipos de ataque. Não acompanha manoplas ou elmo, e seu comprimento é até os joelhos, sem mangas.][Aço][Sem elemento][Nível mínimo: 3, exceto para semideuses de Athena, Ares, Hefesto, Héracles e Centauros]  
Poderes:
Perícia com armas laminadas (Nível 1)- Filhos de Zeus são bons com espadas, as manejando com certa familiaridade.
 
Obs:
Houve uma interação antes com semideus com quem treino. Caso queira entender começa aqui (clique)
Kurt LeBeau
Filhos de Éolo
Mensagens :
43

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: ♦ Arena do acampamento

Mensagem por Silvia Kawasaki em Sab 24 Set 2016, 22:01


Avaliação


Kurt Lebeau:
Já te falei o quanto amo seu avatar seus posts? Adorei, sério mesmo! Gosto muito de treinos conjuntos ou que sejam interativos com "personagens reais" do fórum e não NPCs. Você soube descrever muito bem a luta, suas sensações, as reações do próprio Raphael. Foi o máximo!

Minha única ressalva é a cor da sua fala, que tá muito clara. Amo o "cyan", mas pra ler em fundo branco fica meio doloroso pros olhos. Quer manter um azul mais claro? Te indico o "dodgerblue" ok? Mas não vou deixar de te dar um nível merecido por causa desse pequeno detalhe. E sobre o seu template, dê uma olhadinha no código. Algo nele está bugando um pouco a página onde seu post fica e alguns textos ficam também em "cyan".

Coerência: 50/50;
Coesão, estrutura e fluidez: 25/25;
Objetividade e adequação à proposta: 15/15;
Ortografia e organização: 10/10;
Total: 100 xp!!

Dúvidas, reclamações, dicas ou qualquer coisa em que eu possa ser útil, basta contatar por mp.

Aguardando atualização
Silvia Kawasaki
Curandeiros de Asclépio
Mensagens :
329

Localização :
Chalé de Íris

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: ♦ Arena do acampamento

Mensagem por Helena Peltrow em Ter 04 Out 2016, 16:29


Cause i'm only a crack...

In this Castle Of Glass.

Eu tinha total consciência de que não era uma combatente experiente ou mesmo habilidosa. Meus irmãos haviam me garantido que eu saberia usar a espada que recebera de nossa mãe se precisasse, porém tinha um total conhecimento de que apenas saber manuseá-la sem ser uma espadachim talentosa não iria salvar-me a vida em um combate real. Sentia-me na obrigação de treinar com aquela arma até aprender a utiliza-la com perfeição e, depois, aprenderia a manejar outras armas com igual habilidade ou pelo menos alguma coisa próxima daquilo. Deveria fazer aquilo não só para minha própria sobrevivência como também para, no futuro, poder auxiliar a defesa de meu lar, daqueles que eu amava e também de nosso mundo, pois sabia que guerras sempre eram possíveis quando se tem sangue imortal em suas veias.

Vestida com um short jeans, a blusa laranja do acampamento e all star negros, sai do chalé com o escudo e a espada que recebera ao ser reclamada e dirigi-me a arena do Acampamento. O dia estava ensolarado e corria uma brisa suave por todo o lugar, carregando cheiros e odores diversos para todos os lugares. O sol brilhava de forma esplendorosa no céu e iluminava e aquecia nosso planeta. Sabia que fora do Acampamento o calor deveria estar insuportável e o vento talvez até mais forte, uma vez que as barreiras também nos protegiam de condições climáticas adversas. De todo modo, eu podia quase sentir a vida vegetal pulsando nos Campos de Morango e na Floresta, ouvia as conversas a gritos dos semideuses, a correria dos campistas, as brincadeiras... O lugar estava em um de seus dias normais, com todos ou a maioria envolvidos em tarefas tão diversas quanto possível para aquele ambiente. Pelo horário que cheguei ao meu destino, estava na hora do treino matutino de combate a monstros. Sabia que era loucura começar enfrentando um monstro, mesmo que fraco, mas a maioria de nós aprendia melhor quando confrontava a morte de frente. Não a morte literal, claro, não queria problemas com Thanatos. Calmamente me dirigi até o responsável pela liberação dos monstros, mantendo uma expressão indiferente enquanto ajeitava o escudo no braço esquerdo e segurava a espada com a mão destra.

Hmm... Com licença? Gostaria de pedir a liberação de um monstro para treino. Um monstro fraco de preferencia, porque não sou exatamente muito experiente em combates contra uma criatura que realmente quer que eu saia morta ou muito ferida. Se tiver alguma coisa que possa me ser adequada, adoraria poder enfrentar tal criatura. — O rapaz, que possuía cabelos claros e pele bronzeada, me olhou de cima a baixo e arqueei uma sobrancelha para ele como quem dizia que sabia o que estava fazendo. É claro que eu certamente não tinha certeza se aquilo era uma boa ideia, mas não queria deixar isso transparecer para ele. Por fim, minha postura pouco disposta a ceder acabara convencendo-o ou talvez ele apenas desejasse ensinar-me uma lição pela presunção, não tinha muita certeza.

Tudo bem... Temos uma Dracaena comum aqui, pode treinar com ela e, naturalmente, pode mata-la que ninguém irá se incomodar. Se precisar de ajuda, basta chamar que irei resolver o problema. Tome posição e irei liberar o monstro quando estiver pronta.

Após as palavras dele, procurei o monstro e fui para frente da "jaula" dele, onde fitei a criatura. Inicialmente, vi apenas uma mulher presa com uma lança, mas ao me concentrar vi a verdadeira face da criatura e minha expressão ficou séria. Separei ligeiramente os pés, mantive o escudo meio levantado e pronto para defender qualquer parte do corpo, e segurei a espada em um angulo de noventa graus com o chão. Meu coração batia acelerado e sentia o nervosismo de um combate chegando. Então olhei para o rapaz e meneei a cabeça, depois olhando novamente para a Dracaena. A jaula se abriu e a criatura rastejou em minha direção - quer dizer, no lugar de pernas é uma cauda, então o termo seria rastejar, certo? - e antes que me desse conta já estávamos envolvidas em um combate.

Os golpes da lança eram rápidos e difíceis de se defender, mas alguns eu conseguia repelir com o escudo ou a espada; outros pegavam de raspão pelo meu corpo quando eu me jogava para um lado ou outro para me esquivar ou quando não me abaixava rápido o suficiente para evitar o golpe. Eu já havia praticado artes marciais antes e, por isso, já sabia o básico de como me esquivar ou defender de alguns golpes, fazendo que não fosse totalmente inútil em um campo de batalha. Junte isso com o fato de haverem armas de haste no ninjutsu e aquilo facilitava com que eu pudesse ter uma ideia, mesmo que vaga, dos movimentos dela. Enquanto tentava me livrar dos ataques dela como podia, tentava me aproximar para atacar com a lamina. Minha adversaria sibilava e se afastava conforme eu tentava me aproximar e, em um gesto de irritação, dei um passo para trás e invoquei um dos poderes que herdara de minha adorada mãe. Não tinha certeza se iria conseguir prender o monstro ou por quanto tempo, mas talvez fosse o suficiente para a aproximação. Raízes saíram do chão e começaram a se enrolar na cauda da criatura. A criatura se debatia e por fim se livrou da tentativa, mas aquilo havia cobrado um pequeno preço: havia se distraído com a tentativa de prende-la e usara os poucos segundos para me aproximar com um salto e desferir um golpe de baixo para cima no abdômen dela. A criatura sibilou e antes que se recuperasse bem do golpe para tentar me agarrar, recuei um passo.

A cauda da criatura acertou minhas pernas com a cauda, fazendo-me cair no chão de costas. O tombo fez-me perder o ar por dois segundos e a criatura estava prestes a me atingir com a lança na barriga quando ergui o escudo para região e a arma se chocou com ele. A força do golpe fez o escudo vibrar e pensei que o próprio escudo poderia ter me ferido, mas no momento não importava muito. Rolei no chão para sair da reta da criatura e tentei me levantar. Havia uma camada fina de suor formando-se pelo meu corpo e também havia poeira e sujeira pelo corpo. A respiração ofegava e eu sentia a dor dos cortes e também do tombo pelo corpo. Sabia que sempre havia pelo menos um par de olhos presos em mim além daqueles de minha oponente, esperando qualquer sinal de que precisasse realmente de alguma ajuda no combate. Segurei a espada com um pouco mais de firmeza e tornei a investir contra o monstro. Quando a lança veio, joguei-me um pouco para a esquerda e deixei a espada deslizar pela lança, repelindo-a. Ao chegar perto o suficiente do monstro, fingi um golpe na direção do peito da criatura para distrai-la, mas no último instante troquei para um golpe no braço dela que segurava a lança. Tinha consciência que armas de haste dificilmente eram usadas para defesa porque muitas não aguentariam um golpe firme e estava certa quanto a isso: não houve tentativa de defesa com a arma. Aquilo iria dificulta-la para o resto do combate e, quando ela tentou me derrubar ou agarrar com a cauda, pulei por cima desta e recuei. A criatura trocou a arma de mão desajeitada e tentou atacar-me apesar da curta distancia. Precisei apenas erguer o escudo e percebi que não era tão boa assim com a mão que agora usava a lança. Minha oportunidade de ganhar estava na minha frente, bastava que eu continuasse.

Comecei uma série de investidas combinadas com falsas investidas, das quais apenas me jogava no chão depois e rolava para fora do alcance da lança. Mais de uma vez, tornei a usar Constrição para criar situações em que impossibilitasse ou mesmo dificultasse o uso da cauda dela e eu investia pesado contra a criatura naqueles momentos. Quando a lamina finalmente fincou-se no monstro e ele explodiu em pó, eu cai de joelhos no chão, coberta de suor e deixei a espada cair no chão. Ela estava negra e gélida, fazendo-me lembrar o que meus irmãos haviam me dito sobre a arma. Cansada e bastante machucada, demorei até me recuperar um pouco para poder recuperar a arma e ir para a enfermariam e recuperar. Agradeci ao instrutor, que descobri chamar-se Charles, e fui buscar alguém para me ajudar com os ferimentos.



OBSERVAÇÕES

Itens

Flowerblade Uma espada que mede cerca de 70 cm, sendo que sua lâmina é em torno de 60 cm. Sua lâmina é de bronze sagrado e fica em um tom diferente conforme a estação do ano, e o pomo tem a forma de uma rosa desabrochando. Seu guarda-mão tem um formato de quatro pétalas laterais divididas igualmente, e no centro há um brasão em forma de flor, adaptável ao gosto do meio-sangue. Ao matar alguém, toda a sua estrutura torna-se negra e gélida, relembrando ao filho de Perséfone o sofrimento que uma morte pode causar. {Bronze sagrado} {Não Controla Nenhum Elemento}

Flowershield Um escudo pequeno e circular (cerca de 30 cm de altura e largura); é feito de aço e é bastante resistente. Em seu centro há entalhado um brasão de flor adaptável ao gosto do semideus. No nível 20, torna-se uma fitinha dessas que são amarradas nos pulsos ou nos tornozelos. {Aço} {Não Controla Nenhum Elemento}


Poderes Ativos

Constrição I O filho de Perséfone invoca raízes que brotam do chão. A princípio, elas enlaçam um inimigo até a cintura, impedindo-o de se movimentar por três rodadas


Poderes Passivos

Perícia Bélica I Por ganharem de poder de reclamação uma espada (Flowerblade), as proles de Perséfone serão peritas no manejo de tal arma, podendo fazer movimentos considerados difíceis com pouco treinamento.
Beleza Inata Perséfone é uma antiga rival de Afrodite, por conta de ambas serem dotadas que especial beleza. Assim, tanto quanto os filhos da deusa do amor, os meio-sangues de Perséfone são comumente descritos como lindos, embora isso ainda não tenha uma grande serventia em batalha.
Floricultura A floricultura é a arte do cultivo de flores, seja para qual fim for. Baseado nisso, os filhos de Perséfone serão exímios floricultores, isto é, saberão os exatos cuidados que forem necessários para criar uma flor (além de saberem montar belíssimos arranjos de flores rapidamente, de uma maneira quase que instintiva).








Leveck @ CG
Helena Peltrow
Filhos de Perséfone
Mensagens :
3

Localização :
Acampamento

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: ♦ Arena do acampamento

Mensagem por Silvia Kawasaki em Ter 04 Out 2016, 20:53


Avaliação


Helena Peltrow:
Menina, adorei teu treino! Sua escrita é muito boa, rica em detalhes e sensações, você descreveu como se sentiu por não ter experiência, descreveu até uma parte que geralmente não vejo nos treinos (o instrutor liberando um monstro). Ficou tudo tão amarradinho e tão bem descrito, realmente gostei muito! Só o que te aconselho é que divida alguns parágrafos que ficaram grandes demais, procure manter um padrão no tamanho deles, ok? Parabéns e continue com esses posts bem feitos!

Coerência: 50/50;
Coesão, estrutura e fluidez: 25/25;
Objetividade e adequação à proposta: 15/15;
Ortografia e organização: 10/10;
Total: 100 xp!!

Dúvidas, reclamações, dicas ou qualquer coisa em que eu possa ser útil, basta contatar por mp.

Aguardando atualização
Silvia Kawasaki
Curandeiros de Asclépio
Mensagens :
329

Localização :
Chalé de Íris

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: ♦ Arena do acampamento

Mensagem por Psiquê em Seg 17 Out 2016, 10:18



Atualizado!



How fickle my heart and how woozy my eyes, I struggle to find any truth in your lies. And now my heart stumbles on things I don't know, my weakness I feel I must finally show. Lend me your hand and we'll conquer them all but lend me your heart and I'll just let you fall, lend me your eyes I can change what you see, but your soul you must keep totally free
Psiquê
Administradores
Mensagens :
871

Localização :
Castelo maravilhoso do Eros

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: ♦ Arena do acampamento

Mensagem por Craig Mason em Qua 19 Out 2016, 05:33

• Matutino: — 09:00 às 10:00 — Treino de Armas Brancas de curta distância;


Uma semana e meia sem realizar atividades brutas, aquele foi o ultimato de Quíron para Craig. Apesar do atendimento em uma das enfermarias ter curado-o em questão de horas, o centauro achou melhor que o filho de Ares primeiro se acostumasse com o lugar antes de começar algo ali. Passado esse prazo, a tipoia improvisada largada em qualquer canto no chalé cinco e a ferida cicatrizada o animaram a visitar o local mais comentado entre seus meio-irmãos: a arena de treinamento. Não bastasse toda a brincadeira de "meu pai é um deus", eles agora seriam transformados em soldados a serviço do Olimpo. Embora continuasse desconfiado de tudo aquilo, sua natureza não poderia negar uma boa dose de adrenalina - era o que mais o acalmava. Após um banho, vestiu sua camisa ainda manchada de sangue, se apossou de seu escudo e lança e seguiu os passos de alguns irmãos que comentaram algo sobre o treino das nove horas.

Enquanto caminhava, olhou de canto e percebeu que a semideusa que o ajudou na noite de seu 'acidente' o seguia. Diminuiu os passos, esperando que ela se aproximasse mais.

Você não precisa mais ficar de olho em mim, gata. — murmurou ao agarrar no braço da mestiça.

Sim, eu preciso! — se desvencilhou do filho de Ares e diminuiu a voz ao perceber que outros os olhavam. — Preciso saber o que fazer com o fato de que você escondeu um corpo e uma bolsa cheia de drogas do lado do Acampamento!

Mason cessou os passos por alguns segundos, travado e pensando no que a garota tinha acabado de dizer. Não identificou aquilo como ameaça, mas sim indecisão.

Aconteceu fora daqui... não é assunto de vocês. — respondeu sério, voltando a caminhar em direção a arena enquanto a figura da garota se distanciava.

Lá encontrou alguns conhecidos de vista e de primeira reconheceu Quíron no centro de tudo, observando os treinamentos. Não passava das nove, então havia tempo para se preparar para o treinamento de armas brancas. Se intrometeu no meio de alguns outros campistas que poliam seus equipamentos e vestiam armaduras de bronze. Viu uma livre e fez o mesmo, exceto pelo elmo, julgou que atrapalharia sua visão e seria um peso inútil a mais. Escutou a conversa de alguns rapazes e manteve em mente o que haviam dito: aquele era o treino mais pesado do dia, perdendo apenas para os monstros. Dez minutos antes das nove, a arena parecia esvaziar para a iniciação do novo treino. Craig percebeu a presença de um rapaz familiar a ele, parecia ser o responsável pelo chalé cinco e convidou a todos para se organizarem. Aquilo seria dividido em duplas, entre eles mesmo, sem a interferência de qualquer outro que não pertencesse ao chalé. Ele supervisionaria todas as simulações de batalha e explicou como funcionaria: cada vencedor de todas as duplas se enfrentariam até que chegassem a um único campeão. O espaço não era tanto para todos os presentes - afinal, outros chalés iriam treinar -, porém o suficiente para suarem bastante.

E aí, novato? Vai se aventurar hoje ou seu ombro ainda tá dolorido, tadinho? — perguntou em tom de deboche um rapaz carrancudo, com algumas cicatrizes em seu rosto e um elmo com crina avermelhada debaixo do braço, diferente de todos os outros ali.

Coloca essa porcaria de elmo e bora lutar...

Ouviu algumas risadas de outros rapazes enquanto retirava sua lança fincada no chão. Aquilo poderia ser neutro pelo fato de que ambos eram filhos do mesmo deus ou, levando em consideração que seu irmão poderia ser mais experiente, uma lavada. Após alguns últimos recados do monitor, as batalhas haviam começado. Seu inimigo pisava fundo no chão ao redor dele, com o olhar estagnado, tentando intimidá-lo. Não se preocupava com olhares avulsos, todos estavam ocupados ali. Então, houve o primeiro ataque de seu meio-irmão: a lança havia passado centímetros perto de seu rosto, dando-lhe poucos segundos para esquivar e duvidar se aquilo era realmente apenas uma simulação. Calado, flexionou os joelhos e andou em círculo de acordo com os passos de seu adversário, escutando sua risada. Não intimidado, deixou uma risada escapar, se deleitando com a adrenalina que subia a mente. Um outro ataque o fez se manter na defensiva, dessa vez um chute forte na direção de seu rosto. Mason utilizou seu escudo para obstruir o ataque, segurando o item com força e mantendo o pé firme no chão, embora o impacto tivesse feito-o recuar alguns passos. Mas aquele seria o momento do contra-ataque. Avançou com sua lança na altura do peitoral de sua dupla, que facilmente desviou e agarrou a arma pelo cabo, jogando-a no chão. Outro chute, dessa vez fazendo com que a borda do escudo acertasse Craig na cabeça, criando um pequeno corte em uma de suas sobrancelhas.

Quase caído, com apenas um braço apoiado no chão, seu corpo começava a esquentar como em qualquer situação de embate, sua pele suava. O outro filho de Ares riu, mandando-o se recompor e recomeçar a batalha. Era uma muralha entre Mason e sua lança parada no chão, mas ele a enfrentaria. Levantou-se, puxando o ar e pensando em uma estratégia. Não passou-se dois segundos e seu irmão realizou outro ataque, avançando sua arma na direção de Craig, o escudo novamente obstruindo-a. Aproveitou a distração do inimigo de não ter puxado a própria lança a tempo e, copiando um de seus ataques anteriores, agarrou-a pelo cabo com força. Não tirou de sua posse, mas o fez desequilibrar alguns passos para frente. Mason levantou-se, erguendo o escudo até o rosto do adversário de modo bruto e correndo até o outro lado para se apossar de sua lança. Sentiu um pequeno baque no chão e presumiu um ataque pelas costas, rolando para frente e se virando. A lâmina de seu inimigo fincada no chão e o nariz do mesmo escorrendo sangue, o elmo caído.

Quem cair agora, tá fora! — gritou, demonstrando toda sua frustração.

Dança, cara!

Apesar de ser a primeira vez, Craig demonstrava uma perícia com a arma. Arriscou outro ataque, dessa vez mirando em alguma parte exposta do corpo do irmão e acertando exatamente onde queria, em seu ombro - a lâmina passando de raspão. Acertar um ataque não foi o suficiente pra parar sua dupla, que continuou andando em sua direção desferindo socos ambi-destros, todos defendidos pelo escudo do novato filho de Ares. O carrancudo o agarrou pela gola e desferiu uma única cabeçada em Craig, fazendo-o sangrar igualmente pelo nariz. Aquilo foi o suficiente para irritá-lo. Ambos largaram os equipamentos e retiraram a parte de cima da armadura, pareciam ler a mente um do outro. E então, o embate corporal começou. Um soco desferido no rosto de Mason, insuficiente para derrubá-lo e um contra-ataque vindo de baixo pra cima, acertando o queixo de seu meio-irmão. Foi agarrado pela roupa novamente, recebendo vários golpes no peito e chamando a atenção de alguns campistas. O peso de ambos os derrubou no chão, com Craig por baixo, colocando as mãos ao redor do pescoço do irmão e revidando os vários socos que havia recebido.

Até que os separaram, cessando a disputa e revelando um dos vencedores. Como havia sido o primeiro a encostar todo o corpo no chão, o novato havia perdido, o que era de se esperar de todos ali. O irmão mais velho se levantou após cuspir um bocado de sangue e deu a mão a Mason, elogiando-o.

Belos socos! Levanta, ainda tem outros esperando por eles!

Uma boa dose de adrenalina, aquilo era o que animava seu dia. Após o primeiro combate, sentou-se ansioso para o próximo que enfrentaria. Poderia ser qualquer um, poderia ser sua dupla antiga novamente, não importava quem, estava preparado. Observou o resto das lutas ao lado de outros caras, obstruindo o resto do sangue que escapava de suas pequenas feridas. Após o fim do horário, Craig se dirigiu até o chalé, o dia seria longo e estava animado para mais um treino na parte da tarde.

Info:
Aguardando atualização dos seguintes tópicos: Mudança de nome, Enfermaria Healing Hills
Habilidades - Ares:
Poderes passivos

◊ Perícia com Lanças [Nível 01]
A arma preferida de Ares é a lança, e ele sempre foi retratado como indo à batalha portando uma. Por suas preferências, seus filhos herdam como característica a facilidade no aprendizado e manuseio no mesmo tipo de arma. A habilidade reflete apenas a familiaridade, e um aprendizado mais facilitado se comparado ao uso de outras armas, mas não um conhecimento automático ou uma capacidade insuperável, sendo que a habilidade reflete o nível do personagem e está em constante evolução, mas não significa que não seja passível de erros.[Modificado]

◊ Força Aprimorada [Nível 01]
Ares é conhecido pela sua beligerância, estando sempre em treinos e exercícios constantes para exercer seus domínios. Seus filhos também herdam a mesma aptidão física, possuindo um corpo geralmente atlético e delineado, mesmo que não sejam musculosos, e uma força aprimorada se em comparação com semideuses de outra origem. Ainda perdem para filhos de Héracles, e não são páreos para semideuses treinados de nível mais alto, mas quando comparados com humanos comuns ou semideuses de outra origem não relativa à força física, suas capacidades de força são cerca de 15% maiores.[Modificado]
Itens:
{Wrath} / Lança de artilharia [Lança longa, de 2m de comprimento. O cabo é feito de mogno, recoberto em bronze sagrado, sendo resistente porém mais leve que uma lança comum. A ponta é de bronze sagrado. Em toda sua extensão pontos avermelhados podem ser vistos: são engastes em rubi, decorando o cabo.] {Bronze sagrado, mogno e rubi} (Nível Mínimo: 1) {Não controla Nenhum Elemento} [Recebimento: Presente de Reclamação de Ares]

{Stunt} / Escudo [Escudo circular feito de metal com uma cabeça de javali esculpida em seu centro. Banhado em bronze, este fica em um tom avermelhado quando usado em batalha, representando sua segunda camada de bronze sagrado. Transforma-se em uma braçadeira de spikes no nível 20.] {Bronze sagrado (Nível Mínimo: 1) {Não controla Nenhum Elemento} [Recebimento: Presente de Reclamação de Ares]
Craig Mason
Filhos de Ares
Mensagens :
59

Localização :
Chalé 5 - filhos da guerra

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: ♦ Arena do acampamento

Mensagem por Conteúdo patrocinado Hoje à(s) 02:54

Conteúdo patrocinado

Voltar ao Topo Ir em baixo

Página 8 de 9 Anterior  1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9  Seguinte

Ver o tópico anterior Ver o tópico seguinte Voltar ao Topo

- Tópicos similares

Permissão deste fórum:
Você não pode responder aos tópicos neste fórum