Percy Jackson e os Olimpianos RPG BR
Bem vindo ao maior fórum de RPG de Percy Jackson do Brasil.

Já possui conta? Faça o LOGIN.
Não possui ainda? Registre-se e experimente a vida de meio-sangue.

♦ Arena do acampamento

Página 9 de 12 Anterior  1, 2, 3 ... 8, 9, 10, 11, 12  Seguinte

Ver o tópico anterior Ver o tópico seguinte Ir em baixo

♦ Arena do acampamento

Mensagem por ♦ Eos em Sex 11 Set 2015, 22:26

Relembrando a primeira mensagem :



Arena do Acampamento


Treinos e Horários




• Matutino:

    — 08:00 às 09:00 — Treino de Armas brancas de longa distância;— 09:00 às 10:00 — Treino de Armas Brancas de curta distância;— 10:00 às 11:00 — Treino de Combate aos monstros.

• Diurno:

    — 14:00 às 15:00 — Treino de Combate aos monstros;— 15:00 às 16:00 — Treino de Armas Brancas de curta distância;— 16:00 às 17:00 — Treino de Armas brancas de longa distância.

• Noturno:

    — 19:00 às 20:00 — Treino de Armas Brancas de curta distância;— 20:00 às 21:00 — Treino de Combate aos Monstros;— 21:00 às 22:00 — Treino de Armas brancas de longa distância.



Instruções Gerais
e
Regras





• Post Inicial;
• Condições climáticas: Definida pelo player;
• Horário: Definido pelo player;
• Local: Arena do Acampamento Meio-Sangue;
• Sem mortes ou perdas de itens;
• O não cumprimento das regras aqui descritas poderá acarretar em punições diversas;
• Se tiverem alguma dúvida, podem perguntar a qualquer deus estagiário por Mensagem Privada (MP);
• Não há mínimo nem máximo de linhas ou palavras exceto pelas já especificados nas regras gerais, mas espera-se um post bem descrito;
• Quaisquer poderes ou equipamentos utilizados por vocês devem vir em quote ou spoiler, de preferência separando poderes ativos de passivos;
• Sem máximo nem mínimo de equipamentos, desde que seja possível levá-los;
• Esse tópico é monitorado e avaliado pelos deuses em geral e pelos monitores.

    — Tal medida foi tomada com o intuito de não sobrecarregar os avaliadores.— Tendo isto em vista, todos os tópicos desse gênero podem conter até dez (10) treinos.


    — Quando chegar nesse limite, ninguém mais pode postar. Caso contrário, o treino será ignorado.— Quando o deus responsável pelo tópico avaliar, até mais dez treinos poderão ser postados até que haja uma nova avaliação.


    — Cada player pode postar um  único treino por atualização, independente do tipo de treino;— O descumprimento da regra acarretará a anulação dos treinos posteriores ao primeiro.


• A quaisquer sinais eminentes de plágio, punições severas serão aplicadas.

    — A primeira punição será o ban por IP durante uma semana;— Numa segunda infração, a punição será ban eterno.

• Treinos noturnos são atribuídos àqueles cujas descendências divinas diretas se dão por deuses ligados à noite ou à obscuridade;

    — Encaixam-se entre tais deuses: Hades, Melinoe, Phobos, Deimos, Hécate, Morfeu, Nyx, Thanatos, Selene, Ártemis, Nêmesis e Circe;— Para qualquer treino noturno cujo semideus em questão não tenha um progenitor devido para o horário, haverá a anulação do treino.

• A premiação máxima segue as regras do fórum;

    — A premiação máxima é composta de: cem de experiência.

• O critério de avaliação segue as regras do fórum;

    — O critério de avaliação é composto de: coerência; ortografia; estrutura e fluência; uso de armas e poderes;

      — Coerência definirá: cinquenta de experiência;— Ortografia e Organização definirá: dez de experiência;— Coesão, Estrutura e Fluência definirá: vinte e cinco de experiência;— Objetividade e Adequação à Proposta definirá: quinze de experiência.


• Instruções aos players:

    Dicas de Postagem Geral:
    Prestem atenção em todas as informações que lhes foram dadas;Usem um corretor ortográfico, para evitar grandes perdas neste ponto;Tentem não usar templates ou tables que prejudiquem a leitura ou modifiquem de forma drástica a largura ou a altura do texto;Evitem o uso desmedido de muitas cores que possam, de alguma forma, tornarem a leitura menos envolvente;Sejam objetivos no sentido de não enrolarem, ou seja, não adicionem detalhes desnecessários;Caso não saibam algo, procurem no fórum e em fontes externas confiáveis ou perguntem para qualquer deus estagiário via Mensagem Privada (MP);Não copiem a introdução dada pelo narrador: interpretem-na segundo a vista dos seus personagens;Tenham bom senso.

• Tópico criado após sugestão de Asclépio;
• Tópico criado com a aprovação de Deméter e Athena;
• Boa sorte a todos os campistas.

Créditos da organização/ formatação geral a Logan Montecarlo

♦ Eos
avatar
Administradores
Mensagens :
1393

Voltar ao Topo Ir em baixo


Re: ♦ Arena do acampamento

Mensagem por Silvia Kawasaki em Qui 20 Out 2016, 01:51


Avaliação


Frank Towley:
Olá, Frank! Devo dizer que gostei muito do seu treino. Você soube descrever muito bem a clássica personalidade dos filhos de Ares, a explosividade e competitividade presentes na maior parte destes semideuses. Gostei da ideia do treino feito com todo o chalé e no reconhecimento de talentos ao fim do embate, mostrando o lado honroso da guerra. Minhas ressalvas ficam na parte da escrita. Você deixou passar alguns errinhos de acentuação e pontuação e também de concordância. Uma lida em voz alta no texto com uma revisão criteriosa pode resolver esse problema.

Coerência: 50/50;
Coesão, estrutura e fluidez: 25/25;
Objetividade e adequação à proposta: 15/15;
Ortografia e organização: 5/10;
Total: 95 xp!!

Dúvidas, reclamações, dicas ou qualquer coisa em que eu possa ser útil, basta contatar por mp.

Aguardando atualização
Silvia Kawasaki
avatar
Curandeiros de Asclépio
Mensagens :
386

Localização :
Chalé de Íris

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: ♦ Arena do acampamento

Mensagem por Psiquê em Ter 25 Out 2016, 12:54




Atualizado!




How fickle my heart and how woozy my eyes, I struggle to find any truth in your lies. And now my heart stumbles on things I don't know, my weakness I feel I must finally show. Lend me your hand and we'll conquer them all but lend me your heart and I'll just let you fall, lend me your eyes I can change what you see, but your soul you must keep totally free
Psiquê
avatar
Administradores
Mensagens :
966

Localização :
Castelo maravilhoso do Eros

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: ♦ Arena do acampamento

Mensagem por Lokesh Targaryen em Qui 27 Out 2016, 14:00


Arena

♦ A dança dos dragões ♦

Montauk, New York.

Não era possível encontrar sequer uma mancha branca no imenso lençol azul que se estendia acima de minha cabeça. Em compensação, o sol brilhava como nunca antes, lançando raios que faziam minha pele chorar, escorrendo suor em um ritmo constante. Havia folhas sulfites e post-its em quase todo o mural de atividades, informando os eventos e treinamentos que cada chalé devia participar. Analisei cada papel com paciência, desde o deciframento de palavras através dos garranchos do monitor de Ares à formusura de desenhos e legendas impecáveis e auto-explicativas dos filhos de Afrodite.

Héstia não era nem de longe a maior fábrica de bastardos, porém quando todos se juntavam em um só lugar havia mais do que realmente parecia existir. A arena era extremamente grande, onde naquele momento havia sido dividida na metade através de um corda, para que dois chalés pudessem treinar simultaneamente, mas sem a intervenção um do outro. Os semideuses do outro lado eram em sua maioria baixos e magricelas, o que me fazia deduzir que eram proles de Hermes, apesar de não poder afirmar com tamanha convicção.

Atravessei o arco de entrada, me esgueirando através dos demais campistas e tomando posse de uma espada larga de madeira do baú que se encontrava aos pés de Bilbo Bolseiro. O rapaz era forte e incrivelmente robusto, com semblante rígido e cabelos encaracolados que lhe caíam aos ombros. Apesar de uma aparência assustadora, o garoto não passava de um metro e cinquenta de altura, o que tornava o resto hilário e lhe atribuíra a alcunha. Quando o monitor do nosso chalé não podia participar, era ele quem nos treinava, por conta de ser o mais velho do grupo e ter mais experiências práticas em batalhas.

— Façam duplas! — Apesar de sua pequena estatura, sua voz era alta e clara, ribombando por toda a arena. — Só quero que parem quando ver hematomas por todo o corpo!

Alguns de meus meio-irmãos ainda chegavam, se apressando ao ouvir a voz de Bilbo. Sem muita escolha, fiquei com Karan, o garoto-sem-cabelos, que mais parecia um monge. Frequentemente zombavam dele por dizer que veio da Índia, mas agora não via o porquê de não acreditar, já que atendia todas as características de um nativo de lá. Mantive cinco metros entre nós e ergui a ponta da espada, deixando a mão esquerda livre, assim como Karan.

— O que estão esperando? Comecem! — rugiu o pequeno Hobbit para todos os demais.

O indiano teve a iniciativa, atirando sua espada em um golpe diagonal, mirando meu ombro. Ergui minha arma com destreza, aparando o golpe e contra atacando. Teria atingido seu peito, se ele não tivesse recuado um segundo antes. Meus olhos encaravam seu rosto, mas os seus estavam fixos em minha espada. Ataquei mais uma vez, guiando minha arma em um golpe vertical, soltando todo o peso no movimento. Ele ergueu seu pedaço de madeira, porém não suportou aparar todo o golpe, e isso fez com que seu braço dobrasse um pouco mais do que deveria. Sorri, recuando alguns passos.

Ele é mais ágil, pensei, porém não é tão forte quanto eu. Não tive muito tempo para refletir, o rapaz avançou com velocidade, guiando o gume de madeira em direção ao meu pescoço em um golpe de cima para baixo. No meio do caminho, o monge recuou o braço e fez um giro em torno de si mesmo, em um movimento tão gracioso e veloz quanto possível. Me faltou tempo para aparar. Só notei o que tinha acontecido quando senti a dor se instalando em minha coxa direita, obrigando a cair sob o joelho.

Por um momento imaginei que tinha perdido a luta, mas o segundo giro foi sua derrota. O garoto rodopiou para baixo, buscando ficar em uma altura de forma igual à minha, e desferiu um outro golpe à minha coxa. Provavelmente estava tentando me lesar ainda mais, porém dessa vez estava atento ao seu golpe. Ainda assim, ele era incrivelmente rápido, e por meio segundo não acreditei que daria tempo para segurar seu ataque. Madeira se chocou contra madeira, prendendo seu movimento. Por instinto, avancei, chocando o punho de minha mão esquerda contra seu rosto com voracidade. Ele cambaleou para trás, atordoado.

— Isso é um treino de espadas! — esganiçou Karan com seu forte sotaque.

— Um guerreiro usa o que estiver em sua posse — expliquei, sorrindo e me levantando. — Mesmo que isso seja carne e osso.

Vi a raiva subindo por seu pescoço, tornando tudo em seu caminho vermelho como pimenta, se mesclando com o sangue que escorria de seu nariz torto. Por um momento achei que o rapaz fosse cuspir fogo, mas em vez disso cerrou os punhos com tamanha força que a madeira parecia prestes a quebrar entre seus dedos. O rapaz correu com extrema violência, com o maxilar apertado. Achava que monges fossem aquelas pessoas que conseguiam controlar suas emoções, mas pelo jeito ele só se parecia fisicamente.

Podia sentir a raiva em cada um dos seus ataques, jogando todo o peso do seu corpo em cada um dos movimentos. Meus pés deslizavam para trás com frequência, dando espaço para bloquear os ataques. Sua fúria tinha diminuído a velocidade, mas aumentado a quantia consecutivas dos golpes. Era difícil me proteger de tudo, mas havia sacrificado meus contra ataques para não ser atingido novamente. Preciso de brechas maiores, analisei. O rapaz golpeava em todas as direções, aleatoriamente, porém a lucidez estava voltando à sua mente e as execuções estavam ficando cada vez mais concentradas. Precisava agir logo. O braço do indiano fez um arco na horizontal, com extrema força empregada no golpe, mirando um lugar próximo de minhas costelas. Que loucura estou prestes a fazer?, indaguei à mim mesmo.

● ● ●

Estava sentado ao lado da entrada da arena, agarrado ao meu braço direito como se ele estivesse se soltando do ombro. Podia ver ao longe o pequeno Hobbit e um outro rapaz tentando soltar uma espada da outra, que tinham dado um beijo tão apaixonante. Só me lembrava do baque ensurdecedor de madeira contra madeira, após isso havia sido esbofeteado pelo chão. Minha espada estava agora cravada até a metade da arma de Karan, como um abraço bem apertado.

Levantei com dificuldade, sentindo o braço direito latejar por ter usado toda a força que tinha. A dor na coxa me obrigava a mancar bem levemente em direção à enfermaria. Se bem me lembrava, não era muito longe, o que poderia ter sido proposital, visto os feridos que saíam da arena. Dei um leve relance para o monge, que me encarava com fogo nos olhos, sentado no chão e rodeado por dois outros bastardos de Héstia. Sangue escorria de seu nariz e uma leve pitada de púrpura cintilava em seu ombro, onde ambas as espadas haviam caído com força. Dei as costas e continuei a caminhar, indiferente. O Dragão estava ficando mais forte, e isso bastava.


♦ Créditos parciais: Andy & Oliver ♦
Lokesh Targaryen
avatar
Filhos de Héstia
Mensagens :
37

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: ♦ Arena do acampamento

Mensagem por Simmon Wilem Brandeur em Qui 27 Out 2016, 16:00



Lokesh, filho de Héstia.

Que interessante, um Targaryen por aqui. Devo dizer que você faz jus aos personagens do Martin, pois mostrou que é um excelente narrador e lutador, além de parecer entender bem o significado de "Fogo e Sangue".

Gostei bastante do seu confronto, de como desenvolveu natural-mente a personalidade de seu personagem e de como descreveu os golpes da luta, mostrando que sabia o que estava fazendo.

Gostei também de não encontrar erro grave em parte alguma. Fico feliz de ver que você se esforçou. Claro que houve erros de digitação, como "formusura" em vez de "formosura" e "auto-explicativas" no lugar de "autoexplicativas", mas nada que o fará receber descontos.

Valar Morghulis.

Coerência: 50/50;
Coesão, estrutura e fluidez: 25/25;
Objetividade e adequação à proposta: 15/15;
Ortografia e organização: 10/10;

Total: 100xp




Atualizado!
Simmon Wilem Brandeur
avatar
Mentalistas de Psiquê
Mensagens :
226

Localização :
USA

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: ♦ Arena do acampamento

Mensagem por Marcos Faerschütt em Sex 28 Out 2016, 23:23

The Training


E lá estava eu: Um semideus recém-chegado, entrando em uma gigantesca Arena para treinar. Que bizarro. Minha vida tinha mudado tanto de uma hora para outra. Saudades de quando eu só tinha que aprender a escrever, agora, eu tenho de aprender a lutar contra monstros.

Adentrei na Arena. Manhã. O sol raiva fortemente, como se Apolo estivesse me observando. As nuvens haviam simplesmente sumido do céu, levando minha vontade de viver junto. Eu estava carregando uma clava, um arco e uma aljava. Eu daria um belo caçador. Logo, decidi começar o treinamento.

O primeiro passo, como sempre, é mais fácil. Coloquei minha clava em punhos, e comecei a movê-la de um lado para outro, tentando sentir seu peso em minha mão. Aquilo parecia irrelevante, mas talvez fosse útil para pensar em bons combos e ataques. Então, após isso, dicici começar a aprender como me portar em combate. Eu já sabia o básico da luta sem armas: lutar, defender e esquivar. Porém, fazer isso com uma arma pesada seria um pouco mais complicado, logo, eu precisaria fazer um esforço para aprender tal coisa.

Comecei tentando fazer alguns movimentos bruscos de ataque, tais como segurar  clava como se fosse um taco de beisebol. Usar ela como se usa uma espada. Entre outros. Sem dúvidas, aquilo era complicado, mas pouco a pouco eu estava pegando o jeito.

Após isso, percebi que era hora de tentar com algum tipo de alvo. Procurei por algo resistente o suficiente para servir como boneco de treino, mas acabei encontrando apenas alguns bonecos de palha. Devem servir. Logo comecei um ataque contra os adversários de palha. Avancei na direção de um dos bonecos, e segurando forte a clava, bati nele com toda força, usando o movimento "taco de beisebol", o qual foi bastante efetivo no fim das contas. Nada como um ataque giratório. Em seguida, me afastei um pouco, e dicidi avançar com uma sequência de golpes. Acertei o braço do boneco com toda força, e então, executei um giro rápido, atingindo a cintura do meu alvo. Voltei para um ataque mais denso, na direção das pernas e continuei com um golpe direto na cabeça. É fácil demais treinar com bonecos...eles não se mexem.

Em seguida, me afastei alguns metros deles. Queria treinar um pouco da minha pontaria. Logo, peguei meu arco, e tirei uma flecha da aljava. Apontei na direção dos bonecos. Aquilo seria um desafio para mim, afinal de contas, nunca tive uma pontaria muito boa. E assim aconteceu. Eu não conseguia acertar nenhum dos meus alvos. Era como se eles estivessem se mexendo por conta própria. É. A ideia do arco-e-flecha não era muito boa pra mim. Eu ainda não podia parar meu treinamento por ali. Precisava treinar meu combate corpo-a-corpo.

Aquilo era mais fácil do que eu imaginava. Eu conseguia executar golpes rápidos e precisos quando se tratava de ataques físicos. Acho que por conta de eu me envolver em muitas brigas no colégio, ou talvez pelo mesmo motivo de ter ganhado forças para enfrentar aquele cão dos infernos. Meus socos haviam ficado mais fortes, e isso me satisfazia muito. Decidi que estava na hora de começar um treinamento de verdade. Comecei fazendo alguns polichinelos, e em seguida, alguns bons alongamentos. Balancei bem o pescoço. Me pus em posição de combate. E então, avancei.

Depois de uma rápida corrida, me aproximei dos bonecos, e atingi o primeiro com um forte soco no rosto. Em seguida, lhe acertei com um alguns chutes na cintura, e até uma joelhada na região da barriga. Executando um pulo, fiz de um movimento de capoeira bastante conhecido, executando um giro no ar, e acertando meu alvo com um forte chute. Me afastei, e voltei a avançar, como um touro. Joguei meu corpo contra o boneco, que acabou indo ao chão.

Comecei meu ataque ao segundo. Executei socos rápidos, nada precisos, mas que davam um bom dano nos meus adversários. Era uma sequência sem parar de punhos indo na direção dos braços, barriga, e rosto do meu alvo. Ainda tentei me apoiar no chão, e dar outro chute certeiro no rosto do boneco. Esse também foi ao chão.

Após tudo isso, eu estava cansado. Caindo aos pedaços, e derretendo no calor. Peguei minhas coisas, e saí da Arena. Agora, eu precisava descansar.


Itens:
Obs: Já fui reclamado, mas não me deram corzinha ainda

{Opprimere} / Clava [Clava de bronze sagrado. É uma arma maciça, de aparência intimidante, mas filetes dourados envolvem partes dela, deixando-a com o aspecto menos rústico. Transforma-se em um relógio no nível 20] {Bronze sagrado} (Nível Mínimo: 1) {Não Controla Nenhum Elemento} [Recebimento: Presente de Reclamação de Héracles]

{Surestrike} / Arco [Arco de bronze sagrado. Seus entalhes lembram escamas, em referência ao trabalho de Héracles com a Hidra] {Bronze sagrado} (Nível Mínimo: 1) {Não Controla Nenhum Elemento} [Recebimento: Presente de Reclamação de Héracles]

{Acutus} / Aljava [Aljava com flechas de bronze sagrado. Comuns, pórem ilimitadas.] {Nenhum Material} (Nível Mínimo: 1) {Não Controla Nenhum Elemento} [Recebimento: Presente de Reclamação de Héracles]
Marcos Faerschütt
avatar
Filhos de Herácles
Mensagens :
8

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: ♦ Arena do acampamento

Mensagem por Jonas W. Harris em Sab 29 Out 2016, 00:04


AVALIAÇÃO


Marcus Faerschütt: Olá Marc Papagaio

Primeiramente vamos aos pontos positivos, ok? Seu texto é objetivo, mas um objetivo sem omissões, de um jeito bom. Tu consegues descrever os movimentos sem muitos floreios. Em alguns casos eu diria para dar mais vida, mas por hora, e por ser seu primeiro treino, está mais do que suficiente, sério mesmo.

Em relação a ortografia, não houveram deslizes muito graves. Encontrei alguns erros de digitação rápida, como “raiva” onde seria “raiava”, “dicici” onde deveria ser “decidi” suponho, entre outros. Uma revisada com calma resolve esse problema. Outro ponto foi o excesso de virgulas que aconteceu durante todo o decorrer do texto. Tu colocaste vírgulas em lugares inexistentes, atrapalhando a fluência do texto.

“Avancei na direção de um dos bonecos, e segurando forte a clava, bati nele com toda força, usando o movimento "taco de beisebol", o qual foi bastante efetivo no fim das contas.”
Enquanto o correto seria:
“Avancei na direção de um dos bonecos, e, segurando forte a clava, bati nele com toda força usando o movimento "taco de beisebol", o qual foi bastante efetivo no fim das contas.”
Percebe como flui melhor?

Só mais uma colocação, que foi a variação de tempos verbais em alguns pontos: “Procurei por algo resistente o suficiente para servir como boneco de treino, mas acabei encontrando apenas alguns bonecos de palha. Devem servir.” Nesse caso, o correto seria Deveriam servir, ou colocar o “Devem servir” como um pensamento do seu personagem, entende? “Devem” é presente, enquanto “Procurei” é pretérito perfeito.

Sem mais ressalvas, suas recompensas:

Coerência: 45/50;
Coesão, estrutura e fluidez: 18/25;
Objetividade e adequação à proposta: 15/15;
Ortografia e organização: 7/10;
Total: 85 EX

Dúvidas, reclamações, dicas ou qualquer coisa em que eu possa ser útil, basta contatar por mp.





Atualizado!
Jonas W. Harris
avatar
Filhos de Ares
Mensagens :
565

Localização :
Into the Badlands

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: ♦ Arena do acampamento

Mensagem por Marcos Faerschütt em Sab 29 Out 2016, 14:46

The Training - Pt.2

Depois de uma boa noite de descanso, eu retorno para a Arena. Sabe, ela não parece ser tão grande da segunda vez que vê. Porém, eu ainda não me conformo de estar vindo aqui para treinar. Acho isso um saco. Desta vez, no entanto, estou vindo sem nenhum tipo de arma. Irei focar completamente em meu corpo, e manter armas externas para outras vindas. Mais uma vez, peguei os bonecos de palha que o acampamento fornecia. Acho que logo vamos ficar amigos. Após isso, não comecei a lutar contra eles ainda. "Eu preciso me aquecer primeiro", pensei, e assim se fez.

Para começar bem, comecei a correr pela Arena. Isso seria um bom exercício para as minhas pernas. Não sei bem explicar essa sensação, mas graças ao terreno de terra batida, parecia que eu estava correndo sem os tênis, e eu ainda conseguia pegar um pouco mais de impulso a cada passo. Porém, isso ainda não era o suficiente. Eu queria correr ainda mais rápido.

Fiquei dando voltas na Arena por algumas vezes, e logo comecei a fazer alguns alongamentos básicos. Agarrei meu joelho e o coloquei perto da barriga, com a perna dobrada, e assim fiquei por 10 segundos. Fiz o mesmo movimento com a outra perna. Em seguida, comecei a fazer polichinelo, umas 100 vezes, pelo menos. Era gratificante sentir meu músculos doerem e o suor escorrer de meu rosto. Estava começando a gostar disso. Voltei a correr. Agora eu me movimentava um pouco melhor, mas pelo cansaço, não era capaz de ir muito rápido. Fiquei satisfeito apenas com isso.

Agora, era hora de deixar meus braços mais fortes. Pensei em fazer alguns alongamentos básicos, novamente, mas não queria ficar só nisso. Cruzei o braço através do pescoço e com a outra mão consegui empurrar meu braço, forçando os músculos. Fiz com os dois braços, por 10 segundos cada. No entanto, como já mencionei, isso ainda não era suficiente, não pra mim, pelo menos. Depois de tudo isso, eu ainda queria levantar alguns pesos, mas não os encontrei de forma alguma, e levantar armas é muito chato. "Ok. Vou treinar com os bonecos"

Então, a trocação de golpes começou. Avancei na direção do primeiro, e comecei a tentar executar socos rápidos na direção do seu peito. Sem efeito. Parecia que eu estava batendo, bem, em palha. Precisava dar mais emoção àquilo, ou não conseguiria me sair bem. O que eu pensei? Vou gritar! Gritar sempre resolve tudo!
- AHHHHHH!! TOME ISSO, SEU PEDAÇO DE MERDA!! - continuei socando forte meu alvo, mas dessa vez, parecia que meus socos haviam ficado mais pesados. "Coisa da minha cabeça, tenho quase certeza". Eu ainda era capaz de desferir alguns chutes contra os bonecos, que não revidavam, infelizmente.

Executei os mais diversos golpes contra meus oponentes paraplégicos. Socos fortes que iam da região da cabeça, até próximos da bacia. Chutes giratórios, potentes, rápidos, e imprecisos. Ainda tentei combinar uma sequência de golpes para formar um combo, como se estivesse em um vídeo-game:
- VOU TE MATAR, SEU MALDITO!! - acertei um soco no meio da barriga de meu adversário e então utilizei de um soco na direção do queixo, pondo as mãos no chão e executando um chute em seu rosto, logo em seguida. Já estava me divertindo muito lutando, mas já estava ficando tarde, e depois de um treinamento desses, meu corpo já não conseguia ficar de pé.

Após tudo isso, eu já estava prestes a cair. Havia sido um dia de treinamento produtivo, mas eu ainda queria mais, apesar de meu corpo já não aguentar. Quem me dera ter um corpo forte e resistente como o do meu pai. Peguei meu corpo - literalmente, já que quase não era capaz de andar - e saí da Arena.
Marcos Faerschütt
avatar
Filhos de Herácles
Mensagens :
8

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: ♦ Arena do acampamento

Mensagem por Morgana L. Cronworth em Dom 06 Nov 2016, 17:34



Arco e Flecha

Era uma noite sem lua quando resolvi, pela primeira vez na vida, testar um item que ganhei de um amigo há muito tempo atrás. O arco especial. Ele estava lá junto as coisas que tinham sido transportadas da ilha pro meu baú no chalé. Lembrei que tinha praticado poucas vezes o tiro com o arco, então achei melhor revisar, caso eu precisasse em uma urgência.

Segui para a arena no horário do treino noturno, carregando o arco especial e a adaga simples no bolso, assim como é de praxe dos arqueiros.

Ao chegar na arena o instrutor já estava no meio da explicação para mais dois alunos. A arena não tinha nenhum tipo de iluminação e há dez metros dos alunos eu podia ver uma grande caixa. Assim que o instrutor me viu fez menção de parar, mas fiz um sinal de que ele podia prosseguir e ele continuou.

— [...] precisam praticar com alvos móveis. Na vida, sabemos que nem tudo funciona como esperamos, então espero que esses monstros possam ajudar a simular isso. Eu estarei monitorando, mas lembrem-se de acertar na cabeça, se eles se aproximarem de mais corram, vocês não querem ser mordidos por eles.

É obvio que fiquei curiosa com o monstro que estava dentro daquela caixa. Algumas pancadas e gemidos fracos saiam de dentro da caixa, deixando uma pista do que seria. O instrutor pediu para nos prepararmos, eu posicionei o arco do jeito que eu lembrava e puxei o cordel, fazendo uma flecha de energia negra surgir, o instrutor abriu a caixa e então eu pude confirmar minhas suspeitas. Mortos-vivos.

Mirei na cabeça de uma zombie e atirei sem pensar muito, apenas para sentir como era atirar, mas acabei acertando o ombro de um outro que estava atrás.

Puxei o cordel, e a flecha de energia negra apareceu instantaneamente. Fechei um dos olhos para não dar dupla visão, posicionei meus pés da forma mais adequada e tencionei o tríceps que puxava a flecha, tudo como tinham me ensinado há tempos atrás. Mirei na cabeça de um que parecia estar avançando rápido demais, soltei a flecha e essa planou rasante pelo ar até atingir a boca do morto-vivo. Quase!

Ele chegava mais e mais perto, e parecia estar cada vez mais rápido! Puxei o cordel até o pescoço e flecha negra apareceu, mirei de forma mais instintiva desta vez, contando com o reflexo natural de semi-deus, mas é claro que também não obtive êxito. A flecha o acertou no pescoço.

Ele já estava perto demais. Abri a palma da minha mão livre, a mão esquerda, e concentrei um pouco de éter ali, uma bola de energia pura se formou e seguiu em uma linha reta até parar na cabeça da criatura que explodiu em pó em seguida.

Com uma nova flecha no arco, posicionei o pé direito na frente e o esquerdo atrás, estiquei o cordel até o pescoço, desta vez seria mais cautelosa. Mirei em um zombie que já tinha perdido um braço, mas esse apresentava um desafio um pouco mais complicado, ele mancava muito e uma das pernas devia estar com alguma falha, sem aviso nenhum ele dava um passo largo demais para o lado. Esperei o momento mais apropriado e soltei a flecha que, rasante, acertou a orelha dele. Errei, mas não precisei gastar meus esforços nele, alguém o acertou.

Tentando me concentrar o máximo que pude, fiz uma nova tentativa, me esforçando para que a posição do meu corpo estivesse da forma mais apropriada. Alinhei a coluna, e mantive a posição das pernas. O cordel estava tensionado até o pescoço e meus braços pareciam estar na posição correta agora. Fechei um dos olhos para não dar dupla visão. Parecia tudo perfeito. Mirei em um zombie mais fácil, que se arrastava no chão. Estava um pouco mais distante, mas ainda assim, não se movia tanto. Soltei a flecha que seguiu seu curso com sucesso, acertando o olho da criatura fazendo-a desfazer em um pó.

Os outros dois alunos eram notavelmente mais bem preparados que eu nessa questão e tinham acertado quase sempre seus alvos e com um tempo de tiro muito melhor que o meu - que mirava e olhava cada movimento do meu corpo... - Eles tinham terminado com boa parte dos monstros, mas os que sobraram estavam chegando perto demais, eram sete e estavam por volta de três metros de distância.

O treinador começou a atirar para poder salvar nossa pele, os garotos começaram a se afastar, mas eu não.

Desferindo um chute contra o peito do zombie mais próximo o afastei, jogando-o no chão. Usando o arco como porrete acertei a cabeça de um monstro e sacando a adaga de forma rápida com a mão esquerda finalizei cravando-a na cabeça.

Outro monstro se aproximava estendendo as mãos, não pude me aproximar o suficiente. Eu tentei afastá-lo, mas ele jogou todo o seu corpo para cima de mim me deixando presa a ele em uma disputa de forças.. Outro zombie começava a se aproximar, a situação não estava favorável. A luta corporal contra o morto-vivo também não estava confortável.

Usando uma brecha, chutei o joelho podre do bicho, desestruturando seu equilíbrio e fazendo-o cair no chão. Afastei com dois passos largos para trás. Ele caiu no chão começou a se arrastar lentamente para perto de mim. Me afastei mais um pouco e guardei a adaga. Com as duas mãos no arco, poderia usa-lo com mais força como porrete. E assim fiz matando aquele zombie que se aproximava com apenas um golpe e depois acabando com aquele que se arrastava.

O treino foi finalizado, os outros mortos-vivos tinha sido acertados pelas flechas.

— Você sabe atirar, e quase acertou todas as vezes. Mas em uma situação de vida ou morte o quase não é uma opção. Pelo que eu percebi, seu forte não é no arco e flecha, porém, com algumas aulas e você estará preparada para tentar um treino de combate a monstros apenas com o arco, que tal? — Disse o treinador.

Prometi que iria refletir sobre a proposta. Seria interessante invocar monstros para o combate corpo a corpo e atirar de longe para poder auxiliar. Depois de beber água e me apresentar aos poucos participantes desse treino noturno voltei para ao chalé, para tentar descansar antes de um novo dia.

Adendos:
Equipamento:
♦ Adaga Simples [Uma adaga de aço com a lâmina de 25 cm, a base do punho é revestida por escamas, que dão certa firmeza nas mãos do usuário, a adaga foi confeccionada por Telquines habilidosos ] {Aço e escamas} (Nível mínimo: 1) {Nenhum elemento} [Recebimento: Missão - Cook]

♦ Arco Especial [Estrutura de Obsidiana, este arco tem encaixe perfeito nas mãos da feiticeira, parece simples, mas quando seu cordel é puxado, é capaz de criar flechas de energia negra, que tem dano médio. (Flechas só podem ser criadas por fontes negras) ] {Ouro e prata} (Nível mínimo: 1) {Elemento: Trevas} [Recebimento: Presente de Natal de Benjamin Matthew]
Passivos:
Nível 4
Olhos noturnos - Hécate é uma deusa associada à noite. Seus filhos ganham visão na penumbra e escuridão, podendo ver normalmente nessas condições, exceto na escuridão mágica, que ainda impede a visão por sua natureza sobrenatural. Sua acuidade visual contudo ainda se mantém, sem receber ampliações se comparada à visão diurna. [Modificado]

Nível 12
Força Sombria - Na escuridão total (sem iluminação) ou na noite (desde que exposto e em local sem iluminação natural e sem luz direta), filhos de Hécate ficam mais fortes e ágeis. Sua força física e esquiva aumentam em 10% nesses condições.
Ativos:
Nível 1
Arcanum: Os feiticeiros concentram sua energia mágica [éter] na palma da mão, criando uma pequena esfera com cerca de 10cm de energia. Ela pode ser atirada contra oponentes a até 5m de distância, e explode ao entrar em contato com alguma superfície, gerando uma explosão de 2m de raio. Ataque de energia. Uma esfera por utilização. Ganha uma esfera adicional no nível 30. Por ser energia pura, concentrada, não se aplica RM.[Modificado]

thanks juuub's @ cp!  
Morgana L. Cronworth
avatar
Filhos de Hécate
Mensagens :
297

Localização :
Acampamento

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: ♦ Arena do acampamento

Mensagem por Silvia Kawasaki em Seg 07 Nov 2016, 14:00


Avaliação


Marcos Faerschütte:
Então, Marcos, olá! Esse é o primeiro treino seu que leio, então não sei se alguém já te deu algum toque em relação ao que listarei aqui, ok? Vamos lá: começando pelos pontos positivos, gostei muito da inovação do seu treino. Corrida, alongamentos, polichinelos, acho que nunca tinha visto nada parecido, então foi muito bom ler uma ideia nova. Você também demonstrou a personalidade de um filho de Héracles, que foca muito na força física.

Agora a parte chata, os pontos negativos. No começo do post você alternou muito no tempo verbal e fiquei inicialmente sem saber se você narraria no pretérito ou no presente corrente da ação (como alguns autores de livros gostam de fazer). Depois disso, notei um probleminha em colocar letra maiúscula onde não há necessidade. Quando você diz "Fiquei dando voltas na Arena", por exemplo, não é necessário que "arena" venha com A maiúsculo, ok? Outro problema foi a repetição de palavras, principalmente na hora da malhação dos braços. Tome muito cuidado com isso, leia seu texto em voz alta antes de postar, revise muito bem para não tornar um texto cansativo.

Tenha atenção a estes pontos e você vai melhorar bastante, pois suas ideias, pelo que vejo, são boas. Vamos às notas então:

Coerência: 50/50;
Coesão, estrutura e fluidez: 20/25;
Objetividade e adequação à proposta: 10/15;
Ortografia e organização: 08/10;
Total: 88 xp!!

Morgana L. Cronworth:
Morg, oilá! Então, gostei demais do seu treino, das descrições bem detalhadas e nada cansativas, da forma como você encaixou bem a personagem e sua trama na situação. A interação com o instrutor também foi uma boa sacada porque geralmente os players optam por treinos bastante individuais mesmo (eu mesma faço isso nos fakes -q), então adorei! A única ressalva que tenho é com alguns probleminhas da grafia. Passaram pequenos deslizes de digitação e houve um errinho específico que preciso que corrija:

Morgana L. Cronworth escreveu:A arena não tinha nenhum tipo de iluminação e dez metros dos alunos eu podia ver uma grande caixa.

Esse "há" deve ser substituído por um "a". Sem crase, sem qualquer acento, ok? O "há" é do verbo "haver", então é como se você tivesse escrito algo mais ou menos assim: "... e existem dez metros dos alunos...", sacou? Tente diminuir a quantidade de "eu" também, ok? Vamos às notas:

Coerência: 50/50;
Coesão, estrutura e fluidez: 23/25;
Objetividade e adequação à proposta: 15/15;
Ortografia e organização: 08/10;
Total: 96 xp!!

Dúvidas, reclamações, dicas ou qualquer coisa em que eu possa ser útil, basta contatar por mp.

Aguardando atualização
Silvia Kawasaki
avatar
Curandeiros de Asclépio
Mensagens :
386

Localização :
Chalé de Íris

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: ♦ Arena do acampamento

Mensagem por Orfeu em Seg 07 Nov 2016, 19:30

Orfeu
avatar
Administradores
Mensagens :
531

Localização :
Garota, eu vou pra Califórnia. ♪

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: ♦ Arena do acampamento

Mensagem por Raven M. Griffin em Qui 10 Nov 2016, 21:35



— 08:00 às 09:00 — Treino de Armas brancas de longa distância


Desde pequeno soube que era um semideus, afinal Margot, sua madrasta, sempre falava sobre isso, mesmo que seu pai não quisesse que o garoto soubesse, dizia que se estivesse ciente do que estaria por vir poderia estar mais preparado para possíveis ataques no futuro, e não seria pego de supressa perdendo todos que amava como aconteceu com ela.

Quando completou seus quinze anos ele ganhou uma estadia de um mês no acampamento meio sangue para ver se iria se adaptar ao local, e claro treinar. Margot era uma semideusa, filha de nyx e Feiticeira de Circe, sua passagem no acampamento era livre, o que facilitou sua conversa com Quíron para fazer esse acordo de um mês.

Logo que chegou Margot já havia deixado claro que o garoto iria treinar de imediato, afinal estava no horário dos treinos de arco e flecha, e como Mikhael sempre foi fascinado nesse tipo de arma, poderia ser algo que possivelmente o faria querer ficar no acampamento... Ou não.

— Mik, vou deixar você aqui treinando enquanto vou falar com Quíron. Espero que ser tão fissurada nessas coisas de arco e flecha consiga se virar sozinho. Nem sempre terá ajuda na sua vida. — Disse com a voz firme. —  Você pode usar os arcos e as flechas daqui, então fique a vontade.

Como de costume ela se retirou do lugar antes que ele pudesse responder alguma coisa, que por sua vez sorriu. Estava ansioso para começar a treinar, para ele aquela história de deuses e semideuses era algo incrível e queria se tornar o mais poderoso de todos, mas para isso tinha que começar do básico.

Após pegar o arco e a aljava com algumas flechas, caminhou até o local onde ficavam os alvos para o treino. No local haviam apenas duas pessoas treinando, uma garota e um asiático. Aquilo o deixou bastante aliviado pois não teriam tantas pessoas para assistirem um novato errando as flechas ou até mesmo se machucando.

O garoto ergueu o arco e colocou a flecha em seu devido lugar, vivia assistindo e pesquisando coisas sobre arcos e quem olhasse de longe poderia dizer que ele era um perito e não erraria uma se quer. Respirou fundo e segurou a respiração por uns dez segundos assim como explicava nos livros que lia, após essa contagem, respirou novamente e soltou a flecha.

Dois metros. A flecha caiu exatos dois metros pra frente donde o rapaz estava. Pode se ouvir uma risada baixa e aguda vindo da garota que também treinava lá. Um rubor apareceu nas bochechas dele, que encolheu seu corpo um pouco envergonhado por causa daquela situação.

Ele respirou fundo e resolveu ignorar aquilo. Pegou outra flecha e a posicionou novamente no arco, segurou a respiração como da outra vez, e puxou um pouco mais forte, dessa vez ela foi um pouco mais longe do que da primeira, mas não o suficiente para poder chegar até o seu destino final. Pegou mais uma flecha  e fez o mesmo procedimento, porém dessa vez ela caiu na frente do alvo, faltando poucos centímetros para alcançar.

A garota caminhou na direção de Mikhael gargalhando dele, e logo parou na sua frente.

— Pobre garoto, não serve nem para usar um simples arco e flecha. Você é uma vergonha para arqueiros, é melhor desistir. — Bateu seu ombro contra o garoto, o empurrando um pouco pra trás — Soube que tem vagas na limpeza, tenta a sorte, faz o seu perfil. Lixo.

Ela caminhou em direção as chalés. O asiático se aproximou  e estendeu a sua mão para ajudá-lo a se levantar. Campbell sorriu completamente tímido, estava nervoso pelo ocorrido, e a única coisa que queria fazer naquele momento era chorar e fugir daquele lugar, já que sua auto estima era extremamente baixa, mas não podia.

— Ignora a Regina, ela é uma metida a sabe tudo, e acha que todos são inferiores a ela. —  Ele sorriu todo simpático. —  Amanhã eu treino aqui, nesse mesmo horário. Se quiser eu te ajudo. Agora preciso ir.

Ele se virou a foi na mesma direção que a garota que havia empurrado o garoto foi. Naquele momento algumas lágrimas escorreram pelo rosto do pequeno rapaz. Ele queria ser forte, mas aquela situação tinha o abalado de certa forma.  Iria aceitar a proposta de ajuda do asiático, afinal no começo tudo é mais difícil.

Enxugou seu rosto e começou a caminhar até a casa grande para encontrar com sua "mãe".
Adendos:
Já pedi mudança de nome.

O treino será dividido em três etapas (Três dias em on-game).
Considerei o treino como atemporal no passado, a exatos três anos da data atual em on game, pois gostaria de focar na primeira vez que Mikhael esteve no acampamento antes de desistir dele.
Sei que esse começo foi meio blah blah, pois queria explicar um pouco da trama do garoto, os próximos serão mais focados no treino em si.
Espero que compreenda <3


Raven M. Griffin
avatar
Indefinido
Mensagens :
29

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: ♦ Arena do acampamento

Mensagem por Ayla Lennox em Dom 13 Nov 2016, 22:33



Avaliação
I'm back, bitches.
Mikhael Campbell:

Então, guri, bora lá. Esse processo de avaliação não é novo pra nenhum de nós, então - como de costume - prometo ser breve e justa em cada palavra aqui.

Lendo o texto é possível notar, de imediato, duas coisas: Você desliza muito na pontuação, especialmente quando se trata de dividir/encerrar melhor os períodos, e o texto no quesito ambientação é pobre.

Esse aspecto pode não parecer exatamente importante, mas quando se está em missões, tudo que você descreve ou não pode ser usado a seu favor ou contra você. Parando para pensar em arco e flecha, que foi o treino, existem fatores importantes que influenciam na tarefa (distância do alvo, tamanho do alvo, vento e afins). Não estou pedindo para enrolar, apenas para que não deixe os leitores às cegas.

Mikhael escreveu:"Desde pequeno soube que era um semideus, afinal Margot, sua madrasta, sempre falava sobre isso, mesmo que seu pai não quisesse que o garoto soubesse, dizia que se estivesse ciente do que estaria por vir poderia estar mais preparado para possíveis ataques no futuro, e não seria pego de supressa [...]";

"Quando completou seus quinze anos ele ganhou uma estadia de um mês no acampamento meio sangue para ver se iria se adaptar ao local, e claro treinar.";

"Logo que chegou Margot já havia deixado claro que o garoto iria treinar de imediato"

Corrigindo o que destaquei aí em cima ficaria mais ou menos assim:

"Desde pequeno Mikhael soube que era um semideus, afinal, Margot, sua madrasta, sempre falava sobre isso mesmo que seu pai não quisesse. Dizia que se estivesse ciente do que estaria por vir poderia estar mais preparado para possíveis ataques no futuro e não seria pego de surpresa [...]";

"Quando completou seus quinze anos, ganhou uma estadia de um mês no acampamento meio sangue para ver se iria se adaptar ao local e, claro, treinar.";

"Logo que chegou, Margot já havia deixado claro que o garoto iria treinar de imediato"

Você provavelmente já deve ter visto isso em alguma avaliação perdida minha nos confins do tártaro, mas vou repetir o conselho universal: Revise. Leia o texto em voz alta.

Além disso, existem alguns trechos um tanto confusos.

Mikhael escreveu: Espero que ser tão fissurada nessas coisas de arco e flecha consiga se virar sozinho.

Como de costume ela se retirou do lugar antes que ele pudesse responder alguma coisa, que por sua vez sorriu

Ao meu ver, você poderia ter se estendido um pouco mais no treino além das duas tentativas que fez. Sua atividade foi extremamente breve e um tanto quanto superficial, o que me incomodou quando acabei de ler tudo, pra falar a verdade.

Sim, a história de deuses e seus filhos é realmente fantástica, mas para se tornar o mais poderoso de todos ainda há uma jornada considerável a ser percorrida. Vá além, se esforce e não desanime.

No mais, continue progredindo.

Coerência: 38/50;
Coesão, estrutura e fluidez: 20/25;
Objetividade e adequação à proposta: 9/15;
Ortografia e organização: 8/10;
Total: 75 XP


Dúvidas, reclamações, elogios, desabafos e mimimis... MP
Aguardando atualização

Ayla, roubado de.
Ayla Lennox
avatar
Líder dos Mentalistas
Mensagens :
1030

Localização :
EUA

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: ♦ Arena do acampamento

Mensagem por Sarah Lich. Collins em Ter 15 Nov 2016, 18:57


Queen of dreams ♛
You'll never settle any of your score, your grace is wasted in your face, your boldness stands alone among the wreck



09:00 às 10:00 — Treino de Armas Brancas de curta distância - Arena de treinamento - Manhã ensolarada e nada silenciosa.


Era somente outra manhã em meio a um acampamento quase parecido com outros quaisquer. Entre gritos, barulhos e correrias, o chalé de Hefesto estava em seu total sistema de hospício. Não éramos conhecidos como o chalé pontual e silencioso e mesmo ao longe podiam se ouvir as explosões. Havia uma série de treinos programados para todos nós, quase todos. Eu não era exatamente a mais nova no chalé e nem a recém chegada no acampamento, mas se contabilizar os dias, semanas que passei em rejeição, posso ser considerada mais inexperiente que uma criança de cinco anos. - Quem deixou isso aqui? - Perguntei aos gritos ao enfiar minha perna em uma panela quase abaixo da minha cama. Chutei-a jogando para o lado, acertando outro campista. Todos estavam atrasados, inclusive a mim que deveria está participando dos treinos desde três meses atrás. Eu poderia reclamar de ser estranha, de ter um progenitor divino incompatível com a minha beleza e irmãos desorganizados, mas o acampamento havia sido generoso com a minha pessoa. Os treinadores respeitaram o meu momento de negação da realidade e deixaram ocorrer tudo no meu tempo.

Há alguns dias atrás eu queria matá-los um a um, mas agora conseguia até pensar neles como uma forma sinistra de meios irmãos. – Janine, não importa o que disserem você vai ter que ser meu par no treinamento. – Eu tentava convencer a minha meia irmã durante o trajeto até o campo de treinamento. Segundo o itinerário do chalé, nós teríamos uma série de treinamento com armas. O treinamento no início seria com todos os filhos de Hefesto, porém um deus mau humorado e preso no chalé por castigo divino resolveu modificar tudo e misturar toda a galera descendente dos olimpianos. Por esse motivo quando cheguei ao local, havia tantos semideuses quanto vespas nos vespeiros. – Para o meu primeiro treino isso aqui me parece uma boa recepção. – Brinquei e cutuquei o braço de Janine apenas para tentar esconder o nervosismo. Após alguns minutos de esperar e cinco unhas ruídas, avistamos a possível treinadora se aproximando. Percebi através dos burburinhos com a chegada da então jovem mulata de estatura mediana, que se tratava de uma filha de Ares, geniosa, tempestiva e impaciente. Juntamente com ela surgiram três rapazes com a mesma aparência de poucos amigos e ambos carregaram inúmeras armas que violentamente jogaram aos nossos pés, quase acertando por pouco o meu mindinho.  

- Definitivamente vocês não esperam que eu entregue as armas nas mãos de vocês, não é? – Disse a treinadora. – Esse é o meu primeiro treino dirigido, então acho que devo dizer três coisas: Não morram, não se matem, não me faça querer matá-los. – Ela sorriu por alguns segundos e foi nesse momento que percebi que deveria escolher uma arma.

Parecia liquidação de fim de ano em lojas de roupas, por pouco não me sobrava uma arma. Havia tantas possibilidades e por fim escolhi uma simples e comum espada. Ela não se encaixava perfeitamente em minhas mãos, mas serviria. Afinal não se precisa de muito para levar uma surra, precisa? Todos posicionados em estilo militar a megera, digo a filha de Ares escolheu os seus devidos pares e deu a ordem de início. Janine era paciente e mesmo que tivesse mais jeito com espadas do que eu fingia não ter aptidão para me incentivar. Entre ataques e contra ataques ela me dava dicas simples. O suor já escorria pelo meu corpo, os músculos protestavam.

O treino acontecia perfeitamente quando percebi que a treinadora passeava entre nós, observando de perto:- Muito bem. – Dizia ela. – Hora de trocar as duplas.

O que logo foi visto por mim como um momento tenso. Ela parou na minha frente e gesticulou para um dos seus companheiros. Era um cara realmente alto, forte e sinistro. Os seus dentes perfeitamente brancos me causavam arrepios em lugares que eu jurava não ter cabelo. Ele estava com uma espada muito parecida com a que eu estava usando. Foi assim que me apaixonei, quero dizer apanhei. Ele não fez nenhum sinal de que iria começar e de repente partiu para cima de mim como um homem das cavernas. Só tive tempo de me jogar para os lados me desequilibrado e caindo no chão. O que poderia ter parecido um momento de fraqueza para ele foi visto como oportunidade, ele simplesmente atacou com a espada na vertical. Consegui rolar para os lados e mal tive tempo de bloquear o seu novo ataque com a minha espada. Levantei-me apressadamente com a dúvida cruel entre fugir e enfrentar. Nossas espadas novamente se encontraram, ele era forte. Eu sentia o metal vibrando em minhas mãos.

Por vários minutos eu somente conseguia bloquear por pouco tempo os seus ataques e se tratando da forma como os outros campistas lutavam, eu poderia dizer que o meu par misterioso estava se limitando.

Por fim ouvimos a gloriosa voz da filha de Ares finalizando o treino. Alguns simplesmente se jogaram na grama verde e se deleitaram em descanso. Outros como Janine e eu simplesmente andamos o mais rápidos que pudemos para longe daquele lugar. Ela havia feito par com outro malvado ajudante e assim como a mim, estava terrivelmente traumatizada.          
   
       
 

Arsenal:

* Espada emprestada no treinamento.
Habilidades:

Passivas:



Companhia: Tanta gente; Janine humor: normal post: 000
Sarah Lich. Collins
avatar
Filhos de Hefesto
Mensagens :
10

Localização :
Acampamento das Arábias

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: ♦ Arena do acampamento

Mensagem por Vitor S. Magnus em Sab 19 Nov 2016, 22:02


Avaliação
Arena
Sarah Lich. Collins


O
lá, Sarah... Bem-vinda ao inferno à arena. Então... vamos ao que interessa!

Você escreve bem. Tem uma boa noção de narração, o que deixa a leitura fluir bem, e comete poucos erros.

Permita-me apontar um pequeno trecho que não afeta a avaliação, mas senti uma certa dúvida quando li:

Sarah Lich. Collins escreveu:Todos estavam atrasados, inclusive a mim que deveria está participando dos treinos desde três meses atrás.

Bem... primeiro devo apontar o "está" que deveria estar no infinitivo. Alguns pequenos erros podem ser sanados com releitura, lembre-se disso. E, particularmente eu acho que deveria estar escrito assim:

Todos estavam atrasados, inclusive eu, que deveria estar participando dos treinos há três meses.

Isso é só uma dica para que seus próximos textos fiquem bem feitos e mais tranquilos de serem lidos.

Algumas vírgulas ali e aqui que não foram colocadas. Repetindo... Releitura do post é importante.

Agora vamos ao treino! Sendo sincero eu não gosto muito de introduções grandes quando o treino não compensa. Você poderia ter explorado mais movimentos e não ter se limitado a resumir ele em algumas partes. Lembre-se que não sei o que passa na sua cabeça e você precisa colocar todas as palavras -com simplicidade, mas maestria- para que eu viva aquilo. Você descreve muito bem sensações, sentimentos e características, porém deixou o treino pequeno demais. Basicamente... Você apanhou... É coerente? Sim, mas você tem um leque de opções de movimentos pra representar num treino mesmo sendo novata. Então, minha dica é: Seja criativa ao extremo, imagine cada movimento e não deixe nenhum detalhe daquilo tudo de lado... Descreva eles sem exageros, mas de uma forma que qualquer um possa ver o que tá passando em sua cabeça.

No mais... continue melhorando sempre. Qualquer coisa os arrombados no chat estão lá para ajudar.

Coerência: 35/50
Estrutura, Coesão e Fluidez: 20/25
Adequação à Proposta e Objetividade: 12/15
Ortografia e Organização: 8/10
Total: 75 xp


Qualquer dúvida, reclamação, stress... Só enviar MP

Vitor S. Magnus
avatar
Monitor de Ares
Mensagens :
363

Localização :
Chalé de Ares

Voltar ao Topo Ir em baixo

Treino de Espada 19:00 as 20:00

Mensagem por Marvin Morrysson em Sab 03 Dez 2016, 17:48

O ar puro e o cheiro de areia com sangue me deixavam excitado, eram apenas bonecos, as
silhuetas que estavam mais à frente, mas era a primeira vez que eu faria uma coisa as-
sim, um treino, até algum tempo atrás o máximo que eu fazia era ir ao mercado comprar
pão, e agora alí estava eu, no acampamento meio-sangue, com uma linda lâmina de cobre
reluzindo à luz do sol alaranjado, o por do sol estava lindo, mas mais lindo que ele
eram os golpes que os outros campistas desferiam, quando eu vi um certo garoto golpear
um boneco fortemente com sua espada curta, eu não resisti, comecei a correr, avançando
para cima de um dos Dummys, quando estava a mais ou menos um metro de distância dei um
salto e golpeei a cabeça do boneco, a madeira se curvou um pouco mas não cedeu quase
nada, eu estava agora atrás dele, virei pela minha direita dando um golpe giratório que
foi seguido de um pulo para trás, eu recuei como se estivesse enfrentando um oponente
armado, pronto para me acertar após qualquer tipo de vacilo, não deixei passar mais de
dois segundos e investi novamente acertando o braço esquerdo dessa vez, então corri
para trás do boneco agarrei o outro braço e desferi um golpe forte de cima a baixo,
fazendo com que o pano e a espuma voassem para todo lado, recuei novamente, tomei
alguns segundos para recuperar meu fôlego e resolvi agora, usar mais as artes marciais,
corri, acertei um soco no rosto do boneco, coloquei seu braço direito por cima do meu ombro
e quebrei-o com um "abaixão", agora tinha um oponente incapacitado, faltava apenas fazer a
submissão, andei vagarosamente orgulhoso de mim mesmo, e com dois golpes no mesmo lugar, tirei
o pescoço do boneco, pronto, foram alguns minutos tensos, mas eu realmente me senti vivo.
Após 10 minutos de descanço eu voltei à ativa, dessa vez, andei até o boneco, e treinei um
movimento em específico, eu queria melhorar meu corte lateral, direita para a esquerda, então
repeti ele várias vezes, até que meu braço direito começou a formigar, eu senti ele amortecendo
aos poucos, mas isso só era sinal de que eu estava ficando mais forte, eu gostava de me sentir
forte, como se eu pudesse me cirar sozinho, quando eu me sentia assim era como se alguma presença
externa estivesse comigo, mas eu nunca considerei a possibilidade de ser meu pai, era mais como
uma lembrança, de que eu não sou um completo inútil, afinal de contas.
A minha mão doía muito a cada golpe que eu dava, eu sentia o metal vibrar, e passar todo aquele
choque para meu corpo, isso estava me matando, já eram 19:45, eu pedi uma última pausa pra mim mesmo
mas eu realmente queria levar aquele treino a sério, então troquei minha espada de mão, e continuei
a golpear lateralmente.
Muitos golpes depois eu estava tão cansado que o que me motivava era poder deitar e descançar quando
eu saísse dali, mas eu continuei fazendo aquele movimento, tanto que já decorara o som que a espada
fazia ao balançar no ar, e o som do impacto também, quando deram 19:58 no relógio, eu acertei o meu
último golpe, que cortara metade da base de madeira que segura os bonecos.
Marvin Morrysson
avatar
Indefinido
Mensagens :
3

Localização :
United Kingdom

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: ♦ Arena do acampamento

Mensagem por Lavínia Cavendish em Sab 03 Dez 2016, 23:52



Avaliação


Marvin Morrysson

Olá novamente! Acho que não vai se livrar de mim tão cedo risos.

Vamos começar pela primeira impressão que tive de seu texto, que está bem desorganizado. Você pode, em primeiro lugar, justificá-lo por inteiro; Separar por parágrafos também é uma boa, já que você escreveu mais da metade da narração sem uma quebra de linha sequer.

Faça um quadro de introdução, por exemplo: Você chegando na arena, falando sobre as impressões do personagem e tudo mais. Como foi seu primeiro treino, tinha muito o que narrar do ponto psicológico do semideus. No segundo poderia começar a introduzir a luta, os NPCs, monstros, primeiras falas, quaisquer coisas que lhe conviessem. No terceiro desenvolveria a batalha em si, os aprendizados do meio-sangue e então no último finalizaria. Quatro quadros de texto já estariam suficientes para o tamanho da sua narração.

Partindo para o conteúdo, logo no início tive uma dúvida: Como a areia teria cheiro de sangue se o treino ali era com bonecos? E como que um garoto antes ordinário — que somente saia pra comprar pão — se empolgava tanto e já partia pra uma sequência de golpes de espada? Nem por um segundo você passou a impressão de ter alguma dificuldade ou estranheza com a situação nova que estava acontecendo.

Outra coisa suuuuper importante que deve saber sobre o fórum é que as coisas só acontecem depois que são atualizadas. Você fez a ficha para Tânatos e então postou um treino no horário noturno, sendo que nem mesmo foi aprovado na reclamação. Isso tornaria seu treino completamente nulo, visto que você ainda é um indefinido (e treinos durante a noite são somente permitidos para semideuses que provenham de deuses da escuridão/trevas), porém decidi apenas tirar pontos — como é novato, não achei justo invalidar sua narração por isso, mas tome mais cuidado em suas próximas atividades e missões.

Continue treinando e leve em conta tudo que for dito nas suas avaliações. As vezes o feedback acaba sendo um pouco ruim, mas tenha certeza que só estamos aqui para fazer os players evoluírem, e eu tenho certeza que isso acontecerá com você. Até a próxima!

Coerência: 25/50
Estrutura, Coesão e Fluidez: 10/25
Adequação à Proposta e Objetividade: 10/15
Ortografia e Organização: 5/10
Total: 50 xp


Dúvidas, reclamações, desabafos: MP
© lavínia cavendish






white winter hymnal


Lavínia Cavendish
avatar
Líder dos Mentalistas
Mensagens :
435

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: ♦ Arena do acampamento

Mensagem por Selina Langdon em Dom 04 Dez 2016, 12:17

Estar no interior do acampamento não possui, de fato, uma sensação satisfatória ou de segurança. Eu me sinto presa em algo que não me agrada nem um pouco. Encontrar esse ambiente foi um grande erro, e um erro ainda maior foi penetrar nos limites do Velocino, ou seja lá qual for o nome da barreira mágica que supostamente me protege. Antes de definitivamente pisar na areia, eu puxo uma espada longa do amplo arsenal que é predisposto atrelado às galerias exteriores. Meus dedos se tornam rijos ao redor da empunhadura emborrachada. Estou preparada para destruir alguma coisa.

Há somente bonecos diante de mim e outros campistas — um pouco mais abobalhados que o comum — os golpeiam com suas lâminas. Admito sentir pena das silhuetas inanimadas sendo destroçadas tão indiferentemente, mas não me importo de repetir o mesmo com a mais próxima que vejo. Os chinelos são quase capazes de transmitir o calor demandado pelos grãos arenosos quentes, contudo, não permito que isso me atrapalhe. Quase derrubo o armamento por não estar acostumada com sua massa avantajada, em uma movimentação desprovida da precisão; um golpe que tinha a intenção de agir lateralmente, pelo flanco do boneco, acaba o atingindo na coxa. “Que porr*!”

A falha não me proíbe de continuar tentando. Pelo outro lado, eu invisto em um avanço numa linha semicircular, próximo de um desenho minguante. Talvez por sorte ou pela posição que arrisco o golpe, consigo acertá-lo. O fio do metal se prende na palha que estrutura o boneco e retirá-lo da falsa cintura da marionete é bastante difícil. Apoio o pé em seu abdômen e repuxo a espada com toda a força que consigo carregar nos braços. Desabo para trás, com o arsenal em mãos, rolando pela areia escaldante. “Essa areia ‘tá pegando fogo! Porcaria...”. Por instinto, em resposta à impressão de estar sendo bronzeada pelos cristais de areia, eu me levanto o mais rápido que consigo.

Deste ponto, uma sucessão de golpes mal planejados se realiza. Eu mal percebo o que estou fazendo e continuo acutilando a estrutura de palha. Dentre um golpe e outro, proporciono uma pausa a mim mesma. O armamento pesado não tolera que as abordagens sejam tão poderosas ou rápidas. Mesmo segurando a espada com as duas mãos, é difícil ferir o boneco sem antes se dispuser. Retrocedo os olhos para o chão, analisando o amontoado de palha que se aglomera debaixo dos meus pés e ao meu redor. Pobre manequim.

Suspiro para me recuperar e descanso por um curto período de tempo, calculando a próxima investida. Preparo a espada, a realocando em um espaço ao lado do meu busto e instalo com a força potencial acumulada no mesmo ponto do boneco. A espada afunda no seu tórax, em um corte profundo e disforme. Recuo para a minha retaguarda e deslizo as costas da mão canhota pelo cenho, livrando-me do suor resultante da exposição ao Sol e da constante movimentação. Por fim, eu tento remover a espada do fantoche, embora esteja cansada o suficiente para pensar em abandoná-lo ali. De acordo com a minha concepção, eu caminho para fora do âmbito. Que os outros campistas tentem tirá-la de lá, eu não vou me dar ao trabalho.
Selina Langdon
avatar
Morto
Mensagens :
11

Localização :
Perdida

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: ♦ Arena do acampamento

Mensagem por Kurt LeBeau em Ter 06 Dez 2016, 22:53




Kurt LeBeau-Dia de Treino

Longa distância  8:00 — 9:00

 Me arrependi de ter acordado tão cedo pra treinar, eu podia ter dormido mais um pouco e ter feito o treino da tarde. E pra piorar tudo, errei o horário do treino que eu queria, achei que o treino corpo a corpo era primeiro que o de longa distância.

Mas não seria um treino perdido, afinal chackrans também podem ser arremessados. Uma filha de Afrodite administrava o treino junto ao Edwin, filho de Apolo que conheci em Los Angeles numa ocasião não muito agradável.

Eles começaram dando explicações básicas sobre arquearia, mira e paciência. Inicialmente fiquei com um pé atrás quanto a filha de Afrodite, mas isso mudou quando ela acertou uma flecha ao lado da do Edwin na demonstração de tiro.

Todos tomaram seus lugares seguidos pelos instrutores, enquanto eu fiquei parado observando. Finalmente o Edwin me notou e veio caminhando em minha direção.

LeBeau, não é isso? Chalé 17. — Disse o rapaz apontando pra mim.

É, como andam as coisas depois de L.A.? — Talvez eu não devesse ter perguntado.

Mais calmas, mas ainda é um assunto inacabado. Vai treinar ou pretende aprender por osmose? — Ri da pergunta dele, foi uma piada inteligente.

Não sou do tipo que usa arco e flecha, por enquanto. — Respondi balançando Twister na frente dele.

Huuum... é, vai exigir um treino específico... — Ele comentou enquanto analisava a arma. — mas a gente dá conta.

Passamos pela instrutora para Edwin explicar a situação e depois fomos a um lugar um pouco mais afastado, onde se encontrava o sistema de alvos móveis. Posicionamos alguns e seguimos para a linha de tiro.

O filho de Apolo me mostrou diferentes modos de jogar o chackran, preferi jogar como se fosse um dardo, me pareceu mais fácil.

Tudo bem, eu vou ligar os alvos, não arremesse ainda. — Advertiu o garoto enquanto pressionava um botão verde no controle do sistema.

Todos os alvos começaram a se mover lentamente, cada um numa direção.

Tudo bem, agora escolha um alvo e me diga qual é.

O do meio, um pouco chamuscado na borda. — Respondi depois de selecionar um dos 4 alvos colocados.

Perfeito, foque nele e arremesse quando estiver pronto. — Ed apontou na direção do alvo.

Ele se movia lentamente, mas assim que ficou na minha frente eu joguei Twister em sua direção. O som de vento que ele fez durante o voo foi gratificante, já a minha precisão nem tanto.

Ed parou o sistema e partimos para a análise do alvo. A borda chamuscada agora faltava um talho, mas minha arma ficou bem presa na estrutura do sistema.

Tudo bem, você até tem um bom arremesso. “Obrigado” ”disse o meu sorriso simpático. — Mas, “Qualé Ed?” ”Você se precipitou. Me corrija se eu estiver errado, você esperou ele estar na sua frente pra jogar, não foi?

Assenti com a cabeça e ele respirou fundo, o que me evidenciou que eu cometi um erro simples e de principiante, talvez ele esperasse mais de mim.

Kurt, você acha que o alvo vai parar assim que você arremessar o chackran? Não cara, ele continua se movendo enquanto o chackran vai chegando nele e se você jogar tarde demais temos um resultado como esse. — Ele levantou o alvo mostrando o talho que eu tirei. — Quando eu e a Sophie falamos sobre paciência era sério, você precisa esperar o momento certo. Vamos tentar outra vez.

Substituímos o alvo, voltamos para a linha de tiro e repetimos o processo. Continuei dando preferência ao do meio, pois continuava me parecendo mais fácil.

Respirei fundo e aguardei até o alvo ficar pouco antes da minha linha de visão e, outra vez, ouvi o som do vento quando Twister deixou a minha mão e olhei na direção do Ed quando ouvi o som de madeira.

Me diz que eu acertei.

Não foi no centro, mas o chackran ficou no alvo dessa vez. — Ele passou a mão pelos meus ombros e apontou para o alvo se movendo com o disco brilhante cravado nele.

Abracei o garoto e depois que percebi o que estava fazendo me afastei, corado.

É, eu vou... Vou pegar Twister. — Estava completamente sem jeito de falar com ele então saí correndo.

Quando voltei tive a impressão de que ele achou isso muito divertido.

Se aparecer amanhã podemos melhorar a sua mira. — Com um sorriso ele começou a andar ao encontro dos arqueiros.

Vou pensar no seu caso. — Me virei na direção dos chalés e voltei andando com um enorme sorriso no rosto.

Kurt:
Arsenal:
— {Twister} Chackran [Chackran de bronze sagrado, de formato circular e vazado no centro. A empunhadura é apenas levemente abaulada, não afetando a aerodinâmica, e exigindo atenção na hora do uso para quem não está acostumado. Decorado com arabescos, faz o leve som do vento ao ser lançado no ar. Transforma-se em um pequeno chaveiro com guizos no nível 20.]{Bronze sagrado} (Nível mínimo: 1)[Recebimento: Presente de Reclamação de Éolo]
Poderes:
Nenhum poder
OBS's:
O encontro que os personagens se referiram ocorreu durante uma missão do Edwin. http://percyjacksonrpgbr.forumeiros.com/t8940-faca-me-um-favor-missao-one-post-interna-mediana-para-steve-c-wizard#265594

Dia:Dia de Treino   Lugar:Arena! Com:Minha consciência Humor: Aqui é Body Builder porra!  Vestindo: Isso (clique)
credits @
Kurt LeBeau
avatar
Filhos de Éolo
Mensagens :
43

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: ♦ Arena do acampamento

Mensagem por Lavínia Cavendish em Seg 12 Dez 2016, 13:55



Avaliação


Selina Langdon

Olá, filha de Ares! É sempre bom ler narrações de crias da guerra em seus habitats naturais, mas talvez por conta disto eu tenha adquirido uma expectativa um pouco alta com relação ao seu treino.

Você escreve muito bem e organiza tudo da forma mais correta e fluída possível, mas faltaram algumas coisas essenciais na atividade. Gostei da introdução, mas você não citou em nenhum momento o motivo de estar lá treinando. Foi pro vontade de evoluir? Por tédio? Filhos de Ares são quase autoridades na arena, e parecia mais que sua personagem estava lá apenas matando tempo sem saber direito o por quê.

Os golpes foram muito bem descritos, mas acredito que você poderia ter alongado um pouco mais o treino, colocar algumas particularidades e realmente explorar sua meio-sangue. Seu potencial é gigantesco, parabéns pela narração!


Coerência: 50/50
Estrutura, Coesão e Fluidez: 25/25
Adequação à Proposta e Objetividade: 8/15
Ortografia e Organização: 10/10
Total: 93 xp



Kurt LeBeau

Só pra falar que você pode citar a Lavínia como NPC também, tá? Jogando no vento assim a info.

Gostei muito do modo como você treinou, eu geralmente costumo envolver outros semideuses no meio das atividades também, torna menos monótono e clichê. Foi muito esperto também você não ter acertado tudo de cara como muita gente faz, visto que o Kurt ainda é novato independente de estar usando a arma de reclamação ou não.

O problema encontrado foi que você focou pouco no treino em si, poderia ter estendido mais (como o treinamento dura uma hora, deixou a impressão de que sobrou bastante desse tempo). Tente focar mais nos movimentos em si, nas impressões antes, durante e depois de efetuar um golpe e nos cálculos que deve fazer para que isso aconteça. No mais, parabéns pelo treino!


Coerência: 50/50
Estrutura, Coesão e Fluidez: 25/25
Adequação à Proposta e Objetividade: 10/15
Ortografia e Organização: 10/10
Total: 95 xp


Dúvidas, reclamações, desabafos: MP
© lavínia cavendish






white winter hymnal


Lavínia Cavendish
avatar
Líder dos Mentalistas
Mensagens :
435

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: ♦ Arena do acampamento

Mensagem por Psiquê em Seg 12 Dez 2016, 14:46




Atualizado!




How fickle my heart and how woozy my eyes, I struggle to find any truth in your lies. And now my heart stumbles on things I don't know, my weakness I feel I must finally show. Lend me your hand and we'll conquer them all but lend me your heart and I'll just let you fall, lend me your eyes I can change what you see, but your soul you must keep totally free
Psiquê
avatar
Administradores
Mensagens :
966

Localização :
Castelo maravilhoso do Eros

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: ♦ Arena do acampamento

Mensagem por Hetton Feak em Ter 13 Dez 2016, 13:07


{ TREINO - ESPADA E ESCUDO }



O sabre chacoalhava a cada passo que Hetton dava em direção à arena. O tritão carregava consigo a arma e um bracelete que se convertia em um escudo prateado, ambos adquiridos em diferentes momentos onde sua vida se virava a apenas um propósito: proteger sua acolhida, Angel.

O intuito desse treino era simples: aprender a utilizar, ao menos basicamente, tanto o escudo quanto o sabre.
Hetton era bom utilizando o tridente, ele lhe servia muito bem quase como a continuação de seu próprio corpo, afinal, treinara com ele desde a infância – quando mal conseguia segurá-lo.

Porém, dada as atuais circunstâncias, precisava não só se precaver e aprender a utilizar vários tipos de equipamento, mas devia também se aprimorar ao máximo. A guerra estava chegando, ele sentia isso desde sempre. E, com o anúncio que recebera pela manhã, ele sabia.

Logo quando acordara havia, dentre várias mensagens diárias que várias aldeias submersas enviavam para o acampamento com informações variadas, de localização de semideuses a suprimentos em si, um pedido de seus pais e um requerimento do líder de sua antiga residência para que o jovem tritão retornasse a casa, que sua ajuda era necessária.

De fato, a carta não falava nada além do pedido, mas estava claro. No mundo submarino, escondido de praticamente todos os semideuses e criaturas terrenas, existia uma incessante disputa entre as pequenas aldeias que ficavam próximas aos continentes e as aldeias que ficavam mais distantes. As razões por quais existia essa batalha já haviam se perdido por milênios, porém por ela rodeava uma questão cultural e territorial, como se o povo do oceano profundo quisesse dominar a terra e o povo das bordas não deixasse.

E foi pensando nisso que Hetton alcançou a arena, vestindo uma bermuda leve de um material qualquer e a camiseta do acampamento. Nos pés, uma sandália que facilitava o movimento e não fazia seus pés esquentarem de forma incomoda.

Adentrou a arena, sério pelos devaneios, e observou ao redor os vários semideuses disputando em duelos, outros observando e aguardando sua vez - como em seu primeiro treino - outros digladiando contra bonecos de palha parados ou que se moviam por algum mecanismo.

- Hey, Hetton! – Chamou uma voz conhecida, pronunciando o nome do tritão num sotaque inconfundível – Esqueceu o tridente no seu aquário? – Brincou.

Hetton não tinha lá tanta afinidade com muitos semideuses. Na realidade, com nenhum além de sua protegida.

Qualquer outro contato tinha sido puramente superficial, como na enfermaria de Silvia (com a própria) ou em treinamentos como o que estava prestes a desenvolver. A jovem que lhe chamava era Nayara, uma filha de Héstia de cabelos cacheados e com um ar felino, treinara com ele da última vez empunhando duas espadas e atirando bolas de fogo.

- Olá. – Respondeu o tritão, se aproximando. – Eu vim testar esses novos brinquedos. – Disse, batendo com a palma na bainha e chacoalhando o pulso ao mostrar o bracelete.

- Ah, que interessante. E você quer fazer isso agora? Eu estou livre. Posso te ajudar com algumas coisas.

Hetton aceitou e ambos se dirigiram a um canto da arena com espaço suficiente para a disputa.

O tritão envolveu o cabo com a mão direita e puxou o sabre de ouro e mexeu o pulso esquerdo fazendo com que o escudo circular se abrisse num leque. Estava desconfortável, o costume de empunhar com ambas as mãos o tridente impregnava sua postura e movimentos, mas teria de se acostumar.

Fazendo um “x”, Nayara puxou suas lâminas de bronze e posicionava-se com a guarda praticamente aberta. Seus shorts facilitavam sua movimentação, algo que era crucial para seu estilo de luta. Semideusa e tritão tomaram a distância necessária para enfim começar.

Hetton ergueu o escudo na altura do queixo, observando sua oponente por cima do escudo, armando-se com o tronco de lado. Não tardou para que a filha de Héstia avançasse.

Ela passeou ágil pelo pouco espaço entre eles e começou o estardalhaço, batendo uma, duas, três vezes alternando o uso de sua dupla empunhadura. Hetton estremeceu, pois segurar um escudo era infinitas vezes pior do que defender um impacto com o cabo do tridente – tinha apenas um braço de força. Não somente isso, o som de metal contra metal era irritante e seu membro, mesmo usando brevemente, já ardia.

O jovem tritão provavelmente não demonstrava uma feição muito feliz, o que Nayara percebeu e se afastou.

- Você não está muito apto, ainda. Mas isso requer treino, Hetton. Seu braço vai doer só por segurar o escudo, vai doer muito mais quando levar tantos golpes. Vamos de novo.

Ele afirmou com a cabeça e manteve o escudo firme. Ela veio implacável.

O primeiro golpe, um corte preciso na vertical, o tritão desviou com um salto para trás. O segundo, logo em seguida, veio pela horizontal com a outra espada. Hetton ergueu o escudo e o baque foi certeiro. O terceiro ataque surgiu praticamente no instante seguinte. Ele era forçado a dar passos para trás, evitando o desequilíbrio e uma possível queda, a cada golpe poderoso vindo de sua adversária.

- Você parece muito mais forte e ágil do que da última vez. – Comentou ele, tomando mais um ataque.

Era óbvio que Nayara estava pegando leve. Hetton via que seu posicionamento estava todo desfalcado, sua movimentação prestes a desabar. Mas a filha de Héstia se mostrava como uma ajudante, gentilmente ensinando o porte do escudo ao tritão.

Eles paravam, trocavam ideias e retornavam ao mesmo estilo de luta onde Hetton se defendia das ferroadas incessantes da garota.

Um baque estridente, o tritão saltou para trás de uma forma diferente das anteriores, pousando mais distante.

Houve uma pausa em sua mente, pensou e refletiu que fazer as mesmas coisas não faria tanto efeito quanto mudar sua estratégia. Aprenderia mais, também.

Dessa vez, ele avançou junto com Nayara. Quando ela ergueu a espada em ataque ele ergueu o escudo, porém, a jovem girou o tronco – mudando sua posição – achando uma breca na defesa de Hetton. Pousou a espada demonstrando a estocada que podia ter feito, eles se separaram.

- Mais rápido!

Ele correu, ela correu. Espada e escudo se erguem. Um giro!

Dessa vez a garota girou pelo outro lado, mas Hetton se precaveu descendo o escudo e bloqueando o ataque.
Porém, a guarda se abria para a segunda lâmina.

Pela primeira vez naquela manhã o tritão usaria seu sabre. Quando a espada de bronze veio em sua direção, ele movimentou o sabre de maneira desajeitada, mas firma o suficiente para repeli-lo de alguma parte de seu corpo.

Hetton tinha um segundo para pensar depois disso tudo e experimentou da maneira que pode. Como uma onda quebrando espraiou-se de braços abertos, rechaçando ambas as lâminas de sua oponente num susto e avançando uma inesperada precisão.

O escudo bateu no tronco da filha de Héstia e a afastou cambaleando. Aproveitando a deixa, o tritão desferiu um ataque na horizontal com o sabre. Sentiu seu peso no movimento, via que era leve e precisaria melhorar o jeito que a segurava.

Hetton teve seu ataque repelido e então bloqueou com o escudo mais golpes de Nayara, já recuperada. Pouco a pouco ele sentia um padrão na sequência de ataques e buscava uma brecha para seu próximo avanço.

Quando viu, acometeu-se no avanço. Com o escudo bloqueou a lâmina da esquerda e com o sabre bateu na da direita, de modo que abrisse uma brecha para a investida pelo tronco. De brecha dada, a leveza de sua arma trouxe uma velocidade propícia ao corte pela horizontal que desferiu.

Entretanto, a clara experiência da semideusa demonstrava que já estava acostumada com tudo aquilo. Saltou para trás no momento do golpe do tritão, cortando o ar.

- Bom, bom. Viu os padrões, não está se mantendo só na defesa. É um avanço, mas precisa melhorar muito ainda. –  Disse a garota.

Hetton suava. A cada aventura, a cada treino, acostumava-se com a utilização dos membros inferiores e isso era fantástico para ele. Na batalha em si melhorava gradativamente da mesma forma e, agora, buscava uma visão mais estratégica da que fora treinado no fundo do mar.

- Eu acho que devo me movimentar mais. Estou errado? – Perguntou o tritão, decerto curioso.

- Não, não está. A movimentação evita uma luta travada. Porém, deve haver um equilíbrio. Lá fora, nas lutas mortais, uma luta travada pode salvar sua vida e um passo em falso pode tirá-la. Continuemos?

Ele concordou, ela avançou.

Nos reflexos que tinha tentou concretizar o que havia pensado. Quando a garota deu seu primeiro ataque, óbvio e defensável, Hetton fez um movimento de soco contra o golpe com seu escudo. O baque rebateu a arma e prejudicou a segunda investida da jovem.

Assim que ela desferiu seu segundo golpe o jovem tritão passeou para o lado e girou o corpo com o sabre preparado para um ataque mais potente. O giro proporcionou uma energia mais feroz e a combinação de prejuízo anterior mais a potência do recente encontro da espada com o sabre fez com que a garota fosse desarmada no impacto.

A arma girou no ar e caiu em algum lugar por perto. O rosto de Nayara era um misto de surpresa, uma pitada de dor e animação pelo breve sorriso que deu.

Hetton se sentiu grato pelo feito. Desfez seu escudo num momento e preparou-se para um duelo mais aberto.

Ambos avançaram juntos, lâminas se encontraram. Hetton tentava dançar como a garota dançava – e ela era rápida. Um golpe rechaçava o outro, mas alguns passavam e criavam cortes mínimos, filetes de sangue ou simplesmente algum roxo que só iria doer quando seus corpos esfriassem.

Ele atacava, ela saltava para trás e tentava estocar com a espada. Porém, ele batia com a espada e investia, mas ela bloqueava e o ciclo se repetia de várias formas. Giravam, gemiam pela dor. Suavam e então, quando a velocidade começou a diminuir e os dois começaram a ofegar incessantemente, decidiram que era melhor encerrar por ali.

Hetton olhou para sua colega.

- Na próxima vez que nos vermos... Poderíamos treinar com os poderes. – Sugeriu. Ao ouvir, ela sorriu.

- Poderíamos, mas seria injusto. Eu manipulo o fogo e você a água. – Riu brevemente. – Mas poderíamos.

Eles se despediram, Hetton guardou seu sabre.

Itens Utilizados:
{Wathery} / Bracelete [Um bracelete de prata que pertencia à Angel e que, como recompensa, ela o ofereceu a Hetton. Ele possui o desenho de ondas entalhadas no mesmo e, quando o tritão se concentra o bracelete se expande, formando um escudo circular com os mesmos desenhos de onda, possuindo resistência de um escudo comum. Caso seja amassado poderá ser consertado em uma forja.]{Prata} (Nível Mínimo: 4) {Não controla nenhum elemento} [Recebimento: missão "Fear", avaliada por Nyx e atualizada por Psiquê.]

{Guardian Angel} / Sabre [É mais leve do que uma espada e um tanto frágil em termos de material utilizado em sua confecção. Tal arma possibilita o usuário tanto poupar a vida do adversário, causando apenas contusões ou danos pela velocidade do metal contra o alvo, quanto realmente ferir o oponente. O punho é envolvido por uma faixa de couro que se enrosca no metal na forma duas asas. Requer certa maestria no uso.] {Couro e ouro} (Nível mínimo: 5) {Sem elementos} [Recebimento: Missão "Rescue The Angel", avaliada por Phobos e atualizada por Psiquê.]


Poderes Utilizados:

Passivos -
Nível 1

Transformação – Além de respirarem normalmente na água, também conseguem se manter fora dela sem problemas respiratórios, ainda que nesse nível só possam se manter 3 dias longe da água, após esse período devem mergulhar novamente em uma fonte de água natural, ou começarão a perder HP. O período de afastamento aumenta em 3 dias a cada nível. Além disso, aqueles que possuem caudas, como os tritões, adquirem pernas e características humanóides que os permitem agir na terra normalmente, controlando essa transformação quando em água.

Ativos -
N/A


Hetton Feak
avatar
Espíritos da Água
Mensagens :
70

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: ♦ Arena do acampamento

Mensagem por Vitor S. Magnus em Qui 22 Dez 2016, 20:34


Avaliação
Arena
Hetton Feak


H
etton! Você foi muito bem! Para um... Escamoso (?) Brincadeiras à parte. Você narra muito bem, cara. E consegue descrever os acontecimentos de maneira excelente. Não fiquei brisando e tentando entender o que se passava na narração - como acontece na maioria das vezes... Até quando eu narro - porque você deixa claro o que tá imaginando e isso é ótimo.

Você fez um treino muito bom. Mostrou a dificuldade com uma nova arma, o costume se desenvolvendo aos poucos e a experiencia sendo evoluída.

Vi duas ou três palavras faltando uma letra, mas isso não desconta nada, apenas releia com calma sempre que for postar.

No mais... Se continuar surpreendendo assim, com certeza vai ser um dos maiores desafiantes da arena! Parabéns.

Coerência: 50/50
Estrutura, Coesão e Fluidez: 25/25
Adequação à Proposta e Objetividade: 15/15
Ortografia e Organização: 10/10
Total: 100 xp


Qualquer dúvida, reclamação, stress... Só enviar MP

Vitor S. Magnus
avatar
Monitor de Ares
Mensagens :
363

Localização :
Chalé de Ares

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: ♦ Arena do acampamento

Mensagem por Orfeu em Seg 26 Dez 2016, 02:35

mal feito, feito!
atualização!
Orfeu
avatar
Administradores
Mensagens :
531

Localização :
Garota, eu vou pra Califórnia. ♪

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: ♦ Arena do acampamento

Mensagem por Kim Tae-yeon em Ter 14 Fev 2017, 16:30

Treinamento de Batalha - Diaspro

.  A expressão de Diaspro só aumentava o meu ódio por ela naquele instante. Seu sorriso cínico e suas palavras debochadas eram ecoadas entre um grupo de semideuses desocupados que assistiam nosso duelo. Eu estava a alguns metros da garota quando cambaleei e caí de joelhos, apoiando-me com a ponta da lança.

Viu? Você é fraca, Yeon — A garota ria junto aos outros ao redor enquanto girava uma de suas adagas prateadas entre seus dedos — devia retornar para aquele bairro chinês maldito qual nunca devia ter saído a inicio.
É mesmo, seus pais não suportam você também! Coitada!
Cale a boca, Diaspro! Você não sabe nada sobre mim! — Gritei, impulsionando meu corpo para frente e posicionando a lança contra a garota arrogante.

Diaspro não parecia surpresa com meu ataque. Pelo contrário, parecia extremamente preparada. Ela girou o corpo, atingindo minhas costas com um corte rápido com sua lâmina. Caí enquanto sentia uma dor momentânea e certa ardência.

Patética! — Diaspro riu com desdém, atingindo meu ombro esquerdo com um chute que me abalou.
Chega! — A dor pareceu se suprimir quando voltei minha atenção e foco completamente a garota loira. Seus cabelos cacheados caíam sobre os ombros e a maquiagem pesada em seu rosto fazia com que eu me sentisse estar lutando contra um palhaço numa armadura estilosa. Estilosa não, ridícula.
Estendi a mão, tocando a lança com a ponta dos dedos e sentindo toda a extensão do cabo e de seu poder em relação a meu corpo. Eu era filha de Ares e precisava ter forças para lutar quando ninguém mais tinha. Eu era meu único refúgio, minha rocha.

O que aconteceu depois daquele segundo de reflexão foi um pouco confuso. Apesar da dor do corte nas costas e todos os outros golpes baixos que a prole de Afrodite havia me desferido meu corpo parecia suprimir qualquer dor temporariamente contanto que eu estivesse ativa e em movimento. Um movimento rápido e a lança girou sobre meus braços, reposicionando a arma a meu favor novamente antes desferir um golpe em direção a garota que novamente desviou, só que desta vez, girei o cabo para que atingisse-a. Assustada, Diaspro caiu para trás antes de levantar-se as pressas. Apoiei a ponta da lança contra o chão, levando a arma em diagonal em direção à garota que agora estava coberta de areia da arena.
Desgraçada! O que é isso? Meu cabelo!
Acha mesmo que pode me ofender e sair ilesa garota? Eu vou te destruir!

Com o cabo, flexionei os joelhos e ataquei Diaspro sobre a cortina de areia que se formava. Um barulho de “clanque” ecoou, derrubando a filha de Afrodite contra o chão bruscamente. Atordoada, ela tentou levantar-se, sem sucesso é claro. A ponta de minha lança logo encontrou o solo novamente, parando próxima a seu pulso direito — qual ela tentava alcançar sua adaga. Pude sentir meu rosto arder quando fixei meu olhar direto contra a jovem Diaspro que havia passado de uma megera diabólica e um poodle assustado.
Nunca. Mais. Me. Desafie.
Maluca! Monstro! Você é um monstro! Tirem-me daqui! — Ela gritava desesperada para seus irmãos que vinham a seu encontro.

Corra sua... — minha voz falhou enquanto meu corpo explodia em dor. Caí de joelhos, estática. Antes de perder a consciência, pude ver minha inimiga voltando a rir com seus irmãos enquanto cantava vitória. A questão que destruía meus pensamentos e o resto do meu corpo era: eu realmente havia vencido aquele duelo?


Habiliades Utilizadas&Arsenal:

◊Habilidades Passivas◊

◊ Perícia com Lanças [Nível 01]
A arma preferida de Ares é a lança, e ele sempre foi retratado como indo à batalha portando uma. Por suas preferências, seus filhos herdam como característica a facilidade no aprendizado e manuseio no mesmo tipo de arma. A habilidade reflete apenas a familiaridade, e um aprendizado mais facilitado se comparado ao uso de outras armas, mas não um conhecimento automático ou uma capacidade insuperável, sendo que a habilidade reflete o nível do personagem e está em constante evolução, mas não significa que não seja passível de erros.

◊ Força Aprimorada [Nível 01]
Ares é conhecido pela sua beligerância, estando sempre em treinos e exercícios constantes para exercer seus domínios. Seus filhos também herdam a mesma aptidão física, possuindo um corpo geralmente atlético e delineado, mesmo que não sejam musculosos, e uma força aprimorada se em comparação com semideuses de outra origem. Ainda perdem para filhos de Héracles, e não são páreos para semideuses treinados de nível mais alto, mas quando comparados com humanos comuns ou semideuses de outra origem não relativa à força física, suas capacidades de força são cerca de 15% maiores.

◊ Destemor [Nível 04]
Como legítimos filhos do deus da guerra, as proles de Ares não sentem tanto medo diante de uma batalha, conseguindo controlar seus sentimentos e encarando os desafios. Isso lhes dá imunidade a poderes de medo ligados diretamente ao emocional, se vindos de oponentes até 10 níveis mais fracos. Entre isso e 5 níveis acima, adquirem resistência de 50%, e entre 10 e 20 níveis, 25%. Acima disso, são afetados normalmente.

◊ Habilidades Ativas ◊

◊ Fúria [Nível 01]
Ares nunca foi famoso pela calma ou paciência e, quando em batalha, deixa-se levar pelo espírito de combate. O mesmo ocorre com seus filhos. Ao ativar este poder, o semideus entra em um estado parcial de fúria - ele ainda pode diferenciar amigos de inimigos, e sua mente fica focada em combate, de modo que poderes mentais contra eles são reduzidos em 10%. Contudo, isso faz com que poderes que exijam calma e concentração ou mesmo foco detalhado não possam ser ativados/ utilizados. Por outro lado, lhes fornece uma bonificação de dano de 25%, desde que em ataques corporais (seja com ou sem armas) por três rodadas (considerando apenas dano base, não proveniente de poderes, elementos e afins que a arma possua). Não modifica a chance de acerto, contudo. 1 vez por combate. [Modificado, antigo "Agressividade e selvageria]


◊ Arsenal ◊

{Wrath} / Lança de artilharia [Lança longa, de 2m de comprimento. O cabo é feito de mogno, recoberto em bronze sagrado, sendo resistente porém mais leve que uma lança comum. A ponta é de bronze sagrado. Em toda sua extensão pontos avermelhados podem ser vistos: são engastes em rubi, decorando o cabo.] {Bronze sagrado, mogno e rubi} (Nível Mínimo: 1) {Não controla Nenhum Elemento} [Recebimento: Presente de Reclamação de Ares]



OBS: FAVOR CONSIDERAR MUDANÇA DE NOME DA PERSONAGEM COMO SOLICITADO NESTE TÓPICO ANTES DA POSTAGEM DO TREINO http://percyjacksonrpgbr.forumeiros.com/t11030-mudanca-de-nome

Kim Tae-yeon
avatar
Filhos de Ares
Mensagens :
68

Localização :
AHS

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: ♦ Arena do acampamento

Mensagem por Zoey Montgomery em Qua 15 Fev 2017, 11:56


Avaliação
Arena
Kim Tae-yeon


K
im! Antes de mais nada, bom dia :3

Vamos lá. Sua narrativa é fluída e envolvente, e o jeito como narrou as emoções da personagem - além das reações da NPC (acredito que seja uma NPC) - foram muito interessantes. Não avistei erros gritantes ou coisas que mi fizessem descontar pontos de sua narração.

No demais, meus parabéns!

Coerência: 50/50
Estrutura, Coesão e Fluidez: 25/25
Adequação à Proposta e Objetividade: 15/15
Ortografia e Organização: 10/10
Total: 100 xp


Qualquer dúvida, reclamação, stress... Só enviar MP

Zoey Montgomery
avatar
Filhos de Apolo
Mensagens :
1181

Localização :
Ilha de Circe

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: ♦ Arena do acampamento

Mensagem por Conteúdo patrocinado

Conteúdo patrocinado

Voltar ao Topo Ir em baixo

Página 9 de 12 Anterior  1, 2, 3 ... 8, 9, 10, 11, 12  Seguinte

Ver o tópico anterior Ver o tópico seguinte Voltar ao Topo

- Tópicos similares

Permissão deste fórum:
Você não pode responder aos tópicos neste fórum