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♦ Arena do acampamento

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♦ Arena do acampamento

Mensagem por ♦ Eos em Sex 11 Set 2015, 22:26

Relembrando a primeira mensagem :



Arena do Acampamento


Treinos e Horários




• Matutino:

    — 08:00 às 09:00 — Treino de Armas brancas de longa distância;— 09:00 às 10:00 — Treino de Armas Brancas de curta distância;— 10:00 às 11:00 — Treino de Combate aos monstros.

• Diurno:

    — 14:00 às 15:00 — Treino de Combate aos monstros;— 15:00 às 16:00 — Treino de Armas Brancas de curta distância;— 16:00 às 17:00 — Treino de Armas brancas de longa distância.

• Noturno:

    — 19:00 às 20:00 — Treino de Armas Brancas de curta distância;— 20:00 às 21:00 — Treino de Combate aos Monstros;— 21:00 às 22:00 — Treino de Armas brancas de longa distância.



Instruções Gerais
e
Regras





• Post Inicial;
• Condições climáticas: Definida pelo player;
• Horário: Definido pelo player;
• Local: Arena do Acampamento Meio-Sangue;
• Sem mortes ou perdas de itens;
• O não cumprimento das regras aqui descritas poderá acarretar em punições diversas;
• Se tiverem alguma dúvida, podem perguntar a qualquer deus estagiário por Mensagem Privada (MP);
• Não há mínimo nem máximo de linhas ou palavras exceto pelas já especificados nas regras gerais, mas espera-se um post bem descrito;
• Quaisquer poderes ou equipamentos utilizados por vocês devem vir em quote ou spoiler, de preferência separando poderes ativos de passivos;
• Sem máximo nem mínimo de equipamentos, desde que seja possível levá-los;
• Esse tópico é monitorado e avaliado pelos deuses em geral e pelos monitores.

    — Tal medida foi tomada com o intuito de não sobrecarregar os avaliadores.— Tendo isto em vista, todos os tópicos desse gênero podem conter até dez (10) treinos.


    — Quando chegar nesse limite, ninguém mais pode postar. Caso contrário, o treino será ignorado.— Quando o deus responsável pelo tópico avaliar, até mais dez treinos poderão ser postados até que haja uma nova avaliação.


    — Cada player pode postar um  único treino por atualização, independente do tipo de treino;— O descumprimento da regra acarretará a anulação dos treinos posteriores ao primeiro.


• A quaisquer sinais eminentes de plágio, punições severas serão aplicadas.

    — A primeira punição será o ban por IP durante uma semana;— Numa segunda infração, a punição será ban eterno.

• Treinos noturnos são atribuídos àqueles cujas descendências divinas diretas se dão por deuses ligados à noite ou à obscuridade;

    — Encaixam-se entre tais deuses: Hades, Melinoe, Phobos, Deimos, Hécate, Morfeu, Nyx, Thanatos, Selene, Ártemis, Nêmesis e Circe;— Para qualquer treino noturno cujo semideus em questão não tenha um progenitor devido para o horário, haverá a anulação do treino.

• A premiação máxima segue as regras do fórum;

    — A premiação máxima é composta de: cem de experiência.

• O critério de avaliação segue as regras do fórum;

    — O critério de avaliação é composto de: coerência; ortografia; estrutura e fluência; uso de armas e poderes;

      — Coerência definirá: cinquenta de experiência;— Ortografia e Organização definirá: dez de experiência;— Coesão, Estrutura e Fluência definirá: vinte e cinco de experiência;— Objetividade e Adequação à Proposta definirá: quinze de experiência.


• Instruções aos players:

    Dicas de Postagem Geral:
    Prestem atenção em todas as informações que lhes foram dadas;Usem um corretor ortográfico, para evitar grandes perdas neste ponto;Tentem não usar templates ou tables que prejudiquem a leitura ou modifiquem de forma drástica a largura ou a altura do texto;Evitem o uso desmedido de muitas cores que possam, de alguma forma, tornarem a leitura menos envolvente;Sejam objetivos no sentido de não enrolarem, ou seja, não adicionem detalhes desnecessários;Caso não saibam algo, procurem no fórum e em fontes externas confiáveis ou perguntem para qualquer deus estagiário via Mensagem Privada (MP);Não copiem a introdução dada pelo narrador: interpretem-na segundo a vista dos seus personagens;Tenham bom senso.

• Tópico criado após sugestão de Asclépio;
• Tópico criado com a aprovação de Deméter e Athena;
• Boa sorte a todos os campistas.

Créditos da organização/ formatação geral a Logan Montecarlo

♦ Eos
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Re: ♦ Arena do acampamento

Mensagem por Hécate em Qui 16 Fev 2017, 19:58






Hécate

.:: deusa da magia e das encruzilhadas :: mestra da névoa :: adm do pejotinha ::.

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Re: ♦ Arena do acampamento

Mensagem por Sasuke Fukui em Ter 21 Fev 2017, 00:35


Lonely, I'm Mr. Lonely

tiro ao alvo ou aos meus problemas?


Estava me sentindo só. Não entenda mal, não estava isolado e sem ninguém com quem falar. Desde minha chegada havia feito bons amigos, como Bryan, Will e Ygren (este último, meu irmão, já estava ocupando sua vaga nos Elísios), mas algo ainda faltava para o filho de Afrodite que vos fala. Isso aí, parabéns se você acertou. Faltava-me amor.

Tinha amado de alguém inatingível e ela foi embora. Depois pensei sentir algo mais por outra e ela também se provou longe do meu alcance, seu coração já tinha um dono. Pela primeira vez em toda a minha vida havia um vazio que a música, a dança, o teatro e os amigos não poderiam preencher e isso me deixava completamente louco. Foi por isso que resolvi ir à arena naquele início de manhã.

Apenas filhos de Eos estavam de pé e dispostos àquela hora, mas a arena estava vazia. Os bonecos de madeira estavam lá, imóveis e sem concorrência, então tranquilamente me aproximei com a aljava nas costas e o arco na mão. Ao enganchar a primeira flecha e apontá-la, senti o familiar formigamento que saía das pontas dos dedos e se estendia por meus braços até atingir meu corpo todo. Pedi a bênção de minha mãe e atirei.

Na mosca! Exatamente no coração do boneco de madeira. Como esperado, a sensação de vazio pareceu se esvair gradativamente. Não era a verdade, contudo, apenas as habilidades herdadas da deusa mais bela do Olimpo estavam aflorando o suficiente para subjugar o sofrimento. Outra flecha atirada, esta não tão certeira quanto a primeira, mas ainda em local perigoso se o alvo fosse real.

Flecha após flecha, giro após giro, os bonecos de madeira foram se transformando em adversários facilmente subjugados. A aljava fornecia as armas infinitamente e minha atividade não parava, saltando de um lado a outro e rolando pelo local ao simular batalhas. A camisa laranja do acampamento estava empapada de suor e meus cabelos assanhados para todos os lados, havia poeira por todo o meu corpo. Qualquer interesse por aparência era-me supérfluo.

Mais uma flecha e o peito do último boneco estava completamente cheio, bem como os demais. Minha respiração entrecortada e os batimentos acelerados denotavam o esforço feito e minha boca seca ansiava por água. Inspirando profundamente e expirando devagar, comecei a acalmar meu corpo e reunir as flechas fincadas na madeira. Depois de tê-las guardado na aljava mágica, bebi uma boa quantidade de água e voltei para o chalé a fim de tomar um banho. O vazio ainda estava lá, é claro, mas eu tinha conseguido tirar meu foco de cima dele.

~*~

Adendos:

Armas:

{Arche de l'Amour} / Arco longo [De cores dourada e prata, este arco de bronze sagrado possui um desenho elegante e chamativo, mas não vulgar. Para todos os efeitos, age como um arco longo comum. No nível 20 transforma-se em um anel que faz par com Enchantè.] {Bronze sagrado} (Nível Mínimo: 1 ) [Destreza/ Ataque/ Poder de precisão][Recebimento: Presente de Reclamação de Afrodite]

{Enchantè} / Aljava de Flechas Infinitas [As flechas reluzem claramente, dado o acabamento mais elegante se comparado à armas de outra origem. Porém, são apenas flechas de bronze sagrado. O compartimento é feito de couro, decorado com filigramas metálicas. No nível 20 transforma-se em um anel que faz par com o Arche de l'Amour.] {Couro e bronze sagrado; Madeira de freixo e bronze sagrado} (Nível Mínimo: 1) {Não controla Nenhum Elemento} [Recebimento: Presente de Reclamação de Afrodite]

Poderes:

PASSIVOS:
Perícia de Arqueiros (Nível 2) -
Você pode não ser melhor que os filhos de Apolo ou as caçadoras, mas a habilidade que tem é notória e admirável. Pode realizar tiros diversos e não muito complexos, assim como pode se adequar a todo o tipo de arco. A habilidade aumenta com o nível.

.:: narração :: falas :: pensamentos :: falas de outros ::.
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Re: ♦ Arena do acampamento

Mensagem por Lavínia Cavendish em Sex 10 Mar 2017, 17:32



Avaliação


Sasuke Fukui

Olá Sasuke! Bem, você escreve muito bem e não encontrei grandes erros ou incoerências, mas também não achei um treino fenomenal.

Sim, sou dessas que acha que tudo que devemos fazer deve ser bem feito e todo aquele blá blá blá de autoajuda do Facebook, e li sua narração sem receber demais detalhes ou caracterizações do personagem. Eu sei que você inseriu no início alguns pensamentos e um pouco do passado do semideus, mas digo em questão do presente, de como ele se porta na arena e quais impressões tira dela.

Foi tudo como um grande resumo de um treino rápido, e mesmo que seja narrado em um dia totalmente ordinário e até mesmo tedioso, tem como ser feito de maneira agradável e envolvente. Da próxima vez tente inserir algum diálogo — mesmo que do personagem com ele mesmo —, uma ação particular, descrições mais detalhadas do que está acontecendo e principalmente dos golpes que desfere. Saia da monotonia e clichê de tiro ao alvo que podemos ler no tópico de 2012.

Também não esqueça de colocar algumas dificuldades no treino, ou até mesmo obstáculos que façam com que tudo tenha sentido. Não acrescenta em nada o personagem ser quase um herdeiro de Apolo e ir treinar em simples tiro ao alvo do Acampamento, né? (Não que seu personagem seja um, visto que é filho de Afrodite e apenas nível 19. Perícia não garante maestria.)

Mas enfim, parabenizo pelo treino, gostaria de continuar lendo mais narrações do seu personagem. Até a próxima!

Coerência: 40/50
Estrutura, Coesão e Fluidez: 23/25
Adequação à Proposta e Objetividade: 7/15
Ortografia e Organização: 10/10
Total: 80 xp

Dúvidas, reclamações, desabafos: MP
© lavínia cavendish






white winter hymnal


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Re: ♦ Arena do acampamento

Mensagem por Hécate em Sex 10 Mar 2017, 18:59






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Re: ♦ Arena do acampamento

Mensagem por Luke Du Couteau em Ter 28 Mar 2017, 11:25


Luke
Du Couteau

Treinamento
Treinamento de Esgrima
Luke estava determinado a destruir aquele boneco de treino o mais rápido possível. O rapaz havia acordado cedo no chalé deserto de Nêmesis e decidiu começar a desenvolver suas habilidades combativas o mais breve possível. Desde o último ocorrido na dimensão ômega o rapaz não suportava a ideia de falhar novamente e muito menos ficar a mercê da sorte.

Como era esperada a arena estava deserta como o chalé, contando apenas com alguns bonecos de madeira empalhados e espalhados por ali. Luke caminhou pelo solo arenoso e pode ver sua sombra por entre os primeiros raios do sol da manhã que penetravam a abóboda. Preparado e focado, Luke tirou sua espada do suporte e posicionou-se para iniciar a batalha.

O garoto avançou, jogando todo o seu corpo para frente e em disparada para atingir o alvo — um boneco a alguns metros à frente. Seus passos eram largos e firmes e podiam ser ouvidos por todo o local. Ele segurou firme o cabo da lâmina, desferindo um golpe lateral na altura da barriga do boneco que se moveu com o corte. Ele parou, girando o corpo em seguida e com o próprio peso do giro desferiu outro golpe agora em uma crescente que atingiu as costas do boneco.

Com o solavanco, o garoto inclinou-se para frente e fora parado pelo peso do corpo. Frustrado, ele retornou a posição de ataque e tentou um golpe retilíneo visando perfurar a coluna do boneco. Ele flexionou os dois pés e com as duas mãos firmes golpeou a madeira que emitiu um barulho de perfuração. Devido ao excesso de força, o rapaz sentiu uma dor ao bater seu peito contra a base da espada que agora estava empencada no boneco.  Apesar de ter suas motivações Luke ainda era um amador e agia pela base da força.

Ele segurou com as duas mãos a lâmina e a retirou com a ajuda de um de seus pés que empurrava o boneco para trás, caindo no chão em seguida. Frustrado e decepcionado com si próprio, a prole de Nêmesis se recordou por um breve instante dos momentos de terror que havia vivido na dimensão nula ao lado da filha de Ares. Ele não poderia falhar novamente e a sorte provavelmente não o ajudaria novamente, planejamento e calma sim.

De pé novamente e pronto para o combate, Luke decidiu analisar melhor seu oponente. Seus braços estavam sempre abertos e seus golpes eram sempre muito brutos e sem “jeito” para causar danos reais em batalha e devido a isso um ataque mais lateral seria a melhor saída. Dois passos e o garoto girou a lâmina de cima para baixo, atingindo o braço direito de madeira que agora recebia um corte médio. Ele parou após o ataque, virando-se novamente contra o outro braço e desferindo o mesmo golpe só que de cima para baixo. Um sorriso surgiu no canto de seus lábios e ele havia finalmente entendido o processo.

Luke treinou seus golpes laterais por alguns minutos antes de seguir com ataques que atravessavam seus oponentes pelo lado direito e esquerdo e ferindo-os simultaneamente. A espada permitia que o garoto apenas deslizasse pelo abdome do oponente enquanto corria com mais facilidade que o normal. Depois de diversos cortes e um boneco novo para manutenção, o rapaz desabou ali mesmo, exausto antes de levantar-se e seguir rumo ao chalé de Nêmesis.



Considerações&Ornamentos:


— Considerações —



A história de Luke pode ser resumida em que o rapaz fora usado como oferenda por seu pai que participava de um grupo de historiadores que acabaram invocando uma entidade dimensional chamada Jaenus. Ele foi jogado na dimensão ômega que nada mais é que um espaço vazio e obscuro onde a magia primordial reside e o terror da humanidade também. O garoto acabou sobrevivendo durante anos normais que pareceram milênios na dimensão e só escapou com a Ajuda de Kim Tae-yeon, filha de Ares que esta relatando este período em uma DIY que também será integrada com a deste personagem. Só um resumo mesmo. rs



— Armas —



{Balance} / Espada longa de uma mão.
[Seu formato é simples, com a guarda reta e empunhadura anatômica, de couro avermelhado. Sua cor é prateada, com entalhes discretos. Possui 1,30 de tamanho total, sendo que a lâmina corresponde a 1,10m. Transforma-se em um anel no nível 20.]{ Bronze sagrado e couro. } (Nível Mínimo: 1) [Recebimento: Presente de Reclamação de Nêmesis]



— Habilidades Passivas —



Nível 1: Perícia com espadas
Em suas representações, Nêmesis sempre foi vista utilizando uma espada. Assim, seus filhos também recebem o dom de portar tal arma de forma intuitiva. A perícia não indica acertos automáticos nem movimentos complexos, mas sim a capacidade de manejar com um pouco mais de facilidade, sabendo de forma intuitiva o básico, e tendo facilidade em aprender novos usos e golpes. A perícia é proporcional ao nível.
Luke Du Couteau
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Re: ♦ Arena do acampamento

Mensagem por Ayla Lennox em Sex 31 Mar 2017, 10:06



Avaliação
que mané espada o quê
Luke Du Couteau:

Olá, guri. Bom, acho que esse processo de avaliação não é novo pra nenhum de nós dois; então vamos direto ao que importa aqui, sim?

Seus deslizes com relação à ortografia, gramática e pontuação são pequenos e podem ser resolvidos facilmente com uma revisão mais cuidadosa antes de postar o texto ou de repente uma leitura em voz alta. Só pra não ficar muito vago, vou destacar aqui algumas coisas que podiam ser corrigidas.

@Luke escreveu:"Como era esperada a arena estava deserta como o chalé";

"Luke caminhou pelo solo arenoso e pode ver sua sombra ";

"Apesar de ter suas motivações Luke ainda era um amador e agia pela base da força.";

E deveria ser algo mais ou menos assim:

"Como era esperado, a arena estava deserta como o chalé";

"Luke caminhou pelo solo arenoso e pôde ver sua sombra";

"Apesar de ter suas motivações, Luke ainda era um amador e agia pela base da força.";

Como eu falei ali em cima, são coisas extremamente simples. No entanto, não é isso que vai diminuir consideravelmente sua pontuação e também não são esses aspectos que me incomodaram durante a leitura.

Você pode até discordar (ou não - vai que, né?), mas eu achei seu texto muito corrido, vago. Mecânico. Durante o treino em si, não existe diálogo algum ou mesmo um pensamento do personagem em itálico pra passar alguma emoção e de repente quebrar o esquema fixo de "Ele fez isso, isso, isso, e isso. Atacou assim, assim e assim"

Até os sentimentos que você descreve quando lembra da tal dimensão são bem leves. Digo, recordar de estar em uma um espaço vazio e obscuro onde a magia primordial reside e o terror da humanidade também não seria algo exatamente tranquilo, concorda?

A ambientação é pobre, alguns dos golpes são um pouco confusos justamente por esse ar corrido do texto e também notei a repetição de algumas palavras nos momentos de ataque direto e até mesmo nos vocativos. Assim como eu, você escreve em terceira pessoa e eu acho que um dos recursos mais fantásticos disso é o leque de possibilidades que se tem para referir-se a si mesmo e outras pessoas. Se aproveite disso.

Não foi um treino ruim, mas ainda existe uma margem bem legal pra ser trabalhada aqui, rapaz. Se esforce e melhore os aspectos que apontei. De verdade, não meça esforços pra fazer com que eu ou qualquer pessoa que leia o post veja através dos olhos do seu personagem, sinta o que ele sente e perceba cada movimento com clareza.

Acho que é isso. Até mais, e obrigada pelos peixes!

Coerência: 42/50;
Coesão, estrutura e fluidez: 15/25;
Objetividade e adequação à proposta: 13/15;
Ortografia e organização: 9/10;
Total: 79 XP

Dúvidas, reclamações, elogios, desabafos e mimimis... MP
Aguardando atualização

Ayla, roubado de.
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Re: ♦ Arena do acampamento

Mensagem por Eros em Dom 02 Abr 2017, 15:10


Atualizado


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Re: ♦ Arena do acampamento

Mensagem por Peter Lost em Dom 02 Abr 2017, 16:50



Treino 09:00 às 10:00



Acordei o mais cedo que pude, me sentia novo em folha. Chelsea havia tratado de meus ferimentos com tanta eficiência que era difícil de acreditar que eu voltara de uma missão há apenas alguns dias. Tentei ser o mais prático possível ao vestir uma blusa laranja amarrotada – onde era possível ler “Acampamento Meio-Sangue” em preto –, e um shorts de corrida. Sem pensar duas vezes, peguei meus equipamentos de batalha e saí do chalé 1. Não via a hora de treinar, afinal, era uma das poucas coisas naquele lugar que faziam com que eu me sentisse menos solitário.

Esgueirei-me pelo acampamento sentindo uma leve brisa matinal, tudo parecia calmo naquela manhã. Não demorou muito até que eu atingisse meu destino, a arena. Adentrei o recinto sem muita cerimônia e fui ao encontro de Quíron, que estava ali para ministrar os treinos, sobretudo para os iniciantes.

- Se não é o garoto Lost. – O centauro exclamou ao me avistar, abrindo um leve sorriso enquanto eu me aproximava.

- Olá Quíron! - Retribuí-lhe o sorriso. - Será que pode me ajudar com uma coisa?

Ω


Empunhando Perdição na mão direita e Karabela na esquerda, tentava manter-me concentrado ao máximo. Quíron havia montado os preparativos para meu treino e eu esperava seu sinal de confirmação para que pudéssemos começar. O treino era simples, ele jogaria discos no ar e eu teria que acertá-los antes que estes caíssem no chão.

- Está pronto, garoto? - Ele gritou para mim. Acenei com a cabeça e ele começou a contagem. - Três, dois, um… Vai!

Então o híbrido arremessou um disco no ar. Em um primeiro momento, eu apenas consegui acompanhar o mesmo com os olhos, mas logo em seguida meu corpo começou a se mover rapidamente. Com um forte impulso projetei-me no ar e voei em direção ao projétil, desferindo um golpe com Perdição no alvo e fazendo-o se despedaçar.

Antes que eu pudesse me recompor, o instrutor arremessou mais dois discos em cantos diferentes da arena. Deixei que meu reflexo me guiasse e, por instinto, avancei pelo ar até o alvo que julguei estar mais próximo de mim, destruindo-o com um golpe. Logo em seguida movi o corpo para o lado e forcei os ventos a me empurrarem até meu segundo objetivo.

Não consegui ser tão rápido, o disco deslizou pelo ar até cair no chão segundos antes que eu pudesse atingi-lo. Pude ouvir Quíron gritar algo como “Dois a Um”, o que fez com que uma pontada de raiva passasse pelo meu corpo.

Contudo, antes que eu pudesse pensar em retrucar, o maldito homem-cavalo atirou três discos extremamente velozes em minha direção. Girei o corpo o mais rápido possível cortando dois deles com cada espada que empunhava. Não foi bom o bastante, o terceiro disco acertou-me em cheio e eu perdi boa altitude.

A arena parecia rodar, e eu pisquei algumas vezes antes de conseguir entender tudo o que tinha acontecido. Queria xingar Quíron até que Zeus jogasse um raio em sua cabeça, mas não tive tempo de dizer nada, o centauro já arremessava mais três discos do lado oposto da arena.

O suor surgia em minha testa e escorria pelo meu rosto, acumulando-se em uma grande gota na ponta de meu nariz. O treino mal começara e eu já estava ofegante e dolorido, mesmo assim, forcei-me a continuar, projetando meu corpo na direção do projétil mais próximo e avançando.

Destruí o primeiro, mas não pude chegar nos outros dois. O cansaço já era enorme e o peso das espadas parecia ter dobrado. Olhei para o instrutor, que parecia estar desfrutando daquele momento, e não consegui me segurar.

- Isso é impossível Quíron, não sou tão rápido!

- Não sabia que você era tão chorão, Peterzinho! - Ele riu um pouco e então continuou. - A contagem está em cinco a quatro para você, vamos para a última!

Ele então segurou dois discos em uma mão e três em outra e os arremessou em áreas distintas da arena. O cansaço já estava consumindo cada célula do meu corpo, mas forcei-me a me mover.

Avancei pelo ar e destruí o primeiro disco com certa facilidade, virei-me e tentei analisar as distâncias dos demais alvos, eu precisaria ser rápido para destruir todos, mais do que fora no resto do treino. Com todo poder que tinha avancei para o segundo, mas a medida que eu me aproximava do segundo objetivo eu podia perceber que não conseguiria. Destruí o segundo disco a poucos centímetros do chão.

Quando procurei os demais projéteis, eles já estavam jogados no chão da arena. Praguejei baixinho e fechei a cara, tentando inutilmente disfarçar minha frustração. Aproximei-me de do centauro lentamente até que ele sorriu.

- Não foi dessa vez, acho que empatamos, Lost. - Disse-me enquanto recolhia os equipamentos do treino.

- É mesmo. - Bufei, enquanto guardava minhas espadas e enxugava o suor do rosto. - Na próxima vez o resultado vai ser diferente, você vai ver!

Adendos:
Arsenal:
— {Karabela} / Sabre [A karabela tem um punho aberto com o pomo no formato de uma cabeça de águia. Seu cabo anatômico permitia o manejo mais fácil de cortes circulares quando se luta a pé e e de cortes oscilantes quando montado no cavalo/pégaso. É feita de aço frio e seu punho é revestido com couro. Vem junto de uma bainha de couro.] {Aço e couro} (Nível Mínimo: 1) {Resistência à eletricidade} [Recebimento: Presente de Reclamação de Zeus]

♦ Perdição [Espada com lamina de bronze sagrado. A arma se adéqua em peso e tamanho ao usuário, seu cabo é de aço negro com um fino revestimento de couro preto para melhor manuseio e tem um comprimento padrão. A arma não tem nada de especial em relação a uma arma de bronze sagrado comum, exceto pelo fato de que, quando a espada não esta em uso, ela se torna uma luva negra com as letras “PL” bordadas em branco, indicando que ela só funciona com Peter.] {Bronze Sagrado, Aço Negro, Couro e Tintura} (Nível mínimo: 9) {Nenhum elemento}
Poderes:
Passivos:
Todos os poderes passivos.
Ativos:
Nenhum poder ativo.
Comentários:
Ainda estou esperando a atualização da minha cura na enfermaria, o link é: http://percyjacksonrpgbr.forumeiros.com/t10798p125-enfermaria-healing-hills#266964

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Re: ♦ Arena do acampamento

Mensagem por Nick Mustang em Ter 04 Abr 2017, 13:28


The Weak

treino na arena


Tudo em mim havia mudado desde minha chegada. Descobri-me mais esquentado do que parecia ser possível, arrumei algumas brigas e virei um frouxo aos olhos do Acampamento Meio-Sangue depois de conseguir a proeza de irritar Kevin Carter, um dos filhos de Ares mais agressivos do lugar, e fazê-lo me desafiar a um duelo. Obviamente não tinha a menor intenção de lutar contra ele e me vi planejando uma sabotagem aos seus equipamentos antes da batalha, o que seria uma verdadeira idiotice uma vez que o garoto tinha tudo de que precisava em suas mãos na arena, onde ficou me esperando o tempo todo.

Tudo tinha acontecido por causa de Lucy Roberts, que era minha "quase namorada" à época e desejada pelo semideus. Ela e um colega do chalé de Zeus conseguiram me convencer a treinar algumas fintas e lutar com honra enquanto eu buscava inspiração para encarar o desafio mas, no caminho para o embate, machuquei o tornozelo e fiquei impedido de me defender. Juro que não foi intencional, nunca quis pagar de covarde, mas foi exatamente assim que passei a ser visto depois que Thor Myers precisou assumir meu lugar no embate.

Passaram-se duas semanas, terminei o relacionamento mal definido (até porque aquele não foi o primeiro problema que a garota me trouxe) e passei a treinar incansavelmente todos os dias. Parede de escalada, hipismo, natação, canoagem e, obviamente, arena. Foi ali que o garoto me desafiou e onde precisei dizer que não iria lutar. Vi meus irmãos voltarem suas torcidas para o filho de Zeus e me olharem com desprezo posteriormente, acusando-me silenciosamente de ter mentido. Filhos de Héstia costumam ser pacíficos, mas odeiam intensamente ser taxados de fracos.

— Tentando ficar forte, Foguentinho? — Uma voz entediada chegou aos meus ouvidos. — Não vai adiantar. Só vai machucar o pezinho de Cinderela outra vez.

Voltei-me para a voz imediatamente a fim de ver o rosto de seu dono. Era outro filho de Ares, embora eu não tivesse tanto conhecimento sobre ele e nem o tenha visto no fatídico dia que destruiu minha reputação. Loiro e de olhos claros, o jovem semideus estava recostado a uma das colunas do pavilhão da arena de modo despreocupado, como se soubesse que nada o abalaria.

— Você é o Chandler, não é? Outro do chalé V? — Rosnei para ele, mas devo ter parecido apenas um gatinho raivoso já que fui respondido apenas com um sorrisinho sarcástico.

O garoto se desgrudou da coluna e caminhou em minha direção, seus olhos não saíam dos meus e pareciam me hipnotizar. Subitamente, porém, sua atitude mudou. De tranquilo ele passou a agressivo, de movimentos sutis e despreocupados ele passou a firme e rápido. Um parco reflexo fez-me erguer o braço e proteger o rosto de um golpe surpresa feito por ele, sua lâmina batendo na minha enviou vibrações fortes por todo o meu corpo e fez meus joelhos fraquejarem. Humilhado novamente por um simples golpe.

— Vê? — Disse ele, voltando ao modo calmo. — Não interessa o quanto fique mais forte. Um semideus de Ares sempre será naturalmente mais forte que você se tiver o mesmo nível de experiência que você tem. Se tiver mais... Ah, meu filhinho, você não tem a menor chance. Não se usar força.

— O que é que você quer, afinal? — Esbravejei, levantando-me novamente e me colocando em guarda. — Seu irmão é tão superior que nem fez questão de vir aqui lutar comigo?

— Kevin está treinando para derrotar seu padrinho no momento e me pediu gentilmente para vir treinar você, acredita? — O loiro novamente riu com sarcasmo e olhou na direção do chalé. — Ele disse que não pode lutar contra um cara que escapa de embates usando um pé machucado. Ele quer um adversário à altura e por isso estou aqui, para transformá-lo num desafio.

Ele queria me transformar em um boi para o abate. Obviamente Chandler não se voltaria contra o próprio chalé, então, por mais que viesse com aquela conversinha de "você não vai derrotá-lo por meio da força", eu duvidava demais que ele fosse mostrar um caminho para vencer. Porém..., peguei-me pensando nas vantagens que aquilo poderia ser. Apesar de terem histórias de vida e experiências diferentes, filhos de um mesmo deus costumam ter o mesmo padrão básico de luta. Eu poderia tirar alguma vantagem daquilo.

Aceitei o desafio. O filho de Ares lutava sem esforço e sua lâmina impedia os movimentos da minha como se soubesse exatamente para onde eu a estava direcionando. Os olhos dele se mantinham fixos nos meus como ocorrera antes, sua habilidade de luta era bem maior que a minha, não apenas por ser mais experiente, mas por sua filiação. Entendi exatamente o que quis dizer outrora, pois fui vencido em todas as vezes que quis aumentar a força dos meus golpes.

— Inteligência vale mais que força para você agora, Foguentinho! Preste atenção! — Chandler ralhou, no que deveria ser a quarta ou quinta vez que minhas costas batiam no chão.

Frustrado e esquecendo completamente de analisar seu padrão de luta, levantei-me e avancei para cima dele com raiva, desferindo golpes descoordenados e brutais em sua direção, mas apenas consegui a proeza de tomar um pontapé na lateral direita do corpo e ser levado ao chão outra vez. O nível mais ofensivo que atingi naquela luta foi um traiçoeiro chute na parte de trás dos joelhos do filho de Ares, de modo que também o fiz cair. Foi o único momento em que ele pareceu ligeiramente agradado, embora nem um pouco satisfeito.

— Estratégia, filho de Héstia! — Ele exigiu, erguendo-se em seus cotovelos para me encarar enquanto eu me levantava. — De que adiantou apenas me derrubar no chão se não tinha nada mais planejado para me dominar?

Com um movimento de lutador de filme, o garoto se impulsionou para cima e suas pernas bateram firmemente no chão outra vez, em posição de batalha. Kevin Carter não teria parado para conversar comigo, como Chandler fez, teria levantado na mesma hora e me subjugado enquanto eu ainda estivesse tentando afastar o corpo do chão. Se realmente era intenção deles que eu fosse treinado, mostrei-me um péssimo aluno.

— Preciso virar um filho de Atena para encarar um de Ares, agora... — murmurei, frustrado e estressado demais para continuar com aquilo.

— Isso é uma declaração de desistência? Deuses... ainda bem que Kevin não lutou com você ou a vergonha seria nossa! Não existe qualquer vantagem em derrotar um cara que desiste tão fácil. Diga o que quiser para se justificar, Mustang, mas tenho certeza que você ficou feliz por não ter podido lutar naquela tarde. Não passa de um covarde.

Meus punhos cerrados e em tremores eram a única coisa que entregava o quanto eu sentia de ódio naquele momento. Não de Chandler ou de Kevin Carter, mas de mim mesmo. Eu era burro demais para enxergar uma solução para o meu problema e não tinha coragem de encará-lo de frente e dar um jeito que fosse justo. Assumi a mim mesmo que estava morrendo de medo de ser trucidado e trazer ainda mais vergonha sobre mim, estava em pânico por saber que não tinha habilidades suficientes para enfrentar meu antagonista e que mal conseguia qualquer evolução, enquanto ele ficava cada vez mais forte.

Chandler se retirou sem que eu visse e momentos depois me dirigi ao meu chalé sem sequer olhar para os lados. Precisava analisar cada segundo vivido naquela verdadeira humilhação na arena e extrair algo bom dali, alguma lição. Só o que eu conseguia ver era a mim mesmo, caindo repetidas vezes no chão por tentar a força contra alguém com o dobro da minha habilidade. Era preciso sangue frio para derrotar aquele maldito demônio que me tirava o sono, mas o fogo de Héstia era o que parecia correr em minhas veias e eu teria uma árdua missão para usá-lo a meu favor.

~*~

Adendos:

Armas levadas:

{Phoenix} / Espada [Espada de 90 cm, com sua lâmina medindo cerca de 75 cm. A espada é longa e fina. Sua guarda-mão tem um formato de taça, porém, com delicados formatos de chamas queimando na direção da lâmina, como se a consumissem. Vem junto de uma bainha coberta por bronze e couro branco.] {Bronze sagrado e couro} (Nível Mínimo: 1) [Recebimento: Presente de Reclamação de Héstia]

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Re: ♦ Arena do acampamento

Mensagem por Atena em Sex 07 Abr 2017, 15:15


➤ Clicando aqui você irá encontrar o sistema de avaliação que deu base para os descontos aqui apresentes.
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Peter Lost

Você escreve muito bem, desenvolveu a história de uma forma interessante e agradável, além de possuir bastante segurança do que faz. Gostei da forma como você treinou e a inclusão de Quíron. Li em um piscar de olhos e estou surpresa por não ter encontrado nada no texto que me fizesse ter um pé atrás para lhe dá nota máxima.

Entretanto, todavia, porém, contudo, observei que você fez uso de um poder passivo no seu treino e colocou em spoiler apenas a observação que eu deveria considerar todos os passivos. Bom, eu não sei todos os passivos de Zeus até o nível 54 e muito menos me vi lendo e relendo os poderes e seu treino para saber especificamente quais você usou. Em nome da paz, recomendo que na próxima vez você coloque em spoiler os poderes que usou detalhadamente, isso facilita saber a coerência do uso deles. Afinal, pode ser considerado que você não usou nenhum poder e isso seria um erro gigante em coerência.

De qualquer forma, seu treino foi muito bom e divertido, parabéns!


— Coerência: 40/50;
— Coesão, estrutura e fluidez: 25/25;
— Objetividade e adequação à proposta: 15/15;
— Ortografia e organização: 10/10;

— Recompensa final: 90 >> 120 exp



Nick Mustang

Admito que não entendi praticamente nada no começo de seu treino, mas tudo foi esclarecido aos poucos. Sugiro que tome cuidado com a introdução de seus posts para que eles não sejam muito confusos ou cheios de informação.

Achei bem interessante seu treino, diferente, mas ao mesmo tempo comum. Não existiu realmente um instrutor, mas foi uma luta. Senti falta de um pouco mais de aprendizagem, já que você mesmo disse que iria precisar analisar a situação para extrair uma lição dali. Poderia ter incluído em seu treino algo mais produtivo do que apenas um duelo e o sentimento de humilhação. Lembre-se, em um treino precisa-se aprender algo.

Você tem um domínio excelente de ortografia e soube fazer a luta de forma bem coerente, o que deixou seu treino bem atrativo e gostoso de avaliar. Parabéns e continue assim!


— Coerência: 48/50;
— Coesão, estrutura e fluidez: 20/25;
— Objetividade e adequação à proposta: 10/15;
— Ortografia e organização: 10/10;

— Recompensa final: 88 >> 118 exp

Qualquer dúvida/reclamação/mimimi/elogios/desabafos/recalques ou se quiser conversar (aw ♥), me mande MP ou contate em qualquer rede social.


O sábio escuta, o tolo discute
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Re: ♦ Arena do acampamento

Mensagem por Hécate em Sab 08 Abr 2017, 18:58

O bichinho da atualização passou por aqui.





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Re: ♦ Arena do acampamento

Mensagem por Aisha Suarili em Ter 11 Abr 2017, 15:45

Sofrimento de 08:00 às 09:00
Desde que cheguei no acampamento minha vida tomou uma grande reviravolta, uma delas era que meu sono se transformou em algo curto como uma vara, eu tinha tantas saudades do meu sono que começava as 00:00 e terminava as 14:55, ai, que saudades da vida mansa. Acabei por conseguir vencer o sono e me preparar para o meu primeiro treinamento, escolhi uma regata amarelada, calça legging acinzentada e um tênis bem comum para terminar aquilo rapidamente.

Seguia para a Arena do Acampamento, a grande quantidade de figurantes atirando flechas era enorme. O mesmo cavalão que havia me recebido no Acampamento chamava pelo meu nome enquanto segurava um cassete de flechas e dois arcos enormes, estava um tanto quanto assustada mas tentava me manter positiva quanto ao meu primeiro treino.

— Aisha! Venha aqui, o treino começou e você esta ai parada! — Disse ele passando um belo de um vexame, quem ele pensava que era? Eu não sou obrigada a nada. O centauro desaforado arremessava um arco contra min, o peguei no ar e olhava confusa.

— Cavalinho, o que você quer que eu faça? — Debochei em um tom irônico. Quíron, o cavalinho, apontava para os alvos em minha direita, parecia ser uma tarefa simples e empolgante, atirar flechas contra alvos, que mágico.

Primeiramente suspirei, em seguida me coloquei naquela clássica posição de disparo, fixei meus olhos no alvo e disparei contra o mesmo, a flecha, digo, aquela vergonha perfurante de desespero caia no solo não chegando nem perto do alvo.  

Quíron colocava as mãos no rosto, ele estava desesperado e tinha certeza que minha vida não era para arcos. O centauro se aproximava de min, colocava as mãos em meus cotovelos os posicionando de forma correta, em seguida corrigia minha postura quanto ao arco, uma sensação estranha subia em meu corpo, não estava legal e com isto tive que avisa-lo.  

— Não tá legal isso, sabe? Um fogo agindo aqui, deixa que eu me concerto. É melhor.— Estava o avisando, sim, era uma sensação realmente boa e ao mesmo tempo não. O Centauro, se assustava e recuava, talvez ele tenha entendido o recado.

Novamente tentava outro disparo, mas desta vez seguida os comandos de Quíron. Suspirei e disparei, a frecha voava rapidinho e perfurava um dos pontos do Alvo, não foi algo perfeito mas dava pro gasto. Quíron aplaudia, mas não estava satisfeito, talvez mais dois? Três? Quarenta e sete disparos fossem necessários para impressiona-lo.

— Isso foi um tiro de uma Caçadora! Quero uma Arqueira de Elite aqui! Você consegue fazer melhor. — Disse ele com orgulho. Estava perdendo a paciência e queria ir embora, mas também queria tentar dar o meu melhor mesmo que ele não existisse.

Encostei o arco contra uma parede, esfreguei minhas mãos, as assoprei, estalei meus dedos e pisoteie o chão, voltei a recolher o arco, encarei Quíron por alguns segundo e em seguida o alvo, imaginei que aquela coisa sem vida fosse nada mais nada menos que a cara do Centauro. Entrei em posição de tiro, suspirei, fechei meu olho esquerdo e por fim disparei. A flecha ia com tudo ao encontro do alvo e então "Clark" este foi o som, aquela coisa pontuda perfurava aquilo bem no meio. Saltava de alegria e batia palmas rapidamente, estava tão orgulhosa de mim mesma.

— Ótimo, consegue fazer de novo? — Aquele cara duvidava do meu potencial, balancei minha cabeça para baixo poupando palavras.

Voltei a fazer todo o ritual anterior e disparei a flecha, porém desta vez, aquela merda havia passado direto entre os dois alvos, eu fiquei desorientada e não resisti soltei um grito agudo de ira enquanto soltava o arco no chão, já estava no meu limite, não aguentava mais ver um arco na minha frente. Quíron gargalhava de meu desespero, eu realmente queria ir embora, mas aquele homem não ia permitir.

— Já deu, eu não quero mais. —  O afrontei, o cavalo logo se colocava em minha frente impedindo minha passagem, com um sorriso no rosto e um bom animo, ele me entregava outro arco e um conjunto de flechas.

Novamente tentei, desta vez a flecha perfurou um lugar aleatório, tentei mais uma vez, aquela coisa parou no chão, tentei outra vez e aquilo parou em uma árvore. Qual era o meu problema? A raiva? O desânimo? A preguiça? Argh. Acabei por desistir, me sentei no chão e olhei para o alvo enquanto o xingava mentalmente, estava completamente desanimada e não queria continuar. Quíron me dava uma de suas mãos me levantando, recolhi o arco novamente do chão, respirei fundo, tentei me acalmar, estiquei meus ombros e cotovelos o máximo que pude enquanto soltava a flecha, novamente, o disparo perfeito. Não me aguentei, atirei o arco contra Quíron enquanto corria livre pelo acampamento, já podia ir embora livre daquela perda de tempo e nunca mais voltar.

— Nós vemos amanhã, de novo — Gritava Quíron.

✪✪✪

aqua
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Re: ♦ Arena do acampamento

Mensagem por Deméter em Ter 11 Abr 2017, 23:47


Arena do Acampamento

— Aisha Sualli: Um treino peculiar, eu diria. A personalidade da personagem destoa de tudo o que tenho visto ultimamente, equiparando-se apenas, pelo que minha memória permite lembrar, a uma única player que por aqui já passou. E personalidades únicas fazem histórias únicas, huh? Você tem conseguido levar suas narrações com incrível irreverência, tendo um alívio cômico colossal — algo que é capaz de quebrar até mesmo as falhas que você cometeu aqui, ao menos para mim.

Mas você as cometeu, de toda forma. Começo citando deslizes na construção frasal: algumas vírgulas poderiam ser pontos, assim como pontos poderiam ser interrogações. Veja:

Aisha (errado) escreveu:Primeiramente suspirei, em seguida me coloquei naquela clássica posição de disparo, fixei meus olhos no alvo e disparei contra o mesmo, a flecha, digo, aquela vergonha perfurante de desespero caia no solo não chegando nem perto do alvo.
Aisha (certo) escreveu:Primeiramente suspirei, em seguida me coloquei naquela clássica posição de disparo e fixei meus olhos no alvo. Disparei a flecha contra o mesmo; digo, aquela vergonha perfurante, que caiu no solo, não chegando nem perto do alvo.

Percebe a diferença? Dá ritmo à leitura, deixa tudo mais pausado e mais fácil de se ler. Para isso, leia seu texto em voz alta. Vagarosamente prossiga lendo, revise e, sempre que houver uma pausa, adicione uma vírgula; no caso de uma pausa maior, adicione um ponto. E assim sucessivamente.

Outra coisa a citar é a cor da fonte que você usou. Em qualquer caso — a menos caso o fundo do template seja escuro —, prefira fontes pretas. Qualquer tom de cinza pode ficar facilmente opaco e apagado, acabando por prejudicar a leitura (algo que infelizmente ocorreu aqui). Não foi nada muito grave, mas te custou alguns pontinhos.

No mais, apenas um adendo quanto ao desenvolvimento do treino: você até que foi bem, sinceramente, a não ser pelas tentativas em demasia. Não que tenha ficado necessariamente incoerente, mas me deu a impressão de que ficou tudo muito junto, como se muita coisa tivesse acontecido num pequeno espaço de tempo. Tenha cuidado com isso, sim? Pode não ter sido um erro significante aqui, mas é fácil de acabar se tornando um em outros casos.

Além disso, filha de Dionísio, meus parabéns!

— Coerência: 50/50;
— Coesão, estrutura e fluidez: 20/25;
— Objetividade e adequação à proposta: 13/15;
— Ortografia e organização: 5/10;

— Recompensa final: 88 exp.


atualizado!




deméter, sweetheart
SE VOCÊ NÃO COMER O CEREAL, O BANHAMMER É QUE VAI COMER! n
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Re: ♦ Arena do acampamento

Mensagem por Luna S. Pierce em Qua 12 Abr 2017, 11:16



moonlight
there goes your heart I know you want it!

Luna percorria a arena às pressas para salvar a própria pele. A garota dava passos largos e rápidos, quase que correndo próxima ao parapeito da arquibancada que se estendia por toda a redoma do local. A luz fraca da lua cheia daquela noite penetrava por entre as arestas do teto abobadado e trazia consigo uma força de vontade imensa para as proles da lua.

O grunhido do cão infernal ecoava no ambiente e suas patas pesadas contra a areia também. Ele rosnava e seguia a semideusa pela arena como se fosse a sua presa fácil, pronta para ser encurralada. Luna parou por um breve instante, girando o corpo e posicionando-se a alguns metros da criatura que avançava em sua direção. Um estalar de dedos e entre suas mãos pequenas esferas surgiram, iluminando o local até então escuro. Ela disparou arremessando as três esferas em direção ao cão que fora atingido, parando e chacoalhando a cabeça confuso devido a intensidade da luz.

Luna aproveitou a oportunidade para avançar contra o cão, retirando sua espada da bainha. Alguns passos rápidos e a lâmina havia encontrado sua pele escura atingindo seu focinho com um corte rápido que o fez grunhir e cambalear para trás. A criatura chacoalhou, saltando contra a semideusa que fora atingida e logo encontrou o chão. Sua espada foi arremessada, deixando-a indefesa e o monstro pareceu não se importar com o próprio ferimento, pois seus olhos encontraram os da prole da lua e ele avançou sobre ela que estava agora em uma enrascada.

O cão rugiu em seu rosto, pronto para ataca-la. Atenta, Luna sentiu suas unhas crescerem até atingir o peitoral da criatura que grunhiu. Ela dobrou suas pernas flexionando todo seu peso contra ele a fim de arremessá-lo e tornar a luta mais favorável.

“Já chega”. Anunciou a semideusa antes de empurra-lo com as pernas.

Seus braços doíam e algo dizia que seu corpo não suportaria outro golpe direto do monstro. Pierce disparou até sua katana, rearmando-se e segurando o cabo com as duas mãos. A lâmina se iluminou com uma luz esbranquiçada cobrindo-se de energia lunar. A garota se concentrou, desferindo o golpe crescente a frente de seu corpo e a lâmina emitiu então um corte brilhante, idêntico ao gesto da garota que atingiu o cão a sua frente que tombou contra o solo.

Luna cravou seu ornamento contra o chão da arena e também desabou, exausta. Começava a entender melhor a dimensão de suas habilidades e com o eclipse se aproximando precisaria dar o melhor de si. Ela ficou ali por alguns minutos até conseguir levantar-se e deixar o local para tratar de seus ferimentos.

“Tolos. Eles verão do que eu sou capaz.”



Ornamentos&Afins:
Poderes:

— Passivos —


Nível 1: Aura Lunar
Os filhos de Selene tem o poder levemente aumentado durante a noite, fazendo com que suas ações em geral tenham uma chance adicional de acerto. Contudo, isso não altera a força/ dano do poder nem as habilidades físicas do semideus, apenas a chance de acerto, que são potencializadas em 10% neste nível, subindo para 20% no nível 50. [Modificado]

Nível 3: Sentidos Aguçados
Quando está a noite, os sentidos (Visão, audição, tato, olfato e paladar) dos filhos de Selene serão mais aguçados, melhor do que qualquer meio-sangue, sendo o dobro do que um humano comum em questão de acuidade e/ou alcance. [Modificado]

Nível 7: Passo Etéreo

A prole de Selene consegue se mover em silêncio, como se andasse disfarçadamente. Isso não a impede de ser localizada - ela ainda pode cometer gafes e provocar sons, bem como ser detectada pelo odor ou por possuidores de outros meios, como sentidos aguçados, mas em geral lhe dá oportunidades melhores, caso o filho de Selene esteja sendo cauteloso. {Idealizado por Dominique C. Everyd - Modificado}

Nível 9: Olhos lunares
O filho de Selene, a partir desse nível, passa a enxergar no escuro com a mesma percepção e alcance da sua visão normal. [Novo]

Nível 10: Fases da lua I - Lua Nova I
Esta fase Lunar representa um ótimo momento para dar inicio as coisas diferentes ou tomar atitudes. Isso faz com que não se atrapalhem tanto ao lidar com situações e coisas inesperadas: mesmo pegos de surpresa, eles conseguirão raciocinar e planejar, fazendo com que suas estratégias tenham chances melhores de acerto, mesmo que em menor nível se comparados com filhos de Atena, por exemplo. Contudo, a estratégia tem que ter sentido e ser plausível, e o semideus precisa ter meios de realizá-la - a última palavra é do narrador. [Modificado de ativo para passivo]

Nível 6: Regeneração Lunar I
Sempre que o herói estiver em contato com a luz da lua irá se regenerar lentamente. Regenera 5 HP e 5 MP a cada três rodadas sob a luz do luar. A permanência sob a luz da lua deve ser ininterrupta, mas ele pode fazer outras ações enquanto isso. A regeneração ocorrerá ao final da 3ª rodada. Nesse nível, recupera no máximo 30 HP/MP por noite. {Idealizado por Dominique C. Everyd - Modificado} (Considerar durante o acréscimo de HP/MP)


— Ativos —



Nível 5: Arma Cintilante

Em questão de batalha a arma dos filhos de Selene toma um brilho intenso, seu tamanho é ampliado e sua lâmina fica mais afiada e assume um aspecto mais largo, possibilitando ferimentos não apenas mais profundos mas também movimentos diferenciados, passando a lembrar uma kukri ou mesmo o formato da lua. Cada ativação do poder permite que a arma se mantenha nesse formato por 3 turnos. Afeta apenas adagas, espadas e similares que sejam empunhadas com uma única mão. Cada uso afeta apenas uma arma ou uma lâmina. [Modificado] [Utilizada para potencializar o dano em combinação com a habilidade Lua Cortante]

Nível 4: Globos de luz
O filho de Selene manipula energia luminosa, criando até 3 pequenos globos de luz. Eles podem ser usados corpo a corpo ou atirados a uma distância pequena, até 5m. O dano é pequeno. As esferas não precisam ser usadas todas no mesmo turno e o gasto é apenas para criar, não para manter, apesar que depois do ataque se desfazem. Cada esfera tem luminescência equivalente a uma vela, podendo iluminar um local e, se não usadas imediatamente, pairam ao redor do semideus, durando até 5 turnos. Atirá-las requer um gesto indicando o alvo. Cada esfera pode ser direcionada a um alvo diferente, desde que não no mesmo turno, mas novas esferas não podem ser criadas até que as 3 iniciais sejam utilizadas. [Novo] [Utilizada para abalar as estruturas da criatura inicialmente]

Nível 3: Lua cortante
Um movimento da arma projeta uma meia lua luminosa capaz de cortes afiados. Pode ser usado corpo a corpo ou à distância, alcançando até 10m por golpe. Cada ativação equivale a um uso. Apesar do efeito estético se manifestar como luz, é um ataque cortante e resistências ao elemento não se aplicam. Pode ser usado apenas com armas laminadas. [Novo] [Utilizada para ferir a criatura no último golpe, foi combinada com a habilidade Arma Cintilante]

Nível 1: Garras
Os gatos também são considerados animais noturnos, as garras desse animal são extremamente perigosas. Os filhos de Selene criam garras em sua mão, podendo provocar danos como se estivessem armados. É considerada uma arma cortante, como um bisturi ou adaga de bronze sagrado. Cada ativação dura 3 rodadas. [Utilizada para ferir a criatura no abdome]

Nível 7: Salto gravitacional
Ao ativar este poder, o filho de Selene pode saltar grandes distâncias, sem tomar impulso - 5m nesse nível, mais 5 a cada 10 níveis adicionais. Cada ativação possibilita um salto. [Nome e descrição modificados - antigo Gravidade] [Utilizada para arremessar o cão de cima da semideusa]

Ornamentos:

{Makaʻu} / Katana de bronze sagrado [A versão japonesa da espada bastarda, possui a lâmina extremamente afiada e levemente curva, sendo resistente devido ao seu processo de criação, mais poderosa para quem utiliza a destreza do que a força, devido à técnica requerida ao seu uso, diferente da espada bastarda ocidental. Assim como ocorre com a wakisashi, seu feitio costuma ser mais detalhado do que o de armas ocidentais, com empunhadura em madeira, revestida em tecido e geralmente com padrões alinhavados de seda ou linhas nobres. Acompanha bainha resistente, de bambu][Bronze sagrado, madeira e tecido.][Nível mínimo: 5. Sem elemento]

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Re: ♦ Arena do acampamento

Mensagem por Mia J. Collins em Qua 12 Abr 2017, 17:29


Training Skills

Eu estava animada para minha primeira lição de habilidades mágicas.
Eu não era uma novata, mas mesmo assim sentia dificuldade em alguns quesitos como a utilização de meus poderes divinos. Um dos meus irmãos mais velho estava fazendo a vistoria pelo chalé junto com conselheiro quando anunciou que lecionaria um treino para todos os filhos de Apolo interessados e eu pensei por que não?

Seguimos todos juntos naquela manhã para a arena de treinamentos onde diversos campistas estavam espalhados por alguns locais específicos. Os filhos de Apolo — um bando de garotos e garotas loiros e bonitos, teoricamente — estavam amontoados num desses aglomerados. O campista instrutor chamava-se Willian e direcionava alguns semideuses com as instruções básicas.

“Vocês precisam entender que Apolo não é apenas o maior e melhor Deus do Olimpo. Ele também comando o sol, o maior astro e mais belo do sistema solar. É ai que você herdam todo o seu potencial! A alguns metros temos alguns alvos prontos para receberem seus maiores e melhores dotes!” Dizia ele enquanto andava pela fileira de semideuses convencidos.

“Concentrem-se apenas em suas flechas. Você são como o sol: um grande astro brilhante e glamoroso que esta pronto para explodir. Concentrem toda essa energia em suas flechas e entenderam finalmente o que é ser um filho do Deus do Sol!”

As palavras do rapaz faziam certo sentido: a maiorias das habilidades dos semideuses necessitavam de concentração e tinha uma origem lógica de acordo com o progenitor e provavelmente eu sempre teria o sol a minha disposição se possível. Saquei uma das flechas da aljava e levei até meu arco dourado antes de estendê-lo em minha frente até a altura dos ombros. Virei o corpo em uma angulação que não prejudicasse a utilização do arco e nem afetasse o trajeto do disparo, de “ladinho”. Flexionei os joelhos e puxei a parte de trás da flecha que esticava o cordão do arco, criando uma leve curvatura.

Respirei fundo e fechei os olhos tentando lembrar-me de um momento feliz em minha vida, afinal, a energia solar e todas as habilidades eram muito ligadas ao emocional. A lembrança do parque de Nova York me veio a tona: todas as flores, mortais caminhando e piqueniques por todos os lados me traziam certa paz e fazia com que eu me sentisse em casa novamente. Meus dedos formigaram e meu estômago se contraiu quando os primeiros fios luminosos deslizaram em direção a flecha iluminada. Pude ouvir ao fundo alguns dos semideuses mais novos surpresos com o projétil que agora brilhava intensamente.

Disparei a flecha, sentindo o zunido cortar o ar e a mesma atingir um pouco abaixo do alvo central. Assim que ela atingiu o objeto sólido se dispersou, emitindo uma rajada de pequenos fragmentos iluminados que cobriram boa parte da arena. Alguns campistas bateram palma e entre eles alguns de meus irmãos — o que me fez sorrir com meu desempenho. Utilizar habilidades mágicas não era muito difícil, controla-las da melhor forma possível era.

Saquei outro projétil ao ouvir as instruções do professor que não parecia impressionado e solicitou outro disparo. A flecha encostou novamente sobre o arco e meu corpo permanecia ereto quando carreguei para trás o mais forte possível. A lembrança escolhida forta diferente: a comida de minha mãe, picante e bem temperada. O gosto picante preencheu minha boca e a flecha tornou-se avermelhada como se estivesse imbuída pelo sabor penetrante de minha memória. Disparei, ouvindo outro zunido cortando o ar até alcançar a parte de cima do alvo que fora arremessado a alguns metros para trás. A poeira abaixou e todos encararam o bloco retangular de madeira que estava no chão, destroçado.

Sorri ao perceber que alguns de meus irmãos já nem se importavam com o treino me parabenizando com algumas palmas e questionamentos. O professor aproximou-se, com uma expressão nada agradável em seu rosto.

“Vejo que já tem habilidade suficiente e mesmo assim não foi um resultado perfeito. Você destruiu o alvo e não apenas atingiu ele”

“Achei que o objetivo fosse usar habilidades e...”

“Não. Você precisa de um treino decente. Encontre-me aqui amanhã novamente, querida. Dispensada.” Disse ele cortando a minha frase.

“Mas eu...”

“Eu disse dispensada.” Seu tom era de desaprovação total.

Assenti sem escolha alguma seguindo para o chalé novamente e ansiosa para destruir na aula do dia seguinte.




HABILIDADES/ARMAS:

— ARMAS—
✺ {Bright} / Arco longo [Arco feito de bronze sagrado, de cor dourada,  com detalhes em seu decorrer pintados em branco. Elegante, aparenta a mesma graça que seus portadores, feitos na medida para os filhos de Apolo. No nível 20 transforma-se na metade de um pingente em forma de sol, que encaixa-se com Perfection] {Bronze sagrado} (Nível Mínimo: 1) [Recebimento: Presente de Reclamação de Apolo]

✺ {Perfection} / Aljava
[Aljava de couro trabalhado, com engastes de bronze sagrado. Contém flechas infinitas - são comuns, de olmo e bronze sagrado, mas de acabamento fino. No nível 20 transforma-se na metade do pingente em forma de sol que encaixa-se com Bright] {Couro e bronze sagrado; olmo e bronze sagrado} (Nível Mínimo: 1) [Recebimento: Presente de Reclamação de Apolo]

{Yetti Armor}
/ Casaco de pele [Nada mais é do que um simples casaco branco feito de pele de Yeti e revestimento de couro. Não é um item que oferece verdadeira proteção quando se trata de golpes físicos, mas aquece o usuário contra climas não-mágicos (até -10°) em uma temperatura ambiente. Poderes que visem alterar a temperatura do metabolismo do usuário acabam sofrendo 25% de redução em seus efeitos se o alvo estiver utilizando-o, mas perde eficácia conforme é atingido repetidamente ou por um oponente mais forte (assim, o casaco não funciona contra oponentes até 10 níveis superiores, e a proteção cai em 10% após o terceiro golpe elemental). Seu uso é ilimitado, mas a pele corre constante risco de ser danificada por fogo mesmo não sendo material inflamável.] {Pele de Yeti, couro} (Nível mínimo: 3) {Nenhum elemento} [Recebimento: The Misty Road por Ártemis, atualizado por ~Lady Íris~]



— HABILIDADES PASSIVAS —
Nível 1
Perícia com Arco:
Apolo é o deus dos arqueiros, possuindo o arco e flecha como sua arma básica. Seus filhos conseguem manusear o arco com uma pericia intuitiva, de modo que consigam fazer ataques mais preciosos e mais agilmente com essa arma do que os demais semideuses de mesmo nível que não possuam tais habilidades. Note que apenas implica uma familiaridade e facilidade no uso, mas a perícia é algo evolutivo, e não quer dizer que os ataques sejam sempre certeiros.

Beleza: Não só Afrodite e Perséfone são dotadas de beleza, Apolo é considerado o deus masculino que representa este mesmo ideal. Seus filhos são bonitos por natureza, possuindo um corpo naturalmente bronzeado e chamando a atenção se comparado com outros semideuses - não se compara à Afrodite, e é mais proeminente nos garotos, mas são acima do padrão se comparados a outros mortais e à maioria dos semideuses. Isso faz com que poderes de charme e sedução desses semideuses sejam ampliados em 10%.

Nível 6
Corpo atlético:
Apolo é o deus mais jovem entre os Olimpianos, cujo vigor físico é realmente notável. Seus filhos possuem um corpo atlético naturalmente, de modo que possuem maior facilidade em fazer movimentos ágeis e, que exijam de seu corpo um condicionamento físico melhor. O custo de MP para ações comuns, como corrida e atividades do dia a dia, é reduzido em 25%. Não afeta o custo da utilização de poderes.

Nível 7
Visão aguçada:
Apolo é o deus que traz a luz matinal para nossos dias, e aquele que consegue acertar um alvo mesmo estando em sua carruagem. Seus filhos possuem uma visão mais aguçada durante o dia, possuindo uma mira melhor e tendo uma capacidade maior de acertar seus alvos durante o dia ou em lugares iluminados - sua visão em condições normais tem o dobro do alcance da visão de outros semideuses, mas não possuem capacidade de enxergar no escuro.

Nível 8
Corpo saudável:
Apolo é o deus das pragas e das doenças, podendo levar a agonia seus inimigos ou pessoas que mereçam um castigo divino, assim como é o deus da cura e proteção. Seus filhos possuem uma resistência maior sobre encantamentos de doenças, de forma que doenças comuns não os aftem com a mesma intensidade que a outros, possuindo uma resistência de 50% nesses casos, tanto para chances de contato quanto para efeitos posteriores. No caso de doenças provocadas por poderes, se a doença induzida for comum (como uma maldição que ocasione febre) sofre os mesmos redutores, independente do nível do oponente. Doenças mágicas ou de origem sobrenatural são reduzidas em 50% se o oponente for até 5 níveis menor, ou 25% entre 5 níveis a menos e o mesmo nível do semideus, mas agem normalmente acima disso.

— HABILIDADES ATIVAS—

Nível 15
Flecha Angelical:
Flecha que obtém o poder da luz, que é a compressão de energia solar ao máximo neste projétil. Esta flecha não causa danos, mas possui um grande poder de dispersão. Ao sofrer o impacto com um alvo sólido, ela se dissolverá em penas de luz dourada, que por sua vez irão se desintegrar em partículas de brilho que ocuparão uma área de 5m de raio. Tais partículas dificultam a visão da área, o que pode tanto ser usado como um meio de distração, para criar uma chance de fuga, quanto como ataque - nesse caso, aqueles na área terão seu ataque reduzido em 25% em chance de acerto para ataques corporais, a menos que possuam outros meios de localizar o alvo. Ataques à distância que necessitem de mira possuem uma redução do acerto de 75%. Pode ser usada uma vez por batalha, acertando ou não seu alvo. [Modificado]

Nível 4
Flecha de impacto:
A flecha disparada assume uma ponta rombuda que em vez de perfurar causa dano de impacto, porém maximizado: o inimigo atingido é empurrado, de modo que semideuses até 5 níveis mais fracos são atirados ao solo a 5m de distância, enquanto que acima disso a até o mesmo nível de poder do filho de Apolo são movidos a uma distância de 5 metros [mas não caem], já adversários até 10 níveis mais poderosos são empurrados a uma distancia de 2 metros. Para filhos de deuses com características de força (Hefesto, Ares e Héracles) e centauros,  a distância é diminuída pela metade.

Nível 2
Ampliar alcance:
Como o nome diz, ao ativar este poder o filho de Apolo dobra o alcance de seus projéteis, fazendo com que seus ataques consigam acertar alvos em uma distancia maior. Essa habilidade fica ativa por 3 rodadas, e pode ser usada uma vez a cada cinco rodadas. Em termos de combate, é considerada uma ação livre para ativá-la. Afeta apenas armas de ataque à distância, não fazendo efeitos em ataques diretos ou arremessos.
 
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Re: ♦ Arena do acampamento

Mensagem por Lavínia Cavendish em Sex 14 Abr 2017, 16:01



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Luna S. Pierce

Olá Luna! Gostei muito, muito mesmo do modo objetivo com que você escreve. Suas descrições dos movimentos são precisos, envolvem o leitor na cena e não percebi nenhum grande erro de ortografia. Você lutou bem contra o monstro, porém senti falta de um treino de fato, pareceu mais um recorte de uma missão — onde você estava apenas livrando-se de um monstro que apareceu do nada — do que um momento de aprendizado.

Continue escrevendo desse jeito, mas adicione alguns detalhes nas próximas narrações na arena, como as impressões da personagem antes e depois da luta, dificuldades, motivações e essas coisas. Bom trabalho!


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Mia, meus parabéns pelo treino! Gostei muito do modo com que você trabalhou sua personagem e desenvolveu todo o psicológico dela, suas dificuldades e como ela lida com isso.

Um dos únicos erros que encontrei no texto foi esse aqui:

Um dos meus irmãos mais velho estava fazendo a vistoria pelo chalé junto com conselheiro quando anunciou que lecionaria um treino para todos os filhos de Apolo interessados e eu pensei por que não?

Quando você poderia ter feito diferente para expressar seu pensamento, como um exemplo abaixo:

Um dos meus irmãos mais velho estava fazendo a vistoria pelo chalé junto com conselheiro quando anunciou que lecionaria um treino para todos os filhos de Apolo interessados e eu pensei: Por que não?

Espero ler mais coisas suas e vê-la se desenvolvendo cada vez mais. Parabéns!

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Re: ♦ Arena do acampamento

Mensagem por Deméter em Sex 14 Abr 2017, 17:01


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Re: ♦ Arena do acampamento

Mensagem por Lilly W. Murray em Sex 28 Abr 2017, 12:26


TREINO I



Era uma tarde quente e abafada. Lilly já havia saído do chalé ciente de que seu treino não seria considerado um "sucesso", pois tinha em si a ideia de que somente os dias nublados traziam treinos bem sucedidos, o que a distanciava de uma possível amizade com as proles de Apolo. Além do mais, amizades com estes era algo que ela não gostaria de possuir; achava-os egocêntricos como o próprio pai. Mas enfim, suas críticas não eram importantes, aliás, haviam coisas mais importantes a se fazer, treinar era um exemplo. E assim, foi caminhando a ermo até a arena, focando um pouco de sua energia em uma nuvem flutuante, que servia como mochila ao seu Chakran.

Quando chegou aos grandes portões da arena, se deparou com uma visão agradável; poucos campistas treinavam aquela hora, o que a livrava de constrangimentos e futuros julgamentos. O suposto "complexo de inferioridade" apenas se mostrava cada vez mais, mas também era citável denunciar que aquilo era uma mera suposição devido a capacidade de Lilly em ser super dramática. Mas, estes assuntos não eram os que a filha de Éolo queria ter em mente naquele âmbito onde ocorreria uma batalha. Com a mente vaga, caminhou, junto de sua nuvem, até uma parte rochosa e reservada da arena onde várias caixas encontravam-se enfileiradas, todas emitindo sibilos semelhantes a cobras e, de início até pensou na possibilidade de ter serpentes dentro delas, mas sua ideia ia sendo alterada conforme colocava em mente que estava em um acampamento com monstros.

Retirou seu Chakran da nuvem, que logo se desfez. Demorou poucos segundos para se preparar e, era claro que faltava um alongamento, mas Lilly não se importou. Aproximou-se de uma das caixas, a primeira especificamente e, sem mais delongas, fez um corte horizontal na caixa, que ruiu num só golpe.

Uma dracaenae lanceira saltou com a lança em direção ao rosto da jovem, que cambaleou para trás e acabou tombando. Queria gritar, era óbvio, mas o medo de ser o centro das atenções do local persistiu, fazendo o possível para manter-se calma e ao mesmo tempo concentrada. "O que não nos mata, nos deixa mais fortes", pensou e voltou a batalha, recompondo-se. Para a sua surpresa, o monstro não estava a atacar, mas sim a tentar se preparar também. Não sabia se o organismo da criatura era parecido com o dos semi-deuses, pois a criatura parecia estar meio atordoada por ter ficado na caixa.

- Que se dane...

A dracaenae rastejou velozmente em sua direção, com a lança apontada para seu peitoral. Lilly agachou-se, flexionando uma de suas pernas e esticando a outra, mantendo também a mão vaga no chão; chutou a cauda da dracaenae na intenção de derrubar-la com uma rasteira, sem sucesso. Portanto, frustrada, recompôs-se num giro pela lateral do monstro, cortando com a lamina do Chakran a região da cintura até o ombro da criatura.

Ouvi-se um urro da mulher-cobra, que tentou um contra-ataque; também rodopiou, e com a lança, tentou atingir uma regiao no ombro da filha de Éolo. Lilly, levemente tonta, demorou a perceber tal aproximação, e num susto desviou-se num impulso para trás, forçando sua concentração no ar daquela região para formar uma breve corrente de ar, que havia conseguido interromper de forma significativa a aproximação da lança. Até achou que a arma fosse cair, mas a dracaenae mantinha-se com as mãos firmes.

Arfante, Lilly forçou uma corrida em volta da criatura, se afastando toda vez que um círculo era feito. A razão para aquilo? Analisar a oponente, ou tentar confundi-la. Lilly não sabia ao certo, mas tinha certeza que o resultado final teria êxito. Assim, depois de três círculos, e com a dracaenae confusa, a jovem afastou-se em alguns passos, fazendo um movimento de 180° com seu braço que portava o Chakran, e assim que terminou, lançou a arma em direção ao rosto do monstro, usufruindo da pouca energia que possuía para guiar o item com a ajuda de correntes de ar. E... foi como Lilly planejou.

A dracaenae se desfez em pó, e a filha de Éolo tombou. Havia sido muita energia para um treino só. Ela quase nunca usava suas habilidades, e quando usava, a energia gasta por elas resultava numa tarde inteira de sono e fome.

Legenda: Lilly W. Murray
Poderes/Itens:

Poderes Passivos:

Olfato apurado I [Nível 1]: O olfato dos filhos de Éolo é muito mais apurado do que o de um humano comum. Neste nível, ele funciona como o olfato de um animal, como um cão, para fins de identificação de nuances de odor, podendo captar mudanças sutis no ar nesse sentido, por exemplo. Não consegue, contudo, identificar o tipo de criatura com a qual está lidando nem um alvo específico. [Antigo Respiração]

Perícia com Chackran [Nível 1]: O filho de Éolo consegue manejar chakrans de maneira bem simplista, mesmo não tendo tido contato com a arma anteriormente na vida. Consegue executar giros simples, pegar na arma de modo correto e como se posicionar, entretanto, não concede uma perícia considerada, elevada ou absoluta, apenas representa uma familiaridade com a arma e uma facilidade de aprendizado, se comparado a alguém sem tal habilidade. [Novo].

Poderes Ativos:

Aerocinese I [Nível 1]: Você consegue manipular pequenas quantidades de ventos podendo apenas influenciar objetos de pequeno porte e direcionar pequenas rajadas de ar contra o oponente, porém nada que prejudique seriamente - apenas uma pequena distração no próximo turno, o suficiente para reduzir o ataque do alvo em 25%. [Modificado, nome e descrição]. [Antigo Aerocinese Iniciante]

Nuvem Particular [Nível 1]: O semideus consegue manipular uma pequena quantidade de ar, condensando-o na forma de uma nuvem com esforço, e usando sua filiação divina consegue fazer com que ela flutue e voe. É frágil nesse nível podendo carregar itens extras com custo de MP para mantê-la ativada, caso seja cancelada a mesma irá se desfazer e o item, cairá. Não suporta mais do que 5kg. Além disso, a nuvem não é sólida: uma pessoa não poderia se apoiar nela, por exemplo, mas também não modifica o peso dos itens, que mantém a forma e as características. [Modificado, estabelecido parâmetros para limitar e evitar grandes incoerências como carregar item pesados demais].

Itens:

{Twister} Chackran [Chackran de bronze sagrado, de formato circular e vazado no centro. A empunhadura é apenas levemente abaulada, não afetando a aerodinâmica, e exigindo atenção na hora do uso para quem não está acostumado. Decorado com arabescos, faz o leve som do vento ao ser lançado no ar. Transforma-se em um pequeno chaveiro com guizos no nível 20.]{Bronze sagrado} (Nível mínimo: 1)[Recebimento: Presente de Reclamação de Éolo]
 
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Re: ♦ Arena do acampamento

Mensagem por Silvia Kawasaki em Sex 28 Abr 2017, 15:21


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Lilly W. Murray:
Olá, Lilly! Tudo bom? Sim? Não? Beleza, vamos à sua avaliação! Não tenho muitas coisas ruins a serem ressaltadas no seu post, não, foram apenas alguns errinhos de digitação que você deixou passar e a cor da fonte que está muito clara. Do tipo "dói na vista", entende? Troque por um tom mais escuro que ajuda. No geral, você foi muito bem, sucinta e sabendo descrever bem a situação da personagem e sua personalidade. Gostei muito. Parabéns.

Coerência: 50/50;
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Re: ♦ Arena do acampamento

Mensagem por Deméter em Sex 28 Abr 2017, 16:50


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Re: ♦ Arena do acampamento

Mensagem por Aniss em Sex 28 Abr 2017, 17:27

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A manhã estava ótima para treinar com os campistas animados do chalé de Deméter. Eu cheguei junto às proles da natureza, correndo atrás do pequeno aglomerado de campistas que vestiam o uniforme oficial — jeans camisa laranja e tênis — e carregavam suas armas também. Tentei me enturmar e apenas o segui quando os vi caminhando, saltando atrás dos garotos que simplesmente caminharam mais rápido. Talvez estivessem com pressa para treinar, não é? Alguns minutos e logo estávamos dentro da construção rochosa para treinar.

Os meus amigos semideuses — eles só não sabem que são meus amigos ainda — pareceram se focar apenas no desempenho já que se afastaram para tomar espaço. Decidi não incomoda-los e fazer o mesmo já que estávamos ali com um único propósito. Os garotos a minha esquerda atacaram alguns bonecos sintéticos com suas pequenas foices, o que me deixou um pouco assustada a inicio. Infelizmente semideuses e criaturas eram seres difíceis de lidar e sua relação não era nada amigável. Eu faria de tudo para ver ambos em harmonia, mas até esse dia precisava treinar para conseguir acompanha-los. Golpes rápidos e certeiros foram desferidos e logo os bonecos começavam a se despedaçar em pedaços por suas lâminas.

Sorri para meus amigos a distância e desenrolei meu chicote encantado em seguida. O boneco a minha frente parecia com uma estatueta angelical que eu havia visto em Nova York, mas quem liga? Flexionei os joelhos antes de lançar o cabo para trás e alavancar um estalo rumo ao boneco que cambaleou para trás. Voltei o braço para a direção oposta, estalando mais uma vez contra o boneco enquanto utilizava a outra mão para manter o “equilíbrio” de meu corpo. Repuxei o cabo, sentindo toda a extensão retornar a minha frente. Pude ouvir alguns comentários à distância. Ótimo.

Ansiosa, resolvi arriscar um movimento avançado. Joguei o cabo para cima, girando o punho e o braço ao redor de minha cabeça para girar a extensão ao meu redor em um espiral. Os primeiros segundos foram mágicos, impecáveis. Até que a ponta do mesmo acertou em cheio meu ombro direito, fazendo-me cair para a direita vergonhosamente. A atenção de todos agora estava de volta e acompanhada de algumas risadinhas. Eu havia estragado a única chance de impressionar meus amigos e isso me deixou frustrada e como eu me arrependo de permitir-me sentir isto.

Soltei o chicote ao ouvir uma gargalhada mais alta de um dos semideuses, saltando contra o boneco em seguida com os braços levantados. Derrubei o mesmo contra o chão, posicionando-me sobre seu tronco e pressionando seu peito com a mão esquerda. A direita levantou-se, revelando unhas até então delicadas afiadas e brilhantes em uma tonalidade verde. Gritei de ódio, cravando a unha contra o rosto do boneco e seu peito em seguida com a mão esquerda. Esse é o problema de ser sentimentalista: você reage e age com as coisas de diferentes formas. Minhas garras rasgavam a pele do boneco que parecia apodrecer aos poucos devido ao veneno. Os cortes pareciam ter sido feitos por animais selvagens e cada segundo a vontade era de destruir o objeto com todas as minhas forças. Eu só consegui parar quando uma das proles de Deméter interviu, gritando em alerta para que eu parasse. Percebi então o que havia feito. Todos os olhares assustados dos semideuses me fizeram corar enquanto as unhas voltavam ao normal. O que eu havia feito? Por que eu tinha estragado tudo? A semideusa tentou se aproximar, mas apenas cambaleei para o lado e corri em direção à saída, assustada e determinada de que havia estragado minhas chances de ter amigos semideuses.


Ler:

A personagem é extremamente emotiva e expressa isso claramente em suas ações, por isso decidi focar nesse quesito para trabalhar o primeiro treino da mesma.


Armas:
{Wooden} / Chicote [Chicote feito de uma espécie de cipó resistente, entremeado a fios de bronze sagrado. Mede 2,5m, com o cabo de madeira, mas recoberto da mesma textura, sendo confortável ao uso e manuseio. A partir do nível 20 transforma-se em um cinto, de aspecto rústico porém condizente às dríades.][Cânhamo, bronze sagrado e madeira](Item de Dríade)[Nível: 1][Recebimento: Presente de Reclamação]
Poderes:
Passivos:
-Nível 1
Agilidade:
As ninfas por serem desejadas por sátiros e precisarem correr muito, adquiriram a agilidade como uma característica natural, sendo mesmo descritas como instrutoras de corrida do Acampamento no livro de PJ. Todas são rápidas e ágeis naturalmente, possuindo uma velocidade de movimentação 50% maior se comparadas a semideuses sem poderes similares. Influi apenas na movimentação, não permitindo ações adicionais.

Perícia com cajados e chicotes - Dríades usam naturalmente ambas as armas, geralmente feitas de fibras vegetais e madeira, mas qualquer arma do tipo será bem utilizada por elas. A perícia implica apenas uma familiaridade e conhecimentos mínimos, mas é algo evolutivo, não significa ações sempre certeiras nem movimentos complexos sem treino, apenas uma facilidade de manejo e aprendizado. [Idealizado por Sadie Bronwen]
Ativos:
Unhas Venenosas - Uma vez por missão, as unhas da dríade tomam a coloração verde por dois turnos. Um arranhão causado por elas unhas nesse estado causa danos por veneno, tirando 5 de HP do inimigo por 2 rodadas. [Idealizado pela antiga Lady Deméter]
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Re: ♦ Arena do acampamento

Mensagem por Will Fortune em Sex 28 Abr 2017, 18:18


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Aniss:
Olá!! Sim, não me contentei só com a sua ficha, e resolvi avaliar seu treino, rs.

Bom, primeiro de tudo, eu realmente amei a maneira como você escreve, mas só se atente em não deixar o parágrafo tão grande como no último, deixa um pouco cansativo, mas nada que tenha atrapalhado seu desempenho.
Outra coisa, que foi o único "erro" que eu notei foi a repetição do "treinar" no primeiro parágrafo:

@Aniss escreveu:Talvez estivessem com pressa para treinar, não é? Alguns minutos e logo estávamos dentro da construção rochosa para treinar.

Que poderia ter sido substituído para "Para o treinamento" ou mesmo "Para o treino".

Eu adorei a forma como colocou a sua personagem como realmente uma novata, tentando se enturmar e não conseguindo segurar suas emoções.

Seu treino foi impecável, assim como sua ficha.

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Re: ♦ Arena do acampamento

Mensagem por Eros em Sab 29 Abr 2017, 11:47



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Re: ♦ Arena do acampamento

Mensagem por Aniss em Sab 29 Abr 2017, 12:01

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Depois do último ocorrido na arena eu não queria ter voltado para lá tão cedo. A realidade é que no acampamento ninguém lhe respeita ou lhe dá a devida atenção caso você seja um espírito da natureza, com exceção de alguns sátiros heróis de resgate ou algo assim. Não é injusto ter que passar a vida toda pelas espreitas de um lugar tão belo e repleto de semideuses precisando de ajuda? Não havia nada que eu pudesse fazer, afinal, já havia estragado a única chance de impressionar os filhos de Deméter e simplesmente surtei estragando tudo. Às vezes eu odiava ser um espírito tão sentimental.

A minha corrida para fora do local no dia anterior não durou muito – eu simplesmente esbarrei num garoto que havia surgido da entrada. Felizmente ele havia me ajudado a me acalmar e me convenceu com poucas palavras a fazer um segundo treinamento com ele. E lá estávamos nós no centro do palco de batalhas. O garoto chamava-se Lincoln e era filho de Afrodite – acho que por isso havia me convencido tão facilmente – e estava disposto e me auxiliar nos treinos seguintes.

Não se preocupe. Eu sei muito bem como é ser julgado por sua natureza.... Eu sempre fui considerado como apenas um rostinho bonito. Eu fico feliz em ajuda-la. Podemos começar?

Sim! Obrigada Lincoln!

Certo. Aniss, né? Vejo que você tem um chicote. Pode mostra-lo por favor? – Questionou o rapaz. Desenrolei o ornamento enquanto observava o garoto belíssimo com seu cabelo comprido e corpo esguio.

Ok, você sabe como funciona o básico certo? É uma arma de controle. Pense como uma extensão do seu braço. Sempre que o lançar, retorne para atingir com um estalo ou imobilizar oponentes. É uma arma versátil. Tente atacar aquele boneco com o que sabe. – ele apontou para um boneco de madeira a alguns metros em minha frente.

Ok!

Segurei firme no cabo da arma, levando-o para trás e automaticamente deixando a mão esquerda esticada a frente como se estivesse parando algo. A famosa pose para controlar chicotes e armas a distância que domadores de circo usavam – ou monstros dominadores como gosto de chama-los. Senti o cabo se afastar sobre meu ombro direito, puxando em seguida em direção ao alvo. Assim que o atingi repuxei novamente, desferindo um golpe que emitiu um estalo por toda a arena silenciosa. Automaticamente meu braço levou o chicote para a posição inicial.

Certo. Você sabe como funciona, só precisa praticar. Tente flexionar mais os joelhos e principalmente manter o controle do seu tronco.

Tronco? Eu sinto lhe decepcionar, mas eu não consigo virar tronco. Apenas uma flor e...

Não boba. – O rapaz deu uma breve risada e pude sentir minhas bochechas corarem – O seu corpo, o seu tronco.

Ah.

Seguimos com o treino conforme Lincoln me ensinava algumas coisas. Os golpes eram sempre incertos quando arremessados de mal jeito e o foco da arma não era esse – demorei quase quinze minutos para entender. Ela realmente servia como uma extensão, um alcance extra para ferir e debilitar inimigos sem colocar a si mesmo em risco. Segui atacando o boneco com estalos rápidos e outros mais fortes, balançando-o em sua estrutura algumas vezes antes de cair completamente. Lincoln sempre levantava o mesmo para que eu prosseguisse com o treino tranquilamente.

Depois de um tempo resolvi tentar o golpe avançado que havia falhado anteriormente: o giro. Tentei uma única vez, girando o cabo por cima de minha cabeça apressadamente e completando uma única volta com a corda ao meu redor, desajeitadamente. O filho de Afrodite interviu, sorrindo.

Vamos com calma. Se você girar num comprimente desse vai provavelmente acertar a si mesma. O giro serve para repelir algum inimigo que esteja próximo de você e demanda muita prática com toda certeza. Faça assim. – Ele demonstrou o gesto com o braço sobre o ombro com a mão direita, girando com firmeza enquanto girava também seus pés contra a areia vagarosamente – se você girar ambos em angulações diferentes não perde tanto o senso de direção da corda e muito menos a força. Agora tente novamente.

Ok.

Tentei fazer o mesmo que Lincoln havia me ensinado: girei o chicote enquanto segurava firme o cabo e assim que a corda ergueu-se ao meu redor girei os pés vagarosamente, seguindo seu ritmo. Felizmente deu certo. Meio sem jeito, mas deu certo. Mantive a calma e continuei com o giro, acelerando a velocidade e força no braço e em certo tempo estava executando o movimento com mais firmeza. Parei bruscamente, levando a mão ao encontro da arma e parando-a enquanto esticava com as duas mãos a minha frente.

Muito bem. Você já sabe o básico.

– Aí Lincoln eu te amo! Obrigada por me ajudar! – Disse animada enquanto dava alguns pulinhos – Eu tive uma ideia! Eu vou lhe ensinar agora algo que eu sei em troca. Vamos!

O que? Como? – O garoto estava corado quando avancei até ele e o puxei pela mão, seguindo em direção a saída.


Armas:
{Wooden} / Chicote [Chicote feito de uma espécie de cipó resistente, entremeado a fios de bronze sagrado. Mede 2,5m, com o cabo de madeira, mas recoberto da mesma textura, sendo confortável ao uso e manuseio. A partir do nível 20 transforma-se em um cinto, de aspecto rústico porém condizente às dríades.][Cânhamo, bronze sagrado e madeira](Item de Dríade)[Nível: 1][Recebimento: Presente de Reclamação]
Poderes:
Passivos:
-Nível 1
Agilidade:
As ninfas por serem desejadas por sátiros e precisarem correr muito, adquiriram a agilidade como uma característica natural, sendo mesmo descritas como instrutoras de corrida do Acampamento no livro de PJ. Todas são rápidas e ágeis naturalmente, possuindo uma velocidade de movimentação 50% maior se comparadas a semideuses sem poderes similares. Influi apenas na movimentação, não permitindo ações adicionais.

Perícia com cajados e chicotes - Dríades usam naturalmente ambas as armas, geralmente feitas de fibras vegetais e madeira, mas qualquer arma do tipo será bem utilizada por elas. A perícia implica apenas uma familiaridade e conhecimentos mínimos, mas é algo evolutivo, não significa ações sempre certeiras nem movimentos complexos sem treino, apenas uma facilidade de manejo e aprendizado. [Idealizado por Sadie Bronwen]
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Re: ♦ Arena do acampamento

Mensagem por Vitor S. Magnus em Sab 29 Abr 2017, 15:29


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Arena
Aniss


S
audações, pequeno espírito o da natureza!

Seu treino foi legal, cê tá se esforçando pra melhorar as habilidades com sua arma principal e isso pode te deixar craque um dia! Atente para a ortografia: os pronomes nos verbos ajudar, mostrar, etc, eles devem ser acentuados quando recebem os pronomes la, lo, etc. Fora isso, atente em deixar seu treino e sua narração mais ricos, narre sentimentos, pensamentos, detalhes legais que podem fazer sua pontuação e a diversão em ler aumentarem.

Continue assim e mostre seu potencial em futuras missões. Sei que vai orgulhar os deuses!

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