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♦ Arena do acampamento

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♦ Arena do acampamento

Mensagem por ♦ Eos em Sex 11 Set 2015, 22:26

Relembrando a primeira mensagem :



Arena do Acampamento


Treinos e Horários




• Matutino:

    — 08:00 às 09:00 — Treino de Armas brancas de longa distância;— 09:00 às 10:00 — Treino de Armas Brancas de curta distância;— 10:00 às 11:00 — Treino de Combate aos monstros.

• Diurno:

    — 14:00 às 15:00 — Treino de Combate aos monstros;— 15:00 às 16:00 — Treino de Armas Brancas de curta distância;— 16:00 às 17:00 — Treino de Armas brancas de longa distância.

• Noturno:

    — 19:00 às 20:00 — Treino de Armas Brancas de curta distância;— 20:00 às 21:00 — Treino de Combate aos Monstros;— 21:00 às 22:00 — Treino de Armas brancas de longa distância.



Instruções Gerais
e
Regras





• Post Inicial;
• Condições climáticas: Definida pelo player;
• Horário: Definido pelo player;
• Local: Arena do Acampamento Meio-Sangue;
• Sem mortes ou perdas de itens;
• O não cumprimento das regras aqui descritas poderá acarretar em punições diversas;
• Se tiverem alguma dúvida, podem perguntar a qualquer deus estagiário por Mensagem Privada (MP);
• Não há mínimo nem máximo de linhas ou palavras exceto pelas já especificados nas regras gerais, mas espera-se um post bem descrito;
• Quaisquer poderes ou equipamentos utilizados por vocês devem vir em quote ou spoiler, de preferência separando poderes ativos de passivos;
• Sem máximo nem mínimo de equipamentos, desde que seja possível levá-los;
• Esse tópico é monitorado e avaliado pelos deuses em geral e pelos monitores.

    — Tal medida foi tomada com o intuito de não sobrecarregar os avaliadores.— Tendo isto em vista, todos os tópicos desse gênero podem conter até dez (10) treinos.


    — Quando chegar nesse limite, ninguém mais pode postar. Caso contrário, o treino será ignorado.— Quando o deus responsável pelo tópico avaliar, até mais dez treinos poderão ser postados até que haja uma nova avaliação.


    — Cada player pode postar um  único treino por atualização, independente do tipo de treino;— O descumprimento da regra acarretará a anulação dos treinos posteriores ao primeiro.


• A quaisquer sinais eminentes de plágio, punições severas serão aplicadas.

    — A primeira punição será o ban por IP durante uma semana;— Numa segunda infração, a punição será ban eterno.

• Treinos noturnos são atribuídos àqueles cujas descendências divinas diretas se dão por deuses ligados à noite ou à obscuridade;

    — Encaixam-se entre tais deuses: Hades, Melinoe, Phobos, Deimos, Hécate, Morfeu, Nyx, Thanatos, Selene, Ártemis, Nêmesis e Circe;— Para qualquer treino noturno cujo semideus em questão não tenha um progenitor devido para o horário, haverá a anulação do treino.

• A premiação máxima segue as regras do fórum;

    — A premiação máxima é composta de: cem de experiência.

• O critério de avaliação segue as regras do fórum;

    — O critério de avaliação é composto de: coerência; ortografia; estrutura e fluência; uso de armas e poderes;

      — Coerência definirá: cinquenta de experiência;— Ortografia e Organização definirá: dez de experiência;— Coesão, Estrutura e Fluência definirá: vinte e cinco de experiência;— Objetividade e Adequação à Proposta definirá: quinze de experiência.


• Instruções aos players:

    Dicas de Postagem Geral:
    Prestem atenção em todas as informações que lhes foram dadas;Usem um corretor ortográfico, para evitar grandes perdas neste ponto;Tentem não usar templates ou tables que prejudiquem a leitura ou modifiquem de forma drástica a largura ou a altura do texto;Evitem o uso desmedido de muitas cores que possam, de alguma forma, tornarem a leitura menos envolvente;Sejam objetivos no sentido de não enrolarem, ou seja, não adicionem detalhes desnecessários;Caso não saibam algo, procurem no fórum e em fontes externas confiáveis ou perguntem para qualquer deus estagiário via Mensagem Privada (MP);Não copiem a introdução dada pelo narrador: interpretem-na segundo a vista dos seus personagens;Tenham bom senso.

• Tópico criado após sugestão de Asclépio;
• Tópico criado com a aprovação de Deméter e Athena;
• Boa sorte a todos os campistas.

Créditos da organização/ formatação geral a Logan Montecarlo

♦ Eos
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Re: ♦ Arena do acampamento

Mensagem por Lilly W. Murray em Sab 29 Abr 2017, 16:45


TREINO II




A duração da caminhada até a arena não demorou, muito pelo contrário. Era uma manhã nublada, e por tais motivos, poucos campistas se locomoviam pelo acampamento, preferindo permanecer nos chalés, mas para Lilly era sempre diferente. Empurrou os portões da arena, observando os poucos semi-deuses que ali treinavam; a maioria majoritária era do chalé de Deméter. Todos estes participavam de uma espécie de gincana envolvendo plantas e madeira, o que não era bem o forte da filha de Éolo. Assim, preferiu se afastar dos mesmos.

Chegando próximo a divisa entre o gramado da arena e uma área de floresta, Lilly se deparou com uma criatura similar a um cachorro, só que com uma estatura anormal, cujos olhos eram tão vermelhos e tão profundos que por um segundo fez um leve calafrio percorrer dos pés até a cabeça; seus dentes eram tão afiados que, numa só mordida, já achava que seria fatal. Se tratava de um cão infernal. Lilly já havia encontrado algumas citações da criatura num dos livros da biblioteca, mas nunca havia entrado em conflito contra um. Talvez, aquela seria sua primeira vez, ou poderia sair correndo, mas não ousou tal ideia. A criatura mantinha seus olhos vidrados na garota, atenta a qualquer movimento. "Se eu não matar essa pestinha, eu irei limpar o estábulo, certo consciência?", pensou. No mesmo instante, forçou uma parte de sua energia nas unhas, que começaram a crescer e a se encurvar, como as de uma águia. E era óbvio que, a criatura percebia tal feito, rosnando ainda mais, e mostrando os dentes, que só faltavam trincar.

O cão saiu em disparada na direção da filha de Éolo; o choque entre ambos a fez ser arremessada para longe, baqueando próxima a um arbusto. Havia sido uma situação inesperada, na qual Lilly ainda tentava compreender, assustada. Mas ignorou estes pensamentos, erguendo-se. E quando menos percebeu, o cão voltou a vir em sua direção. Num movimento impensado, saltou para a direita, deixando o cão ir de encontro ao arbusto.

Aquele era o momento certo para uma revanche. Esperançosa, mas ainda sim receosa, Lilly pôs-se em forma defensiva; colocou sua perna esquerda a frente da direita e ambos os punhos rentes ao queixo. Quando o cão se virou, ainda meio atordoado, Lilly levou sua perna esquerda um pouco mais para trás, e num movimento de 180°, atingiu o maxilar do cachorro com o peito do pé, reforçado com a bota. Foi capaz de se ouvir um estalo vindo da boca do cachorro, mas isso não foi algo que fez Lilly ter piedade. Célere, se aproximou ainda mais do cão que, ainda consciente, saltou em direção ao peitoral da garota, que tombou. Agora, seus pensamentos se encontravam bagunçados. Forçou uma das palmas sobre o peito do monstro e a outra sobre seu pescoço, tentando afastá-lo com a maior rapidez possível. Suas unhas chegavam a se enterrar na pele da criatura, mas ainda sim não era suficiente para obter sua liberdade. Portanto, numa incerteza, retirou sua mão do peitoral do monstro infernal, possibilitando uma maior proximidade entre ambos e, rapidamente, cravou o indicador e o anelar nos globos oculares da criatura, que se desfez em pó.

Um treino quase que fatal, podia assim dizer. Levantou-se, dando palmadas sobre a vestimenta para se livrar dos restos do monstro que agora estava no tártaro. Suas unhas já estavam voltando ao normal, sem sua permissão. Talvez sua energia já estava escassa; tinha certeza de que, após aquele treino, sua batalha seria com a cama.

Poderes/Itens:


Poderes Ativos:

Garras [Nível 2]: O filho de Éolo consegue manipular suas unhas fazendo-as crescerem no máximo cinco centímetros, em forma recurvada como garras de pássaros, podendo assim usá-las ofensivamente para perfurar e cortar couro, madeira e carne. Qualquer tipo de metal pode cortar facilmente as garras. Cada ativação mantém as unhas transformadas por 3 rodadas, mas se cortadas de alguma forma elas não regeneram, sendo necessária uma nova ativação.[Modificado, nível e descrição.]

Itens:

-
 
Lilly W. Murray
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Re: ♦ Arena do acampamento

Mensagem por Alaska J. Solzhenitsyn em Dom 07 Maio 2017, 11:11

Auto Defense
Chicote, Part. I
Horário:  15:00 às 16:00

O novo item de couro e bronze estalou contra o chão fazendo-a rir.

Aquilo era tão surreal...

Muitas informações tinham sido bombardeadas na vida de Alaska ao longo do início do ano e, mesmo tendo passado tanto tempo constatando que aquilo não era mais um fruto de sua fértil imaginação, a prole de Hefesto ainda se impressionava com tudo o que se mostrava como novo para ela.

O cabo do chicote se encaixava com exímia perfeição em suas mão direita, a dominante, porém, se opondo a toda perfeição no ato de segurar a arma, Alaska ainda possuía alguns problemas com a performance do uso. A semideusa olhou para o instrutor, claramente pedindo ajuda, James, seu amigo de infância se aproximou. Ele era filho de Hermes e, por alguma razão desconhecida, tinha uma habilidade anormal com qualquer arma que tentasse usar, principalmente facas e adagas.

O rapaz se aproximou da ruiva, o impecável sorriso maroto que ela detestava e amava brincava nos lábios dele. James tinha um ar despojado de encrenca, apesar disto, era muitíssimo responsável. Sua pele era alva, seus cabelos castanhos e os olhos eram acinzentados. Como boa parte das pessoas, era mais alto que a prole de Hefesto, tendo exatos um metro e oitenta.

─ Primeiro... ─ A mão destra do rapaz tocou a mão dominante da ruiva, desfazendo o aperto em volta do punho para fazer o polegar dela se estender ao longo do comprimento da arma de couro. ─ Você estava segurando errado. É impotante que seu polegar sempre se estenda ao longo do punho, isso ajuda na mira.

─ M-mira? ─ ela questionou, débil.

─ Claro, tente estalar o chicote. ─ Alaska fez o que lhe foi pedido. Levou a mão destra para trás, como que para pegar impulso, então, moveu o braço para a esquerda de seu corpo, levantando-o à medida que chegava ao limite que o próprio braço podia se estender para então mover a arma de volta para a esquerda e estalar o chicote no chão.

A ponta de couro e bronze tocou o chão, o som do estalo ecoou pela arena fazendo até a própria semideusa pula de susto. James apenas riu.

─ Muito bem, seu movimento com o braço está quase perfeito. Mas sua postura... ─ ele a olhou pensativo. ─ Bom, iremos resolver isso. O ponto é, você notou que o chicote seguiu o mesmo sentido para o qual seu polegar esteve apontado?

Alaska negou com a cabeça.

─ Então, repita o movimento. Certo? Só que, desta vez, faça-o lentamente, deixe-o fluir naturalmente e observe o polegar. ─ A ruiva repetiu o movimento anterior percebendo, então, que o que o amigo dizia era, de fato, verdade. Animada, ela sorriu para a prole de Hermes, esperando pelas próximas instruções.

Muito bem, agora repita a minha postura e finja que isso nas minhas mãos é um chicote. ─ O semideus, então pegou uma adaga e virou-se de frente para Alaska, com os pés afastados na largura dos ombros. Pegue o punho da adaga firmemente em sua mão dominante, a esquerda e segurou-a da mesma forma que havia ensinado anteriormente, estendendo o polegar ao longo da empunhadura.

─ Tenha em mente que essa é a postura que você tem que adotar quando usa o chicote. ─
James instruiu, desfazendo a posição. ─ Agora vamos treinar sua desenvoltura com a arma. Tem girá-lo acima da cabeça. ─ Alaska o fitou com ar interrogativo. ─ É uma movimento importante para impulso. ─ o outro respondeu, revirando os olhos.

A ferreira fez o que o lhe foi pedido. Levantou a arma, colocando o prolongamento da cora de couro e resquícios de bronze nas costas, então começou a girá-lo, à medida que o movimento ganhava velocidade, o chicote fazia círculos maiores.

─ Errado, Laska! ─ James exclamou de repente, assustando-a e fazendo com que a menina parasse o movimento no ato, levando uma chicotada nas costas.

─ Ai! ─ a ruiva resmungou, censurando o amigo com o olhar. Este apenas fitou-a com ar culpado.  

─ Desculpa... ─ ele soltou antes de continuar a instruir. ─ É que você não pode girar muito rápido, o movimento é devagar e fluido. Lembre-se sempre disso, Laska.

A semideusa assentiu cansada, foi então que olhou para o relógio de bronze no pulso, já passava das 15:45. Um ar de assombro tomou conta da feição delicada, tinha um cliente aguardando-a nas forjas a mais de vinte minutos.

─ Deuses, como o tempo passa. Preciso ir. ─ ela abraçou James antes de sair correndo arena à fora.

Armas:
Chicote [Possui uma longa tira de couro reforçado presa ao cabo, e fibras de bronze sagrado. O chicote mede 3m. É uma arma voltada mais para imobilização do que para o dano, sendo este pequeno, mas incômodo.][Bronze sagrado e couro][Sem elemento, sem nível mínimo]
Obs:
Eu não tenho certeza quanto ao horário, porque, para mim, chicote seria uma arma de médio alcance, depende do ponto de visto. Eu coloquei como curto, porque, né, não é como o arco. hahaha
Só ressaltando: horário das 15-16 hrs.

© DFRabelo
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Re: ♦ Arena do acampamento

Mensagem por Will Fortune em Dom 07 Maio 2017, 14:02


Avaliação


Lilly:
Olá!! Vamos lá! Eu gostei do seu treino. Não encontrei erros nem nada, porém eu acho que você poderia ter explorado um pouco mais as emoções da sua personagem mediante aquela situação. Você é uma novata, alguns pensamentos e sensações iriam acontecer no meio daquela luta, mas nada que vá atrapalhar de fato seu xp.

Coerência: 49/50;
Coesão, estrutura e fluidez: 25/25;
Objetividade e adequação à proposta: 13/15;
Ortografia e organização: 10/10;
Total: 97 xp!!

Dúvidas, reclamações, dicas ou qualquer coisa em que eu possa ser útil, basta contatar por mp.
QUEM FOR ATUALIZAR, O HP ATUAL DELA ESTÁ ERRADO.

Alaska :
Olá!! Vi que você seguiu os conselhos de um espaço entre os parágrafo, isso ajuda bastante na leitura, obrigado. Assim como eu gostei do jeito diferente da sua ficha, também gostei da sua narração. Ela é boa, fluída e tudo mais. Gostei também da maneira como fez ela de fato parecer uma novata aprendendo aquilo, e não só chegando e se achando a Badass. Notei um errinho só, mas creio que tenha sido na digitação mesmo, comendo uma letra. No mais, parabéns!

Coerência: 50/50;
Coesão, estrutura e fluidez: 25/25;
Objetividade e adequação à proposta: 15/15;
Ortografia e organização: 9/10;
Total: 99 xp!!

Dúvidas, reclamações, dicas ou qualquer coisa em que eu possa ser útil, basta contatar por mp.


Atualizado


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Re: ♦ Arena do acampamento

Mensagem por Willow Demurrage em Dom 07 Maio 2017, 14:45


Os braços das garotas estavam entrelaçados e ambas seguiam pela trilha dos chalés, em direção a arena, onde a garota mais velha – e consequentemente veterana – trataria de passar parte de seus conhecimentos para Willow, mais uma novata deslocada e insegura.


O silencio parecia incrustado em cada passo que davam, dançando em sua eterna mudez entre as garotas que permaneciam próximas. Nenhuma palavra era dita, Pietra – a filha de Afrodite – evitava falar com a garota de cabelos castanho escuros, por culpa do inglês que a novata mal dominava, carregando um sotaque dominante e evidente confusão ao pronunciar as palavras na língua quase desconhecida. A mais velha havia, obviamente, se oferecido para ajudá-la por pena.


A asiática permanecia aparentemente quieta e introspectiva, ainda que observasse tudo com certa curiosidade e espanto. Willow não falava inglês e quase não era capaz de entendê-lo, então só restava observar como os semideuses agiam, tentando compreender e, por questões obvias, a cultura que a coreana havia convivido desde que nascera a impedia de entender certas coisas com facilidade.


Ela estava perdida.


Pietra a segurou mais forte pelo braço, guiando-a para o leste, em direção a uma construção notável. Era uma estrutura composta por grandes blocos, em forma circular, ela notou. Havia também uma evidente movimentação em torno das entradas visíveis para a coreana. E, não tardou que ambas estivesse atravessando uma das quatro portas, enfiando os sapatos no chão de terra. A princípio Willow se sentiu deslocada e envergonhada pela quantidade de pessoas, porém a sensação foi se dissipando à medida que caminhava e percebia que quase todos estavam ocupados demais para prestar atenção em outra coisa, senão o próprio treino.


A filha de Afrodite era popular, Willow notou, ela caminhava entre os semideuses, cumprimentando seus conhecidos – que se resumia a boa parte dos campistas por quem elas haviam passado – e guiando Willow para um local onde haviam pessoas com arcos e armas desconhecidas para a novata.


- Eu já volto, fiquei aqui. – Pietra faltou, pausadamente, se esforçando para que a outra fosse capaz de entender o que não ocorreu.


A morena apenas continuou parada, observando a loira – Pietra – se afastar, constrangida e cogitando a hipótese de adquirir um dicionário. Willow por fim olhou para os lados, tentando se sentir menos estranha naquele local, resolvendo – por fim – observar a luta entre dois semideuses que ocorria há uns bons metros de onde ela estava. Um garoto baixinho lutava com uma habilidade incrível, portando uma espada que parecia enorme em relação a ele, talvez fosse uma lança. Willow não sabia ao certo. A coreana deu ombros, se virando para a direção onde Pietra havia ido, observando a loira portar dois arcos e carregando algo nas costas e, quando a filha de Afrodite notou que a morena a observava ela acenou, se aproximando correndo.


- Voltei. – Pietra falou, entregando um arco para Willow que sorriu, compreendendo de imediato.


A loira entregou um aljava com algumas flechas para a morena e a segurou pelo braço, como se fossem amigas há um bom tempo, a colocando em frente a um dos vários bonecos que existiam na arena. Willow estava há uns bons metros do alvo e entendeu que deveria tentar acerta-lo com as fechas guardadas no aljava. Ao seu lado Pietra indicava com gestos nada discretos que ela deveria simplesmente segurar o arco ao lado corpo e posicionar a flecha na metade da arma de madeira. Bem, Willow sabia que deveria fazer aquilo.


- Ok. – Ela falou para a mais velha, indicando que havia entendido para, em seguida, imitar os movimentos da loira.


Ela ergueu o arco e tirou uma flecha do aljava, a posicionando no local indicado com um risco no arco. E, quase de imediato ela sentiu as mãos de Pietra arrumando sua posição, afinal Willow não sabia de qual forma puxar a corda e muito menos o ângulo. A morena era evidentemente menor do que a filha que Afrodite, que ostentava uma altura invejável com uma pele escura que contratava com os cabelos loiríssimos, então ela supôs que deveria inclinar o arco para cima, para acertar o alvo numa altura que Pietra acertaria ao usar o ângulo reto.


Por fim a mais velha a soltou, quando julgou que ela estava numa posição aceitável.


- Faça mais força. – Pietra falou, mas a coreana não havia compreendido e soltou a flecha que seguiu metade da trajetória antes de cair no chão.


- Desculpa. – Willow falou, puxando outra flecha quase de imediato, entendendo o que a outra havia tentando lhe falar.


Ela imitou os mesmos movimentos de antes, puxando a corda com toda a força que possuía, soltando-a de imediato. E, dessa vez a flecha havia ido até o boneco, mas não havia sido o suficiente para se cravar no mesmo e muito menos havia parado no ponto que Willow imaginou que iria parar, muito pelo contrário. Afinal ela não sabia mirar.


- Hm. – A filha de Afrodite a olhou, decidindo se Willow era um caso perdido. – Certo, olhe como eu faço.

Willow a olhou visivelmente confusa e perdida, fazendo com que a loira improvisasse uma linguagem de sinais falhas e depois ela apenas puxou o próprio arco – esquecido ao lado do corpo – juntamente com uma flecha, posicionando os dois em seus respectivos lugares e encarando o boneco com uma concentração invejável, não tardou que ela fechasse um dos olhos, acertando a mira e, aparentemente, calculando a força que deveria utilizar. Quando a filha de Afrodite soltou a flecha a mesma seguiu uma trajetória retilínea, com o costumeiro zunindo e acertou o peito do boneco com precisão.


- Sua vez.


Willow puxou outra flecha, tentando dessa vez fechar um dos olhos, numa tentativa de acertar o alvo, entendendo quase de imediato que aquilo ajudava. A asiática ergueu o arco num ângulo que achava correto, arrumando a própria posição e puxou a corda para trás, a soltando em seguida. Ao contrário das outras vezes a flecha penetrou o boneco, ainda que tivesse atingido o local errado do que Willow havia mirado. A morena sorriu para a loira que parecia mais feliz do que ela própria e, quase de imediato, a filha de Afrodite pegou o arco e aljava da novata.


- Já volto! – A loira falou antes de correr para longe da coreana que permaneceu esperando a quase amiga.




-Alguns códigos By P.D! De resto foi by @kkmlpk


OBS:
Basicamente morri e agora estou criando uma nova trama, beijos.
Willow Demurrage
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Re: ♦ Arena do acampamento

Mensagem por Silvia Kawasaki em Seg 08 Maio 2017, 13:30

TREINO NÃO AVALIADO. A PLAYER ESTÁ COM PEDIDO DE MISSÃO PENDENTE
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Re: ♦ Arena do acampamento

Mensagem por Mirabella H. Forchermman em Qui 11 Maio 2017, 11:33


Training
Mirabella acordara cedo aquela manhã, por qual motivo nem mesmo ela sabia apenas seus olhos se abriram preguiçosamente, seguidos por um bocejo longo que percorreu os lábios da morena lentamente. E como ela sabia que era cedo? Bem, seus irmãos e irmãs ainda estavam dormindo como verdadeiros anjinhos em suas camas e a morena por incrível que pareça estava totalmente disposta.

Depois de uma caminhada calma a morena sentou-se em um troco perto da fogueira e ficou ali por um bom tempo a admirar o nascer do sol que trazia com sua imensa luz mais um dia em que seria produtivo e bem atarefado no acampamento meio sangue. Mirabella sentiu uma brisa leve tocar a sua pele junto com ela uma ponta de saudade de casa, saudade daquilo que fazia bem, saudade do cheiro de rosas pelas manhãs. Apesar de saber que sua mãe tinha um jardim inteiro em que a semideusa poderia desfrutar dele completamente, não se comparava a pequena floricultura localizada nos canais de Veneza. – Ah! Itália, como tenho saudade de ti minha bela! – sussurrou a morena para si mesma, levantando levando as mãos para dentro dos bolsos do seu moletom, voltando a sua caminhada até o refeitório para uma das refeições que nem sempre era realizada pela jovem.

====§====

Mirabella se via em meio a vários semideuses, a arena era imensa e às vezes pequena demais. Evie, a morena de cabelos pretos, instrutora e pretora do acampamento romano, estava à espera de todos recostada em um boneco, à visão poderia ser um pouco engraçada, pela forma com a qual a garota estava largada sobre o boneco, no entanto, por ser uma instrutora romana, não avia motivos para se achar graça, até porque a fama da garota era grande e semideuses xexelentos que tem amor a sua vidinha medíocre, jamais contaria uma piada a ela.

Pontaria, aquela seria a primeira de muitas instruções do dia e pela roupa da morena, Mirabella estava preparada para o que viesse a acontecer, vestia um macaquito jeans, camiseta e botas tipo militar, aquele dia estava quente e as botas eram realmente necessárias no acampamento.

A semideusa era precisa em sua explicação, diversas armas estavam dispostas em uma bancada a escolha dos campistas, para alguns a tarefa proposta poderia ser facilmente realizada ou não, o fato é que pra a semideusa, aquilo seria uma missão e tanto. Aos 15 anos, Eddie a levou pra caçar um dia, coisa que não é muito comum, porém o tutor da jovem gostava da ideia de caçar pequenos animais. Os dois foram passar a noite acampados em uma floresta, ali foi o primeiro lugar que ela se viu completamente livre de tudo, o pai ainda pode instruir a garota em como usar uma espingarda de calibre pequeno própria para caça. A ideia de atirar em algo ou alguém não era muito bem vista pela morena, mais a sensação de poder que se tem ao empunhar de uma arma, é algo que não se explica. A morena maneou a cabeça levemente, tentando dispersar de seus pensamentos voltando a sua atenção a morena que explica o que deveria ser feito.

Mirabella escolheu para si algumas adagas e foi para os alvos que se moviam. Ela lançou uma das adagas, a mesma parecia desfilar no ar logo acertando o alvo que estava mais perto, como era de se esperar, não foi no meio como deveria ser ou como a morena esperava que fosse, mais por hora o importante era acerta-lo. A morena deu alguns passos para a direita, seu foco agora estava em um alvo um pouco mais longe o colocando em sua mira trazendo consigo a dificuldade e sua concentração seria primordial naquele momento. Mirabella arremessou o novamente a adaga, que desta vez partiu sentido ao alvo em linha reta, a força colocada pela semi deusa no arremesso fez com que a arma percorresse o caminho até o alvo com mais exatidão, porém a sua mira não fora tão perfeita com a força administrada, Mirabella viu a adaga passar de raspão pelo alvo, com a mesma força lançou novamente outro dardo e mais uma vez errando.

Um suspiro de desapontamento percorreu as narinas da morena, mordendo os lábios, sem pensar a morena arremessou com toda a força que poderia ser colocada naquela atividade o ultimo dardo em sua mão, mirando no ultimo alvo que girava com certa rapidez. Poderia ser sorte ou talvez uma boa conduta, mais para a alegria da semideusa, o algo fora atingido, não exatamente no centro mais com exatidão, para Mirabella o resultado já era satisfatório. – Muito bem prole de Dionísio! – dizia a instrutora para a morena que caminhava em direção à saída um tanto orgulhosa de si mesma.    
Mirabella H. Forchermman
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Re: ♦ Arena do acampamento

Mensagem por Logan Montecarlo em Sex 12 Maio 2017, 03:09

Mira, ma bella!, eu fiz uns comentários sobre seu treino no começo, e acho válido deixá-los aqui para que você possa aprimorar pessoalmente:

Logo no começo do seu texto, me incomodou um pouquinho a falta de algumas pontuações onde eu acharia necessário. A sua primeira frase, por exemplo, eu reescreveria assim: Mirabella acordara cedo naquela manhã. Por qual motivo?, nem mesmo ela sabia; seus olhos, apenas, se abriram preguiçosamente, seguidos por um bocejo longo, que percorreu os lábios da morena lentamente. É um período longo justo no início do texto, o que pode causar uma certa confusão ou "afastamento" do leitor pro resto do texto, sabe?, e, se quisesse manter a frase assim tão grande, dividi-la em períodos menores, com vírgulas bem colocadas, seria uma alternativa melhor. Em outros momentos, eu também senti falta de algumas vírgulas, por exemplo, no segundo período. Apesar de não estar, necessariamente, incorreto, a leitura acaba ficando um pouco cansativa, porque as informações são colocadas todas na mesma hora. Falta uma pausa pro leitor parar, entender e compreender tudo o que está acontecendo, entende? E isso pode ocasionar uma releitura de passagens simples, o que não é muito legal, convenhamos.

Falando na norma culta, existem algumas regras para o uso de vírgulas (eu recomendaria que as procurasse), mas a melhor forma de pegar isso é ler e testar; e, aos poucos, você vai "pegando o feeling", guria. Acho que uma releitura sua, ou de algum amigo de confiança, que pudesse indicar esses períodos longos e confusos seria uma boa ajuda também. Só pra exemplificar, o seu segundo parágrafo tem uma frase de duas linhas e meia logo no começo, sem nenhuma vírgula. Isso é, "segundo a lei da gramática", perfeitamente capaz de estar certo (embora, no caso, não estivesse), mas é dificilmente recomendado! Atente-se pra isso e tenho certeza que vai melhorar e muito.

Acho que seu principal problema, de verdade, é essa fluidez e coesão das ideias, porque mesmo a estrutura está boa; parágrafos bem divididos, ideias bem fechadas. Eu te recomendaria "picotar" as frases, deixando-as mais curtas sempre que possível. Atenção!: não é uma dica para todo mundo. Mas, no seu caso, eu acho que ajudaria um pouquinho.


No entanto, como seu treino está presente em outro local (portanto, não é originalmente feito para o PJBR), eu teria que confirmar a sua autoria: seja por meio de prints ou mesmo uma conversa por MP onde você consiga me provar que o texto é seu. Do contrário, seria considerado plágio [mas não acho que é o caso]. Mesmo assim, ele ainda teria alguns problemas, que foi justamente no ponto onde deixei de avaliá-lo: você cita uma pretora romana. Infelizmente para uns, felizmente para outros, ainda não temos os romanos inseridos abertamente na trama do fórum (ninguém disse que não teremos em algum momento, hihi; será? fica o mistério).

Esse detalhe foi o que me causou um estranhamento a ponto de ir buscar a autoria do texto. Sendo assim, seu treino foi zerado, mas, caso consiga provar sua autoria, você não será punida. De toda forma, vale a pena dar uma conferida antes de repostá-lo, para adequá-lo à trama do fórum!

Espero que entenda, Mirabella. Se precisar de ajuda para se adaptar ao fórum, qualquer monitor/staff/deus, enfim, membro da nossa comunidade estaria disposto a te inserir na nossa realidade. Aproveito pra te dar as boas vindas (acho que ainda não nos vimos por aí, né?, ahahaha)! Até mais!

(não há necessidade de atualização)
Logan Montecarlo
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Re: ♦ Arena do acampamento

Mensagem por Sarah Lich. Collins em Sex 12 Maio 2017, 23:08


Queen of Paranauê♛
I'm dating everyone, 99% Angel, perfect, but that 1% is bum.






Eu estava conseguindo me adaptar bem ao acampamento. Nenhuma aula sobre mitologia na escola prepara um jovem semideus para tudo o que irá encontrar, mas é um início. – Então os filhos de Afrodite são em sua maioria adeptos ao amor e não a guerra? – Eu fazia perguntas básicas a Janine, ela havia achado um jeito de me conectar com o acampamento sem precisar me fazer correr riscos de vida, mas ainda assim estávamos a caminho da arena de treino. – Hum, é bem coerente na verdade sermos fortes, mas ainda assim perdermos para os filhos de Heracles. – Afirmei. Aos poucos eu conhecia um pouco sobre minha descendência e isso explicava bastante o porquê sempre fui mais forte que meus pais, não que eles fossem fracos e humanos.

A tarde estava calorosa e usar toda aquela vestimenta tradicional dos campistas estava me fazendo suar a frio. Durante a manhã havia feito escalada e agora me restava apenas apanhar um pouco de algum semideus veterano. A arena por sua maioria era composta por filhos dos deuses olimpianos e algumas vezes surgiam outras criaturas, mas naquela tarde eram somente simples adolescentes treinando suas habilidades. O machado de reclamação estava em minhas mãos e segundo minha meia irmã, era importante eu aprender a utilizá-lo logo no início. Sentia-me apreensiva e bastante amedrontada, o machado em apenas uma mão pesava bastante e não entendia como lutaria usando uma arma pesada como aquela. Minha limitação se dava somente a minha mente. Eu precisaria admitir que o meu maior medo fosse sair daquele lugar com um olho roxo ou talvez faltando uma unha.

Aquela tarde seríamos apenas nós, Janine com seu olhar assustador e corpo robusto quase masculino e eu delicada, inocente e assustada demais para apenas conseguir levantar uma arma. – Ok. – Consegui dizer finalmente ao me ver parada no centro da arena com alguns olhares sobre mim. Segurei o machado com as duas mãos, e nem havia percebido antes o quanto ele pesava. O seu cabo de metal entalhado com runas tornava a arma ainda mais mística. Precisei dobrar os joelhos um pouco para pegar equilíbrio e por ironia do destino ou não, sentia-me conectada a arma. Era a primeira vez que utilizava aquele machado e já me sentia tão íntima que após o treino daria um nome meigo, doce e feminino para aquele pedaço de metal nem um pouco pequeno. – Procure só não me acertar, tudo bem. – Sorri. – Eu não vou conseguir te acertar mesmo. – Ergui o machado, pelo menos tentei fazê-lo no ar e então tentei golpear Janine. O resultado foi catastrófico já que ao descer a arma pesada meu corpo resolveu seguir junto e o mesmo encravou no solo. A força daquela arma estava nos músculos e nele focava o sucesso do uso, percebi isso após umas três tentativas com o mesmo erro.

Focalizei minha força nos meus delicados músculos que cresceu um pouco desde minha chegada ao acampamento. Ao atacar eu precisaria de uma força dos braços e para mantê-lo somente o músculo seria suficiente. Arqueei as pernas, abrindo-as o suficiente para me manter apoiada e então girei o machado e ataquei Janine, a mesma bloqueou minha arma no ar e o impacto dos dois machados se encontrando me fizeram retroceder alguns passos. – Estou pegando o jeito. – Afirmei contente. Janine ao invés de me responder, atacou-me pecando desprevenida, tentei parar o seu machado no ar como a mesma havia feito porém ainda me faltava maestria. O cabo escorregou pela minha mão e caiu no chão, o que me restou apenas a velha e simples esquiva desarmada. Joguei-me para o lado e senti o vento do ataque passar por mim. – Ei... – Tentei argumentar, mas minha irmã estava possuída. Ela atacou novamente e por poucos centímetros consegui me esquivar rolando no chão cheio de pedras, terra e capim. Atacá-la com as mãos nuas seria perda de tempo, além de arriscado já que ela estava em posse do machado da morte. Levantei-me corri em sua direção, rápida o suficiente para bloquear o seu próximo ataque segurando o seu machado no ar, ele era pesado como o meu, mas ainda assim eu estava em uma posição previlegiada para ter êxito. As pernas semi aberta, o corpo abaixado de forma que era preciso tentar erguer o corpo para bloquear.

Ficaríamos naquela posição durante horas, seria preciso ter algo em mente. Levantei a perna esquerda a desferi um chute em sua costela, talvez forte demais para um treino, mas ela não reclamou. O chute foi o suficiente para fazê-la perder o controle do machado e o mesmo também cair no chão. Agora seria duas meninas com as mãos nuas e prontas para se socar. – Não soca meus peitos. – Tentei implorar, mas o busto foi o primeiro local que a mesma mirou. Segurei o seu braço atacante e tentei virá-lo, mas não contei com um chute que me acertou em cheio na barriga, segurei a sua perna e a joguei para o ar. Nós duas estávamos agora caídas no chão, primeiro Janine em cima de mim e depois com um rodar de pernas para pegar impulso, virei o jogo ficando por cima da mesma. Ela elaborou todo um milagre das artes marciais com a ajuda de Zeus e todos os olimpianos, ou talvez apenas prática mesmo, ela prendeu as suas pernas acima do ombro e com a força das pernas me jogou para trás, tonta e comendo mato. Ao meu lado estava o meu machado e agora em suas mãos o machado dela, gritamos feito loucas e fomos nos embater novamente. Em toda a arena ouvia-se somente os nossos gritos e o barulho dos machados se encontrando no ar, metal se chocando contra metal.

Nenhuma das duas perderiam naquele momento, era apenas um machado que por força divina tínhamos maestria e usaríamos até a morte de ambas, brincadeira. Os meus músculos já pediam ajuda, minhas pernas tremiam com o grande esforço, alem lógico do suor que escorria pela minha testa e regularmente fazia os meus olhos arderem caindo um pouco neles. – Desisto. – Finalizei aterrisando a arma no chão e me sentando em seguida. – Eu estou exausta, você não vai se cansar nunca e meus músculos estão queimando de dor. – Conclui arfando. – Você venceu esse treino, o que não é nenhuma novidade pra mim. – Foquei o céu que agora amenizava a sua temperatura e então sorri. – Foi um ótimo treino.      


Arsenal:


Habilidades:

Passivas:

(1) Perícia com armas pesadas: Por geralmente ter mais força do que agilidade, os filhos de Hefesto tem facilidade em usar armas pesadas. Martelos, machados e marretas são suas melhores amigas na hora do combate.
(1) Braço de Ferro: Naturalmente, filhos de Hefesto são fortes e bem desenvolvidos. Sua força é consideravelmente maior comparada a outros semideuses em mesmo níveis, a exceção das crias de Héracles. Não são muito ágeis.
Ativas:



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Re: ♦ Arena do acampamento

Mensagem por Pitter Hank em Dom 21 Maio 2017, 12:03



ARENA I
PRIMEIRO TREINO


- Então o comando é “snakes” – murmurou, digitando no aparelho.
Dígitos e códigos criaram vida e saltaram do celular de Pitter diretamente para o chão, dando origem a duas pequenas serpentes com meio metro de comprimento, feitas inteiramente de dados.
- Aaaah! Finalmente livres, esperei muito por isso. – uma das serpentes disse.
- George, tenha modos.
- Mas Marta, ficar preso nesse aparelho não é nada agradável e... Ei! Aquilo lá é um rato? - Continuou George, e Marta revirou os olhos.
§§§
Arena do Acampamento Meio-Sangue;
Horário Diurno:  15:00 às 16:00 — Treino de Armas Brancas de curta distância;
Clima: Frio com o céu limpo.
§§§

- É... Com licença – Começou Pitter – Vocês são os... Ajudantes do meu pai, não são?
Ambas as cobras pararam de discutir e olharam para o garoto, mal haviam notado a presença dele ali.
- Ajudantes é uma palavra forte garoto – Disse George – Somos indispensáveis no serviço de Hermes, sem nós ele não seria nada.
- Mais respeito querido! Você não quer ser demitido, quer? – Disse Marta – Hm. Sim garoto, somos isso mesmo que você disse e talvez um pouco mais. Afinal, qual o seu nome meu bem?
- Sou Pitter Hank, o mais novo filho de Hermes... Achei que vocês poderiam me ajudar com meu treino – Abriu um sorriso vergonhoso – eu não sei como usar essa adaga, muito menos esses sapatos.
Pitter havia sido reclamado a pouco. Mas sabia que era necessário dominar a sua arma, ou melhor, as suas armas. Seu pai lhe dera de presente uma adaga nomeada Quick cut, sua lâmina era 20 centímetros do metal chamado bronze sagrado, – o mesmo que sua mãe havia dito - porém sua cor não era a costumeira do acampamento: era de um tom esverdeado, o que lembrava veneno de cobra. A sua empunhadura era o que mais fascinava o garoto, era em formato de uma serpente enrodilhada, e da boca aberta do animal saia a lâmina. Era uma arma bem bonita, mas precisava ser dominada.
- George, pode procurar informações para o garoto? O servidor para mim hoje está muito lento.
- Claro, em um instante! – Os olhos da serpente se transformaram em dígitos, passando de forma rápida para cima – “vinte maneiras de lançar uma adaga”, “dominando sua lâmina em dez passos” ...
Marta virou os olhos novamente, e subiu no ombro de Pitter. Por ser feita de dados, ele nem sentiu o peso de seu corpo se arrastando ao longo de seu braço.
- Muito bem Pit. Primeiro, vejamos como você segura a adaga – começou Marta – por favor, desembainhe ela.
Pitter retirou a adaga de sua bainha, que estava presa em sua cintura. E se esforçou a fazer a melhor pose de ataque que imaginou.
- Garoto, isso é um treino para você aprender a usar sua adaga e não um concurso de posições extravagantes – Disse George, rindo.
- Silêncio querido – Advertiu Marta – Bom Pit, você está segurando de forma errada. O seu dedão deveria ficar reto no cabo da arma, pois assim você vai ter mais controle dos movimentos. Da forma que está segurando, na primeira troca de golpes você vai perde-la. E perder a luta também.
Um calafrio passou pelo corpo do garoto. Arrumou o dedo que estava fora de posição e mostrou para a serpente, que acenou com a cabeça afirmando que estava certo.
- Agora, vamos ver como você ataca – Marta procurou em volta – Achei! Está vendo aquele boneco pendurado na parede, logo ali em frente? Vamos até lá.
- Poxa vida! Um rato! – George saiu rastejando o mais rápido que conseguia em direção ao animal.
- Eu deveria dizer para ele que não vai conseguir comer? – Pitter perguntou para Marta – Porque ele não é físico e tudo o mais.
- Esquece ele Pit, concentre-se.
Se dirigiram até o boneco, era feito de pano e com algum enchimento – talvez feno – na sua cabeça haviam dois círculos, um vermelho menor que era rodeado por outro na cor branca. Pitter se posicionou, ergueu a faca na altura de seu ombro e desferiu um golpe na vertical. Rasgando um pouco a barriga do boneco.
- De acordo com minha pesquisa, você deveria colocar mais força no golpe e atacar com mais vontade – a serpente dizia para ele -, mas meu lado de serpente diz que você deveria atacar como se sua vida dependesse disso. Se você está em uma batalha, a chance de ser morto é grande, querido.
Tendo isso em mente, Pitter se lembrou do episódio com o monstro em seu apartamento. Lembrou de sua mãe ter sido ferida e isso o encheu de fúria. Afastou um pouco do boneco, ergueu novamente a Quick cut e avançou, desferiu um golpe na horizontal e um na diagonal. Foram movimentos rápidos, a princípio nada aconteceu com o boneco, mas em seguida o pobre objeto inanimado se partiu ao meio.
- Isso! Assim que você tem que agir em uma batalha. Coloque seus sentimentos a flor da pele, e use os de bom modo para criar forças. Mas nunca perca a cabeça em uma batalha, se você se descuidar pode morrer.
Pit desferiu mais alguns golpes no alvo, melhorando um pouco a cada corte desferido. Ainda estava longe de ser perfeito, mas por hora, estava mais do que bom. Ainda faltava uma coisa, e ele tinha que treinar isso.
- Marta... Bom, como eu uso esses tênis? – Disse, apontando para os seus pés.
Pitter ganhou também um par de sapatos All-star, eram brancos com detalhes pretos. Boatos de que asas saiam dele com algum comando, mas o garoto não sabia como. Ah, é mesmo, seus sapatos tinham nome: Maximum.
- Opa! Esse eu sei como fazer funcionar, – George disse, se aproximando deles - já que o rato fugiu e eu não tenho nada melhor para fazer, vou te ajudar.
A serpente percorreu o corpo de Pitter e chegou até o seu ouvido, murmurando as palavras que ele deveria dizer para ativar Maximum. Pit encheu o peito, e limpou a garganta se preparando para botar a frase para fora.
- Ao infinito, e além! – Gritou, mas nada aconteceu.
George começou a rir de Pitter, chegando a cair do ombro do garoto. Marta revirou os olhos mais uma vez.
- George, vou pedir para Hermes diminuir o seu salário. – Dito isso, ela se voltou para a cria de Hermes – Querido, basta você querer. Imagine os seus sapatos sendo ativados que eles serão.
Pitter fechou os olhos, se concentrando ao máximo. Não demorou muito até que começasse a planar a alguns centímetros do chão. Um par de asas havia aparecido nos calcanhares de Maximum. Pit não conseguiu se manter estável no ar por muito tempo, perdeu o controle e avançou com tudo para frente, dando de cara com a parede. Marta desapareceu com o impacto, voltando para o celular da cria de Hermes.
- Garoto, acho que você precisa de um manual para voos, vou arrumar para você agora mesmo – Disse George, se aproximando – “Vinte dicas para se dar bem na hora de voar”, “Como aterrissar em três passos”...
- George, chega por favor. – Resmungou Pitter, a dor percorrendo o seu corpo - Pode voltar para o celular também. Agradeça a Marta por mim.
- Pode deixar! Até a próxima. E me dê ratos – George se transformou em dígitos e voltou para o celular, na mão de Pitter.
O garoto ficou no chão, sentindo dor. O primeiro treino não foi tão bom quanto imaginou, ainda teria muito o que melhorar. Olhando para o céu, ele suspirou: “Obrigado por me reclamar, pai”.
Arsenal:

{Maximum} / All-Stars [All-Stars brancos com detalhes pretos. Ao comando de seu dono, estes materializam asas brancas nos calcanhares. As asas possibilitam o semideus sobrevoar até uma altura de vinte metros, após tal altura as asas perdem força e podem parar de funcionar no meio do ar. Caso o semideus esteja segurando uma outra pessoa ou objeto acima de 50 quilos enquanto voa, conseguirá atingir apenas metade da força e velocidade normal. As asas não conseguem voar por tempo ilimitado, ficando ativas por 10 turnos, mais um adicional a cada nível do semideus - 11 turnos no nível 1, 12 no nível 2 e assim sucessivamente. Em situações em que não se tem medidas de turnos (em uma OP onde esteja descrevendo fora do contexto de combate - lembrando que turno é equivalente a ação, então mesmo nesses casos seria possível calcular desde que em uma luta) o semideus consegue utilizar o item por tempo, durante 1 minuto por nível, seguindo o mesmo sistema. O tênis fornece a perícia necessária para sua utilização ao portador.] {couro e borracha} (Nível Mínimo: 1) {Não Controla Nenhum Elemento} [Recebimento: Presente de Reclamação de Hermes]

{Comunication} [Um celular básico e comum de cor preta e com detalhes espelhados. Diferente dos celulares feitos pelos humanos, esse celular funciona para se enviar uma mensagem para outro filho de Hermes, de modo que os meio-irmãos possam se comunicar sem necessitar do uso de mensagens de íris. Claro, além disso, possui outras funções, como acesso a internet e joguinhos. Por funcionar em uma frequência divina, os monstros não são atraídos pelo uso desse celular. Outro grande diferencial é que, ao digitar uma senha, o celular invoca duas serpentes pequenas (uns 50 cm cada), feitas de dados digitais (ou seja, não são físicas, mas só funcionam em locais em que "haja sinal"), uma fêmea e outra macho, que podem ajudá-lo fornecendo informações; não são úteis em batalha e, se "destruídas", somente retornam para o celular, permanecendo lá até o final da missão, mas possuem um extenso conhecimento de mitologia e da história humana, podendo responder quase qualquer coisa que seja de conhecimento geral, ainda que nem sempre com precisão, uma vez que a internet está cheia de informações falsas. Quem decide o sucesso, no entanto, é o narrador. As propriedades funcionam exclusivamente na mão do filho de Hermes portador desse celular.]{Metal e circuitos eletrônicos}(Nível Mínimo: 1) {Não Controla Nenhum Elemento} [Recebimento: Presente de Reclamação de Hermes]

{Quick Cut} / Adaga [Uma adaga com lâmina de 20cm feita de bronze sagrado, mas com o metal com uma estranha coloração esverdeada e empunhadura no formato de uma serpente enrodilhada, com a boca do animal aberta dando espaço à lâmina. Vem junto de um pequeno suporte (bainha) adaptável à cintura, pernas ou tornozelos. No nível 20, torna-se um chaveiro em forma do caduceu de seu pai, porém obviamente reduzido.] {bronze sagrado} (Nível Mínimo: 1) {Não Controla Nenhum Elemento} [Recebimento: Presente de Reclamação de Hermes]

Considerações:

- Nenhum poder foi utilizado;
- Como este é o primeiro treino do meu personagem, quis usar algo diferente. Por tal motivo escolhi as serpentes do celular, usando apenas como instrutoras. Tentei ser original kk'



Will seu delicia q

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Re: ♦ Arena do acampamento

Mensagem por Petrus McKeller em Ter 23 Maio 2017, 19:22


Welcome, Newbie

primeiro treino no CHB


Petrus já tinha passado por coisas um tanto diferentes na vida, mas nunca imaginou que faria amizade com uma semideusa grega na escola especial que frequentava. Tirara todo o primeiro ano para irritá-la ao extremo, infernizou a vida dela tanto quanto pôde, mas a garota jamais baixou a cabeça diante dele. Na verdade, ela o superava em cada irritação provocada.

— Segura firme, Pete, mais firme do que se estivesse em uma vassoura voadora.

— Ora, faça-me o favor, Annie! Sou o filho do deus da guerra, não vai me derrotar tão fácil!

A espada da filha de Poseidon bateu contra o escudo do herdeiro de Ares. Petrus movia-se de forma completamente diferente de todos os outros semideuses no local mas... bem, ele não cresceu no Acampamento Meio-Sangue. Era sua primeira visita ao lar de sua melhor amiga, a garota que o fez abrir o coração pela primeira vez desde a morte da mãe.

— Vai lá, Annie! Mostra como fazemos aqui no acampamento! — Thor Myers instigava a torcida. Era o segundo mais velho do grupo de melhores amigos de Annie, além de primo dela.

Ao lado do garoto estavam o ruivo Gary Danvers e Tom Reilly, cujos sorrisos brilhantes indicavam o quanto estavam curtindo aquela curiosa batalha. Com um ar mais cauteloso, o novato Dan Baizen observava a cena com o olhar cravado na jovem bruxa, o que causava um intenso desconforto em Petrus, mas nada era mais perturbador do que o sério Mike Chase, que dardejava os olhos alternadamente entre o filho de Ares e o recém-chegado.

— Acaba logo com ele, Annie, vamos! — Instigou o filho de Deimos, fazendo Annie corar. Petrus sabia que a garota amava de todo o coração aquele rapaz assustador.

— Sério mesmo? Ninguém torce por mim aqui? Mike, eu sou seu tio, cara!

— Apenas lute, McKeller, seu frouxo! — Annie provocou, rindo, e as lâminas tornaram a bater-se.

Petrus era absurdamente coordenado, apesar de tão veloz quando um espírito da luta, e isso era-lhe uma desvantagem pela primeira vez na vida. Enfrentar o estilo completamente diferente de Annie foi-lhe uma prova de fogo, pois a menina não lhe parecia ter um padrão de luta. Não um aceitável para o que sempre fora treinado. A filha de Poseidon o deixava a ver navios a cada golpe.

Não ter torcida também era um grande empecilho, principalmente porque os amigos de Annie continuavam falando coisas do tipo "Escorraça esse metidinho da arena!" Era brincadeira? Sim, mas era difícil se manter impassível com o sangue quente. Assim, o garoto acabou por cometer erros que jamais cometeria normalmente, tomando não apenas algumas pancadas dolorosas como também vaias e escárnios.

Ele tentou uma finta, passos pesados e arrastados no chão como uma cobra prestes a dar o bote. Em um rápido movimento, investiu a lança contra Annie e conseguiu apenas riscar-lhe a camisa do acampamento. Petrus contava com outro tipo de esquiva, para o qual já estava preparado. Poderia tê-la derrotado! Mas a filha de Poseidon, lembrou-se outra vez, não era como ele e parecia apenas estar dançando enquanto se desviava dele.

A luta acabou quando Petrus fez a péssima escolha de tentar imitar o estilo grego do Acampamento Meio-Sangue. Sem experiência com este estilo de luta, acabou deixando uma larga abertura entre as pernas, a qual Annie usou para dar-lhe uma rasteira depois de girar feito um redemoinho no mar. O garoto bateu fortemente com as costas no chão, perdendo o ar por alguns segundos e arrancando gargalhadas dos expectadores.

— Seja bem-vindo, Petrus — Thor se achegou para ajudar Annie a levantá-lo. — Desculpa se fomos rudes com você, mas nossa torcida é sempre pela nossa garota.

Petrus sorriu, respirando fundo e se sentando no banco, entre Tom e Gary, que lhe oferecia uma garrafa de água. Estava claro que o rapaz precisaria de ajuda para evoluir no acampamento ou estaria em maus lençóis.

— Foram as boas-vindas mais loucas que já tive, e olha que só me meto em locais pouco convencionais. Annie, garota... Me ensina a lutar assim, sério!

— Ahn... Bom, eu nunca ensinei ninguém, mas eu ajudo, sim. Sempre que você quiser.

Dan Baizen se levantou instantaneamente, fazendo Mike Chase virar a cabeça em sua direção na mesma hora com o mesmo olhar sério de antes.

— Annie, me treina também?

— O estilo dela é igual ao seu, Baizen! Basta que você se esforce um pouco mais, sabe?
— Espetou Mike, deixando clara a rixa entre os dois.

O grupo deixou a arena e partiu para as demais áreas do acampamento, a fim de apresentá-las a Petrus. Mais tarde, informariam Quíron sobre o arranjo mestre-aprendiz que tinham acabado de combinar.

Adendos:

Os nomes citados fazem parte de uma trama conjunta, todos fakes meus. Aqui vai uma legendinha dos relacionamentos deles (não sei se é necessário, mas né, melhor colocar, para efeito de trama):

Annie Murray - filha de Poseidon, melhor amiga de Petrus, apaixonada por Mike Chase
Thor Myers - filho de Zeus, primo de Annie Murray
Gary Danvers - filho de Hades, primo de Annie Murray, melhor amigo de Tom Reilly
Tom Reilly - filho de Hécate, tio de Annie Murray, melhor amigo de Gary Danvers
Mike Chase - filho de Deimos, apaixonado por Annie Murray, não se entende com Dan Baizen
Dan Baizen - indefinido, recém-chegado, apaixonado por Annie Murray, não se entende com Mike Chase

Petrus utilizou apenas as armas de reclamação e não houve uso de poderes.

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Re: ♦ Arena do acampamento

Mensagem por Silvia Kawasaki em Seg 29 Maio 2017, 18:25


Avaliação


Sarah Lich. Collins:
Olá, Sarah! Esta é a primeira postagem sua que avalio, vamos lá. Gostei bastante do seu texto, embora a organização dele não seja do modelo mais comumente visto aqui no PJBR. Tem experiência em outro fórum? Seu modelo de texto parece me dizer que sim. Minha dica é que aqui você faça parágrafos menores e separe as falas do restante do texto. Não vejo tanto problema com a sua estruturação, mas é mais uma dica de como se sair melhor no clima daqui.

Não vi muitos erros. Posso citar aqui a frase "Aos poucos eu conhecia um pouco sobre minha descendência...", onde você deveria ter escrito "ascendência". Lembre-se: descendente é quem vem depois de você e você não estava tentando conhecer mais sobre seus filhos e netos, estava? Outro problema são as vírgulas, das quais senti falta em alguns momentos. Veja:

@Sarah Lich. Collins escreveu:Durante a manhã havia feito escalada e agora me restava apenas apanhar um pouco de algum semideus veterano. A arena por sua maioria era composta por filhos dos deuses olimpianos...

Onde poderia ser:

Durante a manhã, havia feito escalada e agora me restava apenas apanhar um pouco de algum semideus veterano. A arena, por sua maioria, era composta por filhos dos deuses olimpianos...

Percebe as pausas? Leia o texto em voz alta antes de postá-lo, sempre ajuda. Vamos às notas:

Coerência: 50/50;
Coesão, estrutura e fluidez: 25/25;
Objetividade e adequação à proposta: 15/15;
Ortografia e organização: 08/10;
Total: 98 xp!!

Pitter Hank:
Olá, Pitter! Esta é a primeira postagem sua que avalio, vamos lá. A primeira coisa que tenho a dizer é que sua fonte é muito pequena. Ok, o mínimo é 11px, eu sei, mas para uma fonte como a Calibri, o 12px é melhor. Entenda, fontes muito pequenas dificultam a leitura e, se você quer usar esta fonte, torne o tamanho mais agradável à leitura, ok?

Sobre a iniciativa do treino: gostei muito. Não é muito comum ver os filhos de Hermes lidando com George e Martha por aqui (bem, não é muito comum ver filhos de Hermes, ultimamente...) e adorei o fato de você ter pedido a ajuda deles para o seu treino. Você soube usar bem este auxílio e as personalidades deles, bem como seus itens.

Ortografia: notei um probleminha na frase "Pitter havia sido reclamado a pouco", em que o "a" deveria ser substituído por "há", mas não ficaria muito bom, não é? Note que seria mais aprazível se você tivesse escrito "Pitter fora reclamado havia pouco tempo". Trata-se de conjugação verbal, dê uma lida nisso e ganhará mais pontos.

Um último retoque seria dar um espaço maior entre os parágrafos. Entendo que nos livros não existe linha vazia entre um e outro, mas aqui, em plataforma digital, fica mais organizado. Vamos às notas:

Coerência: 50/50;
Coesão, estrutura e fluidez: 25/25;
Objetividade e adequação à proposta: 15/15;
Ortografia e organização: 08/10;
Total: 98 xp!!

Dúvidas, reclamações, dicas ou qualquer coisa em que eu possa ser útil, basta contatar por mp.

Petrus McKeller não avaliado por ser fake meu.
Aguardando atualização.

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Re: ♦ Arena do acampamento

Mensagem por 128-ExStaff em Seg 29 Maio 2017, 21:41

Atualizado
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Re: ♦ Arena do acampamento

Mensagem por Ayla Lennox em Qua 31 Maio 2017, 11:42



Avaliação
A mão da morte por incoerência chega a tremer

Petrus McKeller

E aí, Silvia, tranquilo? Então, pra começar, apesar de você ter 84 fakes nesse fórum, eu preciso admitir que esse foi o primeiro post de tua autoria que li. De toda forma, bora lá pra o que realmente importa: a avaliação.

Se existe uma coisa que acabou por me chamar a atenção foi o fato de você mencionar uma série de outros semideuses que surpreendentemente são suas outras contas como NPC's durante a narração. Então, eu realmente não acho que isso é algo ruim - pelo contrário, conversas e interações ocasionais no meio do enredo acabam sendo legais pra dar uma dinâmica melhor e quebrar a monotonia do treino em si -, mas eu me sinto na obrigação de comentar um "problema" aqui.

Ao meu ver, tu acaba se prendendo demais nisso, esse se torna uma espécie de foco no teu texto que eu sinto quando vejo os nomes completos sendo descritos, traços de personalidade e aparência (inclusive há um parágrafo inteiro dedicado a esses observadores). A questão é que se trata de um treino de Petrus, logo, ele precisa ser o alvo principal do post.

Sinceramente, teu treino me pareceu breve e vago. O que fica registrado pra mim é o seguinte: no começo é possível ver o filho de ares se defendendo de um golpe com seu escudo, as espadas se encontram, uma tentativa de finta, movimento de lança e uma tentativa de imitar o "estilo de luta do acampamento". Ok, qual seria esse estilo? Como ele se caracteriza? É mais ofensivo, defensivo, ágil, focado em contra-ataques, movimentos intercalados?

Os movimentos do teu personagem - e os que ele recebe - também poderiam ser descritos de forma melhor e mais clara, bem como as consequências deles, as reações de Petrus a tudo isso. Senti falta de uma ambientação mais detalhada porque no fim das contas, tudo que está ou não descrito no post pode e será usado contra ou a seu favor em qualquer narração.

Você realmente não possui problemas quanto a ortografia e afins, e isso é algo invariavelmente louvável. No mais, me resta apenas comentar que gostaria de ter visto também um motivo para seu personagem estar indo à arena treinar e se ele já possui outras experiências (Como? De onde? Quando?).

Não desista, continue melhorando. For now, that's all, folks.

Coerência: 35/50;
Coesão, estrutura e fluidez: 18/25;
Objetividade e adequação à proposta: 7/15;
Ortografia e organização: 10/10;
Total: 70 xp

Dúvidas, reclamações, elogios, desabafos, mimimis... MP.
Atenciosamente, Ayla.
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Re: ♦ Arena do acampamento

Mensagem por Trisha Vanderbilt em Qua 31 Maio 2017, 18:57



I KEEP IT UNDERCOVER
KNOW I'M THE REALEST, I'M FEARLESS

Escolhi uma arma por dedução. Não sabia qual fazia o quê, apenas escolhi uma. Era uma marreta enorme, que mal conseguia carregar com uma mão só. Precisava das duas para conseguir erguê-la. Aquela coisa devia causar um estrago enorme. Arrastei a cabeça de metal pelo chão até alcançar a arena. Não sabia como utilizá-la, então acenei para que um instrutor me auxiliasse.

— Você gosta de coisas grandes e pesadas, é? — ele me perguntou, sarcástico.

Uma pontada em mim questionava o motivo que fazia meninos serem tão babacas. Naquele instante, minha vontade foi de esmagá-lo com um único golpe da marreta. Só não fiz isso porque mal conseguia segurá-la sem cambalear. A arma era quase do mesmo tamanho que meu corpo inteiro.

Deixei sua questão de lado e prossegui.

— Como uso essa coisa? — indaguei, observando a marreta. — Se fizer mais uma piadinha daquelas, juro que arranco suas bolas.

Ele arregalou os olhos. Talvez tenha tomado como um desafio. Mesmo assim, não disse nada, apenas caminhou em minha direção. Ajeitou minhas mãos ao redor do cabo metálico da marreta e acenou com o queixo. Com a pegada certa, era muito mais fácil movimentá-la. Experimentei erguer a arma na altura do meu ombro. Quase virei de costas na areia, mas o instrutor me salvou.

— Eu sou Josle, filho de — Ares, completei mentalmente. — Ares — sabia!

— Meu nome é Patrisha Vanderbilt, filha de... Hã... — eu não fazia a menor ideia. — Alguém por aí.

— Por que escolheu essa arma? — Josle estava curioso.

— Sei lá. Me pareceu a melhor entre todas as outras — respondi olhando para a marreta de metal — Causa estrago. Parece bacana.

— Vejo que não sabe como usá-la... — era uma constatação óbvia. Fiz uma careta para que ele soubesse disso. — Ok, ok.

Aquele filho de Ares estava me dando nos nervos. Decidi que não queria mais suas instruções. Na mesma hora, juntei toda a minha força nos braços para realizar uma investida crescente com a marreta. Mas acabei indo junto da arma. Pelo menos consegui acertar em cheio no braço direito de Josle. Ele voou longe, furioso e dolorido.

Não demorei muito tempo para perceber que, no acampamento, era assim que as coisas funcionavam. Quando não envolvia mortes ou amputações, alguém saía extremamente ferido, com alguns ossos fraturados ou nem mesmo saía, porque, no meio do trajeto, acabou morrendo. Josle parece ter encarado como uma ofensa. Até parecia que não se lembrava das palavras que me disse momentos atrás.

Eu realmente não sabia informar de onde ele tirou uma espada, mas ele estava segurando uma quando voltou correndo na minha direção. Ei! Esse não é um treino de combate! Mal tive tempo para exteriorizar o que estava pensando e pzium! Josle cortou o ar com a espada. Se eu não tivesse sido rápida o suficiente para me jogar para trás, ele teria acertado bem na minha barriga.

Não deixei barato. Arrastei a marreta pelo chão, contra os pés do esquentadinho. Ele reagiu mais rápido ainda. Interferiu no meu golpe colocando sua espada no caminho. Era bem forte para conseguir segurar tanta coisa ao mesmo tempo: minha força, o peso da marreta e a própria espada, que não era das menores. Tudo o que fiz foi aproveitar. Dei um chute direto no seu quadril. Ele tinha ficado ofendido de verdade.

— Sua bis...! — levantei as sobrancelhas, quase que o ordenando para que completasse.

Ele desistiu.

Jogou a espada no chão e saiu marchando. Sei que se quisesse, teria me fatiado em cinco pedaços diferentes, mas preferiu não fazer nada. Mesmo que abandonando a arena, parecia vitorioso. Não compreendi porque fazia aquilo.

Limpei o suor da testa e soltei todo o ar preso nos pulmões.

Errado!

Um grito penetrou nos meus ouvidos. Era Josle novamente, carregando um martelo tão grande quanto minha marreta. Tive um curto espaço para levantá-lo o máximo que conseguia. Josle fez questão de chocar as duas cabeças de metal, que pareciam mais duas bigornas imensas. O zumbido resultante do embate passou por todo o meu corpo e me fez tremer.

Ele ainda estava intacto, sem nenhuma sequela do choque dos metais.

Não fiz nada. Quando Josle elevou o martelo acima da cabeça, pensei que fosse me amassar até meus miolos virarem poeira. Mas ele não fez isso. Bateu com tudo na minha marreta. Eu ainda estava a segurando. A onda de choque da arma passou para mim. Me afastei obrigada, quase saltitando de tanto tremer. Meus ouvidos doíam com o zumbido extremamente alto.

Eu estava atordoada demais para continuar. Fiz um sinal de joia com o polegar e saí cambaleando dali, deixando Josle e toda sua glória e arrogância para trás. Quando eu voltasse, daria uma surra nele.

Pelo menos tinha aprendido alguns golpes novos.
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Re: ♦ Arena do acampamento

Mensagem por Max Sedgwick em Sab 03 Jun 2017, 00:02


Cuz I'm a Fighter

Max acordou como sempre, escorregando da cama e entrando numa nova mudança de roupas. Ele escolheu o de costume, uma camisa simples de botão, mangas comprida e jeans desgastados, e com as madeixas bagunçadas e a boca ainda com hálito matinal, saiu do chalé despreocupado. Felizmente, desta vez, não havia um semideus à espera de enfrentá-lo fora da cabana, para que ele pudesse continuar seu dia sem fazer o esforço de uma conversa tão inútil, Sedgwick não era lá muito amigável diariamente.

Era para ser um dia cheio de treinamento. Treinamento intenso. Algo em que Max estava se acostumado até agora, então não o incomodava. O plano era abrir caminho para a arena logo após o café da manhã, treinar até cansar consideravelmente e depois dirigir-se para mais comida. Essa rotina exata tinha funcionado para ele desde que ele era mais jovem, já que não muito tempo depois ele havia chegado ao acampamento, e isso era algo que ele costumava fazer três ou quatro vezes por semana. O resto dos dias, é claro, ele gastaria tentando dormir.

Então Max se dirigiu para a mesa junto de seus meios-irmãos. Em preparação para o treinamento do dia, Sedgwick tinha comido um grande café da manhã, apenas um pouco mais do que costumava ter para lhe dar energia para o dia. Então ele escolheu algo que poderia ter depois para o almoço, sem ter que deixar a arena para isso. Com uma garrafa de água e uma toalha pronta, o filho de Phobos foi direto para o seu destino com um olhar de escuridão em seus olhos. Ele precisava disso. Para desabafar sua frustração, sua raiva.

Em pouco tempo, Max chegou ao arsenal, onde pegou uma armadura e uma lança qualquer. Mesmo não tendo certeza de como, Sedgwick conseguia usar a arma com certa maestria. Ao ter estes, ele rapidamente se dirigiu para a arena, transformou-se em sua armadura e começou a treinar contra um manequim de treinamento. Não era concorrência, mas significava que Max poderia testar sua força em cada golpe.

Horas haviam passado e agora já era meio-dia. Sedgwick já estava ficando exausto, mas ele ainda estava cortando os boneco de treinamento. Eventualmente, sucumbiu ao esgotamento e aproveitou a chance de se sentar no banco com suas coisas. Fisgou a garrafa de água e deu um longo gole, respirando pesadamente após a bebedeira. Inclinou a cabeça para trás e olhou para o céu, permitindo um suspiro profundo escapar de seus lábios. "Ugh." ele murmurou, voltando o olhar para os manequins de treino. Ele teria que voltar para o treino logo, apesar da fadiga. Ele continuaria até o jantar. Até tarde. Era como sempre era, e ele havia conseguido esta rotina até agora. Por que seria diferente?

''O que há de errado Max?'' Quando Sedgwick ouviu uma voz familiar, se sentiu relaxando apenas um pouco pela primeira vez naquele dia. Os olhos escuros imediatamente trancaram na imagem de uma semideusa conhecida, que parecia incomodada depois de registrar a bagunça de bonecos de treinamento jogados pela arena.  

Então Clarissa brincou ''Max, o que esses pobres manequins fizeram com você?" Sua resposta imediata foi: "Eles existiram". Foi franco e disse com frieza e solícita. Ele estava quase com raiva demais para passar e destruí-los ainda mais, estado emocional comum para o filho de Phobos. Cogitou até destruir os outros para que ninguém mais pudesse usá-los. Apenas a ideia de arruinar isso para todos trouxe um pequeno sorriso. Ah, isso seria divertido de fato. "Já lhes disse que eles precisam melhorar os manequins. Eles acabam assim diariamente." Era verdade, já tinham até colocado armaduras em um ou dois dos manequins, apenas para impedir que eles fossem completamente destruídos.

"Então, o que te trás aqui?" Uma pergunta genuína sobre a qual ele estava curioso. Pelo menos ele se preocupou em perguntar. Era mais do que provável que ela tivesse acabado de trazer um ou dois dos semideuses aqui para treinar. Clarissa respondeu rapidamente "Se você quer um lugar melhor para treinar, sugiro que você vá encontrar alguns monstros enquanto as fronteiras são fracas.'' Max sabia o que ela estava insinuando, esse tipo de coisa só acontecia em uma missão ou perseguição forçada, onde o semideus chamava a atenção de monstros. ''É vantajoso para as estratégias de treinamento. Mas Clary, eu treino com bonecos, um monstro de verdade seria totalmente diferente.'' o semideus vacilou, caindo para trás de onde estava sentado, adormecendo após o longo período de esforço físico.

Armas:
{Phobia} / Lança [Arma feita de bronze sagrado e tem um rubi cravejado no meio de seu cabo, é leve e tem fácil manuseio. Sua inspiração vem da lança utilizada por Phobos. Torna-se uma pulseira de spikes no nível 20.] {Bronze Sagrado} (Nível Mínimo: 1) {Controle sobre o Medo} [Recebimento: Presente de Reclamação de Phobos]

Poderes:
Passivos:
Perícia com lanças [Nível 01] – Phobos usa uma lança, e por isso seus filhos tem mais perícia com esse tipo de arma. Seu manuseio é mais fácil se comparado com a dificuldade de aprender a utilizar outras armas, e seus movimentos sempre serão mais precisos. Lembrando que indica apenas uma aptidão maior, mas não um aprendizado automático.
Ativos:
Nenhum Utilizado.

Max Sedgwick
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Re: ♦ Arena do acampamento

Mensagem por Kalled C. Almeida em Sab 03 Jun 2017, 00:31



Avaliação
Avaliação

Trisha Vanderbilt

Seu treino foi engraçado e divertido, mas não foi bem um treino e sim uma tentativa falha. No geral gostei como você tornou isso mais difícil, levando em conta que você é indefinida. Mas acho que não se adequa cem por cento na proposta de treino. Meu conselho é que leia outros treinos anteriores para ter uma base melhor, mas como você é indefinida pode passar dessa vez. Logo:
Coerência: 35/50;
Coesão, estrutura e fluidez: 20/25;
Objetividade e adequação à proposta: 5/15;
Ortografia e organização: 8/10;
Total: 68xp

Max Sedgwick

Seu treino foi muito bom, adorei a forma como desenvolveu seu treino, de forma que peço que em casos futuros uso uma fonte maior. Pois uma fonte dessas atrapalha uma leitura fluída. No mais você foi bem, pequenos erros de português, mas nada que não possa ser corrigido. Logo:

Coerência: 40/50;
Coesão, estrutura e fluidez: 15/25;
Objetividade e adequação à proposta: 8/15;
Ortografia e organização: 9/10;
Total: 72xp

Dúvidas, reclamações, elogios, desabafos, mimimis... MP.
Atenciosamente, Kalled.


Atualizado
Kalled C. Almeida
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Re: ♦ Arena do acampamento

Mensagem por Max Sedgwick em Dom 04 Jun 2017, 12:28


Just a Normal Day
Por que ele fez isso de novo? Não havia sentido, honestamente. Ninguém pensou em se incomodar com o filho de Phobos sentado atrás de uma mesa batida com sua argamassa e pilão esmagando frutas e ervas. Não era como se ele tivesse tirado o tempo fora de seu tempo para se certificar de que aqueles que estavam obcecados com o treinamento obtiveram os nutrientes que eles precisavam desses estúpidos batidos feitos à mão de qualquer maneira. Sarcasmo no seu melhor.

Mesmo assim, ele sentou-se, esmagando uma tigela cheia de morangos, tentando levá-los para a consistência certa. Ele gostava de interagir com a flora e com os filhos de Deméter, que pareciam não evitar sua presença. Foi então que ele foi abordado, fazendo com que ele estivesse tenso sob a sombra. ''O que você tem aí, autista?''Max não conseguiu evitar os olhos dele, embora ele não tirasse a atenção da tarefa em questão.

"Sua incapacidade de encontrar um insulto melhor é realmente decepcionante." Sua voz estava calma e fria enquanto ele falava, e a falta de gaguejar o tornou orgulhoso de si mesmo. É claro que, aparentemente, essas tinham sido as palavras erradas, já que a mesa dele foi prontamente virada para ele, pegando Sedgwick desprevenido por momentos breves. "E agora você recorre à violência. Como é muito bárbaro". Seu tom não mudou, mas agora havia um fogo sutil em seus olhos enquanto olhava para o homem obviamente mais alto e mais musculoso. Geralmente, ele poderia aguentar muito mais que uma mesa virada e um idiotismo muscular, mas essa era uma camisa nova. Agora arruinado pelo suco de morango e grama de limão lentamente pingando no chão.

Por instinto, sua mão se moveu para a fivela de seu cinto, mais do que preparada para desdobrar a faca e ensinar a este asshole uma lição. Ele não teve a chance, no entanto, desde que ele foi abordado em um piscar de olhos, e rapidamente encontrou o lado de seu rosto esmagado na lama enquanto seus braços e pernas estavam presos por joelhos e coxas pesadas. Pelos Deuses. O que esse cara comeu?

Max conseguiu ver no braço do semideus uma tatuagem com a frase Ares é o maior, e deduziu que fosse filho do Deus da guerra. Inconscientemente lançou um olhar medonho para o filho de Ares, que parecia atordoado e confuso. Sedgwick moveu o cotovelo esquerdo no rosto do outro, que por instinto ergueu o braço direito para se defender. Durante o rápido momento, Max pensou em tentar uma outra investida, até que percebeu que sua ofensiva tinha funcionado. O filho de Ares tinha defendido o lado oposto ao mirado.

Ambos estavam confusos agora, mas a prole do Deus da guerra não parecia abatido pelo ataque. Com a mão livre, desferiu um soco no rosto do filho de Phobos, que grunhiu de dor. Com as pernas, Max fez um movimento que derrubou o rapaz de cima de si. Ergueu uma das pernas alto o suficiente para chutar o rosto dele, que caiu para o lado com um rugido de raiva. Sedgwick estava triunfante, porém não por muito tempo. Quando se deu conta já estava com o filho de Ares em cima de seu corpo novamente

Estava esperando pelo punho do agressor em seu rosto uma outra vez, até que viu de relance alguém correr em sua direção. "Whoa whoa whoa. Calma, Mike Tyson " ele disse em seu sotaque de Boston chamando o maior dos semideuses de um apelido brincalhão que provavelmente não era seu nome. Max parou e se queixou ainda deitado na lama e respirava pesadamente. "Que tal você tirar ele de cima de mim e podemos levar isso como um mal-entendido? Hmm?", Ele disse empurrando um pouco de sua habilidade amedrontadora para a voz. Ele sabia que o outro não teria concordado facilmente em fazê-lo se ele não o fizesse.

O outro rapaz manteve seu humor brincalhão e leve, um pequeno sorriso impessoado tocando na borda de seus lábios. Sedgwick enviou um olhar tão fulminante que fez o sorriso do outro cair ligeiramente, o que o fez mais sério. Ele tocou o ombro do agressor e pareceu como se estivesse exercendo algum poder sobre ele. O semideus maior olhou para o salvadorde Max por um momento que agora tinha uma expressão séria e estava olhando diretamente para ele quando se levantou de cima de Sedgwick e se afastou.

Max era uma bagunça de sangue e barro quando o outro rapaz conseguiu afastar o sujeito dele. Ele nem se importou com o grande bruto que acabou de transformá-lo em uma boneca de pano. Não. Ele estava mais preocupado com o produto que perdeu quando a mesa foi virada. Aqueles frutos tinham sido destinados a durar a semana. Quem sabia quando ele seria capaz de colher as árvores frutíferas? Sentiu um calafrio ao pensar nos filhos de Deméter. Um gemido alto escapou de seus lábios enquanto ele casualmente pegou a mão do salvador, erguendo o corpo com a ajuda.

Ele deu uma onda de gelo, mais focado em colocar a mesa e a cadeira de volta antes de se curvar para ver se ele poderia encontrar qualquer fruta que ainda fosse útil. "Apenas um pouco de sangue". Ele finalmente murmurou em resposta quando conseguiu jogar algumas maçãs e laranjas em sua cesta, juntamente com algumas bagas e raminhos de hortelã intocados. Infelizmente, sua tigela tinha uma pequena rachadura, mas não era tão difícil fazer outra.

O que era difícil, estava tentando colocar tudo de volta com o sangue de um corte acima de sua sobrancelha pingando em seu olho. O filho de Ares tinha reaparecido, Max estava com raiva, mais irritado do que qualquer coisa, antes de se atirar de volta na cadeira. "Você voltou para outra rodada de piadas inúteis? Ou você realmente precisa de alguma coisa hoje?" Sua voz tinha seu tom normal e grosseiro, sua atitude não era diferente do habitual. Não era culpa dele ele não gostar das pessoas. Pelo menos, ele poderia ficar em estouros internos e curtos. Explosões muito curtas.

Armas:
♦ Faca [Sua lâmina bronzeada mede cerca de 24 cm, e seu cabo tem o mesmo comprimento padrão. É bastante afiada e é perfeita para ataque ágeis e rápidos. O bom desta arma é sua eficiência tanto para mãos hábeis quanto para manuseios mais inexperientes, pois é uma arma curta, fácil de esconder e ao mesmo tempo fácil de manusear. Seu punho é feito de aço, mas uma camada de couro escuro cobre o aço para que o usuário possa segurá-la firmemente. Na parte inferior da lâmina, próxima ao cabo, há entalhado as siglas do Acampamento "CHB"; uma propriedade que só os meio-sangues e criaturas místicas podem ter e usar (ajuda um pouco na destreza)] {Bronze, aço e couro} (Nível mínimo: 1) {Nenhum elemento} [Recebimento: Administração; item inscrição padrão do fórum]

Poderes:
Passivos:
Nenhum Utilizado.
Ativos:
Ilusão Medonha I [Nível 01] – Quando você estiver em uma luta e ativar essa habilidade, seu inimigo verá seus movimentos ao contrário e irá ficar confuso, mas não passa de uma ilusão. (Dura duas rodadas, duas vezes por missão). Resistências se aplicam apenas a personagens com 5 níveis a menos para cima. Se a diferença de níveis for maior, favorecendo o filho de Phobos, as resistências do inimigo são ignoradas.
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Re: ♦ Arena do acampamento

Mensagem por Silvia Kawasaki em Qui 08 Jun 2017, 10:17


Avaliação


Max Sedgwick:
Olá, Max! Olha, nunca tinha visto um treino na arena ocorrer desta forma. Um semideus de boa sendo provocado por outro e levado a uma luta corpo a corpo que não estava em seu roteiro. Interessante mesmo. Não há muito o que reclamar da sua postagem, amigo, só tenho dois conselhos:

a) Separe as falas do texto. Sim, costumamos colocá-las coloridinhas no fórum, mas separadas dos parágrafos e iniciadas por travessão ficam melhores. A ideia de estarem inclusas no texto e entre aspas tem a chance de causar o erro no leitor de achar que são pensamentos, inicialmente;

b) Uma leitura atenta antes de postar evita errinhos bobos (como a falta de um ponto no fim de um parágrafo), então faça isso no próximo, ok? Vamos às notas:

Coerência: 50/50;
Coesão, estrutura e fluidez: 25/25;
Objetividade e adequação à proposta: 15/15;
Ortografia e organização: 9/10;
Total: 99 xp!!

Dúvidas, reclamações, dicas ou qualquer coisa em que eu possa ser útil, basta contatar por mp.

Aguardando atualização.

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Re: ♦ Arena do acampamento

Mensagem por 128-ExStaff em Qui 08 Jun 2017, 12:45

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Re: ♦ Arena do acampamento

Mensagem por Thea Françoise d'Orleans em Qui 08 Jun 2017, 17:29


MY LAST STROKE JUST WENT VIRAL, RIGHT STROKE PUT LIL’ BABY IN A SPIRAL, SOPRANO C, WE LIKE TO KEEP IT ON A HIGH NOTE, IT’S LEVELS TO TI, YOU AND I KNOW, BITCH, BE HUMBLE. WHO YOU THINKING THAT YOU FRONTING? GET THE FUCK OFF MY STAGE
Eram sete horas da manhã e, como de costume, Thea já estava acordada.
Talvez, por ter passado uns bons setenta e poucos anos aprisionada em um hotel, com nada para fazer, que não brincar, jogar videogames e dormir, seu corpo não respeitava os horários considerados normais por seus irmãos.

Irmãos.

Era uma palavra estranha de se usar, mesmo um ano depois de sua chegada. E, sinceramente, ela duvidava que iria acostumar-se tão cedo.
Não que isso fosse a única coisa que ainda lhe era estranha.

Respirou fundo.
E saiu da cama.

Vestiu as calças – que, francamente, mostravam seu corpo de uma forma que nenhum de seus costumeiros vestidos o faziam – e o resto de suas roupas, típicas para exercitar-se. O tecido ainda era surpreendentemente macio e confortável.
E, não pela primeira vez, a francesa pensou que jamais conseguiria acostumar-se cem por cento com o século vinte e um.
Seu olhar prendeu-se no tridente, que permanecera encostado na parede desde o primeiro dia. Depois de um momento de hesitação, levou-o junto.

Era hora de treinar a manuseá-lo.

Assim que entrou na arena, percebeu que esta ainda estava relativamente vazia. Um ou dois semideuses treinavam no arco e flecha, e um casal estava afastado, em um canto, provavelmente paquerando.
A visão de afeto público ainda revirava seu estômago.

— Thea! – uma voz chamou-a. Quando virou-se, abriu um sorriso aliviado por conhecer alguém. Era John, um dos instrutores, que já havia ajudado-a antes — Acordada tão cedo? Não pensei que você fosse dessas – comentou o garoto loiro, apoiando as mãos na cintura.
— Ah, não consigo dormir por tanto tempo assim – d’Orleans respondeu, a voz saindo cuidadosa. Ainda não estava pronta para discutir a fundo o que lhe acontecera.
— Bom, sem problemas. O que ‘tá querendo praticar hoje? – foi só então que o olhar dele parou no tridente – depois de ficar ocupando-se em examinar as curvas da francesa descaradamente — Se bem que já sei a resposta, hein?
— Sim, sim. Resolvi que era hora, sen- – parou no meio da frase, percebendo seu erro. Um ano depois, e ainda tinha dificuldades em não usar termos antiquados para a sua suposta idade. Suas bochechas coraram levemente, e ela estendeu a arma para o outro, sem querer dizer mais nada.
— Vamos lá, então – ele deu de ombros, pegando o tridente, pesando-o em sua mão — Suponho que ‘cê nunca usou isso, certo?
Enquanto ele caminhava na direção dos alvos e bonecos de palha, ela suspirou.
E então seguiu-o.

— Olha, é fácil. Mira e joga – John falou, como se fosse a coisa mais fácil do mundo. E, de fato, quando o garoto fez o movimento, pareceu mesmo. Ele carregava um tridente da própria arena, com pontas cegas — Lembre-se de usar o seu corpo inteiro, impulsione-o, contraia os músculos e mande ver – com os polegares levantados para a loira, deu espaço para que esta tentasse.
No momento em que os dedos de Thea tocaram no metal frio, um choque percorreu seu braço e, ao invés de sentir dor, a francesa foi invadida por um sentimento parecido com conforto, familiaridade.
A arma era maior que si, mas quando levantou-a, era como se seu corpo fosse feito para carregá-la.
Lembrou-se do que lhe havia sido dito.
Contraiu o abdôme, sentindo os músculos das costas trabalhando também. Mirou na barriga de um dos bonecos de treino.
E lançou.

Não atingiu o alvo de primeira. Na verdade, o tridente acabou alojando-se na cabeça do boneco.
— Bom arremesso, mas acho que teremos que trabalhar na mira, hein? – John comentou, sem demonstrar qualquer reação que não interesse genuíno.
O semideus podia ter segundas intenções para com Thea, mas pelo menos estava concentrando-se em fazer dela alguém capaz de defender-se caso necessário.
O que, no caso da – raça? – deles, era algo mais do que comum.

O instrutor fez com que a filha de Poseidon treinasse com lanças de madeira, até que sua mira ficasse melhor. Ensinou-a a visualizar o alvo, a projetar a arma e como deveria trabalhar com o corpo todo de forma a obter maior eficiência.
Ela ainda estava longe de ser a melhor, mas uma hora de treino a fizera elevar de nível; de noob passou a decente-boa. Ou, pelo menos, fora o que John lhe falara.

— Ok, ok, acho que isso já ‘tá bom, ‘né? Já ‘tá aqui há uma hora, vai começar o próximo treino – ele falou, depois que Thea acertou cinco alvos seguidos. Não fora direto no meio de todos, mas pelo menos agora seu tridente fincava, e não saía do círculo central — E, ao menos que você já queira aprender a usar uma espada, não acho que é ‘pra você – adicionou, observando sua forma pequena e cansada.
De fato, ela estava exausta. O treino havia exaurido-a.
Mas, em seu rosto, estava um sorriso discreto, impossível de segurar.

E, curiosamente, ele permaneceu ali até o fim do dia, quando Thea acomodou-se em sua cama, pronta para dormir.


woman type looking like kryptonite:

Observações:

O treino foi o das 09:00 às 10:00 — Treino de Armas Brancas de curta distância, e as pessoas mencionadas são apenas NPCs. A música é Humble, do Kendrick Lamar.

Alguns esclarecimentos; a Thea nasceu em 1930, mas colocaram ela no Hotel e Cassino Lótus em 1959. Ela foi “solta” em 2016, e aí vive no Acampamento desde então.

‘Pra você que leu; oi, brigada por ter lido sz

etc:
— {Atlântis} / Tridente [Tridente grande. Inteiramente metálico, porém pintado de formas decorativas, fazendo com que pareça de coral, apesar de ser de bronze sagrado. Possui o alcance de uma lança longa, com 2m de comprimento, sendo que os últimos 40cm compõe seus braços. Diferente da lança, também pode ser usado em manobras de desarme, como ocorreria com uma alabarda, caso o semideus consiga enganchar a arma no oponente entre os dentes - tudo depende de sua habilidade e força, não sendo um poder inerente à arma.] {Bronze sagrado} (Nível Mínimo: 1) [Bronze sagrado][Recebimento: Presente de Reclamação de Poseidon]
e tal:
— (PASSIVO) Perícia com tridentes: O filho de Poseidon consegue manusear tridentes com mais facilidade do que outros tipos de armas, mesmo sem contato anterior. Não significa que seja infalível ou perfeito, mas representa uma facilidade de aprendizado e movimentos mais efetivos se comparados a alguém sem tal habilidade. A perícia é algo evolutivo. Estende-se para armas de hastes similares, como o ranseur e lanças longas.


Ok, agora sim eu acabei.

    Agradeço a atenção.


Thea Françoise d'Orleans
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Re: ♦ Arena do acampamento

Mensagem por Odollam Cerberin em Sab 17 Jun 2017, 08:01

aprenda, descubra-se.


Eram aproximadamente nove horas e cinco minutos de uma manhã monótona, a temperatura estava amena e podia-se sentir pequenas brisas em intervalos intercalados. O jovem ruivo chegara há pouco tempo no acampamento, o qual havia sido apresentado integralmente por Flip-Flops, seu sátiro guia. Naquela manhã Cerberin se programou para treinar pela primeira vez com suas armas, presentes de Perséfone, as quais este estava com receio de manejá-las.

Trajando uma calça jeans escura, uma camisa básica do Acampamento Meio Sangue e um tênis esportivo, o rapaz prendia em seu braço direito o Flowershield, um pequeno escudo circular de aço cujo emblema entalhado em seu centro lembrava uma papoula, enquanto sobre sua cintura atava a bainha da graciosa Flowerblade, uma espada com cerca de setenta centímetros e ornamentada com um brasão na forma de um narciso. Odollam após se equipar, saia de seu chalé e seguia em direção à arena.

Cerberin chegou na arena em poucos minutos. Era um local impressionante, havia diversos ambientes e dezenas de semideuses e outros tipos de seres treinando ali. O filho de Perséfone caminhava, exitante, em direção a uma área cercada de espantalhos com marcações vermelhas, provavelmente pontos vitais. Embora o ruivo possuísse um desejo notável de tornar-se um guerreiro capaz de fazer jus ao nome de sua mãe, este tinha receio de ser motivo de chacota uma vez que nunca sequer manuseara uma espada.

Parado frente ao espantalho, o rapaz suspira. Era a atitude que faltava, durante o suspiro o jovem expirou todos os receios, medos e pensamentos que o travavam naquele momento. Sua mão esquerda já se encontrava inserida no guarda-mão de sua espada, sacando-a posteriormente da bainha. Estonteante, a beleza daquele presente não podia ser moldada em palavras para Cerberin, a Flowerblade era extremamente leve e o encaixe perfeito de sua mão atestava que de fato o presente havia sido forjado para que se adequa-se inteiramente ao semideus.

Assumindo uma postura de batalha, Odollam olhava para o espantalho lembrando-se de seu pai, simultaneamente seu semblante mudou, deixando nítido o rancor para com aquele homem. Erguendo sua mão esquerda, o jovem deu inicio ao seu treinamento atingindo uma das marcações vermelhas do espantalho próximo ao abdômen. Logo após o primeiro ataque, era possível observar uma sequência de investidas agressivas de Cerberin, quando este não acertava as marcações vermelhas era ao menos próximo a elas. Cláp! Cláp!, o treino do semideus foi interrompido por aplausos de um pequeno sátiro ao seu lado.

— Ora, ora, o que temos aqui? — indagou a pequena criatura e acrescentando logo após em tom irônico — Parece que o esquentadinho não aprendeu a controlar o seu temperamento, creio eu.

— Deixe-me em paz, Flip-Flops! — exclamou o jovem, ignorando-o.

— Que infantil. — disse o sátiro, em seguida atirou uma pequena noz contra o ruivo que defendeu-se de imediato utilizando o Flowershield.

— Viu só? A primeira vez que vejo você utilizando seu escudo. Nunca esqueça de se defender, meu jovem, atacando assim você mais parece um filho de Ares em frenesi. —  julgou Flip-Flops, que viu claramente a feição mal humorada de Cerberin.

— Eu estou treinando com um espantalho, obviamente não precisarei defender. — respondeu Odollam, revirando os olhos devido a obviedade da situação.

— Muito bem, sabichão! Vou ajuda-lo a treinar, de nada. — disse o sátiro bastante animado.

Flip-Flops sacou de sua bolsa uma flauta de bambu, o qual começou a tocar uma melodia ardente. Odollam não esboçava reação, ele não entendeu de que forma aquele som poderia ajuda-lo a treinar, quando de repente uma raiz em forma de lança surge do chão direto em sua direção, instintivamente a espada corta a raiz ao meio.

Como eu me defendi disso? Eu nunca utilizei espada alguma. ” — pensou o ruivo, espantado.

A velocidade na qual surgia as raízes em forma de lança aumentava gradativamente, Odallam de alguma forma alternava entre mirar seu escudo para o local onde a raiz estava focando e utilizar sua afiadíssima espada para impedir o avanço da raiz quando distante o suficiente. As raízes começavam aparecer em alta quantidade, forçando o ruivo antes parado agora a se mover. Seu manejo com a Flowerblade era indiscutivelmente bom para alguém que jamais tocara numa espada, obviamente Flip-Flops sabia que o semideus possuía uma perícia com aquele armamento, já que era um filho de Perséfone.

A brincadeira do sátiro continuou por aproximadamente três minutos incessantes, até que em um determinado momento a pequena criatura percebeu a diminuição dos movimentos do semideus. Uma nota extremamente aguda era produzida pela flauta, posteriormente raízes surgiam em todas as direções do jovem que em sinal de desistência sentou-se ofegante no local que ali mesmo estava. As raízes voltaram ao solo assim que o rapaz demonstrou sua desistência, tirando um sorriso vitorioso de Flip-Flops.

— Mas já? — questionou a pequena criatura, rindo.

— Não brinca, Flip-Flops. Você queria me matar? — indagou o ruivo, arqueando a sobrancelha e tentando secar seu suor com as mãos.

— Jamais... Ou talvez eu quisesse. —  brincou o sátiro, continuando em seguida — Eu apenas queria te mostrar o que é um treino de verdade.

— Apesar de você se achar o último sátiro da floresta, você tem razão. De nada. — disse Odollam, tentando elogia-lo sem inflar o ego da pequena criatura.

— Mas eu sou! Agora levante-se, troque-se, almoce e os campos de morangos precisam de seu auxílio. — falou Flip-Flops soando como um pai.

O sátiro virava-se de costas e acenava com a sua flauta antes mesmo que o jovem o respondesse, retirando-se do local. Cerberin ficou por ali mais alguns minutos até que recuperasse totalmente seu fôlego, aquele treinamento realmente o fizera bem, ele dispersou a maioria do seu estresse em alguns minutos e o ruivo não admitia, mas adorava o jeito do pequeno Flip-Flops.










Informações:
Armas:
{Flowerblade} / Espada [Uma espada que mede cerca de 70 cm, sendo que sua lâmina é em torno de 60 cm. Sua lâmina é de bronze sagrado e fica em um tom diferente conforme a estação do ano, e o pomo tem a forma de uma rosa desabrochando. Seu guarda-mão tem um formato de quatro pétalas laterais divididas igualmente, e no centro há um brasão em forma de flor, adaptável ao gosto do meio-sangue. Ao matar alguém, toda a sua estrutura torna-se negra e gélida, relembrando ao filho de Perséfone o sofrimento que uma morte pode causar. ] {Bronze sagrado} (Nível Mínimo: 1) {Não Controla Nenhum Elemento} [Recebimento: Presente de Reclamação de Perséfone]

{Flowershield} / Escudo [Um escudo pequeno e circular (cerca de 30 cm de altura e largura); é feito de aço e é bastante resistente. Em seu centro há entalhado um brasão de flor adaptável ao gosto do semideus. No nível 20, torna-se uma fitinha dessas que são amarradas nos pulsos ou nos tornozelos.] {Aço} (Nível Mínimo: 1) {Não Controla Nenhum Elemento} [Recebimento: Presente de Reclamação de Perséfone]
Habilidades Passivas:
— Perícia Bélica I: Por ganharem de poder de reclamação uma espada (Flowerblade), as proles de Perséfone serão peritas no manejo de tal arma, podendo fazer movimentos considerados difíceis com pouco treinamento.
Habilidades Ativas - Sátiro:
Nível 1: Encantamento com Raízes ~ Com sua Flauta de Bambu, pode-se manipular raízes e pequenas plantas para agirem à seu controle. O tamanho das plantas muda para médias, no nível 9, e aumentam para grandes no nível 15, quando pode criar plantas no solo em um local que não as possua.s raízes criadas/ manipuladas são pouco resistentes, podendo atrapalhar o movimento do inimigo por 3 rodadas, ou prendê-lo efetivamente a partir do nível 15 - ele ainda poderá movimentar o tronco, mas não sairá do lugar. A duração continua a mesma.


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Re: ♦ Arena do acampamento

Mensagem por Kalled C. Almeida em Sab 17 Jun 2017, 10:34

Thea Françoise d'Orleans:
Seu treino foi interessante e cheio de detalhes, não há muito que criticar na verdade. Você narrou o uso de uma arma com a qual devia ter afinidade, mas de uma forma um pouco mais dificultosa, como se ainda estivesse descobrindo seus poderes e isso é incrível. Adorei. A única coisa que achei falha foi que em alguns trechos você não deu um bom espaçamento entre os parágrafos, logo:

Coerência: 50/50;
Coesão, estrutura e fluidez: 25/25;
Objetividade e adequação à proposta: 15/15;
Ortografia e organização: 8/10;
Total: 98 xp!!

Odollam Cerberin:

Seu treino foi bem detalhista e teve seu nível de dificuldade, sua estrutura foi adequada e a sequencia de fatos narrados montaram uma história decente. Foi um treino bom, uns errinhos bobos. Mas para fins de cálculo:

Coerência: 50/50;
Coesão, estrutura e fluidez: 25/25;
Objetividade e adequação à proposta: 15/15;
Ortografia e organização: 9/10;
Total: 99 xp!!
Kalled C. Almeida
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Re: ♦ Arena do acampamento

Mensagem por 128-ExStaff em Dom 18 Jun 2017, 13:32

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Re: ♦ Arena do acampamento

Mensagem por Orion Delagarth em Ter 20 Jun 2017, 16:56

máscaras

Eu já havia aprendido a ignorar os olhares constantes dos outros semideuses enquanto eu andava pelo acampamento. No começo os olhares e os murmúrios chegavam a me deixar constrangido, mas se tinha uma coisa que eu não precisava das minhas lembranças para saber de mim mesmo era que eu era um observador obstinado e em pouco tempo eu já havia desenvolvido minha própria resposta silenciosa para aos olhares em grande parte especulativos e curiosos e por causa dessa resposta eu lutava comigo mesmo para não esfregar minhas pálpebras pesadas resultado de noites mal dormidas.

É uma coisa frívola de se explicar para uma pessoa que olha para a situação de fora. De uma maneira simples; a verdade é que sempre existe uma resposta para se sair de uma situação e quando estamos falando de interações sociais essas respostas podem variar muito do que se espera e de com quem se está lidando.

No momento eu estava lidando com semideuses adolescentes hiperativos que tinham sérios motivos para me temer e me odiar, e graças a amnésia sabiam mais de mim do que eu mesmo, embora eu sequer me lembrava do rosto de qualquer um deles. Então a única resposta que eu podia dar a atitudes deles era vestir a imagem que eles mesmo haviam criado e era por isso que por mais frívolo que isso fosse parecer se eu tentasse explicar, eu podia massagear as minhas pálpebras cansadas de sono.

Fazia parte da minha mascará ocultar qualquer sinal sutil que fugisse da ideia do "traidor infiltrado no acampamento" que eles já tinham de mim. Mesmo o ato sutil de esfregar repetidamente os olhos depois de algumas noites mal dormidas, graças a companheiros de quarto hiperativos e barulhentos, era algo que eu me privava de fazer.

Reputação era algo difícil de construir e exigia um trabalho delicado na hora de alimentar.

E foi vestindo essa máscara e ignorando os semideuses com quem eu passava perto que eu adentrei a arena naquela noite.

Mais cedo no mesmo dia tivera treino do chalé de Hécate, que eu havia feito questão de não comparecer e por mais hiperativos que fossem meus meios-irmãos, eu duvidava que teria o desprazer de encontrar com eles num segundo treino no mesmo dia.

Tirando o fato de me impedirem de dormir à noite e me acordar logo cedo com suas gritarias desnecessárias, eu tinha um certo respeito pelos meus meios-irmãos. Eles faziam parte das poucas pessoas no acampamento que se esforçavam para me tratar como qualquer outra pessoa ali, mesmo o vacilar dos olhos dos mais novos denunciarem que literalmente se tratava de um esforço continuo. Embora eu julgasse ser devido ao laço sanguíneo não queria nenhum deles me assistindo enquanto eu treinava. Não era como se manter a máscara do "traidor inabalável" fosse necessário com eles, mas justamente o contrário. Na frente deles eu não queria demonstrar fraqueza justamente por me importar com a opinião que tinham de mim. E ter toda aquela fama sem realmente fazer a menor ideia da maneira certa de segurar uma faca era algo que eu preferia que eles não soubessem.

Eu carregava minha faca e adaga Graveolentiam na cinta. Não sabia o que era mais estranho, minha adaga ter um nome ou todos ali achar isso normal.

A arena estava menos barulhenta que o normal. Em partes pelo horário noturno que impedia quase metade dos campistas de treinar, em partes por todo o chalé de Hécate não estar ali e um pouco em partes por estranhamente se tratar de mais uma noite fria naquele início de verão, o que tornava uma noite perfeita para uma pessoa que tentava ser discreta em revelar suas poucas habilidades.

Fui para a área mais afastada que consegui localizar próximo a um alvo, evitando contato visual com os outros semideuses e fazendo um contorno mais longo até meu destino. Para a minha sorte os poucos campistas que treinavam pareciam concentrados demais para notar a minha presença.

Retirei a adaga do cinto e pela primeira vez a fitei com verdadeira atenção. A lâmina reluzente e lisa denunciava que se tratava de uma arma nova e virgem, mas as runas entalhadas na empunhadura davam a ela um aspecto rústico, como se fosse mais antiga do que realmente era. Alguma parte de mim me dizia que conhecer a própria arma era antes de tudo o mais importante, mesmo eu não sabendo dizer se isso vinha de alguma vaga lembrança solitária lutando contra a amnésia ou se era a única coisa que meu senso lógico conseguia deduzir.

Por não querer pedir ajuda eu não sabia bem como começar meu treino. Havia ouvido sobre a habilidade natural com adagas que os filhos de Hécate tinham, mas ainda não fazia ideia de até onde essa habilidade se estendia. Decidi começar testando essa habilidade.

Dei alguns passos para trás me distanciando no que eu julgava ser uns dois metros do alvo, firmei meus pés no chão e fechei o olho esquerdo focando o alvo com atenção com o olho direito. Tomei folego e arremessei a adaga com força em direção ao alvo.

Ela voo com rapidez na direção dele, produzindo um zumbido seco e abafado enquanto cortava o vento, porém seguiu reto acima do alvo até se cravar no chão a uns dois metros de distância do alvo. Olhei ao redor com uma falsa distração no olhar a procura de espectadores e fiquei satisfeito ao encontrar os semideuses mais próximos ainda entretidos nos seus próprios treinos.

Andei rapidamente em direção a adaga e retirei ela do chão voltando para a minha posição inicial. Observei onde minha adaga havia repousado atrás do alvo e tentei me deslocar na mesma distância para trás a procura de um parâmetro lógico para medir onde eu tinha que estar para conseguir acertar usando a mesma força que eu tinha usado antes.

Voltei a firmar meus pés dessa vez posicionando instintivamente o pé esquerdo em frente do corpo e com apenas o olho direito aberto e focando no alvo. Voltei a arremessar a adaga, tomando cuidado para por a mesma força que eu havia posto.

A adaga dessa vez acertou o alvo, porém na tela branca que ficava fora do círculo vermelho onde eu mirava. Senti uma leve pontada de expectativa e sem querer andar de novo até o alvo, me precipitei retirando minha faca de bronze do cinto e repetindo o mesmo movimento tentando mirar com os braços um pouco mais para cima.

Me dei conta imediatamente do meu erro assim que a faca encontrou seu destino a vários metros à esquerda do meu objetivo. Ficará claro que por mais que eu tinha errado as duas tentativas com a adaga, minha habilidade natural com adagas tinha me impedido de falhar de forma grotesca, habilidade que não abrangia as facas, por mais parecidas fisicamente que ambas as armas fossem.

Retirei a adaga do alvo me forçando a controlar minhas próprias expectativas e voltei a me aproximar um pouco do alvo ficando agora cerca de três metros de distância dele.

Arremessei de novo a adaga acertando dessa vez dentro do círculo vermelho, porém próximo demais das extremidades para ser motivo de comemoração.

Rangi os dentes me controlando para manter minhas emoções neutras e voltei a fazer mais três tentativas. Por três vezes a adaga voltou a acertar dentro do círculo, porém ainda próximo as bordas. Eu deduzia que isso queria dizer que a distância que eu estava do alvo era a distância correta para a força que eu estava aplicando ao arremessar, então resolvi tentar alterar a forma que eu arremessava me atentando ao movimento que o meu próprio braço fazia e como isso influenciava onde a adaga ia parar no alvo.

Após mais oito tentativas eu havia acertado duas vezes o centro do alvo, agora me aproximando sempre do centro mesmo quando errava.

Voltei a retirar a adaga e posicionar o meu corpo na distância apropriada. Fechei o olho esquerdo e firmei meus pés no chão com o pé esquerdo um pouco à frente do corpo, numa posição que lembrava vagamente a de um jogador de boliche, porém com as pernas mais retas e atirei a adaga que voltou a produzir seu zumbido característico ao cortar o vento e cravou pela terceira vez no centro do alvo.

Deixei um sorriso dançar pelos meus lábios antes de recolher a adaga e prender no meu cinto. Eu estava longe de ser perito em arremessos de adagas, não tinha técnica ou uma mira perfeita, mas sabia que não poderia chegar muito mais longe que três sucessos naquele primeiro treino sem auxílio. Sendo três um número sagrado, me dei por satisfeito enquanto me dirigia a saída voltando a vestir a máscara inexpressiva da imagem que tinham construído de mim.

•••


Voltei alguns minutos depois para recolher a faca que eu tinha esquecido e suspirei aliviado ao encontrá-la onde deixei.

Poderes & Equipamentos:

Poder Passivo:
• Nível 1
Perícia com Adagas - Filhos de Hécate não são conhecidos por sua perícia em combate ou força física. Contudo, suas habilidades favorecem o uso de armas menores, como a adaga, facilmente ocultável e também utilizada em rituais, exigindo mais destreza e habilidade do que músculos. Essa perícia não implica, contudo, que seus ataques sempre serão certeiros - apenas indica uma familiaridade e facilidade maior com este tipo de armas, em detrimento das outras. É algo evolutivo. [Modificado]

Equipamentos:
• Faca [Sua lâmina bronzeada mede cerca de 24 cm, e seu cabo tem o mesmo comprimento padrão. É bastante afiada e é perfeita para ataque ágeis e rápidos. O bom desta arma é sua eficiência tanto para mãos hábeis quanto para manuseios mais inexperientes, pois é uma arma curta, fácil de esconder e ao mesmo tempo fácil de manusear. Seu punho é feito de aço, mas uma camada de couro escuro cobre o aço para que o usuário possa segurá-la firmemente. Na parte inferior da lâmina, próxima ao cabo, há entalhado as siglas do Acampamento "CHB"; uma propriedade que só os meio-sangues e criaturas místicas podem ter e usar (ajuda um pouco na destreza)] {Bronze, aço e couro} (Nível mínimo: 1) {Nenhum elemento} [Recebimento: Administração; item inscrição padrão do fórum]

• {Graveolentiam} / Adaga [Adaga prateada, apesar de feita com bronze sagrado. Seu punho é envolto em couro, para melhor manuseio, e a lâmina possui símbolos rúnicos gravados. Acompanha bainha de couro. No nível 20, torna-se um colar de pentagrama.] {Bronze sagrado e couro} (Nível Mínimo: 1) [Recebimento: Presente de Reclamação de Hécate]


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Re: ♦ Arena do acampamento

Mensagem por Will Fortune em Qua 21 Jun 2017, 16:06


Avaliação


Orion Delagarth:
Olá, Cebola! (Sim Orion me lembra Onion q) Bom eu sinceramente odiei o seu treino... Odiei pelo simples fato de não ter encontrado erros nele. Foi o melhor treino que eu já avaliei sem dúvida alguma. Gostei da maneira como você encaixou bem a sua trama e treinar de fato como um iniciante tentando ver maneiras melhores de acertar o alvo com a faca. A única coisa que achei um pouco ruim foi ele ter ficado um pouco extenso, mas nada que fez você perder sua pontuação excepcional.

Parabéns. Você é o primeiro que eu dou pontuação máxima em treinos. lixa/

Coerência: 50/50;
Coesão, estrutura e fluidez: 25/25;
Objetividade e adequação à proposta: 15/15;
Ortografia e organização: 10/10;
Total: 100 xp!!

Dúvidas, reclamações, dicas ou qualquer coisa em que eu possa ser útil, basta contatar por mp.

Aguardando atualização.

Will Fortune
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Re: ♦ Arena do acampamento

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