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♦ Arena do acampamento

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♦ Arena do acampamento

Mensagem por ♦ Eos em Sex 11 Set 2015, 22:26

Relembrando a primeira mensagem :



Arena do Acampamento


Treinos e Horários




• Matutino:

    — 08:00 às 09:00 — Treino de Armas brancas de longa distância;— 09:00 às 10:00 — Treino de Armas Brancas de curta distância;— 10:00 às 11:00 — Treino de Combate aos monstros.

• Diurno:

    — 14:00 às 15:00 — Treino de Combate aos monstros;— 15:00 às 16:00 — Treino de Armas Brancas de curta distância;— 16:00 às 17:00 — Treino de Armas brancas de longa distância.

• Noturno:

    — 19:00 às 20:00 — Treino de Armas Brancas de curta distância;— 20:00 às 21:00 — Treino de Combate aos Monstros;— 21:00 às 22:00 — Treino de Armas brancas de longa distância.



Instruções Gerais
e
Regras





• Post Inicial;
• Condições climáticas: Definida pelo player;
• Horário: Definido pelo player;
• Local: Arena do Acampamento Meio-Sangue;
• Sem mortes ou perdas de itens;
• O não cumprimento das regras aqui descritas poderá acarretar em punições diversas;
• Se tiverem alguma dúvida, podem perguntar a qualquer deus estagiário por Mensagem Privada (MP);
• Não há mínimo nem máximo de linhas ou palavras exceto pelas já especificados nas regras gerais, mas espera-se um post bem descrito;
• Quaisquer poderes ou equipamentos utilizados por vocês devem vir em quote ou spoiler, de preferência separando poderes ativos de passivos;
• Sem máximo nem mínimo de equipamentos, desde que seja possível levá-los;
• Esse tópico é monitorado e avaliado pelos deuses em geral e pelos monitores.

    — Tal medida foi tomada com o intuito de não sobrecarregar os avaliadores.— Tendo isto em vista, todos os tópicos desse gênero podem conter até dez (10) treinos.


    — Quando chegar nesse limite, ninguém mais pode postar. Caso contrário, o treino será ignorado.— Quando o deus responsável pelo tópico avaliar, até mais dez treinos poderão ser postados até que haja uma nova avaliação.


    — Cada player pode postar um  único treino por atualização, independente do tipo de treino;— O descumprimento da regra acarretará a anulação dos treinos posteriores ao primeiro.


• A quaisquer sinais eminentes de plágio, punições severas serão aplicadas.

    — A primeira punição será o ban por IP durante uma semana;— Numa segunda infração, a punição será ban eterno.

• Treinos noturnos são atribuídos àqueles cujas descendências divinas diretas se dão por deuses ligados à noite ou à obscuridade;

    — Encaixam-se entre tais deuses: Hades, Melinoe, Phobos, Deimos, Hécate, Morfeu, Nyx, Thanatos, Selene, Ártemis, Nêmesis e Circe;— Para qualquer treino noturno cujo semideus em questão não tenha um progenitor devido para o horário, haverá a anulação do treino.

• A premiação máxima segue as regras do fórum;

    — A premiação máxima é composta de: cem de experiência.

• O critério de avaliação segue as regras do fórum;

    — O critério de avaliação é composto de: coerência; ortografia; estrutura e fluência; uso de armas e poderes;

      — Coerência definirá: cinquenta de experiência;— Ortografia e Organização definirá: dez de experiência;— Coesão, Estrutura e Fluência definirá: vinte e cinco de experiência;— Objetividade e Adequação à Proposta definirá: quinze de experiência.


• Instruções aos players:

    Dicas de Postagem Geral:
    Prestem atenção em todas as informações que lhes foram dadas;Usem um corretor ortográfico, para evitar grandes perdas neste ponto;Tentem não usar templates ou tables que prejudiquem a leitura ou modifiquem de forma drástica a largura ou a altura do texto;Evitem o uso desmedido de muitas cores que possam, de alguma forma, tornarem a leitura menos envolvente;Sejam objetivos no sentido de não enrolarem, ou seja, não adicionem detalhes desnecessários;Caso não saibam algo, procurem no fórum e em fontes externas confiáveis ou perguntem para qualquer deus estagiário via Mensagem Privada (MP);Não copiem a introdução dada pelo narrador: interpretem-na segundo a vista dos seus personagens;Tenham bom senso.

• Tópico criado após sugestão de Asclépio;
• Tópico criado com a aprovação de Deméter e Athena;
• Boa sorte a todos os campistas.

Créditos da organização/ formatação geral a Logan Montecarlo

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Re: ♦ Arena do acampamento

Mensagem por 127-ExStaff em Sex 23 Jun 2017, 16:51


atualizado!

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Re: ♦ Arena do acampamento

Mensagem por Joah Dongho em Seg 24 Jul 2017, 00:05


Ω Batalha Ω 

 
  O dia me parecia muito quente e úmido que até mesmo vagar pelo acampamento se assemelhava a uma sauna. O suor já umedecia as minhas vestes, pingava da ponta dos meus dedos e nariz, escorria pelo corpo e era absorvido pela minha roupa. O calor estava fazendo a minha cabeça girar, então busquei me hidratar, me alimentar, molhar a minha cabeça e parar uns instantes para respirar... poderia ser apenas a minha força psicológica me enganando. Até que ouvi uma voz dentro da minha cabeça me impulsionando a fazer algo, a treinar, a buscar honrar o seu nome. Eu sabia que não era o meu pai tentando se comunicar comigo, ele dificilmente me "diria" para honrá-lo, parecia até mesmo que eu havia o desonrado. Percebi que apenas outro Deus chamaria por mim, a minha Deusa, e o seu nome deveria ser glorificado. 

  Algo me fez ir em busca da Arena, um local comum para treinar o combate em si, tinham até mesmo monstros para que pudéssemos treinar de forma mais realista. Me aproximei do local e fui em direção dos responsáveis para conseguir minha "vaga" de treino. Dois semideuses de aparência forte, possivelmente filhos de Ares, estavam sentados perto do arsenal da Arena. Levantei a mão direita para conseguir a atenção deles. 

Olá, gostaria de saber se os treinos estão livres. - disse para um deles que estava me olhando diretamente assim que eu me aproximei. Ele me respondeu: - Hey, estão sim. Inclusive, um treino especial está vai rolar agora. Gostaria de participar? - o rapaz cessou a conversa com o companheiro, se levantou e se aproximou de mim, continuando: - Quem é o seu progenitor divino? Neste horário o treinamento é para armas de curto alcance e estamos realizando uma simulação de batalha. - ele parecia animado, já foi colocando uma de suas mãos em meu ombro e me guiando para me preparar. 

  O informei acerca do meu progenitor divino, o que o fez pensar que eu seria ótimo para esta simulação. Seria uma simulação de batalha pequena, dois times iriam entrar em combate de eliminação, apenas um time deveria restar "vivo". Os responsáveis pela Arena escolheriam os líderes dos grupos, e por sua vez, os líderes iriam estabelecer estratégias para a vitória. Para evitar semideuses feridos ou até mesmo mortos, decidiram utilizar apenas equipamentos básicos da Arena (protetores de tronco de couro, braçadeiras de couro, caneleiras de couro, elmos de ferro, espadas de madeira e escudos de madeira). Para determinar quem estaria "morto", utilizaram regras simples e também interessantes: as áreas atingidas valeriam pontos e a soma desses pontos determinaria a baixa. 

  O guerreiro teria baixa quando a soma atingisse cinco pontos. O esquema das regiões ficou assim: um ponto para os braços (incluindo as mãos) e pernas (incluindo os pés), dois pontos para as laterais do abdômen e ombros, três pontos para o peitoral e a parte frontal do abdômen, um ponto se atingir o elmo, cinco pontos para a cabeça (sem proteção) e pescoço. Vale lembrar que este sistema de pontos vale apenas para áreas atingidas com a espada de madeira, socos e chutes não contariam pontuação. 

  Levando em consideração o meu progenitor divino, Poseidon, os responsáveis acharam apropriado que eu liderasse o time verde contra o time vermelho. Cada time possuía dez membros, incluindo o líder, então seria um combate interessante. A arena estava espaçosa e bem preparada, alguns obstáculos de pedra serviriam de cobertura e dariam mais emoção à batalha... Dentro de alguns minutos o combate se iniciaria então achei prudente conhecer a minha equipe e bolar uma boa estratégia. Reuni os outros campistas e os observei bem, dois deles se mostraram sem progenitor divino, o que poderia ser uma desvantagem para o meu time já que suas habilidades divinas ainda não eram evidentes. Três deles eram filhos de Hermes, eram ágeis e habilidosos, então seriam de grande importância para esta batalha. Um deles era prole de Hércules, alto, musculoso e de aparência forte e imponente. Outro era filho de Hefesto, seu conhecimento técnico e também força seriam bastante úteis. Um filho de Apolo, era curioso o fato de ele estar exercitando um tipo de combate que não era domínio de seu pai... e por fim, um filho de Dionísio bastante animado e ansioso pela batalha. 

  Particularmente, achei o meu grupo bastante interessante, seria de grande experiência aquele momento, principalmente porque ouvi que o líder dos meus adversários era filho de Ares, ele até mesmo tinha uma "vice-líder" filha de Atena. Seria mesmo possível vencer contra esses dois? Descobriríamos em breve... Organizei uma formação interessante, em uma linha horizontal estavam respectivamente os filhos de: Apolo, Hércules, Hefesto e Dionísio. Formavam a primeira linha de impacto com os adversários, firmes. Eu me posicionei no centro da formação, nas minhas laterais estavam os indefinidos. Por fim, atrás de mim estavam os filhos de Hermes, cobrindo o meu ponto cego. A ideia era entrar em contato com a equipe adversária, manter a formação e ir eliminando-a lentamente enquanto eu ficava protegido no centro e descarregava ordens rápidas. 

  Começamos a nos mover pelo terreno, passos coordenados um pé a frente e o outro atrás sem ultrapassar, dessa forma teríamos equilíbrio para defender um ataque surpresa. Pude avistar a equipe adversária por alguns instantes antes de perdê-los de vista entre a arquitetura da Arena. Dei instruções para ficarem atentos contra surpresa, a linha de frente atenta à frente, as laterais focadas nas próprias laterais e a linha traseira focadas na parte de trás e também laterais. Tudo parecia bem, dei ordem para que eles parassem e observassem as redondezas. Alguns pilares tampavam a visão das diagonais e poderiam proteger alguns "inimigos". 

  Para a surpresa de todos nós, dois semideuses vieram correndo pelas laterais e gritando ferozmente, tirando o foco dos meus companheiros e me assustando por um instante. Para campistas iniciantes, os indefinidos estavam lutando relativamente bem. O da minha direita ainda estava em combate direto com o adversário, mas o da minha esquerda já havia recebido três pontos e estava caído ao chão. Não percebi o "inimigo" prestes a me atingir até que uma voz ecoou dentro da minha mente me forçando a despertar. Um forte impacto chamou a atenção de todos no grupo quando o filho de Hércules golpeou fortemente o semideus que estava prestes a me atingir. O impacto em sua cabeça foi tão forte que ele caiu desmaiado. O garoto que acabara de me salvar mostrou os seus dentes com um sorriso empolgante e me mandou ficar alerta... 

  Enquanto a minha equipe ainda se recuperava do susto (e o filho de Dionísio ajudou o indefinido a dar baixa no adversário), mais três campistas do grupo vermelho nos atacaram pela frente. As proles de Apolo, Hefesto e Hércules tomaram conta deles enquanto eu me preparava para o embate seguinte. O Restante do grupo vermelho se mostrou, acabaram com todo o meu planejamento de formação e estava praticamente cada um por si. Dois campistas adversários iniciavam o combate com o indefinido que havia recebido três pontos, um dos filhos de Hermes se juntou à luta para ajudar o pobre companheiro. Os outros filhos de Hermes que restaram se juntaram à mim enquanto o líder do grupo adversário, com os olhos cheios de fúria, se preparava para nos atacar. O filho de Atena e o outro campista adversário engajaram num combate com os meus companheiros... Ergui o meu escudo para bloquear dois golpes consecutivos de espada, o filho de Ares lutava com duas. 

  A marca em meu peito ardia, eu parecia não conseguir reagir apropriadamente, bloqueava os ataques mais fortes com o escudo e desviava outros com a espada. O meu adversário era forte e feroz, pronto para batalha, devia estar muito acostumado com aquilo. Infelizmente a minha capacidade não era cem porcento devido à uma maldição que sofri, mas eu não seria tão fácil de derrotar. Tentei atacar a sua mão para derrubar uma espada mas ele bloqueou o meu ataque, contra-atacando com um chute diretamente no meu escudo me desequilibrando e me derrubando. Neste breve instante meus olhos se guiaram para a arquibancada e a minha visão me deixou surpreso. A Yukii estava lá, com seus olhos doces preocupados comigo, mas estava lá, me apoiando, seus cabelos claros dançando com a leve brisa. Eu não poderia perder naquela luta, pela minha amada e pela minha Deusa, me levantei. 

  Uma das vantagens do meu adversário era utilizar armas capazes de atacar sempre, diferentemente do escudo que a sua função é bloquear e seu ataque não é muito preciso. Seus movimentos eram firmes e bem treinados, eu não possuía descanso mas também não dava descanso para ele. Busquei manter minha postura à altura mas fui interrompido pela prole de Hércules que havia derrotado o seu adversário e queria uma glória a mais derrotando o líder inimigo. Não achei ruim, até gostei, tive tempo para respirar e analisar o nosso quadro: nossos adversários já possuíam três caídos, meu time por enquanto estava com os dois indefinidos como baixa. Não tive muito tempo para pensar, logo em seguida um dos filhos de Hermes perdeu e o filho de Atena já estava me atacando... tudo acontecia muito rápido... 

  Continua...
Equipamento:


Equipamentos puramente narrativos, não utilizei nenhum equipamento especial.

* Equipamento de proteção básico do acampamento;
* Espada de Madeira;
* Escudo de Madeira.


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Re: ♦ Arena do acampamento

Mensagem por Zoey Montgomery em Ter 25 Jul 2017, 14:44


Avaliação

Joah Dongho

Olá Joah, tudo bem? Espero que sim. :>

Vamos lá, você é a primeira pessoa que pego para avaliar depois de um tempo longe, então não ligue caso eu esteja meio enferrujada para isso. Não vi nada que me fizesse dar descontos em sua narrativa, assim como notei suas descrições para seus movimentos. Narrar combate não é um dos pontos preferidos de muitos, mas o seu fluiu muito bem para mim.

Meus parabéns ♥

Coerência: 50/50;
Coesão, estrutura e fluidez: 25/25;
Objetividade e adequação à proposta: 15/15;
Ortografia e organização: 10/10;
Total: 100 xp!!

Dúvidas, reclamações, dicas ou qualquer coisa em que eu possa ser útil, basta contatar por mp.

Aguardando atualização.
Template roubado, desculpa >.<.


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Re: ♦ Arena do acampamento

Mensagem por Hécate em Qua 02 Ago 2017, 17:06



Atualizado!







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.:: deusa da magia e das encruzilhadas :: mestra da névoa :: adm do pejotinha ::.

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Re: ♦ Arena do acampamento

Mensagem por Yukii Amane em Seg 14 Ago 2017, 17:24




戦士
I'm a warrior
Warrior, warrior of love



Nome do Personagem: Yukii Amane.
Nível do Personagem: Três.
Modalidade(s): Armas de Longa Distância- Arco e Flecha.
Horário: 8:00AM



Definitivamente eu sou a pessoa mais desapropriada para usar armas. Tentei e relutei, porém, estava ficando cada vez mais entediada. Além do sarau que havíamos feito dias atrás, minha atividade consistia em andar, conversar e patinar.

Para minha surpresa, eu fora a primeira a acordar naquela manhã. Fiquei ali parada sobre a cama, rodando o lindo pingente de colar que havia ganhado. Eu, certamente, poderia passar o tempo todo tocando meu fiddle. Contudo, o magnifico arco reluzia ao meu lado, junto com a bolsinha delicada cheia de flechas.

Eu poderia, mas não iria.

Decidida a mudar isto, peguei estes belos itens e me dirigi até o local de treinos. O sol estava preguiçoso, não era tão cedo, mas haviam  pouquíssimas pessoas transitando por ali. Alegrei-me — menos público para apreciar minha vergonha.

Caminhei pela arena vendo o azul celeste  e os riscos amarelados ao longe que denunciavam um alvorecer tardio. Fitando aquelas armas, sentia-me receosa. Por que tudo aquilo? Éramos todos crianças, crianças não deveriam lutar, ainda que corresse sangue dourado em suas veias.

Aqui tão cedo?  — Uma voz feminina e animada falou por trás de mim. Virei-me assustada, deparando-me com uma garota de cabelos negros com suaves mechas coloridas e as laterais da cabeça raspadas, como as minhas. Olhos brilhantes. Muito brilhantes. Ela sorria para mim, seu sorriso poderia ser tão brilhante quanto seus olhos. Notava-se animação e empolgação nela a essa hora da manhã. Curioso.

Ah desculpe, nem me apresentei. Sou Aleya Kanes, filha de Apolo. Vi que você ia usar o arco e vim ver se precisava de ajuda.  — Continuou a garota tão empolgada quanto antes.

Bom dia! – Respondi feliz em encontrar alguém animado tão cedo, era contagiante — Yukii... Amane, Despina. — Prossegui, como sempre hesitando em dizer o sobrenome. Será que eu estava sendo procurada?

Ah sim, eu preciso de ajuda, sou novata e nunca treinei com arcos desse tipo. Nem sequer peguei em um desses, realmente, nem sei ao menos o porquê de querer aprender a usá-lo... Talvez por ser tão bonito. — Confessei-a em meu deplorável inglês.

Primeiro coloque a aljava nas costas, como uma mochila, entende?  — Aleya já me puxava para um canto da arena com alvos enfileirados em ordem de tamanho. O sol aparecia vagarosamente. Riscando o céu de laranja, como um desenhista sombreia o seu desenho.

 Lindo não é? Eu venho aqui cedo pra ver o sol dissipar o frio.  — Olhou para mim meio arrependida.  — É bom ter alguém para ajudar, é tudo sempre tão solitário a essa hora, Yukii.  — Ela falava tão rápido que mal conseguia processar suas palavras em minha mente. Sorri para a menina enquanto executava o que a mesma havia dito.

Coloquei a bolsa, que descobri chamar-se aljava, em minhas costas e segurei o arco como se ele fosse algum tipo erva venenosa cheia de espinhos pronta a pular no meu rosto e me sufocar.

Segure-o assim. — A criança de Apolo falou, transformado uma delicada tatuagem que estava no colo de sua mão em um arco, brilhante como o meu, mas ainda assim muito diferente. Era lindo. Tentei desajeitadamente imitar a posição de seus braços.

Desta forma? — Perguntei confusa.

Sim! Sim, agora pegue uma flecha e a posicione... Hm.. Na corda.  — Explicou-me, agora seu tom de voz era mais calmo, todavia ainda animador.

Estiquei meu braço para trás, pegando uma das flechas, elas eram um pouco mais pesadas do que eu pensava, em contrapartida com o arco que era mais leve do que imaginei. Coloquei-a na suposta “corda” ainda imitando os movimentos da garota.

Abaixe os cotovelos e relaxe os ombros, assim vai acabar toda torta. Não feche um dos olhos, mantenha-os abertos. Ambos.  — Assenti. Ficando exatamente igual a ela. Pelo menos parecia que sim.

 —  Agora a solte, com precisão, no centro do alvo. O pontinho vermelho. Mire nele. — Obedeci a jovem, cerrei os dentes e segurei a respiração. Ouvindo apenas o canto dos pássaros ao longe, a voar no céu alaranjado formando orquestra com meus batimentos cardíacos. Um, dois, três... Contei mentalmente soltando a flecha que saiu rasgando em direção ao alvo, caindo, entretanto, derrotada a um metro de mim. Suspirei.

Ora, ora. Isso mesmo! Está certo, agora atire de novo com mais força, se não der certo, tente de novo e de novo... — Encorajou-me Aleya.

Repeti o movimento, agora mais calma, posicionei a flecha. Parei ouvindo o ruído ainda suave de campistas a transitarem, eram poucos. O céu já tinha suas nuvens ofuscadas pelo sol reluzente que iniciara sua jornada pelo céu. Aleya cintilava como ele.

Respirei fundo e lancei a outra flecha. Rápida. Forte. Rasgou o vento em sua frente, um zunido fino era ouvido assim que ela partia ao lado de meu ouvido. Melhor que sua antecessora, chegou até o alvo. Minha flecha vencedora, heroína, preciosa... Bem, não exatamente no alvo, chegou ao menos no circulo à minha frente, não muito distante do pontinho vermelho, a três linhas dele.

Oh! Parabéns. Esse foi um belo tiro para alguém que tem medo de armas. — Disse a garota pulando de alegria, já com o seu arco em sua forma comum.

Estou faminta, acho que vou tomar café da manhã. Muito prazer em conhecê-la, Yukii.

O prazer é meu, eu estou grata pela sua ajuda... — Hesitei em deixa-la ir. — Er... Eu posso continuar aqui? Até conseguir melhorar um pouco?

Claro que pode! Eu estarei aqui mais tarde para te ajudar de novo, okay? — Seu sorriso reluzia ao sol matutino. Era reconfortante e acolhedor. Ela abraçou-me e eu quase pude pensar que vi fumaça sair do encontro dos seus braços calorosos e as minhas mãos gélidas.

Coloquei uma nova flecha em posição. Sangue da deusa das nevascas era bombeado pelo meu coração. Um pouco dela está dentro de mim,pensei esperançosa. Uma exímia arqueira surgia ali. Não importava que eu nunca atiraria em ninguém.

Minha orelha latejou depois que relaxei os ombros, abaixei o cotovelo, abri ambos os olhos e lancei a flecha. Outra heroína para meu coração. Cortou decidida o vento a sua frente e parou centímetros abaixo do ponto central. Sorte ou precisão, eu não sabia. Só consegui sorrir sozinha, de orelha a orelha.

Eu era capaz de fazer aquilo.


LEIA-ME:
Treino rápido e simples para ambientar e familiarizar a personagem.
Espero que a leitura tenha sido agradável. ♥
PODERES USADOS:
Aleya:
Nível 1: Perícia com Arco: Apolo é o deus dos arqueiros, possuindo o arco e flecha como sua arma básica. Seus filhos conseguem manusear o arco com uma pericia intuitiva, de modo que consigam fazer ataques mais preciosos e mais agilmente com essa arma do que os demais semideuses de mesmo nível que não possuam tais habilidades. Note que apenas implica uma familiaridade e facilidade no uso, mas a perícia é algo evolutivo, e não quer dizer que os ataques sejam sempre certeiros.

Beleza: Não só Afrodite e Perséfone são dotadas de beleza, Apolo é considerado o deus masculino que representa este mesmo ideal. Seus filhos são bonitos por natureza, possuindo um corpo naturalmente bronzeado e chamando a atenção se comparado com outros semideuses - não se compara à Afrodite, e é mais proeminente nos garotos, mas são acima do padrão se comparados a outros mortais e à maioria dos semideuses. Isso faz com que poderes de charme e sedução desses semideuses sejam ampliados em 10%.
YUKII:
{ Level1 :Perícia com armas à distância - Arcos }Esses semideuses usam bem armas à distância, em especial arcos. É uma habilidade natural, mas não indica domínio completo, apenas uma facilidade de aprendizado - tampouco interfere nos ataques de forma relevante - ainda será passível de erro, não acerta ataques de forma automática, além de estar limitado às habilidades da própria arma. É um poder evolutivo - quanto maior o treino e o nível, maior a perícia, se comparado a um irmão ou outro usuários desse tipo de arma que possua menos experiência ou mesmo a alguém de mesmo nível sem a perícia.

And ever just as sure
As the sun will rise

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Re: ♦ Arena do acampamento

Mensagem por Joah Dongho em Seg 14 Ago 2017, 22:29


Ω Batalha Final Ω 
 
Continuando o treinamento anterior.

A Batalha seguia ferozmente, há tempos eu não sentia o verdadeiro calor de uma batalha. O único ponto negativo (ou positivo) era o fato de usarmos arsenal de madeira, por mais que o impacto fosse real, a madeira não rasgava a pele, o desespero do combate não era real. Contudo, seja pela vida ou por um treinamento, uma batalha é uma batalha. 

A prole de Atena era ágil, firme, forte e analisava seus ataques ordenadamente. A guerra ou a sabedoria poderia não ser criação nem especialidade do meu pai, mas ele sentava em um trono e era grandioso. Não somente isso estava ao meu favor como também a benção da minha deusa Hera. Meu adversário desferiu vários golpes de espada, alternei minha defesa entre bloqueios de escudo e de espada, me mantendo à altura do meu adversário. 

Ao meu redor mais companheiros caíam, o time vermelho parecia ter vantagem, o restante dos filhos de Hermes já estavam fora do combate, levaram apenas mais um do time adversário. O filho de Apolo lutava ferozmente e continuava vivo em batalha,o que não podia ser dito sobre o filho de Dionísio. A batalha era feroz entre o filho de Hefesto contra dois semideuses inimigos, conseguiu derrotar um deles mas o confronto com outro adversário permaneceu. 

A prole de Héracles estava confiante em seu poder, até mesmo quebrou uma espada golpeando o chão, mas logo tomou posse de uma espada caída. O líder do grupo vermelho, filho de Ares, não era tão poderoso quanto o filho de Héracles em termos de força bruta, mas era forte e superior em agilidade. Por vezes, o líder adversário precisava bloquear com ambas as suas espadas e conseguia com segurança, mas com muito desgaste. Por mais incrível que parecesse, o poderoso filho de Héracles perdeu, conseguindo arrancar apenas um ponto do filho de Ares. Notando isso, o filho de Hefesto que saiu vitorioso do último combate engajou em um novo confronto com o líder adversário... 

Meu combate com a prole de Atena continuou, influenciado pela desvantagem aparente do meu grupo, tomei ofensiva. - Não fraquejem camaradas, já somos vitoriosos por essa luta. Acabem com eles! - gritei enquanto erguia a minha espada e atacava ferozmente o meu adversário. Mesmo que fosse em palavras bobas, a figura do líder encorajando os seus companheiros era valiosa. Infelizmente o filho de Apolo também caiu mas levou seus adversários com ele, restando em campo além de mim, os filhos de Hefesto, Ares e Atena. 

Tive apenas alguns instantes para visualizar o confronto entre o meu companheiro e o líder adversário. Ele não era tão forte quanto o filho de Héracles, mas sua força era superior à prole de Ares, era incrível ver aqueles sujeitos batalhando (pareciam monstros). Fui interrompido pelo ataque do meu adversário, bloqueado por meu movimento de espada. Ele era ágil, cada golpe que eu desferia em sua direção ele bloqueava e contra-atacava. Em um momento, devido a limitação dos meus movimentos não consegui bloquear um ataque dele contra a minha cabeça. Para a minha sorte, o elmo bloqueou o ataque diretamente e se desligou da minha cabeça. Girei um pouco tonto no território, minha perna direita deslizou e escorreguei para o lado. 

Apesar do meu descuido, não dei oportunidade para que ele conseguisse acertar outro golpe, aproveitei a fúria do seu ataque posterior para desequilibrá-lo com minha perna e fazê-lo cair no chão. Desferi um golpe rápido e controlado contra seu pescoço, conseguindo derrotá-lo e não causar grandes ferimentos. Infelizmente fui descuidado e ele me acertou no abdômen, mas ele estava derrotado e eu sofri apenas três pontos. Parti para ajudar o meu companheiro, estávamos ambos muito cansados mas não podíamos perder. Era incrível a capacidade física e de combate do filho de Ares, seu pai deveria ter um enorme orgulho dele e o exército do Acampamento era uma séria ameaça à qualquer outro acampamento só em ter este guerreiro. Infelizmente os esforços não foram o suficiente, conseguimos fazê-lo perder uma das espadas mas a prole de Hefesto também caiu, restando apenas eu como resistência. 

Os meus músculos já estavam começando a desistir de colaborar, minhas defesas estavam limitadas e já desesperadas, meu adversário sabia disso. Todavia, ele havia enfrentado um desgaste muito grande, ele poderia até ser mais habilidoso que eu com espadas mas estava tão cansado quanto (eu esperava). Além disso, seus ataques estavam limitados pois ele estava lutando com apenas uma espada agora, eu teria mais possibilidades de defesa. Foi aí que eu perdi o meu escudo e estava começando a ficar encurralado. 

Em uma tentativa arrisca porém corajosa, dediquei todos os meus esforços para um último movimento, assim que o meu adversário atacou ferozmente com a sua espada parei o seu ataque com a mão esquerda (sentindo muita dor mas não fraquejando), prendendo a sua espada o que causou grande surpresa para ele e contabilizava quatro pontos restando apenas um para que eu perdesse... Rapidamente golpeei a outra mão dele para prevenir que ele bloqueasse meu próximo ataque com o braço, contando dois pontos nele, no mesmo movimento golpeei o seu pescoço e o derrotei. A expressão em sua face era impagável e confusa, mistura de fúria e surpresa. Me senti muito aliviado e deixei a minha espada cair, meu corpo já estava exausto. 

Andei um pouco retornando ao ponto onde o confronto principal se iniciou, todos aqueles que haviam sido derrotados já começavam a se mexer, todos acreditavam que o combate havia acabado mas todos estavam errados (avaliadores inclusive). Para a minha frustração e enorme surpresa, senti algo tocar levemente a minha perna, paralisei, olhei para a fonte do toque: um dos adversários sorridente, deitado com os braços erguidos e semblante de vitória. A realidade caiu com um grande choque, ele era o campista que havia sido nocauteado pela prole de Héracles, o que tecnicamente não contabilizava ponto algum para ele e permitiu que ele ficasse fora de todo o confronto e agora somar cinco pontos em meu corpo, causando a minha derrota. Não havia mais o que fazer, estava exausto e me permiti cair ao chão e respirar, sorrindo também. 

Todos ficaram surpresos de início mas gargalhadas começaram a se formar e todo aquele clima tenso foi saindo, junto com os campistas. Todos se parabenizaram e foram se retirando da Arena. Para minha surpresa, a Yukii foi até mim preocupada, agitada, me tocando e analisando todos os ferimentos que adquiri com aquele treinamento. Me senti muito feliz por tê-la se preocupando comigo, segurei em seu rosto, sorri alegremente e beijei sua testa... Ela passou o resto do dia tentando me convencer a parar de lutar, mas ela no fundo sabia que aquilo não era possível e um futuro incerto nos aguardava... mas essa era uma história para outro dia.
 
Equipamento:


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Re: ♦ Arena do acampamento

Mensagem por Will Fortune em Ter 15 Ago 2017, 16:01


Avaliação

Yukii Amane

Olá Yukii, tudo bem? Espero que sim. :>

Bom, eu já te avaliei na sua missão passada, você sabe disso. Vou ressaltar que eu gosto da sua escrita, pois acho ela gostosa de ser ler. Outra coisa que devo dar os parabéns é por ter seguido as dicas sobre travessão que eu dei e talz.

Mas o seu erro dessa vez foi a estrutura.

@Yukii Amane escreveu:— Bom dia! – Respondi feliz em encontrar alguém animado tão cedo, era contagiante — Yukii... Amane, Despina. — Prossegui, como sempre hesitando em dizer o sobrenome. Será que eu estava sendo procurada?

— Ah sim, eu preciso de ajuda, sou novata e nunca treinei com arcos desse tipo. Nem sequer peguei em um desses, realmente, nem sei ao menos o porquê de querer aprender a usá-lo... Talvez por ser tão bonito. — Confessei-a em meu deplorável inglês.

Nesse caso você não precisava dar esse espaço entre as falas da sua personagem, por que no caso ela faria parte de um conjunto por inteiro. Deveria ficar assim.

@Will Fortune escreveu:— Bom dia! – Respondi feliz em encontrar alguém animado tão cedo, era contagiante — Yukii... Amane, Despina. — Prossegui, como sempre hesitando em dizer o sobrenome. Será que eu estava sendo procurada? — Ah sim, eu preciso de ajuda, sou novata e nunca treinei com arcos desse tipo. Nem sequer peguei em um desses, realmente, nem sei ao menos o porquê de querer aprender a usá-lo... Talvez por ser tão bonito. — Confessei-a em meu deplorável inglês.

Porém mais pra baixo do seu texto você tentou executar uma ação na separação das falas só que ela ficou um pouco errada.

@Yukii Amane escreveu:— Primeiro coloque a aljava nas costas, como uma mochila, entende?  — Aleya já me puxava para um canto da arena com alvos enfileirados em ordem de tamanho. O sol aparecia vagarosamente. Riscando o céu de laranja, como um desenhista sombreia o seu desenho.

—  Lindo não é? Eu venho aqui cedo pra ver o sol dissipar o frio.  — Olhou para mim meio arrependida.  — É bom ter alguém para ajudar, é tudo sempre tão solitário a essa hora, Yukii.  — Ela falava tão rápido que mal conseguia processar suas palavras em minha mente. Sorri para a menina enquanto executava o que a mesma havia dito.

No primeiro 'parágrafo' a fala dela é curta e tem uma 'descrição' logo após. Você poderia fazer como a primeira opção ali em cima que eu dei, ou assim.

@Will Fortune escreveu:— Primeiro coloque a aljava nas costas, como uma mochila, entende?  

Aleya já me puxava para um canto da arena com alvos enfileirados em ordem de tamanho. O sol aparecia vagarosamente. Riscando o céu de laranja, como um desenhista sombreia o seu desenho.

—  Lindo não é? Eu venho aqui cedo pra ver o sol dissipar o frio.  — Olhou para mim meio arrependida.  — É bom ter alguém para ajudar, é tudo sempre tão solitário a essa hora, Yukii.  — Ela falava tão rápido que mal conseguia processar suas palavras em minha mente. Sorri para a menina enquanto executava o que a mesma havia dito.

No mais, meus parabéns ♥

Coerência: 50/50;
Coesão, estrutura e fluidez: 24/25;
Objetividade e adequação à proposta: 15/15;
Ortografia e organização: 10/10;
Total: 99 xp!!

Dúvidas, reclamações, dicas ou qualquer coisa em que eu possa ser útil, basta contatar por mp.


Joah Dongho

Olá Joah, tudo bem? Espero que sim. :>

Bom, não tenho muito o que falar. Assim como a Zoey disse não encontrei erros que fizessem descontos em sua pontuação. Eu, assim como ela, sou péssimo com narração de batalhas e movimentos, e você fez isso de uma maneira muito bem feita.

No mais, parabéns.


Coerência: 50/50;
Coesão, estrutura e fluidez: 25/25;
Objetividade e adequação à proposta: 15/15;
Ortografia e organização: 10/10;
Total: 100 xp!!

Aguardando atualização.
Template roubado, desculpa >.<.²


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Re: ♦ Arena do acampamento

Mensagem por Hécate em Ter 15 Ago 2017, 16:37



Teje coisado!







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.:: deusa da magia e das encruzilhadas :: mestra da névoa :: adm do pejotinha ::.

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Re: ♦ Arena do acampamento

Mensagem por Orion Delagarth em Ter 15 Ago 2017, 17:17



Circuito de Adagas

A arena sempre parecia abrigar todos os campistas ao mesmo tempo durante o dia e justamente por isso eu vinha evitando ela nesses horários. Eu me preocupava demais com a reputação que tinham construído para mim — e que eu vinha ajudando a fortalecer — para me expor diante de todos os campistas como o amnésico que não sabia o básico de defesa pessoal.

Mas isso tinha sido antes... Antes de ninguém menos que a deusa Circe me armar uma cilada na minha última "missão", me rendendo uma noite em repouso na enfermaria, duas dose de poções e uma cirurgia as pressas.

Eu tinha chego à conclusão óbvia que eu devia deixar esse cuidado com minha reputação de lado se quisesse aprender a me defender o mais rápido possível para poder ir atrás de respostas. Por isso eu estava ali naquela manhã de verão, vestindo jeans e a camisa do acampamento, que era uma das poucas opções de roupas que eu tinha, numa das extremidades da arena de frente para um alvo.

Eu tinha feito treino de arremesso de adagas na minha última vez ali, mas sabia que se não treinasse não demoraria para perder a pouca habilidade com adagas que eu tinha conquistando.

Alonguei os membros superiores para evitar dores pós treinos e me coloquei parado na mesma distância do alvo onde eu julgava ter treinado da última vez. Após me alongar, flexionei a perna direita para trás e pondo impulso no braço direito, que eu segurava a adaga, fiz o primeiro arremesso em direção ao centro do alvo.

Logo se seguiu o som de zumbido característico da arma, cortando o vento antes de se chocar num baque surdo contra o segundo anel que envolvia o centro do alvo.

Tive que repetir o arremesso algumas vezes, corrigindo minha postura e a força aplicada a cada tentativa, antes de conseguir acertar o centro do alvo no quarto arremesso.

— Argh!! — Murmurei frustrado.

Circe estava em algum lugar do outro lado das barreiras do acampamento com um grupo de seguidores e monstros a seus serviços — não que ela precisasse disse — querendo acabar comigo, por algum motivo que eu se quer me lembrava e, mesmo com minhas habilidades naturais em manipular adagas, estava claro que eu ainda teria que passar muitas horas treinando se quisesse ter alguma chance de sobreviver a minha próxima saída do acampamento.

Olhei a minha volta e me deparei com a maior parte dos campistas usando o treino de longa distância para se aprimorar no arco e flecha. Não havia treinadores ali além de alguns líderes de chalés ocupados demais treinando seus próprios irmãos.

Continuei percorrendo a arena com o olhar até localizar os poucos campistas que treinavam com adaga naquela manhã de sol. Um casal de garotos parecia estar numa competição particular de arremesso de adagas numa disposição digna de adolescentes com TDAH, mas se encontravam longe demais para eu tentar pegar dicas observando seus movimentos. Um outro rapaz também treinava arremesso com as adagas de lâmina cega que a arena emprestava, mas pela quantidade de vezes que ele errava o alvo também não me parecia a melhor opção. Por fim uma menina loira, com metade do meu tamanho, treinava a uns dez metros de mim com uma adaga chamativa de empunhadura rosa, sempre acertando repetidamente o alvo no seu centro.

Fiquei observando seus movimentos, mais impressionado a cada novo arremesso que ela fazia. Ela seguia uma espécie de circuito, primeiro atirando em direção ao alvo de uma distância próxima de menos de um metro, depois de uma distância média em torno de dois metros, e em seguida do que parecia ser para ela o alcance máximo que seus braços pareciam conseguir lançar a uns três metros de distância, e então ela finalizava o circuito correndo em volta do alvo e atirando a adaga enquanto se movia, mas dessa vez sem seguir um padrão de distância.

Após cinco minutos apenas observando a semideusa voltei minha atenção para o meu alvo. Até então eu só havia treinado arremessos parados de uma distância do meu alvo que, pelo meu tamanho, eu classificava como média.

Analisando naquele momento entendi que mesmo se eu passasse a acertar sempre o alvo o máximo que conseguiria fazer com uma habilidade nesse nível era impressionar uma pessoa comum, eu não podia contar com monstros sempre na mesma distância ou parados.

Fiz movimentos circulares com os ombros para voltar a alongar a musculatura daquela região e comecei a seguir os passos da garotinha. Primeiro me aproximei do alvo e lancei a adaga à um metro e meio de distância. A proximidade ajudou que eu acertasse no centro sem grande dificuldade. Retirei a adaga dali dando passos rápidos para trás até me pôr a três metros do alvo e voltar a arremessar a adaga antes mesmo de parar de andar.

Acertei no segundo aro em torno do centro mesmo aquela sendo a mesma distância que eu já havia praticado. A mudança no meu equilíbrio em arremessar enquanto eu terminava de correr era nítida, mas prossegui sem querer interromper meu novo circuito de treinamento.

Retirei a adaga e voltei a me distanciar às pressas do alvo, dessa vez em torno de seis metros e arremessei a adaga acertando o terceiro aro mais distante do centro. Corri em direção a adaga e após retirá-la finalizei o circuito voltando a correr e atirando Graveolentiam de uma distância aleatória.

Dessa vez a adaga fincou na extremidade do alvo, quase não acertando. Respirei fundo tomando consciência que aquilo seria muito mais cansativo que meu último treino e sem querer perder mais tempo voltei para o meu circuito do começo.

Quando finalizei o circuito pela sexta vez, meu equilíbrio tinha se ajustado um pouco e eu conseguia acertar os dois primeiros arremessos no centro. O arremesso de distância maior já estava quase se aproximando do meio, mas meu desempenho no último continuava variando muito a cada tentativa.

Fiz uma pequena pausa para recuperar o fôlego e acabei pegando algumas adagas emprestadas no arsenal da arena para poupar o tempo que eu retirava Graveolentiam do alvo.

Tive que repetir o circuito mais duas vezes antes de acertar os três primeiros ataques no centro e admitir para mim mesmo que eu já estava cansado.

”Como se alguém fosse esperar eu me recuperar do cansaço... ”

Tomei folego e voltei a correr em direção ao alvo, apenas me permitindo parar de novo quando anunciaram o fim do treinos de armas brancas a longa distância.

Adendos:
Inthown.. perdoe se ficou massante, mas estou evitando interações diretas com outros personagens por motivos de trama e não soube deixar menos pior de ruim de massante lala
Poderes & Habilidades:

~ Poderes dos filhos de Hécate ~

Passivos

Perícia com Adagas - [Nível 1] : Filhos de Hécate não são conhecidos por sua perícia em combate ou força física. Contudo, suas habilidades favorecem o uso de armas menores, como a adaga, facilmente ocultável e também utilizada em rituais, exigindo mais destreza e habilidade do que músculos. Essa perícia não implica, contudo, que seus ataques sempre serão certeiros - apenas indica uma familiaridade e facilidade maior com este tipo de armas, em detrimento das outras. É algo evolutivo. [Modificado]
Armas & Equipamentos:
—{Graveolentiam} / Adaga [Adaga prateada, apesar de feita com bronze sagrado. Seu punho é envolto em couro, para melhor manuseio, e a lâmina possui símbolos rúnicos gravados. Acompanha bainha de couro. No nível 20, torna-se um colar de pentagrama.] {Bronze sagrado e couro} (Nível Mínimo: 1) [Recebimento: Presente de Reclamação de Hécate]

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Re: ♦ Arena do acampamento

Mensagem por Kieran Fairchild em Qua 16 Ago 2017, 16:36


The night is dark and full of terrors


O ocaso já se encontrava presente no horizonte, irradiando em cores de dourado e magenta. Entre os limites geográficos do Acampamento Meio-Sangue – lar e morada de muitos dos semideuses gregos – alguns dos campistas se mantinham ocupados em atividades inatas como a canoagem, o hipismo e principalmente o aprimoramento de habilidades em batalha e ou, sobrevivência. Parte destes eram louvados com tamanha perícia e êxito de seus atos, sendo vencedores consecutivas vezes. A outra metade, bem, não era muito perita no assunto.

Continuei meu trajeto calmamente, recolhendo ambas as mãos para dentro dos bolsos traseiros da calça. Àquele dia completava algumas semanas de estadia no camping. O clima estava ensolarado, não passando das quatro da tarde e os termômetros deveriam apontar mais ou menos 25°C. A atmosfera presente fazia-me sentir certa nostalgia de minha cidade materna, Los Angeles, situada nos EUA.

Aparentemente meu organismo não demonstrava nenhuma necessidade por alimento naquele momento. Um alívio para mim, já que a esta hora do dia o refeitório estava sempre lotado, principalmente pelos bastardos de Ares, a quem eu tanto odiava. Aspirei o ar fresco ao redor, relaxando os músculos. A decisão por fim, era ir aos estábulos para um breve treino de quitação junto ao chalé de Deméter. Para seguir meu caminho desejado, antes, tive que passar pela arena e claro, sem deixar de chamar a atenção de outros semideuses pelo caminho, acenando cordialmente aos conhecidos.

✶✶✶


Ao longe conseguira distinguir uma silhueta pequena e feminina de pouca idade, talvez um ou dois anos mais jovem que eu. Combatia uma enorme fera de pelugem bicolor, metálica, nas quais alternavam entre o vermelho-sangue e o escuro, como se fosse composto pelas mais sombrias formas. Do lugar onde julguei ser as narinas, puro vapor escapulia, o que me parecia ser bastante estranho, até. A garota levava a pior, e parecia que seus ataques nem surtiam tanto efeito quanto os da fera que usava toda a sua selvageria e brutalidade para com a semideusa.

Tomado pela insuportável necessidade de ajudar aquela pobre alma, decidi aproximar-se um pouco mais para poder ter uma visualização melhor do alvoroço. Os demasiados campistas que se apresentavam presentes estavam ocupados demais para prestar serviços, e assim que foquei meus orbes castanhos sobre a figura que lutava contra a criatura, pude notar que era uma de minhas irmãs – os traços físicos desleixados apontavam a perspectiva, além de que já a vira antes rondando o chalé.

Aquela era uma novata, porém seu corpo emanava tal aura propícia a seriedade como qualquer veterana. Pressionei a corrente com a mão coberta por uma luva negra, ornamentada por um couro fumê que circundava meu punho e calmamente, ao engatar o polegar sobre a arma, o objeto alongou-se e se expandiu verticalmente, reluzindo à iluminação baça do ambiente.

A fera derrubara a minha irmã no chão e já se preparava para o seu suposto golpe final. Nesse momento, acelerei meus passos e quando dei conta, me encontrava entre o Cão Infernal e a semideusa – que estava visivelmente desgastada -, caída ao chão enquanto me olhava com seus olhos claros e confusos. Elevei a mão até uma altura significativa sobre a cabeça e girei o punho, transgredindo a corrente contra a cabeça da besta que urrou e cambaleou. Certamente, conseguia manejar o armamento com total facilidade, onde o mesmo parecia uma extensão de meu corpo, dando-me destaque em grandes manobras e movimentos com a arma em questão. Era como se tal arma fosse minha marca, minha companheira, o que ocasionava sempre num foco maior em meio objetivo em batalha.

O que você pensa que esta fazendo, garoto? ▬ Indagou a garotinha, perplexa pelos meus atos.

Ajudando a você. Oras. ▬ Revirei os olhos, focado na criatura mitológica, que parecia estudar meus movimentos. A besta recuou alguns passos e então liberou um latido que retiniu pelo âmbito. Uma máquina? Talvez, meus pelos eriçaram diante o seu tamanho e senti um leve arrepio pelas minhas costas. Nunca havia enfrentado tal criatura de igual destreza e altura antes, mas não poderia deixar uma de minhas irmãs, indefesa, ser massacrada e destroçada com tamanha facilidade.

O Autômato Infernal investiu, erguendo a grande pata e movimentando-a de cima a baixo contra o meu rosto. Consegui passar o peso do meu corpo de um pé para o outro, desviando-me do ataque devido a minha boa forma excepcional, mas sabia que não tardaria para a criatura tentar investir novamente. Minha agilidade ainda era amadora e não poderia me livrar sempre.

Estiquei o pulso, movimento a lufa retrátil, fazendo-a cortar o ar e alvejar a corcunda do animal. Ao entrar em contato com a pele do cachorro a corrente açoitava com tal força que possivelmente enfraqueceria um pouco o cão. Deslizei meus pés para o lado, realizando movimentos circulares do pulso novamente. A criatura balançou a cabeça e movimentou-se mais uma vez em minha direção, só que dessa vez, dissipou-se em uma espécie de sombra, desaparecendo de meu ponto de vista. Pisquei um pouco atordoado e tentei localizá-lo rapidamente, sem êxito.

CUIDADO! ▬ Alertou-me a garota, mas antes que eu pudesse compreender, fora tarde demais. O cão havia surgido às minhas costas e me pegara de surpresa, passando sua pata enorme contra as minhas costas, obrigando-me cambalear para frente, sentindo uma queimação constante no local atingido.

Trinquei os dentes e pisquei um pouco mais forte, tentando conter a dor do local. Era uma de minhas melhores camisas. Bufei e mesmo com a pouca mobilidade causada pelo ataque, me virei e impulsionei meu braço para frente, estalando a corrente contra o calcanhar do bicho, deliberando outro açoite potente no golpe que o exauria de mais energia. Segurei a base da luva com a outra mão e puxei a arma com um solavanco, desprendendo-a e deixando um visível estrago nos pelos da pata do monstruoso cachorro de metal. Era cômica a forma de como minha mente formulava tais insultos em horas tão inapropriadas e foi por tal linha de raciocínio que abanei o rosto, afastando tais pensamentos sutis.

Se você quiser ajudar maninha, eu não me importo, sabe! ▬ Ironizei, franzindo o cenho e lançando um olhar severo para a semideusa. Voltei minha atenção ao monstro, pensando em alguma coisa em que poderia fazer.

O monstro latiu novamente, aparentemente enfurecido, porém, já mancava da pata alvejada. Correu novamente em minha direção, sem tanta velocidade quanto ao ataque anterior, abrindo a mandíbula e tentando abocanhar a região de meu pescoço. Prendi a respiração e impulsionei meu corpo para trás, desviando do ataque funesto. Apertei a base da luva entre os dedos e deferi outro açoite contra o crânio do animal com toda a minha força latente no momento, acertando um dos seus olhos entreabertos. O cão infernal urrou de dor, girando o corpo, batendo com o dorso contra o meu peitoral, impactando-me para trás. Cai sentado, quase sem fôlego.

A garotinha aproximou-se com uma corrente empunhado em mãos – na mesma cor de meu armamento. Aparentemente recuperada. Poderia ser pequena, mas era bastante veloz para alguém de sua idade. Deferia vários açoites contra as costas do cachorro, fazendo-o recuar, liberando ruídos e lamentações dolorosas. Enfim, a filha de Nix parecia bastante focada no que fazia e acabou por não perceber que o cão desaparecia novamente em sua espécie de teleporte das sombras e reaparecia ao seu lado após alguns minutos, pegando-a de surpresa e cabeceando a lateral do corpo pequeno da semideusa, jogando-a longe, caída ao chão, desnorteada.

Filetes de sangue deslizavam pelo local tomado como alvo em meu peito, onde pareciam que três garras afiadas havia regressado por ali. Senti uma grande dor no ferimento e acabei por pausar a mão livre sobre o local que ardia ferozmente. A criatura infernal ainda se contorcia pelo chão, tentando recompor-se devido ao ataque deferido em seu olho leitoso completamente carmesim. Suspirei pesadamente, sentindo os músculos contraírem e ficarem tensos devido ao tamanho esforço.

Tentei colocar-me de pé, sentindo as pernas bambearem um pouco. Segurei firme a empunhadura de minha arma, passando o olhar pela figura monstruosa a minha frente. Teria que fazer alguma coisa e rápido, antes que o Autômato Cão Infernal reivindicasse e investisse novamente contra mim ou minha irmã, talvez ambos, causando estragos piores. Rodopiei o braço e a corrente enlaçou diretamente no pescoço do cão que uivava e latia, tentando se livrar. De hora em hora, movimentava o braço com força, enfraquecendo a vítima, até provocando alguns curtos circuitos no sistema tecnológico. Contudo, minhas forças eram quase nulas comparadas ao do monstro que chacoalhava a cabeça para todos os lados.

Segurei firme com mão livre contra a lombar do animal, exercendo minha concentração no toque. Uma de minhas habilidades inatas era a capacidade de manipular energia negra, bastava apenas minha vontade, e assim o fiz. Lancei uma esfera mediana de pura escuridão. O bicho contorceu-se novamente, visivelmente agoniado e, acoplado à sua nuca, um botão avermelhado se mostrava desprotegido. Arfei, içando a mão destra até ele e ameaçando ativá-lo, esticando todo o corpo para que pudesse fisgá-lo.

Uma corrente rimbombou o ar e prendeu-se às duas patas traseiras do animal mitológico, fazendo-o tombar de barriga. Desviei meu olhar um momento, em direção ao portador da arma e acabei por me deparar com minha irmã novamente, que me ajudava usufruindo das poucas forças que lhe restara. Como uma dupla, medimos forças; um sorriso de júbilo brotando em meus lábios devido a cena caótica. A fera tentava lutar, remexendo-se no solo arenoso da arena, porém transparecia ser inútil. Estalos eram advindos da base superior do robô, seguidos de tilintos metálicos que ostentavam a base das patas animalescas – estas se desprenderam-se, desmontando parte do corpo.

Enfim, soquei o botão e a fera caiu em óbito, nocauteada. Os olhos néons piscavam freneticamente e em questão de segundos, explodiu. Movimentei o pulso e a corrente se retraiu, recolhendo-se para meu braço. Vestígios da lataria partiam para todos os lados da arena e tive de proteger o rosto e o corpo com auxílio de meus braços para que não fosse atingido. Flexionei os joelhos e sentei-me no solo da arena, arfando e liberando gemidos que se mesclavam entre dores e cansaço.

Enfim, conseguimos! ▬ Deixei um pequeno sorriso esboçado em meus lábios, virando o rosto lentamente em direção a semideusa.

Sim. Embora eu não precisasse de ajuda. Estava indo muito bem sozinha, para sua informação. ▬ Revirei os olhos, colocando-me de pé calmamente.

Venha. Vou leva-la para a enfermaria, ou você dá conta de ir sozinha? ▬ Franzi o cenho enquanto passeava meus olhos pelo corpo da garota. A filha de Nix tinha um corte na testa, esfoliações leves nos braços e uma roupa totalmente suja e desagradável.

Eu estou bem, sei me virar sozinha. ▬ Ergueu-se, demonstrando boa vitalidade.

Se você diz. ▬ Tremi um pouco. Elevando o palmo até o local ferido em meu peito que ainda jorrava filetes de sangue. Fiz uma careta, expressando dor, ainda que o local queimasse.

Você está bem? Vamos, deixe que eu irei ajudá-lo. ▬ A garota colocou-se ao meu lado, enlaçando um de seus braços em minha cintura e colocando o meu braço direito ao redor do seu pescoço.

Caminhamos para fora da arena, passando pelos demasiados campistas que nos olhavam com expressões indecifráveis. Indignação; assombro; enfim.

✶✶✶:
Armas:
{Abism} / Corrente [Corrente feita de bronze sagrado, mas com uma tintura que deixa o metal escuro, quase como ferro estígio; mede cerca de 2,5 m. No nível vinte, torna-se uma corrente menor e mais fina, dessas usadas como adorno, ou um cinto com fivela de opala negra, dependendo da vontade do semideus.] {Bronze Sagrado} (Nível Mínimo: 1) {Não Controla Nenhum Elemento} [Recebimento: Presente de Reclamação de Nix]
Poderes:
Passivos:

Perícia com correntes - Filhos de Nix ganham esta arma de reclamação, possuindo uma familiaridade natural com ela. Contudo, isso apenas significa que possuem uma facilidade maior de manuseio, mas não que seus golpes serão perfeitos ou infalíveis, ainda que as chances para isso sejam maiores ao utilizar este tipo de armamento. É uma perícia evolutiva, que depende do nível e esforço do personagem.
Ativos:

Manipulação da energia negra - Você consegue criar pouca quantidade de energia negra, podendo lançar até duas bolas escuras contra o inimigo, causando o mesmo impacto de uma flecha. Contudo, não é capaz de controlar a trajetória ou mantê-las ativas - após criadas elas explodem imediatamente e se não forem lançadas contra o inimigo podem causar dano ao próprio semideus. Podem ser atiradas a até 5m de distância, mas O dano é reduzido proporcionalmente, caso sejam direcionadas a inimigos diferentes.
Observações:

Esse treino já foi postado por mim a um tempo atrás, quando o nome da conta ainda era Baek Sooyoung. Na época, ele não foi avaliado pois a personagem se encontrava com uma missão em aberto. Hoje resolvi repostar o treino e com as devidas edições, alteração no uso de pronomes pessoais para indicar o sexo dos personagens, descrição de itens atualizados e entre outras coisas.


Kieran Fairchild
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Re: ♦ Arena do acampamento

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