Percy Jackson e os Olimpianos RPG BR
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♦ Arena do acampamento

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♦ Arena do acampamento

Mensagem por ♦ Eos em Sex 11 Set 2015, 22:26

Relembrando a primeira mensagem :



Arena do Acampamento


Treinos e Horários




• Matutino:

    — 08:00 às 09:00 — Treino de Armas brancas de longa distância;— 09:00 às 10:00 — Treino de Armas Brancas de curta distância;— 10:00 às 11:00 — Treino de Combate aos monstros.

• Diurno:

    — 14:00 às 15:00 — Treino de Combate aos monstros;— 15:00 às 16:00 — Treino de Armas Brancas de curta distância;— 16:00 às 17:00 — Treino de Armas brancas de longa distância.

• Noturno:

    — 19:00 às 20:00 — Treino de Armas Brancas de curta distância;— 20:00 às 21:00 — Treino de Combate aos Monstros;— 21:00 às 22:00 — Treino de Armas brancas de longa distância.



Instruções Gerais
e
Regras





• Post Inicial;
• Condições climáticas: Definida pelo player;
• Horário: Definido pelo player;
• Local: Arena do Acampamento Meio-Sangue;
• Sem mortes ou perdas de itens;
• O não cumprimento das regras aqui descritas poderá acarretar em punições diversas;
• Se tiverem alguma dúvida, podem perguntar a qualquer deus estagiário por Mensagem Privada (MP);
• Não há mínimo nem máximo de linhas ou palavras exceto pelas já especificados nas regras gerais, mas espera-se um post bem descrito;
• Quaisquer poderes ou equipamentos utilizados por vocês devem vir em quote ou spoiler, de preferência separando poderes ativos de passivos;
• Sem máximo nem mínimo de equipamentos, desde que seja possível levá-los;
• Esse tópico é monitorado e avaliado pelos deuses em geral e pelos monitores.

    — Tal medida foi tomada com o intuito de não sobrecarregar os avaliadores.— Tendo isto em vista, todos os tópicos desse gênero podem conter até dez (10) treinos.


    — Quando chegar nesse limite, ninguém mais pode postar. Caso contrário, o treino será ignorado.— Quando o deus responsável pelo tópico avaliar, até mais dez treinos poderão ser postados até que haja uma nova avaliação.


    — Cada player pode postar um  único treino por atualização, independente do tipo de treino;— O descumprimento da regra acarretará a anulação dos treinos posteriores ao primeiro.


• A quaisquer sinais eminentes de plágio, punições severas serão aplicadas.

    — A primeira punição será o ban por IP durante uma semana;— Numa segunda infração, a punição será ban eterno.

• Treinos noturnos são atribuídos àqueles cujas descendências divinas diretas se dão por deuses ligados à noite ou à obscuridade;

    — Encaixam-se entre tais deuses: Hades, Melinoe, Phobos, Deimos, Hécate, Morfeu, Nyx, Thanatos, Selene, Ártemis, Nêmesis e Circe;— Para qualquer treino noturno cujo semideus em questão não tenha um progenitor devido para o horário, haverá a anulação do treino.

• A premiação máxima segue as regras do fórum;

    — A premiação máxima é composta de: cem de experiência.

• O critério de avaliação segue as regras do fórum;

    — O critério de avaliação é composto de: coerência; ortografia; estrutura e fluência; uso de armas e poderes;

      — Coerência definirá: cinquenta de experiência;— Ortografia e Organização definirá: dez de experiência;— Coesão, Estrutura e Fluência definirá: vinte e cinco de experiência;— Objetividade e Adequação à Proposta definirá: quinze de experiência.


• Instruções aos players:

    Dicas de Postagem Geral:
    Prestem atenção em todas as informações que lhes foram dadas;Usem um corretor ortográfico, para evitar grandes perdas neste ponto;Tentem não usar templates ou tables que prejudiquem a leitura ou modifiquem de forma drástica a largura ou a altura do texto;Evitem o uso desmedido de muitas cores que possam, de alguma forma, tornarem a leitura menos envolvente;Sejam objetivos no sentido de não enrolarem, ou seja, não adicionem detalhes desnecessários;Caso não saibam algo, procurem no fórum e em fontes externas confiáveis ou perguntem para qualquer deus estagiário via Mensagem Privada (MP);Não copiem a introdução dada pelo narrador: interpretem-na segundo a vista dos seus personagens;Tenham bom senso.

• Tópico criado após sugestão de Asclépio;
• Tópico criado com a aprovação de Deméter e Athena;
• Boa sorte a todos os campistas.

Créditos da organização/ formatação geral a Logan Montecarlo

♦ Eos
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Re: ♦ Arena do acampamento

Mensagem por Vitor S. Magnus em Ter 13 Out 2015, 13:14


Avaliação
Arena
Peter Lost


O
lá Perdido! Gostei bastante do seu treino. Sou bem suspeito a falar porque é o tipo de treino que eu costumo fazer. Você é bem objetivo no que faz e consegue descrever bem os movimentos. Continue assim!

Coerência: 50/50;
Coesão, estrutura e fluidez: 25/25;
Objetividade e adequação à proposta: 15/15;
Ortografia e organização: 10/10;
Total: 100/100


Alessio B. Constatino

Então Alessio... Eu esperava muito mais do seu treino no começo. Me decepcionei por você ter colocado pouquíssimas coisas voltadas pra o foco da arena, filhos de Hades podem aproveitar de vários recursos para fazer um bom post de treino. Tente não colocar muitos diálogos isso fere muito se não forem de tal importância, e foque mais no objetivo que é treinar. Ps: Um semideus inteligente não passa dias sem comer.


Coerência: 25/50;
Coesão, estrutura e fluidez: 5/25;
Objetividade e adequação à proposta: 3/15;
Ortografia e organização: 7/10;
Total: 40/100





Qualquer dúvida, reclamação, stress... Só enviar MP

Vitor S. Magnus
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Chalé de Ares

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Re: ♦ Arena do acampamento

Mensagem por Sadie Bronwen em Qua 14 Out 2015, 14:58




Mestre


de Armas




Era sempre estranho voltar ali - ou ao menos, era isso que pensava ao observar a arena e os treinos, sem encontrar qualquer rosto conhecido. Seriam todos novatos? E onde estariam aqueles que conheceu no passado: mortos ou, da mesma forma que ela, simplesmente vagando? Difícil dizer, e não tinha nenhum laço profundo que justificasse qualquer busca ou interesse real. Contentou-se, portanto, em deixar seu olhar vagar, observando os treinos e recordando-se da sua rotina no passado. Os treinos haviam acabado de começar, e as pessoas dispersavam-se pela área. Sadie desceu então as arquibancadas, pensando em ir sentar-se em um dos bancos na parte mais baixa, de onde a visão da ação era melhor. Antes que se acomodasse, porém, acabou interpelada por um dos semideuses em treinamento, um garoto de cabelos castanhos e porte atlético - mais alto do que ela, e mais musculoso, mas provavelmente mais jovem, talvez com seus 15 anos, e um ar desengonçado, como se o crescimento do corpo houvesse sido desproporcional. Sua voz e feições eram afáveis, mas possuía traços marcantes, que provavelmente se tornariam mais intimidadores com a idade.

- Você está atrasada! Desculpe, não posso ajudar muito, também sou novato, mas pode falar com o Jack se ele te aceita no treino...

O garoto indicava um outro semideus, alguns metros atrás, que ocupava-se mais em tentar flertar com uma das garotas presentes do que em realmente orientar quem quer que fosse. Sadie resolveu que era alguém "ignorável". Apesar disso, a semideusa percebeu o engano do interlocutor - ela usava roupas simples e tinha a corrente pendurada ao lado do corpo, como qualquer outro semideus faria.

- Você se confundiu, não vim para treinar. Mas não precisa se incomodar, não pretendo atrapalhar.

Ele ficou ligeiramente sem graça, mas voltou sua atenção novamente para a corrente em suas mãos, tentando golpes desajeitados e sem perícia alguma. Sadie não sabia se ria ou tinha pena e, após alguns minutos sentada, não aguentou mais apenas olhar.

- Você está segurando errado! Nunca vai conseguir golpear qualquer coisa dessa maneira.

O garoto olhou-a, surpreso, mas não respondeu. Sadie continuou, levantando-se de onde estava e descendo para a arena a passos lentos, a voz calma, tentando assumir um tom didático.

- A corrente é uma arma grande e pesada. Não é um item fácil de manusear, já que exige tanta força ou mais do que uma espada, e uma destreza ainda maior se não quiser se enrolar na própria arma. Uma corrente básica pesa cerca de cinco quilos, enquanto uma espada longa pesa cerca de dois, e mesmo uma espada bastarda, apesar do seu tamanho, ainda é mais leve, com três quilos em média. Essa diferença pode ser crucial em um combate longo, já que você vai acabar se cansando mais se não possuir o treino, estratégia e o condicionamento adequados. - Agora, ela praticamente emparelhava-se com o "aluno". - Ela é uma arma de ataque físico, mas de uma distância mediana. Diferente de uma adaga ou mesmo a espada, você não vai conseguir manejar tão bem a corrente se estiver colado em um alvo, em uma manobra de agarrão, por exemplo, ainda que você possa sim usá-la em um combate mais próximo. Tem também suas vantagens, já que você tem seu alcance ampliado e, pela movimentação, pode impedir um alvo de se aproximar. Com uma corrente você dobra sua margem de alcance, então, um oponente com a espada quase que certamente receberia um golpe ao tentar te atingir - ele precisa estar a pelo menos um metro e meio de distância para isso, e você vai conseguir atingi-lo com três a quatro de margem, dependendo da corrente utilizada e do seu porte físico, e isso é sempre bom, desde que consiga recuar no momento adequado e manter essa distância de segurança.

Sadie desenrolava sua própria corrente, segurando-a à frente do corpo.

- Você precisa ter consciência disso. É necessário conhecer a arma que empunha para um bom combate e também para elaborar uma estratégia. Preste atenção na minha posição. Veja como a seguro.

Ela segurava a corrente com ambas as mãos, uma quase na extremidade esquerda e a direita um pouco mais a frente, deixando uma folga na corrente entre elas.

- Essa é a posição mais comum. Isso não é um chicote, que você empunha com apenas uma mão, ainda que a base do movimento tenha similaridades. A corrente é feita de metal maciço, é pesada e requer esforço, então, se quiser realmente golpear alguém com isso, precisa usar ambas as mãos. - Ela parava, observando o garoto, que ainda não reagira, embasbacado. - Vamos, siga meus movimentos!

Ele levou alguns segundos para sair do estupor, agindo de forma atabalhoada. Sadie respirou fundo, lembrando-se de um ponto importante.

- Certo, entendi. O quanto você está familiarizado com esse tipo de arma?

- Este era... é... meu primeiro treino.

- Isso complica um pouco. Ok, primeiro, você tem que compreender a postura necessária e os movimentos básicos. O jogo de corpo nunca é igual para as armas, cada uma tem uma peculiaridade, você pode entender isso?

O garoto sorriu, voltando a recuperar um pouco da presença de espírito e do humor anterior.

-"Não empunhe o arco como uma espada", foi o que meu instrutor de arquearia disse uma vez. É a mesma coisa aqui, certo?

Sadie retribuiu o sorriso.

- Seria mais fácil se tivesse compreendido o que ele disse, na realidade. Vamos logo... Ou vou ter que te bater com isso?

- Foi mal, sou meio cabeça dura!

Ele assumia a postura, ao lado dela, mantendo certa distância para não atrapalhar a movimentação.

- Normal, todo filho de Ares é assim. Sim, eu sei de quem você é filho, tenho meus truques*. Agora, feche a boca e me acompanhe! - Ele voltava a se concentrar, enquanto ela continuava. - Suponho que você seja destro, certo? - Ele confirmou com um aceno e ela retomou a explicação. - Bom. Esse é o movimento básico. O principal está no pulso, mas não seja bruto - você só quer dar direcionamento, impulso, e não quebrar sua mão com o tranco.

Sadie girava a corrente, mantendo-a segura com a mão esquerda e usando o pulso direito em um leve movimento circular, para a frente. A corrente acompanhava, como uma roda gigante.

- O pulso também vai determinar a velocidade. Quanto mais rápido girar aqui...

- Mais a corrente gira! - Ele completou, rindo.

Sadie assentiu, mantendo o movimento por um tempo.

- Sinta o peso, sinta a velocidade, perceba o quanto você aguenta de impulso. Não tente ir muito rápido logo de cara, acostume-se com arma, sinta ela. A corrente é uma extensão do seu braço. Continue girando-a até interiorizar isso.

O garoto ouvia suas palavras como um mantra, repetindo para si mesmo, enquanto Sadie mantinha os mesmos movimentos.

- Não se esqueça do braço de apoio. É com ele que você vai definir quanto de alcance vai utilizar, de acordo com a pegada, e é nele que deve distribuir o peso da corrente. Também é o braço defensivo, é com ele que vai reagir quando atacado. Não o deixe baixo demais, mantenha a guarda!

Ele a seguia. Sadie percebia o esforço do jovem, perguntando-se se para ela havia sido tão complicado assim no início, mas simplesmente não conseguia se lembrar. Parecia um passado muito distante.

- Certo. Mantenha a corrente girando, mas olhe pra mim. - Assim que percebeu que tinha a atenção dele, Sadie continuou. - Esse é o giro básico. Agora, você precisa direcionar o golpe. Não deixa de ser similar a um chicote, mas exige mais força. Mantenha o apoio do corpo, com o pé esquerdo à frente. Não, não tanto, recue um pouco... Isso. Agora, você vai dar o impulso. Pelo peso, não é apenas o pulso agora. Pense nisso como uma dança ou gingado, o corpo acompanha. Ao direcionar para a esquerda, haverá um leve direcionamento também dos ombros e do seu braço... e igualmente para a direita. Vá devagar, não vai querer deslocar nada... - Ela executou o movimento antes, mas sem sair do lugar, três vezes e em um ritmo lento, fazendo o metal tilintar contra o solo, antes de parar, voltando a focar no semideus. - Sua vez. Estou olhando para ver como se sai.

O primeiro e o segundo golpe foram desajeitados, a corrente perdendo levemente o controle ao bater no solo, fazendo com que ele demorasse alguns segundos a se recuperar. O terceiro golpe foi melhor, mais firme.

- Você tem problemas para controlar sua força, não tem? Se bate muito fraco, não tem como provocar dano - a corrente chega lenta e ficaria fácil para um alvo se esquivar, além de não ter tensão suficiente para direcionar, e acaba perdendo o controle, deixando a corrente frouxa. Se bate muito forte, quem sofre é você, ao receber o impacto. Vamos, continue repetindo!

Ela própria voltava a se movimentar, incentivando-o, antes de passar à próxima etapa.

- Agora, você vai golpear e andar! Cuidado para não dar muito impulso, ou será levado pela arma e perderá o equilíbrio! Ao golpear para a esquerda, mova o pé esquerdo à frente. Quando girar para a direita, mova o pé direito. Cuidado com o ritmo e não dê passos tão longos, ou vai se machucar ao acabar acertando a si próprio. Conte os golpes, mantenha um ritmo constante! Lembre-se dos ombros! Um... Dois... Um... Dois...

Ela repetia as próprias orientações, seguindo-as em conjunto. Não contou as repetições de forma exata - poderiam tanto ter sido 10 como ter sido 50 sequências -, apenas executando os movimentos, até ver o garoto soltar a arma e arquejar, movendo os ombros à guisa de alongamento.

- Eu disse que não era uma arma fácil... - Seu tom era uma reprimenda leve, enquanto ela própria diminuía o ritmo dos golpes até parar.

- Mas não disse que era tão difícil! Céus, nunca mais vou atormentar quem usa uma dessas!

Sadie sorriu com o comentário, apesar de não ter visto no garoto o temperamento explosivo ou irritante que era típico na prole do deus da guerra.

- Sábia escolha. E isso foi apenas o básico. Pronto para continuar?

Um resmungo foi a resposta, mas ela retomou as explicações do mesmo modo, enquanto ele sentava-se, ainda recuperando-se do esforço prévio.

- A corrente também tem desvantagens, como eu já disse. A questão da proximidade adequada é uma delas, ainda que seja mais versátil do que uma lança, por exemplo, porque você consegue usá-la em oponentes adjacentes, manobra que a haste longa de certas armas não permite; fora que também é útil em manobras de desarme, mas isso seria algo para outra aula. Em seguida tem que considerar o tipo de arma. Você dificilmente vai ver alguém sangrar até a morte por causa de uma corrente: o dano é contusivo, afeta mais de forma interna, lembrando o funcionamento de uma maça ou mangual. Você pode esmagar ossos, mas talvez não seja tão impressionante quanto decepar o membro alguém com uma espada. Isso também determina seu manuseio. Acertar alguém com a ponta da corrente não vai ajudar muito, e dificilmente você teria impulso para um golpe assim. Com uma corrente normal, mesmo que faça esse tipo de movimento, poderia no máximo deixar um alvo sem ar ou, na melhor das hipóteses, acertar uma costela, mas teria que contar com a sorte para um dano razoável.

Ele ficava pensativo, mas logo voltava a se envolver na conversa.

- Por isso o giro, certo? Você pega impulso e aumenta o dano com o impacto.

Sadie assentiu.

- Correto. E, com sorte, pode desequilibrar ou mesmo derrubar o alvo, em especial um alvo menor.

Ele finalmente levantava-se, não sem antes observar a arma de Sadie.

- Mas sua corrente é diferente...

O brilho nos olhos dela tornou-se diferente, quase divertido.

- Eu disse que tem desvantagens, não disse que não pode burlá-las... Sim, eu modifiquei a arma. As extremidades pontiagudas permitem uma gama diferenciada de golpes, e os cravos causam mais dano, tanto nos golpes giratórios - e acho que você pode entender o motivo...

- Além do impacto, os cravos perfuram a pele e, quando você recolhe a arma, rasgam a carne.

Sadie surpreendeu-se. Apesar do pouco contato anterior com a arma, ele captava rápido as questões relativas a ela.

- Exato. Mas também provocam mais dano na imobilização do alvo, em outros tipos de manobras, e ajudam a enganchar armas e itens, no caso do desarme. Por sinal, hora de treinar em um alvo, para variar! Precisa aprender a recolher a arma após o golpe. Só girar é fácil, mas é o de menos!

O rosto dele expressava bem a reação: surpresa e indignação. Como ela poderia falar que era fácil? Ele estava se matando ali, praticamente não sentia mais os braços! Entretanto, antes que continuasse a corneta soou, indicando o fim do treinamento. Sadie enrolava sua corrente lentamente, prendendo-a de novo na sua cintura.

- Bom, acho que você escapou dessa. Se quiser continuar, me encontre aqui amanhã, no mesmo horário.

Ela não esperou uma resposta, nem ao menos perguntou o nome dele. Se realmente estivesse interessado, ele faria o que foi dito. Saiu então da mesma forma que havia chegado: discreta e com passos lentos, sem se importar com a movimentação à sua volta. Mas havia muito em sua cabeça, principalmente a sua posição como mentora era um papel que assumira poucas vezes, mas não podia negar que havia certa satisfação em desempenhá-lo. Só esperava fazer isso de forma adequada, de forma que não se sentisse culpada caso o garoto desistisse dos treinos ou simplesmente falhasse em combate. Mas ele tinha potencial, e esse era sempre um começo.


Importante:
Sei que o treino de armas deve focar no manuseio - e isso foi feito, uma vez que Sadie não apenas observou os movimentos: ela realizou todos eles e suas repetições. A diferença básica aqui foi que, ao invés de se apoiar em um instrutor, ela agiu como tal. Visto que a corrente é a arma de reclamação de Melinoe e ela está no nível 101 (sendo esta mesma corrente a arma sempre utilizada pela personagem) achei condizente representá-la com certo conhecimento. Isso não a exime de falhas nem quer dizer que seja perfeita - foi apenas uma visão diferenciada sobre a atividade. Outro ponto foi colocar em prática os conceitos da arma - sendo, nesse caso, repassados a um NPC - novamente, como a visão de Sadie foi criada principalmente com base no uso prático, isso não a exime de falhas, e em nenhum momento a personagem se posicionou como imune a elas. Ainda: os diálogos eram necessários - a base do ensinamento é repassar o conceito e orientações, algo impossível apenas com ações; dessa forma, mesclou-se a atividade em si (com a prática, o movimento e o posicionamento), com a teoria, através das falas, focando no objetivo do treino - não eram conversas aleatórias. Treinos comuns serão realizados com outras armas que a personagem não domina, como espadas e escudos, em ocasiões futuras, onde ela receberá as orientações para tal.

Observações:
Item utilizado: Lentes do Auspício [parecem lentes de contato comuns, incolores, mas quando colocadas permitem ao usuário identificar as auras daqueles dentro do seu campo de visão. Com isso, pode-de identificar pessoas comuns de monstros ou semi-deuses, tendo também o sentido do seu nível de poder, de acordo com a intensidade da aura, mesmo sem definir suas habilidades, apenas o conhecimento do seu nível de força. No caso de semi-deuses, identifica o pai/ mãe e o patrono do grupo, nos casos em que se aplicam. Não necessitam de ativação, mas após cada uso precisa de um período de 6h de descanso, como se fossem lentes normais] - Utilizada por Sadie, justifica que saiba de quem o garoto é filho, quando cita ter conhecimento e ter seus truques para descobrir tal coisa - marcado com um "*" no texto.[b]

[b]Arma utilizada:
— {Agony} / Corrente [Corrente feita de bronze sagrado (muito porém tenha uma coloração esbranquiçada, o que sugere uma segunda camada de prata) com cerca de 2,5 m; o punho é feito de aço frio. Essa arma é abençoada pela deusa dos fantasmas e possui certos atributos, os quais são um controle de invisibilidade e intangibilidade. Ambos só podem ser utilizados uma vez por missão, e há gasto de energia de, mais ou menos, 80%. Sendo assim, você pode atacar um inimigo utilizando seu controle de visibilidade para que ele não veja seu ataque, e utilizar o controle de intangibilidade para desobstruir qualquer defesa física, como escudos.A corrente tem cravos de bronze sagrado, e nas extremidades pontas afiadas,como pequenas adagas.Na lateral de cada extremidade, há ganchos, que podem ser usados para enlaçar o inimigo, ou para auxiliar em uma escalada. [Presente de Melinoe][Melhorado por Pio]{Θ} {Bronze Sagrado} (Nível Mínimo: 5) {Controle de Espaço/Matéria} [Recebimento: Presente de Reclamação de Melinoe] - Apesar de ter sido postado na adaptação de itens, não foi atualizado ainda.

Nenhum poder relevante foi utilizado; passivos de auras de medo e afins seriam desligados (aqueles passíveis de tal ato) e outros não eram/ são tão efetivos nas condições apresentadas na narrativa, enquanto que o treino se focou na parte física do manuseio do item, não em uso de poderes.





Legenda

Narração † Fala †  Pensamento †  Aluno NPC


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Re: ♦ Arena do acampamento

Mensagem por Hailey R. Lightwood em Qui 15 Out 2015, 22:48


It's night to hunter, baby
19:00 às 20:00 — Treino de Armas Brancas de curta distância


Hailey desembainhou a espada e olhou ao redor, suspirando de modo entediado.

O céu se encontrava em um tom azul-escuro, como os olhos da garota, cravejado com pontos brilhantes. E a lua cintilava soberana, iluminando a arena. Além disso, a noite era fria e caracterizada pela presença dos gélidos ventos uivantes. É, sua maldita mãe definitivamente marcava sua presença. E, como a “boa” filha que era, Lightwood sorriu sarcasticamente por isso.

- Ei, garotinha. O que está fazendo por aqui? – Ouviu uma voz atrás de si e se virou. A prole de Despina deparou-se com um garoto de cabelos pretos, pele alva e olhos negros. A julgar pelas aparências, deveria ser uns dois anos mais velho do que a semideusa. Provavelmente, apenas mais um arrogante filho de Nyx. – Sou Andrew Blackwood, filho de Nyx e monitor do treino da noite. Estou tentando treinar campistas de verdade, e aqui não é lugar para garotinhas como você. Pode acabar se machucando.

"Ai meus deuses, será que não há paz nesse acampamento?" Pensou, exasperada, revirando os olhos. Quanto mais ficava no acampamento, menos gostava dele.  

- Para a sua informação, não sou feita de porcelana. – A filha do Inverno fuzilou-o com seus frios olhos azuis e utilizou seu tom mais áspero, sem se importar em contê-lo. – Mas se achas que sou tão frágil assim, não terás problema em duelar comigo, não é?

Ele exibiu um sorriso malicioso, sacou uma espada de bronze e negou com a cabeça, se aproximando dela devagar. Roth, por sua vez, empunhou a espada e se pôs de guarda em uma posição defensiva. Se tinha algo que aprendera, era que analisar o inimigo poderia lhe dar grandes chances de vencer.

Ao contrário do que esperava, o semideus não atacou pelo meio. Tentou atacar o seu lado direito, lançando a lâmina em um movimento diagonal pela esquerda. Infelizmente, a garota invernal não conseguiu prever isso e apenas pôde sentir o metal frio abrir um corte em suas costelas.

Quase no mesmo instante, seu sangue ferveu e a cólera tomou seu ser por inteiro. Desta forma, ela rosnou, cerrou os punhos para reprimir a dor e avançou para cima dele. Começou pelo lado esquerdo, mas depois desviou para o flanco direito. Ali desferiu um golpe transversal, tendo como alvo todo o tórax dele.

O filho de Nyx não foi muito surpreendido e recuou, diminuindo um pouco a eficácia do ataque. Então, a semideusa trincou os dentes, frustrada. Sem perder tempo, avançou de novo e fez um movimento vertical, mirando no ombro dele. Em contrapartida, o mesmo colocou a lâmina na frente do alvo e aparou o ataque.

As lâminas dos dois ficaram presas, retinindo com o contato. Mas não por muito tempo. Logo, Hailey recuou e voltou a atacar pelo lado contrário. Ele, contudo, aparou o golpe de novo com a sua espada. Por isso, ela tentou fazer o mesmo golpe um pouco mais em baixo, com a finalidade de enganá-lo através de um falso alvo.

Como a prole invernal esperava, ele dirigiu a sua lâmina até lá. Isso deu a ela a oportunidade de que precisava para projetar a empunhadura da espada, a fim de atingir a mandíbula dele. E, por sorte, conseguiu acertar em cheio. O garoto ficou tão raivoso que tentou acertar o abdômen dela, com um movimento vertical pela direita, e enganá-la. Ela o bloqueou com a ponta da lâmina e rolou de lado. Antes que ele visse, a mesma fez um corte na panturrilha de Blackwood para desequilibrá-lo.

Não deu muito certo, porque ele somente titubeou um pouco e praguejou. Ao mesmo tempo, a garota se pôs de pé bem a tempo de ver o contra-ataque furioso do garoto.

A cria da Escuridão virou-se e avançou de novo, fazendo um arco com as lâminas. Do qual Hailey teve muitas dificuldades para defender, dando alguns passos para trás e se abaixando. Após isso, sem que ela tivesse tempo de se recuperar, ele avançou para um combo de movimentos.

Diagonal, direita, esquerda, horizontal, diagonal, direita, esquerda, direita, vertical, direita. As lâminas de ambos se moviam com uma velocidade impressionante, mas ela não conseguiu manter o rimo por muito tempo.

Desta forma, ele lançou a lâmina da espada contra o braço direito dela, e ela encaminhou sua lâmina para o local. Contudo, a dele já havia se retirado dali e rumado para a direção contrária. A garota sentiu um corte se abrindo em seu braço, porém nenhum grito irrompeu de sua boca. Por mais que a dor dos ferimentos fosse lancinante, não lhe daria tal satisfação.

A raiva que sentia ainda era maior do que qualquer dor.

- Filho da pu... - Ela começou, entretanto ele a interrompeu com outro ataque pela direita.

Roth se abaixou de novo e desviou o corpo para a esquerda; o lado contrário ao do ataque. Nesse instante em que ele falhou, ela projetou a lâmina para as costas dele. Seu objetivo era abrir um corte de fora a fora, a fim de acabar com a postura do semideus. Assim, dito e feito.

O gemido de dor dele a fez sorrir. No entanto, a cria de Despina não parou por aí. O filho da Escuridão tentou avançar de novo pelo mesmo lado, enquanto ela conseguiu bloqueá-lo com sua arma. O único problema, com o qual não contava, era que ele seria mais esperto e lhe passaria uma rasteira.

No chão, a filha do Inverno praguejou e o encarou por meio segundo, chegando mais perto dele. No pequeno instante em que ele abaixou a guarda e a analisou, a garota golpeou o seu tornozelo com a espada e rolou de lado para que ele não caísse em cima dela.

A prole de Despina se pôs de pé imediatamente, observando o semideus. Esse foi seu erro, visto que a cria da Noite usou esse tempo para se levantar. Em contrapartida, o semideus partiu para cima dela, mirando o tórax da garota. Ela, por sua vez, rebateu o ataque pelo lado contrário. E, quando as lâminas de ambos ficaram presas, a mesma girou por completo o corpo para desvencilhar-se. A seguir, fez um movimento horizontal com toda a força, focando na lâmina dele.

A arma decaiu com a força do ataque e se arrastou longe, antes que seu dono pudesse registrar algo. Logo, Lightwood colocou a ponta de sua lâmina bem no peito dele, onde deveria estar o coração, e pressionou de leve.

O garoto a olhou espantado, sem saber o que fazer.

- Então, quem é a garotinha indefesa? – Hailey soltou uma cruel risada irônica, retirou a espada do peito do monitor e a embainhou de volta. – Quando quiser perder de novo, me procure.

Para finalizar, ela pegou a espada de Andrew e a lançou em sua direção, parando a centímetros dos pés dele.

- A propósito, sou Hailey Roth Lightwood, filha de Despina. - Piscou maliciosa e sorriu de maneira maldosa. - O prazer é todo seu.

Desse modo, saiu da arena.

Talvez treinar não fosse tão ruim assim, afinal. Pelo menos, a divertia.
Adendos ❄:
Obs:
Ela é meio/bastante bipolar
Armas Utilizadas:
{Winter} Espada longa [Espada de 90 cm, com a lâmina medindo cerca de 75 cm. A lâmina é prateada e seu cabo é esbranquiçado, feito de álamo e revestido de seda branca, com entalhes prata. Sobre a lâmina há um escrito "O Inverno está chegando" — significa o poderio da espada. Transforma-se em um anel com a mesma inscrição no nível 20.] {Álamo, seda e bronze sagrado} (Nível Mínimo: 1) {Não Controla Nenhum Elemento} [Recebimento: Presente de Reclamação de Despina]
Poderes Utilizados:
Passivos:
Nível 2

{Visão Sombria} Como deusa das sombras invernais, seus filhos lidam bem com a escuridão e baixa luminosidade. Nesse nível, conseguem apenas ver na penumbra - ou seja, precisam de uma iluminação mínima - uma vela, lanterna ou mesmo a luz da lua cheia, se visível, mas não verão através de escuridão completa ou mágica, e seu campo visual é padrão, não se alterando. O avanço de seus poderes permite que no nível 12 veja tão bem de noite quanto de dia - mas não através de escuridão mágica. Não amplia a capacidade visual em questão de alcance, contudo.


?
Hailey R. Lightwood
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Re: ♦ Arena do acampamento

Mensagem por Samantha Winchester em Sab 17 Out 2015, 00:25

Treino das 19:00 às 20:00
A temperatura era amena enquanto a lua se escondia atrás de nuvens alvas. Uma leve brisa fazia a grama do acampamento farfalhar. Seria uma noite muito bonita se Samantha não tivesse acabado de descobrir que criaturas mitológicas eram reais e que sua verdadeira mãe era uma divindade fantasmagórica grega. Mas para quem sempre tivera uma vida amaldiçoada, aquilo não era nada de mais.

Naquele momento, Sam encontrava-se no meio da arena do Acampamento Meio-Sangue, um nome bonitinho para um lugar que não tinha outro objetivo a não ser conter aberrações como ela. No entanto, a garota não tivera muita escolha. Assim como não pôde escolher ficar em sua cama ao invés de comparecer àquele treino idiota. Porém, a jovem fora avisada de que precisaria melhorar suas habilidades de combate - até então inexistentes - se quisesse sobreviver, por isso ela saiu no meio da noite, levando uma espécie de corrente denominada Ghost, que ganhara por sua reclamação divina.

Sam havia se juntado a outros campistas novatos que recebiam instruções de uma menina loira e musculosa. Ela os conduziu a uma parte mais afastada da arena, onde jaziam armas e bonecos precariamente empalhados e bastante surrados, indicando que já eram usados há um bom tempo. Alguns até possuíam caretas rabiscadas em seus rostos. Também havia mais mentores lá. A instrutora loira de olhar faminto juntou o grupo como um lobo encurrala ovelhas, se preparando para o abate. A filha de Melinoe suspirou profundamente enquanto a musculosa começava a falar:

- Hoje, vocês terão uma aula bem dinâmica sobre luta com armas brancas de curta distância. - A garota sorriu, entretanto, sua expressão não parecia nada encorajadora ou convidativa. - Agora, quero que formem pares para lutarem uns contra os outros.

Todos soltaram uma exclamação. Ninguém realmente esperava uma luta contra outra pessoa tão cedo. Apesar de ter decidido que se comunicaria o mínimo possível, Sam não pode conter sua indignação e deu um passou à frente:

- Me desculpe instrutora, mas como somos todos iniciantes, não deveríamos praticar com algo mais simples... Como esses bonecos, por exemplo? - Indagou a semideusa.

- Bem, eu sou a instrutora aqui, senhorita, e como tal, digo que façam o que peço. Na vida real, vocês não vão enfrentar bonecos empalhados, e sim coisas que realmente podem se mexer. Agora formem logo os pares. O objetivo é desarmar o oponente! Quem não possuir armas, pode pegar as que o acampamento disponibiliza.  

Samantha encolheu o corpo de vergonha, tentando fingir que não existia após receber aquela lição de moral da musculosa. Logo, todos os campistas formaram pares, menos ela, é claro. No fim, acabou ficando com outra garota que havia sobrado, uma baixinha filha de Íris chamada Lucy, que empunhava uma espada do arsenal do acampamento.

As duas se cumprimentaram brevemente e foram a um local que não estava sendo ocupado por mais ninguém. Houve então um estranho momento de silêncio, já que elas nunca haviam realmente lutado antes. Um dos mentores se aproximou, ajeitando as mãos de sua parceira sobre a o punho da espada e dando-lhe dicas. Logo após, ele se voltou para ela também:

- Vamos, enrole uma parte da corrente no antebraço e deixe a outra livre. Assim será mais fácil de usá-la, só precisará de um movimento de braço.

Samantha fez exatamente o que ele pediu. Porém, antes mesmo de notar que o instrutor tinha partido, a prole de Íris já desferia um movimento desajeitado com a espada. Felizmente, Sam conseguiu desviar. Percebendo que sua oponente não perderia tempo em atacá-la novamente, a jovem arremessou uma das pontas de Ghost na direção da inimiga.

A menina conseguiu desviar. A investida não fora muito precisa, já que não se acostumara tão bem com o peso da arma e era sua primeira vez, porém, a filha de Melinoe se deu conta de como aquele movimento fora natural para ela. Talvez porque era algo que estava em seu sangue de semideus ou porque a corrente fora feita para algum descendente da deusa dos fantasmas, como ela. No entanto, esse pensamente a deixou tão absorta que deu tempo suficiente para que Lucy acertasse-a na perna esquerda, fazendo-lhe um corte não muito profundo. Sam recuou na mesma hora, praguejando.

Ela começou a andar em círculos, e a outra fez o mesmo, as duas se encarando. A garota apertou os dedos em volta de sua arma, a frieza do metal desanuviando seus pensamentos lentamente. Finalmente conseguiu tirar a atenção da dor do ferimento e começou a estudar a oponente, buscando um ponto fraco. Rodou a corrente algumas vezes e então desferiu um ataque um pouco menos desajeitado que o último com a ponta. Lucy levantou a espada sobre a cabeça, provavelmente por puro instinto, mas foi o suficiente para deter o golpe. Foi então que percebeu: ao fazer aquele movimento para se defender, a região do flanco direito da inimiga ficava exposta.  Sam podia não ser uma grande guerreira, mas era esperta o suficiente para perceber aquilo. Não pôde deixar de conter o leve sorriso que brotou no canto dos lábios.

Então, Samantha fez menção de desferir o mesmo golpe novamente e Lucy já levantava a mão para se proteger de novo, no entanto, a filha de Melinoe mudou a direção do ataque, desferindo-o no flanco direito da inimiga, que levou as mãos ao corte recém adquirido, abaixando totalmente a guarda. Sem perder mais tempo, a semideusa estalou Ghost no ar, seus cravos roçando no braço que a outra usava para empunhar a espada, o que fez com que ela soltasse a arma.

A garota permaneceu em pé por um tempo, satisfeita com o próprio sucesso, até perceber que a prole de Íris permanecia no chão.

- Você está bem? - Questionou, abaixando-se ao lado dela, o tom de preocupação evidente em sua voz. Ela respondeu com um aceno de cabeça e um sorriso pálido. Logo, um instrutor aproximou-se, levantando a menina e olhando os ferimentos.

- Não é grave, ela só precisa de alguns curativos. Vou pessoalmente levá-la a enfermaria. Aliás, acho que você deveria vir também - Disse ele, olhando para a perna da jovem, que só então se lembrou do machucado, a dor voltando rapidamente, como se até aquele instante tivesse sido inibida pela adrenalina do momento. Ela então os seguiu mancando, ainda não conseguindo acreditar no próprio sucesso.

Adendos:
Bem, eu não tinha certeza de que tipo de arma a corrente se encaixa, então escrevi como se fosse de curta distância, espero não ter problema.
Armas:
{Ghost} / Corrente [Corrente com cravos. É feita de bronze sagrado, mas sua coloração é desgastada, como se fosse velha e corroída. Possui 3m de comprimento, e apesar do tamanho pode ser facilmente manuseada pelos filhos da deusa do fantasma. Transforma-se em uma braçadeira com spikes no nível 20] {Bronze sagrado} (Nível Mínimo: 1)  [Recebimento: Presente de Reclamação de Melinoe]
And every demon wants his pound of flesh, but I like to keep some things to myself, I like to keep my issues drawn. It's always darkest before the dawn. And I've been a fool and I've been blind, I can never leave the past behind. I can see no way, I can see no way. I'm always dragging that horse around, all of his questions, such a mournful sound. Tonight I'm gonna bury that horse in the ground.
Nanda from TPO
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Re: ♦ Arena do acampamento

Mensagem por Lindsey Johnson em Sab 17 Out 2015, 12:41

Treino das 08:00 às 09:00
Armas brancas de longa distância
Era meu primeiro treino desde que chegara ao Acampamento. Devido ao horário, seria com armas de longa distância. Eu havia ganhado um arco e uma aljava, então decidi leva-los até a arena comigo. Eu era nova ali e não conhecia muito bem o local, por sorte haviam instrutores para nos auxiliar no que precisássemos. Um deles se aproximou de mim assim que me viu. Era um garoto alto e moreno – tanto pele quanto cabelo. Os olhos eram verdes. Uma combinação diferente, mas que nele caía muito bem. Desculpe-me, isso não tem importância. Continuando: ele levava uma aljava pendurada no ombro e segurava um arco na mão direita. Quando chegou perto o suficiente, perguntou se eu era novata e disse que poderia me mostrar como usar a arma que eu trazia comigo. É o seu dever, não é mesmo? Mas não disse isso. Agradeci e o garoto me guiou até onde se encontravam os alvos.

- Certo, Lindsey – disse ele – A primeira coisa que você deve saber é que o aperfeiçoamento no uso do arco leva tempo e requer muita dedicação. Você não vai acertar todos os tiros logo de primeira, talvez nem acerte nenhum. Contudo, se você conseguir realizar essa proeza, eu mesmo me certifico de lhe dar todos os meus dracmas. – Seu tom não era zombeteiro, muito menos sarcástico, ele apenas dizia uma verdade. -  A segunda coisa é que você precisa estar totalmente focada no que está fazendo. Portanto, limpe seus pensamentos. Se concentre apenas no alvo. E por último: nunca se esqueça de usar o protetor nos seus antebraços, ou vai ficar com hematomas terríveis. Agora pegue seu arco.

Depois dessas palavras, o instrutor me mostrou como segurar o arco corretamente. A mão esquerda na parte curva e a direita na corda, alinhadas. Ao invés de apenas puxar a corda e deixar a tração toda em um braço só, eu poderia empurrar o arco com o outro, distribuindo melhor a força. Depois de fazer isso, não poderia demorar muito para atirar, senão meus braços começariam a tremer e eu provavelmente erraria o alvo. Então ele me mostrou como eu deveria me posicionar ao atirar. Pés afastados um do outro, o esquerdo na frente apontando para o alvo. Os ombros deveriam estar alinhados com os pés. Olhar com os dois olhos e não somente com um. Ajustar a respiração, mirar e atirar. Não parecia tão difícil. Peguei uma flecha da minha aljava e ajustei-a na corda. Em seguida, fiz exatamente o que ele dissera. Esvaziei minha mente e me concentrei apenas no alvo. Então soltei a corda.

E errei. Como o semideus também dissera que aconteceria. Mas não foi um tiro horrível, como ele observou. A flecha passou raspando no alvo. De qualquer forma, eu não me importei muito. Não era como se eu quisesse me tornar a melhor. Mas você precisa, lembrei-me. Pelo seu pai. Peguei outra flecha e tentei novamente. Enquanto arrumava a mira, o instrutor me disse para levantar mais o braço esquerdo. Fiz o que ele disse e disparei a flecha. Para minha surpresa, ela atingiu o alvo. Não no meio, mas foi perto. Sorri com o meu feito. Olhei para o garoto e ergui as sobrancelhas. Normalmente eu não provocava as pessoas, mesmo que de brincadeira; não sei porque fiz aquilo.

- Você leva jeito para a coisa, mas não vai se animando. – Disse. – Você acertou um tiro de dois.

- Uma margem de acerto de 50%.

- Continue assim, então.

Era um desafio? Peguei outra flecha e ajeitei-a na corda. Respirei fundo, mirei, atirei. A flecha passou uns dez centímetros acima do alvo. Esperei ouvir uma risada ou então um comentário de desdém, mas o instrutor se limitou a olhar para mim. Seus olhos diziam “eu te avisei”, entretanto ele não parecia verdadeiramente contente por eu ter errado, apenas por estar certo. De certa forma, isso me deixou um pouco confusa. As pessoas pareciam estar sempre a espera de um motivo para rirem de mim.

- Não desanime, – Encorajou ele. -  você só atirou três vezes. Continue praticando e você vai conseguir. Lembre-se do que eu disse: se concentre apenas no alvo.

Ele sorriu para mim. Desviei o olhar. Peguei outra flecha da aljava e me preparei para atirar. Consertei a respiração, entrando em um ritmo lento e calmo. Deixei meu corpo se acostumar com esse ritmo, para que não atrapalhasse a mira. Tudo o que eu via era o centro do alvo. Soltei o ar e atirei. A flecha acertou o alvo, mais perto do centro do que da outra vez. Mas não parei. Atirei, atirei e atirei. Até que pegar a flecha, mirar e atirar se tornasse automático. Meu instrutor ficou o tempo todo me observando, parabenizando quando saía um tiro perfeito e me aconselhando quando o tiro era horrível. Consertava-me quando fazia algo errado e repetia sempre as mesmas palavras: concentre-se apenas no alvo. No final do treino, haviam tantas flechas no alvo quanto no chão. Tudo bem, talvez houvessem mais flechas no chão, mas o número era bem próximo.

- Você leva jeito com o arco – disse ele enquanto me ajudava a recolher as flechas. – Talvez um dia consiga me superar. Talvez. – Então riu, e eu sorri. – A propósito, meu nome é Sam.

Adendos:
Poderes usados:
Nível 1
{Perícia com armas à distância - Arcos }Esses semideuses usam bem armas à distância, em especial arcos. É uma habilidade natural, mas não indica domínio completo, apenas uma facilidade de aprendizado - tampouco interfere nos ataques de forma relevante - ainda será passível de erro, não acerta ataques de forma automática, além de estar limitado às habilidades da própria arma. É um poder evolutivo - quanto maior o treino e o nível, maior a perícia, se comparado a um irmão ou outro usuários desse tipo de arma que possua menos experiência ou mesmo a alguém de mesmo nível sem a perícia.
Armas usadas:
{Fast} / Aljava [Aljava de couro branco com entalhes prateados. Contém flechas infinitas - são comuns, de álamo e bronze sagrado, mas de acabamento fino, com penas brancas e bem equilibradas.] {Couro e bronze sagrado} (Nível Mínimo: 1) {Não Controla Nenhum Elemento} [Recebimento: Presente de Reclamação de Despina]

{Winter} Espada longa [Espada de 90 cm, com a lâmina medindo cerca de 75 cm. A lâmina é prateada e seu cabo é esbranquiçado, feito de álamo e revestido de seda branca, com entalhes prata. Sobre a lâmina há um escrito "O Inverno está chegando" — significa o poderio da espada. Transforma-se em um anel com a mesma inscrição no nível 20.] {Álamo, seda e bronze sagrado} (Nível Mínimo: 1) {Não Controla Nenhum Elemento} [Recebimento: Presente de Reclamação de Despina]
Merely the sound of your voice made me believe that, that you were her just like the river disturbs my inner peace. Once I believed I could find just a trace of her beloved soul, once I believed she was all then she smothered my beliefs.



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Re: ♦ Arena do acampamento

Mensagem por Maxuel Rijo em Qua 21 Out 2015, 14:35




Treino 19:00 às 20:00

>


Tinha que me apressar ou Lucio iria me matar, deveria estar na arena – para o nosso treinamento – há dez minutos. Acabei me enrolando muito na cozinha do acampamento, umas das punições pelo incidente da peça, dois dias atrás. Cheguei com quinze minutos de atraso, suando horrores e respirando com dificuldade – meu irmão estava sentado, com as pernas cruzadas, no centro da arena me esperando e não parecia muito feliz.


– Desculpa o atraso cara, era muita louça para limpar e eu acabei me enrolando todo.


– Não faz mal. Vamos começar logo já que hoje teremos menos tempo – Ele se levantou e jogou uma espada de madeira aos meus pés.


Sem comentar nada comecei a me alongar. Olhando para Lucio podia ver que ele estava irritado, mas será que era por causa do atraso? Se perguntasse, ele me ignoraria por isso achei melhor me concentrar no treino, assim talvez o humor dele melhorasse.


Peguei a espada de madeira, jogada aos meus pés, e fiquei em posição de combate. A arma se ajustava bem em minha mão, mas não se comparava a Panic ou Crash que passavam uma sensação de segurança que não tinha com nenhuma outra arma. Minhas habilidades com esgrima estavam melhorando, antes não conseguia lutar com Lucio sem levar uma surra e agora podia me defender de seus ataques e contra-atacar.


Olhei para Lucio e vi que ele já estava com a espada em punho. Por um tempo apenas nos encaramos – não saberia dizer quanto tempo ficamos assim, nos primeiros treinos não conseguia aguentar essa inercia, mas com esforço me obrigava a ficar centrado. O primeiro ataque não seria meu, e realmente não foi. Meu irmão deve ter percebido que iriamos ficar ali à noite toda desse jeito, então avançou contra mim.


Lucio se movia com velocidade, cobrindo a distancia entre nós em poucos segundos e golpeando-me pela direita. Pulei para trás desviando de seu ataque, mas ele logo estava me atacando novamente, dessa vez o bloquei com a espada e por alguns instantes ficamos ali medindo nossas forças. Ele podia ser mais habilidoso, no entanto eu era mais forte e isso me deu vantagem, coloquei meu peso sobre ele, a carga extra foi inesperada e desestabilizou Lucio que mudou o pé de apoio para tentar ficar em pé, aproveitando a brecha lhe dei uma rasteira.


Ele caiu com as costas no chão e sem esperar o ataquei, mas ele desviou rolando para o lado e se levantou rapidamente, voltando à postura de combate. Corri em sua direção brandindo a espada, fiz uma finta pela direita que foi bloqueada, como eu esperava, assim que nossas espadas se chocaram girei em torno dele parando ao seu lado, a manobra o pegou de surpresa e impediu que ele se defendesse.


O primeiro golpe foi direto no abdômen fazendo Lucio soltar a espada e se curvar de dor, conhecia por experiência a dor que ele estava sentindo, afinal ele tinha feito o mesmo comigo. Aproveitando a proximidade entre nossos corpos o puxei para mim, virando para o lado e colocando a perna na altura do joelho dele. Arremessei meu irmão, com um golpe de judô, e pela segunda vez no treino ele foi ao chão.


Não conseguia acreditar nisso, era a primeira vez que conseguia acertar Lucio tantas vezes. Com um gemido abafado ele se levantou – agora desarmado, e novamente pôs–se em posição de luta. Para deixar as coisas iguais joguei minha espada longe e ergui os braços em frente ao corpo, essa luta terminaria no mano a mano.


Dessa vez não houve espera, ambos avançamos ao mesmo tempo. Precisava me aproximar dele e Lucio parecia saber disso, ele não me deixava segurar seu corpo, ficava saltando ao redor de mim desferindo golpes rápidos, a maioria visando acertar minhas costelas, e depois se afastava.


Por duas vezes ele usou essa estratégia, a dor estava começando ficar forte e fui tomado pelo medo de ter quebrado alguma costela, mas não deixei isso me parar, quando Lucio se aproximou pela terceira vez consegui bloquear seu primeiro soco e logo em seguida agarrei seu braço.


Com um braço preso ele fiou indefeso, eu o puxei para mim, me ajoelhando e segurando uma de suas pernas e colocando-o sob meus ombros, levantei-me, agora tinha Lucio suspenso e o derrubei. Ele caiu com as costas chapada ao chão, o ar saiu dos pulmões de meu irmão.


Antes que ele pudesse se levantar, deitei-me no chão segurando um de seus braços e o prendendo junto ao corpo, passei a perna pelo pescoço de Lucio para que ele não se levantasse e então ergui o quadril. A chave de braço foi perfeita, meu irmão não aguentou mais que alguns segundos antes de desistir.


Eu o soltei e retirei minhas pernas de cima dele, fiquei deitado no chão d’ arena exausto com Lucio ao meu lado na mesma situação.


– Não sabia que você lutava judô.


– Minha mãe me ensinou, treinávamos todos os dias quando não estávamos viajando.


– Max, eu queria te perguntar uma coisa.


– O que é? – Olhei para Lucio, ele estava exausto e respirava com certa dificuldade, mas sua expressão estava mais tranquila, o treino realmente tinha dissipado sua irritação.


– É que daqui a alguns meses, não sei ao certo quando, terei que sair em uma missão e queria saber se quando o momento chegar você me acompanharia?


– Lucio não há outra resposta que não seja o sim.


Ele sorriu para mim e pude ver o alivio em seus olhos, seja o que for essa missão era algo que o estava incomodando muito, mas não era o momento para perguntas.


– Vem cara, vamos para a enfermaria – com esforço me levantei e depois ajudei meu irmão a se levantar, e fomos para enfermaria, um se apoiando no outro.

Thanks Caah!
Maxuel Rijo
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Re: ♦ Arena do acampamento

Mensagem por Simmon Wilem Brandeur em Qua 21 Out 2015, 23:41

Avaliação — Arena

Samantha Winchester — Filha de Melinoe

Olá, senhorita, tudo bem? Sua escrita foi espetacular. Ela fluiu do início ao fim, mesmo que tenha perdido um pouco o ritmo na parte da batalha, porém, mesmo assim, continuou em um bom nível. Você foi coerente com a situação, demonstrou com habilidade os sentimentos de sua personagem e foi objetiva sem ser apressada. Teve um errinho de digitação que, felizmente, perdeu-se em meio ao oceano de belezas que você trouxe. Foi exuberante ler seu treino, parabéns!

Coerência: 50/50;
Coesão, estrutura e fluidez: 25/25;
Objetividade e adequação à proposta: 15/15;
Ortografia e organização: 10/10;
Total: 100/100

Lindsey Johnson — Filha de Despina

E aí, Lindsey, como você tá? Espero que bem. Então, devo dizer que adorei ler o seu treino. Adorei, também, conhecer sua personagem e saber um pouco sobre sua personalidade. Sua escrita é bastante boa e não encontrei nenhum erro, tanto de digitação quanto ortográfico. Você respondeu bem à proposta do treino e soube como colocar diálogos que deixaram a interação mais real. Parabéns!

Coerência: 50/50;
Coesão, estrutura e fluidez: 25/25;
Objetividade e adequação à proposta: 15/15;
Ortografia e organização: 10/10;
Total: 100/100

Maxuel Rijo — Filho de Deimos

Daí, Max, tudo tranquilo? Seu treino foi agradável e leve de ler. Você cumpriu com sucesso os aspectos requeridos e mostrou pleno controle sobre seu personagem. Os golpes da luta — ao meu olhar de leigo — pareceram bem descritos e reais. Você cometeu um errinho ortográfico e, em algumas frases, colocou virgula quando não precisava e deixou de colocar quando precisava. Mas isso pode ser corrigido facilmente. Parabéns, semideus!

Coerência: 50/50;
Coesão, estrutura e fluidez: 25/25;
Objetividade e adequação à proposta: 15/15;
Ortografia e organização: 7/10;
Total: 97/100

_______________________

A player Sadie Bronwen não foi avaliada porque o Asclépio disse que se encarregaria disso.

Simmon Wilem Brandeur
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Re: ♦ Arena do acampamento

Mensagem por 117-ExStaff em Qui 22 Out 2015, 14:35

Atualizado.
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Re: ♦ Arena do acampamento

Mensagem por Kaine Rembrandt em Qui 22 Out 2015, 20:36


Avaliação
ARENA

Sadie Bronwen

Você escreve bem e sabe disso, por isso não vou perder tempo falando dos seus acertos em ortografia, mas acho que mereço lhe parabenizar em um ponto: o enredo no qual o treino se desenrolou. Não só achei coerente a forma como "treinou" como também achei original. Sério. Nunca tinha visto nada do tipo aqui antes e por ser tão original meus parabéns. Contudo, também me sinto obrigado em dar um pequeno puxão de orelha no que diz respeito ao seu template. Como sabe o uso dele não é obrigatório mas se o player o coloca em seu post está aceitando a possibilidade de perder pontos por causa dele, o que foi exatamente o que aconteceu em seu treino. O fundo do template é escuro e quando combinado com as falas extensas e escritas com letras escuras dificultaram a leitura. Fora isso não tenho nada mais o que dizer.

Coerência: 50/50;
Coesão, estrutura e fluidez: 23/25;
Objetividade e adequação à proposta: 15/15;
Ortografia e organização: 8/10;
Total: 96/100


Hailey R. Lightwood

Sinto lhe dizer, semideusa, mas seu treino não foi avaliado. O motivo é bem simples: foi narrado no horário errado. O uso da arena no turno da noite é restrito a alguns filhos de deuses específicos - isso pode ser visto no primeiro post desse tópico - então você sendo filha de Despina não pode utilizá-la durante a noite.


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Re: ♦ Arena do acampamento

Mensagem por Hailey R. Lightwood em Qui 22 Out 2015, 22:02


It's time to fight, baby
09:00 às 10:00 — Treino de Armas Brancas de curta distância


Hailey desembainhou a espada e olhou ao redor, suspirando de modo entediado.

O céu se encontrava em um tom cinzento e não apresentava nem um vestígio de sol sequer, assim como a garota gostava. Além disso, a manhã era fria e caracterizada pela presença dos gélidos ventos uivantes. É, sua maldita mãe definitivamente marcava sua presença. E, como a “boa” filha que era, Lightwood sorriu sarcasticamente por isso.

- Ei, garotinha. O que está fazendo por aqui? – Ouviu uma voz atrás de si e se virou. A prole de Despina deparou-se com um garoto de cabelos pretos, pele alva e olhos azuis. A julgar pelas aparências, deveria ser uns dois anos mais velho do que a semideusa. – Sou Andrew Blackwood, filho de Eos e monitor do treino da manhã. Estou tentando treinar campistas de verdade, e aqui não é lugar para garotinhas como você. Pode acabar se machucando.

"Ai meus deuses, será que não há paz nesse acampamento?" Pensou, exasperada, revirando os olhos. Quanto mais ficava no acampamento, menos gostava dele.  

- Para a sua informação, não sou feita de porcelana. – A filha do Inverno fuzilou-o com seus frios olhos azuis e utilizou seu tom mais áspero, sem se importar em contê-lo. – Mas se achas que sou tão frágil assim, não terás problema em duelar comigo, não é?

Ele exibiu um sorriso malicioso, sacou uma espada de bronze e negou com a cabeça, se aproximando dela devagar. Roth, por sua vez, empunhou a espada e se pôs de guarda em uma posição defensiva. Se tinha algo que aprendera, era que analisar o inimigo poderia lhe dar grandes chances de vencer.

Ao contrário do que esperava, o semideus não atacou pelo meio. Tentou atacar o seu lado direito, lançando a lâmina em um movimento diagonal pela esquerda. Infelizmente, a garota invernal não conseguiu prever isso e apenas pôde sentir o metal frio abrir um corte em suas costelas.

Quase no mesmo instante, seu sangue ferveu e a cólera tomou seu ser por inteiro. Desta forma, ela rosnou, cerrou os punhos para reprimir a dor e avançou para cima dele. Começou pelo lado esquerdo, mas depois desviou para o flanco direito. Ali desferiu um golpe transversal, tendo como alvo todo o tórax dele.

O filho de Eos não foi muito surpreendido e recuou, diminuindo um pouco a eficácia do ataque. Então, a semideusa trincou os dentes, frustrada. Sem perder tempo, avançou de novo e fez um movimento vertical, mirando no ombro dele. Em contrapartida, o mesmo colocou a lâmina na frente do alvo e aparou o ataque.

As lâminas dos dois ficaram presas, retinindo com o contato, mas não por muito tempo. Logo, Hailey recuou e voltou a atacar pelo lado contrário. Ele, contudo, aparou o golpe de novo com a sua espada. Por isso, ela tentou fazer o mesmo golpe um pouco mais em baixo, com a finalidade de enganá-lo através de um falso alvo.

Como a prole invernal esperava, ele dirigiu a sua lâmina até lá. Isso deu a ela a oportunidade de que precisava para projetar a empunhadura da espada, a fim de atingir a mandíbula dele. E, por sorte, conseguiu acertar em cheio. O garoto ficou tão raivoso que tentou acertar o abdômen dela, com um movimento vertical pela direita, e enganá-la. Ela o bloqueou com a ponta da lâmina e rolou de lado, para ficar atrás do semideus.

Antes que ele visse, a garota fez um corte na panturrilha de Blackwood para desequilibrá-lo. Não deu muito certo, porque ele somente titubeou um pouco e praguejou.

No mesmo instante, Roth se pôs de pé e viu o contra-ataque furioso do garoto. A cria do Amanhecer virou-se e avançou de novo, fazendo um arco com as lâminas. Do qual Hailey teve muita dificuldade para se defender, dando alguns passos para trás e abaixando-se. Após isso, sem que ela tivesse tempo de se recuperar, ele avançou para um combo de movimentos.

Diagonal, direita, esquerda, horizontal, diagonal, direita, esquerda, direita, vertical, direita. As lâminas de ambos se moviam com uma velocidade impressionante, mas ela não conseguiu manter o ritmo por muito tempo.

Desta forma, ele lançou a lâmina da espada contra o braço direito dela, e ela encaminhou sua lâmina para o local. Contudo, a dele já havia se retirado dali e rumado para a direção contrária. A garota sentiu um corte se abrindo em seu braço, porém nenhum grito irrompeu de sua boca. Por mais que a dor dos ferimentos fosse lancinante, não lhe daria tal satisfação.

A raiva que sentia ainda era maior do que qualquer dor.

- Filho da pu... - Ela começou, entretanto ele a interrompeu com outro ataque pela direita.

Roth se abaixou de novo e desviou o corpo para a esquerda; o lado contrário ao do ataque. Nesse instante em que ele falhou, ela projetou a lâmina para as costas dele. Seu objetivo era abrir um corte de fora a fora, a fim de acabar com a postura do semideus. Assim, dito e feito.

O gemido de dor dele a fez sorrir. No entanto, a cria de Despina não parou por aí. O filho da Luz tentou avançar de novo pelo mesmo lado, enquanto ela conseguia bloqueá-lo com sua arma. O único problema, com o qual não contava, era que ele seria mais esperto e lhe passaria uma rasteira.

No chão, a filha do Inverno praguejou e o encarou por meio segundo, chegando mais perto dele. No pequeno instante em que ele abaixou a guarda e a analisou, a filha do Inverno golpeou o seu tornozelo com a espada e rolou de lado para que ele não caísse em cima dela.

A prole de Despina se pôs de pé imediatamente, observando o semideus. E esse foi seu erro, visto que a cria de Eos usou esse tempo para se levantar. Em contrapartida, o semideus partiu para outro ataque, mirando o tórax da garota. Ela, por sua vez, rebateu o ataque pelo lado contrário. E, quando as lâminas de ambos ficaram presas, a mesma girou por completo o corpo para desvencilhar-se. A seguir, fez um movimento horizontal com a lâmina da espada, focando no punho da espada dele.

A arma decaiu devido à força do ataque e se arrastou longe, antes que seu dono pudesse registrar algo. Logo, Lightwood colocou a ponta de sua lâmina bem no peito dele, onde deveria estar o coração, e pressionou de leve.

O garoto a olhou espantado, completamente impotente.

- Então, quem é a garotinha indefesa? – Hailey soltou uma cruel risada irônica, retirou a espada do peito do monitor e a embainhou de volta, mesmo que ainda estivesse meio ofegante de cansaço. – Quando quiser perder de novo, me procure.

Para finalizar, ela pegou a espada de Andrew e a lançou em sua direção, parando a centímetros dos pés dele.

- A propósito, sou Hailey Roth Lightwood, filha de Despina. - Piscou maliciosa e sorriu de maneira maldosa, com a pulsação intensa por causa da adrenalina. - O prazer é todo seu.

Desse modo, saiu da arena.  

Talvez treinar não fosse tão ruim assim, afinal. Pelo menos, a divertia.

Adendos ❄:
Obs:
Ela é meio/bastante bipolar
Armas Utilizadas:
{Winter} Espada longa [Espada de 90 cm, com a lâmina medindo cerca de 75 cm. A lâmina é prateada e seu cabo é esbranquiçado, feito de álamo e revestido de seda branca, com entalhes prata. Sobre a lâmina há um escrito "O Inverno está chegando" — significa o poderio da espada. Transforma-se em um anel com a mesma inscrição no nível 20.] {Álamo, seda e bronze sagrado} (Nível Mínimo: 1) {Não Controla Nenhum Elemento} [Recebimento: Presente de Reclamação de Despina]


?
Hailey R. Lightwood
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Re: ♦ Arena do acampamento

Mensagem por Lavínia Cavendish em Sex 23 Out 2015, 13:49



Avaliação

Hailey R. Lightwood


Olá, pequena irmã. Li seu texto mais de uma vez e devo apontar alguns erros que cometeu, para que assim venha a melhorar posteriormente. O primeiro deles foi este: "Ei, garotinha. O que está fazendo por aqui?". Definitivamente esta é uma pergunta que você não ouve com frequência na arena, já que quem vai lá ou está treinando ou está instruindo. Existem crianças no acampamento, e elas costumam frequentar o local, então "Estou tentando treinar campistas de verdade, e aqui não é lugar para garotinhas como você. Pode acabar se machucando." não seria dito, muitíssimo menos por um monitor.

Outra coisa foi com relação ao duelo em si. O treino corpo-a-corpo com espadas é feito de modo que um ensine o outro, ou ambos adquiram experiência juntos. A sensação que tive lendo e imaginando a cena da Hailey foi que ela estava em um Coliseu onde somente um sairia vivo, pelo cunho da violência que foi empregada ali. Calma lá: Ninguém acaba sem um braço ou uma perna da arena, então tente maneirar um pouco no resultado de seus golpes. Muitos campistas vão pra lá com armaduras ou proteções, você pode usar isto da próxima vez. Por último, atente-se ao nível de seus adversários: Líderes de chalé geralmente possuem certa experiência em on, não seriam tão facilmente derrotados por qualquer novato. Muitos tendem a criar seus personagens para virarem badass, mas nem sempre ganhará pontos por ter tal atitude quando ela for incoerente.

A estrutura do seu texto foi boa e não encontrei grandes erros de ortografia. Senti que o final foi muito rápido, com poucos detalhes, como se quisesse acabar logo o texto e deixar assim mesmo. Espero avaliar mais textos seus e ver que melhorou desde o último, precisamos levar o chalé de Despina ao top, haha. Parabéns!

▬ Coerência: 15/50
▬ Estrutura, Coesão e Fluidez: 23/25
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Re: ♦ Arena do acampamento

Mensagem por Psiquê em Ter 27 Out 2015, 14:18



Atualizados




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Re: ♦ Arena do acampamento

Mensagem por Kennedy Fletcher em Seg 02 Nov 2015, 15:49

eu tinha acabado de sair do chale de hermes fui a arena estava muito quente que nem começei a treinar e ja estava suando deveriam ser 3:50 e entao apareceu um dos indefinidos nos pegamos nossas facas e treinamos por muito tempo
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Re: ♦ Arena do acampamento

Mensagem por Kennedy Fletcher em Seg 02 Nov 2015, 16:24

depois q o outro indefinido foi embora continuei treinando nao queria voltar para o chale de hermes o calor ja tinha passado estava ate um pouco frio eram 16:30 e estava cansado entao sentei no banco da arena e começei a afiar a minha faca e entao voltei a trenar ate que sete pessoas do chale de aries e me mandaram sair falei que nao e entao um deles me chutou na barriga e percebi que nao poderia fazer nada contra todos eles e enta sai da arena
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Re: ♦ Arena do acampamento

Mensagem por Vitor S. Magnus em Qua 11 Nov 2015, 16:22

Kennedy Fletcher

Postagem dupla e, além disso, mínimo de linhas. Postagem desconsiderada.

Regras de postagem: Link
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Re: ♦ Arena do acampamento

Mensagem por Felix Hominum Mors em Sab 21 Nov 2015, 00:14


Treino

The Sickle
 


Alguns minutos depois, os dois semideuses já estavam na arena do acampamento. Enquanto Bryan admirava a técnica que outros semideuses tinham com suas espadas, Felix caminhava pelo lugar com sua foice em mãos, tentando girá-la como faziam aqueles acrobatas com seus bastões, não achou muito difícil. O garoto parecia controlar a arma como se já a possuísse desde o dia em que nasceu.

- Hey Téras, espera aí! – Chamou Bryan por seu amigo

Quando Felix olhou, Bryan portava uma faca e uma espada, já havia visto uma daquela em livros de história, era uma cimitarra e a outra arma era apenas uma faca comum.

- E então? Posso te atacar com tudo, pegar leve ou talvez deva te ensinar como manusear primeiro? – Debochou Bryan enquanto girava a espada com uma mão e embainhava a faca com a outra
- Sabe, acho que nem é tão difícil assim, mas podemos começar leve – Retrucou Felix enquanto imitava o amigo, girando a foice ao redor do corpo

Bryan sorriu e atacou o garoto com a cimitarra. Primeiro desferiu um golpe horizontal seguido de um vertical, ambos bloqueados pelo cabo da foice, depois um diagonal e dois horizontais, igualmente bloqueados. Infelizmente, depois de mais cinco bloqueios, Felix ficou arrogante e girou a foice ao redor do corpo, abrindo a guarda para Bryan. O filho de Apolo aproveitou a oportunidade para fazer dois cortes horizontais em Felix, girar em torno dele, desarma-lo e derruba-lo.

- Ok, eu pego mais leve na próxima, sabe qual foi o seu erro né? – Comentou a prole do Sol enquanto ajudava o amigo a se levantar
- Claro, sou um faixa preta, sei quando deixo a guarda aberta... Achei que estava indo bem o suficiente... – Defendeu-se enquanto pegava a foice de volta e ficava em posição
- Aí é que está o problema, Téras, não estamos em uma academia, não tem segunda chance aqui, não faça o suficiente, faça o melhor! Ou você morre! – Gritou as últimas palavras enquanto partia para o ataque

Começou atacando por cima, mas Felix bloqueou. Inesperadamente, Felix atacou com o cabo da foice, mas Bryan esquivou no último segundo, contra-atacou com o cabo no queixo do amigo de baixo para cima. Felix recuou com o golpe, mas não fraquejou, esquivou da lâmina do adversário, abaixou e, com um giro, acertou a parte de trás das pernas do outro, derrubando-o.

- Acho que fui um pouco melhor dessa vez.... Não? – Brincou Felix ajudando o amigo a se levantar

Bryan olhou para o colega e apenas sorriu, pegou sua espada e voltou para a posição e, sem esperar, atacou girando e chutando o outro no rosto com a perna de trás, Felix recuou dois passos e pulou para frente, caindo sobre o amigo com o cabo da foice no pescoço do filho de Apolo, com as pernas sobre os braços do garoto.

- Onde aprendeu Taekowndo? – Interrogou o filho da Morte
- Não foi Taekowndo, foi experiência! – Respondeu Bryan

O filho de Apolo puxou as pernas e chutou o amigo no peito, o tirando de cima de si. Felix se levantou com um salto. Bryan sacou a faca e a atirou no amigo, visando seu ombro, mas a prole de Tânatos desviou a faca com a lâmina de sua foice.

Bryan começara a ficar impaciente e voltou a atacar com a cimitarra, tentou um corte diagonal e um chute no estômago, mas Felix bloqueou a espada com a foice, parou o chute com um braço e o puxou, acertou uma cabeçada no colega e tomou sua espada, colocando-a no pescoço do amigo ao mesmo tempo que colocava a lâmina de sua foice na parte de trás do pescoço do mesmo.

Os dois se encararam por milésimos de segundo quando um filete de sangue começou a correr pelo pescoço de Bryan, onde Felix pressionava a espada. Felix viu Bryan engolir em seco e dor em seu rosto e automaticamente, sem poder se conter, começou a sorrir e caiu na gargalhada, mantendo a pressão no pescoço do outro.

- Melhor terminar o treino por aqui, não? Ou quer continuar pressionando até que eu morra? – Provocou Bryan
- De-Desculpe.... Eu.... Não sei o que deu em mim... – Desculpou-se Felix caindo em si

O garoto devolveu a espada para o colega e buscou a faca para o mesmo. Ainda sentia vontade de rir vendo que também havia um corte na parte de trás do pescoço de Bryan.
- Então... Amanhã de novo? – Perguntou Felix timidamente
- Se não tentar me matar, eu topo.

Os garotos ficaram quietos todo o percurso até o caminho de volta para o chalé de Tânatos, percebendo que o Sol já estava se pondo.

Armas:

• Faca [Sua lâmina bronzeada mede cerca de 24 cm, e seu cabo tem o mesmo comprimento padrão. É bastante afiada e é perfeita para ataque ágeis e rápidos. O bom desta arma é sua eficiência tanto para mãos hábeis quanto para manuseios mais inexperientes, pois é uma arma curta, fácil de esconder e ao mesmo tempo fácil de manusear. Seu punho é feito de aço, mas uma camada de couro escuro cobre o aço para que o usuário possa segurá-la firmemente. Na parte inferior da lâmina, próxima ao cabo, há entalhado as siglas do Acampamento "CHB"; uma propriedade que só os meio-sangues e criaturas místicas podem ter e usar (ajuda um pouco na destreza)] {Bronze, aço e couro} (Nível mínimo: 1) {Nenhum elemento} [Recebimento: Administração; item inscrição padrão do fórum]
• {Death} / Foice [Foice da Morte; mede cerca de 2 m. O cabo é feito de bronze sagrado, assim como sua lâmina. Ao desejo de seu dono, a partir do nível 20, ela se transforma em um pingente de foice] {Bronze Sagrado} (Nível Mínimo: 1) [Recebimento: Presente de Reclamação de Thanatos]
Acessórios:

• {Sullem} / Anel [Anel feito de Ferro Estígio com uma grande Safira Negra incrustada em seu centro, representando uma caveira. Quando o usuário estiver com seu status de vida pela metade, uma aura negra o envolve. Faz com que a áurea recupere 20% do HP uma vez por missão] {Ferro Estígio e Safira} (Nível Mínimo: 1) [Recebimento: Presente de Reclamação de Thanatos]


COM: Bryan Argent ONDE: Arena do Acampamento Meio-Sangue POST: 002
— FELIX HOMINUM MORS : TÉRAS— 16:00 às 17:00 — Treino de Armas Brancas de Curta Distância

@Lilah
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Re: ♦ Arena do acampamento

Mensagem por Vitor S. Magnus em Sab 21 Nov 2015, 15:37


Avaliação
Arena
Felix Hominum Mors


F
elix... Eu levo muitas coisas em consideração quando avalio alguém na arena. Algumas partes ficaram um pouco confusas e tiveram muitos diálogo o que pra mim deixa a leitura chata, mas enfim.

"Felix recuou dois passos e pulou para frente, caindo sobre o amigo com o cabo da foice no pescoço do filho de Apolo, com as pernas sobre os braços do garoto."

Nesse trecho, por exemplo, eu não entendi exatamente o que o teu personagem fez, tenta deixar a ação mais explicada e com mais detalhes.

"O filho de Apolo puxou as pernas e chutou o amigo no peito"

Como ele fez isso? Assim, Felix tava com as pernas em cima dos braços do garoto.

Dicas básicas: Foca mais no teu treino. Não precisa de alguém treinando com você, além de ter que explicar quem é e o quão experiente ela é, isso vai te obrigar a narrar tanto as ações da pessoa quanto as suas e isso no início é bem complicado. Detalha mais as ações deixando bem explicadas.

Continua treinando que tu vai melhorar bastante e vai poder coletar várias almas por aí!

Coerência: 40/50;
Coesão, estrutura e fluidez: 18/25;
Objetividade e adequação à proposta: 13/15;
Ortografia e organização: 9/10;
Total: 80/100





Qualquer dúvida, reclamação, stress... Só enviar MP

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Re: ♦ Arena do acampamento

Mensagem por Psiquê em Dom 22 Nov 2015, 12:18



Atualizados




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Re: ♦ Arena do acampamento

Mensagem por Alynna Matthews em Sex 04 Dez 2015, 19:06


Treino



I'm not spending any time, wasting tonight on you. You know, I've heard it all, so don't you try and change your mind cause I won't be changing too, you know. You can't believe, still can't believe it, you left in peace, left me in pieces, too hard to breathe, I'm on my knees right now.


Alynna Matthews teria adorado descobrir ser filha de uma deusa grega, se essa descoberta não viesse junto com a morte de seu pai. Em outras circunstâncias, teria achado tudo muito incrível e excitante. Contudo, devido aos acontecimentos recentes, tudo o que sentia se resumia em tristeza e raiva generalizada. Talvez isso não fosse algo bom, mas ajudaria a manter seu foco nos treinos. O motivo não é difícil de entender: enquanto se concentrar em cortar e esquivar não pensará nas pessoas que deixara para trás e, além disso, ela queria estar preparada para enfrentar qualquer monstro que aparecesse na sua frente. Na próxima vez não falharia. Não deixaria barato para aqueles que tiraram seu pai dela.

A filha de Hécate chegou na arena junto com os outros semideuses que também fariam parte do treino de armas de curta distância do período da manhã. Olhou-os com curiosidade, tentando descobrir o que deveria fazer. Como era seu primeiro treino, não era mentira dizer que estava meio perdida. Finalmente avistou um compartimento com várias armas distintas e resolveu pegar uma delas. Escolheu a que mais lhe chamou a atenção: uma lança simples de madeira e lâmina de bronze.

- Vejo que é nova por aqui. – disse uma voz atrás dela, fazendo a semideusa se virar. Um garoto moreno com alguns centímetros amais que ela a encarava com uma expressão amistosa. Alynna quis arrancar aquele sorriso de seu rosto com um soco. – Se precisar de ajuda, é só chamar.

- Você? – perguntou com desdém. – Não, obrigada. Não vejo por que precisaria de sua ajuda.

- Talvez porque eu seja o instrutor?

- Então vá instruir outra pessoa e me deixe em paz. – disse, sua voz soando impaciente. – Está me atrapalhando.

Entretanto, antes de permitir que o garoto fosse embora, ela mesma se virou e saiu andando. Pôde ver seu rosto confuso e irritado enquanto o fazia. Ela mesma não sabia por que tinha feito aquilo, mas ver pessoas contentes estava deixando-a irritadiça. Assim que começou a andar, viu alguns bonecos de palha logo a frente e dirigiu-se à um deles. Quando se postou de frente ao seu alvo, tentou se lembrar de todos os filmes medievais em que vira pessoas lutando com lanças, tentando lembrar-se de como o faziam. A primeira coisa que veio à sua mente foi a posição. Afastou um pouco os pés, deixando o esquerdo mais para a frente que o direito, e dobrou um pouco os joelhos. Em seguida, girou a lança algumas vezes, balançou-a de um lado para o outro, tentando se acostumar com a arma. Não foi preciso muito tempo; logo o objeto já se tornara familiar à semideusa.

Então estava na hora de efetivamente começar o treino. Segurou a lança com mais força na mão direita e mirou a lâmina no coração do boneco. Em seguida, mexeu seu braço, fazendo a arma avançar para frente. Entretanto, ao invés de acertar o lugar que queria, a ponta da lança desceu, furando as costelas do boneco e não o coração. A garota sentiu uma leve torção no pulso, fazendo-a praguejar baixinho. Talvez devesse ter aceitado a ajuda. Talvez.

Levantou a mão um pouco, segurando no cabo da lança mais para cima, e refez o golpe. Dessa vez, atingiu o lugar correto. Ergueu a arma mais uma vez e depois desceu o braço, com a intenção de rasgar a barrida de seu “adversário”, mas a lâmina ficou presa no tecido. Soltou a arma e refez o golpe, afrouxando um pouco mais o aperto da mão. O resultado foi um rasgo do peito até o final do abdômen do boneco de palha. Contudo, Alynna não ficou satisfeita.

Atacou várias vezes, movendo os braços e as pernas, da esquerda para direita, da direita para esquerda, de cima para baixo. Sempre que errava um golpe ou o julgava mal executado, repetia-o até se sentir contente com o resultado. A prole de Hécate tinha um ótimo condicionamento físico devido ao skate e à prática de outros exercícios, mas já começava a sentir os músculos de seus braços e das pernas doerem. Resolveu parar um pouco e descansar, senão não conseguiria nem andar no dia seguinte.

Assim que recuperou o fôlego, voltou ao treinamento. Dessa vez, desferiu vários golpes rápidos, enfiando a lança no boneco e logo a retirando, deixando vários buracos nele. Às vezes, fazia algum movimento errado e sentia o pulso doer. Entretanto, apesar dos erros, a garota não parecia sentir grande dificuldade em manusear a arma, girando-a e balançando-a de um lado para o outro, como se sempre tivera feito aquilo. Essa facilidade intrigava-a e a motivava a continuar. Pela primeira vez em dias, se sentiu potente e capaz.

Infelizmente, não demorou muito para o cansaço vencê-la. Atingiu o boneco uma última vez com um movimento rápido na direção do pescoço, e a cabeça de seu oponente caiu na grama ao lado do corpo já todo rasgado e furado. Então largou a lança e sentou-se no chão, permitindo-se descansar.

Informações:
Poderes utilizados:
Lvl 1 – Pericia com a Lança: Todos os filhos de Hécate conseguem manejar bem a Lança.
—  A lança usada é fornecida na própria arena.
— 09:00 às 10:00 — Treino de Armas Brancas de curta distância;



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Re: ♦ Arena do acampamento

Mensagem por Zoey Montgomery em Dom 06 Dez 2015, 02:18


AVALIAÇÃO


Olá Alynna :3
Bom, vamos lá: não nego que sua escrita é fluida e bem estruturada. Conseguiu focar no objetivo da atividade, que é o treino em si. Só tome cuidado com alguns errinhos bobos, como "amais" no lugar de "a mais" e "barrida" em vez de "barriga". No demais, meus parabéns!

Coerência: 50/50;
Coesão, estrutura e fluidez: 25/25;
Objetividade e adequação à proposta: 15/15;
Ortografia e organização: 10/10;
Total: 100 pontos de experiência


Aguardando Atualização

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Re: ♦ Arena do acampamento

Mensagem por 117-ExStaff em Ter 08 Dez 2015, 11:44

Atualizado.
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Re: ♦ Arena do acampamento

Mensagem por Heitor Beowulf Hegg em Qua 09 Dez 2015, 17:37

- Tem certeza disso? - foi a primeira coisa que eu disse quando chegamos na arena.

Já estava a alguns dias no acampamento. Havia passado a maior parte do tempo no chalé de Ares, sem muito interesse em fazer alguma coisa. Não queria admitir a ninguém, mas o luto pela minha mãe e o problema com meu irmão eram os responsáveis por isso. Mas graças aos deuses eu podia dizer que tinha um amigo. Anderson, o sátiro que estudou comigo e me levou até o acampamento meio sangue. Preocupado com minha situação ele montou uma lista com uma série de atividades para fazer. Como filho de Ares, o combate era uma delas, claro. E foi assim que chegamos na arena, em mais uma bela manhã.

- A vamos lá, vai ser divertido! - ele disse, tentando parecer animado, combate não era uma das suas atividades favoritas. - Está no seu sangue lutar. Vai ser bem fácil.

- Não é bem comigo que eu estou preocupado. - admiti, mas quis demonstrar que estava agradecido e concordei com a proposta. - Ok, vamos então.

Estava usando os presente que ganhei após ser reclamado pelo meu pai. Na mão direita uma lança de bronze, resistente e leve. Na mão esquerda um escudo redondo, como aqueles do filme 300, sendo a principal diferença o símbolo que estava esculpido no seu centro. Uma cabeça de javali, representando Ares.
Anderson usava também um escudo e uma lança. Os dois itens ele pegou do arsenal do acampamento, deixados para que os campistas pudessem treinar. Primeiramente optei por usar as mesmas armas que ele, nos deixando em condições iguais, mas meu amigo sátiro me aconselhou a usar as armas que me foram dadas.

- Certo. - o sátiro quebrou o silêncio, tentando criar um pouco de coragem. -  Bem, vamos começar devagar ok?

Concordei com a cabeça e resolvi não avançar, esperando o movimento do nervoso Anderson e com isso tentar preparar uma defesa. Ele entendeu e para não deixar o combate receber o título de "Treinamento mais parado do século", me atacou.
Foi um movimento simples. Atacando em linha reta com sua lança ele tentou me estocar na região do abdómen. Nesse momento, meu corpo começou a agir. Defendi o golpe com meu escudo e em seguida forcei a lança do sátiro para o lado. Com minha arma desferi um golpe em diagonal, de cima para baixo, que encontrou com o escudo do adversário. Anderson deu cerca de dois passos para o lado pelo impacto do golpe, mas não se machucou.

- É tem razão - comentei com um sorriso. - Realmente isso é divertido! Usar essa arma parece ser bem intuitivo.

- Só cuidado com a força grandão. - o sátiro disse enquanto ajustava sua posição de batalha. - Tenho um encontro com uma dríade semana que vem, preciso estar inteiro!

Novamente ele atacou, imitando o golpe que usei contra ele, mas não procurei me defender com meu escudo. Contra-ataquei com minha lança e os golpes se encontraram no ar, soltando algumas faíscas. Com o impacto Anderson precisou se esforçar para não deixar a arma cair, aproveitei esse momento para avançar com o escudo na frente, fazendo uma espécie de carga. Começamos então um embate. Empurrando um ao outro.

- Sátiros não ficam com... mulheres sátiros? - perguntei, devido minha falta de conhecimento sobre a mitologia grega.

- Nós somos encantados pelas ninfas! Já viu alguma delas? Aposto que nem você consegue resistir - seus cascos fizeram um pouco mais de força e ele me empurrou alguns centímetros. - E acho que não existe sátiro fêmea.

Nossos rostos começavam a transpirar devido ao esforço. Conseguia sentir sua respiração por conta da nossa proximidade, um misto de manteiga de amendoim e vidro (ele tinha um péssimo habito de comer vidro e plástico). Não estava disposto a perder mas não pude competir com as pernas de um Sátiro. Para quem se passava por um cadeirante na realidade tinha uma incrível força nas pernas. Anderson deu um impulso final e me fez andar alguns metros para trás. Em seguida desferiu um golpe com o escudo, me derrubando no chão devido a minha falta de equilíbrio no momento.
Não fiquei com raiva. Não me senti humilhado por eu, um filho de Ares, ter caído para um sátiro.

Na realidade eu sorri.
Estava gostando do combate.
Estava gostando de lutar.

Me levantei rapidamente e logo assumi minha posição. Meio que guiado por instinto coloquei o escudo na minha frente e apoiei minha lança nele. Por alguns segundos apenas nos olhamos e dessa vez fui eu quem partiu para o ataque.
Desferi um golpe na horizontal e novamente nossas lanças se encontraram em pleno ar. O ataque foi mais forte e mais faíscas saíram. Minha força estava maior, não sabia bem o motivo na época mas dei crédito ao combate que estava travando, quando na realidade era o sangue em minhas veias despertando finalmente minha verdadeira força.

Os frescos do chalé de Afrodite diriam que estava ocorrendo uma espécie de dança, onde um dos membros, Anderson no caso, era um coitado meio desajeitado. Eu seria o gênio iniciante, com grande talento mas pouca pratica. Mas não tenho paciência para essas frescuras. Para mim era bem simples. Nossos golpes se tornaram uma corrente. Cada ataque se conectava ao seguinte e cada defesa se ligava a defesa seguinte. Arcos eram feitos pela minha lança, procurando pontos falhos na defesa do sátiro. Meu escudo subia e descia bloqueando ataques e investidas. Meu corpo se movimentava procurando posições boas para atacar e defender. Alguns cortes pequenos apareceram por nossos corpos, mais em Anderson que em mim, porém nenhum era algo grave e então continuamos sem parar momento algum. Estocadas apareciam em velocidade cada vez maior, juntamente com escudos sendo levantados. Não era apenas eu, Anderson também estava melhorando, no seu próprio ritmo.

Nossas lanças se chocaram mais uma vez e produziram um barulho semelhante ao dos trovões (ao menos na minha cabeça, claro). Pensei que Thor estava empolgado com a luta e havia saído em sua carruagem para assistir pessoalmente. Minha motivação ficou maior ainda.

Após mais uma onda de golpes o peso das armas já estava deixando o sátiro cansado, mas eu poderia continuar naquilo por horas.

Comecei a entender então como realmente funcionava uma lança. Como eu devia atacar, como defender. O limite de alcance já estava definido na minha mente. Os momentos certos para usar meu escudo como um item de defesa ou como um item de ataque começavam a surgir na minha mente. Sentia meu sangue ferver a cada golpe, o suor escorrendo a cada movimento. Me acostumei ao ritmo da batalha. Não queria mais parar.

E então, tudo deu errado.

Imaginei como seria lutar com um monstro de verdade usando aquelas armas. Poder dar um golpe fatal, um golpe com a real intenção de matar sem precisar me segurar em momento algum. Se eu tivesse aquela arma quando fui atacado pelo monstro, minha mãe estaria viva. Meu irmão não teria escapado. Dean, o traidor. Responsável pela morte da única coisa boa em minha vida. Aquela arma... sim eu usaria aquela arma contra ele. E quanto mais eu pensava nisso, mais fortes e descontrolados ficavam meus golpes.

"Ele vai pagar!", eu pensei.

Com meu escudo dei um encontrão em Anderson, levando ele ao chão.

"Vou perfurar seu coração com essa arma!"

Ataquei novamente, jogando a lança do pobre sátiro para longe. Se ainda havia alguma técnica no golpe não consigo me lembrar.

"Eu prometo que vou mata-lo! Será minha vingança!"

- Eieiei! Para Heitor! - e o grito de desespero me fez acordar.

O escudo de Anderson estava completamente amassado. Seus olhos arregalados de medo e todos ao redor estavam me olhando. Levei alguns segundos para entender o que eu havia feito e então me senti envergonhado. Devo ter perdido a noção mas desferi vários golpes enquanto ele estava no chão. Ajudei o pobre sátiro a levantar. Verifiquei se estava machucado mas percebi que estava tudo bem.

- Me desculpe eu... - respirei fundo e sequei os suor do rosto. - Eu... lembrei de algumas coisas eu...

- Tudo bem. - falou, mais calmo. - É o seu irmão não é? Olha, esquece. Vamos continuar com a lista. Ei é sério, eu to bem. Não se preocupe grandão. Olha, você luta muito bem, certeza que nenhum monstro vai de derrotar.

Disfarcei um sorriso, mas ainda estava chateado pelo que fiz a meu amigo, uma pessoa que só estava tentando me ajudar justamente daqueles problemas.

Caminhamos até o depósito de armas onde ele guardou a lança e o escudo. O treinamento na arena havia acabado. Mas os meus problemas estavam longe de chegar ao fim.

Spoiler:

Armas
Spoiler:

{Wrath} / Lança de artilharia [Lança longa, de 2m de comprimento. O cabo é feito de mogno, recoberto em bronze sagrado, sendo resistente porém mais leve que uma lança comum. A ponta é de bronze sagrado. Em toda sua extensão pontos avermelhados podem ser vistos: são engastes em rubi, decorando o cabo.] {Bronze sagrado, mogno e rubi} (Nível Mínimo: 1) {Não controla Nenhum Elemento} [Recebimento: Presente de Reclamação de Ares]
{Stunt} / Escudo [Escudo circular feito de metal com uma cabeça de javali esculpida em seu centro. Banhado em bronze, este fica em um tom avermelhado quando usado em batalha, representando sua segunda camada de bronze sagrado. Transforma-se em uma braçadeira de spikes no nível 20.] {Bronze sagrado (Nível Mínimo: 1) {Não controla Nenhum Elemento} [Recebimento: Presente de Reclamação de Ares]
Poderes
Spoiler:

◊ Habilidade com Lanças [Nível 01]
Ares provê à sua prole o dom de manusear lanças com facilidade. É possível descrever arcos com elas cortando o ar com maestria.
◊ Força Aprimorada [Nível 01]
Ares é conhecido pela guerra violenta, e por estarem a todo momento praticando essa forma de guerra com tudo o que vêem pela frente, os filhos de Ares adquirem força maior que o comum aos outros semideuses. Seus ataques diretos possuem mais força. Os músculos no corpo deles são evidentes, também.
Horário: 09:00 às 10:00 — Treino de Armas Brancas de curta distância;
Heitor Beowulf Hegg
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Re: ♦ Arena do acampamento

Mensagem por Emma D. Schwanz em Qui 10 Dez 2015, 10:00


Avaliação

— Heitor Beowulf Hegg: Olá Heitor! Primeiramente gostaria de lhe dar boas-vindas ao acampamento.
Vamos a sua avaliação. O seu treino foi bem elaborado e faz muito sentido. Adorei a forma como ligou os fatos do seu passado e como interligou seu lado emocional com o treinamento em si. O desempenho foi ótimo e a intenção muito boa, porém,  alguns erros ortográficos e a organização textual deixaram o texto muito extenso e um pouco cansativo para quem lê. Em geral, foi um ótimo treino que precisa apenas de mais atenção e cuidados na parte estética.


Coerência: 50/50;
Coesão, estrutura e fluidez: 15/25;
Objetividade e adequação à proposta: 13/15;
Ortografia e organização: 7/10;
Total: 85 exp.


~ Aguardando atualização ~
Emma D. Schwanz
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Re: ♦ Arena do acampamento

Mensagem por Felix Hominum Mors em Qui 10 Dez 2015, 18:07


Treino

The Scimitar
 


Mesmo já estando no acampamento já a algumas semanas, Felix ainda não sabia fazer nada demais e evita treinar na arena, assim como encostar em armas, elas o faziam sentir um estranho desejo homicida em relação às pessoas ao seu redor. Infelizmente em algumas ocasiões ele não conseguia escapar de seus desejos.

Em poucos dias no acampamento Felix já havia comprado uma espada, ela era levemente curvada, uma cimitarra, e era muito afiada. Felix estava decidido a usá-la em treinamento, então pegou junto de sua foice e sua faca numa noite e partiu para a arena, pronto para combate.

O caminho do chalé de Tânatos para a Arena já lhe era muito familiar, aliás, todo o acampamento já parecia ser parte de sua vida há anos. Mal olhara os horários de treino e já estava dentro da arena com sua foice na mão e a cimitarra na bainha. Ele deveria ter verificado os horários.

...

Dentro da arena havia cerca de quinze semideuses, todos com aspectos sombrios, mas isso não era nem de longe o mais estranho, o pior eram seus companheiros de treinamento. Por todo recinto havia monstros, atacando semideuses furiosamente e explodindo em icor ao terem a “vida” ceifada pelos mesmos.

Latidos de um cão do inferno, armas batendo, harpias e dracaenas gritando, o lugar estava um completo caos. Felix olhou
ao redor percebeu que muitos usavam foices e pareciam matar os monstros por diversão, seus irmãos eram realmente parecidos.

Por um segundo Felix ficou hipnotizado com a visão de tantas lutas, mas foi tirado desse estado tão rapidamente quanto entrou. Ao olhar para o lado teve tempo apenas de abaixar de um tridente que fora arremessado em sua cabeça, após uma segunda olhada naquela direção viu uma dracaena com uma espada na mão se arrastando em sua direção.

Sem ter muito tempo para pensar sacou a faca com a mão livre e avançou para o monstro. De repente a mulher pulou e tentou morde-lo, mas Felix agiu rápido e colocou a haste da foice horizontalmente na boca desta, impedindo-a de morder, ele a viu puxar o braço para um ataque com a espada, deu uma joelhada no monstro bem no inicio da cauda, mas isso só a distraiu por tempo o suficiente para puxar a foice para fora da boca e quando ela atacou ele pôde defender a espada com a haste de sua arma. Felix puxou sua arma pela haste e criou um grande ruído quando as lâminas se chocaram, chutou o monstro para trás e sentiu os ouvidos doerem com o barulho, puxou sua foice e acertou sua haste na cabeça da dracaena, ela recuou uma rastejada e o atacou com um arco diagonal abrindo um corte em sua camisa do acampamento e o fazendo sentir o sangue escorrendo.

Felix odiava sentir dor, mas achou essa situação engraçada por algum motivo, recuou e a atacou horizontalmente, mas ela recuou e esquivou facilmente de seu ataque, logo contra atacou com uma estacada de sua espada – Devia ser um costume de lança –, mas Felix girou para a direita e esquivou do golpe sem muito esforço também, acertou outro golpe com a haste no braço do monstro e tão logo sentiu a espada novamente raspando em seu corpo, dessa vez abrindo um pequeno corte em seu ombro, sentiu o sangue descendo lentamente.

- Sua vadia! Eu vou te matar! HAhaHÁ – gritou Téras enquanto continha um ataque de risos

Segurou a foice com uma mão e tentou corte de baixo para cima enquanto sacava sua cimitarra com a mão livre, a dracaena derrubou sua foice com a espada e prendeu seu braço esquerdo com a cauda, Felix usou o braço direito e defendeu um ataque da espada da adversária com a sua arma, teve de defender mais três golpes até ter a oportunidade de ataque quando ela levantou suas mãos com a espada para um ataque mais forte e deixou a guarda aberta – Bônus de fúria – e sem precisar de nada mais, o garoto enfiou sua espada direto no coração do monstro que virou pó em um segundo.

- Vadia, por isso eu não gosto dessas cobras... Quem terá sido o Deus idiota que criou essas... Vadias? – Implicou Felix

Mal havia um monstro e já estava se cansando, era mesmo um bosta de um novato. Embainhou sou espada, verificou sua faca guardada e apanhou sua foice no chão, tinha sido um treino difícil, mas ele poderia ser melhor que isso no futuro ou acabaria morto. Saiu da arena para a fria noite que havia do lado de fora, parou por alguns instantes para apreciar o céu escuro imaginando que tipo de futuro sombrio o aguardava, então partiu para seu chalé.

Armas:

• Faca [Sua lâmina bronzeada mede cerca de 24 cm, e seu cabo tem o mesmo comprimento padrão. É bastante afiada e é perfeita para ataque ágeis e rápidos. O bom desta arma é sua eficiência tanto para mãos hábeis quanto para manuseios mais inexperientes, pois é uma arma curta, fácil de esconder e ao mesmo tempo fácil de manusear. Seu punho é feito de aço, mas uma camada de couro escuro cobre o aço para que o usuário possa segurá-la firmemente. Na parte inferior da lâmina, próxima ao cabo, há entalhado as siglas do Acampamento "CHB"; uma propriedade que só os meio-sangues e criaturas místicas podem ter e usar (ajuda um pouco na destreza)] {Bronze, aço e couro} (Nível mínimo: 1) {Nenhum elemento} [Recebimento: Administração; item inscrição padrão do fórum]
• {Death} / Foice [Foice da Morte; mede cerca de 2 m. O cabo é feito de bronze sagrado, assim como sua lâmina. Ao desejo de seu dono, a partir do nível 20, ela se transforma em um pingente de foice] {Bronze Sagrado} (Nível Mínimo: 1) [Recebimento: Presente de Reclamação de Thanatos]
• {Vitae} / Cimitarra de bronze sagrado [Espada de lâmina fina e leve, entre 90 e 140 cm, levemente recurvada. Prioriza a agilidade do usuário, sendo melhor para ataques de corte do que de perfuração, ainda que também possa ser usada dessa maneira. Devido ao pouco peso, é empunhada com uma única mão, deixando a outra livre para utilizar escudos ou outros itens. O cabo é de madeira, revestido em tecido][Bronze sagrado, madeira e seda][Sem nível mínimo, sem elementos]
Acessórios:

• {Sullem} / Anel [Anel feito de Ferro Estígio com uma grande Safira Negra incrustada em seu centro, representando uma caveira. Quando o usuário estiver com seu status de vida pela metade, uma aura negra o envolve. Faz com que a áurea recupere 20% do HP uma vez por missão] {Ferro Estígio e Safira} (Nível Mínimo: 1) [Recebimento: Presente de Reclamação de Thanatos]


COM: Alone ONDE: Arena do Acampamento Meio-Sangue POST: 004
— FELIX HOMINUM MORS : TÉRAS— 20:00 às 21:00 — Treino de Combate aos Monstros

@Lilah
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Re: ♦ Arena do acampamento

Mensagem por Vitor S. Magnus em Sex 11 Dez 2015, 05:13


Avaliação
Arena
Felix Hominum Mors


T
emos alguém melhorando!

Cuidado com a questão ortográfica, cara, tu peca ali e aqui por falta de revisão de texto. Basta dar uma ou duas lidas pra organizar melhor as ideias, não repetir palavras e corrigir algumas coisas, não mudar o tempo verbal.

"então pegou junto de sua foice e sua faca numa noite e partiu" Nesse trecho, por exemplo, tu poderia ter ajeitado se tivesse lido de novo.

Você focou na sua luta! Boa, garoto!

Só tenho uma simples dica pra te dar: Tenta melhorar as ações feitas, organiza melhor e detalha mais claramente. Tipo, na tua cabeça tudo tá rolando extrapower e tá rolando sangue e golpes e tudo mais, mas quando for passar isso pras palavras tem que ser o mais claro possível pra tu transmitir tuas ideias direitinho.

Segue essas dicas que tu vai melhorar cada vez mais!

Coerência: 42/50;
Coesão, estrutura e fluidez: 23/25;
Objetividade e adequação à proposta: 15/15;
Ortografia e organização: 7/10;
Total: 87/100





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Re: ♦ Arena do acampamento

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