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Teste para filhos de Zeus - Setembro

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Re: Teste para filhos de Zeus - Setembro

Mensagem por Romeo Cortez em Sab 12 Set 2015, 06:17



O começo

the beginning of a hurricane legend



História



Raios coloriam o céu daquele dia que, estranhamente, chovia. Afinal, aquele lugar não recebia chuva há meses, passando por uma das piores secas já vistas no mundo. Enquanto as pessoas que viviam ali sorriam de alegria, uma luta de proporções gigantescas acontecia há quilômetros dali, na área rural que fazia parte do território da cidade. Dois semideuses lutavam até a morte, utilizando de seus poderes para conseguir derrotar um ao outro. As poucas pessoas que conseguiam se aproximar daquela região iriam espalhar os acontecimentos daquela luta pelos quatro cantos do mundo.

No dia da batalha de Waterloo, a chuva que molhou o campo não fora normal. As nuvens que se moveram pra lá eram provenientes do mediterrâneo e nenhuma massa de ar era prevista para chegar ali. A batalha desses dois semideuses basicamente mudou o rumo das nuvens que, embora despejassem seus raios na Grécia, que era onde ocorria a luta entre esses homens poderosos, resistiram o suficiente para impedir a vitória de Napoleão treze dias depois.

A princípio, não é importante que você saiba de mais detalhes disso... Apenas que o filho de Zeus sobreviveu, derrotando o de Éolo por muito pouco.

E que ele passou seus genes.




A jovem semideusa corria com um pequeno embrulho nas mãos. Ela escapava de diversos homens que queriam matá-la e sua cria junto. Mas, a determinação dela em salvar o pequeno garoto era tamanha — por ser seu filho, por ter esperança de que ele não fosse quem os deuses acreditavam que seria e por muitos outros motivos que só uma mãe entenderia — que, mesmo com ferimentos que sabia que iriam custar sua vida, ela continuava correndo.

Para humanos normais, isso seria impossível, mas ela era uma semideusa: Filha de Nêmesis, a vingança. Por muito tempo, esse mantra de sua mãe, de seu sangue, foi ignorado, mas certos acontecimentos a fizeram almejar a sua justiça. Lutando como uma guerreira nata, sua vida já estava traçada dali e ela aceitava esse destino com muita facilidade.

Ela aceitava que morreria cedo.

Mas um homem apareceu em sua vida. Aquele homem a deu uma motivação para querer viver mais um dia. Para ver seu sorriso, o modo como ele se sentia confiante de que as coisas dariam certo e sua pose de líder nato. E, sem ao menos perceber, estava entrelaçada em uma história complicada de amor. Amor por um deus, por um parente seu. Só tinha vinte e cinco anos, mas aquela já era uma idade recorde para que ela ainda tivesse viva.

E então as parcas começaram a notar isso. E a deram aquele que a faria morrer.

A criança em seus braços chorava, incomodada com o barulho da chuva e das explosões. A semideusa aninhou sua cria contra o peito, protegendo os frágeis ouvidos da dor que os sons produziam. Ensanguentada, a prole de Nêmesis escondeu-se em um beco e respirou fundo, recuperando o fôlego. Não teria muito tempo até que suas pernas não aguentassem mais.

— Meu filho. Cresça. Fique forte. — beijava a testa da criança, a fazendo olhar curiosamente. — E proteja sua família, não importa o que aconteça.

Ao levantar o olhar, viu uma janela aberta. Ela sacudiu o pequeno chocalho para atrair a atenção do pequeno a este e o colocou no parapeito da janela, fechando-a em seguida. Antes que o bebê notasse a falta da mãe, ela saiu correndo, sendo notada pelos semideuses que estavam atrás de si. A criança, enfim segura, começou a chorar.

— Belatriz, venha ver! — ouviu-se uma voz feminina.

— O que foi, Serena? — uma pausa e, após o som de alguns passos, falaram: — Nossa... É um bebê!

— Mas o que é aquele símbolo de raio flutuando na cabeça dele?

— E isso importa? Anda, pega uns panos! Ele deve estar com frio.




As garotas do Royale Cortez maison começaram a se acostumar com o único espécime masculino que vivia entre elas. O bebê basicamente fez com que as mulheres se reunissem junto com a dona, procurando uma maneira de manter a criança —  afinal aquele garotinho era uma fofura em pessoa —  sem que prejudicasse os negócios ou mesmo atraísse a atenção do governo. A discussão acalorada entre moças "pró-bebê" e "contra-bebê" acabou quando a dona do cabaré pegou a criança no colo e se encantou com os olhos inocentes.

— Nós vamos ficar com ele. — quando algumas garotas começaram a retrucar, ela continuou. — Ele pode se tornar um homem digno, se o educarmos para isso. Diferentemente de alguns palermas que frequentam este bordel. — todas se calaram, ouvindo atentamente o que a mulher dizia. — Além disso... É injusto com ele. Provavelmente apareceu na janela porque a mãe não tinha como cuidar. E algumas de vocês sabem muito bem que os orfanatos desse país...

Todas ali sabiam a história de Evita Cortez. Não é interessante contá-la no momento, mas é uma história não muito feliz, com reviravoltas que envolviam o mundo no qual aquele bebê pertencia. Esta parte final, porém, não era do conhecimento de nenhuma das mulheres dali, já que Belatriz e Serena não contaram sobre o símbolo visto, mesmo que não soubessem o que significava.

— Ficaremos com ele. Cada uma de nós vai fazer um pequeno esforço para cuidar dele. — ela falou, sentindo seu dedo ser agarrado pelo garoto. — Belatriz e Serena, quero que vocês fiquem o máximo de tempo possível com a criança até que complete três meses. Afinal, vocês não tem tantos clientes assim. Após isso, revezaremos.

Com um aceno, mesmo que um tanto ofendidas pelo comentário da senhora, elas concordaram. A reunião foi encerrada com alguns resmungos, mas, logo, todas as mulheres do cabaré iriam se encantar por aquele garoto de olhos azuis que iriam se tornar negros com o tempo.




A chuva castigava aquele dia. 24 de julho, o dia do aniversário de Romeo Cortez. Porém, todos, inclusive ele mesmo, consideravam o dia 29 como real aniversário, já que ele fora encontrado naquele dia. Os raios assustavam um pouco a criança de cinco anos de idade, principalmente com o retumbar dos trovões, mas as jovens do cabaré o faziam se sentir protegido.

Ele brincava com alguns bonecos que tinha enquanto as mulheres se maquiavam. Após perguntar sobre seu aniversário, recebendo uma resposta de que os acontecimentos seriam uma surpresa, Romeo se calou. Ouviu, ao fundo, a mãezona Cortez reclamar algo sobre "os clientes não ser tantos hoje", enquanto suas outras mamães suspiravam pesadamente.

Quando elas se despediram do menino e o guiaram até seu quarto, ele colocou os tampões de ouvido sem pestanejar e continuou brincando com os bonecos. Passado algum tempo, o teto começou a se mover acima de si e, dessa forma, ele sabia que estava na hora de ir dormir. Colocou os brinquedos no lugar onde eles ficavam e olhou para cima, vendo um pouco de terra descer.

Algo o dizia que não estaria seguro naquele dia.

Sacudindo a cabeça, ele subiu em cima da cama e se deitou, olhando debaixo desta antes de apagar seu abajur.

Em meio ao torpor e ao acordar, já que iria recomeçar o ciclo de sono pela quarta vez, ouviu um grito feminino agudo. De súbito, levantou-se, verificando se os tampões estavam no lugar. Após verificar que sim, ligou a luz, olhando para os lados e ouviu o grito novamente. Retirou os tampões e percebeu que o grito mais parecia um grasnar ensurdecedor. Estava com medo, mas queria saber o que estava acontecendo.

Então, pegando a pequena faca de emergências que a mãezona o dera, abriu a porta devagar e desceu as escadas da mesma forma. O salão estava escuro, talvez porque as atividades do cabaré já tinham terminado faziam algum tempo, e vultos pareciam se mover, procurando por alguma coisa. Foi um raio que revelou ao pequeno o que eram os vultos: Uma mistura aterrorizante de aves com humanos, que não pareciam notá-lo.

Não gritaria. Suas mães não acreditariam nele e iria tomar um castigo. Porém, não conseguia se mover.

Uma luz azul com um raio apareceu acima de sua cabeça, chamando a atenção daquelas coisas. O grasnar se tornou mais alto e, antes que pudesse pensar, seu corpo o jogou escada abaixo para desviar do ataque daquele monstro. Caído ao chão com braços e pernas doloridos, além de joelhos e cotovelos feridos, ele sentiu a criatura passar por cima de si, produzindo uma brisa. Outra vez, seu corpo reagiu, rolando para o lado e se colocando embaixo de uma mesa.

A faca, no primeiro movimento, escapuliu de suas mãos, ficando em um degrau da escada. O barulho que ele fizera ainda não era o suficiente para alertar as garotas, mas após o ser começar a esmurrar a mesa em que ele estava embaixo, ouviu passos fortes. Encolheu-se, a luz azul forte acima de si saindo por baixo da mesa e fazendo um pequeno clarão em um raio que só compreendia o salão.

Os passos cessaram, assim como os grasnares daquela criatura e mesmo as batidas dela contra a madeira. Com medo, continuou encolhido ali e, quando foi puxado pelas pernas, a primeira coisa que fez foi colocar as mãos em frente ao rosto, empurrando-as na direção de quem quer que fosse. Sem querer, acabou dando um choque no homem, que fez uma careta, reconhecendo o poder — mesmo que não tivesse efeito maléfico nele — e acenando para as mulheres atrás de si se afastarem por um momento.

— Você tá seguro, garotão. — o homem estranho abraçou-o, mesmo um tanto sujo de pó. — Acalme-se.

Aos poucos, Romeo foi se acalmando até parar de tremer. Após isso, levantou-se, desfazendo o abraço e olhou para suas mães, com os olhos cheios de lágrimas. Ele não iria chorar. Não mesmo. Assim como raramente demonstrava emoções, não iria fazer com que uma das poucas que demonstrasse fosse o terror que sentia no momento. Então, sorriu, repuxando com força os lábios.

As mulheres do cabaré afastaram o homem e deram um abraço em grupo na criança. Assim, Romeo acabou não resistindo e chorou como quando era só um bebê de quatro dias de idade. Era uma das poucas vezes que o fazia.

Depois, ao ser trazido para o acampamento pelo semideus que o salvara, foi que ele soube: Era um semideus e seu pai estava governando os céus.



Narração




Romeo acordou sentindo o ar rarefeito e ionizado dos céus após uma chuva. O olhar demorou a se adaptar, mas, assim que o fez, notou que o cenário era diferente do que antes estava. Pelo que bem se lembrava, deveria estar acabado no meio de um deserto, com só o sol ardente o fazendo companhia. Levantou-se do chão fofo, observando o caminho branco de pedras e pequenas ilhas de nuvens em que prédios de gregos foram colocados ali.

Estaria no paraíso? Mas como? Aquela luta não o deveria ter matado, deveria? Perguntas faziam sua cabeça rodar igual a um peão e, se Mariana estivesse ali, diria que ele parecia um peão da casa própria, mesmo que ele não pegasse a referência. Ele andou para o caminho de pedras, um passo de cada vez, e após ver onde aquilo iria dar — para um prédio enorme com um salão gigantesco ou para um elevador —, pensou sobre o que deveria fazer.

Flashes da batalha se passavam em sua mente como borrões. Algumas vezes, coisas se tornavam nítidas, como a manipulação da energia que conseguira após usar a energia elétrica provinda de um rádio velho. Outras, porém, já estavam tão borradas, que ele não sabia o que tinha feito. Só sabia que, apesar de ter matado a dracaena com um golpe de sorte, sua falta de energia o deixara quase morto.

Decidindo avançar para o prédio grande, começou a caminhar um pouco mais rápido. Porém, algo o parou no meio do caminho. À frente, um garoto de sua idade um pouco baixo estava e segurava um sabre idêntico ao que ganhara após decidir sair do acampamento. A lança atrás do outro também era igual a que o deram logo que chegara no mesmo local. Estranhou um pouco, já que não era acostumado a ver garotos daquela idade como meio-irmãos.

Até que um pequeno detalhe o alertou: Seu sabre e lança não estavam consigo.

O garoto riu, se divertindo com a confusão nos olhos de Romeo, mesmo que em sua expressão não houvesse mudança. Então, ele voou, fazendo com que o menino o seguisse direto para dentro do salão. Após chegarem a um imenso corredor, o garoto estranho jogou a espada no chão e parou no ar. Sorrindo, esperou que o filho de Zeus visse a arma ao chão e tentasse pegá-la para lançar uma lufada de vento contra ele. Empurrando-o para trás com isso, começou a zombar do loiro ao rir de suas tentativas frustradas.

Embora Romeo estivesse realmente irritado, ele não demonstrava. Em vez disso, parecia que sua "poker face" ficava mais intensa à medida que ele era jogado para trás. Entre uma das risadas do menino desconhecido, o filho de Zeus conseguiu se jogar e pegar o sabre antes que outra ventania o jogasse para trás. Ao conseguir se levantar, seu reflexo foi rápido e, mesmo se jogando para o lado com uma força desnecessária, desviou de um dos ataques daquele estranho.

— Oras... Você foi bem treinado! Quem o fez? Josh? Simmon? — enquanto o moreno citava nomes de outros filhos de Zeus, Romeo avançava com o sabre. — Ok, você não tá a fim de conversa, não é?

O estranho trocou golpes com a prole dos céus, ora desviando das investidas, ora as bloqueando com facilidade. Girou a espada e, antes que o loiro pudesse reagir, deu um baita de um chute no tórax deste, o empurrando para trás. Após isso, outra lufada de vento o empurrou para mais longe. Romeo caiu e, após ver de canto de olho a investida do outro, rolou para o lado e agarrou sua perna, soltando a espada e o puxando. Com aquele ataque repentino, o desconhecido caiu no chão, batendo a cabeça com alguma força no piso do corredor.

Os dois se separaram, ambos um tanto desnorteados. Romeo foi o primeiro a se levantar e, partindo para cima do moreno, tentou desferir um golpe de cima a baixo com o sabre. Porém, o que ele não esperava era que aquele estranho puxasse uma arma um tanto esquisita de dentro do robe que usava e bloqueasse seu golpe de tal maneira que o fizesse deslizar sem nenhuma defesa. Acertado por outro chute, dessa vez na lateral de seu corpo, o filho de Zeus voou. Ou quase. Afinal, aquele cara esquisito usou também lufadas de vento juntamente com o golpe que fizera para conseguir afastá-lo de si.

Antes, porém, que aquele estranho avançasse novamente, uma voz feminina se fez ouvir:

— Não estamos aqui para isso, Xavier.

Romeo levantou a cabeça e viu uma garota de sua idade sair de um dos corredores adjacentes ao que estava e se colocar na frente do estranho, que parecia se chamar Xavier. Ela mencionava algo sobre terem resgatado o menino para conseguirem ter a idade normal deles de volta. Além disso, ela apontava para a prole de Zeus várias vezes enquanto brigava com o estranho sobre ter puxado uma luta com quem eles salvaram.

Após uma série de resmungos por parte de Xavier, a garota ouviu alguma coisa e o puxou pelas orelhas para o lugar de onde viera. Romeo tomou essa oportunidade como uma chance para pegar seu sabre e a lança, os dois jogados no chão, e zarpar dali o mais rápido possível.

E o fez.

Porém, antes de sair dali, ele cruzou com uma mulher um tanto calma que o olhou atentamente. Ela sorriu de forma amável e continuou seu caminho, enquanto Romeo seguia em direção ao elevador que o trazia ali. No fundo de sua mente, palavras se formaram como mágica:

"Ele será um bom amigo para Ryan e Dante."

Poderes e armas:
Poderes:

Perícia com armas laminadas (Nível 1)- Filhos de Zeus são bons com espadas, as manejando com certa familiaridade. NOVO![criado por Sadie Bronwen] [Passivo]

Controle sobre a eletricidade de iniciante (Nível 1) - Você controla um pouco da eletricidade ambiente. Não é letal, mas pode ser útil. Em um ataque, você pode concentrar a eletricidade na palma de sua mão, na forma de uma pequena esfera. Pode ser usada em ataques corpo a corpo ou atiradas no inimigo, a uma distância curta, de até 5 m, mas não causa impacto no oponente. 1 esfera a cada 10 níveis. [Ativo]

Armas:

{Thunder} / Lança [Lança metálica, feita inteiramente de bronze sagrado. A ponta é maior do que a de lanças comuns, formando uma lâmina em forma de raio, que apesar de mais difícil de manejar para quem não é acostumado, pode causar danos potencialmente maiores, ainda mais considerando-se o peso, já que até seu cabo é metálico. Esse dano adicional contudo não é inerente à arma, dependendo do manuseio e habilidades do semideus.] {Bronze sagrado} (Nível Mínimo: 1) [Recebimento: Presente de Reclamação de Zeus]

{Karabela} / Sabre [A karabela tem um punho aberto com o pomo no formato de uma cabeça de águia. Seu cabo anatômico permitia o manejo mais fácil de cortes circulares quando se luta a pé e e de cortes oscilantes quando montado no cavalo/pégaso. É feita de bronze sagrado e seu punho é revestido com couro. Vem junto de uma bainha de couro. No nível 20 transforma-se em um anel, com a cabeça e as asas de uma águia entalhadas.] {Bronze sagrado e couro} (Nível Mínimo: 1) [Recebimento: Presente de Reclamação de Zeus]



Off




Observações: Bem... Acho que tenho mais observações a fazer sobre a parte da narração do que a da reclamação. Resumo off do que aconteceu na narração: Romeo voltou para o cabaré após algum tempo de treino no acampamento e com irmãos mais velhos fora dele. Para voltar, ele acabou devendo um favor a um cara e esse cara resolveu cobrar o favor o mandando para uma missão no deserto: Encontrar outro cara. Porém, ele acabou sendo atacado por várias criaturas — mas como eu não posso narrar poderes acima do level 1, então eu deixei essa parte borrada, exceto a dracaena, que era o monstro a qual ele poderia enfrentar nesse level — e sendo derrotado no processo e deixado para morrer. Aí ele foi salvo pelo Xavier — que é filho de Éolo, por isso as lufadas de vento — e pela outra garota para que eles desfizessem a maldição da idade que adquiriram. Levado ao Olimpo, Romeo teve a lutinha com Xavier, que só queria brincar com ele, e os dois foram interrompidos pela outra garota. A moça que ele encontrou no caminho era Psiquê, que é de suma importância para esse link entre Romeo e os outros dois meninos citados por esta: Ryan e Dante.

Sobre a História: A primeira parte é pura trama, nem vou explicar porque perde a graça, mas você que leu as entrelinhas já entendeu. A segunda parte eu acho que é autoexplicativa, afinal explica quem era a mãe de Romeo e porque ele foi deixado no cabaré. A terceira parte é para explicar mais ou menos porque ele foi criado pelas meretrizes e não foi mandado a um orfanato, o que seria mais lógico. E sobre a quarta parte: Bem... Ele não estranhou a maior parte das coisas que fazia porque as mulheres sempre o fizeram ter esses hábitos. Hábitos não se discutem, assim como crenças, por exemplo. Eles só se fazem.



Características




Físicas: Romeo tem 1,30m de altura, obviamente sendo normal para uma criança de oito anos. 35kg de pura massa muscular magra, embora seja bem palitinho. Pele branca, cabelos loiros e olhos negros, embora enquanto recém-nascido suas íris eram azuis. O sorriso branco é pouco mostrado, assim como as cicatrizes em suas costas provenientes do treinamento que fizera. Anda sempre muito bem arrumado, gosto que pegou das meretrizes e também de um dos irmãos mais velhos, o que faz com que ele se pareça mais velho.

Psicológicas: Romeo é um garoto reservado e quieto, diferente dos outros garotos de sua idade. Ele é educado e um tanto frio, não conseguindo demonstrar suas emoções com facilidade. Embora sua TDAH seja proeminente, o jovem conseguiu uma maneira de manter sua hiperatividade sobre controle, normalmente causando um desvio de atenção maior que o planejado e o fazendo perder explicações inteiras ou não entender o contexto das coisas ao seu redor. As "qualidades" que recebeu de seu pai como a liderança e a teimosia, o fazem parecer ser arrogante. Porém, o menino tem um coração gentil. Ele é maduro para a idade que tem, mas ainda mantêm um pouco dos traços infantis como o gosto por brincadeiras e a inocência, ainda que bastante comprometida.

Gosta de futebol, sendo torcedor fanático do Chelsea — o que é meio irônico, já que o time tem a cor azul como principal, a mesma cor que representa seu pai divino. Outros gostos incluem boas roupas, brinquedos, amigos fieis, suas "mães", filmes, etc. As coisas que não gosta são jiló, pepino, pessoas que o fazem mal de alguma forma, coisas de circo em geral e homens rudes.

Romeo, child of thunder and whores
Romeo Cortez
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Teste para filhos de Zeus - Setembro

Mensagem por Zeus em Qui 01 Out 2015, 15:19


Avaliação
Vamos ver como você foi...


Romeo Cortez: Reclamado.

Há um bom tempo eu não via um teste para filhos de Zeus e devo admitir que fiquei bastante contente ao ver que nesse mês havia uma postagem. Gostei de sua história do início ao fim, e devo-lhe parabenizar pelo modo como a criou, pois estou curioso em relação a trama destinada a Romeo.

Não percebi nenhum erro grave ou notável em seu post, o que aumentou ainda mais sua chance de aprovação e ao terminar de ler tudo tive a certeza de que Romeo é um legítimo filho de Zeus.

Os meus parabéns e caso tenha alguma dúvida ou reclamação envie-me uma MP.

Atualizado.
Por Asclépio


Corrija um sábio e o fará mais sábio.
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