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[A Morte De Pedroso] - MNIF para Raffel E. Cifer e Nero Serafein

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[A Morte De Pedroso] - MNIF para Raffel E. Cifer e Nero Serafein

Mensagem por Atena em Qui 15 Out 2015, 22:43


A Morte De Pedroso


Ele estava nervoso, suas mãos estavam geladas e sua testa estava úmida de suor. O rapaz era pequeno, uma simples criança inocente que tinha um coração tão puro que não seria capaz de roubar uma amora. Suas pernas estavam moles, e ele quase caiu ao tropeçar em uma pedra.

"Acalme-se, Pedroso! Isso não vai ser tão difícil", pensou o garotinho.

O sol estava baixando, com poucas nuvens vistas no céu que escurecia e fazia aparecer pequenos pontos brancos em seu véu negro. Pedroso caminhava até os campos de morango, seu rosto pálido demonstrava sua preocupação. Filho de Phobos, a pequena criança tinha medo de praticamente tudo, desde o contato humano até os últimos raios solares que iluminavam em sua pele. Uma tarde inteira de trabalho não lhe parecia muito agradável.

➣Pontos Obrigatórios

❃ Narre uma introdução de acordo com a narração.
❃ Fale o que sentiu, detalhe seu post etc...
❃ Conheçam nosso querido Pedroso!
❃ Seguinte, meus jovens: Vocês devem narrar o que estavam fazendo nos campos de morango, sim, devem estar lá. Terminem a narração vendo Pedroso e podem (ou não, sei lá) interagir com ele ou entre si.

➣Sistemas

Ambientação:
Morangos em geral necessitam de clima ameno para crescer, sendo plantados no final do verão para serem colhidos no final do outono. Contudo, a magia do Acampamento e a habilidade dos sátiros, dríades e semideuses ligados às plantas faz com que seu cultivo seja praticamente perene no local. Os campos são, então, divididos em áreas com diversos tipos de desenvolvimento:

Área 1: Terreno com a terra a ser preparada para as novas mudas. Aqui, o trabalho é mais braçal, com limpeza do solo a ser utilizado, retirando ervas daninhas, mistura de substrato e a separação da área em trincheiras para o plantio.

Área 2: Terreno para a plantação de mudas. Aqui, as mudas trazidas da estufa são transplantadas. É um trabalho delicado, que requer cuidado e atenção, além de condições adequadas de umidade do solo.

Área 3: Manutenção. Aqui, apesar de ainda não estarem no ponto são plantas mais desenvolvidas. Requerem cuidados com a poda e irrigação, além de controle de pragas.

Área 4: Morangos maduros: Os campos onde os pés estão prontos para a colheita. Deve-se ter cuidado com as frutas, que são frágeis, para não ocasionar perdas na produção.

Além dessas áreas, há outros pontos de interesse:

Estufas: Local onde são criadas as mudas até o estágio adequado para o transplante na terra. O controle de condições aqui é mais rígido, para que não haja perdas.

Campo de adubo: Essa área afastada é utilizada para a fabricação de adubo para os campos, utilizando o esterco de pégasos e cavalos e restos orgânicos, provenientes de sobras do refeitório. O cheiro é terrível, mas está longe o suficiente para não interferir nos campos.

Galpão: Próximo às estufas, o galpão guarda os itens necessários para o trabalho no local. Pás, sacos de substrato, carrinhos de mão, mangueiras. O controle do sistema de irrigação também fica ali. Uma áres específica é destinada ao armazenamento dos morangos colhidos. As embalagens ficam guardadas aqui também, e há um refrigerador na temperatura adequada para manter os morangos recém colhidos frescos, enquanto não são enviados para a cidade para a venda - trabalho realizado por Argos na van, geralmente na companhia de um ou dois sátiros ou outro campista.

Controle de irrigação: Presente em todo o campo. O controle central fica próximo ao galpão. Cada área tem controles específicos que regulam a quantia de água e regularidade em que são irrigadas.

Além disso, existem vários sátiros e campistas auxiliando e controlando tudo, para evitar que novatos cometam qualquer besteira.
Fonte: Eos (q)
Armas:
Pedroso: Cimitarra de bronze sagrado [Espada de lâmina fina e leve, entre 90 e 140 cm, levemente recurvada. Prioriza a agilidade do usuário, sendo melhor para ataques de corte do que de perfuração, ainda que também possa ser usada dessa maneira. Devido ao pouco peso, é empunhada com uma única mão, deixando a outra livre para utilizar escudos ou outros itens. O cabo é de madeira, revestido em tecido][Bronze sagrado, madeira e seda][Sem nível mínimo, sem elementos]
Raffel E. Cifer: Confira nos próximos
Nero Serafein: Confira nos próximos
Status:

Pedroso (Nível 1) Filho de Phobos
100/100 HP
100/100 MP

Raffel E. Cifer (Nível 14) Filho de Héracles
175/230 HP
180/230 MP

Nero Serafein (Nível 1) Filho de Ares
100/100 HP
100/100 MP

➣Informações Adicionais

❃ Coloque armas, poderes, observações, mascotes etc... Tudo em spoiler. Poderes divididos por ativos e passivos. Citar só os que usar.
❃ Tente não usar templates que atrapalhem a leitura e organize bem os parágrafos.
❃ Local: Campos de morango.
❃ Horas Início: 19:00.
❃ Clima: Clima ameno, sol baixo, quase sumindo no horizonte.
❃ Qualquer dúvida, reclamação, detalhe, recalque, destaque, informação, me mande mp.
❃ Quando postar, me mande mp também :)
❃ Prazo de 10 dias. Se quiser mais, mande mp. O prazo se aplica a ambos e a ordem de postagem não é estipulada. Assim, após acabar os 10 dias, e se tiver apenas um post, a missão irá seguir com um turno sem a narração de um dos membros.
❃ Missão Narrada Interna Fácil Raffel E. Cifer e  Nero Serafein



O sábio escuta, o tolo discute
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Re: [A Morte De Pedroso] - MNIF para Raffel E. Cifer e Nero Serafein

Mensagem por Raffel E. Cifer em Seg 26 Out 2015, 18:04






Oblívio e estrelas,
todas as coisas em um afastamento constante.
Não fazia sentido para Raffel estar sendo envolvido pelo clima ameno e pelas brumas negras da noite, mas tampouco fazia sentido para ele estar entre as quatro paredes do chalé, preparando-se para descansar. Ele não precisava dormir tanto quanto os demais, pois embora seu silêncio fosse quase palpável, a sua mente de constructo era inquieta e ele prezava pela sua atenção às coisas — seu descanso era vago pois sua mente sobre-humana não tinha os problemas de um cérebro comum: o foco era parte de sua arte e não deixava-se muito devanear, resultando em uma peso bem menor sobre sua energia e, por logo, numa necessidade menos frequente e mais branda de recarregá-la.

De fato, estar sendo banhado pela luz do luar não dava-lhe nenhum conforto extra, mas o que mais ele podia fazer, se não havia nada no mundo que o agradasse? Se ele estava longe de sentir qualquer coisa?

(Sem que haja nenhuma opção, a máquina continua a funcionar, mexendo suas engrenagens da melhor forma possível.)

Então, por fim, apenas ficou, com as sandálias de madeira sobre a superfície fria de uma pedra quase totalmente coberta pelo musgo, no centro de uma clareira, como se estivesse à espera de algo ou alguém.

A situação parecia propícia, de fato, para alguém vir-lhe dar um susto, mas tendo em vista que a própria visão do heracliano já era em si fantasmagórica, ninguém do acampamento tentava pregar peças nele, ainda que aos sussurros pelos cantos fizessem comentários fúteis sobre sua aparência.
Ele ouviu passos à sua esquerda, no meio da mata. Seu instinto o fez rapidamente virar a cabeça na direção do ruído, no entanto, nada detectou e os barulhos cessaram. Olhando com mais atenção, agora já de pé, viu um morango esmagado próximo de um arbusto, derretido, embora, Raffel deduziu, tivesse sido lustroso. Passou um dos dedos na fruta e olhou para sua pele manchada por um líquido vermelho tênue, em seguida sendo novamente alertado por um vulto na mata.
Seguiu-o, sem pressa, mas sem perdê-lo de vista. Ouvia as pisadas do outro ser executadas com delicadeza, embora não pudesse identificar sua silhueta.

(o que era? curiosidade?)

Então, por fim, conseguiu se aproximar. Havia na sua frente um animal, um cariacu, com uma galhada enorme e cheia de ramificações, demonstrando sua velhice; ao contrário do que a espécie costuma fazer, o cervídeo não se assustou nem fugiu, ficando tranquilo com o toque gélido de Raffel em seu dorso marrom-avermelhado. Ele parecia distraído, o heracliano pode observar: estava olhando fixamente para alguma coisa. O filho de Héracles guiou seu olhar junto do dele e observou a imensidão dos campos de morangos, banhados por resquícios de luzes solares, que resistiam fielmente mesmo quando a lua já demonstrava-se no céu. Então, por fim, o cervídeo bramou alto, quase como se chorasse e bateu os pés, caminhando em outra direção e fazendo deslizar a mão do heracliano por sobre seu pelo.

(dizem que nem mesmo os lobos podem alcançá-los em uma corrida... é um animal admirável.)

Olhou de novo para frente e desprendeu-se da mata fechada, caminhando até os campos com a intenção de pegar para si uma daquelas suculentas frutas.

(afinal, do que você tem medo?)

Ouviu os passos antes de vê-los e viu um garoto de aparência estranha quase tropeçar em uma pedra. Ele visivelmente tremia e parecia atordoado, quase como se temesse tudo que o cercava. Viu-o, mas pareceu não ter sido visto. Não demonstrou nenhuma reação, como era esperado. Ele apenas estava ali, era o acaso.

(você tem medo do esquecimento?)

Equip:
♦ Katana de bronze sagrado [A versão japonesa da espada bastarda, possui a lâmina extremamente afiada e levemente curva, sendo resistente devido ao seu processo de criação, mais poderosa para quem utiliza a destreza do que a força, devido à técnica requerida ao seu uso, diferente da espada bastarda ocidental. Assim como ocorre com a wakisashi, seu feitio costuma ser mais detalhado do que o de armas ocidentais, com empunhadura em madeira, revestida em tecido e geralmente com padrões alinhavados de seda ou linhas nobres. Acompanha bainha resistente, de bambu][Bronze sagrado, madeira e tecido.][Nível mínimo: 5. Sem elemento]


As leis da física e do espaço e tempo sempre tão pontuais em seu funcionamento. Nada para, nada volta para trás.

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Créditos à: tendercholeric, pela citação da fanfic Cosmonauta de sua autoria.
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Re: [A Morte De Pedroso] - MNIF para Raffel E. Cifer e Nero Serafein

Mensagem por ♦ Eos em Sab 20 Fev 2016, 03:00

Player Nero punido pelo abandono. Poseidon continuará a narração com Raffel.
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Re: [A Morte De Pedroso] - MNIF para Raffel E. Cifer e Nero Serafein

Mensagem por Hefesto em Sab 20 Fev 2016, 23:17


A Morte De Pedroso


Raffel viu o jovem Pedroso cruzar alguns metros de morangueiras sacudindo a cabeça de um lado para o outro. Parecia procurar alguma coisa. As mãos do jovem, pelo pouco que conseguia notar, estavam cruzadas contra o peito, em uma posição que era, pelo visto, um indício de que estava ligeiramente assustado. Ele parou, olhando pálido para um ponto distante ao oeste dali e ficando extremamente pálido, antes de seguir seu caminho em direção às estufas.

Agora, o jovem filho de Herácles estava sozinho. Pelo pouco que sabia do menino, devido às zuações dos próprios irmãos de Pedroso, tinha hipóteses sobre o porquê do garoto medroso estar naquele lugar àquela hora. Assim que o perdeu de vista, o sol saiu do céu, deixando seus últimos raios a iluminar aquela parte do globo terrestre.

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❃ Narre uma introdução de acordo com a narração.
❃ Fale o que sentiu, detalhe seu post, etc.
❃ Decida o que fazer.

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Morangos em geral necessitam de clima ameno para crescer, sendo plantados no final do verão para serem colhidos no final do outono. Contudo, a magia do Acampamento e a habilidade dos sátiros, dríades e semideuses ligados às plantas faz com que seu cultivo seja praticamente perene no local. Os campos são, então, divididos em áreas com diversos tipos de desenvolvimento:

Área 1: Terreno com a terra a ser preparada para as novas mudas. Aqui, o trabalho é mais braçal, com limpeza do solo a ser utilizado, retirando ervas daninhas, mistura de substrato e a separação da área em trincheiras para o plantio.

Área 2: Terreno para a plantação de mudas. Aqui, as mudas trazidas da estufa são transplantadas. É um trabalho delicado, que requer cuidado e atenção, além de condições adequadas de umidade do solo.

Área 3: Manutenção. Aqui, apesar de ainda não estarem no ponto são plantas mais desenvolvidas. Requerem cuidados com a poda e irrigação, além de controle de pragas.

Área 4: Morangos maduros: Os campos onde os pés estão prontos para a colheita. Deve-se ter cuidado com as frutas, que são frágeis, para não ocasionar perdas na produção.

Além dessas áreas, há outros pontos de interesse:

Estufas: Local onde são criadas as mudas até o estágio adequado para o transplante na terra. O controle de condições aqui é mais rígido, para que não haja perdas.

Campo de adubo: Essa área afastada é utilizada para a fabricação de adubo para os campos, utilizando o esterco de pégasos e cavalos e restos orgânicos, provenientes de sobras do refeitório. O cheiro é terrível, mas está longe o suficiente para não interferir nos campos.

Galpão: Próximo às estufas, o galpão guarda os itens necessários para o trabalho no local. Pás, sacos de substrato, carrinhos de mão, mangueiras. O controle do sistema de irrigação também fica ali. Uma áres específica é destinada ao armazenamento dos morangos colhidos. As embalagens ficam guardadas aqui também, e há um refrigerador na temperatura adequada para manter os morangos recém colhidos frescos, enquanto não são enviados para a cidade para a venda - trabalho realizado por Argos na van, geralmente na companhia de um ou dois sátiros ou outro campista.

Controle de irrigação: Presente em todo o campo. O controle central fica próximo ao galpão. Cada área tem controles específicos que regulam a quantia de água e regularidade em que são irrigadas.

Além disso, existem vários sátiros e campistas auxiliando e controlando tudo, para evitar que novatos cometam qualquer besteira.
Fonte: Eos (q)
Armas:
Pedroso: Cimitarra de bronze sagrado [Espada de lâmina fina e leve, entre 90 e 140 cm, levemente recurvada. Prioriza a agilidade do usuário, sendo melhor para ataques de corte do que de perfuração, ainda que também possa ser usada dessa maneira. Devido ao pouco peso, é empunhada com uma única mão, deixando a outra livre para utilizar escudos ou outros itens. O cabo é de madeira, revestido em tecido][Bronze sagrado, madeira e seda][Sem nível mínimo, sem elementos]
Raffel E. Cifer: ♦ Katana de bronze sagrado [A versão japonesa da espada bastarda, possui a lâmina extremamente afiada e levemente curva, sendo resistente devido ao seu processo de criação, mais poderosa para quem utiliza a destreza do que a força, devido à técnica requerida ao seu uso, diferente da espada bastarda ocidental. Assim como ocorre com a wakisashi, seu feitio costuma ser mais detalhado do que o de armas ocidentais, com empunhadura em madeira, revestida em tecido e geralmente com padrões alinhavados de seda ou linhas nobres. Acompanha bainha resistente, de bambu][Bronze sagrado, madeira e tecido.][Nível mínimo: 5. Sem elemento]

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Re: [A Morte De Pedroso] - MNIF para Raffel E. Cifer e Nero Serafein

Mensagem por Raffel E. Cifer em Qui 25 Fev 2016, 11:15






O vazio entorno da lua,
e os detalhes que não vemos.
Raffel não tinha certeza se havia sido visto realmente - dada a sua expressão atordoada, o garoto poderia muito bem tê-lo visto e não tê-lo notado. Não era importante.
Ele observou o semblante do rapaz e rapidamente pode analisá-lo. O que estaria fazendo nos campos de morangos àquela hora? Lembrou-se do bullying constante do qual o indivíduo era vítima assim que o reconheceu. Pretendia se vingar? Seria uma ideia estúpida, se o fizesse na força bruta. Talvez houvesse uma briga marcada. Ou talvez pretendesse acabar com a própria vida.

(não é importante, é só um garoto assustado.)

Seria uma ameaça ao acampamento? Várias ideias circulavam pela mente de Raffel, embora fossem rejeitadas em seguida.

(nada interessa quando a verdade é alcançável.)

Olhou para a mesma direção que o jovem e tentou segui-lo após uma breve pausa, apenas para manter o olho nele. Apenas.
Sem motivo, tal qual eram todas suas outras ações.

Raffel era programado para ser assim, cauteloso. Ou talvez não.

(No fim, todos estamos em busca de algo que não sabemos e não entendemos.)

E a noite abraçava mesmo os indignos.


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Re: [A Morte De Pedroso] - MNIF para Raffel E. Cifer e Nero Serafein

Mensagem por Hefesto em Sab 27 Fev 2016, 08:07


A Morte De Pedroso


Não foi com tanta dificuldade que o jovem Raffel achou as estufas e, com isso, visualizou o pobre menino atormentado se esgueirando para dentro do local. Pelas paredes envidraçadas, ele viu que o garoto parecia estar discutindo com alguém. O gesticular de suas mãos e a expressão um tanto aterrorizada de seu rosto indicavam que a pessoa com a qual estivesse conversando - escondida entre as plantas - o intimidava. O filho de Herácles pôde ver também algo nas mãos de Pedroso, que logo foi surrupiado pelo outro indivíduo que não conseguia identificar.

Saindo vagarosamente, Pedroso pareceu olhar para a direção onde estava Raffel, como se o tivesse achado, antes de sacudir a cabeça e ir em direção ao galpão, enquanto mexia freneticamente nos bolsos de sua bermuda.

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Área 1: Terreno com a terra a ser preparada para as novas mudas. Aqui, o trabalho é mais braçal, com limpeza do solo a ser utilizado, retirando ervas daninhas, mistura de substrato e a separação da área em trincheiras para o plantio.

Área 2: Terreno para a plantação de mudas. Aqui, as mudas trazidas da estufa são transplantadas. É um trabalho delicado, que requer cuidado e atenção, além de condições adequadas de umidade do solo.

Área 3: Manutenção. Aqui, apesar de ainda não estarem no ponto são plantas mais desenvolvidas. Requerem cuidados com a poda e irrigação, além de controle de pragas.

Área 4: Morangos maduros: Os campos onde os pés estão prontos para a colheita. Deve-se ter cuidado com as frutas, que são frágeis, para não ocasionar perdas na produção.

Além dessas áreas, há outros pontos de interesse:

Estufas: Local onde são criadas as mudas até o estágio adequado para o transplante na terra. O controle de condições aqui é mais rígido, para que não haja perdas.

Campo de adubo: Essa área afastada é utilizada para a fabricação de adubo para os campos, utilizando o esterco de pégasos e cavalos e restos orgânicos, provenientes de sobras do refeitório. O cheiro é terrível, mas está longe o suficiente para não interferir nos campos.

Galpão: Próximo às estufas, o galpão guarda os itens necessários para o trabalho no local. Pás, sacos de substrato, carrinhos de mão, mangueiras. O controle do sistema de irrigação também fica ali. Uma áres específica é destinada ao armazenamento dos morangos colhidos. As embalagens ficam guardadas aqui também, e há um refrigerador na temperatura adequada para manter os morangos recém colhidos frescos, enquanto não são enviados para a cidade para a venda - trabalho realizado por Argos na van, geralmente na companhia de um ou dois sátiros ou outro campista.

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Fonte: Eos (q)
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Re: [A Morte De Pedroso] - MNIF para Raffel E. Cifer e Nero Serafein

Mensagem por Raffel E. Cifer em Sab 05 Mar 2016, 03:50






E silenciosamente suportamos
tudo aquilo que cai sobre nós.


E, então, assim como o vento que entre vezes naquela estranha noite o abraçava, a fissura o envolveu, mas diferente do vento, ela também o apertou e o cegou.

Fissura incluída por interpretação:
Era pôr-do-sol, mais especificamente, golden hour, onde todas as cores curvavam-se àquela do sol. No entanto, havia neblina, formando um ambiente único envolta do rapaz. Seu primeiro instinto foi procurar o punho de sua katana enquanto estudava aquilo que o contornava, mas não encontrou nem espada, nem ameaça. Estava cercado por cervídeos, na verdade. Ele via suas silhuetas esbeltas através do véu neblinoso e eles pareciam não dar importância a sua presença. Sem pistas do que fazer, ele caminhou sobre a grama molhada e olhou de perto um deles. Finalmente o animal pareceu notá-lo, mas não houve nenhum maior alarde, pelo contrário, ele se aproximou, descendo sua coroa de chifres a altura dos olhos de Raffel com sutileza. O semideus não demonstrou emoção alguma - mas o sortudo e inexistente espectador podia identificar algo preso ao fundo de seus olhos, algo que vê-se no sorriso de uma criança, na respiração de um animal filhote... havia inocência - quando observou um pedaço de papel sujo junto a uma das pontas da galhada. Havia algo escrito ali, sim.
“Humanos são criaturas extremamente peculiares; podem eles ser tanto anjos quanto monstros.”

Imagem ilustrativa.

Piscou. Piscou novamente para ter certeza de que estava de volta e algo próximo de segurança surgiu quando sentiu o peso conhecido da bainha de sua katana presa à cintura.
A frase não saía de sua mente, “anjos e monstros”, sua própria voz reverberava dentro de sua cabeça pronunciando-a, embora fosse programado para não deixar-se levar por incógnitas. Mas ali ela estava. Contrariando-o.

(uma máquina é um anjo ou um monstro?)

Antes da breve visão, ele presenciou de fora das estufas uma cena duvidosa e incerta. O rapaz que (não necessariamente) seguira até ali havia entrado em uma das estufas e parecia estar em uma discussão calorosa lá dentro, com um indivíduo escondido pelas plantas. Sem muito tempo para reagir humanamente, viu o mesmo rapaz sair da estufa e olhar brevemente na sua direção, mas sem nada ver, logo em seguida continuando um caminho desconhecido.
Raffel esgueirou-se contornando a estufa procurando o segundo participante da discussão com os olhos, prestando-se logo junto a porta. Seu olhar prescrutava. Seu olhar nada dizia. Seu semblante era sério e ao mesmo tempo vazio.
E nada mais.

Equip:
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Explicação da fissura:
Fissura: dom meramente interpretativo que pode vir a dar para o personagem "visões do futuro", isso acontece pois sua mente foi modificada para ter um raciocínio lógico superior, permitindo que zilhoēs de hipóteses sejam fantasiadas em sua cabeça. São pensamentos rápidos que surgem com a mesma velocidade que uma resposta de um cálculo matemático surge em uma calculadora (ou simplesmente na velocidade do pensamento), sendo estimulados por diversos fatores. As visões tão atemporais, ou seja, na cabeça do personagem estas apresentam minutos, horas ou dias, mas este tempo não ocorre da mesma forma fora da mente de Raffel. Um milésimo de segundo pode fazer com que Raffel tenha, pelo menos, 20 visões de 10 minutos cada e enquanto elas ocorrem, nenhum sinal de distração é notado no filho de Héracles, de forma que isso não o deixa vulnerável.
Pode ser considerado instinto, paranoia, raciocínio rápido ou até mesmo previsões, não passando - obviamente - de pensamentos; logo, são ações que apenas ocorrem na psique do filho de Héracles, o que não descarta as chances de que realmente aconteçam - pela boa observação de Raffel, as chances são altas, mas dependem sempre de ações primárias.
Elas são apenas possíveis devido a um acontecimento na história de Raffel: um dom desenvolvido após transmutações neurológicas feitas no garoto quando criança durante a guerra fria, esta mesma que removeu suas emoções. Entre vezes o personagem não mantém uma lembrança nítida do que viu, principalmente se não for uma visão de fato importante, mas se o que pensou ocorre ou começa a ocorrer, ele sofrerá uma espécie de déjà vu, lembrando-se automaticamente do ocorrido. Não gasta MP, nem causa desgaste.
Intenção:
Caso a pessoa com quem Pedroso discutira esteja ainda ali e seja um desconhecido, Raffel tentará intimidá-lo, visto que ele tem uma fama bastante assustadora (algo entre um ótimo espadachim, esquisito e definitivamente alguém com quem ninguém se meteria sem bons motivos) entre os campistas e sua aparência já é bastante fantasmagórica. Se for alguém conhecido (como Quíron, Sr. D, enfim) a última ação deve ser desconsiderada e eu farei no próximo post uma reanálise da situação.
Visto que eu interpreto um personagem "máquina", com uma inteligência superior, digamos, ele tem uma mente que trabalha muito rápido e é muito bom em suposições e trabalho de possibilidades, então eu tenho que criar situações com base naquilo que ele deduz, mas sem dar certeza, apenas levantando a ação dele caso seja aquilo que ele crê que seja.


As leis da física e do espaço e tempo sempre tão pontuais em seu funcionamento. Nada para, nada volta para trás.

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Créditos à: tendercholeric, pela citação da fanfic Cosmonauta de sua autoria.
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Re: [A Morte De Pedroso] - MNIF para Raffel E. Cifer e Nero Serafein

Mensagem por Hefesto em Dom 06 Mar 2016, 11:36


A Morte De Pedroso


Ele conseguiu ver, se esgueirando na estufa escura, uma silhueta que não lhe era familiar. Claro, era de um humanoide, mas não parecia com ninguém que um dia conhecera no acampamento. Raffel pôde entrar no lugar sem que o desconhecido visse, por isso o susto deste, alguns segundos depois, foi tão intenso. Se ligasse as luzes, veria que se tratava de um rapaz - tendo cabelos cor de fogo e olhos bem negros e estando bronzeado do sol - bem mais velho que o menino Pedroso, mesmo que a própria altura desse a entender isso.

- O que quer? - o desconhecido tomou coragem para falar.

Aquele jovem claramente estava assustado com o que acabara de ocorrer. Não estava intimidado pelo filho de Herácles, embora as próximas ações de Raffel pudessem ocasionar esse efeito. Estava era nervoso por conta do modo como fora flagrado tentando sair das estufas.

➣Pontos Obrigatórios

❃ Narre uma introdução de acordo com a narração.
❃ Fale o que sentiu, detalhe seu post, etc.
❃ Decida o que fazer.

➣Sistemas

Ambientação:
Morangos em geral necessitam de clima ameno para crescer, sendo plantados no final do verão para serem colhidos no final do outono. Contudo, a magia do Acampamento e a habilidade dos sátiros, dríades e semideuses ligados às plantas faz com que seu cultivo seja praticamente perene no local. Os campos são, então, divididos em áreas com diversos tipos de desenvolvimento:

Área 1: Terreno com a terra a ser preparada para as novas mudas. Aqui, o trabalho é mais braçal, com limpeza do solo a ser utilizado, retirando ervas daninhas, mistura de substrato e a separação da área em trincheiras para o plantio.

Área 2: Terreno para a plantação de mudas. Aqui, as mudas trazidas da estufa são transplantadas. É um trabalho delicado, que requer cuidado e atenção, além de condições adequadas de umidade do solo.

Área 3: Manutenção. Aqui, apesar de ainda não estarem no ponto são plantas mais desenvolvidas. Requerem cuidados com a poda e irrigação, além de controle de pragas.

Área 4: Morangos maduros: Os campos onde os pés estão prontos para a colheita. Deve-se ter cuidado com as frutas, que são frágeis, para não ocasionar perdas na produção.

Além dessas áreas, há outros pontos de interesse:

Estufas: Local onde são criadas as mudas até o estágio adequado para o transplante na terra. O controle de condições aqui é mais rígido, para que não haja perdas.

Campo de adubo: Essa área afastada é utilizada para a fabricação de adubo para os campos, utilizando o esterco de pégasos e cavalos e restos orgânicos, provenientes de sobras do refeitório. O cheiro é terrível, mas está longe o suficiente para não interferir nos campos.

Galpão: Próximo às estufas, o galpão guarda os itens necessários para o trabalho no local. Pás, sacos de substrato, carrinhos de mão, mangueiras. O controle do sistema de irrigação também fica ali. Uma áres específica é destinada ao armazenamento dos morangos colhidos. As embalagens ficam guardadas aqui também, e há um refrigerador na temperatura adequada para manter os morangos recém colhidos frescos, enquanto não são enviados para a cidade para a venda - trabalho realizado por Argos na van, geralmente na companhia de um ou dois sátiros ou outro campista.

Controle de irrigação: Presente em todo o campo. O controle central fica próximo ao galpão. Cada área tem controles específicos que regulam a quantia de água e regularidade em que são irrigadas.

Além disso, existem vários sátiros e campistas auxiliando e controlando tudo, para evitar que novatos cometam qualquer besteira.
Fonte: Eos (q)
Armas:
Pedroso: Cimitarra de bronze sagrado [Espada de lâmina fina e leve, entre 90 e 140 cm, levemente recurvada. Prioriza a agilidade do usuário, sendo melhor para ataques de corte do que de perfuração, ainda que também possa ser usada dessa maneira. Devido ao pouco peso, é empunhada com uma única mão, deixando a outra livre para utilizar escudos ou outros itens. O cabo é de madeira, revestido em tecido][Bronze sagrado, madeira e seda][Sem nível mínimo, sem elementos]
Raffel E. Cifer: ♦ Katana de bronze sagrado [A versão japonesa da espada bastarda, possui a lâmina extremamente afiada e levemente curva, sendo resistente devido ao seu processo de criação, mais poderosa para quem utiliza a destreza do que a força, devido à técnica requerida ao seu uso, diferente da espada bastarda ocidental. Assim como ocorre com a wakisashi, seu feitio costuma ser mais detalhado do que o de armas ocidentais, com empunhadura em madeira, revestida em tecido e geralmente com padrões alinhavados de seda ou linhas nobres. Acompanha bainha resistente, de bambu][Bronze sagrado, madeira e tecido.][Nível mínimo: 5. Sem elemento]

Status:

Pedroso (Nível 1) Filho de Phobos
100/100 HP
100/100 MP

Raffel E. Cifer (Nível 14) Filho de Héracles
175/230 HP
180/230 MP

➣Informações Adicionais

❃ Coloque armas, poderes, observações, mascotes etc... Tudo em spoiler. Poderes divididos por ativos e passivos. Citar só os que usar.
❃ Tente não usar templates que atrapalhem a leitura e organize bem os parágrafos.
❃ Local: Campos de morango.
❃ Horas Início: 19:00.
❃ Clima: Clima ameno, sol baixo, quase sumindo no horizonte.
❃ Qualquer dúvida, reclamação, detalhe, recalque, destaque, informação, me mande mp.
❃ Quando postar, me mande mp também :)
❃ Prazo de 10 dias. Se quiser mais, mande mp.
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Re: [A Morte De Pedroso] - MNIF para Raffel E. Cifer e Nero Serafein

Mensagem por Raffel E. Cifer em Seg 21 Mar 2016, 00:35






Embora indigno de sentimentos,
existe algo que me aterroriza.

Os olhos de Raffel não se mexiam. Havia ali uma intenção, embora pudesse não parecer explícita para o indivíduo que o jovem máquina observava. Pretendia analisá-lo, com cuidado e em silêncio. Buscava a sombra de uma arma ou equipamento na silhueta do ser.
Não conseguia reconhecê-lo devido a escuridão do local, embora supunha que fosse importante manter lâmpadas especiais ligadas nas estufas durante à noite. Um incômodo, de fato, mesmo para a visão detalhista do semideus fantasmagórico, que não satisfazia-se apenas com a luz da lua. Assim que foi notado, esticou o braço em busca do interruptor de luz, enquanto a outra mão preocupava-se em posicionar um pano que havia em seu pescoço sobre o rosto, cobrindo-o dos olhos para baixo, com nariz e tudo. Quando estava prestes a ligar as luzes, ouviu a voz do indivíduo e, mais uma vez, não conseguiu reconhecê-lo. Não precisaria das luzes, mas algo o fez ligá-las - não saberia dizer ao certo o quê. Talvez para poder estudá-lo melhor.

(o que há, Shun? Do que você tem medo?)
(eu não sei.)

Em um intervalo muito pequeno, a luz deu-lhe os detalhes que precisava: de imediato buscou o objeto que incitara o momento caloroso entre o rapaz apavorado e o ruivo que encontrava-se naquele local consigo junto a cintura deste; se não conseguisse achá-lo, estaria ciente de quais equipamentos o ruivo dispunha e como estaria este vestido.
Desligou as luzes constatando novamente algo que já havia concluído. Não o conhecia. E Raffel sempre teve uma ótima memória.

(certamente a boa memória seria uma maldição para qualquer outro em situação semelhante. Mas a máquina não sente, ela só lembra. E lembranças sem sentimentos são como fotos de pessoas desconhecidas - nada despertam. E até onde se sabe, não há o que despertar em uma existência inerte.)

Feito uma cervo ágil, ele deu meia volta e correu na direção que o outro jovem tomara.
Seus passos eram dignos de elfos de Tolkien: precisos, mas ao mesmo tempo leves, quase como se utilizasse apenas as pontas dos pés, em impulsos ligeiros e equilibrados. Preocupava-se tanto com o esforço que fazia quanto com a velocidade que buscava.
Afastando-se da estufa, olhou ao redor, buscando o caminho por onde vira o outro indivíduo ir - tudo isso de forma rápida. Mais próximo, reduziu sua pressa e passou a procurar pegadas no chão, folhas pisadas, galhos quebrados, qualquer coisa, certo de que havia por ali uma trilha quente. Utilizava o tato para ajudar na busca prejudicada pela noite.

(um garoto assustado não faria esforços para apagar sua trilha, de certo - o medo desperta algo profundo em todos nós, algo irracional. Uma presa pensa apenas em fugir do seu predador.)

Feita a breve investigação, continuou seu caminho com seus passos peculiares. Quando estivesse mais próximo do alvo (caso estivesse na trilha correta), diminuiria sua velocidade e se aproximaria com calma. Buscava ser silencioso, de certa forma. Estava acostumado a (e havia sido treinado para) evitar ser notado. De mesma forma, enquanto seguia, ficava atento a qualquer tentativa de perseguição do homem de cabelos cor de fogo, incerto - ainda - sobre o que seu temperamento o levaria a fazer. Cria com convicção que o havia deixado confuso por algum tempo, talvez até com medo (o suficiente para contribuir para sua fama), mas Raffel não tinha informações suficientes para prever o que viria a acontecer em seguida.

(um cachorro ferido não difere a mão do agressor da mão puritana.)


Equip:
♦ Katana de bronze sagrado [A versão japonesa da espada bastarda, possui a lâmina extremamente afiada e levemente curva, sendo resistente devido ao seu processo de criação, mais poderosa para quem utiliza a destreza do que a força, devido à técnica requerida ao seu uso, diferente da espada bastarda ocidental. Assim como ocorre com a wakisashi, seu feitio costuma ser mais detalhado do que o de armas ocidentais, com empunhadura em madeira, revestida em tecido e geralmente com padrões alinhavados de seda ou linhas nobres. Acompanha bainha resistente, de bambu][Bronze sagrado, madeira e tecido.][Nível mínimo: 5. Sem elemento]
Poderes passivos relevantes:
Sentidos aguçados I: Visão - Ainda que não seja capaz de ver no escuro, a partir desse nível a visão dos filhos de Héracles se desenvolve. Como um lutador e rodeado de perigos, era natural que tivesse que se manter atento ao seu redor. Seus filhos enxergam o equivalente ao dobro em termos de distância e acuidade do que um humano normal ou semideus sem esta habilidade. [Novo] / relevante na hora da análise do ruivo
Rastrear - Antes de matar seus oponentes, Héracles tinha que caçá-los. Essa habilidade se estendeu também a seus filhos, que conseguem identificar rastros mais facilmente, mesmo os mais sutis, se o ambiente possuir condições minimamente propícias para tal, mesmo se o oponente possuir poderes para minizar tais coisas, desde que a criatura procurada seja até 5 níveis acima. O encontro dos sinais não é mágico nem automático, e deve ser interpretado de forma coerente, sendo uma habilidade mundana, ainda que intuitiva a esses semideuses. [Novo] / relevante ao procurar indícios do caminho de Pedroso
imagem ilustrativa:

Observação:
Eu citei o desconhecido como ruivo, mas teoricamente o Raffel não sabe disso, tu deste a entender no teu post que isso não seria fácil de notar por causa da ausência de luz


Ter sua capacidade de criar emoções destruída gera total esquecimento sobre qual era o sabor dessas emoções. E desconhecimento ocasionalmente causa medo, sutil como a queda de uma folha outonal.

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Re: [A Morte De Pedroso] - MNIF para Raffel E. Cifer e Nero Serafein

Mensagem por Hefesto em Sex 25 Mar 2016, 15:05


A Morte De Pedroso


Foi fácil encontrar pegadas de Pedroso na terra dos Campos. Seguindo-as, teve um mau pressentimento quando as viu rodeadas de sangue. Não foi difícil, logo após, achar o corpo do menino morto entre os morangueiros. Uma flecha trespassava o crânio do garoto, enquanto outra foi acertada no coração. Sem chance de defesa, pelo que podia constatar. Os olhos esbugalhados do garoto morto apontavam o começo de um mistério que o filho de Herácles não esperava ter que resolver.

Ao olhar ao redor, ele viu o garoto das estufas sair andando calmamente de volta para os chalés e um vulto passar por entre os morangueiros em direção à floresta. Os bolsos do garoto estavam cheios de alguma coisa que ele teria que tirar para ver melhor. Um grupo de semideuses se aproximava dos campos, sabe-se lá por que motivo. Restava a Raffel ter de decidir o que fazer.

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Morangos em geral necessitam de clima ameno para crescer, sendo plantados no final do verão para serem colhidos no final do outono. Contudo, a magia do Acampamento e a habilidade dos sátiros, dríades e semideuses ligados às plantas faz com que seu cultivo seja praticamente perene no local. Os campos são, então, divididos em áreas com diversos tipos de desenvolvimento:

Área 1: Terreno com a terra a ser preparada para as novas mudas. Aqui, o trabalho é mais braçal, com limpeza do solo a ser utilizado, retirando ervas daninhas, mistura de substrato e a separação da área em trincheiras para o plantio.

Área 2: Terreno para a plantação de mudas. Aqui, as mudas trazidas da estufa são transplantadas. É um trabalho delicado, que requer cuidado e atenção, além de condições adequadas de umidade do solo.

Área 3: Manutenção. Aqui, apesar de ainda não estarem no ponto são plantas mais desenvolvidas. Requerem cuidados com a poda e irrigação, além de controle de pragas.

Área 4: Morangos maduros: Os campos onde os pés estão prontos para a colheita. Deve-se ter cuidado com as frutas, que são frágeis, para não ocasionar perdas na produção.

Além dessas áreas, há outros pontos de interesse:

Estufas: Local onde são criadas as mudas até o estágio adequado para o transplante na terra. O controle de condições aqui é mais rígido, para que não haja perdas.

Campo de adubo: Essa área afastada é utilizada para a fabricação de adubo para os campos, utilizando o esterco de pégasos e cavalos e restos orgânicos, provenientes de sobras do refeitório. O cheiro é terrível, mas está longe o suficiente para não interferir nos campos.

Galpão: Próximo às estufas, o galpão guarda os itens necessários para o trabalho no local. Pás, sacos de substrato, carrinhos de mão, mangueiras. O controle do sistema de irrigação também fica ali. Uma áres específica é destinada ao armazenamento dos morangos colhidos. As embalagens ficam guardadas aqui também, e há um refrigerador na temperatura adequada para manter os morangos recém colhidos frescos, enquanto não são enviados para a cidade para a venda - trabalho realizado por Argos na van, geralmente na companhia de um ou dois sátiros ou outro campista.

Controle de irrigação: Presente em todo o campo. O controle central fica próximo ao galpão. Cada área tem controles específicos que regulam a quantia de água e regularidade em que são irrigadas.

Além disso, existem vários sátiros e campistas auxiliando e controlando tudo, para evitar que novatos cometam qualquer besteira.
Fonte: Eos (q)
Armas:
Pedroso: Cimitarra de bronze sagrado [Espada de lâmina fina e leve, entre 90 e 140 cm, levemente recurvada. Prioriza a agilidade do usuário, sendo melhor para ataques de corte do que de perfuração, ainda que também possa ser usada dessa maneira. Devido ao pouco peso, é empunhada com uma única mão, deixando a outra livre para utilizar escudos ou outros itens. O cabo é de madeira, revestido em tecido][Bronze sagrado, madeira e seda][Sem nível mínimo, sem elementos]
Raffel E. Cifer: ♦ Katana de bronze sagrado [A versão japonesa da espada bastarda, possui a lâmina extremamente afiada e levemente curva, sendo resistente devido ao seu processo de criação, mais poderosa para quem utiliza a destreza do que a força, devido à técnica requerida ao seu uso, diferente da espada bastarda ocidental. Assim como ocorre com a wakisashi, seu feitio costuma ser mais detalhado do que o de armas ocidentais, com empunhadura em madeira, revestida em tecido e geralmente com padrões alinhavados de seda ou linhas nobres. Acompanha bainha resistente, de bambu][Bronze sagrado, madeira e tecido.][Nível mínimo: 5. Sem elemento]

Status:

Pedroso (Nível 1) Filho de Phobos
100/100 HP
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Raffel E. Cifer (Nível 14) Filho de Héracles
175/230 HP
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❃ Local: Campos de morango.
❃ Horas Início: 19:00.
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Re: [A Morte De Pedroso] - MNIF para Raffel E. Cifer e Nero Serafein

Mensagem por Raffel E. Cifer em Sex 01 Abr 2016, 02:58






Oh, darlin', darlin',
what have I done?

Ele poderia ter impedido. Sabia disso. Fervia essa ideia.

(estou exatamente onde queriam que eu estivesse: às sombras.)

-

Raffel sentiu o cheiro de sangue antes de vê-lo. A morte era algo que, embora muito familiar a ele, deixava-o surpreso. Na verdade, surpreso não seria a palavra certa. Raffel sentia-se inquieto com a presença de morte e de sangue.
E era uma máquina. Mas mesmo as máquinas têm defeitos.
Heit era o seu. O vazio que o consumia era sua engrenagem solta.

Mas esse mesmo vazio não aproximava-o da humanidade?
Era sua forma de demonstrar sofrimento, dor, ressentimento, mágoa. Era sua forma de personificar todas essas coisas.

A respeito do dilema entre monstro e anjo: Raffel é os dois.

Ele é o caos.


-

Tomado por uma dor inexplicável, Raffel mexeu-se. Lutava contra aquela sensação lancinante. Procurava mover-se rapidamente, pois não tinha certeza do quanto mais aguentaria. Sua mão esquerda estava sobre o centro do peito, o lugar de onde vinha toda sua agonia; com a mão livre, arrancou a flecha que estava junto a testa do cadáver e partiu do local, buscando uma forma de contornar o grupo que aproximava-se dos campos enquanto, ao mesmo tempo, seguia em direção ao ruivo que anteriormente havia encontrado na estufa.

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Poderes passivos relevantes:
Sentidos aguçados I: Visão - Ainda que não seja capaz de ver no escuro, a partir desse nível a visão dos filhos de Héracles se desenvolve. Como um lutador e rodeado de perigos, era natural que tivesse que se manter atento ao seu redor. Seus filhos enxergam o equivalente ao dobro em termos de distância e acuidade do que um humano normal ou semideus sem esta habilidade. [Novo] /
Rastrear - Antes de matar seus oponentes, Héracles tinha que caçá-los. Essa habilidade se estendeu também a seus filhos, que conseguem identificar rastros mais facilmente, mesmo os mais sutis, se o ambiente possuir condições minimamente propícias para tal, mesmo se o oponente possuir poderes para minizar tais coisas, desde que a criatura procurada seja até 5 níveis acima. O encontro dos sinais não é mágico nem automático, e deve ser interpretado de forma coerente, sendo uma habilidade mundana, ainda que intuitiva a esses semideuses. [Novo] /
Acredito que ambos os poderes continuam sendo relevantes nessa cena.
Poder especial:
Interpretação de Heit, como consta na Ficha Meio-Sangue:
Heit: tocado pelas três Furiæ em seu nascimento (Tisifone, Megera e Alecto), Raffel pode transformar-se na personificação de seu pior lado. Sua aparência é semelhante a de um homem morcego humanóide, permitindo que o heracliano voe. Sua voz é rouca e transmite terror. Despertado ao Renascimento.


Well I've been away from you too long and all my days have turned to darkness. I believe my heart has turned to stone.

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Re: [A Morte De Pedroso] - MNIF para Raffel E. Cifer e Nero Serafein

Mensagem por Hefesto em Sex 01 Abr 2016, 09:10


A Morte De Pedroso


Raffel não teve chance contra aquela força dentro de si: Transformou-se, abrindo suas asas gigantescas de morcego. A nova forma assustou o grupo de semideuses, que se afastou correndo, voltando para a área dos chalés. Avançando em direção ao ruivo, a forma híbrida logo cobriu toda aquela distância e o abordou antes que ele conseguisse sair dos campos de morango.

O garoto gritou ao ver aquela criatura que antes era o filho de Herácles. Tentando fugir, ele correu para a floresta, antes que Raffel conseguisse derrubá-lo. Por causa da vegetação densa, logo o semideus perdeu o rastro do ruivo.

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Área 1: Terreno com a terra a ser preparada para as novas mudas. Aqui, o trabalho é mais braçal, com limpeza do solo a ser utilizado, retirando ervas daninhas, mistura de substrato e a separação da área em trincheiras para o plantio.

Área 2: Terreno para a plantação de mudas. Aqui, as mudas trazidas da estufa são transplantadas. É um trabalho delicado, que requer cuidado e atenção, além de condições adequadas de umidade do solo.

Área 3: Manutenção. Aqui, apesar de ainda não estarem no ponto são plantas mais desenvolvidas. Requerem cuidados com a poda e irrigação, além de controle de pragas.

Área 4: Morangos maduros: Os campos onde os pés estão prontos para a colheita. Deve-se ter cuidado com as frutas, que são frágeis, para não ocasionar perdas na produção.

Além dessas áreas, há outros pontos de interesse:

Estufas: Local onde são criadas as mudas até o estágio adequado para o transplante na terra. O controle de condições aqui é mais rígido, para que não haja perdas.

Campo de adubo: Essa área afastada é utilizada para a fabricação de adubo para os campos, utilizando o esterco de pégasos e cavalos e restos orgânicos, provenientes de sobras do refeitório. O cheiro é terrível, mas está longe o suficiente para não interferir nos campos.

Galpão: Próximo às estufas, o galpão guarda os itens necessários para o trabalho no local. Pás, sacos de substrato, carrinhos de mão, mangueiras. O controle do sistema de irrigação também fica ali. Uma áres específica é destinada ao armazenamento dos morangos colhidos. As embalagens ficam guardadas aqui também, e há um refrigerador na temperatura adequada para manter os morangos recém colhidos frescos, enquanto não são enviados para a cidade para a venda - trabalho realizado por Argos na van, geralmente na companhia de um ou dois sátiros ou outro campista.

Controle de irrigação: Presente em todo o campo. O controle central fica próximo ao galpão. Cada área tem controles específicos que regulam a quantia de água e regularidade em que são irrigadas.

Além disso, existem vários sátiros e campistas auxiliando e controlando tudo, para evitar que novatos cometam qualquer besteira.
Fonte: Eos (q)
Armas:
Pedroso: Cimitarra de bronze sagrado [Espada de lâmina fina e leve, entre 90 e 140 cm, levemente recurvada. Prioriza a agilidade do usuário, sendo melhor para ataques de corte do que de perfuração, ainda que também possa ser usada dessa maneira. Devido ao pouco peso, é empunhada com uma única mão, deixando a outra livre para utilizar escudos ou outros itens. O cabo é de madeira, revestido em tecido][Bronze sagrado, madeira e seda][Sem nível mínimo, sem elementos]
Raffel E. Cifer: ♦ Katana de bronze sagrado [A versão japonesa da espada bastarda, possui a lâmina extremamente afiada e levemente curva, sendo resistente devido ao seu processo de criação, mais poderosa para quem utiliza a destreza do que a força, devido à técnica requerida ao seu uso, diferente da espada bastarda ocidental. Assim como ocorre com a wakisashi, seu feitio costuma ser mais detalhado do que o de armas ocidentais, com empunhadura em madeira, revestida em tecido e geralmente com padrões alinhavados de seda ou linhas nobres. Acompanha bainha resistente, de bambu][Bronze sagrado, madeira e tecido.][Nível mínimo: 5. Sem elemento]

Status:
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❃ Local: Campos de morango.
❃ Horas: 20:00.
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Re: [A Morte De Pedroso] - MNIF para Raffel E. Cifer e Nero Serafein

Mensagem por Raffel E. Cifer em Qui 14 Abr 2016, 12:44






In his eyes
I could only see fear and death..
A primeira sensação foi a de queimação. Olhava para suas mãos e via os pelos erguerem-se da pele, sentia seu corpo contorcer-se e rasgar-se, embora estivesse parado. Seus olhos pareciam lacrimejar e era como se lágrimas de lava descessem de seus olhos - mas eram apenas suas marcas no rosto, aprofundando-se. Virando-o do avesso.
As asas grotescas e negras foram as primeiras a aparecer, com formas pontudas. Logo após foi a estrutura dos seus pés a mudar, criando garras pontiagudas e afiadas, havia pelos subindo pelas suas canelas, cobrindo as pernas; nesse ponto suas roupas rasgavam. Nada podia ser visto da sua cintura pra baixo. Em suas costas, próximos ao quadril, longas caudas de pelo estendiam-se, e entre elas havia de fato uma cauda. Fina, longa e negra com a ponta também coberta por pelos. O cabelo longo caiu sobre seu torso nu e pálido, tão escuros quanto a totalidade de sua aparência sinistra. Não podia ver ou ter consciência disso, mas até mesmo seus olhos e suas cicatrizes haviam mudado de cor.

Por fim, a última parte da sua transformação foi o buraco que surgiu entre seu peito. Atravessava seu corpo tal qual atravessava sua alma. Podia-se por ali ver a totalidade de seu espírito.
(v a z i o.)

Raffel transformara-se na personificação do seu pior lado. Uma máquina sem sentimentos, capaz apenas se responder aos seus instintos mais primitivos, aqueles que fora criado para ter. Sua voz transmitia medo, uma voz rouca e monstruosa.
No entanto, quando você expõe seu lado mais profundo, você fica nu. E dentro do monstro com um buraco no peito, havia um garoto que um dia já chorara por todos da sua família, quando se sacrificara por seu irmão mais velho, quando fizera seu papel na guerra; quando teve suas emoções roubadas.
Mas a máquina lembrava. O sistemas mais básicos trabalham sobre um banco de dados e isso os faz evoluir.

Seria o semideus também capaz de evoluir?

Ele olhou para os lados, sentindo o rosto queimar. Seu corpo todo parecia em chamas e ele usava sua fúria como gás para agir. Erguendo-se no ar, ele ouviu gritos na sua volta. Como último pensamento de sua forma anterior, ele dirigiu sua atenção ao ruivo. Abriu a boca e dali emitiu uma lamúria que, embora contendo tristeza profunda, continha também demasiada fúria. No entanto, este dirigiu-se à floresta como uma gazela em fuga.

Mas o que mais restava de consciência em Raffel? O garoto que habitava em algum lugar da sua existência tinha outras pretensões para a criatura. Iria atrás do cadáver do menino assustado e o levaria para a Casa Grande.

Equip:
♦ Katana de bronze sagrado [A versão japonesa da espada bastarda, possui a lâmina extremamente afiada e levemente curva, sendo resistente devido ao seu processo de criação, mais poderosa para quem utiliza a destreza do que a força, devido à técnica requerida ao seu uso, diferente da espada bastarda ocidental. Assim como ocorre com a wakisashi, seu feitio costuma ser mais detalhado do que o de armas ocidentais, com empunhadura em madeira, revestida em tecido e geralmente com padrões alinhavados de seda ou linhas nobres. Acompanha bainha resistente, de bambu][Bronze sagrado, madeira e tecido.][Nível mínimo: 5. Sem elemento]
Poder especial:
Interpretação de Heit, como consta na Ficha Meio-Sangue:
Heit: tocado pelas três Furiæ em seu nascimento (Tisifone, Megera e Alecto), Raffel pode transformar-se na personificação de seu pior lado. Sua aparência é semelhante a de um homem morcego humanóide, permitindo que o heracliano voe. Sua voz é rouca e transmite terror. Despertado ao Renascimento.


Well I've been away from you too long and all my days have turned to darkness. I believe my heart has turned to stone.

made by and edited by Heit! for her own purpose.
Raffel E. Cifer
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Re: [A Morte De Pedroso] - MNIF para Raffel E. Cifer e Nero Serafein

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