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.:: Enfermaria da Silvia ::.

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.:: Enfermaria da Silvia ::.

Mensagem por Silvia Kawasaki em Qua 16 Dez 2015, 17:12

Relembrando a primeira mensagem :



Enfermaria da Silvia
Come get your healing


Localizada atrás da Enfermaria Principal, a nova enfermaria, da curandeira Silvia Kawasaki, era mais um lugar onde semideuses machucados poderiam buscar por socorro e recuperação. O lugar contava com uma decoração interna em um verde característico dos filhos de Íris, um tom suave que se confundia com o azul visando um relaxamento dos pacientes que ali entrassem. Uma música suave de harpa tocava ao fundo em looping, graças a uma engenhoca mágica projetada por um filho de Hefesto e um de Apolo.

Além da decoração e da música, o local contava com equipamentos recém-adquiridos, macas/leitos confortáveis, poltronas para acompanhante e espaço para até cinco pacientes, por ser ainda um local pequeno. A mesa da curandeira, com sua bolsa, livros e armário, ficam ao fundo da enfermaria e num tablado firme mais elevado, de onde a jovem moça tem visão de todo o local e da entrada, podendo facilmente ver quem estaria precisando de ajuda e como, para rapidamente atender.

Regrinhas e Etc.

1) Sejam bem-vindos! Sou a nova curandeira do Acampamento Meio-Sangue, Silvia Kawasaki. Pra começar, peço que ao fazerem seus posts expliquem a chegada, contextualizem, me digam o que aconteceu, para que eu possa tratá-los devidamente. Posts com menos de 5 linhas serão considerados floods;

2) Enfermaria gratuita. Não precisarão me pagar nada, mas se quiserem me trazer um chocotone da Cacau Show, é super aceito -q

3) Estou sempre no chatbox, com essa ou outra conta, então se quiserem me avisar lá que postaram aqui, sintam-se à vontade. Também podem mandar mps.

don't be shy, bring colors to your life!

Silvia Kawasaki
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Re: .:: Enfermaria da Silvia ::.

Mensagem por Hugh Henley em Sex 16 Dez 2016, 17:14


If I Had You

feelings series - capítulo ii


Estava machucado e cansado, principalmente no lado emocional, mas as enfermarias do acampamento só poderiam curar o físico. Além disso, eu queria saber como ficara o pobre garoto que estivera perdido na floresta desde sabe-se lá quando e que ninguém tinha dado por falta. É, realmente somos todos como uma grande família por aqui...

O menino já tinha sido tratado quando cheguei ao local verde e aconchegante que não tinha a menor cara de enfermaria. A curandeira era uma filha de Íris que vivia no acampamento havia uns seis anos, pelo que tinham dito. Não que isso me fizesse alguma diferença, tudo o que eu queria no momento era me recuperar outra vez e ficar alerta para ajudar outras vítimas dos deuses.

Quando fui atendido, contei sem muitos detalhes o que tinha ocorrido na floresta, de modo que apenas os relatos dos ferimentos e do cansaço eram integrais. Agora era esperar pelo tratamento e tentar sair dali o mais rápido possível. Aquele dia já tinha sido ruim o suficiente e não precisava se prolongar ainda mais.

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Re: .:: Enfermaria da Silvia ::.

Mensagem por François Baudelaire em Sex 16 Dez 2016, 21:33

Enfermaria da Silvia
hugh henley — come get your healing
Tendo abandonado a companhia de Gina e Ted na Enfermaria Central, após entrar para os Curandeiros de Asclépio, eu havia sido transformado num estagiário: ficava zanzando de uma enfermaria para outra, atendendo sempre que havia uma grande demanda de pacientes, ou mesmo quando um dos curandeiros solicitava os meus serviços. Após um exaustivo dia numa enfermaria pueril, organizando estantes e despachando rapidamente pacientes, acabei à serviço de Silvia Kawasaki, uma simpática veterana.

Lá, a demanda era constante. Ela atendia rapidamente cada campista que chegava, deixando-me com os casos mais leves; arranhões aqui, pequenos hematomas ali, situações que pediam apenas poções acolá... Mas o que efetivamente importava era que eu, enfim, estava fazendo algo útil da minha vida. Depois de tantos anos morando nas ruas e vendo amigos morrerem à míngua, eu finalmente poderia desempenhar uma função mais útil.

O jovem campista que por ali entrou foi só mais uma prova disso.

Eu o recebi com um sorriso sóbrio, dando um check-up visual à medida que me aproximava dele. Pelos gráficos disponíveis, via que seus níveis de energia estavam baixos, bem como seus níveis de vida — bem gastos, eu diria — careciam de certa atenção.

— Bem-vindo — disse sorridentemente, com meu leve sotaque francês, assim que me aproximei o suficiente dele. Inconscientemente, o conduzi a uma maca. — Andou se metendo numa enrascada, não? Deixe-me dar um jeito nisso. Vai ser rapidinho, prometo.

Ele não parecia muito aberto a conversas, limitando-se apenas a me contar dos seus ferimentos e do seu cansaço, mas nem por isso eu deixei de manter a minha postura. Havia aprendido com Ted e Gina que, independente do paciente, deveríamos ser calmos e gentis, os deixando o mais à vontade possível; segundo eles, isso facilitava a cura, até mesmo ampliando-a.

Assim sendo, me posicionei à bancada mais próxima e fiz uma rápida oração ao meu patrono, pedindo para que abençoasse os meus dons e me permitisse fazer uma boa poção, já que a cura do meu paciente dependia disso. Só depois de orar ao deus — implorando, também, para que não estivesse muito ocupado vendo séries — coloquei a minha bolsa sobra a bancada e retirei o primeiro ingrediente que precisaria: as tiras de casca de limão. Separei também o ralador e a balança, organizando mentalmente o que faria.

Comecei ralando as tiras de limão siciliano, colocando-as aos poucos na balança até que desse as dez gramas necessárias. Em seguida, retirei da minha bolsa o leite de cabra, os gomos de laranja e a pimenta-do-reino, colocando o leite num copo, junto dos trinta gomos de laranja, e mexendo bem, misturando-os por cerca de um minuto. Por último, coloquei as raspas das tiras e mexi o suficiente para a sua coloração mudar, adquirindo um tom esverdeado um tanto quanto brilhante, e andei até o garoto com o copo em mãos (além de também levar as sementes de pimenta-do-reino, coisa que não poderia esquecer).

Pedi para que abrisse a boca e coloquei as sementes em sua língua, dizendo para ele beber o líquido enquanto eu novamente orava a Asclépio, sentindo minhas mãos tomarem um formigar moderado e vendo-as, ainda, serem recobertas por um tom dourado. Toquei os ferimentos do rapaz, levemente, acompanhando seus índices vitais subirem aos poucos enquanto o tratamento fazia efeito.

Depois de ver seu status de vida ficar cheio o suficiente segundo os gráficos disponíveis, voltei a repetir o processo anterior, orando para meu patrono e sentindo, daquela vez, o brilho prateado ser emanado, também colocando as mãos sobre o peitoral dele e fazendo aquela energia se espalhar, vendo seus níveis de energia subirem gradativamente. Quando aos meus olhos ele pareceu inteiramente bem, sorri, meio de energia gasta, e pus as mãos na cintura. Era incrivelmente revigorante curar alguém.

— Ah, desculpe a minha falta de educação. Meu nome é François, mas pode me chamar de Franz — falei, soando doce e acolhedor. Ele me disse que seu nome era Hugh, também dizendo ser filho de Apolo. — Apolo, huh? Sou filho de Macária. E estagiário aqui. Descanse um pouco mais na maca, sim? As poções vão demorar um pouco para fazer efeito, mas logo você estará novinho em folha. — desviei meus olhos para um novo paciente que entrava, observando de soslaio Silvia estar ocupada com uma poção que me parecia ser vitalícia. Voltando-me novamente para Hugh, voltei a dizer: — Preciso ir agora. Até a próxima, mon ami.

Adendos:

Estágio devidamente permitido por Silvia Kawasaki, dona da enfermaria. sz


Poderes:
{Asclépio - Passivo} Nível 2 — Conforto Restaurador: Ao realizar um exame prévio e acomodar um paciente em sua enfermaria, recepcionando-o e tratando com cuidado, no ambiente adequado e modificado com as condições especiais para isso, o paciente fica mais predisposto ao tratamento e assim as habilidades do curandeiro tornam-se mais efetivas, ampliando o valor restaurado em 20% (arredondado para baixo, mínimo de 1 ponto). Por ser necessário certo preparo anterior, somente funciona na enfermaria ou em situações de conforto. Não afeta a si próprio, obviamente. Não serve para cicatrizar ou quaisquer outros efeitos, apenas a recuperação de vida; para obter tais efeitos, deve-se, ao menos por enquanto, utilizar de métodos convencionais. [Modificado de ativo para passivo, antigo "Boas vindas curadoras"]

{Asclépio - Passivo} Nível 6 — Alquimista: Quando um seguidor do deus da medicina estuda a alquimia, ficará pronto para preparar poções, venenos, pomadas e outros tipos desses objetos. As “bebidas” criadas pelos alquimistas só poderão ser usadas na situação atual; ou seja, não poderão ficar com as doses extras após a missão, evento, treino ou trama (isto é, caso prepare uma poção e não utilize todas as suas doses, ele as perderá – a exceção é a enfermaria, pois se um curandeiro formular uma poção, esta poderá ser utilizada por ele em outro paciente num outro post; não ocorrerá de ser adicionada ao seu arsenal).

{Asclépio - Passivo} Nível 13 — Olhar Clínico: Há uma espécie de lenda urbana que diz “grandes médicos sabem o que o paciente sente apenas de olho”. Pois bem, isso se aplica aos aprendizes, mas de uma forma diferente: ao avistar alguém, consegue “ver” as informações de saúde deste indivíduo (por exemplo, possíveis fraturas, doenças, batimentos cardíacos, oxigenação, vida, energia e situações psicológicas e sociais naturais). Estas informações aparecem em forma de dados e gráficos para o aprendiz, como na tela de um monitor de hospital. Algumas informações, como situações psicológicas e sociais só se aplicam a pessoas que deixarem o curandeiro ter esse conhecimento, o que resume a, normalmente, aliados. Isso faz com que seus diagnósticos agora sejam mais precisos, mas podem ser enganados por meios mágicos e poderes que alterem sua percepção.


{Asclépio - Ativo} Nível 1 — Curar ferimentos: Após fazer uma pequena e rápida oração ao seu mestre Asclépio, as mãos do Curandeiro serão tomadas por uma luminosidade de fraca coloração dourada, permitindo com que o usuário recupere uma parte do HP do alvo com o toque direto. A cura será equivalente ao custo de Mp deste poder x 1/2 do nível do curandeiro, arredondado para baixo (mínimo de cura = 4). Pode ser utilizado sobre si mesmo. Uso livre na enfermaria, mas limitado a 1 uso por aliado a cada combate enfrentado. Custo base a ser multiplicado pelo nível = 4 de MP.[Modificado]

{Asclépio - Ativo} Nível 3 — Toque Energético: Após fazer uma pequena e rápida oração ao seu mestre Asclépio, as mãos do Curandeiro serão tomadas por uma luminosidade de fraca coloração prateada, permitindo com que o usuário recupere uma parte do MP do alvo com o toque direto. A restauração será equivalente ao custo de MP deste poder x 1/2 do nível do curandeiro, arredondado para baixo (mínimo 1). Não pode ser utilizado sobre si mesmo. Para fins de gasto de MP e cálculo de recuperação, é considerado um poder nível 1. Uso livre na enfermaria, mas limitado a 1 uso por aliado a cada combate enfrentado. Custo base a ser multiplicado pelo nível = 4 de MP.[Modificado]
Poção:
{Asclépio} Nível 12 — Poção Vitalícia Média: Se criada corretamente, a poção irá adquirir uma coloração semelhante à Poção Vitalícia Simples, porém desta vez será um pouco mais brilhante do que a anterior e será um pouco mais escura. O gosto da poção, a princípio, é azedo, contudo vai se tornando refrescante conforme é ingerida. Este tipo de poção só poderá ser criados por Alquimistas, uma vez que ela é mais avançada que a sua antecedente. Por questões de segurança, só uma dose pode ser ingerida uma vez por turno.
Atualizações:
— Hugh: full HP/MP.
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Re: .:: Enfermaria da Silvia ::.

Mensagem por Nataniel Barger em Seg 19 Dez 2016, 06:49



The only thing I do well is outlaw

Nataniel Barger ou Christopher Mason, chame do que quiser

Mason acordou dentro de uma combe apertada e calorenta, estava deitado e afastado do resto das pessoas dentro do automóvel - eram, em sua maioria, mexicanos refugiados. Sua cabeça latejava e seu corpo demonstrou certa dificuldade em reagir as tentativas de erguer-se, estava fraco, sem energia. Sua visão, após uma fração de segundos turva, voltou a focar perfeitamente o ambiente, embora ele apenas enxergasse com um olho. Algumas crianças se escondiam nos colos de seus pais enquanto observavam curiosamente a figura do filho de Ares. O ex-mentalista ajeitou as costas na lateral da combe e respirou fundo, tentando se lembrar de algo. Seu olho válido fitou seu próprio reflexo num espelho trincado do outro lado, estava pálido, várias partes de seu corpo cobridas de gaze e pedaços de roupas manchadas de sangue. Uma das crianças ousou se aproximar demais e, quando o automóvel passou por um buraco, o baque fez com que a pequenina deixasse a boneca de pano cair nos pés do semideus. Aterrorizada, a menina se agarrou ao braço do pai.

É uma boneca bonita... — disse, forçando o corpo para frente na tentativa de pegá-la para a garota. Ao conseguir, ergueu o braço na direção da criança e não percebeu que sua mão estava coberta de sangue seco. Rapidamente escondeu o braço ensanguentado e abriu um sorriso simpático no meio de tanta barba. — Não se preocupe, é ketchup! Eu faço uma bagunça quando como!

A menina achou graça e deixou o receio de lado, pegando sua boneca e voltando a se esconder atrás do pai. A combe parou em frente a uma estrada de terra lamacenta e o motorista caminhou até a entrada de trás, abrindo-a e oferecendo a mão para o semideus. Mesmo estranhando, Mason apoiou-se no homem e logo soube o porquê da assistência: sua perna esquerda mancava, algo muito pesado havia o acertado ou perfurado.

Long Island, o endereço dos morangos! Buena suerte, amigo! — o refugiado ajeitou uma mochila nas costas do filho de Ares e, sorrindo, acenou para o jovem de dentro do automóvel.

Christopher analisou o que conseguiu com seu olho e tentou se lembrar do motivo de terem levado-o até ali. Long Island, onde se encontrava o Acampamento Meio-Sangue. Forçou a mente e algumas lembranças vieram a tona, sua última estadia antes dali havia sido o Texas. O mestiço havia se tornado andarilho há três anos, realizando tarefas para sua antiga patrona, alguns empresários sujos e, como sempre, escapando de investidas de inimigos. Mas algo havia dado terrivelmente errado... sabia que havia irritado Psiquê, mas não lembrava como. A consequência foi sua expulsão e, em seguida, lembrou-se apenas de sangue e mais sangue. Christopher deixou um sorriso frustrado e raivoso escapar, a deusa da mente havia lhe apagado algumas lembranças. Com uma perna impossibilitada de encostar no chão, ele seguiu por uma trilha no meio da mata, sabendo que o levaria até a entrada.

E não deu em outra. As lacunas e o enorme dizer "Camp Half-blood" misturado em letras gregas deixaram claro que ele estava no caminho certo. Mason adentrou a linha imaginária e, magicamente, o fundo negro da floresta mudou para um campo aberto com várias locações acopladas. Não estava tão mudado quanto ele pensava.

Arriba! — murmurou, seguindo adiante e evitando passar por muitos campistas. Alguns o olhavam, novatos, curiosos e intimidados pela 'nova' figura dentro do acampamento. O filho de Ares apenas torcia para não dar de cara com nenhum conhecido, como seu antigo amor Cassidy, alguns meio-irmãos, ou pior, Quíron.

Seu corpo dolorido clamava por uma cura, ele sabia que mais meia hora naquele estado e voltaria a ficar inconsciente ou, finalmente, morto. O que não seria tão ruim, havia sobrevivido muito tempo considerando que semideuses perdem a vida muito cedo. Porém, seu espírito guerreiro e instintos de sobrevivência lhe forçavam a continuar vivo por mais um dia. A perna, praticamente pulando, seguiu o caminho das enfermarias. Christopher piscou os olhos ao ver o estado da área e da maioria das instalações: estavam abandonadas, muitas fechadas por respeito a morte do enfermeiro dono. O tempo havia sido cruel com o acampamento. Para a euforia do homem, ele percebeu uma enfermaria ativa no fim do corredor, abrindo um sorriso satisfeito. Adentrou o lugar, esbarrando na porta, macas e objetos quaisquer no meio do caminho. Quando viu um lugar disponível, jogou sua mochila no chão e deixou o corpo desabar, respirando fundo e esperando por um atendimento. Imediatamente um dos enfermeiros veio ao seu encontro, analisando o estado do semideus.

São cortes, eu acho... de espadas. Mas, tem duas feridas em especial que tão me deixando puto pra desgraça! — gargalhou, fechando o punho e socando o chão. Em seguida, ergueu a calça esquerda e deixou a perna fraturada a mostra. Felizmente, o osso da canela não estava exposto, mas ele tinha certeza que estava quebrado. Em seguida a mão foi de encontro a um pedaço de pano enfaixado no braço, tirando-o. Havia um corte profundo que apodrecia, por conta de alguma infecção e também uma substância mágica, algum tipo de veneno. — Eu tô fodido, diz aí...

Info:
Poderes Usados:

Nenhum

Armas Usadas:

Nenhuma

Dedo, língua, cu e buceta. Dedo, buceta, língua e cu.
Nataniel Barger
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Re: .:: Enfermaria da Silvia ::.

Mensagem por Silvia Kawasaki em Qui 22 Dez 2016, 16:34


Enfermaria da Silvia

heal the world, make it a better place


Nataniel Barger:

Sentada à mesa do consultório, estava conversando com Franz sobre seu trabalho na enfermaria. Sem dúvida o filho de Macária tinha se saído muito bem em seu primeiro dia e eu estava muito feliz em tê-lo trabalhando comigo. Assim, tinha exposto sobre a mesa os prontuários de tratamentos mais longos, como os de Will Traynor (quase curado completamente) e Killian Dawson (que precisava de fortes remédios controlados advindos do Hospital Geral).

Estávamos em meio a uma análise quando um rapaz barbudo e muito ferido adentrou o local. Tendo visão de todo o lugar, facilmente o reconheci como um dos mais antigos semideuses no acampamento, Christopher Mason, que também atendia pelo nome de Nataniel Barger e eu jamais entenderia a lógica por trás desse pensamento. Olhei para Franz e disse que eu mesma pegaria aquela cura, só de olhar já tinha ficado claro que ele precisaria de um longo tratamento.

— Christopher-Nataniel Mason-Barger, olá — cumprimentei, embora não achasse que ele me reconheceria. Não costumávamos ter muito contato durante a estadia dele no refúgio. — Conte-me tudo.

— São cortes, eu acho... de espadas. Mas, tem duas feridas em especial que tão me deixando puto pra desgraça!— Ele exibiu os ferimentos bastante sérios, deixando-me preocupada, embora eu não pudesse aparentar. — Eu tô fodido, diz aí...

— Está, agora. Mas não é nada que não podemos dar um jeito. Vamos — me dirigi até ele e, com a ajuda do atento Franz, carreguei o filho de Ares e o coloquei em uma cadeira de rodas, a fim de levá-lo até a sala de procedimentos.

Após deitarmos o semideus com todo o cuidado sobre uma maca, pedi a Franz que trouxesse as ervas para fazer pastas analgésicas e realizei uma primeira prece a Asclépio e, desta vez, também a Íris, invocando suas bênçãos para o que seria necessário a seguir. Tendo trazido as ervas, preparei uma infusão anestésica e sonífera para o rapaz e somente depois do efeito pude começar a curar-lhe os ossos quebrados.

Não havia ferimento exposto, mas claramente houve fratura e provavelmente teria sido algo doloroso de consertar, mas o brilho dourado em minhas mãos indicava que o poder estava funcionando devidamente e eu podia ver o ferimento ser curado da maneira esperada. Demorou um pouco mais do que era o usual por ser um ferimento bastante complexo, mas foi devidamente resolvido.

O segundo ferimento foi o do braço, que começava a infeccionar. Precisei higienizá-lo antes de cicatrizar, eliminando bactérias e outros problemas que poderiam aparecer em decorrência dele. O ferimento foi-se fechando gradativamente e uma pequena cicatriz restou em seu lugar, o espólio de batalha que todo semideus carrega em diversas partes de seu corpo.

Depois de uma nova oração para meu patrono e minha mãe, minhas mãos adquiriram uma luz prateada e eu agora deveria recuperar a energia do filho de Ares. Toquei-lhe as têmporas e cada ponto energético de seu corpo, fazendo um tratamento minucioso para devolver a ele o máximo de sua integridade energética que era possível no momento. Calmamente, analisava seu organismo e o via melhorar e agradecia aos deuses por tudo dar certo.

Deixei que os poderes agissem no corpo de Christopher-Nataniel (juro que ainda não sei como chamá-lo) e comecei a fazer as poções Energética e Vitalícia, ambas médias. O processo já muito conhecido por mim foi feito com total atenção e dedicação e, quando a primeira ficou pronta, pedi a Franz que o acordasse com calma e que levantasse o encosto da maca para que o semideus tomasse a poção. Coloquei uma folhinha de hortelã em sua boca e administrei a poção Energética, arroxeada e com sabor doce de amoras em pó e suco de maçã.

Em seguida, fiz a Vitalícia, de tonalidade esverdeada mais escura que a simples, misturando leite de cabra, tiras raladas de limão siciliano e gomos de laranja. Na hora de fazê-lo beber, dei duas sementes de pimenta do reino em sua boca. As poções tomadas começaram a fazer o devido efeito e o pusemos novamente deitado na maca para que descansasse.

Horas depois, quando a sonolência da infusão de ervas passou, pude liberar o filho de Ares para fosse para seu chalé e que, de preferência, descansasse e se alimentasse bem. Também recomendei que ele voltasse à enfermaria para uma nova consulta, a fim de recuperar-lhe cem por cento da energia e da força vital em seu corpo. Depois que ele saiu, anotei os resultados do dia no prontuário e o guardei no arquivo, a fim de saber exatamente o que seria necessário caso ele retornasse.

~*~

Adendos:

Poderes utilizados:

DOS CURANDEIROS DE ASCLÉPIO:
PASSIVOS
Conforto Restaurador (Nível 2) -
Ao realizar um exame prévio e acomodar um paciente em sua enfermaria, recepcionando-o e tratando com cuidado, no ambiente adequado e modificado com as condições especiais para isso, o paciente fica mais predisposto ao tratamento e assim as habilidades do curandeiro tornam-se mais efetivas, ampliando o valor restaurado em 20% (arredondado para baixo, mínimo de 1 ponto). Por ser necessário certo preparo anterior, somente funciona na enfermaria ou em situações de conforto. Não afeta a si próprio, obviamente. Não serve para cicatrizar ou quaisquer outros efeitos, apenas a recuperação de vida; para obter tais efeitos, deve-se, ao menos por enquanto, utilizar de métodos convencionais. [Modificado de ativo para passivo, antigo "Boas vindas curadoras"]

Conhecimento Herbológico (Nível 4) - Muitas plantas são utilizadas na fabricação de remédios, pomadas e outros tipos de meios que buscam a proteção; além disto, não são poucas as vezes que o curandeiro necessitará de um conhecimento prévio sobre algum tipo específico de erva para fabricar determinada poção. Portanto, todos os seguidores de Asclépio serão peritos em identificar plantas e ervas medicinais naturais. {Inspirado em “Conhecimento Avançado sobre Ervas”}

Olhar Clínico (Nível 13) - Há uma espécie de lenda urbana que diz “grandes médicos sabem o que o paciente sente apenas de olho”. Pois bem, isso se aplica aos aprendizes, mas de uma forma diferente: ao avistar alguém, consegue “ver” as informações de saúde deste indivíduo (por exemplo, possíveis fraturas, doenças, batimentos cardíacos, oxigenação, vida, energia e situações psicológicas e sociais naturais). Estas informações aparecem em forma de dados e gráficos para o aprendiz, como na tela de um monitor de hospital. Algumas informações, como situações psicológicas e sociais só se aplicam a pessoas que deixarem o curandeiro ter esse conhecimento, o que resume a, normalmente, aliados. Isso faz com que seus diagnósticos agora sejam mais precisos, mas podem ser enganados por meios mágicos e poderes que alterem sua percepção.

ATIVOS:
Curar ferimentos (Nível 1) - Após fazer uma pequena e rápida oração ao seu mestre Asclépio, as mãos do Curandeiro serão tomadas por uma luminosidade de fraca coloração dourada, permitindo com que o usuário recupere uma parte do HP do alvo com o toque direto. A cura será equivalente ao custo de Mp deste poder x 1/2 do nível do curandeiro, arredondado para baixo (mínimo de cura = 4). Pode ser utilizado sobre si mesmo. Uso livre na enfermaria, mas limitado a 1 uso por aliado a cada combate enfrentado. Custo base a ser multiplicado pelo nível = 4 de MP.[Modificado]

Toque Energético (Nível 3) - Após fazer uma pequena e rápida oração ao seu mestre Asclépio, as mãos do Curandeiro serão tomadas por uma luminosidade de fraca coloração prateada, permitindo com que o usuário recupere uma parte do MP do alvo com o toque direto. A restauração será equivalente ao custo de MP deste poder x 1/2 do nível do curandeiro, arredondado para baixo (mínimo 1). Não pode ser utilizado sobre si mesmo. Para fins de gasto de MP e cálculo de recuperação, é considerado um poder nível 1. Uso livre na enfermaria, mas limitado a 1 uso por aliado a cada combate enfrentado. Custo base a ser multiplicado pelo nível = 4 de MP.[Modificado]

Cicatrização II (Nível 15) - Agora o dom de cicatrizar cortes e ferimentos já está mais forte nos seguidores de Asclépio. Ao tocar as feridas abertas, estas se fecharão em uma rodada, impedindo hemorragias e sangramentos, anulando tais penalidades em casos de efeitos de nível igual ou menor que o curandeiro, ou reduzindo-as a apenas 25% se maior. Adicionalmente, recupera 5% da HP e MP do alvo, quando em outra pessoa, ou 5% da HP quando em si mesmo (sempre arredondando para baixo). A cicatriz ficará no local, mas será discreta, independente do tipo de ferimento. Este poder só pode ser usado em si mesmo se conseguir tocar o ferimento. 1 utilização por batalha. [Novo]

Cariocinese (Nível 27) - O curandeiro, através do toque, manipula a energia vital do alvo de modo que ele regenere uma quantidade contínua mas pequena de HP e MP. Apenas um alvo por ativação. Tal aliado passa a receber uma regeneração da HP e MP durante a duração do pulso, equivalente ao custo de MP do poder de cura base (Cura nível 1 = 4) x 1/10 do nível do curandeiro, arredondado para baixo (mínimo de cura = 10). Por exemplo, um personagem nível 27 curaria 4 x 2,7 = 10,8 ; arredondando para baixo, seriam 10 de HP e MP. O efeito dura 3 turnos (não precisando manter contato após a ativação) então o aliado afetado restauraria uma quantia equivalente a 30 de HP e MP ao fim do efeito. Um uso por combate sobre cada aliado. Sobre si próprio, fornece apenas recuperação de HP. Para fins de gasto de MP, o cálculo é realizado sobre o nível do poder como normalmente realizado. (Total = 108 MP)  [Novo]

DOS FILHOS DE ÍRIS:
PASSIVOS:
Anfitrião (Nível 21) - Íris sempre que possível recepciona os demais deuses com um pouco de ambrosia e néctar, sendo ela uma deusa receptiva e carismática. Sempre que um filho de Íris servir algum medicamento ou bebida de efeito positivo para um aliado, o efeito do liquido e/ou da comida farão um efeito 15% maior, arredondando para baixo. A habilidade não funciona em si mesmo, e só afeta a primeira porção fornecida a cada aliado. [Novo]

Terapia holística (Nível 22) - Íris enveredou pelos caminhos da vida saudável recentemente, mas há muito especula-se o poder e efetividade dos cristais e das cores na cura. Assim, seus filhos podem se tornar ótimos curandeiros, com poderes de cura do grupo secundário ampliados ampliados em 10%. [Novo]

Poções fabricadas:

Poção Energética Média (Nível 15) - Ao ser produzida da forma apropriada, a poção adquirirá uma tonalidade arroxeada, levemente brilhante e um gosto frutífero de refrescante e adocicado; também como a poção vitalícia média, esta só pode ser criada por aqueles curandeiros que decidiram tornar-se Alquimistas. Por questões de segurança, ela só pode ser ingerida uma vez por turno.

Poção Vitalícia Média (Nível 12) - Se criada corretamente, a poção irá adquirir uma coloração semelhante à Poção Vitalícia Simples, porém desta vez será um pouco mais brilhante do que a anterior e será um pouco mais escura. O gosto da poção, a princípio, é azedo, contudo vai se tornando refrescante conforme é ingerida. Este tipo de poção só poderá ser criados por Alquimistas, uma vez que ela é mais avançada que a sua antecedente. Por questões de segurança, só uma dose pode ser ingerida uma vez por turno.

Atualizações:

Nataniel Barger: HP 530/730; MP 530/730

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Re: .:: Enfermaria da Silvia ::.

Mensagem por Psiquê em Qua 11 Jan 2017, 14:21




Atualizado!




How fickle my heart and how woozy my eyes, I struggle to find any truth in your lies. And now my heart stumbles on things I don't know, my weakness I feel I must finally show. Lend me your hand and we'll conquer them all but lend me your heart and I'll just let you fall, lend me your eyes I can change what you see, but your soul you must keep totally free
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