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Mensagem por Silvia Kawasaki em Qua 16 Dez 2015, 17:12

Relembrando a primeira mensagem :



Enfermaria da Silvia
Come get your healing


Localizada atrás da Enfermaria Principal, a nova enfermaria, da curandeira Silvia Kawasaki, era mais um lugar onde semideuses machucados poderiam buscar por socorro e recuperação. O lugar contava com uma decoração interna em um verde característico dos filhos de Íris, um tom suave que se confundia com o azul visando um relaxamento dos pacientes que ali entrassem. Uma música suave de harpa tocava ao fundo em looping, graças a uma engenhoca mágica projetada por um filho de Hefesto e um de Apolo.

Além da decoração e da música, o local contava com equipamentos recém-adquiridos, macas/leitos confortáveis, poltronas para acompanhante e espaço para até cinco pacientes, por ser ainda um local pequeno. A mesa da curandeira, com sua bolsa, livros e armário, ficam ao fundo da enfermaria e num tablado firme mais elevado, de onde a jovem moça tem visão de todo o local e da entrada, podendo facilmente ver quem estaria precisando de ajuda e como, para rapidamente atender.

Regrinhas e Etc.

1) Sejam bem-vindos! Sou a nova curandeira do Acampamento Meio-Sangue, Silvia Kawasaki. Pra começar, peço que ao fazerem seus posts expliquem a chegada, contextualizem, me digam o que aconteceu, para que eu possa tratá-los devidamente. Posts com menos de 5 linhas serão considerados floods;

2) Enfermaria gratuita. Não precisarão me pagar nada, mas se quiserem me trazer um chocotone da Cacau Show, é super aceito -q

3) Estou sempre no chatbox, com essa ou outra conta, então se quiserem me avisar lá que postaram aqui, sintam-se à vontade. Também podem mandar mps.

don't be shy, bring colors to your life!

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Re: .:: Enfermaria da Silvia ::.

Mensagem por Elliot Cumming em Sex 14 Abr 2017, 13:29


When the Darkness Comes


Tempo, durante o coma de Elliot, era algo abstrato e confuso. Ele não estava exatamente inconsciente; podia ouvir e sentir tudo, por mais que não conseguisse abrir os olhos ou articular palavras. A dor era excruciante, algo nos golpes das sombras parecia ferir mais do que apenas seu corpo. Sentia que sua alma estava danificada, mas isso ele sabia que era passageiro. Em determinado período, conseguiu ouvir ordens emergenciais e sentir seu corpo ser carregado. Um lapso de inconsciência o fez perder a noção do que aconteceu depois, mas alguém ou alguma coisa começava a acelerar o processo de cicatrização de seu corpo.

Momentos após esse, ele sentia suas dores diminuírem. Ainda era incapaz de se mexer ou falar, mas ouvia mais nitidamente. Borrões de momentos que antecederam sua chegada às portas do acampamento, que para ele mais parecia uma colina qualquer, o deixavam em desespero. Em sua mente, uma figura enorme, com um par de asas negras, o perseguia e o pressionava contra algo parecido com um portal. Ao mesmo tempo, não sentia medo da figura; algo denunciava que ela não era hostil. As sombras atrás dos dois, sim.

Mais uma vez, aconteceu algo como uma completa inconsciência. Elliot sonhou que estava morto em uma casa abandonada. Seu corpo sangrando, a vida esvaindo-se de seus olhos vidrados. Ele não precisou estar exatamente consciente do que estava acontecendo para saber que, na vida real, estava convulsionando; ele sentia, quase, como se sua alma estivesse tentando se livrar de seu corpo e partir para um outro lugar, separando-se cada vez mais daquela realidade.

Alguma coisa o impediu de continuar se debatendo na maca. Talvez fosse sua vontade de entender ou conciliar; algo estava terrivelmente errado e ele tinha uma imensa necessidade de compreender o que estava acontecendo. Seus olhos abriram. O peito de Elliot fora projetado para frente, mas algo o segurou. Ele finalmente pôde ver luz, mas ainda era incapaz de identificar formas.

Conforme sentia, mais uma vez, um repentino sono lhe acometer, seu coração voltou a bater em um ritmo normal. A respiração estabilizar, os olhos pararem de se revirar. Focou-se em um rosto, o único que era capaz de ver. E parou. O coma o convidava para mais um longo pesadelo que Elliot não queria sonhar. Resistiu. Respirou com dificuldade e, só então, percebeu que tinha rasgado o estofado da maca que deitava enquanto segurava-a com toda sua força. Começou a entender as figuras que o rodeavam - outras pessoas deitadas, doentes, outras macas, algumas envoltas em cortinas. Sabia que era um hospital, mas não sabia como sabia disso.

Alguém o segurava. Isso o desesperou. Mas quase ao mesmo tempo em que quis se debater de novo, algum tipo de sensação reconfortadora o acolheu, tranquilizando-o. Focou-se no rosto do homem que não reconhecia e que o segurava. Então deixou a boca entreaberta em uma tentativa falha de emitir algum som - ele queria dizer algo. Na segunda tentativa, balbulciou. Sentiu a tensão de seu corpo afrouxar e a sua respiração se acalmar. Repetiu as palavras que ecoavam em sua mente. Perguntas.

— O... O-oque está... A-acontecendo...? — Finalmente conseguiu dizer, após a última tentativa frustrada. Sua voz era rouca e anasalada, e estava em um nítido tom de sofrimento - como se cada sílaba desencadeasse algum tipo de reação em seus ferimentos. — Quem... é... você?

Dificilmente alguém poderia entender a profundidade daquelas perguntas. Elliot não estava apenas confuso porque tinha desmaiado e acordado em um lugar estranho - estava confuso porque, além de tudo isso, ele não conseguia se lembrar de nada além de desespero de estar em uma caverna fugindo de demônios. Seus olhos vagaram ao redor e pelo próprio corpo - ele sequer se reconhecia. Um grito parecia sufocar e entalar sua garganta antes de sair. Elliot fazia um pedido de socorro mudo com suas expressões

Algo de terrivelmente errado estava acontecendo e ele não entendia nada, absolutamente nada, de por que ter sido ele. De porque ele ser ele.



Poderes Utilizados:
Passivos:
Nenhum utilizado.
Ativos:
Nenhum utilizado.
Equipamento:
♦ Faca [Sua lâmina bronzeada mede cerca de 24 cm, e seu cabo tem o mesmo comprimento padrão. É bastante afiada e é perfeita para ataque ágeis e rápidos. O bom desta arma é sua eficiência tanto para mãos hábeis quanto para manuseios mais inexperientes, pois é uma arma curta, fácil de esconder e ao mesmo tempo fácil de manusear. Seu punho é feito de aço, mas uma camada de couro escuro cobre o aço para que o usuário possa segurá-la firmemente. Na parte inferior da lâmina, próxima ao cabo, há entalhado as siglas do Acampamento "CHB"; uma propriedade que só os meio-sangues e criaturas místicas podem ter e usar (ajuda um pouco na destreza)] {Bronze, aço e couro} (Nível mínimo: 1) {Nenhum elemento} [Recebimento: Administração; item inscrição padrão do fórum]

♦ Pingente da Natureza / Amuleto [Sua corrente é feita de ferro comum, mas banhada em prata. Uma corrente fina e leve. O pingente propriamente dito é uma folha, também prateada, porém, com um leve brilho esverdeado. Uma vez por missão pode roubar alguns poucos pontos de MP dos adversários. Válido também para uma vez por combate.] {Ferro e Prata} (Nível Mínimo: 1) {Neutro} [Recebimento: Prêmio da Missão "Náiade Assediada";  por Hades e atualizado por Hécate. Atualizado: 13/2/13]

{Death} / Foice [Foice da Morte; mede cerca de 2 m. O cabo é feito de bronze sagrado, assim como sua lâmina. Ao desejo de seu dono, a partir do nível 20, ela se transforma em um pingente de foice] {Bronze Sagrado} (Nível Mínimo: 1) [Recebimento: Presente de Reclamação de Thanatos]

{Sullem} / Anel [Anel feito de Ferro Estígio com uma grande Safira Negra incrustada em seu centro, representando uma caveira. Quando o usuário estiver com seu status de vida pela metade, uma aura negra o envolve. Faz com que a áurea recupere 20% do HP uma vez por missão] {Ferro Estígio e Safira} (Nível Mínimo: 1) [Recebimento: Presente de Reclamação de Thanatos]

{Spanown} Capa [Uma capa negra feita de veludo e com capuz. A capa emite uma leve aura amedrontadora, por se lembrar da capa creditada a morte. A aura possui efeito até mesmo em seus aliados e animais, não possuindo efeito apenas sobre criaturas de nível igual ou maior. O efeito faz com que a defesa do inimigo reduza em 10%, por causa de seu temor em ser morto enquanto estiver próximo do portador a até 3m de distância, mas resistências ainda devem ser aplicadas. Adicionalmente, duas vezes por missão, por um período de dois turnos, há um efeito de camuflagem que deixa o usuário furtivo, escondido, diminuindo as chances de serem encontrados.] {Veludo negro} (Nível Mínimo: 1) [Recebimento: Presente de Reclamação de Thanatos]

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Re: .:: Enfermaria da Silvia ::.

Mensagem por Franz H. Baudelaire em Sex 14 Abr 2017, 16:19

enfermaria
ELLIOT CUMMING
da silvia!
COME GET YOUR HEALING
Por mais que ninguém comentasse, os olhares pesavam sobre mim. Ted e Gina pareciam especialmente inteirados daquela situação, comunicando-se numa troca de olhares silenciosa toda vez que eu citava o ocorrido. E pela já costumeira vigia de minhas ações, Silvia também aparentava estar um tanto preocupada. A minha presença na sua enfermaria tornou-se fixa, afinal; eu tinha pedido para estagiar única e exclusivamente com ela, somente para poder ficar na sua tenda o dia inteiro. Não era de se espantar que uma mudança comportamental repentina causasse estranhamento das pessoas próximas.

Mas não era bem pela filha de Íris que eu fazia isso. Bem no âmago, a preocupação e a curiosidade que eu sentia pelo rapaz misterioso de noites antes não era algo que eu necessariamente tratava com indiferença. Estava perfeitamente ciente das minhas ações. Estava ciente de cada olhadela, de cada checagem feita hora após hora — por mais que eu tivesse feito isso nos últimos dias e nenhuma melhora significativa tivesse sido notada. Estava ciente de que minha mudança para lá e até mesmo a vigia que eu fiz na noite em que ele apareceu eram sinais claros de algo que ninguém negava: eu me importava com ele mais do que com qualquer outro paciente.

Talvez tivesse sido sua misteriosa aparição. Ou a responsabilidade de ter cuidado dele sozinho na enfermaria, também. E se ainda fosse levado em conta que era o primeiro paciente que eu via entrar em coma... bem, era de se esperar um cuidado mais atento, não?

Pela milionésima vez no dia, flagrei-me olhando-o analiticamente. Sinais vitais estáveis, corpo se regenerando aos poucos. Havia feito um processo de cura mais cedo naquele dia, mas estranhamente, como nas vezes anteriores, seus índices de energia estavam mais baixos do que deveriam. Talvez estivesse tendo pesadelos, ou algum ferimento interno lhe custasse pequenas parcelas vitais. Não dava para saber ao certo.

— Ele não vai acordar agora — comentou casualmente Silvia, dispondo-se ao meu lado após ministrar uma poção a uma garotinha enferma. — Digo, ele pode acordar. Mas você não precisa ficar o tempo todo vigiando. Ele vai ficar bem. E você precisa ficar bem também, Franz.

Eu desviei meus olhos para ela e, então, para o corpo inerte do rapaz. Dei um sorriso fraco em afirmação, mas ainda assim desloquei-me até ele depositei minha destra em seu peito, prestes a fazer outra oração a meu patrono. Mesmo podendo sentir o olhar de Silvia queimando em minhas costas, não me importava; fazia o que achava ser o certo para mim, não aos olhos dos outros — mesmo que fosse alguém sábio como a filha de Íris.

E foi aí que os meus esforços se provaram eficazes e a minha fé em meu patrono inflou-se rapidamente, confrontando as palavras da curandeira atrás de mim. O rapaz, afinal, começou a debater-se violentamente contra a maca, fincando suas unhas no colchão e arrancando parte do estofado. Retirei minha mão rapidamente de seu peito e tentei segurar seus ombros, mas lembrei-me de que não era o certo a se fazer; por isso, botei-o de lado, ajustei o travesseiro em sua cabeça e fiz uma prece a Asclépio para que a convulsão passasse logo, embora não estivesse usando nenhuma habilidade específica.

Então, ele parou e eu o devolvi à posição original; meu coração batendo forte, meus nervos à flor da pele. Ele abriu seus olhos e repentinamente tentou se sentar, mas eu empurrei seu peito para baixo e o forcei a ficar deitado, já que levantar seria perigoso demais em sua situação. A julgar por seus olhos ávidos, ele parecia muito confuso. Dificilmente seria capaz de relatar o que aconteceu a si próprio antes de chegar à enfermaria.

— Acalme-se — disse a ele no exato momento em que suas íris fincaram-se em meu rosto, olhando suplicante para Silvia, que àquela altura já preparava poções na bancada ao fundo. Orei rapidamente ao meu patrono e, ainda com minhas mãos em seu peito, deixei que a energia dourada fluísse de mim para ele; e não que o rapaz tivesse tido a chance de perceber o que eu fazia. Parecia ocupado demais com o que o cercava. Repeti o processo, mas daquela vez usando do brilho prateado, tentando recuperar sua energia.

Peguei as poções que Silvia havia preparado e botei à cabeceira da maca do rapaz, preferindo aferir seu quadro antes. Estava consideravelmente melhor — havia acordado, afinal —, mas ainda não parecia inteiramente são. Sequer formava palavras, já que sua bota entreaberta não fazia mais do que se movimentar minimamente, incapaz de montar algo com nexo.

Quando ele finalmente disse algo, não foi muito diferente do esperado.

— Você esteve em coma. Chegou aqui muito ferido — respondi, usando o tom mais claro que conseguia. — Eu sou Franz. François Baudelaire. Curandeiro do Acampamento Meio-Sangue. Você tem noção de onde está? — E antes mesmo que ele fosse capaz de elaborar uma resposta, ministrei-lhe as poções, uma a uma, ajudando-o a bebê-las sem engasgar. Quando as quatro (vitalícia e energética, ambas simples e média) foram devidamente engolidas, orei pela enésima vez a Asclépio e dirigi a cura ao rapaz, enfim conseguindo elevar seu status vital. O mesmo foi feito com sua energia.

Adendos:
Estágio devidamente permitido por Silvia Kawasaki, dona da enfermaria.


Poderes:
{Asclépio - Passivo} Nível 2 — Conforto Restaurador: Ao realizar um exame prévio e acomodar um paciente em sua enfermaria, recepcionando-o e tratando com cuidado, no ambiente adequado e modificado com as condições especiais para isso, o paciente fica mais predisposto ao tratamento e assim as habilidades do curandeiro tornam-se mais efetivas, ampliando o valor restaurado em 20% (arredondado para baixo, mínimo de 1 ponto). Por ser necessário certo preparo anterior, somente funciona na enfermaria ou em situações de conforto. Não afeta a si próprio, obviamente. Não serve para cicatrizar ou quaisquer outros efeitos, apenas a recuperação de vida; para obter tais efeitos, deve-se, ao menos por enquanto, utilizar de métodos convencionais. [Modificado de ativo para passivo, antigo "Boas vindas curadoras"]

{Asclépio - Passivo} Nível 13 — Olhar Clínico: Há uma espécie de lenda urbana que diz “grandes médicos sabem o que o paciente sente apenas de olho”. Pois bem, isso se aplica aos aprendizes, mas de uma forma diferente: ao avistar alguém, consegue “ver” as informações de saúde deste indivíduo (por exemplo, possíveis fraturas, doenças, batimentos cardíacos, oxigenação, vida, energia e situações psicológicas e sociais naturais). Estas informações aparecem em forma de dados e gráficos para o aprendiz, como na tela de um monitor de hospital. Algumas informações, como situações psicológicas e sociais só se aplicam a pessoas que deixarem o curandeiro ter esse conhecimento, o que resume a, normalmente, aliados. Isso faz com que seus diagnósticos agora sejam mais precisos, mas podem ser enganados por meios mágicos e poderes que alterem sua percepção.


{Asclépio - Ativo} Nível 1 — Curar ferimentos: Após fazer uma pequena e rápida oração ao seu mestre Asclépio, as mãos do Curandeiro serão tomadas por uma luminosidade de fraca coloração dourada, permitindo com que o usuário recupere uma parte do HP do alvo com o toque direto. A cura será equivalente ao custo de Mp deste poder x 1/2 do nível do curandeiro, arredondado para baixo (mínimo de cura = 4). Pode ser utilizado sobre si mesmo. Uso livre na enfermaria, mas limitado a 1 uso por aliado a cada combate enfrentado. Custo base a ser multiplicado pelo nível = 4 de MP.[Modificado]

{Asclépio - Ativo} Nível 3 — Toque Energético: Após fazer uma pequena e rápida oração ao seu mestre Asclépio, as mãos do Curandeiro serão tomadas por uma luminosidade de fraca coloração prateada, permitindo com que o usuário recupere uma parte do MP do alvo com o toque direto. A restauração será equivalente ao custo de MP deste poder x 1/2 do nível do curandeiro, arredondado para baixo (mínimo 1). Não pode ser utilizado sobre si mesmo. Para fins de gasto de MP e cálculo de recuperação, é considerado um poder nível 1. Uso livre na enfermaria, mas limitado a 1 uso por aliado a cada combate enfrentado. Custo base a ser multiplicado pelo nível = 4 de MP.[Modificado]

{Asclépio - Ativo} Nível 15 — Cicatrização II: Agora o dom de cicatrizar cortes e ferimentos já está mais forte nos seguidores de Asclépio. Ao tocar as feridas abertas, estas se fecharão em uma rodada, impedindo hemorragias e sangramentos, anulando tais penalidades em casos de efeitos de nível igual ou menor que o curandeiro, ou reduzindo-as a apenas 25% se maior. Adicionalmente, recupera 5% da HP e MP do alvo, quando em outra pessoa, ou 5% da HP quando em si mesmo (sempre arredondando para baixo). A cicatriz ficará no local, mas será discreta, independente do tipo de ferimento. Este poder só pode ser usado em si mesmo se conseguir tocar o ferimento. 1 utilização por batalha. [Novo]
Poções:
{Asclépio} Nível 6 — Poção Vitalícia Simples: Uma poção de coloração esverdeada-pálida, caso tenha sido formulada do jeito correto, e de gosto ligeiramente azedo; é particularmente básica e, portanto, não necessita da especialização ‘Alquimista’. Seu principal efeito é o de, após ingerida pela boca como um líquido, recuperar a vida do paciente. Por questões de segurança, só pode ser consumida uma dose a cada turno.

{Asclépio} Nível 9 — Poção Energética Simples: Ao ser produzida da forma apropriada, a poção adquirirá uma tonalidade arroxeada e um gosto frutífero refrescante e adocicado; comum e imprescindível para os curandeiros, ela não precisa da especialização ‘Alquimista’ para ser feita. O efeito dela é, quando sorvida para dentro dos lábios, restaurar a energia do cliente. É óbvio e claro que ela não pode ser ingerida em excesso e, portanto, seu uso só é liberado uma vez a cada turno.

{Asclépio} Nível 12 — Poção Vitalícia Média: Se criada corretamente, a poção irá adquirir uma coloração semelhante à Poção Vitalícia Simples, porém desta vez será um pouco mais brilhante do que a anterior e será um pouco mais escura. O gosto da poção, a princípio, é azedo, contudo vai se tornando refrescante conforme é ingerida. Este tipo de poção só poderá ser criados por Alquimistas, uma vez que ela é mais avançada que a sua antecedente. Por questões de segurança, só uma dose pode ser ingerida uma vez por turno.

{Asclépio} Nível 15 — Poção Energética Média: Ao ser produzida da forma apropriada, a poção adquirirá uma tonalidade arroxeada, levemente brilhante e um gosto frutífero de refrescante e adocicado; também como a poção vitalícia média, esta só pode ser criada por aqueles curandeiros que decidiram tornar-se Alquimistas. Por questões de segurança, ela só pode ser ingerida uma vez por turno.
Atualizações:
— Elliot Cumming: Full HP/MP.
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Re: .:: Enfermaria da Silvia ::.

Mensagem por Elliot Cumming em Sex 14 Abr 2017, 17:38


When the Darkness Comes


Elliot não respondeu. Era ele quem deveria estar fazendo perguntas - não entendia aquilo e estava com verdadeiro medo. Tentou erguer o tronco, mas seu corpo roeu, e ele não tentou mais resistir - deitando-se na maca. Distraiu-se mais uma vez com os arredores, respirando fundo. Era difícil de compreender o que se passava na cabeça dele naquele momento. Possivelmente, uma situação de stress, medo, receio e estranhamento.

Quando lhe ofereceram um líquido estranho, a primeira coisa que fez foi se afastar. Ele queria recusar, mas pensou duas vezes - se era mesmo um hospital, e se estava vivo, era por causa do tratamento deles. Resolveu beber as soluções devagar, e estranhamente sentiu-se melhor. Relaxou ao saber que não estavam tentando o matar - embora não sabia por que ele deveria pensar que estava em perigo.

Elliot respirou fundo algumas vezes e engoliu em seco, tendo a impressão de que agora conseguiria falar. E de que, agora, conseguiria se sentar. Ele se moveu depois de já ter bebido as poções, e não entendeu porque de uma hora para outra tinha recuperado-se daquele jeito. Isso não era normal.

— Acampamento meio-sangue? — Inquiriu. Ele estava mais calmo, mas ainda era possível notar um certo tom de medo em sua voz. Olhou para o rapaz chamado François e o observou com estranha familiaridade. A voz dele... Estava reconhecendo-a de quando ainda estava em coma. — Foi você quem me salvou? Digo... Quando cheguei "aqui", alguém me carregou. Ouvi sua voz, depois.

Elliot parou. Começou a se perguntar de onde tinha vindo, como tinha parado ali. Colocou uma mão sobre a testa, apoiando-a na maca, como se pensasse que pressionar as têmporas fossem lhe ajudar a lembrar.

— Eu não me lembro de nada.

Foi uma constatação. Mas pareceu cair como uma faca em suas costas. Ele não tinha passado, e não tinha nome. Pensou sobre si mesmo. Elliot se sentou direito e então esticou os próprios braços - estavam limpos, eram seus, e os reconhecia, mas não sabia se identificar. Os girou. Analisou sua própria mão.

Curiosamente, encontrou uma cicatriz no antebraço esquerdo. Estreitou os olhos. Essas não eram marcas de corte ou de combate. — Foi você que me marcou? — Inquiriu. Elliot levantou o antebraço e o mostrou: em vertical, escrito com uma letra-de-forma e aparentemente marcada à faca, o nome: Elliot Cumming.



Poderes Utilizados:
Passivos:
Nenhum utilizado.
Ativos:
Nenhum utilizado.
Equipamento:
♦ Faca [Sua lâmina bronzeada mede cerca de 24 cm, e seu cabo tem o mesmo comprimento padrão. É bastante afiada e é perfeita para ataque ágeis e rápidos. O bom desta arma é sua eficiência tanto para mãos hábeis quanto para manuseios mais inexperientes, pois é uma arma curta, fácil de esconder e ao mesmo tempo fácil de manusear. Seu punho é feito de aço, mas uma camada de couro escuro cobre o aço para que o usuário possa segurá-la firmemente. Na parte inferior da lâmina, próxima ao cabo, há entalhado as siglas do Acampamento "CHB"; uma propriedade que só os meio-sangues e criaturas místicas podem ter e usar (ajuda um pouco na destreza)] {Bronze, aço e couro} (Nível mínimo: 1) {Nenhum elemento} [Recebimento: Administração; item inscrição padrão do fórum]

♦ Pingente da Natureza / Amuleto [Sua corrente é feita de ferro comum, mas banhada em prata. Uma corrente fina e leve. O pingente propriamente dito é uma folha, também prateada, porém, com um leve brilho esverdeado. Uma vez por missão pode roubar alguns poucos pontos de MP dos adversários. Válido também para uma vez por combate.] {Ferro e Prata} (Nível Mínimo: 1) {Neutro} [Recebimento: Prêmio da Missão "Náiade Assediada";  por Hades e atualizado por Hécate. Atualizado: 13/2/13]

{Death} / Foice [Foice da Morte; mede cerca de 2 m. O cabo é feito de bronze sagrado, assim como sua lâmina. Ao desejo de seu dono, a partir do nível 20, ela se transforma em um pingente de foice] {Bronze Sagrado} (Nível Mínimo: 1) [Recebimento: Presente de Reclamação de Thanatos]

{Sullem} / Anel [Anel feito de Ferro Estígio com uma grande Safira Negra incrustada em seu centro, representando uma caveira. Quando o usuário estiver com seu status de vida pela metade, uma aura negra o envolve. Faz com que a áurea recupere 20% do HP uma vez por missão] {Ferro Estígio e Safira} (Nível Mínimo: 1) [Recebimento: Presente de Reclamação de Thanatos]

{Spanown} Capa [Uma capa negra feita de veludo e com capuz. A capa emite uma leve aura amedrontadora, por se lembrar da capa creditada a morte. A aura possui efeito até mesmo em seus aliados e animais, não possuindo efeito apenas sobre criaturas de nível igual ou maior. O efeito faz com que a defesa do inimigo reduza em 10%, por causa de seu temor em ser morto enquanto estiver próximo do portador a até 3m de distância, mas resistências ainda devem ser aplicadas. Adicionalmente, duas vezes por missão, por um período de dois turnos, há um efeito de camuflagem que deixa o usuário furtivo, escondido, diminuindo as chances de serem encontrados.] {Veludo negro} (Nível Mínimo: 1) [Recebimento: Presente de Reclamação de Thanatos]

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Re: .:: Enfermaria da Silvia ::.

Mensagem por Chwe Hwan Soo em Dom 16 Abr 2017, 16:27

enfermaria
CANADIAN BOY
da silvia!
YOU HAVE TO HEAL ME
Era difícil atinar meus sentidos naquele estado de torpor, mas meu resquício de consciência permitiu-me sorver parte do que acontecia à minha volta: vozes alarmadas, luzes fortes e um cheiro característico de hospital. Vultos cercavam-me — estando um deles a me carregar, eu podia sentir —, mas eu não podia distingui-los; minha atenção voltava-se para a excruciante dor em minha cabeça e, ainda, para o empapar contínuo de minha camisa. Estava senciente de tudo e, ao mesmo tempo, de nada.

Após isso, não posso dizer com exatidão o que ocorreu. Senti meu corpo ser depositado numa superfície macia, porém não tinha certeza de que ele estava realmente pesando. Senti uma voz calma falando muito próxima de mim, provavelmente tentando chamar a minha atenção, mas tinha a impressão de que ela vinha de todos os locais e de lugar nenhum. Algo encostou em meu rosto, e ainda assim eu não entendia; julgo que poderia ter levado uma bofetada e nem sequer sentir a dor do estapeamento.

E foi provavelmente pela exaustão que a escuridão gradativamente me atingiu. É o último acontecimento que posso afirmar com certeza.
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Re: .:: Enfermaria da Silvia ::.

Mensagem por Franz H. Baudelaire em Dom 16 Abr 2017, 18:33

enfermaria
ELLIOT CUMMING E CHWE HWAN SOO
da silvia!
COME GET YOUR HEALING
Um sorriso automático tomou meus lábios no exato momento em que a coloração pareceu voltar ao rosto do rapaz, ainda que ele se mantivesse um tanto pálido. Para alguém que tinha acabado de sair de um coma, ele estava incrivelmente bem; sendo capaz até mesmo de sentar e balbuciar algumas palavras, a confusão mental em que deveria se encontrar praticamente não existia. Ou ao menos era o que meu achismo médico demasiado otimista dizia.

Quando ele enfim formou uma frase sem grande pausas, assenti. Pareceu fazer uma pergunta retórica, o que interpretei de duas formas: ao mesmo tempo que achei ter ali um novato, alguém que nunca tinha colocado os pés no local, também pensei que ele tinha parado ali por acidente, por mais que já houvesse passado pelo local. Entretanto, pareci passar longe: pelo que veio a seguir, nenhuma das minhas alternativas estava correta.

— Bom, eu... Eu é que te atendi quando você chegou. Uma equipe de patrulha te trouxe e... — interrompi a frase, lembrando que não deveria bombardeá-lo com informações naquele momento. Não era a hora certa. E Quíron certamente iria encontrar-se com ele, explicá-lo tudo, ao mesmo tempo que pediria explicações. — Está tudo bem agora. Relaxe. Não precisa se preocupar.

Apesar da recomendação, o garoto não pareceu relaxar. Pelo contrário: fechou-se em seu mundo numa clara tentativa de botar os pensamentos em ordem, mas aparentemente falhou. Quando tornou a olhar para mim, a afirmação vazia que escapou de seus lábios foi incrivelmente penosa.

O rapaz à minha frente não se lembrava de nada. Havia perdido a memória durante o aparente ataque que sofreu? Ou elas foram roubadas de si, como tantos deuses já fizeram com suas proles?

Não tive muito tempo para pensar a respeito, no entanto. Quando estava prestes a submergir em questões próprias e a dizer que o ajudaríamos com o que fosse preciso, ele levantou seu antebraço na altura dos meus olhos e mostrou-me uma estranha cicatriz, indagando-me confusamente se eu a havia feito. Ali havia um estranho nome, grosseiramente marcado: Elliot Cumming. Aquele era seu nome?

A resposta, infelizmente, ficou para depois. Logo certa algazarra formou-se dentro do local, demarcando a entrada de mais alguém à beira da morte: um rapaz loiro e muito alto carregava outro esguio em seus braços, seguido por um pequeno semideus lotado de tralhas. Exceto pelo loiro, a trupe que entrou era toda oriental, com traços muito similares aos meus.

Olhei por cima do ombro e vi Silvia indo em direção a garotinha de antes, que parecia ter tornado a passar mal. Nossos olhares se cruzaram por um instante e silenciosamente soube que ela me pedia para tomar a frente, fazendo-me largar do garoto — Elliot? — e correr ao mais novo enfermo ensanguentado.

— Basilisco escamavil. O atingiu com a cauda, fazendo ele voar por alguns metros. Bateu com a cabeça antes de cair — relatou o loiro, afastando-se da maca para que eu pudesse atuar. Logo assenti, pegando o um kit próximo e tratando de limpar o ferimento em seu supercílio.

Um erro, já que o sangue saía sem parar, não importando o quanto eu limpasse. Rapidamente resolvi cicatrizar o ferimento primeiro, tocando nele e deixando a energia fluir de mim, fechando-o de ponta a ponta. Só aí fiz a devida limpeza, empapando gazes e mais gazes com o líquido rubro do rapaz.

Retirei sua camisa — àquela altura já manchada com todo aquele sangue — e tratei de cicatrizar outros ferimentos e dispersar hematomas, logo antes de também limpar a área. Em seguida, fiz uma rápida prece ao meu patrono e vi minhas mãos se envolverem naquele costumeiro brilho dourado, traçando o também costumeiro caminho até o peitoral do paciente, onde a energia foi depositada. Repeti o processo para que seu status de vitalidade — visível no gráfico à minha frente — ficasse enfim estável.

A seguir, outra oração foi necessária para que o brilho em minhas mãos mudassem para um tom prateado, que foi rapidamente colocado na testa do rapaz. Seu status de energia subiu rapidamente, chegando ao máximo mesmo antes de eu julgar que poderia.

Ele respirou profundamente, como se nunca o tivesse feito. Seu peito magro desceu vagarosamente, calmo, e a situação na enfermaria pareceu novamente reduzir o ritmo, voltando aos conformes. Chequei se não havia nada quebrado ou outros ferimentos a tratar, mas realmente não havia; o rapaz tinha dado sorte ao chegar rápido ali, mesmo que com aquele ferimento grave.

Então, olhei de soslaio para Elliot — se é que esse era mesmo seu nome. Lembrei-me do alarme que tive quando ele chegou, lotado de ferimentos estranhos e já induzido num coma. E lembrei-me que, havia pouco, soube que ele não tinha memória alguma. De certa forma, ambos lembravam-me do meu eu confuso: recém-chegado a um local que eu não conhecia, cercado por uma realidade que não era minha e cheio, cheio de dúvidas.

Era um fato: ser semideus era uma completa droga.

Adendos:
Estágio devidamente permitido por Silvia Kawasaki, dona da enfermaria. Post com Chwe Hwan Soo previamente definido, explicando as informações aqui contidas.


Poderes:
{Asclépio - Passivo} Nível 2 — Conforto Restaurador: Ao realizar um exame prévio e acomodar um paciente em sua enfermaria, recepcionando-o e tratando com cuidado, no ambiente adequado e modificado com as condições especiais para isso, o paciente fica mais predisposto ao tratamento e assim as habilidades do curandeiro tornam-se mais efetivas, ampliando o valor restaurado em 20% (arredondado para baixo, mínimo de 1 ponto). Por ser necessário certo preparo anterior, somente funciona na enfermaria ou em situações de conforto. Não afeta a si próprio, obviamente. Não serve para cicatrizar ou quaisquer outros efeitos, apenas a recuperação de vida; para obter tais efeitos, deve-se, ao menos por enquanto, utilizar de métodos convencionais. [Modificado de ativo para passivo, antigo "Boas vindas curadoras"]

{Asclépio - Passivo} Nível 13 — Olhar Clínico: Há uma espécie de lenda urbana que diz “grandes médicos sabem o que o paciente sente apenas de olho”. Pois bem, isso se aplica aos aprendizes, mas de uma forma diferente: ao avistar alguém, consegue “ver” as informações de saúde deste indivíduo (por exemplo, possíveis fraturas, doenças, batimentos cardíacos, oxigenação, vida, energia e situações psicológicas e sociais naturais). Estas informações aparecem em forma de dados e gráficos para o aprendiz, como na tela de um monitor de hospital. Algumas informações, como situações psicológicas e sociais só se aplicam a pessoas que deixarem o curandeiro ter esse conhecimento, o que resume a, normalmente, aliados. Isso faz com que seus diagnósticos agora sejam mais precisos, mas podem ser enganados por meios mágicos e poderes que alterem sua percepção.


{Asclépio - Ativo} Nível 1 — Curar ferimentos: Após fazer uma pequena e rápida oração ao seu mestre Asclépio, as mãos do Curandeiro serão tomadas por uma luminosidade de fraca coloração dourada, permitindo com que o usuário recupere uma parte do HP do alvo com o toque direto. A cura será equivalente ao custo de Mp deste poder x 1/2 do nível do curandeiro, arredondado para baixo (mínimo de cura = 4). Pode ser utilizado sobre si mesmo. Uso livre na enfermaria, mas limitado a 1 uso por aliado a cada combate enfrentado. Custo base a ser multiplicado pelo nível = 4 de MP.[Modificado]

{Asclépio - Ativo} Nível 3 — Toque Energético: Após fazer uma pequena e rápida oração ao seu mestre Asclépio, as mãos do Curandeiro serão tomadas por uma luminosidade de fraca coloração prateada, permitindo com que o usuário recupere uma parte do MP do alvo com o toque direto. A restauração será equivalente ao custo de MP deste poder x 1/2 do nível do curandeiro, arredondado para baixo (mínimo 1). Não pode ser utilizado sobre si mesmo. Para fins de gasto de MP e cálculo de recuperação, é considerado um poder nível 1. Uso livre na enfermaria, mas limitado a 1 uso por aliado a cada combate enfrentado. Custo base a ser multiplicado pelo nível = 4 de MP.[Modificado]

{Asclépio - Ativo} Nível 15 — Cicatrização II: Agora o dom de cicatrizar cortes e ferimentos já está mais forte nos seguidores de Asclépio. Ao tocar as feridas abertas, estas se fecharão em uma rodada, impedindo hemorragias e sangramentos, anulando tais penalidades em casos de efeitos de nível igual ou menor que o curandeiro, ou reduzindo-as a apenas 25% se maior. Adicionalmente, recupera 5% da HP e MP do alvo, quando em outra pessoa, ou 5% da HP quando em si mesmo (sempre arredondando para baixo). A cicatriz ficará no local, mas será discreta, independente do tipo de ferimento. Este poder só pode ser usado em si mesmo se conseguir tocar o ferimento. 1 utilização por batalha. [Novo]
Atualizações:
— Chwe Hwan Soo: Full HP/MP.
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Re: .:: Enfermaria da Silvia ::.

Mensagem por Deméter em Seg 17 Abr 2017, 22:13


atualizado!
Os dracmas dos turnos de cura de Elliot Cumming já foram creditados anteriormente. Atualização apenas do status do player. Ademais, dracmas adicionados à ficha de Franz H. Baudelaire pela cura de Chwe Hwan Soo — também atualizado.




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Re: .:: Enfermaria da Silvia ::.

Mensagem por Zoey Montgomery em Dom 30 Abr 2017, 21:45



Oi <3 q
Zoey precisava ser rápida naquele dia, pois os exorcistas estavam lhe esperando apenas para poderem partir para a China. Passou em seu chalé e pegou algumas coisinhas e, quando pensou em voltar para Montepulciano, ela olhou para si mesma.

O uniforme estava bem alinhado, e o símbolo da Ordem Negra chamava algumas atenções que a menina não queria. Só esperava não bater de frente com ele ali: não estava pronta para se explicar.

A passos largos se aproximou da enfermaria de uma semideusa chamada Silvia. Nunca estivera ali, mas ouvira falar sobre a eficiência da seguidora de Asclépio.

— Olá? — perguntou em alto e bom tom, adentrando o lugar assim que chegou. — Eu procuro os curandeiros daqui, será que poderiam me ajudar?

Observações:
O uniforme que a Zoey está usando é esse aqui

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Re: .:: Enfermaria da Silvia ::.

Mensagem por Mike Chase em Ter 02 Maio 2017, 12:32


Bring the cure, please

na enfermaria


Eu estava cansado e cheio de dores. Vinha treinando sem parar havia um longo tempo e o trabalho na biga com Will Traynor estava cada dia mais pesado. Sabíamos que Quíron queria fazer uma corrida e precisávamos estar preparados. Por conta disso, andei sofrendo alguns acidentes.

— Oi? — Chamei, mas, com base no jogo de sombras que se via através da porta entreaberta da sala da curandeira, presumi que ela estava em atendimento.

Saiu de lá, alguns momentos depois, uma garota jovem trajada em uma roupa diferente do usual. Quase a parei para perguntar se era de alguma escola especial, como a que Tom e Annie frequentavam, mas acabei por ficar em silêncio, afinal ela nem me conhecia.

— Olá, Mike — cumprimentou Silvia, a monitora de Íris e dona daquela enfermaria, com sua habitual capacidade de fazer qualquer um se sentir bem em sua presença.

Contei a ela como vinha me sentindo. O cansaço, as dores, mostrei-lhe também alguns ferimentos dos quais tentei cuidar sozinho, mas que precisavam de intervenção profissional, e deixei que ela me conduzisse para o tratamento correto.

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Re: .:: Enfermaria da Silvia ::.

Mensagem por Silvia Kawasaki em Ter 02 Maio 2017, 19:02


Enfermaria da Silvia

come and get your healing


Zoey Montgomery:

Após uma visita à nova enfermaria do amigo Franz, Silvia voltou ao Acampamento Meio-Sangue e ouviu de Will Fortune sobre o sucesso em seu primeiro treino como monitor do chalé. Pelo visto, ele conseguiu conduzir perfeitamente os filhos de Íris e Héstia na arena. Retornando logo em seguida à sua tenda, a jovem percebeu o quando o lugar parecia vazio agora.

— Preciso de outro estagiário... Aquele safado do Franz me abandonou e agora eu me sinto só. Mereço... Vou encher a caixa de entrada dele de Mensagens de Íris!

Mas ela não teve muito tempo para se debulhar em lágrimas de solidão. Cerca de dez minutos após sua entrada no local, uma garota — cuja aura reconheceu ser de Apolo mista à de Circe — passou pela porta, soando os sininhos, e veio ao seu encontro a fim de ter sua saúde restaurada. A filha de Íris pôde ler seus dados só de olhá-la, enquanto se levantava para recebê-la.

— Olá. Seja bem-vinda. Eu sou Silvia, a curandeira. Venha comigo.

A garota, que se apresentou como Zoey, foi conduzida até o consultório e Silvia deixou a porta entreaberta para ouvir a possível chegada de mais um paciente, tal como realmente aconteceu. Sendo uma cura simples, Silvia começou fazendo uma prece ao seu deus patrono e então partiu para a fabricação da poção Vitalícia Média, que faz uso do leite de cabra, gomos de laranja e raspas de limão siciliano. Toda a força vital da garota retornou.

A curandeira orou novamente e partiu, então, para a produção da poção feita com suco de maçã e amoras em pó, a Energética Média. Tendo-a ministrado corretamente, recolheu os ingredientes na bolsa de componentes e realizou uma nova prece, fazendo com que suas mãos adquirissem uma coloração prateada característica do poder de recuperação energética.

Tocando pontos específicos do corpo da menina, os quais sabia identificar perfeitamente graças à bênção de seu patrono, Silvia conseguiu recuperar completamente as forças de Zoey, deixando a garota cem por cento novamente. Assim, despedindo-se da filha de Apolo, era hora de atender o outro paciente.

Mike Chase:

O filho de Deimos aguardava sentado e com caretas de dor, mas parecia distraído demais com certa medalhinha em seu pescoço. Silvia não conhecia a origem da peça, mas percebeu que era algo realmente precioso para o garoto, que a mirava com olhar sonhador e nostálgico.

— Mike, vamos lá? Já posso atendê-lo.

A cura do herdeiro do pânico foi ligeiramente mais trabalhosa. Silvia novamente iniciou com preces e a produção das poções médias, ministrando-as corretamente. Silvia percebeu que, apesar da melhora na saúde do garoto, suas feições pareciam mais fechadas do que de costume, como se estivesse preocupado com algo, ou alguém.

— Algum problema, Mike? Aconteceu algo?

Ele negou com um movimento da cabeça e um leve mover de lábios, embora sua voz tenha soado inaudível, mas Silvia o acompanhara desde sua chegada ao acampamento e sabia que o semideus vinha passando por algumas mudanças drásticas em sua personalidade, graças a uma certa filha de Poseidon a quem ela conhecia muito bem também.

Enquanto tentava manter uma conversa com o rapaz, talvez extrair dele o que o entristecia, Silvia trouxe o brilho dourado às suas mãos e tocou os ferimentos do jovem, cicatrizando-os e curando-os completamente. Em seguida, fez com ele o mesmo que fizera à Zoey Montgomery, tocando os pontos energéticos do corpo do rapaz com as mãos agora prateadas.

Mike ficou completamente curado, mas mantinha-se calado e sério. Céus, pensou Silvia, só mesmo a Annie para arrancar um sorriso desse garoto... Despedindo-se, a garota o observou seguir na direção de Thor Myers e Gary Danvers, que estavam à porta do chalé de Hefesto conversando com Will Traynor. Este, curado de sua tetraplegia pela própria Silvia, acenou em cumprimento ao filho de Deimos e à curandeira, que voltou para sua sala logo em seguida.

~*~

Adendos:

Poderes utilizados:

PASSIVOS:
Conforto Restaurador (Nível 2) - Ao realizar um exame prévio e acomodar um paciente em sua enfermaria, recepcionando-o e tratando com cuidado, no ambiente adequado e modificado com as condições especiais para isso, o paciente fica mais predisposto ao tratamento e assim as habilidades do curandeiro tornam-se mais efetivas, ampliando o valor restaurado em 20% (arredondado para baixo, mínimo de 1 ponto). Por ser necessário certo preparo anterior, somente funciona na enfermaria ou em situações de conforto. Não afeta a si próprio, obviamente. Não serve para cicatrizar ou quaisquer outros efeitos, apenas a recuperação de vida; para obter tais efeitos, deve-se, ao menos por enquanto, utilizar de métodos convencionais. [Modificado de ativo para passivo, antigo "Boas vindas curadoras"]

Olhar Clínico (Nível 13) - Há uma espécie de lenda urbana que diz “grandes médicos sabem o que o paciente sente apenas de olho”. Pois bem, isso se aplica aos aprendizes, mas de uma forma diferente: ao avistar alguém, consegue “ver” as informações de saúde deste indivíduo (por exemplo, possíveis fraturas, doenças, batimentos cardíacos, oxigenação, vida, energia e situações psicológicas e sociais naturais). Estas informações aparecem em forma de dados e gráficos para o aprendiz, como na tela de um monitor de hospital. Algumas informações, como situações psicológicas e sociais só se aplicam a pessoas que deixarem o curandeiro ter esse conhecimento, o que resume a, normalmente, aliados. Isso faz com que seus diagnósticos agora sejam mais precisos, mas podem ser enganados por meios mágicos e poderes que alterem sua percepção.

ATIVOS:
Curar ferimentos (Nível 1) - Após fazer uma pequena e rápida oração ao seu mestre Asclépio, as mãos do Curandeiro serão tomadas por uma luminosidade de fraca coloração dourada, permitindo com que o usuário recupere uma parte do HP do alvo com o toque direto. A cura será equivalente ao custo de Mp deste poder x 1/2 do nível do curandeiro, arredondado para baixo (mínimo de cura = 4). Pode ser utilizado sobre si mesmo. Uso livre na enfermaria, mas limitado a 1 uso por aliado a cada combate enfrentado. Custo base a ser multiplicado pelo nível = 4 de MP.[Modificado]

Toque Energético (Nível 3) - Após fazer uma pequena e rápida oração ao seu mestre Asclépio, as mãos do Curandeiro serão tomadas por uma luminosidade de fraca coloração prateada, permitindo com que o usuário recupere uma parte do MP do alvo com o toque direto. A restauração será equivalente ao custo de MP deste poder x 1/2 do nível do curandeiro, arredondado para baixo (mínimo 1). Não pode ser utilizado sobre si mesmo. Para fins de gasto de MP e cálculo de recuperação, é considerado um poder nível 1. Uso livre na enfermaria, mas limitado a 1 uso por aliado a cada combate enfrentado. Custo base a ser multiplicado pelo nível = 4 de MP.[Modificado]

Cicatrização II (Nível 15) - Agora o dom de cicatrizar cortes e ferimentos já está mais forte nos seguidores de Asclépio. Ao tocar as feridas abertas, estas se fecharão em uma rodada, impedindo hemorragias e sangramentos, anulando tais penalidades em casos de efeitos de nível igual ou menor que o curandeiro, ou reduzindo-as a apenas 25% se maior. Adicionalmente, recupera 5% da HP e MP do alvo, quando em outra pessoa, ou 5% da HP quando em si mesmo (sempre arredondando para baixo). A cicatriz ficará no local, mas será discreta, independente do tipo de ferimento. Este poder só pode ser usado em si mesmo se conseguir tocar o ferimento. 1 utilização por batalha. [Novo]

Poções fabricadas:

Poção Vitalícia Média (Nível 12) - Se criada corretamente, a poção irá adquirir uma coloração semelhante à Poção Vitalícia Simples, porém desta vez será um pouco mais brilhante do que a anterior e será um pouco mais escura. O gosto da poção, a princípio, é azedo, contudo vai se tornando refrescante conforme é ingerida. Este tipo de poção só poderá ser criados por Alquimistas, uma vez que ela é mais avançada que a sua antecedente. Por questões de segurança, só uma dose pode ser ingerida uma vez por turno.

Poção Energética Média (Nível 15) - Ao ser produzida da forma apropriada, a poção adquirirá uma tonalidade arroxeada, levemente brilhante e um gosto frutífero de refrescante e adocicado; também como a poção vitalícia média, esta só pode ser criada por aqueles curandeiros que decidiram tornar-se Alquimistas. Por questões de segurança, ela só pode ser ingerida uma vez por turno.

Atualizações:

Zoey Montgomery: HP e MP full
Mike Chase: HP e MP full

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Re: .:: Enfermaria da Silvia ::.

Mensagem por Hécate em Ter 02 Maio 2017, 19:04

O bichinho da atualização passou por aqui.





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Re: .:: Enfermaria da Silvia ::.

Mensagem por Alexander G. Jackson em Qui 04 Maio 2017, 20:11



Alexander G. Jackson

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I'm not Dead

A sensação de estar sendo carregado por braços fortes em alta velocidade enquanto beirava a inconsciência não era nada heroica, muito menos proporcionava qualquer tipo de alívio. Se eu já me sentia melhor? Já, mas continuava sem força de vontade suficiente para abrir os olhos, piorou me mexer.

A claridade por sobre minhas pálpebras diminuiu significativamente e repentinamente, enquanto o barulho dos passos passou de uma onomatopeia fofa para algo mais seco e duro. Provavelmente tínhamos entrado em um ambiente fechado.

- Silvia... Parece que esse garoto desmaiou no chalé de Hermes. O irmão dele disse que sua pulsação estava fraca.

A voz do garoto era desconhecida para mim, mas eu tinha certeza de ter sido levado para fora por um de meus irmãos. Ou melhor, eu não tinha certeza de nada.

Meu corpo foi colocado sobre um leito macio enquanto eu tomava coragem pra falar que não estava desmaiado, mas a inércia era tão acalentadora e relaxante que demorei muito tempo até chegar a uma decisão. Confesso que o medo de ser entubado falou mais alto...

- Humm... – Inicialmente foi só um muxoxo para testar a garganta. – Não estou... Desacordado. – Palavras pausadas mexiam os músculos tesos de minha face. – Só... Não... Tenho forças... Para... Mexer...

Meus olhos fechados pareciam tremer enquanto eu esperava realmente estar falando com alguém, e não para as paredes. O ar parecia mais frio agora que a sensação de meu corpo começou a voltar, exceto em um ponto exato perto da clavícula esquerda, acima do coração, o lugar da queimadura.

- E acho... Que me queimei... No ombro esquerdo...

Então me lembrei do filho de Íris indicando a enfermaria de uma certa garota chamada Silvia, devia ser a mesma pessoa. Casos e acasos? Brincadeira do destino? Não vai por bem, então vai por mal.

- Will falou bem de você.

Foi nesse momento que a ficha caiu... A voz no sonho... O nome do homem... Will!!! Ele disse que estava perto de mim, disse para me lembrar do nome, eu só conhecia uma pessoa que se encaixava naquele perfil. O filho de Íris.

Então senti mãos tocarem em mim e resolvi deixar a garota fazer o trabalho dela em paz. Agradeceria no final, quando tivesse energia suficiente pra isso. Só faltava ela dizer que eu desmaiei de fome, o que faria muito sentido considerando que eu não tenho me alimentado muito bem.

Extras:
Só queria destacar aqui que se você for tirar a camisa do Alex ou abaixar ou fazer qualquer coisa sobre o que ele falou de ter se queimado, vai ter uma letra B queimada na pele como se fosse feito por aqueles ferros de marcar gado, aí você decide o que fazer com a informação.

Brigadinho!

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Music: Body Say – Demi Lovato •

Tags: Me, darkness and Silvia(?) •

Clothes: Camiseta básica cinza e shorts pretos •
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Re: .:: Enfermaria da Silvia ::.

Mensagem por Silvia Kawasaki em Qui 04 Maio 2017, 23:31


Enfermaria da Silvia

come and get your healing


Alexander G. Jackson:

O sininho retiniu ao ser tocado pela porta recém-aberta. De lá, um filho do amanhecer entrou, carregando um garoto menor em seus braços. Bem, não necessariamente em seus braços já que o pequeno parecia cambalear e se apoiar no mais alto. Silvia se levantou imediatamente, sabendo que tinha trabalho a fazer, e não parecia pouca coisa.

— Silvia... Parece que esse garoto desmaiou no chalé de Hermes. O irmão dele disse que sua pulsação estava fraca — informou o mais alto, a quem a curandeira reconheceu como Max Solis, o jovem filho de Eos que jogava vôlei e parecia ser bem mais velho do que realmente era. Na verdade, era um ano mais jovem que o filho de Hermes a quem carregava.

— Deite-o na maca.

Max assim o fez, enquanto informava que tinha passado pela frente do chalé 11 quando viu Igor Berserk um tanto afoito e procurando por ajuda. O herdeiro do amanhecer se dispôs a levar o menino e contou que viu Igor sair em disparada na direção de outra pessoa, como se um milhão de problemas o estivesse acometendo no momento.

— Humm... — gemeu o menor, na maca, chamando a atenção da curandeira. — Não estou... desacordado. Só... não... tenho forças... para... me mexer...

— Estou vendo. Descanse, eu vou cuidar de você. Obrigada por trazê-lo, Max.

—... E acho... que me queimei... no ombro esquerdo — Silvia conduziu o garoto na maca até a sala onde fazia os procedimentos mais demorados e, algum tempo depois, ele tornou a falar: — Will falou bem de você.

O comentário causou mais um dos fáceis sorrisos da filha de Íris. Will era o segundo monitor do chalé 14 e vinha mostrando um excelente trabalho, além de ser um dos irmãos mais próximos da jovem curandeira. Ela realmente adorava aquele garoto. Não tinha ideia de como ele e o paciente em sua maca naquele momento estavam conectados.

A cura do filho de Hermes, cujo nome Silvia lembrou ser Alexander, começou como todas as outras: com uma prece. O problema mais grave do filho de Hermes era claramente seu baixo nível de energia, portanto a serva de Asclépio invocou seu poder de Toque Energético, de modo que suas mãos adquiriram uma tonalidade prateada para a restauração do garoto.

Silvia tocou-lhe pontos específicos do corpo, de onde a energia fluía para todo o organismo. Era-lhe impossível não lembrar dos ensinamentos que recebeu quando foi curada do outro lado do mundo. Restaure os pontos de chakra e restaurará todo o organismo, dizia Tanaka-obaa-san, que inspirou a filha de Íris a seguir a carreira em que se encontrava agora.

Boa parte do trabalho já estava feita ao fim deste processo e, para finalizar, Silvia preparou a poção energética média com as medidas de amora em pó, suco de maçã, hortelã e açúcar, conforme diziam as instruções já decoradas em seu livro. Tendo recuperado a parte mais danificada do organismo do filho de Hécate, era hora de devolver-lhe a integridade de sua força vital.

Mais uma prece foi feita e as mãos de Silvia agora tomaram o brilho dourado do poder. Ela tocou algumas áreas arroxeadas no corpo do garoto, mas realmente deteve-se na estranha queimadura em forma de B no ombro de Alex. Que estranho... Facilmente reconheceu a marca como decorrente de alguma espécie de maldição ou algo sobrenatural. Não sairia dali, mas Silvia podia ao menos tratar a área afetada pela tatuagem.

Feito isso, produziu a poção vitalícia simples com as raspas de limão siciliano, o leite de cabra e os gominhos de laranja. O garoto, agora bem mais desperto do que antes, ingeriu a bebida e Silvia viu sua força vital ser completamente restaurada.

— Muito bem, Alex, você está liberado. Qualquer coisa nova, principalmente sobre essa queimadura no seu ombro, por favor, venha falar comigo, ok? E coma bem, você estava quase entrando em desnutrição!

Certo, esta última parte era um exagero, mas Silvia nunca resistia ao impulso de mandar seus pacientes se alimentarem direito. Assim, despedindo-se do garoto, voltou para sua sala e ficou novamente à espera de um novo paciente.

~*~

Adendos:

Poderes utilizados:

PASSIVOS:
Conforto Restaurador (Nível 2) - Ao realizar um exame prévio e acomodar um paciente em sua enfermaria, recepcionando-o e tratando com cuidado, no ambiente adequado e modificado com as condições especiais para isso, o paciente fica mais predisposto ao tratamento e assim as habilidades do curandeiro tornam-se mais efetivas, ampliando o valor restaurado em 20% (arredondado para baixo, mínimo de 1 ponto). Por ser necessário certo preparo anterior, somente funciona na enfermaria ou em situações de conforto. Não afeta a si próprio, obviamente. Não serve para cicatrizar ou quaisquer outros efeitos, apenas a recuperação de vida; para obter tais efeitos, deve-se, ao menos por enquanto, utilizar de métodos convencionais. [Modificado de ativo para passivo, antigo "Boas vindas curadoras"]

Olhar Clínico (Nível 13) - Há uma espécie de lenda urbana que diz “grandes médicos sabem o que o paciente sente apenas de olho”. Pois bem, isso se aplica aos aprendizes, mas de uma forma diferente: ao avistar alguém, consegue “ver” as informações de saúde deste indivíduo (por exemplo, possíveis fraturas, doenças, batimentos cardíacos, oxigenação, vida, energia e situações psicológicas e sociais naturais). Estas informações aparecem em forma de dados e gráficos para o aprendiz, como na tela de um monitor de hospital. Algumas informações, como situações psicológicas e sociais só se aplicam a pessoas que deixarem o curandeiro ter esse conhecimento, o que resume a, normalmente, aliados. Isso faz com que seus diagnósticos agora sejam mais precisos, mas podem ser enganados por meios mágicos e poderes que alterem sua percepção.

ATIVOS:
Curar ferimentos (Nível 1) - Após fazer uma pequena e rápida oração ao seu mestre Asclépio, as mãos do Curandeiro serão tomadas por uma luminosidade de fraca coloração dourada, permitindo com que o usuário recupere uma parte do HP do alvo com o toque direto. A cura será equivalente ao custo de Mp deste poder x 1/2 do nível do curandeiro, arredondado para baixo (mínimo de cura = 4). Pode ser utilizado sobre si mesmo. Uso livre na enfermaria, mas limitado a 1 uso por aliado a cada combate enfrentado. Custo base a ser multiplicado pelo nível = 4 de MP.[Modificado]

Toque Energético (Nível 3) - Após fazer uma pequena e rápida oração ao seu mestre Asclépio, as mãos do Curandeiro serão tomadas por uma luminosidade de fraca coloração prateada, permitindo com que o usuário recupere uma parte do MP do alvo com o toque direto. A restauração será equivalente ao custo de MP deste poder x 1/2 do nível do curandeiro, arredondado para baixo (mínimo 1). Não pode ser utilizado sobre si mesmo. Para fins de gasto de MP e cálculo de recuperação, é considerado um poder nível 1. Uso livre na enfermaria, mas limitado a 1 uso por aliado a cada combate enfrentado. Custo base a ser multiplicado pelo nível = 4 de MP.[Modificado]

Poções fabricadas:

Poção Vitalícia Simples (Nível 6) - Uma poção de coloração esverdeada-pálida, caso tenha sido formulada do jeito correto, e de gosto ligeiramente azedo; é particularmente básica e, portanto, não necessita da especialização ‘Alquimista’. Seu principal efeito é o de, após ingerida pela boca como um líquido, recuperar a vida do paciente. Por questões de segurança, só pode ser consumida uma dose a cada turno.

Poção Energética Média (Nível 15) - Ao ser produzida da forma apropriada, a poção adquirirá uma tonalidade arroxeada, levemente brilhante e um gosto frutífero de refrescante e adocicado; também como a poção vitalícia média, esta só pode ser criada por aqueles curandeiros que decidiram tornar-se Alquimistas. Por questões de segurança, ela só pode ser ingerida uma vez por turno.

Atualizações:

Alexander G. Jackson: HP e MP full

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Re: .:: Enfermaria da Silvia ::.

Mensagem por Deméter em Sex 05 Maio 2017, 00:07


atualizado!




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Re: .:: Enfermaria da Silvia ::.

Mensagem por John O. Czarevich em Dom 07 Maio 2017, 04:59

W H I S P E R
i've become the destroyer of worlds



Ala das Enfermarias

John apoiava Brandon em seu ombro enquanto suportava a dor em seu próprio braço direito. Não imaginava que uma simples missão como aquela - buscar e auxiliar novos campistas - fosse se tornar tão complicada. Sabia, no entanto, que uma viagem de ida e volta de Nova York à Long Island seria o suficiente para atrair os mais variados tipos de monstros. Em Bay Shore, ambos os semideuses enfrentaram um grupo de anemois que foram o suficiente para deixá-los feridos. Em outras situações, o filho de Zeus conseguiria derrotá-los facilmente, mas naquele dia precisou se preocupar com não só ele próprio mas, também, com Brandon.

Após serem buscados por Argos e sua van, John pôs-se a procura das poucas enfermarias ativas do acampamento. Ele havia, no máximo, fraturado um braço e algumas feridas passíveis pelo corpo, contudo, a situação do novo campista que havia buscado era preocupante. Quando finalmente se aproximou da última enfermaria da área, percebeu a presença de alguns semideuses e não perdeu tempo, pedindo por auxílio.

Ei, aqui! Ajudem! — aproximou-se da entrada enquanto outros dois campistas se responsabilizavam pelo inconsciente Brandon. Czarevich observou o próprio braço, tentando descobrir de antemão o tipo de fratura. Para a frustração do filho de Zeus, a dor estava mais do que insuportável.

No entanto, sentou-se em uma maca enquanto observava Brandon ser atendido por uma curandeira loira, provavelmente a filha de Íris responsável pelo lugar. Examinou a si mesmo: roupas parcialmente rasgadas, manchadas pelo próprio sangue. Após pouco tempo, a semideusa se aproximou de John, aliviando-o.

Graças aos deuses... Silvia, certo? — sorriu, tentando esconder a expressão de dor que sentia até mesmo nos movimentos mais ínfimos de seu corpo. Seu olhar imediatamente foi direcionado na ferida que mais o incomodava, o braço, que parecia mais inchado do que o normal. — Não tenho muito o que dizer, sou distraído.

Adendos:
Foi solicitado a mudança de nome da personagem para John O. Czarevich, apenas para esclarecer de antemão.

O jovem Brandon é apenas um NPC que achei viável utilizar na narração.

O John fraturou o braço, mas prefiro que a curandeira decida o estado (se é alguma fratura leve ou grave). Também possui algumas feridas semelhantes a arranhões pelo torso e perna.


Thanks Tess
John O. Czarevich
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Re: .:: Enfermaria da Silvia ::.

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