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Rescuing Guardians {Story Mode: Graham Humbert e Scott Fields}

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Rescuing Guardians {Story Mode: Graham Humbert e Scott Fields}

Mensagem por Bryan T. Stewart em Sex 18 Dez 2015, 20:05

Rescuing Guardians
a love profecy, a divine bless



Graham estava há oito anos no acampamento e não tivera laços fortes com ninguém desde o lobo Grey, o guardião especial que o guiara até o refúgio com a bênção de sua mãe, Selene. Até Scott se firmar em sua vida. Scott havia chegado pouco depois, descobrindo-se um filho do ceifador de almas, Thanatos. A sensação de não-pertencimento que tivera a vida toda lá fora, a despeito de seus mais íntimos desejos, perdurara no refúgio e ele se sentia um demônio. Exceto pela sensação de que um dia ainda encontraria a sombra que o protegia na infância e pela única fonte de luz em sua vida, e ela provinha de Graham, um filho da noite.

Os jovens namorados deixavam o anfiteatro após a fogueira, seguidos a alguns passos de distância pelo centauro Quíron, quando o oráculo do acampamento, Rachel Dare, os abordou um tanto afoita e logo tomada pelo espírito de Delfos, que recitava:

Filho da morte, o luar te espera.
Filho da lua, a escuridão se lhe reserva.
No verde mar da cidade esmeralda a fera lupina encontrará.
E na fria noite invernal da cidade de madeira, a raposa abençoada se mostrará.
Por propósitos unidos buscarão separados.
Corações só podem ter a cura por aqueles por quem são governados.

A missão fora dada. E deveria ser cumprida tão logo quanto possível, considerando que a meia-noite se aproximava. As estrelas cintilavam como se desejassem boa sorte aos rapazes e Quíron disponibilizou dois pégasos para auxiliá-los na viagem.

~*~

Primeiro turno:
- Narrar o recebimento da profecia após um breve diálogo com Rachel e preparação para a missão;
- Relatar impressões e sentimentos em relação à missão, que claramente se refere aos guardiões que tanto almejam ter de volta em suas vidas;
- Terminar o turno deixando o acampamento e chegando ao local onde a busca ocorrerá (lembrando: pégasos viajam realmente rápido, podendo percorrer grandes distâncias em curto tempo).

Condições:
- Graham Humbert
- Filho de Selene
- Nível 4
- Local: Maine
- Tempo: frio (3 °C)

- Scott Fields
- Filho de Thanatos
- Nível 8
- Local: Seattle
- Tempo: frio (2 °C)

- Período: madrugada


.:: Graham Humbert :: Filho de Selene ::.
Bryan T. Stewart
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Re: Rescuing Guardians {Story Mode: Graham Humbert e Scott Fields}

Mensagem por Bryan T. Stewart em Sex 18 Dez 2015, 20:23



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Ele cantava uma parte da música e eu outra. Uma versão meio-sangue de “Michael Finnegan” que os harpistas tocaram para encerrar a hora na fogueira e todos tinham cantado juntos. Eu estava tão feliz! Tinha voltado de uma missão um tanto curiosa em Nova Iorque e passara o dia inteiro matando a saudade de Scott, mas parecia que cada segundo que eu passava ao lado dele me causava a necessidade de séculos a mais! Nossos chalés ficavam lado a lado no anfiteatro e assim pudemos ficar de mãos dadas o tempo todo. E pensar que poucos dias atrás eu apenas o observava de longe, tentando entender que efeito era aquele que ele causava em mim.

Éramos quase os últimos a sair do anfiteatro. Além de nós, apenas alguns dos menestréis e Quíron ainda estavam no local, e todos já em processo de retirada. Caminhava de mãos dadas com Scott quando uma massa ruiva sobre um corpo alto e esguio, Rachel Elizabeth Dare, se aproximou de nós um tanto eufórica.

— Meninos! Ainda bem que encontrei vocês! Alguma coisa tá me incomodando pra falar com vocês! Sei lá, acho que é Delfos, ou... — Comecei a ficar tenso. Por que o espírito de Delfos estava agitado sobre Scott e eu? Não, não podia ser algo ruim... Por favor...

— Rachel, calma! Respira! Fala com calma, qual o problema? — Perguntei, involuntariamente apertando um pouco mais a mão de Scott na minha e Rachel respirou fundo para tentar falar mais claramente, mas quando estava prestes a começar, seus olhos giraram e ela agarrou nossas mãos livres com uma força que não era de uma garota normal. Delfos. Era ele que tinha o controle agora.

Quíron se aproximou ao mesmo tempo em que a fumaça verde espiralava ao nosso redor, saindo dos olhos e da boca de Rachel e parecia que eram três da ruiva falando ao mesmo tempo quando ela recitou:

Filho da morte, o luar te espera.
Filho da lua, a escuridão se lhe reserva.
No verde mar da cidade esmeralda a fera lupina encontrará.
E na fria noite invernal da cidade de madeira, a raposa abençoada se mostrará.
Por propósitos unidos buscarão separados.
Corações só podem ter a cura por aqueles por quem são governados.

A garota caiu fraca no colo de Scott e a ajudei a ficar de pé e depois a colocá-la sobre o corpo equino de Quíron, com o auxílio de alguns dos menestréis. Uma profecia. Uma profecia referente a mim e Scott?

— Grey, temos uma missão? Eu entendi bem?

Scott parecia tão estupefato quanto eu, o que, pra mim, era bastante assustador. Comecei a repassar os versos, já com receio de haver alguma armadilha escondida. Quíron estudava meu rosto, analisando minha expressão pensativa. Luar, escuridão, cidade esmeralda... Seattle?! E a cidade da madeira... Maine. Fera lupina! Eu estava certo? Tinha mesmo entendido?

— Quíron! Isso...

O centauro tinha um sorriso maroto no rosto, como se já tivesse entendido a profecia muito mais rápido que eu. Olhei para Scott e ele tinha o mesmo sorriso. Droga, eu odiava ser o mais lerdo do grupo...

— Grey, a fera lupina! Cidade esmeralda é onde você nasceu, não é?

Eu não conseguia falar, minha garganta estava fechada. Tinham-se passado oito anos, mas só podia ser isso. A fera lupina era o Grey, o meu lobo cinzento de olhos heterocromáticos! Meu guardião! Rachel acordou e nos olhava com um sorriso bobo enquanto nos explicava que aquela era uma profecia rara sem espaços para fracassos. Era como uma simples revelação do destino, apenas, mas nada que pudesse colocar a segurança do universo em risco. Era uma trama traçada havia muito tempo. Scott estava destinado a trazer meu lobo de volta, e eu estava destinado a resgatar seu guardião, a raposa.

— Quando podemos partir, Quíron? — perguntei, quase como uma criança que esperava havia muito tempo por um presente especial.

— Ainda hoje. Aprontem-se. A escuridão e o luar os esperam. Disponibilizaremos pégasos para sua viagem.

Scott e eu nos entreolhamos. Estávamos sorrindo, estávamos ansiosos, mesmo sabendo que seguiríamos jornadas separadas para o resgate e só nos encontraríamos no fim. “Corações só podem ter a cura por aqueles por quem são governados”, Rachel dissera. Íamos buscar a cura, íamos trazer um para o outro o que faltava para sermos completos.

Os dois nos deixaram totalmente extasiados no piso de pedra do anfiteatro. Mal conseguíamos parar de falar enquanto caminhávamos de volta para a trilha de chalés. Meu lobo estava de volta e a raposa abençoada também, a sombra que Scott sempre dizia tê-lo protegido antes de chegar ao Acampamento Meio-Sangue, e era eu quem deveria buscá-la! Aquilo era... incrível! Tínhamos os batimentos acelerados ao nos beijarmos à porta do sombrio chalé de Thanatos.

— Vamos nos arrumar. Daqui a pouco partimos em busca dos nossos guardiões. Nos encontramos bem cedo no Pinheiro de Thalia, ok? — Ele concordou e ali nos despedimos rapidamente.

No chalé, troquei minha calça por uma mais quente, calcei minhas botas de caça, uma camisa de lã de mangas longas e minha casaco grande de pele de cabra. Visual caçador para encarar o frio da floresta no Maine, ativar! Do baú onde guardava minhas coisas, peguei meu arco e aljava (presentes de Scott) e os prendi às minhas costas. Moonlight, minha adaga, prendi ao meu cinto. Um saquinho hermeticamente fechado com cubinhos de ambrosia, caso fosse necessário, e alguns biscoitos recheados, guardei nos bolsos internos do casaco. Deixei o chalé e ergui os olhos ao Pinheiro de Thalia, Scott já estava lá com os pégasos me esperando. Respirei fundo e segui até o local, onde rapidamente nos despedimos e montamos nos pégasos.

Vi Scott partir a toda velocidade para o noroeste do país enquanto eu partia para o extremo nordeste. O pégaso provavelmente tinha sido orientado por Quíron, pois viajava tão rápido que meus cabelos estavam quase deixando minha cabeça seguir missão sem eles. Só tornamos a voar em velocidade normal quando chegamos aos domínios do Maine. Lá, mais à frente, avistei a densa floresta onde deveria pousar e apontei, mostrando ao pégaso. O mágico animal desceu comigo até uma clareira no local e eu suspirava fundo quando apeei, quebrando a fina camada de gelo que cobria a grama do local. Eu estava ali, hora de resgatar a raposa!

OBS.: AGUARDANDO ATUALIZAÇÃO DO ARCO NA MINHA FICHA. COMPRA JÁ ATUALIZADA NA LOJA, SÓ FALTANDO ADICIONÁ-LO AO MEU PERFIL.

my heart is not a lonely hunter anymore...

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Re: Rescuing Guardians {Story Mode: Graham Humbert e Scott Fields}

Mensagem por Alex Von Deadman em Sab 19 Dez 2015, 03:33


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Os harpistas tocavam uma versão diferente da música de "Michael Finnegan" para encerrar aquela hora na fogueira no anfiteatro. Graham e eu cantavamos juntos, até daríamos uma ótima dupla de cantores se não fossemos semideuses e namorados, eu nunca vi casais darem certos como cantores, exemplo disso é a própria e aclamada Calypso... Ou não. Grey tinha chego de uma missão naquele dia, e pra matar a saudades nos passamos todo o dia juntos.

Pra minha sorte nossos chalés ficam bem pertos, então podiamos ficar juntos por mais tempo. Nunca pensei que um passeio no parque poderia ter sido tão bom.

Nós ficamos um tempo a mais no anfiteatro. Quíron ainda estava lá com alguns filhos de Hipnos, e alguns menestréis, eles já se preparavam para sai do local. Estava de mão dada com Graham quando uma mulher ruiva passou por nós. Era Rachel Elizabeth Dare

— Meninos! Ainda bem que encontrei vocês! Alguma coisa tá me incomodando pra falar com vocês! Sei lá, acho que é Delfos, ou...— Disse Rachel.

Graham perguntou o que estava acontecendo e apertou mais forte minha mão, eu entrelacei nossos dedos então. De repente seus olhos viraram, Quíron se aproximou de nós enquanto uma espécie de fumaça que sai dos olhos e boca de Rachel cobria nós dois:

Filho da morte, o luar te espera.
Filho da lua, a escuridão se lhe reserva.
No verde mar da cidade esmeralda a fera lupina encontrará.
E na fria noite invernal da cidade de madeira, a raposa abençoada se mostrará.
Por propósitos unidos buscarão separados.
Corações só podem ter a cura por aqueles por quem são governados.

Quando percebi que ela iria cair, soltei rapidamente a mão de Grey e a segurei em meus braços, em seguida a colocamos em cima de Quíron com a ajuda de alguns menestréis.

Aquilo era uma profecia. Pelo menos tinha entendido dessa forma.
— Grey, temos uma missão? Eu entendi bem?—

Estava tão feliz que poderia sair saltitando pelo acampamento. Eu já havia entendido tudo, a fera Lupina era o Grey, lobo do Graham, a raposa era a "sombra" que sempre me ajudou quando eu era pequeno, fazia muito tempo que eu não via Tail que nem se quer lembrava de sua existência, não sou do tipo que se apega a algo, por mais que marcasse a minha vida, Tail tinha ficado no meu passado. Porém naquele momento eu queria realmente tê-la mais do que tudo, só o Graham me entendia além dela.

O sorriso se mantinha em meu rosto, quando olhei para Quíron percebi que ele também tinha entendido, por outro lado meu namorado parecia ser o mais lerdo dentre nós:

— Grey, a fera lupina! Cidade esmeralda é onde você nasceu, não é?—

O indaguei como se tentasse o ajudar. Rachel ao acordar nos explicou sobre a profecia, disse que era rara e sem chances de fracasso, uma revelação do destino para nós. Eu estava destinado a trazer o lobo novamente para Graham, e ele traria Tail de volta para mim.

Grey perguntou para Quíron quando partiríamos:

— Ainda hoje. Aprontem-se. A escuridão e o luar os esperam. Disponibilizaremos pégasos para sua viagem. -Respondeu o centauro.

Eu olhei para Grey que também me olhava, o sorriso que trocamos foi o mais sincero possível, afinal iriamos trazer o que mais nós protegeu durante metade da nossa vida, eu traria o protetor do meu amor.

Nos deixaram a sós, o que nos fez conversar muito no caminho dos chalés. Antes que eu pudesse entrar no chalé dos filhos de Thanatos, fui surpreso por um beijo dele. O beijo era calmo e sereno, assim como a Lua em uma noite fria.

Ao fim do beijo combinamos de nos encontrar no pinheiro da Thalia, foi ideia dele e eu apenas concordei, dei um selinho nele e entrei para pegar minhas coisas.

Sou uma pessoa que particularmente AMA o frio, então a roupa que eu estava vestindo estava perfeita para aquela ocasião, meu bons coturnos combinando com minha calça rasgada, e uma jaqueta jeans. Ao lado de minha cintura guardei minha faca e minha adaga de soco, coloquei minha capa e a foice por cima e saí.

Fui em direção ao pinheiro e lá estava Quíron com os dois Pégasos. Como já estava tarde ele deixou os animais comigo e se retirou.

Graham sempre foi de demorar para se trocar, mas dessa vez ele até que foi rápido. Não nos falamos muito naquele momento, talvez a tensão tenha feito aquilo. Nos despedimos e partimos ao mesmo tempo. Cada um para um lado.

O pégasos seguiu em direção ao norte por ter sido orientado por Quíron. O animal era realmente rápido, o que me fazia sentir estar em algum tipo de filme de magos com a minha capa voando atrás. Em questão de minutos chegamos até uma floresta, aparentemente estava bastante escuro por ser de madrugada, mas para mim não fazia tanta diferença já que eu conseguia ver bem em lugares escuros. O lugar podia até ser considerado tenebroso por conta das árvores estarem com as folhas secas, e a neva contribuía para o cenário.

Tirei a foice de minhas costas e empunhei, afinal nunca se sabe o que se espera...

Poderes:
Passivos: Atração Fatal - Thanatos, dentro da mitologia, sempre foi retratado como belo, possuindo não apenas a questão física, mas também uma aura de atração, rivalizando com Apolo como modelo de ideal masculino. Esse poder entra em oposição direta com o medo que sua função provoca, mas apesar do paradoxo, aqueles que entram em contato não dixam de se sentir admirados. Seus filhos herdam tais características e, apesar de tudo, exercem influência sobre as pessoas ao redor, recebendo uma bonificação adicional de 10% para a efetividade de poderes de charme, sedução e persuasão quando estão visíveis ao alvo. [Modificado, antigo "Beleza"]

Visão obscura - Essa habilidade implica que o filho de Thanatos vai poder enxergar perfeitamente em lugares escuros, considerando que seu progenitor vive no submundo. O alcance visual, contudo, não é alterado. Não é válido para escuridão mágica.

Ativos: --
Itens:
♦ Faca [Sua lâmina bronzeada mede cerca de 24 cm, e seu cabo tem o mesmo comprimento padrão. É bastante afiada e é perfeita para ataque ágeis e rápidos. O bom desta arma é sua eficiência tanto para mãos hábeis quanto para manuseios mais inexperientes, pois é uma arma curta, fácil de esconder e ao mesmo tempo fácil de manusear. Seu punho é feito de aço, mas uma camada de couro escuro cobre o aço para que o usuário possa segurá-la firmemente. Na parte inferior da lâmina, próxima ao cabo, há entalhado as siglas do Acampamento "CHB"; uma propriedade que só os meio-sangues e criaturas místicas podem ter e usar (ajuda um pouco na destreza)] {Bronze, aço e couro} (Nível mínimo: 1) {Nenhum elemento} [Recebimento: Administração; item inscrição padrão do fórum]

{Death} / Foice [Foice da Morte; mede cerca de 2 m. O cabo é feito de bronze sagrado, assim como sua lâmina. Ao desejo de seu dono, a partir do nível 20, ela se transforma em um pingente de foice] {Bronze Sagrado} (Nível Mínimo: 1) [Recebimento: Presente de Reclamação de Thanatos]

{Spanown} Capa [Uma capa negra feita de veludo e com capuz. A capa emite uma leve aura amedrontadora, por se lembrar da capa creditada a morte. A aura possui efeito até mesmo em seus aliados e animais, não possuindo efeito apenas sobre criaturas de nível igual ou maior. O efeito faz com que a defesa do inimigo reduza em 10%, por causa de seu temor em ser morto enquanto estiver próximo do portador a até 3m de distância, mas resistências ainda devem ser aplicadas. Adicionalmente, duas vezes por missão, por um período de dois turnos, há um efeito de camuflagem que deixa o usuário furtivo, escondido, diminuindo as chances de serem encontrados.] {Veludo negro} (Nível Mínimo: 1) [Recebimento: Presente de Reclamação de Thanatos]

Adaga de soco de bronze sagrado [A arma é uma mistura de adaga com soco inglês, mas tem tamanho e dano reduzido, com uma lâmina de base mais larga, com 10 cm, e comprimento reduzido, com 15cm, fazendo com que assuma uma forma mais triangular. Relativamente fácil de manusear e esconder, ainda que possa atrapalhar a desenvolvoltura das mãos para qualquer coisa que não o combate. É usada enganchando-se nos dedos, fechando as mãos como um punho, o que dificulta o desarme da mesma.] [Bronze sagrado e correias de couro. Sem nível mínimo. Sem elementos]
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Re: Rescuing Guardians {Story Mode: Graham Humbert e Scott Fields}

Mensagem por Bryan T. Stewart em Sab 19 Dez 2015, 12:56

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~*~

Mata fechada, madrugada. Muitas coisas se escondem. Os semideuses tinham chegado em segurança às florestas, mas não seria tão simples trazer os guardiões de volta - senão não seria um resgate. Após um longo tempo, ambos enxergam contornos do que aparentemente é um ser encolhido próximo a uma caverna. O que será que realmente eram?

~*~

Segundo turno:
- Narrar em breves palavras o início da busca, mostrando a passagem do tempo até encontrar o ser misterioso;
- Os contornos encontrados por Graham são três aves de estinfália prontas para atacar. Relatar luta com as três;
- Os contornos encontrados por Scott são dois esqueletos camuflados com folhas grandes. Relatar luta com os dois;
- Terminar o turno avistando os guardiões presos mais ao longe e correndo na direção deles apenas. Estão livres para descrever o tipo da prisão.

Condições:
- Graham Humbert
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- Nível 4
- Local: Maine
- Tempo: frio (3 °C)

- Scott Fields
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- Local: Seattle
- Tempo: frio (2 °C)

- Período: madrugada


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Re: Rescuing Guardians {Story Mode: Graham Humbert e Scott Fields}

Mensagem por Bryan T. Stewart em Sab 19 Dez 2015, 18:03



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A brisa fria da floresta do Maine passeava por meu rosto enquanto meus pés esmagavam as folhas caídas no solo, uma flecha já enganchada no arco em minha mão. Eu caminhava atento pela mata, lembrando-me da época em que precisei sobreviver num ambiente igual para poder sobreviver. Como Scott estaria se saindo em Seattle? Eu esperava que tudo estivesse bem.

As nuvens no céu criavam estranhas formas feitas de sombras nas rochas altas e troncos das árvores, mas nada se parecia com a descrição de Tail, que Scott já tinha feito várias vezes em relatos a mim. Depois de tantas formas vistas e de tantos passos dados, calculei que pelo menos uma hora de busca já tinha se passado. Puxei pela memória os versos da profecia, tentando encontrar alguma dica de onde encontraria a misteriosa raposa, mas nada vinha à minha mente.

— Vamos, Graham... Encontre Tail... — eu sussurrava de modo quase inaudível, mas o silêncio da floresta evidenciou minha voz, fazendo algo se remexer num arbusto próximo.

Como que por instinto e por medida de segurança, puxei a corda do arco e segui o rastro da criatura até chegar a uma nova clareira, mas era apenas um coelho fujão, afinal. Praguejei em grego antigo, frustrado depois de pensar que tinha encontrado o guardião.

E então meu olhar caiu sobre contornos parcamente iluminados pelo luar, do outro lado da clareira e bem próximo às frondosas árvores. Olhos se abriram e a esperança de chegar ao objetivo fez meu coração palpitar. Dei três passos, quatro, chamei por Tail, mas quando os contornos se moveram percebi que não era apenas uma criatura que ali me aguardava, mas três.

Três pássaros do tamanho de grous e de olhos brilhosos bateram suas asas e vieram na minha direção, entrando na área iluminada e me permitindo ver que eram completamente feitos de metal. Eles voavam rápido e faziam ruídos raivosos, seus olhos de bronze pareciam querer me fuzilar enquanto eu mirava a flecha na direção do que vinha mais à frente.

Atirei, mas os três pássaros giraram para os lados habilidosamente desviando de minha seta. Aves de estinfália, que maravilha! As lembranças de ter lido sobre aqueles seres me ajudaram a agir rápido, mas eu sentia que estava deixando algo esquecido. Sabia que, se me alcançassem, eu teria sérios problemas, mas elas conseguiram ser mais rápidas que meu primeiro tiro de flecha. Começava a sentir que não seria tão fácil vencê-las.

Arrisquei mais dois tiros e consegui acertar o mais próximo em cheio, graças à bênção de minha mãe que aumentava minhas chances de acerto em investidas durante a noite. Mas não seria assim tão simples, eu sabia. Foi Héracles que derrotou vocês num de seus trabalhos, mas como...?

O pássaro que agora assumira a frente deu um voo rasante em minha direção, seguido pelo outro restante, e me atirei de joelhos no chão da clareira, seu bico ainda acertando meu ombro e fazendo um corte superficial mas bem dolorido. Soltei um urro de dor que ecoou pela floresta, fazendo aves noturnas alçarem voos ruidosos. Foi quando as coisas voltaram à minha mente. Barulho!

Puxei uma flecha, mas dessa vez usei para batê-la nas partes metálicas do arco, provocando um clangor alto que ecoava facilmente e machucava os ouvidos das aves de Entinfália. Obrigado, Héracles! Notei a perturbação das criaturas e aproveitei para atirar novamente. Bingo!

Só restava uma agora e a tática usada para derrotá-la foi a mesma. Atordoei-a com o barulho e atirei novamente, destruindo-a. Eu estava ofegante, cansado de fugir das aves e o corte em meu ombro doía, mas nada que me impedisse de continuar. Resgatei as flechas gastas na batalha, guardando-as de volta na aljava, e olhei em volta, buscando o local onde outrora as aves se mantinham à espreita. Em meu íntimo, sentia que elas estavam guardando uma passagem para onde meu objetivo se encontrava. Assim que localizei, me pus a caminhar floresta adentro a partir dali, pedindo aos deuses que me fizessem encontrar Tail tão logo quanto possível.

Meus passos eram apressados e largos. Minha pele, mesmo coberta pelo casaco, estava arrepiada, como se denotasse a proximidade do encontro com a raposa. A lua dava um brilho prateado à floresta e àquela pouca iluminação avistei um grande tronco coberto de musgo a alguns metros à frente. Ele me vetava a visão do que tinha depois, mas resolvi arriscar. O que quer que tivesse do outro lado, eu iria enfrentar.

Segui adiante, subi no tronco, e ali, em nível mais alto, notei presa a uma rede de caça uma criatura de olhos vermelhos brilhantes e corpo de pelagem negra como a mais densa noite, exceto por pequenas faixas douradas que circulavam as bases de suas patas e suas orelhas. Uma raposa um tanto peculiar, com certeza única. Abri um sorriso e corri em sua direção. Era Tail que estava bem diante de mim.

Armas:

Aljava comum [Bolsa de couro simples com capacidade para até 50 flechas. possui correias para serem presas nas costas ou cintura. O formato e resistência não facilita o uso para outros fins][Couro][Sem elemento, sem nível mínimo]

Flechas de bronze sagrado [Flechas comuns, com hastes finas de madeira, pena de ganso para dar estabilidade e ponta de bronze sagrado. Pouco resistentes, mas de efeito considerável se bem utilizadas. Não acompanha aljava.][madeira, pena e bronze sagrado][Sem nível mínimo, sem elemento][50 flechas]

Arco longo composto [Um arco composto acrescido de luneta, mira e estabilizador, aumentando a força e precisão da flecha e requerendo ao mesmo tempo menos força de seu utilizador. Seu alcance chega a 75 mtrs,com a eficácia caindo acima disso, podendo chegar no máximo a 125mt, mas com chances de acerto, força e estabilidade de tiro bem menores, reduzindo muito seus efeitos.Seu impacto é um pouco maior, causando mais dano.Feito de madeira reforçada e banhado a bronze, com peças de alumínio, é mais pesado que o arco longo comum e exige uma perícia maior para o manuseio, além de ser menos maleável, já que a ação maior vem do seu sistema, e não tanto do arqueiro, permitindo que tenha uma estrutura mais rígida. Requer flechas específicas para seu uso.] [Madeira,Bronze e Alumínio. Nível mínimo: 4. Sem elementos]

Poderes:

PASSIVOS:
Nível 1: Aura Lunar
Os filhos de Selene tem o poder levemente aumentado durante a noite, fazendo com que suas ações em geral tenham uma chance adicional de acerto. Contudo, isso não altera a força/ dano do poder nem as habilidades físicas do semideus, apenas a chance de acerto, que são potencializadas em 10% neste nível, subindo para 20% no nível 50. [Modificado]

ATIVOS: Nenhum utilizado.

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Re: Rescuing Guardians {Story Mode: Graham Humbert e Scott Fields}

Mensagem por Bryan T. Stewart em Seg 21 Dez 2015, 17:43

STORY MODE PAUSADA TEMPORARIAMENTE POR INDISPONIBILIDADE DE UM DOS PLAYERS PARA FAZER AS POSTAGENS.
EM: 21/12/2015
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Re: Rescuing Guardians {Story Mode: Graham Humbert e Scott Fields}

Mensagem por Bryan T. Stewart em Sex 01 Jan 2016, 23:50

PAUSA RETIRADA
EM 01/01/2016
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Re: Rescuing Guardians {Story Mode: Graham Humbert e Scott Fields}

Mensagem por 117-ExStaff em Ter 19 Jan 2016, 13:29

Tópico enviado para o Tártaro por pedido do dono do mesmo. Tudo o que aconteceu nas postagens acima foi desconsiderado para qualquer finalidade On.
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Re: Rescuing Guardians {Story Mode: Graham Humbert e Scott Fields}

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