Percy Jackson e os Olimpianos RPG BR
Bem vindo ao maior fórum de RPG de Percy Jackson do Brasil.

Já possui conta? Faça o LOGIN.
Não possui ainda? Registre-se e experimente a vida de meio-sangue.

Teste para filhos de Poseidon — Abril

Ver o tópico anterior Ver o tópico seguinte Ir em baixo

Teste para filhos de Poseidon — Abril

Mensagem por Psiquê em Sab 02 Jan 2016, 16:12

Teste para filhos de Poseidon


Aqui devem ser postados todos os testes para os concorrentes a filhos de Poseidon deste mês. As postagens podem ser realizadas até as 23h59min do dia 21 do mês corrente. Postagens após o prazo serão desconsideradas. Resultado no primeiro dia do mês seguinte.

Vejam as regras completas aqui [clique]

Boa sorte, campistas!


Thanks, Dricca - Terra de Ninguém



How fickle my heart and how woozy my eyes, I struggle to find any truth in your lies. And now my heart stumbles on things I don't know, my weakness I feel I must finally show. Lend me your hand and we'll conquer them all but lend me your heart and I'll just let you fall, lend me your eyes I can change what you see, but your soul you must keep totally free
Psiquê
Administradores
Mensagens :
865

Localização :
Castelo maravilhoso do Eros

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Teste para filhos de Poseidon — Abril

Mensagem por Psiquê em Seg 02 Maio 2016, 21:21

NENHUM TESTE FOI ENVIADO.



How fickle my heart and how woozy my eyes, I struggle to find any truth in your lies. And now my heart stumbles on things I don't know, my weakness I feel I must finally show. Lend me your hand and we'll conquer them all but lend me your heart and I'll just let you fall, lend me your eyes I can change what you see, but your soul you must keep totally free
Psiquê
Administradores
Mensagens :
865

Localização :
Castelo maravilhoso do Eros

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Teste para filhos de Poseidon — Abril

Mensagem por Lian Conner em Seg 18 Jul 2016, 17:05

@Lian Conner escreveu:

Ficha de Reclamação


— Por qual deus deseja ser reclamado/ qual criatura deseja ser e por quê?
Poseidon - Pois ele sempre trás uma variável interessante para tramas que necessidade de um personagem volátil assim como o próprio mar.

— Perfil do Personagem
Nome: Lian Conner
Idade: 17 anos
Signo:: Leão
Altura: 1,74

Características Físicas: Possui porte Atlético, nem muito forte nem muito magro, olhos verdes, pele parcialmente bronzeada, com bons reflexos, e um sorriso torto meio provocativo, cabelos castanhos curto um pouco arrepiados, dependendo do dia.

Psicológicas: Uma pessoa de gênio forte e explosivo em certos momentos, assim como o mar, com momentos tranquilos e violentos, não aceitando desaforo, um espírito livre e aventureiro, que detesta ser contido, sempre em busca de alguma coisa, que faça dar sentido a vida que parece apenas acontecer, observador é bom em confrontos de mano a mano, e facilidade com espada e bastão


— História do Personagem


Quanto tempo fazia que não sabia o que era ter um lar? Uma família... Depois da morte da minha mãe, e passar um tempo na casa das minhas tias, precisei fugir para protegê-las, eu não sabia o porquê criaturas estranhas me perseguiam, mas sabia que eram atrás de mim que eles vinham, para mantê-las segura eu sumi de suas vidas.

Durante esta vida de andarilho, passei por vários abrigos, túneis, casas abandonadas, vivendo como podia, meu déficit de atenção e dislexia me atrapalhavam muito, não conseguia ficar parado, ou ler massas de texto muito grandes apenas pouca palavra é com muita dificuldade, antes delas se embaralharem diante meus olhos.

O único lugar que podia dizer que me sentia seguro era na água, poderia ficar horas sem me cansar, ele me confortava, me dava força, era quase como ser envolvido pelos braços de alguém que havia perdido. Com dezessete anos meu paradeiro era desconhecido a muitos, mais vivia em Detroit, onde enfrentava várias criaturas que para muitos não eram reais, eles não eram capazes de ver o que eu via, por muitas vezes eu queria não ver também.

Poucos dias atrás uma voz parecia falar com meu consciente, esta voz me parecia familiar, porém não conseguia dar um rosto a tal voz, mas sentia ela me atrair, e ela estava me guiando para algum lugar, aquele seria o momento de desvendar de quem era aquela voz que a dias parecia ecoar em meus pensamentos, e porque estar me chamando, mesmo aquilo parecendo loucura.

Guiado por aquela voz, me aproximei do mar em um porto, as ondas quebravam na encosta, o céu estava acinzentado, anunciando que logo mais uma tempestade iria cair, foi quando uma voz o assustou.

— Aqui não é lugar para você está garoto...— Era um homem baixo, de rosto cheio uma barba torta e com chifres entre os cabelos.

—  O que é você?— Perguntei olhando assustado para ele,  tentando parecer o mais natural possível.

— Acho que a pergunta certa seria quem é você.—  Seus olhos me avaliavam, como se tirasse minhas medidas com os olhos, ele trajava uma camisa colorida, é uma calça preta.

— Eu sei quem eu sou! — Falei sentindo-me pressionado, enquanto a voz que falava em minha mente se silenciava.  

— Acredito que não saiba, consigo sentir o seu cheiro... É tenho certeza que outros também podem. Você é um semideus filho, sabe o que isso significa? — Perguntou ele.

— Significa que estou falando com um maluco! — Falei dando alguns passos para longe.

—  Não... Isso quer dizer que sou sua única chance de entender o que esta acontecendo é de manter você vivo.  

—  Me mantive vivo muito bem.—  Falei dando as costas a ele o vento começava a soprar.

— Estou vendo, vários machucados, roupa rasgada é suja... Quanto tempo não dorme realmente?— A pergunta me acertou em cheio.

— Como sabe que não durmo direito?  

—  Os semideuses tem as vezes problemas com dormir, pois tem vários pesadelos, ou sonhos, mais gosto de chamar de visões, no seu caso acredito que não durma bem, porque tem medo de vacilar e alguma criatura o atacar.
 
Ele havia acertado em cheio, não importava onde fosse ou como me escondesse nada impedia os monstros de aparecer tudo que podia fazer era fugir, e me esconder, mesmo me camuflar com folhas secas e lama não adiantou.

— Digamos que acredite que você pode me ajudar, como faria isso?
 
— Simples eu sou u sátiro enviado do Acampamento Meio-Sangue o único lugar que pessoas como você estão realmente seguros, é caso ainda não tenha percebido o que é eu lhe digo, você é um semideus, metade mortal e metade imortal.  

Aquilo soou muito estranho, queria cair na gargalhada apontar o dedo para ele e dizer o quanto estava louco, mas nem mesmo isso consegui fazer.

—  O que te faz acreditar nisso?—  Perguntei querendo criar coragem para caminhar para longe mais não conseguia.

— Os monstros que você vê são reais, você não esta louco pessoas comum não podem vê-los, pois existe magia poderosa acobertando tudo isso, esta magia e chamada de névoa, ela impedi que mortais  vejam a realidade, pois ele não conseguiriam aceita-los, então este véu mágico pega a realidade e molda para algo que eles possa aceitar, mais isso é diferente para os semideuses...  

No meu interior eu sabia que aquilo não era tão absurdo, todas as criaturas que vi, tudo que enfrentei sem que ninguém percebesse, não poderia ser invenção da minha cabeça.

— Olha filho... Sei que pode ser difícil de acreditar, mais não estamos com muito tempo, foi sorte acha-lo aqui, esta área e repleta de monstros, que tal irmos para o acampamento é lá tudo é esclarecido?  

Seria muita idiotice minha se acreditasse em meia dúzia de palavras e seguisse um homem que nunca vi na vida, que possuía chifres e que tinha... Esfreguei os olhos quando o vi tirar as calças e revelar cascos.

— Você é um bode!?

—  Sátiro é o termo correto, e me chamo Trevor, e se quiser sobreviver sugiro começar a correr. — O vi olhar para trás  em uma área de vegetação  de um parte quando arvores começaram a se mover.

Do meio das arvores saiu a galinha mais grande que tinha visto, o sátiro começou a correr e eu o segui sabendo por instinto que aquele animal não era normal.

—  O que é esta coisa? — Perguntei correndo

— Isso se chama Cocatriz, pode parecer uma galinha ou galo como queira chamar, mais não se deixe levar, as garras são capaz de cortar carne como se fosse papel, e isso nem é o pior uma bicada  dele e você vira pedra!

Me calei é comecei a correr sendo seguido pelo sátiro, que corria muito rápido para um baixinho de pernas de bode.

— Despistamos ele...

— Como fazemos isso? —  Perguntei olhando para a distancia que parecia ser encurtada pela criatura.

— Vamos nos esconder nas docas, a visão deles não é muita boa, assim podemos ganhar distancia.

E assim o fizemos, passando por varias áreas cobertas, entrando em galpões é saindo por outros, quanto vimos já estávamos longe e mais nenhum som se escutava daquela galinha gigante.

— Conseguimos... Preciso levar você pro acampamento lá estará seguro, seu pai ou sua mãe divina deverão reclama-lo.

— Minha mãe esta morta é nunca conheci meu pai. —Disse Recuperando o fôlego,
—  Provavelmente seu pai deve ser um deus grego.

—  Sabe que dizer isso parece loucura.

—  Assim como um homem bode, e uma galinha gigante parece ser piada, mas não é, lá você vai descobri mais de sua origem, mas a escolha é sua se ficar cedo ou tarde eles irão lhe achar.

— Mais este lugar é seguro? Não colocarei ninguém em risco?

—  Não tem lugar mais seguro, e existem outros como você será bom conhece-los, é ver que não esta sozinho.

— Está bem...


— Acampamento Meio-Sangue


Após concordar partimos para o acampamento, tivemos que passar por muitas provações e criaturas até chegarmos ao tal acampamento, a cada momento nos afastando da cidade, adentrando mais e mais na área verde de um campo, pegando caronas clandestinamente em caminhões.

Mais assim que estávamos  a poucos metros dele, da floresta saiu um gigante, pelo menos o foi o que pensei até perceber que não era tão grande assim, e que possuía apenas um olho, e um enorme porrete nas mãos e correu em nossa, direção, Trevor caiu machucando a perna quando tentava saltar uma pedra, após desviar do ataque da criatura, rolei com ele por uma vala, o ergui com dificuldade é nos arrastamos  para fora da visão da criatura.

Aguardamos alguns instantes e o ergui colocando nas costas e disparei para a direção que ele apontava, o  monstro nos viu e começou a perseguir.

— ALI! — Falou Trevor.

A poucos metros conseguia ver a entrada do acampamento, acreditando que conseguiria fui atingindo, na perna que me fez cair,  soltei Trevor me distanciando dele para a criatura ficar mais confusa e não ter dois alvos fáceis, senti que havia um rio ali aproximo, a voz em minha mente ecoou, "vá para a agua" sem muita escolha me arrastei  o mais rápido que conseguia até a água desviando com dificuldade das investidas do monstro.

Olhei caindo de cara na agua, neste instante senti uma energia preencher meu corpo, como se renovasse minhas forças, a perna que latejava estava boa em folha, olhei para meu corpo, e senti a força restabelecer, uma luz pairava sobre minha cabeça em um tom verde na forma de um tridente.

Ao longe vi Trevor olhar espantado para mim, eu não entendi nada do que estava acontecendo, desviei de duas investidas, pegando uma pedra, e arremessando com toda minha força no olho da criatura, que urrou de dor, corri ate Trevor o carregando para o acampamento, caindo estirado no chão do lado de dentro da barreira.


— Missão


Nunca tinha conhecido de fato meu pai nem mesmo seu reino, porém a chance veio para mim mais cedo e inesperadamente, em uma missão dada a mim por ser filho do senhor dos mares  eu precisava ir ao reino de Poseidon em Atlântis.

Minha missão era pegar um item que seria capaz de capturar uma das crias de Fórcis e Ceto que estava  aterrorizando as águas próximo ao acampamento, é que cabia aos campistas  resolverem este problema, mas mesmo sendo filho de Poseidon, deveria provar meu valor, o item me foi concedido, mais apenas com a condição de enfrentar um dos melhores guerreiros de meu pai.

Mais antes precisaria passar por dois testes antes de obter a chance do verdadeiro desafio que era o confronto, cada um destas provas tinha uma função diferente, uma era inteligência, a outra era a esperteza. Após superar estes dois, o ultimo e derradeiro desafio veio na forma de um tritão, ele era forte, possuía músculos  definidos é um tridente de aço, eu tudo que possuía era uma espada.

O confronto se seguia desigual, evitava os ataques rápidos e poderosos como podia, mesmo que houvesse mobilidade embaixo d'água, ele possuía mais, por um golpe de sorte usei o ambiente ao meu favor, atacando no momento exato de uma investida ao fingir esta esgotado e sem opção de ataque, saltei sobre sua cabeça, acertando o cabo da espada na nuca o fazendo desmaiar, flutuando na água.


Lian Conner
Indefinido
Mensagens :
9

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Teste para filhos de Poseidon — Abril

Mensagem por Conteúdo patrocinado Hoje à(s) 00:21

Conteúdo patrocinado

Voltar ao Topo Ir em baixo

Ver o tópico anterior Ver o tópico seguinte Voltar ao Topo

- Tópicos similares

Permissão deste fórum:
Você não pode responder aos tópicos neste fórum