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Grupo 9 - Interno

Mensagem por Organização PJBR em Sex 01 Abr 2016, 13:45


Les Revenants



Regras e Orientações Iniciais


Formato

A postagem será realizada como uma OP contínua de forma paralela. O que isso significa? Que os players iniciarão em locais e com objetivos diferentes, se encontrando posteriormente. Fiquem atentos às orientações para verificarem se estão cumprindo os objetivos corretos e desenvolvam o formato de modo adequado (é uma OP, não uma narrada, então exigem turnos mais descritivos). O descumprimento ou inadequação ao formato também acarretarão penalidades previstas na avaliação.

Ainda assim, não haverá ordem pré-definida de postagem, visando não atrasar/ atrapalhar nenhum jogador.


Prazo

7 dias de prazo a partir do narrador. O narrador terá 3 diás para a continuidade, considerando para isso a postagem de todos os jogadores OU o término do prazo deles, o que ocorrer ANTES.


Penalidades por não postagem

A não postagem acarretará penalidade de 50% do status total nos turnos 1, 2 e 5 - podendo acarretar a morte do player;

Nos turnos 3 e 4 a não-postagem acarretará morte imediata;

Adicionalmente, a não postagem no turno 5 (encerramento) constará como abandono de missão e não gerará recompensas ao player, mesmo se alcançar rendimento nos outros turnos;

A não postagem reduzirá as recompensas de forma proporcional ao valor do turno, afetando o rendimento (cada turno não postado = 20% do rendimento abaixo do máximo);

A não postagem acarretará a impossibilidade de reclamação por Macária, no caso dos indefinidos, independente do turno, e, em caso de possíveis recompensas adicionais, podem impedir seu recebimento pela questão de rendimento;

Ao pular um turno, o player deve, no turno posterior, de alguma forma cobrir a lacuna sem contradizer o narrador - isso interferirá na coerência do turno;

Postagem atrasada é considera não-postagem;

Não é permitido aumento de prazo ou abandono sob nenhuma justificativa.


Recompensas

Para facilitar ao narrador, cada turno valerá no máximo 150 xp (totalizando 750 no evento completo).

Personagens mortos ou que abandonem a missão não recebem recompensas.


Dúvidas devem ser retiradas com o narrador do grupo. Casos que não constem aqui serão avaliados pela staff.



Grupo 9

Grupo de busca

Kristy Grandine (Filha de Hermes e Curandeira) - Nível 106; 1150/ 1150 HP e 1150/ 1150 MP
Penny Lane (Filha de Selene) - Nível 2; 100/ 110 HP e 100/ 110 MP
Sawyer Bukowski (Filho de Zeus) - Nível 17;  210/260 HP e 189/260 MP

Indefinida: Mary Weiss
Nível 1
100 HP/ 100 MP



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Re: Grupo 9 - Interno

Mensagem por 137-ExStaff em Sex 01 Abr 2016, 19:31


Les Revenants
They came back from the dead


O acampamento estava um caos, principalmente depois de que ocorrera. Kristy, sendo uma das poucas pessoas que presenciara o acontecimento, estava isolada em um canto, tentando digerir o fato de que tinha visto um semideus que era para estar morto, vivo e estranhamente bem. Ele tinha morrido a tanto tempo, então como isso estava acontecendo?

Enquanto isso, Sawyer tentava entender a algazarra nas enfermarias. Ele tinha vindo para cuidar de um ferimento causado em um dos treinos quando viu pessoas e mais pessoas na ala das enfermarias, tentando espiar alguém ou algo. Sem entender, ele se aproximou, querendo saber o que estava acontecendo.

Penny foi mais direta que os dois semideuses citados: Ao ouvir de seus irmãos o boato dos semideuses ressuscitados, ela procurou logo o centauro mais conhecido da nação. Ele deveria saber se aquilo era verdade ou mentira e, se fosse verdade, o que estaria causando tudo aquilo.




Mary andava pelas ruas de uma cidade. A única coisa que a preocupava era como conseguir dinheiro, afinal teria que fazê-lo até o anoitecer.

Pontos Obrigatórios

— Faça uma introdução que encaixe o descrito acima. Favor detalhar, principalmente Kristy, Penny e Sawyer, afinal essa introdução será a base do post dos três.

Abaixo, os pontos obrigatórios separados:

Kristy, Penny e Sawyer:

— Vocês descobrem toda a situação do jeito de vocês (e descrevam esse jeito de vocês, por favor): Macária estava envolvida com os acontecimentos de ressurreição de semideuses. Por quê? Quiron nem ninguém saberia dizer. Mas algo grande estava acontecendo com os deuses.

— Assim que toda a situação toma proporções enormes, Quíron convoca os semideuses e, após todos estarem reunidos no refeitório, explica o que sabe. Após isso, ele se retira para a casa grande e vários semideuses o acompanham, dentre eles, vocês.

— Finalizem o post ao chegarem à casa grande.

Mary:

— Se é um revenante: Descreva como acordou e onde, que tipo de memória possui e alguns flashs que o acometem de tempos em tempos; foque em como está lidando com isso e o que planeja fazer - caso seja um recém-acordado, você não se lembrará do Acampamento, mesmo que tenha estado lá em uma vida passada;

— Se é um indefinido que já sabe sobre o Acampamento: Você tem algum motivo para ainda não ter ido para lá ou para ter saído do local (mas pode ser que esteja a caminho); desenvolva como soube que era um semideus e se acredita ou não nisso, e o que está fazendo na cidade atual, com alguma atividade plausível;

— Se é um indefinido que ainda não sabe sobre o Acampamento: Desenvolva como leva a vida e como encara seu dia-a-dia; caso tenha família ou algum tipo de relacionamento (amizades, gangues o que seja) desenvolva isso nesta postagem;

Status do Personagem



Kristy Grandine (Filha de Hermes e Curandeira)
1150/1150 HP
1150/1150 MP

Penny Lane (Filha de Selene)
100/110 HP
100/110 MP

Sawyer Bukowski (Filho de Zeus)
210/260 HP
189/260 MP

Mary Weiss
100/100 HP
100/100 MP

Regras e Observações

— Você tem 7 dias para postar. Ao fazê-lo, me mande uma MP, para que o próximo round seja agilizado;
— Itens e poderes em spoiler ou code no final no post. No caso dos poderes, preferencialmente organizados por nível e tipo;
— Evite observações como "considerar todos os poderes até o nível X". Quando usar uma habilidade, cite-a e diga se é passiva, ativa ou especial (caso não o faça, o uso da habilidade será ignorado);
— Templates (com barrinha, fonte muito pequena ou que seja muito estreito) ou cores que dificultem a leitura são proibidos;
— Dúvidas, problemas? Me mande uma MP.




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Re: Grupo 9 - Interno

Mensagem por Étoiles de Médici em Qua 06 Abr 2016, 12:30



algo de errado não está certo

vamos manter a calma pq as coisas ainda vão piorar
A vida tem um ciclo. E mesmo em um mundo místico com deuses e magia, esse ciclo não se muda para os mortais. Você nasce, vive e morre. Kristy Grandine, como conhecedora das artes da medicina, compreende muito bem como funciona todo o esquema, o que se precisa para haver vida e o que pode acontecer para que ocorra a ausência dela. Por tal motivo, aquilo não fazia sentido.

Eu... Eu não sei como... Só acordei na floresta, de madrugada, e então comecei a andar, até que parei aqui... Eu me lembro daqui, das tentas, dos curandeiros... Eu me lembro de... Eu me lembro daquela noite e dos monstros na floresta... E de eu me arrastar para uma enfermaria, e dos curandeiros, e da dor... E... Eu não... Não entendo... Só tenho flashes estranhos na cabeça... — era a milésima vez que o moreno repetia aquelas mesmas palavras confusas, seu olhar perdido entregando o quanto estava assustado. Nem mesmo ele entendia o que estava acontecendo direito. Sua voz rouca estava alta, parecendo prestes a gritar desde que começara a contar a mesma história que não dizia nada. Há quantas horas ele recontava aquela história?

Os curandeiros resolveram mantê-lo na enfermaria para observação, mesmo após terem o examinado e constatado que estava tão saudável quanto era possível. Mesmo aquilo sendo completamente impossível.

Daniel, como disse se chamar, havia sido um dos primeiros a aparecer, e depois dele mais alguns foram surgindo, e junto deles os boatos e os curiosos. As enfermarias estavam um caos, assim como todo o acampamento. Ninguém entendia muita coisa, muitos davam muitos palpites bizarros e todos estavam muito confusos.

A criança pressionou as mãos contra os lados de sua face, fechando os olhos com força, procurando conseguir manter o controle sobre si mesma. Era uma curandeira há muito tempo, sabia como lidar com mortes e situações problemáticas, não era para aquilo lhe afetar daquela maneira! Qual era o problema com ela?

Você consegue... Do começo... Devagar. — a loirinha sussurrou para si mesma, isolada num canto da Enfermaria Central, sentada no chão e escondida pelas altas prateleiras ao seu redor. Como um animal assustado em seu esconderijo.

Aos poucos ela foi relembrando os acontecimentos do início daquele dia, tentando organizá-los. Ele havia aparecido pela madrugada em frente as tendas, confuso e maltrapilho, murmurando coisas sem sentido, mas bem e bem vivo. Não estava ferido, apesar de sujo e com as roupas praticamente esmigalhadas. Thadeu, um dos curandeiros que estava trabalhando de plantão, foi o primeiro a notá-lo andando e resmungando ao redor das tendas, e o que ele fez ao ver o desnorteado semideus alertou todos os demais curandeiros plantonistas de sua presença: ele gritou.

Não foram muitos os seguidores do deus da medicina que estavam ali para verem o rapaz, apenas uns quatro, e somente dois reconheceram-no, todos os outros eram novos demais no grupo.  Infelizmente, Grandine foi uma dessas pessoas, Thadeu a outra. Afinal, há quanto tempo aquele semideus não era visto?

Havia acontecido quando a menina ingressou no time dos curandeiros, há quanto tempo mesmo? Quase três anos atrás? Ela tinha apenas dez anos de idade, começava a aprender o oficio, e ele havia aparecido na enfermaria durante uma noite. Ela se lembrava muito bem do caso, foi o primeiro paciente que “perdeu”, e isso não é algo que um curandeiro possa esquecer — tão pouco uma criança. Daniel havia morrido há mais de dois anos diante dos olhos de Kris, Thadeu e um outro curandeiro que nem se quer trabalhava mais com eles — e então do nada apareceu vivo.

A princípio, a filha de Hermes pensou ser um fantasma, uma miragem ou uma brincadeira de mal gosto. E como queria que fosse! Lidava com monstros e marotagens o tempo todo, mas não sabia como lidar com aquilo.

Conforme o dia foi passando, a notícia foi se espalhando, e mais ressurreições foram aparecendo. E Grandine? Escondeu-se da forma como pode de toda confusão, deixando que sua própria enfermaria fosse administrada por sua estagiária, Ana. Mesmo assim, manteve-se próxima do ressuscitado, ouvindo-o contar e recontar a história, ouvindo outros semideuses chegando com as mais absurdas teorias e fofocas.

"Vai ficar tudo bem.” As palavras que ela havia dito de maneira confiante e tranquilizadora para um semideus ensanguentado e gemendo de dor sobre uma maca em frente de si há anos voltavam a sua cabeça sem parar. "Vai ficar tudo bem.” Ela havia repetido tal frase quantas vezes para ele? O mesmo rapaz que se encontrava bem em cima de uma maca há poucos passos dela naquele instante? Ou será que repetiu era para si mesma? O que importa, é que no final de nada adiantou, e a promessa que não pode cumprir o transformou em um cadáver e assombrou com pesadelos a curandeira por muito tempo. E agora, o pesadelo retornava em forma de carne viva.

Vai ficar tudo bem?

Kristy. — a voz doce de Gina a chamou. A curandeira que trabalhava na Enfermaria Central parecia adotar um papel de irmã mais velha, e estava realmente preocupada com a criança. Na verdade, todos estavam um pouco. A líder dos seguidores de Asclépio, apesar da pouca idade, sempre aparentará uma estabilidade emocional incrível, e do nada estava daquele jeito: agachada entre prateleiras com os olhos esbugalhados e o corpo tremendo. — Quíron está convocando todos para o refeitório, parece ter algo para falar. Você vem?

A loirinha piscou, como se saísse de um transe, e assentiu positivamente. Levantou-se devagar, os músculos de seu corpo doloridos depois de tanto tempo naquela posição. Mas quanto tempo tinha se passado? Nem algo tão simples como aquilo ela sabia mais.

Arrastou-se para o pavilhão do refeitório com os demais campistas, sua mente parecendo se clarear conforme a curiosidade ocupava o lugar do assombro dentro de si. O centauro ancião teria respostas?

Sentou-se na mesa designada para o chalé 11, onde seu meio-irmão, Kael, rapidamente a localizou. Isso a fez adotar uma máscara de neutralidade e falsa tranquilidade que sempre usava diante dele. Não podia preocupar ainda mais o moreno com quem tanto se importava.

Kristy! Onde estava? Eu te procurei o dia inteiro, mas ninguém sabia me dizer onde ‘cê ‘tava! Não era para você ter ficado nas enfermarias com essa loucura toda? — ele jogou-se no banco ao lado dela, espremendo-se para caber ali. — E afinal, o que ‘tá acontecendo? Eu ouvi umas histórias muito malucas e pensei... Eu pensei que talvez, sei lá, ela pudesse... Hã... Sabe... Você viu a Bri...?

Ah, Kael... — a menina soltou um suspiro pesado e balançou a cabeça negativamente, seus olhos claros não conseguindo esconder a pena que sentia do semideus. Era nisso que ele estava pensando o dia inteiro? Em Briana, a filha de Afrodite e sua ex-namorada que morreu no ano novo com as explosões na praia do acampamento? Depois de tanto sofrer e lutar para superar? Kristy apertou com força a barra de sua blusa enquanto reprimia o instinto de envolver o rapaz de quase dois metros de altura em seus braços e consolá-lo.  — Ela não... Não parecer funcionar desse jeito... Sinto muito...

Ele estava prestes a protestar, claramente agarrando-se com todas as forças a ideia que tinha de que o amor de sua vida poderia também ressuscitar há qualquer momento, quando a voz forte de Quíron ressoou pelo lugar, pedindo silêncio. Foram necessários mais três gritos do centauro para calar todos os presentes. O refeitório estava cheio, além dos semideuses, parecia que todos os espíritos da natureza que moravam no acampamento também estavam ali para ouvir o que o diretor de atividades tinha para dizer, e todos fizeram um silêncio mortal enquanto escutavam as palavras dele.

Kris tentou concentrar-se nas sílabas que saíam da boca do centauro e organizá-las em algo que fizesse sentido, mas seus pensamentos vagueavam sem rumo, seu TDAH atrapalhando-a mais do que o normal. Imagens de Briana começavam a perturbá-la, a ideia de que poderiam tê-la de volta começava a criar raízes na mente da criança, mesmo ela sabendo que isso era algo perigoso e impossível... Não, não mais impossível. Sem que percebesse, seus olhos começaram a passear pelos presentes, procurando por Bri ou por mais alguém que não deveria estar ali. Havia muitas outras pessoas que a filha de Hermes viu morrer que poderiam ter voltado dos mortos.

Mal percebeu que o discurso de Quíron chegava ao fim, sua atenção só sendo atraída novamente para o centauro quando ela o ouviu convocar os monitores dos chalés, algumas pessoas que ela não prestou atenção nos nomes e os curandeiros que estivessem livres para irem até a casa grande com ele. Mas é claro que não foram apenas os convocados que o acompanharam, Kael sendo um desses intrusos.

Grandine nada falou quando seu meio-irmão levantou-se com ela e a acompanhou, sua mente ainda viajando em possibilidades e em memórias do passado. Assim que todos chegaram à casa azul, a menina sentiu o forte braço de Kael envolver seus ombros, buscando e oferecendo apoio com aquele simples contato. Através de um breve olhar que os dois trocaram por um momento, uma mensagem foi passada: não estavam sozinhos naquela confusão.

Armas e equipamentos :
► {Maximum} / All-Stars [All-Stars brancos com detalhes pretos. Ao comando de seu dono, estes materializam asas brancas nos calcanhares. As asas possibilitam o semideus sobrevoar até uma altura de vinte metros, após tal altura as asas perdem força e podem parar de funcionar no meio do ar. Caso o semideus esteja segurando uma outra pessoa ou objeto acima de 50 quilos enquanto voa, conseguirá atingir apenas metade da força e velocidade normal. As asas não conseguem voar por tempo ilimitado, ficando ativas por 10 turnos, mais um adicional a cada nível do semideus - 11 turnos no nível 1, 12 no nível 2 e assim sucessivamente. Em situações em que não se tem medidas de turnos (em uma OP onde esteja descrevendo fora do contexto de combate - lembrando que turno é equivalente a ação, então mesmo nesses casos seria possível calcular desde que em uma luta) o semideus consegue utilizar o item por tempo, durante 1 minuto por nível, seguindo o mesmo sistema. O tênis fornece a perícia necessária para sua utilização ao portador.] {Couro e Borracha} (Nível Mínimo: 1) {Não Controla Nenhum Elemento} [Recebimento: Presente de Reclamação de Hermes] ~desativados, nos pés

► {Comunication} / Celular [Um celular básico e comum de cor preta e com detalhes espelhados. Diferente dos celulares feitos pelos humanos, esse celular funciona para se enviar uma mensagem para outro filho de Hermes, de modo que os meio-irmãos possam se comunicar sem necessitar do uso de mensagens de íris. Claro, além disso, possui outras funções, como acesso a internet e joguinhos. Por funcionar em uma frequência divina, os monstros não são atraídos pelo uso desse celular. Outro grande diferencial é que, ao digitar uma senha, o celular invoca duas serpentes pequenas (uns 50 cm cada), feitas de dados digitais (ou seja, não são físicas, mas só funcionam em locais em que "haja sinal"), uma fêmea e outra macho, que podem ajudá-lo fornecendo informações; não são úteis em batalha e, se "destruídas", somente retornam para o celular, permanecendo lá até o final da missão, mas possuem um extenso conhecimento de mitologia e da história humana, podendo responder quase qualquer coisa que seja de conhecimento geral, ainda que nem sempre com precisão, uma vez que a internet está cheia de informações falsas. Quem decide o sucesso, no entanto, é o narrador. As propriedades funcionam exclusivamente na mão do filho de Hermes portador desse celular. A fêmea é Dory, e o macho é Bublie.] {Metal e circuitos eletrônicos} (Nível Mínimo: 1) {Não Controla Nenhum Elemento} [Recebimento: Presente de Reclamação de Hermes] ~no bolso da calça, que tá encantado com o poder passivo "Bolso dimensional"

► {Quick Cut} / Adaga [Uma adaga com lâmina de 20cm feita de bronze sagrado, mas com o metal com uma estranha coloração esverdeada e empunhadura no formato de uma serpente enrodilhada, com a boca do animal aberta dando espaço à lâmina. Vem junto de um pequeno suporte (bainha) adaptável à cintura, pernas ou tornozelos. No nível 20, torna-se um chaveiro em forma do caduceu de seu pai, porém obviamente reduzido.] {bronze sagrado} (Nível Mínimo: 1) {Não Controla Nenhum Elemento} [Recebimento: Presente de Reclamação de Hermes] ~adaga na bainha, que 'tá presa na coxa direita"

► {Adroit} / Adaga [Resistente adaga feita de bronze sagrado, sua lâmina mede cerca de 20 cm. Afiadíssima, perfeita para ataques ágeis e rápidos. Seu punho é feito de aço coberto com uma camada de couro, ajudando o manuseio da arma. Quando a dona não desejar, ela se transforma em um anel discreto de bronze. É semi-indestrutível.] {Bronze sagrado, couro, aço. Arma cromada} (Nível Mínimo: 1) {Não controla nenhum elemento} [Recebimento: ¥ Dragon Dovahkiin ¥] ~anel no dedo anelar esquerdo

► Bolsa de Componentes Mágicos / Bolsa (Nela são guardados desde objetos para preparo de poções até bisturis e utensílios médicos [ela possui espaço infinito para tais coisas e somente para tais coisas; também aparece e desaparece, dependendo exclusivamente da necessidade do semideus]) {Couro} (Nívem mínimo: 1) (Controle sobre nenhum elemento) [Presente de Curandeiro] ~pode aparecer conforme a necessidade

► Colar do Serpentário / Colar (o formato e o estilo da confecção lembram uma serpente dourada; nunca pode ser perdido, vendido ou retirado a força, pois identifica os curandeiros e, portanto, não é considerado um item nas contagens para missões, eventos e tramas, embora ainda seja preciso citá-lo) (seu efeito principal é o de, quando retirado do pescoço, se transformar em um dos itens a seguir: uma réplica quase totalmente semelhante do Bordão de Asclépio (ou seja, uma espécime de bastão rústico e fino envolvido por uma serpente de escamas feitas de prata envenenada que podem ser tão afiadas quanto uma espada, possuindo o mesmo potencial de corte de uma arma laminada; ele se adapta completamente ao tamanho e porte físico do usuário). {Prata, madeira e veneno} (Nível mínimo: 1) (Controle sobre nenhum elemento) [Presente de Curandeiro] ~colar no pescoço

Δ {Bravery} / Bandana [Item primordialmente pertencente a Lewis, um semideus filho de Ares que sacrificou-se para salvar a vida de Kristy e Robert ao explodir uma bomba de fogo grego, matando também dois basiliscos. Antes que ela fosse embora, ganhara de Robert - o dono da fazenda - a peça de vestuário, que ele dizia ser uma das preferidas da prole de Ares. Não tem um visual definido, variando cor e estampa de acordo com o gosto do usuário; e encantada, ela aumenta em 40% a bravura do semideus que a usar, dando um incentivo a mais para a conclusão de tarefas pelo portador, assim como diminuindo, nos mesmos 40% efeitos de poderes que causem medo ou pânico, caso venham de semideuses até cinco níveis acima. Seu efeito é ativo e dura três rodadas, sendo usado apenas uma vez por ocasião.] (Nível mínimo: 60) {Algodão, encantamento} [Recebimento: recompensa pelo cumprimento da missão "A Fazenda", avaliada por Harmonia e atualizada por Asclépio.] ~bandana na cor cinza com desenhos florais pretos e 'tá na cabeça

Elixir da Energia (titânico): Recupera 100EP. ~no bolso da calça, que tá encantado com o poder passivo "Bolso dimensional"
poderes usados:

Passivos

[Hermes] Nível 35 - Bolso Dimensional {NEW}{Idealizado por Sadie Bronwen}
Não importa o tamanho do item, o bolso de filho de Hermes sempre criará um espaço dimensional suficientemente grande para contê-lo.


Ativos

Nenhum.
roubei sz
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Re: Grupo 9 - Interno

Mensagem por Rumi Hayes em Qui 07 Abr 2016, 10:32


resurrection?
and all of the ghouls come out to play
Era a primeira vez que o filho de Zeus sentia a necessidade de ir às enfermarias.

Sawyer havia lutado contra um Cão Infernal na tarde anterior e, durante o treinamento, a criatura utilizou suas enormes garras para atacá-lo. O semideus conseguiu se desviar parcialmente do ataque, mas não saiu ileso: seu ombro esquerdo fora arranhado pelo cão.

Ao término do treino, o instrutor disse para Sawyer procurar algum curandeiro nas enfermarias para que seu ferimento fosse devidamente tratado. No entanto, como de costume, ele achou que uma carga elétrica ou algumas gotas de néctar seriam suficientes para curar o ferimento.

Não foi.

Sawyer não dormiu bem durante a noite porque seu ombro latejava sempre que ele virava para o lado esquerdo. Assim, antes do sol raiar, ele tomou banho, fez a higienização matinal e vestiu uma roupa que julgou confortável: calça jeans e camisa regata; para completar, calçou as botas aladas.

Talvez poderei treinar depois que eu for atendido nas enfermarias, especulou Sawyer quando estava chegando à porta do Chalé. Ele voltou e se dirigiu ao canto em que suas armas ficavam guardadas.

O anel que se transforma em sabre, o anel que intimida os monstros, a aljava com flechas elétricas, o arco... ele colocou os acessórios nos dedos — anelar e médio — da mão esquerda e pendurou o arco e a aljava no ombro direito. Acho que vai servir.

Sawyer deu uma última olhada em seu arsenal e constatou que havia pegado tudo o que precisaria no treino matinal. Então, com passadas firmes e apressadas, o filho de Zeus direcionou-se à ala hospitalar do Acampamento Meio-Sangue.

ϟ

Sawyer soube que havia algo errado assim que avistou as enfermarias.

Ainda era muito cedo, então por que haveria tanta gente criando algazarra em uma área onde supostamente deveria ser silenciosa e pacífica?

Estranho... constatou ele já se aproximando para saber o que estava acontecendo.

Aparentemente, as pessoas estavam tentando espiar alguém — ou algo —, então, com a curiosidade e ansiedade crescendo mais a cada segundo, Sawyer tentou chamar a atenção da pessoa mais próxima.

— Ei, você! — falou ele em um tom acima do que estava habituado para ser ouvido em meio aos demais burburinhos. Uma jovem de cabelo avermelhado olhou para ele e franziu a testa, assumindo uma expressão aborrecida. — É... o que está acontecendo aqui?

A moça revirou os olhos, mas sorriu conspirativamente, afirmando, assim, sua desesperada vontade de espalhar a notícia.

— Boatos que o Acampamento Meio-Sangue está virando uma espécie de The Walking Dead — ela sorriu da própria piada, mas Sawyer não havia entendido o que ela queria dizer. — É, bem... alguns semideuses que morreram há alguns anos, ou recentemente, estão voltando à vida. Porém não são zumbis, estão vivinhos da silva.

— Isso é possível? — questionou ele com seriedade. — Quero dizer... como isso é possível?

— Até onde eu sei, não é possível. Ou não era... até agora — a ruiva já estava se voltando para a multidão, mas aparentemente lembrou que deixara de mencionar algo: — Bem, também ouvi dizer que uma deusa está por trás dessas ressurreições... Macaca ou algo assim.

Sawyer teria rido do nome da deusa em outra situação, mas ele estava realmente preocupado com o acontecimento.

— Você ouviu algo sobre o motivo disso tudo? Quíron já está sabendo?

A jovem ruiva apenas balançou a cabeça negativamente e depois deu de ombros, voltando-se, então, para a multidão.

ϟ

Talvez o choque seria maior se Sawyer tivesse visto algum conhecido morto voltando à vida, mas ele chegara há pouco tempo no acampamento e ainda não criara vínculos com outros semideuses. Então, sua maior preocupação era: como isso afetará nossas vidas? O que acontecerá com esse mundo de deuses e monstros?

Sawyer ouviu dois semideuses falarem que Quíron comentará sobre a situação no refeitório, então ele ativou as botas aladas e voou na direção do refeitório antes que a multidão ocupasse todo o recinto. Por causa da adrenalina, excitação, preocupação e diversos outros sentimentos e emoções, Sawyer não sentiu mais o latejar do ferimento.

Quíron precisou pedir silêncio para os semideuses que estavam no refeitório porque as conversas e os burburinhos estavam atrapalhando sua fala. Sawyer estava olhando para Quíron, mas seus pensamentos estavam em outros assuntos.

Será que existe um padrão para as voltas? Apenas semideuses estão retornando ou mortais também estão? E se ela...? Não é possível. Não. Melhor eu não ter esperança. Deixa pra lá, Sawyer, deixa pra lá.

Sawyer voltou a atenção para Quíron no momento em que ele estava deixando o refeitório e indo para a Casa Grade. Um grupo de semideuses estava seguindo o centauro, provavelmente os monitores e instrutores, então Sawyer se juntou a eles.

Será que Quíron sabe apenas que compartilhou no refeitório? Duvido muito. Especulou Sawyer já de frente para a Casa Grande. Preciso saber mais sobre esse caso.

Arsenal:

ϟ {Supernova} / Sabre [A karabela tem um punho aberto com o pomo no formato de uma cabeça de águia. Seu cabo anatômico permitia o manejo mais fácil de cortes circulares quando se luta a pé e e de cortes oscilantes quando montado no cavalo/pégaso. É feita de bronze sagrado e seu punho é revestido com couro. Vem junto de uma bainha de couro. No nível 20 transforma-se em um anel, com a cabeça e as asas de uma águia entalhadas.] {Bronze sagrado e couro} (Nível Mínimo: 1) [Recebimento: Presente de Reclamação de Zeus]

ϟ {Sky} / Aljava [Bolsa de couro simples com capacidade para até 50 flechas. Possui correias para serem presas nas costas ou cintura. O formato e resistência não facilita o uso para outros fins.]{Couro} (Nível Mínimo: 1) {Não Controla Nenhum Elemento} [Recebimento: Presente de Apolo]

ϟ {Wind} / Arco [Feito em ouro, o arco longo possui a capacidade de dominar os ventos, de modo a adicionar à flecha maior velocidade e precisão. Além disso, permite que seu dono crie duas flechas feitas inteiramente de vento por turno, sendo que após dois turnos usando-as, é necessário o intervalo de um turno.] {Ouro} (Nível Mínimo: 15) {Controle sobre o Vento}

ϟ {Lightning} / Flechas [Flechas comuns, com hastes finas de madeira, pena de ganso para dar estabilidade e ponta de bronze sagrado. Quando atingem a algum alvo, liberam uma carga elétrica que aumenta os danos causados. Quantidade restante: 50.] {Ouro, Madeira e Pena } (Nível Mínimo: 5) {Controle sobre a Eletricidade}

ϟ {Brave} / Anel [Sendo um anel de prata com uma pequena pedra azul escura, o objeto possui na parte interna a inscrição "Bravery is measured by your actions.". Ao ser utilizado, o portador do item impõe uma aura que faz com que monstros mais fracos hesitem no ataque e, caso o façam, este seja reduzido em 25%. Quando não se trata de combates, pode ser interpretado de forma que dê ao rapaz um certo ar de respeito, dessa forma, torna-se mais fácil domar algum animal para que se torne seu mascote.] {Prata, safira} (Nível mínimo: 20) {Não controla nenhum elemento} [Recebimento: Missão OP - Fuga no Estábulo. Avaliada por Éris e atualizada por Psiquê.]

ϟ {Hover Boots} / Botas [Um par de botas aladas que proporciona ao usuário a habilidade de voo. Também aumenta a velocidade do portador, estando voando ou não.] [Nenhum material] [Nível Mínimo: 5] {Não controla nenhum elemento} [Recebimento: Comprada de Rhydian Fraser]
Habilidades:

Passivas:

Ϟ
Ativas:

Ϟ

music: shake it out post: 001 company: nobody
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Re: Grupo 9 - Interno

Mensagem por Leslie Lane em Qui 07 Abr 2016, 21:35


Les Revenants

TEM GENTE REVIVENDO?




Desde que descobrira os treinos de hipismo a garota de cabelos roxos vinha conseguindo cavalgar o suficiente para  cansar-se, evitar o turbilhão de pensamentos e ter um sono tranquilo. Naquela noite, no entanto, a insônia vencera e levara a filha de Selene para fora do chalé dezoito em uma caminhada silenciosa pela madrugada.

Após um longo percurso o destino final fora a grande fonte em estilo romano, onde a estátua de um Aquiles caído em leito de morte se destacava das demais, refletindo os últimos raios de luar no mármore claro. Penny lembrou-se da historia: de como, mesmo Páris, um príncipe fraco e medroso, pudera derrotar o grande herói filho de Tétis.

A filha da lua estava sentada na beira da fonte e ao sentir a brisa fria, soprando em sua direção, tirou as mãos da água, fechou a camisa de flanela e guardou o iPod. O local estava repleto de esculturas, e Penny olhava desinteressada pensando em tudo que lhe acontecera até ali.

A garota acabou focando os olhos na estátua da mãe. Ninguém lhe contara, não havia uma placa, mas Penny sabia. Era Selene, a deusa da lua. A escultura retratava uma mulher de postura nobre e esbelta em trajes típicos gregos, os cabelos longos pareciam presos para trás e uma tiara em formato de meia lua, voltada para cima, adornava-lhe a fronte.

A garota pensou que ela tinha feições bonitas, para uma estátua, e suspirou ao notar o arco , na mão direita, e o olhar altivo encarando-a. Penny tentara enganar-se dizendo que Selene, sua mãe, apenas brilhava indiferente lá no céu e puxava a carruagem noturna, mas ali estava ela pronta para a batalha e aparentemente esperando o mesmo de seus filhos.

A semideusa levantou-se e andando na direção da estátua da mãe fez uma reverencia desajeitava. As lembranças dos irmãos e irmãs treinando, combatendo monstros, tornando-se mais fortes e aprendendo a defender o que era importante para cada um invadiram a mente de Penny.

— Me sinto fraca e sozinha, me ajude mãe... — A garota sussurrou, encarando o rosto de mármore, em uma prece sincera e comovida.

Logo em seguida Penny sentou-se aos pés da estátua tentando sentir alguma proximidade com a progenitora que nunca conhecera e permaneceu ali, buscando conforto, por algum tempo.

***

Quando Selene começou a retirar-se do céu dando lugar a sua irmã Eos, o silencio foi interrompido por uma voz alterada e nervosa vinda da área dos chalés:

— Você não pode ir agora! Você ouviu os boatos, tem alguns campistas revivendo. Alguma coisa estranha tá acontecendo, é arriscado sair agora!

— Mais um motivo pra eu ir.... — A voz de Emmanuelle soou, fazendo com que a garota de cabelos roxos despertasse de seus pensamentos e se esgueirasse pelas estátuas tentando ver o que estava acontecendo.

— Mas Manú você tem certeza? Já falou com o Quíron? — A voz da monitora do chalé dezoito soou preocupada.

— Acho melhor nã... — A garota de dreads, Emmanuelle, interrompeu a fala ao ouvir um ruído baixo.

Penny xingou-se mentalmente ao ver o Ipod caído aos seus pés e as irmãs olhando em sua direção. Tentando sorrir e sentindo-se sem graça por estar escutando a conversa a garota de cabelos coloridos murmurou:

— Am... Oi meninas.

Emmanuelle bufou, cruzou os braços e tamborilou os dedos visivelmente nervosa. O horário, a mochila nas costa e a espada embainhada, pendendo ao lado do corpo esguio, indicavam que a garota tinha a intenção de deixar o acampamento as escondida.

— Penny, que bom que você tá aqui. Vê se você consegue dar um jeito nessa garota... porque eu não sei mais o que fazer! — A monitora do chalé 18 falou indignada virando-se de volta para a moradia dos filhos de Selene.

Antes que a garota de cabelos roxos pudesse dizer alguma coisa a voz da monitora soou ao longe:

— Se você conseguir convence-la... Pode ser que eu ignore o castigo que você vai ganhar por estar fora do chalé em horário indevido Penny...

A semideusa mais nova encolheu os ombros desanimada e antes que pudesse colocar qualquer argumento ouviu Emmanuelle dizer sem muita paciência:

— Hey novata eu realmente tenho que ir, não posso perder tempo com esses papinhos. O pessoal já tá começando a acordar e daqui a pouco não consigo sair sem chamar atenção.

— Tá, mas pera ai Manú. Que história é essa de gente revivendo? E pra onde você tá indo escondida? Que tá acontecendo aqui? — Penny perguntou curiosa, mas também tentando ganhar tempo para convencer a irmã.

Um olhar meio culpado surgiu no rosto de Emmanuelle ao ver a irmã mais nova tão perdida então acabou respondendo:

— Olha, não quero falar sobre a minha saída... São meio que problemas de família e assim que possível eu volto.

— Mas Manú... — Penny tentou argumentar, mas logo foi interrompida:

— É sério, não quero falar sobre isso. Agora quanto ao acampamento... Alguma coisa estranha tá acontecendo e o meu conselho pra você é: não se meta! Você não tem treinamento suficiente e o melhor que você pode fazer é não se intrometer seja lá o que for.

Penny fez uma careta. A garota não era de se intrometer em nada, mas tinha que admitir que estava curiosa com esses boatos. A palavra "reviver" tinha realmente mexido com ela e algumas idéias relacionadas ao pai e a madrasta foram impossíveis de evitar.

— Mas se o acampamento sofrer um ataque de gente revivida eu não posso simplesmente "não me meter". — A mais nova respondeu, enrolando, na tentativa de receber mais informações.

Emmanuelle pareceu em dúvida e mexendo nervosa nas alças da mochila falou:

— O acampamento é um lugar seguro, o único lugar seguros para semideuses. A probabilidade de acontecer alguma coisa é quase nula, mas não vou mentir,  já aconteceu...

— Como assim? O que aconteceu? Quando? — Penny perguntou verdadeiramente chocada.

— Isso é uma longa historia que, com certeza,  não vou contar agora. — Emmanuelle respondeu impaciente e completou parecendo um pouco preocupada com a irmã. — Olha novata, se por algum motivo acontecer alguma coisa no acampamento... No meu baú tem uma armadura de couro. Foi minha primeira, eu ganhei logo que cheguei aqui e acho que vai te servir bem. Não é uma salvação, mas já ajuda. Você tem a faca que recebeu quando chegou no acampamento?

Penny pensou na faca de bronze esquecida embaixo da cama e acenou com a cabeça afirmativamente. Emmanuelle olhou a irmã mais nova em dúvida, mas acabou falando enquanto abria a mochila:

— Eu fui encarregada de te entregar as armas dos filhos de Selene, mas estava esperando você aparecer na arena. — O comentário tinha uma pontada de cobrança e Penny baixou o olhar envergonhada. — Sinceramente não sei o que tá acontecendo aqui... Mas eu preciso ir... Então tá aqui. — A garota de dreads estendeu uma adaga curva e um estojo preto fechado. — Não quero que você morra por eu não ter te entregado isso.

A garota de cabelos roxos olhou assombrada da irmã para a adaga e então de volta para a irmã. Emmanuelle fez sinal para a mais nova pegar as arma, e não conseguindo evitar um pequeno sorriso, mesmo no momento tenso, Penny falou:

— Alguma chance de eu conseguir te convencer a ficar?

Emmanuelle revirou os olhos e a mais nova pegou as armas antes que a irmã mudasse de ideia e resolvesse guarda-las de volta na mochila.

— Sem chance novata. Vai treinar e não se mete em nenhuma confusão enquanto eu estiver fora! — A mais velha falou ajeitando as próprias armas e olhando em direção à saída do acampamento.

— Sério Manú...Você sabe o que tá acontecendo? — Penny falou numa ultima tentativa.

Os olhos escuros de Emmanuelle perderam o foco por alguns segundos e tentando mandar embora as hipóteses, nada agradáveis, que sua mente criara a garota respondeu:

— Provavelmente não deve ser nada grave... Em todo caso, não se meta! Agora tenho que ir...se cuida novata. — E com essa última recomendação Penny viu a irmã se virar em direção a saída e tomando cuidado para não ser vista caminhar rápida e furtivamente pelo amanhecer.

A ideia de que pessoas estavam revivendo não tinha saído da mente de Penny desde que ouvira a conversa das irmãs. Tinha que descobrir o que estava acontecendo. Não queria se meter em encrencas, mas as possibilidades assombravam a garota, além do mais, ouvir as criticas contra suas habilidades e treinamento, mesmo vindas da irmã e sendo verdadeiras, não tinha sido muito agradável. Ela queria ser melhor, ser uma heroína... apenas tinha medo.

***

Penny voltou ao chalé como se nada tivesse acontecido, o olhar reprovador da monitora passou por ela avaliando-a, e enquanto a garota de cabelos coloridos sentava-se em sua cama ouviu:

— Você fica com a limpeza do chalé na próxima semana Penny.

O desanimo foi visível, mas a garota assentiu voltando sua atenção para as armas recém recebidas. A adaga passava pelas mãos da garota que olhava a arma fixamente, no entanto os pensamentos estavam ocupados tentando bolar um plano que lhe ajudasse a descobrir a verdade sem meter-se em encrencas.

Todos estavam alvoroçados com os boatos, então não demorou para o chalé esvaziar e Penny encontrar-se sozinha no recinto. Assim que o ultimo de seus irmãos passou porta a fora, a garota de cabelos roxos foi direto até o baú de Emmanuelle e encontrando a armadura que a irmã comentara vestiu-a com dificuldade colocando a luva, que fazia conjunto, no bolso do jeans escuro.

Enfiando a cabeça embaixo da cama e segurando um espirro a filha da lua resgatou a faca de bronze esquecida e prendeu-a no cós do jeans. Penny olhou para a própria cama observando as armas que a irmã lhe entregara, a adaga curva em tom esbranquiçado e o pequeno estojo com estrelas ninjas brilhando como novas.

Não queria chamar atenção saindo armada daquela forma, mas com a agitação que deveria estar pairando pelo acampamento era pouco provável que alguém fosse reparar nela. Pegou as armas e saiu do chalé. A garota não tinha conseguido bolar um bom plano, mas ela tinha certeza sobre quem saberia o que estava acontecendo e num ímpeto dirigiu-se à casa grande.

***

Penny estava quase chegando a construção azul quando avistou justamente quem ela procurava. Quíron estava na varanda, seu corpo de garanhão branco ocupava mais da metade do espaço e a sua frente um campista mais velho parecia questiona-lo com veemência.  O rosto do centauro parecia cansado como se tivesse dormido ainda menos que Penny, mas ele parecia carregar um fardo extra de preocupação.

A garota de cabelos roxos deu mais alguns passos vacilantes, a maior parte da coragem que tinha levando a filha de Selene até ali tinha desaparecido ao ver o olhar que Quíron lançava ao campista que continuava a falar. Afinal qual a probabilidade do diretor de atividades revelar qualquer acontecimento a uma novata que, até o momento, pouco tinha feito para merecer qualquer consideração.

Quase podia ouvir a conversa. Então a garota resolveu abordar a situação de uma outra forma e avançando mais alguns passos ficou bem próxima da varanda. Ela se agachou e tentado ficar oculta atrás de uma das pilastras fingindo amarrar os cadarços enquanto apurava os ouvidos na tentativa de ouvir alguma coisa.

— Estão dizendo que campistas estão ressuscitando... — Penny ouviu a voz descrente do rapaz.

Quiron respondeu algo em sua voz grave mas foi impossível entender, então o campista continuou:

— Mas... Mas eu vi ele morto a mais de um ano...

Alguns campistas passaram conversando alto, impedindo a garota de ouvir o resto da conversa. Depois de amarrar e desamarrar os cadarços três vezes Penny fingiu procurar algo no gramado tentado chegar mais perto e então conseguiu ouvir o centauro dizer algo sobre alguém dizendo-se filho de Macária.

O olhar do garoto arregalou-se, e Quíron continuou dando alguns detalhes dos quais Penny conseguiu captar apenas algumas frases soltas como " Temos que estar preparados" , " Macária está envolvida" , " Os deuses estão agitados" e " Existem outros em perigo".

Um novo grupo de campistas passou pela filha de Selene, todos pareciam falar sobre pessoas revivendo e a garota não conseguiu acompanhar o fim da conversa, já que tanto o centauro quanto o semideus saíram da varanda apressados.

Pelo que pudera entender nem mesmo o próprio Quíron sabia exatamente o que estava acontecendo. E afinal de contas quem era essa tal de Macária? Penny não fazia ideia, mas pelo contexto poderia dizer que era ela quem estava trazendo os campistas dos mortos. Seria uma deusa? No entanto, a grande questão para a filha da lua era saber se apenas semideuses estavam revivendo.

Penny resolveu dar uma volta pelo acampamento e ver se descobria mais algumas informações. Não foram necessários muitos passos para a garota perceber que o acampamento estava um caos, e que ninguém parecia saber, realmente, a verdade sobre os fatos ocorridos.

Quando a filha de Selene tinha percorrido quase todo acampamento ouvindo todo o tipo de boatos, dos mais razoáveis aos mais esdrúxulos, um garotinho ruivo usando uma jaqueta camuflada passou avisando que Quíron estava convocando todos os campistas no refeitório.

***

Do lado de fora já podia-se ouvir os burburinhos e as conversas correndo soltas pelas mesas cheias. Quando Penny entrou no refeitório pode ouvir Quíron pedindo silencio e rapidamente sentou-se com os irmãos na mesa de Selene.

O centauro começou a falar, e quase imediatamente o silencio reinou no lugar. Quíron explicou sobre os estranhos casos de ressurreição que tinham acontecido naquele dia, como todos se diziam filhos de Macária, a deusa da boa morte, e que todos os revividos afirmavam que a mãe tinha lhes trazido de volta a vida.

Penny sentiu uma pontada de dor ao perceber que aquela situação nada teria haver com o pai ou a madrasta. Vagando em meio as lembranças tristes a filha da lua perdeu parte do discurso do diretor de atividades, mas voltou sua atenção ao ouvi-lo desabafar que nem mesmo ele entendia completamente o porque daquilo.

Alguns campistas que Penny não conhecia levantaram-se dando opiniões e comentando alguns casos específicos de pessoas conhecidas, mas logo a reunião foi encerrada e os burburinhos voltaram a correr. Um dos irmãos da garota de cabelos coloridos chamou-a mas ela desconversou e deixou-se ficar por ali.

Os pensamentos passavam rápidos pela mente de Penny, ela pensou no pai que não fora capaz de proteger, na estátua  da mãe que parecia desafia-la a ser melhor, nos comentários de Emmanuelle sobre não se meter, em Páris derrotando o grande Aquiles  e nos próprios sentimentos  de aprender a defender-se e ajudar os que estão próximos.

Mesmo com a mente cheia a filha de Selene percebeu Quiron retirando-se e alguns campistas mais velhos, monitores e alguns curandeiros seguindo-o em direção a casa grande. Penny analisou seus pensamentos, avaliou a situação e numa decisão arriscada esgueirou-se entre os semideuses e tentando não chamar atenção chegou até a construção azul com uma varanda na frente.




Tanks Babis @ BG


Spoiler:
ARMAS

Faca [Sua lâmina bronzeada mede cerca de 24 cm, e seu cabo tem o mesmo comprimento padrão. É bastante afiada e é perfeita para ataque ágeis e rápidos. O bom desta arma é sua eficiência tanto para mãos hábeis quanto para manuseios mais inexperientes, pois é uma arma curta, fácil de esconder e ao mesmo tempo fácil de manusear. Seu punho é feito de aço, mas uma camada de couro escuro cobre o aço para que o usuário possa segurá-la firmemente. Na parte inferior da lâmina,  próxima ao cabo, há entalhado as siglas do Acampamento "CHB"; uma propriedade que só os meio-sangues e criaturas místicas podem ter e usar (ajuda um pouco na destreza)] {Bronze, aço e couro} (Nível mínimo: 1) {Nenhum elemento} [ Recebimento: Administração; item inscrição padrão do fórum]

{Moonlight} / Adaga [Trata-se de uma adaga com a lâmina ligeiramente mais larga e curva. O seu formato é levemente arredondado – o que lembra uma lua na sua fase crescente. O cabo tem uma espécie de cobertura (como em sabres) feita de bronze sagrado, o que dá certa defesa as mãos daquele que a está empunhando. Tem uma coloração esbranquiçada e toma um tom azulado quando exposto à luz lunar. No nível 20, se torna um botton escrito "CLUBE DE ASTRONOMIA".] {Bronze Sagrado} (Nível Mínimo: 1) [Recebimento: Presente de Reclamação de Selene]

Falling Stars} / Shurikens [Conjunto com 10 shurikens de bronze sagrado, mas que se repõem sempre, funcionando quase como um "conjunto de shurikens infinitas". São guardadas em um estojo de couro e veludo. O alcance é limitado à força do semideus, mas não ultrapassa 25m. Podem ser atiradas até 2 por turno, e ambas seriam afetadas pelos poderes.] {Bronze sagrado} (Nível mínimo: 1) [Recebimento: Presente de Reclamação de Selene]


{Tir} / Armadura de couro [A mais leve, feita de couro reforçado, não interfere em poderes que dependem de agilidade, equilíbrio ou furtividade, porém tem eficácia reduzida se comparada às outras. Melhor contra ataques de impacto do que de corte. Acompanha luvas de couro do mesmo tipo, mas não elmo.][Couro e tecido][Sem elemento, sem nível mínimo]  [Recebimento: Mercado]

PODERES

Nadinha

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Re: Grupo 9 - Interno

Mensagem por 137-ExStaff em Sab 09 Abr 2016, 18:38


Les Revenants
They came back from the dead


Ao chegar na casa grande com aquela algazarra de semideuses o acompanhando, o centauro se posicionou na varanda do local, como um palanque. Então, após esperar que todos fizessem silêncio, ele pigarreou, tentando encontrar as palavras certas para dizer o que estava se passando por sua cabeça. Assim que as achou e logo antes das conversas paralelas começarem novamente, Quíron se pronunciou finalmente:

— Espero que todos aqui sejam voluntários a ir atrás dos outros filhos de Macária. Pois não podemos deixá-los à mercê dos perigos afora. Principalmente agora, com a situação que nos fora apresentada.

A informação nova abalou a multidão. Alguns saíram de fininho, não querendo participar, mas os que ficaram receberam um olhar agradecido do centauro.

Então, ele começou a dividir os grupos.




Mary parou perto de uma placa de trânsito, já encarando a noite que se pronunciava. Três cidades estavam em uma mesma direção: Pitsburgo, Baltimore e Washington. Algo a dizia que era para a última que deveria ir. Porém, a viagem teria que ser segmentada em partes, afinal o dinheiro que tinha não dava para chegar até Washington em uma viagem só.

Pontos Obrigatórios

— Faça uma introdução que encaixe o descrito acima.

Abaixo, os pontos obrigatórios separados:

Kristy, Penny e Sawyer:

— Após Quíron juntá-los, principalmente pelo fato da curandeira ser muito experiente e os novatos quererem ajudar, ele repassa as informações que tinha sobre um revenante: Pistas que os guiavam a pelo menos três cidades diferentes. Ele explica que talvez vocês teriam que procurar mais informações, mas que, mesmo assim, poderiam ser falsas.

— Ao liberá-los, desejando-os boa sorte, ele se volta para os outros grupos. Vocês pegam suas coisas em seus chalés e vão atrás de achar esse revenante desconhecido. Encontre pelo menos duas dificuldades não relacionadas a luta para conseguir informações.

— Ao ir para uma das cidades após conseguir as informações para dar uma ponta de certeza para que escolhessem, vocês se deparam com a pior das possibilidades: As informações eram falsas. Descreva a reação de seu personagem com relação a isso.

— Finalize o round ao sair da cidade.

Mary:

— Descreva a viagem, parando nos lugares citados, já que essa é a base do seu post.

— Encontre pelo menos uma dificuldade não relacionada a luta para continuar a viagem.

— Em Washington, descreva alguma coisa que te chame a atenção ao entrar em algum estabelecimento.

— Finalize o post ao sair do estabelecimento, estando com a pulga atrás da orelha.

Status do Personagem



Kristy Grandine (Filha de Hermes e Curandeira)
1150/1150 HP
1150/1150 MP

Penny Lane (Filha de Selene)
100/110 HP
100/110 MP

Sawyer Bukowski (Filho de Zeus)
210/260 HP
189/260 MP

Mary Weiss
50/100 HP (Descontos pela não postagem do primeiro round)
50/100 MP (Descontos pela não postagem do primeiro round)

Regras e Observações

— Você tem 7 dias para postar. Ao fazê-lo, me mande uma MP, para que o próximo round seja agilizado;
— Itens e poderes em spoiler ou code no final no post. No caso dos poderes, preferencialmente organizados por nível e tipo;
— Evite observações como "considerar todos os poderes até o nível X". Quando usar uma habilidade, cite-a e diga se é passiva, ativa ou especial (caso não o faça, o uso da habilidade será ignorado);
— Templates (com barrinha, fonte muito pequena ou que seja muito estreito) ou cores que dificultem a leitura são proibidos;
— Dúvidas, problemas? Me mande uma MP.




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Re: Grupo 9 - Interno

Mensagem por Étoiles de Médici em Sab 16 Abr 2016, 11:25



algo de errado não está certo

vamos manter a calma pq as coisas ainda vão ficar pior
Quando se conhece alguém de verdade, palavras são desnecessárias para que se entenda o que está passando na mente dessa pessoa. Os olhos verdes de Kael estavam duros e fixos em Quíron, o rapaz absorvendo cada palavra do centauro de uma forma que Kristy pensava ser impossível. Ela sabia que as engrenagens em sua cabeça bolavam algo perigoso, e isso a preocupava.

Kael, se você... — a criança começou a falar, olhando-o com uma expressão cautelosa, mas foi interrompida pelo jovem que lhe lançou um grande e caloroso sorriso e a envolveu num abraço esmagador, pressionando a cabeça da menina contra sua barriga — já que a diferença de tamanhos entre eles era gigante.

Nem começa com esses seus discursos, maninha, eu não vou fazer nenhuma loucura. — sua voz estava despreocupada, tranquila. Ele fingia tão bem! Mas não bem o bastante para enganar sua meia-irmã. — Tome cuidado, ok? Eu posso cuidar de mim mesmo enquanto estiver resgatando semideuses por aí.

Como era de se esperar, ele também sabia o que a semideusa planejava fazer sem que essa precisasse lhe dizer. Era óbvio que Kristy se voluntariaria para ajudar os filhos de Macária, estava impregnado em sua alma o instinto de ajudar as pessoas.

Eles se afastaram, ela ainda o olhando desconfiada, ele fingindo estar ótimo. Uma sensação ruim apoderou-se da curandeira, fazendo-a sentia que não podia deixá-lo ali.

Pelo menos venha comigo, podemos procurar saber mais sobre essas ressurreições enquanto procuramos os semideuses. — ela sugeriu, um leve tom apelativo em sua voz.

Ele riu e balançou a cabeça negativamente, enfiando as mãos nos bolsos de suas bermudas. Não era do feitio de Mikael sair em missões para o acampamento.

Vou ‘tá te esperando voltar para apostarmos mais um pacote de jujubas na parede de escalada, beleza? — ele despediu-se dela, virando-se em seguida sem esperar por uma resposta e caminhando para longe, junto com os outros campistas que também não estavam dispostos a ajudar.

Ela soltou um longo suspiro, o peito ainda apertado de preocupação, mas deixou para lá e foi atrás de Quíron para oferecer sua ajuda e encontrar um grupo. Outra coisa que ela sabia sobre seu meio-irmão que é não adiantava tentar fazê-lo mudar de ideia.

— ☤ —

No final, Kristy ficou em um grupo com outros dois semideuses voluntários: Penny, uma filha de Selene, e um filho de Zeus chamado Sawyer. Quíron passou para os três certas pistas que tinha — algumas cidades em que poderiam haver um possível revenante — mas deixando claro que não sabia se eram verdadeiras. Os jovens teriam que conseguir a maioria das informações por conta própria.

Grandine sorriu amigavelmente para seu novo grupo após o centauro ancião acabar de passar as instruções, e juntos eles se viraram para irem embora. Mal haviam dado poucos passos e um rapaz atirou-se na frente do pequeno time, parando-os.

Oi! Eu vi que vão procurar pelos tais revenantes, mas que ninguém tem muitas informações sobre eles. Pois bem, eu tenho! Posso ajudá-los, mas vocês têm que me ajudar primeiro. Eu sou o John, o que me dizem de fazermos uma acordo?

A filha de Hermes não conseguia detectar nenhum sinal de calúnia nas falas do rapaz, o que a fez sorrir. Pensara que teriam que ir atrás de pistas, e não que as pistas iriam vir atrás deles. Bom demais para ser verdade.

— ☤ —


Os três semideuses chagaram rapidamente em um acordo com John. O rapaz havia perdido uma pequena bolsinha de conteúdo ilícito durante um passeio que fez na noite anterior pelo acampamento após o toque de recolher, e acabou sendo pego pelas harpias, que levaram seus pertences para a cozinha.

Tudo o que Kristy, Sawyer e Penny tinham que fazer eram recuperar a tal bolsa e o outro semideus lhes diria quem conhecia que conhecia um revenante em uma certa cidade que precisava de ajuda. Algo fácil de se fazer para um grupo que possuí uma filha do deus dos ladrões.

Montaram um rápido plano enquanto caminhavam na direção da cozinha, que era provável estar lotada de harpias — já que uma refeição havia acabado há pouco tempo. Kristy cuidaria de localizar e roubar a bolsa enquanto os outros dois distrairiam o maior número de harpias possível com alguma história absurda.

A curandeira não prestou muita atenção no que seus companheiros faziam quando chegaram ao lugar certo, que estava cheio de ruídos de pratos sendo ensaboados, enxaguados e colocados sem muito cuidado sobre as bancadas para serem secos.

Enquanto Penny gritava um “precisamos de ajuda!”, a criança buscava com os olhos alguma bolsa no cômodo.  Várias harpias olharam para os recém-chegados, mas não todas. Algumas gritaram de volta. Penny gritou um pedido de ajuda mais alto, Sawyer acompanhando-a. Kristy achou em uma mesa no centro da cozinha uma pequena bolsa marrom quadrada, de uns dez centímetros por dez, entre algumas cestas de frutas.

Três mulheres-galinha pararam o que faziam e vieram falar com os semideuses, a filha de Hermes retirou seu chaveiro do bolso e começou a rodá-lo entre os dedos, dando alguns passos para frente e ficando de lado e um pouco atrás das harpias e dos semideuses que começavam a conversar.

Ela deu uma rápida olhada para o lugar onde estava a bolsa, deu uma girada mais rápida com o chaveiro na mão e ele saiu voando, caindo no chão e rolando para debaixo da mesa. Uma das harpias na pia a olhou com cara fechada.

Opa. — a loirinha falou, seu sussurro mal sendo ouvido entre os ruídos do local e das harpias que começavam a gritar com seus companheiros algo sobre o banheiro explodir com bosta ser um problema.

A harpia que havia lhe olhado voltou sua atenção para o serviço em sua frente, Kris andou despreocupadamente até a mesa, apoiou uma de suas mãos no tampo de madeira e começou a se abaixar. Seus dedos relaram de leve o couro da alça da bolsa, puxando-a para baixo rápido e discretamente, fazendo-a cair da mesa na direção do chão.

Sua outra mão pegou o objeto antes que ele pudesse atingir o chão, e o enfiou no bolso de sua calça tão rápido que ninguém ao redor percebeu o que aquela criança fazia no chão tão próxima da mesa. O bolso da menina expandiu-se para que a bolsinha ali coubesse, voltando ao normal após armazená-la no bolso dimensional com o resto dos itens que estavam ali.

Um de seus joelhos tocaram o chão, sua mão saiu do bolso e recuperou o chaveiro. Um leve frio subindo por sua espinha a alertou da aproximação de alguém por trás, mas ela não reagiu aquela aproximação rapidamente como seus instintos diziam para fazer. Pelo contrário, despreocupadamente começou a se levantar, usando a mão que ainda estava na mesa para se apoiar. Só quando ficou em pé novamente que se virou, ainda sem pressa nenhuma, e deu um sorriso de desculpas para uma harpia que a encarava com raiva.

Meu chaveiro caiu... — a menina começou a dizer, indicando o chaveiro em forma de caduceu, mas foi interrompida pela mostrenga que berrou:

PRA FORA! Vão perturbar as parcas!

Kris não discutiu e nem se demorou, praticamente saiu correndo da cozinha. Penny e Sawyer já haviam sido expulsos, mas esperavam pela criança do lado de fora, há uma distância segura.

Grandine lhes lançou um imenso sorriso e tirou do bolso o item que havia roubado.

— ☤ —

Reencontraram John na área das estátuas, perto dos chalés. O rapaz prometeu mandar seu contato com o revenante para falarem com eles dentro de meia hora na Colina Meio-Sangue, e foi embora todo feliz da vida com sua bolsa recém recuperada.

O grupo se separou então, cada um indo para seu chalé organizar suas coisas para a viagem que fariam. Kris seguiu para o chalé 11, que estava movimentadíssimo e super barulhento. Os semideuses pareciam agora estarem fazendo um bolão sobre a atual situação dos filhos de Macária.

A curandeira não conseguiu evitar de rir da situação — aqueles seres marotos não sabiam lidar com situações inéditas sem envolverem apostas.

Para a infelicidade da criança, Kael não estava ali. Pelo menos isso a atrasou menos, já que quando abriu seu baú ele estava um caos. Demorou muito mais que trinta minutos para achar tudo o que queria nele e organizar em sua mochila jeans, e ainda teve que recusar umas vinte mil ofertas de apostas de seus meios-irmãos, de forma que quando acabou saiu literalmente correndo para a colina.

— ☤ —

Penny e Sawyer não a mataram pelo atraso, mas ela mesma quis se matar quando soube que o cara da informação já havia passado por ali. Seus companheiros tinham agora um pequeno papel com o endereço de um bar em Nova Iorque — que era até uma das cidades ditas por Quíron — e o nome de um semideus, Aiden, que era o possível filho de Macária que era amigo do cara da informação, que disse se chamar Gregory, e morava e trabalhava no tal bar.

O grupo pegou uma carona com Argus, o chefe de segurança de muitos olhos, na van. Ele estava indo até Nova Iorque entregar uma encomenda de morangos e não viu problemas em deixar os semideuses no tal endereço.

Durante o percurso, Kris acabou tirando um rápido cochilo, só sendo acordada quando chegaram. E olha, aquele não era um lugar em que uma criança devia ir. Ficava nos subúrbios da cidade, e tudo no prédio de dois andares com a pintura descascando gritava fuja enquanto pode. E era exatamente o que o grupo planejava fazer assim que colocassem os olhos em Aiden.

Sem demoras entraram no “Bar das Parcas”, já que ficar na rua parecia ser mais perigoso ainda. O lugar era mal iluminado, fedia a álcool, cigarro e mofo. Um heavy metal tocava de fundo, em um volume não alto demais, de forma que as vozes acaloradas pelas bebidas e o barulho dos tacos batendo nas bolas de sinuca também pudessem ser ouvidos. E isso porque ainda estavam no final da tarde.

Os três receberam olhares cortantes enquanto abriam caminho até o balcão, onde Sawyer falou com o atendente.

Viemos ver Aiden. Ele está? Gregory nos mandou.

O cara careca parou de palitar os dentes e pareceu olhar direito para os três pela primeira vez, seus olhos cansados devorando cada centímetro de pele da cabeça aos pés.

Gregory, hein? — ele repetiu e cuspiu o palito para longe, lançando para eles um sorriso depois. Algo naquele gesto fez Kristy arrepiar-se. — Cuide do bar, Trevan, vou levar esses jovens para verem Aiden.

Trevan, o companheiro, riu enquanto servia mais bebida para uma mulher e assentiu. O careca saiu de trás do balcão e fez um sinal para que os acompanhasse. Juntos cruzaram o bar até uma porta nos fundos que dava em uma escada para o segundo andar. Os três semideuses começaram a subir, o bartender fechando a porta atrás de si e indo logo atrás.

Kris pôs as mãos dentro dos bolsos de sua calça, seus dedos relando de leve o seu chaveiro. Chegaram por fim até uma pequena sala com várias outras portas fechadas. No centro do cômodo um homem estava sentado atrás de uma pesada mesa de madeira, na sua frente, quatro cadeiras de metal.

O cara do balcão os cutucou, fazendo um sinal para que se sentassem. A filha de Hermes não entendia, aquele era Aiden?

Acabaram se sentando nas cadeiras, que rangeram sob seus pesos.

Gregory os mandou procurando por Aiden. — o bartender falou para o homem barrigudo na poltrona, e os dois trocaram um sorriso cúmplice. O jeito como o careca tinha falado o segundo nome fez Kris começar a suar frio.

Pensei que Gregory não daria mais sinal de vida, e nós teríamos que ir atrás dele. Felizmente, vocês estão aqui por Aiden, a pedido de Gregory. — o ruivo gordo falou, sua voz pesada fazendo o cara atrás dos semideuses rir.

A curandeira deu uma rápida olhadela para trás, e percebeu que ele bloqueava a porta. Seus dedos apertaram com força o chaveiro de caduceu dentro do bolso.

Vamos ser diretos então: Aiden é uma senha, não uma pessoa. Não sei o que o puto do Gregory disse para vocês, crianças, mas nada é verdade. — ele riu e se inclinou para trás, o poltrona de couro desgastado rangendo com seu peso e ameaçando virar — algo que o homem pareceu não perceber. — Ao mandar vocês aqui, a dívida daquele canalha agora é de responsabilidade suas. Para pagarem só basta trabalharem para gente. Imagino serem do acampamento meio-sangue, não? — disse olhando bem para a camisa laranja de Kris. — Estamos precisamos de distribuidores por lá. E é claro que não podem recusar, temos métodos muito eficazes de forçar vocês-

E se pudermos pagar a tal dívida? — a filha de Hermes logo disse, interrompendo-o antes que qualquer um de seus companheiros pudesse abrir a boca. Ela percebia a delicadeza da situação, e de como o diálogo era importante. Deixar a raiva que sentia lhe dominar não adiantava nada, e não podia deixar que os outros semideuses fizessem algo parecido. Poderiam matar Gregory depois, mas naquele momento tinham que sair daquela cilada.

Os dois homens soltaram uma longa e gostosa gargalhada, como se a criança tivesse contado uma piada.

E como uma pirralha como você teria mais de nove mil dólares no bolso? — o bartender praticamente gritou a pergunta, um tom de deboche claro em sua voz.

Todos no cômodo olhavam para ela. Kristy sorriu e tirou a mão do bolso, segurando não sua adaga, mas um cartão dourado com seu nome gravado. Mesmo na fraca luz do ambiente, o cartão de crédito reluziu.

Eu vi uma máquina de cartão no balcão lá em baixo. — falou tranquilamente olhando para o ruivo. — E aqui eu tenho um cartão. É de débito, não se preocupem. Pagamento automático.

Um delicado sorriso surgiu no rosto da menina diante da cara de descrença do gorducho. Ela esperava usar tal recurso só em emergências, e não em uma situação daquelas. Mas parecia ser o único jeito de saíram logo dali e poderem prosseguir com a missão. Ah!, a missão... O que fariam agora sem pista nenhuma?

A curandeira fez um imenso esforço para manter a expressão despreocupada enquanto o bartender ia buscar a maquininha, não podia deixar o desânimo tomar conta dela. Mas o que diabo fariam agora? Tal espírito parecia também tomar conta de seus companheiros, e isso não era bom.

O dono do bar pareceu não acreditar quando a criança loira passou um cartão de débito dourado e depositou diretamente em sua conta dez mil dólares, mas os deixou sair depois de conferir na internet seu saldo bancário.

Quem não conseguia acreditar no que estava acontecendo mesmo era a curandeira. Haviam sido enganados! Como aquilo aconteceu? Semideuses precisando de ajuda e ainda assim existem pessoas querendo se aproveitarem da situação! Era em momentos como aquele que a menina se sentia desiludida com o mundo.

Novamente na rua, os três semideuses decidiram que era melhor irem atrás da próxima cidade sugerida por Quíron. O cartão mágico de Kristy não seria mais útil, de forma que usaram uns trocados de dinheiro mortal que possuíam para pegarem um táxi para longe dali até uma rodoviária, onde pegaram um ônibus velho para Trenton, capital de Nova Jersey.

Armas e equipamentos :
► {Maximum} / All-Stars [All-Stars brancos com detalhes pretos. Ao comando de seu dono, estes materializam asas brancas nos calcanhares. As asas possibilitam o semideus sobrevoar até uma altura de vinte metros, após tal altura as asas perdem força e podem parar de funcionar no meio do ar. Caso o semideus esteja segurando uma outra pessoa ou objeto acima de 50 quilos enquanto voa, conseguirá atingir apenas metade da força e velocidade normal. As asas não conseguem voar por tempo ilimitado, ficando ativas por 10 turnos, mais um adicional a cada nível do semideus - 11 turnos no nível 1, 12 no nível 2 e assim sucessivamente. Em situações em que não se tem medidas de turnos (em uma OP onde esteja descrevendo fora do contexto de combate - lembrando que turno é equivalente a ação, então mesmo nesses casos seria possível calcular desde que em uma luta) o semideus consegue utilizar o item por tempo, durante 1 minuto por nível, seguindo o mesmo sistema. O tênis fornece a perícia necessária para sua utilização ao portador.] {Couro e Borracha} (Nível Mínimo: 1) {Não Controla Nenhum Elemento} [Recebimento: Presente de Reclamação de Hermes] ~desativados, nos pés

► {Comunication} / Celular [Um celular básico e comum de cor preta e com detalhes espelhados. Diferente dos celulares feitos pelos humanos, esse celular funciona para se enviar uma mensagem para outro filho de Hermes, de modo que os meio-irmãos possam se comunicar sem necessitar do uso de mensagens de íris. Claro, além disso, possui outras funções, como acesso a internet e joguinhos. Por funcionar em uma frequência divina, os monstros não são atraídos pelo uso desse celular. Outro grande diferencial é que, ao digitar uma senha, o celular invoca duas serpentes pequenas (uns 50 cm cada), feitas de dados digitais (ou seja, não são físicas, mas só funcionam em locais em que "haja sinal"), uma fêmea e outra macho, que podem ajudá-lo fornecendo informações; não são úteis em batalha e, se "destruídas", somente retornam para o celular, permanecendo lá até o final da missão, mas possuem um extenso conhecimento de mitologia e da história humana, podendo responder quase qualquer coisa que seja de conhecimento geral, ainda que nem sempre com precisão, uma vez que a internet está cheia de informações falsas. Quem decide o sucesso, no entanto, é o narrador. As propriedades funcionam exclusivamente na mão do filho de Hermes portador desse celular. A fêmea é Dory, e o macho é Bublie.] {Metal e circuitos eletrônicos} (Nível Mínimo: 1) {Não Controla Nenhum Elemento} [Recebimento: Presente de Reclamação de Hermes] ~no bolso da calça, que tá encantado com o poder passivo "Bolso dimensional"

► {Quick Cut} / Adaga [Uma adaga com lâmina de 20cm feita de bronze sagrado, mas com o metal com uma estranha coloração esverdeada e empunhadura no formato de uma serpente enrodilhada, com a boca do animal aberta dando espaço à lâmina. Vem junto de um pequeno suporte (bainha) adaptável à cintura, pernas ou tornozelos. No nível 20, torna-se um chaveiro em forma do caduceu de seu pai, porém obviamente reduzido.] {bronze sagrado} (Nível Mínimo: 1) {Não Controla Nenhum Elemento} [Recebimento: Presente de Reclamação de Hermes] ~adaga na bainha, que 'tá presa na coxa direita"

► {Adroit} / Adaga [Resistente adaga feita de bronze sagrado, sua lâmina mede cerca de 20 cm. Afiadíssima, perfeita para ataques ágeis e rápidos. Seu punho é feito de aço coberto com uma camada de couro, ajudando o manuseio da arma. Quando a dona não desejar, ela se transforma em um anel discreto de bronze. É semi-indestrutível.] {Bronze sagrado, couro, aço. Arma cromada} (Nível Mínimo: 1) {Não controla nenhum elemento} [Recebimento: ¥ Dragon Dovahkiin ¥] ~anel no dedo anelar esquerdo

► Bolsa de Componentes Mágicos / Bolsa (Nela são guardados desde objetos para preparo de poções até bisturis e utensílios médicos [ela possui espaço infinito para tais coisas e somente para tais coisas; também aparece e desaparece, dependendo exclusivamente da necessidade do semideus]) {Couro} (Nívem mínimo: 1) (Controle sobre nenhum elemento) [Presente de Curandeiro] ~pode aparecer conforme a necessidade

► Colar do Serpentário / Colar (o formato e o estilo da confecção lembram uma serpente dourada; nunca pode ser perdido, vendido ou retirado a força, pois identifica os curandeiros e, portanto, não é considerado um item nas contagens para missões, eventos e tramas, embora ainda seja preciso citá-lo) (seu efeito principal é o de, quando retirado do pescoço, se transformar em um dos itens a seguir: uma réplica quase totalmente semelhante do Bordão de Asclépio (ou seja, uma espécime de bastão rústico e fino envolvido por uma serpente de escamas feitas de prata envenenada que podem ser tão afiadas quanto uma espada, possuindo o mesmo potencial de corte de uma arma laminada; ele se adapta completamente ao tamanho e porte físico do usuário). {Prata, madeira e veneno} (Nível mínimo: 1) (Controle sobre nenhum elemento) [Presente de Curandeiro] ~colar no pescoço

Δ {Bravery} / Bandana [Item primordialmente pertencente a Lewis, um semideus filho de Ares que sacrificou-se para salvar a vida de Kristy e Robert ao explodir uma bomba de fogo grego, matando também dois basiliscos. Antes que ela fosse embora, ganhara de Robert - o dono da fazenda - a peça de vestuário, que ele dizia ser uma das preferidas da prole de Ares. Não tem um visual definido, variando cor e estampa de acordo com o gosto do usuário; e encantada, ela aumenta em 40% a bravura do semideus que a usar, dando um incentivo a mais para a conclusão de tarefas pelo portador, assim como diminuindo, nos mesmos 40% efeitos de poderes que causem medo ou pânico, caso venham de semideuses até cinco níveis acima. Seu efeito é ativo e dura três rodadas, sendo usado apenas uma vez por ocasião.] (Nível mínimo: 60) {Algodão, encantamento} [Recebimento: recompensa pelo cumprimento da missão "A Fazenda", avaliada por Harmonia e atualizada por Asclépio.] ~bandana na cor cinza com desenhos florais pretos e 'tá na cabeça

Elixir da Energia (titânico): Recupera 100EP. ~no bolso da calça, que tá encantado com o poder passivo "Bolso dimensional"

► God card [Cartão de crédito coberto por ouro. Em sua frente está desenhado uma coroa de louro prateada, e abaixo o nome completo de seu portador juntamente com os dígitos do númeral PI. Uma vez por missão, o cartão pode ser utilizado em lojas de mortais para comprar suprimentos, passagens e o que mais o semideus precisar, desde que o objeto ou serviço comprado não tenha nenhuma vertente mágica. Todos os itens e armas compradas serão perdidas no final da missão, de modo que armas e suprimentos comprados com esse cartão possam ser utilizados apenas em meio a missão que tiver sido comprado {material: Ouro e plástico} [By Ares pelo evento Caça ao tesouro]

► {Apito Abençoado} / Apito [Uma única vez por evento/missão, podes soprar o apito inquebrável de cristal. O som emitido é capaz de convocar um pégaso selvagem - Nevasca - que auxiliará a campista por, no máximo, um turno.] {Cristal} (Nível Mínimo: 10) {Não Controla Nenhum Elemento} [Recebimento: Missão "A Caça pela Adaga", por Héstia e att por Deimos]~no bolso da calça, que tá encantado com o poder passivo "Bolso dimensional"
poderes usados:

Passivos

[Hermes] Nivel 1 - Agilidade
Você como filho de Hermes terá uma agilidade maior que outros campistas inclusive voando com seus tênis alados.

[Hermes] Nível 5 - Sentir Aproximação {NEW}{Idealizado por Sadie Bronwen}
Assim como as serpentes pressentem a aproximação de suas presas, os filhos de Hermes também adquirem o sentido que sempre lhes deixa a par da aproximação de outras criaturas na área em que se encontra. A extensão da mesma é definida pelo seu nível, sendo que a cada nível a partir do 5, 1 metro de extensão é adicionado.

[Hermes] Nivel 8 - Furto
Por ser filho do deus dos ladrões, você pode pegar itens ou outras coisas de monstros, pessoas e etc com mais facilidade.

[Hermes] Nivel 10 - Passos de Anjo
Seus passos são delicados, ou seja, o contato com o chão é mínimo, mesmo correndo. Permite que você se mova em total silêncio e que não quebre gelo se você andar por cima dele, mas você ainda escorrega no mesmo.

[Hermes] Nivel 15 - Cansaço reduzido
Por ser filho do mensageiro dos deuses, você nao se cansa facilmente em missões ou longos percursos.

[Hermes] Estratégia - Nível 20 {NEW}{Idealizado por Sophie Deneuve}
A grande habilidade em cometer furtos, possibilitou que os filhos de Hermes criassem a capacidade de bolar estratégias simples e diretas, de uma maneira inteligente e com uma grande facilidade. Obviamente, não é nada comparado aos filhos de Athena. Porém, se tal estratégia for muito bem traçada e executada, a probabilidade dela funcionar é muito grande.

[Asclépio] Confiança (Nível 20)
Desde a maneira correta, ereta e firme de se portar até as palavras acolhedoras, apaziguadoras e relaxantes. Um médico desempenha essas funções, sim, quando precisam dar uma má notícia, dar uma boa notícia, inspirar confiança; e é exatamente sobre isto que esse poder disserta: inspirar segurança, confiança nos outros. Portanto, suas palavras e atitudes costumam ser vistas com bons olhos e não são julgados de imediato: é claro, sem contar o fato de animarem e motivarem o grupo. Na prática, os ataques e as estratégias do grupo possuem mais chance de darem certo (10%, avaliado pelo narrador), desde que estejam unidos com o Curandeiro.

[Hermes] Nível 25 - Diplomacia
Você consegue fazer negócios e pactos e convencer que você é aliado como ninguém.

[Hermes] Nivel 30 - Lábia
Por ser filho do deus do discurso eloquente e persuasivo, você pode convencer pessoas mais facilmente com sua lábia.

[Asclépio] Passos Leves (Nível 30)
Hospitais e enfermarias são locais de silêncio e repouso, assim, os curandeiros aprenderam a se movimentar de forma a fazer o mínimo possível de ruídos, tornando-se naturalmente furtivos, sempre facilitando a aproximação despercebida, ainda que possam ser detectados por aqueles coms entidos mais sensíveis ou através de outros métodos. {Idealizado por Sadie Bronwen}

[Hermes] Nível 35 - Bolso Dimensional {NEW}{Idealizado por Sadie Bronwen}
Não importa o tamanho do item, o bolso de filho de Hermes sempre criará um espaço dimensional suficientemente grande para contê-lo.

[Hermes] Nivel 40 - Super Velocidade
Você é realmente rápido, visto de quem você é filho. A sua velocidade máxima se equipara à velocidade de um carro comum.

[Asclépio] Abrir Arquivo (Nível 55)
Curandeiros só podem tratar alguém adequadamente quando informações não são sonegadas. A partir deste nível, eles adquirem um senso que os alerta quando um alvo está mentindo ou omitindo dados relevantes - não sabem a verdade nem podem forçar o alvo a dizê-la, mas percebem que algo está errado. Poderes e habilidades específicas do alvo podem bloquear esta percepção. [Novo]

Ativos

Nenhum.
roubei sz
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Re: Grupo 9 - Interno

Mensagem por Rumi Hayes em Sab 16 Abr 2016, 18:02


no way!
are you kidding me?!
Sawyer observou os semideuses que haviam seguido Quíron até a Casa Grande. Ele não conhecia todo mundo, mas tinha certeza que algumas pessoas presentes não eram monitores, mas apenas curiosos que ansiavam mais conhecimento sobre aquela estranha e inesperada situação.

Pelo que Quíron havia dito, os semideuses que estavam voltando à vida eram filhos da deusa Macária, então Sawyer sentiu uma grande frustração ao constatar que sua amiga não retornaria com os outros.

As conversas pararam momentaneamente e Quíron pronunciou-se:

— Espero que todos aqui sejam voluntários a ir atrás dos outros filhos de Macária. Pois não podemos deixá-los à mercê dos perigos afora. Principalmente agora, com a situação que nos fora apresentada — falou o centauro, gerando outra onda de burburinhos entre os semideuses.

Sawyer viu que alguns semideuses saíram assim que entenderam o pedido de Quíron, mas ele permaneceu em seu lugar, aguardando novas instruções.

O centauro lançou um olhar de gratidão aos semideuses que estavam aceitando a missão e depois começou a dividir os grupos.

ϟ

Sawyer ficou em um grupo composto por mais duas pessoas: Kristy, uma semideusa filha de Hermes, aparentemente veterana, apesar da pouca idade; e Penny, uma semideusa filha de Selene que, assim como Sawyer, estava no acampamento há pouco tempo.

Quíron informou ao grupo que tinha algumas pistas — sobre as quais ele não podia declarar veracidade — que poderiam levar a uma cidade onde provavelmente haveria um filho de Macária. Então, basicamente, o centauro deu algumas pistas que poderia ou não ser verdadeiras, assim, o grupo precisaria buscar mais informações.

Sawyer cumprimentou as integrantes de seu grupo e, quando estavam quase partindo em direção aos seus respectivos chalés, foram abordados por um rapaz que eles não conheciam.

— Oi! Eu vi que vão procurar pelos tais revenantes, mas que ninguém tem muitas informações sobre eles. Pois bem, eu tenho! Posso ajudá-los, mas vocês têm que me ajudar primeiro. Eu sou o John, o que me dizem de fazermos um acordo? — despejou o rapaz, mal respirando.

O filho de Zeus cravou os olhos em John, avaliando-o na tentativa de descobrir alguma linguagem corporal que indicasse mentira ou blefe.  Após alguns segundos, deu de ombros e decidiu ouvir a proposta do rapaz.

John perdera uma bolsinha de conteúdo ilícito enquanto fazia um passeio noturno pelo acampamento após o toque de recolher, então deu o azar de ser pego pelas harpias — que levaram os pertences do semideus para a cozinha. Assim, o acordo consistia no seguinte: se o grupo recuperasse a bolsa, John diria ao seu contato que falasse para o grupo quem era o renevante que ele conhecia e onde ele poderia ser encontrado.

Sawyer, Kristy e Penny chegaram ao acordo de que a pessoa mais indicada para recuperar a bolsa seria a filha de Hermes, então os outros dois membros do grupo causariam alguma distração nas harpias para que Kristy não fosse apanhada no furto.

A cozinha estava cheia de harpias, então, por um momento, Sawyer pensou em lançar uma corrente elétrica na água para assustar as mulheres aladas. No entanto, antes que pudesse planejar como efetuaria tal ação, Penny correu na frente.

— Precisamos de ajuda! — gritou a filha Selene, assumindo um tom de urgência e real necessidade.

Como algumas harpias se atentaram à Penny, Sawyer entrou no plano da garota e também começou a gritar por socorro.

— PRECISAMOS DE AJUDA! — gritaram Sawyer e Penny, mais altos que na primeira vez.

Três harpias interromperam suas atividades e foram falar com os dois semideuses que aparentavam desespero. Sawyer começou a falar sem parar, na tentativa de causar certa confusão nas harpias, uma vez que tinha o leve conhecimento de que a maioria delas possuíam um baixo nível de inteligência.

— Estávamos andado tranquilamente aí pelo acampamento quando de repente várias pessoas mortas começaram a surgir e aí ficamos sem reação porque não sabemos se são zumbis ou espíritos ou fantasmas e sinceramente e estamos desesperados porque nem o velho centauro sabe bem o que está aconteceu então achamos que vocês poderiam nos dar alguma informação já que sempre estão por dentro das novidades do acampamento e coisa e tal — Sawyer estava falando sem pausas, mal respirando, então olhou para Penny em busca de ajuda.

A filha de Selene desatou a falar mais algumas coisas sem sentido até que as harpias cansaram de toda a falação e expulsaram os dois semideuses para fora da cozinha.

Sawyer ouviu uma harpia gritando algumas palavras e logo em seguida Kristy apareceu, portando um imenso sorriso e a bolsinha que furtara.

ϟ

John estava esperando o grupo na área das estátuas e prometeu que mandaria seu contato — que sabia sobre o renevante — passar as informações na Colina Meio-Sangue, em um prazo de meia hora. O rapaz pegou a bolsinha e foi embora, contente por ter recuperado seu bem.

Os semideuses separaram-se, cada um indo para o seu chalé organizar o que levariam para a missão. Sawyer já estava equipado, mas decidiu pegar mais alguns itens que poderiam ser úteis.

Ao chegar no chalé de Zeus, Sawyer viu que seus meios-irmãos estavam sérios e apreensivos, mas, como não tinha intimidade com eles, não proferiu palavras. Dirigiu-se, então, ao seu espaço no armário e pegou uma mochila de camping. Guardou o arco e a aljava na mochila, uma vez que não queria chamar atenção fora do acampamento, e também colocou cueca, calça jeans, camiseta e meias; para completar, uma garrafa térmica já com água e barrinhas de cereal, também pegou os 75 dólares que tinha guardado dentro de uma carteira.

Assumindo que pegou tudo o que queria, Sawyer deixou o chalé e foi em direção à Colina Meio-Sangue.

ϟ

A filha de Selene já estava no local de encontro, mas não havia sinal de Kristy. Sawyer colocou a mochila no chão, enquanto aguardava, e avistou uma figura indo ao encontro deles.

— E aí, manos, eu sou o Gregory, o contato do John — disse o rapaz com uma voz arrastada. Sawyer encarou-o, mas ele desviou o olhar. — É o seguinte... Aqui nesse papel tem as informações que vocês precisam.

Sawyer recebeu o papel e viu que tinha um endereço com um bar em New York.

— Procurem por Aiden, ele é meu amigo — disse Gregory. — E falem que eu mandei vocês.

— Eu espero que não seja uma pegadinha, Gregory, ou vou te esquartejar quando eu retornar — falou Sawyer com sua voz calma, em um tom descontraído — como se estivesse informando algo totalmente normal e natural.

Gregory mostrou um sorriso amarelo e então voltou por onde havia chegado.

ϟ

Kristy apareceu alguns minutos depois e Sawyer informou o que havia acontecido em sua ausência. Assim, portando as pistas e as informações, o grupo pegou carona na van do Acampamento com Argus — o segurança do Acampamento — que precisava entregar uma encomenda em New York.

O filho de Zeus não estava afim de ficar encarando as centenas de olhos espalhados pelo corpo de Argus, então decidiu tirar um cochilo.

ϟ

A van parou, despertando Sawyer de seu breve cochilo.

O semideus desceu da van, acompanhado de Penny e Kristy, e observou o ambiente em sua volta. Ele já havia estado em locais piores, mas, ainda assim, a imundície do prédio e da rua conferiam ao local um aspecto impróprio para pessoas de boa índole.

O grupo adentrou o “Bar das Parcas” e Sawyer constatou que o local conseguia ser pior por dentro do que por fora. Cigarros, mofos, bebida alcóolica, restos de comida... as misturas de odores eram nauseantes. O filho de Zeus franziu o cenho, detestando estar presente no recinto.

Enquanto andavam até o balcão, os homens embriagados e de péssima aparência lançavam olhares hostis aos recém-chegados. Sawyer não dispensaria uma bola luta se fosse o caso, mas acreditava que ainda não era o momento de entrar em uma confusão, então, assumindo uma posição de macho alfa, dirigiu-se ao atendente do balcão:

— Viemos ver Aiden. Ele está? Gregory nos mandou — a voz do filho de Zeus saiu firme e com autoridade.

O homem voltou a atenção para os semideuses, como se até então não tivesse notado a presença dos três.

— Gregory, hein? — falou ele, cuspindo o palito, que até alguns segundos estava sendo utilizado para limpar os dentes, para longe, sorrindo logo em seguida. Sawyer reprimiu o impulso de acertá-lo com um soco. — Cuide do bar, Trevan, vou levar esses jovens para verem Aiden.

Trevan riu enquanto servia mais bebida para uma mulher e Sawyer percebeu uma mensagem naquele ato. Tem algo errado, mas não pode expressar seus pensamentos para suas companheiras porque elas já estavam seguindo o careca para a porta dos fundos onde havia uma escada que dava acesso ao segundo andar. Os semideuses subiram os degraus e o bartender foi logo atrás, fechando a porta atrás de si. Outro detalhe que não passou batido pelo filho de Zeus.

Chegaram, então, a uma sala com várias outras portas fechadas. Havia um homem sentado atrás de uma mesa de madeira, no centro do cômodo, e havia quatro cadeiras de metal. O careca indicou que eles deveriam sentar, mas Sawyer ainda estava olhando em volta à procura de Aiden.

— Gregory os mandou procurando por Aiden — disse o bartender para o homem sentado na poltrona, e os dois sorriram com certa malícia. Sawyer chegou à conclusão de que havia mesmo algo errado, então já deixou sua mão sobre o anel que poderia virar um sabre assim que fosse necessário.

— Pensei que Gregory não daria mais sinal de vida, e nós teríamos que ir atrás dele. Felizmente, vocês estão aqui por Aiden, a pedido de Gregory — falou o homem que parecia ser o chefe do careca.

— Vamos ser diretos, então: Aiden é uma senha, não uma pessoa. Não sei o que o puto do Gregory disse para vocês, crianças, mas nada é verdade. — Ele riu e Sawyer sentiu uma onda de raiva. Bastardo maldito! — Ao mandar vocês aqui, a dívida daquele canalha agora é de responsabilidade suas. Para pagarem só basta trabalharem para gente. Imagino serem do acampamento meio-sangue, não? — Disse ele, fitando Kristy. — Estamos precisamos de distribuidores por lá. E é claro que não podem recusar, temos métodos muito eficazes de forçar vocês...

Sawyer estava quase ativando seu sabre quando Kristy soltou:

— E se pudermos pagar a tal dívida? — O filho de Zeus não sabia se ela estava tentando ganhar tempo ou se ela realmente tinha como quitar a dívida, mas decidiu confiar na garota e deixar que ela desse continuidade ao plano que havia bolado.

Os dois homens gargalharam como se Kristy tivesse contado algo extremamente engraçado e Sawyer ficou ainda mais sério, possesso de ódio e com muita vontade de bater naqueles dois imbecis

— E como uma pirralha como você teria mais de nove mil dólares no bolso? — Perguntou o careca, com denso sarcasmo em suas palavras.

Sawyer olhou para Penny e depois voltou a atenção para Kristy — que sorriu e tirou a mão do bolso, revelando um cartão dourado com seu nome gravado. O cartão de crédito reluziu, apesar da pouca iluminação do ambiente.

— Eu vi uma máquina de cartão no balcão lá em baixo — disse ela para o homem sentado na poltrona. — E aqui eu tenho um cartão. É de débito, não se preocupem. Pagamento automático.

A filha de Hermes sorriu e Sawyer quase a acompanhou quando viu a expressão de incredulidade que estava no rosto do homem à sua frente.

Sawyer ficou ao lado de Kristy enquanto o homem careca foi buscar a maquinha, para o caso de ter que lutar ao lado dela contra algum idiota que resolvesse pegar o cartão à força.

Mas nenhuma violência foi necessária.

Kristy passou o cartão na maquininha, depositando dez mil dólares na conta do homem e, após conferir seu saldo bancário pela internet, o grupo de semideuses ficaram livres para sair daquele ambiente tão desprezível e vulgar.

— Fomos enganados! — disse Sawyer em um tom neutro, guardando toda a frustração e decepção que seriam usadas com a pessoa certa. — E, Kristy, não sei como você tinha tanto dinheiro, mas agradeço pela ajuda e pelo sacrifício.

O filho de Zeus olhou para as meninas e então, pela primeira vez desde que haviam se conhecido, sorriu.

— Vamos para a próxima cidade? — questionou ele, ainda sorrindo. — Tenho alguns dólares, acredito que podemos pagar um táxi até a rodoviária.

E assim fizeram.

Os três semideuses foram de táxi até a rodoviária e lá embarcaram em um ônibus que os levaria para o próximo destino.

Arsenal:

ϟ {Supernova} / Sabre [A karabela tem um punho aberto com o pomo no formato de uma cabeça de águia. Seu cabo anatômico permitia o manejo mais fácil de cortes circulares quando se luta a pé e e de cortes oscilantes quando montado no cavalo/pégaso. É feita de bronze sagrado e seu punho é revestido com couro. Vem junto de uma bainha de couro. No nível 20 transforma-se em um anel, com a cabeça e as asas de uma águia entalhadas.] {Bronze sagrado e couro} (Nível Mínimo: 1) [Recebimento: Presente de Reclamação de Zeus]

ϟ {Sky} / Aljava [Bolsa de couro simples com capacidade para até 50 flechas. Possui correias para serem presas nas costas ou cintura. O formato e resistência não facilita o uso para outros fins.]{Couro} (Nível Mínimo: 1) {Não Controla Nenhum Elemento} [Recebimento: Presente de Apolo]

ϟ {Wind} / Arco [Feito em ouro, o arco longo possui a capacidade de dominar os ventos, de modo a adicionar à flecha maior velocidade e precisão. Além disso, permite que seu dono crie duas flechas feitas inteiramente de vento por turno, sendo que após dois turnos usando-as, é necessário o intervalo de um turno.] {Ouro} (Nível Mínimo: 15) {Controle sobre o Vento}

ϟ {Lightning} / Flechas [Flechas comuns, com hastes finas de madeira, pena de ganso para dar estabilidade e ponta de bronze sagrado. Quando atingem a algum alvo, liberam uma carga elétrica que aumenta os danos causados. Quantidade restante: 50.] {Ouro, Madeira e Pena } (Nível Mínimo: 5) {Controle sobre a Eletricidade}

ϟ {Brave} / Anel [Sendo um anel de prata com uma pequena pedra azul escura, o objeto possui na parte interna a inscrição "Bravery is measured by your actions.". Ao ser utilizado, o portador do item impõe uma aura que faz com que monstros mais fracos hesitem no ataque e, caso o façam, este seja reduzido em 25%. Quando não se trata de combates, pode ser interpretado de forma que dê ao rapaz um certo ar de respeito, dessa forma, torna-se mais fácil domar algum animal para que se torne seu mascote.] {Prata, safira} (Nível mínimo: 20) {Não controla nenhum elemento} [Recebimento: Missão OP - Fuga no Estábulo. Avaliada por Éris e atualizada por Psiquê.]

ϟ {Hover Boots} / Botas [Um par de botas aladas que proporciona ao usuário a habilidade de voo. Também aumenta a velocidade do portador, estando voando ou não.] [Nenhum material] [Nível Mínimo: 5] {Não controla nenhum elemento} [Recebimento: Comprada de Rhydian Fraser]
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Re: Grupo 9 - Interno

Mensagem por Leslie Lane em Sab 16 Abr 2016, 23:16


Les Revenants

PISTA FALSA




Penny estava quieta e encostada na pilastra mais afastado da varanda quando ouviu o centauro falar. Quíron aparentava estar receoso e preocupado quando declarou que esperava a contribuição de todos para encontrar os outros filhos de Macária.

Um silencio se instaurou, e vários campistas deixaram o lugar como se nada estivesse acontecendo. A filha de Selene olhou ao redor não reconhecendo muitos rostos e, num momento de fraqueza, lembrando-se das palavras de Emmanuelle quase saiu de fininho.

O medo do que viria impediu a garota de mover as pernas, e ela apenas fitou os semideuses que afastavam-se e voltavam para as suas atividades diárias. Antes que pudesse vencer o nervosismo e recuperar o controle do próprio corpo a garota foi pega de surpresa pelo sorriso, agradecido e levemente aliviado, que o diretor de atividades lançou aos jovens que permaneceram ali.

Alguns semideuses assentiram com a cabeça, outros foram mais efusivos em suas palavras de concordância, mas a maioria apenas manteve o olhar firme esperando  maiores informações. O alivio de Quíron foi tão visível que a filha da lua não ousou abandonar o barco naquela altura e simplesmente deixou-se ficar por ali enquanto o centauro os dividia em grupos de busca.

Uma garotinha loira, que não podia ter mais de doze anos, deu um passo a frente quando Quíron chamou pelo nome Kristy. A loirinha parecia abalada com a situação, mas seus olhos azuis demonstravam a determinação de quem já passara por muita coisa. O diretor de atividades voltou-se para a tal Kristy esboçando um sorriso e explicando que ela iria liderar semideuses com menos experiência.

O coração de Penny bateu mais forte no momento em que Quíron chamou seu nome. A adrenalina de estar fazendo algo que provavelmente não deveria percorreu suas veias, e quando deu por si já estava reunida com a loirinha e com um garoto de olhos eletrizantes chamado Sawyer.

O diretor de atividades dirigiu a palavra aos três semideuses passando algumas informação, mas tudo era muito vago e haviam pistas que levavam a pelo menos três cidades diferentes. Ninguém parecia muito animado com as parcas informações e Quíron ainda alertou que poderiam ser falsas.

Assim que desejou boa sorte ao trio o centauro se afastou em direção aos outros jovens. Tentando aparentar calma Penny seguiu os outros dois para o lado de fora. Kristy sorriu simpática, mas todos continuaram em silêncio e imersos em seus próprios pensamentos até que foram abordados por um rapaz que praticamente pulou na frente deles.

— Oi! Eu vi que vão procurar pelos tais revenantes, mas que ninguém tem muitas informações sobre eles. Pois bem, eu tenho! Posso ajudá-los, mas vocês têm que me ajudar primeiro. Eu sou o John, o que me dizem de fazermos um acordo? — O garoto de cabelos claros falou de forma furtiva.

Kristy e Sawyer pareciam analisar o rapaz e aparentando estarem satisfeitos com seus veredictos passaram a questionar as informações. Penny olhava a interação atentamente e logo ouviu o recém chegado propor o acordo. Resumindo: o trio buscaria uma bolsa capturada pelas harpias na noite anterior, e em troca teriam as informações para encontrar um dos renevantes.

***

Após aceitarem a proposta de John os três imediatamente dirigiram-se para a cozinha. No caminho eles bolaram um plano simples: Kristy, que a garota de cabelos roxos descobriu era filha de Hermes, roubaria a bolsa, e Sawyer, e Penny teriam  que inventar alguma historia para distrair as mulheres-galinhas.

Assim que chegaram a cozinha o barulhos das louças batendo uma contra a outra e os guinchados de reclamação das harpias encheram os ouvidos de Penny. Nenhum deles tinha tido muito tempo para bolar uma historia coerente, então improvisando e tentando parecer desesperada a filha de Selene gritou:

— Precisamos de ajuda aqui!

Algumas harpias se voltaram para os semideuses, mas não deram muita atenção, então a garota de cabelos continuou falando alto dizendo que pessoas estavam revivendo e eles estavam com medo. Sawyer se juntou a tentativa de Penny de distrair as criaturas confirmando sua historia e quase gritando por ajuda também.

Penny viu de soslaio Kristy se esgueirar para baixo de uma mesa, mas concentrou-se em sua historia absurda sobre zumbis e de como as mulheres-galinhas certamente poderiam ajudá-los. A maioria das harpias tinha abandonado seu serviço e o ideal seria tira-las dali, mas pelo andar da carruagem não seria possível já que elas apenas reclamavam dos campistas, guinchavam e não pareciam nem um pouco propensas a ajuda-los.

Depois de vários gritos trocados entre harpias e semideuses Penny e Sawyer acabaram expulsos da cozinha. A filha de Selene ficou preocupada de o tempo não ter sido o suficiente para a loirinha realizar seu trabalho, mas antes que pudesse comentar algo Kristy apareceu tirando uma uma pequena bolsa de seus jeans e mostrando um largo sorriso em seu rosto delicado de criança.

***

O trio tinha marcado de encontrar John na área dos chalés e assim que se aproximaram com sua "encomenda" viram o rapaz escorado na fonte que poucas horas antes fora o assento de Penny. A filha de Hermes entregou a bolsinha para o garoto loiro que saiu feliz da vida e Penny pensou que realmente não queria imaginar qual o conteúdo ilícito que eles tinham acabado de resgatar.

A garota de cabelos coloridos viu seus novos companheiros de busca seguindo para seus respetivos chalés e vacilou um pouco ao voltar ao seu. Não queria ouvir de mais ninguém que não era capaz, mas no fim das contas acabou indo e tendo sorte pois o local estava vazio e silencioso.

Penny pegou sua antiga mochila preta, que não muito tempo atras carregava livros escolares , e colocou uma muda de roupas limpas, seu Ipod, o pequeno estojo com as shurikens, uma garrafa de água e pequenos itens de higiene pessoal que não pesariam muito. Pensou seriamente se deveria  levar mais alguma coisa, mas não tendo ideia de quais dificuldades passariam a garota pegou sua jaqueta mais querida, vestiu-a sob a armadura, jogou a mochila nas costas e partiu para o ponto de encontro na colina meio-sangue.

***

Penny foi a primeira a chegar e não avistando os companheiro a garota ficou espiando para fora das fronteiras do acampamento, pensando em como era a primeira vez que sairia dali desde que chegara. Não demorou muito para a filha da lua reconhecer Sawyer se aproximando com sua própria mochila nas costas.

Tiveram uma breve conversa praticamente monossilábica sobre Sawyer ser filho de Zeus e de como Kristy não aparecera ainda, mas logo silenciaram-se pois uma figura surgiu subindo a colina. Um rapaz alto, muito magro e vestindo em sua camiseta alaranjada apareceu diante deles dizendo:

— E aí, manos, eu sou o Gregory, o contato do John. — O rapaz tinha uma voz meio engraçada como se tivesse acabado de acordar.

Penny sorriu simpática e percebeu que Sawyer olhava-o com atenção. O recém chegado baixou os olhos e em sua voz arrastada continuou:

— É o seguinte... Aqui nesse papel tem as informações que vocês precisam.

O filho de Zeus estendeu a mão para pegar o papel e Penny tentando espiar conseguiu discernir que se tratava de um endereço na cidade de Nova York.

— Procurem por Aiden, ele é meu amigo — disse Gregory. — E falem que eu mandei vocês.

Penny assentiu arrumando a mochila no ombro e sobressaltou-se ao ouvir o companheiro de busca dizendo:

— Eu espero que não seja uma pegadinha, Gregory, ou vou te esquartejar quando eu retornar — A voz era calma e tranquila podendo passar por uma brincadeira, mas o olhar eletrizante que o filho de Zeus cravara no garoto não deixava duvidas sobre sua intenção.

Gregory esboçou um sorriso e com um aceno rápido o garoto deixou a colina meio-sangue.

***

Sawyer entregou o papel para a garota de cabelos roxos explicando-lhe que tratava-se do endereço de um bar, e logo em seguida Kristy apareceu correndo colina a cima com sua mochila nas costas e parecendo chateada por ter se atrasado.

Rapidamente os dois semideuses colocaram a filha de Hermes a par das informações e logo depois estavam os três dentro da van dirigida por Argos, o chefe da segurança com mil olhos com os quais Penny ainda não tinha se acostumado, seguindo em direção a Nova York.

Minutos depois de embarcarem Kristy e Sawyer dormiam profundamente. Argos não era muito de conversar, mas a filha de Selene percebeu seu leve sorriso ao observar o espanto e admiração que a garota lançava para a grande cidade que se desvendava diante de seus olhos através da janela do banco de tras.

Penny nunca estivera em uma cidade tão grande e nunca vira construções tão imponentes e grandiosas, a vontade da garota era descer do carro, explorar a big apple, e admirar todos os seus encantos e segredos.

***

Aos poucos os belos e suntuosos prédios foram dando lugar a apartamentos mal cuidados, paredes pinchadas e mendigos nas ruas. Ao chegarem ao endereço que Gregory passara a única beleza a vista era a lua que  começava  a aparecer dividindo espaço com o sol que desaparecia lentamente no horizonte.

Kristy e Sawyer acordaram de seus cochilos e olhando ao redor nenhum dos três pareceu muito satisfeito com o destino da viajem. Assim que os semideuses saltaram da van Argos acelerou virando a esquina,  o medo tomou conta de Penny que nunca estivera num lugar como aquele antes, mas seguindo seus companheiros e fingindo confiança adentrou ao lugar que de acordo com a placa  encardida e capenga chamava-se "Bar das Parcas".

O cheiro nojento e abafado do lugar em conjunto ao comentário sacana que Penny ouviu de um bêbado que passou por ela fizeram a garota sentir ânsia de vomito. O trio recebeu vários olhares desagradáveis, e a filha de Selene conseguiu perceber que os companheiros também estavam incomodados com a situação.

Ao aproximarem-se do balcão o filho de Zeus assumiu a liderança, e soando bastante seguro de si Sawyer indagou o atendente:

— Viemos ver Aiden. Ele está? Gregory nos mandou.

O balconista encarou  Sawyer, com orbes escuras que brilhavam quase tanto quanto sua careca, lançou um olhar intimidante para as garotas, cuspiu fora um palito que estava em sua boca e falou numa voz grossa e desagradável:

— Gregory, hein? — O balconista sorriu e sem tirar os olhos dos semideuses continuou falando . — Cuide do bar, Trevan, vou levar esses jovens para verem Aiden.

Trevan, um ruivo atarracado que também servia bebidas para os cliente sorriu mostrando vários espaças vagos entre os dentes. Penny engoliu em seco e ainda tentando manter a pose seguiu o careca para os fundos do bar. Uma porta foi aberta revelando uma escadaria ainda mais escura que o ambiente anterior, no entanto o que fez Penny se arrepiar não foi a falta de luz e sim o som da porta fechando atras de si.

Ao subirem o lance de escadas os semideuses viram-se um uma sala sombria, rodeada de outras portas fechadas e cheirando quase tão mal quanto o andar inferior. No centro do cômodo um homem visivelmente acima do peso portando cabelos ainda mais alaranjados que Trevan ocupava o acento atras de uma grande mesa de madeira escura.

O balconista careca fez sinal para que os jovens se sentasse em frente ao grande ruivo, onde cadeiras de metal estavam dispostas de forma desordenada.

— Gregory os mandou procurando por Aiden — o atendende do balcão informou sorrindo em sua voz desagradável enquanto os semideuses sentavam-se desconfortáveis nas velhas e barulhentas cadeiras.

— Pensei que Gregory não daria mais sinal de vida, e nós teríamos que ir atrás dele. Felizmente, vocês estão aqui por Aiden, a pedido de Gregory — falou o ruivo que parecia ser o chefe do local.

O bartender deu uma gargalhada feia como se o chefe tivesse contado a melhor piada do mundo. Penny notou que Sawyer olhava ao redor como se procurasse algo e Kristy apesar de aparentar nervosismo parecia avaliar qual a melhor estratégia para sairem com vida dali. A filha arrumou a mochila para ficar fácil caso fosse necessário correr, mas rapidamente deixou o gesto de lado ou ouvir o chefe dizer:

— Vamos ser diretos então: Aiden é uma senha, não uma pessoa. Não sei o que o puto do Gregory disse para vocês, crianças, mas nada é verdade. — ele riu jogando a cabeça para trás, e Penny achou que ele fosse cair pois a poltrona rangeu longamente ameaçando virar. — Ao mandar vocês aqui, a dívida daquele canalha agora é de responsabilidade suas. Para pagarem só basta trabalharem para gente. Imagino serem do acampamento meio-sangue, não? — disse encarando a camiseta alaranjada de Kristy. —Estamos precisamos de distribuidores por lá. E é claro que não podem recusar, temos métodos muito eficazes de forçar vocês.

Penny sentiu o medo invadindo-a e como que por instinto levou a mão ao punho da adaga que pendia presa na sua cintura. O silêncio tenso foi rapidamente cortado pela voz suave da filha de Hermes fazendo uma proposta:

— E se pudermos pagar a tal dívida?

A filha de Selene imaginou que a pequena estava tentando ganhar um tempo e ignorando as risadas maldosas dos dois homens Penny ficou tentando bolar um plano de fuga enquanto admirava em silencio a coragem daquela garotinha.

— E como uma pirralha como você teria mais de nove mil dólares no bolso? — O careca cuspiu as palavras com desdém e todos viraram-se na direção enquanto da filha de Hermes.

Surpreendendo a todos Kristy puxou um cartão de credito dourado e perguntou soando inocente:

— Eu vi uma máquina de cartão no balcão lá em baixo. E aqui eu tenho um cartão. É de débito, não se preocupem. Pagamento automático.

A loirinha sorriu docemente deixando todos estupefactos e sem acreditar no que estavam vendo e ouvindo. Penny e Sawyer trocaram um olhar confuso, mas rapidamente voltaram sua atenção para Kristy esperando entender qual seria o plano da companheira de busca.

O ruivo mandou o balconista buscar a maquina de cartão ainda duvidado da garota, mas Kristy se mantinha confiante e inabalável. A garota de cabelos roxos percebeu Sawyer aproximar-se da filha de Hermes de modo protetor e pela atitude da loirinha Penny começou a acreditar que a pequena realmente planejava quitar a divida de Gregory, o mentiroso.

Poucos minutos depois Kristy passava o cartão de debito no valor de dez mil dólares e um desacreditado chefe conferia seu extrato bancário na internet. A transação tinha sido efetuada e os semideuses estavam livres para partir imediatamente.

***

Já na rua o trio caminhou lentamente, desanimado e desiludido com as pistas falsas que de cara já lhes custara tanto dinheiro. O silencio imperava entre os companheiros de busca até que numa voz calma, mas indignada Sawyer traduziu o sentimento coletivo:

— Fomos enganados!

Kristy baixou a cabeça, Penny encolheu os ombros com uma careta e o filho de Zeus continuou falando:

— E, Kristy, não sei como você tinha tanto dinheiro, mas agradeço pela ajuda e pelo sacrifício.

A filha da lua assentiu concordando e ao ver o garoto ao seu lado sorrir pela primeira vez sentiu uma pitada de esperança aparecer novamente à sua frente.

— Vamos para a próxima cidade? — Sawyer questionou e ao ter a ideia apoiada pelas companheiras completou ainda sorrindo. — Tenho alguns dólares, acredito que podemos pagar um táxi até a rodoviária.


***

Pouco tempo depois quando a lua já brilhava no céu, os três semideuses encontravam-se dentro de um trem com destino a Nova Jersey. Penny olhava o céu pedindo em silencio que as coisas fosse melhores no dia seguinte, estava cansada, mas não conseguia parar de pensar em como podia se tornar uma heroína de verdade e principalmente " se" podia  fazer tal coisa.


Tanks Babis @ BG


Spoiler:
ARMAS

Faca [Sua lâmina bronzeada mede cerca de 24 cm, e seu cabo tem o mesmo comprimento padrão. É bastante afiada e é perfeita para ataque ágeis e rápidos. O bom desta arma é sua eficiência tanto para mãos hábeis quanto para manuseios mais inexperientes, pois é uma arma curta, fácil de esconder e ao mesmo tempo fácil de manusear. Seu punho é feito de aço, mas uma camada de couro escuro cobre o aço para que o usuário possa segurá-la firmemente. Na parte inferior da lâmina,  próxima ao cabo, há entalhado as siglas do Acampamento "CHB"; uma propriedade que só os meio-sangues e criaturas místicas podem ter e usar (ajuda um pouco na destreza)] {Bronze, aço e couro} (Nível mínimo: 1) {Nenhum elemento} [ Recebimento: Administração; item inscrição padrão do fórum]

{Moonlight} / Adaga [Trata-se de uma adaga com a lâmina ligeiramente mais larga e curva. O seu formato é levemente arredondado – o que lembra uma lua na sua fase crescente. O cabo tem uma espécie de cobertura (como em sabres) feita de bronze sagrado, o que dá certa defesa as mãos daquele que a está empunhando. Tem uma coloração esbranquiçada e toma um tom azulado quando exposto à luz lunar. No nível 20, se torna um botton escrito "CLUBE DE ASTRONOMIA".] {Bronze Sagrado} (Nível Mínimo: 1) [Recebimento: Presente de Reclamação de Selene]

{Falling Stars} / Shurikens [Conjunto com 10 shurikens de bronze sagrado, mas que se repõem sempre, funcionando quase como um "conjunto de shurikens infinitas". São guardadas em um estojo de couro e veludo. O alcance é limitado à força do semideus, mas não ultrapassa 25m. Podem ser atiradas até 2 por turno, e ambas seriam afetadas pelos poderes.] {Bronze sagrado} (Nível mínimo: 1) [Recebimento: Presente de Reclamação de Selene]

{Tir} / Armadura de couro [A mais leve, feita de couro reforçado, não interfere em poderes que dependem de agilidade, equilíbrio ou furtividade, porém tem eficácia reduzida se comparada às outras. Melhor contra ataques de impacto do que de corte. Acompanha luvas de couro do mesmo tipo, mas não elmo.][Couro e tecido][Sem elemento, sem nível mínimo]  [Recebimento: Mercado]

PODERES

Nadinha

[/quote]
Leslie Lane
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Re: Grupo 9 - Interno

Mensagem por 137-ExStaff em Ter 19 Abr 2016, 06:00


Les Revenants
They came back from the dead


Ainda desanimados, os semideuses logo chegaram à Trenton, Nova Jersey. Assim que começaram a procurar por informações, logo sentiram uma ponta de esperança: Em um relatório do necrotério da cidade, uma informação incomum surgiu: Era um pedido de retirada da lista de óbitos. O requerente afirmava que o dito cujo estava bem vivo, mesmo que o corpo do garoto tivesse sido esfaqueado de maneira mortal.

Tinham que achar Jonathan Larson.

Pontos Obrigatórios

— Faça uma introdução que encaixe o descrito acima. E detalhem com tudo o que eu não disse (Como vocês conseguiram chegar no necrotério, como tiveram acesso a essas informações, etc...)

Abaixo, os pontos obrigatórios separados:

Kristy, Penny e Sawyer:

— Bolem uma maneira de conseguirem rastrear esse revenante e a detalhem de forma que fique coerente.

— Tenham uma dificuldade maior, combativa ou não, para achar o exato local onde ele estaria.

— Quando vocês chegarem no local onde ele está, verão que ele está acuado por alguns monstros e que ele está tentando fugir.

— Finalizem o round ao ouvirem uma voz grave ameaçando todos vocês, inclusive o jovem. Essa voz também fará com que alguns monstros corram, querendo fugir.

Status do Personagem



Excepcionalmente nesse round, a semideusa atrasada não receberá a punição integral, mas o seu round valerá 50% a menos de XP e ela receberá o desconto de 25% de HP e MP.

Kristy Grandine (Filha de Hermes e Curandeira)
1150/1150 HP
1150/1150 MP

Penny Lane (Filha de Selene)
72/110 HP (Descontos referentes ao atraso)
72/110 MP (Descontos referentes ao atraso)

Sawyer Bukowski (Filho de Zeus)
210/260 HP
189/260 MP

Mary Weiss (Morta por não postagem)

Regras e Observações

— Você tem 7 dias para postar. Ao fazê-lo, me mande uma MP, para que o próximo round seja agilizado;
— Itens e poderes em spoiler ou code no final no post. No caso dos poderes, preferencialmente organizados por nível e tipo;
— Evite observações como "considerar todos os poderes até o nível X". Quando usar uma habilidade, cite-a e diga se é passiva, ativa ou especial (caso não o faça, o uso da habilidade será ignorado);
— Templates (com barrinha, fonte muito pequena ou que seja muito estreito) ou cores que dificultem a leitura são proibidos;
— Dúvidas, problemas? Me mande uma MP.




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Re: Grupo 9 - Interno

Mensagem por 137-ExStaff em Sex 13 Maio 2016, 16:53

Todos morreram por não postagem.

— Para os semideuses que morreram a primeira vez, vocês tem direito a pedir a missão de segunda chance em até uma semana a partir desse post.
— Se os semideuses que morreram quiserem as parciais dos rounds, favor me contatar por MP e eu mandarei.
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Re: Grupo 9 - Interno

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