Grupo 7 - Interno

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Grupo 7 - Interno

Mensagem por Organização PJBR em Sex 1 Abr 2016 - 14:52


Les Revenants



Regras e Orientações Iniciais


Formato

A postagem será realizada como uma OP contínua de forma paralela. O que isso significa? Que os players iniciarão em locais e com objetivos diferentes, se encontrando posteriormente. Fiquem atentos às orientações para verificarem se estão cumprindo os objetivos corretos e desenvolvam o formato de modo adequado (é uma OP, não uma narrada, então exigem turnos mais descritivos). O descumprimento ou inadequação ao formato também acarretarão penalidades previstas na avaliação.

Ainda assim, não haverá ordem pré-definida de postagem, visando não atrasar/ atrapalhar nenhum jogador.


Prazo

7 dias de prazo a partir do narrador. O narrador terá 3 diás para a continuidade, considerando para isso a postagem de todos os jogadores OU o término do prazo deles, o que ocorrer ANTES.


Penalidades por não postagem

A não postagem acarretará penalidade de 50% do status total nos turnos 1, 2 e 5 - podendo acarretar a morte do player;

Nos turnos 3 e 4 a não-postagem acarretará morte imediata;

Adicionalmente, a não postagem no turno 5 (encerramento) constará como abandono de missão e não gerará recompensas ao player, mesmo se alcançar rendimento nos outros turnos;

A não postagem reduzirá as recompensas de forma proporcional ao valor do turno, afetando o rendimento (cada turno não postado = 20% do rendimento abaixo do máximo);

A não postagem acarretará a impossibilidade de reclamação por Macária, no caso dos indefinidos, independente do turno, e, em caso de possíveis recompensas adicionais, podem impedir seu recebimento pela questão de rendimento;

Ao pular um turno, o player deve, no turno posterior, de alguma forma cobrir a lacuna sem contradizer o narrador - isso interferirá na coerência do turno;

Postagem atrasada é considera não-postagem;

Não é permitido aumento de prazo ou abandono sob nenhuma justificativa.


Recompensas

Para facilitar ao narrador, cada turno valerá no máximo 150 xp (totalizando 750 no evento completo).

Personagens mortos ou que abandonem a missão não recebem recompensas.


Dúvidas devem ser retiradas com o narrador do grupo. Casos que não constem aqui serão avaliados pela staff.



Grupo 7

Grupo de busca

Sadie Bronwen (Filha de Melinoe e Feiticeira de Circe) - Nível 108; 1170/ 1170 HP e 1170/ 1170 MP
Adriel D. Tawne (Filho de Hefesto) - Nível 4; 45/ 130 HP e 45/ 130 MP
Garrett Bardrick (Indefinido) - Nível 15; 195/240 HP e 200/240 MP - Postagem pendente, dependendo de um player curandeiro; caso não seja realizada ainda hoje, será considerado o status atual.

Indefinido

Jason Hickmann - Nível 1; 100/ 100 HP e 100/ 100 MP



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Re: Grupo 7 - Interno

Mensagem por 127-ExStaff em Sex 1 Abr 2016 - 20:02


Les Revenants



Decair - Primeiro Turno

Nada parecia realmente anormal naquele dia. Os semideuses faziam as suas atividades, os seres da natureza ajudavam como podiam, Quíron supervisionava tudo e Dionísio bebia sua Diet Coke. Mas para os semideuses do Complexo de Escalada, especialmente, aquele estava prestes a ser um dia... para não se esquecer.

Por descuido de um dos monitores, nem todos ali estavam bem protegidos. E isso somente se provou quando um semideus despencou do topo da parede de escalada mais alta, sentindo seus equipamentos falharem e seu corpo ter um encontro nada amigável com o chão. Após o barulho feio da queda, todo mundo ali pareceu prender a respiração; o corpo dele estava num ângulo estranho e não parecia mais vivo, provavelmente tendo fraturado mais ossos do que poderia resistir.

Os curandeiros agiram rapidamente, tentando socorrer o garoto, mas nada parecia que iria funcionar. Enfim, declararam: ele estava morto. Contudo... mortos deveriam se mexer? Porque aquele parecia estar se mexendo, se contorcendo aos poucos para espanto geral. E segundos depois, já estava sentado, olhando para os rostos que encaravam-no.

— O que foi? — perguntou ele. E, então, teve início para aqueles semideuses a saga dos revenantes.

Numa cidade não muito distante dali, um confuso Jason despertava de um belo sono, aparentemente. Algo lhe dizia que aquele sim seria um dia incomum.


Pontos obrigatórios

Sadie, Adriel, Garrett

Δ Narre o seu dia até ali, dizendo se estava no Complexo ou em suas proximidades;

Δ Após o semideus voltar à vida, Quíron aparecerá no local e chamará vocês — no caso, se estiverem nas proximidades ele os chamará no caminho, dizendo para ser seguido até o Complexo —, assim como o revenante, dizendo a todos para irem à Casa Grande;

Δ Foquem nas reações que tiveram ao saber disso. Quíron contará que chegou a ele a informação de que semideuses estavam voltando à vida, e que havia mais espalhados pelo país. Ele pede que vocês investiguem isso. Ainda não narrem a saída, encerrando o turno após as informações.


Jason Hickmann

Δ Se você é um revenante, narre como acordou, colocando também alguns flashs confusos de memórias passadas, dizendo como está lidando com isso. Se você for um indefinido que sabe sobre o Acampamento, narre como descobriu isso e o porquê de estar na cidade em que dormiu, narrando logo depois o fato de estar acordando, sozinho. Se não é um indefinido que sabe sobre o Acampamento, narre como era é o seu dia-a-dia, focando isso em sua introdução, e da mesma forma acordará com a sensação dita por mim.


Orientações de postagem & informações

Δ Não utilize cores cegantes e/ou templates que dificultem a leitura;
Δ Poderes (com nível, separados por ativo e passivo) e armas em spoiler;
Δ Condições dos personagens valendo pelas do post de abertura;
Δ Agradeço se o último a postar me enviar uma mensagem privada para agilizar a continuação;
Δ Prazo de postagem de 7 dias. Ele não poderá ser ampliado, e quanto mais rápido você postar, mais rápido acaba. Boa sorte!

Créditos à ♦ Eos pela base do turno, editada por mim


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The returned

Mensagem por Sadie Bronwen em Ter 5 Abr 2016 - 2:15

Sadie nunca foi o que se poderia chamar de "uma pessoa matutina", algo compreensível, devido as suas origens. Por isso, seu café da manhã costumava ser o almoço dos outros campistas, e não seria diferente naquele dia. O chalé em si era silencioso, escuro e pouco movimentado, então, não teria ninguém para perturbá-la e forçá-la a se levantar mas cedo, e os poucos "irmãos" existentes preferiam lidar com seus próprios problemas - a postura "laissez-faire" era algo de família. Então, entre o processo de acordar, criar coragem para sair da cama e enfrentar o dia após um banho, já passava da uma e meia da tarde. Não tinha uma rotina prévia - o que seria um sacrilégio para a maioria — e preferia se manter assim. O acampamento estava sendo uma espécie de fuga ou "período sabático" longe da Ilha, das obrigações, e das maquinações de Circe. Era a maneira mais próxima de se sentir minimamente normal, enquanto podia continuar com suas pesquisas pessoais — voltar para casa sem respostas ainda era impensável, por mais que lamentasse o tempo longe da família.

Quando chegou ao refeitório, o local não estava tão cheio. A primeira leva de semideuses devia ter passado por lá mais cedo, mas ainda tinha uma quantia considerável de pessoas, o suficiente para provocar um burburinho que se levantava acima do som de pratos e tilintar de talheres. Por sorte, a mesa de Melinoe estava longe de ser superlotada, e Sadie podia aproveitar sua refeição e seu mau humor "matinal" em paz.

Enquanto terminava seu "café", contudo, percebeu a movimentação, e o som de vozes se amplificou. Tentou se manter alheia, mas ainda captou parte do que se passava, em palavras perdidas e vozes acima do tom — não conseguia diferenciar se assustadas ou excitadas. "Acidente", "Quíron", "escalada". Não era o suficiente para chamar sua atenção ou fazer com que se importasse; semideuses sofriam todos os dias, não era novidade. Mesmo se fosse realmente grave, ela tampouco tinha esse tipo de curiosidade mórbida (talvez pela convivência constante com a parte "real" da morte e suas consequências) ou poder para auxiliar em caso de ferimentos.

O estranho era que a agitação parecia não ser contida ali: a movimentação começou a aumentar, e as informações se cruzavam, algo sobre uma confusão na enfermaria e na casa grande. Ignorou: não era sua responsabilidade. Deixou os pratos sujos para as harpias, e tinha acabado de sair do local quando um Quíron mais agitado do que o normal a chamou, de modo direto e pouco usual:

— Sadie! Pode me acompanhar? Talvez precise de suas habilidades!

O tom era mais de uma ordem do que um pedido, e não via escolha senão aceitar. O único problema foi praticamente ter que correr atrás de Quíron, que quase trotava na direção do complexo de escalada. "Os boatos devem ser verdadeiros, deve ter sido realmente sério..." Uma parte de si estava cônscia de que, se o centauro precisava dela, era porque envolvia fantasmas. Alguém tinha morrido.

Pelos boatos e semideuses afobados que encontravam no caminho, praticamente não restava dúvidas. O choque maior, contudo, foi chegar no local e ver o cadáver... Vivo! O garoto parecia assustado, mas não mais do que as pessoas ao seu redor. A única coisa que Sadie percebeu era a aura estranha ao redor do semideus, mas ela estava longe de ser capaz de identificar — alguma magia de cura? Talvez tivessem se enganado? Era complicado, e não sabia diferenciar se o efeito era das lentes ou de  sua visão comum. Já Quíron parecia ponderar algo.

— Quero todos calmos agora! Dirijam-se à Casa Grande. E você filho... — Disse, voltado para o rapaz aparentemente recém-ressuscitado. — Vá com calma, ok? E não se preocupe... Descobriremos o que houve e nada de mau vai lhe ocorrer.

A voz dele não demonstrava tanta segurança, mas considerando o estado do garoto — que parecia prestes a vomitar, provavelmente de nervoso — já servia para alguma coisa. Sadie apenas bufou, acompanhando a multidão. Ainda não sabia bem como reagir, mas suas suspeitas sempre se voltavam para uma interferência materna, ainda que não fizesse sentido: Melinoe era deusa dos fantasmas, por que traria alguém de volta, perdendo um possível súdito? Isso se o garoto tivesse realmente voltado — apesar que todos estavam agitados demais para uma simples "pegadinha".

Quíron pediu que aguardassem, passando um tempo dentro da casa com o garoto. Quando voltaram, o centauro ficou parado na varanda: era gente demais para acomodar na sala do imóvel e daquela posição ele, que já era mais alto que um humano, elevava-se ainda mais, tentando manter a ordem dentre toda a balbúrdia. Quando bateu os cascos no chão, chamando a atenção para si, a multidão silenciou abruptamente, quase por mágica. Era possível sentir a tensão no ar, fazendo os pelos da nuca de Sadie se arrepiarem e, por tudo o que foi dito, não era para menos.

Aparentemente, o lance do retorno do além era real, e não apenas com aquele semideus. Como Quíron podia reunir as informações tão rápido, Sadie não tinha ideia. E o motivo de estar jogando toda a merda no ventilador era outro ponto: o Acampamento costumava ser bem mais reservado (apesar que nunca foi uma política que tenha dado certo). Não era difícil ligar dois mais dois e ver que, na realidade, ninguém sabia bem como agir ou o que esperar da situação: aliados? Inimigos? Que peças e que jogadores estavam se sentando à mesa?

— E quem faria isso, Quíron? Quer dizer... Apenas os deuses poderiam, não?

Ela não sabia quem perguntou, mas provavelmente era a dúvida mor, seguida de "e por que diabos fariam algo assim?". Agradeceu internamente por estarem expressando tudo o que passava pela sua cabeça naquele momento, mas o choque maior viria ainda com as revelações, cada qual a seu tempo: Não era só ali, e não sabiam quantos, mas talvez estes "retornados" (ou "revenantes", como o centauro dizia) tivessem a resposta, ou pedaços dela. O garoto do Complexo narrou o pouco que se lembrava: a voz feminina, a sensação de aconchego, pedaços perdidos de imagens como quebra-cabeças. Caberia aos semideuses com disponibilidade e treinamento suficiente procurar pelos outros, aonde quer que estivessem, e guiá-los em segurança, descobrir as peças que faltavam. Quanto ao nome de quem poderia estar fazendo isso, Quíron tinha um:

— Macária!

O silêncio tornou-se palpável, sendo seguido por uma avalanche de comentários, questionamentos e mais confusão. Sadie ainda processava tudo. Quem era mesmo essa deusa? E então as informações (parte lembrada, parte captada em meio à discussão) assomaram em meio ao caos: a filha legítima de Perséfone e Hades, deusa da boa morte, o que a colocava como meio-irmã de Melinoe. Tudo tornava aquilo cada vez mais curioso. E, aparentemente para Sadie, a nova deusa e sua mãe não eram bem as melhores amigas. Certo. Macária era a preferida, e certamente seria o que Sadie chamaria de "tia legal". Infelizmente para a semideusa, ela própria vinha do ramo ruim da árvore genealógica o que talvez dificultasse ser bem vista pela "titia", caso se metesse nessa empreitada, mas qual problema? Pelo visto, tudo estaria em família...

Notas importantes:
Primeiro, sobre algumas questões do texto:

Logo no início, Sadie cita que não quer voltar para casa sem respostas, nem lidar com as maquinações de Circe; isso se dá pela trama pessoal, uma vez que nela a semideusa está buscando uma cura mágica para sua irmã (uma bebê com uma doença cardíaca congênita) — visto que a medicina normal não poderia prover isso — e ainda está brigada com Circe, por eventos que culminaram na morte de sua aprendiz (visto em uma DIY).

A suposição da morte foi pela sua área de poderes — ela não cura ninguém e é filha da deusa dos fantasmas, nunca pensaria em um pic nic dado o seu currículo.

O foco aqui foi mais a reação da semideusa. Outros integrantes do grupo trabalharão mais o diálogo e a interação com Quíron, complementando a cena por vários ângulos em um trabalho conjunto, uma vez que a cena em si não seria das mais calmas ou organizadas, possibilitando enfoques e reações diferenciadas. Nesse ponto, levei para o lado pessoal pela esfera dos deuses e o fato da própria Sadie não ser a maior admiradora da mãe — ter contato com uma deusa do submundo que apresente um aspecto diferente do já conhecido por ela (em geral medonho) abre nossas possibilidades interpretativas no geral.

Sobre poderes: Nada relevante.

Sobre itens: O único levemente citado seriam as lentes do auspício:

• Lentes do Auspício [Parecem um par de lente de contato comuns, incolores, mas quando colocadas permitem ao usuário identificar as auras daqueles dentro do seu campo de visão. Com isso, pode-se identificar pessoas comuns de monstros ou semi-deuses, tendo também o sentido do seu nível de poder, de acordo com a intensidade da aura, mesmo sem definir suas habilidades, apenas o conhecimento de nível de força. No caso dos semi-deuses, identifica também o deus que lhes deu a benção, seja seu pai/mãe divino ou patrono do grupo, ou os dois nos casos em que se aplicam. Não exige ativação, funcionando constantemente, mas a cada utilização precisa de 6h de descanso, semelhante a uma lente comum]

Não foram citados outros uma vez que ela foi pega de surpresa em um dia comum/ sem planos e que deu a entender que ainda será trabalhado essa preparação para a busca.

Sobre legenda: Sadie de verdinho, com pensamentos em itálico entre aspas e fala verdinho comum; NPCs importantes de branco e aleatórios apenas de negrito. Espero que não tenha ficado cansativo de ler e que as cores não atrapalhem.

Dúvidas e afins, estou à disposição.

Grata pela leitura e atenção!

P.S.: Guardei o template divoso de cultista de Cthulhu que ganhei da Kath para usar em DIYs e SMs, uma vez que após o evento devo conseguir postar uma. Te amo, Kath <3

Evento | Nível 108 | Melinoe/ Circe
ulla
Sadie Bronwen
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Re: Grupo 7 - Interno

Mensagem por Garrett Bardrick em Qui 7 Abr 2016 - 4:23

Les Revenants,

Assim que sentou na arquibancada da quadra de vôlei, o garoto fechou os olhos e respirou fundo. Seria o local menos ideal para fazer isso, mas ele estava aflito. Ultimamente o indefinido estava sonhando com uma voz e uma batida de porta, pelo menos era isso do que se lembrava. Todo esforço para se lembrar de mais alguma coisa sempre acaba em vão, mas ele ainda tinha esperança de relembrar de mais algum episódio. Assim que esvaziou a mente e controlou a sua respiração, parte do sonho estava vindo à tona.

‘’ — Você é uma aberração garoto! — Uma voz feminina soava pelo local.
Após aquela fala, um pequeno choro pôde ser ouvido. E logo depois, uma batida de porta nada educada... ’’


Novamente o semideus não se lembrou de mais nada, e ficou por aquilo. Ele abriu os olhos e respirou fundo mais uma vez. ‘’Será que esse sonho é fruto da minha imaginação?’’ se perguntou enquanto olhava para o jogo de vôlei que estava acontecendo naquele momento. O seu pensamento só tinha espaço para uma única coisa: O sonho.


— Argh! Preciso ocupar minha mente com outra coisa. — Disse um pouco alto. Outros semideuses que se encontravam na arquibancada olharam estranhamente para o indefinido como se ele fosse louco. O indefinido levantou da arquibancada meio sem jeito, e então saiu do local.

O semideus não fazia ideia pra onde queria ir, mas mesmo assim caminhou sem rumo. Enquanto passeava pelo acampamento, o garoto passou por alguns lugares. Artes e Ofícios eram um deles, mas não achou muito convidativo. Anfiteatro foi outro lugar que passou, mas nem se preocupou em olhar. Ele não tolerava muito aquela área, achava um pouco chato. Logo depois havia um local no qual o garoto nunca visitou. Esse lugar era o Complexo de Escalada. O meio-sangue estava um pouco distante, mas deu para perceber diversas paredes. Rapidamente começou a caminhar em direção aquele local.

Quando se aproximou, percebeu diversos muros com um grau dificuldade. ‘’Será que devo arriscar?’’ pensou enquanto olhava alguns campistas escalando. Por fim, agiu por instinto e acabou entrando no local. Enquanto caminhava por aquele lugar, percebeu que as paredes tinham alturas diferentes, mas ele não sabia o tamanho certo. Além do comprimento, algumas delas produziam obstáculos naturais. Por fim acabou achando uma parede bem simples que não continha nenhuma armadilha. Rapidamente o garoto caminhou em direção aquele muro e ao se aproximar, percebeu que havia uma pessoa de olho nos semideuses que estavam escalando.

— Opa! Você que é o instrutor? — O indefinido perguntou de forma educada.

— Sim, eu sou o instrutor. — O monitor respondeu imediatamente. — Você deseja escalar? — Perguntou logo em seguida.

Imediatamente o garoto assentiu com a cabeça, e então o instrutor deu uns pequenos passos até chegar ao Garrett. Assim que se aproximou, o jovem analisou o indefinido e então se deslocou para outro lugar. Não demorou muito e o instrutor voltou com alguns equipamentos. Os dois não trocaram muitas palavras enquanto o monitor ajustava os apetrechos no meio-sangue.

— Está pronto? — O jovem perguntou para o indefinido assim que terminou de colocar os equipamentos inicias.

O garoto não quis responder aquela pergunta, mas decidiu grunhir. O instrutor achou aquilo engraçado, mas depois disso verificou os equipamentos para assegurar a segurança do campista. Logo depois o monitor encaminhou o garoto até a parede. Quando o jovem ia entrelaçar a corda no indefinido, um grito soou por todo o lugar. Segundos depois daquele berro, um estalo pôde ser ouvido. Logo em seguida muitos semideuses começaram a gritar. Rapidamente ele e o instrutor correram em direção ao grito. Ao se aproximar, o indefinido percebeu que alguém estava no chão. O professor diminuiu a velocidade, mas o Garrett correu em direção ao jovem que estava caído no chão.

Aquele semideus não estava nada bem. Rapidamente o indefinido se agachou perto daquele meio-sangue e então tocou em seu pulso para verificar os batimentos cardíacos. Infelizmente a pulsação estava ficando fraca, ele precisava de ajuda imediatamente. ‘’Como eu queria os dons de curandeiros novamente!’’ afirmou consigo mesmo.

— Alguém já foi chamar os curandeiros? — Perguntou com a voz quase falhando. Alguém do meio da multidão que estava se formando acabou respondendo, mas ele não soube reconhecer a voz.

Não demorou muito para os curandeiros chegarem ao local e então eles se aproximaram do garoto caído no chão. Logo em seguida os jovens médicos do acampamento iniciaram o processo de cura. Os curandeiros estavam tentando de tudo, mas chegou uma hora que um dos jovens médicos acabou anunciando a morte do semideus.

— A culpa é toda minha! — Afirmou consigo mesmo. O indefinido ficou bastante triste, pois era a primeira vez que ele via uma morte de perto.

O garoto baixou a cabeça e começou a pensar. Não era difícil de adivinhar que ele estava pensando no meio-sangue que acabou de morrer, mas uma coisa acabou chamando a atenção de Garrett. Algum jovem que estava no meio de uma pequena multidão acabou gritando falando que o semideus estava se mexendo. Rapidamente os olhos do Bardrick miraram no campista que antes estava deitado, mas agora estava sentado olhando para os rostos dos semideuses que estavam lhe olhando. Ele parecia não entender aquilo e até perguntou o que estava acontecendo, mas antes de acontecer mais alguma coisa. Quíron, o coordenador do Acampamento Meio-Sangue apareceu entre a multidão.

— Todos vocês, fiquem calmos. — O centauro tentou falar em tom calmo, mas não era o que parecia. — Quero todos vocês lá na Casa Grande. — Voltou a falar.

‘’O que será que está acontecendo?’’ se perguntou enquanto retirava os equipamentos e acabou deixando os apetrechos por ali mesmo, e então caminhou em direção à Casa Grande.  Ao chegar o local, percebeu que todos estavam na varada e o coordenador do acampamento estava logo à frente àquela multidão. Várias pessoas estavam falando ao mesmo tempo e aquilo estava começando a dar dor de cabeça em Garrett, mas não demorou muito para a galera ficar calada.

— Hoje mais cedo acabou chegando uma informação. — O coordenador do acampamento disse em um tom sério. — Muitos semideuses estão voltando à vida, e ainda tem alguns espalhados pelo país. — Disse dando uma leva pausa. — Por isso eu gostaria que vocês investigassem. — Voltou a falar.

Assim que o centauro acabou de falar, várias pessoas voltaram a falar ao mesmo tempo. Garrett acabou ficando estático.  Ele nunca saiu do acampamento nem para passar as férias com o pai ou mãe, pois ele não se lembrava do seu passado. E agora, ele sairia em uma missão. ‘’O que eu vou fazer?’’ pensou ao dar uma leve respirada. Assim que voltou a prestar atenção na conversa, um dos jovens que estava logo à frente, perguntou quem era o responsável por aquilo.

— Macária! — Quíron afirmou em um tom sério.

Após escutar aquele nome, o garoto virou as costas para multidão que voltou a falar um atrás do outro. Ele não sabia o que fazer. Não sabia o que falar. Aquilo tudo era novo para o garoto, pois a única coisa que fazia no acampamento era treinar, treinar e treinar. ‘’Uma missão?’’ pensou espantado. Realmente aquilo o assustava bastante.


Adendos:
Observações:
Falas do Garrett | Falas dos desconhecidos | Falas do Centauro

Então, Deméter. Vamos lá
O ''sonho'' que é relatado logo no início do post, é sobre o passado do Garrett. Eu fiquei um tempo sem jogar e estou voltando agora, com isso, eu esqueci o que fazer. Então o Garrett está com uma amnésia. Esse trecho no qual citei estará fazendo parte da trama que estou desenvolvendo, não a trama completa, mas o início da sua infância.

Sobre os curandeiros: Garrett já foi curandeiro e saiu do grupo porque não postou no treino obrigatório. Por fim, ainda não encontrei uma resposta para isso, deixando o garoto revoltado. Sendo assim, pelo menos ''algumas'' perícias podem reaproveitados, creio eu. Então eu chequei só a pulsação pra não prolongar as coisas e acabar deixando o post mais confuso do que tá.

OBS: Eu to com um problema no word, pois o idioma está em inglês. Por mais que eu tente colocar o português como padrão, não vai. Isso acabou atrapalhando, então se encontrar uns erros é por conta disso e por conta do sono também. Postando de última hora, porque o meu dia vai está agitado mais tarde.

OBS²: Vc Disse pra acabar o post assim que o Quíron falasse as informações, então citei as armas.

OBS³: Citei a palavra ''missão'' no texto, não sei se fiz a coisa certa, mas querendo ou não é uma missão.
Armas:
Ainda não foi citado!
Poderes:
Error 404 moms not found.

Garrett Bardrick
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Re: Grupo 7 - Interno

Mensagem por Ivan Baltiysky em Sex 8 Abr 2016 - 15:36

State of Decay
Les Revenants — Post 001
You better run, better run, faster than my bullet

Depois de uma longa noite, não era nada inesperado que Adriel dormisse até mais tarde. O rapaz, mesmo acordando em torno de meio-dia e meia, ficou deitado em sua cama, pensando em várias coisas de sua vida. Como estaria sua família? E seus amigos? O rapaz ficava se perguntando se o rapaz que o ajudara a fugir para o acampamento estaria vivo após o ataque do ciclope. Seria algo muito difícil, mas não impossível. Ele não sentia fome e tampouco sentia vontade de ir no refeitório. Seria um saco ficar encarando os campistas, ainda mais no almoço. Uma opção para passar o tempo de tarde era o complexo de escalada. O rapaz já tinha certa experiência com escalada, então seria coisa fácil, caso ele escalasse no primeiro muro, com grau de dificuldade baixo. Ele decidiu subir em um dos últimos, alto, perfeito para causar um frio na espinha.

O rapaz não via o instrutor que deveria estar vigiando os campistas no local. "Provavelmente ele deve estar ajudando algum campista menos experiente. Não vou esperar o dia todo", ele pensou, olhando os equipamentos ali presentes. Ajustou os apetrechos em si e começou a escalar, vagarosamente. Adriel dividia olhares entre o céu e os lugares onde colocava sua mão para avançar. A escalada foi tranquila, campistas felizes e tudo o mais...
...Até o ponto onde se ouvia gritos.
Adriel ouvia gritos de várias pessoas, em conjunto, até se ouvir um estalo muito alto. Quando olhou para baixo, o rapaz viu um campista, retorcido, como se todos os ossos do corpo estivessem quebrados, deitado no chão. Mais pessoas gritavam enquanto um garoto checando os sinais vitais do indivíduo, tentando em vão salvá-lo. Adriel sabia que era tarde de mais, então apenas fechou os olhos, em sinal de luto. Após um minuto, quando abriu os olhos, o pavor foi inigualável: Sentado, estava o campista outrora falecido.
Que foi? — perguntou o jovem.
Enquanto olhares de pavor e perguntas sem respostas construíam o clima tenso no ar, o centauro Quíron apareceu do meio da multidão.
Quero que todos vocês fiquem calmos. — o centauro falava, tentando manter a própria calma — Quero todos vocês lá na Casa Grande. — concluía.

 Todos correram para a Casa Grande, tal como o centauro ordenou. Dentro do local, Quíron conversava com o campista que caiu do complexo. Enquanto a multidão, preocupada, falava várias coisas que juntas eram indecifráveis, Quíron saiu do lugar junto com o garoto, causando silêncio imediato.
Me chegou a informação de que vários semideuses estão ressuscitando por todo o país, e quero que vocês investiguem. — disse o centauro.

 Sem perder tempo, Adriel olhou para Quíron e disse:
Ressuscitando? Mas quem faria algo assim, Quíron? Quer dizer... Só os deuses poderiam, não?
Essa era a pergunta que todos queriam respostas. Quíron já tinha um palpite, mesmo que preocupado com isso.
Macária! — disse o centauro, pouco calmo.
A multidão voltava a falar, mais do que nunca. A deusa da boa morte, a única deusa "boa" da familia de Hades. O que ela tem a ver com isso? Por que ela decidiu aparecer, justo agora? Essas perguntas só seriam respondidas se Adriel partisse nessa missão.

Adendos:
OBS: Texto corrido pois fiz de última hora. No próximo vou melhorar, me desculpe.
A parte do ciclope é da trama pessoal de Adriel.
Sem armas ou poderes usados.

Thanks Tess
Ivan Baltiysky
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Re: Grupo 7 - Interno

Mensagem por Jason Hickmann em Sex 8 Abr 2016 - 19:39

Tem algo pior do que não receber presentes no natal? Sim, acordar nu em uma lareira e não se lembrar de absolutamente nada.
-

Jason abriu os olhos e então sua mente começou a captar imagens embaçadas, os olhos a muito fechados começaram a estranhar a claridade, mas aos poucos foram se adaptando. Ele podia ver o céu anil sobre sua cabeça, podia sentir leves cócegas sob suas costas e também podia sentir a sensação fria de tocar a terra macia sob seu corpo, que jazia deitado no solo, sob as árvores de algum lugar qualquer. O rapaz se sentou, sua mente parecia um turbilhão cheio de imagens confusas e vazio de memórias concretas. Jason olhou para baixou e percebeu que estava nu.
O garoto se levantou e caminhou pela floresta em que se encontrava, andou até o sol desaparecer e a escuridão se apossar do que antes fora um céu azul. Seus pés sangravam e sua gargante estava totalmente seca ansiando água, a fome também invadira o rapaz.

[…]

Depois de caminhar, sem conseguir pensar em nada concreto, apenas flashes estranhos e quase indescritíveis de um assassinato, o seu assassinato.
Enquanto andava, a floresta foi desaparecendo, o lugar qual se encontrava agora era muito mais barulhento, o garoto podia ouvir sirenes, buzinas e gritos, tudo de uma vez. As pessoas começaram a olhar para ele, pelo visto não é todo dia que veem um garoto nu, Jason ficou assustado com a atenção e sentiu vontade de fugir. Uma mulher andou até o rapaz, segurou-lhe a mão e disse: -Venha comigo,  estamos a meio quarteirão de um hospital e você para péssimo – Disse a mulher, olhando para seus pés em carne viva e seu corpo com uma provável insolação, por ficar muitas horas sob o sol quente de 35 graus sem filtro solar.
Jason seguiu a mulher, não entendia muito bem o que estava acontecendo e ainda se sentia incapaz de ter um pensamento racional.
Chegando na porta do hospital uma ânsia de vômito atingiu o garoto, ele se abaixou para vomitar, mas ao invés disso caiu e sua visão escureceu-se totalmente.

[…]

O rapaz acordou ao ouvir barulho de conversa, sua mente já havia voltado ao normal, agora ele conseguia pensar.

-Sim, ele estava saudável, pelo que pude ver se alimentou ontem e tem todas as enzimas necessárias no corpo, porém esta desidratado e o sol danificou sua pele, mas nada muito preocupante – Respondeu uma voz, era a voz de um homem e Jason rapidamente percebeu que era um médico.

-Mas ele não falou nada, e parecia não estar entendendo o que estava acontecendo a sua volta, tomo que se não tivesse sido eu a encontrá-lo poderiam abusar dele, sabe como estão as ruas hoje em dia, não é?– Perguntou uma voz feminina.

-Falando nisso, ele parece sofrer de estresse pós-traumático, algo muito ruim deve ter ocorrido com ele, você mencionou que ele estava sem memória? - Questionou o médico.

Uma porta se fechou e Jason não pode ouvir mais da conversa, e depois de alguns minutos contemplando o vazio ele voltou a dormir.
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Re: Grupo 7 - Interno

Mensagem por 127-ExStaff em Dom 10 Abr 2016 - 13:29


Les Revenants



Infrutífero - Segundo Turno

Se eles não precisavam se encontrar, então as Parcas fizeram com que sim. Coincidentemente, ali estavam os três: no mesmo instante sobre a Colina, prontos para saírem e buscarem pistas sobre os tais revenantes. Só lhes restava saber se as velhas senhoras também ajudariam nessa tarefa.

Em uma realidade paralela a desses jovens heróis, Jason precisava se mexer — literalmente. Ele acordou ainda um pouco grogue na desconfortável maca daquele hospital assim que os médicos saíram do seu leito, certo de que aquele não era o seu lugar. Estranhamente inquieto, ele precisava, urgentemente, sair da Virgínia. E mais do que isso, ele precisava chegar à cidade que via em um de seus flashs: Pitsburgo, Pensilvânia.


Pontos obrigatórios

Sadie, Adriel, Garrett

Δ Já sabendo que sairão em missão, preparem-se: peguem armas, itens, mascotes e o que mais precisarem, devendo narrar isso detalhadamente, assim como as sensações que experimentavam desde a revelação de Macária até o momento;

Δ Vocês se encontrarão na Colina, por algum motivo estando a sós — mais nenhum semideus estava por ali, tendo sido vocês rápidos ou devagar demais. Conversem rapidamente e, por algum motivo, decidam ir juntos nessa busca, podendo focar na diferença de experiência que têm ou qualquer outra coisa que acharem necessário;

Δ Decidam começar a busca por qualquer cidade, desde que não seja nas proximidades da Virgínia ou de Pensilvânia. Vocês se dividirão ao chegarem na cidade, buscando cada um em pelo menos dois locais diferentes para economizarem tempo. Sejam criativos, buscando em locais que semideuses poderiam estar, principalmente os revenantes;

Δ Tendo marcado de se encontrar depois da busca, relatem esse encontro, revelando que as buscas não deram frutos. Relatem para os outros onde e como buscaram, revelando detalhes, na possibilidade de terem deixado passar algo — mas, mesmo assim, a busca será infrutífera.


Jason Hickmann

Δ Relate uma introdução de acordo com o que eu narrei, aprofundando-se na narração — nada de coisas rasas. Aproveite para deixar suas impressões sobre o fato de ter acordado nu e estar sendo tratado no hospital;

Δ Consiga uma forma de sair do hospital sem que ninguém te persiga, ou pelo menos que você não seja pego. Consiga roupas — uma vez que só tem as do hospital — e busque uma forma de ir para a Pensilvânia;

Δ Conseguindo essa forma de ir, narre como teve dinheiro para tal, uma vez que você também não tinha ido. Finalize a narração descrevendo parte do percurso, que é pelo menos a saída da Virgínia.


Orientações de postagem & informações

Δ Não utilize cores cegantes e/ou templates que dificultem a leitura, tendo estes uma largura mínima de 400px;
Δ Poderes (com nível, separados por ativo e passivo) e armas em spoiler;
Δ Condições dos personagens valendo pelas do post de abertura;
Δ Agradeço se o último a postar me enviar uma mensagem privada para agilizar a continuação;
Δ Prazo de postagem de 7 dias. Ele não poderá ser ampliado, e quanto mais rápido você postar, mais rápido acaba. Boa sorte!

Créditos à ♦ Eos pela base do turno, editada por mim


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Re: Grupo 7 - Interno

Mensagem por Sadie Bronwen em Dom 17 Abr 2016 - 4:53

Quíron passou poucos detalhes — aparentemente, mesmo o centauro estava confuso. O fato é que precisavam encontrar os semideuses em questão. Como fazer isso era o problema, já que não foi dado nenhum direcionamento claro a ninguém, apenas a orientação para que evitassem fazer isso sozinhos. O centauro indicou também que deixassem as buscas para os mais experientes, por mais empolgação que muitos novatos tivessem. E não deviam ser os únicos: a maioria se apressou para juntar suas coisas e cair na estrada. Sadie, por outro lado, encarava Quíiron com um misto de  dúvida e descrença: estavam todos perdendo a noção por ali? O que ele esperava que fizesse? Adivinhação ainda não era a sua  área.

— E saímos assim? Alguma pista?

Quíron retribui seu olhar com uma expressão cansada.

— Nada além. Se quiser conversar com um dos nossos "retornados"...

Sadie olhou para os semideuses em questão, que ainda  mantinham o ar assustado. Um deles parecia um pouco mais resoluto, mas ela duvidava que arrancasse dele qualquer coisa além do que ele próprio já não tivesse revelado. A garota balançou a cabeça em negativa e deu às costas, se retirando do local.

Pensou primeiro no que precisaria caso saísse do Acampamento: Os itens de reclamação eram de praxe, afinal, eram suas armas básicas. O escudo era um velho companheiro, por mais simples que fosse. Trocou o tênis comum pelos coturnos - sempre úteis - e a lente já estava consigo. O amuleto foi para o pescoço, acompanhando os outros colares, e a faca em uma bainha no tornozelo. Tinha alguns pequenos frascos de poções, e lembrou-se de colocá-los no bolso do casaco para o caso de alguma emergência, junto com algumas quinquilharias úteis. Estava quase saindo quando se lembrou do anel, que se encaixava perfeitamente.

Convocou os fantasmas ali: o clima do chalé ajudava, e sabia que fazer isso ao ar livre sempre chamava certa atenção, além de deixar as outras pessoas desconfortáveis. As palavras em si não importavam muito, então murmurou-as, apenas para cumprir o protocolo, uma vez que a intenção era o primordial. A névoa do local logo se condensou, tomando vida e forma quando as almas surgiram.

— Senhora?

Mesmo que os controlasse e aquilo fizesse parte de si, sempre sentia um arrepio ao lidar com eles, além de sentir que não era certo apenas chamá-los assim, por mais necessário que fosse.

— Preciso de ajuda... Vocês, do outro lado, sentiram algo incomum?

A troca de olhares entre as criaturas lhe disse o que precisava saber.

— Apenas a energia, senhora... Ela passou por nós, veio... De mais além...

Sadie acenou. Tinha sentido: Macária não lidava com fantasmas. Pelo pouco que sabia, era quem regia  os espíritos que iam para os Elíseos. Uma lembrança, como uma estocada, a deixou sem fôlego: Lizzy! Lizzy estaria de volta? Era uma filha de Afrodite, mas se Macária estivesse trazendo almas valorozas, era uma possibilidade... Ou ela era igualmente egoísta, e estava apenas trazendo seus próprios filhos ao jogo? Ou ainda: Macária tinha filhos? A mitologia era cheia de deuses, e os chalés decerto eram bem mais limitados. Mas agora, tinha um motivo a mais para procurar, e não ficaria parada. Foi tomada por uma súbita ansiedade, um sentimento de urgência, se movendo de um lado a outro pelo local enquanto os fantasmas continuavam.

— As passagens... Não foram tocadas, mas sentimos uma perturbação. Não é longe daqui.

Os fantasmas se alternavam nas respostas.

— White Plains foi a perturbação mais próxima...

Sadie suspirou. Precisava de um mapa e de um transporte. Nightmare ou Ripper? O cão iria mais rápido, mas havia a chance de acabar assustando alguém. Tudo no fim dependeria da distância.

— Obrigada. Podem retornar.

Revisou seus equipamentos, pegando uma muda de roupa, dracmas e algum dinheiro extra, já que não sabia quanto tempo mais ficaria fora. Sua próxima parada foi a biblioteca. Conseguir um mapa não foi complicado, levando uma cópia consigo. Tendo decidido pelo pégaso, o estábulo seria o próximo ponto. Os animais estavam mais agitados do que o comum, mas provavelmente isso era pela movimentação dos campistas.

Acabou demorando mais do que previa ali, mas ainda não estava tão habituada aos equipamentos, repassando mentalmente os passos ao menos duas vezes: não queria correr o risco de cair da cela em meio a viagem. De qualquer forma, pelo que viu do mapa, White Plains ficava a cerca de 11 Km, o que levaria não mais do que vinte minutos. Além disso, diferente da maioria, ela ao menos tinha noção de alguma direção a seguir. Guardou suas coisas nos alforjes, de modo que tudo ficasse acomodado sem atrapalhar a viagem, montando no pégaso e guiando-o em direção à colina.

Não esperava encontrar mais ninguém lá, mas pelo visto não era a única retardatária: um garoto mais novo aparentando uns 13 ou 14 anos estava se arrumando no local, pensativo, com um pégaso. Não conseguiu identificar nenhuma aura nele — um indefinido?

— Partindo para a missão?

Ele tentava puxar assunto, simpático, mas Sadie nunca foi de muitas palavras, apenas acenando em resposta e voltando a ignorá-lo. Já ia cruzar a barreira quando ele a chamou de novo.

— Espere... Tem alguma pista? Quíron e os semideuses não souberam indicar nada. O Acampamento me emprestou o transporte, mas fica complicado sem saber para onde seguir...

Ela não era tão egoísta assim, por mais que preferisse seguir sozinha.

— White Plains, 11 Km a noroeste. Nenhuma certeza, mas como é a única coisa que tenho...

Deu de ombros, indicando que estava tão perdida quanto, e sua intenção era simplesmente partir e deixar o garoto seguir seu caminho, mas ele engajou-se em como poderia ser útil, despejando sua experiência como semideus e ex-curandeiro. Provavelmente, daria mais trabalho dissuadi-lo do que apenas aceitar.

— Que seja. Só espero que saiba se virar sozinho. E o mesmo vale para você. Se pretende ir conosco, pare de se esconder.

Seus sentidos haviam alertado sobre a presença dele, que acabou ficando assustado ao ser descoberto dessa forma. O segundo garoto também trazia um pégaso, e apesar da expressão decidida sua postura estava longe de ser intimidadora. Sadie via a aura dele: fraco, provavelmente um novato, filho de Hefesto. Apesar da pose, uma coisa era certa: ela não ficaria omissa, deixando os dois perdidos por aí; não fazia seu estilo. Odiava bancar a babá, mas não se perdoaria se simplesmente permitisse que corressem riscos sozinhos - mesmo que jurasse de pés juntos não se importar.

— Espero que estejam equipados, não duvido que não será nada fácil.

Ainda tiveram alguns momentos de interação, a apresentação básica (Garrett, indefinido e Adriel, de Hefesto), que Sadie respondeu como de praxe: dizendo seu nome, sua filiação com a senhora dos fantasmas e ignorando qualquer contato físico.

Saíram em formação, com Sadie seguindo um pouco à frente, por já ter verificado o mapa. O percurso durou o esperado, sem nenhum problema, para a sorte dos três,  que se mantiveram em uma altura elevada não chamaram atenção no trajeto.

A questão maior era pousar na cidade sem despertar a atenção: mesmo com a demora entre todas as informações  de Quíron, a arrumação e a viagem, ainda eram cerca de 16h30, o que facilitaria que fossem vistos, por mais que só os deuses soubessem de que forma a névoa natural afetaria a percepção dos mortais.

— Fiquem próximos, vamos descer naquele terraço.

Sadie conseguia controlar sua própria visibilidade, e a de Nightmare. Ocultar os garotos era um pouco mais complicado. Enrolou as rédeas no braço e apertou mais as pernas ao redor do animal, tentando se manter firme enquanto se concentrava. O olhar púrpuro logo denotava o uso de uma força maior: mágika*.

— Que as névoas ocultem o que não deve ser contemplado por olhos mortais.

Confiante no seu poder, guiou seu pégaso, sendo seguida pelos dois garotos. Assim que estavam no solo, desmontou, conversando com os animais.

— Hey, garotos. Podem voltar para nos buscar aqui mais tarde? Darei um sinal... E terei doces.

Talvez os semideuses estranhassem, mas Sadie não se importava, falando com os equinos na esperança de diminuir seu trabalho. Seria constrangedor deixá-los amarrados ali, à merce de qualquer mortal. Deu um tapinha nas ancas de Nightmare, vendo ele se afastar com os outros pégasos e parte do seu equipamento — como o escudo, complicado de se carregar na cidade. Virou-se para Garrett e Adriel.

— Quanto a vocês... Bom, minhas pistas  não ajudam muito, só sei da cidade como algo geral.

Os semideuses sugeriram então uma divisão de tarefas: poderiam cobrir a cidade com facilidade. Além disso, teriam menos chances de atrair algo mitológico se andassem sozinhos. Fazer isso a pé demoraria mais mas evitaria despertar a curiosidade mortal. Sadie assentiu. Podiam ser novatos (e até confiantes demais) mas conseguiam raciocinar. Estendeu o mapa à frente deles, apontando os locais principais.

— Eu fico com o cemitério por motivos óbvios, e se o revenante for da cidade talvez busque seu túmulo como uma forma de "resgate"... e a estação de trem. Para quem não tem muitos recursos, deve ser a forma mais prática de viajar por aqui...

Garrett ficou com o hospital central, dado seu conhecimento médico e igrejas, que poderiam atrair revenantes religiosos que não soubessem de sua origem mitológica; enquanto Adriel ficou com delegacias, buscando eventos estranhos na cidade, e praças, já que algum revenante podia ficar vagando sem rumo pela cidade.

A divisão de tarefas foi rápida, bem como a decisão do horário de retorno: 23h. Guardando o mapa na jaqueta, voltou a comandar o trio.

— Toquem meu ombro!

Utilizando seus poderes, Sadie tirou a todos na forma etérea, ainda que o lugar que estivessem fosse calmo: a biblioteca municipal. Isso facilitaria no retorno, uma vez que não é o tipo de lugar com uma segurança muito reforçada, e que era um ponto de referência.

Antes de chegarem ao lado de fora, enquanto ainda estavam entre as estantes, desfez o poder, permitindo que os três saíssem discretamente do prédio. Deixou que cada um tomasse seu caminho. O dela, seria o cemitério. Pelo mapa, existiam dois na cidade, o que não era uma surpresa: um mais antigo, provavelmente da época da fundação do povoado, e um mais novo, que deve ter se tornado o principal depois que a cidade cresceu. Nenhuma novidade até aí: era assim em grande parte das cidades. O mais próximo era o central, e foi para onde se dirigiu.

Não foi complicado achar o caminho, e o local cumpria com as expectativas: tumbas bem cuidadas, criptas limpas, flores, vasos e silêncio. Era irônico também que um local que perturbasse tanta gente a deixava à vontade, mas era mais um dos dons de sua mãe — ou talvez apenas certa personalidade mórbida, ela não saberia dizer.

O local estava vazio, exceto pelas almas de praxe. Não haviam tantas: diferente do que a maioria das pessoas pensava, os espíritos tinham uma tendência maior a ficar no local de sua morte do que onde o corpo estava localizado. Ainda assim, gastou algumas horas andando entre os caminhos labirínticos e falando com os espíritos locais — alguns de bom grado, sedentos de atenção, outros, por ameaça e coação, ainda que não tenha precisado usar de seus poderes de controle. O resultado foi nulo.

No segundo cemitério, o clima era um pouco mais lúgubre: o lugar havia sido literalmente abandonado. Já anoitecia, tornando a movimentação espiritual mais constante, mas os espíritos não costumavam se aproximar dela, de qualquer modo. Já era cerca de 19h quando um homens e aproximou. O corpo encurvado, mas o andar ágil, e as rugas no rosto que já não era novo. Ele andava habilmente por entre os túmulos, com uma familiaridade que não deixava dúvidas sobre sua função: o coveiro.

— Já vamos fechar, mocinha!

Sadie acenou. Não queria chamar atenção nem se engajar em uma conversa, mas o homem parecia não se importar de ter alguém com quem falar.

— Procurando um nome em específico? Se for o caso posso te indicar, e aguardar uns minutinhos a mais.

— Não... Só estava olhando mesmo.

O coveiro parou, arrumando um vaso que estava caído.

— Os mortos aqui não recebem muitas visitas, dona. Desde que o cemitério novo foi criado, são poucos os que ainda vem para essas bandas. Só silêncio e abandono por aqui...

Sadie aproveitou o gancho.

— Então, ninguém andou visitando os mortos estes dias?

Ele deu de ombros.

— Nada fora do comum. E por quê viriam? As pessoas querem viver, dona. Para maioria delas, isso aqui é algo muito distante. É difícil que se aproximem ou que pensem nisso até serem surpreendidos. Acham que a vida dura para sempre, mas a verdade é que a morte é uma filha da puta caprichosa, não é? Na verdade, as duas são, morte e vida. Tá vendo aquele túmulo ali? — Sadie seguia a indicação com o olhar. — Quase foi prefeito da cidade. Um dia depois de ser eleito, teve um infarto e veio parar aqui. Aquele outro tava seguindo os passos da família. Harvard, futuro brilhante. Esqueceu de olhar para os dois lados na hora de atravessar. Hoje nem se lembram dele.

Sadie deu de ombros.

— Ninguém se lembra dos mortos, de qualquer forma.

O coveiro concordou, afastando-se.

— Fechamos em 10 minutos.

A semideusa ainda ficou encarando um dos túmulos alguns minutos, lendo o nome sem prestar verdadeira atenção. Suspirou, enfadada, saindo a passos lentos. Era mais um ponto que não tinha levado a lugar nenhum. Esperava mais sorte no próximo local.

A estação ferroviária era o extremo oposto dos dois cemitérios, com seu burburinho e movimento, ainda que talvez as pessoas ali não vivessem de verdade, apenas fizessem barulho. Sadie duvidava que qualquer um preso à relógios e agendas tivesse uma vida "real".

Ali, o espaço era grande demais para ser coberto apenas andando — seria simplesmente improdutivo. Esgueirando-se para os banheiros, chamou seus velhos amigos mais uma vez, dentro da cabine de um dos sanitários.

— Que a passagem para o submundo se abra, permitindo que retornem. Venham me servir!

Dessa vez, privilegiou fantasmas que pudessem caçar seu alvo: 3 cães infernais e 4 humanóides.

— Achem quem está provocando as perturbações além do véu e o tragam a mim.

Assim que os espíritos se dispersaram, Sadie saiu da cabine, apenas para encontrar uma senhora de olhos arregalados, alternando o olhar entre o espelho e a garota.

"Mas que..."

— Uhn... Peça de teatro. Sou péssima para decorar as falas, tenho que ficar repetindo o tempo todo...

A expressão passou de assustada para aliviada, e Sadie, prevendo outra conversa estranha, acenou e saiu rapidamente antes que não tivesse opção.

Ela passou as outras horas vagando pelo local, buscando qualquer sinal, sem resultado. Não sentiu nenhum resquício espiritual além do comum, não viu ninguém perdido. As invocações tampouco captaram qualquer rastro útil. Nada, apenas horas desperdiçadas.

Voltou para a biblioteca, mas não subiu ao terraço, esperando os garotos sentada no banco da praça em frente ao prédio, um pacote de jujubas nas mãos e outro no bolso, como havia  prometido a Nightmare. Não precisava de muito para ver que ninguém tinha conseguido qualquer coisa: o rosto cansado deles denotava a busca vazia. Da sua parte, foi despejando o que tinha realizado:

— Passei nos dois cemitérios da cidade. Em nenhum deles as almas sabiam de nada, ainda que tenham sentido o mesmo distúrbio. No segundo, o coveiro só queria contar a história da vida de quem estava enterrado, mas ao menos me informou de que não viu ninguém estranho vagando por lá. — Espreguiçou-se no banco. — Para verificar a estação pedi a alguns fantasmas que me ajudassem, para cobrir um espaço maior, e mesmo sendo um pouco mais "avançados" que espíritos que vagam por aqui, também não deu resultado. E vocês?

Sadie ouviu com calma o que tinham a relatar, comendo as jujubas que havia trazido, mas sua suposição de uma busca vazia era verdadeira: se houvesse algo na cidade, estava bem escondido, ou já tinha saído dali. Parecia que voltariam ao Acampamento sem nada. Recostou-se, olhando o céu, escuro e estrelado, falando mais consigo mesma do que com os semideuses que a acompanhavam, amassando o pacotinho de balas vazio na mão.

— E o que faremos agora?

Notas importantes:
Primeiro, sobre algumas questões do texto:

Mágika foi escrito assim como uma referência ao RPG Mago, da White Wolf, que coloca a magia como uma força, capaz de ser manipulada por aqueles "despertos" que tem conhecimento e poder para tal. Como Sadie é feiticeira, foi só um frufru básico. No mais, acho que dessa vez não tem muito o que falar do texto. Só a parte da busca, dividi entre descrever a busca e narrar os resultados, deixando algo meio a meio entre os dois tópicos, ou acabaria ficando incoerente, caso pulasse para a descrição, ou repetitivo, se excedesse demais. Espero ter sido "no ponto".

Do tempo de viagem: um cavalo normal galoparia a cerca de 40 Km/ h. Considerando um pégaso com essa habilidade de vôo, foi uma estimativa aproximada.

Dos itens: Já foi pedido adequação há meses, mas esqueceram de atualizar. Qualquer dúvida, favor entrar em contato.

Sobre legenda: Sadie de verdinho, com pensamentos em itálico entre aspas e fala verdinho comum; NPCs importantes de branco (Quíron e os semideuses do grupo) e aleatórios apenas de negrito. Espero que não tenha ficado cansativo de ler e que as cores não atrapalhem.

Dúvidas e afins, estou à disposição.

Grata pela leitura e atenção!

Itens:
Faca [Sua lâmina bronzeada mede cerca de 24 cm, e seu cabo tem o mesmo comprimento padrão. É bastante afiada e é perfeita para ataque ágeis e rápidos. O bom desta arma é sua eficiência tanto para mãos hábeis quanto para manuseios mais inexperientes, pois é uma arma curta, fácil de esconder e ao mesmo tempo fácil de manusear. Seu punho é feito de aço, mas uma camada de couro escuro cobre o aço para que o usuário possa segurá-la firmemente. Na parte inferior da lâmina, próxima ao cabo, há entalhado as siglas do Acampamento "CHB"; uma propriedade que só os meio-sangues e criaturas místicas podem ter e usar (ajuda um pouco na destreza)] {Bronze, aço e couro} (Nível mínimo: 1) {Nenhum elemento} [Recebimento: Administração; item inscrição padrão do fórum] - Em uma bainha no tornozelo

{Elo de Ares} [Esse anel foi feito a partir de uma peça da lança do deus da guerra. Seu uso possibilita ao semi-deus transformar qualquer arma que esteja segurando em outra arma qualquer, além de lhe oferecer as perícias mínimas para seu manuseio. Armas de longa distância terão a munição criada magicamente. Não adiciona atributos a nenhuma arma, considerando apenas os atributos já presentes na arma original, e se aplica somente a uma arma por vez. Não pode ser roubado ou perdido, sempre retornando de alguma forma à Sadie] - Usando na mão direita.

{Soul} / Colar [Um colar feito de prata com um pingente metálico em uma forma abstrata, algo como um "borrão" ou uma "mancha".  Quando ativado, permite que o semideus assuma a forma etérea. Contudo, ele só pode ficar nesta forma 5 turnos por missão, seja de forma contínua ou não - ou seja, ele pode gastar os 5 turnos seguidos ou dividir a utilização, mas a soma do uso não pode exceder o tempo máximo por missão] {Prata} (Nível Mínimo: 1) {Controle etéreo} [Recebimento: Presente de Reclamação de Melinoe] - No pescoço, utilizando 1 turno para sair do terraço.

{Legion}/ Anel [Anel prateado. Olhando de perto seus detalhes lembram ossos justapostos, como se o anel fosse feito de pequenas peças até tomar seu formato. O anel suga a alma/ energia dos oponentes derrotados em combate (mortos ou destruídos pelo filho de Melinoe - ele deve ser o último a golpear o oponente para fazer efeito. Essa essência pode ser usada futuramente na ativação de certos poderes, como "Ectofagia" e "Acessar memória", respeitando os limites dos poderes. Adicionalmente, o semideus pode escolher gastar o poder de uma alma capturada - consumindo-a no processo - e ganhando um aumento de suas características de 15%, por 3 turnos. Isso afeta força física, esquiva e potência/ chance de acerto de ataque, mas não a duração dos poderes, ainda que o dano seja alterado. Apenas uma alma pode ser consumida desta forma por missão. Uma vez por missão o anel pode manipular a energia espiritual do próprio semideus, fazendo com que recupere 20 HP sem custos adicionais ou qualquer perda.] {Bronze sagrado}(Nível Mínimo: 1) {Controle de almas. Almas coletadas: -} [Recebimento: Presente de Reclamação de Melinoe] - Mão esquerda.

{Hollow}/ Escudo Grande [Escudo de bronze sagrado, com ganchos para uma corrente, de forma a prendê-la de duas maneiras diferentes.Pelo centro, com a corrente saindo por um lado do escudo,ficando uma única extremidade solta, ou pela lateral, deixando uma ponta livre de cada lado para o ataque. Os ganchos tem travas de segurança internas, de modo que a corrente possa ser presa ou solta de acordo com a vontade do usuário, mas não se soltasse com o tranco ou puxão de um oponente; o escudo também possui uma fivela para prendê-lo ao braço do usuário, dando um suporte maior, não escapando facilmente da mão a menos que a braçadeira do mesmo seja danificada de alguma forma. Tem uma cabeça de dragão esculpida na frente, e escamas nas laterais.]{Θ} {Bronze sagrado} {Sem elementos} (Nível mínimo: 1) [Adquirido nas forjas] - Carregando, mas deixado no pégaso.

{Agony} / Corrente [Corrente com cravos. É feita de bronze sagrado mas sua coloração é desgastada, como se fosse velha e corroída. A corrente possui 3m de comprimento, e apesar do tamanho pode ser facilmente manuseada pelos filhos da deusa do fantasma.  Transforma-se em uma braçadeira com spikes no nível 20. A corrente de Sadie foi modificada, possuindo os cravos em tamanho maior e afiados, provocando mais dano do que de uma corrente comum. Além disso, suas extremidades possuem pontas afiadas,como pequenas adagas.Na lateral de cada extremidade, há ganchos, que podem ser ativados sem custo, por pressão, para auxiliar em ações de aprisionamento, para enlaçar o alvo, desarme ou para auxiliar em uma escalada.[Melhorado por Pio]{Θ} {Bronze Sagrado} (Nível Mínimo: 5) [Recebimento: Presente de Reclamação de Melinoe] - No braço esquerdo.

{Calçados Alados} [Calçados mágicos que podem virar o calçado que Sadie quiser. Sempre terá um par de asas, inquebráveis, na parte dos calcanhares. Impossíveis de serem roubados ou perdidos, a filha de Melinoe pode voar com eles mesmo sem experiência, pois eles ajudam-a][Presente de Hermes por Criação de Poderes] - Pés.

{Aura}/ Amuleto do Espectro [Amuleto de prata do pandemônio. É um colar com o símbolod e um "ank" como pingente. Quando ativado, permite ao usuário utilizar a forma etérea. Diferente dos itens comuns, não há limitação de turnos. Este item não pode ser vendido ou doado, sendo necessário ao uso do poder especial, e está sujeito à mudança de descrição de uso de acordo com a edição dos poderes.] (Nívem mínimo: 25)[Presente de Melinoe, para Poder Especial, adquirido através da Missão "Pursuit" em 2012] - Utilizando, no pescoço.

{Lentes do Auspício} / Lentes [Parecem um par de lente de contato comuns, incolores, mas quando colocadas permitem ao usuário identificar as auras daqueles dentro do seu campo de visão. Com isso, pode-se identificar pessoas comuns de monstros ou semi-deuses, tendo também o sentido do seu nível de poder, de acordo com a intensidade da aura, mesmo sem definir suas habilidades, apenas o conhecimento de nível de força. No caso dos semi-deuses, identifica também o deus que lhes deu a benção, seja seu pai/mãe divino ou patrono do grupo, ou os dois nos casos em que se aplicam. Não exige ativação, funcionando constantemente, mas a cada utilização precisa de 6h de descanso, semelhante a uma lente comum. Possuem um estojo específico, cujo líquido de limpeza sempre se regenera, mantendo as lentes em perfeto estado para uso. Para fins de resistência (como bloqueios de auras), em casos que se aplicam, deve-se sempre considerar o nível do usuário.] {Material gelatinoso} (Nível mínimo: 5) {Sem elemento} [Recebimento: Missão Pursuit] - Utilizando, já estava com a personagem no turno anterior, por isso não foi narrada a colocação. Através dela que Sadie viu a filiação e nível do poder dos garotos - sua impressão de que eram mais "fracos" se baseia nas informações recebidas pelo item.

{Protego}/ Relíquia Mágica [Colar simples e leve, podendo ser levado e escondido em qualquer lugar. A corrente é de prata, e cintila com um brilho negro à luz da Lua. Seu pingente é em forma de pentagrama, e é feito de diamante. Duas vezes por missão e durante 2 rodadas, tendo no mínimo uma rodada de intervalo cria uma barreira mágica de cor roxa, esta cobre todo o feiticeiro. Protege contra ataques mágicos – principalmente - e ataques a longa distancia – lanças, bumerangues, correntes, flechas etc.; ataques diretos não são repelidos.][Prata; Diamante;] (Item de Feiticeira) {Controle Mágico} [Presente de Reclamação por Circe (♀)] - Mais um badulaque no pescoço.

{Scale}/ Colar da hidra [Colar feito de couro entrelaçado com um pingente de escama reptiliana. Ao ser ativado duas vezes por missão, o item fornece ao usuário a capacidade de emitir uma rajada de ácido, como um sopro, pela boca, em linha reta e com alcance de 9m. Além do dano inicial, o alvo ainda perde mais 10 HP por turno durante o mesmo período, não cumulativos - ambos os danos, tanto inicial quanto secundário, afetando também seus itens. Três ativações por evento. Para fins de resistência, os poderes desse item equivalem ao nível 91. (Nível mínimo 91) {Material: couro e escamas} [Ganho como recompensa pelo evento "O levante"] - Outro colarzinho.

{Reptilian pulse}/ Braçadeira escamosa [Feita de escamas reptilianas resistentes e em padrão multicolorido, ao ser ativada esta braçadeira fornece uma espécie de regeneração - não chegando a recuperar vida, mas impedindo danos constantes, como efeitos de sangramento ou corrosão (apenas no semideus, não em itens). Não afeta dano de envenenamento, e nem recupera dano já tomado, apenas impede a persistência de um efeito. Dura 3 turnos, 1 vez por evento. (Nível mínimo: 07) {Material: Escamas multicoloridas} [Ganho como recompensa pelo evento "O levante"] - Braço direito.

Suco de abóbora - Em um frasco entalhado com caretas, uma dose desse suco recupera 5% da MP de quem o beber. Efeitos de várias doses não são cumulativos. 1 dose por frasco. Uso único, devendo ser retirado do arsenal após o uso. - Bolso do casaco

Cérebro de goma - Gelatina em formato de cérebro. Quando consumida, recupera 5% da HP do alvo. Efeitos não cumulativos. Uso único, devendo ser retirado do arsenal após o uso. - Bolso do casaco

Garrafa de névoa - Pequeno item que, quando quebrado, libera uma névoa densa, não mágica, capaz de ocultar uma pessoa mediana ou ocupando uma área aproximadamente cúbica de 2m de lado. A névoa se dissipa em apenas uma rodada, mas pode ser usada de forma defensiva, para se ocultar, ou para tentar atrapalhar a visão de um oponente. Uso único, devendo ser retirado do arsenal após o uso.   - No pégaso

Casulo de Aranha - Este pequeno casulo de teias é na verdade uma bomba que pode ser atirada a até 3m de distância, prendendo os pés de um único oponente pelo turno seguinte, desde que ele esteja no local da explosão. Seu raio é pequeno, não se expandindo o suficiente para afetar mais de uma pessoa. Não impede a movimentação do tronco e membros superiores. Uso único, devendo ser retirado do arsenal após o uso.   - Bolso do casaco

Elixir da Vida (forte) [Frasco de vidro com cerca de 150ml de um líquido de uma cor verde claro, nebulosa. De gosto cítrico mas ainda adocicado, quando ingerido é capaz de restaurar a vitalidade de um alvo, sendo que a dose deve ser totalmente consumida no processo para que faça efeito - sendo então retirada do arsenal. Recupera 60HP de um único alvo.] (Quantidade: 1) [Comprado na loja]   - Bolso do casaco

Elixir da Vida (divino) [Frasco de vidro com cerca de 150ml de um líquido de uma cor verde, mas escura, beirando o verde musgo, nebulosa. De gosto cítrico mas ainda adocicado, ainda que mais pungente, lembrando uma mistura de menta e limão, quando ingerido é capaz de restaurar a vitalidade de um alvo, sendo que a dose deve ser totalmente consumida no processo para que faça efeito - sendo então retirada do arsenal. Recupera 200HP de um único alvo.] (Quantidade: 1) [Comprado na loja] - No pégaso

Poderes e Habilidades:

Passivos

Passivos de Melinoe.

Mediunidade [Nível 1]
Mediunidade é a habilidade de ver e se comunicar com fantasmas. Sim, você pode se comunicar com fantasmas mesmo sem estar no mundo inferior. - Utilizado em todas as conversas com fantasmas.

Extensão Tátil [Nível 2 – Forma Etérea]
Quando você assume a Forma Etérea, tudo o que estiver fisicamente em contato com você também ficará. Porém, ao perder o contato físico, aqueles que não tem capacidade de ficar na Forma Etérea voltarão ao normal. - Utilizado para sair do Terraço. A forma etérea foi o uso de 1 turno do colar de reclamação, no caso.

Controle de Visibilidade [Nível 4 – Forma Etérea]
Enquanto estiver na forma etérea poderá controlar a sua visibilidade, ou seja, se você quer ficar completamente invisível ou ser pelo menos um contorno ara que as pessoas possam te ver. - Utilizado ao sair do terraço.

Essência Fantasmagórica [Nível 5]
Poderá saber, através da essência fantasmagórica de um ser, onde está qualquer ser que queria saber. Lembrando que nos níveis mais baixo, poderá sentir somente as essências por perto. - Notando a presença do Adriel.

Voar [Nível 8 – Forma Etérea]
Ao atingir esse nível, os filhos de Melinoe terão a habilidade de voar sem esforço algum. - Com a forma etérea no terraço.

Anti-Espectro [Nível 9]
Sua aura emite sinais que impedem qualquer fantasma se aproximar em uma área de até 5m de você. Conforme o seu nível cresce a área também cresce, aumentando 1m por nível. Pode ser "desligada" se assim desejar.[Modificado] - Citação indireta no texto, apenas para indicar que os fantasmas eram intimidados por Sadie.

Poder Espiritual [Nível 18]
Seu poder espiritual é muito elevado, portanto terá facilidade em realizar magias e gastará menos energia para realizá-las. Magias de drenagem e enfraquecimento não funcionarão em você. - Redução do gasto de poderes.

Manipulação da Névoa [Nível 40]
Terás um controle muito bom da névoa. Poderás enganar semideuses, monstros e, com um pouco de esforço, enganar temporariamente uma divindade. - Em conjunto com o ativo dos Feiticeiros, ocultando o pouso no terraço.

Passivo de Feiticeiros

• Maestria com a magia: Por serem feiticeiros de Circe, vocês sofreram menos perda de MP do que o normal ao usarem algum poder. [ New] - Menos gasto no uso de poderes.

Nível 17
• Sexto sentido.O feiticeiro é um ser extremamente sensorial, e tudo isso é graças ao sexto sentido, que os permite antecipar em pequenas escalas algo que irá acontecer em um futuro próximo, orientar-se em locais de pouca ou nenhuma visão usando os olhos da alma, ou servindo-lhe como um faro aguçado - usado para identificar ambientes e outros seres -, porém com mais exatidão, por tratar-se de uma extensão psíquica da mente do indivíduo.
Obs: Quando em uso, o narrador terá de dar dicas aos feiticeiros a depender das condições da atividade que este estiver executando. [ New] - Seria responsável, junto com o passivo de Melinoe, pela percepção da presença do Adriel na colina.

Nível 27
• Intercomunicação. Por viver na ilha de Circe e cercados por todos os tipos de animais exóticos que a volteiam, você nesse nível poderá compreendê-los com maestria e reproduzir sem grandes dificuldades seus sons, podendo confundir os seus oponentes, ou mesmo dar ordens aos animais normais.[ New] - Usado para falar com os pégasos

Ativos

Ativos de Melinoe

Invocar Fantasmas {Iniciante} [Nível 5]
Poderá invocar almas que vagam pelo mundo dos vivos. O número de almas é relativamente pequeno, portanto apenas dois fantasmas no máximo aparecerão. - No chalé, para conseguir informações.

Invocar Fantasmas {Avançado} [Nível 25]
Poderá invocar até sete fantasmas diretamente do mundo inferior. Além do mais, poderá pegar fantasmas como animais e monstros. - No banheiro da estação ferroviária.

Ativos de Feiticeiro

Nível 35
• Mystiokinesis ou manipulação da névoa é a habilidade de controlar uma forma natural de energia, também conhecido como magia. Por exemplo: a criação de neve, mudando o clima, transformando as pessoas em outros animais, etc. Assim, dando-lhe controle sobre quase tudo. A magia é uma força muito complexa e perigosa, uma vez que dá o controle das energias naturais, a fim de produzir uma mudança positiva, mas também poderia ser usado para fins malignos. Sendo assim, adquire o controle da névoa podendo deixar seres humanos, semideuses e os próprios monstros enuviados com efeitos que muitos conhecem por magia. Esse poder te dá uma ampla capacidade de criar magias para determinadas necessidades, algumas já são específicas nos poderes ativos, estas não. Você é quem cria a magia, desde que ela seja coerente com o nível em que se encontra.  - Em conjunto com o passivo de Melinoe, para ocultar o pouso no terraço.

O gasto normal seria de 20 + 100 + 140 = 260 MP. Contudo, caso se apliquem os passivos, isso seria reduzido (modificando o custo de x4 para x3) - contudo, não coloco aqui o novo resultado, uma vez que não sei se o narrador consideraria aplicável a todos os poderes.

Pet:
Pégaso [Nome: Nightmare][110/110 HP] - Utilizado como transporte.

Evento | Nível 108 | Melinoe/ Circe
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Re: Grupo 7 - Interno

Mensagem por Garrett Bardrick em Dom 17 Abr 2016 - 6:07

Les Revenants,

Assim que se recuperou, virou em direção à multidão. Por fim, a conversa já estava acabando. Alguns semideuses estavam tirando algumas dúvidas, mas logo o diálogo  cessou e o coordenador do acampamento liberou os campistas. Todos que estavam presentes naquela reunião encaminharam para o chalé do seu pai ou mãe olimpiana para se organizarem. Alguns receberam conselhos de Quíron para não embarcar na missão, por não ter tanta experiência.

O indefinido resolveu prosseguir na missão, mesmo não tendo tanta experiência quanto aos demais, acabou conversando com o centauro que acabou aceitando as justificativas do semideus. Após se explicar com o coordenador, Garrett foi até o chalé onze para arrumar os seus equipamentos.

O meio-sangue não tinha muitos equipamentos, pra falar a verdade, tinha somente dois. O lenço que ganhou da filha de Afrodite não contava com um. Por fim, acabou colocando o bracelete no seu pulso esquerdo e embainhou a faca na cintura. Assim que terminou de arrumar, o garoto parou e inspirou. ‘’Quem é Macária?’’ pensou enquanto expirava o ar dos pulmões. Em meio aquele nervosismo, o indefinido não parou pra pensar quem era aquela mulher. Bardrick então resolveu sentar na cama e então começou a pensar. De repente, ele começou a se lembrar de uma coisa.

'' — Você não é burro, Garrett. Quero que você se esforce mais. — Disse uma voz feminina.

— Mas estudar o grego antigo é muito tedioso, ainda mais lendo esses textos literários chatos. — O garoto disse um pouco desanimado.

— Okay, então vamos estudar sobre a mitologia. — A garota disse com um sorriso no rosto.

Então o indefinido pegou o livro sobre mitologia e começou a ler. Por não ter muita familiaridade com o grego antigo, ele tinha dificuldades com algumas palavras, no qual a garota ajudava com a tradução. Por fim, um nome acabou chamando a atenção do garoto. Afinal, ele sempre tirava as suas dúvidas.

— Quem é Macária? — Perguntou de forma curiosa, mas um trovão acabou soando pelo local.

— Não fale essas coisas em voz alta, Garrett. Os nomes tem poder. — A garota acabou advertindo o semideus. — Enfim, essa deusa é filha do rei do submundo com a rainha. — Respondeu de forma educada. — Ela é considerada uma boa deusa, apesar de viver lá embaixo. — Disse apontando o indicador para baixo. — Ela é deusa da boa morte. — Voltou a falar.

— Ah, entendi. — Disse e então voltou a ler sobre a mitologia grega.''


Depois daquela lembrança, o garoto saiu do chalé em direção ao estábulo. Ele nunca tinha adentrado naquele local, seria a sua primeira vez. A movimentação naquele lugar estava um pouco agitado. Por mais que nunca tivesse montado em um Pégaso, era o único meio de transporte que tinha pensado. O coordenador do acampamento falou que como muitos semideuses iam sair em missão, alguns teriam que arranjar os seus meios de transportes.

Assim que adentrou no lugar, o garoto percebeu o quanto organizado era, mesmo tendo algumas sujeiras em algumas partes. A organização e a limpeza ficavam por conta dos semideuses, mas com os acontecimentos, algumas pessoas esqueceram ou estavam ocupados o bastante para arrumar o local. Após olhar atentamente o lugar, o garoto decidiu pegar um cavalo alado emprestado. Ao se aproximar de um Pégaso, a criatura começou a relinchar meio agitado. ‘’Será que estou fazendo a coisa certa?’’ se perguntou enquanto tentava acalmar o equino.

— É a sua primeira vez? — Uma voz masculina acabou soando pelo local.

— Ahn, é sim! — Afirmou enquanto direcionava o seu olhar para um meio-sangue. — Será que você pode me ajudar? — Perguntou de forma educada.

O semideus assentiu com a cabeça e então se aproximou da criatura. Logo em seguida levou a sua mão direita no bolso e de lá tirou um pequeno cubinho branco, e então levou a boca do animal.

— Torrões de açúcar os deixam calmos. — Disse enquanto dava mais um cubinho para o Pégaso. — É como se fosse uma recompensa. — Voltou a falar.

Assim que o equino se acalmou, o semideus retirou a criatura do seu recinto e então entregou ao indefinido. O garoto acabou agradecendo pela ajuda e então saiu do estábulo em direção à colina.

Ao chegar ao local, o garoto percebeu que estava sozinho. ‘’Será que todos já foram?’’ se perguntou enquanto olhava ao seu redor. Percebendo que não tinha ninguém por perto, o semideus decidiu aguardar, caso nenhuma pessoa aparecesse, ele iria embarcar na missão sozinho.

Não demorou muito para uma pessoa aparecer. Na verdade, era uma garota. O semideus ficou meio nervoso, não pelo fato de uma semideusa aparecer no local, mas sim porque faltava pouco tempo para sair em sua primeira missão. O garoto acabou tendo uma pequena conversa com a meio-sangue na qual ela acabou descobrindo uma terceira pessoa. ‘’Como ela consegue fazer isso?’’ se perguntou enquanto um jovem semideus caminhava na direção de Garrett e da semideusa. Assim que ele se aproximou, todos se apresentaram.

— Meu nome é Adriel Tawne. — O garoto que estava escondido acabou se apresentando primeiro. — Sou filho de Hefesto. — Disse meio sem jeito.

— Sadie Bronwen! — Disse enquanto olhava para os dois semideuses. — Sou filha de Melinoe. — Voltou a falar.

— Sou Garrett. — Se identificou com a voz meio trêmula. — Ainda sou indefinido. — Disse com a voz quase falhando.

Após aquela apresentação, os três decidiram embarcar na missão. A garota não estava muito satisfeita, mas acabou aceitando. Os três montaram no Pégaso e partiram em direção a White Plains, pelo menos foi isso o que a filha de Melinoe falou. A viajem não foi tão tranquila assim, pois era o primeiro voo de Garrett em cima de um Pégaso. Os enjoos foram um tanto constantes. Frio na barriga e as mãos trêmulas aconteciam durante a viajem. O lugar era um pouco perto, então não demoraram pra chegar. Sadie estava na liderança do voo, o que de fato acabou ajudando o garoto.

Enquanto voavam por uma parte da cidade, a garota acabou avisando que eles iam pousar em um terraço. O indefinido não sabia muito que fazer, mas acabou inclinando o seu corpo um pouco para frente. O equino parecia ter entendido e então começou a voar em direção ao terraço.

Assim que pousaram, a filha de Melinoe falou com os cavalos alados e então virou o seu olhar para os dois semideuses. O indefinido ficou um pouco incomodado, mas se conteve. A garota voltou a falar sobre a sua pista e então os dois garotos deram a ideia de separar para agilizar o processo. A garota fez uma expressão na qual Garrett não conseguiu entender.

— Irei procurar no hospital, pelo fato de ser ex-curandeiro. — Disse dando uma leve pausa. — Depois irei procurar na igreja. — Voltou a falar.

A semideusa falou que ficaria com o cemitério e a estação de trem. O Adriel disse que ficaria com a delegacia e a praça. Assim que todos falaram os lugares em que iam procurar pelo revenante, os três decidiram se encontrar no mesmo local assim que terminassem a busca. Logo depois, os três semideuses seguiram os seus rumos.

Assim que se distanciou de Adriel e Sadie, o garoto foi em busca do hospital da cidade. Ainda estava de dia, então o garoto poderia perguntar de alguém que estava na rua sem levantar suspeita. Então o semideus se aproximou de uma mulher que estava caminhando em direção oposta do garoto, rapidamente o indefinido a abordou.

— Você sabe onde fica o hospital? — Perguntou de forma educada.

— Fica na Avenida E Post Rd. — A mulher respondeu dando um leve sorriso.

O meio-sangue agradeceu e então caminhou em direção a Avenida. Ao chegar à rua em que a mulher falou, o garoto começou a caminhar. Não demorou muito para achar o hospital, e então adentrou no local. Rapidamente o semideus encaminhou em direção a recepcionista.

— Ahn, será que você pode me tirar uma dúvida? — Perguntou para mulher que ficava atrás do balcão.

— É claro. O que você precisa? — Perguntou educadamente.

— Tem algum jovem que foi internado recentemente? — Indagou.

— Bom, tem vários alguns jovens que foram internados recentemente. — Respondeu imediatamente. — Você é amigo ou familiar de alguém? — Perguntou.

— Pra falar a verdade não sou nenhum dos dois. — Retrucou logo em seguida. — Mas será que posso visitar alguns deles? — Perguntou com alguma esperança.

— Infelizmente você não pode. — Respondeu e então voltou a mexer no computador.

O garoto ficou meio desapontado, mas ele não poderia desistir. Ele teria que dar um jeito de entrar, então ficou aguardando a recepcionista se ocupar para poder passar. Não demorou muito para mulher se distrair e então o garoto cuidou logo de passar pelas portas. A busca foi um pouco demorada, mas acabou sendo sem sucesso. Rapidamente o meio-sangue procurou sair do lugar, pois algumas enfermeiras estavam achando a atitude do garoto extremamente estranha.  Antes de sair do hospital, o garoto foi falar com recepcionista.

— Você sabe me dizer aonde que tem uma igreja por aqui? — Perguntou meio sem jeito.

— Tem a St Jhon’s Evangelist Church que fica na Rua Hamilton Ave, White Plains. — Respondeu um pouco assustada por conta da presença do garoto, pois ela pensava que ele já tinha ido embora.

Assim que ouviu a resposta, o garoto agradeceu e então caminhou em direção ao local. Não demorou muito para chegar ao lugar.  Assim que adentrou na igreja, percebeu que havia poucas pessoas, a maioria eram idosos. Tinha alguns jovens, mas nada que fosse adiantar. Entretanto, o garoto decidiu averiguar o lugar.

Felizmente deu tempo pra ir a alguns lugares específicos, pelo menos quase todos. Percebendo que estava ficando tarde, o semideus resolveu sair e ir ao encontro de Sadie e Adriel que já deviam está no local à espera de Garrett.

Não demorou muito para o garoto chegar ao local, mas ao se aproximar, percebeu que a filha de Melinoe estava sentada em um banco na praça que ficava em frente à biblioteca. Rapidamente o indefinido caminhou em direção a semideusa e então aguardou a espera de Adriel, que não demorou muito pra chegar. Quando os três chegaram, estava na hora de conversar sobre as buscas. A senhorita Bronwen foi a primeira a contar sobre a sua procura, na qual relatou algumas coisas sobre o cemitério e a estação de trem. Assim que terminou de falar, era a vez de Garrett.

— Bom, foi difícil adentrar no hospital. — Começou a falar. — Tive que esperar um tempo para a recepcionista se ocupar para poder passar. Averiguei em quase todos os leitos, banheiros e nas salas de espera. — Deu uma leve pausa. — Conversei com alguns pacientes, mas nenhum deles tinha conhecimento sobre algum jovem que tinha sido internado ultimamente. Infelizmente não pude perguntar das enfermeiras, pois elas poderiam saber que eu era um intruso e poderia ser expulso. — Assim que terminou de falar, o garoto sentou, pois estava cansado da caminhada. — Na igreja não foi tão complicado. Vasculhei em todos os cantos possíveis, mas não havia nenhum jovem que poderia ser um revenante. Perguntei de algumas pessoas, mas nenhuma delas soube me informar. A busca foi um fracasso. — Voltou a falar.

Por fim, era a vez de Adriel relatar sobre a sua busca. O garoto se acomodou direito no banco para prestar atenção na história do filho de Hefesto. Infelizmente, as buscas foram um fracasso total, mas Sadie acabou falando uma coisa que acabou preocupando o garoto. ‘’Se as buscas foram um fiasco. O que vamos fazer agora?’’ pensou enquanto olhava tanto para a filha de Melinoe quanto para o filho de Hefesto.

Adendos:
Observações:
Falas do Garrett | Falas dos desconhecidos | Falas da Sadie | Falas do Adriel

Então, Deméter. Estou postando de última hora, ultimamente estive ocupado fazendo um serviço pra minha mãe, tendo só a madrugada para postar. Enfim, vamos lá.

No post 001 eu foquei mas na reação do personagem sobre a missão, nesse post coloquei sobre quem é a Macária. Coloquei como se fosse uma aula, tipo o Percy com a Annabeth e tals.

Sobre a busca, na parte do hospital eu coloquei um obstáculo natural acho que isso deu um ênfase, eu acho. Na igreja eu já estava com sono e cansado de tanto escrever. Agilizei e os detalhes eu contei na última falas, que na qual foi os detalhes de detalhes. Sinto muito por esse post, no próximo eu vou melhorar.

Obs: As ruas citadas, elas existem mesmo. A igreja eu botei em inglês mesmo, porque se eu fosse traduzir no inglês iria sair outra coisa, creio eu.
Armas:
♦ Faca [Sua lâmina bronzeada mede cerca de 24 cm, e seu cabo tem o mesmo comprimento padrão. É bastante afiada e é perfeita para ataque ágeis e rápidos. O bom desta arma é sua eficiência tanto para mãos hábeis quanto para manuseios mais inexperientes, pois é uma arma curta, fácil de esconder e ao mesmo tempo fácil de manusear. Seu punho é feito de aço, mas uma camada de couro escuro cobre o aço para que o usuário possa segurá-la firmemente. Na parte inferior da lâmina, próxima ao cabo, há entalhado as siglas do Acampamento "CHB"; uma propriedade que só os meio-sangues e criaturas místicas podem ter e usar (ajuda um pouco na destreza)] {Bronze, aço e couro} (Nível mínimo: 1) {Nenhum elemento} [Recebimento: Administração; item inscrição padrão do fórum]

♦ Lenço de Afrodite [Dado à filha que Garrett salvou, esse lenço rosado pode, além de alterar o odor emanado, pode mudar a textura, a cor e o tamanho. Basta o novo dono querer para a mágica acontecer.] {Nível Mínimo: 1} [Recebimento: Missão "O Resgate", por Héstia e att por Deimos] {Apenas citado}

♦ Silvering / Bracelete [O objeto possui um tamanho comum entre seus afins, não chegando nem aos 8 cm. Em sua extensão, o bracelete possui alguns desenhos e símbolos sem significado aparente. Uma vez por missão, o item emite um leve brilho em um tom de cinza que distrai o oponente, diminuindo suas chances de sucesso em 10% no ataque seguinte caso o alvo olhe em sua direção.] {Prata} (Nível mínimo: 5) {Nenhum elemento} [Recebimento: Missão "Farsante", elaborada e avaliada por Deimos e atualizada por ~Eos]
Poderes:
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Re: Grupo 7 - Interno

Mensagem por Ivan Baltiysky em Seg 18 Abr 2016 - 15:35

State of Decay
Les Revenants — Post 002
You better run, better run, faster than my bullet

 Depois de dada as instruções, Adriel correu para o chalé de seu pai. Mesmo com cortes nos braços, ele iria embarcarcar nessa missão e definitivamente poupar seus ouvidos dos conselhos de Quíron, que provavelmente iria aconselhá-lo a não ir. Mas procurar em qual cidade? O rapaz vasculhou suas memórias. Em seu curto período vivendo na cidade de Greenburgh, ele fez amizade com um garoto que vivia em White Plains, ou "O lugar de nascimento do estado de Nova York", como era chamada a cidade. Ele não sabia a localização exata do local, mas tinha certeza que havia uma cópia do mapa da cidade na biblioteca.

  Quando chegou ao chalé, se equipou com a faca de bronze, dada pelo acampamento, e a embainhou em sua cintura; usou uma mochila de colégio para esconder seu martelo, um canivete suíço, um punhado de dracmas, 400 dólares, roupas extras e outros do gênero. Por fim, faltava o seu machado duplo. Aonde ele iria colocar uma arma pesada daquele tamanho? Adriel pensou em esconder em algum meio de locomoção que ele usasse. Colocando a mochila nas costas e guardando o machado entre as "asas" da mochila (na qual causou um leve desconforto para o rapaz), era hora da missão.

 Saindo do chalé, foi direto aos estábulos. Um Pégaso seria uma boa escolha, dadas as circunstâncias. Quando chegou perto dos estábulos, se agachou e esgueirou até chegar em um dos Pégasos disponíveis. O homem que tomava conta do estábulo, para a sorte de Adriel, estava distraído com um garoto. O rapaz o reconhecera, era o mesmo garoto que tentava salvar em vão o revenante do Complexo. Não prestou muita atenção nele, pois Adriel estava prestes a roubar um cavalo. Usando o canivete para cortar a corda que prendia o Pégaso, ele subiu na criatura e tentava fazer ele andar, antes do supervisor o notar. Quando a criatura começou a andar, o machado passou de raspão em uma barra de ferro enferrujada, causando um ruído agudo. Quando o supervisor se virou, era tarde demais: Adriel tinha sumido.

 Sua próxima parada foi a biblioteca. Não demorou mais que cinco minutos, só pegou uma cópia do mapa e saiu em passos apressados. Ele começou a andar agachado ao lado do Pégaso até o ponto de saída do acampamento, para caso Quíron o obrigasse a ficar no local. Já na portão do lugar, ele observou a conversa de dois semideuses, um garoto, aparentemente 14-15 anos e uma garota, vestida de jeito desleixado, evitando contato físico com o tal garoto. Entre a conversa, ele ouvira um "....Pare de se esconder.". Adriel foi descoberto pela garota, tendo um frio na barriga e uma pitada de medo em seguida. A única opção no momento seria se render. Depois de 3 longas respirações, o rapaz saiu de sua cobertura. tentando, como sempre, parecer intimidador aos olhos alheios, ele fez sua maior pose de macho, que logo foi desfeita pelo olhar da garota. Quando Adriel se aproximou, começou a se apresentar.
Meu nome é Adriel Tawne, sou filho de Hefesto. — disse o garoto, meio sem jeito.

Sadie Browen! — disse a garota, olhando para Adriel e o outro semideus — Sou filha de Melinoe. — continuou.


Me chamo Garret, ainda sou indefinido. — disse o garoto.

  Devidamente apresentados, o trio partia em seus Pégasos rumo á White Plains, como a garota, por incrível que pareça, decidira. O rapaz nunca viajou num Pégaso,  e mesmo que tendo certa experiência com aeronaves, teve alguns enjôos. Com Sadie na liderança, disse que eles pousariam em um terraço na cidade. Rezando para que o "mecanismo" do Pégaso fosse ao menos parecido com o de um equino normal, ele inclinou seu corpo para frente, fazendo com que o Pégaso pousasse.

 Assim que pousaram, ele guardou seu machado com o seu Pégaso e Sadie falou com as criaturas e se virou para falar com os semideuses. Ela escolheu cemitérios e estações de trem para procurar. Já Garrett escolheu hospitais e igrejas. Adriel escolheu as delegacias, caso alguém registrasse algo estranho, e praças, caso algum revenante decidisse fazer da praça, seu lar.

 Se distanciando dos semideuses, Adriel se dirigiu rumo a delegacia de polícia mais próxima. Com um mapa em mãos, seria fácil. Quando chegou na delegacia, falou com um senhor de aparentemente 50 anos, bigode preto e grosso, que estava servindo como "atendente".

Senhor, você sabe de algum caso onde uma pessoa aparentemente morreu e depois ressuscitou? Um amigo meu é um caso semelhante, mas ele sumiu do hospital. — disse o garoto, olhando para um frasco de analgésicos.

Não tenho nada registrado, você quer registrar uma ocorrência de desaparecimento? — disse o senhor, se virando para pegar os papéis de registro de ocorrência.

 Quando o homem se virou, Adriel pegou o frasco de analgésicos e saiu em passos apressados do lugar. Ele só conhecia uma praça em White Plains, que ficava na frente da biblioteca em que estava outrora. Era um lugar muito bonito, mas sua busca foi em vão: Nenhum morador de rua sabia de alguma coisa, tampouco as pessoas que estavam no local. ainda faltava uma hora para a reunião, então foi a um bar para comprar whisky.
 Passada uma hora, Adriel voltou para a mesma praça, onde estavam
os semideuses que acompanhara. Ele se acomodou em um banco e ouviu as histórias de Sadie e Garrett.

Procurei na delegacia, mas o atendente disse que não havia registros. Pelo menos peguei um frasco de analgésicos antes de sair do local. — disse o rapaz, mostrando o frasco de analgésicos — Também procurei nessa praça, mas nenhum mendigo ou visitante soube me responder. Faltava um tempinho para nossa reunião, então comprei um whisky. Enfim, a busca foi um fracasso. — continuou, com expressão decepcionada.

 A busca foi um fracasso total. "E agora?" pensou Adriel, olhando para os semideuses.

Adendos:
Observações:

Falas do Adriel - Falas da Sadie - Falas de Garrett e outros

Minha tia estava no hospital com meu primo e era semana de provas, desculpe-me. Tentei entregar o turno no prazo mais rápido possível. Foquei mais na busca e preparação que diálogos. O texto foi curto, também. Em questão do frasco de Analgésicos, Adriel estava machucado após a luta contra seu duplo, e precisava de analgésicos. O whisky não teve relação com o mesmo.
Armas:
♦ Faca [Sua lâmina bronzeada mede cerca de 24 cm, e seu cabo tem o mesmo comprimento padrão. É bastante afiada e é perfeita para ataque ágeis e rápidos. O bom desta arma é sua eficiência tanto para mãos hábeis quanto para manuseios mais inexperientes, pois é uma arma curta, fácil de esconder e ao mesmo tempo fácil de manusear. Seu punho é feito de aço, mas uma camada de couro escuro cobre o aço para que o usuário possa segurá-la firmemente. Na parte inferior da lâmina, próxima ao cabo, há entalhado as siglas do Acampamento "CHB"; uma propriedade que só os meio-sangues e criaturas místicas podem ter e usar (ajuda um pouco na destreza)] {Bronze, aço e couro} (Nível mínimo: 1) {Nenhum elemento} [Recebimento: Administração; item inscrição padrão do fórum] – embainhado na cintura.

{Contritio} / Machado [Machado duplo com lâmina de bronze sagrado, marcada com os símbolos de Hefesto. Possui runas em sua extensão, lembrando um machado vicking. É uma arma pesada, que exige as duas mãos para o manuseio. No nível 20 transforma-se em uma luva de couro batido, com o punho formando um bracelete de metal, que pode ser utilizada na forja como proteção durante o trabalho, facilitando o manuseio de materiais.] {Bronze Sagrado} (Nível Mínimo: 1) {Não Controla Nenhum Elemento} [Recebimento: Presente de Reclamação de Hefesto] – Está no Pégaso.

{Constructio} / Martelo [Martelo de ferreiro feito em titânio resistente ao fogo] {Titânio} (Nível Mínimo: 1) {Não Controla Nenhum Elemento} [Recebimento: Presente de Reclamação de Hefesto] – Na mochila de Adriel.
Poderes:
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Thanks Tess
Ivan Baltiysky
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Re: Grupo 7 - Interno

Mensagem por 127-ExStaff em Sab 23 Abr 2016 - 23:21


Les Revenants



Resgate - Terceiro Turno

Mesmo que tendo passado horas procurando em vão, Garrett, Adriel e Sadie não pareciam querer darem-se por vencidos, voltando ao Acampamento com o rabo entre as pernas — principalmente quando enxergaram a luz no fim do túnel. Muito pelo contrário, estavam determinados a, ainda assim, continuar a sua caçada por informações. E quem sabe Tique desse alguma ajuda, não é mesmo?


Pontos obrigatórios

Sadie, Adriel, Garrett

Δ Façam uma introdução nesse turno coerente com o final do turno passado, e encaixando nela uma pista que parece iluminar a cabeça de vocês; sejam criativos;

Δ De alguma forma, causarão uma perturbação enquanto desenrolam as informações da pista, causando um foco para vocês puxando a atenção dos mortais. Desenvolvam detalhadamente isso: motivos da perturbação, desenrolar e resolução, livrando-se da atenção indesejada — adicionalmente, Adriel deverá colocar uma batalha com ferimento para justificar a perda de HP/MP que sofreu como penalidade por atraso;

Δ Vocês, enfim, chegarão bem perto de onde está Jason, o indefinido do grupo. Ele estará emboscado por inimigos que devem estar na média de níveis de vocês, pois os enfrentarão quando ouvirem pedidos de socorro do indefinido; batalhem e ganhem, eliminando/afugentando os inimigos;

Δ Por fim, deixem suas impressões sobre o garoto, levantando as suspeitas de que ele seja um revenante — mas ainda não perguntem diretamente nada a respeito disso a ele.


Jason Hickmann

Δ De alguma forma, encaixe o que foi pedido no turno anterior (já que não foi postado por você) neste turno;

Δ Você chegará a um local desconhecido, parando um pouco para descansar. Um NPC que a princípio não te desperta confiança acaba te ajudando, dizendo que te pagará comida e bebida;

Δ Irá de bom grado. No entanto, após a refeição — em que o tal NPC te faz perguntas particulares —, ele te encurrala numa rua estreita, onde um número de monstros a ser definido (juntamente do seu grupo de busca, respeitando a média de níveis já citada) aparecerão, te deixando sem saída. Ainda assim, de alguma forma escape deles, sendo perseguido;

Δ Chegue a um local a ser definido junto com seu grupo de busca, devendo ser perto de onde eles estão. Ao ver que será morto pelos monstros que te perseguem, você passa a pedir socorro, que é quando o grupo de busca aparece e te salva; participar ou não da batalha é opção sua, mas em qualquer escolha seja coerente: não dê uma de heroi e salve todo mundo, mas também, se não participar ativamente, não narre sem detalhes;

Δ Encerre o turno com suas impressões sobre o grupo, não cruzando informações, por enquanto.


Orientações de postagem & informações

Δ Não utilize cores cegantes e/ou templates que dificultem a leitura, tendo estes uma largura mínima de 400px;
Δ Poderes (com nível, separados por ativo e passivo) e armas em spoiler;
Δ Condições dos personagens valendo pelas do post de abertura;
Δ Agradeço se o último a postar me enviar uma mensagem privada para agilizar a continuação;
Δ Adriel punido com perda de 50% da exp do turno e 25% do status (totalizando 12 HP e MP, devendo narrar condições coerentes à quantidade de status atual), como dito na MP sobre o prazo extra; Jason punido com perda de 50% de status (ficando com 50 HP e MP) e anulamento da exp do segundo turno por não postagem.
Δ Prazo de postagem de 7 dias, encerrando-se dia 30/04 às 23h14m. Ele não poderá mais ser ampliado, e quanto mais rápido você postar, mais rápido acaba. Boa sorte!

Créditos à ♦ Eos pela base plot geral, editada por mim


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Re: Grupo 7 - Interno

Mensagem por Sadie Bronwen em Sab 30 Abr 2016 - 19:21

Era frustrante que, depois de tudo, não haviam chegado a lugar algum. O relato dos dois jovens não diferia muito dos seus esforços e, infelizmente, continham o mesmo resultado: nada. Bufou, reclinando-se no banco e olhando para o céu. Em seu íntimo, recusava-se a abandonar a busca, mesmo que por motivos bobos, já que a única coisa que a movia era o simples desejo de perturbar sua mãe e, talvez, saber de Lizzy, mais uma vez (ainda que, no fundo, se preocupasse com os semideuses perdidos, mas era muito mais fácil admitir um motivo egoísta do que assumir seu lado de boa samaritana - algo que poderia soar um tanto contraditório para qualquer outra pessoa).

Os garotos externavam sua chateação com comentários, falando desde o tempo perdido até a forma como o Acampamento estava agindo, e como Quíron os jogara nessa no escuro. Sadie estava alheia, praticamente vendo o mundo de ponta-cabeça. As luzes da fonte na praça atrás de si brilhavam e invadiam sua visão periférica, num caleidoscópio aparentemente sem sentido. "É isso!"

Os rapazes não entenderam quando ela praticamente se ejetou do banco aonde estava, rumando para a fonte.

— O que você vai fazer?

Sadie vasculhava os bolsos, frenética.

— Quíron. A essa hora, talvez ele tenha respostas melhores. Seria complicado para ele nos contactar, uma vez que não sabe nossa localização exata, mas nós podemos fazer isso... Vejam...

Ela indicava os canhões de luz da fonte, que causavam efeitos prismáticos em junção com a água — um arco-íris noturno. Em um gesto ágil, após verificar a presença de mortais na rua, a moeda dourada rodopiou no ar, atingindo a superfície e desaparecendo em contato com o líquido, antes de atingir o fundo.

— Oh, deusa Íris, aceite minha oferenda! Quíron, Acampamento Meio-Sangue!

Não demorou muito para que a face do centauro tremulasse à sua frente. Ele andava de um lado para o outro, uma mão segurando um livro grosso e a outra repuxando ansiosamente sua barba. Sua expressão era interrogativa quando viu Sadie do outro lado, quase esperançosa.

— Alguma coisa, Sadie?

— Eu pretendia perguntar a mesma coisa... Estou em White Plains, aonde os fantasmas detectaram distorções, mas pessoalmente não encontrei nada por aqui.

O rosto do diretor do Acampamento pareceu se iluminar.

— Que bom que está aí. Estava tentando falar com os semideuses mais próximos, mas era uma lista longa... Sim, temos pistas nessa cidade. Desde que vocês saíram já recebemos mais alguns indefinidos por aqui. A memória da maioria é nebulosa, e parece que se misturam, como se compartilhassem uma série de informações... Um deles nos relatou algo de White Plains... — Ele fez uma pausa, enquanto Sadie apenas erguia uma sobrancelha, aguardando que continuasse. — Ele dizia ver flashes de luz, com imagens de correntes, ganchos, sangue e uma música alta ao fundo... Pessoas dançando, alheias à tudo ao redor... Uma boate. Até que ponto a informação é verdadeira, não sei. Também não tenho detalhes sobre qual boate seria, mas é um começo, não?

Ela apenas parou por um momento. O que poderia significar? Uma morte na boate, algum acidente? Ou o revenante apenas queria aproveitar a nova vida? Correntes e fumaça... Estaria preso? Difícil dizer. Suspirou.

— Sim... Seria melhor ter sabido antes, mas ainda temos tempo de procurar. — Antes que o centauro retorquisse, continuou. — Sei que não é sua culpa, Quíron... Obrigada.

Ela passou amão sobre a imagem, a desfazendo, antes que Quíron continuasse a conversa. Lançou um olhar sobre os ombros, para os dois garotos.

— Ainda precisamos achar o local exato... Mas parece que é hora da festa!

Não foi tão complicado. Uma lista telefônica, algumas informações, uma conversa aqui e acolá, e conseguir determinar o local: Masquerade, bem no centro da cidade. O local em si era tétrico, com as cores em carmim e preto. Sadie reparou na fila: pessoas de preto, couro e correntes, maquiagem pesada, com olheiras e batons de cores fortes, e cabelos nas mais variadas formas. Não fez a associação por não conhecer lugares do tipo, mas era praticamente a imagem de um clube fetichista. Ainda assim, não foi preciso pensar duas vezes para saber que não iam conseguir nada indo pela portaria.

— Venham comigo!

Garrett inicialmente não entendera o motivo disso, mas não havia tempo para explicações detalhadas, e provavelmente acabou soando rude para o garoto, enquanto usava o mesmo truque que utilizara na biblioteca, com a forma etérea. Lá dentro, o som alto dificultava as conversas, e as figuras eram ainda mais esquisitas do as que aguardavam para entrar. As luzes estroboscópicas pioram a situação, e cada novo flash provocava jogos de sombras e ilusões que a faziam duvidar de sua percepção - o que, somado ao poder das lentes, a deixava em alerta. Antes que os garotos se afastassem, tentou comunicar-se, praticamente gritando para se fazer ouvir por cima da batida.

— Não baixem guarda, há monstros aqui! Vou tentar verificar as coisas próximo do bar e nos banheiros femininos. Se der algum problema, corram para a saída de emergência lateral!

É claro, ela já esperava algo — não estavam vestidos adequadamente, suas roupas e postura gritavam "forasteiros" e, para piorar, Garrett tinha estampado na cara a quantidade de anos que faltava em sua carteira de identidade. Precisava manter um olho nele, mas os revenantes seriam prioridade.

Por sua vez, ela ainda conseguia certa liberdade: suas roupas eram simples, mas o jeans rasgado, o preto e a jaqueta de couro se misturavam com o do público, e sua aura fazia o resto para a tornar tão "exótica" quanto a todos os demais. As lentes a alertavam de algumas criaturas, e apesar dos punhos crispados, não era hora ou local para uma confusão: tentava se manter entre os humanos, e a quantidade de gente ali certamente permitia que seu cheiro fosse encoberto.

O primeiro local procurado foi dentre os banheiros, e as cenas ali eram mais estarrecedoras do que do lado de fora. Voltou para a pista sentindo-se enojada depois de ver o que ela achava ser um vampiro com duas mulheres humanas, numa mistura de ato sexual e alimentação. O sorriso dele enquanto suas orbes douradas a encaravam deixava claro que ele havia percebido sua natureza, e devolvendo seu olhar, Sadie lhe deu as costas antes de voltar para a pista. Se as mulheres permaneceriam vivas até o fim da noite não era seu problema, não naquele dia.

No bar também não teve novidades, e não tinha nenhuma descrição ou informação específica que permitisse uma investigação melhor do que apenas tentar detectar auras. Dali, pelo menos, conseguiu detectar os rapazes — e prever a situação a seguir. Apenas não conseguiria chegar a tempo de evitá-la.

Viu um dos seguranças tentar puxar Garrett — o que temia estava acontecendo, e a idade do garoto era agora um problema. Só não esperava que Adriel fosse causar confusão, na tentativa de ajudá-lo. Para piorar, outros tomavam a cena como um incentivo para igualmente deixarem o álcool tomar conta do cérebro e guiar suas ações, e o caos estava se generalizando.

Discretamente, Sadie abaixou as mãos, puxando a energia do solo. A névoa criada misturava-se agora com aquela expelida pelas máquinas de neblina do ambiente, espalhando-se pelo local e encobrindo ação de seus colegas. Isso daria espaço para que tentassem lutar mais livremente, ainda que não fosse uma névoa mágica. Depois, começou a se infiltrar entre a multidão. Talvez pudesse usar sua aura para ajudar a persuadir os seguranças, e para isso era bom evitar um contato hostil.

Quando finalmente conseguiu se aproximar, a situação não era das melhores: Adriel era o mais ferido, o que era estranho: não imaginava esse tipo de temperamento, já que filhos de Hefesto em geral eram conhecidos pela paciência. É claro que no caso dele, a força física não tinha ajudado, e dois seguranças tentaram contê-lo, o que justificava sua situação. Sadie se aproximou por trás, colocando a mão no ombro de um deles, precisando se esquivar por reflexo quando ele virou com um soco em sua direção. Respirando fundo, colocou seu melhor (e raro) sorriso, usando todo o charme que Circe lhe concedia.

— Desculpe-me... Pode deixar que cuido deles... Estão comigo, não queremos confusão.

O tom de voz e postura de Sadie fizeram com que o homem piscasse, parando por alguns segundos e dando sinal para que os companheiros fizessem o mesmo. Sadie apenas lançou um olhar de aviso à Garrett e Adriel, esperando que compreendessem o que tentava fazer ali. Aparentemente funcionou, vendo os dois relaxarem quando os seguranças desviaram a atenção.

— Nós também não queremos confusão, moça... Mas seu amigo é muito novo para estar aqui!

"Cuidado... muito cuidado agora..."

O mais difícil era controlar o tom de voz, claro, polido e sedutor. Tocou no braço do segurança, dando um passo à frente.

— Deve haver algum engano... Precisa verificar nossos documentos?

O sorriso não vacilou, mas sua mente estava à mil. Um quarto homem respondeu, aproximando-se pela lateral de Sadie, fazendo com que ela se sobressaltasse.

— Não vai ser necessário. Pedimos desculpas pelo incômodo, mas podem nos acompanhar? Nosso gerente gostaria de conversar com vocês... Você sabe, remediar a situação...

Viu os meninos acenarem discretamente e, mantendo o sorriso, aceitou de bom grado a oferta. Isso os tiraria da área central da boate, lhes dando mais liberdade.

— Claro... Por que não?

A área interna — reservada apenas à funcionários — era bem diferente: iluminada, de paredes brancas e ascéticas. Sadie via portas e mais portas — provavelmente, vestiários, escritórios e área de descanso para seguranças, dançarinas e garçons nas trocas de turnos. Ali o som era abafado, denotando cuidado com a acústica, que mantinha a música restrita aos ambientes abertos.

Pararam em frente a uma porta sem qualquer indicação. O segurança a abriu, indicando com a cabeça para que entrassem, o que Sadie fez sem reagir. Era uma sala comum, com estofados, uma mesa no canto com 4 cadeiras e um frigobar, além de um aparador com revistas - uma área de descanso ou espera, com uma única porta e sem qualquer janela.

— Por favor, aguardem aqui. O chefe virá em breve atendê-los.

Sadie só notou algo errado após o clique com o qual a porta fechou. Quando lançou-se à frente, tentando girar a maçaneta, confirmou sua suspeita: estavam trancados. Poderia ser apenas para evitar que zanzassem pelo local e criassem mais problemas, mas se fosse assim, então realmente havia algo a ser procurado ali.

— Não podemos tentar sair daquele seu jeito? — Sugeriu Garrett.

Ela respirou fundo. Parecia ser a única alternativa afinal, mas assim que tornou-se etérea e tentou atravessar, uma onda de choque percorreu seu corpo e a lançou para trás. Praguejou consigo mesma, antes de voltar à forma sólida.

— Barreira espiritual de algum tipo... Ou mágica, não sei... Definitivamente, já tinham algo planejado. Mas os seguranças pareciam humanos...

Os rapazes anuíram comentando sobre o fato de que de algum modo esperavam algum ataque ou já os tinham em vista, ainda que fosse difícil saber como tinham conhecimento de suas naturezas.

— Espero que não seja preciso outra luta... Acabaram comigo lá em cima...

O comentário de Adriel fez com que Sadie lançasse um olhar mais atento sobre ele, e subitamente se deu conta de quanto estava pálido — não apenas fisicamente, mas também em sua aura. Esperava guardar seus recursos para depois, mas não poderia deixar que algo grave ocorresse com ele — sentia-se responsável por ambos. Remexeu nos bolsos, colocando suas quinquilharias na mesa.

— Por sorte não nos revistaram... Isso vai te ajudar, mas use logo antes que retornem.

O garoto agradeceu, não demorando nem esperando um segundo pedido antes de usar os itens: dois pequenos frascos com uma espécie de poção e uma estranha bala de goma. A melhora era imediata, com os ferimentos fechando-se, mas não completa, mantendo alguns hematomas como lembrança da ação, mas ele readquiria uma tonalidade mais corada e saudável.

A discussão sobre as possibilidades de ação começaram. O mais óbvio, tentar destrancar a porta ou procurar um mecanismo que desativasse a barreira coube à Adriel, que como filho de Hefesto tomou a iniciativa de analisar a fechadura, sem muito sucesso.

Enquanto se frustravam — ora andando de um lado para o outro, ora se jogando no sofá ou ainda tateando as paredes à procura de algo oculto — foi que o impensável se deu: gritos abafados chegaram aos seus ouvidos. Analisando com cuidado, descobriram a direção — uma das paredes laterais. Adriel descobriu que a parede era oca, mas tentar golpeá-la não resultou em nada: era provavelmente reforçada demais para isso, e o único com itens adequados para tal seria o filho de Hefesto, de qualquer forma.

Voltaram-se mais uma vez para a porta de entrada, dessa vez tentando, em conjunto, forçá-la. De certa forma funcionou mas, ao fazer isso, provocando um rangido nas dobradiças, ouviram também um som baixo. Não demorou para perceberem a nuvem que lentamente começou a se espalhar pela sala. Tentaram golpear a porta mais vezes, mas sem nenhum outro efeito.

— Deve ter algum mecanismo!

Apesar da dificuldade, os olhos treinados de Adriel conseguiram identificar ao menos a origem do miasma, vindo debaixo do frigobar. O eletrodoméstico, contudo, não parecia removível.

Sadie e os garotos tossiam, enquanto o gás preenchia o ambiente. Não notou outros efeitos, exceto a dificuldade de respirar — quem armou aquilo, queria que sofressem — mas se demorassem muito iriam desmaiar e sufocar.

Sadie não podia ajudar muito de qualquer forma. Concentrou-se apenas, tentando usar magia de vento para concentrar o miasma na direção oposta e ganhar tempo, realizando o encanto e mantendo a concentração enquanto o filho de Hefesto mexia no equipamento.

— Consegui!

A voz de Adriel soou ao mesmo tempo que a parede oca deslizava com um ruído suave. Garrett, mais a frente, seguiu primeiro, com Adriel — já de pé — indo em seguida e Sadie por último, deixando a armadilha para trás.

O corredor escuro não permitia enxergar muita coisa, e mesmo a visão de Sadie pouco colaborava: tudo parecia vazio. Por isso, foi com surpresa que viram a cena a seguir, com as sombras se solidificando, apenas para agarrar o indefinido à frente do grupo e desaparecer em seguida, levando o garoto.

— O que diabos era aquilo? — Adriel resmungava.

— Cão infernal, eu acho... Vamos nos apressar, só temos um caminho de qualquer forma. Ele pode precisar de ajuda!

Ela apertava o passo, e os dois seguiram de forma ritmada, correndo. Não havia outra saída: para trás, a sala trancada, e à frente o caminho seguia em uma única trilha, sem indicação de mudança, exceto a sensação de que pareciam estar descendo. Quando a luz surgiu, tênue, Sadie sentiu-se aliviada, ainda que por pouco tempo: sabia que algo aconteceria, mas a perspectiva de ação era animadora — sentia-se útil quando podia fazer algo.

Ainda assim, a imagem que se revelou não era das melhores: estavam no que parecia ser o depósito da boate, com caixas empilhadas por todos os lados. Os gritos — presentes em todo o caminho — agora ficavam mais claros, mas nada da presença de Garrett, e sim de um outro rapaz.

O garoto estava preso dentro de uma espécie de jaula, e a figura à sua frente o torturava com um atiçador. Com a comoção, Sadie não ouviu o que a criatura falava, não sabendo que tipo de informação tentava arrancar do preso. Ao lado da jaula, um esqueleto, de armadura e armas em punho, e um mais a frente, entre Sadie e Adriel e os monstros.

O torturador se virou, assumindo sua forma real, e Sadie pode distinguir o que era: a pele coriácea, asas, garras manchadas de sangue e cabelos em desalinho — até Sadie perceber que, na realidade, as mechas eram serpentes!A semideusa deu um passo involuntário para trás, lembrando da Medusa, mas não era ela nem suas irmãs ali. Seu cérebro tentava listar os possíveis oponentes, e a conclusão à que chegou não era das melhores: Uma fúria. Até então, só tinha lido sobre as torturadoras de Hades nos livros, e não esperava trombar com uma delas tão cedo. Sinal de que o problema era maior do que o que pensava.

— Pelo visto conseguiram escapar... Uma pena. Sabia que uma hora ou outra alguém procuraria este aqui, mas esperava ter menos problemas. Queria deixar o interrogatório de vocês para depois, mas acho que vou ter que me adiantar...

Ela chacoalhou o braço, o atiçador se transformando em um chicote fumegante.

— Eu pego ela. — Sadie adiantou-se, resmungando entredentes para Adriel, que se posicionava para enfrentar o outro guarda morto-vivo.

Claro que falar era mais fácil do que fazer: ainda que a aura da fúria fosse surpreendentemente mais fraca do que imaginava (o que significava que ou Hades a estivesse contendo ou ela fingia de propósito) o fato é que era conhecimento público que ela possui influência sobre as almas: invocar fantasmas estava fora de cogitação, e Sadie sabia disso.

O primeiro ponto foi transformar sua corrente, mas assim que tentou empunhá-la, o chicote da criatura enrolou-se em seu pulso, queimando-a. E não era apenas a dor: eram as lembranças de medo e culpa, a imagem de Estela, seu pai e sua irmã, era o cheiro de carne queimada que emanava de seu próprio corpo. Arfou, contendo o grito de surpresa e agonia, ainda mantendo a corrente segura não mão direita, ainda que tivesse os movimentos limitados, para mover o braço esquerdo, invocando sua magia.

— Nercusius Verdicu!

Não esperava causar muito dano, apenas forçar a criatura a se afastar, e conseguiu, uma vez que para se esquivar a fúria precisou soltá-la. A criatura resmungou algo em grego, que Sadie não entendeu, enquanto pairava pouco acima do solo, voltando ao chão em seguida. A altura do porão e o acúmulo de caixas limitavam o espaço para manobras aéreas, o que era um ponto positivo para Sadie.

— Não atrapalhe meu trabalho, mortal estúpida!

O olhar de Sadie percorria o local, tentando criar uma estratégia.

— Eu posso dizer o mesmo quanto a isso... Uhn... Qual das três é você? Hades sabe o que está fazendo?

Quando ela retorceu os lábios, Sadie soube que tinha atingido o ponto certo.

— Eu, Tisífone, estou fazendo isso por meu amo! Não ouse falar sobre ele, semideusa imunda!

A benevolente bateu os pés no chão, provocando um tremor e derrubando caixas sobre Sadie. Esquivar não era uma opção, e a semideusa apenas tornou-se etérea, permitindo que os itens passassem por seu corpo. Isso, contudo, não a ajudaria contra o monstro: lembrava-se de que fúrias eram oriundas dos campos de punição, e que interagiam normalmente com seres fantasmagóricos. Além disso, sua ligação com o submundo a tornaria resistente a maioria dos seus poderes como filha de Melinoe. De uma maneira ou de outra, só restaria a magia. Tentou pairar, se posicionando melhor no local, mas a distração anterior permitiu que Tisífone a pegasse de surpresa, tendo chegado próxima o suficiente para um ataque corporal. Os reflexos da feiticeira ajudaram, minimizando os danos, ainda que pode sentir as garras de sua inimiga cortando roupa e carne em seu ombro. Não podia negar que eram afiadas.

— Torturando os netos dele? Imagino como ele ficará furioso quando Macária reclamar sobre o tratamento dado a um de seus filhos...

Se realmente tentasse utilizar um poder, talvez não fosse tão efetivo, mas o simples fato da provocação ser verdadeira parecia embaraçar a criatura, que partiu mais uma vez contra a semideusa, novamente com o chicote.

— Protego!

A magia desviou a arma no instante exato, e Sadie tentou afetá-la com sua corrente, mas com um movimento de seu braço o chicote enrodilhou-se no item, bloqueando o ataque. Ela podia estar sendo contida, mas tinha uma perícia inegável.

Do outro lado da sala, Adriel ainda lutava, e ela podia ouvir os sons do combate, e sua visão periférica vez ou outra captava algum movimento, mas não podia fazer nada. Esperava que ele ficasse bem. E ainda havia Garrett... Aonde ele estaria?

— Tão poderosa que mandou seu bichinho nos separar... Não daria conta sozinha?

A fúria tentou se aproximar mais uma vez, mas dessa feita Sadie virou o corpo a tempo de escapar da arma — mas não do gás que ela emanava. Antes que percebesse, inalou a substância, tendo suas forças minadas: mais forte do que o miasma da armadilha, o efeito foi praticamente imediato, deixando-a tonta, turvando sua visão e fazendo com que caísse de joelhos, voltando à forma física. Provavelmente, receberia o golpe de misericórdia, se algo não chamasse a atenção da criatura.

Em seu estado, Sadie não pôde distinguir exatamente o que era, mas viu a forma ao lado da jaula do semideus. E então, pela reação do monstro, compreendeu: Garrett! Ele havia acabado com o guarda, e provocado a ira de Tisífone. Reunindo suas forças, a semideusa avançou mais uma vez, antes que a erínia pudesse se afastar e atacar seus aliados.

Em um impulso, deixando a corrente de lado e concentrando a magia em suas mãos, avançou contra ela, pendurando-se no monstro, a palma da mão sobre o peito da criatura.

— Emocha Objecti!

A onda de energia a atingiu em cheio, e seu olhar de ódio fez Sadie tremer: Sabia que pagaria caro por isso cedo ou tarde, e lembrava-se das lendas sobre quão vingativas e implacáveis as fúrias eram, mas teria que lidar com as consequências depois. Enquanto a criatura transformava-se em pó, Sadie voltava a ganhar forças. Adriel também acabava de transformar um esqueleto em pó. Em um raro sinal de — respeito? amizade? — Sadie acenou em aprovação para ambos. Claro que, assim que tivesse condições, gostaria de descobrir como Garrett chegara ali, mas isso podia esperar. Ainda restava o prisioneiro.

O garoto estava acordado, mas havia parado de gritar desde que entraram ali, e nada havia dito durante a luta, exausto e ferido. Ele passara por maus bocados, e não fixava seu olhar em Sadie ou nos garotos, provavelmente assustado demais para isso. Suas roupas estavam rasgadas e a marca do chicote de Tisífone encontrava-se em vários pontos, em especial em seu torso. Estava magro e pálido, e Sadie perguntava-se quanto tempo passou sob tortura. Se aproximou lentamente, fazendo com que o garoto se encolhesse na jaula. Pela primeira vez, tentou ser genuinamente delicada, o tom de voz baixo, transformando sua arma em item mais uma vez, tentando manter a postura o menos hostil possível.

— Acalme-se... Viemos ajudá-lo, ok? Não vamos lhe fazer mal...

Notas importantes:
Explicações indiretas/ off que expliquem nossa trama:

Em off sabemos que é Macária a nova deusa. Supondo que deve ter havido algum problema para ela só se manifestar agora, colocamos uma fúria para interferir — talvez a mando de Hades, ou agindo por si só, em conluio com Thanatos, para resgatar as almas desses semideuses "revividos". Isso explica também o uso de outros monstros do submundo, um vez que as benevolentes são monstros de hierarquia alta o suficiente para comandar outras criaturas. Como é uma questão familiar, a escolha foi Tisífone.

A fúria está disfarçada na boate, mas os funcionários que os abordaram eram humanos, controlados por ela. Sendo uma criatura habilidosa e inteligente, ela teria meios para disfarçar sua natureza, impedindo a detecção de sua aura — talvez utilizando algum item para isso, mesmo que os personagens não tenham esse conhecimento.

Apesar da boate ter muita gente, se envolverem em uma briga e usarem o poder ali dentro chamou a atenção dela. — Utilizamos a questão da idade e a confusão na boate tanto para cobrir nosso ponto em grupo quanto para justificar os ferimentos de Adriel (a história de dois coelhos com uma cajadada só).

O uso da boate como esconderijo foi justamente para abafar o som, e porque a concentração de pessoas, da mesma forma que dificulta a localização de um semideus também ocultaria a presença de monstros.

O sentido de prender e não matar imediatamente o revenante seria para tirar informações — como serva de Hades e executoras nos campos de punição, as fúrias não estão contentes com a retirada dessas almas do submundo, mas ela não poderia simplesmente matar o indefinido para não atrair a ira de sua mãe — e voltar seu "chefe" contra si, uma vez que Macária é a filha única e legítima de Hades e tal.

Quanto aos outros semideuses — ela não podia arriscar um combate direto na boate, mesmo com a capacidade de manipular a névoa. Além disso, planejava apenas tempo o suficiente para arranjar outro esconderijo/ prisão para o indefinido, para dar fim aos outros depois.

A questão das armadilhas — ela podia estar esperando buscas — afinal, essa é uma questão que está agitando todo mundo. Quanto aos mecanismos contra invasão/ fuga etérea, não é surpresa, uma vez que no submundo as criaturas com as quais ela mais tem contato são fantasmas — elaborar armadilhas contra esse tipo de coisa faz sentido.

Essas são todas as informações referentes à trama em grupo. Apesar de contidas nas minhas postagens, qualquer coisa que envolva o enredo em conjunto deve ser considerado para os três — foi considerado e discutido em equipe e, se necessário, podemos enviar prints das conversas que tivemos, feitas pelo chat do facebook. É que apenas ficaria repetitivo se todos explicassem a toda hora ( e como estou sendo a primeira a postar - ainda que não tenhamos uma ordem definida) facilita que estejam aqui.

Agora, informações pessoais:

Dos itens: Já foi pedido adequação há meses, mas esqueceram de atualizar. Qualquer dúvida, favor entrar em contato.

Os dracmas: foi narrado que Sadie havia levado alguns, ter um ou dois perdidos no casaco não seria incoerente.

Sobre legenda: Sadie de verdinho, com pensamentos em itálico entre aspas e fala verdinho comum; NPCs importantes de branco (Quíron e os semideuses do grupo) e aleatórios apenas de negrito. Fúria no tom avermelhado. Espero que não tenha ficado cansativo de ler e que as cores não atrapalhem.

Dúvidas e afins, estou à disposição.

Grata pela leitura e atenção!

Itens:
Faca [Sua lâmina bronzeada mede cerca de 24 cm, e seu cabo tem o mesmo comprimento padrão. É bastante afiada e é perfeita para ataque ágeis e rápidos. O bom desta arma é sua eficiência tanto para mãos hábeis quanto para manuseios mais inexperientes, pois é uma arma curta, fácil de esconder e ao mesmo tempo fácil de manusear. Seu punho é feito de aço, mas uma camada de couro escuro cobre o aço para que o usuário possa segurá-la firmemente. Na parte inferior da lâmina, próxima ao cabo, há entalhado as siglas do Acampamento "CHB"; uma propriedade que só os meio-sangues e criaturas místicas podem ter e usar (ajuda um pouco na destreza)] {Bronze, aço e couro} (Nível mínimo: 1) {Nenhum elemento} [Recebimento: Administração; item inscrição padrão do fórum] - Em uma bainha no tornozelo

{Elo de Ares} [Esse anel foi feito a partir de uma peça da lança do deus da guerra. Seu uso possibilita ao semi-deus transformar qualquer arma que esteja segurando em outra arma qualquer, além de lhe oferecer as perícias mínimas para seu manuseio. Armas de longa distância terão a munição criada magicamente. Não adiciona atributos a nenhuma arma, considerando apenas os atributos já presentes na arma original, e se aplica somente a uma arma por vez. Não pode ser roubado ou perdido, sempre retornando de alguma forma à Sadie] - Usando na mão direita.

{Soul} / Colar [Um colar feito de prata com um pingente metálico em uma forma abstrata, algo como um "borrão" ou uma "mancha".  Quando ativado, permite que o semideus assuma a forma etérea. Contudo, ele só pode ficar nesta forma 5 turnos por missão, seja de forma contínua ou não - ou seja, ele pode gastar os 5 turnos seguidos ou dividir a utilização, mas a soma do uso não pode exceder o tempo máximo por missão] {Prata} (Nível Mínimo: 1) {Controle etéreo} [Recebimento: Presente de Reclamação de Melinoe] - No pescoço, utilizando 1 turno para sair do terraço, 1 para entrar na boate, 1 para tentar sair da sala, 1 para esquivar da erínia - resta 1 tuno de uso livre.

{Legion}/ Anel [Anel prateado. Olhando de perto seus detalhes lembram ossos justapostos, como se o anel fosse feito de pequenas peças até tomar seu formato. O anel suga a alma/ energia dos oponentes derrotados em combate (mortos ou destruídos pelo filho de Melinoe - ele deve ser o último a golpear o oponente para fazer efeito. Essa essência pode ser usada futuramente na ativação de certos poderes, como "Ectofagia" e "Acessar memória", respeitando os limites dos poderes. Adicionalmente, o semideus pode escolher gastar o poder de uma alma capturada - consumindo-a no processo - e ganhando um aumento de suas características de 15%, por 3 turnos. Isso afeta força física, esquiva e potência/ chance de acerto de ataque, mas não a duração dos poderes, ainda que o dano seja alterado. Apenas uma alma pode ser consumida desta forma por missão. Uma vez por missão o anel pode manipular a energia espiritual do próprio semideus, fazendo com que recupere 20 HP sem custos adicionais ou qualquer perda.] {Bronze sagrado}(Nível Mínimo: 1) {Controle de almas. Almas coletadas: -} [Recebimento: Presente de Reclamação de Melinoe] - Mão esquerda.

{Hollow}/ Escudo Grande [Escudo de bronze sagrado, com ganchos para uma corrente, de forma a prendê-la de duas maneiras diferentes.Pelo centro, com a corrente saindo por um lado do escudo,ficando uma única extremidade solta, ou pela lateral, deixando uma ponta livre de cada lado para o ataque. Os ganchos tem travas de segurança internas, de modo que a corrente possa ser presa ou solta de acordo com a vontade do usuário, mas não se soltasse com o tranco ou puxão de um oponente; o escudo também possui uma fivela para prendê-lo ao braço do usuário, dando um suporte maior, não escapando facilmente da mão a menos que a braçadeira do mesmo seja danificada de alguma forma. Tem uma cabeça de dragão esculpida na frente, e escamas nas laterais.]{Θ} {Bronze sagrado} {Sem elementos} (Nível mínimo: 1) [Adquirido nas forjas] - Carregando, mas deixado no pégaso.

{Agony} / Corrente [Corrente com cravos. É feita de bronze sagrado mas sua coloração é desgastada, como se fosse velha e corroída. A corrente possui 3m de comprimento, e apesar do tamanho pode ser facilmente manuseada pelos filhos da deusa do fantasma.  Transforma-se em uma braçadeira com spikes no nível 20. A corrente de Sadie foi modificada, possuindo os cravos em tamanho maior e afiados, provocando mais dano do que de uma corrente comum. Além disso, suas extremidades possuem pontas afiadas,como pequenas adagas.Na lateral de cada extremidade, há ganchos, que podem ser ativados sem custo, por pressão, para auxiliar em ações de aprisionamento, para enlaçar o alvo, desarme ou para auxiliar em uma escalada.[Melhorado por Pio]{Θ} {Bronze Sagrado} (Nível Mínimo: 5) [Recebimento: Presente de Reclamação de Melinoe] - No braço esquerdo.

{Calçados Alados} [Calçados mágicos que podem virar o calçado que Sadie quiser. Sempre terá um par de asas, inquebráveis, na parte dos calcanhares. Impossíveis de serem roubados ou perdidos, a filha de Melinoe pode voar com eles mesmo sem experiência, pois eles ajudam-a][Presente de Hermes por Criação de Poderes] - Pés.

{Aura}/ Amuleto do Espectro [Amuleto de prata do pandemônio. É um colar com o símbolod e um "ank" como pingente. Quando ativado, permite ao usuário utilizar a forma etérea. Diferente dos itens comuns, não há limitação de turnos. Este item não pode ser vendido ou doado, sendo necessário ao uso do poder especial, e está sujeito à mudança de descrição de uso de acordo com a edição dos poderes.] (Nívem mínimo: 25)[Presente de Melinoe, para Poder Especial, adquirido através da Missão "Pursuit" em 2012] - Utilizando, no pescoço.

{Lentes do Auspício} / Lentes [Parecem um par de lente de contato comuns, incolores, mas quando colocadas permitem ao usuário identificar as auras daqueles dentro do seu campo de visão. Com isso, pode-se identificar pessoas comuns de monstros ou semi-deuses, tendo também o sentido do seu nível de poder, de acordo com a intensidade da aura, mesmo sem definir suas habilidades, apenas o conhecimento de nível de força. No caso dos semi-deuses, identifica também o deus que lhes deu a benção, seja seu pai/mãe divino ou patrono do grupo, ou os dois nos casos em que se aplicam. Não exige ativação, funcionando constantemente, mas a cada utilização precisa de 6h de descanso, semelhante a uma lente comum. Possuem um estojo específico, cujo líquido de limpeza sempre se regenera, mantendo as lentes em perfeto estado para uso. Para fins de resistência (como bloqueios de auras), em casos que se aplicam, deve-se sempre considerar o nível do usuário.] {Material gelatinoso} (Nível mínimo: 5) {Sem elemento} [Recebimento: Missão Pursuit] - Utilizando, já estava com a personagem no turno anterior, por isso não foi narrada a colocação. Através dela que Sadie viu a filiação e nível do poder dos garotos - sua impressão de que eram mais "fracos" se baseia nas informações recebidas pelo item. Também pode ver os monstros na boate e seus níveis aproximados (apesar que o vampiro ela presenciou a ação e tal.

{Protego}/ Relíquia Mágica [Colar simples e leve, podendo ser levado e escondido em qualquer lugar. A corrente é de prata, e cintila com um brilho negro à luz da Lua. Seu pingente é em forma de pentagrama, e é feito de diamante. Duas vezes por missão e durante 2 rodadas, tendo no mínimo uma rodada de intervalo cria uma barreira mágica de cor roxa, esta cobre todo o feiticeiro. Protege contra ataques mágicos – principalmente - e ataques a longa distancia – lanças, bumerangues, correntes, flechas etc.; ataques diretos não são repelidos.][Prata; Diamante;] (Item de Feiticeira) {Controle Mágico} [Presente de Reclamação por Circe (♀)] - Mais um badulaque no pescoço.

{Scale}/ Colar da hidra [Colar feito de couro entrelaçado com um pingente de escama reptiliana. Ao ser ativado duas vezes por missão, o item fornece ao usuário a capacidade de emitir uma rajada de ácido, como um sopro, pela boca, em linha reta e com alcance de 9m. Além do dano inicial, o alvo ainda perde mais 10 HP por turno durante o mesmo período, não cumulativos - ambos os danos, tanto inicial quanto secundário, afetando também seus itens. Três ativações por evento. Para fins de resistência, os poderes desse item equivalem ao nível 91. (Nível mínimo 91) {Material: couro e escamas} [Ganho como recompensa pelo evento "O levante"] - Outro colarzinho.

{Reptilian pulse}/ Braçadeira escamosa [Feita de escamas reptilianas resistentes e em padrão multicolorido, ao ser ativada esta braçadeira fornece uma espécie de regeneração - não chegando a recuperar vida, mas impedindo danos constantes, como efeitos de sangramento ou corrosão (apenas no semideus, não em itens). Não afeta dano de envenenamento, e nem recupera dano já tomado, apenas impede a persistência de um efeito. Dura 3 turnos, 1 vez por evento. (Nível mínimo: 07) {Material: Escamas multicoloridas} [Ganho como recompensa pelo evento "O levante"] - Braço direito.

Suco de abóbora - Em um frasco entalhado com caretas, uma dose desse suco recupera 5% da MP de quem o beber. Efeitos de várias doses não são cumulativos. 1 dose por frasco. Uso único, devendo ser retirado do arsenal após o uso. - Bolso do casaco, dado a Adriel

Cérebro de goma - Gelatina em formato de cérebro. Quando consumida, recupera 5% da HP do alvo. Efeitos não cumulativos. Uso único, devendo ser retirado do arsenal após o uso. - Bolso do casaco, dado a Adriel

Garrafa de névoa - Pequeno item que, quando quebrado, libera uma névoa densa, não mágica, capaz de ocultar uma pessoa mediana ou ocupando uma área aproximadamente cúbica de 2m de lado. A névoa se dissipa em apenas uma rodada, mas pode ser usada de forma defensiva, para se ocultar, ou para tentar atrapalhar a visão de um oponente. Uso único, devendo ser retirado do arsenal após o uso.   - No pégaso

Casulo de Aranha - Este pequeno casulo de teias é na verdade uma bomba que pode ser atirada a até 3m de distância, prendendo os pés de um único oponente pelo turno seguinte, desde que ele esteja no local da explosão. Seu raio é pequeno, não se expandindo o suficiente para afetar mais de uma pessoa. Não impede a movimentação do tronco e membros superiores. Uso único, devendo ser retirado do arsenal após o uso.   - Bolso do casaco

Elixir da Vida (forte) [Frasco de vidro com cerca de 150ml de um líquido de uma cor verde claro, nebulosa. De gosto cítrico mas ainda adocicado, quando ingerido é capaz de restaurar a vitalidade de um alvo, sendo que a dose deve ser totalmente consumida no processo para que faça efeito - sendo então retirada do arsenal. Recupera 60HP de um único alvo.] (Quantidade: 1) [Comprado na loja]   - Bolso do casaco, dado a Adriel

Elixir da Vida (divino) [Frasco de vidro com cerca de 150ml de um líquido de uma cor verde, mas escura, beirando o verde musgo, nebulosa. De gosto cítrico mas ainda adocicado, ainda que mais pungente, lembrando uma mistura de menta e limão, quando ingerido é capaz de restaurar a vitalidade de um alvo, sendo que a dose deve ser totalmente consumida no processo para que faça efeito - sendo então retirada do arsenal. Recupera 200HP de um único alvo.] (Quantidade: 1) [Comprado na loja] - No pégaso

Poderes e Habilidades:

Passivos

Passivos de Melinoe.

Extensão Tátil [Nível 2 – Forma Etérea]
Quando você assume a Forma Etérea, tudo o que estiver fisicamente em contato com você também ficará. Porém, ao perder o contato físico, aqueles que não tem capacidade de ficar na Forma Etérea voltarão ao normal. - Utilizado para entrar na boate. A forma etérea foi o uso de 1 turno do colar de reclamação, no caso.

Visão Noturna [Nível 2]
A escuridão e a noite não serão problemas para você. Seus olhos são adaptados com a escuridão e poderá enxergar até melhor que no claro. Poderás também enxergar através da névoa (Da normal e dá mágica). - Utilizado no caminho para o porão/ depósito.

Leitor de Almas [Nível 3]
Essa habilidade lhe permite ler a alma de seus oponentes. Dessa maneira, encontrará pontos delicados de seu passado. Isso pode ser útil para achar fraquezas. - Poder que de forma indireta e inconsciente permitiu a Sadie intuir a motivação da erínia (permitido pela diferença de níveis).

Controle de Visibilidade [Nível 4 – Forma Etérea]
Enquanto estiver na forma etérea poderá controlar a sua visibilidade, ou seja, se você quer ficar completamente invisível ou ser pelo menos um contorno ara que as pessoas possam te ver. - Utilizado ao entrar na boate.

Imunidade [Nível 13]
Você é imune a habilidades mentais e habilidades sombrias.- Afeta as auras passivas da fúria.

Poder Espiritual [Nível 18]
Seu poder espiritual é muito elevado, portanto terá facilidade em realizar magias e gastará menos energia para realizá-las. Magias de drenagem e enfraquecimento não funcionarão em você. - Redução do gasto de poderes.


Passivo de Feiticeiros

Nível 1
• Aura do mistério: Uma aura mágica influencia diretamente na personalidade fos feiticeiros ao adentrarem o grupo, tornando-os um atraente mistério a ser desvendado pelos demais semideuses. [ New]- Auxílio ao se misturar na boate, e também contra os seguranças.

• Maestria com a magia: Por serem feiticeiros de Circe, vocês sofreram menos perda de MP do que o normal ao usarem algum poder. [ New]- Menos gasto no uso de poderes.

Nível 4
• Maestria com encantos: Você será capaz de pronunciar palavras mágicas que, irão se manifestar graças à magia que passa a correr por suas veias. Essas palavras vão fluir de você para o ambiente, lhe possibilitando a execução de encantamentos diversos; desde de suas armas, até aquilo que for de sua vontade. [New] - Não sei se interferiria em efeitos da lista, mas auxiliaria no uso de magia no controle da área do miasma da armadilha - ou pelo menos, seria a intenção.

Nível 5
• Presença imponente: Sua aura mágica estará mais desenvolvida. Ela se manifestará em você impondo sua presença aos outros, isso os levará a hesitar a te atacar. Fazendo com que ganhes algum tempo. [ New]- Auxílio ao se misturar na boate, e também contra os seguranças.

• Lua Nova: Sendo Circe a deusa da lua nova, os seus aprendizes ficam completamente revigorados e mais fortes neste período, seus ataques e magias são mais poderosos e apresentando melhores resultados.- Não sei o período, se for condizente, considerar a habilidade.

• Beleza lasciva: Circe é considerada deusa do amor físico, e seus aprendizes adquirem uma beleza especial aos olhos de outras pessoas, e em níveis mais altos, os feiticeiros da deusa passam a ter um poder de sedução maior, persuadindo e encantando seus adversários. [ Modificado]- Auxílio ao se misturar na boate, e também contra os seguranças.

Nível 17
• Sexto sentido.O feiticeiro é um ser extremamente sensorial, e tudo isso é graças ao sexto sentido, que os permite antecipar em pequenas escalas algo que irá acontecer em um futuro próximo, orientar-se em locais de pouca ou nenhuma visão usando os olhos da alma, ou servindo-lhe como um faro aguçado - usado para identificar ambientes e outros seres -, porém com mais exatidão, por tratar-se de uma extensão psíquica da mente do indivíduo.
Obs: Quando em uso, o narrador terá de dar dicas aos feiticeiros a depender das condições da atividade que este estiver executando. [ New] - Seria responsável pela percepção da presença de monstros dentro da boate, junto com o uso das lentes.

Nível 20
• Beleza lasciva II. A sua beleza nesse nível já está muito maior, e somada a aura de mistério que você exala, atrai o olhares de todos por onde passa. Não são tão belos quanto os filhos de Afrodite, mas são mais atraentes que estes por uma aura mágica influir diretamente no bom senso de qualquer outrem, afim de fazê-los se interessarem de forma irrefutável por você. [ Modificado] - Usado para afetar os seguranças

Ativos

Ativos de Melinoe

Névoa [Nível 8]
Uma névoa (Do tipo normal) irá invadir o local, dificultando a visão dos adversários. A névoa pode durar de 3 a 5 rodadas, dependendo do local.- Na boate, ocultando a batalha e oferecendo cobertura para as ações dos garotos.

Ativos de Feiticeiro

Level 2.
• Nercusius Verdicu. O primeiro ataque ofensivo dos feiticeiros. Este ataque consiste em lançar raios de energia branca mesclado a uma coloração verde água das mãos do bruxo. Pode causar danos medianos caso acerte tendo o efeito elétrico e impactante no alvo. - Primeiro ataque contra a fúria.

Nível 5
• Emocha Objecti. Dispara um raio de energia potente da mão do mágico.- Ataque contra a fúria.

Nível 7
• Magia do Ar. Você tem um pequeno controle sobre o ar, podendo fazer pequenas ventanias.- Usado para afetar o miasma na sala.

Nível 10
• Mágica de proteção. A sua aura mágica é algo altamente poderosa, através dela você poderá convocar um campo de força para se proteger. Este campo de força porém será flexível, surgindo exatamente onde o ataque se daria em você e cobrindo o seu corpo apenas nessa parte, só o cobrindo por inteiro, caso o ataque for dando em todo o seu corpo. Se manifestará através de fluidos azuis, como uma fumaça ondulante. [ New]- Usado para se proteger do ataque da fúria (não foi o uso do item, foi a magia, com a invocação "Protego".

O gasto normal seria de 32 + 8 + 20 + 28 + 40 = 128 MP. Contudo, caso se apliquem os passivos, isso seria reduzido (modificando o custo de x4 para x3) - contudo, não coloco aqui o novo resultado, uma vez que não sei se o narrador consideraria aplicável a todos os poderes (ainda que apenas o de Melinoe não seja uma "magia", se considerar apenas encantos e similares de Feiticeiros.

Pet:
Pégaso [Nome: Nightmare][110/110 HP] - Utilizado como transporte. No momento em localização indefinida.

Oponente:
Como explicado, foi escolhida a fúria. De acordo com o bestiário, uma fúria de NP 60 (acima da média exigida, se for considerar um combate individual) tem nível de personagem 20 e dados relevantes a isso. Dessa forma, ela seria a fúria padrão do bestiário, com poderes até nível 20, tanto pessoais quanto os de Hades. Teria utilizado tais coisas contra Sadie:

Gás da Morte II [Nível 12]: Agora pode realmente desmaiar semideuses, se forem de nível mais baixo, por uma rodada, além de poder afetar inimigos de até quatro níveis a mais. Inimigos desmaiados acordam se feridos. - Dei uma floreada e ampliei o efeito, uma vez que pela diferença de níveis, em tese não afetaria Sadie.

Invocação I [Nível 13]: Pode invocar um cão infernal para ajudá-lo na batalha. Ele tem 100 de HP e 100 de energia, o tamanho de uma moto e obedecerá você até morrer ou por 5 rodadas, o que ocorrer mais rápido. Uma vez por missão.[Modificado]- O cão que "raptou" Garrett. Como o poder é antigo, não está condizente com o bestiário >.>

Geocinese IV [Nível 15]: Pode agora controlar uma rocha de tamanho grande (do tamanho de um carro ou algo parecido) ou várias menores. Quanto maior o uso, maior o gasto de energia, que é constante. Não controla rochas e formações minerais sagradas ou abençoadas. - O tremor provocado em batalha

(-) Garras: suas unhas são tão cortantes quanto adagas de bronze celestial, podendo fazer feridas profundas nos oponentes ou mesmo afetar materiais mais leves, como couro e até madeira, ou mesmo metais mais maleáveis. Esse poder faz com que, adicionalmente, suas unhas cresçam, assumindo cerca de 10cm de comprimento e a propriedade “afiada” a 20% por 3 turnos.- Ativo de fúria, usado no combate corporal

(5) Metamorfose: Fúrias conseguem assumir qualquer forma humanóide, desde que cheguem a no máximo 3m. Mudar a aparência não modifica seus poderes. A aparência escolhida é aquela que será vista por mortais, mesmo em situações de combate/ queda da névoa. Custo baixo, mas constante. - Poder usado "em off" que permitiu a ela se infiltrar e controlar a boate.

Não coloquei passivos, uma vez que Sadie possui as mesmas resistências e tal - no fim, os poderes passivos/ auras de uma anulariam da outra. Só seria relevante, dos passivos:

(-) Ligação sombria: Fúrias tem sua origem intimamente ligada ao submundo e ao tártaro. Por isso, recebem seus  poderes diretamente de Hades. Fúrias possuem todos os poderes de filhos de Hades de nível equivalente ao seu.  Elas ainda gastam energia normalmente ao utilizar os ativos. Adicionalmente, poderes elementais do tipo (trevas) não as afetam.

Sobre a batalha: A diferença de níveis não permitia um desenvolvimento tããão grande. O dano final seria potente por ser "crítico", dada a distração e ter acertado em cheio. Ainda assim, espero não ter simplificado demais.

Evento | Nível 108 | Melinoe/ Circe
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Re: Grupo 7 - Interno

Mensagem por Garrett Bardrick em Sab 30 Abr 2016 - 22:42

Les Revenants,


Trilha sonora

Infelizmente nenhum deles tinha alguma notícia boa e isso era frustrante. O garoto queria resolver aquela missão com sucesso, mas estava difícil. Apesar de está sentado, a única coisa lhe restava era observar e prever em algum lugar para procurar. O silêncio tomou conta do lugar e isso facilitou na hora de pensar em alguma, mas infelizmente nada veio à tona. A ausência do som foi quebrada pouco tempo depois pela Sadie, pois parecia que ela tinha acabado de ter uma ideia. Tanto Garrett como Adriel falaram ao mesmo tempo perguntando o que ela iria fazer, o que acabou soando como um coral sincronizado. A filha de Melinoe acabou apontando para fonte, e então se dirigiu e jogou uma dracma. No mesmo instante a moeda desapareceu, o que acabou chamando a atenção do meio-sangue. Assim que Sadie falou algumas palavras, uma imagem surgiu. ‘’Uau!’’ disse em sua mente enquanto via Quíron. A filha da deusa dos fantasmas teve uma conversa rápida com o coordenador do acampamento e então descobriram uma nova pista, pelo menos era o que parecia.

A garota sabia o que estava fazendo, pois logo a seguimos a procura de informações sobre lugares com som alto, flash de luz e pessoas dançando. Felizmente eles descobriram um lugar, mas não era um lugar que deixou o garoto tão feliz assim. Uma boate? É… não era uma coisa que deixou o garoto com uma felicidade tremenda. O indefinido não gostava de lugares barulhentos e nem com muitas pessoas, mas felizmente se tratava de uma pista e ele teria que adentrar no local.

O lugar não era muito longe, mas não era perto, uma caminhada leve foi o suficiente para chegar ao local determinado. Enquanto ia se aproximando da boate com a campainha de Adriel e Sadie, o indefinido pôde distinguir o ambiente da localidade. Ele já não era muito fã de lugares com muitas pessoas e nem com muito barulho, mas descobriu que a galera ali curtia outros tipos de roupas. Apesar de reclamar daquelas coisas, acabou percebendo o quanto era fresco em relação a isso. Ele não sabia qual coisa o incomodava mais, se era o barulho do som, as roupas ou as várias pessoas que esperavam para adentrar no local. Por fim, a prole da deusa dos fantasmas acabou orientando Garrett e Adriel a segui-la por outro caminho.

— Por que não entramos pela portaria? — perguntou enquanto seguia a garota.

— Porque simplesmente você não tem idade suficiente pra frequentar esses lugares. — respondeu de forma ríspida.

Apesar daquela resposta nada agradável, o garoto resolveu permanecer calado e então seguiu a garota até uma parte lateral da boate. O semideus não estava entendendo absolutamente nada. ‘’Vamos pular esse muro?’’ se perguntou enquanto analisava aquela parede. Não demorou muito e a semideusa acabou segurando o braço de Garrett, e então encaminhou em direção ao muro. ‘’O que ela pretende fazer?’’ voltou a se perguntar, mas antes que pudesse terminar aquela frase em sua mente, a sua pergunta acabou de ser respondida, pois agora ele estava dentro da boate.

O lugar estava bem agitado, pelo menos era o que parecia. O meio-sangue nunca tinha saído do acampamento e nem se lembrava da sua vida antes de chegar ao local, então ele não conhecia muito bem a forma agitada dos humanos. Por fim, acabou se concentrando na semideusa, pois ela tinha lhe cutucado e então falou que iria procurar por alguns lugares. Apesar de não ter a idade mínima para estar naquele local, Bardrick resolveu permanecer no mesmo local, a chance poderia pequena de ser descoberto. Ficar parado que nem retardado não estava em seus planos e então começou a se mexer. Dançar poderia ser uma palavra ofensiva para o garoto, porque ele não gostava dessas coisas, achava uma perda de tempo. A música alta, as pessoas e a agitação daquele local estavam lhe incomodando. Se não bastasse só aquilo, ainda tinha algumas luzes que iluminavam o lugar que já tinha pouca claridade.

A sensação de ficar fingindo que dançava não era algo legal, e sim irritante. Por fim alguma coisa acabou lhe tocando o seu braço esquerdo e então começou lhe puxar. Ao perceber o toque pesado, o meio-sangue olhou o responsável por aquilo e então acabou se deparando com um cara gigante. Ele não sabia medir o comprimento das pessoas, mas aquele cara era realmente muito grande e forte. Assim que verificou que estava sendo puxado, o semideus começou a se debater e pedindo para ser largado. A música alta acabava abafando a voz do meio-sangue que não era nada grossa e nem conseguia gritar tão alto assim.

Enquanto o indefinido ia sendo puxado à força pelo segurança do local, o filho de Hefesto acabou intervindo na ação daquele brutamonte. Pra piorar, outras pessoas começaram a brigar e aquilo estava generalizando de uma forma que seria difícil controlar. Adriel de alguma forma conseguiu fazer com o que homem largasse o indefinido e então começou a brigar com o segurança, mas uma névoa acabou surgindo no local. Ele não sabia de onde estava surgindo aquilo e nem tinha tempo para procurar, precisava ajudar o filho de Hefesto. Apesar de não poder enxergar através daquela fumaça, o garoto chutava e batia no que se aproximava perto. ‘’É por isso que odeio esses lugares. Esse empurra-empurra é muito chato. ’’ afirmou enquanto desferia os golpes.

Aquela neblina começou a sumir pelo local e as lutas que aconteciam pararam de alguma forma. Adriel estava um pouco machucado e com ele dois seguranças. ‘’Se esses dois caras viessem de uma vez comigo, eu estaria pior. ’’ pensou enquanto encarava o meio-sangue ferido. Não demorou muito para Sadie aparecer, mas antes que ela pudesse fazer alguma coisa, o brutamente acabou desferindo um golpe. Felizmente acabou desviando do golpe e a cena seguinte acabou surpreendendo o garoto. A semideusa sorriu levemente ao invés de atacar o segurança. ‘’Se fosse comigo, eu não daria esse sorrisinho!’’ afirmou enquanto observava aquele episódio.

O indefinido esperava qualquer coisa, menos delicadeza no timbre da semideusa. ‘’Será que essa é a Sadie mesmo?’’ se perguntou enquanto olhava aquela situação. Ela desenrolava um diálogo e é claro que a culpa era do Garrett. Infelizmente o garoto não tinha a idade para permanecer naquele lugar, mas a filha de Melinoe tentava uma conversa simples para aliviar alguma punição. Ele nunca frequentou lugares assim, então saber o que vinha depois não fazia ideia. Não demorou muito para outro cara se intrometer na conversa. Esse homem era totalmente diferente dos brutamontes. Era um pouco mais baixo e não tão forte quanto aqueles dois seguranças. Por fim, acabou pedindo para o grupo lhe acompanhar. Garrett não teria outra escolha ao não ser acompanhar o homem, pois Sadie também resolveu seguir aquele brutamonte júnior.

O garoto e os outros semideuses seguiram aquele rapaz até um corredor que ficava um pouco afastado da parte onde as maiorias das pessoas permaneciam. ‘’Nossa! Essa parte é tão vazia. ’’ pensou enquanto analisava aquela passagem. Aquele acesso era totalmente diferente, podia se dizer que nem combinava com a parte que acabou de ver da boate. Era bem iluminada e havia várias portas, o que de fato era bem estranho. Apesar de não conhecer muito bem esses locais, o garoto seguiu calado o resto do trajeto até chegar a um lugar determinado. Assim que adentrou no local a pedido do homem, ele pediu para eles aguardarem que o chefe do local já iria conversar com eles.

Assim que deu aquele aviso, o brutamonte júnior fechou a porta deixando o Garrett com a companhia de Sadie e Adriel. Não tinha muita coisa para fazer naquele local, apesar de ser simples. Aquele lugar lhe lembrava de uma das alas da enfermaria, pois tinha estofados e um aparador de revista. Tirando essas duas coisas, tinha um frigobar e uma mesa no canto com quatro cadeiras. Parecia bem familiar aos olhares do indefinido, mas ele não queria ficar ali.

Enquanto analisava aquela pequena sala, o meio-sangue acabou perguntando da filha de Melinoe se ela não poderia usar os seus poderes. Infelizmente a meio-sangue não conseguia, pois ela afirmava que alguma barreira espiritual ou mágica estava lhe bloqueando. Não demorou muito para o filho do deus dos ferreiros falar alguma coisa em relação a lutas. Realmente ele tinha razão, pois estava um pouco machucado. Aqueles brutamontes sabiam bater bem e nos lugares certos. O rosto do Adriel estava com alguns ferimentos nada agradáveis. A filha de da deusa dos fantasmas acabou dando dois fracos para o garoto que acabou ingerindo. Badrick não sabia o que era aquilo, nunca tinha visto aquelas coisas. De repente, alguns ferimentos do rosto do filho de Hefesto começaram a cicatrizar.

Assim que o meio-sangue se recuperou, os três começaram a procurar uma saída. Garrett e Sadie não sabiam nada sobre destrancar a porta ou desativar aquela barreira espiritual ou mágica. Então essa tarefa ficou sobe a responsabilidade de Adriel que na tentativa de resolver essas duas coisas acabaram em vão.

O tempo ia passando e nada do filho de Hefesto achar alguma solução para desativar o bloqueio, o que não demorou muito para desistir. Não restava outra coisa além de esperar o chefe daquele local. Sentar nos estofados e andar pelo lugar era os únicos passatempos do garoto. Ler revistas naquela situação não era nada agradável. Por fim, o garoto acabou escutando uns gritos abafados e então olhou para Sadie e Adriel para ver se eles também tinham notado aquele grunhido. Não demoraram muito para achar a direção de onde vinham aqueles gritos. Tratava-se de uma parede, na qual Adriel ficou responsável por analisar.

— É oca! — afirmou ao analisar aquele muro.

No mesmo momento o filho de Hefesto tentou dar alguns murros na parede, o que foi em vão. Apesar de ser oca, era bem resistente. Adriel acabou voltando analisar a fechadura da porta, mas dessa vez teve ajuda de Garrett e Sadie. O ato não foi um sucesso e tanto, pois a única que conseguiram fazer foi um rangido, mas acabaram escutando outro som. De repente uma fumaça começou a surgir e espalhar pelo local.

Enquanto aquela névoa espalhava pela sala, o garoto começou a tossir. Percebeu que a Sadie e Adriel fizeram a mesma coisa. Apesar daquele incômodo, o indefinido começou a sentir dificuldade de respirar e aquilo estava lhe deixando bastante assustado. Apesar de não ter nenhum poder, ele tentou ajudar na procura, mas quem achou a saída foi o filho de Hefesto.

Após achar um acesso que levava para fora daquela sala, o indefinido foi o primeiro a sair, depois veio Sadie e por último Adriel. Ao sair daquele local, percebeu que aquele corredor era meio escuro com pouca iluminação, mas eles não estavam sozinhos. A poucos metros de Garrett, encontrava-se um monstro nada agradável. Antes que pudesse esboçar alguma reação, aquela aberração pulou em direção ao meio-sangue. Ao sentir as patas daquela coisa no peito, o garoto deu um leve grunhido. Quando soltou aquele som, a cena seguinte não foi nada agradável para o Bardrick.

Ao perceber que estava em uma sala totalmente diferente, e que Adriel e nem a Sadie estavam com ele, o garoto sentiu um pouco de medo. Aquele lugar parecia uma mistura daquele corredor com o cômodo no qual tinha escapado com os dois semideuses. Era bem espaçoso, mas não tinha estofados, nem mesa, cadeiras e aparador de revistas. As únicas coisas que tinham naquele local eram umas prateleiras e uns cabos na qual ele não sabia distinguir o que era.

Assim que reparou rapidamente do lugar, o monstro deu um leve grunhido e então o meio-sangue pôde distinguir aquela fera. ‘’É um cão!’’ afirmou em sua mente enquanto encarava aquela coisa. Não era muito grande, mas não também não era muito pequeno. Seu porte era mediano e não tinham nenhum tipo de beleza que poderia se admirar. Os olhos daquela fera eram bem avermelhados. Apesar de não poder ver direito as patas daquele cão, ele não saberia ver se eram tão afiados quando os dentes. O rosnado daquela fera era um pouco assustador, mas dessa vez o indefinido teria como esboçar alguma reação. Apesar de não saber o que fazer bem, já que nunca tinha enfrentando uma coisa como aquela, a única ação que fez foi desembainhar a faca.

O rosnado daquele cão ficou um pouco mais forte e então acabou investindo contra o garoto. Apesar de nunca ter lutado com um monstro como aquele, o meio-sangue acabou desviando com certa dificuldade e então desferiu um contra-ataque. Não teve muito sucesso, pois a única coisa que conseguiu fazer foi provocar ainda mais a ira daquele cão. O indefinido não poderia esperar pela próxima ação daquele monstro e então investiu em um ataque. Aquela fera recuou e usou sua pata dianteira para desferir um golpe. Garrett esperava por aquilo, e então procurou desviar do ataque para poder fincar a faca na pata esquerda daquele cachorro. A fera uivou de dor e ao colocar a pata no chão o grunhido se tornou mais forte.

‘’É isso!’’ afirmou enquanto analisava o cão. Apesar de toda aquela dor, o monstro resolveu atacar novamente, mas com pensamento em um plano, o indefinido não reparou na aproximação daquela fera e então acabou sendo golpeado no braço esquerdo. Felizmente as garras daquela coisa passaram de raspão, mas mesmo assim a dor era grande.

Depois que a dor amenizou, o garoto investiu novamente contra a fera. Como o monstro estava com pata machucada, não conseguiu recuar a tempo e a faca do semideus acabou acertando o rosto daquele cão. Novamente aquele monstro uivou de dor. Apesar de houver pouca luminosidade, Garrett percebeu que acabou acertando o olho esquerdo do cachorro. O plano não era aquele, mas como acabou acertando aquela parte, acabou facilitando ainda mais.

‘’Pata e olho esquerdo danificado!’’ afirmou enquanto observava o cão grunhir ainda mais. Apesar daqueles dois ferimentos ele tentou atacar novamente. O garoto acabou se desviando com certa facilidade e então acabou contra-atacando. A faca acabou passando de raspão na pata dianteira que não estava ferida e isso causou mais dor à fera. Ao voltar à posição que estava não conseguiu se apoiar direito por conta dos ferimentos. Ao perceber isso, o garoto acabou fincando a faca na cabeça do monstro e então se desintegrou.

Após o monstro virar pó, o indefinido saiu daquele lugar às pressas. Ele não sabia aonde ir, pois não conhecia o lugar, mas tinha que ir a procura de Sadie e Adriel. O ferimento em seu braço esquerdo ainda estava doendo, mas tentava ignorar. Ao sair daquele local, o garoto voltou ao corredor que estava antes, pelo menos era o que parecia. Rapidamente o indefinido correu a procura dos dois semideuses. Ao passar pelas portas que se encontrava naquele corredor, o garoto tentava abrir o que era vão e a única coisa lhe restava era correr até chegar algum lugar.

Não demorou muito para chegar a um local que era bem iluminado comparado ao corredor e a sala onde acabou enfrentando aquele cão. Ao se aproximar, percebeu que estava acontecendo uma batalha, mas infelizmente não era só uma. Sadie e Adriel estavam batalhando e ele não sabia informar quem ganhava, pois ambos estavam se esforçando ao máximo. Em outra parte daquele lugar encontrava-se uma jaula com um jovem trancado. À frente estava um esqueleto bem equipado com armadura, elmo e uma lança. Apesar daqueles combates, o garoto não queria atrapalhar os confrontos de Sadie e Adriel, pois o seu foco era aquele esqueleto que estava de guarda.

Pra não assustar os dois semideuses, o garoto caminhou de forma devagar e calma em direção à jaula. Ao se aproximar, pediu para o semideus que estava lá dentro fazer silêncio e então caminhou em direção ao esqueleto. ‘’Como que eu vou derrotar essa coisa?’’ pensou enquanto se aproximava. Usar a parte afiada da faca não seria tão afetivo assim, mas usar o cabo da arma poderia ser uma boa. Rapidamente ele arrumou a objeto de forma correta na mão direita e ao se aproximar do alvo, desferiu um golpe com o impacto mediante na costela do esqueleto. No mesmo instante a estrutura do monstro ficou comprometida.  

Rapidamente aquela coisa grunhiu, e então ficou na posição de ataque e desferiu um golpe contra o semideus. A lança passou de raspão no ombro esquerdo do garoto fazendo com que surgisse um pequeno corte. ‘’Nossa! Que agilidade. ’’ pensou enquanto olhava para o monstro. A dor não chegou nem perto do golpe que o cão desferiu contra o meio-sangue. Garrett tinha que acabar logo com aquilo e tentar ajudar o semideus que estava trancado na jaula.

— Vamos. Venha me atacar! — afirmou para o monstro.

O esqueleto ficou ainda mais irritado e então desferiu um golpe, o garoto esperava por aquilo e então se desviou. Ao invés de atacar, o meio-sangue segurou a lança com a mão esquerda e acabou puxando. Infelizmente ele estava com o braço machucado e a força exigida não foi tão eficiente assim, mas foi o suficiente para a aproximação do monstro. No mesmo instante Garrett desferiu o golpe nas duas costelas do esqueleto. O monstro apenas cambaleou, mas mesmo assim tentou atacar novamente. As suas estruturas estavam balançando e o golpe não foi tão certeiro assim. O semideus aproveitou aquele descuidou e então bateu com mais força na armadura do monstro. Felizmente aquilo funcionou e então o esqueleto desmoronou. Após aquele combate, Garrett parou um pouco pra respirar. Os ferimentos em seu braço esquerdo ainda estavam doendo, mesmo com o sangue quente. Assim que olhou para Sadie e Adriel, percebeu que ambos acabaram as suas lutas. A filha de Melinoe acabou acenando a cabeça para ambos como se fosse um sinal de aprovação. As lutas por fim tinham acabado, e aquilo era um alívio para o meio-sangue, mas não tinha acabado ainda. Sadie como era a mais experiente do grupo se dirigiu até a jaula para ver o garoto que estava bastante machucado e com as roupas rasgadas.

Adendos:
Observações:
Falas do Garrett | Falas dos desconhecidos | Falas da Sadie | Falas do Adriel


Boate: outra referência em off de RPG (Vampiro, A máscara)
Tem um cenário com uma boate chamada Masquerade, que é um território dos vampiros (inclusive, a dona é uma) e essa trilha sonora de A rainha dos condenados une vampiros e rock, e apesar do filme bosta (comparado ao livro) a soundtrack é linda

Então, Deméter. Não citei o nome ''Cão Infernal'' porque o Garrett não tem conhecimento desse monstro e foi a primeiro vez que lutou com um. Faz tempo que não narro combates contra monstro então foi meio complicado, espero que esteja coerente.

Essas são todas as informações referentes à trama em grupo. Apesar de contidas nas minhas postagens, qualquer coisa que envolva o enredo em conjunto deve ser considerado para os três — foi considerado e discutido em equipe e, se necessário, podemos enviar prints das conversas que tivemos, feitas pelo chat do facebook. É que apenas ficaria repetitivo se todos explicassem a toda hora ( e como estou sendo a primeira a postar - ainda que não tenhamos uma ordem definida) facilita que estejam aqui. {Das palavras da Sadie eu uso ctrl C e V pra facilitar porque é isso.
Monstros:
Esqueleto comum

Nível: 8
Status Base: 119/119 HP/MP

Poder usado: Nenhum.

Cão Infernal

Nível: 8
Status Base: 255/255 HP/MP

Poder usado: (5)Viagem nas sombras: Habilidade de se teleportar pelas sombras. A distância é variável, mas quanto mais longe maior o gasto de energia. O movimento ocorre em uma velocidade de dez quilômetros por segundo. Pode mover-se a até quinhentos quilômetros, mas cães nunca erram o objetivo, desde que já tenham visitado o destino. Diferente do que ocorre com os semideuses, a distância mínima para se teletransportar é menor, apenas 50m, mas como ação de movimento - truque geralmente utilizado em caçadas, dando vantagem às presas. O gasto de Mp é grande, impossibilitando dois teleportes em turnos seguidos e limitando o número de uso a 3 vezes por evento, mais 1 adicional a cada 15 níveis superiores, independente da distância cruzada. {Ativo}

Armas:
♦ Faca [Sua lâmina bronzeada mede cerca de 24 cm, e seu cabo tem o mesmo comprimento padrão. É bastante afiada e é perfeita para ataque ágeis e rápidos. O bom desta arma é sua eficiência tanto para mãos hábeis quanto para manuseios mais inexperientes, pois é uma arma curta, fácil de esconder e ao mesmo tempo fácil de manusear. Seu punho é feito de aço, mas uma camada de couro escuro cobre o aço para que o usuário possa segurá-la firmemente. Na parte inferior da lâmina, próxima ao cabo, há entalhado as siglas do Acampamento "CHB"; uma propriedade que só os meio-sangues e criaturas místicas podem ter e usar (ajuda um pouco na destreza)] {Bronze, aço e couro} (Nível mínimo: 1) {Nenhum elemento} [Recebimento: Administração; item inscrição padrão do fórum]

♦ Lenço de Afrodite [Dado à filha que Garrett salvou, esse lenço rosado pode, além de alterar o odor emanado, pode mudar a textura, a cor e o tamanho. Basta o novo dono querer para a mágica acontecer.] {Nível Mínimo: 1} [Recebimento: Missão "O Resgate", por Héstia e att por Deimos] {Apenas citado}

♦ Silvering / Bracelete [O objeto possui um tamanho comum entre seus afins, não chegando nem aos 8 cm. Em sua extensão, o bracelete possui alguns desenhos e símbolos sem significado aparente. Uma vez por missão, o item emite um leve brilho em um tom de cinza que distrai o oponente, diminuindo suas chances de sucesso em 10% no ataque seguinte caso o alvo olhe em sua direção.] {Prata} (Nível mínimo: 5) {Nenhum elemento} [Recebimento: Missão "Farsante", elaborada e avaliada por Deimos e atualizada por ~Eos]
Poderes:
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Garrett Bardrick
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Garrett Bardrick
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Re: Grupo 7 - Interno

Mensagem por 127-ExStaff em Qui 5 Maio 2016 - 23:33


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Banho de Sangue - Quarto Turno

A situação havia mais difícil do que se esperava, realmente; fúria, cão infernal, esqueleto... e tanto mais. Ao menos tinham conseguido encontrar um revenante, são e salvo — ou não tão "são" assim. O difícil era saber por quanto tempo estariam a salvo.


Pontos obrigatórios

Sadie e Garrett

Δ Descrevam as suas impressões da calmaria que se seguiu, destacando o semideus torturado e a fúria — esta última parte caso ainda não tenham feito;

Δ Procurem e achem um meio dificultoso de sair dali, levando o semideus junto de vocês, por mais que ele resista. Cheguem à área exterior, aberta, e tenham mais uma surpresa desagradável: dois damphyres estarão rondando o local, sendo eles de nível máximo (segundo o bestiário), e atacarão ao menor sinal de aparição de vocês. Lutem e vençam, devendo aproveitar para narrar a morte de Adriel;

Δ Adicionalmente, um grande basilisco (do tipo escamavil) surgirá pelo distúrbio causado, atacando os três sobreviventes: vocês dois e o NPC que é o indefinido a ser reclamado. Derrotem-no, sendo coerentes quando fizerem-no;

Δ Ao fim deste turno de combate, deixem suas impressões sobre o ocorrido.


Orientações de postagem & informações

Δ Não utilize cores cegantes e/ou templates que dificultem a leitura, tendo estes uma largura mínima de 400px;
Δ Poderes (com nível, separados por ativo e passivo) e armas em spoiler;
Δ Informações sobre os monstros no bestiário;
Δ Agradeço se o último a postar me enviar uma mensagem privada para agilizar a continuação;
Δ Prazo de postagem de 7 dias, encerrando-se dia 12/04 às 23h30m. Boa sorte!


Status

Δ Sadie Bronwen: 1070/1170 HP e 1074/1170 MP.
Δ Garrett Bardrick: 160/240 HP e 210/240 MP.
Δ Adriel D. Tawne: Morto por não-postagem.
Δ Jason Hickmann: Morto por não-postagem.

Créditos à ♦ Eos pela base plot geral, editada por mim


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Turno 4

Mensagem por Sadie Bronwen em Qui 12 Maio 2016 - 21:30

O silêncio tomou conta do porão, não fosse por um gemido ou outro do semideus ainda preso. Adriel logo se adiantou, tentando lidar com a fechadura, enquanto Sadie examinava o amontoado de pó que antes era uma fúria, ajeitando a corrente — mais uma vez na forma de uma braçadeira — no pulso.

— Tentem ficar vivos... Acho que nossa estadia no mundo inferior não será agradável, se depender dessa aqui... — Ela chutou o montículo dourado, espalhando tudo ao redor. — Espero que ela demore para se regenerar...

— Consegui! — Adriel se afastou um passo, e a porta da jaula se abriu com clangor. O indefinido se encolheu no fundo, mas Sadie foi se adiantando.

— Escuta... Como eu disse, a gente não quer te machucar, viemos pelo motivo oposto. Você não está seguro aqui, e nem vai ficar bem sozinho. Não sei o quanto você já sabe sobre sua situação, mas vai piorar. Somos sua única chance, então, de que modo vai ser?

A aura intimidadora de Sadie se fazia presente, seus olhos adquirindo o tom púrpura característico dos feiticeiros, se intensificando a cada palavra. O garoto tremia, mas isso não o impediu de tomar impulso, tentando passar pela filha de Melinoe e fugir, mas os reflexos dela eram mais rápidos. Com um movimento preciso, agarrou o braço do semideus com a mão esquerda, a direita vindo de baixo para cima em um soco perfeito, fazendo o garoto cambalear e cair no chão, nocauteado — não tanto pelo golpe em si, mas pela somatória disso com seu estado. Os meninos a olhavam, entre assustados e reprovadores. Ela apenas deu de ombros.

— Não temos tempo a perder... Ele vai me agradecer depois. Vamos, temos que carregá-lo e achar uma saída. Não seria inteligente voltar pela boate... Não sabemos quantos capangas humanos ou outros monstros trabalhavam com aquela coisa. Aqui parece ser um depósito... Deve ter alguma entrada para carga e descarga. Talvez possamos criar alguma confusão para deixar as pessoas lá dentro ocupadas...

— O que está pensando? — Garrett tentava acompanhar seu raciocínio.

— Alarme de incêndio? Nenhum problema real, apenas uma movimentação básica...

O garoto tinha visto alguns avisos de emergência enquanto se deslocava por lá sozinho, indicando-os para Sadie.

— Adriel, cuide do novato. Eu vou tentar trancar as entradas para este setor. Garrett, veja aonde fica a porta de carga e descarga, e ative os alarmes... Enquanto se concentram nisso vai ser mais fácil arrastar o indefinido por aí... Espere só um momento.

Ela retirava sua jaqueta, guardando seus poucos itens consigo antes de jogar a peça de roupa sobre os ombros do indefinido.

— Se perguntarem algo, ele bebeu demais. Assim os ferimentos ficam ocultos.

Os garotos compreenderam. Não muito tempo depois, conseguiram levantar o portão, que dava em um beco ao lado do estabelecimento. As sirenes e alarmes causaram comoção suficiente para desviar a atenção dos mortais e dos monstros, ou assim achavam.

— Que feio... Saindo de fininho no meio da festa...

A voz chamou a atenção de Sadie, que viu o "vampiro" que já havia encontrado no banheiro anteriormente. Assim como Garrett e Adriel, ela acabou surpreendida, mas o pior veio segundos depois, quando o filho de Hefesto tombou no chão, com o indefinido consigo e um outro vulto, pousando logo ao seu lado.

"Merda, fomos emboscados..."

Sadie ativava a corrente, partindo para cima da criatura mais próxima. Sabia que era tarde demais para o filho de Hefesto — vira a cor da morte se espalhando — mas faria as criaturas pagarem por isso. Garrett também avançava, ficando um contra um.

— Não achou mesmo que podia invadir nosso território e sair em paz, achou, semideusa? Mas devo agradecer por ter dado fim naquela "coisa"... Ela era muito mandona, estava acabando com toda a diversão...

A rapidez do ataque a surpreendeu, fazendo com que saltasse para trás, um segundo mais tarde do que o que seria adequado. As garras afiadas do oponente estavam agora manchadas com seu sangue, e ele as lambeu, em deleite.

— Surpreendentemente doce... É por isso que prefiro o sangue de garotas...

Sadie manteve-se em silêncio, a raiva e a adrenalina pulsando em seu corpo. O "vampiro", contudo, parecia animado em continuar a luta. Dessa vez, entretanto, Sadie aguardava o ataque, saltando para o lado a tempo, e jogando a corrente na direção do alvo, fazendo com que se enroscasse no braço dele. Apesar dos cravos e do ferimento provocado, ele não pareceu tão incomodado.

— Ora, ora... Gosta de proximidade, então? Nesse caso, chegue mais perto...

O puxão literalmente fez com que Sadie fosse em direção a ele, que a girou e prensou na parede do beco. Com a mão livre, a criatura apertou seu pescoço, fazendo com que levantasse a cabeça e perdesse o fôlego por um momento, enquanto a pressionava com o corpo e tentava manter suas mãos abaixadas, usando para isso a mão com que estava preso a ela pelas correntes.

— Não vai doer nada... Quase nada, na verdade...

Sadie não desistiria da luta, e as condições apenas a favoreciam. Mesmo com as mãos inutilizadas, ela ainda possuía seus vetores: algo que ele não sabia e não podia prever. Liberando-os, usou para tocar o damphyr, enquanto fixava seu olhar nas pupilas douradas da criatura, e sussurrava o encantamento.

— Apendaja rigoria!

Ela sentiu o aperto dele enrijecer-se, mas agora pelo efeito da magia. Os olhos dele a encaravam, e ela via mais do que a tensão: via o medo dele. Sadie não era uma expert, mas sabia uma coisa sobre vampiros: eles odiavam fogo. Se soltando, tocou no peito da criatura.

— Infelizmente, vai doer um bocado para você... Kimocha!

O fogo o atingiu emm cheio, espalhando-se por seu corpo como se a criatura fosse feita de papel. Mais uma luta estava acabada. Virou-se para Garrett - deixado à própria sorte no início do combate - e suspirou aliviada ao ver que o garoto ainda vivia. Mais uma vez, ela estava falhando em seu papel de semideusa experiente. Já sobre Adriel, não havia nada a ser feito: as garras da criatura haviam pego sua artéria, e o corpo do semideus jazia em uma poça de sangue. O indefinido fora acertado também, mas as garras pegaram apenas de raspão, a jaqueta de couro de Sadie amortecendo o golpe. Garrett lembrou-lhe de cuidar do corpo: o chalé de Hefesto gostaria de fazer um funeral digno.

— Tem razão... Eu... carrego ele. É minha responsabilidade.

"E minha culpa".

— Vamos sair daqui antes que...

O jato de fogo cortou suas palavras, e por pouco Sadie não foi atingida, não fosse Garrett estar mais atento e tê-la empurrado para fora da rota de ataque. O corpo de Adriel, contudo, recebera mais danos, e o indefinido fora simplesmente atirado para o lado como uma boneca de pano — ainda que Sadie pudesse ver que estava vivo, tranquilizando-a: não queria que a missão fosse um fracasso total, e se ele não podia se defender foi porque ela o havia colocado fora de combate.

Passado o susto inicial, Sadie ouviu o ruído, como de algo úmido se arrastando em sua direção. O barulho metálico de uma tampa de boeiro ecoou no beco, e mal virou o rosto, tendo um breve vislumbre das escamas, fechou os olhos.

— Não o encare! É um basilisco... Já lutei com um desses antes.

Ela ainda se lembrava do combate contra a criatura em New York, e não gostaria de repetir a experiência. Que habilidades ele tinha, mesmo? Ouviu o sibilar, dando-se conta das coisas que a versão mitológica do "alligator" possuía: capacidade de invocação.

— Consegue cuidar das cobras?

— Posso tentar, mas só tenho uma faca...

Droga... O fato é que não estavam preparados para tantos problemas. Ainda assim, isso era algo que poderia minimizar.

— Espero que saiba usar uma espada! Επικαλούμαι!

A espada dourada se manifestou em segundos, primeiro como uma grande brilho, materializando-se em seguida. Sadie a agarrou, apenas o tempo suficiente para jogá-la na direção de Garrett.

O réptil estava mais próximo, e Sadie percebeu outro ponto: seu andar deixava rastros, desgastando o cimento. Era mais um ponto a se pensar. Mas os olhos eram o pior. Ainda sem encarar a fera diretamente, Sadie tentou se esgueirar, mantendo-se perto da parede e realizando uma nova invocação, tocando as mãos no chão. O círculo formado transformou-se em duas corujas.

— Furem os olhos dele!

Era uma ação arriscada, e provavelmente os animais morreriam no processo, mas era a melhor saída, e um sacrifício relativamente pequeno.

Garrett ainda estava às voltas com as cobras — 4 delas — então focou-se no monstrengo. As aves serviram de distração e cumpriram seu propósito, mas como esperado, sucumbiram: uma com uma mordida, que não apenas demonstrou a força da mandíbula do réptil como também pareceu sugar as energias do animal; a outra, com um novo sopro — e agora, talvez realmente acabassem atraindo os bombeiros, se o fogo atingisse algo inflamável e se alastrasse, mas não era sua preocupação imediata.

Sadie lembrou-se de seus itens — a corrente não seria muito útil, então desativou-a, focando-se em utilizar outra coisa: o colar da hidra. Estava perto o suficiente para isso, expelindo o jato de ácido na direção da criatura, que soltou uma espécie de guincho. Como ação reflexa, o réptil tentou acertá-la com sua cauda, girando o corpo. Sadie tornou-se etérea, esquivando-se e salvando-se do toque do animal, que agora só tinha seu faro e audição para se localizar. Nesse momento, ela notou a aproximação de Garrett, que conseguira se livrar das serpentes.

— O que fazemos agora?

Ver que depois de tudo ele ainda confiava em suas decisões a deixou nervosa, mas também possibilitou que se focasse novamente no combate.

— Tente atraí-lo para o fundo do beco. Talvez possamos fazer com que volte para o esgoto...

O garoto acenou em compreensão, movimentando-se ao redor da criatura, inicialmente batendo a espada no chão, para provocar sons. Depois, vendo uma lixeira no local, empunhou a tampa do recipiente como um escudo, e batia a espada nela, fazendo o som reverberar mais forte. A criatura, com um sentido a menos, avançava na direção dele. Sadie aproximou-se mais um pouco: não poderia se permitir errar. Ela apenas aguardava o momento certo, uma vez que planejava usar uma habilidade arriscada.

Quando notou que o basilisco usaria seu fogo mais uma vez, agiu: sentiu a pressão vindo de dentro de si, explodindo na forma de um jato de água, que acertou a criatura. Da forma como foi direcionada, diminuiu o fogo que ele cuspia, permitindo a Garrett se esquivar, aparando o ataque com o escudo improvisado, enquanto o impacto jogava o basilisco para trás, de volta ao bueiro.

— Badickinis Metalalurca!

A magia materializou a prisão em volta do alvo, impedindo que o basilisco escapasse do local. Sadie arfava.

— Você está bem, Garrett? Falta pouco agora... Vá cuidar do garoto, não é bom você ficar muito perto.

Assim que ele havia se afastado o suficiente, Sadie utilizou sua última cartada:

— Camuflet Vaporis!

Se tudo desse certo, mesmo que conseguisse escapar o animal estaria ferido o suficiente para evitar voltar à batalha. Afastando-se, Sadie encontrou a tampa do bueiro, fechando a criatura mais uma vez no ambiente de onde tinha vindo. Agora, podia pensar em tudo que estava ocorrendo, mas a perspectiva não era boa: haviam perdido um semideus, e o indefinido não parecia animado — talvez, nem soubesse o que era. Sabia que havia sido rude com ele, mas não podiam apenas explicar calmamente. Quíron, contudo, tinha esse dom de acalmar os novatos.  Os pensamentos giravam em sua mente, enquanto tentava se preparar para sair dali, voltando a apoiar o corpo de Adriel e aguardando que Garrett lidasse com o semideus resgatado. Se chegassem a um local seguro ou conseguissem escapar da movimentação, tentaria chamar Nightmare com uma magia de aviso. No mais, contava com o centauro, se conseguissem chegar a salvo no Acampamento, ainda que comunicar a morte do filho de Hefesto fosse algo que gostaria de evitar. Entretanto não tinha escapatória: nunca tinham, e os acontecimentos ali apenas provavam isso. Também a faziam duvidar até que ponto o deuses estavam envolvidos: eram muitos monstros, muitas dificuldades de uma só vez. Mais do que resgatar o indefinido, voltarem vivos seria uma vitória por si só. Mas conseguiriam?

Notas importantes:
Explicações indiretas/ off que expliquem nossa trama:

Então, uso os termos "vampiros" por Sadie ter presenciado a criatura se alimentando antes e por ela não conhecer o que seriam os Damphyr. No caso do basilisco: sim, ela já lutou com um no evento do levante, pode confirmar nos registros e tal, então não estou tirando uma informação sem sentido da manga, ela realmente sabe o que está fazendo (ao menos uma vez no evento -q). E, basicamente, ela desacordou o semideus para que não fugisse, ela e Garrett lutaram em conjunto, afastando os perigos dos dois - o semideus não foi ferido pelo damphyr por não ser um risco, considerando que já estava inerte, e por isso o ataque em Adriel primeiro, culminando em sua morte; já contra o basilisco, a ação de Garrett ao perceber teria tirado ambos da reta inicial de ataque, e depois ele atraiu o monstro para fora do alcance. O semideus devia ser grato por não presenciar nada disso, sério.

Ah, e pra variar, Sadie foi na magia - o elo poderia ser útil, mas ela não tem perícia com arco ou similar pra arriscar atacar à distância. Não foi necessário colocar isso no texto, mas é uma informação adicional pra explicar que o item não tá de bobeira, só não era a melhor opção e ela nunca deixaria este item nas mãos de outra pessoa).

Essas são todas as informações referentes à trama em grupo. Apesar de contidas nas minhas postagens, qualquer coisa que envolva o enredo em conjunto deve ser considerado para os três — foi considerado e discutido em equipe e, se necessário, podemos enviar prints das conversas que tivemos, feitas pelo chat do facebook. É que apenas ficaria repetitivo se todos explicassem a toda hora ( e como estou sendo a primeira a postar - ainda que não tenhamos uma ordem definida) facilita que estejam aqui.

Agora, informações pessoais:

Dos itens: Já foi pedido adequação há meses, mas esqueceram de atualizar. Qualquer dúvida, favor entrar em contato.

Sobre legenda: Sadie de verdinho, com pensamentos em itálico entre aspas e fala verdinho comum; NPCs importantes de branco (Quíron e os semideuses do grupo) e aleatórios apenas de negrito. Fúria no tom avermelhado. Espero que não tenha ficado cansativo de ler e que as cores não atrapalhem.

Dúvidas e afins, estou à disposição.

Grata pela leitura e atenção!

Itens:
Faca [Sua lâmina bronzeada mede cerca de 24 cm, e seu cabo tem o mesmo comprimento padrão. É bastante afiada e é perfeita para ataque ágeis e rápidos. O bom desta arma é sua eficiência tanto para mãos hábeis quanto para manuseios mais inexperientes, pois é uma arma curta, fácil de esconder e ao mesmo tempo fácil de manusear. Seu punho é feito de aço, mas uma camada de couro escuro cobre o aço para que o usuário possa segurá-la firmemente. Na parte inferior da lâmina, próxima ao cabo, há entalhado as siglas do Acampamento "CHB"; uma propriedade que só os meio-sangues e criaturas místicas podem ter e usar (ajuda um pouco na destreza)] {Bronze, aço e couro} (Nível mínimo: 1) {Nenhum elemento} [Recebimento: Administração; item inscrição padrão do fórum] - Em uma bainha no tornozelo

{Elo de Ares} [Esse anel foi feito a partir de uma peça da lança do deus da guerra. Seu uso possibilita ao semi-deus transformar qualquer arma que esteja segurando em outra arma qualquer, além de lhe oferecer as perícias mínimas para seu manuseio. Armas de longa distância terão a munição criada magicamente. Não adiciona atributos a nenhuma arma, considerando apenas os atributos já presentes na arma original, e se aplica somente a uma arma por vez. Não pode ser roubado ou perdido, sempre retornando de alguma forma à Sadie] - Usando na mão direita.

{Soul} / Colar [Um colar feito de prata com um pingente metálico em uma forma abstrata, algo como um "borrão" ou uma "mancha".  Quando ativado, permite que o semideus assuma a forma etérea. Contudo, ele só pode ficar nesta forma 5 turnos por missão, seja de forma contínua ou não - ou seja, ele pode gastar os 5 turnos seguidos ou dividir a utilização, mas a soma do uso não pode exceder o tempo máximo por missão] {Prata} (Nível Mínimo: 1) {Controle etéreo} [Recebimento: Presente de Reclamação de Melinoe] - No pescoço, utilizando 1 turno para sair do terraço, 1 para entrar na boate, 1 para tentar sair da sala, 1 para esquivar da erínia e 1 para escapar do basilisco - acabaram os usos livres, mas ela tem o poder especial ainda para utilizar..

{Legion}/ Anel [Anel prateado. Olhando de perto seus detalhes lembram ossos justapostos, como se o anel fosse feito de pequenas peças até tomar seu formato. O anel suga a alma/ energia dos oponentes derrotados em combate (mortos ou destruídos pelo filho de Melinoe - ele deve ser o último a golpear o oponente para fazer efeito. Essa essência pode ser usada futuramente na ativação de certos poderes, como "Ectofagia" e "Acessar memória", respeitando os limites dos poderes. Adicionalmente, o semideus pode escolher gastar o poder de uma alma capturada - consumindo-a no processo - e ganhando um aumento de suas características de 15%, por 3 turnos. Isso afeta força física, esquiva e potência/ chance de acerto de ataque, mas não a duração dos poderes, ainda que o dano seja alterado. Apenas uma alma pode ser consumida desta forma por missão. Uma vez por missão o anel pode manipular a energia espiritual do próprio semideus, fazendo com que recupere 20 HP sem custos adicionais ou qualquer perda.] {Bronze sagrado}(Nível Mínimo: 1) {Controle de almas. Almas coletadas: -} [Recebimento: Presente de Reclamação de Melinoe] - Mão esquerda. Considerando tudo, depois precisa atualizar (erínia + damphyr + basilisco).

{Hollow}/ Escudo Grande [Escudo de bronze sagrado, com ganchos para uma corrente, de forma a prendê-la de duas maneiras diferentes.Pelo centro, com a corrente saindo por um lado do escudo,ficando uma única extremidade solta, ou pela lateral, deixando uma ponta livre de cada lado para o ataque. Os ganchos tem travas de segurança internas, de modo que a corrente possa ser presa ou solta de acordo com a vontade do usuário, mas não se soltasse com o tranco ou puxão de um oponente; o escudo também possui uma fivela para prendê-lo ao braço do usuário, dando um suporte maior, não escapando facilmente da mão a menos que a braçadeira do mesmo seja danificada de alguma forma. Tem uma cabeça de dragão esculpida na frente, e escamas nas laterais.]{Θ} {Bronze sagrado} {Sem elementos} (Nível mínimo: 1) [Adquirido nas forjas] - Carregando, mas deixado no pégaso.

{Agony} / Corrente [Corrente com cravos. É feita de bronze sagrado mas sua coloração é desgastada, como se fosse velha e corroída. A corrente possui 3m de comprimento, e apesar do tamanho pode ser facilmente manuseada pelos filhos da deusa do fantasma.  Transforma-se em uma braçadeira com spikes no nível 20. A corrente de Sadie foi modificada, possuindo os cravos em tamanho maior e afiados, provocando mais dano do que de uma corrente comum. Além disso, suas extremidades possuem pontas afiadas,como pequenas adagas.Na lateral de cada extremidade, há ganchos, que podem ser ativados sem custo, por pressão, para auxiliar em ações de aprisionamento, para enlaçar o alvo, desarme ou para auxiliar em uma escalada.[Melhorado por Pio]{Θ} {Bronze Sagrado} (Nível Mínimo: 5) [Recebimento: Presente de Reclamação de Melinoe] - No braço esquerdo.

{Calçados Alados} [Calçados mágicos que podem virar o calçado que Sadie quiser. Sempre terá um par de asas, inquebráveis, na parte dos calcanhares. Impossíveis de serem roubados ou perdidos, a filha de Melinoe pode voar com eles mesmo sem experiência, pois eles ajudam-a][Presente de Hermes por Criação de Poderes] - Pés.

{Aura}/ Amuleto do Espectro [Amuleto de prata do pandemônio. É um colar com o símbolod e um "ank" como pingente. Quando ativado, permite ao usuário utilizar a forma etérea. Diferente dos itens comuns, não há limitação de turnos. Este item não pode ser vendido ou doado, sendo necessário ao uso do poder especial, e está sujeito à mudança de descrição de uso de acordo com a edição dos poderes.] (Nívem mínimo: 25)[Presente de Melinoe, para Poder Especial, adquirido através da Missão "Pursuit" em 2012] - Utilizando, no pescoço.

{Lentes do Auspício} / Lentes [Parecem um par de lente de contato comuns, incolores, mas quando colocadas permitem ao usuário identificar as auras daqueles dentro do seu campo de visão. Com isso, pode-se identificar pessoas comuns de monstros ou semi-deuses, tendo também o sentido do seu nível de poder, de acordo com a intensidade da aura, mesmo sem definir suas habilidades, apenas o conhecimento de nível de força. No caso dos semi-deuses, identifica também o deus que lhes deu a benção, seja seu pai/mãe divino ou patrono do grupo, ou os dois nos casos em que se aplicam. Não exige ativação, funcionando constantemente, mas a cada utilização precisa de 6h de descanso, semelhante a uma lente comum. Possuem um estojo específico, cujo líquido de limpeza sempre se regenera, mantendo as lentes em perfeto estado para uso. Para fins de resistência (como bloqueios de auras), em casos que se aplicam, deve-se sempre considerar o nível do usuário.] {Material gelatinoso} (Nível mínimo: 5) {Sem elemento} [Recebimento: Missão Pursuit] - Utilizando, já estava com a personagem no turno anterior, por isso não foi narrada a colocação. Através dela que Sadie viu a filiação e nível do poder dos garotos - sua impressão de que eram mais "fracos" se baseia nas informações recebidas pelo item. Também pode ver os monstros na boate e seus níveis aproximados (apesar que o vampiro ela presenciou a ação e tal.

{Protego}/ Relíquia Mágica [Colar simples e leve, podendo ser levado e escondido em qualquer lugar. A corrente é de prata, e cintila com um brilho negro à luz da Lua. Seu pingente é em forma de pentagrama, e é feito de diamante. Duas vezes por missão e durante 2 rodadas, tendo no mínimo uma rodada de intervalo cria uma barreira mágica de cor roxa, esta cobre todo o feiticeiro. Protege contra ataques mágicos – principalmente - e ataques a longa distancia – lanças, bumerangues, correntes, flechas etc.; ataques diretos não são repelidos.][Prata; Diamante;] (Item de Feiticeira) {Controle Mágico} [Presente de Reclamação por Circe (♀)] - Mais um badulaque no pescoço.

{Scale}/ Colar da hidra [Colar feito de couro entrelaçado com um pingente de escama reptiliana. Ao ser ativado duas vezes por missão, o item fornece ao usuário a capacidade de emitir uma rajada de ácido, como um sopro, pela boca, em linha reta e com alcance de 9m. Além do dano inicial, o alvo ainda perde mais 10 HP por turno durante o mesmo período, não cumulativos - ambos os danos, tanto inicial quanto secundário, afetando também seus itens. Três ativações por evento. Para fins de resistência, os poderes desse item equivalem ao nível 91. (Nível mínimo 91) {Material: couro e escamas} [Ganho como recompensa pelo evento "O levante"] - Outro colarzinho.

{Reptilian pulse}/ Braçadeira escamosa [Feita de escamas reptilianas resistentes e em padrão multicolorido, ao ser ativada esta braçadeira fornece uma espécie de regeneração - não chegando a recuperar vida, mas impedindo danos constantes, como efeitos de sangramento ou corrosão (apenas no semideus, não em itens). Não afeta dano de envenenamento, e nem recupera dano já tomado, apenas impede a persistência de um efeito. Dura 3 turnos, 1 vez por evento. (Nível mínimo: 07) {Material: Escamas multicoloridas} [Ganho como recompensa pelo evento "O levante"] - Braço direito.

Suco de abóbora - Em um frasco entalhado com caretas, uma dose desse suco recupera 5% da MP de quem o beber. Efeitos de várias doses não são cumulativos. 1 dose por frasco. Uso único, devendo ser retirado do arsenal após o uso. - Dado a Adriel

Cérebro de goma - Gelatina em formato de cérebro. Quando consumida, recupera 5% da HP do alvo. Efeitos não cumulativos. Uso único, devendo ser retirado do arsenal após o uso. - Dado a Adriel

Garrafa de névoa - Pequeno item que, quando quebrado, libera uma névoa densa, não mágica, capaz de ocultar uma pessoa mediana ou ocupando uma área aproximadamente cúbica de 2m de lado. A névoa se dissipa em apenas uma rodada, mas pode ser usada de forma defensiva, para se ocultar, ou para tentar atrapalhar a visão de um oponente. Uso único, devendo ser retirado do arsenal após o uso.   - No pégaso

Casulo de Aranha - Este pequeno casulo de teias é na verdade uma bomba que pode ser atirada a até 3m de distância, prendendo os pés de um único oponente pelo turno seguinte, desde que ele esteja no local da explosão. Seu raio é pequeno, não se expandindo o suficiente para afetar mais de uma pessoa. Não impede a movimentação do tronco e membros superiores. Uso único, devendo ser retirado do arsenal após o uso.   - Bolso do casaco

Elixir da Vida (forte) [Frasco de vidro com cerca de 150ml de um líquido de uma cor verde claro, nebulosa. De gosto cítrico mas ainda adocicado, quando ingerido é capaz de restaurar a vitalidade de um alvo, sendo que a dose deve ser totalmente consumida no processo para que faça efeito - sendo então retirada do arsenal. Recupera 60HP de um único alvo.] (Quantidade: 1) [Comprado na loja]   - Dado a Adriel

Elixir da Vida (divino) [Frasco de vidro com cerca de 150ml de um líquido de uma cor verde, mas escura, beirando o verde musgo, nebulosa. De gosto cítrico mas ainda adocicado, ainda que mais pungente, lembrando uma mistura de menta e limão, quando ingerido é capaz de restaurar a vitalidade de um alvo, sendo que a dose deve ser totalmente consumida no processo para que faça efeito - sendo então retirada do arsenal. Recupera 200HP de um único alvo.] (Quantidade: 1) [Comprado na loja] - No pégaso

Espada Nobre Envenenada [Com um cabo de ouro entalhado com máscaras típicas da arte africana. Sua lâmina possui uma mistura de dois venenos: Veneno de mamba-preta, a serpente mais venenosa existente, modificado para afetar qualquer atingido, tirando 20 de HP a cada turno, por 5 turnos (se não curado anteriormente), e veneno paralisante, que deixa o alvo totalmente paralisado por um turno] - Invocada, em uso por Garrett, que ainda a porta.

Poderes e Habilidades:

Passivos

Passivos de Melinoe.

Visão Noturna [Nível 2]
A escuridão e a noite não serão problemas para você. Seus olhos são adaptados com a escuridão e poderá enxergar até melhor que no claro. Poderás também enxergar através da névoa (Da normal e dá mágica). - Utilizado no beco, não sendo prejudicada visualmente na batalha.

Imunidade [Nível 13]
Você é imune a habilidades mentais e habilidades sombrias.- Afeta as auras passivas do damphyr.

Poder Espiritual [Nível 18]
Seu poder espiritual é muito elevado, portanto terá facilidade em realizar magias e gastará menos energia para realizá-las. Magias de drenagem e enfraquecimento não funcionarão em você. - Redução do gasto de poderes.

Vetores [Nível 50]
O filho de Melinoe desenvolve um par de braços extras, de material ectoplásmico. Os braços são invisíveis, exceto para quem tem poderes mediúnicos ou de visão termográfica, e possuem alcance de até 5m. Contudo, tem o poder de afetar formas sólidas normalmente, não sendo intangíveis, podendo ser usados para segurar itens ou atacar, ainda que sua força de ataque seja menor, devido à coordenação exigida para seu uso. Contudo, apesar do seu material, podem ser afetados normalmente por armas e outros ataques físicos - exceto se o semideus tiver acesso e estiver utilizando o poder de forma etérea.[criado por Sadie Bronwen]

Vetores II [Nível 75]
O semideus desenvolve mais um par de vetores, e o seu antigo par é alterado. A coordenação com eles é aumentada, bem como alcance, passando a 10m, sendo agora tão bons quanto os braços normais.[criado por Sadie Bronwen] - usado contra o damphyr, colocando os dois para sinalizar a evolução, mas na real, tanto faz (primeira vez que uso isso >.>)


Passivo de Feiticeiros

Nível 1
• Aura do mistério: Uma aura mágica influencia diretamente na personalidade fos feiticeiros ao adentrarem o grupo, tornando-os um atraente mistério a ser desvendado pelos demais semideuses. [ New]- Auxílio ao se misturar na boate, e também contra os seguranças.

• Maestria com a magia: Por serem feiticeiros de Circe, vocês sofreram menos perda de MP do que o normal ao usarem algum poder. [ New]- Menos gasto no uso de poderes.

Nível 2
• Auxílio sombrio: Na presença mínima de escuridão, você é capaz de receber ajuda dela, tendo um aumento considerável em sua força e em sua MP. Se a lua se fizer presente, sua precisão aumentará ainda mais, e seus ataques serão ainda mais poderosos, e acima de tudo certeiros, podendo ser barrados apenas por meio mágicos de proteção. [ New]- Não sei as condições ambientais, mas talvez se aplique pelo período noturno

Nível 5
• Presença imponente: Sua aura mágica estará mais desenvolvida. Ela se manifestará em você impondo sua presença aos outros, isso os levará a hesitar a te atacar. Fazendo com que ganhes algum tempo. [ New]- Contra o indefinido, intimidando-o.

• Lua Nova: Sendo Circe a deusa da lua nova, os seus aprendizes ficam completamente revigorados e mais fortes neste período, seus ataques e magias são mais poderosos e apresentando melhores resultados.- Não sei o período, se for condizente, considerar a habilidade.

Nível 7
• Olhos Púrpuros: Adentrando os feiticeiros, e adquirindo a Benção de Circe seus olhos adquirem uma pigmentação púrpura chamativa quando você assim quer – que causa receio a qualquer mortal e/ou monstro que lhe encare diretamente.[ Modificado]- Contra o indefinido, intimidando-o.

Level 7
• Animale Voice. A habilidade que permite ao feiticeiro se comunicar com os animais presentes na natureza, não sendo necessária a execução do feitiço uma vez que é uma habilidade passiva. - Com as corujas invocadas.

Especiais

•  Forma Etérea - É um "modo" onde o filho de Melinoe se transmutará em um fantasma, ou seja, será completamente intangível [Ativada via item "Amuleto do Espectro"]- Passivo citado em off, ainda não utilizado (apenas o do colar de reclamação foi usado)

• Void's eyes [Essa estranha benção modificou a visão de Sadie. Parece à principio uma extensão de sua mediunidade, permitindo que ela perceba auras de fantasmas um pouco além, como em fotos - distinguindo quem já morreu, está possuído ou é apenas um espírito que de alguma forma deixou sua impressão, como no caso das chamadas "fotos sobrenaturais", ou em âncoras, como são chamados os objetos e pessoas que prendem um fantasma a esse mundo, mas apenas à princípio. Indo um pouco além, seus olhos conseguem prever a espectativa de vida da pessoa, através da aura. A cor da morte é impregnada - quanto mais forte a cor, mais perto da morte a pessoa se encontra. Isso vale para pessoas idosas ou doentes, por exemplo, ou que tenham a morte predestinada de alguma forma, mas não para acidentes ou coisas inesperadas, caso em que a aura é visível apenas no momento do acontecimento. Não precisa olhar diretamente - reflexos exibem a marca da pessoa original. Também conhecido como Puppet's eyes ou Shinigami's eyes]- Passivo citado ao se referir à morte de Adriel

Ativos

Ativos de Melinoe

Nenhum utilizado

Ativos de Feiticeiro

Level 3
• Badickinis Metalalurca. Usado para capturar o inimigo envolvendo ele ou ela em cabos de metais de resistência mediana que se materializam em volta do indivíduo. - Para prender o basilisco no esgoto.

Nível 7
• Camuflet Vaporis. Cria uma enorme quantidade de vapor quente que pode causar queimaduras de terceiro grau no oponente, deixando feridas não só na carne mas também na alma, onde não há reparo. Uma vez que alguém é atingido por esse feitiço e permaneça sobre seu efeito por mais de trinta minutos, sua alma será completamente queimada, tornando-se nada mais do que cinzas em um corpo vazio.- Usado para destruir o basilisco preso.

Nível 10
• Magia da Invocação II. Você pode invocar coisas maiores do seu arsenal, como escudos, espadas lanças etc. Além disso, você pode "desinvocar" e "invocar" a todo instante, trocando frequentemente de arma, podendo assim, confundir o inimigo. A conjuração muda para Επικαλούμαι - Usado para invocar a espada dada a Garrett.

Nível 16
•Invocação animalesca. Permite que você invoque animais diversos. Poderá invocar no máximo dois, eles terão 100 de Hp cada e receberam danos normalmente. A narração deles é de sua responsabilidade. O círculo mágico irá aparecer à sua frente e irá assumir o tamanho do animal invocado.- Usado para invocar as corujas.

Nível 17
• Kimocha. Permite que o feiticeiro crie fogo e raios, podendo converter o fogo em bolas de fogo ou outras formas de ataques, tal como os raios. [ Nada comparado aos filhos de Héstia ou de Zeus]- Contra o damphyr.

• Apendaja Rigoria. Imobiliza o alvo por um período de tempo. Desde que o feiticeiro possa fixar-se no alvo visualmente e possa mirá-lo fazendo uso de uma das suas mãos.- Contra o damphyr.

O gasto normal seria de 12 + 28 + 40 + 64 + 68 + 68 = 280 MP. Contudo, caso se apliquem os passivos, isso seria reduzido (modificando o custo de x4 para x3) - contudo, não coloco aqui o novo resultado, uma vez que não sei se o narrador consideraria aplicável a todos os poderes.

Pet:
Pégaso [Nome: Nightmare][110/110 HP] - Utilizado como transporte. No momento em localização indefinida.

Oponente:
A questão de níveis foi conversada e tirado dúvidas, assim o damphyr teve apenas a vantagem da surpresa, mas não era tão poderoso - ainda que com os bônus, o considerei fisicamente mais forte que Sadie. Do uso de fogo - ela os considera como vampiros e isso seria mais "senso comum" - uma cagada de sorte. Sobre ele:

Passivos:

(-) Afinidade umbral: Por suas origens, damphyres são resistentes a poderes sombrios, sejam sobre escuridão em si ou medo - sempre serão reduzidos em 50%, independente do nível. Por outro lado, poderes relativos a sol ou fogo sempre causarão dano adicional contra eles: 25%.

(-) Visão no escuro: Damphyres não são afetados pela escuridão, mantendo a mesma acuidade visual mesmo em ambientes totalmente sem luz - exceto no caso de escuridão mágica.

(10) Regeneração sanguínea: Sempre que beber o sangue de um alvo, o damphyr consegue recuperar uma porcentagem igual ao dano causado no processo na sua HP. - não sei se considera, ele basicamente só "tirou uma lasquinha."

Ativo:

(-) Aprimoramento físico: Os damphyres podem ampliar uma característica física ao gasto de MP, mas apenas uma por turno. Caso gastem HP em conjunto na ativação, podem afetar uma característica adicional. Não poder mudar a escolha enquanto ainda estiver na duração (mas podem fazê-lo entre uma ativação e outra). Cada ativação fornece um bônus de 20% em alguma característica: Força (afeta dano de armas corporais), Velocidade (Afeta movimentação e esquiva), Resistência (afeta dano tomado - exceto para elementos vulneráveis) ou Destreza (afeta chance de acerto). 10% de aprimoramento não cumulativo por 3 turnos. Gasto fixo: 5% do status utilizado total (1ª ativação MP, 2ª HP - ambas podem ser realizadas no mesmo turno, como ação livre, gastando o status mas não a ação.Ele teria aprimorado agilidade e força - e se debilitado no processo na tentativa de um ataque certeiro e potente.

(5) Armas naturais aprimoradas: Damphyres podem ativar este poder para criar garras (nas unhas das mãos e pés com poder cortante mediano, semelhante a uma adaga) e presas mais afiadas, permitindo ataques de mordida que provoquem dano mais efetivo e ampliando as chances de se alimentar do sangue do alvo em 50%). Dura 3 turnos por ativação. Usado para criar garras com as quais atacou, sendo ativado previamente ao confronto.


Do basilisco:

Passivo considerado: Toque desintegrador (10): Sua pele é extremamente venenosa, matando plantas e desintegrando materiais de todos os tipos - inclusive seres vivos, queimando como ácido. Ao encostar-se a uma superfície, o material começa a se desintegrar até virar pó, recebendo dano contínuo por rodada. Na pele de um semideus, espalha-se como uma necrose avançada. A única maneira de impedir é com cura ou magia de cura/ restauração ou amputação do membro atingido. Demora 5 turnos para consumir um membro completamente, podendo causar mais dano se atingir partes vitais. Em materiais inanimados, o tempo varia de acordo com o material. Não afeta bronze celestial ou ouro imperial. Narrado pelos efeitos dele no ambiente.

Dentes afiados (-): diferentes do tipo 1, sua dentição é completa, como a de um crocodilo, causando dano avançado quando ataca deste modo, além do veneno, comum a todos da espécie.

Escamas resistentes (10): suas escamas são mais grossas, dando a eles a resistência semelhante a de uma armadura, reduzindo qualquer dano físico tomado.

Ativo

Mordida venenosa (5): Como o toque, mas em vez de afetar membros desintegra a criatura internamente a partir do momento que entra em sua corrente sanguínea. Além do dano, drena a força do alvo, com um efeito devastador e contínuo.

Sopro (15): Basiliscos podem fazer um ataque de fogo, cuspindo um sopro de alcance de até 15 m em linha reta. Esse ataque pode ser realizado uma vez a cada 3 turnos.

Invocar serpentes (25): Basiliscos de todo tipo podem invocar serpentes menores, comuns, em geral venenosas. Em grandes quantidades, podem servir não apenas de distração, mas também ser fatais. O tipo de serpente depende da que é mais comum na região, a ser designado pelo narrador/ avaliador. Demoram de 1 a 3 turnos para surgirem, e a quantidade é variável de acordo com o poder do monstro (1 a cada 10 níveis monstruoso). Sozinhas, tem pouco MP/ HP (cerca de 10 a 20) mas são ágeis, podendo realizar ataques constritores ou com veneno, que podem debilitar o semideus a longo prazo ou em grande quantidade. Podem usar a invocação uma vez a cada 10 turnos, e as cobras invocadas ficam sobre seu poder. Semideuses que poderiam controlá-las só conseguem tal feito se forem de nível maior que o basilisco.

Olhar paralisante (35): o olhar de um basilisco é mágico, paralisando aquele que o encara diretamente por 3 turnos. A vítima respira e fala (não está petrificada) mas perde qualquer ação que necessite de movimento. Ataque visual a até 25m, apenas 1 alvo por ativação. Limite de 2 ativações por combate.

Sobre a batalha: A diferença de níveis não permitia um desenvolvimento tããão grande. O dano final seria potente por ser "crítico", dado ter acertado em cheio em ambos os casos (ainda que o basilisco fique cozinhando por um tempo). Ainda assim, espero não ter simplificado demais.

Evento | Nível 108 | Melinoe/ Circe
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Re: Grupo 7 - Interno

Mensagem por Garrett Bardrick em Sex 13 Maio 2016 - 23:27

Les Revenants,


O silêncio finalmente tomou conta do lugar, o que era um alívio para o indefinido. Duas batalhas que acarretaram em alguns ferimentos pelo o seu corpo. ‘’A vida fora do acampamento deve ser bem difícil!’’ afirmou enquanto tomava um fôlego. Não demorou muito para Garrett voltar a olhar para o semideus que estava preso naquela cela. Com roupas rasgadas e alguns arranhões, o garoto não estava entendendo nada. Alguma coisa aconteceu com aquele semideus, mas ele não sabia o quê. Por fim, a filha de Melinoe acabou pedindo para Garrett e Adriel para que ficassem vivos. ‘’Mas dessa forma? Tá difícil!’’ pensou enquanto observava o filho de Hefesto abrir a porta da cela.

— Você sabe me dizer que cão é aquele que pulou em cima de mim? — perguntou para a semideusa. De fato ele não sabia até perguntar, mas a garota respondeu de forma seca. Por não conhecer muitos monstros da mitologia, outra pergunta veio à tona. — E aquele monstro que você estava. O que era? — voltou a falar.

— É uma fúria. Mais alguma pergunta? — perguntou enquanto evitava olhar para o Garrett.

Não demorou muito tempo para Adriel abrir a porta da cela, o que foi bem rápido. Assim que escancarou aquela abertura, Sadie tomou à frente para falar com o garoto, o que não foi tão correto assim. Apesar de suas palavras parecerem de forma educada, o semideus acabou se assustando mais ainda. Por fim acabou tentando fugir, mas a filha de Melinoe estava à sua frente. Apesar de ter feito a coisa errada, Sadie não perdoou o garoto e então desferiu um golpe. O semideus acabou caindo desacordado. Bardrick achou aquilo estranho e meio desnecessário, mas acabou ficando calado.

A filha de Melinoe era a mais experiente do grupo e acabou tendo uma ideia para sair daquele local antes que mais alguma coisa acontecesse. Por não terem tempo para discutir por uma ideia melhor, resolveram seguir o plano. Após escutar todos os comandos da Sadie, o garoto foi atrás de uma porta de carga e descarga. Apesar de não conhecer bem o lugar, não foi tão difícil achar. Os alarmes de incêndios foram muito fáceis achar, e então procurou ativar o alarme.

Logo depois de executar aquelas tarefas, o garoto retornou ao grupo. Assim que voltou, Garrett percebeu que o semideus estava sendo carregado pelo Adriel e então partiram rumo à saída daquele local. Levantar a portão daquele porão foi um pouco difícil, mas conseguiram. Enquanto saíam daquele local, uma voz ecoou pelo lugar. Por ser um pouco curioso, acabou desviando a sua atenção a procura do dono daquele timbre, mas algo acabou acontecendo. O filho de Hefesto acabou caindo no chão, e ao seu lado surgiu uma pessoa, pelo menos era o que parecia.

O semideus que estava no colo de Adriel ainda estava caído no chão junto com o filho de Hefesto. ‘’Que estranho. Por que eles não se levantam?’’ se perguntou enquanto avançava em direção daquela coisa. ‘’O que é essa coisa?’’ se perguntou enquanto segurava a sua faca.

— Vai lutar comigo utilizando essa faquinha? — perguntou enquanto aparecia um sorriso no rosto.

— Acho que essa faca será o suficiente para te matar. — afirmou ao segurar mais firme a faca.

— Não será mesmo. Você terá o mesmo rumo que o seu amigo caído no chão. Morto! — falou enquanto partia em direção de Garrett.

Apesar de não acreditar muito, o garoto acabou esquivando do ataque do monstro e então contra-atacou. A faca acabou passando de raspão no braço daquela coisa que acabou grunhindo. O indefinido se endireitou e acabou atacando o monstro novamente. Ele não poderia dar folga para aquela coisa, pois Adriel teria que se levantar para dar apoio. ‘’Por que ele não levanta logo?’’ perguntou enquanto errava o ataque e o monstro contra-atacava o semideus. Apesar de não ter percebido nenhuma arma com o indivíduo, por fim acabou percebendo com o que ele estava tentando lhe acertar. A dor foi parecida com que sentiu do cão, mas apenas grunhiu.

— O que você é? — perguntou enquanto recuava. — E tá na hora de cortar as unhas! — voltou a falar.

— O que eu sou? — disse enquanto sorria, mas depois ficou com raiva ao ouvir de suas garras. — Você verá o que eu sou. — voltou a falar.

O ódio parecia ter tomado conta do monstro, pois ele parecia ter ficado com raiva e partiu pra cima do semideus. Garrett já esperava por isso, pois o plano era deixar o monstro com raiva e então percebeu uma coisa estranho. Os dentes daquela coisa estavam um pouco amostra e percebeu que alguns pareciam afiados. ‘’Será que ele é um vampiro?’’ perguntou enquanto desviava das garras do monstro. A maioria dos treinos que participava no acampamento se tratava de combate corpo-a-corpo e isso estava lhe ajudando naquele momento. A cada esquiva que dava, Garrett contra-atacava utilizando sua faca. A intenção era acertar o braço e o rosto do vampiro. Os ataques não eram tão eficientes, mas acabou fazendo um bom estrago.

— Pelo visto essa faquinha vai ser o suficiente para te matar! — afirmou enquanto preparava o ataque final.

O monstro acabou grunhindo e então acabou atacando o semideus. Como estava esperando por aquela ação, Garrett desviou com facilidade e então desferiu dois golpes fatais no vampiro que rapidamente virou pó. Apesar de está um pouco cansado, o garoto correu em direção ao Adriel para poder saber o porquê de ainda não ter levantado. Mas antes de checar qualquer coisa, o indefinido percebeu que ele estava morto. Era uma tristeza sem fim que tomou conta do semideus, mas ele teria que continuar. Teria que finalizar aquela missão em honra ao filho de Hefesto.

— Temos que cuidar do corpo. — disse com a voz quase falhando. — Ele merece um enterro digno. — voltou a falar.

Apesar de está focado no filho de Hefesto, Bardrick estava prestando atenção ao seu redor, a cada monstro que aparecia mais desconfiado ele ficava. Assim que a filha de Melinoe falava, Garrett acabou empurrando-a com toda a sua força, mas acabou sendo atirado para longe. Ele não sabia de onde vinha aquele fogo, mas não era coisa boa. O impacto foi realmente forte, mas nada fatal. Antes que pudesse se levantar para averiguar o que estava acontecendo, Sadie acabou alertando para que não olhasse para a fera. Ela acabou falando, mas o garoto não reconheceu a fera. Como ela já tinha lutado com uma coisa daquela, o que lhe restava era seguir o seu plano. Por fim, a garota acabou perguntando se ele poderia cuidar das cobras. ‘’Mas que cobras?’’ se perguntou enquanto respondia. Não demorou muito para algumas aparecerem, o que na verdade eram quatro. Por fim, acabou respondendo que só tinha uma faca, o que era verdade. A filha de Melinoe acabou falando uma linguagem totalmente diferente e então acabou lançando uma espada em direção ao garoto. Ele não sabia usar muito bem, mas nessas horas qualquer item era bem vindo, e então acabou largando a sua faca no chão para poder pegar a nova arma. As cobras estavam prontas para dar um bote, mas o garoto acabou colocando o seu braço esquerdo na frente, onde estava a o seu bracelete e então desejou que uma luz se acendesse. Não demorou para que aquela fonte de uma claridade se apagasse e assim que se apagou, elas tentaram lhe atacar, o que não deu muito certo. As serpentes acabaram errando o ataque, e então o indefinido apagou contra atacando fazendo com que as cobras fossem mortas.

Por fim, agora restava um monstro. ‘’Espero que esse seja o último!’’ afirmou. Então acabou perguntando da filha de Melinoe se ela tinha algum plano, e de fato ela tinha. Ser uma isca não era nada fácil, mas era o que lhe restava. Então acabou arrastando e batendo a espada no chão para chamar a atenção da fera. Enquanto chamava a atenção do monstro, o indefinido acabou achando uma tampa de lixeira e por mais que fosse inútil, ele pegou. ‘’Pode ser um escudo improvisado!’’ afirmou enquanto voltava a chamar a atenção da fera. Por fim, o monstro acabou ficando irritado e então acabou soltando fogo em direção do indefinido. Graças a uma das magias de Sadie, o impacto não foi tão forte e então pôde desviar com um pouco de facilidade. Por fim, a filha de Melinoe acabou perguntando se ele estava bem, de fato estava, mas ainda faltava eliminar aquele monstro. Mas a ordem de Sadie era para que Garrett cuidasse do indefinido. Rapidamente o garoto correu em direção ao semideus para ver se estava tudo okay. De certa forma estava, mas também não estava. O garoto já estava todo arranhado e com as roupas rasgadas, e agora estava assustado sem entender. ‘’Será que ele sabe o que ele é?’’ se perguntou enquanto observava ele atentamente, pois não queria ele perder de vista. Muita coisa aconteceu até ali, o que realmente acabou assustando Garrett. Ele não se lembrava do seu passado, mas se a vida de um semideus fora do acampamento fosse assim, ele preferia continuar no mesmo lugar de sempre. O que era bem adequado para um semideus. ‘’Será que ainda vamos ter lutar? E será que vou ter forças para continuar?’’ voltou pensar enquanto tomava um fôlego.



Adendos:
Observações:
Falas do Garrett | Falas dos desconhecidos | Falas da Sadie | Falas do Adriel


Então, era pra mim ter postado isso na quarta, mas terça o RPG passou por uma manutenção e isso me deixou furioso. Porque não to tendo tempo pra nada e escrevi esse texto nas pressas, nem revisei nem nada. Apenas to postando.

Ainda to segurando a espada que a Sadie me deu e ainda to com a tampa de uma lixeira. Como apenas olhei para o garoto, não ouve toque e nem nada. Ainda continuo com isso em mãos. Assim que recebeu a espada, a faca caiu no chão. E eu utilizei o poder do bracelete com as cobras. Como os monstros foram o mesmo pra cada um, olhe o spoiler dos monstros de Sadie, pois não vai dá tempo para postar.

Essas são todas as informações referentes à trama em grupo. Apesar de contidas nas minhas postagens, qualquer coisa que envolva o enredo em conjunto deve ser considerado para os três — foi considerado e discutido em equipe e, se necessário, podemos enviar prints das conversas que tivemos, feitas pelo chat do facebook. É que apenas ficaria repetitivo se todos explicassem a toda hora ( e como estou sendo a primeira a postar - ainda que não tenhamos uma ordem definida) facilita que estejam aqui. {Das palavras da Sadie eu uso ctrl C e V pra facilitar porque é isso.

Armas:
♦ Faca [Sua lâmina bronzeada mede cerca de 24 cm, e seu cabo tem o mesmo comprimento padrão. É bastante afiada e é perfeita para ataque ágeis e rápidos. O bom desta arma é sua eficiência tanto para mãos hábeis quanto para manuseios mais inexperientes, pois é uma arma curta, fácil de esconder e ao mesmo tempo fácil de manusear. Seu punho é feito de aço, mas uma camada de couro escuro cobre o aço para que o usuário possa segurá-la firmemente. Na parte inferior da lâmina, próxima ao cabo, há entalhado as siglas do Acampamento "CHB"; uma propriedade que só os meio-sangues e criaturas místicas podem ter e usar (ajuda um pouco na destreza)] {Bronze, aço e couro} (Nível mínimo: 1) {Nenhum elemento} [Recebimento: Administração; item inscrição padrão do fórum]

♦ Lenço de Afrodite [Dado à filha que Garrett salvou, esse lenço rosado pode, além de alterar o odor emanado, pode mudar a textura, a cor e o tamanho. Basta o novo dono querer para a mágica acontecer.] {Nível Mínimo: 1} [Recebimento: Missão "O Resgate", por Héstia e att por Deimos] {Apenas citado}

♦ Silvering / Bracelete [O objeto possui um tamanho comum entre seus afins, não chegando nem aos 8 cm. Em sua extensão, o bracelete possui alguns desenhos e símbolos sem significado aparente. Uma vez por missão, o item emite um leve brilho em um tom de cinza que distrai o oponente, diminuindo suas chances de sucesso em 10% no ataque seguinte caso o alvo olhe em sua direção.] {Prata} (Nível mínimo: 5) {Nenhum elemento} [Recebimento: Missão "Farsante", elaborada e avaliada por Deimos e atualizada por ~Eos]
Poderes:
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Garrett Bardrick
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Re: Grupo 7 - Interno

Mensagem por 127-ExStaff em Ter 17 Maio 2016 - 17:36


Les Revenants



Retorno - Quinto Turno

Após o sangue derramado e o temível basilisco que acabou voltando para o esgoto, uma inquietante calmaria pareceu preencher o local. Sadie, Garrett e o indefinido restante, além do corpo de Adriel, só tinham uma direção: Acampamento Meio-Sangue.


Pontos obrigatórios

Garrett e Sadie

Δ Elaborem o início dos seus respectivos posts concluindo o que houve nos turnos anteriores, focando em suas impressões sobre tudo. Em seguida, decidam o que fazer a partir daí, focando na coerência do seu objetivo: retornar ao Acampamento;

Δ Narrem o retorno, indo falar diretamente com Quíron. Mais semideuses já terão retornado, mas ele se atentará a vocês, já que os demais estavam ali a certo tempo e ele já tinha colhido o que queria. Informem-no de tudo, incluindo a morte do filho de Hefesto e o aparecimento do indefinido, que voltará a ficar consciente;

Δ Inesperadamente e ao mesmo tempo, um ankh aparecerá sobre o semideus que resgataram e sobre Garrett, deixando clara a reclamação por Macária; narrem isso, focando principalmente nas suas impressões, ainda mais na surpresa;

Δ Encerrem como acharem melhor, de acordo com o que foi narrado.


Orientações de postagem & informações

Δ Não utilizem cores cegantes e/ou templates que dificulte a leitura, tendo este uma largura mínima de 400px;
Δ Poderes (com nível, separados por ativo e passivo) e armas em spoiler;
Δ Agradeço se o último a postar me enviar uma mensagem privada para agilizar a avaliação;
Δ Prazo de postagem de 7 dias, encerrando-se dia 24/05 às 17h38m. Boa sorte!

Créditos à ♦ Eos pela base plot geral, editada por mim


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Re: Grupo 7 - Interno

Mensagem por Sadie Bronwen em Dom 22 Maio 2016 - 23:20

O corpo de Adriel era pesado — afinal, ele a ultrapassava em altura e massa, como bom filho de Hefesto — fazendo Sadie precisar do uso dos vetores para carregá-lo, apoiado em suas costas. Ela não queria pensar muito no que quer que fosse: a situação por si só era tensa e desgastante, e acabaria por digerir tudo depois, por mais que dificilmente fosse esquecer o que considerava ser mais um fracasso pessoal. Agora, contudo, não era hora para ruminar o assunto: deviam antes de tudo sair dali. Acenou para Garrett, para mostrar o caminho e indicar que permanecesse com a espada (poderia ser útil ainda), se afastando do beco e da boate antes que ficassem à mercê de mais alguém. A biblioteca era fora de questão, já que mesmo não sendo tão longe iria requerer que atravessassem toda a área tomada pelos frequentadores da casa noturna. Foram circundando as paredes das construções ao redor, dando em outro beco na área residencial.

— Não olhe diretamente agora...

O aviso foi para Garrett. Assim, após isso, se concentrou, pensando nas probabilidades e chances de que Nightmare entendesse o sinal — ele já estava em alerta, esperando ser chamado na biblioteca, mas era inteligente e certamente entenderia (o suficiente ao menos para verificar, ainda que de longe). Contando com isso, concentrou o brilho dos astros em seu corpo, uma habilidade aprendida com Circe para canalizar energia, refletindo na forma de um clarão sinalizador. Seria bom que ele chegasse logo, antes que mais alguém se aproximasse.

Para sua sorte, isso aconteceu, ainda que o pégaso não estivesse nem um pouco humorado.

— Hey! E os doces?

Sadie suspirou, tentando ajeitar o corpo inerte do filho de Hefesto no lombo do animal.

— Fica para a próxima, hoje não deu... Desculpe...

Ela lhe deu alguns tapinhas  nas ancas, tentando improvisar alguma amarração com as rédeas — ainda que isso dificultasse seu posicionamento na sela e impedisse seu controle durante a viagem, mas era um percurso curto. O pégaso percebeu sua seriedade, não questionando, e o outro animal também não deu trabalho.

— Vá devagar, ok? Me segurarei na sua crina...

Um relincho de concordância foi a resposta.

A volta demorou mais: tinham mais peso, uma vez que dobraram o peso em dois animais, já que não podiam deixar um cavaleiro inconsciente guiando um dos pégasos. Além disso, todos estavam desanimados. Ainda assim, foi surpreendente o fato de não terem nenhum empecilho. O problema real foi a chegada: Mal colocou os pés no Acampamento, Sadie sentiu os olhares — alguns inquiridores, alguns acusativos — sobre suas costas, e os murmúrios que acompanhavam a passagem de seu grupo. Ignorando todos, seguiu direto para a Casa Grande. Deixou os pégasos na porta, e logo alguns sátiros apareceram para se encarregar deles. Delicadamente, posicionou o corpo de Adriel no chão. Um dos sátiros lhe deu um tapinha nas costas, percebendo seu estado de ânimo.

— Não se preocupe, eu aviso o chalé 9...

Ela não conseguiria colocar em palavras a gratidão que sentiu por isso, fitando o sátiro desconhecido na tentativa de gravar suas feições, e antes que deixasse isso de lado e entrasse, o próprio diretor veio atendê-los. Quíron estava cercado de semideuses, e as vozes e movimentação indicavam a chegada de outros grupos, mas o centauro acenou para que se dispersassem enquanto se aproximava dos recém-chegados.

— Sadie...

A filha de Melinoe acenou.

— Está tudo bem agora, criança... Venha, vamos entrar e então poderão me contar o que houve. O outro garoto...

— Está bem, eu acho. Só não colaborava muito. Não precisava dele atrapalhando, desde que ficasse vivo.

O centauro assentiu.

— Certo... Tragam-no para dentro, será melhor se eu estiver por perto quando ele acordar. — Ele disse a alguns sátiros, antes de voltar a dirigir-se aos semideuses. — E vocês... Me acompanhem...

Ele os guiou para uma sala mais calma — um escritório — e os sátiros que estavam ajudando deixaram o indefinido inconsciente em um divã. O corpo de Adriel já havia sido levado às enfermarias, e certamente seu chalé prepararia a cerimônia fúnebre com as honras devidas.

— Contem-me o que houve...

A voz do centauro era calma, e sua postura era acolhedora, não acusativa. Sadie lançou um rápido olhar à Garrett, mas era claro que ela é quem deveria falar. E foi o que fez.

Inicialmente com reservas: a voz saía baixa, pausada e com hesitações, mais por não saber o que dizer do que por qualquer outro motivo, mas então, conforme continuava, a informação vinha em jorros: como decidiram pela cidade, por conta da informação dos fantasmas; como se encontraram na colina; a forma como se separaram para investigar; a boate, com as armadilhas e a fúria — que, dos pontos, foi o que mais lhe chamou a atenção.

— Uma benevolente? Mas o que as servas de Hades...

— Também me pergunto isso, mas ela não parecia estar a serviço dele. Era Tisífone, Quíron. Não consigo ligar as peças, mas talvez você possa, com as informações dos outros...

Ele concordou, mas logo indicou para que ela continuasse. Garrett falava pouco, inserindo detalhes e fazendo apontamentos sobre trechos que Sadie esquecia ou não sabia informar — como a separação do grupo no porão da boate — mas pouco intervinha.

E então, a emboscada do lado de fora. A voz de Sadie falhou um momento, fazendo com que encarasse o centauro em silêncio. Ele sabia o que ela sentia naquele momento.

— Não foi sua culpa, Sadie... Tenho certeza que fez o que podia.

E não foi o suficiente. Eu era a mais velha, a mais experiente, e ainda assim...

Garrett quebrou sua pequena sessão de auto-comiseração:

— Mas... Se todos estão voltando, por quê ele não?

Quíron não respondeu, ficando pensativo, mas era claro que tinha alguma teoria que não queria compartilhar. Sadie, por sua vez, pensava da mesma forma: era meio óbvio que havia um critério: qual e de quem seriam esses parâmetros era a questão — seria apenas Macária dando as ordens no jogo?

A conversa foi interrompida pelos resmungos vindos do divã: o indefinido voltava à consciência, e se esguia, esfregando os olhos.

— Onde... Como...?

E então o brilho, inundando a sala em um tom de rosa pálido e ainda assim ofuscante, fazendo com que Sadie desviasse os olhos e piscasse freneticamente. E enquanto o indefinido gritava e agitava os braços ao se redor, Sadie apenas encarava um Garret aturdido, que via o mesmo símbolo do novato brilhando sobre si: um ankh. Não precisava ser nenhum gênio para ligar tudo à filha de Hades. Ainda assim, ela questionava até que ponto iria a influência da deusa, e se interferira na missão — afinal, como permitiria que um filho seu, que já estava em segurança, saísse do Acampamento para encontrar outro?

A expressão de Garrett também deixava claro que não havia sido avisado sobre isso, de nenhuma forma, fosse em sonhos, alucinações ou outro tipo de mensagem — era tão surpreendente para ele como seria se fosse o símbolo de um dos 3 grandes. Em uma rara demonstração de solidariedade, Sadie se permitiu um sorriso triste.

— Bem vindo à família, primo... Bom Quíron, suponho que eu esteja dispensada?

O centauro acenou.

— Claro... Mas você, Garrett, ainda precisamos conversar depois disso... E decidir para qual chalé você e seu irmão irão agora, visto que Macária não possui um.

Sadie não esperou outra orientação, saindo rapidamente do recinto. Já Garrett parecia ansioso com o desdobramento dos eventos, acenando para o centauro e dizendo que retornava em breve, enquanto seguia a filha de Melinoe, que com passos largos já estava na varanda.

— Ei! Espera!

Sadie estacou, olhando por sobre os ombros. O menino não enrolou muito, cuspindo a questão como algo urgente.

— Me treine!

Sadie arregalou os olhos, enquanto ele endossava o pedido. Por fim, quando silenciou, ela não pôde deixar de perguntar.

— E por quê quer isso? Você me acompanhou nessa missão, viu como sou e como ajo. Não se encante por uma imagem falsa... Se eu fosse tão boa assim, o filho de Hefesto não estaria morto. Tem certeza que quer ter esse tipo de pessoa te orientando? O que acha que vai ganhar, ou que eu tenho a oferecer?

Ele respirou fundo, tomando fôlego e ponderando antes de responder — uma resposta que a abalou mais do que gostaria. Sentiu o conflito dentro de si: ela seria capaz de dar as costas assim, quando claramente um pedido de ajuda havia sido formulado.

"Merda".

— Esteja na arena amanhã a noite. Tire o dia para descansar e absorver tudo, e aproveite, pois é seu último dia de folga. Já que é parte da família, é bom que comece a se familiarizar com as coisas com a qual lidamos. Hades e o povo lá de baixo não são a "ovelha negra" por acaso, e nós herdamos a fama. Só não venha chorar depois.

As palavras saíram antes que se desse conta, mas por fim deu de ombros.

— Vamos ver quanto tempo você aguenta...

Era claramente uma provocação, pelo tom de voz, mas uma espécie de "boas vindas". Agora, dependeria de Garrett. Da sua parte, talvez fosse a chance de uma redenção, por Lizzye, no passado, e pelos erros com o outro semideus, no presente. Para que ninguém mais morresse, e ela não se sentisse mais culpada. Droga! Quem diria que era tão sentimental? Talvez isso fosse a chance de um futuro melhor, para ela e seu novo pupilo. Quem sabe? Só estaria apta a considerar o que quer que fosse depois de um banho e algumas horas de sono. Merecidas, diga-se de passagem.

Notas importantes:
Explicações indiretas/ off que expliquem nossa trama:

Decidimos não retornar para a biblioteca - o esforço não seria coerente. No mais, tentamos criar um vínculo entre os personagens - e a questão mestre/ aprendiz se encaixa nisso, além do fato de ambas as progenitoras terem alguns aspectos parecidos.

Essas são todas as informações referentes à trama em grupo. Apesar de contidas nas minhas postagens, qualquer coisa que envolva o enredo em conjunto deve ser considerado para os três — foi considerado e discutido em equipe e, se necessário, podemos enviar prints das conversas que tivemos, feitas pelo chat do facebook. É que apenas ficaria repetitivo se todos explicassem a toda hora ( e como estou sendo a primeira a postar - ainda que não tenhamos uma ordem definida) facilita que estejam aqui.

Agora, informações pessoais:

Sadie é mais fechada - não é algo que dá pra interpretar com facilidade. Sobre Adriel, as coisas ficaram mais esparsas no texto, e não apenas no início, como a culpa - se justificada ou não é outra história - e a preocupação com o novato e com Garrett. Além disso, ela é uma pessoa mais prática - não quer dizer que não vá sentir nada (ela vai remoer por um bom tempo, e isso tentei deixar claro) mas vai se permitir isso apenas nos momentos em que puder - e na missão, haviam prioridades que iam além do sentimento próprio. E, além disso, trauminhas ao cuidar de novatos (Lizzye e etc em DIY).

Dos itens: Já foi pedido adequação há meses, mas esqueceram de atualizar. Qualquer dúvida, favor entrar em contato.

Sobre legenda: Sadie de verdinho, com pensamentos em itálico entre aspas e fala verdinho comum; NPCs importantes de branco (Quíron), Garrett com o rosa túmulo de Macária aqui ppra evitar confusão, e demais NPCs apenas de negrito. Espero que não tenha ficado cansativo de ler e que as cores não atrapalhem.

Dúvidas e afins, estou à disposição.

Grata pela leitura e atenção!

Itens:
Faca [Sua lâmina bronzeada mede cerca de 24 cm, e seu cabo tem o mesmo comprimento padrão. É bastante afiada e é perfeita para ataque ágeis e rápidos. O bom desta arma é sua eficiência tanto para mãos hábeis quanto para manuseios mais inexperientes, pois é uma arma curta, fácil de esconder e ao mesmo tempo fácil de manusear. Seu punho é feito de aço, mas uma camada de couro escuro cobre o aço para que o usuário possa segurá-la firmemente. Na parte inferior da lâmina, próxima ao cabo, há entalhado as siglas do Acampamento "CHB"; uma propriedade que só os meio-sangues e criaturas místicas podem ter e usar (ajuda um pouco na destreza)] {Bronze, aço e couro} (Nível mínimo: 1) {Nenhum elemento} [Recebimento: Administração; item inscrição padrão do fórum] - Em uma bainha no tornozelo

{Elo de Ares} [Esse anel foi feito a partir de uma peça da lança do deus da guerra. Seu uso possibilita ao semi-deus transformar qualquer arma que esteja segurando em outra arma qualquer, além de lhe oferecer as perícias mínimas para seu manuseio. Armas de longa distância terão a munição criada magicamente. Não adiciona atributos a nenhuma arma, considerando apenas os atributos já presentes na arma original, e se aplica somente a uma arma por vez. Não pode ser roubado ou perdido, sempre retornando de alguma forma à Sadie] - Usando na mão direita.

{Soul} / Colar [Um colar feito de prata com um pingente metálico em uma forma abstrata, algo como um "borrão" ou uma "mancha".  Quando ativado, permite que o semideus assuma a forma etérea. Contudo, ele só pode ficar nesta forma 5 turnos por missão, seja de forma contínua ou não - ou seja, ele pode gastar os 5 turnos seguidos ou dividir a utilização, mas a soma do uso não pode exceder o tempo máximo por missão] {Prata} (Nível Mínimo: 1) {Controle etéreo} [Recebimento: Presente de Reclamação de Melinoe] - No pescoço - acabaram os usos livres, mas ela tem o poder especial ainda para utilizar se necessário.

{Legion}/ Anel [Anel prateado. Olhando de perto seus detalhes lembram ossos justapostos, como se o anel fosse feito de pequenas peças até tomar seu formato. O anel suga a alma/ energia dos oponentes derrotados em combate (mortos ou destruídos pelo filho de Melinoe - ele deve ser o último a golpear o oponente para fazer efeito. Essa essência pode ser usada futuramente na ativação de certos poderes, como "Ectofagia" e "Acessar memória", respeitando os limites dos poderes. Adicionalmente, o semideus pode escolher gastar o poder de uma alma capturada - consumindo-a no processo - e ganhando um aumento de suas características de 15%, por 3 turnos. Isso afeta força física, esquiva e potência/ chance de acerto de ataque, mas não a duração dos poderes, ainda que o dano seja alterado. Apenas uma alma pode ser consumida desta forma por missão. Uma vez por missão o anel pode manipular a energia espiritual do próprio semideus, fazendo com que recupere 20 HP sem custos adicionais ou qualquer perda.] {Bronze sagrado}(Nível Mínimo: 1) {Controle de almas. Almas coletadas: -} [Recebimento: Presente de Reclamação de Melinoe] - Mão esquerda. Considerando tudo, depois precisa atualizar (erínia + damphyr + basilisco).

{Hollow}/ Escudo Grande [Escudo de bronze sagrado, com ganchos para uma corrente, de forma a prendê-la de duas maneiras diferentes.Pelo centro, com a corrente saindo por um lado do escudo,ficando uma única extremidade solta, ou pela lateral, deixando uma ponta livre de cada lado para o ataque. Os ganchos tem travas de segurança internas, de modo que a corrente possa ser presa ou solta de acordo com a vontade do usuário, mas não se soltasse com o tranco ou puxão de um oponente; o escudo também possui uma fivela para prendê-lo ao braço do usuário, dando um suporte maior, não escapando facilmente da mão a menos que a braçadeira do mesmo seja danificada de alguma forma. Tem uma cabeça de dragão esculpida na frente, e escamas nas laterais.]{Θ} {Bronze sagrado} {Sem elementos} (Nível mínimo: 1) [Adquirido nas forjas] - Carregando, mas deixado no pégaso.

{Agony} / Corrente [Corrente com cravos. É feita de bronze sagrado mas sua coloração é desgastada, como se fosse velha e corroída. A corrente possui 3m de comprimento, e apesar do tamanho pode ser facilmente manuseada pelos filhos da deusa do fantasma.  Transforma-se em uma braçadeira com spikes no nível 20. A corrente de Sadie foi modificada, possuindo os cravos em tamanho maior e afiados, provocando mais dano do que de uma corrente comum. Além disso, suas extremidades possuem pontas afiadas,como pequenas adagas.Na lateral de cada extremidade, há ganchos, que podem ser ativados sem custo, por pressão, para auxiliar em ações de aprisionamento, para enlaçar o alvo, desarme ou para auxiliar em uma escalada.[Melhorado por Pio]{Θ} {Bronze Sagrado} (Nível Mínimo: 5) [Recebimento: Presente de Reclamação de Melinoe] - No braço esquerdo.

{Calçados Alados} [Calçados mágicos que podem virar o calçado que Sadie quiser. Sempre terá um par de asas, inquebráveis, na parte dos calcanhares. Impossíveis de serem roubados ou perdidos, a filha de Melinoe pode voar com eles mesmo sem experiência, pois eles ajudam-a][Presente de Hermes por Criação de Poderes] - Pés.

{Aura}/ Amuleto do Espectro [Amuleto de prata do pandemônio. É um colar com o símbolod e um "ank" como pingente. Quando ativado, permite ao usuário utilizar a forma etérea. Diferente dos itens comuns, não há limitação de turnos. Este item não pode ser vendido ou doado, sendo necessário ao uso do poder especial, e está sujeito à mudança de descrição de uso de acordo com a edição dos poderes.] (Nívem mínimo: 25)[Presente de Melinoe, para Poder Especial, adquirido através da Missão "Pursuit" em 2012] - Utilizando, no pescoço.

{Lentes do Auspício} / Lentes [Parecem um par de lente de contato comuns, incolores, mas quando colocadas permitem ao usuário identificar as auras daqueles dentro do seu campo de visão. Com isso, pode-se identificar pessoas comuns de monstros ou semi-deuses, tendo também o sentido do seu nível de poder, de acordo com a intensidade da aura, mesmo sem definir suas habilidades, apenas o conhecimento de nível de força. No caso dos semi-deuses, identifica também o deus que lhes deu a benção, seja seu pai/mãe divino ou patrono do grupo, ou os dois nos casos em que se aplicam. Não exige ativação, funcionando constantemente, mas a cada utilização precisa de 6h de descanso, semelhante a uma lente comum. Possuem um estojo específico, cujo líquido de limpeza sempre se regenera, mantendo as lentes em perfeto estado para uso. Para fins de resistência (como bloqueios de auras), em casos que se aplicam, deve-se sempre considerar o nível do usuário.] {Material gelatinoso} (Nível mínimo: 5) {Sem elemento} [Recebimento: Missão Pursuit] - Utilizando, já estava com a personagem no turno anterior, por isso não foi narrada a colocação. Através dela que Sadie viu a filiação e nível do poder dos garotos - sua impressão de que eram mais "fracos" se baseia nas informações recebidas pelo item. Também pode ver os monstros na boate e seus níveis aproximados (apesar que o vampiro ela presenciou a ação e tal.

{Protego}/ Relíquia Mágica [Colar simples e leve, podendo ser levado e escondido em qualquer lugar. A corrente é de prata, e cintila com um brilho negro à luz da Lua. Seu pingente é em forma de pentagrama, e é feito de diamante. Duas vezes por missão e durante 2 rodadas, tendo no mínimo uma rodada de intervalo cria uma barreira mágica de cor roxa, esta cobre todo o feiticeiro. Protege contra ataques mágicos – principalmente - e ataques a longa distancia – lanças, bumerangues, correntes, flechas etc.; ataques diretos não são repelidos.][Prata; Diamante;] (Item de Feiticeira) {Controle Mágico} [Presente de Reclamação por Circe (♀)] - Mais um badulaque no pescoço.

{Scale}/ Colar da hidra [Colar feito de couro entrelaçado com um pingente de escama reptiliana. Ao ser ativado duas vezes por missão, o item fornece ao usuário a capacidade de emitir uma rajada de ácido, como um sopro, pela boca, em linha reta e com alcance de 9m. Além do dano inicial, o alvo ainda perde mais 10 HP por turno durante o mesmo período, não cumulativos - ambos os danos, tanto inicial quanto secundário, afetando também seus itens. Três ativações por evento. Para fins de resistência, os poderes desse item equivalem ao nível 91. (Nível mínimo 91) {Material: couro e escamas} [Ganho como recompensa pelo evento "O levante"] - Outro colarzinho.

{Reptilian pulse}/ Braçadeira escamosa [Feita de escamas reptilianas resistentes e em padrão multicolorido, ao ser ativada esta braçadeira fornece uma espécie de regeneração - não chegando a recuperar vida, mas impedindo danos constantes, como efeitos de sangramento ou corrosão (apenas no semideus, não em itens). Não afeta dano de envenenamento, e nem recupera dano já tomado, apenas impede a persistência de um efeito. Dura 3 turnos, 1 vez por evento. (Nível mínimo: 07) {Material: Escamas multicoloridas} [Ganho como recompensa pelo evento "O levante"] - Braço direito.

Suco de abóbora - Em um frasco entalhado com caretas, uma dose desse suco recupera 5% da MP de quem o beber. Efeitos de várias doses não são cumulativos. 1 dose por frasco. Uso único, devendo ser retirado do arsenal após o uso. - Dado a Adriel

Cérebro de goma - Gelatina em formato de cérebro. Quando consumida, recupera 5% da HP do alvo. Efeitos não cumulativos. Uso único, devendo ser retirado do arsenal após o uso. - Dado a Adriel

Garrafa de névoa - Pequeno item que, quando quebrado, libera uma névoa densa, não mágica, capaz de ocultar uma pessoa mediana ou ocupando uma área aproximadamente cúbica de 2m de lado. A névoa se dissipa em apenas uma rodada, mas pode ser usada de forma defensiva, para se ocultar, ou para tentar atrapalhar a visão de um oponente. Uso único, devendo ser retirado do arsenal após o uso.   - No pégaso

Casulo de Aranha - Este pequeno casulo de teias é na verdade uma bomba que pode ser atirada a até 3m de distância, prendendo os pés de um único oponente pelo turno seguinte, desde que ele esteja no local da explosão. Seu raio é pequeno, não se expandindo o suficiente para afetar mais de uma pessoa. Não impede a movimentação do tronco e membros superiores. Uso único, devendo ser retirado do arsenal após o uso.   - Bolso do casaco

Elixir da Vida (forte) [Frasco de vidro com cerca de 150ml de um líquido de uma cor verde claro, nebulosa. De gosto cítrico mas ainda adocicado, quando ingerido é capaz de restaurar a vitalidade de um alvo, sendo que a dose deve ser totalmente consumida no processo para que faça efeito - sendo então retirada do arsenal. Recupera 60HP de um único alvo.] (Quantidade: 1) [Comprado na loja]   - Dado a Adriel

Elixir da Vida (divino) [Frasco de vidro com cerca de 150ml de um líquido de uma cor verde, mas escura, beirando o verde musgo, nebulosa. De gosto cítrico mas ainda adocicado, ainda que mais pungente, lembrando uma mistura de menta e limão, quando ingerido é capaz de restaurar a vitalidade de um alvo, sendo que a dose deve ser totalmente consumida no processo para que faça efeito - sendo então retirada do arsenal. Recupera 200HP de um único alvo.] (Quantidade: 1) [Comprado na loja] - No pégaso

Espada Nobre Envenenada [Com um cabo de ouro entalhado com máscaras típicas da arte africana. Sua lâmina possui uma mistura de dois venenos: Veneno de mamba-preta, a serpente mais venenosa existente, modificado para afetar qualquer atingido, tirando 20 de HP a cada turno, por 5 turnos (se não curado anteriormente), e veneno paralisante, que deixa o alvo totalmente paralisado por um turno] - Invocada, em uso por Garrett, que ainda a porta.

Poderes e Habilidades:

Passivos

Passivos de Melinoe.

Visão Noturna [Nível 2]
A escuridão e a noite não serão problemas para você. Seus olhos são adaptados com a escuridão e poderá enxergar até melhor que no claro. Poderás também enxergar através da névoa (Da normal e dá mágica). - Ainda em uso, para explicar porque não está citando nenhuma dificuldade, mesmo de noite.

Poder Espiritual [Nível 18]
Seu poder espiritual é muito elevado, portanto terá facilidade em realizar magias e gastará menos energia para realizá-las. Magias de drenagem e enfraquecimento não funcionarão em você. - Redução do gasto de poderes.

Vetores [Nível 50]
O filho de Melinoe desenvolve um par de braços extras, de material ectoplásmico. Os braços são invisíveis, exceto para quem tem poderes mediúnicos ou de visão termográfica, e possuem alcance de até 5m. Contudo, tem o poder de afetar formas sólidas normalmente, não sendo intangíveis, podendo ser usados para segurar itens ou atacar, ainda que sua força de ataque seja menor, devido à coordenação exigida para seu uso. Contudo, apesar do seu material, podem ser afetados normalmente por armas e outros ataques físicos - exceto se o semideus tiver acesso e estiver utilizando o poder de forma etérea.[criado por Sadie Bronwen]

Vetores II [Nível 75]
O semideus desenvolve mais um par de vetores, e o seu antigo par é alterado. A coordenação com eles é aumentada, bem como alcance, passando a 10m, sendo agora tão bons quanto os braços normais.[criado por Sadie Bronwen] - Explicando o uso para justificar como ela conseguiu carregar Adriel. (primeira vez que uso isso >.>)


Passivo de Feiticeiros

Nível 1
• Maestria com a magia: Por serem feiticeiros de Circe, vocês sofreram menos perda de MP do que o normal ao usarem algum poder. [ New]- Menos gasto no uso de poderes.

Nível 2
• Auxílio sombrio: Na presença mínima de escuridão, você é capaz de receber ajuda dela, tendo um aumento considerável em sua força e em sua MP. Se a lua se fizer presente, sua precisão aumentará ainda mais, e seus ataques serão ainda mais poderosos, e acima de tudo certeiros, podendo ser barrados apenas por meio mágicos de proteção. [ New]- Não sei as condições ambientais, mas talvez se aplique pelo período noturno

Nível 5
• Lua Nova: Sendo Circe a deusa da lua nova, os seus aprendizes ficam completamente revigorados e mais fortes neste período, seus ataques e magias são mais poderosos e apresentando melhores resultados.- Não sei o período, se for condizente, considerar a habilidade.

Level 7
• Animale Voice. A habilidade que permite ao feiticeiro se comunicar com os animais presentes na natureza, não sendo necessária a execução do feitiço uma vez que é uma habilidade passiva. - Com os pégasos

Nível 20
• Alteração de probabilidades. A magia é sempre explicada de muitas formas, mas uma das mais comuns vistas é que esta consiste em alterar a probabilidade de algo, tornando o impossível, possível, e vice e versa. Uma vez por missão com esse poder os feiticeiros poderão bolar qualquer plano e alterar as probabilidades ao seu favor, fazendo com que esse dê certo e tudo conspire em prol de si mesmos e/ou de seus aliados. Ambiente, obstáculos, e tudo o mais. Depois de usado uma vez, esse poder ainda terá efeito, mas, este será reduzido pelo narrador o quanto julgar coeso. [ Também funciona de uma forma indireta, sendo capaz de alterar o curso de projéteis lançados contra você, ou de qualquer magia de efeito mediano. Quando em uso nas duas primeiras vezes o narrador terá de aceitar seu plano se este se provar coeso o suficiente] [ New]- Com os pégasos, para favorecer as chances de Nightmare investigar o clarão/ entender o sinal e aparecer.

Nível 33
• Ofuscante Celeste. Quando sob o teto do céu, o brilho das estrelas irá incidir sobre você, e estes serão capazes de cegar o inimigo se em grande escala, ou de induzir até mesmo uma divindade menor a fazer o que queres, quando em conjunto com o poder de persuasão proveniente da sua beleza, ou seja, é quase impossível resistir aos seus encantos. Moderado a sua vontade e só funciona como indutor se seu clarão afetar diretamente a vítima. [ New]- Com os pégasos, para produzir o sinal.

Ativos

Nenhum utilizado nesse turno.

Pet:
Pégaso [Nome: Nightmare][110/110 HP] - Utilizado como transporte.

Evento | Nível 108 | Melinoe/ Circe
ulla
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Re: Grupo 7 - Interno

Mensagem por Garrett Bardrick em Seg 23 Maio 2016 - 2:39

Les Revenants,


Apesar de não ter prestado atenção no final da batalha de Sadie com aquele basilisco, pelo menos era assim que a filha de Melinoe havia chamado àquela coisa. Um silêncio tomou conta do lugar, e o garoto por fim pôde prestar atenção no semideus com calma. O indefinido ainda estava inconsciente, o que era bem estranho. Com todo aquele barulho e com a queda, ele deveria pelo menos ter acordado, mas isso não aconteceu. ‘’Ela deve ter batido com muita força!’’ afirmou enquanto olhava para o indefinido.

O cansaço finalmente tomou conta do semideus que não aguentando mais, resolveu sentar-se ao lado do indefinido. A sua respiração estava ofegante, as suas pálpebras estavam pesadas e mesmo assim, o garoto tentava ficar acordado. Faltava pouco, pelo menos era o que parecia. ‘’Será que isso nunca vai acabar?” pensou enquanto tentava controlar a sua respiração. Muitas coisas aconteceram até eles chegarem. ‘’Se eu chegasse naquele hospital, com certeza a mulher deixaria eu entrar!’’ sorriu ao pensar o quanto inusitado seria essa cena. ‘’A igreja não ficaria para trás, eles também me ajudariam!’’ voltou a imaginar. Tudo aquilo estava voltando em forma de flashback na cabeça do jovem semideus.

Tudo o que aconteceu até aquele momento era algo novo, pelo menos pra quem nunca saiu do Acampamento Meio-Sangue. ‘’A biblioteca poderia ser um bom esconderijo nesse momento!’’ afirmou enquanto relaxa os ombros. Após tudo o que tinha acontecido o garoto ainda tinha tempo pra relaxar? Pelo menos era o que parecia, mas por dentro ele sabia que não ia relaxar tão cedo. ‘’Por que entramos naquela boate? Será que toda aquela confusão poderia ter sido evitado se eu fosse maior de idade?” refletiu enquanto olhava para o corpo do filho de Hefesto. ‘’Nem mesmo como curandeiro alguém morreu em minha presença, e só foi perder os poderes que isso aconteceu.’’ Voltou a pensar. As pálpebras voltaram a ficar pesadas e ele não conseguiu segurar, na qual fechou logo em seguida. As imagens das batalhas vieram à tona, parecia ser tão real. Adriel aparecia naquele flashback. No primeiro momento estava ajudando Garrett com os seguranças. Em outra hora ajudando o indefinido e Sadie a sair daquele maldito quarto. Por fim, a pior cena, a morte do filho de Hefesto. Mesmo com os olhos fechados, uma lágrima escorreu pelo rosto do garoto.

— Temos que ir embora, Garrett. — a voz de Sadie acabou quebrando o silêncio que reinava naquele lugar. — Algum outro monstro poderá aparecer e não sei se vamos ter tanta sorte como tivemos agora. — disse enquanto dava uma leve pausa. — Fique com a espada. Ainda pode ser útil. — voltou a falar.

Após ouvir a filha de Melinoe e voltar a focar no que realmente estava acontecendo, o garoto acabou recolhendo a sua faca que estava no chão e jogando fora a tampa de lixo que tinha usado como escudo. Sadie então arrumou o filho de Hefesto em suas costas e quem deveria carregar o indefinido seria o Garrett. Então o semideus deu uma leve suspirada, e então ergueu o indefinido que ainda estava inconsciente. ‘’Não sei como ele consegue ficar desacordado por tanto tempo!’’ afirmou enquanto ajeitava de uma forma confortável para locomover. Assim que sentiu pronto para caminhar, o garoto seguiu a prole de Melinoe, que até então só apontou para o caminho que deveria seguir. Enquanto percorria rumo ao lugar desejado pela garota, Garrett tentava deixar a sua mente calma, pois digerir tudo aquilo estava sendo difícil. Por fim, o silêncio foi quebrado. Sadie acabou alertando o indefinido para que não olhasse. Apesar de está meio conturbado, o garoto obedeceu apenas fechando os olhos. Logo em seguida ela falou que já poderia olhar e então abrir as pálpebras foi mais fácil do que imaginava. O cansaço que antes era grande, agora não era tão incomodador assim. Novamente o silêncio voltou a reinar no lugar, mas não por muito tempo. Dois pégasos apareceram em pouco tempo. ‘’Como que ela fez isso?’’ acabou perguntando para si mesmo.

A prole de Melinoe acabou se dirigindo a um dos cavalos alados. ‘’Será que é o mesmo pégaso que peguei no estábulo?’’ pensou enquanto caminhava em direção da fera mitológica. Assim que chegou perto, arrumou o indefinido com uma leve dificuldade e então montou logo em seguida. Não demorou muito para seguir a viagem de volta ao acampamento. O percurso de volta até o lar dos semideuses pareceu bem mais devagar do que a ida até a cidade, mas finalmente conseguiram chegar.

Assim que pousaram no acampamento, vários semideuses vieram ver o que estava acontecendo, mas apenas ficaram olhando. Algumas pessoas ficavam cochichando, mas isso não estava incomodando o garoto. A morte do filho de Hefesto ainda lhe incomodava bastante. Por fim, a prole de Melinoe parou em frente a um lugar. O garoto reconhecia aquele lugar, pois foi aonde tudo começou. ‘’A Casa Grande!’’ afirmou enquanto pegava o indefinido. Rapidamente um sátiro veio ajudar o garoto, no qual acabou agradecendo pelo amparo.

Assim que se ajeitaram, seguiram em direção à porta de acesso para o lugar, mas antes que se aproximassem, o diretor do acampamento apareceu. A filha de Melinoe e Quíron trocaram algumas palavras de início antes do centauro chamar a dupla para lhe acompanhar. Assim que ia começar a caminhar, outro sátiro ofereceu ajuda ao garoto. Por mais que aguentasse carregar o indefinido, o cansaço ainda era eminente. Depois disso tudo, o semideus seguiu Sadie e Quíron. Os sátiros vieram logo atrás trazendo o indefinido que ainda permanecia inconsciente.

Ao chegar a uma sala mais simples, o garoto apenas sentiu um alívio. O diretor do acampamento acabou fazendo uma pergunta, mas a resposta por mais fosse de uma forma positiva, por outro lado era negativa. A filha de Melinoe acabou olhando para o Garrett, no qual apenas retribuiu o olhar. Sadie logo então começou a falar sobre a missão, na qual o semideus apenas escutava. Em poucos momentos falava alguma coisa, no qual achava importante falar. Por fim, acabou chegando à parte de relatar a morte do filho de Hefesto. Por certo momento, Garrett percebeu que Sadie estava abatida da mesma forma que ele, ou pior. Ele não sabia definir muito bem as emoções das pessoas, mas era apenas o que achava. Por fim, a curiosidade do garoto foi maior e então lançou uma pergunta para o centauro. O diretor, infelizmente, não respondeu a pergunta do semideus. ‘’Uma simples resposta poderia servir. ’’ pensou enquanto aguardava a resposta.

Enquanto aguardava por uma resposta do centauro, duas palavras cortaram o silêncio. Rapidamente o semideus olhou para o indefinido, mas algo estava pairando sobre sua cabeça. Ele reconhecia aquele símbolo, de alguma forma ele lembrava, só não sabia de onde. A cor rosa que iluminava o lugar acabou ficando mais intenso e ofuscante. Automaticamente o garoto dirigiu seu olhar para cima e então percebeu que o mesmo símbolo estava acima de sua cabeça. ‘’Um ankh!’’ afirmou enquanto observava. Como ele sabia o nome daquele ícone? Ele não sabia responder. Garrett não sabia o que fazer e nem falar. Esperava tanto por aquilo que veio em um momento que ele menos esperava.

Logo em seguida ele ouviu a voz da filha de Melinoe, que constrangido pelo momento, apenas gradeceu com um sorriso tímido. Infelizmente o símbolo sumiu e então a realidade voltou à tona. Rapidamente o centauro relatou que teria que ver uma nova hospedagem para os dois filhos de Mácaria. Por mais que estivesse ansioso, ele queria falar com Sadie e então pediu para que Quíron aguardasse.

O garoto saiu da Casa Grande atrás da filha de Melinoe e apenas afirmou. Por mais que aquilo fosse normal para qualquer outro jovem, para o mais novo filho de Melinoe era estranho. Ele era sempre educado, mas dessa vez ele abordou Sadie de forma simples e direta. A garota parecia não acreditar e então acabou perguntando algumas coisas para o garoto.

As perguntas podiam ser difíceis de ser respondida, mas naquele momento ele estava afiado. A resposta foi seca e direta também. Relatar o que aconteceu com o Adriel não foi tão difícil assim e o jeito dela era de menos. Após responder todas as perguntas da semideusa, a garota apenas respirou fundo. Ele não sabia qual resposta ela iria dar, mas felizmente ela respondeu de forma positiva. Nem tanto assim, pois era o jeito dela. O garoto apenas acenou com a cabeça concordando com tudo aquilo. Assim que se despediu da filha de Melinoe onde acabou lhe entregando a sua espada, o mais novo prole de Macária voltou à Casa Grande, mas antes de adentrar, parou a poucos centímetros da porta.

— Finalmente fui reclamado, demorou um pouco, mas agora é buscar sobre o meu passado. — disse a si mesmo em um tom baixo e então adentrou à Casa Grande para falar com o Quíron, pois ainda faltava resolver algumas coisas.

Adendos:
Observações:
Falas do Garrett | Falas dos desconhecidos | Falas da Sadie | Falas do Adriel


Então, foquei bem na morte do Adriel o que poderei usar em um futuro próximo. Isso vai deixar Garrett abalado por um certo tempo. Sobre o Ankh e pela forma que ele ''reconheceu'' o item será explicado em um DIY futura, que será sobre o seu passado.

E sobre Mestre e Aprendiz, eu apenas perguntei da Sadie pelo face se ela gostaria e como tudo estava se conectando e até faria sentido, ela resolveu me aceitar como aprendiz.

Enfim, Deméter. É o último post, só tenho lhe agradecer pela paciência por ler esses post. A maioria foi feita em cima de hora e como não tenho uma digitação boa, sai essas coisas como ''posts'' bom, é isso. Obrigado.

Essas são todas as informações referentes à trama em grupo. Apesar de contidas nas minhas postagens, qualquer coisa que envolva o enredo em conjunto deve ser considerado para os três — foi considerado e discutido em equipe e, se necessário, podemos enviar prints das conversas que tivemos, feitas pelo chat do facebook. É que apenas ficaria repetitivo se todos explicassem a toda hora ( e como estou sendo a primeira a postar - ainda que não tenhamos uma ordem definida) facilita que estejam aqui. {Das palavras da Sadie eu uso ctrl C e V pra facilitar porque é isso.

Armas:
♦ Faca [Sua lâmina bronzeada mede cerca de 24 cm, e seu cabo tem o mesmo comprimento padrão. É bastante afiada e é perfeita para ataque ágeis e rápidos. O bom desta arma é sua eficiência tanto para mãos hábeis quanto para manuseios mais inexperientes, pois é uma arma curta, fácil de esconder e ao mesmo tempo fácil de manusear. Seu punho é feito de aço, mas uma camada de couro escuro cobre o aço para que o usuário possa segurá-la firmemente. Na parte inferior da lâmina, próxima ao cabo, há entalhado as siglas do Acampamento "CHB"; uma propriedade que só os meio-sangues e criaturas místicas podem ter e usar (ajuda um pouco na destreza)] {Bronze, aço e couro} (Nível mínimo: 1) {Nenhum elemento} [Recebimento: Administração; item inscrição padrão do fórum]

♦ Lenço de Afrodite [Dado à filha que Garrett salvou, esse lenço rosado pode, além de alterar o odor emanado, pode mudar a textura, a cor e o tamanho. Basta o novo dono querer para a mágica acontecer.] {Nível Mínimo: 1} [Recebimento: Missão "O Resgate", por Héstia e att por Deimos] {Apenas citado}

♦ Silvering / Bracelete [O objeto possui um tamanho comum entre seus afins, não chegando nem aos 8 cm. Em sua extensão, o bracelete possui alguns desenhos e símbolos sem significado aparente. Uma vez por missão, o item emite um leve brilho em um tom de cinza que distrai o oponente, diminuindo suas chances de sucesso em 10% no ataque seguinte caso o alvo olhe em sua direção.] {Prata} (Nível mínimo: 5) {Nenhum elemento} [Recebimento: Missão "Farsante", elaborada e avaliada por Deimos e atualizada por ~Eos]
Poderes:
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Re: Grupo 7 - Interno

Mensagem por 127-ExStaff em Sab 16 Jul 2016 - 18:17


Les Revenants



Validação de oficial mortes

— Adriel D. Tawne: Por não postar no terceiro turno, o que geraria morte imediata de acordo com as regras iniciais, o personagem foi dado como morto. Dispensou a missão de retorno ao pedir reset ainda durante o evento (após saber da morte).

— Jason Hickmann: Por não postar no segundo e no terceiro turno, perdendo primeiramente 25% do status e depois recebendo morte imediata, tudo de acordo com as regras iniciais (e adendos feitos depois), o personagem está dado como morto. Já sabendo disso, solicitou a mudança de nome — logo, não se faz mais necessária ou possível a missão de retorno.


Avaliação — Sadie

Δ Primeiro turno

Conhecendo pouco dos seus posts como conheço, já esperava um resultado como o que teve — não só nesse turno, mas também no restante do evento. Naturalmente digo isso porque foi um post muito bem encaixado. Você gabaritou todos os quesitos avaliativos na leitura atenta que fiz, não pecando em nada. Como já disse, vindo de você isso não foi exatamente surpreendente, mas ainda assim merece meus mais sinceros parabéns!

Δ Coerência: 75/75
Δ Coesão, estrutura e fluidez: 38/38
Δ Objetividade e adequação à proposta: 22/22
Δ Ortografia e organização: 15/15

Δ Somatória do turno: 150 exp.



Δ Segundo turno

Permito-me dizer que uma única coisa perturbou o seu possível segundo perfect no evento: falta de atenção. Mesmo tendo um post tão bem desenvolvido e criativo — aliás, as interações ficaram mesmo perfeitas, principalmente as durante a busca (a senhora no banheiro, Deus) —, que cumpriu tudo o que foi pedido com excelência, ainda assim não atentou-se a pequeninos detalhes que no fim nem fizeram tanta diferença, por mais que tenha sido algo chamativo num primeiro olhar.

Você certamente sabe sobre as conjunções adversativas e o uso de vírgula antes delas, tendo usado por diversas vezes no decorrer dos seus posts. Entretanto (de novo: por falta de atenção na revisão), acabou não colocando vírgulas antes de "mas" em dois períodos quase seguidos, no parágrafo logo após "— Quanto a vocês... Bom, minhas pistas  não ajudam muito, só sei da cidade como algo geral.". Apesar de todos os argumentos dados aqui, atente-se mais na próxima para o errinho não aparecer de novo, moça.

Além disso, o único deslize que pude perceber foi ao você escrever "Quíiron" logo no começo, mesmo tendo escrito a forma certa antes — também aplico os argumentos dados anteriormente aqui, e a mesma recomendação. No mais, você não deixou furos ou brechas para descontos. Meus parabéns!

Δ Coerência: 75/75
Δ Coesão, estrutura e fluidez: 38/38
Δ Objetividade e adequação à proposta: 22/22
Δ Ortografia e organização: 12/15

Δ Somatória do turno: 147 exp.



Δ Terceiro turno

Mais uma vez com o desempenho alto, Sadie, tendo o rendimento de sempre: sendo coerente, coesa, estruturada e mantendo sempre a fluidez. Especialmente coerente, devo dizer; apesar de ter consciência de que foi uma decisão tomada em grupo, a explicação foi completa, fechando tudo no turno com maestria, não deixando espaços para furos. Ainda nessa parte, e já fazendo um gancho com a adequação à proposta e à organização, soou verdadeiro e profissional — levando em conta desde a pista dada até o monstro enfrentado —, coisas que não se vê muito em players nesse mundo de PBF.

Entretanto, aqui também tenho uns pontinhos a colocar: mais uma vez você esqueceu de uma vírgula antes de "mas" em "De certa forma funcionou mas, ao fazer isso, provocando um rangido nas dobradiças [...]"; um parágrafo que poderia ser certamente dois, melhorando a leitura e a fluidez; e um errinho de digitação aqui e outro ali — e novamente para todos, foi falta de atenção na revisão. Adicionalmente, o vermelho da fala da fúria ficou um tanto quanto cegante para mim, mas pode ter sido a configuração da tela. De qualquer forma, prefira cores mais frias e opacas, ainda que claras, já que usa template com fundo preto.

Não tenho muito mais o que comentar. No mais, meus parabéns, moça!

Δ Coerência: 75/75
Δ Coesão, estrutura e fluidez: 36/38
Δ Objetividade e adequação à proposta: 22/22
Δ Ortografia e organização: 10/15

Δ Somatória do turno: 143 exp.



Δ Quarto turno

Aqui eu também faço coro com a maioria dos turnos anteriores: não há absolutamente nada a ser considerado, a não ser o fato de você ter tido uma revisão desatenta — ou, a essa altura, uma séria dúvida sobre a existência dessa tal revisão. Assim você me deixa sem ter o que falar, moça. -q

Mentira, eu tenho sim o que falar. Reiterando ao dizer que já tenho um conhecimento prévio dos seus posts, já adianto que também não foi exatamente uma surpresa, mas foi algo tão gostoso de ler que me deliciei a cada palavra e a cada frase, mais claramente no terceiro e quarto turno: estou enrolando tanto para falar sobre a descrição de batalhas, coisas que muito diferente de tantos outros posts que já li, não soaram surreais, cansativas ou heroicas em demasia. Você soube conduzi-las tão bem que, novamente, foi um prazer de ler. E assim como o profissionalismo já anteriormente dito (na verdade, unido ao que constrói ele), isso é algo que não se vê em todo player, é uma habilidade que pode soar natural para quem tem, mas que é incrivelmente boa para quem avalia. Meus mais sinceros parabéns, moça!

Δ Coerência: 75/75
Δ Coesão, estrutura e fluidez: 38/38
Δ Objetividade e adequação à proposta: 22/22
Δ Ortografia e organização: 14/15

Δ Somatória do turno: 149 exp.



Δ Quinto turno

Ok. Eu não vou gritar como um fã louco ao acontecer algo muito bom entre os personagens. Não, vou ser, contigo, profissional, e usar palavras polidas para expressar os meus sentimentos: MEU DEUS, MOÇA, QUE FINAL INCRÍVEL! Deu até para sentir uma tensão no ar, uma justificativa visível das ações da personagem e um tanto mais de realidade ao combar tudo isso com o sistema de Mestre & Aprendiz — apesar de ter sido uma das opções dadas a outros grupos. Só não esperava que realmente fosse acontecer com alguém, principalmente com o Garrett, tão ativo e participativo no evento; e o modo como foi narrado pelo ajuste posterior, tornando-o filho de Macária mesmo estando no grupo de busca, deixou tudo ainda mais temperado.

Aqui neste turno, especialmente, tenho um adendo sobre a falta de um travessão que me fez hesitar por alguns segundos, tentando entender o que estava acontecendo. Isso, pela milionésima vez, foi a sua aparente falta de atenção na revisão ou mesmo a inexistência dela — como já disse, não sei exatamente o que pensar a esta altura. Acabei confundindo com um pensamento, mas notei que não era pelo sentido geral, acabando por não ser de todo ruim, ainda que tenha gerado descontos. Outro ponto que me fez dar uma leve confundida foi a breve confusão da mudança de cor do Garrett (até então branco, e entendo a mudança, em parte), para uma cor semelhante à de Macária, fazendo-me pensar momentaneamente que era o até então indefinido resgatado que havia pedido para ser treinado, não o seu companheiro de busca — mas esse erro também é mérito meu, porque você citou o nome dele no parágrafo, citou que ele a seguia, e ainda assim eu confundi. De qualquer forma, tente manter um padrão, facilita a compreensão e a uniformidade.

No mais, semideusa, meus mais empolgados e sinceros parabéns!

Δ Coerência: 75/75
Δ Coesão, estrutura e fluidez: 36/38
Δ Objetividade e adequação à proposta: 22/22
Δ Ortografia e organização: 10/15

Δ Somatória do turno: 143 exp.


Avaliação — Garrett

Δ Primeiro turno

Pois bem, Garrett, chegou a sua vez! Que evento, hein? Demorado no decorrer e na avaliação, mas com ótimos resultados — e nem preciso dizer que o seu está entre deles, uma vez que foi até mesmo reclamado, como instruí que narrasse em seu último turno. Por isso, já me adianto: meus parabéns!

No entanto, tenho a nítida impressão de que você poderia ter dado mais de si aqui, se é que me entende. De tudo o que vou falar aqui neste e turno e nos demais, entre erros consecutivos e isolados, muito poderia ser evitado de maneira simples e sem falhas, mais parecendo, assim como Sadie, que uma boa revisão não foi feita, se é que existiu uma.

Especialmente no primeiro turno, um dos primeiros "furos" que encontrei foi o uso inadequado de vírgula, ou melhor: a falta dela em "— Você é uma aberração garoto!", a qual deveria ter sido colocada logo após "aberração". Leia em voz alta e vai perceber a pausa, é o melhor truque para não se atrapalhar nesses detalhes mínimos. Já pegando o gancho desse exemplo, temos logo depois da fala a continuação do período: "Uma voz feminina soava pelo local". Como bem acabei de dizer, é a continuação do período, a fala e esse resto são as partes de uma única frase. Note que é como se você estivesse dizendo "'Não vou', ele me disse", onde o que está entre as aspas (correspondente ao que está entre travessões) é a fala direta e o restante é a continuação da frase, devendo ser escrito com letra minúscula.

Você repetiu esse erro basicamente em todas as falas do evento inteiro, então imagine o número de desconto que gerou. É algo que parece ser apenas frescura, mas não é — quebra a estrutura, faz a fala e o que vem logo após serem duas frases distintas.

Mas ainda que aí tenha sido um erro, isso pode acontecer.

Deixe-me explicar melhor: quando você insere uma fala em seu post e quer se referir a ela usando qualquer complemento que venha a indicar a ação de manifestar verbalmente algo (como usar os verbos disse, falou, indagou, retorquiu, exclamou, soltou e similares), o que vem logo após o último travessão da frase deve vir em letra minúscula. Veja abaixo:

— Está pronto? — o jovem perguntou para o indefinido assim que terminou de colocar os equipamentos inicias.

No caso, o fato de você afirmar que "o jovem perguntou para o indefinido" configura um complemento, devendo ser escrito da forma que está no exemplo, e não com sua primeira letra maiúscula. Entretanto, caso o que viesse depois da fala fosse uma ação diferente, não se referindo a ela, deveria ser escrito assim:

Sadie escreveu:— [...] No segundo, o coveiro só queria contar a história da vida de quem estava enterrado, mas ao menos me informou de que não viu ninguém estranho vagando por lá. — Espreguiçou-se no banco.

"Espreguiçou-se no banco" não remete à fala. Assim sendo, deve ser escrito em letra maiúscula, entende? É uma frase diferente. Então grave: caso o que vem após a fala refira-se ao que foi dito, a primeira letra da primeira palavra é minúscula; caso o que após a fala não referir-se ao que foi dito, a primeira letra da primeira palavra é maiúscula.

Saindo desse ponto (finalmente), chegamos a outro que deu um tanto a menos de descontos, mas que ainda assim me fez enrugar a testa a cada vez que aparecia: o uso de aspas. Não é nada de tão ruim também, mas como sou muito, muito perfeccionista, isso me deu nos nervos; e mesmo assim é um erro, então tem que estar aqui. Falo sobre o fato de você usar aspas simples (uma que seria para abrir e outra seria para fechar), mas seguidas, como se tivesse dado o comando errado no teclado — e chequei, não era a fonte, foi na digitação mesmo — abrindo e fechando uma citação quando deveria apenas estar abrindo uma com aspas duplas. Não entendi bem como isso houve ou como você deixou passar, mas já te adianto para tomar cuidado nesses detalhes.

Agora saindo desse meu toc desses pontos, vamos tentar focar no que foi mais alarmante não apenas nesse post, mas nos demais, Garrett. Também já tive muito disso e juro, nunca percebi; para mim estava tudo bom, tudo ótimo, só que realmente não estava. O que aconteceu foi bem simples de dizer: seus períodos foram muito curtos/padronizados. Eu não diria objetivos, porque isso soaria como um elogio; quero dizer curtos/padronizados mesmo, e quase sempre soando secos demais, vazios. Isso atrapalhou tanto a fluidez que seus posts sempre me pareceram imensos e cansativos, por mais curtos que fossem. Note:

Assim que sentou na arquibancada da quadra de vôlei, o garoto fechou os olhos e respirou fundo. Seria o local menos ideal para fazer isso, mas ele estava aflito. Ultimamente o indefinido estava sonhando com uma voz e uma batida de porta, pelo menos era isso do que se lembrava. Todo esforço para se lembrar de mais alguma coisa sempre acaba em vão, mas ele ainda tinha esperança de relembrar de mais algum episódio. Assim que esvaziou a mente e controlou a sua respiração, parte do sonho estava vindo à tona.

Em absolutamente todas as frases você escreveu um período dividido por vírgulas, e na minha cabeça isso ficou muito travado, como se o fato de não variar tivesse encaixado todos os períodos em formas e soassem sempre os mesmos. Isso é erro tanto de pontuação quanto de estrutura frasal, dois pontos fundamentais para uma boa fluidez; e os dois também são artifícios dados para induzirem o leitor a sentir essa ou aquela sensação, trabalhando em conjunto com o todo. Tente consertar isso, ok? Não está tão mal, sei você pode melhorar nisso quando se atentar onde está o erro, carinha. E, ah, tenta misturar, é uma dica boa: colocar períodos bem curtos juntamente de mais longos, e alguns medianos, como você fez, no mesmo parágrafo. Só cuidado para não quebrar a frase tentando diversificar, ela é mais importante que essa "estética"!

No mais, só notei um e outro errinho de digitação, mas nada demais. Então finalmente meus parabéns por seus ótimos pontos!

Δ Coerência: 75/75
Δ Coesão, estrutura e fluidez: 20/38
Δ Objetividade e adequação à proposta: 22/22
Δ Ortografia e organização: 9/15

Δ Somatória do turno: 126 exp.



Δ Segundo turno


Ok, ok, prometo falar menos aqui — até porque a maioria das coisas que eu falaria seriam apenas coro dos erros cometidos no primeiro turno, e seria absurdamente desnecessário detalhar tudo de novo.

Aqui, especialmente, você não cometeu tantos erros na estrutura das frases, mas acabou pendendo um pouco para outro vértice desse problema: períodos rasos, carentes de profundidade e descrição. Como bem disse, os períodos do primeiro turno me soaram por vezes secos, e o problema foi similar com estes, só mais acentuados. Você poderia ter explorado muita coisa que deixou de lado, como descrições de inúmeros fatores citados (os pégasos, a busca em si, a biblioteca, os outros semideuses...) e sensações do seu personagem, fazendo da sua postagem mais completa e profunda.

Ademais, o "segundo pior" tipo de erro foi na concordância, tendo consecutivas falhas que lapidaram essa imagem na minha cabeça. Veja:

"O indefinido resolveu prosseguir na missão, mesmo não tendo tanta experiência quanto aos demais [...]"

"A movimentação naquele lugar estava um pouco agitado [...]"

"O indefinido não sabia muito que fazer [...]"

"A garota fez uma expressão na qual Garrett não conseguiu entender."

Em todos os casos as palavras utilizadas, ou a falta delas, deixaram o período com falha. No primeiro, você escreveu "aos" no lugar de "os", já que seria um artigo ali; no segundo, você ligou o adjetivo "agitado" a "lugar", enquanto deveria estar se referindo a "movimentação"; no terceiro, você esqueceu o "o"; e no quarto você usou o pronome "na qual" errado, uma vez que a expressão não pedia a conjunção "em", dispensando o "n" e devendo ser apenas "a" qual. São regrinhas básicas, técnicas; recomendo que você procure algo relativo a isso na internet, irá lhe ajudar mais do que eu poderia aqui. Mas já deixo a dica: atente-se à concordância!

Voltando aos detalhes, apenas uma pequena troca de "têm" por "tem" (o primeiro é usado para o plural; o segundo, para o singular), algumas trocas de cor nas falas, até sutis, mas percebi, e um errinho de digitação. Nada demais.

O ponto alto desse post foi a coerência, passando limpa, não tendo nenhum furo. Eu já te disse que teus posts foram bons, de verdade, e talvez tenha sido por isso; não é tão comum que postagens como essas saiam ilesas, sem dar nem um pontinho a menos numa parte ou outra. À propósito, queria já deixar claro que apesar de ter saído sem furos, você preferencialmente deveria ter narrado como a recepcionista se distraiu, explicando como acontece; assim fica mais realista, sem margem para dúvidas ou questionamentos como esses. Não foi um erro, então encare como dica. No mais, meus parabéns!

Δ Coerência: 75/75
Δ Coesão, estrutura e fluidez: 30/38
Δ Objetividade e adequação à proposta: 15/22
Δ Ortografia e organização: 11/15

Δ Somatória do turno: 131 exp.



Δ Terceiro turno


Incrivelmente este turno foi um dos mais complicados de se entender e mesmo assim foi o que eu menos detectei o seu maior problema até aqui: estrutura frasal e fluidez. E quando digo que foi difícil de entender, quero me referir ao fato de você ter, em vários momentos, pecado em pontos que complicaram a minha compreensão, até mesmo nas batalhas — que, apesar de ter esses erros, não foi a pior parte delas. Note:

Você escreveu:"Apesar de não ter a idade mínima para estar naquele local, Bardrick resolveu permanecer no mesmo local, a chance poderia pequena de ser descoberto."

"Assim que adentrou no local a pedido do homem, ele pediu para eles aguardarem que o chefe do local já iria conversar com eles."

"Então essa tarefa ficou sobe a responsabilidade de Adriel que na tentativa de resolver essas duas coisas acabaram em vão."

"Assim que reparou rapidamente do lugar, o monstro deu um leve grunhido e então o meio-sangue pôde distinguir aquela fera."

"As únicas coisas que tinham naquele local eram umas prateleiras e uns cabos na qual ele não sabia distinguir o que era."

Essa sequência de períodos enumera a quantidade de erros que você cometeu, fazendo-me ficar desnorteado com uma facilidade surpreendente, coisa que, para um tipo de evento como esse, com turnos separados e com sua reclamação em xeque, você deve tentar a todo custo evitar. No primeiro e no terceiro período (além da repetição de "local" no primeiro), você me deixou até sem palavras para explicar, porque tudo pareceu uma junção de troca e esquecimento de palavras, causando uma desestrutura completa. No segundo você só não soube se estruturar mesmo, usando "ele" para se referir ao guarda enquanto já tinha usado "adentrou" (verbo "adentrar" conjugado na terceira pessoa do singular, vulgo ele) para referir-se a si próprio, embaralhando as pessoas na sua narração. No quarto e no quinto foi basicamente errinho de escrita mesmo: você escreveu "do" no lugar de "no" e "na qual" no lugar de "os quais", já que "cabos" é masculino, deve ter o artigo masculino "os" + o "qual"). Para que tudo isso não se repita, atente-se ao que você escreve. Fazendo isso, vai conseguir eliminar esses errinhos, pois na própria leitura vai encontrar os furos que o narrador também encontraria.

Ainda falando sobre períodos, estrutura e fluidez — e agora acrescentando o fator já citado antes, "descrição", dentro de "adequação à proposta" —, chegamos ao que falei das suas batalhas. Não foram de todo ruim, é verdade; você soube se posicionar na maioria das vezes, não fez algo muito rápido ou muito demorado, tendo um timing ótimo... No entanto, suas batalhas poderiam ter exprimido mais dificuldade e realidade.

Cães infernais têm mais do que apenas garras, filhote. Têm dentes poderosos que certamente usariam, coisa que você não interpretou, e a todo momento me pareceu que era um cão muito pequeno, um tanto inferior ao médio porte, coisa que também estranhei. Se fosse somente isso ainda poderia aliviar, dar apenas dias, mas não foi. Você também fez uma narração pobre enquanto lutava, mais como se tivesse contando algo informalmente para alguém do que narrando uma ação em "tempo real", método mais usado aqui — e mesmo não o fazendo, a sua narração ainda tem que ser ativa, mostrando detalhes, viradas e encaixes, dizendo como e por que aconteceu. Fundamentalmente em batalha, lembre-se de dar os detalhes mínimos.

Já pegando esse gancho da sua narrativa, vim perceber aqui que era algo passivo demais, distante demais. De novo: você não está resumindo seu dia para alguém num bate-papo, você está narrando um acontecimento que precisa de detalhes. Dê detalhes. Você não pode simplesmente dizer "e ele passou por cima das brasas", tem que detalhar, assim: "e ele sabia que precisava passar, por isso caminhou rapidamente por cima das brasas como se não fossem nada, mesmo que estivesse causando queimaduras em seus pés e que sua boca soltasse gritos de agonia". Nota a diferença? Uma narração ativa muda tudo!

Além disso, você trocou o tempo verbal uma vez (escrevendo "a seguimos", referindo-se a Sadie, enquanto deveria ser "a seguiram"), escreveu "brutamonte" por três vezes (e deveria ser "brutamontes") e cometeu um deslize ou outro com espaço ou digitação rápida. Ao todo, foram os erros que notei; ou, ao menos, os mais alarmantes. Vou parar por aqui. Atente-se ao seu post na próxima, Garrett. E meu parabéns!

Δ Coerência: 55/75
Δ Coesão, estrutura e fluidez: 25/38
Δ Objetividade e adequação à proposta: 17/22
Δ Ortografia e organização: 10/15

Δ Somatória do turno: 112 exp.



Δ Quarto turno


Quarto turno, quase lá! Então, buddy, eu não tenho muito o que falar aqui porque você, basicamente, repetiu os erros do turno 3: batalhas com falta de descrição/detalhes, ainda que com o timing certo, e um tanto quanto incoerentes, principalmente por dois fatores: um vampiro teria sido mais ágil do que aquilo, com certeza, e que as cobras teriam se desorientado menos por causa do clarão (resistências devem ser aplicadas, uma vez que são parcialmente ou totalmente cegas, variando de acordo com a espécie, sendo um animal que se move mais por outros sentidos como o olfato).

No mais, apenas dois errinhos com o uso de "está" ao invés de "estar" (a primeira deve ser usada de forma direta, como "ele está", enquanto a segunda deve ser usada de forma indireta, como "onde ele vai estar?", por ser usada nesse caso como um verbo auxiliar), a repetição do erro das aspas e dos períodos (em surpreendente menor escala) já citados aqui. E é isso, sem falar ou enrolar muito para não ficar repetitivo. Meus parabéns!

Δ Coerência: 75/75
Δ Coesão, estrutura e fluidez: 30/38
Δ Objetividade e adequação à proposta: 15/22
Δ Ortografia e organização: 11/15

Δ Somatória do turno: 131 exp.



Δ Quinto turno


Para um post tão curto, o seu desempenho poderia ter sido melhor — ainda que tenha sido o melhor dos cinco, e ainda que seus erros tenham sido mais detalhes do que deslizes feios como os outros. Foi como se você tivesse mostrado uma evolução, ou simplesmente tido tempo de fazer algo de apresentação melhor (o que se confirma pela falta de erros, como bem disse, e pela pouca quantidade de pontos também).

No geral, o que mais me chamou a atenção foi o uso errôneo de "na qual" ou "no qual", como já dito em outros turnos, mas aqui em maior escala. Não foi bem uma surpresa e não me fez hesitar, então não foi algo tão terrível; só tome cuidado na próxima para não errar esses pronomes, é coisa básica.

Em outro momento você escreveu "Assim que sentiu pronto para caminhar, o garoto seguiu a prole de Melinoe" e "Por mais que aquilo fosse normal para qualquer outro jovem, para o mais novo filho de Melinoe era estranho", esquecendo a palavra "se" na primeira parte da primeira frase citada e trocando "Macária" por "Melinoe" na segunda frase, coisa que entendi por sorte. Mais atenção na próxima! Se houvesse um filho de Melinoe em cena e fosse em outra situação, isso poderia fazer seus pontos de coerência sofrerem mais do que sofreram agora.

Além disso, apenas um deslize com o plural por repetição rápida. Foi realmente gratificante ver esse final tão bom, marcado pela real emoção que permeou suas linhas e me deixou tocado pela morte do seu parceiro de missão. Faça desse post (com as melhorias ditas) um padrão na sua escrita, mudando apenas para melhor!

E finalmente chegamos ao fim! Meus parabéns pelo evento, pelos seus pontos fortes e pela sua reclamação, Garrett! E, ah, muito cereal para você!

Δ Coerência: 70/75
Δ Coesão, estrutura e fluidez: 35/38
Δ Objetividade e adequação à proposta: 22/22
Δ Ortografia e organização: 9/15

Δ Somatória do turno: 134 exp.


Recompensas finais

Δ Avaliação geral

Eu não poderia dizer nada diferente: esse foi um maravilhoso evento de se ler. Tanto por um quanto por outro, apesar dos erros de ambos, mesmo que maior ou em menor escala, foi algo de fato gostoso de se ler, e instigante também. Vocês deram saídas mais do que satisfatórias para cada situação colocada, dando um tempero em cada post — e falo isso principalmente pela ideia da boate, da fúria, dos vampiros... Foi perfeito. E como já bem disse na avaliação do último turno da Sadie, o fechamento foi incrível! Tenho certeza de que darão uma ótima dupla, e espero mesmo ver vocês unidos em outros momentos por aí.

Dicas dadas, bajulamentos feitos, desculpas pedidas (e agora a ambos, mesmo; mil complicações me atingiram nesse tempo e parte minha também deixava para depois), só me resta oficializar. Meus muito, muito sinceros parabéns, e como sempre: bastante cereal! -q Até a próxima. :3

Δ Recompensa final, descontos e punições de Sadie: Total de 734 exp ganho. Desconto de 100 HP e 580 MP (passivos considerados). Sem punições.

Δ Recompensa final, descontos e punições de Garrett: Total de 634 exp ganho + reclamação por Macária. Desconto de 90 HP e 170 MP. Sem punições.

Δ Aguardando atualização Δ


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