Grupo 2 - Externo

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Grupo 2 - Externo

Mensagem por Organização PJBR em Sex 01 Abr 2016, 15:29


Les Revenants



Regras e Orientações Iniciais


Formato

A postagem será realizada como uma OP contínua de forma paralela. O que isso significa? Que os players iniciarão em locais e com objetivos diferentes, se encontrando posteriormente. Fiquem atentos às orientações para verificarem se estão cumprindo os objetivos corretos e desenvolvam o formato de modo adequado (é uma OP, não uma narrada, então exigem turnos mais descritivos). O descumprimento ou inadequação ao formato também acarretarão penalidades previstas na avaliação.

Ainda assim, não haverá ordem pré-definida de postagem, visando não atrasar/ atrapalhar nenhum jogador.


Prazo

7 dias de prazo a partir do narrador. O narrador terá 3 diás para a continuidade, considerando para isso a postagem de todos os jogadores OU o término do prazo deles, o que ocorrer ANTES.


Penalidades por não postagem

A não postagem acarretará penalidade de 50% do status total nos turnos 1, 2 e 5 - podendo acarretar a morte do player;

Nos turnos 3 e 4 a não-postagem acarretará morte imediata;

Adicionalmente, a não postagem no turno 5 (encerramento) constará como abandono de missão e não gerará recompensas ao player, mesmo se alcançar rendimento nos outros turnos;

A não postagem reduzirá as recompensas de forma proporcional ao valor do turno, afetando o rendimento (cada turno não postado = 20% do rendimento abaixo do máximo);

A não postagem acarretará a impossibilidade de reclamação por Macária, no caso dos indefinidos, independente do turno, e, em caso de possíveis recompensas adicionais, podem impedir seu recebimento pela questão de rendimento;

Ao pular um turno, o player deve, no turno posterior, de alguma forma cobrir a lacuna sem contradizer o narrador - isso interferirá na coerência do turno;

Postagem atrasada é considera não-postagem;

Não é permitido aumento de prazo ou abandono sob nenhuma justificativa.


Recompensas

Para facilitar ao narrador, cada turno valerá no máximo 150 xp (totalizando 750 no evento completo).

Personagens mortos ou que abandonem a missão não recebem recompensas.


Dúvidas devem ser retiradas com o narrador do grupo. Casos que não constem aqui serão avaliados pela staff.



Grupo 2

Grupo de busca

Drillbit Jackson (Filho de Athena e Feiticeiro) - Nível 84; 930/930 HP e 930/930 MP
Emma D. Schwanz (Filha de Afrodite e Feiticeira) - Nível 23; 205/320 HP e 205/320 MP
Mestre x Aprendiz


Indefinida: Rayna Baudelaire
Nível 4
130 HP/ 130 MP



Tks Maay from TPO
Organização PJBR
Organização PJBR
AdministradoresPercy Jackson RPG BR

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Re: Grupo 2 - Externo

Mensagem por 137-ExStaff em Sex 01 Abr 2016, 19:09


Les Revenants
They came back from the dead


Drill somente viu um borrão. Dois homens rapidamente abordaram um homem na calçada e o arrastaram até um beco. Ao observar melhor, percebeu que eram dois cíclopes e não teve tempo de impedir o que viria a seguir: O esfaqueamento do homem. Ao chegar ao local e praticamente afugentar as criaturas, ele fica abismado com o que acontece: o indivíduo se levanta, como se não tivesse levado golpes mortais e olha assustado para Drill, também não entendendo o que ocorreu.




Emma olhava para uma garota do outro lado da rua, praticamente de boca aberta. Ela parecia perdida e desorientada, como se tivesse em uma cidade onde não conhecesse ninguém. A filha de Afrodite não a olhava somente por isso, mas sim porque conhecia aquela garota. E, se estivesse correta, era para ela estar à sete palmos debaixo da terra. Então como ainda estava viva?




Rayna não sabia exatamente onde estava. Mas sentia fome e, ao perceber alguns dólares no bolso de sua calça, decidiu ir comprar algo pra comer.

Pontos Obrigatórios

— Faça uma introdução que encaixe o descrito acima. Favor detalhar, principalmente Drill e Emma, afinal essa introdução será a base do post dos dois.

Abaixo, os pontos obrigatórios separados:

Drill e Emma:

— Após os acontecimentos, que ocorreram no mesmo horário do dia para os dois, vocês tentam falar com as duas pessoas. Emma, a indefinida esteve no acampamento e ela descreve ter flashs de memória que confirmam isso, mas fala que parecia estar em um sono profundo e uma voz a retirou do sono. Drill, o indefinido não sabe o que é o acampamento, mas relata já ter visto monstros e afins. Ele também descreve essa coisa da voz o puxando de volta de seu sono e está extremamente assutado com tudo aquilo.

— Após isso, vocês tem uma leve tontura e uma visão de uma simples imagem. Ao pesquisar, vocês conseguem relacionar o que viram à deusa Macária e, pelo conhecimento que vocês tem de mitologia grega, conseguem supor que talvez ela esteja por trás de tudo aquilo. Também, vocês conseguem deduzir — afinal não é muito difícil fazer isso — que teriam mais pessoas que seriam vítimas daquilo.

— Finalizem o post após decidirem investigar aquilo mais a fundo, seja lá por qual motivo.

Rayna:

— Se é um revenante: Descreva como acordou e onde, que tipo de memória possui e alguns flashs que o acometem de tempos em tempos; foque em como está lidando com isso e o que planeja fazer - caso seja um recém-acordado, você não se lembrará do Acampamento, mesmo que tenha estado lá em uma vida passada;

— Se é um indefinido que já sabe sobre o Acampamento: Você tem algum motivo para ainda não ter ido para lá ou para ter saído do local (mas pode ser que esteja a caminho); desenvolva como soube que era um semideus e se acredita ou não nisso, e o que está fazendo na cidade atual, com alguma atividade plausível;

— Se é um indefinido que ainda não sabe sobre o Acampamento: Desenvolva como leva a vida e como encara seu dia-a-dia; caso tenha família ou algum tipo de relacionamento (amizades, gangues o que seja) desenvolva isso nesta postagem;

Status do Personagem


Drillbit Jackson (Filho de Athena e Feiticeiro)
930/930 HP
930/930 MP

Emma D. Schwanz (Filha de Afrodite e Feiticeira)
205/320 HP  
205/320 MP

Rayna Baudelaire

130/130 HP
130/130 MP

Regras e Observações

— Você tem 7 dias para postar. Ao fazê-lo, me mande uma MP, para que o próximo round seja agilizado;
— Itens e poderes em spoiler ou code no final no post. No caso dos poderes, preferencialmente organizados por nível e tipo;
— Evite observações como "considerar todos os poderes até o nível X". Quando usar uma habilidade, cite-a e diga se é passiva, ativa ou especial (caso não o faça, o uso da habilidade será ignorado);
— Templates (com barrinha, fonte muito pequena ou que seja muito estreito) ou cores que dificultem a leitura são proibidos;
— Dúvidas, problemas? Me mande uma MP.




137-ExStaff
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IndefinidosPercy Jackson RPG BR

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Re: Grupo 2 - Externo

Mensagem por Heron Devereaux em Dom 03 Abr 2016, 06:32


The Revenant
"We were born sick"
You heard them say it
F
umaça. A matéria acinzentada extravasava por entre meus dentes e oscilava, subindo, até se misturar ao ar sujo de Manhattan. Na correria do dia a dia, as pessoas iam e vinham, alheias umas às outras. New York era o lar dos corações solitários. Ainda assim, eu deixava acampamento para trás sempre que podia e fugia para Manhattan. É que a loucura daquele lugar parecia um pouco com a minha.

Interrompi minha caminhada em frente à Hellhound, a melhor barraquinha de cachorro-quente de Hell’s Kitchen. Jones, o velho barrigudinho a quem pertencia a barraquinha, sorriu ao ver um de seus clientes mais fiéis.

— Quantos hoje, Sr. Jackson?

— Só um bem caprichado, Jones — respondi, tateando os bolsos à procura de uma nota de cinco dólares.

Naquela tarde, decidi sair por aí vestindo uma camisa preta de botões, uma calça jeans e um par de tênis pretos. Na cintura, levava Athala, a espada de bronze celestial. O colar de equiceph escondia-se dentro da camisa, enquanto o colar de cristal da luz permanecia visível. No anelar da mão direita, levava Jealous e, por fim, em um dos bolsos da calça, escondiam a bússola que eu chamava de North.

O homem terminou de preencher o espaço entre o pão com todos os recheios que ele sabia que eu gostava, e trocamos uma nota pelo cachorro-quente.

Revezava entre a fumaça do cigarro e o vapor que escapava do alimento recém-preparado. Mordi o amontoado de pão, salsicha, condimentos, enquanto voltava a caminhar pelas ruas da cidade grande. Pensava em terminar o dia em um dos bares de Manhattan, quando a cena à minha frente me puxou de volta para a realidade.

Uma dupla de brutamontes, vestidos com jaquetas de couro e calças jeans surradas, encurralou um rapaz que tinha, no máximo, a metade do tamanho deles. Sem muita dificuldade, eles o arrastaram até um beco próximo dali.

Não apressei meu passo, não franzi o cenho e sequer pensei em avisar a alguém sobre o que havia acontecido. Continuei meu caminho. Isso não é problema meu. Meu único erro foi passar em frente ao beco e virar o rosto em direção ao lugar escuro e fedido.

A Névoa que, antes, cobria meus olhos, havia se dissipado. Dois ciclopes abobalhados levantavam e abaixavam suas facas-de-caça, castigando o corpo do garoto que já não estava mais vivo. Meu coração disparou. Era a adrenalina, tomando conta de meu corpo. Na garganta, próximo ao pomo-de-adão, sentia como se algo estivesse preso e lutasse para se se libertar. Não me contive. Abri os lábios e minhas cordas vocais cuidaram do resto. Um grito desesperado e, ainda assim, imponente, chamou a atenção das criaturas mitológicas. Larguei o cigarro e o cachorro-quente, quando coloquei a mão sobre o punho de Athala. Antes que pudesse apontá-la para as criaturas, no entanto, elas escaparam pela outra saída do beco.

Fiquei ali, parado, observando o garoto à distância. Não me atrevi a me aproximar. A culpa não é minha, era o pensamento em minha mente. Mas o remorso veio mesmo assim. Mais um a ser adicionado à lista de arrependimentos. E ela só cresce.

Franzi o cenho, quando os dedos do garoto se moveram. São apenas reflexos. Porém, o rapaz começou a mexer mais do que apenas os dedos. Levantou-se em poucos segundos, sacudindo a poeira da roupa, como se tudo não tivesse passado de uma brincadeira. Fiquei paralisado por alguns instantes, antes de pensar em chegar perto. O rapaz notou minha aproximação.

— E-ei, mate... Tudo bem aí? — eu não fazia ideia de como reagir àquilo.

— Ahn... N-não, na verdade — começou, levando uma mão à cabeça. — Eu... Eu... Tenho quase certeza de que eu... Morri.

— Bom, eu também achava isso até alguns instantes atrás — confessei, me aproximando dele. As manchas de sangue na roupa do rapaz denunciavam a verdade. — Você quer ajuda para voltar ao acampamento? Talvez eles saibam o que está acontecendo.

— Acampamento? — disse, parecendo ainda mais confuso do que antes. — Não... Espere. Onde estão os dois grandões? Aquelas aberrações...

— Eu os expulsei. Infelizmente, já era tarde demais... — fitei o rapaz, com um olhar preocupado. — Você estava morto, mate. Eu vi! Como isso é possível?

— Eu não sei... Eu... Minha cabeça... Tá tudo tão confuso — não foi difícil notar que o rapaz estava prestes a surtar.

— Ei. Relaxa. Eu vou te ajudar. Respira fundo. Tente apenas focar no que aconteceu depois que os ciclopes te atacaram.

— Ciclopes? É assim que se chamam? Ok... — falou, encostando o corpo na parede e puxando o ar para os pulmões. — Era como uma queda-livre. Eu estava caindo em direção à escuridão e, de alguma forma, isso não me assustava. Mas... A voz...

— Uma voz?

— Sim, uma voz. Era como se ela me puxasse de volta, me impedindo de continuar caindo.

— Ok. Isso vai ser difícil de explicar, mas... Existe um universo inteiro que você sequer conhece, mas ao qual você está conectado — tentei. Se o rapaz era mesmo um semideus, ele entenderia o que eu estava tentando dizer. — Eu sei que parece loucura, mas você vai encontrar suas respostas em Long Island.

— Long Island? É uma área de terra bastante grande — disse, ainda um pouco cético. — Você se importa de ser mais específico?

— Bom... É verdade... — cocei a cabeça, enquanto franzia o cenho — Procure pela colina com o pinheiro. Não é difícil de achar, se você...

Interrompi a mim mesmo. Pude sentir o cenário começar a girar, como num carrossel. A escuridão tomou conta de meus olhos, até que eu não conseguisse mais ver nada. Do completo negro, o símbolo surgiu, iluminando tudo à sua volta. Uma cruz com um arco na parte superior. Um ankh em tons de lilás acinzentado.

A visão só durou por alguns instantes, até que a voz desesperada do semideus me arrancou daquele devaneio.

— Acorda! — berrou, bofeteando minha face esquerda.

— Aw, aw! Que porra foi essa?

— Desculpa. Você desmaiou de repente. Eu não sabia mais o que fazer...

— Aí decidiu que bater num incapaz era uma boa ideia? — reclamei, levantando-me. — Ah, quer saber? Some! Vai buscar suas respostas, que eu vou buscar as minhas — ordenei, abandonando o garoto no pequeno beco.

Voltei à West 50th Street, enquanto esfregava a bochecha, e continuei caminhando na mesma direção de anteriormente. Sabia que, logo em frente, encontraria o que precisava. O DeWitt Clint Park surgiu no fim da rua, exibindo sua área verde em meio ao cinza de New York. Adentrei o parque, procurando-a. Acabei encontrando o que eu queria junto aos pulverizadores de água. A esfinge brincava próxima a um sapo vermelho decorativo que cuspia água em direção ao céu, molhando a criatura mitológica.

— Ei — disse ela. — Onde está o meu cachorro-quente?

— Quê? — lembrei imediatamente que Astheria havia pedido um cachorro-quente. Naquele instante, eu agradeci por ter derrubado o meu antes que a esfinge notasse que eu havia esquecido o dela. — Esquece isso. Tenho novos planos.

— Bruu! — exclamou, sacudindo o corpo e secando os pelos. — O que foi dessa vez?

Contei-lhe o que havia acontecido e o que eu havia visto no sonho. A esfinge permaneceu silenciosa, enquanto ouvia aquela série de absurdos. No fim, limitou-se a franzir o cenho, contemplativa.

— Você sabe o que significa? O símbolo, digo — perguntei. Com o dedo indicador, tocava as cicatrizes em meu pulso esquerdo. Esperava uma resposta e, de certa forma, estava ansioso pelo que a esfinge poderia me revelar.

— Bom... Não sei o que está acontecendo. Mas esse símbolo que você descreveu... — a esfinge começou a passear em volta de mim, pensativa. — O ankh era um símbolo egípcio, muito usado quando se queria falar sobre vida após a morte.

— E o que isso tem a ver com tudo? — interrompi a mulher-leoa.

— Nada, eu diria. Mas há um segundo significado para esse símbolo. Se não estou enganada, e raramente estou, o ankh representa Macária, a deusa da boa morte.

— Parece fazer mais sentido. Será que a deusa está trazendo semideuses de volta à vida? — pensei alto.

— Difícil dizer. Mas... — começou, sentando-se no chão do parque.

— Mas?

— Veja bem, o garoto que você conheceu não parece ter nada de especial. Por que, então, ele haveria de ser o único?

— Você está tentando dizer que acontecerá novamente? — questionei aquilo que, para Astheria, já parecia óbvio.

— Talvez já tenha acontecido. Talvez esteja acontecendo agora mesmo, em algum lugar.

O pensamento parecia fazer sentido. Apesar de não saber do que se tratava tudo aquilo, sabia que aquilo não podia significar algo bom. Pessoas não costumam voltar à vida sem mais nem menos. E eu sabia que quebrar esse tipo de regra nunca terminava em nada bom.

— Então? Tá fazendo o que parada? Levanta essa bunda de leoa — disse, dando um tapinha no dorso da criatura.

— Eu sabia. Sabia que você não deixaria isso para lá.

— Porra. É a coisa mais fodida que eu já vi. E olha que eu já vi bastante coisa fodida. Não é possível que você não esteja tão curiosa quanto eu. Não quer saber o que está causando esses eventos? — parecia muito mais entusiasmado que a leoa.

— Não, não estou. E se quer saber, isso de procurar problemas é com vocês, filhos de Athena.

— Foda-se.


Extras:
Itens e Pets Utilizados/Citados:
▬ {Athala} / Espada [A lâmina negra é feita de Bronze Celestial. Seu cabo em forma de caduceu, no entanto, é feito de ouro. Nele está gravado o nome da arma, que significa “Bela”. A espada pode assumir a forma de qualquer tipo de espada existente, de acordo com a vontade do usuário; por isso não possui um tamanho ou peso constante.] {Bronze Celestial, Ouro} (Nível Mínimo: 1) {Nenhum elemento} [Recebimento: Evento – Parallel Universe] ▬ Na cintura

▬ Relíquia Mágica [Colar simples e básico, podendo ser levado e escondido em qualquer lugar. Sua corrente é de prata negra, e cintila à noite. Seu pingente é em forma de pentagrama, feito de diamante. Duas vezes por missão e durante 2 rodadas, tendo no mínimo uma rodada de intervalo cria uma barreira mágica de cor roxa, esta cobre todo o feiticeiro. Protege contra ataques mágicos – principalmente - e ataques a longa distancia – lanças, bumerangues, correntes, flechas etc.; ataques diretos não são repelidos][Prata Negra; Diamante;] (Item de Feiticeiro) {Controle Mágico} [Presente de Reclamação por Circe] ▬ No pescoço

▬ Colar de equiceph [Colar feito de couro entrelaçado adornado com uma ferradura feita de ferro. Três vezes por evento, o colar pode ser ativado, fazendo seu usuário dobrar sua força física, de modo que a potência de seus golpes físicos e com armas corpo a corpo também dobre durante duas rodadas. Ao estar ativado, armas que sejam originalmente empunhada com ambas as mãos pode ser empunhada com apenas uma sem redução em seus movimentos. Para fins de resistência, o poder é equivalente ao nível 51.] (Nível mínimo: 51) {Material: Couro e ferro} [Ganho como recompensa pelo evento "O levante"] ▬ No pescoço

▬ Colar de Cristal da Luz [Um colar de prata com um pequeno pingente semelhante a um diamante. Sob a vontade do usuário, pode brilhar intensamente, como um arco-íris. Seu brilho é hipnotizante, fazendo com que o oponente perca o foco.] {Prata, Cristal da Luz} (Nível Mínimo: 1) {Nenhum elemento} [Recebimento: Evento – O Rapto] ▬ No pescoço

▬ {Jealeous} / Anel [Um anel de rubi feito com a mais pura prata da família Ervetöch. Esse artefato foi concebido à Drillbit como um espólio de guerra, sendo que o mesmo teve como seu último dono o semideus desertor que fora devorado pela esfinge. O anel, por fim, reserva a propriedade mágica de, uma vez por missão, abrir-se a partir do comando de seu novo dono, jogando uma rede mágica sobre o inimigo. A rede é feita de um material desconhecido e mede cento e trinta centímetros, porém é extremamente carregada de magia, prendendo a pessoa por duas rodadas. A rede só poderá ser destruída com magia, ou se não, ao final dos dois turnos, ela se desfará sozinha.] [Material: Desconhecido] [Nenhum Elemento] [Nível Mínimo: 15] {Recebimento: missão "The Trap and the Charade", por Tânatos e atualizada por Quíron] ▬ No anelar direito

▬ {North} / Bússola [Uma bússola de madeira tingida com tinta negra. A caixinha octogonal, que cabe na mão de Drillbit, possui pequenos detalhes e floreios prateados em cada um dos vértices. Por dentro, uma camada de vidro protege o ponteiro de prata que se move sobre uma rosa dos ventos. Roubada de Hermes, o item foi encantado. O ponteiro, em vez de apontar para o norte, aponta para aquilo que o usuário mais deseja em um raio de 2km, podendo ser usada duas vezes por evento/missão e com a duração de três turnos e com uma pausa de mais três turnos até a segunda utilização. Caso o alvo seja um item ou pessoa proteções mágicas, ele necessita estar abaixo do limite de cinco niveis acima do nível da bússola para que o efeito funcione corretamente. A bússola pode ser confundida por encantamentos que impeçam a descoberta daquilo que o usuário quer encontrar.] (Nível 74) {Madeira, Prata, Magia} [Recebimento: DIY “What about your father?”, avaliada por Apolo e atualizada por Asclépio.] ▬ No bolso

▬ {Astheria} Esfinge [150/150] [Prêmio de Monitoria] ▬ No parque
Habilidades Utilizadas:
Passivos


Considerar todos os passivos de Athena e dos Feiticeiros, até o nível 84. Destacam-se os seguintes:

Maestria com a magia (Nível 01) ▬ Por serem feiticeiros de Circe, vocês sofreram menos perda de MP do que o normal ao usarem algum poder. [ New]

Ativos


Grito de guerra (Nível 18) ▬ Filhos de Atena tendem a ser mais esguios e velozes do que fortes, em termos físicos. Isso faz com que tenham mais chances de acerto em combates corporais com armas de curta distância. Sua agilidade usando armas corpo a corpo é ampliada em 10% durante as batalhas. [Modificado, antigo "Agilidade"]
Sobre:
Drill
Pensamentos

Outros


O Drill usa mate e love como vocativo para, basicamente, todo mundo.
Como está especificado na trama do personagem, ele não resiste a um enigma ou um mistério. Foi assim que eu justifiquei o interesse dele em procurar revenantes.
Ok. Tem bastante diálogo. Mas todos foram extremamente necessários. q
Obrigado por ler até aqui. sz

Feito por mim apenas para mim q
Heron Devereaux
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Triângulo das Bermudas

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Re: Grupo 2 - Externo

Mensagem por Rayna Baudelaire em Seg 04 Abr 2016, 18:29

We are the warriors that built this town from dust


LES REVENANTS
New Orleans| April 1st | Solitary



Prólogo.

Memória. Amar o perdido deixa confundido este coração. Vida é memória. Dei para pensar que tudo que há de mais vivo em mim foi aquilo que já se foi. Essa lembrança que nos vem às vezes... folha súbita que tomba, abrindo na memória a flor silenciosa de mil e uma pétalas concêntricas.. Essa lembrança...mas de onde? de quem? Essa lembrança talvez nem seja nossa, mas de alguém que, pensando em nós, só possa mandar um eco do seu pensamento nessa mensagem pelos céus perdida...

Ai! Tão perdida que nem se possa saber mais de quem!

I.

Pesadelos continuavam a me atormentar. Bastava fechar os olhos que flashes surgiam para acabar com meu sono, fragmentos de uma memória antiga que adorava me torturar de forma lenta, de me fazer reviver aquele dia outra vez. Não sei ao certo quando esse tormento começou a acontecer, mas tornou-se pior recentemente, como se tivesse algo dentro de mim implorasse para sair.

Respirava de forma ofegante, pensando nos pecados que cometi antes da amnésia para sofrer desta forma. Enfiei a mão dentro do bolso da calça, procurando qualquer coisa para me distrair, até que encontrei alguns dólares que provavelmente tinha esquecido ali. Levantei-me da cama, meus pés tocando o chão do quarto, saindo à procura de algo para comer como também para espairecer — ou tentar — naquela cidade populosa que era Nova Orleans.

Eu encarava o café em minhas mãos, imaginando o que aconteceria nas próximas horas. Mais cedo, havia prometido a mim mesma que aquele dia era para ser normal,  sem monstros, sem lutas. Porém, não era assim tão fácil como imaginei. A cafeteria onde me encontrava era próxima do apartamento onde estava hospedada esses dias em que visitava Nova Orleans, a cidade que transmitia em mim uma sensação de casa, que eu estava segura ali como nunca antes. Entretanto, outras pessoas não se sentiam da mesma forma.

De repente, ouvi um grito vindo da cozinha da cafeteria, seguido de um cheiro de fumaça insuportável. O cozinheiro saiu às pressas da divisão especificamente usada para preparo da comida e do café, seu corpo coberto por chamas. As demais pessoas que ali estavam entraram em pânico e começaram a sair do local o mais rápido possível, enquanto eu fiquei ali, imóvel, observando-o como se não estivesse acontecendo nada.


— Socorro! Alguém me ajude! — Gritou, caindo à minha frente.


Engoli em seco, fitando-o com espanto. Click. Naquele exato momento da morte em chamas do homem, algo em minha mente fora desfeito, libertando aquilo que outrora estava preso e suplicando por sua liberdade. Minhas memórias estavam de volta. E a primeira coisa que formou-se em minha cabeça foi a lembrança que eu havia morrido. Contudo, eu havia ressuscitado de alguma forma.

II.

Retornei ao apartamento após a polícia da região fazer algumas perguntas quanto a recente morte na cidade, e, a cada passo que eu dava, uma memória surgia. Me deitei na cama, encarando o teto.


— O que está acontecendo com você, Rayna? — Perguntei a mim mesma.


Outra recordação despertou, mas não como as outras, afinal mostrava de forma clara o momento em que eu morri. Meu irmão estava lá, Mikhail, sendo o primeiro a ser abatido por uma faca de arremesso, que cravou-se bem acima do coração. A segunda arma foi parar em sua cabeça, perfurando-a de forma rápida, acabando com o sofrimento do garoto. Não demorou muito para a cena mudar, mostrando agora o momento em que corri, tentando fugir.

Sem sucesso, fui pega por uma corrente de ar lançada pelo assassino, derrubando-me. Ele se aproximou em seguida, um sorriso perturbador estampado em seu rosto, e, sem hesitar, enfiou uma faca em meu peito. Sangue escorria pela ferida aberta, como também pela minha boca, enquanto minha vida esvaía-se a cada segundo. Foi ali que eu morri. Mas isso não quer dizer que eu permaneci morta. Logo depois, fui tomada por uma sensação de que estavam me puxando de volta à realidade, como se eu não tivesse cumprido meu propósito.

Despertei, respirando com dificuldade. Ao olhar à minha volta, notei que Mikhail encontrava-se ao meu lado, suas roupas encharcadas de sangue — seco, é claro — e cheia de furos devido as facadas que havia levado. Eu não estava em um estado melhor que ele,  minhas roupas também estavam cobertas de sangue e furos, além de ter algumas manchas roxas nos tornozelos. Logo acima de nós, uma placa desbotada dizia: Bem-vindo a Nova Orleans.

Perturbada, balancei a cabeça para tentar digerir tudo que estava acontecendo. Outros flashes começaram a brotar, mostrando um pouco da minha vida com meu irmão antes da nossa morte. Mikhail estava em feliz, sorrindo como se tivesse ganhado na loteria, e lá estava eu ao seu lado, abraçando-o. Já em outro flash, eu estava sentada em um banco de uma praça no inverno, segurando a mão de um garoto. Senti os pelos do meu corpo arrepiarem-se quando lembrei dele, talvez fosse alguém importante para mim. Mas seu nome... seu nome... eu não lembrava.

Mais flashes manisfestaram-se, mostrando-me mais cenas com o moçoilo. Nós dois brincando quando mais jovens, correndo de um lado para o outro. A cena mudou rapidamente, passando agora a mostrar o acidente que o garoto sofrera, sendo resgatado por uma equipe de paramédicos do Hospital Saint Clarence, que o levou para uma de suas ambulâncias. E, do nada, ouvi uma voz ecoar em minha mente. Um grito.


— Stephen!

Era eu quem estava gritando. Uma sensação estranha percorreu meu corpo, junto de um sentimento extremamente forte que fazia com que eu tivesse um grande desejo de sair por aquela porta e ir atrás do Stephen, para trazê-lo de volta a minha vida. A nossa vida. Meu objetivo agora, além de achá-lo, era descobrir onde ficava o maldito hospital para onde ele fora levado.

Live or die:
1. Então, foi um pouco complicado encaixar isso aqui. Eu me encaixo em dois pontos: sou tanto um revenante quanto um semideus indefinido que sabe sobre o Acampamento. Acabei cumprindo os pontos de ser um revenante porque só era um indefinido que sabia do Acampamento por causa da perda de memória, coisa que acabou no primeiro momento da narrativa. Pelamordedeus, considere o turno válido. ;3; q

2. Citei duas pessoas fundamentais na narração: Mikhail, o irmão dela, e Stephen, que é uma incógnita até agora. Inseri flashs com os dois, por mais que pudesse ter colocado outras coisas; quis preencher com momentos "importantes", no entanto.

3. Um resuminho da trama (tnks pela dica sz): Mikhail e Rayna, irmãos por parte de pai (e se Deus quiser por parte de mãe também qqq), tiveram um encontro não muito amigável com outros semideuses em Nova Orleans, que os mataram. Depois de saquearem-nos, foram embora. Após serem mandados de volta, acordaram e foram encontrados por um sátiro que andava nas redondezas, o qual os levou para o AMS. Passam-se poucos dias (três, quatro), Rayna tem o primeiro flash durante seu sono, mas acreditava que era apenas um pesadelo, até que tal flash começou a se repetir todo santo dia. Ela sai em sua primeira "missão", onde travou uma pequena batalha contra uma russa que andava roubando o povo do chalé 11. Essa narração aqui já se passa dois dias depois disso, com ela visitando Nova Orleans por conta de sua intuição, ela sentiu que precisava estar naquela cidade até que ela se lembra da morte feat. ressurreição e dos flashs.

Armas:
♦ Faca [Sua lâmina bronzeada mede cerca de 24 cm, e seu cabo tem o mesmo comprimento padrão. É bastante afiada e é perfeita para ataque ágeis e rápidos. O bom desta arma é sua eficiência tanto para mãos hábeis quanto para manuseios mais inexperientes, pois é uma arma curta, fácil de esconder e ao mesmo tempo fácil de manusear. Seu punho é feito de aço, mas uma camada de couro escuro cobre o aço para que o usuário possa segurá-la firmemente. Na parte inferior da lâmina, próxima ao cabo, há entalhado as siglas do Acampamento "CHB"; uma propriedade que só os meio-sangues e criaturas místicas podem ter e usar (ajuda um pouco na destreza)] {Bronze, aço e couro} (Nível mínimo: 1) {Nenhum elemento} [Recebimento: Administração; item inscrição padrão do fórum]

✘ {Archenemy} / Sabre de bronze sagrado [A arma mede cerca de 110cm e é extremamente leve e ágil, tendo como principal golpe a estocada, porém sua lâmina não é descartada. Moderadamente maleável e mais resistente que o florete ou a Rapier. Devido ao pouco peso, é empunhada com uma única mão, deixando a outra livre para utilizar escudos - pouco comum, para quem prioriza a velocidade - ou outros itens. O cabo é fino, inteiramente de metal, geralmente adornado.][Bronze sagrado][Sem nível mínimo, sem elemento] [Recebimento: Mercado]

✘ {Benizakura} /Main-gauche de bronze sagrado [Arma de apoio, aplicada para barrar os golpes do oponente, seu desenho semelhante a de um sai com apenas 2 dentes permite enganchar a espada inimiga em sua curvatura, facilitando a defesa e as manobras de desarme. Geralmente empunhada com a mão esquerda, é usada principalmente por personagens ambidestros, já que caso contrário seria difícil de ser manuseada com coordenação][Bronze sagrado e couro, sem nível mínimo, sem elemento] [Recebimento: Mercado]


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Re: Grupo 2 - Externo

Mensagem por Normani Hawk em Sex 08 Abr 2016, 16:20




Era estranho estar de volta a Manhattan depois de tanto tempo.
O ar frio da manhã e a uma fina garoa caía nas ruas cinzentas e mesmo assim não impedia que todos da cidade que nunca dorme parassem um segundo sequer para se apreciar o momento. O lado bom de ser um semideus por tanto tempo é que depois de tantos apuros e situações nada agradáveis você aprende a valorizar cada instante por mais simples e singelo que seja. Aquela cidade fez parte de minha vida e literalmente a mudou de maneira inimaginável. Foi o primeiro lugar em que procurei ajuda quando fugi de meu pai e onde tudo começou. Havia se passado tanto tempo assim? Quem diria!  Estar ali era nostálgico e trazia boas e más lembranças.

O movimento era calmo e algumas pessoas conversavam por entre as mesas do Carmines USW, um renomado restaurante italiano frequentado por atores da Broadway. Luzes fracas iluminavam o grande salão decorado com pilares brancos e cortinas vermelho-sangue. Janelas fechadas e algumas pinturas decoravam o local, dando um charme único e belo. E lá estava eu, sozinha em uma das mesas enquanto observava a chuva do lado de fora e segurava uma xícara de café. Cappucino sempre me trazia uma sensação boa — era como um néctar pessoal. O doce sabor invadiu minha boca, aquecendo meu corpo e me reconfortando. Havia começado a aceitar o fato de que estava sozinha a muito tempo e de minha natureza divina, então havia pensado por que não usar meu charme para um café rápido antes de ir ao acampamento? Afinal, Circe havia dado uma “folga” para alguns feiticeiros e eu queria aproveitar.

O garçom se aproximou da mesa, perguntando se eu desejava algo mais. Sorri e agradeci a ele, dizendo que estava satisfeita antes de colocar a mão sobre o cartão com a conta. Respirei fundo e disse o quão belo ele estava hoje — o que o deixou corado. Antes de prosseguir com a insinuação pelo café grátis algo me surpreendeu do lado de fora. Uma garota estava à beira da calçada do outro lado da rua. Parecia ligeiramente perdida e completamente confusa, pois não conseguia se equilibrar e nem racionar. O que mais havia me deixado aflita nem foram suas roupas sujas e o estilo “mendiga”, mas sim que eu a conhecia. Ela era Hannah Davenport, filha de um deus olimpiano e deveria estar morta.

Após beijar o rosto do garçom e ignorar a conta, corri para a saída e segui em direção a jovem que parecia mais confusa do que eu mesma. Atravessei o calçamento cinzento e alguns carros, sentindo a garoa cair sobre meu cabelo. Aproximei-me da garota que assustada deu um passo para trás sem me reconhecer.
— Quem é você?
— Hannah? Sou eu, Emma. Do acampamento. Você esta bem?
— Deuses... Emma. Filha de Afrodite! Eu me lembro de você... O acampamento... A torre de escalada... A missão. Eu... Eu morri?
— Sim, dois dias depois de eu lhe instruir e você partir em missão... Você deveria estar morta. Como veio parar aqui?
— Eu não sei exatamente... Eu me lembro do acampamento, de ser atacada por um monstro em algum lugar... Eu estava dormindo para mim, mas percebo que não. Uma voz me disse para continuar e me levantar. Acordei e caminhei até encontrar você aqui. O que aconteceu comigo Emma?
— Eu também não sei, mas iremos descobrir ok? Eu só...

Não consegui finalizar a minha frase. Em uma questão de segundos minha cabeça explodiu em uma tontura e tudo se escureceu. Parecia um sonho — qual esperava me revelar alguma coisa quanto àquela situação delicada. A garota havia morrido e estava viva! Do nada! Meu corpo parecia flutuar na imensidão negra, um espaço vazio que se iluminou com um símbolo no ar.  Duas tochas invertidas se acenderam, revelando um carneiro abaixo. Quando sequer pude me perguntar o que significava, despertei do transe. Hannah me segurava com os braços enquanto me chamava.
— Hannah... Precisamos da ajuda de Quíron... Vamos voltar ao acampamento. Agora.
— Por quê?
— Se você voltou dos mortos, mais também devem ter voltado... E eu reconheço aquele símbolo agora. O fogo da alma continua acesso, livro da morte. Aprendi bastante com os livros na ilha de Circe.
— Você é feiticeira?
— Longa história. Agora vamos, depressa.



PARTICULARIDADES:
ARSENAL:
♥ {Beauté} / Chicote  [É um chicote, todo trabalhado a mão, com 2,5m. Ele é feito de couro, e nesse couro, pode se perceber detalhes em renda, bordada manualmente. Ele também reluz alguns fios acobreados, deixando entrever o bronze sagrado, que ajuda em ataques mais precisos, e pode cortar a pele do atingido.]{Couro e bronze sagrado} (Nível Mínimo: 1 ) [Recebimento: Presente de Reclamação de Afrodite] ► Enrolado na cintura

{Arche de l'Amour} / Arco longo [De cores dourada e prata, este arco de bronze sagrado possui um desenho elegante e chamativo, mas não vulgar. Para todos os efeitos, age como um arco longo comum. No nível 20 transforma-se em um anel que faz par com Enchantè.] {Bronze sagrado} (Nível Mínimo: 1 ) [Destreza/ Ataque/ Poder de precisão][Recebimento: Presente de Reclamação de Afrodite] ► Dedo anelar esquerdo

{Enchantè} / Aljava de Flechas Infinitas [As flechas reluzem claramente, dado o acabamento mais elegante se comparado à armas de outra origem. Porém, são apenas flechas de bronze sagrado. O compartimento é feito de couro, decorado com filigramas metálicas. No nível 20 transforma-se em um anel que faz par com o Arche de l'Amour.] {Couro e bronze sagrado; Madeira de freixo e bronze sagrado} (Nível Mínimo: 1) {Não controla Nenhum Elemento} [Recebimento: Presente de Reclamação de Afrodite] ► Dedo anelar direito

{ Cetro Mágico [Feito em madeira reforçada com ouro branco, é coberto por uma energia escura quando usado no escuro, podendo facilmente ser despistado. Contém como gema mágica um rubi no topo do item, circulada por duas lâminas, como garras que mantém a pedra no alto. É leve e resistente à magia, capaz de guardar e soltar de uma vez só rajadas de energia mágica (dependentes de feitiços, obviamente). Executa habilidades mágicas com maestria, recebendo assim a benção de Circe, a deusa da magia, ou seja, qualquer poder executado a partir deste item resulta em uma diminuição na taxa de MP — -5% na conta/-5 à 10] [Madeira; Ouro Branco; Rubi;] (Item de Feiticeira) {Controle Mágico } [Recebimento: Presente de Reclamação por Circe] ► Preso a cintura

— Relíquia Mágica [Colar simples e leve, podendo ser levado e escondido em qualquer lugar. A corrente é de prata, e cintila com um brilho negro à luz da Lua. Seu pingente é em forma de pentagrama, e é feito de diamante. Duas vezes por missão e durante 2 rodadas, tendo no mínimo uma rodada de intervalo cria uma barreira mágica de cor roxa, esta cobre todo o feiticeiro. Protege contra ataques mágicos – principalmente - e ataques a longa distancia – lanças, bumerangues, correntes, flechas etc.; ataques diretos não são repelidos.][Prata; Diamante;] (Item de Feiticeira) {Controle Mágico} [Presente de Reclamação por Circe] ► Pescoço

♦ Queen / Capa [Capa de tecido azul com bordas em ouro que acompanha capuz. Uma vez por missão, o item forma uma cobertura de gelo por toda a extensão do tecido que reduz em 25% a potência de ataques relacionados ao elemento gelo. A cobertura dura dois turnos e não adiciona dano elemental ao oponente que encostar nela] {tecido} (Nível Mínimo: 15) {Gelo} [Missão Narrada: "Cold Trouble", avaliada e elaborada por Hipnos] ► Ombros, como um xale

Elixir da Vida (titânico): Recupera 100HP ► Bolso direito

{Vamp} / Espada [Espada de 70 cm de lâmina fina feita de prata e 10 cm de cabo feito de bronze e couro escurecido. A base da espada possui o desenho de duas asas de morcego e a arma é bem mais leve do que qualquer outra do seu modelo. Uma vez por missão, durante dois turnos, a espada brilha em uma aura prateada e faz com que o inimigo perca 10% de HP durante cada turno de ativação. O efeito só ocorre se o alvo for atingido com a arma por meio de corte.]{Material: couro escurecido, prata e bronze} (Nível: 12) [Recompensa da Missão "The Devil's Choice", avaliada e elaborada por Matias Blake, atualizada por Asclépio.] ► Preso ao cinto junto ao cetro
HABILIDADES:
PASSIVAS:
Beleza Estonteante (Nível 1)
Como filhos da deusa da beleza, você é naturalmente belo, sendo tal beleza notável e admirada por todos. Seus olhos têm uma coloração que não se define completamente, sendo intrigantes e como se fossem hipnotizantes; sua voz atrai, seus lábios são provocantes, seu rosto possui uma beleza harmoniosa e o corpo não fica para trás. Tudo em você chama a atenção pela beleza especial que possui, e é praticamente impossível deixar de notá-lo. Não é nenhum efeito hipnótico, contudo - apenas estético.

Eterna Boa Forma (Nível 2) [Modificado, unido com bons reflexos]
A boa forma que você possui agora não confere apenas belas curvas, no caso das meninas, ou músculos definidos, no caso dos meninos, mas também confere certa agilidade e destreza para se esquivar de alguns ataques. É algo leve, contudo, e outros fatores podem interferir. Em combates, você transfere sua graça aos seus movimentos, o que faz com que seja capaz de se esquivar com mais facilidade, com movimentos belos e fluidos. Na prática, chances de esquiva aumentadas em 25% contra golpes normais.

Luxúria (Nível 5)
O desejo pode ser despertado com pequenos gestos, mas que para o observador são sedutores e provocantes. Você pode despertar esse desejo com um simples olhar, um toque, pela aproximação, de modo que qualquer um deixa de prestar atenção em outras coisas para se focar apenas em você. Não é uma habilidade sobrenatural, indica apenas um conhecimento de como usar seu lado sensual para manipular as pessoas, mas não é charme, magia nem nada do tipo: apenas estudo de comportamento.

Delicadeza (Nível 6)
Assim como pombos ou cisnes, seus passos são suaves e delicados, dificilmente sendo percebidos pelo inimigo em uma aproximação sutil. Note que sentidos aguçados ainda podem captar sua presença, assim como uma aproximação descuidada podem lhe denunciar. O silêncio não é completo.

Dissimulação (Nível 7) [Modificado]
Pode não ser filho de Dionísio, mas sabe dissimular bem o suficiente para convencer outras pessoas. Dissimule o quanto quiser, seja inocência, choro ou alegria, pois há grandes chances de acreditarem. Lembre-se de que suas atitudes devem ser coerentes para que acreditem. Além disso, não modifica sua aura, fazendo com que suas intenções possam ser descobertas por quem tem poder para isso.

Autocontrole (Nível 9)
Suas emoções não podem lhe atrapalhar em momento algum em uma batalha ou momento importante. Você não viverá a mercê delas, você saberá controla-las facilmente podendo manter o foco em uma batalha sem ser influenciado por nenhum sentimento, a menos que seja mais forte que você. Poderes que afetem emoções como charme, medo, fúria e etc terão efeito reduzido, não fazendo efeito se proveniente de inimigos de menor poder. Se forem de nível igual a até 5 níveis acima, 50% de resistência, e de 6 a 10 níveis, 25%. Acima disso, os poderes o afetam normalmente.

Super-Elasticidade (Nível 10)
Uma habilidade ainda relacionada à eterna boa forma dos filhos de Afrodite, que agora relaciona a incrível habilidade em realizar movimentos que exigem muita elasticidade corporal sua e uma excelente condição física. Você seria como um contorcionista, mas note que limites humanos ainda devem ser considerados.

Aura do Amor (Nível 12)[Modificado]
Quando você está por perto, as pessoas passam a ficar mais calmas, tendo uma tendência maior a se apaixonar por alguém ou ficar mais romântico para com seu companheiro. Seus aliados também ficam mais colaborativos, e planos em grupo tendem a funcionar melhor, com uma chance adicional de 10%. Não afeta as habilidades, não aumentando nenhum poder.

Perfeccionismo I (Nível 13) [Modificado]
Não é apenas beleza, mas também perfeição. Você tende a ser perfeccionista, mas não apenas com você e sua aparência, mas em tudo o que faz. Isso significa que sempre será exigente consigo mesmo, se esforçando para sempre melhorar. Isso será recompensado em seus golpes, durante o combate. Qualquer arma que privilegia a graça, e não a força - em geral, armas de uma mão - serão mais fáceis de manusear, como se você tivesse a habilidade/ perícia para tal. Será apenas o conhecimento inicial, como se fosse nível 1, mas auxilia bastante.

Habitué (Nível 14) [NOVO - idealizado por Sadie Bronwen]
Independente dos trajes ou condições em que se encontra, o filho de Afrodite sempre passam uma sensação de segurança a quem está ao seu redor. Mesmo suas gafes são minimizadas, como se fossem algo ensaiado. Isso faz com que mortais comuns os vejam de forma diferente, alguém que ter personalidade, ou alguém excêntrico - ele pode ir com trapos a um evento "black tie", e ainda vão julgar que ele é uma celebridade. Não afeta semi-=deuses ou seres mitológicos.

Voz Persuasiva (Nível 15) [Modificado]
Falando com jeitinho, com um brilho no olhar e de forma delicada, quem será capaz de dizer “não” a um filho de Afrodite assim? Você nem precisa se esforçar tanto, mas dependendo da “vítima”, pode dar um pouco mais de trabalho. Isso é válido para humanos comuns. No caso de monstros e semideus, não - nesse caso, apenas potencializa efeitos de charme e poderes que dependem da voz para fazer efeito.

Inteligência (Nível 16) [Modificado]
Você conseguiu chegar a um nível mais alto, provando que você domina estratégias de lutas e batalhas. Isso mostra que filhos de Afrodite não tem somente superficialidade. Assim você consegue rapidamente observar o inimigo, sabendo os seus pontos fracos e pontos fortes, você pode estudá-lo brevemente e saber como atacar. Isso é válido apenas para fraquezas visíveis, como técnica de luta e brechas na armadura, mas não fraquezas emotivas ou sobrenaturais. É um olhar mais aguçado, mas ainda é natural. Assim, toda vez que atacar suas chances de acerto serão maiores nesse caso.

Visão auspiciosa (Nível 19) [NOVO - idealizado por Sadie Bronwen]
O filho de Afrodite enxerga a aura da emoção das pessoas ao seu redor. Não é telepatia, ou algo do tipo, mas ele sempre vai saber o estado emotivo das pessoas - ansiedade, raiva, amor, nada escapa de seus olhos. Não detecta pensamentos ou informações específicas, apenas o sentimento geral. Por exemplo, se alguém mentir para eles, não conseguem perceber, mas podem identificar que o locutor está ansioso, mesmo que não identifiquem o motivo. Não pode ser desativado.

Perfeccionismo II (Nível 23)
Sendo extremamente perfeccionista, você nota detalhes que ninguém nota. Isso pode ser útil em batalha, notando mais facilmente erros nos movimentos do adversário, conseguindo contra-atacar com maior facilidade.
ATIVAS:
-x-
Considerações:
Desculpem o post corrido e a má qualidade, semana de provas na faculdade só me permitiu postar isso hoje. ;-;'



 tenebrae ❀ ~ editado por amber niemseck
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Re: Grupo 2 - Externo

Mensagem por 137-ExStaff em Sab 09 Abr 2016, 12:07


Les Revenants
They came back from the dead


A busca de Drill sobre mais informações do que acontecia, incluindo sobre aparições de novos semideuses naquela situação, a princípio não dava frutos. Porém, ele conseguiu três pistas discrepantes sobre onde um próximo revenante poderia estar, afinal notícias de obituários de jornal e erratas batiam com as informações que ele possuía até agora. Boston, Harrisburg ou Chicago? Onde essa pessoa poderia estar, em meio a milhões de pessoas?

Então, recebeu uma tentativa de mensagem de íris. Restava aceitar ou não.




Emma não chegou a deixar a garota no acampamento. Curiosa com tudo aquilo, resolveu, após colocar a jovem na carruagem da danação, contatar seu mestre. Se isso estivesse acontecendo em mais de um lugar, talvez ele já tenha mais informações que ela, afinal era um filho de Athena. Por isso, foi fácil caçar um dracma em seus pertences e procurar um local para fazer a ligação.




Decidida a encontrar seu irmão, Rayna não demorou muito para perceber que ele não estava em nenhum hospital da cidade. Abrindo um pequeno mapa dos Estados Unidos, localizou-se por meio das placas de cidades na rua. Agora, teria que decidir para onde iria: Usaria a rota de Nova Jersey, indo para Boston e com paradas em Springfield e Hartford; Iria para Omaha, passando por Indianápolis e Chicago ou procuraria em Pitsburgo, parando em Baltimore e Harrisburg?

Pontos Obrigatórios

— Faça uma introdução que encaixe o descrito acima. Favor detalhar, principalmente Drill e Emma, afinal essa introdução será a base do post dos dois.

Abaixo, os pontos obrigatórios separados:

Drill e Emma:

— Assim que vocês se contatam, vocês trocam informações sobre o que sabem. Decidindo se encontrar, vocês dois deverão narrar o encontro e procurar por mais pistas certeiras de onde o revenante pode estar. Descrevam ao menos duas situações de dificuldade em recolher informações, não podendo ser lutas ou algo parecido.

— Ao não conseguirem reduzir suas opções, vocês decidem investigar uma das cidades, somente para descobrir de alguma forma que estavam no rumo errado da investigação. Descreva como o personagem se sentiu com isso, não poupando detalhes.

— Finalizem o round ao sair dessa cidade.

Rayna:

— Você tem de decidir por onde começar a procurar seu irmão, tendo como base as cidades que ele provavelmente poderia estar, embora existissem várias outras. As opções eu citei na narrativa. Escolha uma dessas rotas e descreva a viagem e a busca por informações sobre seu irmão no meio do caminho, parando nos lugares citados, já que essa é a base do seu post.

— No final de sua rota, você decide entrar em uma Starbucks. Porém, ao ser atendida, você percebe que o logo da cafeteria estava com outro símbolo: uma foice de lado. Além disso, parecia muito que a sereia que antes estava ali tinha olhado sugestivamente para si. Descreva como seu personagem reagiu a isso.

— Finalize o round ao sair da cafeteria.

Status do Personagem


Drillbit Jackson (Filho de Athena e Feiticeiro)
930/930 HP
930/930 MP

Emma D. Schwanz (Filha de Afrodite e Feiticeira)
205/320 HP  
205/320 MP

Rayna Baudelaire

130/130 HP
130/130 MP

Regras e Observações

— Você tem 7 dias para postar. Ao fazê-lo, me mande uma MP, para que o próximo round seja agilizado;
— Itens e poderes em spoiler ou code no final no post. No caso dos poderes, preferencialmente organizados por nível e tipo;
— Evite observações como "considerar todos os poderes até o nível X". Quando usar uma habilidade, cite-a e diga se é passiva, ativa ou especial (caso não o faça, o uso da habilidade será ignorado);
— Templates (com barrinha, fonte muito pequena ou que seja muito estreito) ou cores que dificultem a leitura são proibidos;
— Dúvidas, problemas? Me mande uma MP.




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Re: Grupo 2 - Externo

Mensagem por Normani Hawk em Seg 11 Abr 2016, 13:50




Hannah parecia perturbada quando a carruagem da danação surgiu no calçamento. O ci mento pareceu se dissolver e a água acumulada desapareceu dando espaço a quatros rodas e um veículo amarelo, um táxi. No banco da frente, três ícones do mundo mitológico comandavam o táxi divino com um único olho. Bizzaro. Ajudei Hannah a entrar e se acomodar e disse que iria encontra-la em breve. Por hora ela precisava estar segura no acampamento até toda aquela loucura de vida após a morte se acalmar. A garota sorriu e agradeceu a ajuda e logo partiu em alta velocidade em meio ao trânsito, deixando-me sozinha para pensar um pouco. Aqueles sinais que eu havia visto na visão não eram coincidência. Hannah voltou dos mortos e a simbologia indicava ao mundo dos mortos. O que diabos estava acontecendo no Mundo Inferior? Precisava de mais informações e ajuda para resolver aquilo. Pensei por alguns instantes até tomar coragem a fazer uma ligação. Precisava contatar meu superior. Drillblit, filho de Atena.

Nercusius Verdicu. — minhas palavras abafadas soaram como um suspiro. Minhas mão direita se iluminou numa coloração verde-mar até desenvolver um feixe de energia sólido. Focalizei a fonte de energia em direção a uma poça d’água e a luz refletiu, gerando um pequeno arco-íris. Disparei um dracma contra a poça e clamei por um instante.
— Oh Iris, deusa do arco-íris, por favor, aceite minha oferta. — A névoa tomou uma forma arredondada como se fosse uma tela — Mostre-me Drillblit Jackson, filho de Atena.

A imagem mudou e lá estava ele. Drillblit não havia mudado muito desde a última vez que o vira; cabelo liso e castanho-claro, olhos castanho-claros como se fossem uma pedra preciosa e barba mal feita. Ele estava aparentemente bem como sempre. Bonito.  Muito bonito. Sorri para ele enquanto tentava focar sua atenção.
Drill! Quanto tempo! Como você esta? Eu preciso de sua ajuda.


Após meu contato com Drill decidimos nos encontrar no Central Park para termos uma noção do que realmente estava acontecendo. O filho de Atena havia dito que também tinha visto símbolos e a mesma visão, além de um homem sendo morto e voltando a vida. Arrepiei-me só de pensar em meu irmão voltando à vida. Isto seria um problema pra que eu deveria me preocupar depois. Eu estava aguardando meu companheiro próxima ao grande lago, sentada num dos bancos. Meu pingente estava sobre a palma da minha mão e meus dedos dançavam sobre a pedra. Não demorou muito e Drillblit finalmente chegou. Ele se aproximou e me cumprimentou com um aperto de mãos. Arqueei uma sobrancelha e o ignorei, o abraçando por alguns segundos. Nunca havia dito, mas a presença dele e a nossa ligação era bem mais do que aprendizado. Ele me fazia bem e seu abraço lembrava-me muito meu falecido pai.
Desculpe... — Disse enquanto me afastava — Senti sua falta. Por onde esteve? Nah, não importa. Vamos ao que interessa.

Após uma longa conversa, chegamos a conclusão de que os acontecimento estavam relacionados a Macária, Deusa da boa morte. Era incrível a quantidade de Deuses existentes pra um só fato natural. Thanatos, Hades e agora Macária. Uma loucura. Tentei relacionar os sinais do garoto com os meus. Um hieróglifo e os símbolos do livro da morte. Era difícil pensar enquanto ele me encarava fixamente, também trabalhando. Filhos de Atena são extremamente ameaçadores quando estão pensando, justamente por que pensam demais. O revenante poderia estar em qualquer lugar e era como uma agulha no palheiro. Olhei para Drill e por mais que doía admitir isso, questionei.
Por onde devemos procurar? São muitas opções e as informações são vagas... Você é a minha única esperança de resolver isso. Tentei entrar em contato com Circe, mas não tive sucesso. Sinto-me tão impotente.
Por mais desolada eu sabia que Drillblit tinha um plano. Ele sempre tem um e nos direcionaria nessa escuridão.




PARTICULARIDADES:
ARSENAL:
♥ {Beauté} / Chicote  [É um chicote, todo trabalhado a mão, com 2,5m. Ele é feito de couro, e nesse couro, pode se perceber detalhes em renda, bordada manualmente. Ele também reluz alguns fios acobreados, deixando entrever o bronze sagrado, que ajuda em ataques mais precisos, e pode cortar a pele do atingido.]{Couro e bronze sagrado} (Nível Mínimo: 1 ) [Recebimento: Presente de Reclamação de Afrodite] ► Enrolado na cintura

{Arche de l'Amour} / Arco longo [De cores dourada e prata, este arco de bronze sagrado possui um desenho elegante e chamativo, mas não vulgar. Para todos os efeitos, age como um arco longo comum. No nível 20 transforma-se em um anel que faz par com Enchantè.] {Bronze sagrado} (Nível Mínimo: 1 ) [Destreza/ Ataque/ Poder de precisão][Recebimento: Presente de Reclamação de Afrodite] ► Dedo anelar esquerdo

{Enchantè} / Aljava de Flechas Infinitas [As flechas reluzem claramente, dado o acabamento mais elegante se comparado à armas de outra origem. Porém, são apenas flechas de bronze sagrado. O compartimento é feito de couro, decorado com filigramas metálicas. No nível 20 transforma-se em um anel que faz par com o Arche de l'Amour.] {Couro e bronze sagrado; Madeira de freixo e bronze sagrado} (Nível Mínimo: 1) {Não controla Nenhum Elemento} [Recebimento: Presente de Reclamação de Afrodite] ► Dedo anelar direito

{ Cetro Mágico [Feito em madeira reforçada com ouro branco, é coberto por uma energia escura quando usado no escuro, podendo facilmente ser despistado. Contém como gema mágica um rubi no topo do item, circulada por duas lâminas, como garras que mantém a pedra no alto. É leve e resistente à magia, capaz de guardar e soltar de uma vez só rajadas de energia mágica (dependentes de feitiços, obviamente). Executa habilidades mágicas com maestria, recebendo assim a benção de Circe, a deusa da magia, ou seja, qualquer poder executado a partir deste item resulta em uma diminuição na taxa de MP — -5% na conta/-5 à 10] [Madeira; Ouro Branco; Rubi;] (Item de Feiticeira) {Controle Mágico } [Recebimento: Presente de Reclamação por Circe] ► Preso a cintura

— Relíquia Mágica [Colar simples e leve, podendo ser levado e escondido em qualquer lugar. A corrente é de prata, e cintila com um brilho negro à luz da Lua. Seu pingente é em forma de pentagrama, e é feito de diamante. Duas vezes por missão e durante 2 rodadas, tendo no mínimo uma rodada de intervalo cria uma barreira mágica de cor roxa, esta cobre todo o feiticeiro. Protege contra ataques mágicos – principalmente - e ataques a longa distancia – lanças, bumerangues, correntes, flechas etc.; ataques diretos não são repelidos.][Prata; Diamante;] (Item de Feiticeira) {Controle Mágico} [Presente de Reclamação por Circe] ► Pescoço

♦ Queen / Capa [Capa de tecido azul com bordas em ouro que acompanha capuz. Uma vez por missão, o item forma uma cobertura de gelo por toda a extensão do tecido que reduz em 25% a potência de ataques relacionados ao elemento gelo. A cobertura dura dois turnos e não adiciona dano elemental ao oponente que encostar nela] {tecido} (Nível Mínimo: 15) {Gelo} [Missão Narrada: "Cold Trouble", avaliada e elaborada por Hipnos] ► Ombros, como um xale

Elixir da Vida (titânico): Recupera 100HP ► Bolso direito

{Vamp} / Espada [Espada de 70 cm de lâmina fina feita de prata e 10 cm de cabo feito de bronze e couro escurecido. A base da espada possui o desenho de duas asas de morcego e a arma é bem mais leve do que qualquer outra do seu modelo. Uma vez por missão, durante dois turnos, a espada brilha em uma aura prateada e faz com que o inimigo perca 10% de HP durante cada turno de ativação. O efeito só ocorre se o alvo for atingido com a arma por meio de corte.]{Material: couro escurecido, prata e bronze} (Nível: 12) [Recompensa da Missão "The Devil's Choice", avaliada e elaborada por Matias Blake, atualizada por Asclépio.] ► Preso ao cinto junto ao cetro
HABILIDADES:
PASSIVAS:
Beleza Estonteante (Nível 1)
Como filhos da deusa da beleza, você é naturalmente belo, sendo tal beleza notável e admirada por todos. Seus olhos têm uma coloração que não se define completamente, sendo intrigantes e como se fossem hipnotizantes; sua voz atrai, seus lábios são provocantes, seu rosto possui uma beleza harmoniosa e o corpo não fica para trás. Tudo em você chama a atenção pela beleza especial que possui, e é praticamente impossível deixar de notá-lo. Não é nenhum efeito hipnótico, contudo - apenas estético.

Eterna Boa Forma (Nível 2) [Modificado, unido com bons reflexos]
A boa forma que você possui agora não confere apenas belas curvas, no caso das meninas, ou músculos definidos, no caso dos meninos, mas também confere certa agilidade e destreza para se esquivar de alguns ataques. É algo leve, contudo, e outros fatores podem interferir. Em combates, você transfere sua graça aos seus movimentos, o que faz com que seja capaz de se esquivar com mais facilidade, com movimentos belos e fluidos. Na prática, chances de esquiva aumentadas em 25% contra golpes normais.

Luxúria (Nível 5)
O desejo pode ser despertado com pequenos gestos, mas que para o observador são sedutores e provocantes. Você pode despertar esse desejo com um simples olhar, um toque, pela aproximação, de modo que qualquer um deixa de prestar atenção em outras coisas para se focar apenas em você. Não é uma habilidade sobrenatural, indica apenas um conhecimento de como usar seu lado sensual para manipular as pessoas, mas não é charme, magia nem nada do tipo: apenas estudo de comportamento.

Delicadeza (Nível 6)
Assim como pombos ou cisnes, seus passos são suaves e delicados, dificilmente sendo percebidos pelo inimigo em uma aproximação sutil. Note que sentidos aguçados ainda podem captar sua presença, assim como uma aproximação descuidada podem lhe denunciar. O silêncio não é completo.

Dissimulação (Nível 7) [Modificado]
Pode não ser filho de Dionísio, mas sabe dissimular bem o suficiente para convencer outras pessoas. Dissimule o quanto quiser, seja inocência, choro ou alegria, pois há grandes chances de acreditarem. Lembre-se de que suas atitudes devem ser coerentes para que acreditem. Além disso, não modifica sua aura, fazendo com que suas intenções possam ser descobertas por quem tem poder para isso.

Autocontrole (Nível 9)
Suas emoções não podem lhe atrapalhar em momento algum em uma batalha ou momento importante. Você não viverá a mercê delas, você saberá controla-las facilmente podendo manter o foco em uma batalha sem ser influenciado por nenhum sentimento, a menos que seja mais forte que você. Poderes que afetem emoções como charme, medo, fúria e etc terão efeito reduzido, não fazendo efeito se proveniente de inimigos de menor poder. Se forem de nível igual a até 5 níveis acima, 50% de resistência, e de 6 a 10 níveis, 25%. Acima disso, os poderes o afetam normalmente.

Super-Elasticidade (Nível 10)
Uma habilidade ainda relacionada à eterna boa forma dos filhos de Afrodite, que agora relaciona a incrível habilidade em realizar movimentos que exigem muita elasticidade corporal sua e uma excelente condição física. Você seria como um contorcionista, mas note que limites humanos ainda devem ser considerados.

Aura do Amor (Nível 12)[Modificado]
Quando você está por perto, as pessoas passam a ficar mais calmas, tendo uma tendência maior a se apaixonar por alguém ou ficar mais romântico para com seu companheiro. Seus aliados também ficam mais colaborativos, e planos em grupo tendem a funcionar melhor, com uma chance adicional de 10%. Não afeta as habilidades, não aumentando nenhum poder.

Perfeccionismo I (Nível 13) [Modificado]
Não é apenas beleza, mas também perfeição. Você tende a ser perfeccionista, mas não apenas com você e sua aparência, mas em tudo o que faz. Isso significa que sempre será exigente consigo mesmo, se esforçando para sempre melhorar. Isso será recompensado em seus golpes, durante o combate. Qualquer arma que privilegia a graça, e não a força - em geral, armas de uma mão - serão mais fáceis de manusear, como se você tivesse a habilidade/ perícia para tal. Será apenas o conhecimento inicial, como se fosse nível 1, mas auxilia bastante.

Habitué (Nível 14) [NOVO - idealizado por Sadie Bronwen]
Independente dos trajes ou condições em que se encontra, o filho de Afrodite sempre passam uma sensação de segurança a quem está ao seu redor. Mesmo suas gafes são minimizadas, como se fossem algo ensaiado. Isso faz com que mortais comuns os vejam de forma diferente, alguém que ter personalidade, ou alguém excêntrico - ele pode ir com trapos a um evento "black tie", e ainda vão julgar que ele é uma celebridade. Não afeta semi-=deuses ou seres mitológicos.

Voz Persuasiva (Nível 15) [Modificado]
Falando com jeitinho, com um brilho no olhar e de forma delicada, quem será capaz de dizer “não” a um filho de Afrodite assim? Você nem precisa se esforçar tanto, mas dependendo da “vítima”, pode dar um pouco mais de trabalho. Isso é válido para humanos comuns. No caso de monstros e semideus, não - nesse caso, apenas potencializa efeitos de charme e poderes que dependem da voz para fazer efeito.

Inteligência (Nível 16) [Modificado]
Você conseguiu chegar a um nível mais alto, provando que você domina estratégias de lutas e batalhas. Isso mostra que filhos de Afrodite não tem somente superficialidade. Assim você consegue rapidamente observar o inimigo, sabendo os seus pontos fracos e pontos fortes, você pode estudá-lo brevemente e saber como atacar. Isso é válido apenas para fraquezas visíveis, como técnica de luta e brechas na armadura, mas não fraquezas emotivas ou sobrenaturais. É um olhar mais aguçado, mas ainda é natural. Assim, toda vez que atacar suas chances de acerto serão maiores nesse caso.

Visão auspiciosa (Nível 19) [NOVO - idealizado por Sadie Bronwen]
O filho de Afrodite enxerga a aura da emoção das pessoas ao seu redor. Não é telepatia, ou algo do tipo, mas ele sempre vai saber o estado emotivo das pessoas - ansiedade, raiva, amor, nada escapa de seus olhos. Não detecta pensamentos ou informações específicas, apenas o sentimento geral. Por exemplo, se alguém mentir para eles, não conseguem perceber, mas podem identificar que o locutor está ansioso, mesmo que não identifiquem o motivo. Não pode ser desativado.

Perfeccionismo II (Nível 23)
Sendo extremamente perfeccionista, você nota detalhes que ninguém nota. Isso pode ser útil em batalha, notando mais facilmente erros nos movimentos do adversário, conseguindo contra-atacar com maior facilidade.
ATIVAS:
Level 2
• Nercusius Verdicu.
O primeiro ataque ofensivo dos feiticeiros. Este ataque consiste em lançar raios de energia branca mesclado a uma coloração verde água das mãos do bruxo. Pode causar danos medianos caso acerte tendo o efeito elétrico e impactante no alvo.
Considerações:
Como iniciei o post e conversei com o Drill, optei por deixar a escolha da cidade e o direcionamento até ela por conta dele. Meio óbvio que eu o acompanharia já que sou aprendiz e estamos em dupla. Obrigada.



 tenebrae ❀ ~ editado por amber niemseck
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Re: Grupo 2 - Externo

Mensagem por Heron Devereaux em Sab 16 Abr 2016, 11:40


The Revenant
As long as you look me in the eyes
I'll go wherever you want
F
Virei-me em direção à rua, como se estivesse prestes a partir. Mesmo assim, não saí do lugar. Finalmente, voltei meu olhar para a esfinge mais uma vez, fazendo uma careta. A criatura permanecia imóvel, fitando-me inexpressivamente. Parecia irritada, ou, no mínimo, incomodada com o rumo que a nossa tarde havia tomado. Resolvi ignorar as vontades da leoa.

— Você tem alguma ideia? Porque eu não consigo tirar nada daqui — comentei, cutucando as minhas têmporas com os indicadores.

— Drill!

Emma surgiu em minha vida mais uma vez, como se fizesse questão de lembrar, periodicamente, que ela não me pertencia e que eu não pertencia a ela. A mensagem de Íris oscilava, instável demais. Ainda assim, a filha de Afrodite parecia tão encantadora quanto sempre. Cinco pequenas palavras me fizeram abrir os lábios num sorriso. “Eu preciso de sua ajuda.” A garota contou-me o que havia acontecido naquela interessante tarde. Devo confessar, no entanto, que me perdi no som adocicado de suas palavras uma ou duas vezes. Quando sua história chegou ao fim, deixei que ela soubesse, também, um pouco sobre a minha.

— Certo... Precisamos nos encontrar — decidi, passando uma das mãos pelos fios dourados em minha cabeça. Será que precisávamos nos encontrar ou será que eu queria que nós nos encontrássemos? — Você pode chegar ao Central Park em 15 minutos?

Trocamos mais umas poucas palavras, antes que a mensagem se dissipasse. Astheria olhou para mim. Até aquele momento, estava completamente alheia à situação.

— Vá. Encontre alguma coisa que nos ajude a achar respostas — ordenei, enquanto a esfinge franzia o cenho.

— Tu achas que sou tua escrava, Jackson? — disse a mulher-leoa, encarando-me ferozmente.

— Pelo contrário. Penso que somos amigos.

— Então teus pensamentos diferem de tuas palavras — a criatura deu as costas para mim, voltando seu olhar para o asfalto.

— Você pode me fazer esse favor? Poderemos discutir as cláusulas desse contrato que chamamos de amizade um pouco mais tarde.

— Hum... — resmungou silenciosamente. — Não pense que acabamos por aqui — e, sem permitir o direito de resposta, a leoa desapareceu entre o cenário urbano.

Caminhei, deixando o DeWitt Clint Park para trás. Meus pés tocaram o meio-fio, quando eu estendi a mão, chamando por um dos vários carros amarelos que rodavam por New York. Saltei para dentro do primeiro que vi. O banco de couro macio permitiu que eu me acomodasse sobre ele. A cabeça pendeu contra a janela que ainda escondia vestígios do que eu deduzi que era chuva. Deve estar chovendo em algum outro bairro.

— Senhor? Para onde? — disse o homem calvo que dirigia o automóvel.

— Central Park.

Com dificuldade, o táxi ia se movendo entre as fileiras de carro que congestionavam as vias da cidade. Minha cabeça doía. O ankh ainda me perturbava e me enchia de questões que eu não era capaz de responder. Uma em especial, eu não conseguia afastar.

Não tive tempo de pensar nisso o bastante. A voz aveludada preencheu o táxi, puxando-me de volta à realidade. Não era o motorista. Era a moça que sentava ao meu lado, no banco de trás. Era Circe.

— Eu lhes dou a oportunidade de desaparecer e reaparecer em qualquer lugar do planeta. Ainda assim, vocês a desperdiçam com carros, pernas e montarias.

— Senhora — falei, balançando a cabeça cordialmente. A imagem estava perfeita, mas era possível notar, vez ou outra, que a deusa não estava ali de verdade.

— Olá, querido. Ainda se divertindo à custa do acampamento? Ou será que é Quíron quem se diverte à sua custa? — os lábios volumosos e tingidos com batom vermelho opaco se abriram num sorriso.

— Vamos cortar essa conversa fiada — comecei, cuidadosamente. — No momento, as coisas não estão...

— Eu sei. E é por isso que estou aqui. Algo está acontecendo, querido. Algo grande. Eu preciso proteger aqueles que eu abençoei. Venha. Para a ilha. É o único lugar onde eu realmente poderei protegê-lo.

— Eu não devo... Não posso. Preciso ver de perto o que está havendo — decidi.

Há certo tempo atrás, eu estive no fundo do poço. Eu precisava de alguém em quem me apoiar. Alguém mais forte do que eu. Circe foi minha bengala, assim como Deus é a bengala dos mortais. Agora, no entanto, eu precisava retribuir o favor.

— Desafiando uma ordem minha, Jackson? Ainda lembra que é meu subordinado, não é? — ameaçou, enquanto enrolava os cabelos em volta de seu dedo indicador.

— Não, senhora. Perdão. É que Emma e eu...

— Emma? Minha Emma? — a mulher estreitou os olhos, curiosa.

— Sim, senhora. Nós já estamos envolvidos demais para dar as costas a tudo isso — disse, decidindo que aquilo era verdade.

— Você deve ter algum tipo de fetiche pela morte, Drillbit Jackson. E isso eu jamais poderei entender. Mesmo assim, não discutirei. Uma exigência, no entanto, não pode ser negociada.

— Peça.

— Cuide da garota. Nós feiticeiros, devemos cuidar uns dos outros.

Aquilo, definitivamente, não precisava ser negociado. Quando Emma e eu nos conhecemos, tudo não passou de uma tentativa falha de me redimir dos meus pecados. O último suspiro de minha já debilitada consciência. Ainda assim, a garota evoluiu tão rápido quanto os meus sentimentos por ela. Para provar, definitivamente, a que deusa servia, Emma me enfeitiçou, mesmo que sem querer. Eu a protegeria. Mesmo que Circe não pedisse. Mesmo que Circe não quisesse. Mesmo que Circe me impedisse.

— Eu o farei — respondi secamente. Mesmo que os sentimentos estivessem ali, nunca fui bom em demonstrá-los. Na verdade, me parecia mais sensato escondê-los, principalmente, de Circe. — Senhora... — comecei, antes que a deusa fugisse. — Isso é possível? Trazer os mortos de volta? Podemos fazer isso? — as lembranças de minha mãe inundaram minha mente. Não Athena, mas sim minha madrasta.

— Não, querido — a deusa me olhou com piedade, tocando meu rosto com uma das mãos. — Nem eu, nem você, nem Macária. Tire isso da sua cabeça.

Balancei a cabeça e a deusa assentiu com um sorrisinho de satisfação, antes que sua imagem se desfizesse num pequeno aglomerado de fumaça. Olhei para o banco da frente, onde o motorista, alheio a tudo, continuava o percurso.

O táxi aproximou-se da calçada do Central Park e eu desci. Nas mãos do taxista, deixei boa parte do que eu tinha em meus bolsos. Meus olhos passearam inquietamente pelo cenário verde prensado entre os arranha-céus da cidade grande. Fui encontrar a garota sentada em um dos bancos do parque. Seus dedos passeavam inquietamente sobre a pedra em seu pescoço.

— Emma — disse, aproximando-me dela.

Estendi a mão em sua direção, esperando por um aperto de mão. O que veio em seguida, no entanto, foi melhor. Ela me abraçou, deixando seu corpo junto ao meu.

Seus cabelos cheiravam a baunilha, cappuccino e... Emma. Uma droga que me viciou mais rápido do que álcool, tabaco e crack. Eu podia sentir as partes descobertas de seu corpo junto às minhas, os movimentos do tórax quando ela respirava, assim como o ar que escapava de seus pulmões e atingia minha nuca.

Ela se afastou.

— Senti sua falta.

— Oh! É mesmo? Bom... Eu também senti a sua — respondi, deixando um sorriso marcar meu rosto.

Sentamos no banco e, ali, trocamos mais algumas informações. Ela me contou sobre não conseguir contato com Circe e eu decidi guardar segredo sobre meu encontro com a deusa. Depois, confessou como se sentia impotente diante de tudo aquilo. Eu deslizei pelo banco, aproximando-me dela. Nossos rostos estavam próximos o bastante para que ela não pudesse desviar o olhar.

— Ei, love. Nós vamos resolver essa charada juntos. Considere isso um treinamento — sussurrei. Estávamos próximos o bastante para isso. — Além do mais... Nós, filhos de Athena, podemos resolver qualquer tipo de enigma — completei, tentando soar o mais babaca possível, antes de deixar uma risada escapar. — Ei... — disse, franzindo o cenho. — Eu acho que tenho um plano.

Levantei do banco, assim que me cansei de brincar de meditação. Estendi uma mão para a garota ao meu lado, colocando um sorriso no canto dos lábios.

— Vem comigo? — e fomos.

De meu bolso, puxei a pequena caixinha negra, abrindo-a sem muita cerimônia. A bússola se revelou, enquanto o ponteiro bamboleava para um lado e para o outro, em busca de um destino.

— Sabe... Às vezes nossa mente está tão nebulosa, tão cheia de pensamentos, que não conseguimos separar aquilo que queremos daquilo que deveríamos querer — balancei a cabeça, indicando a bússola. — Esse pequeno objeto é capaz de me mostrar o caminho para aquilo que eu quero. Você, obviamente, deve estar pensando que eu quero encontrar Macária, ou respostas para o que está acontecendo. E, obviamente, você está enganada. O que nós realmente queremos é encontrar uma pista sobre os recentes acontecimentos.

A bússola encerrou sua dança e o ponteiro fixou-se na direção Nordeste. Apertei a mão da filha de Afrodite e, juntos, partimos na direção determinada.

Esbarrando em mortais, ziguezagueando entre os carros do engarrafamento e evitando barraquinhas de comida, seguimos o que North decidia ser o caminho correto. Encerramos nossa caminhada em frente a um rapaz que, distraidamente, observava a vitrine de uma UGG.

— Bom... Eu fiz minha parte. Agora é com você — disse, indicando o caminho. — Você é uma filha de Afrodite e esse cara sabe alguma coisa sobre Macária. Então... Seduza-o.

Emma franziu o cenho. Não parecia satisfeita com aquela situação. Talvez, assim como a maior parte dos filhos de Afrodite, ela lutasse para se desvencilhar do estereótipo de seu chalé. Embora eu discordasse, não disse uma palavra sobre isso. Afinal, eu mesmo havia virado as costas para a deusa da sabedoria e não tinha a menor pretensão de desfazer isso.

A garota respirou fundo e decidiu parar de resistir. Seus passos a levaram até o rapaz, o qual ela abordou com toques gentis, um sorriso completo e uma intimidade que os dois, com certeza, não tinham. Virei o rosto. Apesar de ter sugerido a ideia, não via prazer algum em assistir minha aprendiz se entregando a outro homem.

A rua estava apinhada de mortais, quando Astheria surgiu em meu campo de visão. Fitava-me, imóvel, guardando algo debaixo das patas. Deixei Emma com o rapaz e aproximei-me da esfinge, confuso.

— Encontrou alguma coisa? — questionei.

— Provavelmente — respondeu, áspera. — Mas, antes, vamos encerrar a nossa conversa.

— Astheria, dê-me o que você está escondendo agora.

— Não... Não! Já disse que não sou sua escrava — disse. Seus dentes apareciam, enquanto ela rosnava baixinho.

— Não pense que tem algum poder sobre mim. Não esqueça a quem você serve. Se tu respiras, é porque eu permito — declarei, cansado daquela situação.

— Ora, seu... — rugiu a criatura, ameaçando saltar em minha direção. Coloquei a mãos sobre o punho de Athala.

— Você não quer isso... E eu, muito menos — comecei, aproximando-me. — Somos companheiros a mais tempo do que eu consigo me lembrar. Somos iguais e nada mais do que isso. Não serei submisso às suas vontades.

— Nem eu às suas — estreitou o olhar. — Mas se você quer mesmo saber o que eu trouxe, uma troca de favores será muito bem vinda.

— Ótimo. O que você quiser, eu providenciarei, depois de resolver esse problema.

Astheria se deu por satisfeita, jogando o objeto em minha direção. O jornal atingiu meus pés e eu me inclinei, apanhando-o.

— Essa é a sua pista? — comentei debochadamente.

— Olhe na página sobre óbitos.

Passei página por página, até encontrar o pequeno pedaço que se referia ao obituário. O escritor relatava dois casos de cadáveres que haviam desaparecido de seus leitos, em dois necrotérios distintos, um em Boston e outro em Harrisburg. O caso chamava atenção, porque os dois eventos haviam acontecido quase que nos mesmos horários. Ainda não havia notícias sobre o paradeiro dos corpos.

— Bom... Isso pode significar alguma coisa.

— De nada — disse insolentemente.

— Agora some. É óbvio que precisamos de um pouco de espaço...

— Concordo — declarou, virando as costas para mim mais uma vez.

Antes que eu pudesse dizer mais alguma coisa, a mulher-leoa já havia desaparecido no meio da multidão.

— Ei — Emma havia retornado.

— Ei, love. Tudo certo?

— Sim — disse, mordendo o lábio para segurar o sorriso que surgia em seu rosto. — Acho que consegui uma pista. Chicago. O cara diz que ouviu falar que a maior parte dos mortos-vivos está lá, por algum motivo.

— Saiba que, por dentro, estou orgulhoso — comentei, apontando o meu corpo com as mãos. — Mas não temos tempo para isso. Também achei algumas pistas, então... — disse, fazendo uma longa pausa. — Então... Já sei — enfiei uma mão num dos bolsos, puxando uma moeda para fora. — Cara, iremos para Chicago. Coroa, iremos para Harrisburg.

Note que eu ignorei Boston completamente. É claro, moedas não têm 3 lados. Mas, mais do que isso, Boston me trazia péssimas lembranças, de não muito tempo atrás. Por isso, preferi excluir a cidade daquele pequeno sorteio.

A moeda caiu na palma de minha mão e ficou decidido que iríamos para Harrisburg.

Puxei a garota em direção a um dos becos da rua. Era o lugar perfeito para o que estava prestes a acontecer.

— Não se preocupe. Eu cuido disso, por enquanto — decidi. Não queria que ela desperdiçasse energia.

Colei as palmas de minhas mãos à frente de meu corpo e, rapidamente, elas se afastaram lateralmente, enquanto eu mantinha os polegares colados um ao outro. As palmas voltaram a se colar, antes que eu fechasse a mão direita por cima da mão esquerda. Finalmente, meus dedos se entrelaçaram.

— Time Traveler Spell — sussurrei, antes de afastar as mãos, desentrelaçando os dedos.

O pequeno ponto luminoso surgiu acima de minha cabeça. O ponto foi, aos poucos, transformando-se numa reta que logo se tornaria um triângulo.

— Ok. Agora... — disse, apontando para ela e, logo em seguida, para mim. — Bom, você... — inclinei a cabeça para o lado, franzindo o cenho. Arrependi-me no minuto em que as palavras seguintes saíram de minha boca. — Agora você pode me abraçar.

Emma pareceu entender a mensagem. A menina agarrou-se ao meu corpo, num instante em que o portal se completou. E, juntos, viajamos.

×××

O Pennsylvania State Capitol me revelou que estávamos em Harrisburg. Era possível ver a construção à distância. Um símbolo para a cidade e, também, para a Pennsylvania.

— Bom... E agora? — disse a filha de Afrodite.

Voltei meu olhar para um mortal que, tranquilamente, caminhava em nossa direção.

— Ah... Tive uma ideia.

Aproximei-me do homem, cumprimentando-o.

— Boa tarde, senhor. Onde fica o necrotério da cidade?

×××

Subimos alguns degraus, antes de adentrar o necrotério de Harrisburg. O lugar era frio. Uma medida para preservar os corpos, acredito eu. As paredes e o teto eram completamente brancos, exceto no espaço reservado para as gavetas onde os corpos repousavam. Caminhamos pelo chão ladrilhado, evitando as mesas de ferro, as bandejas de objetos cirúrgicos e as macas que escondiam cadáveres envolvidos em sacos pretos.

O legista surgiu de uma salinha, nos fundos do lugar. Assim que nos viu, pareceu entender que estava encrencado. O homem voltou para dentro daquele que me pareceu ser o seu escritório. Até tentou trancar a porta que nos separaria, mas pude ver que suas mãos tremiam demais, tornando a tarefa impossível. Sem mais demora, agarrei a maçaneta, abrindo a porta e invadindo o escritório, junto a Emma.

— Não! Por favor. Levem o que quiserem. Me deixem em paz! — disse o homem, encolhendo-se.

Aproximei-me dele e, sem demora, agarrei o legista pela gola de seu jaleco e empurrei-o contra a parede, prensando-o. O homem estava em pânico.

Meu olhar se voltou para a filha de Afrodite. Talvez eu estivesse mostrando muito do meu pior lado. Quando isso acontecia, as pessoas tendiam a se afastar.

— Você pode esperar lá fora, se preferir — comentei.

Emma balançou a cabeça, aproximando-se do homem.

— O que aconteceu com o cadáver? — começou, interrogando o rapaz, enquanto eu o segurava.

— C-como?

— O cadáver que desapareceu. O que aconteceu com ele?

— E-eu não sei. Por f-favor — implorou, esquivando o olhar.

— Eu não machucar você, querido. Mas se você não me der respostas agora, o meu amigo vai dar conta disso. E ele não vai ser nem um pouco gentil — ameaçou a garota. Eu não sabia de onde ela havia tirado tudo aquilo, mas estava funcionando.

— Ok. Ok. A polícia não queria revelar para o público. M-mas eu vi...

— Viu o que? Desembucha — falei.

— Eles... Eles o levaram... Os Ladrões de Túmulo.

— Quem? — franzi o cenho, mais confuso do que antes.

— Uma gangue especializada em roubar cadáveres. Geralmente eles invadem cemitérios, mas... Dessa vez... Eles decidiram invadir o...

— Está dizendo que o cadáver não ressuscitou? — perguntou Emma, tão confusa quanto eu.

— Ressuscitou? Isso é algum tipo de piada? — disse o legista.

Arranquei o homem da parede, jogando-o em direção ao piso.

— Vamos embora — falei, partindo no mesmo instante. Para mim, estava óbvio: havíamos seguido uma pista falsa.

Desci os degraus antes da calçada com pressa. Não havia porque esconder. Estava evidente que eu não sabia lidar com o fracasso. Lembro-me de ter chutado uma lata de lixo, ou algo parecido. Mas gostaria de poder esquecer isso.

Respirei fundo, enquanto deixava uma mão deslizar por meus cabelos, arrumando-os. Meus olhos se voltaram para Emma.

— Perdão. Isso não foi muito maduro — pensei. — Não repita isso. Basicamente, não faça o que eu digo, mas também não faça o que eu faço. Faz sentido? — franzi o cenho, confuso.

Respirei fundo mais uma vez, aproximando-me dela. Não podia nem imaginar como a garota estava se sentindo. Mas se antes ela já se sentia impotente, depois daquela pista falsa, não poderia estar se sentindo melhor.

— Ei... — disse, tocando o queixo da garota com o indicador e fazendo-a olhar em meus olhos. — Nós vamos encontrar mais pistas, vamos achar as respostas que precisamos e, definitivamente, vamos chutar algumas bundas — declarei, sorrindo para ela. — Só não desista. Ainda não.

Eu estendi a mão em sua direção. Ela aceitou o meu convite e, juntos, passeamos pelas ruas de Harrisburg. Não tínhamos nenhuma pista, nenhum filho de Macária e nenhuma resposta. Mas tínhamos uma ao outro. E, por enquanto, era o bastante.


Extras:
Itens e Pets Utilizados/Citados:
▬ {Athala} / Espada [A lâmina negra é feita de Bronze Celestial. Seu cabo em forma de caduceu, no entanto, é feito de ouro. Nele está gravado o nome da arma, que significa “Bela”. A espada pode assumir a forma de qualquer tipo de espada existente, de acordo com a vontade do usuário; por isso não possui um tamanho ou peso constante.] {Bronze Celestial, Ouro} (Nível Mínimo: 1) {Nenhum elemento} [Recebimento: Evento – Parallel Universe] ▬ Na cintura

▬ Relíquia Mágica [Colar simples e básico, podendo ser levado e escondido em qualquer lugar. Sua corrente é de prata negra, e cintila à noite. Seu pingente é em forma de pentagrama, feito de diamante. Duas vezes por missão e durante 2 rodadas, tendo no mínimo uma rodada de intervalo cria uma barreira mágica de cor roxa, esta cobre todo o feiticeiro. Protege contra ataques mágicos – principalmente - e ataques a longa distancia – lanças, bumerangues, correntes, flechas etc.; ataques diretos não são repelidos][Prata Negra; Diamante;] (Item de Feiticeiro) {Controle Mágico} [Presente de Reclamação por Circe] ▬ No pescoço

▬ Colar de equiceph [Colar feito de couro entrelaçado adornado com uma ferradura feita de ferro. Três vezes por evento, o colar pode ser ativado, fazendo seu usuário dobrar sua força física, de modo que a potência de seus golpes físicos e com armas corpo a corpo também dobre durante duas rodadas. Ao estar ativado, armas que sejam originalmente empunhada com ambas as mãos pode ser empunhada com apenas uma sem redução em seus movimentos. Para fins de resistência, o poder é equivalente ao nível 51.] (Nível mínimo: 51) {Material: Couro e ferro} [Ganho como recompensa pelo evento "O levante"] ▬ No pescoço

▬ Colar de Cristal da Luz [Um colar de prata com um pequeno pingente semelhante a um diamante. Sob a vontade do usuário, pode brilhar intensamente, como um arco-íris. Seu brilho é hipnotizante, fazendo com que o oponente perca o foco.] {Prata, Cristal da Luz} (Nível Mínimo: 1) {Nenhum elemento} [Recebimento: Evento – O Rapto] ▬ No pescoço

▬ {Jealeous} / Anel [Um anel de rubi feito com a mais pura prata da família Ervetöch. Esse artefato foi concebido à Drillbit como um espólio de guerra, sendo que o mesmo teve como seu último dono o semideus desertor que fora devorado pela esfinge. O anel, por fim, reserva a propriedade mágica de, uma vez por missão, abrir-se a partir do comando de seu novo dono, jogando uma rede mágica sobre o inimigo. A rede é feita de um material desconhecido e mede cento e trinta centímetros, porém é extremamente carregada de magia, prendendo a pessoa por duas rodadas. A rede só poderá ser destruída com magia, ou se não, ao final dos dois turnos, ela se desfará sozinha.] [Material: Desconhecido] [Nenhum Elemento] [Nível Mínimo: 15] {Recebimento: missão "The Trap and the Charade", por Tânatos e atualizada por Quíron] ▬ No anelar direito

▬ {North} / Bússola [Uma bússola de madeira tingida com tinta negra. A caixinha octogonal, que cabe na mão de Drillbit, possui pequenos detalhes e floreios prateados em cada um dos vértices. Por dentro, uma camada de vidro protege o ponteiro de prata que se move sobre uma rosa dos ventos. Roubada de Hermes, o item foi encantado. O ponteiro, em vez de apontar para o norte, aponta para aquilo que o usuário mais deseja em um raio de 2km, podendo ser usada duas vezes por evento/missão e com a duração de três turnos e com uma pausa de mais três turnos até a segunda utilização. Caso o alvo seja um item ou pessoa proteções mágicas, ele necessita estar abaixo do limite de cinco niveis acima do nível da bússola para que o efeito funcione corretamente. A bússola pode ser confundida por encantamentos que impeçam a descoberta daquilo que o usuário quer encontrar.] (Nível 74) {Madeira, Prata, Magia} [Recebimento: DIY “What about your father?”, avaliada por Apolo e atualizada por Asclépio.] ▬ No bolso

▬ {Astheria} Esfinge [150/150] [Prêmio de Monitoria] ▬ No parque
Habilidades Utilizadas:
Passivos


Considerar todos os passivos de Athena e dos Feiticeiros, até o nível 84. Destacam-se os seguintes:

Maestria com a magia (Nível 01) ▬ Por serem feiticeiros de Circe, vocês sofreram menos perda de MP do que o normal ao usarem algum poder. [ New]

Sentir motivação (Nível 17) ▬ Você é capaz de descobrir se alguém está blefando, mentindo, discernir mensagens ocultas em diálogos ou perceber se uma criatura está sendo influenciada por encantamentos. Contudo, ainda que seja capaz de notar tais mudanças, não consegue descobrir necessariamente o que está oculto - ou seja, sente a mentira, mas nem por isso obtem a informação verdadeira. Alguns poderes podem bloquear seus sentidos quanto a isso, e poderes e encantamentos muito mais fortes que estejam agindo sobre outras pessoas podem não ser detectados pelo nível (10 ou mais de diferença).

Ativos


Time Travelling Spell (Nível 19) ▬ Esta magia permite ao feiticeiro fazer com que um portal triangular apareça acima dele, sugando-o para ele e por meio deste ele pode se locomover por grandes distâncias. Porém, esta magia requer tempo para ser completada, portanto, se usada para fugir de efeitos imediatos prova-se falha.
Sobre:
Drill
Pensamentos

Outros


O Drill usa mate e love como vocativo para, basicamente, todo mundo.
Perdão pelo tamanho. A Duff me apresentou o post-rock e... Deu nisso. q
Os dois problemas que a gente usou foi o desentendimento entre eu e a esfinge e a Emma precisando seduzir o cara.
Obrigado por ler até aqui. sz

Feito por mim apenas para mim q
Heron Devereaux
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Re: Grupo 2 - Externo

Mensagem por Rayna Baudelaire em Sab 16 Abr 2016, 13:34

We are the warriors that built this town from dust


LES REVENANTS
New Orleans| April 1st | Solitary



III.

Após ter tido um vislumbre do passado, decidi sair à procura daquele que apareceu em minha visão, Stephen. Não sei bem qual a nossa relação, mas quando eu voltava a lembrar dele, meu corpo reagia de forma estranha, como nunca antes. E, para obter respostas, eu teria que achá-lo, não importa como ou o que eu terei que fazer para chegar no hospital para onde levaram-no. Porém, minhas buscas nos diversos hospitais em Nova Orleans não me levaram a nada. O jeito era partir para um outro lugar, continuar a caçada.

Utilizei as placas de cidades nas ruas para localizar-me com precisão, pausando brevemente para decidir qual caminho seguir no momento.

— Muito bem, para onde eu devo ir agora? — Disse em um sussurro para mim mesma, analisando um pequeno mapa dos Estados Unidos.

Fechando o gráfico, peguei a rota de Nova Jersey, que levaria até Boston, com algumas paradas Springfield e Hartford. Pelas minha contas, seria uma viagem de muitas horas se eu fosse a pé, o que me deixaria extremamente cansada, é claro. Porém, se eu arranjasse um  carro seria mais fácil, mas onde eu acharia um? Ajeitei a mochila em minhas costas, amarrando o cabelo em um rabo de cavalo.

— Sempre gostei de desafios. — Exibi um sorriso, esticando as pernas e partindo logo em seguida.

Fui em direção à estação de ônibus da cidade, onde encontravam-se dezenas de pessoas circulando de um lado para o outro, subindo e descendo dos veículos que transportavam essa gente de uma região a outra. O problema atual era: como conseguir uma passagem sem dinheiro? Pelo que pensei, roubar era o único jeito. Respirei fundo, aproximando-me de uma garota que estava com um bilhete em sua mão, e, de propósito, esbarrei-me na moça.


— Ops — disse, tocando em seu ombro para ver se ela estava bem. — Desculpe-me, foi sem querer.

Com um sorriso em meu rosto, afaste-me da moça, sua passagem agora em minhas mãos. Entrei no primeiro coletivo que saiu, sua placa mostrando o nome da minha primeira parada: Hartford.

Grupo 2 - Externo KoJxAHd

Cinco horas e vinte e três minutos. Esse foi o tempo que levamos na rota oitenta e quatro, até que finalmente paramos em Hartford, a primeira cidade em que eu iria parar para ver se conseguia referências sobre o paradeiro do Stephen. Dirigi-me ao Bushnel Park no centro da cidade, perto do Capitólio, onde comecei a pedir informações as diversas pessoas que ali passavam, contundo ninguém sabia sobre o garoto, muito menos sobre o tal Hospital Saint Clarence. Irritadiça, verifiquei cada clínica da capital, entretanto não havia nada que fosse útil em minha busca. Sentei em um banco próximo ao Riverside Park, observando o rio Connecticut.


— Que merda! — Gritei, chutando uma latinha de refrigerante no chão.

Estava completamente frustada. Nenhum flash brotou novamente para me dar uma outra dica de onde o garoto poderia estar. Será que eu deveria desistir? Retornar a Nova Orleans e prosseguir com minha vida, imaginando que nada disso aconteceu? Balancei a cabeça, afastando esse pensamento. Me levantei em seguida, indo atrás de informações nos serviços governamentais de desaparecidos da cidade. Apesar disso, eles não possuíam qualquer registro de um desaparecido com tais descrições físicas que lhes dei, muito menos com alguém chamado Stephen. Desapontada, fui para a área de transportes da capital.

Após me esgueirar pelos guardas de forma furtiva, peguei uma linha ferroviária que me levou até Springfield. Ao chegar na cidade do estado americano do Missouri, retomei minhas buscas nos pontos mais movimentados daquela cidade: centro, parques e clínicas. A novidade? Eu não consegui nada, de novo. Nenhum órgão governamental responsável por pessoas perdidas da região tinha quaisquer registro sobre o garoto que lhes informei, como também nenhum médico ou enfermeiro dos hospitais. Ele poderia ter sido transferido de hospital quando desacordado, pensei, reunindo força e coragem mais uma vez. Roubei outra passem de ônibus, dessa vez de um senhor que havia saído da fila de compras. Pedi desculpas aos deuses pelos meus atos em um sussurro, adentrando no veículo logo em seguida. O automóvel foi pela I-93 S via Sudbury St, seguindo a I-90 W até Dwight St em Springfield. Pegamos a saída 1B-2B via I-291 W, viajando até chegar na última rota: Boston.

Talvez esse fosse o lugar onde eu encontraria respostas, talvez não. O que será que o destino reserva para mim? Enquanto passeava por um dos parques da cidade, ouvi uma mulher falando sobre uma recente fuga que estava atormentando os cidadãos. Aproximei-me dela, questionando-a sobre o acontecimento. Ela me explicou que um garoto havia escapado do hospital Saint Clarence, uma das melhores instituições daquela região, e disse também que as autoridades já estavam atrás do moçoilo. Um alívio percorreu meu corpo, eu não sabia se era a mesma pessoa que eu estava procurando, mas tinha certeza que eu o encontraria bem aqui.

Para comemorar — como também para saciar minha fome —, entrei em uma Starbucks assim que a vi na entrada da capital e cidade mais populosa do estado norte-americano de Massachusetts, sentando em uma cadeira de frente ao balcão.


— Um café, por favor. — Pedi à garçonete, retirando a mochila das costas, colocando-a no meu colo. O sorriso em meu rosto entregava minha felicidade.

— Aqui está, senhorita. — Disse, colocando o copo em cima da mesa.

Agradeci, dando um gole na bebida assim que a garota saiu. Abaixei a cabeça, pensando se o que estava fazendo era mesmo o certo, se deveria desistir e voltar para casa, quando de repente, algo aconteceu. O logo da cafeteria mudou. Sim, mudou. Não era mais aquela sereia, e sim uma foice de lado. Porém, antes da forma transformar-se em outra, a sereia que ali estava olhou de forma sugestiva para mim, como se quisesse dizer algo. Espantada, larguei o objeto na mesa, deixando o pouco dinheiro que eu tinha e sai da cafeteria o mais rápido possível.

Live or die:
Armas:
♦ Faca [Sua lâmina bronzeada mede cerca de 24 cm, e seu cabo tem o mesmo comprimento padrão. É bastante afiada e é perfeita para ataque ágeis e rápidos. O bom desta arma é sua eficiência tanto para mãos hábeis quanto para manuseios mais inexperientes, pois é uma arma curta, fácil de esconder e ao mesmo tempo fácil de manusear. Seu punho é feito de aço, mas uma camada de couro escuro cobre o aço para que o usuário possa segurá-la firmemente. Na parte inferior da lâmina, próxima ao cabo, há entalhado as siglas do Acampamento "CHB"; uma propriedade que só os meio-sangues e criaturas místicas podem ter e usar (ajuda um pouco na destreza)] {Bronze, aço e couro} (Nível mínimo: 1) {Nenhum elemento} [Recebimento: Administração; item inscrição padrão do fórum]

✘ {Archenemy} / Sabre de bronze sagrado [A arma mede cerca de 110cm e é extremamente leve e ágil, tendo como principal golpe a estocada, porém sua lâmina não é descartada. Moderadamente maleável e mais resistente que o florete ou a Rapier. Devido ao pouco peso, é empunhada com uma única mão, deixando a outra livre para utilizar escudos - pouco comum, para quem prioriza a velocidade - ou outros itens. O cabo é fino, inteiramente de metal, geralmente adornado.][Bronze sagrado][Sem nível mínimo, sem elemento] [Recebimento: Mercado]

✘ {Benizakura} /Main-gauche de bronze sagrado [Arma de apoio, aplicada para barrar os golpes do oponente, seu desenho semelhante a de um sai com apenas 2 dentes permite enganchar a espada inimiga em sua curvatura, facilitando a defesa e as manobras de desarme. Geralmente empunhada com a mão esquerda, é usada principalmente por personagens ambidestros, já que caso contrário seria difícil de ser manuseada com coordenação][Bronze sagrado e couro, sem nível mínimo, sem elemento] [Recebimento: Mercado]


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Re: Grupo 2 - Externo

Mensagem por 137-ExStaff em Ter 19 Abr 2016, 05:40


Les Revenants
They came back from the dead


Drill e Emma, enquanto procuravam o revenante perdido, se depararam com uma notícia de dias atrás. Um sobrenome os chamou a atenção: Baudelaire. E, como mágica, eles conseguiram uma pista enorme em um jornal mais recente: A mesma garota da foto da notícia estava no background da foto mais recente.

Teriam que ir à Boston.




Rayna, após sair da cafeteria, sentiu-se ser observada por ouras pessoas. Olhando detalhadamente, percebeu que não eram exatamente pessoas. Porém, antes que pudesse apressar o passo, acabou esbarrando em alguma coisa. Recompondo-se, notou que o homem que esbarrara estava muito quieto, mesmo após ela se desculpar. Embora ela quisesse sair dali, sentiu que não poderia.

— Semideusa... — o homem finalmente falou. — Não deveria estar aqui.

Pontos Obrigatórios

— Faça uma introdução que encaixe o descrito acima.

Abaixo, os pontos obrigatórios separados:

Drill e Emma:

— Descreva a viagem de vocês até Boston, agora com mais certeza de quem vocês procuram e de onde essa pessoa está.

— Assim que chegarem na cidade, descrevam qual foi a maneira que vocês conseguiram bolar para rastrear a garota. Sejam coerentes e detalhistas, por favor.

— Tenham uma dificuldade maior antes de conseguirem achar a garota. Pode ser combativa ou não, vocês decidem.

— Finalizem o round ao entrar em uma boate desativada, logo avistando a revenante.

Rayna:

— Esse motoqueiro é um duplo de um semideus. Ele conseguiu prender o original no espelho onde estava e agora procura outros semideuses para conseguir libertar seus "amigos". Você pode até tentar fugir, mas ele agarrará seu braço e a puxará para dentro de uma boate que estava desativada.

— Você percebe que lá dentro, uma quantidade grande de monstros olhava para você, como se você fosse alguém muito especial. Em uma das paredes, há diversas fotos, sendo uma delas bem reconhecível para você.

— Em certo momento, você tem a oportunidade de fugir de seu captor. Descreva o que aconteceu e como você tentou fugir.

— Finalize o round ao ver duas pessoas entrarem no local.

Status do Personagem



Excepcionalmente nesse round, a semideusa atrasada não receberá a punição integral, mas o seu round valerá 50% a menos de XP e ela receberá o desconto de 25% de HP e MP. No caso de Rayna, ela não poderá receber a reclamação por causa do atraso.

Drillbit Jackson (Filho de Athena e Feiticeiro)
930/930 HP
854/930 MP (referentes a ativos usados)

Emma D. Schwanz (Filha de Afrodite e Feiticeira)
205/320 HP  
197/320 MP (referentes a ativos usados)

Rayna Baudelaire

98/130 HP (Desconto referente ao atraso)
98/130 MP (Desconto referente ao atraso)

Regras e Observações

— Você tem 7 dias para postar. Ao fazê-lo, me mande uma MP, para que o próximo round seja agilizado;
— Itens e poderes em spoiler ou code no final no post. No caso dos poderes, preferencialmente organizados por nível e tipo;
— Evite observações como "considerar todos os poderes até o nível X". Quando usar uma habilidade, cite-a e diga se é passiva, ativa ou especial (caso não o faça, o uso da habilidade será ignorado);
— Templates (com barrinha, fonte muito pequena ou que seja muito estreito) ou cores que dificultem a leitura são proibidos;
— Dúvidas, problemas? Me mande uma MP.




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Re: Grupo 2 - Externo

Mensagem por Heron Devereaux em Seg 25 Abr 2016, 20:09


The Revenant
I'm searching for something
that I can't reach
T
roquei alguns olhares com Emma, enquanto andávamos pelas ruas da cidade. Não muitos, no entanto. A situação do necrotério ainda estava fresca em minha mente. Não queria ter que revivê-la no olhar da filha de Afrodite. Dessa forma, continuamos a caminhar, sem rumo certo e sem pistas que nos levassem a uma solução.

Emma interrompeu a caminhada, segurando-me pelo pulso. A garota franzia o cenho, olhando fixo para o outro lado da rua.

— Eu acho que tive uma ideia.

— Bom... — disse, enquanto pensava em um milhão de piadas sobre filhos de Afrodite que pensam, as quais eu preferi guardar para mim. — Isso é ótimo, love. No que você pensou?

Ela me puxou em direção ao asfalto e atravessamos a rua, para chegar à outra calçada, onde uma pequena banca de jornal havia se instalado.

— Jornais! — disse a garota, sorridente.

— Jornais? — perguntei, com um sorrisinho debochado.

— Jornais.

Balancei os ombros e, juntos, nos aproximamos da pequena banca. Emma não teve dificuldade em convencer o dono a nos emprestar todo e qualquer jornal que ele possuísse. A garota era capaz de lançar seu feitiço sobre qualquer homem, mulher e ser vivo – inclusive eu.

Sentamos no meio-fio, com dezenas de jornais, novos e antigos, nos colos. Abria um, examinava as notícias mais importantes e passava para o outro. Depois do que havia acontecido, não queria dar o braço a torcer e dizer que os jornais eram a melhor forma de encontrar pistas. Astheria, a esfinge, disse a mesma coisa e, no entanto, sua pista falsa nos levou para o meio da Pensilvânia e nos deixou de mãos abandonando.

— Então... — comecei, deixando uma risada escapar. — Inteligência e persuasão. Eu diria que você já é a arma perfeita — comentei, enquanto continuava as buscas pelos jornais. — Aliás, de nada — debochei, como se eu tivesse sido o responsável por isso.

Sorri para ela e voltei a focar minha atenção nos jornais. As páginas em preto-e-branco revelavam muita coisa. Nada, no entanto, que nos interessasse. Mesmo assim, eu gostava de folhear as páginas e observar as fotografias de péssima qualidade, graças ao papel.

— Ei... — chamei sua atenção. — Me desculpa por ser tão negligente. Eu realmente gostaria de passar mais tempo com você. Treinando, é claro — falei, voltando meu rosto em sua direção e largando os jornais por um instante. — Na verdade, eu gostaria de passar mais tempo com você, mesmo que por motivo algum — confessei, marcando o rosto com um sorriso. Meu olhar se afastou, mirando os jornais no colo da garota. — Infelizmente, eu estive ocupado demais com meus próprios problemas e...

Franzi o cenho, ainda mirando os jornais que a garota segurava. Na capa de um deles, uma enorme fotografia ilustrava Boston, numa matéria que lembrava o atentado terrorista na cidade e como a população havia lidado com isso, três anos depois. Não era a reportagem que me interessava, no entanto. Coloquei uma mão sobre o jornal da garota.

— Segure isso — comentei, antes de começar a vasculhar os jornais que eu segurava, em busca do certo.

Finalmente, coloquei sobre meu colo uma edição antiga onde, na terceira página, revelava-se a fotografia de uma garota, junto ao seu irmão. Os dois, de sobrenome Baudelaire, pareciam ter sido vítimas de uma gangue de New Orleans.

— Vê? Os dois foram mortos — falei, apontando para a foto.

— Sim, mas o que isso tem a ver com o meu jornal?

Apontei, então, para a foto tirada em Boston. Nos fundos da imagem, a jovem Baudelaire caminhava pelo parque da cidade, dias depois de sua morte.

— Espere... Oh! — disse Emma, observando a semelhança entre as duas garotas. — Você acha que é uma dos que voltaram à vida? — acenei com a cabeça, concordando. — Esse jornal é bem recente.

— Acho que devemos fazer uma visita a Boston.

Descartei os jornais, depois de amassar a página com a foto da garota e coloca-la em meu bolso. Levantamos do meio-fio, enquanto eu lançava um olhar para Emma. Ela captou a mensagem. Já sabia que viajaríamos novamente.

Repeti os movimentos que fiz no beco, sussurrando as palavras de poder, enquanto Emma segurava firme em meu corpo.

— Time Traveler Spell — já não ligava para os mortais que poderiam, naquele momento, estarem observando aquela cena absurda. Em poucos instantes, já estaríamos do outro lado dos Estados Unidos.

×××


George Washington surgiu à nossa frente. Montado em seu alazão, o ex-presidente permanecia, imóvel. O Boston Common surgiu ao nosso redor, logo após a estátua do primeiro presidente. Não tão grande quando o Central Park, mas, com certeza, tão bonito quanto. Emma me soltou e eu comecei a olhar em volta, pensativo.

— Vamos nos separar — decidi. — Assim cobriremos mais área. Será mais fácil encontrar a garota. Você pode tentar conseguir informações com os mortais. Descobri recentemente que você tem o dom de persuadir as pessoas — comentei, enquanto me afastava. — Nos vemos aqui, mais tarde.

Não esperei uma resposta da filha de Afrodite. Meus passos me guiaram pelo gramado verde-vivo do parque, enquanto eu pensava numa forma de encontrar a garota naquele mar de gente. Sabia, é claro, que podia contar com a sorte. Mas não podia esperar que a senhorita Baudelaire caísse em meus braços de uma hora para a outra.

Meus olhos foram repousar na pequena criatura que se equilibrava em um galho de árvore qualquer. Naquele mesmo instante, a ideia mais maluca de todas preencheu minha mente.

O esquilo olhou para mim e eu olhei para ele. Por um instante, aquilo pareceu absurdamente ridículo. Ainda assim, não havia outra opção. Falei com um roedor.

— Ei, mate — sorri, tentando parecer amigável. — Que tal conseguir um bom punhado de nozes? — minha voz já não parecia mais humana. — Tudo o que você precisa e juntar seus amiguinhos e procurar por essa garota — ordenei, puxando a imagem de meu bolso e mostrando-a para o animal — Se conseguir encontrá-la, eu te darei um estoque de nozes suficiente para três hibernaçõesesquilos hibernam?

O roedor bamboleou em volta da árvore, escalando em direção às folhas mais altas, até desaparecer de vista. Eu não sabia se o animal havia entendido e, muito menos, se havia concordado em me ajudar. De qualquer forma, eu sabia que a sorte estava ao nosso favor. De um jeito ou de outro, encontraríamos a Baudelaire.

×××


— Então? Encontrou a garota? — questionou a feiticeira.

— Ainda não — balancei os ombros. — E você, teve mais sorte do que eu?

— Uma mulher me disse que havia visto a garota mais cedo, hoje mesmo, em South Boston. Mas, nunca se sabe. Pode ser apenas mais uma pista falsa.

— Muito bem. Pelo menos já temos uma ideia de por onde começar — estendi a mão para a garota, esperando que ela a segurasse — Vamos? Eu acho que tenho um plano.

Partimos, então, em direção a South Boston. O bairro, não muito longe dali, era a única pista que tínhamos, até então. Mesmo assim, eu não descartava a possibilidade do esquilo ter aceitado minha proposta.

Atravessamos ruas, evitamos pedestres e sobrevivemos à violência dos automóveis, até chegarmos ao local onde a mortal parecia ter visto a semideusa. Mesmo assim, o bairro era grande demais. Não podíamos sair por aí batendo de porta em porta.

— Então? Qual é o seu plano?

— Ah... — tentei começar, sem sucesso.

Nesse mesmo momento, mirei a parede ao nosso lado. Um roedor caminhava rapidamente pelo encanamento que levava a água da chuva para os bueiros, aproximando-se de nós. Era o esquilo que eu havia contratado.

— Há! Esse é o meu plano — sussurrei para ela.

O esquilo parou quando já estava próximo o bastante de meu rosto. Sua patinha esquerda apontou em direção a um pequeno estabelecimento, no final da rua. Embora o lugar estivesse bastante mal cuidado e abandonado, pude reconhecer que, um dia, aquilo já havia sido uma boate.

— A boate? É lá que a garota está? Tem certeza? — perguntei, mas não esperava que o esquilo respondesse.

Seus olhos continuaram fixos nos meus, como se esperasse algo de mim. Infelizmente, eu não tinha nada com o que eu pudesse pagar por seus serviços.

— Desculpe, mate. Você devia ter cobrado adiantado — decidi, zombando.

Num rompante de fúria, o animal saltou em direção ao meu rosto. O ataque imprevisível me pegou de surpresa e a pequena criaturinha cravou suas garras em meu rosto.

— Aw! Seu filho de puta! — berrei, agarrando o animal e lançando-o contra a calçada.

O animal rolou pelo chão, antes de soltar um ruído esganiçado. Do outro lado da rua, uma dúzia de esquilos furiosos surgiu. Eu sei que pode parecer absurdo, mas eu não queria ter que arriscar lutar contra aquelas coisinhas.

— Puta que pariu, Emma. Corre! — berrei, agarrando a garota pelo pulso e disparando em direção a entrada.

Corremos o mais rápido possível e eu não consegui segurar as risadas. Antes que as pequenas criaturinhas nos alcançassem, conseguimos chegar à entrada da boate abandonada. A porta principal estava escancarada, de forma que não tivemos problemas em invadir o lugar e fechar a entrada o mais rápido possível. Encostamos o corpo contra a porta principal, enquanto ouvíamos o som dos animais colidindo contra a mesma.

— Eu juro, eu nunca mais vou conseguir assistir Tico e Teco — falei.

O comentário poderia ter sido um pouco mais engraçado, se os olhos da filha de Afrodite não estivessem focados em algo nos fundos da boate. Ali, há poucos metros de nós, estava a senhorita Baudelaire.


Extras:
Itens e Pets Utilizados/Citados:
▬ {Athala} / Espada [A lâmina negra é feita de Bronze Celestial. Seu cabo em forma de caduceu, no entanto, é feito de ouro. Nele está gravado o nome da arma, que significa “Bela”. A espada pode assumir a forma de qualquer tipo de espada existente, de acordo com a vontade do usuário; por isso não possui um tamanho ou peso constante.] {Bronze Celestial, Ouro} (Nível Mínimo: 1) {Nenhum elemento} [Recebimento: Evento – Parallel Universe] ▬ Na cintura

▬ Relíquia Mágica [Colar simples e básico, podendo ser levado e escondido em qualquer lugar. Sua corrente é de prata negra, e cintila à noite. Seu pingente é em forma de pentagrama, feito de diamante. Duas vezes por missão e durante 2 rodadas, tendo no mínimo uma rodada de intervalo cria uma barreira mágica de cor roxa, esta cobre todo o feiticeiro. Protege contra ataques mágicos – principalmente - e ataques a longa distancia – lanças, bumerangues, correntes, flechas etc.; ataques diretos não são repelidos][Prata Negra; Diamante;] (Item de Feiticeiro) {Controle Mágico} [Presente de Reclamação por Circe] ▬ No pescoço

▬ Colar de equiceph [Colar feito de couro entrelaçado adornado com uma ferradura feita de ferro. Três vezes por evento, o colar pode ser ativado, fazendo seu usuário dobrar sua força física, de modo que a potência de seus golpes físicos e com armas corpo a corpo também dobre durante duas rodadas. Ao estar ativado, armas que sejam originalmente empunhada com ambas as mãos pode ser empunhada com apenas uma sem redução em seus movimentos. Para fins de resistência, o poder é equivalente ao nível 51.] (Nível mínimo: 51) {Material: Couro e ferro} [Ganho como recompensa pelo evento "O levante"] ▬ No pescoço

▬ Colar de Cristal da Luz [Um colar de prata com um pequeno pingente semelhante a um diamante. Sob a vontade do usuário, pode brilhar intensamente, como um arco-íris. Seu brilho é hipnotizante, fazendo com que o oponente perca o foco.] {Prata, Cristal da Luz} (Nível Mínimo: 1) {Nenhum elemento} [Recebimento: Evento – O Rapto] ▬ No pescoço

▬ {Jealeous} / Anel [Um anel de rubi feito com a mais pura prata da família Ervetöch. Esse artefato foi concebido à Drillbit como um espólio de guerra, sendo que o mesmo teve como seu último dono o semideus desertor que fora devorado pela esfinge. O anel, por fim, reserva a propriedade mágica de, uma vez por missão, abrir-se a partir do comando de seu novo dono, jogando uma rede mágica sobre o inimigo. A rede é feita de um material desconhecido e mede cento e trinta centímetros, porém é extremamente carregada de magia, prendendo a pessoa por duas rodadas. A rede só poderá ser destruída com magia, ou se não, ao final dos dois turnos, ela se desfará sozinha.] [Material: Desconhecido] [Nenhum Elemento] [Nível Mínimo: 15] {Recebimento: missão "The Trap and the Charade", por Tânatos e atualizada por Quíron] ▬ No anelar direito

▬ {North} / Bússola [Uma bússola de madeira tingida com tinta negra. A caixinha octogonal, que cabe na mão de Drillbit, possui pequenos detalhes e floreios prateados em cada um dos vértices. Por dentro, uma camada de vidro protege o ponteiro de prata que se move sobre uma rosa dos ventos. Roubada de Hermes, o item foi encantado. O ponteiro, em vez de apontar para o norte, aponta para aquilo que o usuário mais deseja em um raio de 2km, podendo ser usada duas vezes por evento/missão e com a duração de três turnos e com uma pausa de mais três turnos até a segunda utilização. Caso o alvo seja um item ou pessoa proteções mágicas, ele necessita estar abaixo do limite de cinco niveis acima do nível da bússola para que o efeito funcione corretamente. A bússola pode ser confundida por encantamentos que impeçam a descoberta daquilo que o usuário quer encontrar.] (Nível 74) {Madeira, Prata, Magia} [Recebimento: DIY “What about your father?”, avaliada por Apolo e atualizada por Asclépio.] ▬ No bolso
Habilidades Utilizadas:
Passivos


Considerar todos os passivos de Athena e dos Feiticeiros, até o nível 84. Destacam-se os seguintes:

Maestria com a magia (Nível 01) ▬ Por serem feiticeiros de Circe, vocês sofreram menos perda de MP do que o normal ao usarem algum poder. [ New]

Sexto sentido (Nível 17) ▬ O feiticeiro é um ser extremamente sensorial, e tudo isso é graças ao sexto sentido, que os permite antecipar em pequenas escalas algo que irá acontecer em um futuro próximo, orientar-se em locais de pouca ou nenhuma visão usando os olhos da alma, ou servindo-lhe como um faro aguçado - usado para identificar ambientes e outros seres -, porém com mais exatidão, por tratar-se de uma extensão psíquica da mente do indivíduo.
Obs: Quando em uso, o narrador terá de dar dicas aos feiticeiros a depender das condições da atividade que este estiver executando. [ New]

Liderança (Nível 18) ▬ Filhos de Atena tendem a serem líderes natos. Sempre que estiver em uma missão ou situação parecida, irá sentir-se o mais apto para exercer a liderança; sua opinião sempre será ouvida e respeitada (ainda que não sejam obrigados a acatar e/ou concordar). Ações de comando e intimidação deste semideus recebem um bônus de 10% na efetividade para convencer os outros a seguir o que ele está dizendo. [Modificado]

Alteração de probabilidades (Nível 20) ▬ A magia é sempre explicada de muitas formas, mas uma das mais comuns vistas é que esta consiste em alterar a probabilidade de algo, tornando o impossível, possível, e vice e versa. Uma vez por missão com esse poder os feiticeiros poderão bolar qualquer plano e alterar as probabilidades ao seu favor, fazendo com que esse dê certo e tudo conspire em prol de si mesmos e/ou de seus aliados. Ambiente, obstáculos, e tudo o mais. Depois de usado uma vez, esse poder ainda terá efeito, mas, este será reduzido pelo narrador o quanto julgar coeso. [ Também funciona de uma forma indireta, sendo capaz de alterar o curso de projéteis lançados contra você, ou de qualquer magia de efeito mediano. Quando em uso nas duas primeiras vezes o narrador terá de aceitar seu plano se este se provar coeso o suficiente] [ New]

Intercomunicação (Nível 27) ▬ Por viver na ilha de Circe e cercados por todos os tipos de animais exóticos que a volteiam, você nesse nível poderá compreendê-los com maestria e reproduzir sem grandes dificuldades seus sons, podendo confundir os seus oponentes, ou mesmo dar ordens aos animais normais.[ New] [ New ]

Ativos


Time Travelling Spell (Nível 19) ▬ Esta magia permite ao feiticeiro fazer com que um portal triangular apareça acima dele, sugando-o para ele e por meio deste ele pode se locomover por grandes distâncias. Porém, esta magia requer tempo para ser completada, portanto, se usada para fugir de efeitos imediatos prova-se falha.
Sobre:
Drill
Pensamentos

Outros


O Drill usa mate e love como vocativo para, basicamente, todo mundo.
Perdão pela má qualidade. A faculdade de "espancou" essa semana. ;-;
O problema, no caso, foi o ataque dos esquilos.
Obrigado por ler até aqui. sz

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Re: Grupo 2 - Externo

Mensagem por Normani Hawk em Seg 25 Abr 2016, 23:37




A caminhada se estendeu por um longo tempo em busca da renevante. As ruas pareciam intermináveis e cada segundo eu começava a me sentir apreensiva quanto a nossa busca. Drill parecia focado, assim como eu, mas de uma forma mais profunda e devota. Eu deveria aprender a me focar mais nos objetivos, afinal, havia deixado acampamento para isso. Procuramos pistas e possíveis rastros do paradeiro para nos direcionar para algum lugar, alguma luz no fim do túnel. Talvez estivéssemos pensando muito “dentro da caixinha”. Parei por alguns instantes e olhei a minha volta: pedestres, automóveis e comerciantes se moviam depressa em seu cotidiano acelerado. Respirei fundo e decidi optar por uma segunda opção, uma nova visão de rumo. Meu olhar logo encontrou o de um vendedor numa banca de revistas e jornais do outro lado da rua. Por que não? Talvez registros históricos ou até mesmo a fama do renevante pudessem ajudar. Parei a caminhada bruscamente, puxando o pulso do filho de Atena e chamando a sua atenção. Anunciei a ideia e o puxei para o local das vendas em busca de esperança.

— Hey garotão. O que acha de um beijinho em troca de alguns jornais velhos que você não vai usar mais? Vamos lá, é uma boa! — Provoquei o vendedor que pareceu se encantar demais e logo puxou um enramado de jornais velhos para a bancada — Obrigada! Agora você vai fingir que nunca estive aqui e voltar a trabalhar.
Em geral, eu não suportava usar o charme. Pode parecer um tanto quanto fútil, mas usar as pessoas como objetos era algo muito… sem caráter. Eu acredito em amor sincero e acho que o charme e a força de vontade é como manipular sentimentos de alguém, brincar com ela. E como já o fizeram comigo antes, evito ao máximo. É necessário em certos casos, então não há outra escolha.

— Fiquemos a vontade com todo esse lixo velho. — Sorri para o rapaz que sentou-se no meio-fio. Desamarrei alguns e comecei a folhear. Deuses, como um festival de salsicha no parque virou manchete em 1980? Incrível o quanto o tempo faz bem a todos. Folheei alguns e troquei com meu mestre, cobrindo uma área maior de informação sobre o nosso destino incerto. Drillblit disse então sobre a arma perfeita. Mordi o lábio inferior involuntariamente, respondendo-o num tom sarcástico.
— Você nem imagina o quão perfeita eu posso ser. — Ri, quebrando o ar de sarcasmo — Você sabe como me sinto em relação a usar o meu charme…. Com o tempo você acaba se acostumando, assim como você com seu excesso de pensamento. Você me ensinou a fazer o mesmo e cá estamos nós!

Voltei a atenção aos papéis após sorrir para Drillblit que também continuou sua busca. Até que o desabafo surgiu. Drillblit Jackson estava se desculpando por ter sido negligente esse tempo todo. Minha respiração ficou ofegante por alguns instantes e meu olhar se fixou numa imagem de um presidente qualquer em uma estátua na capa de um dos jornais.
— Eu entendo. Você não me negligenciou, apenas precisamos de um tempo… Ambos. Eu deixei o acampamento, você também e mesmo na ilha de Circe não nos vimos. Você foi a única pessoa que me ajudou e me entendeu quando cheguei no acampamento e eu sou eternamente grata por isso. Eu gosto de você, Drillblit, muito. Eu também desejaria passar muito mais tempo com você, mas ambos temos nossos deveres e prioridades, ok? Não se culpe. Jamais. — Finalizei enquanto voltava a atenção a seus olhos claros e belos.

Drillblit encarou um dos jornais sobre minhas pernas e por um instante o achei um pervertido, até que ele tocou o jornal e pediu que o segurasse. Segurei, observando o semideus “trabalhar”. Ele citou dois irmãos mortos como se fizesse o maior sentido do mundo, enquanto eu tentava acompanhar sua lógica. Então ele apontou para a outra foto: a de Boston onde a jovem podia ser vista. Minha cabeça pareceu explodir naquele instante e tudo fez sentido. Drillblit arrancou a foto da garota enquanto largava seus jornais e eu levantava-me para acompanhá-lo durante a viagem. Seu olhar entregava várias coisas, principalmente as mais audaciosas. E eu sabia exatamente o que o garoto desejava naquele instante. O abracei com força, prendendo-me em seu corpo com os braços e recostando meu rosto em seu pescoço. Poucas palavras e o teleporte foi concluído, deixando para trás apenas papéis de jornal amassados.



Teleportes sempre me deixavam um pouco confusa quando chegava ao destino, mas dessa vez não. Meu mestre era um ótimo meio de transporte e parecia mais seguro quando invocava seu campo de transporte. Precisaria aprender qualquer dia a manter o teleporte tão estável como ele o fazia. Soltei o garoto que sugeriu que nos separássemos para encontrar a garota o mais rápido possível, então confirmei enquanto segui na direção oposta. Caminhei apressada até a primeira fila de pedestres que pude encontrar e comecei então minha busca. Tentei se gentil e educada a inicio, sendo ignorada e sem sucesso. Parti então para a ignorância, ordenando que alguns mortais parrassem e informassem tudo que sabiam sobre uma garota desaparecida nos últimos dias. Passei algum tempo descobrindo os mais terríveis segredos desnecessários de estranhos até que uma moça idosa disse ter visto a garota em South Boston. Talvez seria uma pista falsa, mas era alguma coisa. Decidi retornar para Drillblit, com uma nova pista e pronta para encontrar o renevante.

Assim que o encontrei questionei sobre sua busca e ele não havia tido sucesso. Realmente, pesquisa de campo não era seu forte. Contei a meu mestre sobre a possível pista em South Boston e por ser nossa única chance, decidimos segui-la. Caminhamos apressadamente alguns quarteirões até chegarmos ao nosso bairro. Suspirei ao encarar as diversas casas e apartamentos que pareciam não ter fim pela rua. Questionei o plano de Drillblit para tratar da exatidão do momento, já que ele saberia o que fazer. Pela primeira vez em milênios ele não parecia seguro de sí, até que um esquilo se aproximou.
— Sinistro. — Resmunguei enquanto olhava o animal gesticular para ele.
Driilblit confirmou a localização da garota, sendo cobrado em seguida e atacado por um rato de parque. Gritei surpresa, tentando me aproximar para ajuda-lo, mas ele o afastou com as mãos. O esquilo grunhiu e sua família surgiu do outro lado da rua. Dezenas de esquilos raivosos nos encararam fixamente. O que diabos o garoto havia prometido a aqueles ratos?

Não tive tempo de pensar quando ele puxou meu pulso e corremos em direção a casa noturna. Respirei funda enquanto um grito escapava de meus lábios e no desespero e um agitar de mãos, roseiras brotaram do chão após atravessarmos o caminho. Seria o suficiente para atrasar aquelas criaturas estranhas e não nos atrapalhar na verdadeira missão.

A porta principal estava aberta, o que nos permitiu entrar e fecha-la para evitar problemas. Se as rosas não foram suficiente para para-los, aquilo seria. Respirei ofegante e irritada com a sagacidade absurdamente irônica do garoto e estava prestes a reclamar quando a encontrei. A garota, Baudelaire, estava a poucos metros de nós. Finalmente haviamos a encontrado.





PARTICULARIDADES:
ARSENAL:
♥ {Beauté} / Chicote  [É um chicote, todo trabalhado a mão, com 2,5m. Ele é feito de couro, e nesse couro, pode se perceber detalhes em renda, bordada manualmente. Ele também reluz alguns fios acobreados, deixando entrever o bronze sagrado, que ajuda em ataques mais precisos, e pode cortar a pele do atingido.]{Couro e bronze sagrado} (Nível Mínimo: 1 ) [Recebimento: Presente de Reclamação de Afrodite] ► Enrolado na cintura

{Arche de l'Amour} / Arco longo [De cores dourada e prata, este arco de bronze sagrado possui um desenho elegante e chamativo, mas não vulgar. Para todos os efeitos, age como um arco longo comum. No nível 20 transforma-se em um anel que faz par com Enchantè.] {Bronze sagrado} (Nível Mínimo: 1 ) [Destreza/ Ataque/ Poder de precisão][Recebimento: Presente de Reclamação de Afrodite] ► Dedo anelar esquerdo

{Enchantè} / Aljava de Flechas Infinitas [As flechas reluzem claramente, dado o acabamento mais elegante se comparado à armas de outra origem. Porém, são apenas flechas de bronze sagrado. O compartimento é feito de couro, decorado com filigramas metálicas. No nível 20 transforma-se em um anel que faz par com o Arche de l'Amour.] {Couro e bronze sagrado; Madeira de freixo e bronze sagrado} (Nível Mínimo: 1) {Não controla Nenhum Elemento} [Recebimento: Presente de Reclamação de Afrodite] ► Dedo anelar direito

{ Cetro Mágico [Feito em madeira reforçada com ouro branco, é coberto por uma energia escura quando usado no escuro, podendo facilmente ser despistado. Contém como gema mágica um rubi no topo do item, circulada por duas lâminas, como garras que mantém a pedra no alto. É leve e resistente à magia, capaz de guardar e soltar de uma vez só rajadas de energia mágica (dependentes de feitiços, obviamente). Executa habilidades mágicas com maestria, recebendo assim a benção de Circe, a deusa da magia, ou seja, qualquer poder executado a partir deste item resulta em uma diminuição na taxa de MP — -5% na conta/-5 à 10] [Madeira; Ouro Branco; Rubi;] (Item de Feiticeira) {Controle Mágico } [Recebimento: Presente de Reclamação por Circe] ► Preso a cintura

— Relíquia Mágica [Colar simples e leve, podendo ser levado e escondido em qualquer lugar. A corrente é de prata, e cintila com um brilho negro à luz da Lua. Seu pingente é em forma de pentagrama, e é feito de diamante. Duas vezes por missão e durante 2 rodadas, tendo no mínimo uma rodada de intervalo cria uma barreira mágica de cor roxa, esta cobre todo o feiticeiro. Protege contra ataques mágicos – principalmente - e ataques a longa distancia – lanças, bumerangues, correntes, flechas etc.; ataques diretos não são repelidos.][Prata; Diamante;] (Item de Feiticeira) {Controle Mágico} [Presente de Reclamação por Circe] ► Pescoço

♦ Queen / Capa [Capa de tecido azul com bordas em ouro que acompanha capuz. Uma vez por missão, o item forma uma cobertura de gelo por toda a extensão do tecido que reduz em 25% a potência de ataques relacionados ao elemento gelo. A cobertura dura dois turnos e não adiciona dano elemental ao oponente que encostar nela] {tecido} (Nível Mínimo: 15) {Gelo} [Missão Narrada: "Cold Trouble", avaliada e elaborada por Hipnos] ► Ombros, como um xale

Elixir da Vida (titânico): Recupera 100HP ► Bolso direito

{Vamp} / Espada [Espada de 70 cm de lâmina fina feita de prata e 10 cm de cabo feito de bronze e couro escurecido. A base da espada possui o desenho de duas asas de morcego e a arma é bem mais leve do que qualquer outra do seu modelo. Uma vez por missão, durante dois turnos, a espada brilha em uma aura prateada e faz com que o inimigo perca 10% de HP durante cada turno de ativação. O efeito só ocorre se o alvo for atingido com a arma por meio de corte.]{Material: couro escurecido, prata e bronze} (Nível: 12) [Recompensa da Missão "The Devil's Choice", avaliada e elaborada por Matias Blake, atualizada por Asclépio.] ► Preso ao cinto junto ao cetro
HABILIDADES:
PASSIVAS:
Beleza Estonteante (Nível 1)
Como filhos da deusa da beleza, você é naturalmente belo, sendo tal beleza notável e admirada por todos. Seus olhos têm uma coloração que não se define completamente, sendo intrigantes e como se fossem hipnotizantes; sua voz atrai, seus lábios são provocantes, seu rosto possui uma beleza harmoniosa e o corpo não fica para trás. Tudo em você chama a atenção pela beleza especial que possui, e é praticamente impossível deixar de notá-lo. Não é nenhum efeito hipnótico, contudo - apenas estético.

Eterna Boa Forma (Nível 2) [Modificado, unido com bons reflexos]
A boa forma que você possui agora não confere apenas belas curvas, no caso das meninas, ou músculos definidos, no caso dos meninos, mas também confere certa agilidade e destreza para se esquivar de alguns ataques. É algo leve, contudo, e outros fatores podem interferir. Em combates, você transfere sua graça aos seus movimentos, o que faz com que seja capaz de se esquivar com mais facilidade, com movimentos belos e fluidos. Na prática, chances de esquiva aumentadas em 25% contra golpes normais.

Luxúria (Nível 5)
O desejo pode ser despertado com pequenos gestos, mas que para o observador são sedutores e provocantes. Você pode despertar esse desejo com um simples olhar, um toque, pela aproximação, de modo que qualquer um deixa de prestar atenção em outras coisas para se focar apenas em você. Não é uma habilidade sobrenatural, indica apenas um conhecimento de como usar seu lado sensual para manipular as pessoas, mas não é charme, magia nem nada do tipo: apenas estudo de comportamento.

Delicadeza (Nível 6)
Assim como pombos ou cisnes, seus passos são suaves e delicados, dificilmente sendo percebidos pelo inimigo em uma aproximação sutil. Note que sentidos aguçados ainda podem captar sua presença, assim como uma aproximação descuidada podem lhe denunciar. O silêncio não é completo.

Dissimulação (Nível 7) [Modificado]
Pode não ser filho de Dionísio, mas sabe dissimular bem o suficiente para convencer outras pessoas. Dissimule o quanto quiser, seja inocência, choro ou alegria, pois há grandes chances de acreditarem. Lembre-se de que suas atitudes devem ser coerentes para que acreditem. Além disso, não modifica sua aura, fazendo com que suas intenções possam ser descobertas por quem tem poder para isso.

Autocontrole (Nível 9)
Suas emoções não podem lhe atrapalhar em momento algum em uma batalha ou momento importante. Você não viverá a mercê delas, você saberá controla-las facilmente podendo manter o foco em uma batalha sem ser influenciado por nenhum sentimento, a menos que seja mais forte que você. Poderes que afetem emoções como charme, medo, fúria e etc terão efeito reduzido, não fazendo efeito se proveniente de inimigos de menor poder. Se forem de nível igual a até 5 níveis acima, 50% de resistência, e de 6 a 10 níveis, 25%. Acima disso, os poderes o afetam normalmente.

Super-Elasticidade (Nível 10)
Uma habilidade ainda relacionada à eterna boa forma dos filhos de Afrodite, que agora relaciona a incrível habilidade em realizar movimentos que exigem muita elasticidade corporal sua e uma excelente condição física. Você seria como um contorcionista, mas note que limites humanos ainda devem ser considerados.

Aura do Amor (Nível 12)[Modificado]
Quando você está por perto, as pessoas passam a ficar mais calmas, tendo uma tendência maior a se apaixonar por alguém ou ficar mais romântico para com seu companheiro. Seus aliados também ficam mais colaborativos, e planos em grupo tendem a funcionar melhor, com uma chance adicional de 10%. Não afeta as habilidades, não aumentando nenhum poder.

Perfeccionismo I (Nível 13) [Modificado]
Não é apenas beleza, mas também perfeição. Você tende a ser perfeccionista, mas não apenas com você e sua aparência, mas em tudo o que faz. Isso significa que sempre será exigente consigo mesmo, se esforçando para sempre melhorar. Isso será recompensado em seus golpes, durante o combate. Qualquer arma que privilegia a graça, e não a força - em geral, armas de uma mão - serão mais fáceis de manusear, como se você tivesse a habilidade/ perícia para tal. Será apenas o conhecimento inicial, como se fosse nível 1, mas auxilia bastante.

Habitué (Nível 14) [NOVO - idealizado por Sadie Bronwen]
Independente dos trajes ou condições em que se encontra, o filho de Afrodite sempre passam uma sensação de segurança a quem está ao seu redor. Mesmo suas gafes são minimizadas, como se fossem algo ensaiado. Isso faz com que mortais comuns os vejam de forma diferente, alguém que ter personalidade, ou alguém excêntrico - ele pode ir com trapos a um evento "black tie", e ainda vão julgar que ele é uma celebridade. Não afeta semi-=deuses ou seres mitológicos.

Voz Persuasiva (Nível 15) [Modificado]
Falando com jeitinho, com um brilho no olhar e de forma delicada, quem será capaz de dizer “não” a um filho de Afrodite assim? Você nem precisa se esforçar tanto, mas dependendo da “vítima”, pode dar um pouco mais de trabalho. Isso é válido para humanos comuns. No caso de monstros e semideus, não - nesse caso, apenas potencializa efeitos de charme e poderes que dependem da voz para fazer efeito.

Inteligência (Nível 16) [Modificado]
Você conseguiu chegar a um nível mais alto, provando que você domina estratégias de lutas e batalhas. Isso mostra que filhos de Afrodite não tem somente superficialidade. Assim você consegue rapidamente observar o inimigo, sabendo os seus pontos fracos e pontos fortes, você pode estudá-lo brevemente e saber como atacar. Isso é válido apenas para fraquezas visíveis, como técnica de luta e brechas na armadura, mas não fraquezas emotivas ou sobrenaturais. É um olhar mais aguçado, mas ainda é natural. Assim, toda vez que atacar suas chances de acerto serão maiores nesse caso.

Visão auspiciosa (Nível 19) [NOVO - idealizado por Sadie Bronwen]
O filho de Afrodite enxerga a aura da emoção das pessoas ao seu redor. Não é telepatia, ou algo do tipo, mas ele sempre vai saber o estado emotivo das pessoas - ansiedade, raiva, amor, nada escapa de seus olhos. Não detecta pensamentos ou informações específicas, apenas o sentimento geral. Por exemplo, se alguém mentir para eles, não conseguem perceber, mas podem identificar que o locutor está ansioso, mesmo que não identifiquem o motivo. Não pode ser desativado.

Perfeccionismo II (Nível 23)
Sendo extremamente perfeccionista, você nota detalhes que ninguém nota. Isso pode ser útil em batalha, notando mais facilmente erros nos movimentos do adversário, conseguindo contra-atacar com maior facilidade.
ATIVAS:
Level 2
• Nercusius Verdicu.
O primeiro ataque ofensivo dos feiticeiros. Este ataque consiste em lançar raios de energia branca mesclado a uma coloração verde água das mãos do bruxo. Pode causar danos medianos caso acerte tendo o efeito elétrico e impactante no alvo.

Domínio das rosas II (Nível 20) [Modificado]
Com esse poder, você pode criar rosas e manipulá-las. Nesse nível, a área aumenta um pouco, passando a 5m² e as roseiras chegam até a cintura do alvo. As roseiras atrapalham a movimentação, ferindo os oponentes. O dano é um pouco maior que no nível anterior. As plantas murcham e se desfazem em 3 rodadas. A área não se move após criada, permanecendo mesmo que o semideus se retire do local, mas afte a todos em seu espaço de criação.
Considerações:
Segui o mesmo post de Drill pra ficar mais coerente! Obrigado!



 tenebrae ❀ ~ editado por amber niemseck
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Re: Grupo 2 - Externo

Mensagem por 137-ExStaff em Sex 29 Abr 2016, 21:04


Les Revenants
They came back from the dead


Antes que pudessem fazer alguma coisa a mais para proteger a garota, Drill e Emma viram a jovem ser esfaqueada antes de ser empurrada para dentro de um espelho largo, dando lugar a uma cópia dela. Sem muita escapatória, os dois semideuses logo foram cercados por duplos de semideuses já capturados nos espelhos.

Era a hora de lutarem pela vida deles.

Pontos Obrigatórios

— Faça uma introdução que encaixe o descrito acima.

Abaixo, os pontos obrigatórios separados:

Drill e Emma:

— Round de luta. Seus oponentes são quatro duplos de semideuses. Vocês decidem de qual progenitor será, mas eles terão level 25. Descrevam ricamente o que acontece, tanto na parte de movimentos, quanto na parte de emoções que vocês sentem na hora.

— Em certa hora, eles conseguem empurrar vocês para dentro de uma sala com espelhos e forçam vocês a entrarem nos espelhos. Dentro destes, um duplo com exatamente o mesmo level e as mesmas condições que vocês estão tentará matá-los. Lutem contra esses duplos.

— Entre as duas lutas, gostaria que, como avaliador, vocês detalhassem mais a segunda luta do que a primeira. Porém, gostaria de que, no mínimo, as duas sejam bem elaboradas, mesmo que uma seja menos detalhada que a outra.

— Finalizem o round ao derrotar os duplos da segunda luta e sair do espelho.

Status do Personagem



Drillbit Jackson (Filho de Athena e Feiticeiro)
910/930 HP (referentes a ferimentos)
778/930 MP (referentes a ativos usados)

Emma D. Schwanz (Filha de Afrodite e Feiticeira)
205/320 HP  
109/320 MP (referentes a ativos usados)

Rayna morta por não postagem.

Regras e Observações

— Você tem 7 dias para postar. Ao fazê-lo, me mande uma MP, para que o próximo round seja agilizado;
— Itens e poderes em spoiler ou code no final no post. No caso dos poderes, preferencialmente organizados por nível e tipo;
— Evite observações como "considerar todos os poderes até o nível X". Quando usar uma habilidade, cite-a e diga se é passiva, ativa ou especial (caso não o faça, o uso da habilidade será ignorado);
— Templates (com barrinha, fonte muito pequena ou que seja muito estreito) ou cores que dificultem a leitura são proibidos;
— Dúvidas, problemas? Me mande uma MP.




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Re: Grupo 2 - Externo

Mensagem por Heron Devereaux em Sex 06 Maio 2016, 17:50


The Revenant
You were red
And you liked me cause I was blue
A
boate era um lugar escuro e repleto de objetos de construção, pequenos bares abandonados, paredes com espelhos e pilastras e que se espalhavam pelo lugar. O cenário perdeu toda a importância, quando o rosto da Baudelaire surgiu à nossa frente.

— Ei! — gritei para a garota, caminhando em sua direção.

O olhar aliviado em meu rosto foi a última coisa que ela viu. A sorrateira mão que segurava uma faca deslizou bem próximo ao pescoço da menina e a lâmina correu pelo pescoço da menina, arrancando-se o sangue e a vida. Interrompi minha caminhada, perplexo. O corpo desfalecido da garota foi agarrado por sua assassina. Seus rostos eram perfeitamente iguais, como gêmeas. No entanto, o garoto Baudelaire era o único irmão da menina.

O corpo foi arrastado por alguns passos, antes que sua sósia o arremessasse em direção a um dos espelhos que cobriam as paredes da boate. Seu corpo atravessou o reflexo, desaparecendo completamente. Eu soube, naquele momento, que se tratava de um duplo.

— Emma — sussurrei, enquanto a criatura voltava sua atenção para nós. — Prepare-se.

Minha mão envolveu o punho em forma de caduceu, puxando Athala de minha cintura. Meus sentidos se agitavam, alertando que não teríamos que lidar apenas com a sósia da Baudelaire. Dos cantos mais escuros da boate, outros três duplos surgiram, assumindo as formas dos semideuses que chegaram até ali antes de Emma e eu. Não havia para onde correr e os monstros não pareciam dispostos a tomar um chá e conversar. Precisaríamos lutar.

Coloquei-me à frente de Emma, protegendo-a, antes de apontar a mão direita em direção aos duplos. O indicador uniu-se ao polegar, enquanto os outros dedos oscilavam incessantemente.

— Camuflet Vaporis — foram as palavras que escaparam de meus lábios. De meus dedos, por outro lado, escapou algo completamente diferente.

Uma névoa acinzentada avançou em direção aos quatro monstros. O vapor envolveu seus corpos mais rápido do que eles poderiam imaginar. O que veio em seguida foram gritos de dor e agonia, à medida que as queimaduras de terceiro grau iam deformando o corpo e a alma dos duplos.

O encantamento não durou muito tempo, no entanto. Quando o vapor já se dissipava no ar da boate abandonada, pude ver novamente os rostos das criaturas.

— É tipo a família Deadpool — comentei, fazendo uma careta para o resultado das diversas queimaduras.

Mas as criaturas não pareceram gostar muito do comentário. Avançaram em nossa direção, furiosas e empunhando espadas que apontavam para nós.

— Love, agora é a hora de correr — anunciei.

Corremos. Emma escapou pela esquerda, enquanto eu fugia pela direita. A separação não havia sido planejada, mas acabou sendo bastante útil. Os monstros se separaram. Dois para cada semideus.

Continuei, então, a correr. Eu sabia que não poderia evitá-los para sempre. Parei de correr quando cheguei próximo a uma das escadarias que levavam ao segundo andar e me preparei para a batalha. Suas espadas avançaram em minha direção, bloqueadas pelo bronze celestial. Equilibrando-me entre os materiais de construção abandonados na boate, eu bloqueava os ataques das criaturas, que desciam suas espadas incessantemente sobre mim. Com a mão direita, apontei para um dos duplos. Sabia que não poderia resistir àqueles ataques duplos por muito mais tempo.

— Nercusius Verdicu! — exclamei, enquanto raios de luz branca manchada em tons verde eclodiram de minha mão, atingindo um dos duplos à minha frente. O monstro foi arremessado contra uma das pilastras da casa de festas. Não tive tempo de ver o quão eficaz foi o meu ataque, pois a espada do segundo duplo voltou a correr em minha direção.

Esquivei-me, com um passo para trás, sentindo meus pés acertarem o primeiro degrau da escadaria. Sem pensar duas vezes, comecei a escalar a escada, enquanto ia me defendendo dos golpes desferidos pelo duplo. Quando já me aproximava do topo, o duplo pôde encontrar uma brecha em minhas defesas. A espada em suas mãos avançou contra meu braço direito, cortando-o o bastante para me fazer gritar.

— Filho da puta! Me deixa em paz — berrei, antes de chutar a criatura, acertando-lhe o tórax. Seu corpo foi arremessado escadaria abaixo. Sem mais distrações, voltei a subir as escadarias.

Os degraus encerraram-se num corredor escuro e vazio. Senti a escuridão me fortalecer, enquanto eu caminhava pelo segundo andar, seguindo os sons de batalha. Sabia que Emma não poderia estar muito longe dali.

Virei no corredor certo, para encontrar a filha de Afrodite lutando contra os dois duplos que restavam.

— Ei! — berrei, correndo em sua direção.

Com Athala à frente do corpo, eu estava pronto para lutar junto à garota. Mas os duplos conseguiram ser mais rápidos. Suas mãos envolveram os tecidos de nossas roupas e fomos arremessados contra uma porta entreaberta do corredor.

Fomos lançados para dentro de uma sala. O piso e teto eram feitos de madeira. As paredes, no entanto, eram cobertas por espelhos. Não tive muito tempo para examinar o lugar. Os duplos invadiram-no, agarrando-me pela gola da camisa. Sem cerimônia, arremessaram-me contra um dos espelhos, fazendo o mesmo com Emma, logo em seguida.

A sala espelhada ficou para trás, quando penetramos o portal em forma de espelho. A nova sala era relativamente grande. Toda ela era feita de um material semelhante à prata, porém, mais bem polido e reluzente. Em uma das paredes, o portal para o mundo exterior permanecia aberto. Teria sido fácil escapar dali, se não tivéssemos que lidar com a dupla à nossa frente. Drillbit e Emma. Réplicas perfeitas, exceto pelas espadas de bronze sagrado que elas carregavam. Em seus rostos, expressões de divertimento surgiram.

— Você está bem? — perguntei, observando minha aprendiz pelo canto do olho. — Então... Eu pego aquele bonitão e você pega a garota — comentei, apertando o punho de Athala. — Vai, admita: isso até que está divertido — terminei, sem conseguir segurar uma risada.

Separamo-nos outra vez. Emma levou seu duplo para um lado da sala, enquanto eu atraía o meu para o canto oposto.

— Olá. Você vem sempre aqui, mate? — tentei. O oponente, no entanto, não parecia estar interessado.

O homem apressou o passo, levantando a espada e vindo em minha direção. Sua lâmina mirou o meu ombro, descendo com extrema rapidez. Athala se pôs à frente do golpe, bloqueando-o e salvando minha vida.

— Oh, você é destro — comentei, franzindo o cenho, enquanto observava a mão com a qual ele segurava a espada. — Parece que eu peguei o duplo menos inteligente.

Nossas espadas colidiram. Uma, duas, três, vezes. Cada novo golpe era bloqueado pelo bronze celestial que eu segurava. Aos poucos, eu ia percebendo que seria impossível derrotá-lo com habilidades físicas. Somos iguais, em força, em agilidade, em tudo... O jeito seria usar a magia.

Estendi a mão direita, mantendo a palma voltada para cima, enquanto bloqueava os golpes do oponente com a espada em minha mão esquerda. A palma, então, começou a brilhar. Um círculo mágico cintilava em tons azulados, cobrindo-a por completo. Do centro da mão, um filete de água começou a se formar, crescendo cada vez mais e mais, até que o líquido se transformasse num chicote. Agarrei o objeto que, mesmo feito de água, era firme o bastante para ser segurado.

Balancei o chicote no ar e lancei a arma contra o oponente. Ocupado em acertar-me com sua espada, ele foi incapaz de impedir que o açoite acertasse seu tórax. Sua camisa se rasgou no exato lugar em que o chicote o tocou e um filete de sangue tingiu o tecido rasgado. O monstro arquejou, sentindo o golpe.

Olhei para o outro lado da sala. As duas Emmas se enfrentavam numa batalha acirrada. Eu não fazia ideia de quem era a verdadeira Emma. Mesmo assim, não me contive.

— Muito bem, love! Acaba com essa falsiane.

Voltei minha atenção para o duplo à minha frente, que parecia não ter desistido. Sua espada desceu contra mim. Antes que ele pudesse me acertar, no entanto, o chicote silvou mais uma vez. O filete de água avançou, agarrando o pulso de meu adversário e fazendo-o largar a arma que ele segurava.

— Opa. Eu conheço essa expressão de raiva — disse, olhando para a minha cópia.

O rapaz avançou em minha direção. Não havia para onde correr. Sem que eu percebesse, a criatura havia me encurralado em um canto da sala. Indefeso, não tive como me defender do que veio em seguida.

O punho do falso Drillbit atingiu meu rosto. Merda. Por que eu tinha que ser tão forte? Caí sobre o chão espelhado, deixando Athala escapar de minha mão. No mesmo instante, tentei equilibrar-me sobre os joelhos e as mãos. Podia ver a vermelhidão em meu rosto através do reflexo no chão. Não tive tempo de levantar, no entanto. Meu duplo atingiu-me com um chute no rosto, e eu caí sobre o chão mais uma vez. A sala inteira girava, enquanto eu tentava me manter consciente.

O segundo Drill voltou a se aproximar. Pude ver suas mãos se movimentando. No instante seguinte, eu já não estava mais no chão. Meu corpo levitava a poucos centímetros do chão, enquanto o duplo aproximava-se, mantendo os movimentos das mãos.

— Belo truque — comentei, retomando a consciência. — Felizmente, essa é uma brincadeira que dois podem jogar.

Os dedos anelares e médios de minhas mãos arquearam-se, enquanto os outros permaneceram eretos. Concentrei-me no adversário, enquanto as mãos oscilavam à frente de meu corpo. Antes que ele pudesse chegar até mim, seu corpo começou a flutuar, assim como o meu.

— A diferença, mate, é que eu sou um pouco mais experiente que você — falei, enquanto meu corpo voltava ao chão.

Um sorrisinho se formou em meus lábios, antes que eu impulsionasse minhas mãos para frente e arremessasse o oponente contra a parede oposta. Em seguida, arqueei o pulso e levantei minhas mãos, fazendo o duplo colidir contra o teto espelhado. Finalmente, quebrei o controle telecinético, permitindo que o corpo do falso Drillbit caísse sobre o chão.

Ofeguei, exausto. Sequer tive forças para verificar se minha cópia ainda estava viva. Apenas apanhei Athala e voltei minha atenção para a batalha do outro lado do salão. Uma das Emma desferiu o golpe final, derrubando de vez a adversária e voltando sua atenção para mim.

— Por favor, diga que você é a Emma verdadeira e que não terei que lutar contra você — implorei, aproximando-me.

Um sorrisinho surgiu em seus lábios e, naquele instante, eu reconheci minha aprendiz.

Meu rosto estava completamente fodido. Havia sangue por todo lado e ferimentos causados pelos golpes de meu duplo. Emma também não parecia muito bem. Era estranho pensar que trabalhamos tanto para, no final, apanhar como cães de briga.

Continuei a me aproximar dela, até alcançá-la, no outro lado da sala. Ainda sentia a adrenalina em meu corpo. Meus braços envolveram sua cintura, meus olhos se fecharam e meus lábios tocaram os lábios dela. Beijamo-nos. Dava pra sentir o gosto metálico do sangue em nossas bocas. Não importava.

Interrompi o beijo quando já não me restava mais fôlego. Minha mão apertou a dela e eu sorri.

— Que acha de darmos o fora daqui? — sussurrei. Juntos, escapamos da sala espelhada.


Extras:
Itens e Pets Utilizados/Citados:
▬ {Athala} / Espada [A lâmina negra é feita de Bronze Celestial. Seu cabo em forma de caduceu, no entanto, é feito de ouro. Nele está gravado o nome da arma, que significa “Bela”. A espada pode assumir a forma de qualquer tipo de espada existente, de acordo com a vontade do usuário; por isso não possui um tamanho ou peso constante.] {Bronze Celestial, Ouro} (Nível Mínimo: 1) {Nenhum elemento} [Recebimento: Evento – Parallel Universe] ▬ Na cintura

▬ Relíquia Mágica [Colar simples e básico, podendo ser levado e escondido em qualquer lugar. Sua corrente é de prata negra, e cintila à noite. Seu pingente é em forma de pentagrama, feito de diamante. Duas vezes por missão e durante 2 rodadas, tendo no mínimo uma rodada de intervalo cria uma barreira mágica de cor roxa, esta cobre todo o feiticeiro. Protege contra ataques mágicos – principalmente - e ataques a longa distancia – lanças, bumerangues, correntes, flechas etc.; ataques diretos não são repelidos][Prata Negra; Diamante;] (Item de Feiticeiro) {Controle Mágico} [Presente de Reclamação por Circe] ▬ No pescoço

▬ Colar de equiceph [Colar feito de couro entrelaçado adornado com uma ferradura feita de ferro. Três vezes por evento, o colar pode ser ativado, fazendo seu usuário dobrar sua força física, de modo que a potência de seus golpes físicos e com armas corpo a corpo também dobre durante duas rodadas. Ao estar ativado, armas que sejam originalmente empunhada com ambas as mãos pode ser empunhada com apenas uma sem redução em seus movimentos. Para fins de resistência, o poder é equivalente ao nível 51.] (Nível mínimo: 51) {Material: Couro e ferro} [Ganho como recompensa pelo evento "O levante"] ▬ No pescoço

▬ Colar de Cristal da Luz [Um colar de prata com um pequeno pingente semelhante a um diamante. Sob a vontade do usuário, pode brilhar intensamente, como um arco-íris. Seu brilho é hipnotizante, fazendo com que o oponente perca o foco.] {Prata, Cristal da Luz} (Nível Mínimo: 1) {Nenhum elemento} [Recebimento: Evento – O Rapto] ▬ No pescoço

▬ {Jealeous} / Anel [Um anel de rubi feito com a mais pura prata da família Ervetöch. Esse artefato foi concebido à Drillbit como um espólio de guerra, sendo que o mesmo teve como seu último dono o semideus desertor que fora devorado pela esfinge. O anel, por fim, reserva a propriedade mágica de, uma vez por missão, abrir-se a partir do comando de seu novo dono, jogando uma rede mágica sobre o inimigo. A rede é feita de um material desconhecido e mede cento e trinta centímetros, porém é extremamente carregada de magia, prendendo a pessoa por duas rodadas. A rede só poderá ser destruída com magia, ou se não, ao final dos dois turnos, ela se desfará sozinha.] [Material: Desconhecido] [Nenhum Elemento] [Nível Mínimo: 15] {Recebimento: missão "The Trap and the Charade", por Tânatos e atualizada por Quíron] ▬ No anelar direito

▬ {North} / Bússola [Uma bússola de madeira tingida com tinta negra. A caixinha octogonal, que cabe na mão de Drillbit, possui pequenos detalhes e floreios prateados em cada um dos vértices. Por dentro, uma camada de vidro protege o ponteiro de prata que se move sobre uma rosa dos ventos. Roubada de Hermes, o item foi encantado. O ponteiro, em vez de apontar para o norte, aponta para aquilo que o usuário mais deseja em um raio de 2km, podendo ser usada duas vezes por evento/missão e com a duração de três turnos e com uma pausa de mais três turnos até a segunda utilização. Caso o alvo seja um item ou pessoa proteções mágicas, ele necessita estar abaixo do limite de cinco niveis acima do nível da bússola para que o efeito funcione corretamente. A bússola pode ser confundida por encantamentos que impeçam a descoberta daquilo que o usuário quer encontrar.] (Nível 74) {Madeira, Prata, Magia} [Recebimento: DIY “What about your father?”, avaliada por Apolo e atualizada por Asclépio.] ▬ No bolso
Habilidades Utilizadas:
Passivos


Considerar todos os passivos de Athena e dos Feiticeiros, até o nível 84. Destacam-se os seguintes:

Maestria com a magia (Nível 01) ▬ Por serem feiticeiros de Circe, vocês sofreram menos perda de MP do que o normal ao usarem algum poder. [ New]

Combatente ágil (Nível 03) ▬ Filhos de Atena tendem a ser mais esguios e velozes do que fortes, em termos físicos. Isso faz com que tenham mais chances de acerto em combates corporais com armas de curta distância. Sua agilidade usando armas corpo a corpo é ampliada em 10% durante as batalhas. [Modificado, antigo "Agilidade"]

Visão de Batalha (Nível 05) ▬ Assim como a coruja parece ter uma visão mais ampla do que ocorre ao seu redor, os filhos da deusa, em batalha, poderão desfrutar de uma visão mais ampla, de até 270º, permitindo assim melhores ataques ou defesas. Ainda existem pontos cegos, contudo, e só afeta os semideuses em combate.

Reflexos de Batalha (Nível 23) ▬ Seus reflexos estão agora mais apurados do que nunca, e sua experiência em combate torna-o naturalmente mais esquivo, como uma segunda natureza. Sua esquiva e reflexos são ampliadas em 10%. [Modificado]

Ativos


Nercusius Verdicu (Nível 02) ▬ O primeiro ataque ofensivo dos feiticeiros. Este ataque consiste em lançar raios de energia branca mesclado a uma coloração verde água das mãos do bruxo. Pode causar danos medianos caso acerte tendo o efeito elétrico e impactante no alvo.

Chicote de água (Nível 04) ▬ Ao abrir a palma da mão, um círculo mágico irá surgir um pouco maior que sua mão e irá produzir um filete de água do tamanho de um chicote comum, a água é consistente não mudando a sua forma, o dano produzido pelo chicote é grande.

Camuflet Vaporis (Nível 07) ▬ Cria uma enorme quantidade de vapor quente que pode causar queimaduras de terceiro grau no oponente, deixando feridas não só na carne mas também na alma, onde não há reparo. Uma vez que alguém é atingido por esse feitiço e permaneça sobre seu efeito por mais de trinta minutos, sua alma será completamente queimada, tornando-se nada mais do que cinzas em um corpo vazio.

Telecinese superior (Nível 35) ▬ A capacidade de peso e alcance é ampliada; limite de peso: 500 kg; limite de espaço: 250m, com taxa de movimentação de 20m por turno, com velocidade mediana. Gasto constante, neste nível até 10 objetos que estejam dentro do campo de visão e que não excedam o limite de peso ou 1 alvo vivo - nesse caso, limitado a 3 turnos de ação, não afetando seres incorpóreos ou de níveis mais altos (10 acima). Oponentes podem resistir caso tenham habilidades de força ou equilíbrio, ou que os impeça de serem arrastados. O mesmo se aplica a itens seguros por outras criaturas, sendo uma batalha de forças. Em ambos os casos, resistência mental não se aplica. Não se pode executar outras ações além de andar e falar enquanto movimenta os itens. Contra alvos vivos ou objetos seguros, só pode ser utilizado 1 vez por combate. Esta habilidade não faz com que estruturas presas sejam erguidas (por exemplo, pode mover uma moto, mas não levitará uma casa) mesmo se dentro do limite de peso.[Modificado, antigo especial "Telecinese"]
Sobre:
Drill
Pensamentos

Outros


O Drill usa mate e love como vocativo para, basicamente, todo mundo.
Ah, notar que a telecinese é de gasto constante. q
Obrigado por ler até aqui. sz

Feito por mim apenas para mim q
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Re: Grupo 2 - Externo

Mensagem por Normani Hawk em Sab 07 Maio 2016, 17:16




Quando Drillblit deu alguns passos para tentar ajudar Rayna, era tarde demais. Meu olhar encontrou o da garota que num último suspiro nos fitou. A lâmina cortou sua garganta, fazendo com que seu olhar se esvaísse. Havíamos falhado miseravelmente no resgate do relevante mesmo estando tão próximo. Pude sentir um desconforto intenso quando o cadáver foi arrastado e um duplo assumiu a forma da jovem. Como essas coisas podem ser tão insensíveis e brutais quando se tratam de semideuses? Por que diabos os Deuses simplesmente não destroem todos com seus poderes divinos? Frustrada, meu mestre alertou sobre a batalha que estava por vir. Respirei fundo e me recompus, mantendo o controle da situação da melhor forma possível. Mais duplos surgiram, dessa vez na forma de semideus que também haviam falhado na missão anteriormente. Eles caminharam em nossa direção com um olhar penetrante e completamente vazio. Sinistro.

Saquei Vamp e preparei-me para o combate. Drillblit sempre estava um passo a frente e conjurou um encantamento rápido ofensivo que em forma de uma fumaça atingiu os monstros, derrubando-os. O cheiro de queimado invadiu minhas narinas; churrasco de duplo. Ele então provou as criaturas que levantaram-se mais uma vez e avançaram em nossa direção com suas espadas ao alto.
— Ok, boa sorte! — Disparei enquanto corria pra esquerda.
Para a minha sorte ou azar, dois duplos me seguiram. De uma forma ou outra eu teria de lutar. Parei próxima a umas mesas e cortinas rasgadas e quando virei-me, quase fui decaptada pela espada do monstro que cortou o ar próximo a meu rosto.
— Ei! — Berrei irritada, fitando ambos os monstros com meu olhar — Parem, agora!

Ambos hesitaram por alguns segundos, o que me abriu espaço para girar a espada e desferir um golpe lateral no peito de um dos duplos que recuou. Com o impulso, meus pé direito encontrou o local do corte no peitoral da criatura que foi afastada com um chute.
Joguei o cabelo para trás e fui surpreendida com um golpe que atingiu-me no ombro numa velocidade absurda. Afastei-me, levantando minha espada que encontrou a do duplo em pleno ar. Segurando com ambas as mãos, levantei as lâminas com força e com o espaço para um ataque, gritei. Meu tom de voz aumentou de forma potente, arremessando o duplo para longe com uma rajada. Com o primeiro inimigo ferido e já se recuperando, decidi pensar de uma forma mais eficaz.

Corri para trás de uma das cortinas de onde os duplos haviam sido enviados, chamando a atenção dos mesmos com minha voz persuasiva que mesmo sem fazer muito efeito, me daria uma chance.
—  Aqui gatinho. É o melhor que sabem fazer? Vamos brincar! Venham!
Ambos os monstros correram entre o vão das grandes cortinas empoeiradas que com um golpe rápido de minha lâmina rasgou-se e os cobriu. Presos, apenas sorri quando aproximei-me e pude sentir a lâmina rasgar a pele das criaturas com um golpe rápido e perfurante. A sensação de matar monstros havia se mostrado como interessante desde que eu havia me habituado, o que me fazia questionar se eu tinha problemas como um psicopata ou algo do gênero. Quando a adrenalina deixou meu corpo pude sentir a dor do golpe em meu ombro esquerdo. Toquei o local que sangrava um pouco. “Merda” pensei sozinha.
Quando Drillblit finalmente surgiu próximo a mim, fomos surpreendidos. A cortina se rasgou e os duplos nos agarraram, o que me fez gritar em desespero enquanto era arrastada junto ao filho de Atena que se debatia para tentar escapar. Por um instante fomos jogados em uma sala repleta de espelhos, mas logo novamente voltamos a ser arrastados em direção ao espelho. Gritei, assustada quando meu corpo atingiu o chão gelado e vidro pareceu liquidificar-se quando atravessamos o mesmo. Meus olhos encontraram os de Drill que parecia preocupado com outro problema a nossa frente.

Dois duplos, dessa vez em nossa forma. Um Drillblit sombrio e uma Emma completamente sem graça e tosca. Por que eu não esperava menos do que isso daquele lugar infestado com aquelas pragas?
— Eu estou bem. Eu vou acabar com essa cópia barata minha. — Drillblit riu e parecia achar tudo aquilo muito divertido — Foco! Vamos lá!

A Emma sem graça me acompanhou na direção oposta de Drillblit antes de me atacar com uma estacada. travei seu golpe levando minha lâmina na diagonal e desviando seu percurso. Dei um passo para trás, afastando-me da garota que recuou e abriu espaço para um golpe. Tentei acertá-la com um corte transversal de cima para baixo, sendo interrompida pela espada da garota com um bloqueio. Nossos olhares se encontraram e pude provoca-la;
— Você é forte, mas você não sou eu.
Afastei-me com um salto, pensando rapidamente. Não teria como vencê-la num combate corpo-a-corpo, mas quem sabe meu poder mágico seria mais forte?
— Galius Disruptus.
Uma rajada de vento surgiu em volta de minhas mãos, rodopiando em direção a jovem cópia que conjurou o mesmo feitiço, juntado os dois até se dissiparem. Respirei fundo, sentindo a joia em meu pescoço se aquecer lentamente.
— Camuflet Vaporis
Vapor quente surgiu de minhas mãos, atingindo a garota que simplesmente desapareceu e surgiu as minhas costas. Pude sentir a lâmina cortar minha costela, derrubando-me contra o chão frio.
— Sai daqui! — Berrei com minha voz aguda supersônica, afastando a jovem e trincando a parede de espelhos onde ela havia sido arremessada.
Espelhos. Reflexo. É isso!

A dor em minhas costas pareceu se esvair quando a ideia clareou minha mente. Arrastei-me em direção a parede de espelhos mais oposta do duplo que se recompôs e vinha em minha direção. De pé, provoquei o mesmo mais uma vez conjurando mais um feitiço:
— Vamos ver se você sabe mesmo o que esta fazendo! Apendaja Rigoria! — Disparei enquanto estendia a palma da mão em direção ao monstro.

Com um raio iluminado, o filete de energia cortou o ar antes de acertar o chão próximo a criatura que parou repentinamente. Um sorriso surgiu em seus lábios e com a palma da mão estendida, conjurou o mesmo feitiço em minha direção. Quando sua boca se abriu, simulando as palavras de poder, joguei o corpo para a direita. O disparo encantando não me atingiu, acertando em cheio o espelho refletivo as minhas costas e voltando contra o duplo que surpreso, foi imobilizado pelo poder.
— Quietinha! — Minhas palavras saíram abafadas quando finalmente o duplo imobilizado teve suas roupas apertadas ao redor de sí, transformando-o numa espécie de carpete velho pronto para ser queimado.. Ofegante, levantei-me mais uma vez e sorri quando conjurei a última palavra de poder.
— Kimocha.
Suas roupas se incendiaram enquanto ele se debatia. Cambaleei, observando a criatura agoniar-se em sua própria prisão estilosa. Drillblit estava ali observando e rezando para que eu havia ganhado a luta. Ri, sentindo uma dor intensa nas costas.
— Você acha mesmo que aquela coisa falsificada é melhor que eu? I’ts Emma, bitch. — Ri, tentando ignorar o sangue em minha boca e meus ferimentos.

Ele se aproximou e fez o que eu menos esperava em todos esses anos. Seus braços me puxaram, colando-me ao seu corpo e seus lábios encontraram os meus. Fechei os olhos por um instante, sentindo o calor de seu corpo e o gosto metálico em um beijo intenso. Pela primeira vez em milênios eu me sentia bem, confortável e segura. Meu corpo pareceu esquecer o estado deplorável após a luta e relaxou. Uau, ele era bom. Realmente bom.
Ele então se afastou, respirando ofegante. Curiosamente, seus lábios estavam normais e seu rosto não parecia tão ferido como antes. Talvez fosse obra de minhas habilidades? Quem se importa, eu finalmente havia beijado Drillblit!
— Sim… Vamos. Vamos sair desse lugar horrível. — Sorri para ele, segurando sua mão e juntos deixamos o local.






PARTICULARIDADES:
ARSENAL:
♥ {Beauté} / Chicote  [É um chicote, todo trabalhado a mão, com 2,5m. Ele é feito de couro, e nesse couro, pode se perceber detalhes em renda, bordada manualmente. Ele também reluz alguns fios acobreados, deixando entrever o bronze sagrado, que ajuda em ataques mais precisos, e pode cortar a pele do atingido.]{Couro e bronze sagrado} (Nível Mínimo: 1 ) [Recebimento: Presente de Reclamação de Afrodite] ► Enrolado na cintura

{Arche de l'Amour} / Arco longo [De cores dourada e prata, este arco de bronze sagrado possui um desenho elegante e chamativo, mas não vulgar. Para todos os efeitos, age como um arco longo comum. No nível 20 transforma-se em um anel que faz par com Enchantè.] {Bronze sagrado} (Nível Mínimo: 1 ) [Destreza/ Ataque/ Poder de precisão][Recebimento: Presente de Reclamação de Afrodite] ► Dedo anelar esquerdo

{Enchantè} / Aljava de Flechas Infinitas [As flechas reluzem claramente, dado o acabamento mais elegante se comparado à armas de outra origem. Porém, são apenas flechas de bronze sagrado. O compartimento é feito de couro, decorado com filigramas metálicas. No nível 20 transforma-se em um anel que faz par com o Arche de l'Amour.] {Couro e bronze sagrado; Madeira de freixo e bronze sagrado} (Nível Mínimo: 1) {Não controla Nenhum Elemento} [Recebimento: Presente de Reclamação de Afrodite] ► Dedo anelar direito

{ Cetro Mágico [Feito em madeira reforçada com ouro branco, é coberto por uma energia escura quando usado no escuro, podendo facilmente ser despistado. Contém como gema mágica um rubi no topo do item, circulada por duas lâminas, como garras que mantém a pedra no alto. É leve e resistente à magia, capaz de guardar e soltar de uma vez só rajadas de energia mágica (dependentes de feitiços, obviamente). Executa habilidades mágicas com maestria, recebendo assim a benção de Circe, a deusa da magia, ou seja, qualquer poder executado a partir deste item resulta em uma diminuição na taxa de MP — -5% na conta/-5 à 10] [Madeira; Ouro Branco; Rubi;] (Item de Feiticeira) {Controle Mágico } [Recebimento: Presente de Reclamação por Circe] ► Preso a cintura

— Relíquia Mágica [Colar simples e leve, podendo ser levado e escondido em qualquer lugar. A corrente é de prata, e cintila com um brilho negro à luz da Lua. Seu pingente é em forma de pentagrama, e é feito de diamante. Duas vezes por missão e durante 2 rodadas, tendo no mínimo uma rodada de intervalo cria uma barreira mágica de cor roxa, esta cobre todo o feiticeiro. Protege contra ataques mágicos – principalmente - e ataques a longa distancia – lanças, bumerangues, correntes, flechas etc.; ataques diretos não são repelidos.][Prata; Diamante;] (Item de Feiticeira) {Controle Mágico} [Presente de Reclamação por Circe] ► Pescoço

♦ Queen / Capa [Capa de tecido azul com bordas em ouro que acompanha capuz. Uma vez por missão, o item forma uma cobertura de gelo por toda a extensão do tecido que reduz em 25% a potência de ataques relacionados ao elemento gelo. A cobertura dura dois turnos e não adiciona dano elemental ao oponente que encostar nela] {tecido} (Nível Mínimo: 15) {Gelo} [Missão Narrada: "Cold Trouble", avaliada e elaborada por Hipnos] ► Ombros, como um xale

Elixir da Vida (titânico): Recupera 100HP ► Bolso direito

{Vamp} / Espada [Espada de 70 cm de lâmina fina feita de prata e 10 cm de cabo feito de bronze e couro escurecido. A base da espada possui o desenho de duas asas de morcego e a arma é bem mais leve do que qualquer outra do seu modelo. Uma vez por missão, durante dois turnos, a espada brilha em uma aura prateada e faz com que o inimigo perca 10% de HP durante cada turno de ativação. O efeito só ocorre se o alvo for atingido com a arma por meio de corte.]{Material: couro escurecido, prata e bronze} (Nível: 12) [Recompensa da Missão "The Devil's Choice", avaliada e elaborada por Matias Blake, atualizada por Asclépio.] ► Preso ao cinto junto ao cetro
HABILIDADES:
PASSIVAS:
Beleza Estonteante (Nível 1)
Como filhos da deusa da beleza, você é naturalmente belo, sendo tal beleza notável e admirada por todos. Seus olhos têm uma coloração que não se define completamente, sendo intrigantes e como se fossem hipnotizantes; sua voz atrai, seus lábios são provocantes, seu rosto possui uma beleza harmoniosa e o corpo não fica para trás. Tudo em você chama a atenção pela beleza especial que possui, e é praticamente impossível deixar de notá-lo. Não é nenhum efeito hipnótico, contudo - apenas estético.

Eterna Boa Forma (Nível 2) [Modificado, unido com bons reflexos]
A boa forma que você possui agora não confere apenas belas curvas, no caso das meninas, ou músculos definidos, no caso dos meninos, mas também confere certa agilidade e destreza para se esquivar de alguns ataques. É algo leve, contudo, e outros fatores podem interferir. Em combates, você transfere sua graça aos seus movimentos, o que faz com que seja capaz de se esquivar com mais facilidade, com movimentos belos e fluidos. Na prática, chances de esquiva aumentadas em 25% contra golpes normais.

Luxúria (Nível 5)
O desejo pode ser despertado com pequenos gestos, mas que para o observador são sedutores e provocantes. Você pode despertar esse desejo com um simples olhar, um toque, pela aproximação, de modo que qualquer um deixa de prestar atenção em outras coisas para se focar apenas em você. Não é uma habilidade sobrenatural, indica apenas um conhecimento de como usar seu lado sensual para manipular as pessoas, mas não é charme, magia nem nada do tipo: apenas estudo de comportamento.

Delicadeza (Nível 6)
Assim como pombos ou cisnes, seus passos são suaves e delicados, dificilmente sendo percebidos pelo inimigo em uma aproximação sutil. Note que sentidos aguçados ainda podem captar sua presença, assim como uma aproximação descuidada podem lhe denunciar. O silêncio não é completo.

Dissimulação (Nível 7) [Modificado]
Pode não ser filho de Dionísio, mas sabe dissimular bem o suficiente para convencer outras pessoas. Dissimule o quanto quiser, seja inocência, choro ou alegria, pois há grandes chances de acreditarem. Lembre-se de que suas atitudes devem ser coerentes para que acreditem. Além disso, não modifica sua aura, fazendo com que suas intenções possam ser descobertas por quem tem poder para isso.

Autocontrole (Nível 9)
Suas emoções não podem lhe atrapalhar em momento algum em uma batalha ou momento importante. Você não viverá a mercê delas, você saberá controla-las facilmente podendo manter o foco em uma batalha sem ser influenciado por nenhum sentimento, a menos que seja mais forte que você. Poderes que afetem emoções como charme, medo, fúria e etc terão efeito reduzido, não fazendo efeito se proveniente de inimigos de menor poder. Se forem de nível igual a até 5 níveis acima, 50% de resistência, e de 6 a 10 níveis, 25%. Acima disso, os poderes o afetam normalmente.

Super-Elasticidade (Nível 10)
Uma habilidade ainda relacionada à eterna boa forma dos filhos de Afrodite, que agora relaciona a incrível habilidade em realizar movimentos que exigem muita elasticidade corporal sua e uma excelente condição física. Você seria como um contorcionista, mas note que limites humanos ainda devem ser considerados.

Aura do Amor (Nível 12)[Modificado]
Quando você está por perto, as pessoas passam a ficar mais calmas, tendo uma tendência maior a se apaixonar por alguém ou ficar mais romântico para com seu companheiro. Seus aliados também ficam mais colaborativos, e planos em grupo tendem a funcionar melhor, com uma chance adicional de 10%. Não afeta as habilidades, não aumentando nenhum poder.

Perfeccionismo I (Nível 13) [Modificado]
Não é apenas beleza, mas também perfeição. Você tende a ser perfeccionista, mas não apenas com você e sua aparência, mas em tudo o que faz. Isso significa que sempre será exigente consigo mesmo, se esforçando para sempre melhorar. Isso será recompensado em seus golpes, durante o combate. Qualquer arma que privilegia a graça, e não a força - em geral, armas de uma mão - serão mais fáceis de manusear, como se você tivesse a habilidade/ perícia para tal. Será apenas o conhecimento inicial, como se fosse nível 1, mas auxilia bastante.

Habitué (Nível 14) [NOVO - idealizado por Sadie Bronwen]
Independente dos trajes ou condições em que se encontra, o filho de Afrodite sempre passam uma sensação de segurança a quem está ao seu redor. Mesmo suas gafes são minimizadas, como se fossem algo ensaiado. Isso faz com que mortais comuns os vejam de forma diferente, alguém que ter personalidade, ou alguém excêntrico - ele pode ir com trapos a um evento "black tie", e ainda vão julgar que ele é uma celebridade. Não afeta semi-=deuses ou seres mitológicos.

Voz Persuasiva (Nível 15) [Modificado]
Falando com jeitinho, com um brilho no olhar e de forma delicada, quem será capaz de dizer “não” a um filho de Afrodite assim? Você nem precisa se esforçar tanto, mas dependendo da “vítima”, pode dar um pouco mais de trabalho. Isso é válido para humanos comuns. No caso de monstros e semideus, não - nesse caso, apenas potencializa efeitos de charme e poderes que dependem da voz para fazer efeito.

Inteligência (Nível 16) [Modificado]
Você conseguiu chegar a um nível mais alto, provando que você domina estratégias de lutas e batalhas. Isso mostra que filhos de Afrodite não tem somente superficialidade. Assim você consegue rapidamente observar o inimigo, sabendo os seus pontos fracos e pontos fortes, você pode estudá-lo brevemente e saber como atacar. Isso é válido apenas para fraquezas visíveis, como técnica de luta e brechas na armadura, mas não fraquezas emotivas ou sobrenaturais. É um olhar mais aguçado, mas ainda é natural. Assim, toda vez que atacar suas chances de acerto serão maiores nesse caso.

Visão auspiciosa (Nível 19) [NOVO - idealizado por Sadie Bronwen]
O filho de Afrodite enxerga a aura da emoção das pessoas ao seu redor. Não é telepatia, ou algo do tipo, mas ele sempre vai saber o estado emotivo das pessoas - ansiedade, raiva, amor, nada escapa de seus olhos. Não detecta pensamentos ou informações específicas, apenas o sentimento geral. Por exemplo, se alguém mentir para eles, não conseguem perceber, mas podem identificar que o locutor está ansioso, mesmo que não identifiquem o motivo. Não pode ser desativado.

Perfeccionismo II (Nível 23)
Sendo extremamente perfeccionista, você nota detalhes que ninguém nota. Isso pode ser útil em batalha, notando mais facilmente erros nos movimentos do adversário, conseguindo contra-atacar com maior facilidade.


Nível 1 - Maestria com a magia: Por serem feiticeiros de Circe, vocês sofreram menos perda de MP do que o normal ao usarem algum poder.

Nível 4 - Fortalecimento por Magia: Se há presença de magia no ambiente em que você se encontra, elas o tornaram mais vigoroso.

Nível 4 - Maestria com encantos: Você será capaz de pronunciar palavras mágicas que, irão se manifestar graças à magia que passa a correr por suas veias. Essas palavras vão fluir de você para o ambiente, lhe possibilitando a execução de encantamentos diversos; desde de suas armas, até aquilo que for de sua vontade.

Nível 8 - Beleza Lasciva: Circe é considerada deusa do amor físico, e seus aprendizes adquirem uma beleza especial aos olhos de outras pessoas, e em níveis mais altos, os feiticeiros da deusa passam a ter um poder de sedução maior, persuadindo e encantando seus adversários.

Nível 8 - Olhos Púrpuros: Adentrando os feiticeiros, e adquirindo a Benção de Circe seus olhos adquirem uma pigmentação púrpura chamativa quando você assim quer – que causa receio a qualquer mortal e/ou monstro que lhe encare diretamente.

Nível 20 - Beleza lasciva II. A sua beleza nesse nível já está muito maior, e somada a aura de mistério que você exala, atrai o olhares de todos por onde passa. Não são tão belos quanto os filhos de Afrodite, mas são mais atraentes que estes por uma aura mágica influir diretamente no bom senso de qualquer outrem, afim de fazê-los se interessarem de forma irrefutável por você.
ATIVAS:
[b][color=#ff1493]Level 2
Camuflet Vaporis. Cria uma enorme quantidade de vapor quente que pode causar queimaduras de terceiro grau no oponente, deixando feridas não só na carne mas também na alma, onde não há reparo. Uma vez que alguém é atingido por esse feitiço e permaneça sobre seu efeito por mais de trinta minutos, sua alma será completamente queimada, tornando-se nada mais do que cinzas em um corpo vazio.

Level 9
• Galius Disruptus. Cria um poderoso vento como se fosse um furacão.

Level 17
Kimocha. Permite que o feiticeiro crie fogo e raios, podendo converter o fogo em bolas de fogo ou outras formas de ataques, tal como os raios.

Level 19
Apendaja Rigoria. Imobiliza o alvo por um período de tempo. Desde que o feiticeiro possa fixar-se no alvo visualmente e possa mirá-lo fazendo uso de uma das suas mãos.

“Acolher” (Nível 9)
Você pode salvar alguém da morte ou da inconsciência com um beijo caloroso, “acolhendo-o” para a vida. (Recupera 20% de HP e MP da pessoa). Apenas 1 vez por evento.

Aura da cura (Nível 17)
O carinho que você tem por algum amigo (ou namorado(a)) faz com que você seja capaz de ceder um pouco de sua energia/vida para que este seja curado. Tome cuidado, pois você também não deve ceder tal energia até ficar muito fraco. (3 vezes por missão/evento).

Controle do vestuário (Nível 18) [Modificado]
O filho de Afrodite pode controlar as roupas. Isso faz com que possa atrapalhar seus oponentes, podendo aumentar muito uma roupa, fazendo com que o alvo tropece, ou diminuí-la, apertando o alvo, asfixiando-o ou limitando seus movimentos. Mesmo usado de forma ofensiva, não provoca tantos danos, mas abre brechas para ataques e provoca distrações. Amplamente utilizado para ridicularizar seus rivais. A roupa volta ao normal na rodada seguinte. Não afeta armaduras nem roupas mágicas.

Grito super-sônico (Nível 6)
Esta habilidade lhe permite amplificar sua voz de modo ensurdecedor, podendo quebrar objetos frágeis/ cristalinos e até mesmo atrapalhar seus inimigos num ataque. Sua voz, antes dita bela, pode agora afastar alguns adversário devido às ondas de som. Isso, claro, acaba ocorrendo com um maior gasto de energia dependendo do adversário. Cada ativação dura um turno e afeta somente um oponente que esteja a até 5m de distância. No caso de afastar, depende do peso - quanto maior o inimigo, menores as chances de funcionar, ams ele ainda tomaria dano por som.

Olhar Fatal (Nível 5)
Seus olhos são fascinantes, e se o seu inimigo encará-los diretamente, ficará perdidamente encantado com seus olhos. Sem que ele perceba no primeiro momento, ele irá ficar sem movimentos. Seu olhar encantador pode paralisá-lo, e ele estará vulnerável a um ataque seu. Duração: 1 rodada. Uma vez por oponente por combate. Não é um poder de charme, mas de paralisia/ constrição e afeta apenas um inimigo por vez.

Olhos Heterocromáticos (Nível 1)
Os olhos da maioria dos filhos de Afrodite têm uma cor que as pessoas não conseguem definir com certeza, o que os torna ainda mais belos e intrigantes. Quando um adversário olha para seus olhos, ele se distrai por um breve momento devido ao encanto especial que tem os seus olhos. Isso não dura muito tempo (1 rodada, apenas), e isso apenas lhe dá uma brecha para atacar, mas não garante a efetividade do ataque.
Considerações:
Segui o mesmo post de Drill pra ficar mais coerente! Desculpa a demora pra postar! Algumas das habilidades foram utilizadas para dar mais resistência a Drill.



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Re: Grupo 2 - Externo

Mensagem por 137-ExStaff em Dom 08 Maio 2016, 17:36


Les Revenants
They came back from the dead


Saindo do espelho, um respiro de alívio, principalmente ao perceber que os monstros não ousavam se aproximar depois do ocorrido. Tinha escapado mais uma vez da morte iminente. Ao apertar o punho, esperando encontrar uma mão conhecida e amada, uma constatação que deixou Drill transtornado:

Emma não tinha saído.

Olhando o espelho, viu dois corpos femininos. Batendo-o, desesperou-se.

Eram dois mortos naquela missão. Um completo fracasso com uma testemunha viva.

Pontos Obrigatórios

— Faça uma introdução que encaixe o descrito acima.
— Descreva como se sentiu, explorando a situação a qual foi colocado.
— Saindo da boate, ainda transtornado, você recebe uma mensagem de Íris: É Quíron. Ele o informa da vinda de Macária e seus filhos, como se você já não soubesse. Depois, o indaga sobre o que iria fazer a partir de agora.
— Fazendo sua decisão, seja ela qual for, a mensagem é desfeita e você irá para seja lá qual seu destino, finalizando a missão.

Status do Personagem



Pelo atraso excessivo da jogadora Emma D. Schwanz, foi decidido que ela receberia a punição integral. Portanto, ela está morta.

Drillbit Jackson (Filho de Athena e Feiticeiro)
800/930 HP (referentes a ferimentos)
610/930 MP (referentes a ativos usados)

Emma morta por atraso.

Rayna morta por não postagem.

Regras e Observações

— Você tem 7 dias para postar. Ao fazê-lo, me mande uma MP, para que o próximo round seja agilizado;
— Itens e poderes em spoiler ou code no final no post. No caso dos poderes, preferencialmente organizados por nível e tipo;
— Evite observações como "considerar todos os poderes até o nível X". Quando usar uma habilidade, cite-a e diga se é passiva, ativa ou especial (caso não o faça, o uso da habilidade será ignorado);
— Templates (com barrinha, fonte muito pequena ou que seja muito estreito) ou cores que dificultem a leitura são proibidos;
— Dúvidas, problemas? Me mande uma MP.




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Re: Grupo 2 - Externo

Mensagem por 137-ExStaff em Ter 10 Maio 2016, 11:47

Prazo final ampliado em mais um dia, conforme determinação da staff.
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Re: Grupo 2 - Externo

Mensagem por Heron Devereaux em Ter 10 Maio 2016, 15:40


The Revenant
But you touched me and suddenly i was a lilac sky, and you decided purple just wasn't for you
M
eu coração batia acelerado. Ainda podia sentir o gosto dos lábios dela contra os meus. As feridas marcavam meu corpo. O sangue me escapava e manjava minhas roupas. O cansaço tentava me derrubar. Nada disso importava. O beijo da filha de Afrodite foi o bastante para me fazer esquecer todos os problemas que nos levaram até aquele cantinho escuro de Boston.

Agarrei a mão de minha aprendiz. Podia sentir o calor de sua pele contra a minha, enquanto eu entrelaçava nossos dedos. 1... 2... 3... Contei mentalmente, antes de saltar em direção ao portal. Meu corpo atravessou o espelho. O corpo de Emma, não. Seus dedos já não se agarravam nos meus.

Olhei em direção à parede, confuso. À distância, era possível ver o duplo da garota, caído ao chão. Não muito distante, uma Emma inerte observava o cadáver de sua sósia. Martelei o reflexo com o punho e gritei pelo nome da filha de Afrodite uma ou duas vezes. Nenhuma resposta vinha da imagem á minha frente. Algo está errado. Abandonei o espelho, dando as costas para ele. Com a mão direita, arrumei os fios dourados em minha cabeça. Meu coração ainda batia acelerado. Dessa vez, por um motivo diferente: eu não fazia ideia de como puxar a garota de volta para o mundo real.

— Drillbit — a voz melodiosa atravessou o quarto.

Nos reflexos dos inúmeros espelhos da sala, o rosto da filha de Afrodite surgiu. A feiticeira havia, finalmente, abandonado a mundo dos espelhos.

— Você tá bem? O que houve? Por que você não atravessou o reflexo comigo? — questionei, aproximando-me.

— Precisamos conservar. Sobre o que aconteceu — ela disse, seca.

— Love, o que você quer dizer? — falei, aproximando-me. Minhas mãos tocaram seu pulso. Ela recuou.

— Não!

Eu recuei também. De repente, todas as minhas inseguranças voltaram, preenchendo a sala e me deixando sem espaço. Olhei em direção aos espelhos, dando as costas para ela.

— Você não gostou? E-eu errei em achar... Que poderia haver algo entre nós?Não gagueje. Não agora. Repreendi a mim mesmo.

— Jackson — no reflexo, seu rosto aparecia próximo ao meu ombro. — Você é um pobre coitado. Um caco de gente que descobriu alguns truques de magia. Por baixo dessas madeixas loiras, não existe nada além de autopiedade.

Havia um nó em minha garganta. Eu não tinha mais forças para olhar para ela. No entanto, para qualquer lugar que eu me voltasse, seu rosto permanecia em meu campo de visão. Todos os momentos daquele dia se repetiam em minha mente, e eu tentava decidir como havíamos chegado àquilo. Tentava descobrir onde eu havia errado.

— Usei meus poderes. Minha habilidades. Eu precisava de alguém para me proteger do mundo. Eu tenho usado as pessoas desde que eu aprendi a lidar com elas. Você é apenas mais uma peça do xadrez. Um peão — disse a garota, sem demonstrar uma gota de arrependimento.

Atirei-me em direção à porta. Não queria ficar ali por mais nenhum instante. Mesmo assim, detive-me na saída, observando a feiticeira pelo canto do olho.

— Nosso dia juntos foi ótimo, Emma. Eu realmente achei que fôssemos amigos. Eu achei que fôssemos mais do que amigos — sussurrei, mirando o chão com o olhar. Os tênis surrados esfregavam-se na sujeira do lugar, enquanto eu buscava as palavras certas. — Você só precisava ter pedido. Eu teria feito qualquer coisa por você. Eu teria feito tudo de novo.

Não esperei por uma resposta.

Atravessei corredores, escadarias e salões de festa, afugentando duplos assustados. Depois do que havia acontecido, as criaturas já não se atreviam mais a me enfrentar. Senti meus olhos marejarem, quando a porta de saída da boate abandonada surgiu à minha frente. Alguns passos a mais, e eu, finalmente, estaria livre daquele pesadelo.

— Jackson — a voz me fez interromper minha caminhada.

Era uma parte de mim implorando para que Emma tivesse mudado de ideia. O som, assim como o rosto que surgiu próximo à porta, não se assemelhava nem um pouco com o da semideusa.

— Onde você está? — disse o centauro. Na mensagem de Íris que se formou diante de mim, Quíron parecia muito mais preocupado do que o normal. — Macária andou quebrando as regras. Os filhos da deusa estão ressuscitando por todo o mundo. Precisamos do máximo de ajuda possível.

— Eu sei — respondi, lançando um olhar para o espelho, onde, antes, o corpo da Baudelaire havia sido arremessado. — Eu tentei. Eu juro que tentei. Mas tudo o que eu encontrei foram pistas vazias e corpos sem vida.

— Oh! Você está bem? — comentou o homem, finalmente notando os ferimentos em meu corpo. — Venha para o acampamento. Daremos um jeito em seus ferimentos.

— Não se incomode, vovô. — comentei, caminhando em direção à mensagem. A imagem se dissipou, pois eu nem queria, nem iria lidar com Quíron naquele momento.

Meus passos me guiaram para fora da casa de festas. Fora dali, poderia pensar em tudo o que aconteceu, ou encontrar bebida o bastante para exatamente o oposto. Puxei um cigarro do bolso, prendendo-o entre os dentes da frente. As palavras do centauro ainda não haviam saído de minha mente, quando a ponta do objeto se acendeu. Traguei um pouco da droga, expelindo a nuvem de fumaça tóxica. Em meus lábios, um sorriso debochado. Curativos não vão curar o que está quebrado em mim.


Extras:
Itens e Pets Utilizados/Citados:
▬ {Athala} / Espada [A lâmina negra é feita de Bronze Celestial. Seu cabo em forma de caduceu, no entanto, é feito de ouro. Nele está gravado o nome da arma, que significa “Bela”. A espada pode assumir a forma de qualquer tipo de espada existente, de acordo com a vontade do usuário; por isso não possui um tamanho ou peso constante.] {Bronze Celestial, Ouro} (Nível Mínimo: 1) {Nenhum elemento} [Recebimento: Evento – Parallel Universe] ▬ Na cintura

▬ Relíquia Mágica [Colar simples e básico, podendo ser levado e escondido em qualquer lugar. Sua corrente é de prata negra, e cintila à noite. Seu pingente é em forma de pentagrama, feito de diamante. Duas vezes por missão e durante 2 rodadas, tendo no mínimo uma rodada de intervalo cria uma barreira mágica de cor roxa, esta cobre todo o feiticeiro. Protege contra ataques mágicos – principalmente - e ataques a longa distancia – lanças, bumerangues, correntes, flechas etc.; ataques diretos não são repelidos][Prata Negra; Diamante;] (Item de Feiticeiro) {Controle Mágico} [Presente de Reclamação por Circe] ▬ No pescoço

▬ Colar de equiceph [Colar feito de couro entrelaçado adornado com uma ferradura feita de ferro. Três vezes por evento, o colar pode ser ativado, fazendo seu usuário dobrar sua força física, de modo que a potência de seus golpes físicos e com armas corpo a corpo também dobre durante duas rodadas. Ao estar ativado, armas que sejam originalmente empunhada com ambas as mãos pode ser empunhada com apenas uma sem redução em seus movimentos. Para fins de resistência, o poder é equivalente ao nível 51.] (Nível mínimo: 51) {Material: Couro e ferro} [Ganho como recompensa pelo evento "O levante"] ▬ No pescoço

▬ Colar de Cristal da Luz [Um colar de prata com um pequeno pingente semelhante a um diamante. Sob a vontade do usuário, pode brilhar intensamente, como um arco-íris. Seu brilho é hipnotizante, fazendo com que o oponente perca o foco.] {Prata, Cristal da Luz} (Nível Mínimo: 1) {Nenhum elemento} [Recebimento: Evento – O Rapto] ▬ No pescoço

▬ {Jealeous} / Anel [Um anel de rubi feito com a mais pura prata da família Ervetöch. Esse artefato foi concebido à Drillbit como um espólio de guerra, sendo que o mesmo teve como seu último dono o semideus desertor que fora devorado pela esfinge. O anel, por fim, reserva a propriedade mágica de, uma vez por missão, abrir-se a partir do comando de seu novo dono, jogando uma rede mágica sobre o inimigo. A rede é feita de um material desconhecido e mede cento e trinta centímetros, porém é extremamente carregada de magia, prendendo a pessoa por duas rodadas. A rede só poderá ser destruída com magia, ou se não, ao final dos dois turnos, ela se desfará sozinha.] [Material: Desconhecido] [Nenhum Elemento] [Nível Mínimo: 15] {Recebimento: missão "The Trap and the Charade", por Tânatos e atualizada por Quíron] ▬ No anelar direito

▬ {North} / Bússola [Uma bússola de madeira tingida com tinta negra. A caixinha octogonal, que cabe na mão de Drillbit, possui pequenos detalhes e floreios prateados em cada um dos vértices. Por dentro, uma camada de vidro protege o ponteiro de prata que se move sobre uma rosa dos ventos. Roubada de Hermes, o item foi encantado. O ponteiro, em vez de apontar para o norte, aponta para aquilo que o usuário mais deseja em um raio de 2km, podendo ser usada duas vezes por evento/missão e com a duração de três turnos e com uma pausa de mais três turnos até a segunda utilização. Caso o alvo seja um item ou pessoa proteções mágicas, ele necessita estar abaixo do limite de cinco niveis acima do nível da bússola para que o efeito funcione corretamente. A bússola pode ser confundida por encantamentos que impeçam a descoberta daquilo que o usuário quer encontrar.] (Nível 74) {Madeira, Prata, Magia} [Recebimento: DIY “What about your father?”, avaliada por Apolo e atualizada por Asclépio.] ▬ No bolso
Habilidades Utilizadas:
Passivos


Considerar todos os passivos de Athena e dos Feiticeiros, até o nível 84. Destacam-se os seguintes:



Ativos


Sobre:
Drill
Pensamentos

Outros


O Drill usa mate e love como vocativo para, basicamente, todo mundo.
Peço perdão pelo template bugado, mas coloco a culpa nas mudanças de skin.
Tá pequeno, mas é porque não tinha nada nesse turno. q
Obrigado por ler até aqui. sz

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Re: Grupo 2 - Externo

Mensagem por 137-ExStaff em Sex 13 Maio 2016, 16:51


Les Revenants
They came back from the dead


Drill, traído e desconsolado, talvez nunca tivesse a certeza de que aquela Emma era a sua Emma verdadeiramente. Ao pensar de maneira profunda sobre o que aconteceu, ele formulou a hipótese de que ela não fosse ela. Mas nunca poderia saber e, mesmo se pudesse, as feridas dentro de seu ser já estavam profundas demais.

Avaliação e Considerações Finais

Drillbit Jackson:

Turno 1:

▬ Coerência: 75/75
▬ Estrutura, Coesão e Fluidez: 50/50
▬ Adequação à Proposta e Objetividade: 20/20
▬ Ortografia e Organização: 5/5

O turno foi fluido e um pouco melancólico, por assim dizer. Gostei do fato de sua descrição se atentar também para a localização dos itens, coisa que muitos players, inclusive o narrador que vos fala, não prestam tanta atenção a isso. Não notei nenhum erro ortográfico, muito menos outros erros mais graves — mesmo que não seja lá normal os semideuses terem contato com esfinges.

Turno 2:

▬ Coerência: 75/75
▬ Estrutura, Coesão e Fluidez: 50/50
▬ Adequação à Proposta e Objetividade: 20/20
▬ Ortografia e Organização: 4/5

Seu turno ficou completinho e bonitinho, talvez até melhor do que eu estava esperando. Embora tivessem alguns erros que provavelmente foram relacionados a digitação rápida, algo como "FVirei-me em direção à rua..." ou "— Eu não machucar você, querido.", não foram em quantidade suficiente para atrapalhar a coesão do texto. Porém, devo dizer que tirei um ponto de sua ortografia por causa desses errinhos.

Turno 3:

▬ Coerência: 75/75
▬ Estrutura, Coesão e Fluidez: 50/50
▬ Adequação à Proposta e Objetividade: 20/20
▬ Ortografia e Organização: 5/5

Fiquei um pouco na defensiva no final desse round por causa dos esquilos que você usou como solução para seu problema. Mas resolvi relevar por diversos motivos, dentre eles o fato de você não ter detalhado como eles encontraram a garota. Fora isso, nada a destacar.

Turno 4:

▬ Coerência: 75/75
▬ Estrutura, Coesão e Fluidez: 50/50
▬ Adequação à Proposta e Objetividade: 15/20
▬ Ortografia e Organização: 5/5

Turno desenvolvido de maneira quase satisfatória, afinal eu queria que você desenvolvesse melhor as duas lutas e, embora isso tenha sido tentado, não foi lá algo que eu esperava de você como semideus. Sei que você é um feiticeiro e que, por isso, não tenha usado tantas recursos de luta, mas eu esperava um pouco mais de proatividade com os feitiços e não um único feitiço com uma tentativa de fuga e mais alguns feitiços só para afastar os monstros do caminho, que praticamente foi o que aconteceu na primeira luta.

Turno 5:

▬ Coerência: 75/75
▬ Estrutura, Coesão e Fluidez: 50/50
▬ Adequação à Proposta e Objetividade: 20/20
▬ Ortografia e Organização: 5/5

Gostei de você ter criado uma alternativa que não colidisse com a descrição que elaborei. Além disso, parabenizo-o pelas descrições de sentimentos nesse último round.

Conclusão: Jovem, você já sabe o potencial que tem e que o que aponto é mais porque os vacilos sempre acontecem aqui e ali, o que acaba tirando alguns poucos pontos. Mas, com toda certeza, você merece a pontuação que conquistou aqui e eu tive que garimpar muito para achar seus erros.

Parabéns!

Total: 744xp ganhos.

Status final dos Personagens


Drillbit Jackson (Filho de Athena e Feiticeiro)
800/930 HP
610/930 MP

Emma D. Schwanz (Filha de Afrodite e Feiticeira)
Morta por atraso.

Rayna Baudelaire
Morta por não postagem.

Observações finais

— Para os semideuses que morreram a primeira vez, vocês tem direito a pedir a missão de segunda chance em até uma semana a partir desse post.
— Se os semideuses que morreram quiserem as parciais dos rounds, favor me contatar por MP e eu mandarei.




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Re: Grupo 2 - Externo

Mensagem por Organização PJBR em Sab 21 Maio 2016, 15:04

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Re: Grupo 2 - Externo

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