.: confused mind :.

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.: confused mind :.

Mensagem por Carylin S. Ogtöller em Qua 27 Abr 2016, 16:09


confused mind
do it yourself

A mente mais confusa, provavelmente, é a mais complexa e difícil de se decifrar. Seria por isso, talvez, que todos desistiam de Carylin? Seria por tal motivo que sua vida era uma turbulência sem fim, assim como sua própria cabeça?

Nesse tópico, a leitura das aventuras de Carylin é livre para qualquer um que quiser e puder ler, porém devo avisar que o uso de palavras de baixo calão e afins são totalmente previstos. Não garanto que tudo será claro, portanto, lhe pergunto:

Está preparado para tentar entender a mente mais confusa que já existiu?
Carylin S. Ogtöller
Carylin S. Ogtöller
Mentalistas de Psiquê

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90

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Torrington, Connecticut

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Re: .: confused mind :.

Mensagem por Carylin S. Ogtöller em Qua 27 Abr 2016, 16:41


the brother is alive?
do it yourself

Sentada em seu quarto sem se mover, Carylin encarava o próprio reflexo há meia hora. O que tinha de errado com ela? Por algum motivo, todos desistiam da garota; todos que prometiam ajudá-la, no final, se cansavam daquela busca insana. Talvez por isso, e somente por isso, a filha de Thanatos havia se cansado em sua defesa automática, antes que ela fosse a decepcionada da história: não aguentava mais aquele lugar, tanto quanto não aguentava Trent, o amigo que atualmente a ajudava. Mas será que ele era apenas um amigo? Para a menina, agora ele era até menos que aquilo. Tudo ali havia perdido a graça.

Tomando coragem para se mover e encarar o longo dia que teria, Ogtöller puxou a calça estirada na cama e a vestiu rápido, abotoando os botões automaticamente; passando as mãos no cabelo enquanto respirava num ritmo contínuo, caminhou até a porta de madeira e a abriu, sentindo o cheiro enjoativo de hospital ao qual tanto estava acostumada.

Como estava praticamente morando naquele hospício, conhecia cada pedacinho do lugar, tanto físico quanto não físico: os locais em que se esconder quando não queria ser achada, as lendas, os cheiros, as pessoas. Aquilo poderia ser útil, mas também tornava tudo chato e tedioso.

Ignorando Igor, o homem que tinha problema nos neurônios, Stone caminhou de cabeça erguida até as escadas, na qual alguém sempre caía; segurando as risadas ao lembrar-se das cenas, suspirou fundo para demonstrar confiança; não podia vacilar em sua posição com Trent.

Cara, já pensou como é estranho as pessoas aqui serem mais loucas que você?

— Acho que isso é ainda mais impressionante pelo fato de eu ser uma semideusa — disse, sorrindo; porém, assim que viu Trent a encarando, escondeu o sorriso e colocou de volta a expressão fechada, demonstrando firmeza.

Ouviu consentimentos em sua cabeça sobre seu comentário quando chegou ao fim dos degraus, indo diretamente para a mesa à sua frente. Kata, a garota que antes usava camisa de força, sorriu para Carylin e a ofereceu um garfo.

— Obrigada, Kata. Dá pra eu matar muitas pessoas com isso aqui — comentou inocentemente, observando o objeto em suas mãos. Realmente, ele era bem bonito.

— Já pensou que falar isso para uma garota com problemas de cabeça não seja tão sensato assim? — Trent chegou de repente, sussurrando no ouvido esquerdo da filha da morte.

A menina sequer arrepiou: permaneceu parada, sem sorrir ou responder. Queria dizer que não era nem um pouco sensata, e que tampouco se importava com as consequências de sua fala, mas decidiu simplesmente ignorar. Podia ser um ato insensível, mas era assim que se considerava naquele momento: sem sentimentos.

O filho de Dionísio sentou ao seu lado com exaustão, se controlando para não soltar um xingamento ou ofensa: ele sabia, mais do que ninguém, como era Carylin; sabia, por experiência própria, que às vezes ela tinha sentimentos demais, todos confusos, e às vezes não tinha nenhum. Naquele momento, o segundo caso estava presente. E ele odiava quando aquilo acontecia, porque era quase impossível alcançá-la. A única coisa que não sabia era que, daquela vez, Ogtöller planejava tornar aquela atitude permanente.

O homem pensou em tocar a menina enquanto a chamava gentilmente, mas refletiu melhor e decidiu que realmente não queria levar uma garfada em algum olho. Mordeu os lábios em uma expressão triste e, sem saber o que fazer, engoliu em seco.

Enquanto isso, passando-se alheia ao que acontecia ao semideus do seu lado — já que rapidamente esqueceu-se de Trent ao mergulhar em seus pensamentos —, Carylin refletia sobre o que faria naquele dia: geralmente teria algumas sessões de psicologia com o homem, mas não planejava ficar perto dele novamente tão cedo. Quem sabe, talvez, não se encontraria com Clarisse? Era uma mentalista que havia conhecido recentemente, e estava a ajudando mais do que qualquer um.

Sim, faria isso com certeza. Levantou-se sem olhar para os lados, andando diretamente para a porta de metal que trancava todo o local. Como não era realmente uma paciente internada, tinha a senha para abri-la, a qual logo digitou no painel. Saiu do hospício com a respiração mais leve, contente por ter se livrado do lugar pelas próximas horas.

Andou pelo que, para ela, pareciam somente alguns minutos, mas na verdade eram horas. Não que aquilo fosse um problema, já que Carylin amava andar pelas ruas pouco movimentadas da cidade: sentia a brisa no rosto, observava pessoas e conversava com sua mente agitada — o que já fazia mais que parte dela. Então, o que supostamente era “de repente”, a prole da morte chegou aonde desejava: a casa de Clarisse.

Era uma construção pequena, já que somente uma pessoa a habitava, mas não deixava de ser bonita e elegante: tinha uma estrutura delicada, possuindo a frente toda lilás. Sem hesitar, Ogtöller subiu os degraus da entrada e tocou a campainha, ansiosa. Ultimamente, os melhores momentos de seus dias eram quando estava ali, sem ninguém a pressionando sobre nada.

— Oi, Cary! — A amiga parecia nervosa quando abriu a porta, sorrindo de um modo estranho — Tem um amigo aqui e a gente ia procurar outra pessoa agora, mas você pode vir com a gente. Quanta mais ajuda melhor.

Clarisse deixou a porta aberta para a prole da morte e saiu andando, falando sozinha sobre não saber como faria aquilo. Ogtöller ficou curiosa para saber o que estava acontecendo, mas resolveu não perguntar. Descobriria de qualquer modo se fosse com eles, como proposto.

Fechando a porta e se dirigindo para a sala, a esquizofrênica ouviu um menino perguntando quem havia chegado. Assim que ouviu aquilo, seu coração disparou: a voz lhe era familiar, embora não conseguisse lembrar-se de qual situação; e mesmo assim estava nervosa, como se tivesse esperado por aquilo durante muito tempo.

Clarisse respondeu, citando o nome de Carylin, e essa última pôde ouvir o desconhecido perder o fôlego. Ele lhe conhecia? Curiosa, adiantou-se em passos grandes e chegou ao mesmo recinto em que os dois semideuses estavam, percebendo que o de sexo masculino lhe encarava com grandes olhos pretos, idênticos aos da filha de Thanatos...

Ali, a alguns metros dela, estava Christian, seu irmão gêmeo que havia a abandonado. Em fração de segundos, inúmeras emoções passaram por Carylin: saudade, tristeza, felicidade, rancor e, por fim, ódio. Seus punhos se fecharam com violência, e lágrimas quentes brotaram dos olhos da menina repentinamente. Sem conseguir se mover, seus lábios formaram palavras claras:

— Você me abandonou. Eu precisava de você, e você abandonou.

Enquanto Clarisse tinha uma expressão confusa, Christian não demonstrava nenhum sentimento: parado ali, como uma pedra, ele somente deu de ombros. Seus olhos cravados em Carylin não demonstravam nenhum remorso ou arrependimento.

— Fiz o que tinha que fazer para ser livre, e não me sinto mal por isso. Na verdade, faria tudo novamente — ele continuou imóvel ao dizer isso, o que fez a menina ranger os dentes. Depois de alguns segundos, que utilizou para digerir as palavras, limpou suas lágrimas e deu as costas ao irmão.

Saiu correndo da casa, batendo a porta ao passar. Para onde iria agora? Sem saber, somente sentou-se no meio-fio da rua e colocou a cabeça entre as pernas, desesperada. Havia tanto tempo desde a última vez que vira o irmão que já o considerava morto; então, de repente, ele estava ali. Vivo e bem, sem nunca tê-la procurado. Saber aquilo a machucava.

— Carylin? O que aconteceu? — Ao ouvir a voz familiar e reconfortante de Trent, Ogtöller levantou-se desajeitada e correu em direção ao som, jogando-se no homem ao vê-lo. Naquele momento, esqueceu de todas as precauções: esqueceu-se de que estava o ignorando, e mais ainda de que não queria ser magoada por ele. Já estava tão magoada que, naquele momento, não fazia diferença. Somente precisava de alguém que a reconfortasse.

Contou tudo para ele em meio as lágrimas, sem nem perceber que o filho de Dionísio a tirava dali lentamente. Não sabia se ele tinha a seguido nem nada, mas realmente não importava. Quando terminou sua história, Trent somente a abraçou, e era tudo de que ela precisava.

Após se afastarem o suficiente da casa de Clarisse para não serem seguidos, os semideuses se sentaram em um banquinho branco que havia perto do meio-fio, do qual Carylin jurava não se lembrar anteriormente. Parecia que, de repente, ele havia surgido ali. Apesar disso ser estranho, a prole da morte estava mal demais para comentar sobre, então somente fingiu não ter notado.

Assim que repousaram sobre a madeira, ambos instantaneamente começaram a se sentir levemente sonolentos... Não sabiam exatamente o motivo, mas a sensação era tão forte que não conseguiram se comunicar.

Até que tudo se apagou.

X X X

Carylin abriu os olhos abruptamente, assustada com alguma coisa desconhecida e silenciosa; Trent, como sempre mais calmo, se punha de pé e encarava o banco com certa confusão. Os dois se lembravam somente de terem sentado ali e sentido certa sonolência, o que não explicava exatamente nada.

Naquele momento haviam acordado no mesmo local, mas o mundo parecia diferente: o céu não estava ensolarado como de costume, e o horizonte parecia brilhar... Seria aquele um mundo paralelo? Antes que pudessem sequer fazer alguma pergunta um para o outro, uma voz feminina ressoou em seus ouvidos:

— Esperavam algo mais criativo? Sinto muito, precisava dos dois urgentemente — o som era familiar à Carylin, assim como que o que ela ouvira mais cedo também fora... Mas, balançando a cabeça para se livrar das lembranças, a menina focou na mulher à sua frente: Psiquê. — Estão ocupados demais para fazerem um favor para mim?

Avoada como sempre, Ogtöller deixou Trent assumir a conversa com a deusa. Obviamente, ele disse que estavam prontos para fazer qualquer coisa por ela; internamente, a prole da morte agradeceu por ter arrumado uma ocupação: assim, se focaria e esqueceria-se dos acontecimentos recentes.

— Pode nos explicar o que temos que fazer, Psiquê? — disse a menina, apressada para conhecer sua missão. A deusa a olhou com surpresa, como se percebesse pela primeira vez sua presença. Sorrindo, a mulher cumprimentou Carylin com um olhar suave, ao qual foi retribuída com prazer. A filha de Thanatos não era de sorrir, mas devia muito àquela divindade em especial.

Com paciência, foi explicado que deveriam ir atrás de um mentalista desaparecido: Psiquê o havia mandado em uma missão, mas ele não havia voltado... Suspeitavam de que tivesse sido aprisionado.

— O nome dele é Blank, filho de Nêmesis e um dos meus mentalistas. Possui dezenove anos, mas já é muito experiente. Espero que somente vocês dois consigam trazê-lo de volta... Se conseguirem, isso aqui é para vocês retornarem para casa. Quebrem ao meio e trarei todos vocês de volta — ela deu para eles uma tornozeleira prateada que emanava um brilho assustador, e então tudo se apagou.


X X X

Então, de repente, ambos os semideuses acordaram novamente no banco, mas agora em suas vidas reais. Nas mãos de Trent se encontrava um papel contendo um endereço, provavelmente sendo o qual precisavam ir, enquanto Carylin segurava a tornozeleira lhes concedida — a qual ela colocou em sua perna. A prole da morte, que se encontrava perdida em seus próprios pensamentos, encarou o homem e esperou que ele se pronunciasse.

— A gente vai ter que viajar um pouco pra chegar nesse lugar aqui, Cary — disse com delicadeza, começando a andar em direção ao hospício. Estendendo a mão para pegar a da menina, ele levantou as sobrancelhas. — Já conhece Las Vegas?

X X X

— Tem certeza que é aqui, Trent? Esse lugar parece abandonado — Carylin perguntou pela terceira vez, se encontrando em frente a uma livraria antiga e empoeirada. O local realmente estava com uma aparência de esquecido, como se os donos não fossem ali há muito tempo, e muito menos os clientes. — A gente pode ter errado o endereço.

Sorrindo por causa da insistência de Ogtöller, o homem a puxou pelo braço e, já abrindo a porta da loja, disse que tinha certeza. Conhecia Los Angeles como a palma de sua mão, já que havia morado ali antigamente. Assim, meio obrigada e contra a sua vontade, a prole da morte entrou na livraria.

Somente uma pouca luminosidade penetrava ali, de modo que essa minoria iluminava a poeira em excesso que o lugar continha. Começando a tossir, a menina rangeu os dentes e emburrou a cara, já gostando menos daquela missão; enquanto isso, Trent somente seguia em frente, prestando atenção em todos os detalhes ao seu redor, mas sem enxergar muita coisa.

Por que Psiquê não manda a gente pra uma praia? Sério, aqui ta fedendo de tanto tempo que ninguém limpa.

Ogtöller soltou um riso ao ouvir o comentário, mas o amigo nem se deu o trabalho de perguntar do que ela estava rindo: já havia se acostumado com a menina e seus delírios, de modo que nem se preocupava mais. Somente pediu para que ela o ajudasse a procurar alguma coisa, já que sua visão era bem melhor no escuro do que a dele.

— Trent, não adianta eu ter uma visão melhor, eu não vou achar nada porque... — estava prestes a dizer “porque não tem nada aqui”, mas sua fala foi interrompida por alguma coisa no chão, na qual ela tropeçou. Soltando um ruído de dor, a menina se abaixou e olhou o que era, com raiva e curiosidade.

Sob os olhares apressados de Trent, constatou que aquilo era uma alavanca. Não sabia por qual motivo estava ali, mas provavelmente não era um “nada”. Perguntou ao homem se, por algum acaso, deveria usá-la, e foi respondida com movimentos e palavras que queriam dizer “com certeza”.

Juntando as forças dos dois, conseguiram mexer o objeto com uma leve dificuldade; parecia que havia anos que ele não se movia, ficando enferrujado. Porém, se aquilo fosse uma pista de verdade, recentemente outro semideus o tinha utilizado.

Após os primeiros segundos de espera nada aconteceu, mas de repente um barulho ensurdecedor começou a soar pelo ambiente, exatamente como o da alavanca se movendo, só que mais alto e estridente. Ambos tamparam os ouvidos com urgência, mas conseguiram ver a parede à sua frente se abrindo e revelando uma escada enorme e escura.

Talvez ela fosse assustadora e mortal — já que não tinha corrimão e aparentemente em suas laterais havia somente o vão —, mas aquilo não parou os semideuses: além de suas curiosidades eles tinham uma missão, a qual eles não deixariam de cumprir nem que a morte os ameaçasse.

Pegando na mão de Trent com força, Carylin tomou a frente com decisão, já que tinha uma visão melhor e podia conduzi-los. Entendendo a situação, esse outro nem teve forças para argumentar: somente respirou fundo e acompanhou a menina.

A descida foi demorada e difícil, de modo que, quando finalmente chegaram ao fim da escada — um corredor estreito, longo e igualmente escuro —, estavam ofegando e com as pernas bambas. Por tal motivo pararam um segundo para respirar calmamente, intervalo no qual Carylin pôde ouvir uma coisa que não esperava: a voz de Christian.

Pelos primeiros momentos achou que era por conta de sua esquizofrenia, mas ele gritava por socorro de modo tão desesperado e real que Ogtöller se sentia pressionada a fazer alguma coisa. Ouviu Trent gritar, de longe, que havia uma porta no final do corredor em que se encontravam, e então a possibilidade passou pela sua cabeça: era possível que o irmão estivesse ali?

A prole da morte então saiu correndo como a louca que era, parando somente ao chegar ao amigo com a mão na maçaneta. Apressando-o para abrir, a menina se jogou recinto adentro sem nem antes verificar do que se tratava. Estava quase certa de que Christian estava ali e, por mais que o odiasse, não conseguia ignorar os pedidos de socorro.

Sentiu Trent a puxando pelo braço, mas isso não a impediu de ver a cena: um ciclope de dois metros de altura lutava contra seu irmão e Clarisse, de modo que Christian estava sendo jogado contra a parede. Isso a lembrou da fala "estamos indo procurar outra pessoa", de quando se encontrou com a amiga, mas uma cena a distraiu: outro menino, provavelmente Blank, tentava abrir uma gaiola bem elaborada que prendia um Venti — ou Anemoi Thuellai, como muitos conheciam. O animal era um grande cavalo, igualmente a um corcel, e sua beleza teria impressionado a menina se ela não estivesse desesperada: seu pelo era totalmente branco, e sua crina era de um tom de azul que ela nunca tinha visto. Em alguns momentos, quando olhava rápido, podia perceber raios de eletricidade passando por todo o seu corpo.

Carylin teve o impulso de correr para ajudar o parente, mas o amigo, que ainda segurava o seu braço, a puxou pela cintura e sussurrou as palavras “solte o Venti”. De início ela não entendeu muito bem, mas logo o viu correndo para o ciclope com uma velocidade impressionante. Acordando de seu transe, a filha de Thanatos correu para a gaiola e mandou Blank se afastar, logo pegando a fechadura com destreza.

Quando era pequena, geralmente os pais a prendiam em um freezer grande e antigo, no qual o cadeado conseguia se deslocar para o lado de dentro; ao longo do tempo, Carylin adquiriu certa habilidade com fechaduras: conseguia destrancar qualquer uma, seja ela qual fosse. Era assim que, sem ninguém perceber, a menina conseguia fugir de seu castigo.

Achava que aquilo nunca ia ser útil, mas agora estava sendo. O animal se encontrava agitado do lado de dentro da jaula, o que fez Ogtöller se arriscar e esticar uma das mãos para ele. Fazendo um barulho tranquilizante, ela sorriu.

— Vai ficar tudo bem, eu vou tirar você daqui — não sabia se ele tinha entendido ou não, mas se acalmou. Ficou a encarando com certa curiosidade, observando todos os seus passos.

Assim, a prole da morte tomou o cadeado enorme em mãos e, em questão de segundos, conseguiu desbloqueá-lo. A porta da gaiola se abriu com barulho, de modo que o ciclope em batalha a olhou com surpresa. Não esperava isso, então não teve uma reação quando ele jogou uma lança em sua direção.

Pensou em se abaixar, mas o Venti foi mais rápido: talvez pela menina tê-lo soltado, ele fez alguma coisa que desviou a lança dela e a deixou intacta. Nesses momentos de distração, seus amigos tiveram tempo de preparar um ataque e matar o monstro, que caiu com um estrondo no chão.

Encarando o corcel, Ogtöller se aproximou dele e passou a mão em seu pescoço lentamente; em uma reação agitada, o cavalo passou sua cabeça na barriga da menina, quase a fazendo cair e arrancando uma risada animada dela.

A filha de Thanatos tinha a intenção de continuar ali, mas viu que Christian a encarava com certa intensidade. Pensou em ignorar, mas ele começou a andar em sua direção com uma expressão triste.

— Parece que ele gostou de você — disse, se referindo ao Venti. Dando de ombros, Carylin não se pronunciou. — Escuta, Cary. Desculpa por ter falado aquilo mais cedo, não era verdade. Eu fugi de casa porque descobri o que era e papai ameaçou me matar, mas eu pretendia voltar para te buscar quando você fosse mais velha... Eu voltei, na verdade, mas você já não estava mais lá.

Carylin queria perguntar por que, mais cedo, não havia percebido que ele estava mentindo, mas somente se jogou em cima do irmão e o abraçou. Estava com saudade, e não pensaria duas vezes antes de perdoá-lo.

— Que tal irmos embora agora, Carylin? Acho que estamos todos prontos — ela ouviu a voz de Trent, e percebeu que o Venti vinha correndo em sua direção. Olhando nos olhos de cada um ali, a menina pegou sua tornozeleira e a quebrou ao meio, sem saber o que aconteceria depois.

X X X

Estavam no jardim do hospício — Carylin, Trent e Lwviyn (o Venti) — e, enquanto o homem fazia tranças no cabelo da menina, o cavalo corria em suas voltas animado e empolgado. Ao encontrar Psiquê, ela havia dito que, a mando de alguém, o ciclope havia sequestrado o corcel e o prendido. Desse modo, quando Ogtöller soltou o animal, ele tinha ficado tão grato que agora não queria deixá-la.

E, depois de tudo o que aconteceu, a prole da morte também não queria deixar mais ninguém: Christian, Lwviyn, ou até mesmo Trent.

Ela não ia deixá-lo ter a oportunidade de ir embora nunca mais.

ARE YOU READY?:
Carylin tem esquizofrenia sz
Armas:
{Death} / Foice [Foice da Morte; mede cerca de 2 m. O cabo é feito de bronze sagrado, assim como sua lâmina. Ao desejo de seu dono, a partir do nível 20, ela se transforma em um pingente de foice] {Bronze Sagrado} (Nível Mínimo: 1) [Recebimento: Presente de Reclamação de Thanatos]

{Sullem} / Anel [Anel feito de Ferro Estígio com uma grande Safira Negra incrustada em seu centro, representando uma caveira. Quando o usuário estiver com seu status de vida pela metade, uma aura negra o envolve. Faz com que a áurea recupere 20% do HP uma vez por missão] {Ferro Estígio e Safira} (Nível Mínimo: 1) [Recebimento: Presente de Reclamação de Thanatos]

{Spanown} Capa [Uma capa negra feita de veludo e com capuz. A capa emite uma leve aura amedrontadora, por se lembrar da capa creditada a morte. A aura possui efeito até mesmo em seus aliados e animais, não possuindo efeito apenas sobre criaturas de nível igual ou maior. O efeito faz com que a defesa do inimigo reduza em 10%, por causa de seu temor em ser morto enquanto estiver próximo do portador a até 3m de distância, mas resistências ainda devem ser aplicadas. Adicionalmente, duas vezes por missão, por um período de dois turnos, há um efeito de camuflagem que deixa o usuário furtivo, escondido, diminuindo as chances de serem encontrados.] {Veludo negro} (Nível Mínimo: 1) [Recebimento: Presente de Reclamação de Thanatos]

♣ Launches painful (Lança de prata fundida com um veneno, que causará dores cada vez mais fortes a cada vez que cortar ou perfurar a pele do atingido. Após uns 3 cortes pequenos ou 1 grande (depende da gravidade, da localização e da imunidade do atingido), até 5 HP começará a ser retirado por turno, até a morte do atingido, retirada do veneno ou magia para imunidade. Qualquer magia ou soro retira esse veneno] {prata} {veneno simples} {nível mínimo: 5}[Comprado de Kalled C. Almeida, atualizado por Lady Íris]

❃{Panoplía} / Jaqueta [A semideusa foi presenteada com uma jaqueta pelo seu mais novo amigo, Joaquim. Tal item é quase imperceptível, se camuflando como uma simples blusa enquanto a semideusa estiver em locais que cuidem de sua saúde (visto que normalmente teria uma roupa especifica para isso, a jaqueta se "transforma" visualmente na roupa que deve ser usada, mas apenas é vista pelas outras pessoas deste jeito - ela não modifica sua forma, cor ou peso, na realidade). Além da ilusão, é 50% resistente ao fogo (caso o elemento provenha de semideuses com mais de 10 níveis abaixo do dela), 25% se estes forem de 10 até 1 nível mais fracos e apenas 10% se forem de 1 até 10 níveis mais fortes. Protege os braços e o tronco da semideusa completamente contra fogo natural por até três turnos. Por conseguir manter o controle natural dentro da jaqueta, esta não se destrói facilmente com altas temperaturas provenientes de fogo ou calor natural (assim, deixa a semideusa 20% mais aquecida em temperaturas baixas e pode se tornar 'leve' em temperaturas altas, sem necessidade de tira-la por conta do calor). Não se transforma em armadura, mas ameniza danos de ataques diretos em 10%. Possui dois bolsos normais na parte interior e pode ser destruída por qualquer elemento diferente (provenientes de adversários mais fortes) ou por semideuses de fogo com mais de 10 níveis em comparação com a semideusa.] {Couro} (Nível Mínimo: 15) {Resistência ao fogo e calor} [Recebimento: Missão "O Novo Amigo", avaliada por Athena e atualizada por Psiquê.]

• {Werewolf} Bracelete [Exatamente igual ao bracelete que fora usado para controlar e transformar o soldado companheiro do semideus dentro da história de Chapeuzinho, Werewolf possui propriedades semelhantes, mas não tão bruscas para o portador. Uma vez por evento, conforme o desejo do dono, a pedra avermelhada começa a brilhar, evidenciando a liberação do poder. Seus efeitos fazem com que o semideus assuma características lupinas não físicas, ou seja: Sentidos extremamente aguçados (visão, audição, paladar e olfato) e também um aumento de 60% na força e agilidade. Por outro lado, há uma desvantagem: Enquanto estiver sob os efeitos do bracelete, o semideus sofrerá o dobro do dano inicial caso a arma utilizada contra ele seja feita de prata. Os efeitos duram 3 rodadas.] (Couro, rubi, magia) [Recebimento: Treino OUAT - Chapeuzinho Vermelho. Avaliado por Ayla Lennox e atualizado por Asclépio]

✣ Anima Bracelet. [Um bracelete de prata com o desenho de borboleta em ouro. Esse bracelete pode ser ativado com o desejo mental do usuário e transforma-se em uma corrente que pode medir 10m. Essa corrente é feita de prata e ouro sagrado, bastante resiste a tal ponto de ser semi-indestrutível. Ela obedecerá aos comandos mentais do mentalista com perfeição, independente do nível que ele esteja.] [Materiais: Ouro Sagrado e Prata Sagrada] (Nível mínimo 1) {Elemento: Psíquico} [Recebimento: presente por ser mentalista]

✣ Yin Yang. [Uma espada de punho prateado e com um desenho bem talhado de uma borboleta em azul. Sua lâmina é de uma beleza diferenciada, pela divisão do cume central, metade dela possui um material negro e a outra metade é feito de prata sagrada. Seu corte é duplo e sua ponta afinada, uma espada bastante resistente. Ela possui uma habilidade de ativar um segundo modo em que a espada original se divide em duas, uma de lâmina totalmente preta e outra de prata sagrada. Nesse segundo formato a sua resistência diminui um pouco, porém seu corte fica extremo, podendo cortar metais pesados e causar efeitos sobre armas sagradas. Essa espada vem em uma bainha preta com entalhes azuis em borboletas, ela se adapta ao corpo do mentalista podendo ser usada do modo que este desejar carregar a espada.] [Materiais: Prata Sagrada e Material Negro] (Nível Mínimo: 1) {Elemento: Psíquico} [Recebimento: Presente por ser mentalista]

{Fake God} / Colar [Um colar artesanal, feito com cordão preto, no qual fica preso a ponta de um chifre de equiceph, pequeno o bastante para caber na palma da mão. O pingente incomum acumula, dentro de si, a habilidade utilizada pelo monstro para ludibriar seus seguidores. Uma vez por missão, tocando o objeto, é possível ativá-lo. As palavras do usuário serão capazes de convencer qualquer um que seja capaz de ouvi-las. Na prática, as ordens do usuário passam a ser 20% mais efetivas. É necessário, no entanto, apresentar argumentos que consigam fazer a cabeça do alvo. Cabe ao narrador decidir se a argumentação foi suficientemente boa para atingir o efeito desejado. Oponentes de nível maior que o do usuário não são afetados. O poder não é capaz de convencer seu alvo a cometer suicídio ou colocar-se intencionalmente em perigo. O efeito dura duas rodadas.] {Cordão, chifre de equiceph] (Nível Mínimo: 26) {Nenhum Elemento} [Recebimento: Missão A Fera de El Paso, avaliada por Hades e atualizada por ~Eos]
Poderes:
Passivos:
Thanatos:
Atração Fatal - Thanatos, dentro da mitologia, sempre foi retratado como belo, possuindo não apenas a questão física, mas também uma aura de atração, rivalizando com Apolo como modelo de ideal masculino. Esse poder entra em oposição direta com o medo que sua função provoca, mas apesar do paradoxo, aqueles que entram em contato não dixam de se sentir admirados. Seus filhos herdam tais características e, apesar de tudo, exercem influência sobre as pessoas ao redor, recebendo uma bonificação adicional de 10% para a efetividade de poderes de charme, sedução e persuasão quando estão visíveis ao alvo. [Modificado, antigo "Beleza"]

Nível 02
Visão obscura - Essa habilidade implica que o filho de Thanatos vai poder enxergar perfeitamente em lugares escuros, considerando que seu progenitor vive no submundo. O alcance visual, contudo, não é alterado. Não é válido para escuridão mágica.

Nível 04
Presença perturbadora - Apesar de reconhecidamente bellos e/ou atraentes, filhos de Thanatos ainda herdam certa ligação com o mundo inferior, o que lhes rende uma aura ambígua: se por um lado sua aparência encanta, por outro, sua presença perturba e incomoda a maioria das pessoas ao redor - algo que fica perceptível com o ganho de poder e a evolução do semideus. Humanos e animais comuns tendem a se afastar, e mesmo seres mitológicos e outros semideuses podem ficar levemente perturbados. Não afeta filhos dos 3 grandes ou de deuses do submundo. A aura aumenta em 50% a dificuldade de domar qualquer criatura viva cuja origem não seja o submundo. Por outro lado, personagens sensíveis que sejam 10 níveis ou mais abaixo do semideus não tomarão iniciativa no primeiro turno de um combate direto (mas ainda podem atacar de forma oculta, como uma emboscada, ou revidar ataques recebidos). É um efeito mental de medo, portanto admite resistências. [Modificado, antigo "Influência sobre o medo"]

Nível 06
Respiração subterrânea - É a habilidade de se adaptar a lugares fechados, pequenos e subterrâneos. Respirarão perfeitamente em tais locais como se fosse ar puro, sem obter nenhuma dificuldade ou coisa do gênero, desde que exista uma quantidade mínima de oxigênio nesses locais. Note que se aplica a ambientes com pouca oxigenação, mas não oferece nenhuma resistência a venenos e similares.

Nível 07
Sensibilidade de morte - Não importa quando ou onde, mas o filho de Thanatos sentirá quando alguém morrer ou estiver a beira da morte em um raio de até 100m - ainda que não identifique quem morreu ou a causa da morte. Não prevê movimentos em batalha, mas se alguém for ferido mortalmente em uma, ele sentirá.

Nível 09
Malogro - Assim como manifestações espirituais que provocam reflexos no mundo físico, a simples presença dos filhos de Thanatos afeta algumas manifestações, tais como poderes relativos à vida e às plantas. Poderes de criaturas do tipo planta e de filhos de Perséfone e Deméter e dríades são um pouco menos eficazes contra eles, sendo reduzidos em 10%. Em contrapartida, filhos de Thanatos sempre recebem a mesma porcentagem em bonificação (para chance de acerto e dano, arredondando para baixo) quando o alvo se encaixa nessas categorias. [Antigo "Baldado", modificado]

Nível 10
Aura opressora - A aura do semideus provoca desânimo ou inquietação nas pessoas ao redor. Não afeta de modo perceptível a pessoas comuns, mas auras de otimismo e alegria provenientes de outros semideuses são anuladas em um raio de 20m ao seu redor. Infelizmente, se aplica a auras benéficas que poderiam afetá-lo também. A partir no nível 20 pode ser "desligada" como uma ação livre, sem custos. [Novo]


Nível 12
Fleuma - Filhos de Thanatos não se abalam facilmente, sendo controlados e, por isso, resistentes a efeitos de medo - uma caracteristica natural pelos poderes e postura de seu pai. Poderes de medo não provocam efeito se provenientes de oponentes até 10 níveis mais fracos, e causam apenas metade do efeito se entre 10 níveis abaixo e 10 acima, afetando-os normalmente além disso. Note que só é válido para poderes que provoquem o sentimento em si e efeitos derivados, mas não dano direto. [Modificado, antigo "Coragem natural"]

Nível 13
Focado - Assim como Thanatos não se distrai facilmente em seu trabalho, seus filhos também não o farão. A partir desse nível, caso sejam alvos de poderes que causem confusão ou distração, os efeitos serão reduzidos em 20%, independente do nível da fonte (exceto para fontes divinas diretas). [Novo]

Nível 17
Autoridade Mortis - Baseado no medo, melancolia e o pré-morte, sua voz agora tem um tom mais sinistro na audição alheia. Dessa forma, ações e poderes de intimidação que contenham componentes verbais recebem uma bonificação de 25% para efetividade/ chande de sucesso. [Modificado]


Nível 19
Estoico - O Estoicismo reflete uma personalidade endurecida, séria e pouco dada a arroubos, uma postura rígida e pouco efusiva - da mesma forma que Thanatos e seus filhos. A prole do deus da morte sofrerá menos com alterações emocionais a partir desse nível, controlando melhor suas reações. Dessa forma, poderes que provoquem arroubos emotivos (tristeza, alegria exacerbada ou fúria) provocarão menos efeito nestes semideuses - 50% menos para alvos de até 10 níveis acima, e funcionamento normal além disso. [Novo]

Nível 20
Visão aprimorada - Os olhos da morte devem ser totalmente apurados, pois sempre há quem acredite em enganá-la. Nesse nível, os filhos de Thanatos terão o alcance visual duplicado. [Nome modificado, antigo "Visão da morte"]

Nível 22
Identificar deterioração - Não são apenas as coisas vivas que morrem - objetos se decompõe, construções se tornam ruínas - tudo tem um "tempo de vida útil". O filho de Thanatos, se concentrando, é capaz de perceber pontos a sua volta que estejam em algum estado agravado de deterioração, seja um corpo de um ser vivo em decomposição, sejam as ruínas de um templo. O sentido requer concentração mas não gasta energia - apenas impede o usod e outros poderes ou de ações bruscas, mas falar e andar é permitido. O raio é fixo, sendo de 100m. No primeiro turno, indica se há a presença de algo relevante, o segundo indica o nível de deterioração (inicial, mediano ou avançado) e o terceiro a localização exata. Para uso em narradas e similares, consulte o narrador sobre o que a percepção do personagem capta. [Novo]

Nível 23
Sono restrito - A morte não costuma descansar, e o mesmo se aplica aos seus filhos. Filhos de Thanatos nesse nível requerem apenas 6h de sono em vez das 8h normais para se recuperarem. No nível 33, passa para 4h de sono. Em ambos os casos, o poder é válido apenas para condições adequadas de repouso. [Novo]

Nível 25
Silêncio sepulcral - Santúarios, túmulos e sepulcros em geral são locais silenciosos e que não devem ser perturbados. Um filho de Thanatos tem esse sentido instintivamente, e seus passos tornaram-se mais silenciosos com o tempo. Apenas criaturas muito atentas, com audição apurada ou outros sentidos conseguirão notar facilmente sua aproximação, tornando mais fácil um ataque surpresa ou aproximação cautelosa. Ele ainda provoca sons naturalmente caso não haja cautela no andar ou caso seja intencional. [Novo]

Nível 27
Odor diferenciado - A partir desse nível, o odor dos semideuses é modificado, ocultando sua natureza. Apenas monstros e oponentes mais fortes podem detectar que o filho de Thanatos é um semideus pelo cheiro. Rastrear pelo faro ainda é possível, pois ainda que o odor não o denuncie por sua natureza, o corpo, como ocorre com o de qualquer pessoa, ainda emitirá um cheiro específico e individual. [Novo]
Psiquê:
◉ Nível 2. Memória fotográfica: Tudo o que você ver ou ler ficará gravado em sua memória por anos, serve tanto para imagens para textos.

◉ Nível 7. Detector de Mentiras: Sabe exatamente quando uma pessoa está mentindo ou não, é como se sua mente se agitasse na presença da mentira.

◉ Nível 10. Empatia: Você sabe exatamente o que o outro está sentindo em termos de emoções.
Ativos:
— Nenhum ativo.
Recompensa almejada:
♆ {Lwviyn}/ Anemoi Thuellai [288 HP/ MP]
Anemoi Thuellai [Lwviyn parece um grande cavalo, igualmente a um corcel, e sua beleza impressiona a todos: seu pelo é totalmente branco, e sua crina é de um tom de azul diferente de qualquer um já visto. Em alguns momentos, quando se olha rápido, pode ser percebido raios discretos de eletricidade passando por todo o seu corpo.] [288 HP/ MP] [Filhote] [Recebimento: DIY "the brother is alive?", avaliada por ____ e atualizada por ____.]

Carylin S. Ogtöller
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Re: .: confused mind :.

Mensagem por 127-ExStaff em Qui 09 Jun 2016, 15:27


avaliação
diy de carylin ogtöller

Pois bem, Carylin, chegamos até a sua avaliação. E foi uma boa DIY num olhar geral; com essa sua ortografia impecável, sabendo exatamente como usar cada palavra e, ainda, pontuando corretamente do início ao fim. É algo a se orgulhar. Sequer teve erros de digitação. No entanto... algo pulou na avaliação quando pude concluir a leitura da sua missão: a criação do enredo.

Como uma DIY, todo o enredo fica por sua conta. Cada detalhe, cada ponto a ser seguido, cada possível lacuna a ser fechada; tudo isso tem que ficar com você. E é fundamental que consiga cumprir isso para que tudo venha a fazer sentido.

Sendo sincero, seu enredo foi completo; você fez "início, meio e fim", por assim dizer, mas esse não é o problema. O que vi como um erro em seu enredo foi a quantidade de cenários e de viradas numa mesma história. Isso não soaria errado se você tivesse cuidado minimamente de cada um, não os fazendo ser locais passageiros enquanto tinham a sua importância. Pareceu que quis narrar tudo, mas correu e não se aprofundou, seja omitindo informações no sonho, seja não explorando muito as possibilidades que tinha. Teria sido melhor se você tivesse conseguido limar algumas partes e usado a disposição que teve para fazê-las construindo melhor as outras, entende?

Esse não é um problema simples, porque geralmente é causado pela automatização da nossa escrita. O que você precisa fazer é se atentar minimamente a cada ponto que vai escrever, não deixando que pontos como os citados deixem de ser explorados. Adoraria ter visto o sonho ser explorado, adoraria ter visto as emoções delas mais citadas em momentos diversos, adoraria ter visto alguns detalhes da batalha — cuidados como os que vi no começo do seu post, mas que foram se perdendo de acordo com a progressão que ele tinha.

Não me leve a mal, porque foi algo bem executado quando olha-se o todo, e principalmente quando compara-se a outras produções. Essencialmente, foi algo que eu gostei. Só não consegui me livrar da sensação de uma falta de profundidade, que poderia ter sido evitada de acordo com tudo o que já falei.

Posso não ter me expressado como queria aqui — transformar o sentimento em palavras foi impressionantemente difícil —, então, caso ainda não tenha entendido ou tenha dúvidas, me mande MP.

Fora isso, um último adendo é sobre as informações gerais para guiar o avaliador: segundo as regras (e já recomendo que as leia novamente), você precisa colocar informações como uma sugestão de desconto de HP e MP, entre outros. Também recomendo que coloque um resumo da sua trama; algo além de "Carylin tem esquizofrenia sz". Entendi pontos da sua trama pessoal porque soube revelar, mas isso não basta. Tente colocar algo assim da próxima vez, ok? No mais, meus parabéns, Carylin! E, ah, muito cereal.



Δ Recompensas finais, descontos e penalidades Δ

Coerência: 200/200
Coesão, estrutura e fluidez: 100/100
Objetividade e adequação à proposta: 32/60
Ortografia e organização: 40/40

Resultante: 372 exp 186 exp (desconto pela recompensa) + recompensa solicitada. Desconto de 0 HP e 40 MP. Sem penalidades.

Recompensa solicitada:
♆ {Lwviyn}/ Anemoi Thuellai [288 HP/ MP]
Anemoi Thuellai [Lwviyn parece um grande cavalo, igualmente a um corcel, e sua beleza impressiona a todos: seu pelo é totalmente branco, e sua crina é de um tom de azul diferente de qualquer um já visto. Em alguns momentos, quando se olha rápido, pode ser percebido raios discretos de eletricidade passando por todo o seu corpo.] [288 HP/ MP] [Filhote] [Recebimento: DIY "the brother is alive?", avaliada por Deméter e atualizada por ____.]

Δ Aguardando atualização Δ

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Re: .: confused mind :.

Mensagem por Hera em Seg 08 Ago 2016, 10:26


Pet adaptado para o nível 1, descrições e status alterados para fins de coerência (filhote, status base: 120. Aumento de 12 a cada nível monstruoso. Bestiário)

Atualizado!
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Re: .: confused mind :.

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