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Grandine Memorial - Enfermaria de Ana M. Thernadier

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Grandine Memorial - Enfermaria de Ana M. Thernadier

Mensagem por Ana M. Thernadier em Sex 29 Jul 2016, 21:22



 

   
Grandine Memorial

 
Ambientação


  Em um dos lados da grande Enfermaria Central, projetava-se a tenda que outrora pertenceu a antiga líder dos curandeiros: Kristy Grandine, uma garotinha de doze anos com habilidades médicas muito além de um contingente de doutores que, como o próprio Asclépio, teve um fim precoce.

Hoje, a enfermaria continuava aberta, sob o comando de uma de suas discípulas em vida: Ana Thernadier.

O local preservava, em grande parte, o design original: Uma estrutura de madeira e tecido em um padrão que mesclava rústico com moderno do lado de fora. Grandes aberturas asseguravam a ventilação interna do local e garantia luminosidade agradável para quem estivesse dentro.

O interior, aliás, impressiona aos olhos de quem chega: Amplo e arejado, aparenta ter dimensões muito superiores ao tamanho da própria tenda vista do lado de fora.

Pensando em garantir a acessibilidade de semideuses nas condições mais adversas, foram instaladas estruturas que auxiliem a entrada rápida e efetiva de novos pacientes: uma rampa pintada com o Bordão de Asclépio, corrimões e um par de cadeiras de rodas disponíveis próximas à porta lateral. Acima desta, uma placa com os dizeres “Emergência”. Há também uma entrada frontal modesta.

Assim que entra (pela frente), o indivíduo se depara com um pequeno hall – onde há pufes, sofás e mesinhas de centro coloridas, repletas de revistas -. Há um bebedouro e uma bandeja com café e pirulitos.

Quem entra pela lateral, isto é, seres acidentados e/ou desabilitados, logo se depara com uma miscelânea de aparelhos clínicos tanto no mundo mortal quanto mitológico – a curandeira acreditava fortemente que trabalhava melhor unindo as duas formas de tratamento. Macas, estantes com remédios e poções, armários, máquinas e cortinas dividindo as baias de atendimento. É o lugar onde atende de casos simples a de média complexidade e de observação.

Para os casos mais urgentes e críticos, há alguns leitos mais distantes com todo o suporte clínico intensivo. Passando um pequeno corredor, uma sala de cirurgia e uma estufa de plantas medicinais. Tudo o que fosse necessário para salvar aqueles que estão em seus piores momentos.
 


 
Diretrizes de Postagem

Leia com Atenção:
― Enfermarias são um lugar ONGAME. Portanto, o jogador deverá postar uma mensagem de entrada, sujeita às regras do fórum (flood, double post, etc.).

A Enfermaria é um lugar relativamente atemporal, com exceções destacadas:

1. Se o jogador estiver com atualizações pendentes, o atendimento não é possível e seu post poderá ser ignorado. Você não pode postar aqui para recuperar HP/MP que ainda não perdeu;
2. Enquanto em missão, no aguardo de avaliação ou atualização em geral -  enquadram-se aqui penalidades pela não-postagem em missões;
3.  Caso o personagem esteja fora do Acampamento, faz-se necessária uma justificativa plausível para postar na Enfermaria. Não faço exigências e não vou investigar seu histórico de postagens, mas uma frase ou um parágrafo justificando como você chegou até aqui vai me ajudar muito.
4. Situações extraordinárias definidas pela staff.

― As consultas são GRATUITAS, estando o jogador livre da necessidade de pagar de alguma forma pelos serviços prestados. Nunca rejeito presentes, mas a staff deve ser contatada nesse caso.

― Durante as postagens, Ana irá interagir com os personagens, uma vez que remédios e tratamentos levam tempo em ON para serem feitos. Dito isto, é interessante (mas não OBRIGADO) que, ao postar sua chegada, conte sobre o que fez você estar ali, seus problemas pessoais, a fofoca do momento, dentre outros. Liberdade para a criação.

      Colher de chá: Para ajudar àqueles que gostam de interagir, uma descrição rápida da personalidade da curandeira:

“Ana é uma jovem – já em seus vinte e um anos - realista, na maioria das vezes disposta a ajudar o próximo. No ambiente de trabalho, nunca nega atendimento a ninguém, independentemente da índole/cor/raça/ideologia/livro-ou-filme/opção sexual. Procura sempre questionar sem ofender afim de obter dados que ajudem em um diagnóstico, e tem grande respeito por seus pacientes. Gosta de jogar conversa fora, faz comentários inteligentes e é uma boa ouvinte. Com crianças ou seres com pouca idade, porém, faz o necessário: passa lições de moral e dá bronca, com boas intenções. Nada quebra mais seu coração do que ver o potencial da infância e adolescência ser destruído por imprudência ou precocidade.”

― Dica de ouro: Procure postar próximo a finais de semana ou feriados. Eu tenho uma rotina de estudos e, dependendo da época do ano, pode ser difícil me encontrar ativa no fórum. No entanto, fica o meu facebook para contato: www.facebook.com/jokeblz

― Não me incomodo muito com Mps e cobranças no chatbox para a postagem, mas, por favor, procure fazê-los somente em último caso.

― Feedback é bom e (quase) todo mundo gosta. Se você tiver gostado – ou não – do seu post de cura, sinta-se livre para entrar em contato comigo. Aprecio muito a sua opinião.
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Re: Grandine Memorial - Enfermaria de Ana M. Thernadier

Mensagem por Garrett Bardrick em Dom 14 Ago 2016, 02:46

Enfermaria

''Que missão!'' afirmou assim que viu Sadie partir. O cansaço era eminente, mas alguns ferimentos estavam com uma cara nada boa. Garrett já foi curandeiro, mas de alguma forma conseguiu perder os poderes e armas. As dúvidas e a raiva ainda tomavam conta do garoto, mas ele tentava esquecer sobre esse assunto. Após analisar alguns dos seus ferimentos, Bardrick resolveu ir em alguma enfermaria para cuidar das suas lesões.

Achar uma tenda não foi tarefa difícil, pois naquele local havia algumas barracas. Assim que escolheu uma, ficou encantado com a acessibilidade do local, algo que ajudou muito. Alguns ferimentos ainda estavam sangrando e ele evitava ao máximo que o seu sangue caísse no chão. Enquanto caminhava em direção à garota, o garoto apenas observava os móveis e as decorações que estavam por ali.

— Será que você pode me ajudar? — Perguntou enquanto olhava calmamente para semideusa e depois para os seus ferimentos no braço direito, peitoral esquerdo e outros ferimentos leves que se encontravam em algumas partes do seu corpo.

Desculpinha:
Desculpa pelo textinho rápido, mas é que estou ocupado estudando e avaliando outras coisas aí acabei digitando uma coisa rápida. Não reparei no nome porque quero usar isso em um futuro. Obrigado.
Garrett Bardrick
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Re: Grandine Memorial - Enfermaria de Ana M. Thernadier

Mensagem por Ana M. Thernadier em Ter 16 Ago 2016, 11:46


Enfermaria

 O négocio mal havia começado, mas já ia mal.

Ao menos era o que pensava a parte precrastinadora de Ana, sempre um passo a frente do mundo. Precipitada e sempre ansiosa, essa porção de sua personalidade fazia surgir pensamentos angustiosos, muitas vezes fatalistas.

Será se ninguém viria por acharem que ela não era uma curandeira hábil? Será se alguma maldição havia se instaurado naquela tenda? Será se era quebranto? Não sabia como Kristy conseguia lidar com aquilo.

Mas pelo menos podia aperfeiçoar e aprender novas poções sem se preocupar em assustar os clientes. Deixava sempre um extintor perto de si, caso as coisas... Esquentassem.

E foi exatamente nesse contexto incendiário que Ana estava quando ouviu os primeiros indícios, em dias, de pacientes.

Um minuto! — Gritou enquanto combatia as chamas esverdeadas que saltavam de um erlenmeyer e soltavam uma fumaça cáustica. Pegou o botijão vermelho e dispersou seu conteúdo sobre toda a mesa de preparos. O fogo cessou, mas o cheiro continuava. Ana suspirou e tirou a máscara de proteção.

Isso definitivamente não parece uma poção para hipotermia. Será se errei no salitre?

Quaisquer que fossem seus erros, precisavam ser deixados de lado. Havia um paciente esperando.

Olá, bom dia, como posso lhe... Bardrick? — Ana, já de luvas e jaleco trocados, espantou-se com o indivíduo que aguardava. Conhecia-o de nome e de vista como um de seus colegas curandeiros, mas nunca chegou a puxar assunto, e já não o via há muito. Ele vinha em sua direção com alguns machucados e hematomas bem visíveis. — O que houve? Senta aqui, por favor.

O levou até a maca mais próxima e fez um exame rápido. Não que fosse necessário checar a contração de pupilas e fazer testes, uma vez que sabia todo seu estado de saúde logo à primeira vista, mas acreditava que o protocolo era importante na realização de um atendimento. Pediu por uma descrição do que lhe acontecera e ouviu atenciosamente.

Garrett não estava em um caso muito complexo, então a curandeira optou por fazer suturas para os cortes mais profundos, antes de fechá-los através com ajuda de um curativo. Para os arranhados e hematomas, fez uma prece rápida ao seu patrono e emanou a aura curativa.

Estamos com pouco pessoal recentemente... — Comentou, sem tirar olhos do trabalho. Não haviam segundas intenções em sua fala, mas um quê de descontentamento. — E poucos pacientes também. As aulas já voltaram no mundo lá fora?

Ana pensou em ir até a mesa de preparos para fazer uma poção energética, mas assim que lembrou do desastre de mais cedo resolveu tentar algo mais rápido. Foi até a estufa, procurou entre as plantas medicinais aquela que
apresentava pequenos frutos azuis e colheu alguns. Retornou até a maca onde se encontrava o jovem.

Espero que não esteja apressado. — Entregou-as a Garrett e o incentivou a comê-las. Em poucos segundos, os efeitos soníferos já começavam a se manifestar. Um minuto passado e já devia estar em sono profundo. Ele ficaria assim por algumas horas, tempo mais do que suficiente para restaurar suas energias.

Poderes Utilizados:


Curar ferimentos (Nível 1)
Após fazer uma pequena e rápida oração ao seu mestre Asclépio, as mãos do Curandeiro serão tomadas por uma luminosidade de fraca coloração dourada, permitindo com que o usuário recupere uma parte do HP do alvo com o toque direto. A cura será equivalente ao custo de Mp deste poder x 1/2 do nível do curandeiro, arredondado para baixo (mínimo de cura = 4). Pode ser utilizado sobre si mesmo. Uso livre na enfermaria, mas limitado a 1 uso por aliado a cada combate enfrentado. Custo base a ser multiplicado pelo nível = 4 de MP.

Toque Energético (Nível 3)
Após fazer uma pequena e rápida oração ao seu mestre Asclépio, as mãos do Curandeiro serão tomadas por uma luminosidade de fraca coloração prateada, permitindo com que o usuário recupere uma parte do MP do alvo com o toque direto. A restauração será equivalente ao custo de MP deste poder x 1/2 do nível do curandeiro, arredondado para baixo (mínimo 1). Não pode ser utilizado sobre si mesmo. Para fins de gasto de MP e cálculo de recuperação, é considerado um poder nível 1. Uso livre na enfermaria, mas limitado a 1 uso por aliado a cada combate enfrentado.


Aprendiz Formado (Nível 16)
O primeiro passo para tornar-se um médico relevante é concluir o ensino superior desta área. Interpreta-se que, ao não desistir, o indivíduo em questão está realmente interessado em sua função desenvolvida. Estima-se, também, que o conhecimento deste já será bem mais completo do que aquele que entrou há tempos atrás e contarão inclusive com uma maior prática. Sendo assim, os equívocos iniciais já se tornarão mais raros. Este dom inclui o conhecimento sobre a aplicação de remédios no momento oportuno e de talas quando necessário, sabendo tratar agora ferimentos mais profundos e fraturas. Operações complexas exigem mais vivência e ainda não podem ser alcançadas.

Olhar Clínico (Nível 13)
Há uma espécie de lenda urbana que diz “grandes médicos sabem o que o paciente sente apenas de olho”. Pois bem, isso se aplica aos aprendizes, mas de uma forma diferente: ao avistar alguém, consegue “ver” as informações de saúde deste indivíduo (por exemplo, possíveis fraturas, doenças, batimentos cardíacos, oxigenação, vida, energia e situações psicológicas e sociais naturais). Estas informações aparecem em forma de dados e gráficos para o aprendiz, como na tela de um monitor de hospital. Algumas informações, como situações psicológicas e sociais só se aplicam a pessoas que deixarem o curandeiro ter esse conhecimento, o que resume a, normalmente, aliados. Isso faz com que seus diagnósticos agora sejam mais precisos, mas podem ser enganados por meios mágicos e poderes que alterem sua percepção.

Alquimista (Nível 6)
Quando um seguidor do deus da medicina estuda a alquimia, ficará pronto para preparar poções, venenos, pomadas e outros tipos desses objetos. As “bebidas” criadas pelos alquimistas só poderão ser usadas na situação atual; ou seja, não poderão ficar com as doses extras após a missão, evento, treino ou trama (isto é, caso prepare uma poção e não utilize todas as suas doses, ele as perderá – a exceção é a enfermaria, pois se um curandeiro formular uma poção, esta poderá ser utilizada por ele em outro paciente num outro post; não ocorrerá de ser adicionada ao seu arsenal).

Conhecimento Herbológico (Nível 4)
Muitas plantas são utilizadas na fabricação de remédios, pomadas e outros tipos de meios que buscam a proteção; além disto, não são poucas as vezes que o curandeiro necessitará de um conhecimento prévio sobre algum tipo específico de erva para fabricar determinada poção. Portanto, todos os seguidores de Asclépio serão peritos em identificar plantas e ervas medicinais naturais. {Inspirado em “Conhecimento Avançado sobre Ervas”}


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Re: Grandine Memorial - Enfermaria de Ana M. Thernadier

Mensagem por Zoey Montgomery em Qua 17 Ago 2016, 22:58



Enfermaria



Passos hesitantes levaram a menina até uma grande tenda, que outrora fora um lugar que adorava ir. O coração disparado da loira revelava seu medo de entrar ali...

O seu medo de entrar ali.

E ver que realmente aquela criança que sempre lhe recebia com um sorriso, um sermão e um abraço não estaria mais lá. Nunca mais. Havia perdido sua melhor amiga, sua criança preciosa. Uma lágrima solitária rolou a face enquanto caminhava para dentro da enfermaria de Kristy. Não. Não mais.

As coisas continuavam no mesmo lugar, mas a sensação de "estar em casa" parecia distante. Caminhou até parar no centro da enfermaria e varreu os olhos pelo lugar.

- O-Olá? - falou, incerta. - Tem alguém aqui? Semideusa ferida e cansada. - soltou uma risada nervosa, enquanto observava seu corpo com alguns arranhões. A ressaca havia passado já, mas as dores e o cansaço ainda permaneciam.

Aguardou alguns segundos até avistar uma moça chegando. Lembrava de ter visto ela trabalhando junto com a filha de Hermes, mas não lembrava o nome dela.

- Oi. - sorriu fracamente, lutando contra o nó que se formava em sua garganta. - Acho que precisa saber o que eu tenho, não é? Além do cansaço, estou com alguns ferimentos, principalmente no meu braço direito... E preciso dele inteiro, já que é meu braço de atirar... - murmurou, encarando o chão.

A vista de Zoey começou a embaçar, e logo a menina estava chorando.

- S-Sinto muito. - murmurou, secando os olhos com as costas das mãos. A feiticeira caminhou até uma maca, sentando-se nela e deixando que a menina fizesse seu trabalho.

thanks juuub's @ cp!  
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Re: Grandine Memorial - Enfermaria de Ana M. Thernadier

Mensagem por Ana M. Thernadier em Qui 18 Ago 2016, 22:59


Enfermaria

 De quando em quando, a curandeira pegava-se ponderando se o que estava fazendo era certo.

A rotina d'O Acampamento não era complicada, nunca lhe faltaram equipamentos, salários ou condições agradáveis para exercer sua medicina. Não havia nada do que reclamar, inclusive sentia um certo orgulho de trabalhar sob o nome de sua preceptora, mas simplesmente... Faltava algo.

Se Kristy trabalhava ali, nada mais justo do que fazer o estabelecimento continuar a funcionar, certo?

Ainda assim, quando pesquisava notícias sobre o mundo contemporâneo, em especial no Oriente Médio, sentia-se desperdiçada. Ana havia sido uma quase-deusa no meio de mortais, capaz de lidar com maratonas de cirurgias, hordas de feridos e atendimentos perigosos, dentre tantas outras coisas que salvavam a vida de incontáveis inocentes. Mas ali... Era só mais uma. Não é de se espantar que, de vez em quando, tivesse que lidar com nós na garganta, punhos cerrados e sentimento de impotência.

Mesmo assim, trabalhava. Ajudava quem quer que chegasse, na mesma calma e tranquilidade de sempre. Os únicos momentos em que podia escapar de si mesma e suas emoções eram aqueles que envolviam pacientes.

Exceto, talvez, por hoje.

Quando a jovem semideusa anunciou sua chegada, a curandeira congelou por dois segundos atrás do balcão de preparo de poções.

Eu a conheço. Conheço? Provavelmente sim, mas não tenho certeza. Acho que já a vi muito aqui, mas não me lembro de tê-la tratado. Já tratei? Acho que o nome dela começa com Z... Ah é, ela era amiga da-

A cadeia de pensamentos se rompeu antes mesmo de completar a ideia, mas já era o bastante. Ouviu a moça falar rápido - com a voz meio embargada -, descreveu suas injúrias e sucumbiu às lágrimas. Novamente, nós surgiram na garganta da curandeira, que a conduziu até uma maca em silêncio.

Olá. Eu sou a Ana, talvez você se lembre de mim... — Disse, após examinar mais de perto as feridas enunciadas pela paciente. Já não se sentia tão abalada, uma vez que havia entrado em terreno conhecido. — Você tem uma pequena luxação aqui no rádio, mas não há o que se preocupar. Quanto às raladuras, resolvo num instante. — Ao dizê-lo, esfregou as mãos até uma aura luminosa dourada começar a emanar delas.

Teve que passar um longo tempo irradiando energia curativa sobre as feridas da paciente, então resolveu tentar acabar com a atmosfera de nostalgia silenciosa com humor:

É... Você trouxe seu cartão-fidelidade? — Do fundo do coração não pretendia soar ofensiva, mas arrependeu-se imediatamente depois da fala. Tentou disfarçar. — Hoje nós temos brinde.

Afastou-se por um tempo para: a) fazer uma poção energética; b) procurar alguma coisa que servisse de souvenir e; c) brigar consigo mesma pela infeliz ideia de forçar uma interação.

Enquanto preparava a poção, fez uma ênfase na oração a Asclépio para que a ajudasse a lidar com a situação e sair daquela intacta. A menos que lhe fosse permitido, habilidade alguma dos curandeiros era capaz de decifrar emoções e reações. Mas até que é uma ideia interessante, pensou, ao final da prece. Tirou os gomos de laranja, as raspas de limão e o resto dos ingredientes, pesou-os e fez a mistura com ajuda de suas fieis vidrarias.

Assim que você terminar de beber isto, estará livre. — Ofereceu o líquido para a jovem, com um sorriso desajeitado. Ajudou-lhe a lidar com o gosto, verificou mais uma vez se o trabalho havia sido bem feito e, como gostou do que viu, escreveu uma notinha de liberação em um pedaço de papel. — Ah é, tem mais uma coisa...

Ana remexeu nos bolsos de seu jaleco, desesperada para encontrar qualquer coisa que pudesse dar à garota. Encontrou um pirulito vermelho, tirou-o de lá e entregou à semideusa, por ser uma paciente tão assídua e pontual.

Tome cuidado, certo?

informações adicionais:

Zoey Montgomery - Full HP/MP

Poderes Utilizados:


Curar ferimentos (Nível 1)
Após fazer uma pequena e rápida oração ao seu mestre Asclépio, as mãos do Curandeiro serão tomadas por uma luminosidade de fraca coloração dourada, permitindo com que o usuário recupere uma parte do HP do alvo com o toque direto. A cura será equivalente ao custo de Mp deste poder x 1/2 do nível do curandeiro, arredondado para baixo (mínimo de cura = 4). Pode ser utilizado sobre si mesmo. Uso livre na enfermaria, mas limitado a 1 uso por aliado a cada combate enfrentado. Custo base a ser multiplicado pelo nível = 4 de MP.
Gasto aproximado de MP: 8MP

Olhar Clínico (Nível 13)
Há uma espécie de lenda urbana que diz “grandes médicos sabem o que o paciente sente apenas de olho”. Pois bem, isso se aplica aos aprendizes, mas de uma forma diferente: ao avistar alguém, consegue “ver” as informações de saúde deste indivíduo (por exemplo, possíveis fraturas, doenças, batimentos cardíacos, oxigenação, vida, energia e situações psicológicas e sociais naturais). Estas informações aparecem em forma de dados e gráficos para o aprendiz, como na tela de um monitor de hospital. Algumas informações, como situações psicológicas e sociais só se aplicam a pessoas que deixarem o curandeiro ter esse conhecimento, o que resume a, normalmente, aliados. Isso faz com que seus diagnósticos agora sejam mais precisos, mas podem ser enganados por meios mágicos e poderes que alterem sua percepção.

Alquimista (Nível 6)
Quando um seguidor do deus da medicina estuda a alquimia, ficará pronto para preparar poções, venenos, pomadas e outros tipos desses objetos. As “bebidas” criadas pelos alquimistas só poderão ser usadas na situação atual; ou seja, não poderão ficar com as doses extras após a missão, evento, treino ou trama (isto é, caso prepare uma poção e não utilize todas as suas doses, ele as perderá – a exceção é a enfermaria, pois se um curandeiro formular uma poção, esta poderá ser utilizada por ele em outro paciente num outro post; não ocorrerá de ser adicionada ao seu arsenal).
Poção criada e utilizada no mesmo post.

Conhecimento Herbológico (Nível 4)
Muitas plantas são utilizadas na fabricação de remédios, pomadas e outros tipos de meios que buscam a proteção; além disto, não são poucas as vezes que o curandeiro necessitará de um conhecimento prévio sobre algum tipo específico de erva para fabricar determinada poção. Portanto, todos os seguidores de Asclépio serão peritos em identificar plantas e ervas medicinais naturais. {Inspirado em “Conhecimento Avançado sobre Ervas”}

Lalalala....
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Re: Grandine Memorial - Enfermaria de Ana M. Thernadier

Mensagem por Psiquê em Sab 20 Ago 2016, 10:07




Atualizado!




How fickle my heart and how woozy my eyes, I struggle to find any truth in your lies. And now my heart stumbles on things I don't know, my weakness I feel I must finally show. Lend me your hand and we'll conquer them all but lend me your heart and I'll just let you fall, lend me your eyes I can change what you see, but your soul you must keep totally free
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Re: Grandine Memorial - Enfermaria de Ana M. Thernadier

Mensagem por Bianca Harvelle em Sab 24 Dez 2016, 03:20


Enfermaria


Eu ia em passos lentos e vacilantes a área de enfermarias do chalé. Havia acabado de chegar de uma missão e, infelizmente, nem tudo correra como o esperado. Ou melhor, ela tinha corrido exatamente como o esperado. Você não espera enfrentar qualquer monstro que seja sem pelo menos ter um arranhão. E eu já havia aprendido isso da pior forma possível. Uma perna torcida, uns (muitos) arranhões pelo corpo e um corte meio fundo de faca no braço que ainda estava sangrando um pouco não eram lá grande coisa.

Parei por um período e suspirei, cansada, olhando para uma das tendas que se encontravam abertas.  Vamos lá, Bianca, só mais um pouquinho!, eu tentei me animar enquanto tomava coragem de voltar a minha caminhada capengal.

Ao entrar, por mais discrepante que fosse a realidade do ambiente que eu estava versus o que esperava encontrar, não consegui me focar nesse detalhe e só me preocupei eu achar em buscar alguma alma viva que pudesse me ajudar. E quando finalmente a encontrei, falei:

— É, hum, por favor... Eu estava precisando... De ajuda... – Pedir ajuda nunca fora meu forte e eu me embolei um pouco antes de conseguir dizer o resto — eu tenho uns probleminhas no meu braço esquerdo e uns arranhões meio feios na minha perna e também... uma leve torção no meu pé direito... e estou me sentindo tão fraca...

Acrescentei a última frase mesmo que ela não fosse necessária. Suspirei mais uma vez e olhei para semideusa na minha frente, esperançosa. Eu só queria me sentir um pouquinho melhor para que assim pudesse voltar pro meu chalé e conseguir dormir em paz. 
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Re: Grandine Memorial - Enfermaria de Ana M. Thernadier

Mensagem por Alexander G. Jackson em Sab 27 Maio 2017, 02:04



Alexander G. Jackson

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I'm not Playing With Fire

Não estava pronto para encarar a Silvia depois de ela ter receitado um bom descanso na situação que eu estava, dores nos braços, dores nas costas, uma queimadura na batata da perna e alguns cortes leves espalhados pelo corpo. Não, eu não tinha entrado numa briga com uma lagarta de fogo na floresta. Foi só uma herborista maluca com seu martelo de plástico muito doloroso.

Ao sair da floresta, saltitando em uma perna só, me direcionei calmamente em direção à ala hospitalar geral do acampamento, mas se tinha um atendimento mais demorado que aquele, só do serviço de saúde público de New York, aquilo era um inferno. Bem, advinha só? Acabaram me indicando uma nova enfermeira... Uma tal de Ana.

Dois segundos depois, obviamente exagerando, eu estava saltitando em meio ao hall de entrada da Grandine Memorial. Nome bonito, combinava com o lugar.

Senti a queimadura ardendo de uma forma quase insuportável e não consegui resistir ao impulso de subir em um dos pufes e apoiar minha batata da perna no bebedouro, apertando o botão e sentindo a água gelada anestesiando o local afetado. Alguém pareceu levantar para beber água, mas recuou ao me ver naquela situação.

Um pouco constrangido naquele momento, bela ideia senhor Alex, desci do pufe, sentando no local. Aproveitei que a calça já tinham muitos buracos e rasguei ainda mais para deixar a ventilação chegar nas partes feridas escondidas. Então me levantei indo até a recepção.

- Moça, é aqui que eu digo que eu não estava brincando com fogo e lâminas? Porque esse é o trabalho dos filhos de Hefesto.

Como eu estava me mantendo de pé? Talvez fosse a teoria de ação e reação aplicada na gravidade? Porque eu estava morto de cansaço naquele momento.

Extra:
Olá, isso aqui é só pra dizer que ele está com cortes superficiais nos braços por ter corrido na floresta, umas muitas pancadas nas costas, membros extremamente cansados e uma queimadura por conta do poder da flor que queima dos filhos de Perséfone.

Agora o detalhezinho da trama, ele tem um B queimado tipo marca de gado na clavícula acima do coração que agora só tem a marca extremamente visível caso tire a camisa.

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Re: Grandine Memorial - Enfermaria de Ana M. Thernadier

Mensagem por Ana M. Thernadier em Sab 27 Maio 2017, 23:19


Enfermaria

 Atrasos, por vezes, são acidentes que devem acontecer de forma a evitar desastres. Na mesma prateleira dos pressentimentos, calafrios e deja vús, há quem acredite que tais ocorrências sejam artimanha do Destino para evitar a destruição do espaço-tempo e que, portanto, todos estes seriam motivo de força maior.

Pensar nisso fazia a curandeira se sentir menos culpada pelos meses a mais que passara em Ibiza.

Recém-chegada da viagem, não procurou outra destinação imediata senão a própria Enfermaria. Sabia que seu precioso ambiente de trabalho estava intacto, pois foi a imagem deste lugar que simplesmente se projetara através do reflexo de seu dry martini. Através do estagiário, ficara sabendo sobre a falta de pessoal no Acampamento, e o jovem sugeriu que talvez Ana pudesse ter errado a data de retorno de suas férias.

 — Pelo menos me dá o seu Instagram. — Protestara a jovem modelo que havia sido sua companhia há algumas semanas, quando havia voltado ao quarto do hotel.

Você sabe que eu não tenho tempo pra isso, honey. — A última palavra saíra arrastada de sua boca. Queria ter dito o nome da garota, mas não tinha mais certeza se era Hollis ou Hope. Deu-lhe um meio sorriso, aproximou-se e beijou-lhe levemente os lábios. — Uma empresa não se administra sozinha. — Dizendo isso, pôs-se a pegar suas coisas com certa pressa.

Qual era mesmo o nome dela?

De costas para a interlocutora, Ana passara a mão pelos cabelos como quem não aguentasse mais indagações. Fechara o zíper da mala, suspirara e virara-se para encarar pela última vez aqueles olhos azuis penetrantes, lábios delineados e sobrancelha levemente arqueada. Parte de si estava disposta a largar tudo o que lhe era imposto pelo mundo mitológico, e apenas viver mais dias como os anteriores, livre e em companhia de uma bela garota.

 — Eu vou sentir sua falta.

Era uma confissão sincera. Iria sentir saudades de Hollis. Ou Hope.


-//-

 Era bem cedo da manhã quando a curandeira voltou ao seu habitat natural. E tudo estava tão preservado quanto havia deixado, ao final do ano passado, ao sair para ''duas semanas de folga''. Com exceção dos prontuários, que precisavam ser atualizados, tudo estava no mesmo lugar.

Durante a primeira ronda, alguns minutos antes da corneta matinal soar pelos vales d'O Acampamento, Ana deu especial atenção a uma garotinha que aparentava estar lá há um bom tempo. Verificou o prontuário, checou os sinais vitais e fez perguntas.

 — Certo, depois dessa sessão você está livre. — Disse, enquanto massageava o tornozelo da criança com mãos luminosas. Depois de tanto tempo sem utilizar poder algum, sentia seus canais enferrujados, mas era suficiente para tratar uma simples luxação. — Não se esqueça de fazer uma compressa de água quente no seu braço antes de dormir, por umas duas semanas ou enquanto persistir a dor. E, por favor, tome cuidado.

-//-

Não era nem meio-dia quando o estagiário irrompeu em seu escritório, meio desengonçado, meio rindo, pedindo para que fosse até a recepção. Tratava-se de um caso especial que merecia atenção da chefe.


Ele fez o quê com o meu bebedouro? — Perguntou, com a voz uma oitava acima do normal. Levantou-se da cadeira, tirou o jaleco do encosto e saiu, consternada, para ver o que se passava do lado de fora. — Ah, só isso. — Deu um suspiro de alívio e um sorriso caloroso ao infante.

Antes mesmo de direcionar qualquer palavra ao garoto, informações acerca dos sinais vitais deste começaram a saltar em seus olhos, como janelas de pop-ups translúcidas em sua visão periférica. Não incomodavam, apesar de considerar uma traição à arte da Medicina.

Mas fazer o quê? A clínica é soberana.

Não me lembro de ter te visto aqui antes. — Comentou, enquanto analisava a queimadura na perna do semideus. Surgiram-lhe várias hipóteses enquanto o fazia, mas o padrão das marcas remetia a um desenho floral, o que restringiu o campo de possibilidades. Perguntou-lhe sobre a ocorrência de outros sintomas relacionados, e eventualmente chegou a conclusão de que era uma habilidade característica dos filhos de Perséfone. Para tratar, teve que debridar a região e aplicar um emplasto curativo, mesmo sob reclamações de dor.

Quanto aos ferimentos superficiais nos braços, adotou o procedimento padrão de fechá-los com uma rodada de sua aura curativa. Depois, pediu-lhe para que tirasse a camisa, já que reclamava de dores nas costas. Virou-se enquanto o semideus o fazia, e arqueou uma sobrancelha ao ver a cicatriz proeminente sobre sua clavícula.

Posso dar um jeito nisso, se quiser. — Comentou, após terminar os procedimentos em suas costas, mas soltou um suspiro logo após. Por razões desconhecidas, havia algo de ritualístico em estampar (ou ser estampado?) o corpo em formas dolorosas e antiprofissionais naquele mundo. Mas quem era ela para julgar?

Por fim, deu-lhe uma dose de poção energética, que havia sido preparada por seu auxiliar enquanto Ana cuidava dos ferimentos superficiais.

Tome mais cuidado daqui para frente. — Recomendou, mesmo que soubesse lá no fundo que, enquanto existisse Acampamento Meio-Sangue, todos os caminhos levam à enfermaria.


-//-

Ao fim do dia, estava exausta. A viagem havia sido longa, e não havia feito pausas consideráveis. Um dia de volta era o bastante para apagar meses de liberdade.

A curandeira deitou-se no sofá da recepção e colocou o braço sobre os olhos, quando os últimos feridos do treinamento foram despachados ou admitidos para internação (um número considerável, por sinal). Seu estagiário finalizou a atualização dos prontuários e depois puxou um pufe para sentar-se ao seu lado. Perguntou-lhe suas férias, sobre os lugares que visitara e sobre o mundo lá fora.

Mesmo que estivesse sentindo as pernas tremerem, a voz falhar e a visão embaçar, por conta do cansaço, teria o maior prazer do mundo em responder a tudo que seu aprendiz desejasse saber, porque sabia como era a sensação de viver em uma bolha onde nada mudava, essencialmente falando.

Mas antes — Disse, sentando-se no sofá, e tirando o jaleco das costas. — Preciso de uma longa massagem curativa.


informações adicionais:


Eu sou uma ávida defensora da questão temporal nos meus posts, mas dessa vez tive que dar uma contornada maior do que gostaria no caso da Bianca. Espero que me desculpe pelo descaso, de verdade.


Bianca Harvelle - Full HP/MP

Alexander G. Jackson - Full HP/MP


Eu mesma - Full HP/MP?

Poderes Utilizados:


Curar ferimentos (Nível 1)
Após fazer uma pequena e rápida oração ao seu mestre Asclépio, as mãos do Curandeiro serão tomadas por uma luminosidade de fraca coloração dourada, permitindo com que o usuário recupere uma parte do HP do alvo com o toque direto. A cura será equivalente ao custo de Mp deste poder x 1/2 do nível do curandeiro, arredondado para baixo (mínimo de cura = 4). Pode ser utilizado sobre si mesmo. Uso livre na enfermaria, mas limitado a 1 uso por aliado a cada combate enfrentado. Custo base a ser multiplicado pelo nível = 4 de MP.
Gasto aproximado de MP: 8MP Como em Enfermaria não conta, não conta.


Conhecimento anatômico (Humanoides)(Nível 9)
Qualquer curandeiro tem grande conhecimento sobre a anatomia do corpo humano e por isso, eles sabem com perfeição qual é o melhor local para inserir uma injeção ou medicamento para que haja mais efeito no mesmo, como também sabe os locais exatos para acertar durante um golpe para causar mais dano. Isso faz com que seus golpes tenham um dano adicional de 10% em um ataque planejado - um contra-golpe instintivo não se beneficiaria pois não teria a intenção de atingir um ponto específico. Válido para humanos e seres com anatomia semelhante.


Olhar Clínico (Nível 13)
Há uma espécie de lenda urbana que diz “grandes médicos sabem o que o paciente sente apenas de olho”. Pois bem, isso se aplica aos aprendizes, mas de uma forma diferente: ao avistar alguém, consegue “ver” as informações de saúde deste indivíduo (por exemplo, possíveis fraturas, doenças, batimentos cardíacos, oxigenação, vida, energia e situações psicológicas e sociais naturais). Estas informações aparecem em forma de dados e gráficos para o aprendiz, como na tela de um monitor de hospital. Algumas informações, como situações psicológicas e sociais só se aplicam a pessoas que deixarem o curandeiro ter esse conhecimento, o que resume a, normalmente, aliados. Isso faz com que seus diagnósticos agora sejam mais precisos, mas podem ser enganados por meios mágicos e poderes que alterem sua percepção.

Alquimista (Nível 6)
Quando um seguidor do deus da medicina estuda a alquimia, ficará pronto para preparar poções, venenos, pomadas e outros tipos desses objetos. As “bebidas” criadas pelos alquimistas só poderão ser usadas na situação atual; ou seja, não poderão ficar com as doses extras após a missão, evento, treino ou trama (isto é, caso prepare uma poção e não utilize todas as suas doses, ele as perderá – a exceção é a enfermaria, pois se um curandeiro formular uma poção, esta poderá ser utilizada por ele em outro paciente num outro post; não ocorrerá de ser adicionada ao seu arsenal).
Poção criada e utilizada no mesmo post.

Conhecimento Herbológico (Nível 4)
Muitas plantas são utilizadas na fabricação de remédios, pomadas e outros tipos de meios que buscam a proteção; além disto, não são poucas as vezes que o curandeiro necessitará de um conhecimento prévio sobre algum tipo específico de erva para fabricar determinada poção. Portanto, todos os seguidores de Asclépio serão peritos em identificar plantas e ervas medicinais naturais. {Inspirado em “Conhecimento Avançado sobre Ervas”}

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Re: Grandine Memorial - Enfermaria de Ana M. Thernadier

Mensagem por 127-ExStaff em Dom 28 Maio 2017, 20:09


atualizado!
Por não haver narração do processo de cura da própria Ana, status da semideusa inalterado. Ficou subentendido, sim, mas é preciso mais do que isso; ainda que a cura não necessite ser extremamente detalhada, ela ainda deve ser devidamente narrada, não apenas deixada nas entrelinhas.

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Re: Grandine Memorial - Enfermaria de Ana M. Thernadier

Mensagem por Ana M. Thernadier em Seg 29 Maio 2017, 20:04


Enfermaria


Não é permitido fumar na Enfermaria.

É minha Enfermaria.

É a enfermaria da Grandine.

Droga. — Ana fez uma careta, soltou a fumaça dos pulmões e jogou o cigarro em um balde metálico; recostou-se na cadeira, esfregou as têmporas e olhou para o teto da tenda, irritada, porém resignada. Fazer algo tão nocivo à saúde naquele lugar era mais do que um ato de rebeldia. Era profanação com as memórias de sua antiga mestre. — Golpe baixo.

Fechou os olhos por dois segundos, e foi acordada pelo estagiário. Já era noite. Perguntara-lhe se a preceptora iria passar a noite de plantão mesmo que não fosse necessário; Mesmo que o Acampamento Meio-Sangue estivesse mais cheio neste período do ano, as atividades noturnas estavam menos focadas em combate, o que culminava em enfermarias vazias durante boa parte do tempo.

 — Estou bem, acho que... — Disse, enquanto tentava se levantar. O mundo começou a rodar, e voltou para a posição inicial. — Não tô bem.

Já estava sentindo tonturas e ânsias de vômito momentâneas desde que estava no Camboja, há cerca de um mês atrás. Às vezes sentia a vista escurecer, mas sua rotina estava tão agitada que praticamente ignorava quaisquer sintomas que pudessem eventualmente aparecer.

Droga. — Lamentou-se, sabendo que seria obrigada a colaborar com o interrogatório que seu aprendiz faria. Tentou esquivar-se de perguntas sobre o que estava fazendo, com quem estava ou que tipo de substâncias ilícitas poderia ter entrado em contato, mas, em certo ponto, tornou-se impossível. Precisava admitir: — Certo, eu posso ter entrado em contato com coisas... Exóticas. Você ainda não consegue enxergar meus dados?

Estava tão acostumada a receber informações sobre a saúde de qualquer pessoa que olhasse por mais que cinco segundos que agora parecia surreal a possibilidade de viver sem isso. A própria perspectiva de se estar doente já lhe parecia algo incoerente, depois de tanto tempo sem pegar, sequer, um resfriado.

No entanto, até que fazia sentido. Tendo estado tão distante da América, zona de influência do panteão grego, era de se esperar que seus poderes e habilidades semidivinas estivessem enfraquecidos, quando não suprimidos. Particularmente, sentira oscilações em sua energia quando estava perto do templo de Angkor Wat, embora estivesse muito ocupada com outras coisas para prestar atenção nisso.

Chefe...? — O curandeiro-aprendiz encostou o dorso a mão em sua testa, e tirou rápido, como quem a tirasse de uma panela. — Você está queimando. Vou te levar pra clínica.

-//-

Se soubesse antes o quanto as macas eram confortáveis, não se daria ao trabalho de voltar ao chalé toda noite. Mas cada minuto lá passado parecia uma eternidade; não podia fazer nada senão existir e ajudar no diagnóstico da própria enfermidade.

Fosse ela mesma a médica em questão, o caso já estaria resolvido. No entanto, não podia perder a oportunidade de ensinar a arte da cura ao seu aprendiz, mesmo que em si mesma. Foram horas enquanto ensinava o jovem a posição ideal de mãos para o toque curativo, as regiões mais importantes a se focar, as palavras-chave para agradar a Asclépio. Mais algumas horas, madrugada adentro, tomou doses de poção curativa.

Eu achava que o gosto era melhor. — Reclamou, com a fala arrastada devido às sementes de pimenta abaixo de sua língua. Não lhe davam a mesma sensação de alívio do toque energético, mas durava por mais tempo.

Sentiu uma coceira no tornozelo. Esforçou-se para sentar-se e chegar até lá com as mãos, mas o mal-estar atacou. Puxou a bainha da calça e viu uma pequena marca na região do prurido, junto com um leve inchaço.

Isso é novo... — Puxou a perna para perto de si.

-//-

Horas depois.

Quer saber? Me bota pra dormir. — A curandeira estava com ambas as mãos no rosto, tentando não gritar de dor. Seu aprendiz estava realizando um procedimento de desinfecção em seu tornozelo.

Ainda não sabia exatamente o que era, mas parecia algo bem recente. A sensação de ardor havia se elevado e agora estava espalhada no membro inferior, quase como se estivesse em chamas. Quando chamara o estagiário para ver o que era e este tocara na região, ainda que suavemente, sentiu como se algo pequeno tivesse explodido e então começara a se espalhar.

Quando tratou um semideus envenenado por uma presacruel, lembrava-se dos gritos de dor e da corrida contra o tempo para expulsar a peçonha do corpo, mas, neste caso, sentia como se estivesse levado dez vezes a quantidade de veneno.

 — Eu vou precisar... — Disse, pausadamente, com o último fôlego que tinha. A sensação de queimação começava a se irradiar para seu coração, o que era um péssimo sinal. Estava morrendo. — Chame outra pessoa.

-//

 — Então parece que não somos de todo invulneráveis. — Riu uma voz cristalina, quando acordou.

No momento imediatamente após ter aberto os olhos, teve a impressão de ver uma criança sentada ao pé de sua maca, fitando-lhe com preocupação. Quando piscou, e o mundo ficou mais nítido, porém, não havia ninguém ali. Mas ao seu redor estavam dois curandeiros, um dos quais seu aprendiz, e Silvia, da tenda ao lado.

Sentia como se sua cabeça estivesse leve demais para seu corpo, e tentou se levantar.

Não, não tente fazer isso não. — Silvia aproximou-se e empurrou-a novamente contra a cama. — Ainda não sei o que foi que você pegou, mas foi bastante difícil te trazer de volta.

Posso pelo menos fumar um? — A paciente abriu um leve sorriso, olhando mais para seu estagiário do que para a colega.

De jeito nenhum. — Recebeu como censura, e a filha de Íris chamou o jovem curandeiro para falar sobre algo longe de si.

Antes, porém, que este saísse do pé da maca de Ana, tirou do bolso do jaleco dois objetos e colocou em sua mão. Era nada menos que seu isqueiro e um maço de Marlboro.

Você tem que largar isso. — Disse, e saiu no encalço da outra curandeira.

Melhor estagiário do mundo.

A jovem sorriu, e acendeu um cigarro.



informações adicionais:


Acho que agora vai.

O NPC não é muito experiente, então, para fins de fiscalização, considerar até o nível 12.

Eu mesma - Full HP/MP?

Poderes Considerados:



Resistência a veneno (Nível 23)
O contato constante com venenos e o conhecimento sobre vários efeitos destes na medicina dão ao Aprendiz uma certa resistência a quaisquer tipos de venenos. Inicialmente, seu efeito é reduzido pela metade, sempre arredondando para baixo, quando provenientes de uma fonte de poder de nível menor que o semideus.[Anulado durante o post]

Saúde perfeita III (Nível 35)
Como qualquer médico dedicado, os Curandeiros tomam conta de seu corpo de forma impecável e quase nunca ficam doentes. Agora, suas condições são tão avançadas que tornam-se resistente inclusiva à doenças mágicas, como licantropia. Considera-se que se tornam imunes quando submetidos à contágio de fontes de nível menor. No caso de poderes, só se aplica aqueles que se referem à condição como uma enfermidade - uma cegueira por poder de escuridão não seria anulada, por exemplo. [Anulado durante o post]


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Re: Grandine Memorial - Enfermaria de Ana M. Thernadier

Mensagem por Hécate em Seg 29 Maio 2017, 20:31

Atualizado





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Re: Grandine Memorial - Enfermaria de Ana M. Thernadier

Mensagem por Dean Dawson em Dom 04 Jun 2017, 00:07

— I need healing —
Veio a tona, fui a lona, foi K.O tananananan
O dia mal havia começado e já tinha virado um completo caos. Um renegado metido a psicopata tinha atacado Dean e ele, devido ao uso excessivo de poderes, estava bastante cansado. Fora os hematomas e o corte no ombro devido a luta.

Após ser deixado na enfermaria Grandine Memorial pela monitora que o ajudara a combater o filho de Phobos ele se sentou em um dos puffs na espera de ser atendido pela curandeira do recinto. Era um local agradável e diga-se de passagem bastante aconchegante até mesmo para alguém que odiava médico assim como Dean.

Assim que ele foi chamado por ela começou a falar quase de imediato pois estava nervoso com aquilo como sempre e quase rezando para não envolver agulhas.

— Oi moça... Então um cara tentou me estuprar hoje, ai eu revidei e ele era muito forte. Usei muitas vezes os meus poderes e agora sinto como se fosse cair a qualquer momento... Também estou todo roxo e com um buraco negro no ombro.

Ele falou tão rápido que provavelmente a garota poderia não ter entendido. E como era dramático de mais aumentou horrores o que era um corte superficial no ombro.

hp/mp atual:
75/200 HP 62/200 mp sz


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Re: Grandine Memorial - Enfermaria de Ana M. Thernadier

Mensagem por Ana M. Thernadier em Dom 04 Jun 2017, 00:46


Enfermaria


Vez ou outra, irrompia pela entrada daquela tenda algum caso digno de nota. Ou pelo acidente inimaginável, como um empalamento pelo períneo por meio de uma pá, ou pelo prognóstico milagroso, contra todos os palpites.

Dessa vez, memorável foi a velocidade na qual o paciente conseguiu resumir o que poderia ter sido uma experiência traumática e permanente. Nem sequer havia lido o prontuário do jovem - após uma rápida triagem feita por seu estagiário - e já sabia praticamente a história de vida do semideus.


Entendo... — Disse, tentando manter a seriedade na voz. Seu cérebro levou alguns segundos a mais para processar o relato, mas a parte médica latente de si assumiu o controle e pôs-se a examinar as feridas do rapaz.

Fisicamente, não havia muito o que fazer. Apresentava cortes e hematomas, mas nada tão sério que não pudesse ser resolvido apenas com a emanação de energia curativa. A enfermeira fez uma prece a Asclépio, redirecionou a energia para as palmas de sua mão e impôs sobre as regiões. Não levou mais do que três minutos para que as feridas se fechassem e os arroxeados de sua pele se dissolvessem.

Como você está, emocionalmente? — Perguntou, visivelmente preocupada. Levava muito a sério a questão de tentativas de abusos, uma vez que tal problemática parecia flutuar invisível sobre os ''responsáveis'' pelo Acampamento. Não raro eram os quadros depressivos e tentativas de suicídio entre vítimas de tal atrocidade. — Se você sentir que precisa conversar com alguém, estarei sempre aqui.

Depois de assegurar-se que o paciente estaria amparado após a dissolução do estado de choque, Ana foi até a bancada de preparo de poções. Procurou em sua bolsa de componentes os materiais necessários para criar uma poção energética e, após alguns minutos, voltou ao rapaz.

Isso vai cuidar do seu cansaço.

Instruiu-o a tomar corretamente o líquido em duas sessões intervaladas por duas horas, após algum tempo extra de observação, liberou-o para que seguisse com a vida. Antes que o jovem saísse da enfermaria, porém, aproximou-se deste e, com um sorriso gentil, tirou um pirulito do bolso do jaleco.

Tome cuidado daqui pra frente.



informações adicionais:


Dean Dawson - Full HP/MP

Poderes Considerados:



Conforto Restaurador (Nível 2)
Ao realizar um exame prévio e acomodar um paciente em sua enfermaria, recepcionando-o e tratando com cuidado, no ambiente adequado e modificado com as condições especiais para isso, o paciente fica mais predisposto ao tratamento e assim as habilidades do curandeiro tornam-se mais efetivas, ampliando o valor restaurado em 20% (arredondado para baixo, mínimo de 1 ponto). Por ser necessário certo preparo anterior, somente funciona na enfermaria ou em situações de conforto.

Alquimista (Nível 6)
Quando um seguidor do deus da medicina estuda a alquimia, ficará pronto para preparar poções, venenos, pomadas e outros tipos desses objetos. As “bebidas” criadas pelos alquimistas só poderão ser usadas na situação atual; ou seja, não poderão ficar com as doses extras após a missão, evento, treino ou trama (isto é, caso prepare uma poção e não utilize todas as suas doses, ele as perderá – a exceção é a enfermaria, pois se um curandeiro formular uma poção, esta poderá ser utilizada por ele em outro paciente num outro post; não ocorrerá de ser adicionada ao seu arsenal).

Confiança (Nível 20)
Desde a maneira correta, ereta e firme de se portar até as palavras acolhedoras, apaziguadoras e relaxantes. Um médico desempenha essas funções, sim, quando precisam dar uma má notícia, dar uma boa notícia, inspirar confiança; e é exatamente sobre isto que esse poder disserta: inspirar segurança, confiança nos outros. Portanto, suas palavras e atitudes costumam ser vistas com bons olhos e não são julgados de imediato: é claro, sem contar o fato de animarem e motivarem o grupo.



Curar ferimentos (Nível 1)
Após fazer uma pequena e rápida oração ao seu mestre Asclépio, as mãos do Curandeiro serão tomadas por uma luminosidade de fraca coloração dourada, permitindo com que o usuário recupere uma parte do HP do alvo com o toque direto. A cura será equivalente ao custo de Mp deste poder x 1/2 do nível do curandeiro, arredondado para baixo (mínimo de cura = 4). Pode ser utilizado sobre si mesmo. Uso livre na enfermaria, mas limitado a 1 uso por aliado a cada combate enfrentado. Custo base a ser multiplicado pelo nível = 4 de MP.[Modificado]
Estimativa de gasto = 3MP.

Poção Energética Média criada e utilizada no próprio post.




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Re: Grandine Memorial - Enfermaria de Ana M. Thernadier

Mensagem por 128-ExStaff em Seg 05 Jun 2017, 18:06

Atualizado
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Re: Grandine Memorial - Enfermaria de Ana M. Thernadier

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