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Teste para filhos de Poseidon — Maio

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Teste para filhos de Poseidon — Maio

Mensagem por Psiquê em Seg 08 Ago 2016, 10:06

Teste para filhos de Poseidon


Aqui devem ser postados todos os testes para os concorrentes a filhos de Poseidon deste mês. As postagens podem ser realizadas até as 23h59min do dia 21 do mês corrente. Postagens após o prazo serão desconsideradas. Resultado no primeiro dia do mês seguinte.

Vejam as regras completas aqui [clique]

Boa sorte, campistas!


Thanks, Dricca - Terra de Ninguém



How fickle my heart and how woozy my eyes, I struggle to find any truth in your lies. And now my heart stumbles on things I don't know, my weakness I feel I must finally show. Lend me your hand and we'll conquer them all but lend me your heart and I'll just let you fall, lend me your eyes I can change what you see, but your soul you must keep totally free
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Re: Teste para filhos de Poseidon — Maio

Mensagem por Kwang Sun Hee em Sab 02 Set 2017, 17:30

Características Físicas: Kwang é um rapaz de porte atlético devido ao esporte que praticou desde criança, seus ombros são um pouco largos, os cabelos escuros são lisos e os olhos são castanho escuro. O garoto mede 1,76cm e pesa 57 quilos. Os olhos puxados deixam bem claro a nacionalidade coreana do garoto.

Características Psicológicas: O asiático é um garoto com alto senso de humor, leal e brincalhão. O garoto tem certa facilidade em fazer amigos e em se socializar com outras pessoas, tratando todas de forma igual e com muita brincadeira, tanta que tem horas que chega a ser irritante.

História: Kwang nasceu no dia nove de abril de mil novecentos e noventa e oito. Sua família mudou-se para os Estados Unidos da América quando sua mãe era apenas um neném e desde então moram na cidade de Nova Iorque. Apesar de nunca conhecer seu pai o garoto pode conviver com isso. Sua mãe namorava outro homem, o rapaz era gentil e adorava Kwang. Amante da natação ingressou na melhor escola para “prodígios” da cidade. A escola de natação era a melhor da cidade, mas para Kwang era como se fosse andar, ele tirava de letra, bateu os recordes da sua idade no dia que entrou e foi apelidado lá dentro de: Água. O garoto era tão bom que os treinadores disseram que quando ele completasse a idade ele seria imediatamente enviado as olimpíadas.

Enquanto ele não tinha idade para as olimpíadas, Kwang se contentava com campeonatos amadores da idade dele e até mesmo avançados. Todos os seus adversários eram deixados para trás, o jovem nadador sempre levava a melhor independente da modalidade, ele não era uma pessoa nadando, ele era a própria água se locomovendo em um espaço. Era assim que as pessoas falavam dele.

O garoto já tinha tantas medalhas que não cabiam mais nem no apoio que havia no quarto dele. E foi durante a ida para um treino que aconteceu. Kwang estava na metade do caminho junto a sua mãe quando o primeiro monstro mostrou-se para o garoto, por algum motivo o monstro já sabia de Kwang. O monstro avançou contra o carro de sua mãe e a pegou pelo pescoço, arrancando a mulher pelo vidro. Kwang entrou em desespero no momento que aconteceu ele não sabia o que o monstro era e nem conseguia descrever o mesmo em seu pensamento. O jovem desceu do carro e começou a correr atrás do monstro que trotava para longe com sua mãe em mãos.

Quando o monstro parou eles estavam em um parque em nova Iorque, o monstro pegou a mãe do garoto e arremessou a mulher longe, ela bateu as costas em uma arvore e caiu desacordada, Kwang correu até sua mãe desesperado e ignorando totalmente o monstro que estava a sua frente, mas diferente dele, o monstro não o ignorava. Ele avançou em direção ao garoto que por reflexo saltou rolando para o lado, desviando de um golpe do monstro. O garoto arrastou-se para trás observando o monstro virar-se para ele novamente, sua mãe ainda estava desacordada jogada ao lado do monstro. O monstro avançou novamente para cima de Kwang e por algum motivo que nem ele mesmo entendia ele consegui desviar dos golpes. O monstro então, indignado por não conseguir afetar o garoto pegou a mãe do jovem semideus e falou algumas palavras que Kwang não entendeu. O monstro saiu correndo com a mãe do garoto em seu braço novamente, Kwang ainda frustrado e com medo perseguiu o monstro, mas não deu muito certo, o monstro desapareceu nas ruas de nova Iorque.

— ARGH! — Gritava o pequeno Kwang enquanto dava uma espadada em sua mãe, que caia ao chão e gritava de dor, o corte havia pegado em seu braço esquerdo e a mulher rolava de um lado para o outro no chão, o pequeno asiático moveu-se para cima dela e aplicou-a mais um corte, desta vez cortando-lhe a garganta. — Eu sou o mais forte! — Bradou o garoto levantando sua espada. Mas logo a cena se desfez.

Kwang havia acordado, sentia um liquido estranho escorrendo ao canto da boca, baba, o garoto limpou rapidamente a baba no canto da boca e levantou à cabeça, todos estavam rindo e olhando para o garoto, alguns apontavam, outros apenas riam. Ele estava na escola, como de costume. Sexta série, aula de matemática, qualquer pessoa com TDAH e dislexia dormiria em uma aula de matemática, era algo quase impossível, se manter acordado. Ele só não entendia o motivo da risada, ou melhor, ele nunca entendia. O único que não dava risada era Tyler, um garoto estranho que sempre estava com um boné aba reta e uma calça largada, parecia aqueles rappers antigos, tirando o fato que ele andava que nem um mongol por causa do problema nas pernas. O motivo das risadas foi por que o garoto continuou dormindo após o ultimo sinal bater.

Kwang levantou-se lentamente, pegou sua mochila e esperou para que todos saíssem para que ele pudesse sair. Na saída ele encontrou com seus amigos que estudavam em salas diferentes, Daniel e Brian. Os três costumavam ir juntos para casa, mas neste dia, Kwang teve de ir sozinho, Daniel e Brian eram irmãos e tinham uma consulta médica, deixando assim, Kwang sozinho no seu caminho de volta.

Ao chegar à sua casa, como de costume estava tudo apagado, sua mãe havia desaparecido a algum tempo atrás. Sempre que o garoto entrava em casa ele via as fotos da mãe junto a seu padrasto, seu pai? Ele não conhecia, não sabia seu nome e muito menos onde ele está. Sempre que perguntava sua mãe fugia do assunto, deixando o garoto mais curioso ainda. Mais ao fundo no corredor havia outra foto da mãe, Kwang ajoelhou na frente da mesma juntou as mãos com os dedos esticados e rezou para os deuses que ela estivesse bem, independente de onde ela foi parar. Ele sempre acreditou nessa história de deuses e tudo mais.

Antes que ele pudesse acabar de rezar pela sua mãe um barulho estremeceu a casa por completo. Algo bem grande bateu na parede ao lado do garoto, uma vez, duas vezes e nada terceira tijolos para todos os lados. Kwang estava bem, por outro lado uma parte da casa estava no chão. O garoto assustou quando uma mão tocou seu braço o puxando para cima —Vamos cara, vamos, vamos, vamos! — Kwang olhou e viu pernas peludas, cascos no lugar dos pés e quando olhou para cima —TYLER — O sátiro puxava ainda mais forte o garoto que se levantou e começou a seguir o sátiro fazendo diversas perguntas.

O garoto seguiu o sátiro para fora da casa e o homem-bode abriu sua mochila de viagem (que era enorme) e tirou uma espada de bronze celestial. — Tome, não podemos correr de um cão infernal, teremos de lutar — Kwang olhou estranho para o garoto bode e ele resumiu o mais breve possível. A cabeça do garoto asiático latejava, tantas informações em pouco tempo, aquela coisa enorme presa e etc.

O tempo deles era curto, o cão infernal soltou-se dos escombros e avançou para cima deles, seu primeiro ataque foi no sátiro, os dentes do monstro chegaram com tanta velocidade que ele mal pode acompanhar, mas o sátiro rolou para a direita e puxou um bastão de beisebol de ferro e acertou a cabeça do animal que moveu-se para o lado zonzo. O animal balançou a cabeça e dessa vez avançou contra Kwang que levantou a espada e deixou o instinto toma-lo. Por mais que nunca tivesse pego em uma espada antes, sentiu-se como se já treinasse a anos. O cão infernal levantou a pata dianteira esquerda e fez um arranhão na diagonal, Kwang saltou-se para trás para que a patada passasse no vento e logo avançou, fazendo um corte na horizontal no animal, que uivou de dor, Kwang agora estava ao lado do monstro que virou rapidamente e tentou morder o garoto, Kwang teve um reflexo rápido dando um passo para o lado, mas não foi o suficiente para desviar por completo da mordida, de raspão, as presas do monstro pegaram no peito do garoto, rasgando sua camisa e abrindo um pequeno corte.

O sátiro percebeu que o garoto estava se saindo bem e deixou-lhe continuar sozinho nessa batalha. O monstro não estava nada satisfeito com apenas um corte pequeno e logo conseguiu acertar uma patada no garoto. O sátiro pensou em entrar novamente na luta mas quando deu-se conta Kwang já estava em pé. — Use a agua Kwang — A voz soou dentro da cabeça do garoto e quando ele olhou para trás do monstro o encanamento havia sido estourado e litros de agua jorravam para fora da casa, o garoto concentrou-se e então a agua veio até ele e se transformou em gelo, o gelo tinha a forma de uma lança e logo depois uma nevoa densa cobriu o local. Kwang podia ver muito bem e notou que o monstro não poderia. Ele usou isso para tirar vantagem, avançou para cima do monstro usando a espada e a lança, realizando golpes coordenados e bons o suficiente para alguns segundos depois, aquele grande cachorro preto evaporar.

Quando tudo acabou, Kwang estava exausto, Tyler aproximou-se do garoto e o pegou nos ombros, durante isso, Kwang desmaiou. Quando acordou estava em um lugar extremamente diferente e um homem cavalo estava a sua frente, junto ao homem-bode. Kwang sofria de uma dor de cabeça insuportável mas mesmo assim Quiron contou-lhe tudo e ao acabar, abriu um sorriso — Seja bem-vindo, Kwang, filho de Poseidon, ao acampamento meio-sangue.

Narração: Sabe, existem muitas maneiras de o Universo te dizer que você vai um dia terrível, mas o favorito de Kwang definitivamente era ser atacado às três horas da manhã por um cão infernal. Claro, ser chamado para a Casa Grande logo depois da fogueira deveria ter dado o aviso, mas foi quando Quíron perguntou se estaria disposto a fazer entregar um pacote em Atlântida, aparentemente a pedido do próprio Poseidon. Bem, agora é tarde para voltar para casa, pensou enquanto puxada uma flecha da aliava. (Por sorte, tinha trazido o arco e sua aliava que ganhara de presente de um amigo).

Virando-se para a a frente e mantendo o pacote seguro dentro da sacola que estava segurando, não querendo dar as costas para a fera, Kwang mantinha a mão firme no arco.

Decidindo que era melhor tentar deixar a criatura cansada, ele começou a correr. Devo dizer que essa não uma das melhores idéias que já teve, pois o cão infernal mordeu a isca e começou a correr atrás dele. Embora desagilizada por um corte feio na pata, a fera ainda era bem rápida, e se Kwang não tivesse desviado rapidamente e feito a criatura bater tropeçar em uma das várias cadeiras dobráveis da praia onde estavam teria dado uma mordida que o teria partido ao meio.

Bom, claramente ele não gostou de comer areia e se virou com ainda mais raiva para Kwang. Rezando aos deuses para acertar, enquanto a fera corria, pegou uma das flechas que estava na aljava e mirou no cão infernal. Milagrosamente, acertou em cheio.

Porém a criatura não gostou muito, logicamente e ele poderia jurar que viu ódio no olhos do monstro, que mesmo com uma flecha enfiada no olho direito, estava agachado para saltar em cima dele.

Dessa vez, porém, Kwang não foi tão ágil e acabou ganhando terríveis cortes na perna, fundos e com uma aparência tenebrosa. O cão agora latia, como se para tentar intimidar o garoto ainda mais.

Ainda encolhido no canto em que estava, Kwang mirou mais uma vez na fera, só que dessa vez no nariz dele. Dessa vez, acabou errando. Ao sentir a flecha passar por si, a criatura começou a correr em direção a Kwang, que desesperado, agarrou mais uma flecha e posicionou o arco mais uma vez, pronta para uma última defesa.

Por milagre, acertou no outro olho do cão infernal, que começou a se debater e lentamente virou pó. Fazendo um enorme esforço para se levantar, ele continuou no caminho que estava seguindo, agora bem mais perto do destino.

Após uma longa jornada até chegar a Atlântida, Kwang finalmente encontrou o belo reino aquático, que parecia ainda mais imponente do que ele imaginara.

Ao entregar o pacote a Poseidon, Kwang até pensou se poderia perguntar o que havia de tão importante naquele pacote para que a entrega dele fosse tão urgente. Porém, apesar de curiosidade, resolveu não perguntar, pois pensou que se tivesse permissão para saber o que havia no pacote, já Quíron teria dito o que era quando perguntou se ele poderia entregar algo com urgência a Atlântida.

Depois de chegar ao Acampamento e ao Chalé 3 durante os primeiros raios de sol do dia, mal pode conter o alívio pela missão que conseguiu cumprir.
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Re: Teste para filhos de Poseidon — Maio

Mensagem por Phobos em Ter 17 Out 2017, 22:04

Avaliação


Primeiro de tudo perdão pela demora da sua avaliação, o fórum passou por uns momentos conturbados e por isso acabamos por demorar a avaliar as fichas dos três grandes.

Reprovado.

Acredito que se fosse uma ficha de avaliação normal, você teria conseguido. No entanto, seu texto se mostrou confuso e mal organizado, com muitas repetições que tornam a compreensão difícil de ocorrer — por diversas vezes me peguei relendo mais de duas vezes apenas frases. Minha dica para você é: depois de escrever um parágrafo, procure repetições de palavras e as elimine. Evite o uso excessivo do ponto final, também. Não tenha medo das vírgulas e conectivos! Negligenciar seu uso torna o texto mecânico e cansativo, que foi o seu caso. Um exemplo onde isso poderia ter sido feito é neste trecho:

"Ele avançou em direção ao garoto que, por reflexo, saltou rolando para o lado, desviando de um golpe do monstro. Kwang arrastou-se para trás, observando a criatura virar-se para ele novamente, a mãe do semideus ainda estava desacordada, jogada ao lado do monstro. A coisa avançou novamente para cima de Kwang e por algum motivo que nem ele mesmo entendia ele consegui desviar dos golpes."

Perceba que a leitura se tornou muito mais fluída e tranquila de ser feita, mesmo que nem todos os erros fossem corrigidos. Tente da próxima vez, meio sangue!


Thanks, Dricca - Terra de Ninguém



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Re: Teste para filhos de Poseidon — Maio

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