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Teste para filhos de Poseidon — Junho

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Re: Teste para filhos de Poseidon — Junho

Mensagem por Annie I. Murray em Qui 21 Jul 2016, 23:58

Teste de Reclamação
para filha de Poseidon



Características:

Físicas:
Annie tem cabelos castanhos escuros, olhos verdes, corpo magro e esguio. Tem a altura média para uma menina de sua idade – atualmente 10 anos.

Psicológicas:
Mais esperta que a maioria das crianças de sua idade, Annie tem grande conhecimento sobre as histórias de seus antepassados gregos, por amar ler, além de uma forte aptidão com armas brancas. É sorridente em boa parte do tempo, mas muito séria com os assuntos devidos. Em resumo, é muito madura sem deixar de ser criança. Também odeia sentir-se de mãos atadas e simplesmente não suporta raios e altura.

A história:

Annie nasceu no Acampamento Meio-Sangue. Sua mãe, uma filha de Hécate, infligiu todos os seus maiores esforços para chegar ao refúgio enquanto as sombras a protegiam, o céu era rasgado por raios poderosos e a praia era castigada pelo mar revolto, como se uma guerra estivesse acontecendo.

Valerie, a mãe, morreu no exato momento em que a menia nasceu, nem chegando a ver o rosto da pequena bebê. Quíron criou Annie como sua própria filha, tendo uma única informação sobre a ascendência divina da garotinha: apenas dez anos depois do nascimento o pai poderia reclamá-la.

Os anos se passaram e Annie cresceu tendo o mundo grego como sua realidade. Sabia que havia um mundo mortal lá fora, além das barreiras, onde as pessoas viviam como se tudo que narrava sua vida fosse apenas um conjunto de mitos. Muitos dos amigos que fez no acampamento viviam essas duas vidas.

Mas mesmo vivendo uma só, o que, aparentemente, deveria ser algo mais simples de lidar, Annie não se sentia completa. Ok, ela gostava de viver no chalé XI. Os filhos de Hermes eram engraçados e muito acolhedores, ainda que sempre tentassem afanar seus pertences. E havia os indefinidos, que, assim como ela, não sabiam quem eram seus progenitores.

O problema era que todos, cedo ou tarde, recebiam um sinal holográfico sobre a cabeça e mudavam de casa. Annie viu semideuses chegarem e saírem do chalé de Hermes inúmeras vezes, mas nada acontecia com ela.

Com oito anos ela começou a treinar e a buscar respostas por si própria. Visitava a biblioteca da Casa Grande quase todos os dias, fuçava livros, anotava características de todos os deuses masculinos e avaliava a si mesma para cruzar informações enquanto treinava nas diversas áreas do refúgio.

Força natural maior que o normal? Tchau, Héracles e Ares, ela concluiu nos primeiros treinos na arena. Habilidades manuais, fogo, montagens de equipamentos? Parece que não é você, lorde Hefesto. Ela realmente não tinha muita coordenação motora com pecinhas. E assim, vários foram sendo descartados das possibilidades.

Foi numa noite de julho que aconteceu. Annie tinha chegado de sua última missão não fazia muito tempo. Estava intrigada com os bilhetes que vinha recebendo e sabia que havia ali alguma mensagem oculta, mas o que a deixara realmente preocupada foi a visita de um suposto príncipe do mundo mágico que deixara claro que ainda a veria novamente, numa situação não tão fácil quanto salvar um unicórnio de dois lestrigões no rio Hudson.

Naquela noite, a garota voltava do anfiteatro com Sasuke e Bryan, os semideuses orientais filhos de Afrodite e Selene, respectivamente. O acampamento inteiro tinha cantado músicas de verão e dado as boas-vindas a alguns campistas que tihnam chegado naquela semana. Annie se sentia quase completa toda vez que os campistas se reuniam no anfiteatro.

Terminada a programação, os meninos a deixaram à porta do chalé de Hermes, dando-lhe beijinhos de despedida e acreditando piamente que ela estaria logo indo dormir. Não poderiam estar mais errados. Annie sabia que o grande dia já deveria ter chegado. Não conseguia entender por que o pai ainda não a havia reclamado. Teria esquecido da promessa que fizera?

A garota esperou os amigos entrarem em seus chalés e se esgueirou em direção à Casa Grande, pois, se alguém poderia ter uma resposta, esse alguém era Quíron. Estava a três metros da enorme construção quando ouviu um trotar se aproximar e um familiar relinchar, alto e aparentemente desesperado.

— Tártaro? O que faz aqui? — Ela perguntou, vendo seu filhote de andaluz negro um tanto quanto aflito, embora ela não soubesse como conseguia entendê-lo. Claramente ele queria lhe mostrar alguma coisa, então ela não hesitou em montar e deixar que ele a levasse para onde quer que fosse.

O acampamento já estava todo recolhido e apenas as harpias vagavam pelo local. Se elas pegassem a pequena garota do lado de fora após o toque de recolher, ela estaria em maus lençóis. Mesmo assim, lá estava Annie, portando seu gládio de bronze sagrado, com o vento fustigando seus cabelos enquanto Tártaro trotava a toda velocidade para a praia.

Quando Annie chegou ao destino viu algo que jamais pensaria ver. Três espíritos da água (tipo de ser que geralmente é pacífico) estavam causando sérios problemas na praia. Problemas grandes a ponto de deixarem Quíron bem desconfortável. O centauro parecia estranhamente impotente diante das criaturas em forma de jovens moças, como se todos os seus esforços parecessem em vão.

Sabendo que deveria estar correndo de encontro ao suicídio, Annie saltou da sela de Tártaro e correu de encontro ao centauro, que atirava uma flecha atrás da outra na tentativa de derrotar os espíritos, mas eles desviavam cada uma delas com suas espadas.

— Quíron! O que está havendo? — Ela perguntou, já entrando na batalha, acertando seu gládio na espada de um dos espíritos com força descomunal, apesar de estar com os pés dentro da água, o que deveria deixá-la mais lenta, teoricamente.

— Annie?! O que você está fazendo aqui? É perigoso demais!

— Eu ia atrás de você, mas... Tártaro apareceu... e me trouxe aqui! — Ela respondeu, entre fortes golpes.

Annie estava lutando de uma forma diferente, mas não conseguia perceber. Quíron, por sua vez, notou claramente a mudança na intensidade dos golpes que a pequena garota desferia e pouco depois chegou a parar de batalhar, extasiado apenas em assistir ao pequeno furacão que a garota parecia ter se transformado.

Annie desferia um golpe atrás do outro, tinha uma força e velocidade maiores do que já tivera em qualquer momento de sua vida. Ela girava e traçava arcos longos, quase sem deixar espaços livres para contra-ataques. Recebeu alguns golpes, de fato, mas nenhum deles parecia surtir grande efeito.

Foi então que uma névoa verde começou a cincundá-la dos pés à cabeça. Annie estava tão envolvida pela batalha que nem notou o tridente holográfico que começou a pairar sobre sua cabeça. Os espíritos pareceram contrariados e realmente furiosos quando viram o sinal e tentaram desesperadamente derrotá-la, mas Annie apenas ficava mais forte.

Com um golpe intenso, ela conseguiu jogar os três para a areia e ali, sem contato com a água, os seres perderam a força e foram facilmente derrotados por uma Annie Murray selvagem e dominada pelos poderes de seu progenitor.

Ofegante diante das poças de água deixadas pelos espíritos derrotados, a garota voltou a prestar atenção no que ocorria ao seu redor. Tártaro estava eufórico e Quíron estava... curvado em reverência? Foi só então que ela percebeu a aura verde e o tridente. Ela já tinha visto coisas como aquela acontecerem diversas vezes no acampamento, mas não fazia ideia do efeito que aquilo causava.

— O deus dos mares, portador dos terremotos, criador dos cavalos. Ave, Annie Murray, filha de Poseidon!

* * *

Uma visita a Atlantis:

— COMO É QUE É? — A reação de Annie não poderia ser mais espontânea. Ela, filha do deus dos mares? — Quíron, está me dizendo que um dos três grandes, um dos deuses mais poderosos do universo é o meu pai? O pai que deveria ter me reclamado há onze meses?!

O centauro suspirou fundo, claramente entendendo a frustração que a pequena garota sentia naquele momento. Ok, era legal ser a filha do deus dos mares, era legal o simples fato de saber quem era seu pai. Mas era impossível compreender como raios um dos Três Grandes demorou tanto para cumprir sua promessa. Por que ele não a tinha reclamado na data prometida? Por que causar tanto sofrimento?

— Venha, criança, vamos tomar um chocolate quente e respirar um pouco. Venha.

Annie estava emudecida. Um turbilhão de emoções a dominava e ela mal percebeu quando chegaram à sala da Casa Grande. O que a trouxe de volta foi o sorriso satisfeito e ao mesmo tempo sarcástico de alguém que ela já tinha conhecido antes.

— Príncipe?! — Ela perguntou por entre os dentes trincados.

— Olá, pequena Annie. Parece que você finalmente descobriu quem você é. Sentiu saudades? Nossa pequena aventura no Hudson me deixou ansioso por isso. Olá, centauro!

Quíron apenas acenou com a cabeça, sem conseguir acreditar que aquele era o príncipe que Annie havia conhecido em uma missão.

— Você... Você é Tritão! Como não percebi antes...? O que você quer de mim? Você sabia que eu... você sabia sobre tudo?

Tritão explicou que sabia. Explicou que Poseidon queria tê-la reclamado no dia prometido, mas não conseguira. E o que o impediu era justamente o motivo de Tritão estar ali. Ele vinha trazer a Annie uma missão importante de resgate. O símbolo do poder de Poseidon tinha sido roubado.

Claro que aquilo era coisa demais para a cabeça de qualquer criança, mas Annie não era uma menina comum. Ela sabia que ser filha do deus dos mares jamais poderia ser sinônimo de uma vida quieta e tranquila. Com os dedos fechados em torno do punho do gládio, Annie suspirou fundo, ainda tentando controlar suas emoções.

— O que eu tenho de fazer?

— Deve vir para Atlantis comigo. Mas quando chegarmos lá, estará só. É uma missão, Annie. — Sem pestanejar, a garota aceitou. Não quis esperar mais. Se Poseidon queria uma prova de sua valentia, era isso que ele teria.

A viagem até o reino de Poseidon não foi demorada, como Annie pensou que seria. A cidade submersa era a coisa mais linda que a garota jamais tinha visto, mas parecia sitiada. Exércitos de ciclopes do lado de dentro lutavam com hordas de espíritos do mar rebeldes, que pareciam querer tomar o palácio.

Tritão explicou que eles tinham a esperança de reviver o titã Oceano, por mais impossível que aquilo parecesse para um futuro próximo. A missão de Annie era abrir caminho pelas hordas e chegar ao líder da rebelião para derrotá-lo, pois aparentemente somente a mais jovem filha do deus dos mares seria capaz do feito.

Foi o que ela fez. Annie estava absolutamente furiosa pela demora em ser reclamada, por ser constantemente provocada por Tritão com seu sarcasmo, por ver o reino de seu pai sitiado por um bando de espíritos rebeldes com esperanças absurdamente absurdas.

A batalha se estendia por toda a extensão do pátio do palácio, mas um pequeno vulto furioso era o que chamava a atenção em meio a todos os guerreiros. O vulto derrubava inimigos por onde passava, uma raiva controlada e precisamente aplicada que a levava ao sucesso: o líder da rebelião.

Quando o alcançou, Annie simplesmente não deixou espaço para seu oponente. Sabia, com uma certeza sobrenatural, que estava destinada a parar aquela batalha e derrotar o líder. Era ela quem entregaria de volta a Poseidon o seu tridente, e seus olhos brilharam quando ela viu que era com essa arma que o espírito líder lutava.

Annie foi ferida, mas feriu com maestria. Tomou de seu oponente o tridente e com ele deu o golpe final, empalando-o sem qualquer piedade. Todos tinham aberto um largo círculo para assistir àquela batalha e, assim que o líder foi derrotado, percebeu-se o fim da rebelião. Poseidon, que observava tudo com feição impressionada ao lado de Tritão, aproximou-se da filha com um sorriso de orgulho. Aquela era sua menina.

A jovem semideusa se ajoelhou diante do pai e ergueu a arma, devolvendo-a ao dono. Poseidon tocou-lhe a cabeça e sua voz reverberou aos ouvidos de todos os presentes quando ele bradou a bênção à sua filha, o reconhecimento enfim chegara. O pai tinha orgulho da filha e ela finalmente sentia-se completa.

No dia seguinte, Annie acordou no chalé III. Tinha sido levada lá por seu irmão depois de uma longa conversa com o pai. Eles tinham se entendido. Poseidon fora impedido pelos desígnios das Parcas, não havia como impedir isso. Mas agora tudo estava bem.

Adendos:

Armas levadas:

Gládio de bronze sagrado [Semelhante a espada curta, porém esta tem a lâmina mais larga na base e maior no comprimento, medindo cerca de 80cm. Devido ao pouco peso, é empunhada com uma única mão, deixando a outra livre para utilizar escudos ou outros itens. O cabo é de madeira simples.][Bronze sagrado e madeira][Não controla nenhum elemento] (Nível mínimo: 1)

Poderes utilizados:

Poderes não utilizados.


.:: narração :: falas :: pensamentos :: falas de outros ::.
Annie I. Murray
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Chalé de Poseidon

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Re: Teste para filhos de Poseidon — Junho

Mensagem por Lian Conner em Dom 24 Jul 2016, 14:29

Boa tarde, estou repostando minha ficha, que foi direcionada ao lugar errado, mandei MP, ao ADM "Organização PJBR", e disse que poderia resposta a mesma ficha.

@Lian Conner escreveu:

Ficha de Reclamação


— Por qual deus deseja ser reclamado/ qual criatura deseja ser e por quê?
Poseidon - Pois ele sempre trás uma variável interessante para tramas que necessidade de um personagem volátil assim como o próprio mar.

— Perfil do Personagem
Nome: Lian Conner
Idade: 17 anos
Signo:: Leão
Altura: 1,74

Características Físicas: Possui porte Atlético, nem muito forte nem muito magro, olhos verdes, pele parcialmente bronzeada, com bons reflexos, e um sorriso torto meio provocativo, cabelos castanhos curto um pouco arrepiados, dependendo do dia.

Psicológicas: Uma pessoa de gênio forte e explosivo em certos momentos, assim como o mar, com momentos tranquilos e violentos, não aceitando desaforo, um espírito livre e aventureiro, que detesta ser contido, sempre em busca de alguma coisa, que faça dar sentido à vida que parece apenas acontecer, observador é bom em confrontos de mano a mano, e facilidade com espada e bastão


— História do Personagem


Quanto tempo fazia que não sabia o que era ter um lar? Uma família... Depois da morte da minha mãe, e passar um tempo na casa das minhas tias, precisei fugir para protegê-las, eu não sabia o porquê criaturas estranhas me perseguiam, mas sabia que eram atrás de mim que eles vinham, para mantê-las segura eu sumi de suas vidas.

Durante esta vida de andarilho, passei por vários abrigos, túneis, casas abandonadas, vivendo como podia, meu déficit de atenção e dislexia me atrapalhavam muito, não conseguia ficar parado, ou ler massas de texto muito grandes apenas pouca palavra é com muita dificuldade, antes delas se embaralharem diante meus olhos.

O único lugar que podia dizer que me sentia seguro era na água, poderia ficar horas sem me cansar, ele me confortava, me dava força, era quase como ser envolvido pelos braços de alguém que havia perdido. Com dezessete anos meu paradeiro era desconhecido a muitos, mais vivia em Detroit, onde enfrentava várias criaturas que para muitos não eram reais, eles não eram capazes de ver o que eu via, por muitas vezes eu queria não ver também.

Poucos dias atrás uma voz parecia falar com meu consciente, esta voz me parecia familiar, porém não conseguia dar um rosto a tal voz, mas sentia ela me atrair, e ela estava me guiando para algum lugar, aquele seria o momento de desvendar de quem era aquela voz que a dias parecia ecoar em meus pensamentos, e porque estar me chamando, mesmo aquilo parecendo loucura.

Guiado por aquela voz, me aproximei do mar em um porto, as ondas quebravam na encosta, o céu estava acinzentado, anunciando que logo mais uma tempestade iria cair, foi quando uma voz o assustou.

— Aqui não é lugar para você está garoto...— Era um homem baixo, de rosto cheio uma barba torta e com chifres entre os cabelos.

—  O que é você?— Perguntei olhando assustado para ele,  tentando parecer o mais natural possível.

— Acho que a pergunta certa seria quem é você.—  Seus olhos me avaliavam, como se tirasse minhas medidas com os olhos, ele trajava uma camisa colorida, é uma calça preta.

— Eu sei quem eu sou! — Falei sentindo-me pressionado, enquanto a voz que falava em minha mente se silenciava.  

— Acredito que não saiba, consigo sentir o seu cheiro... É tenho certeza que outros também podem. Você é um semideus filho, sabe o que isso significa? — Perguntou ele.

— Significa que estou falando com um maluco! — Falei dando alguns passos para longe.

—  Não... Isso quer dizer que sou sua única chance de entender o que está acontecendo é de manter você vivo.  

—  Me mantive vivo muito bem.—  Falei dando as costas a ele o vento começava a soprar.

— Estou vendo, vários machucados, roupa rasgada é suja... Quanto tempo não dorme realmente?— A pergunta me acertou em cheio.

— Como sabe que não durmo direito?  

—  Os semideuses tem as vezes problemas com dormir, pois tem vários pesadelos, ou sonhos, mais gosto de chamar de visões, no seu caso acredito que não durma bem, porque tem medo de vacilar e alguma criatura o atacar.
 
Ele havia acertado em cheio, não importava onde fosse ou como me escondesse nada impedia os monstros de aparecer tudo que podia fazer era fugir, e me esconder, mesmo me camuflar com folhas secas e lama não adiantou.

— Digamos que acredite que você pode me ajudar, como faria isso?
 
— Simples eu sou u sátiro enviado do Acampamento Meio-Sangue o único lugar que pessoas como você estão realmente seguros, é caso ainda não tenha percebido o que é eu lhe digo, você é um semideus, metade mortal e metade imortal.  

Aquilo soou muito estranho, queria cair na gargalhada apontar o dedo para ele e dizer o quanto estava louco, mas nem mesmo isso consegui fazer.

—  O que te faz acreditar nisso?—  Perguntei querendo criar coragem para caminhar para longe mais não conseguia.

— Os monstros que você vê são reais, você não está louco pessoas comum não podem vê-los, pois existe magia poderosa acobertando tudo isso, está magia e chamada de névoa, ela impedi que mortais  vejam a realidade, pois ele não conseguiriam aceita-los, então este véu mágico pega a realidade e molda para algo que eles possa aceitar, mais isso é diferente para os semideuses...  

No meu interior eu sabia que aquilo não era tão absurdo, todas as criaturas que vi, tudo que enfrentei sem que ninguém percebesse, não poderia ser invenção da minha cabeça.

— Olha filho... Sei que pode ser difícil de acreditar, mais não estamos com muito tempo, foi sorte acha-lo aqui, esta área e repleta de monstros, que tal irmos para o acampamento é lá tudo é esclarecido?  

Seria muita idiotice minha se acreditasse em meia dúzia de palavras e seguisse um homem que nunca vi na vida, que possuía chifres e que tinha... Esfreguei os olhos quando o vi tirar as calças e revelar cascos.

— Você é um bode!?

—  Sátiro é o termo correto, e me chamo Trevor, e se quiser sobreviver sugiro começar a correr. — O vi olhar para trás em uma área de vegetação  de um parte quando arvores começaram a se mover.

Do meio das arvores saiu a galinha mais grande que tinha visto, o sátiro começou a correr e eu o segui sabendo por instinto que aquele animal não era normal.

—  O que é esta coisa? — Perguntei correndo

— Isso se chama Cocatriz, pode parecer uma galinha ou galo como queira chamar, mais não se deixe levar, as garras são capaz de cortar carne como se fosse papel, e isso nem é o pior uma bicada  dele e você vira pedra!

Me calei é comecei a correr sendo seguido pelo sátiro, que corria muito rápido para um baixinho de pernas de bode.

— Despistamos ele...

— Como fazemos isso? —  Perguntei olhando para a distância que parecia ser encurtada pela criatura.

— Vamos nos esconder nas docas, a visão deles não é muita boa, assim podemos ganhar distância.

E assim o fizemos, passando por várias áreas cobertas, entrando em galpões é saindo por outros, quanto vimos já estávamos longe e mais nenhum som se escutava daquela galinha gigante.

— Conseguimos... Preciso levar você pro acampamento lá estará seguro, seu pai ou sua mãe divina deverão reclama-lo.

— Minha mãe está morta é nunca conheci meu pai. —Disse Recuperando o fôlego,
—  Provavelmente seu pai deve ser um deus grego.

—  Sabe que dizer isso parece loucura.

—  Assim como um homem bode, e uma galinha gigante parece ser piada, mas não é, lá você vai descobri mais de sua origem, mas a escolha é sua se ficar cedo ou tarde eles irão lhe achar.

— Mais este lugar é seguro? Não colocarei ninguém em risco?

—  Não tem lugar mais seguro, e existem outros como você será bom conhece-los, é ver que não está sozinho.

— Está bem...


— Acampamento Meio-Sangue


Após concordar partimos para o acampamento, tivemos que passar por muitas provações e criaturas até chegarmos ao tal acampamento, a cada momento nos afastando da cidade, adentrando mais e mais na área verde de um campo, pegando caronas clandestinamente em caminhões.

Mais assim que estávamos a poucos metros dele, da floresta saiu um gigante, pelo menos o foi o que pensei até perceber que não era tão grande assim, e que possuía apenas um olho, e um enorme porrete nas mãos e correu em nossa, direção, Trevor caiu machucando a perna quando tentava saltar uma pedra, após desviar do ataque da criatura, rolei com ele por uma vala, o ergui com dificuldade é nos arrastamos  para fora da visão da criatura.

Aguardamos alguns instantes e o ergui colocando nas costas e disparei para a direção que ele apontava, o monstro nos viu e começou a perseguir.

— ALI! — Falou Trevor.

A poucos metros conseguia ver a entrada do acampamento, acreditando que conseguiria fui atingindo, na perna que me fez cair, soltei Trevor me distanciando dele para a criatura ficar mais confusa e não ter dois alvos fáceis, senti que havia um rio ali aproximo, a voz em minha mente ecoou, "vá para a agua" sem muita escolha me arrastei  o mais rápido que conseguia até a água desviando com dificuldade das investidas do monstro.

Olhei caindo de cara na agua, neste instante senti uma energia preencher meu corpo, como se renovasse minhas forças, a perna que latejava estava boa em folha, olhei para meu corpo, e senti a força restabelecer, uma luz pairava sobre minha cabeça em um tom verde na forma de um tridente.

Ao longe vi Trevor olhar espantado para mim, eu não entendi nada do que estava acontecendo, desviei de duas investidas, pegando uma pedra, e arremessando com toda minha força no olho da criatura, que urrou de dor, corri até Trevor o carregando para o acampamento, caindo estirado no chão do lado de dentro da barreira.


— Missão


Nunca tinha conhecido de fato meu pai nem mesmo seu reino, porém a chance veio para mim mais cedo e inesperadamente, em uma missão dada a mim por ser filho do senhor dos mares  eu precisava ir ao reino de Poseidon em Atlântis.

Minha missão era pegar um item que seria capaz de capturar uma das crias de Fórcis e Ceto que estava  aterrorizando as águas próximo ao acampamento, é que cabia aos campistas  resolverem este problema, mas mesmo sendo filho de Poseidon, deveria provar meu valor, o item me foi concedido, mais apenas com a condição de enfrentar um dos melhores guerreiros de meu pai.

Mais antes precisaria passar por dois testes antes de obter a chance do verdadeiro desafio que era o confronto, cada um destas provas tinha uma função diferente, uma era inteligência, a outra era a esperteza. Após superar estes dois, o ultimo e derradeiro desafio veio na forma de um Tritão, ele era forte, possuía músculos  definidos é um tridente de aço, eu tudo que possuía era uma espada.

O confronto se seguia desigual, evitava os ataques rápidos e poderosos como podia, mesmo que houvesse mobilidade embaixo d'água, ele possuía mais, por um golpe de sorte usei o ambiente ao meu favor, atacando no momento exato de uma investida ao fingir esta esgotado e sem opção de ataque, saltei sobre sua cabeça, acertando o cabo da espada na nuca o fazendo desmaiar, flutuando na água.


Lian Conner
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Teste para filhos de Poseidon — Junho

Mensagem por Zeus em Seg 01 Ago 2016, 17:50


Avaliação
Vamos ver como você foi...


Annie I. Murray: Reclamada.

Percebi um erro ou outro de digitação rápida e desatenção em seu post, mas nada grave. O que me incomodou foi a chegada de Annie na praia e Quíron recuado e depois se curvando, um comportamento atípico do líder do acampamento. Relevei isso, mas não se esqueça que mesmo com a intimidade que você criou para Quíron e Annie ele ainda é poderoso, veterano e muito experiente. O comportamento do centauro foi incoerente.

Os deuses não designam tarefas diretas aos filhos e não podem ter contato direto com eles também, lembre-se disso. Achei fraca a sua motivação para ir a cidade de seu pai, no entanto foi válida. Como já havia descrito a batalha na parte anterior, entendi que não fez uma luta bem elaborada na segunda parte. Um pouco estranho Poseidon ter sua arma roubada e não tomar nenhuma providência direta, ainda mais quando o ladrão estava em seu reino, mas supus que talvez fosse um teste. Tente ser mais coerente e criativa em sua história, inove e se esforce cada vez mais. Fuja dos clichês e procure motivações mais fortes para a personagem. Procure também ser mais descritiva em suas batalhas e desenvolvê-las melhor. No mais, meus parabéns!

Qualquer dúvida, envie-me uma MP!


Lian Conner: Não reclamado.

Sua história está recheada de erros gramaticais, de concordância e coerência. Você alterna a narração entre primeira e terceira pessoa, o que agrava ainda mais o entendimento do seu post. Sua história ficou tão confusa, mas deu para perceber que você tem um vocabulário muito rico, precisa apenas de revisar seu post e usar um corretor para te auxiliar nisso.

A sua história foi um pouco sem nexo, pois um semideus na sua idade tem um cheiro muito forte para monstros, o que os atrai com muita facilidade. Um semideus de 17 anos dificilmente sobrevive fora do acampamento sem lutar, e pelo o que entendi Lian nunca lutou de verdade, apenas percebia a presença de monstros que supostamente o deixavam escapar ileso de todas as situações.

A visita no reino de seu pai pode ser descrita de forma muito mais elaborada, como diz nas regras, não pode ser uma simples visita, precisa de motivação real. E mesmo que sua narração não tenha sido uma simples passada por Atlântis, foi muito fraca e sem base. Você cita que a personagem teve que passar por dois desafios, então tente narrar os desafios para incrementar a trama e envolver mais o leitor.

Tente desenvolver melhor suas lutas, gostei do modo como Lian busca a água e é reclamado, mas a luta em si fora deixada de lado e não muito bem feita, deixando a desejar nesse ponto.

Sinto muito, mas não tem como te aprovar. Peço para que refaça e revise seu post, corrija os erros apontados e escolha se usará narração em primeira ou terceira pessoa.

Dúvidas, reclamações ou pedidos: Envie-me uma MP!



Atualizado.
Por Psiquê


Corrija um sábio e o fará mais sábio.
Corrija um ignorante e o fará teu inimigo.
Zeus
Deuses
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Re: Teste para filhos de Poseidon — Junho

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