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{Finding Nemo} - MOPIF para Süheyl Kjeldsen

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{Finding Nemo} - MOPIF para Süheyl Kjeldsen

Mensagem por Nyx em Dom 18 Set 2016, 03:07



Los Soledad

O orfanato onde Süheyl morava estava silencioso naquela noite. O vento que soprava do lado de fora fazia com que os galhos secos de uma velha árvore batessem na janela do segundo andar. A garota não conseguia dormir naquela noite: seu sexto sentido estava lhe dizendo que algo aconteceria, e ele não estava errado.

♥Pontos Obrigatórios:

♥ Conte como foi seu dia, falando o que você costuma fazer no orfanato, suas relações com as pessoas de lá e coisas do tipo. À noite, quando for dormir, você começará a se sentir inquieta, como se sentisse que algo aconteceria.

♥ Enquanto revira em sua cama, você irá perceber que uma das camas estava vazia e resolve verificar o por que. Procure por todo o orfanato por alguém que esteja fora da cama após o toque de recolher e, quando chegar aos jardins, verá que se trata de uma manina mais nova que você, que diz que não consegue dormir por que querem que ela encontre Nemo, um gatinho persa alaranjado que se escondeu na propriedade do orfanato.

♥ Ajude a garotinha a procurar o gato e, durante a procura, você vai notar que a menininha fala com o nada, como se houvesse alguém ao lado dela. Você pode fazer perguntas, mas ela vai sempre desconversar e dizer que não é nada. Antes de encontrar o gato, você terá uma grande dificuldade - deixo livre para você escolher algo que tenha a ver com a mitologia. A lembrar que não precisa ser, necessariamente, uma batalha.

♥ Após essa dificuldade vocês continuarão a busca pelo gato, encontrando-o na dispensa que fica atrás do orfanato. A criança irá pegar o animal e apontá-lo para o nada, dizendo que estava tudo bem e que entregaria o gato para as responsáveis do lugar pela manhã. Então ela irá se virar para você e dirá que, desde bebê, ela costuma ver fantasmas e sempre os ajuda quando pode.

♥ Volte para sua cama e reflita no que aconteceu naquela madrugada. No dia seguinte entregue o gato para os responsáveis do orfanato, que decidirão se vão levar o animal para o abrigo ou se ficarão com ele. Termine sua missão de forma criativa.

♥ Ademais:
♥ Missão One-Post Mediana Externa para Süheyl Kjeldsen
♥ Local: Internato Herlufsholm, Næstved, Dinamarca;
♥ Horário: 21h05min
♥ Clima: Parcialmente nublado, com ventos gélidos;
♥ Coloque as armas levadas em code ou spoiler ao final do texto. O mesmo deverá ser feito com os poderes, e peço para que diga quais são ativos e quais são passivos, por gentileza;
♥ Evite usar Templates com barrinha ou com cores cegantes;
♥ Prazo para a postagem: 20 dias. Caso necessite de mais tempo, contate-me via MP.
♥ Dúvidas, reclamações ou afins, pode me contatar via MP.
♥ Boa sorte <3

thanks juuub's @ cp!  


♥ Lady Nyx♥
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Re: {Finding Nemo} - MOPIF para Süheyl Kjeldsen

Mensagem por Nyx em Seg 10 Out 2016, 02:38

Pela não postagem e não justificativa, a player será punida.

Missão em aberto!

Pré-requisitos:
Ser filho (a) de um deus relacionado aos mortos e morar fora do acampamento - não necessariamente na Dinamarca (o local poderá ser alterado perante aprovação)


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Re: {Finding Nemo} - MOPIF para Süheyl Kjeldsen

Mensagem por Psiquê em Ter 11 Out 2016, 12:51

Missão em aberto.

Requisitos mínimos: Morar fora do acampamento, somente.



How fickle my heart and how woozy my eyes, I struggle to find any truth in your lies. And now my heart stumbles on things I don't know, my weakness I feel I must finally show. Lend me your hand and we'll conquer them all but lend me your heart and I'll just let you fall, lend me your eyes I can change what you see, but your soul you must keep totally free
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Re: {Finding Nemo} - MOPIF para Süheyl Kjeldsen

Mensagem por Edward Beck em Seg 06 Fev 2017, 13:41

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Re: {Finding Nemo} - MOPIF para Süheyl Kjeldsen

Mensagem por Edward Beck em Qua 08 Fev 2017, 13:36


Finding Nemo

missão one post interna fácil


Mais um dia tinha-se passado. Sem incidentes. Totalmente sem incidentes. Vamos manter assim. O pensamento, como um mantra em minha mente, era repassado pela milésima vez desde o momento em que eu havia acordado. Agora estava deitado em minha cama, algo confortável e que por muito tempo eu não fiz ideia do que era. Não pense no passado, Edward... Suspirei fundo. O passado... Era tudo que eu, de fato, queria deixar para trás e vinha tendo sucesso nesta empreitada, mas honestamente eu não sabia por quanto tempo a paz duraria.

O vento fustigava as janelas do dormitório e fazia os galhos secos lá fora espancarem os vidros mais fortes do que aparentavam ser. Meu sono não vinha naquela noite, era como se um sexto sentido me avisasse de que algo iria acontecer, algo iria mudar. Fechei os olhos, tentando obrigar-me a dormir. Repassei o dia todo em minha mente: o café da manhã, as atividades no jardim, o almoço silencioso em que eu novamente me detivera a apenas observar os demais, a tarde... Meus punhos se fechavam com cada vez mais força, minha tentativa de reviver um dia inteiro e impelir meu corpo ao cansaço não dava certo. Algo em meu cérebro me mantinha elétrico!

Abri os olhos novamente, fitando o estrado da cama de cima. Meu corpo parecia sentir a necessidade de algo que havia muito tempo não tinha, uma abstinência por algo pior que qualquer entorpecente. Virei-me de lado, ainda inquieto, tentando qualquer coisa para desviar minha mente daquilo. Aqueles ataques novamente não! Estava tudo indo bem em minha vida, pela primeira vez. Sem encontros com seres estranhos da floresta, seres que, por mais que eu chamasse de ursos, eram bem diferentes dos tradicionais. Sem pensamentos distorcidos...

Esfreguei as mãos no rosto e percebi que elas tremiam. Fechando-as e abraçando meu próprio corpo, tentei controlar o monstro que me atordoava e que tentava novamente me dominar quando percebi que, a umas três camas de distância, havia um colchão vazio. Não deveria haver ausência naquela cama, o quarto estava completamente ocupado e eu sabia disso porque a última vaga fora dada a mim. Levantei-me de súbito e vesti meu sobretudo preto, dando a mim mesmo a missão de ir atrás do andarilho da madrugada, esperando que aquilo me tirasse do meu problema.

Saí silenciosamente do quarto, caminhando devagar e iluminando o caminho com a luz de uma fraca lanterna infantil. Passei pelo corredor dos quartos e abri as portas em silêncio, verificando se havia algum fujão dentro deles. Depois desci as escadas e olhei no refeitório, na cozinha, depois na sala de estar, olhei até na recepção por temer que alguém estivesse tentando algo mais que apenas passear. Não havia o menor sinal da pessoa desaparecida.

O monstro tornou a brigar dentro de mim ao perceber que minha missão havia, teoricamente, sido finalizada. Sem querer voltar para a cama, acabei dirigindo-me para o jardim nos fundos e desejei incessantemente por um pouco de ar fresco para renovar meus pensamentos. O vento corria frio e forte, assim como o fazia lá em cima, no quarto. As estrelas estavam ocultas por algumas nuvens e tudo indicava que o tempo só iria piorar. Dirigi-me para o balanço no meio do jardim e quase cheguei a me sentar, mas o som de uma voz infantil me impediu subitamente.

— Cadê você? Vamos... apareça, gatinho...

Olhei na direção da voz, direcionando o fraco facho de luz na direção dela. Meu coração gelou quando vi Barbie, uma garotinha de apenas seis anos, com os lábios roxos e o corpo tremendo de frio enquanto procurava algo nos arbustos. Corri até ela enquanto tirava o casaco para cobri-la. Ela parecia totalmente aflita, como se tivesse perdido algo realmente querido. Ela soluçou e correu para mim quando me avistou:

— Ed! Me ajuda!

— Barbie, ei, vem cá. Vista isso — coloquei o sobretudo em seus ombros. — O que aconteceu? O que faz aqui fora, nesse frio?

— Eu preciso achá-lo, Ed! Me ajuda, eles querem que eu o encontre!

— Eles quem, Barb? Achar quem?

— O Nemo! É um gatinho, Ed. Ele é laranja e tem umas linhas assim, ó — ela mostrou linhas imaginárias no próprio corpo. — Não consigo nem dormir, eles precisam que eu o encontre. Vem!

Ela me puxou para longe dali antes que eu pudesse perguntar de novo quem seriam "eles". Corri o facho de luz pelo local na busca pelo suposto gato perdido, mas não havia viva alma no jardim além da pequena e de mim, então deixei-a me conduzir de volta para dentro do prédio do orfanato, onde o vento frio não castigava tanto graças às janelas fechadas.

Barbie olhava em cada pedacinho da sala de estar e logo me vi ajudando na busca. Agíamos em silêncio quase total para ouvir qualquer barulho que o animal pudesse fazer, mas simplesmente não havia nada por ali. Quis realmente dizer a ela que já tinha olhado naquele cômodo — e em vários outros — quando procurei por ela, mas a determinação em seu olhar era tão grande que não tive coragem de quebrá-lo. Talvez realmente tivesse um gato por ali, que teria fugido da minha lanterna antes, só precisávamos encontrá-lo.

Vez ou outra Barbie murmurava algo. Inicialmente pensei que era comigo, depois achei que ela estava só chamando o gato, mas acabei percebendo que ela falava com alguém que claramente não estava ali. Pelo menos não parecia estar, a meu ver... Era como se ela respondesse a alguma pergunta ou desejasse mostrar que estava mesmo procurando, mas nada encontrava.

— O que disse, Barb? — Perguntei em dado momento, fingindo pensar que ela falava comigo.

— N-Nada... Só estou chamando o Nemo.

Murmurei um "ok" e continuei procurando, mas minha audição agora estava totalmente voltada para a pequena. Ela conversava com alguém, ou talvez consigo mesma. Ela poderia ter um amigo imaginário, como eu poderia saber? Ou mesmo ter algum monstro interior, embora certamente não fosse igual ao que eu tinha. A verdade é que eu não fazia ideia do que a atormentava, mas decidi não importuná-la tanto a respeito daquilo. Perguntei apenas mais duas vezes, mas ela se negou a responder e decidi respeitar sua decisão.

Já tínhamos passado pelo terceiro cômodo do térreo e nos encaminhávamos para o quarto, o escritório do padre que dirigia o orfanato, quando notamos um papel aos pés de uma esfinge de marfim que eu nunca tinha notado existir ali.

— Essa estátua sempre esteve aqui? — Perguntei, não confiando em minha memória.

— Chegou hoje de manhã, acho que você estava no jardim. Acha que podemos ler o que tem no papel?

Olhei para o pequeno retângulo pousado à nossa frente e dei de ombros, pegando-o. Se fosse confidencial, não estaria ali para qualquer um pegar e ler. O que tinha nele, porém, era bastante intrigante. Não que fosse algo sinistro, mas não é bem o tipo de coisa que você espera encontrar no meio da madrugada em uma estátua recém-chegada:

" Imagine que você está ao lado de um lago e tem a sua disposição dois baldes: um de 5 litros e outro de 3 litros. Você precisa de exatamente 4 litros de água. Como você faz para obter essa medida?"

— Ah, eu odeio charadas! Vamos, Ed, precisamos achar o Nemo logo — Barbie tentou me arrastar para fora, mas meus pés pareciam congelados no lugar e o motivo era que minha mente simplesmente ficara presa ao enigma. A busca por uma resposta parecia consumir meu cérebro por inteiro e eu quase me esquecera de como Nemo era importante para a garotinha.

— Um de cinco litros e o outro de três... preciso de quatro...

— Ed, vem!

— Espera um pouco. O de três litros não pode me dar a medida que eu quero, então... é, preciso encher o de cinco. Mas se eu encher todo, passa da medida...

Barbie suspirou, desistindo de me afastar dali.

— Ahn... você pode colocar um pouco no de três litros. Todo balde tem medida, é só você olhar, ué!

— A charada não disse que ele tem medidas, não posso agir como se tivesse, então... Espera! Você está certa! Pego cinco litros, despejo parte no de três e me sobram dois. Despejo de volta no lago esses três...

— E coloca no balde de três litros os dois que sobraram no balde de cinco! — Ela sorriu, parecendo chegar à mesma conclusão que eu.

— Aí encho de novo o de cinco e completo o litro que faltava no de três. Me sobram os quatro necessários! Isso, garota! — Sorri e ela fez o mesmo.

Foi como se aquilo arejasse um pouco nossas cabeças preocupadas e nos desse um pouco mais de animação para procurar o gatinho perdido. Bom, ao menos foi isso que pensei inicialmente, mas depois a verdadeira função daquele enigma ficou ainda mais clara para mim. Não era a resposta que de fato interessava, eram os números. Os volumes citados eram a chave para o nosso mistério, não apenas para o da esfinge.

— É isso, Barbie!

— Isso o quê? — Ela me perguntou, curiosa.

— 5, 3, 4. Os litros são a chave!

Agora ela me olhou como se eu fosse completamente louco, então tive que explicar com maiores detalhes, obviamente. Peguei-a mela mão e comecei a caminhar novamente para os fundos do orfanato. Céus, tínhamos estado tão perto! Quando chegamos ao local, seus olhinhos se iluminaram com a esperança de que eu estivesse certo, a mesma esperança que fazia meu coração palpitar naquele momento. Tinha de ser ali! De alguma forma sobrenatural a esfinge nos dera a resposta.

Na porta de madeira da despensa havia uma plaquinha dourada na qual estava gravado o número 534, embora eu nunca tivesse compreendido o por quê. A porta, que sempre ficava aberta, não estava devidamente encaixada na fechadura e a pequena fresta entreaberta indicava que sim, um gato poderia muito bem ter-se escondido ali. Abrimos a porta devagar para não assustar o pequeno, caso ele estivesse ali, e movemos nossas lanternas bem devagar por todo o local.

O sorriso no rosto de Barbie foi como luz em meio às trevas. Ela ficou tão feliz em encontrar Nemo que acabei sorrindo também. Um sorrido de verdadeira felicidade, algo que não me era real desde... Bom, nunca foi algo real em minha vida. Eu fiquei realmente feliz ao ver Barbie com o filhotinho em seu colo e desejei do fundo do coração que sua felicidade durasse para sempre.

Foi aí que o monstro acordou novamente. A ideia louca de matar pessoas em seu momento de maior felicidade, o ideal distorcido de não permitir que as pessoas vivessem mais tempo porque sua felicidade iria acabar, o conceito errado de boa morte que pairava em minha mente desde sempre... Não, de novo não... Abracei meu corpo como se estivesse com frio para que Barbie não percebesse minhas mãos tremendo. Eu não podia voltar a ser um serial killer!

Pensei nas adagas que surgiram perto de mim na noite em que a mortalha brilhou sobre minha cabeça. Ainda não conseguia compreender o que fora aquilo, mas nunca tive coragem de usar aquelas armas, elas estavam escondidas bem longe do meu alcance (o mais longe possível, pelo menos) para que a loucura não me envolvesse outra vez. Não ali. As crianças e adolescentes do orfanato já eram bastante infelizes, uma tragédia só faria mais mal a elas.

Desejei a felicidade para Barbie e a vi feliz. Desejei que ela fosse feliz para sempre e percebi que a morte não apenas a impediria de ser infeliz em momentos posteriores mas também a impediria de continuar feliz. Senti-me novamente um lixo por ter perdido o controle durante tantas vezes antes de chegar ao orfanato. Como pude desfazer os sonhos e planos e outras pessoas? Como não percebi que interrompi a felicidade de minhas vítimas e causei imenso sofrimento a seus entes queridos. Céus, eu era alguém destruído!

— Diz oi pro tio Ed, diz, Nemo! — A voz de Barbie me trouxe de volta dos meus devaneios. vi-me erguer a mão para o filhotinho e senti suas lambidinhas carinhosas e inocentes.

Barbie ergueu o pequeno, como se o mostrasse para alguém. Disse a esse mesmo alguém invisível que tudo estava bem e que, pela manhã, entregaria Nemo ao responsável pelo orfanato. Fitei-a descrente e nem percebi que meu monstro tornou a se recolher. Intrigado com o que aquilo significava, questionei-a, e ela simplesmente me disse que via e se comunicava com fantasmas desde bebê, ajudando-os como pode toda vez que lhe é possível.

* * *

Quando voltei para a cama naquela noite, fiquei alguns minutos pensando em tudo. Meus problemas, o mistério do gato, a resposta sobrenatural dada pela esfinge, a lembrança do brilho sobre minha cabeça e o surgimento das adagas, a revelação de que Barbie cooperava com fantasmas... Quantas coisas intrigantes eu vivia sem saber o que significavam? Será que as histórias de pessoas assombradas eram mesmo apenas histórias ou havia algo mais escondido? Algo sobre minha vida que eu não sabia?

Adormeci sem perceber e acordei com Nemo lambendo meu rosto. Obviamente ele tinha dormido nos braços de Barbie e, tendo amanhecido, precisávamos falar com o padre a respeito do pequeno. Barbie tinha o olhar preocupado por conta disso, mas fiz meu melhor para tranquilizá-la, era tão bom vê-la feliz! Pedi a ela apenas um tempo para escovar os dentes e trocar de roupa antes de irmos à reunião com o diretor. Assim que fiquei pronto, fomos ao escritório.

A esfinge nos encarou novamente à entrada da sala e um arrepio estranho correu por minha espinha, como se a simples visão da estátua confirmasse que algo muito diferente ocorria comigo. Na conversa com o padre, relatamos todo o ocorrido e recebemos a alegre notícia de que Nemo nos seria mascote dali em diante, o que fez Barbie dar pulinhos de alegria e um belo beijo na careca do padre.

Deixamos a sala sorrindo e a observei correr e abraçar o pequeno em seu colo como se fosse um filho. Ela estava feliz, eu também estava. E era a primeira vez que eu sentia o desejo verdadeiro de deixar alguém ser feliz e viver sua vida com tensões, percalços, mas também com mais felicidades. Talvez fosse o início de algo novo, o início da derrota do monstro dentro de mim. Eu ainda não corria o risco de desenterrar as adagas, mas sabia que estava aprendendo a controlar meus impulsos terríveis.

~*~

Adendos:

Não houve uso de poderes nem de armas nesta missão.

.:: narração :: falas :: pensamentos :: falas de outros ::.
Edward Beck
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Re: {Finding Nemo} - MOPIF para Süheyl Kjeldsen

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