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{Floresta Maldita} - MOPIM para Zyah Montagner

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{Floresta Maldita} - MOPIM para Zyah Montagner

Mensagem por Nyx em Dom 18 Set 2016, 22:25



Floresta Maldita

Algumas coisas nunca mudavam no Acampamento Meio-Sangue, como o fato de muitos campistas irem à floresta para fazer só os deuses sabem o que. Nesse caso, dependia apenas de suas consciências e vontades. No caso de Zyah, o que na verdade ele poderia estar fazendo lá?

♥Pontos Obrigatórios:

♥ Diga como havia sido seu dia, o que fez, como passou etc. Ao final da tarde, você resolve ir à floresta do acampamento - os motivos ficam a seu critério, mas de uma forma ou de outra você deve ir a floresta.

♥ Enquanto caminha você irá chegar até uma clareira, onde haverá algumas velhas árvores. Aproximando-se devagar você notará que elas estão discutindo sobre algo, como se fosse um conselho. Terá, ao total, cerca de cinco árvores, e elas estão planejando algo que pode ser decidido por você.

♥ Por algum motivo - decidido por você - elas irão notar sua presença, e então lhe atacarão. Você terá que lutar contra elas - descobrindo que se tratam de entes corrompidos - e, quando acabar, volte para seu chalé.

♥ Finalize sua missão de maneira criativa.

♥ Ademais:
♥ Missão One-Post Mediana Externa para Zyah Montagner
♥ Local: CHB;
♥ Horário: 17h54min
♥ Clima: Sem nuvens no céu;
♥ Coloque as armas levadas em code ou spoiler ao final do texto. O mesmo deverá ser feito com os poderes, e peço para que diga quais são ativos e quais são passivos, por gentileza;
♥ Caso queira saber mais sobre os entes corrompidos, consulte nosso Bestiário bem aqui
♥ Evite usar Templates com barrinha ou com cores cegantes;
♥ Prazo para a postagem: 20 dias. Caso necessite de mais tempo, contate-me via MP.
♥ Dúvidas, reclamações ou afins, pode me contatar via MP.
♥ Boa sorte <3

thanks juuub's @ cp!  


♥ Lady Nyx♥
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Re: {Floresta Maldita} - MOPIM para Zyah Montagner

Mensagem por Psiquê em Seg 24 Out 2016, 18:02

Missão em aberto. O player recebeu as devidas punições.

Requisitos: Estar no Acampamento.

Prazo de postagem de 20 dias após solicitação.



How fickle my heart and how woozy my eyes, I struggle to find any truth in your lies. And now my heart stumbles on things I don't know, my weakness I feel I must finally show. Lend me your hand and we'll conquer them all but lend me your heart and I'll just let you fall, lend me your eyes I can change what you see, but your soul you must keep totally free
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Re: {Floresta Maldita} - MOPIM para Zyah Montagner

Mensagem por Max Solis em Sex 13 Jan 2017, 20:40

Peguei
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Re: {Floresta Maldita} - MOPIM para Zyah Montagner

Mensagem por Max Solis em Dom 15 Jan 2017, 13:32


Cursed Forest

missão one post interna média


Um novo dia tinha sido vivido no Acampamento Meio-Sangue, o lugar que aprendi a chamar de lar. Treinos, escaladas, canoagem, comidas deliciosas... A vida de semideus era-me completamente diferente do que eu pensava ser possível até muito pouco tempo atrás, mas cada dia que passava provava que eu finalmente tinha encontrado o meu mundo. Não que eu seja um grande guerreiro, mas todas as coisas inexplicáveis que faziam parte de mim agora tinham alguma significação.

Mesmo assim, não podia-se dizer que era tudo um mar de rosas. Senti-me vigiado de perto desde minha chegada ao refúgio de semideuses, embora eu não soubesse exatamente pelo quê ou por quem. Havia, porém, uma suspeita: um rapaz estranhamente familiar de cabelos cortados bem curtos e olhos azuis, alguns anos mais velho que eu, que sempre parecia à espreita e me olhando fixamente. Depois de três semanas no local, ver o rapaz aparecer e sumir subitamente na orla da floresta já começava a me enlouquecer.

No intuito de desvendar aquele estranho mistério, resolvi adentrar a mata munido de minha cimitarra e de toda a coragem que pude reunir depois do dia intenso. Quem quer que estivesse me seguindo precisaria aparecer e esclarecer exatamente o que queria comigo. Poderia ser um risco, mas era necessário. Talvez fosse até uma espécie de rito de passagem para mim, um possível primeiro adversário a enfrentar de fato.

Caminhei durante algum tempo por entre os galhos, troncos e folhas, as copas altas ocultavam a luz do céu sem nuvens. Depois de vários passos, alcancei novamente a luz ao chegar a uma clareira. Estava um pouco cansado e, apesar das sombras e do frescor da floresta, o suor encharcava meu rosto e fazia meus olhos arderem. Assim, parei à borda da clareira e prendi a cimitarra ao cinto antes de apoiar as mãos nos joelhos e respirar fundo. Foi quando notei algumas velhas árvores mais à frente.

Como se estivessem em um círculo, elas pareciam discutir alguma situação em tom de voz grave, era como um conselho de anciãos decidindo o futuro de toda a sociedade das árvores ou qualquer coisa parecida. Me aproximei devagar, tentando ficar em modo furtivo e entender o que poderia estar acontecendo. Eram umas cinco ou seis árvores, pelo que pude ver, e não gostei nada do que escutei:

— Vamos dar um jeito nisso logo. Somos seres da natureza, somos o domínio do mundo! Eles não podem ser mais poderosos que nós! — Disse uma delas, com a voz grave.

— Nós todos sabemos disso. Mas precisamos ser prudentes. Querendo ou não, esses adolescentes são espertos e têm o centauro lendário a favor deles — disse outro, com a voz igualmente grave, mas mostrando ainda mais impaciência que o primeiro.

— Precisamos controlar aquelas bestas antes. Se não os fizermos agir de acordo com a nossa vontade, de nada nosso plano irá adiant... — a terceira árvore teria continuado, mas acabei me distraindo e pisei em um galho seco, que estalou alto o suficiente para que os cinco anciãos herbais me localizassem.

Sim, eu estava em sérios problemas. Tudo poderia ser um mal entendido e talvez as árvores estivessem planejando algo contra um grupo de semideuses rebeldes mas, pelo pouco que eu já conhecia do vasto mundo grego, não havia outro centauro lendário além de Quíron. O que aquelas velhas plantas estariam querendo, afinal? Meu pobre coração inocente se recusava a acreditar que espíritos da natureza pudessem ceder ao mal, mas...

— Um deles! Este é um deles! Vamos destruí-lo!

— O quê? Um deles quem? Calma aí, pessoal, eu não quero confusão com vocês.

— Você não é parte do movimento, moleque, nós conhecemos todos. Precisaremos eliminar você antes dos demais.

Antes que eu pudesse perceber, a árvore mais próxima girou o tronco e me acertou com seu galho mais baixo, abrindo um corte na maçã direita do meu rosto. Precisei de toda a minha velocidade para me levantar e desenganchar a cimitarra do cinto a tempo de bloquear uma nova investida. O choque da arma contra o galho causou uma vibração incômoda e intensa em meu braço, beirando a dor, mas me obriguei a ficar firme e firmar uma estratégia.

O primeiro a me atacar foi o esquentadinho, então não foi assim tão difícil. Ele era descoordenado e, embora eu ainda fosse inexperiente, sentia-me um tanto familiarizado com minha arma de reclamação, de modo que minha performance acabava sendo bem melhor que a dele. Mesmo assim ele atacou novamente, mas consegui desviar com maior destreza e abri uma grande fenda no local onde o galho agressivo nascia.

Ele soltou algo como um gemido e pude tentar um corte mais elevado, a fim de deixá-lo o mais fora de combate possível. Deve ter dado certo porque ele não atacou mais e um segundo depois fui atacado por outro ancião-árvore traidor do acampamento. O golpe veio por trás, deixando minhas costas com um ardor terrível decorrente de um corte em diagonal.

Furioso como nunca antes, virei-me com desejo absoluto de trucidar aquela maldita planta! Qualquer filho de Deméter ou Perséfone que me visse naquele momento tentaria me expulsar do acampamento, mas aquelas árvores mereciam ser queimadas até suas raízes! Para revidar o golpe traiçoeiro, tornei a desferir um arco em direção aos galhos mais baixos que se dobravam em minha direção, na intenção de arrancá-los.

Na primeira vez, sem sucesso. O espírito corrompido conseguiu desviar da minha investida e mirou um novo golpe em meu rosto. Foi a minha vez de desviar e acertá-lo em seguida no lugar outrora pretendido, impedindo seus movimentos com um dos galhos. No momento em que ele gemeu de dor, aproveitei novamente para investir seguidas vezes contra seu tronco, na intenção de também arrancá-lo da luta.

O terceiro e o quarto anciãos-árvores foram derrotados da mesma maneira e meu corpo estava cheio de lascas de madeira e farpas. O quinto ente corrompido foi, de longe, o mais difícil. Era o líder, parecia frio e calculista, sempre pensava muito antes de agir e com certeza não aceitava planos idiotas ou improvisos de bom grado. Ele me encarou (sério, não me pergunte como, porque foi sinistro) e eu logo soube que estava em maus lençóis.

O líder atacou rapidamente, de um modo que realmente não pude prever. O golpe em minha barriga me tirou o ar e quase me dei por derrotado instantaneamente. Minha camisa ficou manchada de sangue e o suor que escorria por meu corpo fazia o corte e os outros arranhões arderem intensamente. Minha reação foi tentar me levantar e ficar um pouco mais afastado, mas o líder era mais rápido e me derrubou novamente com um forte golpe na lateral da cabeça.

O mundo parecia girar. Eu precisava de algo realmente poderoso para dar conta daquela situação ou acabaria morto por uma árvore no meio da floresta! Tinha até me esquecido do objetivo inicial de procurar o rapaz misterioso que me observava. Tudo o que eu mais ansiava era acabar com aquela briga e voltar pro chalé, talvez nunca mais passar perto daquele lugar! Levantei-me com todo o esforço que pude reunir e, sem parar para fechar os olhos, fiz uma prece à minha mãe. Precisaria dela naquele momento.

Assim que a prece foi finalizada, minha cimitarra foi recoberta por uma luminosidade solar divina e consegui ficar cheio de coragem novamente. O líder pareceu temer ligeiramente, mas não hesitou em me atacar outra vez. Consegui desviar da investida e tracei um novo arco em sua direção. O atrito com a madeira indicou que minha investida fora bem sucedida e o gemido surpreso do ente me deu ainda mais vontade de continuar.

Infelizmente ele ainda era rápido e conseguiu me acertar no supercílio, deixando-me zonzo. O que veio depois foi uma sucessão de golpes, defesas e ataques, alguns bem sucedidos e outros não, de ambos os lados da batalha. Os galhos mais altos da árvore tentavam se curvar o suficiente para arrancar-me os cabelos, mas bastava que eu me abaixasse um pouco para me livrar deles. O problema era que o líder tinha raízes aéreas e facilmente as utilizava para me dar rasteiras. Caí por diversas vezes, mas consegui feri-lo tanto quanto.

Minhas roupas já estavam em frangalhos quando a batalha chegou ao fim. Percebi que o ente sempre protegia o centro de seu corpo e passei a realizar meus golpes visando atingir aquele ponto. Primeiro acertei um dos galhos, depois outro, de modo que eles não o protegeriam se viessem a se fechar. As raízes tentaram novamente me derrubar, mas, quase como que por sorte, utilizei-as como degraus e subi ao ponto exato que parecia-me a fraqueza de meu oponente. Sem hesitar, desferi um pesado golpe e vi o ente gemer em derrota e parar de atacar.

Caí sentado no chão da clareira, exausto e dolorido. Não demorei para perceber que tudo que eu precisava era sair dali o mais rápido possível e avisar alguém que tínhamos um motim sendo formado. Com dificuldade, coloquei-me outra vez de pé e corri para fora, marcando bem o caminho para informar a quem pudesse. O primeiro rosto que encontrei foi do conhecido Bryan Stewart, que me resgatara no momento de minha reclamação.

Tendo informado tudo a ele o mais resumidamente possível enquanto cambaleava automaticamente em direção ao chalé, pedi que contasse tudo a Quíron para que providências fossem logo tomadas. Nem me lembro de ter aberto a porta ou de ter me encaminhado para a cama, só sei que acordei horas depois com dois irmãos me chamando para encontrar o diretor do acampamento em uma das enfermarias. Era hora de fazer um relato e ficar curado.

~*~

Adendos:

Poderes utilizados:

PASSIVOS:
Perícia com espadas (Nível 1) -
Os filhos de Eos, mesmo sem ter experiência em campo de batalha, podem naturalmente executar bem os movimentos com uma espada ou similar, como falcatas e cimitarras. Lembrando que a perícia indica apenas a familiaridade e facilidade do aprendizado com a arma, mas não quer dizer que seus golpes sejam sempre certeiros nem a habilidade de ataques complexos sem treino, sendo algo evolutivo de acordo com o nível do personagem - eles apenas se dão melhor com esses itens e são melhores no manuseio se comparados à alguém sem tal habilidade.

ATIVOS:
Corte de luz (Nível 1) -
O filho de Eos cria uma lâmina de luz solar, que corta e queima o inimigo ao ataque (ainda que o dano da queimadura seja pequeno). Pode ser usada para recobrir uma arma, aumentando seu dano ou como uma lâmina em si. Se usada sozinha, terá o comprimento de 80cm de lâmina, como uma espada longa. Dura 3 rodadas, mas pode ser mantida. Gasto pequeno de MP.

Armas levadas:

{Dawn} / Cimitarra [Cimitarra de bronze com um cabo de aço. O formato do punho, junto do pomo, lembra levemente o formato de penas, em um arranjo que protege as mãos do portador; tem, obviamente, a lâmina curva. Vem junto de uma bainha metálica, com cores que mudam de tons púrpuras à alaranjados] {Bronze sagrado} (Nível Mínimo: 1) {Não Controla Nenhum Elemento} [Recebimento: Presente de Reclamação de Eos]

.:: narração :: falas :: pensamentos :: falas de outros ::.
Max Solis
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Re: {Floresta Maldita} - MOPIM para Zyah Montagner

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