Percy Jackson e os Olimpianos RPG BR
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Ficha de Reclamação

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Ficha de Reclamação

Mensagem por Claire Parker em Ter 20 Set 2016, 20:50


  •  Por qual deus você deseja ser reclamado?

   
   Apolo, Deus do Sol, das artes e da cura


  •  Cite quais são suas características físicas e emocionais:



Físicas: Claire é uma moça baixa, tem um metro e sessenta, cabelos longos e encaracolados nas pontas, de uma cor ruiva que, no Sol, parece brincar com as luzes. Olhos de uma cor clara, apesar de um ser azul meio escuro e o outro castanho claro. Tem um corpo bonito e atlético, devido as longas caminhadas que dá quando quer relaxar e a prática de luta. Tem pequenos cortes na parte das costas devido à sua mãe, que acha que Claire é a culpada por serem pobres e a batia, o que fez ela adotar um filhote de gato, Cupcake, que sempre a acompanha.

Emocionais: Apesar da vida de Claire não for boa em sua casa, ela é gentil e caridosa, sempre tentando ajudar seus amigos ou desconhecidos. Gosta de fazer coisas com cuidado, porém tem pouca paciência. É meio apressada por assim dizer. Claire é sentimental, às vezes se dando mal por seus sentimentos serem maiores que a razão.  É divertida perto de amigos, e gosta muito de música e desenho, ficando acordada até madrugada por fazer desenhos/ouvir música. Muito focada, muitas vezes sendo caracterizada de ter TOC, por não poder relaxar sem fazer algo. Por ser muito sentimental, também chora facilmente e se magoa com facilidade.


  •  Por que quer ser filho de tal Deus?


   Acho que Apolo seria perfeito para Claire, por apesar de ter tido uma infância ruim é calorosa, brincalhona e adora todos os tipos de arte. Apolo sempre me atraiu a atenção por ser um dos deuses do Olimpo mais gentis e divertidos


  • Relate a história do seu personagem:



   O Sol batia em meu cabelo, parecendo brincar com as luzes: às vezes escuros, às vezes claro. Tinha sido um dia cansativo na escola, principalmente pela parte de que muitas pessoas ficavam falando do meu olho, praticamente zombando, e ninguém ao menos tentava me proteger. Apesar de muitas vezes minha casa ser pior que a escola por minha mãe me bater,Não, isso não é uma denúncia, se acalmem. eu só queria chegar em casa, deitar na minha cama e dormir, apesar de ser só meio-dia. Perdida em meus pensamentos, não havia percebido que alguém me seguia. Olhei para trás com canto do olho, vendo um homem com andar estranho me seguir. Um medo começa a crescer dentro do meu peito. Nunca tinha sido seguida antes, mas de todas as histórias que já tinha ouvido, nunca termina bem. Resolvi caminhar um pouco mais rápido e, na velocidade que andava, o medo crescia. Cheguei a um ponto que quase corri, mas impedi a mim mesma de fazer tanta burrice.
   
   Cheguei no portão de casa e, quando estava quase abrindo, olhei para trás para checar se o homem ainda estava lá. Por sorte, não estava. Meu medo passou, abrindo o portão e sendo recebida por Cupcake. Esse querido filhotinho de gato, que tinha mudado minha vida, estava sorrindo para mim. Sorrio de volta, acariciando sua cabeça com o dedo.
   
   Quando digo que Cupcake havia mudado minha vida, ele literalmente tinha. Toda vez que minha mãe me batia eu o pegava delicadamente, acariciando seus pelos pretos, me acalmando. Até de noite ele estava lá, na hora que dormia. Parecia até um protetor, um Guardião.
   
   Entrei em casa, jogando a mochila verde-água na poltrona e limpando os tênis de mesma cor no carpete. Andei devagar, já que não via ninguém em casa. Senti um cheiro bom de frango no ar, o que fazia aquilo estar mais estranho ainda. Minha mãe nunca tinha feito um frango para almoço, disso tinha certeza. De repente, ouço ela gritar da cozinha, tendo um susto:

 — Filha! Você chegou!


 — Sim senhora...

 
 Ótimo! Venha almoçar, o almoço está pronto!


   Apesar do cheiro do frango ser forte e delicioso de se cheirar, sentia um outro tipo de odor. Um odor do qual, de certa forma, estava acostumada. Um odor de alguém machucado, de...Sangue. Andei para a cozinha, o cheiro de sangue ficando mais e mais forte. Abri a pequenina porta que separava a cozinha da sala, vendo o corpo de minha mãe rasgado no estômago, um tipo de mulher meio galinha em cima da pia. Percebi que me ouviu, pois virou bruscamente para mim e tentou me atacar. Fechei a porta antes dela conseguir me alcançar, meu coração batia mais rápido que a velocidade que eu conseguia piscar que, naquela hora, era rarefeita.
   
   Vejo um vulto na janela da porta de entrada, ficando parada na frente da porta enquanto o vulto parecia tentar olhar pela janela. Encarei ele por muito tempo, quando vejo a maçaneta girar devagar, conseguindo ver, finalmente, o vulto que me encarava.
   Era ele.
   O homem que havia me seguido acabara de abrir a porta da minha casa e, depois de encara-lo, já que estava na minha frente, percebi que ele não tinha...pernas. Bom, não pernas humanas. Suas pernas eram de bode, seus pés, cascos. Era, de uma pequena e certa maneira, engraçado.

 — Então — disse ele, com um tom um pouco sarcástico  Acho que você já viu o atual..."Vilão da história".


 — Você... — olhei para a porta e para ele Você sabe o que é aquilo?



 — Oras, claro que sei. —seu tom parecia arrogante, mesmo que um pouco brincalhão Aquilo lá, que matou sua mãe...Aliás, desculpe por isso. Ela conseguiu chegar mais rápido que eu. Enfim, aquilo ali dentro é uma Harpia, que queria te matar, nesse caso.



 — Você... —ri sarcasticamente um pouquinhoVocê está brincando, certo?
 
 — Eu pareço estar brincando? — ele dá um longo suspiro — Ok, deixe-me explicar. Os antigos deuses gregos existem e, antes de você dar risada, percebo que reparou nas minhas pernas e na criatura dentro da sua cozinha. Você é uma semideusa, filha de um mortal e um deus grego. Agora, você tem que vir comigo antes que nossa amiguinha sanguinária tente te matar. Ok?


   Por um minuto não respondi, encarando para Cupcake enquanto ele andava para perto de mim e esfregava sua cabeça em minhas pernas. Mesmo naquela situação, ele não iria me largar tão fácil.


 Ele pode vir, pelo menos? — perguntei com a voz baixa, apesar de não temer o homem-bode 


 Claro, por que não?... — ele parecia ter pensado "Previsível." Mas não falou nada além de encarar para o carro e para mim Senhorita, seu carro está pronto para viagem. 


  Carro? V-Viagem?! 


 Sim. Iremos ao Acampamento Meio-Sangue. Agora, você precisa vir. 


   Fiz que sim com a cabeça, arrumando a jaqueta e limpando a calça, que estava suja de poeira da casa e da batida da porta. Fechei a jaqueta de couro, colocando Cupcake dentro e entrando no carro.  Este era pequeno, como um fusca, mas até que bem confortável. Coloquei minha cabeça na janela, acariciando a cabecinha de Cupcake, pegando o iPod que sempre carregava e os fones. Coloquei o lado direito do fone e pus no aleatório. Depois de alguns minutos de música, arrisquei perguntar:
  
 — Então, onde é esse tal de acampamento?



 — Podemos dizer que é um lugar longe. Muito longe, na verdade. 



 — Quer dizer que vamos ficar muito tempo nesse carro?



 — Não exatamente. 



   Paramos rapidamente, no meio de uma floresta. Olhei confusa ao redor. Nunca tinha visto aquela floresta antes, e morava naquela casa desde pequena. Até parece que tínhamos voado ou nos teletransportado ou...

 Vocês vão se atrasar. — vi uma garota passar andando, falando conosco A fogueira já está acesa.
  Olhei para cima. Estranhamente, já era praticamente noite. Parecia que tínhamos pulado grande parte do tempo do dia, avançando até as seis horas da tarde. O homem-bode pegou minha mão rapidamente, quase não me dando tempo de pensar e olhar onde andava, chegando a uma grande fogueira. 
   
   Percebi que todos olhavam para as chamas atentamente, esperando ver algo a mais. De repente, um símbolo de um Sol com uma harpa ao meio apareceu nas chamas e todos começaram a me olhar. Nunca gostei de atrair atenção, imagine agora.
  
   Um homem, bem, um homem metade cavalo se aproximou de mim, sorrindo:
 — Bem-vinda Claire, Filha de Apolo. 
   
   Mas o que...Pera, Filha de Apolo? M-Meu pai é REALMENTE APOLO? Não, não...Eu só queria ter uma vida normal e...ser normal. Vi algumas pessoas sorrindo, como um grupo. Aqueles eram meus irmãos? E-Eu...Bem, pelo menos parece que não sou a única e...provável eu me dar bem, certo?


   Enfim, essa foi a história e a minha ficha :3
   Tentei usar as dicas que me deram e concertar os erros, pois acreditem, sou muito persistente quando quero.
   E também, a esperança é a última que morre, não é?
Claire Parker
Indefinido
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Kurt LeBeau em Qua 21 Set 2016, 14:30

Claire olha eu aqui outra vez :3

Flor, seguinte... Você não precisa criar um tópico novo para sua ficha de reclamação, já existe um tópico específico para elas onde todos postam suas fichas pra facilitar o trabalho dos avaliadores onde você já postou uma e que já foi avaliada (Segue link da avaliação).

http://percyjacksonrpgbr.forumeiros.com/t9846p1075-ficha-de-reclamacao#263572

Caso tenha sido reprovada, faça as modificações recomendadas nesse texto que postou aqui e coloque-o lá mesmo.

No mais, que os deuses estejam com você!

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Kurt LeBeau
Filhos de Éolo
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