Ficha de Reclamação

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Ficha de Reclamação

Mensagem por Fred Ashford em Qua 27 Abr 2016, 10:19

Relembrando a primeira mensagem :


Avaliação



Duncan Summer — Cara, você precisa melhorar. Você peca muito na digitação e mesmo quando quer acaba sendo exagerado demais e isso torna sua escrita complexa. O jeito que escreveu tornou difícil de ler, não tendo a fluência necessária para uma boa ficha.

Infelizmente seus erros foram maiores que seus acertos.

Eu sei que a estética não deveria ser um quesito, mas a organização engloba isso, logo é algo a ser avaliado. Acredito que um template seria resolvido um pouco do problema, cores nas falas (ou algo do tipo) fariam o restante do trabalho. A questão é que você poderia ter enfeitado mais, e levaria pontos positivos por isso.

Enfim. Você terá um futuro promissor se seguir o que disse. Cuide sua escrita e leia quantas vezes forem necessárias antes de postar. Tens potencial para refazer uma ficha e se sair melhor.n Por ora é reprovado.

Reprovado

Há avaliações pendentes

Fred Ashford
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Eu acho que não é da sua conta. Só acho.

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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Zoey Montgomery em Sex 13 Maio 2016, 22:24


Avaliação



Lars Makarovich — Boa noite, moço   :gdc:

Espero que sim. Bom, vamos lá. Meu amigo, primeiro de tudo: cuidado com o plural das palavras. "Seus olhos são verdes claros" -> o correto seria "seus olhos são verde claro". Além disso, você trocou o gênero da palavra "branco" ao se referir à cor de seus cabelos (por se referir à palavra cabelo, deveria ser "branco" e não "branca").
Atente-se à isso também.

Mas, no geral, sua história foi boa (apesar da pequena falha em dizer que seu amigo perdeu a mobilidade das penas e, no parágrafo seguinte, dizer que ele estava andando. Cuidado com esse tipo de incoerência). Peço que, ao postar um texto, separe os parágrafos - fica muito melhor de ler. Cuidado com o uso de vírgulas também.

No demais, parabéns!

Aprovado

Iara Nunes — Boa noite, moça   :gdc:

Espero que sim :>
Moça, apenas avisando você que sua ficha não será reavaliada pelo fato de ter feito um double post. Por favor, se atente às regras pré-definidas no tópico inicial da ficha de reclamação.

Não Avaliada

Johan O. Griffiths — Boa noite, moço   :gdc:

Espero que sim. Bom, vamos lá: cara, que ficha grande. De verdade UAHSUAHSUAH
Mas confesso que fiquei impressionada. Sua coerência é muito boa, assim como sua organização textual. O modo como enfrentou o cão infernal - colocando certa dificuldade - e a descrição detalhada de como se sentiu me prenderam no texto. Meus parabéns!

Aprovado

As demais fichas ficarão para os outros monitores sz

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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Scarlet C. Müller em Dom 15 Maio 2016, 17:33


SCARLET
Reclamação

- Por qual deus deseja ser reclamado?
Deméter; Deusa mãe, da agricultura, da terra cultivada.

- Perfil do Personagem:

Física -
Do precisaria alguém ser aclamado por ser único? Na verdade todos deveriam, mas Scarlet sempre foi essa pessoa que poderia literalmente se chamar de único. Desde menino teve uma beleza marcante e humilde, mas ela se acentuou mais ao longo dos anos. A pele branca e macia que não havia nenhum defeito, marca ou sinais, mas a parte do corpo do garoto mais chamativa era sua íris, mesclada entre verde acinzentado com um toque de mel ao chegar perto da pupila.
O rosto quadrado e bem formado, seus cabelos de um tom castanho dourado e claro não poderíamos deixar de lado seus lábios rosados que pareciam uma flor que acabara de desabrochar, dando um lindo destaque no rosto. Sim, Scarlet tem uma beleza descomunal, mas nunca tirou proveito de sua aparência.
Dentre todos os meninos da sua idade ele sempre foi o que aparentava ser mais ''delicado''. Com apenas 1,67 de altura o destaque que possuía era de ser uma pessoa fofa e frágil. Seu físico não era bombado, ele era magro com um pouco de músculos.


Psicológica -
Se tem palavras que define Scarlet, elas com certeza são: Sinceridade e calma. O garoto é bastante calmo e perspicaz, o silencio as vezes é sua maior resposta que por assim ele sempre busca a verdade nua observando tudo. O mesmo é bem fácil de fazer amizades, pois é bastante simpático e uma agradável companhia, embora seja tímido e não dê o primeiro passo para o início de um relacionamento. Também nunca passou a mão na cabeça de um amigo caso esteja errado, pois está ao lado do que é justo.
Scarlet é uma pessoa que confia bastante em quem conquista sua amizade, mas consequentemente, caso faça algo de ruim para o mesmo, ele se torna frio e sequer se importa com a pessoa depois disso.


- História do Personagem
Primeiramente vou explicar o do meu nome ser Scarlet. Podem pensar que foi um erro, um engano, mas na verdade foi certo. Exatamente, Scarlet para um menino apenas por que fui recebido em uma noite que lua escarlate, onde ela estava mais ressaltada no ar em uma noite fria de primavera. Fui deixado a porta de meu pai, o eu bebe estava apenas enrolado em uma manta grossa com um bilhete de uma mulher. Quem dera eu saber que tinha uma grande má sorte.

Não, eu tive uma grande sorte com minha família, aliás, eu tive um pai e uma mãe adotiva que me amaram com todo o seu ser. Morava em uma colina perto de uma floresta, meu pai era biólogo e ele adorava viver perto de plantas, e de uma certa forma eu sempre gostei de me envolver com a flora, mesmo que meu pai detestava quando eu ficava sozinho na floresta, agora eu compreendo o por que.

A escola mais próxima ficava a meia hora de minha casa, nunca fiz amizades em lugar algum, eu era muito ''estranho'' para o que diziam, mas eu não os culpo, chegar na escola dizendo que viu uma metade mulher e metade pássaro sobrevoar o céu não é algo que os outros recebam de bom grado. Quando chegava em casa a única companhia era Jacqueline, minha mãe adotiva, que sempre me ensinava coisas novas, e era além de tudo minha melhor amiga. Papai ficava a maior parte do dia na floresta, e quando voltava, se enfiava na estufa que ele não gostava que ninguém entrasse.

Papai também odiava minha teimosia, mas eu não podia evitar ficar longe da floresta, as plantas me davam uma paz e conforto, eu era conectado a ela, uma conexão que eu nem compreendia, mas meu pai e minha ''mãe'' sim, mas nunca me contaram e sempre me enrolavam.

Minha infância nunca foi ruim, ao contrário, ela foi feliz. Morar em uma colina pode lhe proporcionar divertimento ao ar livre, mas como sempre meu pai interferia dizendo que era perigoso, qualquer coisa que eu fazia fora da nossa casa era perigoso e eu como sempre, não entendia nada...Até acontecer e mudar meu ponto de vista.


-.X.▲.X.-

Foi em uma droga de fim de tarde infeliz que eles apareceram para perturbar minha paz, para mostrar a onda de má sorte que sempre esteve comigo e foi se mostrar agora. Dois monstros esquisitos e enormes que soltavam fogo pela boca, e eu nem tive tempo de compreender. Uma carta as pressas dada do meu pai, uma bússola e um beijo dos meus parentes que deixei para trás queimar junto ao meu passado. A única instrução foi adentrar a floresta e seguir ao norte onde eu encontraria um acampamento.

O que pensaria quando leria que você é filho de um deus grego, que agora sua vida seria um risco a todo momento e a toda hora...Foi um inferno a cada segundo. A floresta sempre foi um tanto acolhedora a mim, tão normal que nem precisei da bússola para me locomover ou saber sobre coisas fundamentais sobre plantas. Eu comia qualquer fruta e sabia que não tinha veneno, tudo que tinha na flora sentia que de uma maneira desconhecida fazia parte de mim.

Nem tudo foi virtude em minha viagem ao acampamento e a cada segundo que eu passei perdia a esperança. Fiquei uma semana andando, me alimentando da floresta, me guiando sem rumo nenhum além do que me foi dito, mas a pior parte foi as drogas dos monstros. Harpias, Dracaenae e outras espécies de criaturas que foram atrás de mim...Foi um saco fugir de cada um deles ou passar despercebido sem nada para se defender, meu cheiro era - e continua sendo - bastante forte e qualquer um deles conseguem sentir, é como um GPS, como se eu tivesse uma lanterna na minha cabeça.

O clima me esgotou mais que tudo, a noite e o dia na floresta tinha uma diferença considerável de temperatura, e não aguentei por fim. Cai em terra depois se uma semana acordado, e a última coisa que vi foi uma pequena parte do céu até minhas pálpebras fecharem.

Acordei em uma enfermaria no maior estilo filme grego, mas a ironia é que eu não estava sonhando, era real. Pessoas com espadas e escudos, armaduras e lanças, sátiros e dríades e por fim eu que tentei engolir aquilo tudo como se fosse algo normal. Um semi-deus do chalé de Hermes havia me dito que me acharam coberto por plantas, como se eu estivesse em um casulo, não me pergunte como, apenas sobrevivi.

As primeiras semanas foi a mais difícil em tentar me acostumar em um lugar que eu nunca esteve e tinha um clima tão diferente do meu antigo cotidiano. Tentar brigar quando se era pacífico não dava certo, as lutas e as ''brincadeiras'' vorazes que sempre determinava um vencedor, era uma tortura, nada daquilo era meu gosto.

A melhor parte era o curto tempo que eu podia ficar sozinho comigo mesmo dentro de áreas que gosto, como as plantas ou os campos de morangos. Se me achava estranho antes? Sim, mas de uma visão reconfortante, todos os outros eram tão estranhos quanto eu, alguns mais deslocados que minha pessoa em seus afazeres.

Todos os semi-deuses que não sabem quem é seu pai ou mãe olimpiano, tem que permanecer em um chalé onde a higiene, confortou ou organização não existe, e praticamente enfiam todos os ''perdidos'' ali dentro, como se fossem esquecidos que um dia vão ser lembrados. Fiquei nessa a algum tempo quando finalmente tive minha reclamação que esclareceu bastante coisas na minha vida, como a minha conexão com as plantas e colheita.

Era final de tarde e lembro que o manto da noite já havia caído sobre o acampamento, todos os semi-deuses como de costume nesse horário se locomoviam para o refeitório. Era hilário como cair no braço com os outros adolescentes deixavam muitos de bom humor.
Fazendo como o cotidiano de todos os dias eu havia pego uma bandeja, colocado frutas e jogado na fogueira uma oferenda a quem fosse minha mãe...De tanto tempo que fiz essa ladainha nem acreditava mais que algo fosse acontecer.

Depois de fazer como todos, me sentei juntamente a mesa dos que não foram reclamados, e por sorte havia conseguido um assento. Gritaria, falatório e barulho era uma das coisas mais comuns lá, a preocupação mesmo é quando ficavam todos quietos. Após fazer uma refeição em silencio e nenhuma paciência para continuar ali eu me levantei para sair.

Todos quietos me deixaram a par de que algo não estava correto, aqueles olhares curiosos sobre mim e alguns cochichos. Por um segundo até pensei se eu havia me sujado, até que percebi que não era diretamente para mim, mas para o que havia acima da minha cabeça. Olhei para cima com cautela e o que vi era claro, literalmente. Uma aura verde que pairava, tendo como ''desenho'' um trigo.

Me senti assustado e ansioso, aquilo só significava que tinha sido reclamado e acertei, minha mãe olimpiada é Deméter, e quando dei conta por mim, não estava mais confuso. Não senti raiva dela pela proibição de ver seus filhos, na verdade, eu entendia.

E ao final aqui estou, permanecendo no acampamento desejando sobreviver a cada ataque.



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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Helena Peltrow em Ter 17 Maio 2016, 20:20

- Por qual deus deseja ser reclamado/ qual criatura deseja ser e por quê?
Perséfone, por ser uma deusa que se encaixa no que eu planejo para minha personagem no futuro. Além disso, admiro a deusa e me sinto confortável jogando como filha da mesma. Devo admitir que as habilidades das crianças da deusa também tiveram uma grande influencia na escolha da divindade - pois dão a chance de fazer o que planejo com a personagem e, caso mudasse de ideia, poderia me adaptar a qualquer outra coisa.

- Perfil do Personagem
Personalidade - É uma jovem gentil e educada, preocupada com seus amigos e família. Gosta de auxiliar as pessoas ao seu redor e, também, passar seu tempo livre em meio a natureza. É muito curiosa, mas atualmente isso não chega mais a coloca-la em situações de real perigo, uma vez que a dama controla sua impulsividade o suficiente para não agir de maneira impensada e assumir, dessa forma, riscos desnecessários. Não é o tipo de pessoa que inicia um combate, mas não irá fugir dele quando acredita ter chances de vencer ou a derrota não significasse sua morte, além de não pegar mais leve com um oponente durante o combate. Ainda sim, pode demonstrar clemencia com seus oponentes, aceitando pedidos de rendição e até tratando-os com gentileza e compaixão. Deseja proteger a visa e o bem estar não só daqueles com quem tem relações como das gerações futuras e dos desconhecidos e não espera, realmente, uma recompensa por isso: proteger a vida e a dignidade é a coisa certa a se fazer e também uma atitude natural. A dama segue as leis e ordens, mas apenas até onde seus sentimentos e convicções permitem. Normalmente é sincera no que diz, mas também acha natural mentir, esconder ou enganar quando a verdade causará mais danos do que a verdade.

Aparência - Helena herdou a beleza de sua mãe, mas os cabelos e olhos do pai. Seu corpo é definido pelos treinos que realiza desde criança e a jovem não possui cicatrizes ou marcas quaisquer em seu corpo. Algumas vezes, coloque os cabelos de ruivo o que contrasta com sua pele clara. Seu corpo é curvilíneo, seus lábios rosados são carnudos na medida certa e seus seios são medianos. Possui a pele macia e um sorriso praticamente constante em seus lábios. A jovem mantem seus cabelos, estejam eles ruivos ou loiros, soltos a maior parte do tempo, caindo em ondas delicadas até o meio de suas costas. Também tende a usar lápis de olho para realçar seus olhos. Gosta de vestir-se de maneira simples e discreta, pois acredita que a beleza de uma flor pode estar em sua simplicidade e o excesso raramente era algo agradável - assim como em um arranjo de flores deve ser. Quando no acampamento, é muito comum ver a jovem com a blusa laranja, short jeans e all star escuro. A adaga normalmente fica presa em uma corrente fina que a jovem usa como se fosse um cinto ou algo parecido com isso.

- História do Personagem
Helena Peltrow nasceu na cidade de Oklahoma, no estado de mesmo nome nos Estados Unidos, onde viveu até seus dez anos de idade com seu pai. A jovem tinha uma vida normal durante sua infância: frequentava escolas, tinha amigos e adorava brincadeiras de criança, além de adorar também a natureza e as coisas belas que existem nela. Possuía problemas de dislexia e não conseguia concentrar-se em nada por muito tempo, mas isso conseguia ser ignorado por seus professores devido a curiosidade e o esforço da jovem para aprender o que tentavam lhe passar. Nas aulas de Educação Física, a garota tinha um empenho magnifico e nunca houve nenhum problema em relação a brigas com a jovem, coisas que pareciam contar pontos ao seu favor. Sempre foi incrivelmente bonita também, mas não utilizava aquilo para obter vantagens - ou pelo menos não de maneira intencional. Desde cedo, mostrava-se fascinada por jogos de diversos tipos (tabuleiro, vídeo-game e computador), tal como séries e filmes diversos, mesmo aqueles que pareciam um tanto incomuns para sua idade.

Por volta de seus oito anos, começou a praticar ninjutsu em um dojo próxima a sua casa, onde seus instintos de combate apurados pelo sangue divino faziam uma enorme diferença em favor da donzela. Dedicava-se mais ao aprendizado daquela arte milenar do que para as matérias escolares, porém essa diferença de dedicação não prejudicava seu desempenho - talvez a disciplina exigida nos treinos estivesse, na verdade, ajudando a jovem na escola ao invés de a prejudicar. A evolução proporcionada pela arte marcial era evidente na jovem, física e mentalmente. Tornou-se menos impulsiva e também tende a ser mais compreensiva com as pessoas e também tem uma postura analítica.

Quando mudou-se para Nova York com seus dez anos, a dama começou a apresentar habilidades anormais em floricultura e seu amor pelas flores fazia que, ao cuidar delas, as mesmas crescessem mais belas e fortes que o normal. A casa onde morava com o pai possuía, em seu jardim, várias flores que a jovem gostava de ajudar a cuidar e fazia aquilo muito bem, para alguém tão jovem. Continuou a treinar ninjutsu em sua nova cidade e dedicava-se inteiramente a escola, os treinos e também ao seu novo hobby - cuidar das plantas de seu jardim. Estava agora morando mais próxima de seus avós e visitava-os as vezes, passando alguns fins de semana com os mesmos. Suas novas amizades dentro e fora da escola ajudavam a mesma a se acostumar com o novo lugar e superar a mudança drástica de Oklahama para Nova York.


Em uma bela noite de primavera antes de seu aniversário de treze anos, seu pai chamou-a para conversar no jardim. Sabia que aproximava-se a época que os monstros passavam a serem capazes de sentir o odor de um semideus e não queria que sua amada filha descobrisse aquilo quando fosse atacada por um. A lua cheia brilhava no céu, iluminando o jardim e dando um brilho prateado as coisas. Uma brisa suave corria pelo lugar e os sons da cidade podiam ser ouvidos ali nos fundos da casa. Foi difícil contar a uma garota de doze anos que os deuses gregos - até então tidos como mitologia e, portanto, inexistentes - existiam e a loira era filha de uma divindade. Desnecessário dizer que foi difícil convencer a jovem daquilo, uma vez que aquilo parecia uma imensa loucura. Mesmo que soubesse que seus reflexos apurados não eram normais e o que ela sabia e fazia com flores também não, a ideia apresentada por seu pai era demasiadamente... Estranha para ela.

Após longas argumentações e explicações, a jovem acabou aceitando dar o beneficio da duvida ao seu pai. No dia seguinte, na escola, contou aquilo ao seu melhor melhor amigo. Surpreso com a atitude do homem, chamou a garota para ir até uma sala vazia e entrou com ela lá. Quando mostrou as pernas de bode para ela, precisou tapar a boca da jovem para que a mesma não gritasse e chamasse a atenção qualquer pessoa que estivesse passando por ali. Com uma prova de que seu pai não era louco, acabou aceitando a verdade e ouviu as explicações do rapaz sobre como funcionava aquela historia de meio-sangue, o que era o acampamento e que semideuses eram mais comuns do que a garota podia imaginar. Como ela já sabia a verdade, tanto o pai da mesma quanto o sátiro acharam que estava na hora da jovem ir para o Acampamento Meio-Sangue iniciar seu treinamento e assim a jovem fez.

Na viagem para o Acampamento, o sátiro entregou uma adaga que levava consigo para a jovem e falou que talvez precisasse dela na floresta. Para a infelicidade da jovem, de fato houve a necessidade de utilizar a arma. Uma empousa acabou atacando-os em sua corrida pela floresta e a dupla precisou lutar contra ela para poderem seguir em segurança para o acampamento. Para a surpresa da campista, a criatura era mais forte e rápida do que parecia ser nas historias e o combate contra um monstro que quer te matar era muito mais difícil que lutar contra um humano que não tinha intenção de tirar-lhe a vida.

Muitos dos golpes que a jovem dera com a faca não pegaram ou não haviam sido tão eficientes quanto ela gostaria que fossem, mas seu treino em artes marciais e também reflexos em combate estavam fazendo-se valer mesmo naquela situação. O monstro tinha ferimentos feitos pela lamina sim, mas não o suficiente para mata-la de cara. E também havia conseguido atingir a criatura com chutes e até um soco quando a mesma havia derrubado a arma e a semideusa não podia simplesmente abaixar e pegar a arma sem arriscar ser morta pela criatura. Phill, seu amigo sátiro, havia escolhido a hora que a adaga caíra para se envolver mais naquela luta e distrair a abominável criatura enquanto a donzela procurava a arma no chão e a recuperava.

Uma vez que o sátiro nunca havia realmente treinado muito combate fosse ele físico - até sabia manejar um pouco adagas e espadas, mas não se dedicava aquilo como os semideuses faziam -, estava tendo problemas em lidar com aquela criatura e ainda mais problemas em o fazer sozinho enquanto dava cobertura a amiga. Assim que a semideusa conseguira de volta a arma, avançou da maneira mais rápida que o terreno permitia para lutar com a criatura e salvar o amigo que tão bravamente estava lutando para defender a vida de sua tão querida amiga e aliada. Em uma ação sincronizada, semideusa e sátiro flanquearam a criatura e atacaram simultaneamente a criatura e a jovem cortou-a com a lamina do ombro direito até o quadril do lado esquerdo fazendo um corte vertical na criatura, afundando a lamina como podia nas costas da criatura. Não tivera forças para enfiar toda a lamina e ainda ir puxando para baixo, além dos ossos terem atrapalhado, mas fez tanto quanto fora possível para ela. Quando a criatura explodiu em pó dourado, Helena caiu de joelhos no chão e respirava com dificuldade, tentando recuperar o folego.

A luta da semideusa havia chamado a atenção de sua mãe, mas a deusa acabou preferindo esperar um pouco mais pra reclamar a filha. Ao chegar no Acampamento, ambos foram se recuperar na Enfermaria e, no dia seguinte, a dama foi convocada na Casa Grande para conversar com Quíron que explicou melhor as coisas para a semideusa. Nos dias e semanas que se passaram, a jovem treinava todos os dias incansavelmente e auxiliava nos Campos de Morango. Em uma bela noite, a fogueira do Acampamento, a dama finalmente fora reclamada por sua mãe, mudando-se para o chalé da mesma.

Atualmente com seus quinze anos, a jovem mora no Acampamento Meio-Sangue e se conversa com o pai via Mensagem de Íris. Ocasionalmente, ia passar alguns dias na casa do pai para aproveitar um pouco a vida mortal e relembrar os velhos tempos.
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por 127-ExStaff em Qui 19 Maio 2016, 15:49


Avaliação
e alguns indefinidos a menos

— Dan Carter: Reclamado como filho de Héracles.

Dentre todas as coisas que eu poderia falar aqui — e acredite que em maioria elas perigam a sua reprovação —, apenas ouso dizer que essa foi uma ficha acima das expectativas sobre alguém que está chegando agora. De verdade. É claro que há detalhes e muita coisa a se dizer, mas tenha em mente que o resultado de certa forma me agradou.

Iniciando os adendos: a primeira coisa é que você precisa focar na estrutura do seu post. Os parágrafos precisam estar com espaçamento, como estou fazendo aqui, e seus períodos precisam de uma maior atenção. Experimente ler as frases em voz alta enquanto escreve, porque ajuda bastante a eliminar erros como esse; que, na verdade, são de pontuação, mas estou colocando tudo junto.

Agora, partindo para a coerência... Alguns pontos me deixaram com uma pulga atrás da orelha. Você narrou que morou na rua após a sua mãe morrer e que roubou para sobreviver, ok, e também narrou que coisas estranhas aconteceram, e que dentre elas você foi perseguido por dois lobos negros. Confesso que, aqui, já achei que você seria reprovado porque diria que os tinha derrotado sem dificuldades, mas não o fez — você até narrou com coerência, mas como foi algo mais "passivo", algo que você não narrou diretamente, dando detalhes da batalha, fiquei um tanto quanto suspenso imaginando como teria sido. Não é algo impossível, obviamente; mas se você quer mesmo convencer de que foi capaz de fazer algo, faça. Narre diretamente. Não diga simplesmente que o fez virar pó com uma arma improvisada e depois foi ajudado com o outro lobo.

Aliás, chegamos num ponto também importante: o homem que te ajudou. Meu primeiro pensamento foi de que ele era Héracles, seu pai, mas como já havia visto você discutir no chatbox e dizer que não era, que desenvolveria isso depois, não te julgarei. Mas reafirmo: não coloque que era Héracles. Invente qualquer coisa, mas não uma interferência divina tão direta e tão frequente. Isso simplesmente mataria toda e qualquer coerência que você poderia ter em sua trama.

E, finalmente, chegamos ao momento da reclamação: novamente uma narração passiva, mas um pouco mais detalhada. Antes de tudo, é "Quíron", não "Quirom" — cuidado com isso, pois também escreveu "Huck" ao invés de "Hulk". Particularmente, gostei dessa parte, só acho que você deveria, novamente, ter narrado melhor as suas impressões sobre tudo. Muito cuidado com isso. Em narrações futuras, tente narrar tudo com detalhismo, ou acabará tendo consequências mais severas do que uma não-reclamação.

Para os demais erros — acentuação e outros — indico algo simples: corretor ortográfico. O próprio Chrome tem isso. Não vá tanto pelo Word, ele tem alguns vícios; e, na dúvida, pesquise a palavra no Google. No mais, filho de Héracles, meus parabéns!

•••

— Kim Chan Mi: Reclamada como filha de Despina.

Garota, devo dizer que me impressionei com a sua escrita. É boa, flui; é do tipo que me prende e que me faz querer ler mais. E consequentemente sua ficha ficou boa. No entanto, devo dizer que senti falta de detalhes, de algumas informações mais profundas: a viagem em si, o fato de saberem inglês, suas impressões sobre o Acampamento e sobre a anormalidade que passou a te cercar, entre outros.

Também houve o momento da reclamação em si: geralmente acontece um um símbolo dançante sobre sua cabeça, não dessa forma, por mais que em alguns momentos dos livros de Rick Riordan isso tenha acontecido de forma diferente. Mas não foi algo que te reprovasse, não.

Cuidado com a supressão de informações, tente ser mais profunda, ok? E cuidado também com o seu template, porque o fundo preto e a fonte em si dificultaram a leitura. Mas no mais, filha de Despina, meus parabéns!

•••

— Scarlet C. Müller: Reclamado como filho de Deméter.

Então, filhote. Você escreve bem, sua ficha foi muito boa — bem acima das expectativas, mesmo —, e com pouquíssimas coisas a se falar, também. A primeira delas: cuidado com o itálico. Isso pode atrapalhar a leitura, deve ser usado em casos especiais ou esporadicamente, como se estivesse narrando um flashback ou algo do tipo. Exceto nesses casos, não use deliberadamente.

Seguindo, encontrei na sua ficha o mesmo problema das anteriores: a narração passiva. Você até narrou detalhes, ok, mas foi como se estivéssemos conversando e você me dissesse como chegou ao Acampamento; foi algo como "ah, daí apareceram os monstros e eu fugi". Fugiu, ok, mas como? Reiterando o que eu disse ao Dan, não é algo impossível, mas para ser possível você deve narrar e mostrar que é. Além disso, o mesmo ponto de profundidade que disse para a Kim, trago para você: o seu pai e a sua mãe adotiva morreram? Como você sabia sobre as coisas gregas, além da carta? Porque narrou que fugiu de harpias e dracaenae, narrou que viu um filho de Hermes... Mesmo que isso seja uma narração futura sobre algo do passado, você deveria ter dado impressões da época sobre o que foi visto, como fez quando afirmou ser alguém estranho na escola por ver uma mulher-galinha voando por aí.

No mais, tudo ótimo; você narrou pontos gerais sobre a trama, deixou um espaço de tempo entre o seu aparecimento e a sua reclamação, a cumpriu como deveria, encerrou com um desfecho continuativo... e, por isso, meus parabéns.

Para os demais erros — acentuação, uso de hífen (é "semideus", não "semi-deus") — recomendo um corretor ortográfico, que é a sua melhor alternativa. Use o do próprio Chrome, mas cuidado com os vícios do Word, porque podem te ferrar. Na dúvida, procure outras fontes, como uma pesquisa no Google. No mais, filho de Deméter, meus parabéns!

Mamãe já ama. qqq

•••

— Helena Peltrow: Reclamada como filha de Perséfone.

Se alguém aqui pode ser reclamado com honras, esse alguém é você, Helena. A sua ficha foi organizada, estruturada e muito bem narrada, trazendo uma linha temporal muito bem definida e explicada; acredite quando digo que não tive trabalho nenhum de entender as informações que você colocou aqui e que, sim, isso é mérito seu. Diferentemente das fichas anteriores à sua, você se deu ao trabalho de narrar tudo na medida certa, de detalhadamente dar as informações que precisava. E mesmo narrando algo num passado distante, fez questão de deixar clara a batalha.

A única coisa que gostaria de deixar claro para você é que sátiros têm habilidades próprias e treinos para combates, então, sim, ele poderia ter uma boa desenvoltura na batalha. Além disso, apenas te parabenizo por atentar-se ao detalhes que quase ninguém nota: a dislexia, o fato de existir a enfermaria e que ela deve ser colocada na ficha em casos de ferimentos e a reclamação na fogueira. No mais, meus mais sinceros parabéns, filha de Perséfone!

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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Marc Ranke em Dom 22 Maio 2016, 18:11

- Por qual deus deseja ser reclamado/ qual criatura deseja ser e por quê?

Afrodite, pois é a deusa que mais se encaixa nas características do personagem.

- Perfil do Personagem (Características Físicas e Características Psicológicas - preferencialmente separadas)

Dono de uma beleza invejável e de uma lábia perfeita. Marc é considerado uma pessoa extremamente mandona, que se acha superior a todos em seu meio, e que nunca aceita ser contrariado ou traído. Ele costuma se intrometer em diversos assuntos, principalmente nos que não é chamado. Também é dono de uma imensa criatividade, e tem o dom para moda, sempre aparecendo bem vestido e com as marcas mais caras.

- História do Personagem


Nascido e criado em Nova York. Marc sempre foi o tipo de garoto que nunca precisou se esforçar para ter o que deseja; filho de um dos homens mais ricos da cidade e também sendo um dos mais populares entre os jovens, ele conseguia ganhar dinheiro só comparecendo em certas ocasiões. Era o estilo de vida que muitos invejavam, e Marc adorava isso. Ele gostava de esfregar no rosto dos outros a tamanha grana e beleza que possuía, sem contar das inúmeras pessoas que corriam atrás dele. Porém, ele escolhia sua "presa" com cautela, e quanto mais rica pessoa fosse, mais chances ela tinha de ser a nova paquera do garoto. Mas toda aquela vida de estrela estava prestes a acabar assim que um pedido de uma agência de modelos foi feito a Marc, e claro, o pedido foi aceito.


Era uma manhã de sexta, e Marc já havia se tornado o ícone principal da empresa. Apenas tirando fotos e assinando documentos, Marc já conseguia arrecadar uma quantidade imensa de dinheiro para seus colegas de trabalho. Mas mesmo com todo aquele dinheiro, ele tinha receio em continuar naquele lugar. Todos os trabalhadores eram, digamos, “estranhos”. No início do trabalho, Marc colocou em sua mente que aquilo era normal, pois estavam de frente para a estrela de Nova York, mas depois de algumas semanas que passou ali, as tremedeiras e as gaguejadas que as pessoas na empresas davam se tornaram preocupantes.  Durante uma das sessões de foto, um dos fotógrafos não conseguia tirar fotos devido a tremedeira, e aquilo acabava com a paciência do garoto. Porém, antes que ele pudesse reclamar com a agência, o mesmo fotógrafo começou a tossir descontroladamente, e fazendo o que uma pessoa não faria, Marc resolveu não se importar, permanecendo no mesmo lugar. O fotógrafo pôs a mão no rosto, e quanto as tirou, Marc pôde ver a formação de escamas em sua face e uma fumaça amarelada envolver todo o seu corpo. Era uma situação estranha demais que, travou completamente seus membros, tornando notório o medo em sua face. Antes de se recuperar daquilo, a porta do estúdio se abriu, e um jovem de cerca de dezesseis anos apareceu com um revólver dourado, dando um tiro certeiro no provável monstro, que explodiu em poeira. Depois daquilo, o jovem desconhecido agarrou o braço de Marc, que agora gritava loucamente, puxando-o para fora dali. Nos corredores, os outros trabalhadores também se transformavam em monstros, e somente uma bala daquele revólver era capaz de fazê-los explodir.

Já na rua fora do prédio, o jovem que o “salvou” daquele circo de aberrações o arremessou dentro de uma Kombi vermelha com uma força inumana, e nela havia outros cinco jovens que também aparentavam ter cerca de dezesseis anos, e todos com a mesma blusa laranja.  Marc se perguntava qual pecado ele tinha feito para merecer aquilo, e até achava que estava dentro de um sonho, mas depois de uma longa conversa com os supostos sequestradores, ele entendeu que tudo aquilo se tratava do salvamento de um semideus.
Marc Ranke
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Lyanna MacMahon em Seg 23 Maio 2016, 16:17

Reclamação
Ficha de Lyanna MacMahon

– Por qual deus deseja ser reclamado e por quê?

A deusa que eu escolhi para ser a mãe do meu personagem é Melinoe, a Deusa dos Fantasmas. Eu a escolhi porque ela é uma deusa muito interessante e intrigante, todos nós temos vontade de saber o que acontece após a morte. Além de poder explorar um lado mais sensível da deusa dos fantasmas, não focando apenas no lado sombrio. Fora também que ela é a que melhor se encaixa na trama que eu pensei para a personagem.

– Perfil do Personagem

Características físicas.
Lyanna possui um metro e setenta centímetros de altura e cerca de sessenta quilos. Os seus cabelos são ondulados até o meio das costas e possuem um tom de ruivo acobreado. Ela é magra com curvas definidas, sua pele é pálida como a cera e seus olhos são de um verde escuro. Geralmente é vista usando roupas comuns e discretas, não querendo chamar a atenção para si.

Características psicológicas.
Lyanna já foi muito triste e depressiva, graças aos amigos hoje em dia é alegre, discreta e determinada. Ainda é altamente introspectiva, pensando em tudo e todos que já perdeu e ganhou. Tenta ao máximo manter o foco apesar das centenas de vozes em sua cabeça, seus poderes tenebrosos a sugam cada vez mais para a tristeza, mas ela não desiste tão fácil. Em seu interior nutre uma desconfiança inata a todos os desconhecidos, mas quando uma pessoa a conquista ela faz de tudo para defendê-la e a deixar feliz. Odeia pessoas narcisistas e obcecadas pelo poder, elas fazem com que ela se lembre de seu pior pesadelo, seu irmão psicopata.

– História do personagem.

Lyanna inspirou calmamente sobre sua xícara de cappuccino, o cheiro do café era delicioso. Sorrindo ela sorveu um gole do maravilhoso energético e o pousou sobre o pires no balcão da cafeteria. Após olhar em volta, não encontrou o que procurava e suspirando de tédio apoiou-se com o cotovelo sobre a mesa.

A filha de Melinoe estava sentada em um banco alto preso ao chão próximo a cafeteira industrial. Vestia-se de forma discreta, com uma parca de couro negro, longas botas marrons e uma calça jeans clara. Seus longos cabelos ruivos estavam presos em um rabo de cavalo que chegava até o meio das costas. As unhas pintadas de preto tamborilavam sobre o balcão de mármore.

“Por que estão demorando tanto assim?”, pensou. Os amigos já deveriam ter chegado há vinte minutos e a semideusa não queria ficar parada por muito tempo. Graças à proximidade com o Monte Olimpo e o Acampamento a cidade de New York era infestada de monstros. Mesmo com sua aura suprimida pelas habilidades adquiridas, ela ainda atraia mais monstros do que queria. “Talvez um monstro os tenha atacado”, deduziu irritada com o cosmo.

Mais uma vez dirigiu os olhos à porta do estabelecimento e por um segundo ficou esperançosa quando ela se abriu. Decepcionada percebeu que na verdade um homem e uma menininha adentraram ao local. Com certeza eram pai e filha, ambos possuíam o mesmo tom de loiro escuro e olhos azuis. Em meio a risadas caminharam até uma mesa e continuaram a brincar entre si. Lyanna sentiu uma pontada no coração ao ver tamanha demonstração de carinho paternal. Ela não gostava de lembrar a ultima vez em que provará um pouco disso.

Antes que pudesse evitar as lembranças chegaram sem avisar.

҉

Era o Dia das Bruxas e todas as crianças estavam eufóricas por causa dos doces, principalmente Lyanna. Ela demorou duas semanas para escolher a fantasia, seu pai queria que ela se vestisse de princesa e ela de zumbi, acabaram optando por princesa fantasma. Seus cabelos ruivos foram penteados de modo a ficarem encaracolados, e estavam cobertos por um véu de cetim branco. O vestido era totalmente branco, com um corpete bordado preso por alças, a saia cheia de babados caia até os joelhos e os rasgos distribuem-se por toda sua extensão.

O pai tentava maquiar a filha do melhor modo possível e enquanto fazia isso agradecia a filha por não ter escolhido princesa. Ajoelhado no chão sua cabeleira ruiva ficava na mesma altura da de sua filha. Nesses momentos que mais sentia falta da mulher.

– Por que não pode ser preto? – perguntou curiosa a respeito do vestido.

– Eu já disse para você Lyly, os espíritos negros são malignos – respondeu calmamente – Alguém com seu talento não pode dar abertura a essas coisas.

A menina franziu o cenho, com apenas dez anos era difícil para ela entender essas coisas. Olhando nos olhos também verdes do pai, perguntou:

– Por que eles são malignos? E por que o preto os representa? Não poderia ser, sei lá, laranja? Eu não gosto de laranja. E por que eu não posso? O que eu tenho de diferente?

– Não é assim que funciona. O fato de você não gostar da cor não torna ela sombria. O preto esconde, encobre e confunde muita coisa. É mais fácil para o mal esconder-se no escuro, onde o bem não pode ver. E você mocinha... Bem... – pensou um pouco antes de responder – É especial, nasceu com um dom que muitos na família também possuíam. Minha bisavó, meu tio-avô, minha mãe, eu e agora, você – afagou o rosto da filha com carinho – Todos eram médiuns.

– Médinos? O que a gente tem de diferente? Isso é sobre as pessoas que nós enxergamos e os outros não?

– Sim – explicou – E não é médinos, são médiuns do singular médium. Conseguimos ver através da barreira da realidade, enxergamos o mundo etéreo, onde repousam todos os mortos. Alguns apenas escutam ou apenas vêem, os mais poderosos podem até atravessar a barreira e obrigar espíritos ruins a ir embora.

– Talvez eu consiga – exclamou alegre, imaginando seus possíveis poderes – Você acha que eu posso?

– Eu acho... – Renan não queria entrar neste assunto. A filha demonstrava habilidades mediúnicas a frente da idade e isso o preocupava bastante. Alguns seres poderiam querer aproveitar-se disso – Que você deveria sair antes que escureça – entregou uma cesta com o formato de abóbora para a pequena – Volte antes das seis e meia Lyly. O véu é muito fino hoje, principalmente a noite.

A garota até pensou em continuar com o assunto, mas estava louca pelos doces. Após beijar o pai saiu correndo com a cesta para fora. As amigas já a esperavam do lado de fora, uma parte delas fantasiada de princesa e a outra de fada. Algumas fizeram careta ao vê-la de fantasma, como se ela já não fosse estranha o suficiente. As mães da vizinhança tentavam evitar a presença de Lyanna, sendo ela e o pai médiuns e espiritistas eles pareciam quase ETs. Os cristãos nunca tiveram uma visão muito generosa com outras religiões e pessoas diferentes.

Depois de cada uma das meninas dar uma explicação sobre sua roupa, elas saíram de casa em casa. Havia muitas crianças na rua, o bairro de classe médio-alta era seguro e não representava perigo aos pequenos.

Já eram seis horas quando algumas meninas decidiram ir mais longe da rota habitual, atrás de uma suposta velhinha bondosa. A casa que elas procuravam ficava a beira de um bosque denso, onde as crianças eram proibidas de entrar. Depois de procurarem por quinze minutos encontraram o lugar e já saiam com os doces, quando algo chamou a atenção de Lyanna.

Do meio da mata uma voz arrastada a chamava, “Lyly, Lyly, Lyly...”. Olhando em volta ela não encontrou nada. Especulando que não fosse alguém vivo, concentrou-se na voz e pode ver uma forma clara em meio às árvores. Não parecia com nada que a pequena já tivesse visto, a mulher toda de branco cintilava levemente. Por instinto a garota avançou para o bosque e foi detida por uma amiga.

– Tá louca?! Você não pode entrar ai.

– A mulher... – falou meio confusa – Preciso falar com ela.

Não esperando resposta saiu correndo para a mata. O ser não estava mais visível como antes, mas a menina seguia sua voz. Após andar por um tempo Lyanna sentiu uma mudança a sua volta, não sabia dizer o que mudará, era como se ar estivesse esticando-se sem danificar as árvores. Sem saber estava adentrando um vórtice temporário, um local onde o mundo espiritual fundia-se ao mundo físico em uma época especifica do ano.

A sua frente abria-se uma clareira, árvores altas cercavam o lugar e o chão era feito de pedras antigas. A noite estava caindo e o céu exibia um róseo amarelado. No meio das pedras uma mulher estava chorando sentada. Seu vestido branco estava rasgado e sujo, na altura das coxas pingos de sangue escorriam pela vestimenta. Com um susto a menina percebeu que o sangue era as lagrimas da morena.

Sem saber o que fazer ela se aproximou da desconhecida e agachou-se para olhar em seus olhos. Eles eram alaranjados e brilhavam como se estivessem pegando fogo. Outras vozes começaram a se juntar ao coro. Elas não falavam nada, apenas sussurravam em dezenas de línguas desconhecidas pela menor.

– Lyly fuja – sugeriu a mulher em uma voz espectral – Não há saída. Está escrito no tempo. A história de seu pai já foi tecida e cortada, agora é sua vez de tecer a sua.

– O que você está falando? O que é tecer?

– Você saberá com o tempo semideusa. Sua natureza é mais forte do que de seus irmãos. Logo seu poder a chamará, mas existem perigos não visíveis. Não confie no sangue.

A garota tentou fazer mais perguntas, mas foi interrompida pelos sussurros que começaram a soar da floresta. Vultos acinzentados começaram a flutuar para a clareira. As vozes estavam ficando insuportavelmente mais altas e agonizantes, os tímpanos da filha de Melinoe estavam quase estourando. A mulher no centro parecia ser mais afetada pelos espectros, e na tentativa de se livrar deles gritou.

A força do grito foi tão potente que chegou a criar uma onda de pressão, empurrando as folhas, as pedras, os espíritos e a filha de Melinoe. Lyanna foi arremessada para trás, zonza e com a visão embaçada não pode levantar. Assustada ela sentiu duas mãos a levantando do chão. Quando a visão voltou a estabilizar deu para perceber que ela já estava fora do bosque. Uma mulher, provavelmente a mãe de alguma das crianças fantasiadas, perguntou algo para Lyly, mas o grito ainda ecoava em seus ouvidos.

Ao lembrar-se dos conselhos da desconhecida a garota correu de volta para casa. Ao chegar lá escutou sons de objetos quebrando e pancadas. As pessoas que andavam pela rua pareciam não notar os barulhos. Algo na janela da frente chamou a atenção da semideusa, o pai dela tentava fugir pela abertura. Paralisada a menina observou uma sombra avançar sobre seu progenitor.

Naquele momento um formigamento espalhou-se pelo corpo da garota e seus pulmões encheram-se de ar. Os joelhos cederam ao cansaço e a cabeça tombou para trás. A sua volta um circulo de fogo verde surgiu e acima de sua cabeça uma holografia verde clara cintilava na forma de um humanóide desfocado. Ajoelhada ela gritou com todas suas forças, fazendo a ar vibrar e o som espalhar-se por metros em todas as direções. Antes que sua visão perdesse o foco a filha de Melinoe pode ver uma espada completamente negra atravessar o peito de seu pai.

O mundo pareceu girar e escurecer enquanto seu corpo tombava. Antes de cair na inconsciência a menina sentiu mãos a erguerem do chão. Desacordada Lyanna foi colocada no banco traseiro do carro de seu meio-irmão.

Algumas horas depois a filha de Melinoe acordou. Ela estava deitada em uma maca com um cobertor azul claro sobre seu corpo. O quarto onde ela estava não tinha mais do que 3,5m², dentro dele havia a maca, um armário metálico pequeno e um criado mudo também de metal. Seu vestido de princesa fantasma foi substituído por uma calça e uma camisa, ambas de um azul claro e feitas de algodão. As paredes foram pintadas do mesmo azul das roupas e da coberta, mas a tinta estava descascando e deixava o cimento a mostra.

A parede em frente a maca era feita de vidro a prova de balas e possuía uma porta também de vidro. Atrás dessa parede o irmão a observava atentamente. Ele vestia-se feito um médico e seus olhos eram tão negros quanto os cabelos. O rosto era forte e imponente com sobrancelhas e lábios grossos.

– Onde eu estou? – perguntou a menina enquanto levantava-se da maca – Que lugar é esse?

– Você está na Echo House e aqui... – o semideus sorriu – É sua nova casa.

҉

Lyanna assustou-se quanto teve seu braço tocado, por reflexo afastou-se rapidamente. Enquanto lembrava o passado a semideusa acabou se distraindo e não percebeu a aproximação dos amigos. Os dois usavam jaquetas de couro, calças jeans e botas de combate. A filha de Afrodite tinha um arranhão da orelha até o queixo e o filho de Hécate mancava.

– Calma, não vamos atacar você – brincou a amiga – Desculpa pela demora. Algumas empousai não possuem noção do perigo.

– Não tem problema – respondeu – Vamos embora antes que mais alguma coisa nos ataque.

Assim os três semideuses saíram da cafeteria e foram em direção a sua próxima aventura.

Adendos:

Primeiro de tudo, eu estou esperando a troca de nome, então releva o fato de estar um nome masculino ali -->
Eu resolvi fazer como que se ela já tivesse passado por uma parte da trama. Sendo assim a reclamação seria uma lembrança do passado. Algumas habilidades citadas tanto na infância quanto na versão mais velha são poderes futuramente adquiridos em DIY’s.
O pai não sabe que ela é uma semideusa, para ele Melinoe era só uma mortal também espírita. Ele considerava que as habilidades da menina era apenas fruto da mediunidade da família, habilidade futuramente também explicada. A mediunidade de Renan, pai de Lyanna, é um dos motivos pela paixão da deusa com ele.
A floresta se transformava em um vórtice etéreo no dia das bruxas, por isso os espíritos aparecem por lá. Eu tirei essa idéia de vórtice e tecido da realidade do livro A Batalha do Apocalipse. O tecido da realidade é uma camada mágica que separa o mundo etéreo (dimensão onde os fantasmas habitam) do mundo físico (nossa dimensão), o etéreo pode ser tanto idêntico ao nosso plano quanto completamente diferente. Ele seria o plano entre o físico e o onírico.
A mulher sentada na clareira era uma banshee, vinda para avisar sobre a morte do pai.
O irmão falado na descrição psicológica dela é o filho de Melinoe que a “salva” quando ela era criança e depois a leva para o Sanatório Mental. Ele faz parte da trama tanto quanto os amigos.


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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Selina Langdon em Qui 26 Maio 2016, 09:58


Reclamação
PAZ FILHOS DA P**A


**PODEM HAVER PALAVRAS DE BAIXO CALÃO NO TEXTO**
— Deus escolhido:
Ares. Meu objetivo é fazer uma personagem que não condiz ao todo com o perfil que aparenta possuir. Ares foi o deus que mais se encaixou com meus ideais, por isso o escolhi.

— Perfil psicológico:
Descontrolada e impassível, a indolência de Selina parece estar presente em todos os momentos. Seu tom de voz é arrogante e apático e, apesar de ser quase sempre uma locomotiva sem direção, é protetora consigo mesma e com aqueles que a cercam. Sempre cheia de si, acredita ser o centro do universo e o motivo de todas as coisas, boas ou ruins. De difícil socialização, é costumeiramente vista sozinha e não aparenta estar solitária por sua impetuosidade narcisista. Gosta de manter-se bonita e sua vaidade é uma quebra de costume de sua paternidade. Seu grande sonho é tornar-se uma modelo de renome internacional, apesar de recusar-se a todo o controle que é imposto no ramo.

— Perfil físico:
Estonteante. Quase tão bela como se fosse a prole da deusa do amor, seus traços são delicados e escondem muito bem sua personalidade. O rosto fino, alvo e suave guarda olhos azuis e lábios medianos que assumem posições estratégicas para denotar beleza maciça. As madeixas levemente encaracoladas e claras naturais acompanham seu perfil de modelo americana padronizada. Estatura mediana e corpo bem definido, sem flacidez alguma.

— História:
— Endirreite-se, garrouta.

Eu odeio a voz desse vagabundo. Quem ele pensa que é? Desgraçado. É a quarta vez que pede para eu endireitar minha coluna e parecer mais delicada. Não gosto dele. Se eu pudesse, tomaria sua câmera e tiraria fotos minhas por conta. Só não faço isso porque não sou boa com selfies.

Estou aqui pelo meu sonho. Quero ser uma modelo. Uma Gisela Bintian. Não sei o nome dela, mas quero ser como ela. Quando eu crescer, fizer meus dezoito e puder fazer o que quiser por ser maior de idade, vou dar um jeito. Por enquanto, tenho de me fingir de coitada para um monte de agências. Querem controlar tudo o que eu faço, o que eu como, a maneira que ando, como poso para as fotos. Pelo menos dizem que sou bonita. Todo mundo que me conhece diz que eu sou uma farsa. Legal por fora e horrorosa por dentro. Otários.

Perdi a compostura enquanto minha mente estava um turbilhão. Se aquele patife dissesse qualquer coisa com seu sotaque francês de mer...

— Endirreite-se, garrouta, porr favorrr!

"Cala a boca, seu vagabundo ordinário", pensei em voz alta. Droga.

— Como é?

— Isso mesmo, seu babaca. Tira essa por** de foto logo!

— Rrrespect-me, garrroutinha. Endirreite sua coluna e fique calada. Quem manda sou eu.

Não sei porque o acatei, mas endireitei minha coluna e sorri. Não havia reparado em como a sala estava vazia. Momentos atrás, aquele ambiente estava abarrotado de gente e agora só restava eu e um fotógrafo maldito. O único relógio na parede apontava para as dezessete horas. Entrei aqui as catorze.

— Meu ensaio já acabou, o que você está fazendo?! — eu não resisti e perguntei, quase berrando.

— Guarrrdando sua carrrinha para lembrrrar de você depois de te devourrar, meio-sangue.

?!

— EU VOU CHAMAR A POLÍCIA, SEU FILHO DA MÃE! VOCÊ PENSA QUE É QUEM PRA FALAR COMIGO DESSE JEITO, CARA? VOU DAR NA SUA CARA.


Sinto a minha pulsação alcançar as estribeiras quando meu corpo todo se preencheu de raiva. Marcho em direção à porta e tento abri-la com pontapés e socos, mas a maçaneta estava trancada. Olho para trás e percebo o fotógrafo caminhando em minha direção. Ele estava um pouquinho maior, alguns quinze centímetros mais alto. Antes deveria ter algo próximo dos dois metros. Seus olhos estavam mais profundos e seus braços mais largos. Seus dedos estavam grossos e suas unhas sujas. A pele, encardida.

— Ficarr quieta!

De repente, o francês mal sabia conjugar verbos. Continuava caminhando em minha direção e quanto mais eu o observava, mais mudava. Minhas pernas estremecem e tudo o que consigo fazer é mirar a janela com os olhos e correr em sua direção. Minhas pernas bambas quase me derrubam e, no meio do trajeto, alcanço meu telefone. Por cima dos ombros, verifico a distância que estamos um do outro e disco um número de emergência.

— CA**LHO, VEM LOGO, POLÍCIA!

Eu berro no telefone enquanto o gigantão apanha um guarda-chuva refletivo e arremessa em minha direção. Sua burrice impede que sequer chegue próximo de me acertar; arremessou o objeto aberto e a resistência do ar impediu que chegasse até mim. Retardado.

— RUA QUARENTA E CINCO, MANHATTAN. RASTREIA O MEU NÚMERO E ME ENCONTRA, EU TÔ SENDO VIOLENTADA. VEM LOGO, FILHO DA PU**!

Acredito que, se por bondade do destino eu fosse salva, iria para a cadeia por desacato. Não dou a mínima, quero dar o fora daqui. O fotógrafo arremessa mais um objeto em minha direção e, dessa vez, me acerta em cheio com uma lâmpada em seu tripé. Com o impacto, sou arremessada contra o vidro da janela que ocupa toda uma parede do segundo andar. Ouço o cristal trincar em minhas costas e não ouso reclamar de dor, apesar de mal conseguir localizar onde fui atingida por todo meu abdômen latejar.

É isso!

— Vem aqui então, seu troglodita sem cérebro. Vou meter a mão na tua cara, seu panaca tapado.

Uso o mesmo tripé que fui alvejada para acertar o vidro uma segunda vez. A força que incide contra a janela parece não ter saído de mim e foi suficiente para fracioná-lo em uma quantidade absurda de cacos. Viro-me depressa para não ser atingida pelos estilhaços e aguardo pelo burrão. Dou um passo para a esquerda, tentando desviar do seu embalo, mas sou pega pelo seu punho na altura da cintura.

Não esperava por isso. Ainda no ar, tento acertar um soco na cabeça do meu ex-fotógrafo-otário e inverter as posições. Agora, eu estou por cima. Mais rápido do que o imaginado, nos chocamos contra o pavimento do edifício e, apesar de amortecida por um corpo gigante e um pouquinho macio, sinto a colisão percorrer desde meus pés até a minha têmpora e me atordoar.

Uma multidão forma-se em volta de nós e, agora com mais precisão, acerto a cabeça do gigante com um soco forte. Não é o bastante para nocauteá-lo, mas é o bastante para fazê-lo permanecer no chão por mais tempo que eu até que eu me levante. Depressa, corro e furo o bloqueio circular de pessoas e me deparo com uma viatura, que barra minha travessia do asfalto.

Minha imagem no retrovisor é estranha. Eu vejo duas de mim mesma, meu cabelo estava bagunçado, meu rosto possuía pequenos arranhões e algo brilhava no topo da minha cabeça, flutuando. Meu estado de atônita me impediu de certificar-me do que era. O que consegui fazer foi continuar correndo e cambaleando para longe dali. Com um tripé de luminária na mão.

informes:
A ideia é fazer com que Selina seja uma meio-sangue perdida em Manhattan e mais tarde, talvez, encontre o acampamento. O monstro que enfrentou na história foi um lestrigão.
Selina Langdon
Selina Langdon
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Alex Krueger em Qui 26 Maio 2016, 18:29


Beginning
filho de Ares, escorpiano, explosivo

— Deus progenitor:

O deus da guerra. Não é a primeira vez que escolho Ares como progenitor, além de ser com quem eu mais me identifico, foi o único deus que conseguiu se encaixar com a personalidade da maioria das minhas contas. Prefiro manter o padrão nessa também.

— Físico:

Frank não é adolescente como a maioria dos semideuses, ou seja, seu corpo já condiz com o de um adulto. Músculos em geral, braço, abdome e pernas bem definidos pois o semideus mantém um treino físico diário desde seus dezoito anos - o treino junto com a genética resultou num corpo satisfatório. Cabelos castanhos e sempre curto, olhos azuis, mantém sempre uma barba rala, apenas aparando se necessário. O caminho que decidiu tomar, semelhante ao do pai adotivo, o transformou em um homem marcado por cicatrizes causadas pela guerra de gangues. A que mais chama atenção é uma na lateral de sua cabeça, um tiro de raspão.

— Psicológico:

Sempre foi alguém explosivo, até mesmo quando criança, o que tornou o convívio com outros algo quase impossível. No colégio, era obrigado a se retirar por brigas, no segundo grau o mesmo motivo acompanhado de drogas e bebedeira. Possui um gênio forte, porém com a morte do padrasto, viu-se obrigado a largar os estudos para ajudar a mãe com as contas e aluguel do lugar onde viviam. Portanto, ingressando na vida adulta, se viu em situações onde a raiva não era a única solução, aprendendo a controlar o instinto agressivo e vingativo. É alguém observador, capaz de por o raciocínio acima dos músculos, um tanto esperto para o estereótipo de filhos da guerra. Em outras palavras, é um rapaz equilibrado, disposto a usar tanto seu yin como seu yang.

— História:

— Seu filho não tem capacidade de conviver com outras crianças, senhora Towley. E concordamos que o histórico dele confirma isso. — o diretor era um homem carrancudo e rancoroso, a queda de cabelo no centro de sua cabeça confirmava que era um homem estressado e velho. Apesar disso, procurava se manter imparcial em relação aos problemas de sua instituição. Ou pelo menos era o que queria mostrar aos pais. O tom de satisfação, impossível de ser escondido, veio logo. — Infelizmente ele está sendo convidado a se retirar de nossa escola.

— Não trate eu e aquele babaca do Parker como crianças! Ele tava avisado que ia ter porrada, caralho! — agora a vez de um Frank de 10 anos atrás, com seus dezoito anos e cursando o terceiro ano do ensino médio. Na mão parada em cima da mesa, era possível ver as evidências do confronto agressivo de horas atrás - ensanguentada, assim como seu nariz e olhos.

— Frank, já lhe disse mais de uma vez que crimes cometidos por alunos são resolvidos na polícia. Principalmente um de tamanha proporção causado pelo seu colega. Seu senso de justiça é deplorável, garoto!

— Esqueça isso, pirralho. Vamos pra casa, seu pai tá te esperando. — Deanna, a mãe de nosso protagonista, ainda possuía uma beleza irrefutável para uma mulher de quarenta anos. Algumas tatuagens eram visíveis, deixando claro quem ela era.

Ambos deixaram a sala do diretor, embora o rapaz ainda estivesse furioso com o acontecido. Seus passos pesados e ignorância testemunhavam isso. Impacientemente, retirou de seu armário seus pertences - nem todos voltados aos estudos - e prosseguiu até a saída, apenas esperando a mãe quando já estava dentro da caminhonete. Sentou-se, procurando por seu celular e ligando para um amigo.

— John, como tão as coisas aí?

— Frank... não muito boas. Ela não sai do quarto desde ontem, não tem comido. E o babaca? — o rapaz do outro lado da linha era o melhor amigo do semideus, juntos em qualquer encrenca e situação. A tornozeleira e a prisão domiciliar o impediram de sair de casa para resolver o problema da irmã.

— Alguns ossos da cara fraturados. Tá se recuperando na cama de um hospital, os Parker querem processar. — respondeu em meio a risos, acendendo o cigarro entre os dentes e tragando a fumaça. Sua mãe apareceu na saída da escola, vindo em direção ao carro. — Mais tarde nos falamos, valeu.

— Torça pro seu pai não mudar de ideia depois de hoje. — ela adentrou o carro.

— Mudar de ideia sobre o que?

— Sobre sua iniciação nos Beasts.

w ☠ฺ a ☠ฺ r

A casa, apesar de alugada a um preço absurdo, não passava de um andar, uma garagem lotada de pertences que Charles Towley se recusava a jogar fora e um espaço especial para sua Davidson, sempre bem cuidada. Era lá que o pai e o filho sempre conversavam e trocavam ideias, ao lado de uma motocicleta Harley modelo de 75. Os assuntos sempre foram os mesmos: estudos, garotas e o almejado moto-clube. Beasts of Hell, fundado pelo avô de Franklin após sua volta do Vietnã e mantido pelo filho, agora pai. Era naquela garagem que ele deveria estar, realizando algumas modificações na moto como sempre fazia. Mas não naquela tarde.

O pai adotivo do semideus era um homem sério e querido por muitos, porém odiados por milhares. As atividades ilegais de seu clube eram a causadora de várias inimizades e atentados fracassados, mas o que mãe e filho viram naquela tarde era algo brutal e sangrento demais para uma guerra de gangues. Demais para o ataque de um moto-clube inimigo, demais para o cartel de drogas. Porém como um animal conseguiria abrir uma garagem antes de estraçalhar o pobre homem? Era essa a pergunta que o mestiço se fez e sabia que a mãe tinha a resposta.

— Precisamos deixar os policiais trabalharem, Frank... — a voz da mulher era abalável, a cor de sua pele havia se tornado pálida, como se algo maior estivesse prestes a aparecer. Ela sabia que a morte do marido era apenas a ponta da faca.

O jovem Towley se manteve ajoelhado onde outrora estava o corpo do pai, sujando a calça de sangue enquanto sua mente se lembrava de várias pessoas que alimentariam um motivo para assassinar Charles. Algumas condiziam, mas não se encaixavam. Não daquela vez. A fúria que sentia era imensa, mas não forte o bastante para motivá-lo a começar uma matança em nome do homem morto. Sim, a dor de perdê-lo era maior até mesmo que seu instinto natural, maior do que qualquer herança divina.

Frank cerrou as mãos, controlando-se para não descontar em todos ali presente. Ele soube que no momento em que encontraram o corpo, ela temia algo. E também sabia que ela não o contaria.

— Eu e você sabemos que a polícia não vai resolver isso, mãe. — tentou manter a voz calma, mas naquele momento, uma parte de si havia morrido também.

Visão da mãe

Deanna não acreditava no que os olhos viam. Torcia para que fosse apenas uma brincadeira pregada pela sua mente há tempos não perturbada, decidida a infernizá-la novamente após anos. Desde que dera a luz ao único filho que não sentia uma emoção tão grande, mas não uma emoção boa, era a pura e clara tristeza. O homem Towley, a quem havia se permitido amar, ser protegida e ajudá-lo nas tarefas de uma esposa, estava ali, estendido no chão com várias aberturas no peito como monstros tivessem deixado o lar infernal para realizar tal brutalidade. E ela sabia que era exatamente isso, monstros. Sabia quem era o responsável e sabia que aquilo renderia derramamento de sangue total. Tinha em mente que por mais que o filho amasse Charles, a personalidade do garoto não fugia da do verdadeiro pai.

Com tudo isso em mente, conseguiu dizer o básico e necessário aos investigadores enquanto assistia o corpo ser removido do local, num saco preto. Torcia para que o filho não se obrigasse a olhar a cena, era uma horrível forma de se lembrar do homem que o cuidara como própria cria. Voltou-se a garagem, seguindo o semideus e procurando as palavras corretas para confortá-lo. Esperava algum palavrão, algum esporro, até mesmo o garoto atacando alguém que nada tinha a ver com aquilo. Mas nada, apenas uma fala e logo em seguida o silêncio.

Mas a morte não era a única carta na manga de seu antigo amante. Não demorou muito e o que ela esperava aconteceu, apesar de atrasado, Ares sabia o momento exato para reconhecê-lo como filho. Uma luz vermelha e forte acendeu acima do garoto, aos poucos tomando a forma de um javali e duas lanças. Sim, o inferno começaria e para os dois viriam em dobro.

Ele abraçaria a maldade, como seu verdadeiro pai o faz.

Adendos:
A história se passa há dez anos atrás, como foi informado no começo. A reclamação ocorreu atrasada, já que a idade pra acontecer é aos treze (não sei se é o mínimo ou máximo). Mas pretendo explicar isso mais pra frente, caso seja aprovado. Narrei a reclamação na visão da mãe, pois deixarei a reação de Frank para uma próxima ocasião.


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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Darya Archer-Gilligan em Sex 27 Maio 2016, 18:04


Avaliação




Marc Ranke
Olá, moçx. Sua ficha começou bem, com uma introdução ao personagem. Porém, isso sozinho não foi capaz de te aprovar. Veja, o problema não está na sua escrita ou no seu potencial, mas no desenrolar da sua história. Senti falta de detalhamento, dos sentimentos, pensamentos e reações do personagem a tudo, entende? No momento que mais necessitava da sua atenção e cuidado você simplesmente narrou ações e acontecimentos. E só. Tente desenvolver melhor toda a situação, okay?
Outro ponto em que você pecou foi a coerência. Se os monstros quisessem matá-lo, eles já não teriam feito? O semideus que fez o resgate certamente era experiente. Gerar essa situação toda, ao invés de encontrar uma forma de sair dali sem chamar tanta atenção, não seria meio imprudente?
Além disso, senti falta de dois detalhes, sendo um deles as características físicas do personagem no início da ficha. O outro - a ausência do momento da reclamação - é um ponto obrigatório, sendo esse esquecimento, sozinho, um motivo capaz de reprová-lo.
Como disse no início, você tem todo o potencial pra conseguir essa reclamação e evoluir ainda mais a sua escrita. Apenas atente-se aos detalhes acima comentados e não se deixe desanimar; assim que tiver corrigido os erros, nada te impedirá de postar uma nova ficha. De qualquer forma, bem-vindo, semideus.
.
Reprovado

Lyanna MacMahon

Olha, moçx. Você me deixou meio sem ter o que falar aqui (q). Gostei muito da originalidade da sua ficha, e como você soube desenvolver a ideia com maestria. Os pontos que ficaram em aberto e poderiam causar confusão foram devidamente esclarecidos nas observações. Assim sendo, não tenho nada mais que comentar, a não ser dá-la os meus devidos parabéns. Bem-vinda, filha de Melinoe.

Reclamada


Selina Langdon
Gostei muito da sua ficha, de verdade. Você conseguiu não só criar uma situação interessante, como também deixar claro a personalidade da personagem; isso tudo sem se alongar mais do que necessário, em um misto admirável de objetividade, simplicidade e uma boa narração. Não havendo nada mais a ser comentado, deixo apenas os meus parabéns. Bem-vinda, tia, prole de Ares.

Reclamada


Frank Towley
Parece que hoje é um belo dia para o chalé do deus da guerra. Devo dizer que admiro muito vocês que conseguem impor todo um enredo único por trás do evento da reclamação, conseguindo expressar tão bem ao personagem. E creio não precisar adicionar que você (bem como os semideuses acima) conseguiu isso. A única coisa que me deixou de certa forma em dúvida foi o momento da reclamação do personagem - superficialmente citada pela mãe, sem nenhuma informação a mais sobre o momento. Porém, não foi o suficiente para reprová-lo. Bem-vindo, tio, prole de Ares.

Reclamado


ATUALIZADO POR HADES
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Samuel Fortereal em Sab 28 Maio 2016, 18:09


Ficha de Reclamação
Samuel Fortereal

Ω Por qual deus deseja ser reclamado/qual criatura deseja ser e por quê?
 Atena. Acredito que é a deusa que mais se encaixa com o personagem, que apesar de parecer um pouco brutal, é um ótimo estrategista.

Ω Perfil Físico
 Samuel possui em média 1,80 de altura; cabelos e olhos castanho escuro; cor de pele parda; porte físico forte devido ao seu treinamento diário; geralmente deixa seus cabelos ondulados e sua barba crescerem até o incomodarem; se veste muito bem; suas expressões faciais variam, independente da situação em que esteja.

Ω Perfil Psicológico
 Samuel é reservado, evitando falar quando não é necessário. É um pouco tímido devido ao seu isolamento mas não sofre por isso. Não gosta muito de receber ordens e tenta ajudar aquelas pessoas com quem ele tem afinidade. Em momentos que precisa raciocinar, sempre tenta esquecer quaisquer emoções que esteja sentido no momento.

Ω História

Atena:
Conhecimento é poder, era o que ele repetia. Samuel sempre foi muito dedicado ao que fazia, seu objetivo de vida era obter mais conhecimento. Infelizmente, seus atos o levaram a procurar aquele ser, acabaram o corrompendo. Sinto muito pelo que aconteceu com meu filho e gostaria que sua jornada tivesse terminado de uma outra forma. Conhecimento é poder, e poder pode levar um homem sábio à loucura.

História narrada por Johanna Jones

Você quer saber mais sobre ele? Salvou-me uma vez, quando éramos mais jovens ele não era do jeito que se tornou nos dias de hoje. Não era o mais forte, ou o mais inteligente, mas sempre tentava se aprimorar. Sua reclamação demorou para acontecer, passou mais de dois anos sem saber a qual deus pertencia, deixe-me contar. Às vezes, eu reunia ânimo para caminhar de manhã, era sempre inspirador correr com os atletas matutinos. Neste dia, preparava-me para correr quando o vi olhando pro nada, resolvi então me aproximar para o cumprimentar.

— Eaí, você vai correr o percurso hoje? Acho que irei te acompanhar —

Estávamos próximos ao refeitório, o sol raiava e tocava minha pele de maneira agradável, a temperatura estava perfeita. Ainda me sentia um pouco triste devido ao Oliver, mas correr talvez dissipasse minha mente de pensamentos negativos. Samuel estava sentado numa rocha, olhando em direção à floresta. Estava com uma roupa típica para fazer exercícios, uma camisa branca e uma bermuda azul-marinho, também calçava seu tênis laranja favorito, da Adidas. Levantou esbanjando um sorriso no rosto e me respondeu:

— Vou sim, estava só tomando um ar, não dormi tão bem ontem a noite. —


Ele nunca parecia dormir direito, sempre queria ocupar seu tempo fazendo algo produtivo e as vezes perdia o sono por causa disso, pensei que tivesse acontecido algo parecido com ele na última noite. Não tinha notado, mas o Oliver estava me encarando este tempo todo, de longe. Não queria mais olhar na cara dele, as confirmações de como ele tinha tratado a Amélia no último domingo me deixaram furiosa, eu rompi o nosso relacionamento. Samuel percebeu que meu olhar tinha se distanciado e olhou na mesma direção, percebendo o garoto enraivecido. Sua expressão se tornou séria e rapidamente seu olhar voltou para mim, parecia que iria falar algumas palavras de consolo, abriu a boca mas não falou nada, apenas entendeu o que estava acontecendo e não queria tocar nesse assunto delicado.

— Só vou passar no refeitório antes, Ethan ficou me esperando, vou ver se ele ainda está lá. Pode ir na frente e logo te alcanço, ok? —

Concordei e segui a caminhada, não sabia se era verdade ou era apenas uma desculpa. Não conhecia muito sobre o seu passado e o que aconteceu antes de chegar ao acampamento mas tinha certeza que se sentia frustrado por não ter sido reclamado por tanto tempo. Éramos amigos a algum tempo, tínhamos interesses em comum e era sempre legal discutir variados assuntos com ele. Corri por mais de maia hora e enquanto caminhava, ouvi alguém gritando o meu nome, quando olhei era o Oliver com seus amigos.

— O que você quer? Te falei pra ficar longe de mim —
Eles seguraram o meu braço e sacaram suas espadas, comecei a gritar por socorro mas ninguém estava ali. De repente, no meio da falação, senti algo me acertar e apaguei na hora. Acordei depois com muita dor, estava deitada na floresta mas não reconhecia onde, Oliver olhava para mim enquanto discutia o que iriam fazer comigo. Estava tremendo, com dor e sabia que morreria, não sabia o porque dele querer fazer mal à mim desta maneira.

— Não precisava terminar assim, mas se você não for minha, não será de mais ninguém —

Uma adaga perfurou a nuca de Oliver, atravessando sua garganta, ele apagou na hora e caiu no chão, Samuel estava lá. Os outros dois semideuses se viraram rapidamente e o atacaram com as espadas. Armas como adagas eram melhor para combates próximos e ele sabia disso, desviou do primeiro ataque indo para o lado, na direção do outro, a espada o acertaria se ele não tivesse segurado a lâmina com a mão esquerda, fazendo sangue escorrer por todo seu braço. Acertou sua adaga no pescoço do adversário que logo largou a espada para pressionar o corte, agonizando no chão.

Samuel foi acertado por um chute e caiu no chão, o segundo garoto tinha um chute muito forte e acertou suas costelas. Enquanto estava no chão, recebeu um golpe da espada na vertical e tentou defende-lo novamente com a mão, o que acabou a cortando pela metade. Eu estava desesperada mas consegui me levantar e pegar a espada do Oliver. O meio-sangue estava em cima de Samuel, o esmurrando no rosto. Realizei um ataque em suas costas, que rasgou toda sua camisa. Ele grunhiu e levantou, tentando investir em minha direção.

Samuel estava com o rosto coberto de sangue mas conseguiu correr com dificuldade para a espada próxima e a pegou. No momento em que ele fez isso, o semideus desistiu de me atacar e percebeu que Samuel era uma ameaça maior. Continuei apontando a espada para ele mas o combate foi travado entre os dois, Samuel estava calmo e observava o inimigo, sabia exatamente o que fazer para refletir qualquer golpe que recebesse. Apenas no primeiro ataque, Samuel atacou a espada do semideus, fazendo-a sair de sua direção. Após isso perfurou o seu bíceps, o que fez ele cair no chão.

Com um golpe final, Samuel perfurou a garganta do seu adversário, acabando com a luta. Um símbolo havia aparecido em cima de sua cabeça e finalmente ele havia sido reclamado, por Atena. Ele se ajoelhou e vi seu rosto feliz mesmo quase perdendo a mão. O abracei, todo ensanguentado e chorei, chorei muito.

PS. O post é narrado por outra pessoa contando uma história do passado.



Adapted by Andrew from LCJUNIOR template @ Caution 2.0
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Luke D. Miller em Seg 30 Maio 2016, 14:29

- Afrodite, gosto da deusa e sou muito parecido com a mesma, e também sempre escolho ela nos fóruns de PJ

- Características Físicas:Um rapaz alto, cabelos castanho escuro, boca fina e nariz pequeno, seus olhos são castanho claro, ele tem um corpo robusto e bem detalhado, como o de um modelo.

-Características Psicológicas:Um rapaz apaixonado, romântico que adora o amor, só que ele é infiel, nunca fica em um relacionamento fio, sempre partindo para outra.

- História do Personagem:Lá estava eu, em um show da Katy Perry, varias pessoas estavam no local, gritando e cantando junto com a cantora, estava acompanhado de meu melhor amigo Frank, éramos fãs da Katy Perry, e foi muita sorte a gente conseguir aquilo, tudo graças a Frank, aquele foi o melhor dia de nossas vidas.

“Estava na sala de aula, minha mochila estava em cima da mesa, tudo estava dentro dela, era segundo, o pior dia de todos, a professora de Historia estava dando aula, falando sobre Roma e sua historia, aquilo era um tédio, ela não parava de falar e cada vez meus olhos fechavam, até que caio no sono, e acabo tendo um sonho estanho, estava em um lugar que parecia ser um templo antigo, estava de frente a uma estanha e bonita mulher, ela tinha uma cara serena e calma, a luz que entrava no local iluminava seu belo rosto, então a mesma me dizia algo - Tome cuidado meu pequeno, a maldade se aproxima de você, se prepare para uma grande luta meu pequeno. – Então a mesma se desfez, junto com o lugar, logo fui acordado pela professora – Luke você não pode dormir na aula, se eu pegar você dormindo novamente, irei te tirar da sala de aula. – Então ela voltava a explicar a matéria e ouvia alguém me chamando baixinho, então olhava para trás e via Frank me chamando - Sim Frank? - Então ele sorriu e me mostrou sua mão, na qual tinha dois ingressos para o Show da Katy Perry - Frank, como você conseguiu isso? - Disse dando um grande sorriso - Não importa, iremos para o Show dela e nada mais importa - ele sorriu, nossa amizade era tão grande, e nosso sonho era ver algum show da nossa cantora favorita, foi isso que formou nossa amizade de 6 anos , então voltei a olhar para frente até a aula acabar.

Quando a aula acabou, fui andando com Frank até a entrada da escola, fomos conversando sobre o show, até que chegamos, avistei a minha limusine e logo fui na direção dela, e logo adentrei, indo para minha casa, no caminho fiquei olhando  pela janela, vendo a vista passar rápido, sempre fazia aquilo para matar o tempo, até que chegamos em casa, logo saio da Limusine e entro na minha casa, subindo as escadas indo para meu quarto, quando ia abrir a porta, meu pai aparece - Você vai fazer alguma coisa hoje a noite? -  Ele perguntou, e logo lembrei que hoje ele teria um desfile e queria que eu fosse com ele – Err...Então pai, eu vou em um show com o Frank, e eu disse que iria. – Então ele olhou para o chão – Ok filho, entendo, bom se divirta. – Ele deu um sorriso e se retirou, então entrei no meu quarto e me joguei na enorme cama, e então esperei ficar de noite.

Dando 19:00 horas da noite, tomei um banho e comecei a me arrumar, logo saia do banheiro pronto, usando uma camiseta vermelha, jaqueta jeans preta, calça jeans escura e all star branco, então sai do meu quarto, em casa só estava os empregados, meu pai já havia ido para seu desfile, então sai de casa e entrei na limusine, que foi até a casa de Frank, que ficava um pouco longe, então fui para a janela e fiquei vendo a vista passando rápido, depois de 30 minutos, chegamos na casa de Frank, que estava esperando na porta de casa, então o mesmo entrou na Limusine e sorriu – Então vamos? – Disse ele com um tom de alegria na voz – Vamos!! – Disse de volta, então a Limusine começou a se mover, indo em direção ao show.

Então é aqui que a gente se encontra, no Show da cantora, junto com milhares de outras pessoas, gritando e cantando as musicas com alegria, até que um estouro ocorre no palco, como se fosse uma explosão, mas ninguém se importa, a não ser eu e Frank, então uma criatura que parecia um demônio veio no local da explosão e voava em nossa direção, quando a criatura estava quase a me atingir, Frank me empurra e fica no meu lugar, sendo levado pela criatura, então ele pega algo de seu bolso e joga pra mim – Mate essa Empousa!!! – Então eu peguei, parecia ser uma adaga feita de algo estanho, então eu corri, tentando acompanhar a criatura que voava segurando meu amigo pelas suas garras, não sabia o que fazer para derrotar a mesma, mas então ela soltava Frank que estava caindo, então corri e consegui pega-lo a tempo, logo coloquei Frank no chão e corri na direção do monstro que agora estava no chão e sorrindo, vendo um caçamba de lixo, subo em cima dela e a uso de impulso, indo na direção do monstro e fincando a Adaga em seu coração, o monstro denominado Empousa gritava de dor e se desfazia em um estranho pó, logo caminho com a respiração ofegante até Frank, meu rosto tinha a expressão de horror, mas Frank parecia normal, então ele colocava sua mão no meu ombro e dizia – Temos que te levar até o acampamento meio-sangue – Então ele me puxava pelo braço, entendo na  Limusine que estava estacionada sem ninguém dentro – Você sabe pilotar? E o que seria esse acampamento Júpiter? – Ele deu uma risada – Não, mas não parece ser difícil, sobre o Acampamento, é um lugar onde...Semi-deuses vivem em segurança e claro você é um deles – Então ele conseguiu ligar a limusine e começo a dirigir, naquele momento não queria saber de nada, só fiquei a olhar pela janela e me acalmar, esperando chegar nesse tal acampamento Meio-sangue.
Luke D. Miller
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Vitor S. Magnus em Sex 10 Jun 2016, 16:10


Avaliação
Samuel Fortereal


S
eu post foi bem diferente, é difícil fazer fichas sendo narradas por outras pessoas. Eu gostei da história, mas poderia ter sido mais incrementada. Como eu poderia dizer? Explique mais os fatos e tente detalhar algumas coisas sem exageros.

Alguns erros de português são perceptíveis, mas ocorrem por não reler o post com atenção.

Enfim, o que mais pesou na avaliação foi a proposta da história, tenta aprimorar ela, já que quer ser prole da deusa da sabedoria tem que estar um nível acima dos outros. Se quiser dicas pede pra algum monitor ou player experiente.

Por enquanto, reprovado.

Luke D. Miller

Então, garotinho… Primeiro gostaria de apontar um certo erro que os players sempre cometem: Mudar o tempo verbal da narração. Você sem que decidir se quer narrar no passado ou no presente. Eu poderia indicar o trecho que ocorreu isso, mas foi basicamente no post todo.

Segundo… Tua história foi muito, mas muito simples mesmo, precisa pensar numa história não muito grande, mas agradável, mesmo pra uma avaliação comum.

Terceiro e não menos importante. Cara, você não é um semideus com um nível de experiência pra enfrentar uma Empousa. Pensa em algo menos ameaçador -olhe o bestiário- ou pense no caso de não ocorrer uma luta. Foque na história do seu personagem.

Outra questão também é a sua narração, tenta ser claro e coerente nos movimentos do seu personagem, tenta ter ideia do que ele realmente vai fazer e tenta descrever da melhor forma.

Por enquanto, reprovado.


Qualquer dúvida, reclamação, stress... Só enviar MP

Vitor S. Magnus
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Allana Beneck em Qui 16 Jun 2016, 14:59

- Por qual deus deseja ser reclamado/ qual criatura deseja ser e por quê?

Nix. Eu sempre tive muito medo do escuro, desde criança, porém hoje eu me identifico muito com a própria escuridão.

- Perfil do Personagem

Características físicas:
Allana tem traços finos e marcantes, porém a feminilidade acaba por aqui. Seu cabelo é médio, negro como a própria noite, e apesar de nunca estarem sujos, tem um confortável aroma de penas empoeiradas. De estatura mediana, tem uma pele alva e fria ao toque, mesmo se o clima estiver quente. Como grande destaque, seus olhos azuis gélidos, um tom antes do branco, chama muita atenção por onde passa. Apesar disso, tem um estilo humilde, sem filtros, e digamos que um tanto "rebelde". 

Características psicológicas:
Allana é uma garota  destemida e orgulhosa - até demais -, é rebelde, tanto na aparência quanto na personalidade. É um grande motivo para dor de cabeça. Adora ficar rindo da desgraça dos outros (a não ser que não seja algo sério, claro), apesar de ser protetora e sempre fazer por seus amigos. 

- História do Personagem

"Hey, once upon a younger year. When all our shadows disappeared...

A leve melodia vinha de uma voz feminina, era reconfortante e talvez até sonolenta, apesar da letra da música.
"The animals inside came out to play..." 

Junto a voz, uma mulher andava lentamente. Vinha com um bebê nos braços, e se aproximava de uma casa. Chegou assim, finalmente, à porta, e foi deitando a criança suavemente dentro de uma cesta. Depositou o recipiente no chão, protegido da chuva momentânea. E terminando uma última estrofe da música, bateu na porta da casa, e desapareceu em seguida.

"Hey, when face to face with all our fears."

Um homem apareceu, e ficou alguns segundos encarando a cesta. Pegou, então, um bilhete com as seguintes palavras:

[esquerda]"Que as estrelas te guiem"[/esquerda]

TREZE ANOS DEPOIS

Vá para o internato, morra de tédio, se esforce nas matérias apenas para ser reprovada e expulsa, depois volte para casa e decepcione seu pai pela sétima vez. É tudo muito simples.
Eu já estava cansada, não sei por quê simplesmente não desistia.

Estava indo para a sala da diretora, como já podem prever - após minha breve reclamação acima -.
Já estava preparada para receber alguns gritos, sabia que a diretora já tinha descoberto, e que enquanto eu andava estava preparando seu discurso, e uma pilha de boletins para jogar sobre a mesa.

- Olá, srt. Beneck, estava esperando por você.- Falou, apoiando o rosto com as mãos em concha.

- Ah, sério?- Respondi sarcástica, me sentando. Ela pareceu não gostar, pois franziu o cenho e pegou vários papéis.

- Sabe por que está aqui, certo?- Ela perguntou, a olhei e assenti preguiçosamente.- Mas tenho uma boa notícia para você... Eu te ajudarei a passar.

- Você irá me ajudar a passar de ano?- Repeti com ironia, não acreditando.

Sra.McGraffin sorriu, e não era seu sorriso cínico costumeiro, e sim um sorriso maldoso.

- Exatamente... Mas ao invés de passar de ano, tenho algo melhor para você.- Antes que eu pudesse piscar, McGraffin tinha se transformado em uma bruxa feia e monstruosa, com asas, garras e presas amareladas. Ela não era humana, com certeza. Suspeitava desde o início.- Irei te ajudar a passar para o submundo!!

Meus olhos quase saltaram para fora quando McGraffin pulou em minha direção, dando o bote. Por sorte, consegui me desviar, e a criatura saiu rolando pelo chão. Aproveitei para sair correndo da sala, e enquanto virava o corredor, me choquei com Roger.

Ele era um garoto, com a mesma personalidade que a minha, porém era muito menos encreiqueiro e inquieto. Era magrelo, mas forte e com uma cara de cachorrinho abandonado - apenas um truque para se passar por inocente, acreditava eu. Apesar disso, era aleijado, tinha uma espécie de doença muscular nas pernas, e andava de um jeito engraçado. Apesar disso, quando queria corria mais do que eu.

- Allana, o que...- Eu já ia gritar para ele correr, mas antes que eu pudesse falar ou ele continuar, a parede ao nosso lado explodiu e a bruxa-voadora apareceu. Peguei no braço de Roger e comecei a correr, até ficarmos encurralados em um corredor.

- Ótimo! Do que adianta passar o ano inteiro em um lugar para depois morrer por se perder?- Enquanto eu entrava em pânico, Roger pegou algo de sua bolsa e entregou para mim. Era uma corrente.- Olha, sei que você me ama, mas agora não é hora para trocar presentinhos!

- Coloca logo!- Exclamou, ele. Coloquei a pulseira, mas quando eu pude perceber não era mais uma pulseira. Era uma corrente, longa e de bronze.
De repente, a sra.McGraffin apareceu no corredor com uma cara brava - era exatamente a mesma que ela fazia quando estava corrigindo as provas.
Meu coração acelerou, e apenas pude ver ela gritar e pular para cima de nós.

Fechei os olhos, movi a mão e em seguida um som agudo cortou o ar, sendo seguido pelo silêncio.
Abri os olhos, e me surpreendi ao ver a corrente no pescoço da sra.McGraffin. Tudo parecia passar devagar.

A corrente passou direto pelo pescoço da diretora, que foi resumida a pó.
Me aproximei com cara de tacho do que tinha restado da suposta sra.McGraffin, enquanto me abaixava para tocar.

- Ah, cara. O que foi que acabou de acontecer?!-  Olhei para Roger, mas ao invés de me dar uma resposta, apenas cruzou os braços.

-  Acho que já está na hora de contar para ela, Roger.- Me levantei e vi um homem, sentado em uma cadeira de rodas. Ele tinha cabelo castanho, com sobrancelhas espessas, intensos olhos castanhos e uma barba desalinhada.

Fiquei olhando do homem para Roger, até meu pescoço ficar doendo. De repente, minha visão ficou turva e tudo ficou escuro.

ALGUMAS HORAS DEPOIS

Foi estranho, muito estranho. Minha cabeça estava rodando depois de absorver tantas informações.

- Ok, deixa eu ver se entendi. Deuses existem, eles ficam aqui em New York. Aliás, meu pai se apaixonou por uma deusa, e consequentemente, eu sou uma semideusa.- Falei, gesticulando com as mãos no ar. Meu pai que estava dirigindo, olhou para mim pelo retrovisor - depois de eu ter desmaiado, provavelmente Roger e o homem, que depois eu teria descoberto que era Quíron, foram buscar meu pai.

- Desculpe ter escondido tudo isso, Allana.- Ele falou, com um notante ar de preocupação.

Meu pai era desse tipo, preocupado e apegado. Apresentando-o: Ele se chama Adrien Beneck, e é o cara mais corajoso que eu já vi - se for para cuidar sozinho de uma criança como eu, pode ter certeza que é. Ele é exageradamente protetor, não sei nem como suporta ficar longe de mim. Professor de Astrologia, apaixonado por ciências. Sempre que eu me acho azarada, me lembro de meu pai e penso na sorte de ter ele.

- Não vamos pensar nisso agora.
Então, o carro parou.

Sai e olhei para o vale iluminado, e rodeado por árvores.

- Tomara que aqui seja melhor que o internato, pelo menos.

Bem dita hora que eu falei isso.
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Ivan Baltiysky em Sex 17 Jun 2016, 15:36

Cold Blood
Ficha de Reclamação
Nothing to put here... I think. Maybe. Dab.

– Por qual deus deseja ser reclamado e por quê?
Primeiramente peço para que o avaliador me perdoe pelo fato de meu nome ainda ser Adriel D. Tawne, já que este morreu no último evento (e se puder, quero que mude o nome do personagem para Kyle A. Henderson, mesmo que eu já tenha postado o formulário de mudança de nome). Desejo ser reclamado por Melinoe. Kyle é conhecido por ter um aspecto sombrio. A trama do personagem também ajuda na escolha desta progenitora.

– Perfil do Personagem:
– Características físicas:
Kyle é um jovem dono de um corpo encantador e esbelto. Medindo 1,78 metros e pesando algo em torno de 80 quilos, ele possuí um porte atlético, mas não muito "malhado" – tem barriga tanquinho, porém não tão formada – e cicatrizes, duas em forma de "X" na perna direita e uma no braço esquerdo. Em questão de face, ele não tem feições como as das proles de Afrodite, mas é belo, de todas as maneiras. Seus olhos possuem íris azuis e seus curtos cabelos são naturalmente castanhos.

– Características psicológicas: O rapaz tem um ar sombrio, quase que caótico. Narcisista desde a infância, vive em constante luta com seus próprios demônios. Possui os aspectos de um jovem sonhador e alegre, porém veste uma outra face – Egoísta, frio, inabalável, duro, vingativo, impiedoso. Kyle prefere observar e escutar do que falar, visto que o jovem tem cautela ao revelar algo, até mesmo seu passado, na qual o rapaz não gosta de falar sobre.

– História do personagem:
 
 Kyle nasceu no dia 21 de Agosto, no ano de 1996. Sendo um bebê, mal sabia que seria o salvador de sua cidade – Portland, a ilustre capital do estado de Oregon – e arredores.
 Logo após seu nascimento, um ar assombroso causada pela aura do recém-nascido pairou sobre a sala de partos, junto com um símbolo de algo parecido com um fantasma verde-pálido, mesmo que imperceptível aos olhos humanos, mostrando que a progenitora divina ali presente reconhecera o bebê como seu filho. Sua mãe o deixou aos cuidados de seu pai, Jacob, que logo se casou com outra mulher para se passar por sua progenitora biológica.
 Não existe muitos detalhes interessantes ou importantes para se contar sobre sua pacata infância além de que o garoto criara um lado narcisista, sombrio e cruel em sua mente, como se seus genes divinos predominassem – pelo menos em sua cabeça.
 Quando o garoto completou 20 anos, a notícia de seu parentesco divino foi revelada por seu pai. Não foi devagar, nem sutil. Sim, demorou um pouco para o rapaz digerir esta notícia, mas com o tempo – algo em torno de um mês – conformou-se, pois isso não estava diferenciando sua vida ao todo. Seu pai, ao contrário de muitos, não o mandou para o Acampamento Meio-Sangue: Ele apenas queria manter o filho por perto, temendo pela vida do mesmo. Estava tudo indo bem na família do jovem Kyle, até alguém tocar a campainha de sua casa.
E é aí que as aventuras – ou desventuras – de Kyle e amigos começam.


***

Filho, atende a porta! — disse o pai de Kyle, Jacob, enquanto preparava o almoço para sua família.

 O rapaz, sentado em uma cadeira na cozinha, assentiu, se levantou de seu assento e direcionou-se rumo a porta da frente. A pessoa que esperava do lado de fora da casa era uma linda moça, pele pálida como a lua e cabelos morenos reluzentes. Kyle estremeceu ao ver a garota, sentindo um frio na barriga. Ele não era tímido, mas também não era acostumado a conversar com uma garota tão bela.

Oi! É aqui a casa do... Uh, deixa eu lembrar... Kyle? — disse a garota, sorridente.

Sim, claro! Digo, sim, sou eu. — respondeu o rapaz.

Ótimo! Eu sou Nieme, uma náiade. Você nos conhece, certo? – disse Nieme, com um tom alegre em sua voz — Enfim, precisamos de você no armazém Simmons & Dixon, às 20:00 em ponto. Estamos recrutando todos os semideuses, espíritos da água, sátiros outros disponíveis na região. Mais detalhes quando você chegar lá. Tchau tchau! — completou a náiade, se despedindo com um selinho.
 
 O garoto conseguiu resistir a vontade de sair pulando de alegria, e continuou em sua postura séria. O quê seria de tão importante para semideuses saírem recrutando outros semideuses? Uma guerra? Enquanto pensava, o pai do jovem o chamou para comer seu almoço, rosbife com batata frita, costeletas, arroz e refrigerante de complemento.
 O dia passou normal, com Kyle avisando seu pai da visita da náiade e do encontro á noite. Quando o sol se pôs, marcava em torno de 19:30 no relógio de Kyle. "Hora do show PORRA!!!", pensou o garoto, andando vagarosamente rumo a metalúrgica.

***

[NOTA DO AUTOR: Eu fiz o começo bem corrido para ir direto a essa parte. A partir daqui, eu irei detalhar bastante para mostrar que eu não sou um lixo completo – e que também, fichas para Melinoe são avaliadas rigorosamente. Se o avaliador não abandonou o texto pensando que seria uma perda de tempo, te amo, lindo(a)]

 Quando o jovem chegou no lote onde ficava a metalúrgica, o lugar parecia abandonado. Paredes descascadas, tinta desgastada, algumas janelas quebradas e limo nos cantos do lugar. Trajando uma jaqueta de couro marrom, camiseta cinza sem estampas e calças jeans pretas e rasgadas no joelho, o rapaz adentrou o recinto cautelosamente. Dentro da grande área do armazém vazio, havia uma mesa com desenhos de vários tipos, como mapas, planos e indicações para criação de armaduras, espadas, escudos e derivados. Em torno desta mesa, havia 4 cadeiras, todas ocupadas, junto com aproximadamente 23 pessoas ali, alguns com perna de bode, alguns com pele esverdeada.

Quando você disse que iria juntar os semideuses e outros para uma coisa que você ainda não me disse, Nieme, não achei que seria tanta gente. — exclamou Kyle.

 Todos olharam para o rapaz, como se um ponto de interrogação estivesse pairando sobre suas cabeças. A náiade que Kyle conhecera se levantou de sua cadeira e correu até ele, dando-o um abraço.

Achei que não vinha! Eu preciso de você... — disse a náiade, fazendo com que o rapaz abrisse um breve sorriso — ...Para ajudar nossa milicia. Venha comigo, quero te explicar os detalhes. — concluiu, deixando Kyle furioso, mais uma vez.

 Quando o jovem chegou na mesa, ele conseguiu distinguir melhor os planos: Era um mapa do armazém, com barricadas, pontos de patrulha e outros. Alguém iria invadir o local, e não seria nada bonito. As pessoas em volta da mesa, sentadas, pareciam ser parte de um conselho, já que existia apenas 1 de cada espécie presente – semideuses, náiades, dríades e sátiros. As pessoas ali presentes estavam bem equipadas, prontas para o combate.

Ok, eles vão chegar a qualquer momento. Quero a atenção de todos! — disse Nieme — Eles estão atrás de uma espada de bronze celestial que meu amigo Richard banhou no Estige. Ela tem um poder inimaginável, que só nós podemos ter. Esperem fúrias ou monstros mais poderosos. Que os d... — tentou completar a náiade, sendo interrompida por um grito abafado que soava como "estão aqui!".

 A lugar ficou quieto. Ninguém ousou falar algo, até que as aberrações começaram a vir. Um semideus esbravejou um grito de guerra, e a milicia foi para a batalha.

***

Foi uma batalha dura. Havia o dobro de criaturas, elevando a dificuldade. A maioria dos nossos guerreiros era experiente, então conseguiam matar ciclopes e dracaenas com facilidade. O rapaz ficou lembrando das palavras de Nieme enquanto lutava. "...Que só nós podemos ter.". Nieme podia ser muito bem tão cruel e manipuladora quanto Kyle, usando seu jeito de menininha indefesa para conseguir o que – ou quem – quer. Kyle tinha um plano em mente, mesmo que arriscado: Destruir a espada, fazendo com que os monstros saíssem, tendo seu objetivo completado. A espada estava embainhada na cintura da náiade, que lutava impiedosamente como um demônio. Enquanto pensava, uma lança passava sobre os cabelos de Kyle junto com uma [i]dracaena que pulou sobre seu corpo. Kyle conseguiu segurar as mãos que continham as garras afiadas da mulher-cobra, mas não conseguia se proteger da mandíbula da mesma. Ela aproximou sua boca na região do pescoço do rapaz, como uma vampira, mas foi impedida por um golpe de espada que atingiu em cheio a parte de trás de sua cabeça. O rapaz se levantou, e, mesmo sendo ligeiramente imune a auras que causem medo ou pânico, sentiu um grande frio na barriga.
 Alecto, uma das três fúrias, havia entrado na batalha. Todos que ficavam em seu caminho, do nosso lado ou no do deles, ou morriam ou eram gravemente feridos. Os semideuses novatos ficaram paralisados de medo, e os mais experientes recuaram um pouco. A situação atual era de que sobrava 12 guerreiros do nosso lado e 9 do deles, sem contar a fúria, que valeria por mil.
 Todos que avançavam contra a fúria morreram, mas Nieme tinha uma idéia: Usaria a espada banhada no Estige para terminar a batalha. Ela levou suas mãos habilidosas para a cintura... Mas onde estava a espada? Ela não tinha idéia nenhuma, até ver Kyle, quase esquecido pela mesma, lutando contra a fúria. O rapaz lutava com muita destreza usando a espada, e Alecto apenas defendia e bloqueava os ataques, poupando sua energia. Todos os outros membros da milicia que sobreviveram também partiram para o ataque, mas surpreendentemente Alecto não defendeu-se dos ataques: Ela, impiedosamente, ceifou a vida dos sobreviventes, um a um. A essa altura, os monstros do lado da temível fúria estavam apenas observando, e também só Kyle, Nieme e mais outro semideus de nome desconhecido conseguiram bloquear os ataques da fúria, embora a náiade e o outro semideus bloquearam-os com dificuldade. A batalha durou o que parecia ser uma eternidade, mas Kyle foi ardiloso quanto ao golpe final: Ele lançou a espada em um grande barril de combustível, já meio enferrujado, que fez com que gasolina se espalhasse pelo armazém. Apalpando rapidamente seu bolso, o rapaz sacou seu isqueiro e esgueirou-se para fora do lugar. Sorrindo de uma forma maníaca, ele jogou o isqueiro aceso na poça de gasolina. Quando ele saiu do lote, ele podia ouvir os gritos de Nieme gritando, pedindo ajuda para Kyle logo antes do armazém explodir em chamas.
 E, desta vez, ele se orgulhou disto.

***

Observações:
Deixei furos na história de propósito, que serão explicadas em umas DIYs. Foi bem corrido mesmo, de teste, desculpa a simplicidade. Beijo.

Thanks Tess
[/i]
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Zoey Montgomery em Sex 17 Jun 2016, 17:48


Avaliação



Allana Beneck — Boa tarde, moça   :gdc:

Espero que esteja tudo bem com você :3
Sua avaliação: Allana, optei por não te aprovar. Vamos colocar alguns pontos aqui: sua história foi deveras interessante, fato, mas foi um tanto quanto corrida. Tente detalhar um pouco mais a respeito de sua personagem, algumas emoções e tudo mais. Além disto, você não deixou especificado o momento de sua reclamação, o que é essencial para saber exatamente quem é seu progenitor divino.

Mas não desista! Tente novamente. Precisando, pode me contatar via MP :3

Reprovada

Adriel D. Tawne — Boa tarde, moço   :gdc:

Ficha não avaliada. Adriel, procurei seu nome nas mudanças, mas não encontrei. Então, se for fazer ficha para outro progenitor, por gentileza peça o reset bem aqui. Ai reposte. Agradeço sua compreensão <3

Não avaliado

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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Ivan Baltiysky em Sab 18 Jun 2016, 14:17

Cold Blood
Ficha de Reclamação
Nothing to put here... I think. Maybe. Dab.

– Por qual deus deseja ser reclamado e por quê?
Primeiramente peço para que o avaliador me perdoe pelo fato de meu nome ainda ser Adriel D. Tawne, já que este morreu no último evento (e se puder, quero que mude o nome do personagem para Kyle A. Henderson, mesmo que eu já tenha postado o formulário de mudança de nome). Desejo ser reclamado por Melinoe. Kyle é conhecido por ter um aspecto sombrio. A trama do personagem também ajuda na escolha desta progenitora.

– Perfil do Personagem:
– Características físicas:
Kyle é um jovem dono de um corpo encantador e esbelto. Medindo 1,78 metros e pesando algo em torno de 80 quilos, ele possuí um porte atlético, mas não muito "malhado" – tem barriga tanquinho, porém não tão formada – e cicatrizes, duas em forma de "X" na perna direita e uma no braço esquerdo. Em questão de face, ele não tem feições como as das proles de Afrodite, mas é belo, de todas as maneiras. Seus olhos possuem íris azuis e seus curtos cabelos são naturalmente castanhos.

– Características psicológicas: O rapaz tem um ar sombrio, quase que caótico. Narcisista desde a infância, vive em constante luta com seus próprios demônios. Possui os aspectos de um jovem sonhador e alegre, porém veste uma outra face – Egoísta, frio, inabalável, duro, vingativo, impiedoso. Kyle prefere observar e escutar do que falar, visto que o jovem tem cautela ao revelar algo, até mesmo seu passado, na qual o rapaz não gosta de falar sobre.

– História do personagem:
 
 Kyle nasceu no dia 21 de Agosto, no ano de 1996. Sendo um bebê, mal sabia que seria o salvador de sua cidade – Portland, a ilustre capital do estado de Oregon – e arredores.
 Logo após seu nascimento, um ar assombroso causada pela aura do recém-nascido pairou sobre a sala de partos, junto com um símbolo de algo parecido com um fantasma verde-pálido, mesmo que imperceptível aos olhos humanos, mostrando que a progenitora divina ali presente reconhecera o bebê como seu filho. Sua mãe o deixou aos cuidados de seu pai, Jacob, que logo se casou com outra mulher para se passar por sua progenitora biológica.
 Não existe muitos detalhes interessantes ou importantes para se contar sobre sua pacata infância além de que o garoto criara um lado narcisista, sombrio e cruel em sua mente, como se seus genes divinos predominassem – pelo menos em sua cabeça.
 Quando o garoto completou 20 anos, a notícia de seu parentesco divino foi revelada por seu pai. Não foi devagar, nem sutil. Sim, demorou um pouco para o rapaz digerir esta notícia, mas com o tempo – algo em torno de um mês – conformou-se, pois isso não estava diferenciando sua vida ao todo. Seu pai, ao contrário de muitos, não o mandou para o Acampamento Meio-Sangue: Ele apenas queria manter o filho por perto, temendo pela vida do mesmo. Estava tudo indo bem na família do jovem Kyle, até alguém tocar a campainha de sua casa.
E é aí que as aventuras – ou desventuras – de Kyle e amigos começam.


***

Filho, atende a porta! — disse o pai de Kyle, Jacob, enquanto preparava o almoço para sua família.

 O rapaz, sentado em uma cadeira na cozinha, assentiu, se levantou de seu assento e direcionou-se rumo a porta da frente. A pessoa que esperava do lado de fora da casa era uma linda moça, pele pálida como a lua e cabelos morenos reluzentes. Kyle estremeceu ao ver a garota, sentindo um frio na barriga. Ele não era tímido, mas também não era acostumado a conversar com uma garota tão bela.

Oi! É aqui a casa do... Uh, deixa eu lembrar... Kyle? — disse a garota, sorridente.

Sim, claro! Digo, sim, sou eu. — respondeu o rapaz.

Ótimo! Eu sou Nieme, uma náiade. Você nos conhece, certo? – disse Nieme, com um tom alegre em sua voz — Enfim, precisamos de você no armazém Simmons & Dixon, às 20:00 em ponto. Estamos recrutando todos os semideuses, espíritos da água, sátiros outros disponíveis na região. Mais detalhes quando você chegar lá. Tchau tchau! — completou a náiade, se despedindo com um selinho.
 
 O garoto conseguiu resistir a vontade de sair pulando de alegria, e continuou em sua postura séria. O quê seria de tão importante para semideuses saírem recrutando outros semideuses? Uma guerra? Enquanto pensava, o pai do jovem o chamou para comer seu almoço, rosbife com batata frita, costeletas, arroz e refrigerante de complemento.
 O dia passou normal, com Kyle avisando seu pai da visita da náiade e do encontro á noite. Quando o sol se pôs, marcava em torno de 19:30 no relógio de Kyle. "Hora do show PORRA!!!", pensou o garoto, andando vagarosamente rumo a metalúrgica.

***

[NOTA DO AUTOR: Eu fiz o começo bem corrido para ir direto a essa parte. A partir daqui, eu irei detalhar bastante para mostrar que eu não sou um lixo completo – e que também, fichas para Melinoe são avaliadas rigorosamente. Se o avaliador não abandonou o texto pensando que seria uma perda de tempo, te amo, lindo(a)]

 Quando o jovem chegou no lote onde ficava a metalúrgica, o lugar parecia abandonado. Paredes descascadas, tinta desgastada, algumas janelas quebradas e limo nos cantos do lugar. Trajando uma jaqueta de couro marrom, camiseta cinza sem estampas e calças jeans pretas e rasgadas no joelho, o rapaz adentrou o recinto cautelosamente. Dentro da grande área do armazém vazio, havia uma mesa com desenhos de vários tipos, como mapas, planos e indicações para criação de armaduras, espadas, escudos e derivados. Em torno desta mesa, havia 4 cadeiras, todas ocupadas, junto com aproximadamente 23 pessoas ali, alguns com perna de bode, alguns com pele esverdeada.

Quando você disse que iria juntar os semideuses e outros para uma coisa que você ainda não me disse, Nieme, não achei que seria tanta gente. — exclamou Kyle.

 Todos olharam para o rapaz, como se um ponto de interrogação estivesse pairando sobre suas cabeças. A náiade que Kyle conhecera se levantou de sua cadeira e correu até ele, dando-o um abraço.

Achei que não vinha! Eu preciso de você... — disse a náiade, fazendo com que o rapaz abrisse um breve sorriso — ...Para ajudar nossa milicia. Venha comigo, quero te explicar os detalhes. — concluiu, deixando Kyle furioso, mais uma vez.

 Quando o jovem chegou na mesa, ele conseguiu distinguir melhor os planos: Era um mapa do armazém, com barricadas, pontos de patrulha e outros. Alguém iria invadir o local, e não seria nada bonito. As pessoas em volta da mesa, sentadas, pareciam ser parte de um conselho, já que existia apenas 1 de cada espécie presente – semideuses, náiades, dríades e sátiros. As pessoas ali presentes estavam bem equipadas, prontas para o combate.

Ok, eles vão chegar a qualquer momento. Quero a atenção de todos! — disse Nieme — Eles estão atrás de uma espada de bronze celestial que meu amigo Richard banhou no Estige. Ela tem um poder inimaginável, que só nós podemos ter. Esperem fúrias ou monstros mais poderosos. Que os d... — tentou completar a náiade, sendo interrompida por um grito abafado que soava como "estão aqui!".

 A lugar ficou quieto. Ninguém ousou falar algo, até que as aberrações começaram a vir. Um semideus esbravejou um grito de guerra, e a milicia foi para a batalha.

***

Foi uma batalha dura. Havia o dobro de criaturas, elevando a dificuldade. A maioria dos nossos guerreiros era experiente, então conseguiam matar ciclopes e dracaenas com facilidade. O rapaz ficou lembrando das palavras de Nieme enquanto lutava. "...Que só nós podemos ter.". Nieme podia ser muito bem tão cruel e manipuladora quanto Kyle, usando seu jeito de menininha indefesa para conseguir o que – ou quem – quer. Kyle tinha um plano em mente, mesmo que arriscado: Destruir a espada, fazendo com que os monstros saíssem, tendo seu objetivo completado. A espada estava embainhada na cintura da náiade, que lutava impiedosamente como um demônio. Enquanto pensava, uma lança passava sobre os cabelos de Kyle junto com uma [i]dracaena que pulou sobre seu corpo. Kyle conseguiu segurar as mãos que continham as garras afiadas da mulher-cobra, mas não conseguia se proteger da mandíbula da mesma. Ela aproximou sua boca na região do pescoço do rapaz, como uma vampira, mas foi impedida por um golpe de espada que atingiu em cheio a parte de trás de sua cabeça. O rapaz se levantou, e, mesmo sendo ligeiramente imune a auras que causem medo ou pânico, sentiu um grande frio na barriga.
 Alecto, uma das três fúrias, havia entrado na batalha. Todos que ficavam em seu caminho, do nosso lado ou no do deles, ou morriam ou eram gravemente feridos. Os semideuses novatos ficaram paralisados de medo, e os mais experientes recuaram um pouco. A situação atual era de que sobrava 12 guerreiros do nosso lado e 9 do deles, sem contar a fúria, que valeria por mil.
 Todos que avançavam contra a fúria morreram, mas Nieme tinha uma idéia: Usaria a espada banhada no Estige para terminar a batalha. Ela levou suas mãos habilidosas para a cintura... Mas onde estava a espada? Ela não tinha idéia nenhuma, até ver Kyle, quase esquecido pela mesma, lutando contra a fúria. O rapaz lutava com muita destreza usando a espada, e Alecto apenas defendia e bloqueava os ataques, poupando sua energia. Todos os outros membros da milicia que sobreviveram também partiram para o ataque, mas surpreendentemente Alecto não defendeu-se dos ataques: Ela, impiedosamente, ceifou a vida dos sobreviventes, um a um. A essa altura, os monstros do lado da temível fúria estavam apenas observando, e também só Kyle, Nieme e mais outro semideus de nome desconhecido conseguiram bloquear os ataques da fúria, embora a náiade e o outro semideus bloquearam-os com dificuldade. A batalha durou o que parecia ser uma eternidade, mas Kyle foi ardiloso quanto ao golpe final: Ele lançou a espada em um grande barril de combustível, já meio enferrujado, que fez com que gasolina se espalhasse pelo armazém. Apalpando rapidamente seu bolso, o rapaz sacou seu isqueiro e esgueirou-se para fora do lugar. Sorrindo de uma forma maníaca, ele jogou o isqueiro aceso na poça de gasolina. Quando ele saiu do lote, ele podia ouvir os gritos de Nieme, pedindo ajuda para Kyle logo antes do armazém explodir em chamas.
 E, desta vez, ele se orgulhou disto.

***

Observações:
Deixei furos na história de propósito, que serão explicadas em umas DIYs. Foi bem corrido mesmo, de teste, desculpa a simplicidade. Beijo.

Thanks Tess
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Hetton Feak em Dom 19 Jun 2016, 18:42





Ficha de Reclamação - Hetton Feak


- Por qual deus deseja ser reclamado/ qual criatura deseja ser e por quê?
Desejo ser um Tritão, pois já enjoei de jogar como semideus e penso que será um desafio interessante.

- Perfil do Personagem (Características Físicas e Características Psicológicas - preferencialmente separadas)
Hetton é um jovem com cerca de 1,75 metros de altura, de corpo esguio – braços e pernas longas. O tórax é largo por conta do constante nado, possuindo também músculos parcialmente desenvolvidos, nada muito brutamontes, nada tão magricela. Os cabelos são negros, olhos castanho-escuros e a pele num tom bege quente como que bronzeado. Os olhos, amendoados, o nariz pequeno e curto, e a boca “comum”, não grande, nem pequena. Apenas comum.
Seu eu é eventualmente confuso. Nascido nesse meio de seres mágicos, guerras divinas e batalhas constantes, sente que o mundo já acabou, mas guarda tal pensamento para si. Em vista disso, não acredita que tenha algo a perder, o que o torna faminto por algum motivo para se aventurar. Sua origem marinha lhe trás o sentimento da imensidão marítima e a forma que ele faz parte de toda essa imensidão, dando não só um ego meio-inflado, mas uma autoestima dificilmente abalável ao rapaz.

- História do Personagem
Nascido de uma Náiade e um Tritão, Hetton Feak desenvolveu-se em uma infância normal – o que se pode chamar de normal para uma criatura mágica.
Desde criança cresceu ouvindo as histórias dos antigos deuses gregos, da mitologia, da evolução humana e a adaptação divina e mitológica ao mundo dominado de mundanos seres. Tantas guerras, tantas batalhas. Os deuses em sua perfeição se igualavam aos humanos em sua mortalidade. Com esse pensamento, via que não havia lá tanta diferença entre deuses e homens. E suas proles juntas não eram diferentes.
Não que tenha desenvolvido um ódio a tudo e todos, muito pelo contrário. Gostava de conhecer as coisas e lugares, ouvir as histórias e deter pensamentos que lhe fazia sentir-se maior. Fazia parte da imensidão oceânica e a maioria das guerras eram basicamente travadas na própria terra. O mar, em toda a história, era implacável.
Por conta das histórias que viveu escutando, sua vontade de fazer a própria história se acumulava conforme os anos se passavam. O maior incentivo de todos é que as batalhas, ainda enquanto crescia na baía de East Hampton, aconteciam o tempo todo. O grandioso acampamento meio-sangue, onde as crianças dos deuses e homens treinavam para proteger o mundo, estava apenas algumas dezenas de quilômetros de distância.
A vida no forte submarino de East Hampton não era ruim. Os seres aquáticos que ali viviam protegiam não só a fauna e flora, mas também possíveis ameaças ao próprio acampamento meio-sangue (que apesar de perto não era lá uma rota muito utilizada por inimigos). O fato era que para o garoto-peixe, a vida era monótona. Ele queria servir de algo, gostava da batalha. Era versado em habilidades básicas com o tridente e adorava pensar em como poderia batalhar e melhorar cada vez mais.
Mas ficar em sua casa não lhe traria avanço. As aventuras que o acampamento e seus semideuses faziam, sim. E seus pais sabiam disso.
Ao completar treze anos lhe deram a oportunidade de visitar o acampamento. Com toda emoção acumulada, Hetton sabia que era para lá que desejava ir e se tornar um local. Porém, ainda era jovem demais. Aos quinze, demonstrando aos pais maturidade o suficiente, desejou se mudar para o acampamento meio-sangue. E para lá foi sem grandes dificuldades, buscando sua aventura, sua história. Um espaço na própria mitologia.

Dúvidas e algumas explicações:

Olá avaliador! Eu construí a história do personagem sem exatamente algo para me basear, então não soube exatamente contextualizar todo o crescimento de um Tritão ou basicamente o lugar em que vive. Espero que não haja problema em ter "criado" esse forte do outro lado de Long Island, e criado ele de forma superficial. Eu realmente não sabia para onde ir hehe
Caso isso seja permitido e eu não seja reclamado, melhorarei tais descrições, tanto do forte, como da vida sereiana, etc. Obrigado desde já! ^^







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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Zoey Montgomery em Ter 28 Jun 2016, 12:41


Avaliação



Kyle A. Henderson — Bom dia, moço   :gdc:

Espero que esteja tudo bem com você :3
Sua avaliação: migo, estou confusa com alguns pontos da sua história, mas vamos por partes. Você narra bem, pude observar, sem erros grotescos e coisas do tipo. Sua organização textual também é boa, então orgulhe-se disso.

Agora vamos ao que importa: sua história. Vi que você já fora reclamado logo no começo, quando ainda era um bebê — apesar de ser incomum, não é uma coisa que julgaria como totalmente errada. Mas ai entramos em alguns pontos como por exemplo: 

1. Como Kyle conheceu a dríade?
2. Por mais que o pai dele quisesse mantê-lo por perto, isso valia mais do que mantê-lo seguro?
3. Por mais que Kyle já soubesse sobre seu parentesco divino, como ele aprendeu a lutar tão bem? Quem lhe ensinou isso?  
4. Como ele conseguiu lutar contra uma fúria sem sofrer nenhum arranhão? 

Por mais que furos possam ser explicados futuramente por DIY's, tente não deixar tantos na história. Como você mesmo disse, Melinoe é uma deusa a qual as fichas são avaliadas com mais rigor. E, justamente por isso eu não posso lhe aprovar. Ainda.

Mas não desista! Tente novamente, conserte os furos. E, se precisar de ajuda, sinta-se livre para mandar MP :3

Reprovado

Hetton Feak — Bom dia, moço   :gdc:

Confesso que essa é a primeira vez que avalio uma ficha para um ser, e não um semideus. Mas vamos lá: uma coisa que peço para você é que separe os parágrafos uns dos outros. Fica muito melhor de ler, acredite. Referente a sua organização e ortografia: elas são boas, acredite. Espero ler mais textos seus aqui, Hetton. Bem vindo!

Aprovado.


ATUALIZADO POR HADES

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Ficha de Reclamação

Mensagem por Gabriela Lopez em Ter 05 Jul 2016, 16:03

Por qual deus deseja ser reclamado e por quê?
Quero ser filha de Hécate. Adoro coisas que envolvem magia e acho que ela se encaixa perfeitamente na trama da minha personagem.

Perfil do Personagem
Físicas: Longos cabelos negros, a parte do lado direito é raspada olhos roxos (anormal) e pele clara.
Psicológicas: É muito calma, mas quando mexem de verdade com ela, a pessoa sai roxa. Ama cachorros, livros (Grimórios), magia, caminhos, escolhas a serem feitas.


História



Eu odiava minha vida. Sempre fui vista como uma estranha, com TDAH (Déficit de Atenção e Hiperatividade) e Dislexia. Além disso eu era adotada, meus pais biológicos tinham morrido em um acidente de carro, eu não sabia nada sobre eles, nem ao menos o nome! Isabela e João eram os meus pais adotivos, eles me davam tudo o que eu queria, desde chiclete de menta até um Xbox 360, sério, era anormal. Eu morava em uma mansão em Washington D.C., meu quarto era gigante, arrumado, mas cheio de coisas. A maioria dessas coisas tinha a ver com bruxaria, grimórios, poções malucas que eu tinha inventado e varinhas falsas de Harry Potter. Coisas sobre mitologia Grega, Romana, Egípcia e Nórdica. Apesar de tudo isso, eu odiava minha vida.
Eu estava no meu primeiro dia de férias, aquele ano tinha sido cansativo. Estava enfurnada no meu quarto arrumando minhas malas para ir a New York. Isabela e João queriam comprar algumas coisas e aproveitaram a situação para me tirar de casa. Sério, foi o maior erro deles.
-Gabriela, vamos logo, eu não quero perder o voo!!!- gritou minha mãe.
-Já vou!!!- gritei de volta
Peguei minhas coisas e sai correndo escada abaixo. Quando cheguei na entrada o motorista estava ajudando meus pais a colocarem a bagagem dentro do carro. Eles estavam tendo certa dificuldade em carregar uma mala (provavelmente de minha mãe), então eu peguei um grimório na minha bolsa e falei um feitiço simples, para fazer objetos perderem pelo menos um pouco de peso, imediatamente eles pararam de se esforçar tanto e puxaram a mala com mais facilidade. Fiquei horrorizada com aquilo, eu não esperava que desse certo!! Claro, isso já tinha acontecido antes, motivo por meus pais terem ficado receosos na minha presença e por na escola me chamarem de bruxinha. Minha mãe olhou para mim assustada, depois olhou para o motorista e deu um sorriso forçado. Eu sabia o que ela estava fazendo, ele não queria que os outros soubessem que a filha dela era estranha e anormal. Fiquei com raiva, se ela não queria que eu passasse uma má impressão para os outros então porque tinha me adotado?
Bem, isso era assunto para outra hora. Eu estava feliz pela viagem, minha mãe tinha me permitido dar carona a meu amigo, Dylan.                          
Dylan era o único amigo que eu tinha na escola, ele parecia velho para um garoto da 6ª série, com problemas de acne e barba. Ele tinha um problema na perna que o liberava da educação física pelo resto da vida, andava só com muleta e era como se cada passo que desse doesse.
Enfim coloquei minha mala no porta-malas e entrei no carro. Minha mãe sentou no banco de trás comigo e meu pai foi na frente junto com o motorista. O motorista ligou o motor e foi direto para a casa do Dylan.
Quando chegamos lá o Dylan já estava na porta, com as malas prontas, nos esperando. Ele entrou no carro.      -Oi Gabi!
-Oi Dylan, tudo bem?
-Tudo ótimo!!
-Você parece animado.
-Claro, né? Quem não ficaria animado para ir ao Acampamento Meio-Sangue?
Logo depois que ele falou isso ele me olhou como se tivesse dito algo errado.
-O que é Acampamento Meio-Sangue, Dylan? - Perguntei intrigada
-Nada.- disse ele rápido demais.
Decidi não insistir no assunto, afinal, até eu tinha meus segredos. Mas essa história de Acampamento Meio-Sangue me deixou curiosa.
Quando chegamos ao aeroporto Dylan começou a se acalmar. Quando entramos no avião ele começou a rezar para... Zeus? Tudo bem, eu tinha que respeitar a crença dos outros.
Passamos o voo em tranquilidade anormal, sem nenhuma turbulência nem nada.
O avião pousou e a gente desembarcou. Dylan estava tão animado que chega dava pulinhos de alegria.
-Dylan, você está bem, querido? - Perguntou minha mãe com a expressão preocupada- Se você continuar dando pulos assim no meio do aeroporto as pessoas vão acabar te mandando para o hospício.
Comecei a rir da cara dele. Normalmente Isabela fazia essas brincadeirinhas para fazer a pessoa ficar envergonhada.
Nós quatro pegamos um táxi, o nosso hotel ficava perto do lugar onde o Dylan ia.
Chegamos ao hotel. Desci do carro e me despedi do Dylan.
- A gente ainda se encontra nessas férias, né?
- Não sei, acho que sim.
- Então tá, tchau!
- Tchau!
Fui para o quarto que estava reservado para mim e deitei na cama. Eu estava com preguiça de desfazer a mala.
De repente ouvi gritos e sons de tiros. Parecia vir da entrada do hotel, onde meus pais estavam. Meu coração disparou. Levantei da cama e fui correndo para lá.
Minha visão escureceu, havia sangue espalhado no chão e então eu vi, as duas pessoas que eu mais amava no mundo, mortas.
Corri para eles, tentei acordá-los, em vão.
-Mãe!! Pai!! Por favor, eu amo vocês!!!
Desmaiei.
Acordei em uma cama branca, minhas coisas estavam do meu lado, junto as coisas do meu pai e da minha mãe. Então eu lembrei de tudo que tinha acontecido e chorei.
-Por favor, não chore.- uma mulher entrou no quarto- todas as crianças daqui passaram pela mesma coisa que você.
-Eu... eu estou em um orfanato?
-Mais ou menos- disse ela- é um orfanato improvisado, meu sonho sempre foi ter um orfanato, então aproveitei a oportunidade.
Olhei para ela sem acreditar. Meus pais tinham morrido e ela dizendo que aproveitou a oportunidade?
-Pode sair, por favor.
Ela olhou para mim surpresa.
-Por favor, eu quero ficar sozinha.
-Certo.
Assim que ela saiu eu peguei uma mochila, separei as melhores roupas que eu tinha, separei os lanches que minha tinha comprado e eu não comi e peguei todo o dinheiro que minha mãe e meu pai tinham na carteira, e o cartão de crédito. Enfiei as coisas na mochila.
Fui no banheiro para uma última higienização.
Sai do banheiro, peguei minha mochila e pulei a janela, que por sinal, era baixa. Corri as ruas de Nova York até eu ficar longe daquele “orfanato improvisado”.
Peguei um táxi e pedi para ele me deixar fora da cidade. Assim eu fui deixada em uma estrada rural. Comecei a caminhar sem rumo, eu não tinha mais um objetivo, daqui para frente eu apenas “viveria”.
Andei tanto que esqueci do tempo, quando percebi o sol já estava se pondo e a noite chegaria, e aquela noite, era noite de lua cheia.
Arrumei um canto na beira da estrada para eu dormir, deitei lá e fechei os olhos. Acordei de manhã com o sol batendo na minha cara e ouvi vozes.
- Temos que levar ela, senão os monstros vão atacar!
-Tudo bem, mas você vai se encarregar de cuidar dela.
-Eu cuido!
Uma mão tocou o meu ombro e eu estremeci.
-Gabi, você não pode ficar aqui.
Abri os olhos e me deparei com o rosto do Dylan, tinha um pessoa ao lado dele.
-Mas tá tão bom...- reclamei
-Acorda!- gritou a pessoa ao lado do Dylan.
Dei um pulo e olhei brava para os dois
-O que vocês querem?
-Gabi, eu preciso que você me acompanhe, se algum monstro aparecer, você vai ficar em perigo.- Disse Dylan delicadamente
-Monstro?
-Sim, monstro
Meu olhar foi para o chão.
Pulei de susto
-Dylan... Suas pernas...!
Ele deu uma risadinha e levantou. No lugar onde deviam estar os pés dele, haviam cascos. E as pernas eram peludas.
-Você é metade bode?
-Exatamente. Agora vamos, antes que os monstros apareçam!
-E porque você acha que eu vou com você?
-Por que se você não for, você morre
-E eu devo confiar em você?
-Sim, completamente.
Como eu não tinha mais um objetivo na vida, eu decidi seguir ele.
Cheguei a colina Meio-Sangue e Dylan me explicou tudo sobre semideuses, monstros, deuses e essas coisas. Eu fui reclamada no jantar, e dormi no chalé 16, onde conheci meus irmãos e irmãs.



07.05.2016
Gabriela Lopez
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Zoey Montgomery em Qua 06 Jul 2016, 18:09


Avaliação



Gabriela Lopez — Boa tarde, moça   :gdc:

Moça, moça. Vamos lá. Os motivos para ter lhe reprovado são os seguintes:

1º.: vamos começar com seus motivos para ser uma filha de Hécate. Tudo bem você gostar de magia e oculto, e a deusa ser perfeita para sua personagem, mas o que mais? (Isso não causou sua reprovação direta, mas é uma coisa que influenciou em minha decisão). Tente encontrar um motivo que consiga convencer o avaliador de que você realmente quer ser uma semideusa filha de tal deus;

2º.: referente às suas características físicas e psicológicas: ninguém é obrigado a escrever uma bíblia sobre seu personagem, mas a descrição do mesmo é indispensável. Tente se aprofundar um pouco mais sobre como é seu personagem. Por exemplo, que tipo de roupas gosta de usar? Ela é uma pessoa mais calma ou mais explosiva? Mais contida, recatada ou mais extrovertida? Sugiro que dê uma olhada nas Tramas Pessoais para ver como proceder nesse aspecto. Vai ajudar bastante ^^

3º.: por último, mas não menos importante. Sua história. Antes de mais nada, peço que, por gentileza, caso você não usem templates, justifique o texto e não o deixe em itálico. Além disso, não use o itálico e separe os parágrafos (pessoas cegas como eu agradecem q). Apesar de que, ortograficamente, eu não tenha encontrado nenhum erro, sua história deixou alguns pontos a desejar. Vamos para o primeiro:
3.1.: um filho de Hécate tem facilidade com magias e poções. Até ai beleza. Agora vem a questão: onde conseguiu as coisas para fazer as poções? E os grimórios? Até onde eu consegui entender, apesar de seus pais lhe darem de tudo, não acho que os mesmos conseguiriam encontrar grimórios (afinal, são peças raras de bruxas antigas, e mesmo que existam bruxas na atualidade, não crio que passariam seus conhecimentos fáceis assim (acredite no que eu digo);
3.2.: um dos pontos obrigatórios nas fichas de reclamação é a descrição da reclamação, o que faltou em sua ficha. Você disse que foi apenas reclamada no jantar, sem contar sobre a aparição do símbolo de Hécate, reclamando você como filha dela. Atente-se a isso também.
3.3.: sua história foi um tanto quanto corrida demais. Não precisa detalhar tudo como Stephen King, mas se puder deixar tudo que ocorreu com sua personagem explicadinho, seria interessante.

Um resumo: como a ficha para Hécate é avaliada com mais rigor, não posso aprová-la pelos motivos já citados. Mas não desista! Tente novamente :>

E, caso necessite de ajuda, pode me contatar via MP <3

Reprovada



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Re: Ficha de Reclamação

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