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Ficha de Reclamação

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Ficha de Reclamação

Mensagem por Psiquê em Sex 07 Out 2016, 12:41

Relembrando a primeira mensagem :




Fichas de Reclamação


Este tópico foi criado para que o player possa ingressar na sua vida como semideus ou criatura mitológica. Esta ficha não é válida sob nenhuma hipótese para os 3 grandes (Hades, Poseidon e Zeus) devendo os interessados para estas filiações fazerem um teste específico, como consta aqui [link]. Para os demais semideuses, a avaliação é comum - o que não quer dizer que ao postar será aceito. Avaliamos na ficha os mesmos critérios que no restante do fórum, mas fichas comuns exigem uma margem menor de qualidade, mas ainda será observada a coesão, coerência, organização, ortografia e objetividade. Abaixo, a lista de deuses e criaturas disponíveis em ordem alfabética, com as devidas observações.









































































































































Deuses / Criaturas Avaliação
Afrodite Comum
Apolo Comum
Atena Rigorosa
Ares Comum
Centauros(as) Comum
Deimos Comum
Deméter Comum
Despina Rigorosa
Dionísio Comum
Dríades (apenas sexo feminino) Comum
Éolo Comum
Eos Comum
Espíritos da Água (Naiádes, Nereidas e Tritões) Comum
Hades Especial (clique aqui)
Hécate Rigorosa
Héracles Comum
Hefesto Comum
Hermes Comum
Héstia Comum
Hipnos Comum
Íris Comum
Macária Rigorosa
Melinoe Rigorosa
Nêmesis Rigorosa
Nyx Rigorosa
Perséfone Rigorosa
Phobos Comum
Poseidon Especial (clique aqui)
Sátiros (apenas sexo masculino) Comum
Selene Comum
Tânatos Comum
Zeus Especial (clique aqui)



A Ficha


A ficha é composta de algumas perguntas e o campo para o perfil físico e psicológico e a história do personagem e é a mesma seja para semideuses seja para criaturas. O personagem não é obrigado a ir para o Acampamento, mas DEVE narrar na história a descoberta de que é um semideus e sua reclamação.

Plágio não será tolerado e, ao ser detectado, acarretará um ban inicial de 3 dias + aviso, e reincidência acarretará em ban permanente. Plágio acarreta banimento por IP.

Aceitamos apenas histórias originais - então, ao usar um personagem criado para outro fórum não só não será reclamado como corre o risco de ser punido por plágio, caso não comprove autoria em 24h. Mesmo com a comprovação, a ficha não será aceita.

Fichas com nomes inadequados não serão avaliadas a menos que avisem já ter realizado o pedido de mudança através de uma observação na ficha. As regras de nickname constam nas regras gerais no fórum.

Lembrando que o único propósito da ficha é a reclamação do personagem. Qualquer item desejado, além da faca inicial ganha no momento de inscrição do fórum e dos presentes de reclamação (adquiridos caso a ficha seja efetivada) devem ser conseguidos in game, através de forjas, mercado, missões e/ou DIY.



TEMPLATE PADRÃO:
Não serão aceitas fichas fora desde modelo

Código:
<center>
<a href="goo.gl/6qY3Sg"><div class="frankt1">FICHA DE RECLAMAÇÃO</div></a><div class="frank1"></div><div class="franktextim">[b]— Por qual deus deseja ser reclamado/ qual criatura deseja ser e por quê?[/b]

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[b]— Perfil do Personagem (Características Físicas e Características Psicológicas - preferencialmente separadas):[/b]

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[b]— História do Personagem:[/b]

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</div><div class="frank2"></div> <div class="frankt2">Percy Jackson RPG BR</div></center>


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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Phobos em Dom 01 Out 2017, 21:53

MAL FEITO, FEITO.



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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Victor S. B. Lins em Seg 02 Out 2017, 00:10


FICHA DE RECLAMAÇÃO
— Por qual deus deseja ser reclamado/ qual criatura deseja ser e por quê?

Deméter; Eu pensei muito sobre isso, afinal características não faltavam sobre vários deuses e o que mais encaixava numa trama. Porém, o personagem representa como eu seria no Universo de Percy Jackson. E como eu tenho toda uma ligação com a terra, todo um envolvimento, acredito mesmo que possa ocorrer reforma agrária, sou técnico em Agroecologia e Deméter engloba todos esses quesitos, acho que se encaixaria mais em mim, como progenitora. E por isso a escolhi.

— Perfil do Personagem (Características Físicas e Características Psicológicas - preferencialmente separadas):

Características Físicas: Victor tem cabelos castanhos, olhos cor de mel e pele branca. Tem 1,88m, dedos longos e calejados por conta do trabalho na floricultura. Tem 19 anos.

Características Psicológicas: O menino é calmo, poucas vezes se estressa com alguma coisa e sempre está pensando em como as outras pessoas estão, antes de pensar em como ele se encontra. Adora cuidar da terra e pensa nas flores e nos seres vivos que a ele pertence como velhos amigos, considerando que são tão seres vivos como seres humanos. Ama o trabalho que faz e ama seu pai. Pode ser considerado um sonhador — Mas sempre com os pés no chão.


— História do Personagem:

Victor Sena Barra Lins é brasileiro, nasceu no sul da Bahia em uma cidade de médio porte chamada Itabuna. Cresceu nas ruas da cidade, brincando com os amigos e sem saber sobre quaisquer ligações que pudesse ter com divindades ou algo do tipo. A violência sempre estava presente, mas enquanto seus amigos iam para o mundo do crime, o jovem foi estudar e se identificou fielmente com área ligada a natureza — Seu pai também teve uma ajuda nisso. Manuel é formado em Agronomia e abriu uma floricultura na cidade baiana, porém com toda a crise política do Brasil, foi forçado a se mudar. E assim, juntamente com o Victor, foram para Nova York.


II

E a vida nos EUA mudou completamente a percepção sobre vida que o Victor tinha. E tudo começou logo na primeira noite em Manhattan, quando se instalaram no terreno que haviam comprado para montar a floricultura — Uma floricultura na frente, no térreo e nos dois andares acima a casa. No fundo ficava a estufa, para o cultivo das flores e foi ali que o senhor Manuel Lins chamou o filho, que naquele dia fazia 12 anos.

— Victor, venha aqui. — Manuel tinha cabelos brancos, 45 anos, o corpo velho de trabalhar com a terra, porém os olhos verdes e ágeis, um amor de pessoa que havia encantado a mãe do menino. — Conheci sua mãe numa noite como essa. — Começou o velho. — Uma jovem linda, de cabelos castanhos como o seu e olhos cor de mel, fazia uma ciência nova na Universidade, uma tal de Agroecologia. Foi paixão a primeira a vista. Conversamos, convivemos. Nos apaixonamos.

Enquanto falava, o pai do garoto andava até uma nova flor. Uma que o Victor nunca tinha visto: Era uma planta com folhas prateadas, pequena e delicada. A luz da lua, ela brilhava em diferentes cores, o que deixou o semideus fascinado.

— Essa é uma Enlace Lunar. Sua mãe que me deu. Ela é uma deusa . . . — Manuel agora encarava o filho e via que seus olhos brilhavam, como uma criança que percebe e sente tudo aquilo que faltava em sua vida, todo aquele vazio que sempre sentiu. — Se chama Deméter. Quando ela partiu, ela me disse que uma doença me levaria e que a planta iria comigo. Mas que você ficaria como sinal do amor que ela tinha por mim.

O velho chorava, assim como Victor, que nada tinha a dizer, as informações chegavam ao garoto de uma força surpreendente: Como assim sua mãe era Deméter? Era por isso que ele tinha toda essa ligação? Mas seu pai era agrônomo. Somente a ligação não bastava, porque ela nunca tinha se quer mandando um cartão de natal?  Porém, Deméter a tudo escutava e tudo via. Ao ver seu filho naquele estado de confusão, assim como seu grande amor, decidiu agir. Um símbolo apareceu acima da cabeça da criança, um símbolo circular com uma foice no meio.

— Veja. — Falou o pai do menino e este levantou o olhar, vendo tal momento. — Sua mãe.

Um sorriso então se formou nos lábios da criança. Enquanto via aquilo, uma luz surgiu ao lado do enlace: um pacote.

— Abra. — Manuel já estava recuperado e esperou para que o filho abrisse o pacote. Victor Lins estava impressionado como a vida mudara do nada, apenas por chegar em NY. Ele tinha apenas 12 anos, mas sua mãe era Deméter, seu pai era dono de uma floricultura e ele era um semideus: Mas nem tudo são flores, literalmente. Seu pai morreria, assim como aquela flor e ao vê-la o jovem se lembrou dos mitos que lera: Semideuses nunca tinham vida fácil e sua vida também não seria.

O pacote estavam duas armas, um escudo e uma foice. O escudo tinha uma linda imagem — Uma colheita infinita. Enquanto a foice parecia ser antiga, não aquelas foices comuns que eram vistas por ai e que o jovem conhecia, porém tão linda quanto o escudo. Junto dos instrumentos mortais estava um mapa para um tal de Acampamento Meio-Sangue, que o pai do Victor tratou de guardar.

— No momento certo, afirmou. — E assim, se passaram a noite admirando o enlace lunar enquanto Victor e sua mente compreendia tudo que estava acontecendo.

III

Anos se passaram sem nada mudar na vida do semideus. Ele vivia cuidando das flores juntamente com o pai, que a cada ano que passava parecia ficar dez anos mais velhos e isso também era visto no enlace: A planta ia murchando aos poucos e a cada ano uma folha prateada se tornava cinza, caindo logo em seguida. E no aniversário de 15 anos do jovem Victor, finalmente o aviso de Deméter se cumpriu.

Manuel passou mal enquanto o garoto ia comprar um pequeno bolo de gengibre numa loja de orgânicos perto de sua casa, ambulância, pega as coisas, roupas, documentos. Horas de espera sobre o diagnóstico — Câncer de Pulmão.
Deméter sabia. Nada fizera. Deméter sabia que o Victor também era seu filho, mas foi seu pai que lhe contara. Deméter sabia, mas nada podia ser feito e seu pai morreria.

— Pode visitá-lo. — Falou o Médico. E com os olhos cheios de lágrima, em seu aniversário, Victor adentrou onde seu pai estava internado.

Manuel estava completamente cheio de fios e injeções, uma enfermaria lhe passava remédio, ele morreria logo, o câncer estava em estado avançado e nada podia ser feito — O problema é que antes eles faziam exames, mas nada era encontrado. Porque?

— Não a culpe. — A voz do velho era rouca como uma faca de prata passando na pedra de amolar. — Sei que a está culpando.

— Porque ela não nos preveniu sobre? Porque não nos ajudou? — Questionou o garoto. Ele sempre admirou sua mãe, sempre a quis conhecer. Mas ele não entendia, não conseguia entender.

— Ela é uma deusa, Victor. Ela tem obrigações e regras a serem cumpridas... — Manuel foi interrompido com um tosse, fazendo com o menino se aproximasse. — Pegue os presentes. O mapa se encontra embaixo do enlace. Vá ao Acampamento. Lá existirá outros semideuses.

— Outros? — Como assim existiam outros semideuses? Um Acampamento cheio deles?

— Sim . . . — O pai de Victor levou a mão até o rosto do filho, o alisando. — Filho de Deméter, honre-a. Chame sua atenção, como os antigos faziam. O local fica em Long Island, pegue meu carro se preciso.

PI PI PI PI PI PI PI PI PI PI PI

O pai do Victor mal acabara de dar as instruções para o filho e seu coração parou de bater, enfermeiros invadiram o local, empurrando a criança para o canto da sala enquanto ele se dobrava sobre si mesmo sendo inundado por uma dor insuportável naquele momento. Ele mostraria sim a Deméter o quão forte ele podia ser e mostraria também o quão ruim era ignorar um filho e um homem apaixonado.

Adendos:
Passivos:
{Nível 01}

¤ Agrônomo Nato — O filho de Deméter tem conhecimentos acima do normal no preparo da terra, logo ele sabe o que faz na hora de cultivar e preparar o solo para o plantio.

¤ Conhecimento I — Os filhos de Deméter conhecem vários tipos de plantas e frutas; sabem reconhecer, primariamente, qual é venenosa e qual não é, qual é comestível ou não. {Modificado}

¤ Perícia com Foices — O filho de Deméter saberá realizar movimentos ágeis e incomum com a arma, mesmo sem ao menos ter a tocado alguma vez na vida, possui a agilidade e velocidade que precisam para manusear a arma. Em níveis maiores poderá fazer acrobacias e até mesmo lançar a foice com movimentos circulares no ar.
[/spoiler=Ativos]Nenhum ativo usado
Armas Citadas e Usadas:
{Corn} / Escudo [Escudo médio de bronze sagrado. É circular, e em seu centro há um desenho entalhado: a imagem da deusa, junto de uma colheita que parece ser eterna.] {Bronze} (Nível Mínimo: 1)  [Recebimento: Presente de Reclamação de Deméter]

{Farming} / Foice [Foice druídica. É uma foice curta de lâmina extremamente recurvada, em forma de "c". Seu manuseio é mais complicado do que o de foices comuns, mas seus danos tendem a ser maiores, apesar de exigir proximidade para o bom uso, devido ao pouco alcance. Além disso, pelo seu tamanho pode ser empunhada com uma mão só. No nível 20 transforma-se em um anel.] {Bronze sagrado} (Nível Mínimo: 1) {Não Controla Nenhum Elemento} [Recebimento: Presente de Reclamação de Deméter]

Observação para ADM caso aprovado:
Gostaria que o nome das armas de reclamação fossem as seguintes, caso eu seja aprovado para se encaixar na trama do personagem.

♦️ {Stitches} / Foice [Foice druídica. É uma foice curta de lâmina extremamente recurvada, em forma de "c". Seu manuseio é mais complicado do que o de foices comuns, mas seus danos tendem a ser maiores, apesar de exigir proximidade para o bom uso, devido ao pouco alcance. Além disso, pelo seu tamanho pode ser empunhada com uma mão só. No nível 20 transforma-se em um anel.] {Bronze sagrado} (Nível Mínimo: 1) {Não Controla Nenhum Elemento} [Recebimento: Presente de Reclamação de Deméter]

♦️ {Mercy} / Escudo [Escudo médio de bronze sagrado. É circular, e em seu centro há um desenho entalhado: a imagem da deusa, junto de uma colheita que parece ser eterna.] {Bronze} (Nível Mínimo: 1)  [Recebimento: Presente de Reclamação de Deméter]
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Alaric L. Morningstar em Seg 02 Out 2017, 03:11

AVALIAÇÃO
Ficha de Reclamação

Victor S. B. LinsAprovado como filho de Deméter

Sua ficha foi sucinta, o que já me agradou. A história também foi bastante interessante, abordando um tema exótico e ainda aparentemente baseado em fatos reais, seguindo ouvi falar. Também curti como descreveu bem as coisas pela narração, que por sinal teve um bom domínio ortográfico, de pontuação e ainda se manteve coerente e coeso.

Devo apenas ressaltar um caso onde faltou a utilização da crase, logo no início: "se identificou fielmente com área ligada a natureza" — nesse caso, o correto seria "à natureza". Para ficar mais fácil, pense em substituir a tal palavra por um substantivo masculino, como "meio ambiente", e veja que seria precedido por "ao"; se a palavra no masculino for precedida por "a", a feminina não leva crase.

Além disso, apenas achei um pouquinho estranha a confissão do pai sobre a mãe (deusa) e o guri ter aceitado de boa, mas ok, pode acontecer, então relevei. De qualquer forma, foi uma boa ficha, e isso não mudaria o resultado. Meus parabéns.

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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Hefesto em Seg 02 Out 2017, 11:41

Atualizado
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Naytron Suiciniv Aghor em Ter 03 Out 2017, 20:19


● Por qual deus você deseja ser reclamado?
Thanatos, o deus da morte e de beleza abundante
● Cite suas principais características físicas e emocionais:
Características Físicas: Cabelos longos, ondulados e negros, olhos extremamente escuros, que nem mesmo com uma lanterna apontada em sua direção pode separar a pupila da iris, pele com uma cor castanha acinzentada, porte físico magro porém esbelto dentro dos seus limites, altura de 1,70, uma pinta no canto inferior abaixo do olho esquerdo, característica vinda de gerações por parte da mãe. olheiras negras, quase como uma maquiagem abaixo dos olhos.
Características psicológicas: calmo em muitas situações, apesar de se atrapalhar um pouco quando esta executando alguma tarefa que venha a ser preciso para impressionar alguém que admira, mente aberta, gosta de ouvir os dois lados de uma conversa e opinar sempre para a opção que ajude a maior parte, extremamente orgulhoso -aponto de ser um dos piores defeitos- e vingativo, nem que sua vingança demore anos para ser planejada ele nunca se esquecerá, muito bipolar, em alguns dias pode querer viver inúmeras vidas e no outro não querer nem mesmo a sua.
● Diga-nos: por quê quer ser filho de tal deus?
Desde pequeno as mortes ao meu redor me afetaram muito, tanto psicologicamente tanto fisicamente. Algumas fizeram de mim uma pessoa mais adulta e responsável, outras me deram força para treinar e me fortalecer. A questão é que desde sempre a morte das pessoas ao meu redor surgiam em abundancia e o simples fato de eu não ser capaz de nada para impedir fez com que eu começasse a me moldar a essa realidade.

● Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir.

A minha historia? Não sei dizer ao certo, muitas coisas da minha infância parecem ter se apagado da minha mente, por mais que eu não me lembra da maior parte eu ainda irei tentar te contar a maior parte que sei de mim, espero que não fique muito confuso.
Me lembro que desde pequeno eu era uma criança estranha comparada as outras, não só pela minha aparência, como também pela minha personalidade. Dentre todas as crianças eu sempre fui a mais quieta e calada, optando por ficar no canto da sala desenhando e pintando as criaturas que via durante a noite ao invés de jogar bola como a maioria.
O primeiro dia que me lembro de ter visto o meu pai foi no dia do meu aniversario; minha mãe estava assando um bolo delicioso que exalava seu aroma por todo o bairro, a campainha tocou e eu sabia, mesmo estando no meu quarto, que era meu pai, pois eu e minha mãe nunca tínhamos visitas, até mesmo no meu aniversario. Eu desci escondido pelas escadas e observei pela quina da parede, ele era alto e forte, usava um sobretudo negro e um chapéu que ocultava a maior parte de seu rosto, deixando a mostra apenas seus cabelos negros como o meu, minha mãe estava histérica, como uma viciada recebendo um pacote de heroína, ela tentou abraça-lo, mas ele a distanciou imediatamente, disse algo que não consegui ouvi e partiu. Me lembro claramente desse dia, afinal, foi o primeiro dia que vi meu pai e o ultimo que vi minha mãe. No resto daquele dia ela apenas falou as seguintes palavras para mim quando me aproximei:
-Você estava aqui esse tempo todo, seu idiota!Você sabe que não deve ficar por perto quando seu pai está aqui, você sabe que sua presença é muito forte para uma criança tão estupida como você!
Corri para meu quarto e passei a maior parte daquele dia chorando. Algumas horas depois, quando o Sol já estava indo embora, ouvi os passos dela, vindo do andar debaixo, passando pelas escadas até parar bem em frente ao meu quarto, ficou lá por mais de dez minutos. Eu estava assustado, ela nunca tinha feito algo parecido, eu conseguia ouvir a sua respiração no canto mais longe da porta.
-Abra a porta, filhinho. - Disse ela num tom estranho e calmo. Quando percebeu que eu não o faria voltou a dizer. - Abra a porcaria dessa porta! SUA ABERRAÇÃO!!
Em seguida vieram as batidas na porta, BOOM!BOOM!BOOM!BOOM, então a maçaneta quebrou, a porta se abria aos poucos, rangendo como um giz riscando na lousa, quando estava aberta um pouco menos que a metade pude ver seu rosto; ela segurava um taco de metal, na face esculpia um sorriso diabólico, os olhos arregalados, sedentos por algo e os cabelos sobre o rosto. Rindo como um demônio ela avançou para me atacar, u me arrastei para a parede e me encolhi entre meu joelhos, fiquei esperando ela me acerta em meio as minhas lagrimas e soluços, mas nada aconteceu, quando tomei coragem para olhar vi minha mãe paralisada sobre mim, seus olhos tremiam observando algo acima de mim,
-Você decidiu ficar? - Disse ela agora sorrindo e chorando. Um som estridente rasgou o quarto como um cão possuído tentando se comunicar, logo em seguida a expressão da minha mãe mudou completamente, agora ela estava totalmente desesperada e apavorada. - Por favor, me desculpe. - Essas foram as ultimas palavras que ouvi dela, pois logo depois desmaiei e quando acordei estava em um hospital.
Desse dia em diante eu passei por diversas situações e famílias, perdi meu melhor amigo, muitos de meus pais, e a pessoa que para sempre vou amar em incêndios que nunca ninguém conseguiu explicar, porém essas historias devem ser contadas em outro momento, pois não quero tomar a noite inteira de vocês. O resto vocês já sabem, em uma das minhas adoções conheci um grande amigo, que me trouxe até o acampamento e infelizmente também morreu para algo que incendiou a floresta onde dormíamos, e se hoje estou aqui nessa fogueira, vivo, é por que eu juro por tudo que ainda vivi, que eu vou vinga-los.

Desculpe a narrativa talvez entediante e fora do normal em algumas situações, mas é por que não me sinto muito a vontade perto de muitas pessoas.
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Andrea M. Lyserg em Ter 03 Out 2017, 20:37


Avaliação
Ficha de Reclamação

Naytron Suiciniv Aghor

Oi, Naytron! Creio que seja novato por essas bandas, então bem-vindo ao PJBR! Espero que você goste daqui.

Não curto muito reprovar o pessoal por isso, mas sua ficha não vai poder nem ser avaliada porque não está com o template padrão do fórum. Se você ler o primeiro post aqui do tópico você vai encontrar o template lá bem lindo, bem formoso. Peço também para que organize melhor a ficha, aumentando os espaços entre os parágrafos etc.

Lembra também de colocar uma justificativa pra ser reclamado. Precisa ter uma justificativa pra isso. Não adianta só dizer qual você quer que seja. Eu só dei uma olhada por cima da sua ficha, por isso não vou reclamar mais que isso por enquanto.

Por favor, não desiste daqui! Foi um errinho bobo que muitos novatos fazem, mas se você consertar tenho fé no teu potencial. No mais, reprovado.
Why don't you just come around?

Mizera e córdia
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Naytron Suiciniv Aghor em Qua 04 Out 2017, 02:37


FICHA DE RECLAMAÇÃO
— Por qual deus deseja ser reclamado/ qual criatura deseja ser e por quê?

Desejo ser reclamado pelo deus Thanatos, escolhi ele pelo fato de que desde pequeno tive de lidar com muitas mortes na minha vida, de alguma forma na verdade isso acabou me tornando mais forte, tanto psicologicamente como fisicamente, por mais que no começo tenha sido difícil, hoje em dia eu vejo a morte como um aprendizado. Dentre todos os deuses relacionado a morte Thanatos foi o que mais completou a minha personalidade, seja pela minha aparecia peculiar como também pela forma de ver esse lado da vida, todos os outros tinham algum furo na personalidade referente a mim, menos esse.

— Perfil do Personagem (Características Físicas e Características Psicológicas - preferencialmente separadas):

Características físicas:Cabelos longos, ondulados e negros, olhos extremamente escuros, que nem mesmo com uma lanterna apontada em sua direção pode separar a pupila da iris, pele com uma cor castanha acinzentada, porte físico magro porém esbelto dentro dos seus limites, altura de 1,70, uma pinta no canto inferior abaixo do olho esquerdo, característica vinda de gerações por parte da mãe. olheiras negras, quase como uma maquiagem abaixo dos olhos.

Características psicológicas: Calmo em muitas situações, apesar de se atrapalhar um pouco quando esta executando alguma tarefa que venha a ser preciso para impressionar alguém que admira, mente aberta, gosta de ouvir os dois lados de uma conversa e opinar sempre para a opção que ajude a maior parte, extremamente orgulhoso -aponto de ser um dos piores defeitos- e vingativo, nem que sua vingança demore anos para ser planejada ele nunca se esquecerá, muito bipolar, em alguns dias pode querer viver inúmeras vidas e no outro não querer nem mesmo a sua.

— História do Personagem:

A minha historia? Não sei dizer ao certo, muitas coisas da minha infância parecem ter se apagado da minha mente, por mais que eu não me lembra da maior parte eu ainda irei tentar te contar a maior parte que sei de mim, espero que não fique muito confuso.
Me lembro que desde pequeno eu era uma criança estranha comparada as outras, não só pela minha aparência, como também pela minha personalidade. Dentre todas as crianças eu sempre fui a mais quieta e calada, optando por ficar no canto da sala desenhando e pintando as criaturas que via durante a noite ao invés de jogar bola como a maioria.

O primeiro dia que me lembro de ter visto o meu pai foi no dia do meu aniversario; minha mãe estava assando um bolo delicioso que exalava seu aroma por todo o bairro, a campainha tocou e eu sabia, mesmo estando no meu quarto, que era meu pai, pois eu e minha mãe nunca tínhamos visitas, até mesmo no meu aniversario. Eu desci escondido pelas escadas e observei pela quina da parede, ele era alto e forte, usava um sobretudo negro e um chapéu que ocultava a maior parte de seu rosto, deixando a mostra apenas seus cabelos negros como o meu, minha mãe estava histérica, como uma viciada recebendo um pacote de heroína, ela tentou abraça-lo, mas ele a distanciou imediatamente, disse algo que não consegui ouvi e partiu. Me lembro claramente desse dia, afinal, foi o primeiro dia que vi meu pai e o ultimo que vi minha mãe. No resto daquele dia ela apenas falou as seguintes palavras para mim quando me aproximei:

-Você estava aqui esse tempo todo, seu idiota!Você sabe que não deve ficar por perto quando seu pai está aqui, você sabe que sua presença é muito forte para uma criança tão estupida como você!

Corri para meu quarto e passei a maior parte daquele dia chorando. Algumas horas depois, quando o Sol já estava indo embora, ouvi os passos dela, vindo do andar debaixo, passando pelas escadas até parar bem em frente ao meu quarto, ficou lá por mais de dez minutos. Eu estava assustado, ela nunca tinha feito algo parecido, eu conseguia ouvir a sua respiração no canto mais longe da porta.

-Abra a porta, filhinho. - Disse ela num tom estranho e calmo. Quando percebeu que eu não o faria voltou a dizer. - Abra a porcaria dessa porta! SUA ABERRAÇÃO!!
Em seguida vieram as batidas na porta, BOOM!BOOM!BOOM!BOOM, então a maçaneta quebrou, a porta se abria aos poucos, rangendo como um giz riscando na lousa, quando estava aberta um pouco menos que a metade pude ver seu rosto; ela segurava um taco de metal, na face esculpia um sorriso diabólico, os olhos arregalados, sedentos por algo e os cabelos sobre o rosto. Rindo como um demônio ela avançou para me atacar, u me arrastei para a parede e me encolhi entre meu joelhos, fiquei esperando ela me acerta em meio as minhas lagrimas e soluços, mas nada aconteceu, quando tomei coragem para olhar vi minha mãe paralisada sobre mim, seus olhos tremiam observando algo acima de mim,

-Você decidiu ficar? - Disse ela agora sorrindo e chorando. Um som estridente rasgou o quarto como um cão possuído tentando se comunicar, logo em seguida a expressão da minha mãe mudou completamente, agora ela estava totalmente desesperada e apavorada. - Por favor, me desculpe. - Essas foram as ultimas palavras que ouvi dela, pois logo depois desmaiei e quando acordei estava em um hospital.

Desse dia em diante eu passei por diversas situações e famílias, perdi meu melhor amigo, muitos de meus pais, e a pessoa que para sempre vou amar, todos mortos em incêndios que nunca ninguém conseguiu explicar, porém essas historias devem ser contadas em outro momento, pois não quero tomar a noite inteira de vocês. O resto vocês já sabem, em uma das minhas adoções conheci um grande amigo, que me trouxe até o acampamento e infelizmente também morreu para algo que incendiou a floresta onde dormíamos, e se hoje estou aqui nessa fogueira, vivo, é por que eu juro por tudo que ainda vivi, que eu vou vinga-los.
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Thanatos em Qua 04 Out 2017, 12:48

AVALIAÇÃO
Ficha de Reclamação

Naytron Suiciniv AghorReprovado como filho de Thanatos

Olá, Naytron! Então, antes de mais nada, peço que não desista da gente. Saiba que sua ficha está ótima e pronta para ser aprovada, mas você não cumpriu um dos requisitos para ela ser de fato considerada. Vide:

O personagem não é obrigado a ir para o Acampamento, mas DEVE narrar na história a descoberta de que é um semideus e sua reclamação.

No caso, você descobriu sim que é um semideus. Mas mais importante: você não narrou a sua reclamação. Reclamação, caso você não tenha lido PJO, é quando o seu progenitor finalmente o reconhece como filho, e um símbolo brilhante desenhado no ar flutua acima de sua cabeça. Esse símbolo, por você ser filho de Thanatos, pode ser uma caveira, uma foice, um corvo ou até um fantasma. São todos símbolos relacionados à morte e, por isso, não tem problema nenhum você interpretar qualquer um destes. Ainda assim, se faz necessário que em algum momento você o faça.

Não desista! Assim que arrumar este pequeno detalhe, você poderá enfim receber sua lista de poderes. De novo, seja bem-vindo ao fórum! E, qualquer dúvida, não hesite em enviar uma MP para mim, os administradores ou monitores/líderes de grupos.




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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Naytron Suiciniv Aghor em Qua 04 Out 2017, 14:37


FICHA DE RECLAMAÇÃO
— Por qual deus deseja ser reclamado/ qual criatura deseja ser e por quê?

Desejo ser reclamado pelo deus Thanatos, escolhi ele pelo fato de que desde pequeno tive de lidar com muitas mortes na minha vida, de alguma forma na verdade isso acabou me tornando mais forte, tanto psicologicamente como fisicamente, por mais que no começo tenha sido difícil, hoje em dia eu vejo a morte como um aprendizado. Dentre todos os deuses relacionado a morte Thanatos foi o que mais completou a minha personalidade, seja pela minha aparecia peculiar como também pela forma de ver esse lado da vida, todos os outros tinham algum furo na personalidade referente a mim, menos esse.

— Perfil do Personagem (Características Físicas e Características Psicológicas - preferencialmente separadas):

Características físicas:Cabelos longos, ondulados e negros, olhos extremamente escuros, que nem mesmo com uma lanterna apontada em sua direção pode separar a pupila da iris, pele com uma cor castanha acinzentada, porte físico magro porém esbelto dentro dos seus limites, altura de 1,70, uma pinta no canto inferior abaixo do olho esquerdo, característica vinda de gerações por parte da mãe. olheiras negras, quase como uma maquiagem abaixo dos olhos.

Características psicológicas: Calmo em muitas situações, apesar de se atrapalhar um pouco quando esta executando alguma tarefa que venha a ser preciso para impressionar alguém que admira, mente aberta, gosta de ouvir os dois lados de uma conversa e opinar sempre para a opção que ajude a maior parte, extremamente orgulhoso -aponto de ser um dos piores defeitos- e vingativo, nem que sua vingança demore anos para ser planejada ele nunca se esquecerá, muito bipolar, em alguns dias pode querer viver inúmeras vidas e no outro não querer nem mesmo a sua.

— História do Personagem:

A minha historia? Não sei dizer ao certo, muitas coisas da minha infância parecem ter se apagado da minha mente, por mais que eu não me lembra da maior parte eu ainda irei tentar te contar a maior parte que sei de mim, espero que não fique muito confuso.
Me lembro que desde pequeno eu era uma criança estranha comparada as outras, não só pela minha aparência, como também pela minha personalidade. Dentre todas as crianças eu sempre fui a mais quieta e calada, optando por ficar no canto da sala desenhando e pintando as criaturas que via durante a noite ao invés de jogar bola como a maioria.

O primeiro dia que me lembro de ter visto o meu pai foi no dia do meu aniversario; minha mãe estava assando um bolo delicioso que exalava seu aroma por todo o bairro, a campainha tocou e eu sabia, mesmo estando no meu quarto, que era meu pai, pois eu e minha mãe nunca tínhamos visitas, até mesmo no meu aniversario. Eu desci escondido pelas escadas e observei pela quina da parede, ele era alto e forte, usava um sobretudo negro e um chapéu que ocultava a maior parte de seu rosto, deixando a mostra apenas seus cabelos negros como o meu, minha mãe estava histérica, como uma viciada recebendo um pacote de heroína, ela tentou abraça-lo, mas ele a distanciou imediatamente, disse algo que não consegui ouvi e partiu. Me lembro claramente desse dia, afinal, foi o primeiro dia que vi meu pai e o ultimo que vi minha mãe. No resto daquele dia ela apenas falou as seguintes palavras para mim quando me aproximei:

-Você estava aqui esse tempo todo, seu idiota!Você sabe que não deve ficar por perto quando seu pai está aqui, você sabe que sua presença é muito forte para uma criança tão estupida como você!

Corri para meu quarto e passei a maior parte daquele dia chorando. Algumas horas depois, quando o Sol já estava indo embora, ouvi os passos dela, vindo do andar debaixo, passando pelas escadas até parar bem em frente ao meu quarto, ficou lá por mais de dez minutos. Eu estava assustado, ela nunca tinha feito algo parecido, eu conseguia ouvir a sua respiração no canto mais longe da porta.

-Abra a porta, filhinho. - Disse ela num tom estranho e calmo. Quando percebeu que eu não o faria voltou a dizer. - Abra a porcaria dessa porta! SUA ABERRAÇÃO!!
Em seguida vieram as batidas na porta, BOOM!BOOM!BOOM!BOOM, então a maçaneta quebrou, a porta se abria aos poucos, rangendo como um giz riscando na lousa, quando estava aberta um pouco menos que a metade pude ver seu rosto; ela segurava um taco de metal, na face esculpia um sorriso diabólico, os olhos arregalados, sedentos por algo e os cabelos sobre o rosto. Rindo como um demônio ela avançou para me atacar, u me arrastei para a parede e me encolhi entre meu joelhos, fiquei esperando ela me acerta em meio as minhas lagrimas e soluços, mas nada aconteceu, quando tomei coragem para olhar vi minha mãe paralisada sobre mim, seus olhos tremiam observando algo acima de mim,

-Você decidiu ficar? - Disse ela agora sorrindo e chorando. Um som estridente rasgou o quarto como um cão possuído tentando se comunicar, logo em seguida a expressão da minha mãe mudou completamente, agora ela estava totalmente desesperada e apavorada. - Por favor, me desculpe. - Essas foram as ultimas palavras que ouvi dela, pois logo depois desmaiei e quando acordei estava em um hospital.

Desse dia em diante eu passei por diversas situações e famílias, perdi meu melhor amigo, muitos de meus pais, e a pessoa que para sempre vou amar, todos mortos em incêndios que nunca ninguém conseguiu explicar, porém isso não vem ao caso no momento, pois a unica coisa que importa no momento é como cheguei no acampamento.
A partir de hoje já faz dois dias desde que eu e meu amigo, também um meio sangue ainda não reclamado pelo pai, estávamos nos preparando para descansar depois de uma longa jornada. O local escolhido havia sido um pequeno buraco no centro de uma gigantesca arvore, claro que não era grande o suficiente para duas pessoas, mas ele dizia que era bom para nos mantermos quentes. Ficamos acordados em turnos de duas horas, eu dormi primeiro e no pouco tempo que o fiz tive um breve pesadelo:

Eu me encontrava em um breu total, não conseguia enxergar nada além de mim mesmo. Uma voz surgiu:

-Não tema, filho. - Por mais suave e aconchegante que fosse, aquela voz me lembrava em algo aquele som estridente que ouvi no meu quarto quando era criança. - O que lhe dei pode ser considerado um fardo amaldiçoado por alguns, todavia espero que entenda que o que carrega consigo na verdade é o poder para estabelecer um equilíbrio no... - E então acordei com as sacudidas do meu amigo antes que a frase fosse terminada.

-Acorde Nay! - Com a visão ainda embaçada consegui ver que ele estava com a espada desembainhada, sinal de que algo estava errado. Me pus de pé rapidamente e tirei da minha cintura uma pequena adaga. - Temos de sair daqui, alguma criatura está atrás de nós.

- Que criatura? - Perguntei assustado, pois por mais que tivéssemos viajado por tanto tempo, nunca havíamos encontrado nada alem de algumas criaturas pequenas, e nenhuma deles havia deixado ele assim tão preocupado.

- Eu ainda não sei, mas tenho certeza que é grande demais para nós dois. - E então pulamos para fora da arvore, E assim que fizemos isso uma labareda de chamas rompeu entre nós dois, nos dividindo. Meu amigo olhou em direção de onde havia sido lançada as chamas e paralisou seu corpo com o que viu. De onde eu estava não conseguia enxergar nada, as chamas estavam muito altas, agora se espalhando para o resto da mata e formando uma nuvem espessa de fumaça. - Corra! - Gritou ele do outro lado. - Corra Nay!

Eu não conseguia me mexer, eu estava completamente atordoado pela adrenalina e medo. Pude ouvir mais uma labareda sendo lançada e em seguida algo dentro de mim surgiu, não sei ao certo o que era, mas sabia que tinha alguma coisa em relação ao meu amigo, uma sensação prazerosa, mas de um modo inevitável, como um alérgico a amendoim alimentando-se paçoca depois de duas semanas sem comer nada. Eu não podia ficar ali parado, eu tinha de fazer algo. No momento não pensei em nada, apenas deixei meu corpo fazer o trabalho. Atravessei o muro de chamas que nos dividiam em um pulo rápido, rolei nas folhas para apagar as pequenas chamas que pendiam em minhas vestimentas, entrei em posição de ataque preparado para qualquer coisa que estivesse ali, no entanto não tinha nada ali.

-Eu disse para você correr... - Olhei para a minha direita e lá estava o meu amigo, sua camisa estava com três grandes cortes na vertical, separados por não mais que três dedos, o sangue escorria de sua pele e boca.

-O que aconteceu? - Perguntei, tentando de alguma forma estancar o sangue. - Você está bem?

-Me esqueça... - Ele se engasgou no próprio sangue antes de terminar a frase, eu o sentei perto de uma arvore e ele gemeu de dor quando o encostei. - Ela vai voltar logo, eu consegui acerta-la de raspão com a minha...com a minha espada, mas infelizmente... - Ele tossiu novamente. - Infelizmente minha espada não é mais útil.

A espada dele era enorme comparada a qualquer outra, de longe poderia ser facilmente confundida com uma lança, pensei que nenhuma criatura seria pareá para ela, nunca imaginaria vê-la naquele estado; jogada no chão com pequenas chamas em sua volta, a ponta da lamina tinha envergado com o calor, formando um formato de "U", o que antes era uma espada não parecia mais que uma pequena foice agora.

-Ela está voltando. - Ele me agarrou pelos braços com uma força que imaginei ter se esvairado a muito tempo, seus olhos arregalados olhavam diretamente para trás de mim. - Esqueça, ela já chegou.

Me virei rapidamente, meu corpo gelou, meu coração parecia bombear o sangue dez vezes mais rapido, se não fosse por isso eu teria morrido no primeiro ataque. Rapidamente me joguei para o lado, o jato de fogo passou raspando pelo meu braço, quando já tinha acabado de rolar no chão arranquei a manga que pegava fogo em minha blusa e avancei, foi tudo muito rápido, não consegui analisar perfeitamente os detalhes da criatura; o que posso dizer era que ela tinha um par enorme de chifres em formato circular na cabeça, seus cabelos pareciam pegar fogo, no lugar nas mãos e dos pés haviam garras e por final mas impossível de não se notar, um par de asas com o dobro do seu tamanho, sendo quatro vezes maior que eu nesse caso.

Ataquei com a minha adaga, mas facilmente ela impediu o meu ataque usando as garras do pé para arranhar o meu braço e jogar a minha arma para o outro lado do muro de chamas. Agora eu estava desarmado com um demônio  feminino em chamas vindo em minha direção.

Eu não ia morrer, não ainda, não ali. Olhei para a minha esquerda, a espada do meu amigo já não estava pegando fogo, rolei para o lado em sua direção desviando das garras da besta, agarrei a espada e por mais incrível que pareça uma energia correu sobre meu corpo inteiro, eu estava diferente, me sentia uma nova pessoa, mais forte e corajosa, sem nenhum medo da morte, muito pelo contrario, ela estava do meu lado. O demônio veio em minha direção, girei a espada como uma foice para defender-me do ataque, pulei para trás desviando de um segundo golpe e pude ver uma brecha bem na cintura da criatura, avancei com a foice, empurrando a cintura da criatura com a curvatura da lamina, rasgando ela em duas partes.

Ela se contorcia no chão enquanto se transformava aos poucos em pó.

- Sempre pensei que eu seria o primeiro... - Por pouco eu tinha esquecido do meu amigo, quando o vi novamente ele estava pior ainda, sua blusa, que antes era azul clara estava preta com o sangue que o cobria. Corri em sua direção desesperado.

- Mas você matou varias criaturas antes de mim. - Disse tentando me controlar para não chorar novamente.

- Não me refiro a isso. - Ele riu como se aquilo fosse tão difícil quanto levantar uma tonelada, levantou o máximo possível a sua cabeça acima da minha. - Seu pai acabou de renuncia-lo... - Ele tossiu e fechou os olhos, e como ultimas palavras ele disse. - Seja bem vindo... Filho do deus da morte... Filho de Thanatos.

O caminho até o acampamento não foi tão difícil, quanto mais perto eu chegava, menos criaturas aproximavam-se, até então avistar um enorme acampamento de longe, e eu posso jurar uma coisa, se ainda estou vivo, no meio dessa fogueira com vocês, é por que eu vou vingar cada um dos meu entes.

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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Alaric L. Morningstar em Qua 04 Out 2017, 20:15

AVALIAÇÃO
Ficha de Reclamação

Naytron Suiciniv AghorAprovado como filho de Thanatos

Em primeiro lugar, gostaria de parabenizá-lo pela sua persistência, já que muitos desistem após uma reprovação.

Sua ficha ficou um tanto exótica, o que chamou um pouquinho a atenção. Além de conseguir justificar e descrever tudo muito bem, a história não foi algo muito comum (mesmo seguindo o padrão de Thanatos, conseguiu abordar certa individualidade), e também achei isso bem bacana.

Eu acabei notando uns erros de escrita pelo post, alguns que até que poderiam ser corrigidos com uma revisão. Não vale a pena citar cada um deles, então apresentarei um, logo no início:
Dentre todos os deuses relacionado a morte Thanatos foi o que mais completou a minha personalidade
Nesse caso, o correto seria: "Dentre todos os deuses relacionados à morte, Thanatos foi o que mais completou a minha personalidade" — havia faltado a concordância após 'deuses', a crase e a vírgula.

Mas, ainda assim, esses deslizes podem ser corrigidos, creio que essa parte da escrita é algo que se aprende com o tempo (aliás, nenhum de nós, cascudos no fórum, começamos ótimos). Leve isso como algo construtivo; apesar dos pesares, acredito numa evolução sua. Então, meus parabéns e seja bem-vindo.

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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Phobos em Qua 04 Out 2017, 21:23

MAL FEITO, FEITO.



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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Keith Bravheseer em Qua 04 Out 2017, 22:34


FICHA DE RECLAMAÇÃO
— Por qual deus deseja ser reclamado/ qual criatura deseja ser e por quê?

Hipnos. Ele é poderoso, além de seus poderes poderem se adaptar aos vários desafios que serão propostos no decorrer da história/fórum, algo que pra mim é fantástico e uma experiência bem nova.

— Perfil do Personagem (Características Físicas e Características Psicológicas - preferencialmente separadas):

Características Físicas: Magro e alto, medindo 1,79 metros de altura e pesando cerca de 1,56 quilogramas. Possui cabelos negros destacados e bagunçados, penteados para trás. Nenhuma cicatriz ou marca de nascença aparente, no entanto, costuma usar um anel e um colar dourados.
Moletom branco e calça jeans azul. Pele clara.

Características Psicológicas: Impaciente. Odeia pessoas que não cumprem prazos ou datas. Seu caminhar é esquisito - como um sedentário, não está apto a percorrer distâncias muito longas. Não mede esforços para ajudar amigos.

— História do Personagem:

2001 - Inverno
Uma criança nascia - criança esta, Keith Bravheseer. Seu choro era ouvido com atenção por sua mãe, que o abraçava antes de entregá-lo a enfermeira para ser cuidado.
— Ela parece bem. - Dizia uma das enfermeira, aliviada.

A mãe do recém-nascido passava bem, mesmo que inconsciente. Antes de apagar, abraçou Keith e o deixou sob os cuidados da enfermeira.

2013 - Outono
O clima estava seco. Chuvas? Há muito não se faziam presentes. Enquanto isso, a escola onde Keith passava a maior parte de seu dia andava organizando eventos - um show de talentos para que os estudantes demonstrassem do que eram capazes.
No entanto, o espetáculo estava fora de cogitação para Keith - mal falava dentro da sala de aula e durante os intervalos, imagine-se em pé diante de uma plateia. "Seria vergonhoso" concluía o garoto.

— Que coisa chata. - Murmurava Keith, reclamando do tédio que o perseguia desde o primário enquanto caminhava pelo pátio da escola, durante o intervalo.

Keith detestava a ideia de se apresentar em frente a várias pessoas, mesmo que tivesse que passar o resto da sua vida sem se destacar no colégio ou em outras áreas.
O barulho provocado pelo sinal ressoava por todo o pátio, simbolizando o fim do período - ao menos, daquele dia.

— Finalmente. Bom, hora de ir. - Dizia Keit, aliviado pelo fim do período.

Keith esperava todos saírem da escola para, enfim, poder filosofar sem interrupções durante sua caminhada de volta para casa.
Era uma caminhada longa e exaustante. Keith não possuía muita resistência, muito menos fôlego para percorrer distâncias muito longas.
A mãe de Keith passava a maior parte do tempo dentro de casa, cuidando dos afazeres domésticos, enquanto o garoto ia a escola. Seu pai - ausente - nunca enviou uma carta sequer.
Muitas coisas davam errado para Keith e, de vez em quando, até sua noção de direção vacilava, assim como naquele dia. Seus devaneios ajudavam e muito nisso, fazendo-o desviar-se do caminho mais curto de volta para sua casa.
Duas sombras acompanhavam a de Keith. Uma deles ele assimilava com um meio-homem e meio-bode, digamos, um sátiro - citado em vários livros de mitologia grega. Keith, com tempo livre, cedia ao mundo louco de deuses e criaturas bizarras, afundando num mar de pensamentos enquanto lia.
Com os pensamentos no lugar - ou nem tanto - Keith se virava para o amigo-bode.
— Quem é você? - Perguntava o garoto, se dirigindo ao amigo-bode.

— Não importa. Precisamos ir. - Respondia o sátiro ao garoto, demonstrando certa preocupação e pressa.

Keith estranhou a forma com que o amigo-bode tratava ele, pedindo por uma explicação mais detalhada:

— Explica isso melhor. - Dizia o garoto, duvidoso.

— Certo. Como posso dizer... - hesitou por alguns segundos e prosseguiu — Você, basicamente, foi quem me chamou até aqui. Eu apenas segui você e, mesmo que recuse, você tem de vir comigo. - Concluía ele, encarando Keith, no aguardo de sua resposta.

Keith se manteve em silêncio. O sátiro entendia que o garoto estava pronto para ir - experimentar novas rotinas e afins. Era um presente grandioso comparado com o tédio que Keith enfrentava diariamente.
Contudo, era hora de ir. Keith tampouco se lembrava de comunicar sua mãe, não que fosse um problema, mas ele se lembraria depois.
No meio do caminho, Keith começava a notar a presença de mais alguém. Uma sombra os perseguia, não se revelando até aquele momento. Um homem baixo portando uma faca - aparentemente, sob efeito de algum tipo de droga ou simplesmente, neurótico - partiu para cima de Keith, errando-o por poucos centímetros.
O ambiente contribuía - e muito - para o "lunático", aparentava estar acostumado com aquele ambiente. Keith sofrera apenas um corte leve, pouco profundo.
Talvez fosse sorte? "Tanto faz" pensava o garoto, reagindo ao ataque do agressor por puro instinto. Uma voz ecoava dentro de sua mente, induzindo-o a... cantar. Sim, cantar. Parecia mais um conselho.
Keith acatou a ideia de cantar e arriscou que daria certo. Mal começava e o agressor cedia ao sono, dando de cara com a terra do solo. Um brilho destacava-se, portanto, acima da cabeça do garoto, mesmo que momentâneo.
Com o "lunático" agressor caído no sono, o amigo-bode de Keith comentou:

— Vamos seguir. Acho que já têm uma pequena noção dos seus poderes. Vamos, para o Acampamento. - Ao terminar a frase, o sátiro deu as costas ao garoto e seguiu o trecho até o tal "Acampamento". Keith não tardou em acompanhá-lo, gritando a ele enquanto caminhavam:

— Vamos... eu acho. Se não for legal, eu volto.

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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Elizabeth Phantomhive em Qui 05 Out 2017, 01:04


FICHA DE RECLAMAÇÃO
— Por qual deus deseja ser reclamado/ qual criatura deseja ser e por quê?

Nyx.

Nyx é uma deusa primordial, a senhora da noite e tudo mais. Não apenas por seu imenso poder de seu domínio, desejo ser uma filha de Nyx para explorar um lado diferente de personalidade e vivência de minha personagem, assim como abrir o leque de opções e ampliar um horizonte amplo. Além disso, não consegui avistar filhos de Nyx ativos (me corrijam caso eu esteja enganada)

— Perfil do Personagem (Características Físicas e Características Psicológicas - preferencialmente separadas):

Psicológico: Elizabeth, ou Lizzie para os mais íntimos,  é uma pessoa bastante rigorosa, que geralmente crítica os costumes e maus hábitos dos outros, fazendo com que a maioria deles peça desculpas com medo de sua ira. Ela é bastante impaciente, desaprovando pessoas que não respondem suas perguntas rapidamente, o que faz com que muitos empregados de sua casa a evitem devido à sua estranheza social. Apesar disso, Lizzie tem um bom senso de justiça e orgulha-se por fazer parte da família Phantomhive. É uma pessoa fria, bonita e cheia de paixão, forte e um pouco assustadora, mas mesmo com isso consegue deixar bem claro que todos podem confiar nela. É doce quando quer, usando objetos e roupas fofas. Elizabeth já foi uma criança chorona antes de finalmente conseguir amadurecer seu lado mole. Apesar de ter uma personalidade reservada e vestir-se principalmente com roupas bonitas e chiques, a menina mostra-se uma pessoa modesta e de gosto incomum. É fraca para bebidas e, quando está bêbada, ela age de maneira agressiva para com os outros, assim como parece ter um problema em reconhecer as pessoas quando chega a esse ponto. Como toda boa britânica, tem costume de tomar o chá das cinco, além de ser extremamente pontual.

Físico: Com apenas um olhar Elizabeth ganha um bando de admiradores onde quer que vá, embora normalmente a menina apenas tolere a atenção, rejeitando qualquer conexão mais profunda. Seu cabelo é ruivo, sendo normalmente longo, mas em sua infância deixava as madeixas curtas na altura dos ombros e seus olhos lembram vagamente olhos de raposa, com íris verdes e pupilas levemente fendadas. Nesse quesito ela lembra muito um demônio raposa, sendo uma garota bela mas não tendo consciência de sua própria atratividade. Possui 165cm e pesa exatos 49kg. As curvas do corpo são sempre destacadas com as roupas que usa, e geralmente está sempre de saltos altos.

— História do Personagem:

Londres, 24 de Dezembro de 2013

A neve caía pelo lado de fora da casa do Duque Vincent Phantomhive, mostrando que o inverno viera com calma naquele ano. A pequena Elizabeth, nesta época com doze anos, encontrava-se sentada na poltrona vermelha do canto da sala de estar lotada de gente, pessoas da alta sociedade inglesa — a família real inclusa. Ela avistou o duque William junto com sua esposa, a duquesa Kate, que já esperava o primeiro filho do casal.

Infelizmente sua majestade real, a Rainha Elizabeth — e sua xará, por sinal — não havia ido àquela confraternização de Natal, para um leve desapontamento de seu pai. A família Phantomhive vinha de uma geração longa de duques e duquesas, sempre a postos para servirem a família real, sendo os bons e fiéis "Cães da Rainha" — coisa que se iniciou com seu antepassado, Ciel Phantomhive e que, por sinal, era o nome de um de seus irmãos mais velhos, em 1887 —, quando o mesmo servia de bom grado a Rainha Victoria.

Lizzie sabia muito sobre os antepassados de sua família, assim como sabia das histórias de todo e qualquer membro ali presente. Conhecia a família real, conhecia grande parte das pessoas da alta sociedade londrina e algumas outras pessoas de fora do país. Não lembrava o nome de todos, claro, pois apesar de possuir uma mente afiada e boa memória, a ruiva ainda tinha doze anos.

Ou seja, uma criança.

Soltou um pesado suspiro, voltando os olhos para o livro que lia sobre a revolução industrial e suas consequências no mundo moderno. E foi quando alguém passou por si, chamando sua atenção e não apenas pelo seu rosto desconhecido. Usava um fraque e uma calça social preta, e os cabelos estavam penteados de uma forma elegante, mas ela não o conhecia de lugar nenhum, por mais bem vestido que estivesse.

Curiosa, a criança fechou o livro e colocou-o sobre o criado-mudo ao lado da poltrona, descendo da mesma e indo atrás daquele que despertara sua atenção. As mãos delicadas seguraram uma ponta do fraque dele e o puxaram levemente, chamando sua atenção.

— Você. — a voz suave da criança fizeram o garoto virar os olhos em sua direção, as sobrancelhas levemente levantadas em surpresa. Por que ele estava surpreso? — Não o conheço. Quem é você?

— Ora, como assim você não me conhece, garotinha? — ele perguntou, o tom de voz brincalhão chegando aos ouvidos delicados, quase ferindo-os com a agressividade escondida por detrás das palavras gentis.  

— Não me chame de garotinha. — ela falou, franzindo o cenho em desaprovação. Aquele desconhecido realmente era sem modos, quem ele pensava que era para falar daquela forma tão petulante para com a futura duquesa Phantomhive?

— Prefere criança? — ele retrucou com uma risada nasal, claramente debochando da cara da filha dos Phantomhive. Lizzie bateu o pé com força, visivelmente irritada, soltando o fraque que agarrara e decidida a chamar a segurança para retirarem aquele garoto dali. Deu as costas ao rapaz e jogou os cabelos ruivos por cima dos ombros, firmando os passos em direção a seu mordomo, Sebastian. — Opa, espere ai apressadinha. — o garoto colocou uma das mãos nos pequenos ombros de Elizabeth, parando-a com delicadeza. — Sinto muito, senhorita. Foi falta de educação da minha parte.

“Que bom que sabe”

— Sou um dos convidados, como pode perceber. — ele continuou, abrindo um sorriso que havia algo a mais por detrás, não uma malícia que fizesse a menina desconfiar, mas sim de uma forma que fez até os cabelos fofos da nuca se arrepiarem. — Fui chamado por seu irmão.

— Qual dos dois? — a pequena cruzou os braços impacientemente. Ciel e Alois, seus irmãos mais velhos gêmeos, estudavam em lugares diferentes: enquanto Ciel, o futuro patriarca da família, estudava Ciência Política em Oxford, Alois estudava Relações Internacionais e Comércio Exterior na França. Ambos eram gêmeos idênticos e Lizzie era uma das únicas a saber diferenciar os dois, mesmo que fosse mais apegada à Ciel.

Além disso, conhecia seus irmãos bem o suficiente para saber que não teriam um amigo com aquele garoto, afinal tanto Ciel quanto Alois somente faziam amizades com pessoas da alta classe social londrina e ao olhar para o rapaz à sua frente conseguia ver que suas vestes eram, de longe, comuns e não de uma marca caríssima como aqueles jovens burgueses costumavam usar.

O rapaz pareceu ponderar por alguns segundos, que foram cruciais para a afirmação da menina: ele estava mentindo. Não sabia os motivos, assim como não sabia o que ele estava fazendo ali, e depois que chamasse por Sebastian iria pedir para que colocassem aquele homem para fora. Ficava surpresa, na verdade, por ele ter conseguido entrar, uma vez que as portas estavam bem guardadas.

Ou pelo menos deveriam estar.

— E então, senhor desconhecido? — um sorriso provocativo brotou nos finos lábios da ruiva, um sinal do triunfo que teria em cima daquele mentiroso. O rapaz soltou uma gargalhada alta, erguendo ambas as mãos em um claro sinal de rendição, o que fez a criança erguer uma sobrancelha em sinal de dúvida.

— Tudo bem, você me pegou. Mas não conte a ninguém, ok? — ele pediu, levando o indicador aos lábios e então fez um cafuné carinhoso na ruiva. — Estou aqui para proteger uma pessoa importante, e estou trabalhando disfarçado. Consegue fazer isso, garotinha?

Lizzie ponderou por alguns segundos. Ele não parecia estar mentindo, então daria o benefício da dúvida, embora ainda fosse pedir para Sebastian ficar de olho nele. Talvez Tanaka pudesse lidar com qualquer tipo de problemas menores, uma vez que se algo acontecesse as instruções de Michaellis eram de ficar ao lado da pequena e defende-la com sua própria vida.

Por fim soltou um suspiro pesado, enfadada com aquela conversa. Bom, ficaria de olho nele de qualquer forma, então acenou para ele com a cabeça em um sinal mudo de permissão para ficar ali, mas seu olhar era expressivo ao passar a ele a mensagem de que ficaria de olho e que, caso cometesse um deslize ou alguma gracinha, não hesitaria em coloca-lo para fora aos chutes. Ele pareceu entender e sorriu divertidamente de volta, acenando com a cabeça e piscando para a futura duquesa e lhe dando as costas, indo em direção à Meilin, uma das empregadas.

— Ah sim, como se chama? — Elizabeth perguntou, fazendo-o parar e virar-se novamente em sua direção, os lábios sussurrando um nome que a menina levaria para sempre consigo.

Christopher Mason.

****************************


A festa seguia noite adentro, alguns convidados se divertindo de maneira animada enquanto outros já haviam passado do limite do álcool e começavam a ir embora ou simplesmente pedir por um quarto na mansão do duque Phantomhive. Elizabeth sabia que seu pai jamais iria negar abrigo para aqueles nobres senhores pois, mesmo que tivesse seu lado durão com o título de Cão da Rainha, Vincent ainda possuía o generoso coração e a alma correta que sua mãe havia lhe dado.

Os olhos da menina varreram o salão de festa, tentando encontrar Christopher mais uma vez, mas falhando miseravelmente pois não o encontrava em lugar nenhum. Suspirou e voltou os olhos para o livro que tinha em mãos, uma vez que havia voltado para o mesmo lugar onde estava no início. Havia avisado Sebastian para que ficasse de olho em Mason, atento a qualquer movimento suspeito do rapaz.

De repente a música diminuiu e, quando finalmente achou que teria um pouco de paz e sossego, escutou uma das paredes do lugar explodir, caindo em uma pilha de escombros no chão. E pior ainda, em cima de Ciel.

Lizzie saltou da poltrona, o coração martelando no peito e as pernas tremendo como se fossem moles feito gelatina ao olhar quem... Não. Não era quem mas sim o que cruzou o buraco e adentrou o salão.  Metade humana, metade cobra. Mas o que, em nome da Rainha, era aquilo?

— Você! — aquela coisa falou, apontando a lança que carregava consigo para Elizabeth. — É de você que vem o cheiro, semideusa. É quem eu procuro! — ela falou, indo em direção à menina.

Indo para trás, Lizzie tropeçou nos próprios pés e caiu sentada no tapete de veludo vermelho, estendendo ambas as mãos à frente do corpo, as palmas viradas para fora e os olhos carregados de lágrimas que logo rolariam sua face, corando-lhe as bochechas levemente rosadas por conta do blush que Rachel havia passado em si.

— Fique longe de mim! — gritou, como se aquilo pudesse manter aquele monstro longe, mas infelizmente ela continuou avançando, a lança em mãos pronta para empalar a ruiva. Os olhos varreram o salão e viram seu pai retirando Ciel de debaixo dos escombros da parede, Rachel tentando chegar até eles mas sendo impedida por Alois, seu outro filho. Viu Tanaka correr ao auxílio deles e viu que Sebastian corria para si com algo em mãos.

Mas ele não chegaria a tempo.

— Tsc. Quanta responsabilidade. — uma voz soou a seu lado, fazendo com que a criança virasse na direção de quem havia falado e deu de cara com Christopher. — Ninguém cuida dessa criança? — falou, puxando algo semelhante a uma espada.

Espere, aquilo não era semelhante. Aquilo era uma espada.

— Fique para trás, garotinha. Pode deixar que eu faço o serviço aqui. — o rapaz colocou-se à frente dela, pronto para protegê-la daquela coisa que, por sinal, havia parado de avançar para encarar aquele que se colocara entre elas. — Não sabia que perseguiam crianças agora.

E, após dizer aquilo, avançou com velocidade para cima do monstro, afastando-o da ruiva com habilidade e abrindo espaço para que Sebastian chegasse até ela, ofegando e tentando respirar para recuperar a compostura de mordomo perfeito que apresentava sempre. O moreno ajoelhou-se ao lado da criança e a pegou no colo com cuidado, colando o rosto dela em seu peito enquanto começava a correr, colando o rosto torcido em uma expressão assustada em seu peito.

— Sinto muito, senhorita. — falou, parando de repente e soltando a garota no chão. Tão logo ela percebeu que estava ao lado de seu pai, que estava ajoelhado no chão ao lado de um Ciel inerte. — Lhe devo um pedido de desculpas também, senhor.

— Não se preocupe com isso. — Vincent acenou com a mão como quem diz “vá ajudar aquele garoto”. Com um aceno de cabeça o mordomo se retirou, deixando-os para trás. Vincent, percebendo o corpo pequeno de sua filha tremer, abriu um sorriso de desculpas e a puxou para si, abraçando-a a confortando-a em um abraço acolhedor. — Não se preocupe querida. Ciel está vivo, e vai ficar bem. Você também ficará bem, você verá.

Lizzie duvidou daquelas palavras, mesmo que por um instante. Do buraco na parede dava para ver a lua cheia, que parecia maior e mais brilhante naquele dia, como se chamasse a atenção da ruiva. Ela, então, colocou suas mãos no peito do pai e o empurrou gentilmente, olhando fixamente para as íris verdes do patriarca da família Phantomhive, deixando clara a sua pergunta apenas no olhar.

O que era tudo aquilo?

Vincent suspirou e desviou o olhar para a batalha que seguia entre o garoto e Sebastian e o monstro. Seria uma conversa difícil para se ter com a pequena, afinal mesmo que ela fosse uma boa entendedora ainda era uma criança.

— Filha, escute. Você não é, e nem nunca foi, uma criança normal. Nunca será, e não é apenas por ser minha filha. — o duque pareceu hesitar por alguns segundos antes de soltar toda a verdade de uma vez. — Você é uma semideusa.

— Uma o quê?

— Se-mi-deu-sa. — a voz de Christopher soou alta a seu lado, silabando a palavra. — Metade humana, metade deusa. E, pelo que surgiu sobre sua cabeça, sugiro Nyx. — Elizabeth viu uma luz surgir acima de sua cabeça, mas ao olhar para cima tudo que conseguiu captar foi um vestígio deixado seja lá pelo que estava ali. — Devo levá-la? — o garoto perguntou, encarando Vincent de maneira questionadora.

— Sim. Vai ser o melhor lugar para ela. — finalizou, ficando de pé e pegando a filha no colo. — Escute-me, Lizzie. Você vai para um lugar onde estará segura, certo? Esse lugar se chama Acampamento Meio-Sangue.



Observações:
O player Christopher Mason autorizou a citação do personagem na história. Obrigada Mason <3

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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Ethan Miyazaki em Qui 05 Out 2017, 01:46

Avaliação

Keith Bravheseer

Keith, Keith, Keith. Eu tive muitas dúvidas sobre sua ficha. Ela tem um erro comum: Muitas pausas. Você pausou muito, sempre colocando pontos, o que atrapalhava a leitura. Mas então, voltando para a história em si: O personagem pareceu muito "de boas" com o surgimento de um sátiro e de alguém querendo matá-lo. Ele não pareceu surpreso quando lhe foi dito que era um semideus, ao saber que tinha poderes ou algo do tipo. Em nenhum momento também ele foi reclamado, apesar do sátiro dizer que ele possuía poderes, a ficha tem estar explicitamente a reclamação. O símbolo aparecendo e tudo mais.

Mas não se abata! Você escreve bem, escreva menos pausadamente, coloque os espaços e vírgulas nos locais certos, siga as orientações e será reclamado com toda certeza! Mas não dessa vez.
Keith Bravheseer — Não reclamado como filho de Hipnos


Elizabeth Phantomhive

Hello, dear. Vamos lá? Eu gostei bastante de sua ficha. O jeito como ela foi escrita pausadamente, mostrando a vida da personagem em seu lado mortal e toda a história de sua família. Gostei da interpretação da personagem, como uma filha mimada mesmo, parecida até com a Sansa Stark. As referências com o mundo do fórum, citando o Chris e relacionando-o durante a descoberta da criança em ser uma semideusa foi sensacional e deu um gancho. Porém, eu achei o final meio. . . pra baixo. Mas não tão pra baixo ao ponto de tirar a sua reclamação. Melhore a finalização e não somente na ficha, talvez isso possa voltar a aparecer em missões e coisas do tipo. No mais, parabéns pela ficha!
Elizabeth Phantomhive — Reclamada como filha de Nyx.
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Hefesto em Qui 05 Out 2017, 10:29

Atualizado.
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Alexandra Jones em Qui 05 Out 2017, 16:53


   
FICHA DE RECLAMAÇÃO
— Por qual deus deseja ser reclamado/ qual criatura deseja ser e por quê?

   Despina. A escolha se deu através de questões de pura afinidade com a deusa e toda a sua história. Creio que ser filha de uma progenitora como ela é uma grande chance de criar e jogar com um personagem bem pouco explorado. Ser prole de de um deus ou deusa menor é algo que poucos buscam, mas é uma escolha totalmente compensatória e que acarreta em grande fascínio por aqueles que a escolhem.

   — Perfil do Personagem (Características Físicas e Características Psicológicas - preferencialmente separadas):

  Características Físicas: Ruiva com os cabelos lisos, a jovem Alexandra nunca foi exatamente 'alta' em comparação as pessoas a seu redor. Não que se considerasse muito baixa, mas os seus longos 1,60 pareciam não ser o suficiente para alcançar lugares muito elevados. Com olhos grandes e brilhantes e bochechas quase sempre rosadas a jovem menina mulher, apesar de apreciar as próprias curvas, nunca foi de se exibir com roupas extravagantes ou decotes exagerados... Mas isso não significa que não goste de se cuidar. Raras são as ocasiões em que os lábios carnudos não estejam avermelhados, mesmo que muito fracamente. Bom, para resumir, a filha do gelo não é exatamente vaidosa, mas também não deixa de se arrumar quando pede a ocasião.

Características Psicológicas: Estressada, carinhosa, chata, meiga, implicante, divertida, descuidada, animada, boba... Bem, em uma única palavra Alexandra é extremamente camaleônica. Seu temperamento muda drasticamente em questão de segundos e o que poderia ser um encontro fofo pode passar a ser uma discussão ampla sobre toda e qualquer coisa do universo. Mas a jovem não muda sem motivos. Ela mesmo se define como um diamante de várias faces que é visto de acordo com a posição do observador. Cada um pode ter um prêmio dependendo da 'chave' que usa.

   — História do Personagem:

- Hey... Você pode me ouvir? - No fundo eu tinha consciência de quão idiota eu deveria parecer... Mas acho que aqueles garotos e garotas já estavam acostumados - A senhora não sabe o quão estranho é jogar minha comida na fogueira enquanto meu estômago ronca e falar sozinha enquanto os outros me olham... Mas eu estou fazendo, não estou? Estou fazendo por... - Por ela? Não, eu não estava fazendo isso pela mãe que me abandonara quando eu era pequena e que nunca viera me visitar. Não estava fazendo isso pela mulher imortal que se sentara em seu trono e me vira rezar dia após dia para que ela estivesse bem quando ainda era muito pequena... Já fazia muito tempo que eu deixara de fazer tudo por ela. Eu fazia isso por mim. Estava fazendo isso para que quando eu me deitasse esta noite em algum lugar quente, onde outros jovens de minha idade também se deitavam sem remorso ou ódio, eu não tivesse que ouvir os lamentos pelo abandono ou os choros de saudades... Estava fazendo isso para que pelo menos uma vez em minha vida eu pudesse simplesmente dormir. Sem pesadelos, sem memórias, sem nada. Apenas dormir. - É, eu estou mesmo fazendo isso por mim. - Completei com os olhos baixos, suspirando com certo cansaço. Por que tinha que ser assim? Por que eu não podia ser normal? Por um momento uma pequena faísca de ódio brilhou em meu peito... Não ódio por minha mãe, mas ódio pelo que eu era, mas eu não seria assim se não fosse por ela. - Sabe, eu não me importo de ser egoísta dessa vez. Não me ocupo em negar e dizer que estou fazendo por ti e por todo o amor que tenho em meu peito... Até por que você sabe quando estou mentindo, mas não me preocupo com isso. Por que? Porque quando eu era muito pequena fui abandonada pela senhora na casa de meu pai. Por alguns anos funcionou bem e tudo mais... Acho que ele tinha remorso de me deixar.. Mas o álcool serve pra isso não é? A bebida curou o remorso e depois que ele se foi não sobrou nada. Meu pai, se é que posso chamá-lo assim, me largou na frente do orfanato. Eu cresci la, sabia? As crianças tinham medo de mim. As funcionárias tinham medo de mim.. E quando eu era adotada as famílias me devolviam! Sabe por que? POR TEREM MEDO DE MIM! - As palavras escaparam em um turbilhão e várias imagens tomaram minha mente. O homem barbudo de hálito quente e cabelos negros me olhando pela janela do carro antes de se afastar do orfanato, a mulher de roupa branca que me levara para uma sala pequena e me fizera perguntas sobre tudo em mim, as primeiras crianças que tocaram minha pele e perceberam que ela era fria, o primeiro quarto que dividi com alguém, meu primeiro aniversário naquele lugar, minha primeira adoção, minha primeira devolução... Fora tudo extremamente rápido.

Um pouco impaciente usei a mão direita para arrumar uma mecha atras da orelha antes de voltar a falar, tomando fôlego com certa decepção - Sabe mãe... Eu perdi coisas demais, tive que me despedir de pessoas demais. Você se lembra não é? Tive um ou outro amigo no orfanato, mas sempre que alguém me aceitava acabava sendo adotado e eu nunca mais o via. Quando era adotada me devolviam em menos de uma semana e depois de tudo ainda tinha você. Antes eu rezava todas as noites para que você viesse me buscar ou para que simplesmente estivesse bem.. Mas você nunca respondeu, não é? Nunca tive qualquer vislumbre de que você ainda era viva ou qualquer sinal de que me ouvia. Em troca eu recebi outra coisa não foi? É, você sabe que sim. Hoje é meu primeiro dia de acampamento e não sei bem o que eu devia fazer... Na maioria dos acampamentos você vem de ônibus ou coisa assim... Mas eu tive que vir carregada por um sátiro, não é? Tive que ver o orfanato sendo queimado por aquela mulher-cobra idiota e eu não pude fazer nada... O sátiro a chamou de dracaena, sabe.. Não sei se significa algo para você, mas para mim parece um nome idiota. - Um sorriso desanimado tocou meus lábios e meu olhar se voltou para as chamas. Até que não parecia tanta loucura assim. - A única casa que tive algum dia agora não passa de cinzas e as únicas pessoas que conhecia acreditam que eu sou uma criminosa revoltada. Não que eu me importe com o que as pessoas pensam, mas não sei se essa é uma boa fama para cultivar. - Murmurei dando de ombros para a ultima parte. - Bom... Parece que agora você teria que me 'reclamar' ou algo do tipo... Um sinal, sabe? Quer dizer, claro que sabe... Mas não faz mal avisar. Olha mãe, você não é exemplar. Você não é carinhosa, não é atenciosa, não é amorosa e não chega nem perto de ser responsável, mas eu não tenho ódio por ti. Acho que deveria saber disso enquanto decide se vai se revelar ou não... Bom... Tem mais alguns 'sem-teto' por aqui, então acho que eu vou me sentar. Hum... Amém? - A palavra soou quase como uma pergunta enquanto minhas sobrancelhas se arqueavam para o fogo. - Não sei se devo ou não falar amém, então eu vou falar ok? Bom... Não demore ok? Acho que talvez eu precise sim sentir o gostinho de como é ter mãe. Han... Amém. - O 'amém' ja não era uma pergunta. Mas também não parecia religioso... Era como uma espécie de despedida, sendo a ultima palavra pronunciada antes de eu me afastar, andando para a mesa de Hermes poucos segundos antes de ver a projeção de um floco de neve ampliado girando sobre minha cabeça. Sem reação apenas voltei a encarar o vermelho vivo das chamas, boquiaberta com a 'agilidade' de minha progenitora, e assentindo com um gesto de cabeça muito leve para todos aqueles que me davam tampinhas mas costas ou coisas do tipo. Vagamente pude ouvir o centauro que me se apresentara como o diretor de atividades do Acapamento falando sorridente - Despina! - Dissera ele. O resto do jantar passara como um borrão e a ultima coisa que pude ver foi o teto azul claro do chalé para o qual eu havia sido mandada, dormindo quase instantaneamente em meio aos outros filhos da deusa de gelo.
   
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Lorenzo Steffanina em Qui 12 Out 2017, 17:04


FICHA DE RECLAMAÇÃO
— Por qual deus deseja ser reclamado?

Phobos. É o deus do medo, muitas vezes associado ao mal, a tudo que pode ser ruim para o espírito humano. Lorenzo foi criado dentro da igreja e, apesar de sempre sentir-se cercado de coisas sobrenaturais, sempre foi obrigado a rejeitar o que não era divino, segundo as crenças de seus pais. Portanto, a verdade sobre ele é justamente o contrário do que ele vivia.

— Perfil do Personagem (Características Físicas e Características Psicológicas - preferencialmente separadas):

Físicas:
Enzo tem cabelos loiros muito claros, olhos azuis e profundas olheiras, de modo que parece estar sempre doente. Tais marcas são decorrentes de seus problemas para dormir, causados pela constante sensação de estar sendo vigiado por seres sobrenaturais.

Psicológicas:
O garoto costumava ser muito inseguro em relação à vida familiar, sempre se esforçando ao máximo para agradar o pai rígido, mas isso começou a mudar quando descobriu quem era seu pai verdadeiro e acabou se surpreendendo com sua própria frieza em determinados momentos. Pode-se dizer que muito do psicológico de Lorenzo está em processo de mudança.

— História do Personagem:

Lorenzo nasceu na Filadélfia, cidade de Rocky Balboa, no estado de Nova Iorque. Filho único de um exigente casal muito atuante na igreja cristã local, o garoto viveu a vida toda esforçando-se para ser perfeito. Desde o penteado, passando pelo nó da gravata e pelo lustre do cinto, até chegar aos cadarços dos tênis. Suas notas eram as melhores, seu falar era polido, jamais se exaltando, e seus dedos eram habilidosos ao tocarem as teclas do piano da mãe.

Mas o garoto tinha um problema. Apesar de toda a aparência de perfeição, Lorenzo sentia-se constantemente perseguido. Por vezes sentia que havia alguém, uma sombra, olhando para ele quando ia dormir e seguindo seus passos em cada caminho que tomava sozinho. Seus receios e dúvidas sobre o que era real ou não só aumentavam a cada dia e ele não tinha coragem de contar aos pais tudo aquilo pelo que estava passando. O pai diria que aquilo era alguma influência satânica e que ele precisava se voltar mais para Deus, a mãe mandaria que ouvisse o pai.

Ele poderia duvidar disso, mas também tinha seus pecados. Lorenzo sabia que o pai odiava que ele assistisse a filmes de terror, ficção científica e, principalmente, épicos, que tratavam das histórias de heróis greco-romanos, mas ele os assistia e lia livros sobre tais assuntos mesmo assim. Muitas vezes chegava a acreditar que tais obras de ficção eram as responsáveis por suas visões e impressões do sobrenatural, tal como seus pais e os demais fiéis da igreja acreditavam, mas isso lhe parecia tão absurdo que ele continuava entretendo-se com tais assuntos por debaixo dos panos. Era ficção, afinal de contas.

Foi numa noite de quarta-feira, dia de culto na igreja, que as coisas mudaram. Lorenzo mais uma vez estava a ponto de atrasar a família, mas não conseguia parar de pensar que a sombra perseguidora daquela tarde parecera ser muito mais forte e poderosa do que qualquer outra. Porém, em todas as vezes que ele se voltou na direção dela, a mesma sumia e ele não conseguia compreender o que estava acontecendo. Quando desceu de seu quarto para a sala, precisou refazer o nó da gravata e foi ouvindo sermão do pai de dentro de casa até o carro sobre comprometimento com as coisas de Deus e toda aquela ladainha. Ele dava importância à igreja, apenas não concordava com alguns — vários — exageros dela.

Segundo o pai, o palestrante daquela noite era um jovem que tinha muito exemplo a dar para Lorenzo, portanto ele deveria prestar a devida atenção à pregação da noite. Sempre em tom de reprovação era como o pai lhe falava, por mais que o garoto nada tivesse feito de errado. Ao menos não abertamente... Mas as coisas mudaram assim que ele chegou lá. Para começar, o palestrante tinha um olhar um tanto intimidador para alguém tão jovem, depois, quando se sentaram, Lorenzo percebeu que era alvo constante do olhar do rapaz e, assim que fizeram a primeira oração, toda a igreja foi posta para dormir.

O garoto acordou no porão e viu todos amarrados. O jovem palestrante já não usava mais o paletó e as mangas de sua camisa preta estavam enroladas, de modo a exibir uma quantidade absurda de tatuagens que se estendiam até o pescoço. Sua expressão tinha mudado e ele claramente não tinha intenções de bancar o bonzinho com quem estava ali, mantendo o pastor da igreja preso para demonstrar isso. Mas a coisa mais intrigante foi que ele se dirigiu especificamente a Lorenzo quando ele acordou, como se estivesse desde o início apenas esperando pelo despertar do loiro.

O rapaz, que se identificou por todos os nomes dados ao capeta, estava ali para revelar a verdadeira natureza daquele garoto de 15 anos, contar a ele o motivo de toda a perseguição sombria pela qual passava. Primeiro, contou a Lorenzo que tudo aquilo tinha um motivo para acontecer: ele não era como as demais pessoas. Enzo era um semideus. Ele sabia muito bem o que o conceito significava, a despeito do que o pai permitia que ele soubesse. Instigado pelo rapaz misterioso, Lorenzo foi levado a questionar o homem que o criara sobre a verdade por trás de si mesmo e acabou descobrindo, entre gritos de um desprezo acumulado, que seu pai verdadeiro era um deus grego, o próprio rapaz que ali estava.

Lorenzo sentiu-se quebrar por dentro. A ideia de ter vivido um engano durante todos aqueles anos era terrível demais para ser aceita tão facilmente, mas, ao mesmo tempo, fazia todo o sentido. Isso explicava o motivo de seu pai — seu falso pai — nunca ter-lhe demonstrado amor verdadeiramente. O homem explicou que cometera o erro de se apaixonar pela mãe de Enzo e que, mesmo sabendo que ela estava grávida do diabo, aceitou-a em sua vida e prometeu a si mesmo que arrancaria a sombra daquele pecado da existência, reprimindo toda e qualquer tentativa de aproximação que ele quisesse ter com a criança.

Mas não havia como lutar contra a natureza do menino e o homem sabia que Lorenzo passava longe de ser o filho perfeito que ele pintava para as pessoas. Em outras palavras, ele sabia exatamente tudo que Lorenzo vivia e apenas se quedava a odiá-lo, bem como a sua origem, em vez de ajudá-lo a compreender e enfrentar seus problemas. O loiro odiou aquele homem tão instantaneamente quanto se abre o olho ao despertar e, ao pensar na mãe, sentiu-se traído e ferido de morte, uma vez que ela sabia exatamente o que ele era.

O rapaz outrora desconhecido e agora revelado como Phobos, o deus do medo, socou o homem e o amarrou a uma mesa, demonstrando ódio por todo o desprezo que ele tinha feito seu filho sofrer. Em seguida, deu a Lorenzo uma faca e uma lança e o instigou a lutar contra dois capangas que ele tinha levado como uma forma de teste. Se passasse, poderia tirar a vida do falso pai com suas próprias mãos.

Enzo aceitou o desafio e descobriu-se verdadeiramente hábil com a lança, por mais que nunca tivesse manejado qualquer tipo de arma antes. Foi como se seu corpo tivesse finalmente encontrado seu ritmo perfeito e o próprio garoto se surpreendia com o modo fácil com que sabia lutar, como se todos os filmes que assistira tivessem lhe dado as habilidades necessárias para aquelas duas batalhas. Ele saiu ferido, é claro, e também furioso quando uma garotinha inocente se soltou das cordas e tentou parar a briga só para ser brutalmente assassinada pelo segundo capanga.

Ao derrotar os dois, porém, Lorenzo se recusou a matar o homem que o criara. Não por amor, que fique claro, mas porque não queria mais ter qualquer tipo de contato com ele. Ao ser questionado por Phobos, deu de ombros para deixar claro que também não se importava se o homem morreria ou não. Tudo o que ele queria era ir embora dali com sua mãe e deixar que os demais fiéis fossem embora para suas casas. Phobos quisera matá-los, mas Lorenzo não achou que seria justo, afinal eles nada tinham a ver com a enganação em que ele passara a vida mergulhado. O deus respeitou o desejo de seu filho e libertou todos.

Horas depois, quando a mãe apenas confirmou a história e justificou que jamais contara qualquer coisa a ele por medo do que o marido poderia lhe fazer, Lorenzo desejou que o pai verdadeiro aparecesse novamente. Ouvindo o pedido do filho, Phobos apareceu na residência do garoto e lhe entregou outros dois itens especiais, além de falar para ele sobre um lugar especial para outros semideuses, um refúgio seguro onde se podia treinar e evoluir as habilidades. Chamava-se Acampamento Meio-Sangue.

Lorenzo decidiu que procuraria o local dali a algum tempo, mas antes precisava adaptar-se à sua nova condição e ajudar a mãe a se reerguer do luto e da rejeição que passaria pelas mãos dos fiéis da igreja. Com certeza a vida social deles, que se resumia àquele grupo, estava acabada, mas uma nova vida parecia se mostrar diante dos olhos deles a partir daquela estranha noite. Tudo mudaria para Lorenzo McKinley Steffanina, o filho de Phobos.

OBSERVAÇÃO IMPORTANTE: Os eventos citados nesta ficha ocorreram na missão Take Me To Church, que serviu como um plano de fundo para a narrativa aqui presente.
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Diana Lovelace em Qui 12 Out 2017, 17:59

Alexandra Jones:

A única coisa que tenho para reclamar da sua ficha é só porque você não dividiu a história em mais parágrafos, o que, de certa maneira, atrapalha um pouco a leitura porque é mais fácil de se perder. Portanto, sugiro que você comece a fazer isso. Fora isso, sua ficha foi espetacular no meu ponto de vista.

Bem-vinda, filha de Despina.

Lorenzo Steffanina:

Bem, eu não sei se eu posso falar isso, até porque você meio que narrou algo que aconteceu em uma missão, mas foi um pouco incoerente Phobos aparecer. Afinal, deuses costumam ser bem ausentes na vida dos filhos e, mesmo em reclamações, eles não costumam aparecer, só mandando na maioria das vezes aquele símbolo que aparece na cabeça dos semideuses. Bem... Como é uma ficha para um deus fácil, eu vou deixar passar. Porém, tome cuidado.

Bem-vindo, filho de Phobos.
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Phobos em Qui 12 Out 2017, 22:22

Atualizado



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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Caleb Wolff em Ter 17 Out 2017, 21:08


FICHA DE RECLAMAÇÃO
— Qual criatura deseja ser e por quê?

Sátiro, porque né? Só falta ele pra ter pelo menos um fake de cada cor e também tem a paradinha da trama conjunta dos meus espíritos da natureza.

— Perfil do Personagem (Características Físicas e Características Psicológicas - preferencialmente separadas):

Físicas:
Caleb é loiro, tem os olhos claros e os dentes tortos, de modo que parece uma criança trocando dentição quando sorri. Tem 15 anos e uma altura mediana, não é muito forte e também não é magricela.

Psicológicas:
Caleb se impressiona com qualquer coisa, tendo a péssima mania de aumentar em sua mente todos os fatos dos quais toma conhecimento. Não que ele seja fofoqueiro, apenas é capaz de achar que um formigueiro é uma montanha gigante e acaba causando problemas com todo esse exagero. Ainda assim, é gentil e faz amizade facilmente, normalmente sendo um elo em um grupo, vendo o melhor em cada um.

— História do Personagem:

Caleb nasceu no Acampamento Meio-Sangue, filho de um sátiro guerreiro e membro de importância do Conselho do Casco Fendido com uma dríade de mangueira. Cheio de bondade, o jovem sátiro cresceu cercado de outros seres da natureza e facilmente aprendeu a fazer amigos, sendo sempre uma companhia agradável no grupo de crianças da floresta e mesmo entre os semideuses.

Ele também sempre foi extremamente curioso, o que o fazia buscar conselhos entre os anciãos e ler todos os livros que podia na biblioteca do refúgio. Por conta disso, o garoto bode descobriu muito cedo sobre vários perigos do mundo mítico e acabou se tornando bastante medroso. Assim, ele sempre fez questão de se manter distante de todas as ameaças possíveis e, principalmente, imagináveis.

Até que ela chegou.

Ivy Woodsen, uma corajosa dríade que salvou uma mudinha de sua árvore e arriscou sua vida para chegar ao acampamento. Ela poderia ter morrido em um incêndio criminoso causado por semideuses e — Caleb ficou pasmo — sátiros rebeldes, que estavam planejando uma espécie de motim contra o refúgio. Ivy, aparentemente, não soube bem o que os motivava, mas ficou claro que estavam empenhados em cumprir seu objetivo.

Caleb admirou a coragem da jovem dríade — e sua beleza também, claro — e sentiu-se pessoalmente ferido ao saber que seres de sua própria espécie estavam fazendo algo tão bárbaro. Pela primeira vez em muito tempo o jovem sentiu-se impelido a comprar uma briga, por mais perigosa que pudesse se mostrar. Ele tinha plena consciência de que precisaria trabalhar muito no medo que sentia até de sua sombra, mas sabia que valia a pena.

Assim, aos 15 anos e com tremeliques nas mãos, Caleb Wolff fez um juramento pelo nome de Pã que se tornaria um defensor implacável da natureza e do refúgio, tomando para si a luta contra o misterioso grupo de rebeldes, ainda que precisasse lutar sozinho contra eles e mostrar à linda Ivy Woodsen... ou melhor, a todo mundo o quão heroico ele poderia ser...
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Raphael Jauregui em Ter 17 Out 2017, 21:50

AVALIAÇÃO
Ficha de Reclamação

Caleb lobãoAprovado como sátiro

Apesar de aprovado, gostaria de deixar ressaltado que foi por pouco. Sua escrita é boa, mas sua ficha foi extremamente resumida. Não tenha medo de detalhes e desenvoltura no texto! No mais, parabéns! (Avaliado pela Vicka linda sz)


Raphael Jauregui
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Hécate em Ter 17 Out 2017, 21:56

Teje coisado!!!





Hécate

.:: deusa da magia e das encruzilhadas :: mestra da névoa :: adm do pejotinha :: uma deosa, uma loka, uma macumbeiraaa ::.

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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Jodi Dominey em Qua 18 Out 2017, 23:16


FICHA DE RECLAMAÇÃO
— Por qual deus deseja ser reclamado/ qual criatura deseja ser e por quê?

Macária.

Acredito que a ‘deusa da boa morte’ seja uma ótima opção para o tipo de personagem que desejo criar, que é uma muito ligada ao lado ‘obscuro’, mas ainda assim tendo algo positivo para monstrar, o que pode acarretar em muitas reflexões e talvez até mesmo tornar possível desenvolver uma história com certa profundidade sentimental. Do jeito que eu gosto. Isso sem falar que a ideia de tratar a morte como algo que não precisa ser trágico realmente me agrada.

— Perfil do Personagem (Características Físicas e Características Psicológicas - preferencialmente separadas):

Físicas: De pele pálida e olhos claros, Joey Dominey apresenta também traços delicados que dão a ela uma beleza ‘comum’, mas ao mesmo tempo agradável. Certamente ela não se destacará como uma beleza de uma grande modelo, mas isso não quer dizer que não possua seu charme, um charme frio e profundamente encantador.

Os cabelos finos naturalmente são de um castanho escuro, porém, ela pode tingi-los a qualquer instante, variando do negro ao loiro mais platinado, tudo isso porque, apesar de ter uma personalidade mais tranquila, ela também aprecia mudanças no seu visual. A garota de 16 anos não pode ser considerada alta, possui 1,63 de altura, pesando 52kg.

Psicológicas: Extremamente educada e possuindo até mesmo certo carisma, a garota consegue atrair facilmente amizades. O ponto negativo é que ela é um pouco introvertida com desconhecidos e pessoas muito diferentes de si, por isso, apesar de nunca destratar alguém com quem não possua intimidade, a menina não se torna amiga de outra pessoa do dia para noite, mas qualquer um sente que pode confiar nela para uma conversa mais tranquila e com certo grau de mistérios.

Joey é apaixonada por assuntos mórbidos, por filmes de terror, por rock mais melódico, por canais mais macabros. Seu sonho é ser uma médica legista e esse assunto chega a assustar seus pais, um casal de protestantes fervorosos que se incomoda e muito com os gostos peculiares da filha. Na verdade Ethan e Marjorie são os únicos capazes de provocar certo desconforto na filha e por isso a relação da família não é tão estável como todos gostariam. A menina não sabe que fora adotada, mas lá no fundo desconfia. Com o passar dos anos vem recusando frequentar as missas e tem se dedicado ao trabalho voluntário. Ela visita algumas crianças que sofrem com câncer terminal. Consegue levar conforto a essas almas que aos poucos aceitam que a morte não precisa ser temida. Foi em uma dessas visitas a um hospital que Joey encontrou Corey, o servente manco que possui um humor agradável e aquele que em breve lhe revelaria um grande segredo sobre sua vida…

— História do Personagem:

Há 16 anos atrás Joey nascia, ficando sob responsabilidade de seu pai, mas sendo posta para adoção após a morte do homem que era policial e perdeu a vida no cumprimento do dever. Para ela, uma bebezinha de poucos meses e bochechas gorduchas e rosadas, foi fácil ser adotada por uma boa família. Os Dominey desde então já eram protestantes fiéis. Ethan era pastor, e Marjorie sua amada esposa, tinha acabado de perder um bebê e por complicações nunca mais poderia ter filhos. Apesar de tantos problemas e até mesmo de certos preconceitos por conta da religião, Joey cresceu em meio a uma boa família. Os Dominey, apesar de um pouco distantes, nunca deixaram faltar nada para pequena, talvez só um pouco mais de carinho, contudo, ‘Jojo’ acostumou-se a isso logo nos primeiros anos de vida.

Quando a adolescência chegou, amizades mal vistas pelos pais da menina começaram a aparecer. Três novos amigos de Joey se tornaram inseparáveis para ela e foram esses três que despertaram na menina o seu gosto pelo obscuro. A amizade, apesar de muito criticada pelos pais, nunca foi algo prejudicial para a garota, contudo, quando completou 15 anos ela precisou se mudar do Texas para Nova York. Foi uma tristeza, mas algo que não poderia ser evitado e dessa maneira a garota se despediu de seus fiéis ‘escudeiros’ e viajou para um mundo totalmente diferente.

A nova escola, a dificuldade de fazer novos amigos foi algo complicado no começo, porém, com o tempo ela conseguiu se adaptar, mas sendo aceita por uma turma que não tinha muito a ver com seus gostos. Todos eram filhos de fiéis da igreja onde Ethan servia como pastor. Eram adolescentes mais tranquilos, com gostos mais fechados e… sem graça. Talvez por isso Joey nunca tenha sentido a ligação que tinha com seus antigos amigos. A menina ultimamente até evita essas pessoas, conseguindo perceber que há muito de diferente nela. Os jovens falam muito de morte, inferno, sofrimento, pecados e a garota já está saturada de tantas coisas que para ela não faz nenhum sentido. Para evitar essas pessoas ela passou a se dedicar a visitar crianças com câncer terminal e se sente muito feliz com isso. Falar sobre a morte nunca foi um problema para ela e a garota até mesmo consegue confortar os pais dos pequenos.

Em um desses hospitais que costuma visitar (são dois, na verdade), ela se mantém ocupada e ainda conversa com Corey, o servente simpático que aos poucos conseguiu convencê-la e prová-la de que ela não é uma jovem comum. E duas semanas atrás veio a reclamação de Macária. O símbolo da deusa da morte brilhou sobre a cabeça da menina quando ela se emocionava profundamente após a morte de Phoebe, uma garotinha sorridente de apenas oito anos.

Falar sobre a morte é fácil para ela, sempre será, porém, nunca será fácil aceitar que uma criança tão adorável pode partir dessa maneira. A saudade fica. Por mais que os pais aceitem, ainda terão que lidar com o sofrimento de nunca mais ver aquela que tanto amavam. Joey também conheceu essa dor quando recebeu a notícia. Ela já sentia antes mesmo da visita, Phoebe acabou por ser tornar muito especial. A menina era forte, mantinha uma esperança. Apesar de não temer a morte, desejava viver para crescer e se tornar tão bonita e ‘fofa’ quanto Joey. Era isso que a pequenina dizia, por isso que a semideusa e a garotinha se aproximaram tanto e por isso também Jojo sofreu ao sentir que não havia mais esperanças para a pequena. Pela primeira vez duvidou que a morte poderia ser injusta.

Talvez o ‘sinal’ de sua mãe divina tenha aparecido como uma maneira de evitar tais pensamentos… Talvez… O importante é que Joey já não se sente mais tão confortável ao lado de seus pais, de seus amigos tão diferentes dela. Corey falou para ela sobre o ‘Acampamento Meio Sangue’. E sabendo que seus pais nunca aceitariam que ela fosse para um lugar como esse, ela decidiu que é hora de fugir. Desconfia de que essa é a melhor atitude a tomar. Não sabe como dizer para os pais que é uma semideusa, que descobriu que fora adotada. Tem até medo de ser acusada das piores coisas possíveis. Se os Dominey souberem que adotaram como filha uma ‘cria da morte’ poderiam taxá-la das piores formas. Por isso Joey decidiu se afastar e sem olhar para trás...
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Flora Carter Mitchel em Sex 20 Out 2017, 19:24


FICHA DE RECLAMAÇÃO
— Por qual deus deseja ser reclamado/ qual criatura deseja ser e por quê?

Deméter

Ando atualmente apaixonada por essa deusa e por tudo que ela representa. Além óbvio das suas habilidades de Fitocinese, onde em cada outro ”fórum” que participei sempre me atraiu primeiro. Quero criar uma personagem sofredora, típica americana com seus problemas internos. Espero também me empenhar em uma personagem que não seja voltada para lutas. É a minha primeira personagem nesse fórum, uma filha de Deméter não irá exigir muito de mim enquanto aprendo os sistemas e regras de batalhas e afins.


— Perfil do Personagem (Características Físicas e Características Psicológicas - preferencialmente separadas):

Físico: Flora é altamente simplória, delicada e sensível. É possível apenas olhando-a pela primeira decifrar seus olhos sonhadores e sua beleza comum. Sua aparência é um misto de diversas características étnico, considerando que seu pai era um autêntico inglês legítimo e sua família parte diversificado, um avô britânico, uma avó francesa com origens grego/romana e outro lado alemão.

Por seguir de uma origem simples, a jovem veste-se adequadamente confortável, não dando importância a moda que a cerca e costumes joviais do momento. Utiliza-se de pouca maquiagem, raro os momentos que é vista utilizando algo além de um batom cor de pele e um blush para “ter” um pouco de cor.


Psicológicos: Enquanto a sua aparência é passada despercebida, sua inteligência pode ser notada automaticamente. Os olhos curiosos realçam exatamente aquilo que existe, uma fome por conhecimento e saber. Não pode ser descrita como ousada, perspicaz ou atraente. É simplesmente doce como uma flor em um jardim que muitos nem ao menos percebem que se encontra ali.

Flora é apaixonada por música, arte e dança. Graças ao seu nome em homenagem a natureza, a garota passou a se interessar também pela flora que a cerca, que a alimenta, protege. É tímida o suficiente para não se aproximar de ninguém que não lhe inspire confiança, é desconfiada a ponto de não acreditar a menos que haja motivos para isso.

Quando conquistada é divertida, alegre e confidente. É possível carregar centenas de toneladas confidenciais em suas costas sem deixar escapar nenhuma simples palavra a respeito. É fiel a ponto de entregar-se e viver o problema do outro, embora não tenha empatia o suficiente para senti-lo. É apegada as coisas simples, gosta de simplicidade e acostumou-se a viver rodeada por elas, fazendo de algo ofensivo, um motivo para sorrir.  
       

— História do Personagem:

Em algum lugar qualquer de uma cidade do interior dos Estados Unidos viviam uma família simples, os Mitchel. Cercados por animais, plantações e natureza, comiam aquilo que plantavam e agradeciam a mãe-natureza pelas dádivas recebidas, mas aquele sonho terminou quando em sua porta fora deixado um cesto de palha e uma criança. Infidelidade de Robert Mitchel para com sua esposa e filhos, prova que a nova membro da família, surgida de fatos duvidosos e secretos surgia para criar laços e destruí-los também.  

Flora, nomeada carinhosamente por sua irmã mais velha por possuir uma pele rosada, cabelos loiros delicados e minúsculos dedos, surgiu na última noite de primavera na residência dos Mitchel, uma fazenda no interior dos Estados Unidos. Conquistando o seu pai e seus irmãos, atraiu logo de início o ódio de sua madrasta.

Durante os primeiros anos, foi criada com total zelo e amor, incluindo a proteção dos funcionários que ajudavam os seus pais na fazenda, mas ao completar sete anos perdeu o pai para uma doença desconhecida, tornando assim sozinha. A sua madrasta que desde então se “prendia” ao medo, rebelou-se prometendo transformar a vida de Flora em um inferno pessoal. E assim aconteceu.

A garota passava os seus dias na fazenda, realizando trabalhos não considerados delicados e o único conforto que recebia vinha de seus companheiros, outros camponeses. Mudou-se para o celeiro ao lado da casa, onde dividia o local com alguns cavalos e dormir em uma cama de feno nem um pouco confortável. Era recebida na residência apenas para buscar roupas e tomar banho, já que sua refeição era deixada separada e, portanto feita sozinha. Só que ao invés de chatear e sofrer, Flora seguia cada minúsculo gesto simples com prazer, não julgava mal sua madrasta, pois acreditava que a mesma jamais perdoaria uma traição.

Flora apaixonava-se todos os dias pela natureza e fingia-se sofrer para não ser arrancada de sua única fonte de alegria, já que sentia a falta do pai. Ao mesmo tempo nutria uma forte curiosidade por sua verdadeira mãe, saber o que fez a abandonar e entender sobre o romance que levou o apaixonado e fiel Robert a ser infiel.

Durante as manhãs, freqüentava uma escola para as crianças de região, já que o centro da cidade ficava distante para ir e voltar todos os dias. As tardes, ela aprendia sobre como cuidar da fazenda, dos animais e a sua parte preferida, as plantações. Ela sentia-se conectada de alguma forma inexplicável e lidar com a terra e o seu verde era a única forma de manter a sua mente hiperativa em silêncio.

Durante as noites, seguiam-se as festividades rurais. A religião predominante de quase toda a população daquela região constituía-se do paganismo e algumas neo-pagãs. E rituais divertidos de colheitas, danças, músicas e bebidas duravam do por do sol até o seu nascimento. Era nessas festas que Flora ouvia os sábios das regiões conta lendas e histórias de como era nos tempos de seus antepassados. Ela ficava hipnotizada ouvindo relatos de deuses e suas lendas e contos mitológicos célticos, grego-romanos e nórdicos. E em alguns momentos ela chegava a acreditar em suas veracidades.


Assim como as estações; vão-se a inocência.

Durante tempos aquela era a sua rotina, até que a chegada de uma misteriosa e desconhecida mulher na cidade mudou tudo aquilo. Rosalia de Mesminse dizia-se ser uma sacerdotisa de Hécate, e acreditava que dominava o dom da profecia. Simplesmente o fato de está no mesmo local que aquela mulher, causava calafrios em Flora, que se sentia assustada por ser atraída facilmente por tudo que Rosalia dizia.

Rosalia dizia a todos que a menina simples e filha mais nova de Robert era uma jóia especial que em pouco tempo, sentiriam a sua presença e que seus dons atrairia algo que destruiria a paz daquela cidade. E desde aquele momento, Flora aprendeu a temê-la e a sofrer durante as noites com pesadelos.

A cidade ardia em fogo, enquanto as crianças, idosos e jovens gritavam desesperados e fugiam de algo grandioso, portador de dois chifres e um tamanho suficiente para parecer-se um elefante. E aquela criatura era a destruição de toda aquela vila. E enquanto Flora desejava correr para ajudar, um ramo delicado de uvas a segurava- trazendo-a para longe, afastando até que a vila não passasse de um simples borrado ao longe.

Aqueles estavam se tornando seus últimos dias naquele lugar. Inocente demais para entender o que poderia acontecer com ela, a menina fugia de qualquer situação inusitada. Tornou-se mais solitária que o normal e até mesmo as festividades noturnas não lhe atraia mais.

Certa noite, Flora preparava-se para dormir quando sentia em seu interior um perigo eminente, jamais havia sentido aquilo. Era como se um sexto sentido tivesse sido desperto dentro de si e então a avisava para fugir. Mesmo sem entender o porquê, arrumou uma mochila com as poucas roupas que lhe cabiam e durante a madrugada, enquanto todos dormiam, saiu da fazenda. Procuraria um lugar novo para viver, mesmo sendo uma adolescente de 16 anos, não seria complicado. O difícil era permanecer e colocar em perigo pessoas que a receberam e trataram bem com a morte de seu pai.  

Atravessou a porteira que fazia a divisa com outra fazenda, tendo o devido cuidado de conseguir enxergar, mesmo em uma escuridão descomunal. Os gritos das corujas agouravam a sua partida e então um barulho próximo chamou a sua atenção. No inicio apenas uma pequena moita se remexia, talvez com o vento. Após aguçar a sua visão para visualizar melhor, ela percebeu que a moita na verdade era alguma coisa que crescia a cada segundo.

Assustada, Flora afastou-se vagarosamente, atravessando o portal, olhos mantidos na criatura. A escuridão então iniciou a revelar o que se escondia; No primeiro instante parecia se tratar de uma pessoa, porém as sombras deixaram em bastante evidência o seu enorme par de chifres que se expandia da altura da cabeça e encurvava-se quase um rodamoinho. Aparentava possuir mais de dois metros e lembrava a Flora os caras fisiculturista que ela assistia na televisão. O urro da criatura quebrou completamente o silêncio da noite, fazendo então com que a garota fugisse e iniciasse a perseguição.

Segundo as lendas, aquele poderia ser um minotauro, mas Flora havia aprendido nas festas com os seus vizinhos que a criatura possuía cabeças de boi e aquele tinha uma aparência humana se não fosse pelas pernas peludas de bode. Então poderia se tratar de um sátiro, mas felizmente aquilo não existia em seu mundo, eram apenas contos mitológicos. Certo? Errado.

A garota não era acostumada a exercícios físicos e embora não tivesse nada de errado com o seu condicionamento corporal, ela não conseguia fugir rápido, tornando a distancia entre ambos cada vez menores. A garota sentia algo passar em suas costas e então o seu corpo retirado do chão e arremessado pela escuridão. Sentiu batendo em algo pelo caminho e então algo pontudo penetrando a sua pele da perna e fazendo surgir uma sensação anestésica de um líquido quente jorrando, sangue. Gritou inutilmente, mas serviu para lhe tirar de um quase transe. Os cachorros da vizinhança latiam com o sinal de perigo e a sua frente a criatura agora revelada.

Retirado de uma gravura de um livro, o sátiro estava a poucos metros de sua queda. O olhar vermelho de raiva, o corpo arqueado e musculoso, veias saltitantes. Flora implorava para que ela acordasse, afinal poderia se tratar de apenas mais um pesadelo, mas o seu corpo permanecia vivo e conectado naquela escuridão, a ferida aos poucos tornando a doer enquanto a sua roupa se encharcava de algum líquido. – SOCORRO! – Gritou novamente, mas em vão. Ninguém poderia ir lhe socorrer, não naquela altura da fazenda. A garota perdia a esperanças arduamente, até ouvir um som de passos apressados. Não sabia se sentia aliviada ou assustada por poder ser as pessoas que conhecia e colocá-las em perigo.

Os passos tornaram-se próximos e então algo se enrolou nas pernas do sátiro e levou-o ao chão.
- Eu falei que não deveríamos ter parado naquela lanchonete. – Uma voz feminina, forte quebrava novamente o ciclo do lugar. – Vocês filhos de Ares não podem deixar de pensar em vocês nem por um segundo? Procurem a garota, segundo aquela mulher ela deve está por aqui. – Ficou silêncio por alguns segundos. – ALI, ACHEI!

E então a dor tornou-se insuportável e Flora perdeu completamente os sentidos.


Devo começar a gostar de trigos?
Flora acordou três dias após o incidente. O corpo relaxado como se tivesse saído de um demorado banho quente, embora as pernas estivessem envolvidas em tecido branco com uma madeira encostada. Visualizou todo o local, parecia um centro de tratamento medico. Ao seu lado outras camas organizadas, cada uma com um jovem deitado ou conversando com outras pessoas. Automaticamente todas as cabeças viraram-se para ela, mas o que poderia tornar-se um momento difícil foi cortado com a entrada de um jovem afeiçoado, lisas madeixas loiras e um sorriso doce. – Chamo-me Hector, filho de Apolo. Pensei que você ficaria dormindo por mais alguns dias.

E então todo o seu mundo desmoronou-se. A cada pergunta óbvia, as explicações pareciam ainda mais absurdas. E embora aquilo fosse algo difiícil de compreender, a sua aventura verdadeira com um sátiro conhecido como convertido, dizia que algo poderia ser verdade. Ouviu atentamente o desenrolar daquela conversa, e só soltou a respiração quando ouviu algo sobre filha de um deus mitológico.

Flora descobriu que havia outro mundo escondido da realidade humana, algo misturado com mitologia, medo e coisas absurdas, incluindo um acampamento para jovens parecidos com ela. Ficou ciente que Rosalia na verdade era uma semideusa “formada” que caminhava pelas cidades humanas em busca de outros meio sangues. Demorou apenas mais cinco dias para uma flor de trigo surgir em sua cabeça, reclamando-a como filha de Démeter, deusa da agricultura. Muito clichê para uma garota que nunca havia sido alguém na vida e, portanto era descendente de uma deusa sem fortes importâncias no acampamento.        
 

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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Andrea M. Lyserg em Sab 21 Out 2017, 14:36


Avaliação
Ficha de Reclamação

Joey Dominey

Você é novata no fórum? Se sim, bem-vinda, chuchu. Espero que goste do pejotinha. Devo dizer que gostei muito da personagem que você criou e antes de começar a falar da ficha devo dizer que Macária é uma deusa de ficha rígida.

Primeiro quero pedir que você atente-se a alguns erros de digitação bobos e faça uma revisão antes de postar. Também se atente ao tempo em que escreve e tente se manter consistente nele. Não vou reprovar você por isso, é apenas uma dica para que melhore até porque ninguém aqui começou como um verdadeiro Machado de Assis.

Senti falta de um detalhamento maior na sua ficha. Eu gostei muito da sua personagem, da história dela, mas achei a história tão... Vazia. Se você tivesse colocado um spoiler avisando o porquê disso eu até poderia reconsiderar e tal, mas olhando assim parece que houve uma certa preguiça na hora de escrever e detalhar. Por exemplo, o que Joey sentiu quando foi reclamada? Para onde ela foi depois disso?

Por favor, não desiste. Eu imploro. Amei muito sua personagem, mas, por enquanto, você está reprovada.

Flora Carter Mitchel

Já te dei as boas-vindas no chatbox, porém, de toda forma, bem-vinda! Também curti bastante sua história, principalmente a maneira em que me lembrou de antigos contos de fada, sabe? Fiquei fascinada com esse fato.

Também fui super surpreendida, sério. Tudo vinha sendo super fofinho, tudo maravilhoso, aí PLAU aparece um sátiro do mal? Isso porque sátiros costumam ser criaturas pacíficas, sabe? Me chocou bastante e, na verdade, não entendi o papel dele na história toda. Poderia reprovar você por incoerência, mas sou uma moça de bom coração e não achei isso uma coisa que vai fazer muita diferença entende?

Fora isso, não tenho motivos pra te reprovar. Sério. Gostei bastante da sua ficha, da personagem e até da sua escrita. Por isso, parabéns por ter conseguido passar na minha avaliação (SKJSKSJSK), a madame tá aprovada.
Why don't you just come around?

Mizera e córdia
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Re: Ficha de Reclamação

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