Ficha de Reclamação

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Ficha de Reclamação

Mensagem por Hera em Sex 07 Out 2016, 12:41

Relembrando a primeira mensagem :




Fichas de Reclamação


Este tópico foi criado para que o player possa ingressar na sua vida como semideus ou criatura mitológica. Esta ficha não é válida sob nenhuma hipótese para os 3 grandes (Hades, Poseidon e Zeus) devendo os interessados para estas filiações fazerem um teste específico, como consta aqui [link]. Para os demais semideuses, a avaliação é comum - o que não quer dizer que ao postar será aceito. Avaliamos na ficha os mesmos critérios que no restante do fórum, mas fichas comuns exigem uma margem menor de qualidade, mas ainda será observada a coesão, coerência, organização, ortografia e objetividade. Abaixo, a lista de deuses e criaturas disponíveis em ordem alfabética, com as devidas observações.




 
 


 
 


 
 


 
 


 
 


 
 


 
 


 
 


 
 


 
 


 
 


 
 


 
 


 
 


 
 


 
 


 
 


 
 


 
 


 
 


 
 


 
 


 
 


 
 


 
 


 
 


 
 


 
 


 
 


 
 


 
 


 
 


 
 


 
 



Deuses / CriaturasAvaliação
AfroditeComum
ApoloComum
AtenaRigorosa
AresComum
Centauros(as)Comum
DeimosComum
DeméterComum
DespinaRigorosa
DionísioComum
Dríades (apenas sexo feminino)Comum
ÉoloComum
EosComum
Espíritos da Água (Naiádes, Nereidas e Tritões)Comum
HadesEspecial (clique aqui)
HécateRigorosa
HéraclesComum
HefestoComum
HermesComum
HéstiaComum
HipnosComum
ÍrisComum
LegadosComum
MacáriaRigorosa
MelinoeRigorosa
NêmesisRigorosa
NyxRigorosa
PerséfoneRigorosa
PhobosComum
PoseidonEspecial  (clique aqui)
Sátiros (apenas sexo masculino)Comum
SeleneComum
TânatosComum
ZeusEspecial (clique aqui)



A Ficha


A ficha é composta de algumas perguntas e o campo para o perfil físico e psicológico e a história do personagem e é a mesma seja para semideuses, criaturas ou legados. Aqui, ressaltamos e relembramos a existência de um sistema de Legados no fórum. Com as recentes mudanças na ambientação do fórum, também, deixamos aqui explícito que os novatos que decidirem seguir para o acampamento, estarão vivendo sob a tutela e regência de Éris. Os que desejarem ser guiados por Quíron e campistas aliados do Olimpo, devem seguir para o Clube da Luta. Mais informações no tópico de trama geral do fórum.

Plágio não será tolerado e, ao ser detectado, acarretará um ban inicial de 3 dias + aviso, e reincidência acarretará em ban permanente. Plágio acarreta banimento por IP.

Aceitamos apenas histórias originais - então, ao usar um personagem criado para outro fórum não só não será reclamado como corre o risco de ser punido por plágio, caso não comprove autoria em 24h. Mesmo com a comprovação, a ficha não será aceita.

Fichas com nomes inadequados não serão avaliadas a menos que avisem já ter realizado o pedido de mudança através de uma observação na ficha. As regras de nickname constam nas regras gerais no fórum.

Lembrando que o único propósito da ficha é a reclamação do personagem. Qualquer item desejado, além da faca inicial ganha no momento de inscrição do fórum e dos presentes de reclamação (adquiridos caso a ficha seja efetivada) devem ser conseguidos in game, através de forjas, mercado, missões e/ou DIY.



TEMPLATE PADRÃO:
Não serão aceitas fichas fora desde modelo

Código:
<center>
<a href="goo.gl/6qY3Sg"><div class="frankt1">FICHA DE RECLAMAÇÃO</div></a><div class="frank1"></div><div class="franktextim">[b]— Por qual deus deseja ser reclamado/ qual criatura deseja ser e por quê?[/b]

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[b]— Perfil do Personagem (Características Físicas e Características Psicológicas - preferencialmente separadas):[/b]

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[b]— História do Personagem:[/b]

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</div><div class="frank2"></div> <div class="frankt2">Percy Jackson RPG BR</div></center>


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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Alaric L. Morningstar em Seg 02 Out 2017, 03:11

AVALIAÇÃO
Ficha de Reclamação

Victor S. B. LinsAprovado como filho de Deméter

Sua ficha foi sucinta, o que já me agradou. A história também foi bastante interessante, abordando um tema exótico e ainda aparentemente baseado em fatos reais, seguindo ouvi falar. Também curti como descreveu bem as coisas pela narração, que por sinal teve um bom domínio ortográfico, de pontuação e ainda se manteve coerente e coeso.

Devo apenas ressaltar um caso onde faltou a utilização da crase, logo no início: "se identificou fielmente com área ligada a natureza" — nesse caso, o correto seria "à natureza". Para ficar mais fácil, pense em substituir a tal palavra por um substantivo masculino, como "meio ambiente", e veja que seria precedido por "ao"; se a palavra no masculino for precedida por "a", a feminina não leva crase.

Além disso, apenas achei um pouquinho estranha a confissão do pai sobre a mãe (deusa) e o guri ter aceitado de boa, mas ok, pode acontecer, então relevei. De qualquer forma, foi uma boa ficha, e isso não mudaria o resultado. Meus parabéns.

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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por 137-ExStaff em Seg 02 Out 2017, 11:41

Atualizado
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Naytron Suiciniv Aghor em Ter 03 Out 2017, 20:19


● Por qual deus você deseja ser reclamado?
Thanatos, o deus da morte e de beleza abundante
● Cite suas principais características físicas e emocionais:
Características Físicas: Cabelos longos, ondulados e negros, olhos extremamente escuros, que nem mesmo com uma lanterna apontada em sua direção pode separar a pupila da iris, pele com uma cor castanha acinzentada, porte físico magro porém esbelto dentro dos seus limites, altura de 1,70, uma pinta no canto inferior abaixo do olho esquerdo, característica vinda de gerações por parte da mãe. olheiras negras, quase como uma maquiagem abaixo dos olhos.
Características psicológicas: calmo em muitas situações, apesar de se atrapalhar um pouco quando esta executando alguma tarefa que venha a ser preciso para impressionar alguém que admira, mente aberta, gosta de ouvir os dois lados de uma conversa e opinar sempre para a opção que ajude a maior parte, extremamente orgulhoso -aponto de ser um dos piores defeitos- e vingativo, nem que sua vingança demore anos para ser planejada ele nunca se esquecerá, muito bipolar, em alguns dias pode querer viver inúmeras vidas e no outro não querer nem mesmo a sua.
● Diga-nos: por quê quer ser filho de tal deus?
Desde pequeno as mortes ao meu redor me afetaram muito, tanto psicologicamente tanto fisicamente. Algumas fizeram de mim uma pessoa mais adulta e responsável, outras me deram força para treinar e me fortalecer. A questão é que desde sempre a morte das pessoas ao meu redor surgiam em abundancia e o simples fato de eu não ser capaz de nada para impedir fez com que eu começasse a me moldar a essa realidade.

● Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir.

A minha historia? Não sei dizer ao certo, muitas coisas da minha infância parecem ter se apagado da minha mente, por mais que eu não me lembra da maior parte eu ainda irei tentar te contar a maior parte que sei de mim, espero que não fique muito confuso.
Me lembro que desde pequeno eu era uma criança estranha comparada as outras, não só pela minha aparência, como também pela minha personalidade. Dentre todas as crianças eu sempre fui a mais quieta e calada, optando por ficar no canto da sala desenhando e pintando as criaturas que via durante a noite ao invés de jogar bola como a maioria.
O primeiro dia que me lembro de ter visto o meu pai foi no dia do meu aniversario; minha mãe estava assando um bolo delicioso que exalava seu aroma por todo o bairro, a campainha tocou e eu sabia, mesmo estando no meu quarto, que era meu pai, pois eu e minha mãe nunca tínhamos visitas, até mesmo no meu aniversario. Eu desci escondido pelas escadas e observei pela quina da parede, ele era alto e forte, usava um sobretudo negro e um chapéu que ocultava a maior parte de seu rosto, deixando a mostra apenas seus cabelos negros como o meu, minha mãe estava histérica, como uma viciada recebendo um pacote de heroína, ela tentou abraça-lo, mas ele a distanciou imediatamente, disse algo que não consegui ouvi e partiu. Me lembro claramente desse dia, afinal, foi o primeiro dia que vi meu pai e o ultimo que vi minha mãe. No resto daquele dia ela apenas falou as seguintes palavras para mim quando me aproximei:
-Você estava aqui esse tempo todo, seu idiota!Você sabe que não deve ficar por perto quando seu pai está aqui, você sabe que sua presença é muito forte para uma criança tão estupida como você!
Corri para meu quarto e passei a maior parte daquele dia chorando. Algumas horas depois, quando o Sol já estava indo embora, ouvi os passos dela, vindo do andar debaixo, passando pelas escadas até parar bem em frente ao meu quarto, ficou lá por mais de dez minutos. Eu estava assustado, ela nunca tinha feito algo parecido, eu conseguia ouvir a sua respiração no canto mais longe da porta.
-Abra a porta, filhinho. - Disse ela num tom estranho e calmo. Quando percebeu que eu não o faria voltou a dizer. - Abra a porcaria dessa porta! SUA ABERRAÇÃO!!
Em seguida vieram as batidas na porta, BOOM!BOOM!BOOM!BOOM, então a maçaneta quebrou, a porta se abria aos poucos, rangendo como um giz riscando na lousa, quando estava aberta um pouco menos que a metade pude ver seu rosto; ela segurava um taco de metal, na face esculpia um sorriso diabólico, os olhos arregalados, sedentos por algo e os cabelos sobre o rosto. Rindo como um demônio ela avançou para me atacar, u me arrastei para a parede e me encolhi entre meu joelhos, fiquei esperando ela me acerta em meio as minhas lagrimas e soluços, mas nada aconteceu, quando tomei coragem para olhar vi minha mãe paralisada sobre mim, seus olhos tremiam observando algo acima de mim,
-Você decidiu ficar? - Disse ela agora sorrindo e chorando. Um som estridente rasgou o quarto como um cão possuído tentando se comunicar, logo em seguida a expressão da minha mãe mudou completamente, agora ela estava totalmente desesperada e apavorada. - Por favor, me desculpe. - Essas foram as ultimas palavras que ouvi dela, pois logo depois desmaiei e quando acordei estava em um hospital.
Desse dia em diante eu passei por diversas situações e famílias, perdi meu melhor amigo, muitos de meus pais, e a pessoa que para sempre vou amar em incêndios que nunca ninguém conseguiu explicar, porém essas historias devem ser contadas em outro momento, pois não quero tomar a noite inteira de vocês. O resto vocês já sabem, em uma das minhas adoções conheci um grande amigo, que me trouxe até o acampamento e infelizmente também morreu para algo que incendiou a floresta onde dormíamos, e se hoje estou aqui nessa fogueira, vivo, é por que eu juro por tudo que ainda vivi, que eu vou vinga-los.

Desculpe a narrativa talvez entediante e fora do normal em algumas situações, mas é por que não me sinto muito a vontade perto de muitas pessoas.
Naytron Suiciniv Aghor
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Jeremiah Davenport em Ter 03 Out 2017, 20:37


Avaliação
Ficha de Reclamação

Naytron Suiciniv Aghor

Oi, Naytron! Creio que seja novato por essas bandas, então bem-vindo ao PJBR! Espero que você goste daqui.

Não curto muito reprovar o pessoal por isso, mas sua ficha não vai poder nem ser avaliada porque não está com o template padrão do fórum. Se você ler o primeiro post aqui do tópico você vai encontrar o template lá bem lindo, bem formoso. Peço também para que organize melhor a ficha, aumentando os espaços entre os parágrafos etc.

Lembra também de colocar uma justificativa pra ser reclamado. Precisa ter uma justificativa pra isso. Não adianta só dizer qual você quer que seja. Eu só dei uma olhada por cima da sua ficha, por isso não vou reclamar mais que isso por enquanto.

Por favor, não desiste daqui! Foi um errinho bobo que muitos novatos fazem, mas se você consertar tenho fé no teu potencial. No mais, reprovado.
Why don't you just come around?

Mizera e córdia
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Naytron Suiciniv Aghor em Qua 04 Out 2017, 02:37


FICHA DE RECLAMAÇÃO
— Por qual deus deseja ser reclamado/ qual criatura deseja ser e por quê?

Desejo ser reclamado pelo deus Thanatos, escolhi ele pelo fato de que desde pequeno tive de lidar com muitas mortes na minha vida, de alguma forma na verdade isso acabou me tornando mais forte, tanto psicologicamente como fisicamente, por mais que no começo tenha sido difícil, hoje em dia eu vejo a morte como um aprendizado. Dentre todos os deuses relacionado a morte Thanatos foi o que mais completou a minha personalidade, seja pela minha aparecia peculiar como também pela forma de ver esse lado da vida, todos os outros tinham algum furo na personalidade referente a mim, menos esse.

— Perfil do Personagem (Características Físicas e Características Psicológicas - preferencialmente separadas):

Características físicas:Cabelos longos, ondulados e negros, olhos extremamente escuros, que nem mesmo com uma lanterna apontada em sua direção pode separar a pupila da iris, pele com uma cor castanha acinzentada, porte físico magro porém esbelto dentro dos seus limites, altura de 1,70, uma pinta no canto inferior abaixo do olho esquerdo, característica vinda de gerações por parte da mãe. olheiras negras, quase como uma maquiagem abaixo dos olhos.

Características psicológicas: Calmo em muitas situações, apesar de se atrapalhar um pouco quando esta executando alguma tarefa que venha a ser preciso para impressionar alguém que admira, mente aberta, gosta de ouvir os dois lados de uma conversa e opinar sempre para a opção que ajude a maior parte, extremamente orgulhoso -aponto de ser um dos piores defeitos- e vingativo, nem que sua vingança demore anos para ser planejada ele nunca se esquecerá, muito bipolar, em alguns dias pode querer viver inúmeras vidas e no outro não querer nem mesmo a sua.

— História do Personagem:

A minha historia? Não sei dizer ao certo, muitas coisas da minha infância parecem ter se apagado da minha mente, por mais que eu não me lembra da maior parte eu ainda irei tentar te contar a maior parte que sei de mim, espero que não fique muito confuso.
Me lembro que desde pequeno eu era uma criança estranha comparada as outras, não só pela minha aparência, como também pela minha personalidade. Dentre todas as crianças eu sempre fui a mais quieta e calada, optando por ficar no canto da sala desenhando e pintando as criaturas que via durante a noite ao invés de jogar bola como a maioria.

O primeiro dia que me lembro de ter visto o meu pai foi no dia do meu aniversario; minha mãe estava assando um bolo delicioso que exalava seu aroma por todo o bairro, a campainha tocou e eu sabia, mesmo estando no meu quarto, que era meu pai, pois eu e minha mãe nunca tínhamos visitas, até mesmo no meu aniversario. Eu desci escondido pelas escadas e observei pela quina da parede, ele era alto e forte, usava um sobretudo negro e um chapéu que ocultava a maior parte de seu rosto, deixando a mostra apenas seus cabelos negros como o meu, minha mãe estava histérica, como uma viciada recebendo um pacote de heroína, ela tentou abraça-lo, mas ele a distanciou imediatamente, disse algo que não consegui ouvi e partiu. Me lembro claramente desse dia, afinal, foi o primeiro dia que vi meu pai e o ultimo que vi minha mãe. No resto daquele dia ela apenas falou as seguintes palavras para mim quando me aproximei:

-Você estava aqui esse tempo todo, seu idiota!Você sabe que não deve ficar por perto quando seu pai está aqui, você sabe que sua presença é muito forte para uma criança tão estupida como você!

Corri para meu quarto e passei a maior parte daquele dia chorando. Algumas horas depois, quando o Sol já estava indo embora, ouvi os passos dela, vindo do andar debaixo, passando pelas escadas até parar bem em frente ao meu quarto, ficou lá por mais de dez minutos. Eu estava assustado, ela nunca tinha feito algo parecido, eu conseguia ouvir a sua respiração no canto mais longe da porta.

-Abra a porta, filhinho. - Disse ela num tom estranho e calmo. Quando percebeu que eu não o faria voltou a dizer. - Abra a porcaria dessa porta! SUA ABERRAÇÃO!!
Em seguida vieram as batidas na porta, BOOM!BOOM!BOOM!BOOM, então a maçaneta quebrou, a porta se abria aos poucos, rangendo como um giz riscando na lousa, quando estava aberta um pouco menos que a metade pude ver seu rosto; ela segurava um taco de metal, na face esculpia um sorriso diabólico, os olhos arregalados, sedentos por algo e os cabelos sobre o rosto. Rindo como um demônio ela avançou para me atacar, u me arrastei para a parede e me encolhi entre meu joelhos, fiquei esperando ela me acerta em meio as minhas lagrimas e soluços, mas nada aconteceu, quando tomei coragem para olhar vi minha mãe paralisada sobre mim, seus olhos tremiam observando algo acima de mim,

-Você decidiu ficar? - Disse ela agora sorrindo e chorando. Um som estridente rasgou o quarto como um cão possuído tentando se comunicar, logo em seguida a expressão da minha mãe mudou completamente, agora ela estava totalmente desesperada e apavorada. - Por favor, me desculpe. - Essas foram as ultimas palavras que ouvi dela, pois logo depois desmaiei e quando acordei estava em um hospital.

Desse dia em diante eu passei por diversas situações e famílias, perdi meu melhor amigo, muitos de meus pais, e a pessoa que para sempre vou amar, todos mortos em incêndios que nunca ninguém conseguiu explicar, porém essas historias devem ser contadas em outro momento, pois não quero tomar a noite inteira de vocês. O resto vocês já sabem, em uma das minhas adoções conheci um grande amigo, que me trouxe até o acampamento e infelizmente também morreu para algo que incendiou a floresta onde dormíamos, e se hoje estou aqui nessa fogueira, vivo, é por que eu juro por tudo que ainda vivi, que eu vou vinga-los.
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por 138-ExStaff em Qua 04 Out 2017, 12:48

AVALIAÇÃO
Ficha de Reclamação

Naytron Suiciniv AghorReprovado como filho de Thanatos

Olá, Naytron! Então, antes de mais nada, peço que não desista da gente. Saiba que sua ficha está ótima e pronta para ser aprovada, mas você não cumpriu um dos requisitos para ela ser de fato considerada. Vide:

O personagem não é obrigado a ir para o Acampamento, mas DEVE narrar na história a descoberta de que é um semideus e sua reclamação.

No caso, você descobriu sim que é um semideus. Mas mais importante: você não narrou a sua reclamação. Reclamação, caso você não tenha lido PJO, é quando o seu progenitor finalmente o reconhece como filho, e um símbolo brilhante desenhado no ar flutua acima de sua cabeça. Esse símbolo, por você ser filho de Thanatos, pode ser uma caveira, uma foice, um corvo ou até um fantasma. São todos símbolos relacionados à morte e, por isso, não tem problema nenhum você interpretar qualquer um destes. Ainda assim, se faz necessário que em algum momento você o faça.

Não desista! Assim que arrumar este pequeno detalhe, você poderá enfim receber sua lista de poderes. De novo, seja bem-vindo ao fórum! E, qualquer dúvida, não hesite em enviar uma MP para mim, os administradores ou monitores/líderes de grupos.

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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Naytron Suiciniv Aghor em Qua 04 Out 2017, 14:37


FICHA DE RECLAMAÇÃO
— Por qual deus deseja ser reclamado/ qual criatura deseja ser e por quê?

Desejo ser reclamado pelo deus Thanatos, escolhi ele pelo fato de que desde pequeno tive de lidar com muitas mortes na minha vida, de alguma forma na verdade isso acabou me tornando mais forte, tanto psicologicamente como fisicamente, por mais que no começo tenha sido difícil, hoje em dia eu vejo a morte como um aprendizado. Dentre todos os deuses relacionado a morte Thanatos foi o que mais completou a minha personalidade, seja pela minha aparecia peculiar como também pela forma de ver esse lado da vida, todos os outros tinham algum furo na personalidade referente a mim, menos esse.

— Perfil do Personagem (Características Físicas e Características Psicológicas - preferencialmente separadas):

Características físicas:Cabelos longos, ondulados e negros, olhos extremamente escuros, que nem mesmo com uma lanterna apontada em sua direção pode separar a pupila da iris, pele com uma cor castanha acinzentada, porte físico magro porém esbelto dentro dos seus limites, altura de 1,70, uma pinta no canto inferior abaixo do olho esquerdo, característica vinda de gerações por parte da mãe. olheiras negras, quase como uma maquiagem abaixo dos olhos.

Características psicológicas: Calmo em muitas situações, apesar de se atrapalhar um pouco quando esta executando alguma tarefa que venha a ser preciso para impressionar alguém que admira, mente aberta, gosta de ouvir os dois lados de uma conversa e opinar sempre para a opção que ajude a maior parte, extremamente orgulhoso -aponto de ser um dos piores defeitos- e vingativo, nem que sua vingança demore anos para ser planejada ele nunca se esquecerá, muito bipolar, em alguns dias pode querer viver inúmeras vidas e no outro não querer nem mesmo a sua.

— História do Personagem:

A minha historia? Não sei dizer ao certo, muitas coisas da minha infância parecem ter se apagado da minha mente, por mais que eu não me lembra da maior parte eu ainda irei tentar te contar a maior parte que sei de mim, espero que não fique muito confuso.
Me lembro que desde pequeno eu era uma criança estranha comparada as outras, não só pela minha aparência, como também pela minha personalidade. Dentre todas as crianças eu sempre fui a mais quieta e calada, optando por ficar no canto da sala desenhando e pintando as criaturas que via durante a noite ao invés de jogar bola como a maioria.

O primeiro dia que me lembro de ter visto o meu pai foi no dia do meu aniversario; minha mãe estava assando um bolo delicioso que exalava seu aroma por todo o bairro, a campainha tocou e eu sabia, mesmo estando no meu quarto, que era meu pai, pois eu e minha mãe nunca tínhamos visitas, até mesmo no meu aniversario. Eu desci escondido pelas escadas e observei pela quina da parede, ele era alto e forte, usava um sobretudo negro e um chapéu que ocultava a maior parte de seu rosto, deixando a mostra apenas seus cabelos negros como o meu, minha mãe estava histérica, como uma viciada recebendo um pacote de heroína, ela tentou abraça-lo, mas ele a distanciou imediatamente, disse algo que não consegui ouvi e partiu. Me lembro claramente desse dia, afinal, foi o primeiro dia que vi meu pai e o ultimo que vi minha mãe. No resto daquele dia ela apenas falou as seguintes palavras para mim quando me aproximei:

-Você estava aqui esse tempo todo, seu idiota!Você sabe que não deve ficar por perto quando seu pai está aqui, você sabe que sua presença é muito forte para uma criança tão estupida como você!

Corri para meu quarto e passei a maior parte daquele dia chorando. Algumas horas depois, quando o Sol já estava indo embora, ouvi os passos dela, vindo do andar debaixo, passando pelas escadas até parar bem em frente ao meu quarto, ficou lá por mais de dez minutos. Eu estava assustado, ela nunca tinha feito algo parecido, eu conseguia ouvir a sua respiração no canto mais longe da porta.

-Abra a porta, filhinho. - Disse ela num tom estranho e calmo. Quando percebeu que eu não o faria voltou a dizer. - Abra a porcaria dessa porta! SUA ABERRAÇÃO!!
Em seguida vieram as batidas na porta, BOOM!BOOM!BOOM!BOOM, então a maçaneta quebrou, a porta se abria aos poucos, rangendo como um giz riscando na lousa, quando estava aberta um pouco menos que a metade pude ver seu rosto; ela segurava um taco de metal, na face esculpia um sorriso diabólico, os olhos arregalados, sedentos por algo e os cabelos sobre o rosto. Rindo como um demônio ela avançou para me atacar, u me arrastei para a parede e me encolhi entre meu joelhos, fiquei esperando ela me acerta em meio as minhas lagrimas e soluços, mas nada aconteceu, quando tomei coragem para olhar vi minha mãe paralisada sobre mim, seus olhos tremiam observando algo acima de mim,

-Você decidiu ficar? - Disse ela agora sorrindo e chorando. Um som estridente rasgou o quarto como um cão possuído tentando se comunicar, logo em seguida a expressão da minha mãe mudou completamente, agora ela estava totalmente desesperada e apavorada. - Por favor, me desculpe. - Essas foram as ultimas palavras que ouvi dela, pois logo depois desmaiei e quando acordei estava em um hospital.

Desse dia em diante eu passei por diversas situações e famílias, perdi meu melhor amigo, muitos de meus pais, e a pessoa que para sempre vou amar, todos mortos em incêndios que nunca ninguém conseguiu explicar, porém isso não vem ao caso no momento, pois a unica coisa que importa no momento é como cheguei no acampamento.
A partir de hoje já faz dois dias desde que eu e meu amigo, também um meio sangue ainda não reclamado pelo pai, estávamos nos preparando para descansar depois de uma longa jornada. O local escolhido havia sido um pequeno buraco no centro de uma gigantesca arvore, claro que não era grande o suficiente para duas pessoas, mas ele dizia que era bom para nos mantermos quentes. Ficamos acordados em turnos de duas horas, eu dormi primeiro e no pouco tempo que o fiz tive um breve pesadelo:

Eu me encontrava em um breu total, não conseguia enxergar nada além de mim mesmo. Uma voz surgiu:

-Não tema, filho. - Por mais suave e aconchegante que fosse, aquela voz me lembrava em algo aquele som estridente que ouvi no meu quarto quando era criança. - O que lhe dei pode ser considerado um fardo amaldiçoado por alguns, todavia espero que entenda que o que carrega consigo na verdade é o poder para estabelecer um equilíbrio no... - E então acordei com as sacudidas do meu amigo antes que a frase fosse terminada.

-Acorde Nay! - Com a visão ainda embaçada consegui ver que ele estava com a espada desembainhada, sinal de que algo estava errado. Me pus de pé rapidamente e tirei da minha cintura uma pequena adaga. - Temos de sair daqui, alguma criatura está atrás de nós.

- Que criatura? - Perguntei assustado, pois por mais que tivéssemos viajado por tanto tempo, nunca havíamos encontrado nada alem de algumas criaturas pequenas, e nenhuma deles havia deixado ele assim tão preocupado.

- Eu ainda não sei, mas tenho certeza que é grande demais para nós dois. - E então pulamos para fora da arvore, E assim que fizemos isso uma labareda de chamas rompeu entre nós dois, nos dividindo. Meu amigo olhou em direção de onde havia sido lançada as chamas e paralisou seu corpo com o que viu. De onde eu estava não conseguia enxergar nada, as chamas estavam muito altas, agora se espalhando para o resto da mata e formando uma nuvem espessa de fumaça. - Corra! - Gritou ele do outro lado. - Corra Nay!

Eu não conseguia me mexer, eu estava completamente atordoado pela adrenalina e medo. Pude ouvir mais uma labareda sendo lançada e em seguida algo dentro de mim surgiu, não sei ao certo o que era, mas sabia que tinha alguma coisa em relação ao meu amigo, uma sensação prazerosa, mas de um modo inevitável, como um alérgico a amendoim alimentando-se paçoca depois de duas semanas sem comer nada. Eu não podia ficar ali parado, eu tinha de fazer algo. No momento não pensei em nada, apenas deixei meu corpo fazer o trabalho. Atravessei o muro de chamas que nos dividiam em um pulo rápido, rolei nas folhas para apagar as pequenas chamas que pendiam em minhas vestimentas, entrei em posição de ataque preparado para qualquer coisa que estivesse ali, no entanto não tinha nada ali.

-Eu disse para você correr... - Olhei para a minha direita e lá estava o meu amigo, sua camisa estava com três grandes cortes na vertical, separados por não mais que três dedos, o sangue escorria de sua pele e boca.

-O que aconteceu? - Perguntei, tentando de alguma forma estancar o sangue. - Você está bem?

-Me esqueça... - Ele se engasgou no próprio sangue antes de terminar a frase, eu o sentei perto de uma arvore e ele gemeu de dor quando o encostei. - Ela vai voltar logo, eu consegui acerta-la de raspão com a minha...com a minha espada, mas infelizmente... - Ele tossiu novamente. - Infelizmente minha espada não é mais útil.

A espada dele era enorme comparada a qualquer outra, de longe poderia ser facilmente confundida com uma lança, pensei que nenhuma criatura seria pareá para ela, nunca imaginaria vê-la naquele estado; jogada no chão com pequenas chamas em sua volta, a ponta da lamina tinha envergado com o calor, formando um formato de "U", o que antes era uma espada não parecia mais que uma pequena foice agora.

-Ela está voltando. - Ele me agarrou pelos braços com uma força que imaginei ter se esvairado a muito tempo, seus olhos arregalados olhavam diretamente para trás de mim. - Esqueça, ela já chegou.

Me virei rapidamente, meu corpo gelou, meu coração parecia bombear o sangue dez vezes mais rapido, se não fosse por isso eu teria morrido no primeiro ataque. Rapidamente me joguei para o lado, o jato de fogo passou raspando pelo meu braço, quando já tinha acabado de rolar no chão arranquei a manga que pegava fogo em minha blusa e avancei, foi tudo muito rápido, não consegui analisar perfeitamente os detalhes da criatura; o que posso dizer era que ela tinha um par enorme de chifres em formato circular na cabeça, seus cabelos pareciam pegar fogo, no lugar nas mãos e dos pés haviam garras e por final mas impossível de não se notar, um par de asas com o dobro do seu tamanho, sendo quatro vezes maior que eu nesse caso.

Ataquei com a minha adaga, mas facilmente ela impediu o meu ataque usando as garras do pé para arranhar o meu braço e jogar a minha arma para o outro lado do muro de chamas. Agora eu estava desarmado com um demônio  feminino em chamas vindo em minha direção.

Eu não ia morrer, não ainda, não ali. Olhei para a minha esquerda, a espada do meu amigo já não estava pegando fogo, rolei para o lado em sua direção desviando das garras da besta, agarrei a espada e por mais incrível que pareça uma energia correu sobre meu corpo inteiro, eu estava diferente, me sentia uma nova pessoa, mais forte e corajosa, sem nenhum medo da morte, muito pelo contrario, ela estava do meu lado. O demônio veio em minha direção, girei a espada como uma foice para defender-me do ataque, pulei para trás desviando de um segundo golpe e pude ver uma brecha bem na cintura da criatura, avancei com a foice, empurrando a cintura da criatura com a curvatura da lamina, rasgando ela em duas partes.

Ela se contorcia no chão enquanto se transformava aos poucos em pó.

- Sempre pensei que eu seria o primeiro... - Por pouco eu tinha esquecido do meu amigo, quando o vi novamente ele estava pior ainda, sua blusa, que antes era azul clara estava preta com o sangue que o cobria. Corri em sua direção desesperado.

- Mas você matou varias criaturas antes de mim. - Disse tentando me controlar para não chorar novamente.

- Não me refiro a isso. - Ele riu como se aquilo fosse tão difícil quanto levantar uma tonelada, levantou o máximo possível a sua cabeça acima da minha. - Seu pai acabou de renuncia-lo... - Ele tossiu e fechou os olhos, e como ultimas palavras ele disse. - Seja bem vindo... Filho do deus da morte... Filho de Thanatos.

O caminho até o acampamento não foi tão difícil, quanto mais perto eu chegava, menos criaturas aproximavam-se, até então avistar um enorme acampamento de longe, e eu posso jurar uma coisa, se ainda estou vivo, no meio dessa fogueira com vocês, é por que eu vou vingar cada um dos meu entes.

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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Alaric L. Morningstar em Qua 04 Out 2017, 20:15

AVALIAÇÃO
Ficha de Reclamação

Naytron Suiciniv AghorAprovado como filho de Thanatos

Em primeiro lugar, gostaria de parabenizá-lo pela sua persistência, já que muitos desistem após uma reprovação.

Sua ficha ficou um tanto exótica, o que chamou um pouquinho a atenção. Além de conseguir justificar e descrever tudo muito bem, a história não foi algo muito comum (mesmo seguindo o padrão de Thanatos, conseguiu abordar certa individualidade), e também achei isso bem bacana.

Eu acabei notando uns erros de escrita pelo post, alguns que até que poderiam ser corrigidos com uma revisão. Não vale a pena citar cada um deles, então apresentarei um, logo no início:
Dentre todos os deuses relacionado a morte Thanatos foi o que mais completou a minha personalidade
Nesse caso, o correto seria: "Dentre todos os deuses relacionados à morte, Thanatos foi o que mais completou a minha personalidade" — havia faltado a concordância após 'deuses', a crase e a vírgula.

Mas, ainda assim, esses deslizes podem ser corrigidos, creio que essa parte da escrita é algo que se aprende com o tempo (aliás, nenhum de nós, cascudos no fórum, começamos ótimos). Leve isso como algo construtivo; apesar dos pesares, acredito numa evolução sua. Então, meus parabéns e seja bem-vindo.

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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por 125-ExStaff em Qua 04 Out 2017, 21:23

MAL FEITO, FEITO.
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Keith Bravheseer em Qua 04 Out 2017, 22:34


FICHA DE RECLAMAÇÃO
— Por qual deus deseja ser reclamado/ qual criatura deseja ser e por quê?

Hipnos. Ele é poderoso, além de seus poderes poderem se adaptar aos vários desafios que serão propostos no decorrer da história/fórum, algo que pra mim é fantástico e uma experiência bem nova.

— Perfil do Personagem (Características Físicas e Características Psicológicas - preferencialmente separadas):

Características Físicas: Magro e alto, medindo 1,79 metros de altura e pesando cerca de 1,56 quilogramas. Possui cabelos negros destacados e bagunçados, penteados para trás. Nenhuma cicatriz ou marca de nascença aparente, no entanto, costuma usar um anel e um colar dourados.
Moletom branco e calça jeans azul. Pele clara.

Características Psicológicas: Impaciente. Odeia pessoas que não cumprem prazos ou datas. Seu caminhar é esquisito - como um sedentário, não está apto a percorrer distâncias muito longas. Não mede esforços para ajudar amigos.

— História do Personagem:

2001 - Inverno
Uma criança nascia - criança esta, Keith Bravheseer. Seu choro era ouvido com atenção por sua mãe, que o abraçava antes de entregá-lo a enfermeira para ser cuidado.
— Ela parece bem. - Dizia uma das enfermeira, aliviada.

A mãe do recém-nascido passava bem, mesmo que inconsciente. Antes de apagar, abraçou Keith e o deixou sob os cuidados da enfermeira.

2013 - Outono
O clima estava seco. Chuvas? Há muito não se faziam presentes. Enquanto isso, a escola onde Keith passava a maior parte de seu dia andava organizando eventos - um show de talentos para que os estudantes demonstrassem do que eram capazes.
No entanto, o espetáculo estava fora de cogitação para Keith - mal falava dentro da sala de aula e durante os intervalos, imagine-se em pé diante de uma plateia. "Seria vergonhoso" concluía o garoto.

— Que coisa chata. - Murmurava Keith, reclamando do tédio que o perseguia desde o primário enquanto caminhava pelo pátio da escola, durante o intervalo.

Keith detestava a ideia de se apresentar em frente a várias pessoas, mesmo que tivesse que passar o resto da sua vida sem se destacar no colégio ou em outras áreas.
O barulho provocado pelo sinal ressoava por todo o pátio, simbolizando o fim do período - ao menos, daquele dia.

— Finalmente. Bom, hora de ir. - Dizia Keit, aliviado pelo fim do período.

Keith esperava todos saírem da escola para, enfim, poder filosofar sem interrupções durante sua caminhada de volta para casa.
Era uma caminhada longa e exaustante. Keith não possuía muita resistência, muito menos fôlego para percorrer distâncias muito longas.
A mãe de Keith passava a maior parte do tempo dentro de casa, cuidando dos afazeres domésticos, enquanto o garoto ia a escola. Seu pai - ausente - nunca enviou uma carta sequer.
Muitas coisas davam errado para Keith e, de vez em quando, até sua noção de direção vacilava, assim como naquele dia. Seus devaneios ajudavam e muito nisso, fazendo-o desviar-se do caminho mais curto de volta para sua casa.
Duas sombras acompanhavam a de Keith. Uma deles ele assimilava com um meio-homem e meio-bode, digamos, um sátiro - citado em vários livros de mitologia grega. Keith, com tempo livre, cedia ao mundo louco de deuses e criaturas bizarras, afundando num mar de pensamentos enquanto lia.
Com os pensamentos no lugar - ou nem tanto - Keith se virava para o amigo-bode.
— Quem é você? - Perguntava o garoto, se dirigindo ao amigo-bode.

— Não importa. Precisamos ir. - Respondia o sátiro ao garoto, demonstrando certa preocupação e pressa.

Keith estranhou a forma com que o amigo-bode tratava ele, pedindo por uma explicação mais detalhada:

— Explica isso melhor. - Dizia o garoto, duvidoso.

— Certo. Como posso dizer... - hesitou por alguns segundos e prosseguiu — Você, basicamente, foi quem me chamou até aqui. Eu apenas segui você e, mesmo que recuse, você tem de vir comigo. - Concluía ele, encarando Keith, no aguardo de sua resposta.

Keith se manteve em silêncio. O sátiro entendia que o garoto estava pronto para ir - experimentar novas rotinas e afins. Era um presente grandioso comparado com o tédio que Keith enfrentava diariamente.
Contudo, era hora de ir. Keith tampouco se lembrava de comunicar sua mãe, não que fosse um problema, mas ele se lembraria depois.
No meio do caminho, Keith começava a notar a presença de mais alguém. Uma sombra os perseguia, não se revelando até aquele momento. Um homem baixo portando uma faca - aparentemente, sob efeito de algum tipo de droga ou simplesmente, neurótico - partiu para cima de Keith, errando-o por poucos centímetros.
O ambiente contribuía - e muito - para o "lunático", aparentava estar acostumado com aquele ambiente. Keith sofrera apenas um corte leve, pouco profundo.
Talvez fosse sorte? "Tanto faz" pensava o garoto, reagindo ao ataque do agressor por puro instinto. Uma voz ecoava dentro de sua mente, induzindo-o a... cantar. Sim, cantar. Parecia mais um conselho.
Keith acatou a ideia de cantar e arriscou que daria certo. Mal começava e o agressor cedia ao sono, dando de cara com a terra do solo. Um brilho destacava-se, portanto, acima da cabeça do garoto, mesmo que momentâneo.
Com o "lunático" agressor caído no sono, o amigo-bode de Keith comentou:

— Vamos seguir. Acho que já têm uma pequena noção dos seus poderes. Vamos, para o Acampamento. - Ao terminar a frase, o sátiro deu as costas ao garoto e seguiu o trecho até o tal "Acampamento". Keith não tardou em acompanhá-lo, gritando a ele enquanto caminhavam:

— Vamos... eu acho. Se não for legal, eu volto.

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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Elizabeth Phantomhive em Qui 05 Out 2017, 01:04


FICHA DE RECLAMAÇÃO
— Por qual deus deseja ser reclamado/ qual criatura deseja ser e por quê?

Nyx.

Nyx é uma deusa primordial, a senhora da noite e tudo mais. Não apenas por seu imenso poder de seu domínio, desejo ser uma filha de Nyx para explorar um lado diferente de personalidade e vivência de minha personagem, assim como abrir o leque de opções e ampliar um horizonte amplo. Além disso, não consegui avistar filhos de Nyx ativos (me corrijam caso eu esteja enganada)

— Perfil do Personagem (Características Físicas e Características Psicológicas - preferencialmente separadas):

Psicológico: Elizabeth, ou Lizzie para os mais íntimos,  é uma pessoa bastante rigorosa, que geralmente crítica os costumes e maus hábitos dos outros, fazendo com que a maioria deles peça desculpas com medo de sua ira. Ela é bastante impaciente, desaprovando pessoas que não respondem suas perguntas rapidamente, o que faz com que muitos empregados de sua casa a evitem devido à sua estranheza social. Apesar disso, Lizzie tem um bom senso de justiça e orgulha-se por fazer parte da família Phantomhive. É uma pessoa fria, bonita e cheia de paixão, forte e um pouco assustadora, mas mesmo com isso consegue deixar bem claro que todos podem confiar nela. É doce quando quer, usando objetos e roupas fofas. Elizabeth já foi uma criança chorona antes de finalmente conseguir amadurecer seu lado mole. Apesar de ter uma personalidade reservada e vestir-se principalmente com roupas bonitas e chiques, a menina mostra-se uma pessoa modesta e de gosto incomum. É fraca para bebidas e, quando está bêbada, ela age de maneira agressiva para com os outros, assim como parece ter um problema em reconhecer as pessoas quando chega a esse ponto. Como toda boa britânica, tem costume de tomar o chá das cinco, além de ser extremamente pontual.

Físico: Com apenas um olhar Elizabeth ganha um bando de admiradores onde quer que vá, embora normalmente a menina apenas tolere a atenção, rejeitando qualquer conexão mais profunda. Seu cabelo é ruivo, sendo normalmente longo, mas em sua infância deixava as madeixas curtas na altura dos ombros e seus olhos lembram vagamente olhos de raposa, com íris verdes e pupilas levemente fendadas. Nesse quesito ela lembra muito um demônio raposa, sendo uma garota bela mas não tendo consciência de sua própria atratividade. Possui 165cm e pesa exatos 49kg. As curvas do corpo são sempre destacadas com as roupas que usa, e geralmente está sempre de saltos altos.

— História do Personagem:

Londres, 24 de Dezembro de 2013

A neve caía pelo lado de fora da casa do Duque Vincent Phantomhive, mostrando que o inverno viera com calma naquele ano. A pequena Elizabeth, nesta época com doze anos, encontrava-se sentada na poltrona vermelha do canto da sala de estar lotada de gente, pessoas da alta sociedade inglesa — a família real inclusa. Ela avistou o duque William junto com sua esposa, a duquesa Kate, que já esperava o primeiro filho do casal.

Infelizmente sua majestade real, a Rainha Elizabeth — e sua xará, por sinal — não havia ido àquela confraternização de Natal, para um leve desapontamento de seu pai. A família Phantomhive vinha de uma geração longa de duques e duquesas, sempre a postos para servirem a família real, sendo os bons e fiéis "Cães da Rainha" — coisa que se iniciou com seu antepassado, Ciel Phantomhive e que, por sinal, era o nome de um de seus irmãos mais velhos, em 1887 —, quando o mesmo servia de bom grado a Rainha Victoria.

Lizzie sabia muito sobre os antepassados de sua família, assim como sabia das histórias de todo e qualquer membro ali presente. Conhecia a família real, conhecia grande parte das pessoas da alta sociedade londrina e algumas outras pessoas de fora do país. Não lembrava o nome de todos, claro, pois apesar de possuir uma mente afiada e boa memória, a ruiva ainda tinha doze anos.

Ou seja, uma criança.

Soltou um pesado suspiro, voltando os olhos para o livro que lia sobre a revolução industrial e suas consequências no mundo moderno. E foi quando alguém passou por si, chamando sua atenção e não apenas pelo seu rosto desconhecido. Usava um fraque e uma calça social preta, e os cabelos estavam penteados de uma forma elegante, mas ela não o conhecia de lugar nenhum, por mais bem vestido que estivesse.

Curiosa, a criança fechou o livro e colocou-o sobre o criado-mudo ao lado da poltrona, descendo da mesma e indo atrás daquele que despertara sua atenção. As mãos delicadas seguraram uma ponta do fraque dele e o puxaram levemente, chamando sua atenção.

— Você. — a voz suave da criança fizeram o garoto virar os olhos em sua direção, as sobrancelhas levemente levantadas em surpresa. Por que ele estava surpreso? — Não o conheço. Quem é você?

— Ora, como assim você não me conhece, garotinha? — ele perguntou, o tom de voz brincalhão chegando aos ouvidos delicados, quase ferindo-os com a agressividade escondida por detrás das palavras gentis.  

— Não me chame de garotinha. — ela falou, franzindo o cenho em desaprovação. Aquele desconhecido realmente era sem modos, quem ele pensava que era para falar daquela forma tão petulante para com a futura duquesa Phantomhive?

— Prefere criança? — ele retrucou com uma risada nasal, claramente debochando da cara da filha dos Phantomhive. Lizzie bateu o pé com força, visivelmente irritada, soltando o fraque que agarrara e decidida a chamar a segurança para retirarem aquele garoto dali. Deu as costas ao rapaz e jogou os cabelos ruivos por cima dos ombros, firmando os passos em direção a seu mordomo, Sebastian. — Opa, espere ai apressadinha. — o garoto colocou uma das mãos nos pequenos ombros de Elizabeth, parando-a com delicadeza. — Sinto muito, senhorita. Foi falta de educação da minha parte.

“Que bom que sabe”

— Sou um dos convidados, como pode perceber. — ele continuou, abrindo um sorriso que havia algo a mais por detrás, não uma malícia que fizesse a menina desconfiar, mas sim de uma forma que fez até os cabelos fofos da nuca se arrepiarem. — Fui chamado por seu irmão.

— Qual dos dois? — a pequena cruzou os braços impacientemente. Ciel e Alois, seus irmãos mais velhos gêmeos, estudavam em lugares diferentes: enquanto Ciel, o futuro patriarca da família, estudava Ciência Política em Oxford, Alois estudava Relações Internacionais e Comércio Exterior na França. Ambos eram gêmeos idênticos e Lizzie era uma das únicas a saber diferenciar os dois, mesmo que fosse mais apegada à Ciel.

Além disso, conhecia seus irmãos bem o suficiente para saber que não teriam um amigo com aquele garoto, afinal tanto Ciel quanto Alois somente faziam amizades com pessoas da alta classe social londrina e ao olhar para o rapaz à sua frente conseguia ver que suas vestes eram, de longe, comuns e não de uma marca caríssima como aqueles jovens burgueses costumavam usar.

O rapaz pareceu ponderar por alguns segundos, que foram cruciais para a afirmação da menina: ele estava mentindo. Não sabia os motivos, assim como não sabia o que ele estava fazendo ali, e depois que chamasse por Sebastian iria pedir para que colocassem aquele homem para fora. Ficava surpresa, na verdade, por ele ter conseguido entrar, uma vez que as portas estavam bem guardadas.

Ou pelo menos deveriam estar.

— E então, senhor desconhecido? — um sorriso provocativo brotou nos finos lábios da ruiva, um sinal do triunfo que teria em cima daquele mentiroso. O rapaz soltou uma gargalhada alta, erguendo ambas as mãos em um claro sinal de rendição, o que fez a criança erguer uma sobrancelha em sinal de dúvida.

— Tudo bem, você me pegou. Mas não conte a ninguém, ok? — ele pediu, levando o indicador aos lábios e então fez um cafuné carinhoso na ruiva. — Estou aqui para proteger uma pessoa importante, e estou trabalhando disfarçado. Consegue fazer isso, garotinha?

Lizzie ponderou por alguns segundos. Ele não parecia estar mentindo, então daria o benefício da dúvida, embora ainda fosse pedir para Sebastian ficar de olho nele. Talvez Tanaka pudesse lidar com qualquer tipo de problemas menores, uma vez que se algo acontecesse as instruções de Michaellis eram de ficar ao lado da pequena e defende-la com sua própria vida.

Por fim soltou um suspiro pesado, enfadada com aquela conversa. Bom, ficaria de olho nele de qualquer forma, então acenou para ele com a cabeça em um sinal mudo de permissão para ficar ali, mas seu olhar era expressivo ao passar a ele a mensagem de que ficaria de olho e que, caso cometesse um deslize ou alguma gracinha, não hesitaria em coloca-lo para fora aos chutes. Ele pareceu entender e sorriu divertidamente de volta, acenando com a cabeça e piscando para a futura duquesa e lhe dando as costas, indo em direção à Meilin, uma das empregadas.

— Ah sim, como se chama? — Elizabeth perguntou, fazendo-o parar e virar-se novamente em sua direção, os lábios sussurrando um nome que a menina levaria para sempre consigo.

Christopher Mason.

****************************


A festa seguia noite adentro, alguns convidados se divertindo de maneira animada enquanto outros já haviam passado do limite do álcool e começavam a ir embora ou simplesmente pedir por um quarto na mansão do duque Phantomhive. Elizabeth sabia que seu pai jamais iria negar abrigo para aqueles nobres senhores pois, mesmo que tivesse seu lado durão com o título de Cão da Rainha, Vincent ainda possuía o generoso coração e a alma correta que sua mãe havia lhe dado.

Os olhos da menina varreram o salão de festa, tentando encontrar Christopher mais uma vez, mas falhando miseravelmente pois não o encontrava em lugar nenhum. Suspirou e voltou os olhos para o livro que tinha em mãos, uma vez que havia voltado para o mesmo lugar onde estava no início. Havia avisado Sebastian para que ficasse de olho em Mason, atento a qualquer movimento suspeito do rapaz.

De repente a música diminuiu e, quando finalmente achou que teria um pouco de paz e sossego, escutou uma das paredes do lugar explodir, caindo em uma pilha de escombros no chão. E pior ainda, em cima de Ciel.

Lizzie saltou da poltrona, o coração martelando no peito e as pernas tremendo como se fossem moles feito gelatina ao olhar quem... Não. Não era quem mas sim o que cruzou o buraco e adentrou o salão.  Metade humana, metade cobra. Mas o que, em nome da Rainha, era aquilo?

— Você! — aquela coisa falou, apontando a lança que carregava consigo para Elizabeth. — É de você que vem o cheiro, semideusa. É quem eu procuro! — ela falou, indo em direção à menina.

Indo para trás, Lizzie tropeçou nos próprios pés e caiu sentada no tapete de veludo vermelho, estendendo ambas as mãos à frente do corpo, as palmas viradas para fora e os olhos carregados de lágrimas que logo rolariam sua face, corando-lhe as bochechas levemente rosadas por conta do blush que Rachel havia passado em si.

— Fique longe de mim! — gritou, como se aquilo pudesse manter aquele monstro longe, mas infelizmente ela continuou avançando, a lança em mãos pronta para empalar a ruiva. Os olhos varreram o salão e viram seu pai retirando Ciel de debaixo dos escombros da parede, Rachel tentando chegar até eles mas sendo impedida por Alois, seu outro filho. Viu Tanaka correr ao auxílio deles e viu que Sebastian corria para si com algo em mãos.

Mas ele não chegaria a tempo.

— Tsc. Quanta responsabilidade. — uma voz soou a seu lado, fazendo com que a criança virasse na direção de quem havia falado e deu de cara com Christopher. — Ninguém cuida dessa criança? — falou, puxando algo semelhante a uma espada.

Espere, aquilo não era semelhante. Aquilo era uma espada.

— Fique para trás, garotinha. Pode deixar que eu faço o serviço aqui. — o rapaz colocou-se à frente dela, pronto para protegê-la daquela coisa que, por sinal, havia parado de avançar para encarar aquele que se colocara entre elas. — Não sabia que perseguiam crianças agora.

E, após dizer aquilo, avançou com velocidade para cima do monstro, afastando-o da ruiva com habilidade e abrindo espaço para que Sebastian chegasse até ela, ofegando e tentando respirar para recuperar a compostura de mordomo perfeito que apresentava sempre. O moreno ajoelhou-se ao lado da criança e a pegou no colo com cuidado, colando o rosto dela em seu peito enquanto começava a correr, colando o rosto torcido em uma expressão assustada em seu peito.

— Sinto muito, senhorita. — falou, parando de repente e soltando a garota no chão. Tão logo ela percebeu que estava ao lado de seu pai, que estava ajoelhado no chão ao lado de um Ciel inerte. — Lhe devo um pedido de desculpas também, senhor.

— Não se preocupe com isso. — Vincent acenou com a mão como quem diz “vá ajudar aquele garoto”. Com um aceno de cabeça o mordomo se retirou, deixando-os para trás. Vincent, percebendo o corpo pequeno de sua filha tremer, abriu um sorriso de desculpas e a puxou para si, abraçando-a a confortando-a em um abraço acolhedor. — Não se preocupe querida. Ciel está vivo, e vai ficar bem. Você também ficará bem, você verá.

Lizzie duvidou daquelas palavras, mesmo que por um instante. Do buraco na parede dava para ver a lua cheia, que parecia maior e mais brilhante naquele dia, como se chamasse a atenção da ruiva. Ela, então, colocou suas mãos no peito do pai e o empurrou gentilmente, olhando fixamente para as íris verdes do patriarca da família Phantomhive, deixando clara a sua pergunta apenas no olhar.

O que era tudo aquilo?

Vincent suspirou e desviou o olhar para a batalha que seguia entre o garoto e Sebastian e o monstro. Seria uma conversa difícil para se ter com a pequena, afinal mesmo que ela fosse uma boa entendedora ainda era uma criança.

— Filha, escute. Você não é, e nem nunca foi, uma criança normal. Nunca será, e não é apenas por ser minha filha. — o duque pareceu hesitar por alguns segundos antes de soltar toda a verdade de uma vez. — Você é uma semideusa.

— Uma o quê?

— Se-mi-deu-sa. — a voz de Christopher soou alta a seu lado, silabando a palavra. — Metade humana, metade deusa. E, pelo que surgiu sobre sua cabeça, sugiro Nyx. — Elizabeth viu uma luz surgir acima de sua cabeça, mas ao olhar para cima tudo que conseguiu captar foi um vestígio deixado seja lá pelo que estava ali. — Devo levá-la? — o garoto perguntou, encarando Vincent de maneira questionadora.

— Sim. Vai ser o melhor lugar para ela. — finalizou, ficando de pé e pegando a filha no colo. — Escute-me, Lizzie. Você vai para um lugar onde estará segura, certo? Esse lugar se chama Acampamento Meio-Sangue.



Observações:
O player Christopher Mason autorizou a citação do personagem na história. Obrigada Mason <3

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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por 137-ExStaff em Qui 05 Out 2017, 10:29

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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Lyra Stark em Qui 05 Out 2017, 16:53


   
FICHA DE RECLAMAÇÃO
— Por qual deus deseja ser reclamado/ qual criatura deseja ser e por quê?

   Despina. A escolha se deu através de questões de pura afinidade com a deusa e toda a sua história. Creio que ser filha de uma progenitora como ela é uma grande chance de criar e jogar com um personagem bem pouco explorado. Ser prole de de um deus ou deusa menor é algo que poucos buscam, mas é uma escolha totalmente compensatória e que acarreta em grande fascínio por aqueles que a escolhem.

   — Perfil do Personagem (Características Físicas e Características Psicológicas - preferencialmente separadas):

  Características Físicas: Ruiva com os cabelos lisos, a jovem Alexandra nunca foi exatamente 'alta' em comparação as pessoas a seu redor. Não que se considerasse muito baixa, mas os seus longos 1,60 pareciam não ser o suficiente para alcançar lugares muito elevados. Com olhos grandes e brilhantes e bochechas quase sempre rosadas a jovem menina mulher, apesar de apreciar as próprias curvas, nunca foi de se exibir com roupas extravagantes ou decotes exagerados... Mas isso não significa que não goste de se cuidar. Raras são as ocasiões em que os lábios carnudos não estejam avermelhados, mesmo que muito fracamente. Bom, para resumir, a filha do gelo não é exatamente vaidosa, mas também não deixa de se arrumar quando pede a ocasião.

Características Psicológicas: Estressada, carinhosa, chata, meiga, implicante, divertida, descuidada, animada, boba... Bem, em uma única palavra Alexandra é extremamente camaleônica. Seu temperamento muda drasticamente em questão de segundos e o que poderia ser um encontro fofo pode passar a ser uma discussão ampla sobre toda e qualquer coisa do universo. Mas a jovem não muda sem motivos. Ela mesmo se define como um diamante de várias faces que é visto de acordo com a posição do observador. Cada um pode ter um prêmio dependendo da 'chave' que usa.

   — História do Personagem:

- Hey... Você pode me ouvir? - No fundo eu tinha consciência de quão idiota eu deveria parecer... Mas acho que aqueles garotos e garotas já estavam acostumados - A senhora não sabe o quão estranho é jogar minha comida na fogueira enquanto meu estômago ronca e falar sozinha enquanto os outros me olham... Mas eu estou fazendo, não estou? Estou fazendo por... - Por ela? Não, eu não estava fazendo isso pela mãe que me abandonara quando eu era pequena e que nunca viera me visitar. Não estava fazendo isso pela mulher imortal que se sentara em seu trono e me vira rezar dia após dia para que ela estivesse bem quando ainda era muito pequena... Já fazia muito tempo que eu deixara de fazer tudo por ela. Eu fazia isso por mim. Estava fazendo isso para que quando eu me deitasse esta noite em algum lugar quente, onde outros jovens de minha idade também se deitavam sem remorso ou ódio, eu não tivesse que ouvir os lamentos pelo abandono ou os choros de saudades... Estava fazendo isso para que pelo menos uma vez em minha vida eu pudesse simplesmente dormir. Sem pesadelos, sem memórias, sem nada. Apenas dormir. - É, eu estou mesmo fazendo isso por mim. - Completei com os olhos baixos, suspirando com certo cansaço. Por que tinha que ser assim? Por que eu não podia ser normal? Por um momento uma pequena faísca de ódio brilhou em meu peito... Não ódio por minha mãe, mas ódio pelo que eu era, mas eu não seria assim se não fosse por ela. - Sabe, eu não me importo de ser egoísta dessa vez. Não me ocupo em negar e dizer que estou fazendo por ti e por todo o amor que tenho em meu peito... Até por que você sabe quando estou mentindo, mas não me preocupo com isso. Por que? Porque quando eu era muito pequena fui abandonada pela senhora na casa de meu pai. Por alguns anos funcionou bem e tudo mais... Acho que ele tinha remorso de me deixar.. Mas o álcool serve pra isso não é? A bebida curou o remorso e depois que ele se foi não sobrou nada. Meu pai, se é que posso chamá-lo assim, me largou na frente do orfanato. Eu cresci la, sabia? As crianças tinham medo de mim. As funcionárias tinham medo de mim.. E quando eu era adotada as famílias me devolviam! Sabe por que? POR TEREM MEDO DE MIM! - As palavras escaparam em um turbilhão e várias imagens tomaram minha mente. O homem barbudo de hálito quente e cabelos negros me olhando pela janela do carro antes de se afastar do orfanato, a mulher de roupa branca que me levara para uma sala pequena e me fizera perguntas sobre tudo em mim, as primeiras crianças que tocaram minha pele e perceberam que ela era fria, o primeiro quarto que dividi com alguém, meu primeiro aniversário naquele lugar, minha primeira adoção, minha primeira devolução... Fora tudo extremamente rápido.

Um pouco impaciente usei a mão direita para arrumar uma mecha atras da orelha antes de voltar a falar, tomando fôlego com certa decepção - Sabe mãe... Eu perdi coisas demais, tive que me despedir de pessoas demais. Você se lembra não é? Tive um ou outro amigo no orfanato, mas sempre que alguém me aceitava acabava sendo adotado e eu nunca mais o via. Quando era adotada me devolviam em menos de uma semana e depois de tudo ainda tinha você. Antes eu rezava todas as noites para que você viesse me buscar ou para que simplesmente estivesse bem.. Mas você nunca respondeu, não é? Nunca tive qualquer vislumbre de que você ainda era viva ou qualquer sinal de que me ouvia. Em troca eu recebi outra coisa não foi? É, você sabe que sim. Hoje é meu primeiro dia de acampamento e não sei bem o que eu devia fazer... Na maioria dos acampamentos você vem de ônibus ou coisa assim... Mas eu tive que vir carregada por um sátiro, não é? Tive que ver o orfanato sendo queimado por aquela mulher-cobra idiota e eu não pude fazer nada... O sátiro a chamou de dracaena, sabe.. Não sei se significa algo para você, mas para mim parece um nome idiota. - Um sorriso desanimado tocou meus lábios e meu olhar se voltou para as chamas. Até que não parecia tanta loucura assim. - A única casa que tive algum dia agora não passa de cinzas e as únicas pessoas que conhecia acreditam que eu sou uma criminosa revoltada. Não que eu me importe com o que as pessoas pensam, mas não sei se essa é uma boa fama para cultivar. - Murmurei dando de ombros para a ultima parte. - Bom... Parece que agora você teria que me 'reclamar' ou algo do tipo... Um sinal, sabe? Quer dizer, claro que sabe... Mas não faz mal avisar. Olha mãe, você não é exemplar. Você não é carinhosa, não é atenciosa, não é amorosa e não chega nem perto de ser responsável, mas eu não tenho ódio por ti. Acho que deveria saber disso enquanto decide se vai se revelar ou não... Bom... Tem mais alguns 'sem-teto' por aqui, então acho que eu vou me sentar. Hum... Amém? - A palavra soou quase como uma pergunta enquanto minhas sobrancelhas se arqueavam para o fogo. - Não sei se devo ou não falar amém, então eu vou falar ok? Bom... Não demore ok? Acho que talvez eu precise sim sentir o gostinho de como é ter mãe. Han... Amém. - O 'amém' ja não era uma pergunta. Mas também não parecia religioso... Era como uma espécie de despedida, sendo a ultima palavra pronunciada antes de eu me afastar, andando para a mesa de Hermes poucos segundos antes de ver a projeção de um floco de neve ampliado girando sobre minha cabeça. Sem reação apenas voltei a encarar o vermelho vivo das chamas, boquiaberta com a 'agilidade' de minha progenitora, e assentindo com um gesto de cabeça muito leve para todos aqueles que me davam tampinhas mas costas ou coisas do tipo. Vagamente pude ouvir o centauro que me se apresentara como o diretor de atividades do Acapamento falando sorridente - Despina! - Dissera ele. O resto do jantar passara como um borrão e a ultima coisa que pude ver foi o teto azul claro do chalé para o qual eu havia sido mandada, dormindo quase instantaneamente em meio aos outros filhos da deusa de gelo.
   
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Lorenzo Steffanina em Qui 12 Out 2017, 17:04


FICHA DE RECLAMAÇÃO
— Por qual deus deseja ser reclamado?

Phobos. É o deus do medo, muitas vezes associado ao mal, a tudo que pode ser ruim para o espírito humano. Lorenzo foi criado dentro da igreja e, apesar de sempre sentir-se cercado de coisas sobrenaturais, sempre foi obrigado a rejeitar o que não era divino, segundo as crenças de seus pais. Portanto, a verdade sobre ele é justamente o contrário do que ele vivia.

— Perfil do Personagem (Características Físicas e Características Psicológicas - preferencialmente separadas):

Físicas:
Enzo tem cabelos loiros muito claros, olhos azuis e profundas olheiras, de modo que parece estar sempre doente. Tais marcas são decorrentes de seus problemas para dormir, causados pela constante sensação de estar sendo vigiado por seres sobrenaturais.

Psicológicas:
O garoto costumava ser muito inseguro em relação à vida familiar, sempre se esforçando ao máximo para agradar o pai rígido, mas isso começou a mudar quando descobriu quem era seu pai verdadeiro e acabou se surpreendendo com sua própria frieza em determinados momentos. Pode-se dizer que muito do psicológico de Lorenzo está em processo de mudança.

— História do Personagem:

Lorenzo nasceu na Filadélfia, cidade de Rocky Balboa, no estado de Nova Iorque. Filho único de um exigente casal muito atuante na igreja cristã local, o garoto viveu a vida toda esforçando-se para ser perfeito. Desde o penteado, passando pelo nó da gravata e pelo lustre do cinto, até chegar aos cadarços dos tênis. Suas notas eram as melhores, seu falar era polido, jamais se exaltando, e seus dedos eram habilidosos ao tocarem as teclas do piano da mãe.

Mas o garoto tinha um problema. Apesar de toda a aparência de perfeição, Lorenzo sentia-se constantemente perseguido. Por vezes sentia que havia alguém, uma sombra, olhando para ele quando ia dormir e seguindo seus passos em cada caminho que tomava sozinho. Seus receios e dúvidas sobre o que era real ou não só aumentavam a cada dia e ele não tinha coragem de contar aos pais tudo aquilo pelo que estava passando. O pai diria que aquilo era alguma influência satânica e que ele precisava se voltar mais para Deus, a mãe mandaria que ouvisse o pai.

Ele poderia duvidar disso, mas também tinha seus pecados. Lorenzo sabia que o pai odiava que ele assistisse a filmes de terror, ficção científica e, principalmente, épicos, que tratavam das histórias de heróis greco-romanos, mas ele os assistia e lia livros sobre tais assuntos mesmo assim. Muitas vezes chegava a acreditar que tais obras de ficção eram as responsáveis por suas visões e impressões do sobrenatural, tal como seus pais e os demais fiéis da igreja acreditavam, mas isso lhe parecia tão absurdo que ele continuava entretendo-se com tais assuntos por debaixo dos panos. Era ficção, afinal de contas.

Foi numa noite de quarta-feira, dia de culto na igreja, que as coisas mudaram. Lorenzo mais uma vez estava a ponto de atrasar a família, mas não conseguia parar de pensar que a sombra perseguidora daquela tarde parecera ser muito mais forte e poderosa do que qualquer outra. Porém, em todas as vezes que ele se voltou na direção dela, a mesma sumia e ele não conseguia compreender o que estava acontecendo. Quando desceu de seu quarto para a sala, precisou refazer o nó da gravata e foi ouvindo sermão do pai de dentro de casa até o carro sobre comprometimento com as coisas de Deus e toda aquela ladainha. Ele dava importância à igreja, apenas não concordava com alguns — vários — exageros dela.

Segundo o pai, o palestrante daquela noite era um jovem que tinha muito exemplo a dar para Lorenzo, portanto ele deveria prestar a devida atenção à pregação da noite. Sempre em tom de reprovação era como o pai lhe falava, por mais que o garoto nada tivesse feito de errado. Ao menos não abertamente... Mas as coisas mudaram assim que ele chegou lá. Para começar, o palestrante tinha um olhar um tanto intimidador para alguém tão jovem, depois, quando se sentaram, Lorenzo percebeu que era alvo constante do olhar do rapaz e, assim que fizeram a primeira oração, toda a igreja foi posta para dormir.

O garoto acordou no porão e viu todos amarrados. O jovem palestrante já não usava mais o paletó e as mangas de sua camisa preta estavam enroladas, de modo a exibir uma quantidade absurda de tatuagens que se estendiam até o pescoço. Sua expressão tinha mudado e ele claramente não tinha intenções de bancar o bonzinho com quem estava ali, mantendo o pastor da igreja preso para demonstrar isso. Mas a coisa mais intrigante foi que ele se dirigiu especificamente a Lorenzo quando ele acordou, como se estivesse desde o início apenas esperando pelo despertar do loiro.

O rapaz, que se identificou por todos os nomes dados ao capeta, estava ali para revelar a verdadeira natureza daquele garoto de 15 anos, contar a ele o motivo de toda a perseguição sombria pela qual passava. Primeiro, contou a Lorenzo que tudo aquilo tinha um motivo para acontecer: ele não era como as demais pessoas. Enzo era um semideus. Ele sabia muito bem o que o conceito significava, a despeito do que o pai permitia que ele soubesse. Instigado pelo rapaz misterioso, Lorenzo foi levado a questionar o homem que o criara sobre a verdade por trás de si mesmo e acabou descobrindo, entre gritos de um desprezo acumulado, que seu pai verdadeiro era um deus grego, o próprio rapaz que ali estava.

Lorenzo sentiu-se quebrar por dentro. A ideia de ter vivido um engano durante todos aqueles anos era terrível demais para ser aceita tão facilmente, mas, ao mesmo tempo, fazia todo o sentido. Isso explicava o motivo de seu pai — seu falso pai — nunca ter-lhe demonstrado amor verdadeiramente. O homem explicou que cometera o erro de se apaixonar pela mãe de Enzo e que, mesmo sabendo que ela estava grávida do diabo, aceitou-a em sua vida e prometeu a si mesmo que arrancaria a sombra daquele pecado da existência, reprimindo toda e qualquer tentativa de aproximação que ele quisesse ter com a criança.

Mas não havia como lutar contra a natureza do menino e o homem sabia que Lorenzo passava longe de ser o filho perfeito que ele pintava para as pessoas. Em outras palavras, ele sabia exatamente tudo que Lorenzo vivia e apenas se quedava a odiá-lo, bem como a sua origem, em vez de ajudá-lo a compreender e enfrentar seus problemas. O loiro odiou aquele homem tão instantaneamente quanto se abre o olho ao despertar e, ao pensar na mãe, sentiu-se traído e ferido de morte, uma vez que ela sabia exatamente o que ele era.

O rapaz outrora desconhecido e agora revelado como Phobos, o deus do medo, socou o homem e o amarrou a uma mesa, demonstrando ódio por todo o desprezo que ele tinha feito seu filho sofrer. Em seguida, deu a Lorenzo uma faca e uma lança e o instigou a lutar contra dois capangas que ele tinha levado como uma forma de teste. Se passasse, poderia tirar a vida do falso pai com suas próprias mãos.

Enzo aceitou o desafio e descobriu-se verdadeiramente hábil com a lança, por mais que nunca tivesse manejado qualquer tipo de arma antes. Foi como se seu corpo tivesse finalmente encontrado seu ritmo perfeito e o próprio garoto se surpreendia com o modo fácil com que sabia lutar, como se todos os filmes que assistira tivessem lhe dado as habilidades necessárias para aquelas duas batalhas. Ele saiu ferido, é claro, e também furioso quando uma garotinha inocente se soltou das cordas e tentou parar a briga só para ser brutalmente assassinada pelo segundo capanga.

Ao derrotar os dois, porém, Lorenzo se recusou a matar o homem que o criara. Não por amor, que fique claro, mas porque não queria mais ter qualquer tipo de contato com ele. Ao ser questionado por Phobos, deu de ombros para deixar claro que também não se importava se o homem morreria ou não. Tudo o que ele queria era ir embora dali com sua mãe e deixar que os demais fiéis fossem embora para suas casas. Phobos quisera matá-los, mas Lorenzo não achou que seria justo, afinal eles nada tinham a ver com a enganação em que ele passara a vida mergulhado. O deus respeitou o desejo de seu filho e libertou todos.

Horas depois, quando a mãe apenas confirmou a história e justificou que jamais contara qualquer coisa a ele por medo do que o marido poderia lhe fazer, Lorenzo desejou que o pai verdadeiro aparecesse novamente. Ouvindo o pedido do filho, Phobos apareceu na residência do garoto e lhe entregou outros dois itens especiais, além de falar para ele sobre um lugar especial para outros semideuses, um refúgio seguro onde se podia treinar e evoluir as habilidades. Chamava-se Acampamento Meio-Sangue.

Lorenzo decidiu que procuraria o local dali a algum tempo, mas antes precisava adaptar-se à sua nova condição e ajudar a mãe a se reerguer do luto e da rejeição que passaria pelas mãos dos fiéis da igreja. Com certeza a vida social deles, que se resumia àquele grupo, estava acabada, mas uma nova vida parecia se mostrar diante dos olhos deles a partir daquela estranha noite. Tudo mudaria para Lorenzo McKinley Steffanina, o filho de Phobos.

OBSERVAÇÃO IMPORTANTE: Os eventos citados nesta ficha ocorreram na missão Take Me To Church, que serviu como um plano de fundo para a narrativa aqui presente.
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Diana Lovelace em Qui 12 Out 2017, 17:59

Alexandra Jones:

A única coisa que tenho para reclamar da sua ficha é só porque você não dividiu a história em mais parágrafos, o que, de certa maneira, atrapalha um pouco a leitura porque é mais fácil de se perder. Portanto, sugiro que você comece a fazer isso. Fora isso, sua ficha foi espetacular no meu ponto de vista.

Bem-vinda, filha de Despina.

Lorenzo Steffanina:

Bem, eu não sei se eu posso falar isso, até porque você meio que narrou algo que aconteceu em uma missão, mas foi um pouco incoerente Phobos aparecer. Afinal, deuses costumam ser bem ausentes na vida dos filhos e, mesmo em reclamações, eles não costumam aparecer, só mandando na maioria das vezes aquele símbolo que aparece na cabeça dos semideuses. Bem... Como é uma ficha para um deus fácil, eu vou deixar passar. Porém, tome cuidado.

Bem-vindo, filho de Phobos.
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por 125-ExStaff em Qui 12 Out 2017, 22:22

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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Caleb Wolff em Ter 17 Out 2017, 21:08


FICHA DE RECLAMAÇÃO
— Qual criatura deseja ser e por quê?

Sátiro, porque né? Só falta ele pra ter pelo menos um fake de cada cor e também tem a paradinha da trama conjunta dos meus espíritos da natureza.

— Perfil do Personagem (Características Físicas e Características Psicológicas - preferencialmente separadas):

Físicas:
Caleb é loiro, tem os olhos claros e os dentes tortos, de modo que parece uma criança trocando dentição quando sorri. Tem 15 anos e uma altura mediana, não é muito forte e também não é magricela.

Psicológicas:
Caleb se impressiona com qualquer coisa, tendo a péssima mania de aumentar em sua mente todos os fatos dos quais toma conhecimento. Não que ele seja fofoqueiro, apenas é capaz de achar que um formigueiro é uma montanha gigante e acaba causando problemas com todo esse exagero. Ainda assim, é gentil e faz amizade facilmente, normalmente sendo um elo em um grupo, vendo o melhor em cada um.

— História do Personagem:

Caleb nasceu no Acampamento Meio-Sangue, filho de um sátiro guerreiro e membro de importância do Conselho do Casco Fendido com uma dríade de mangueira. Cheio de bondade, o jovem sátiro cresceu cercado de outros seres da natureza e facilmente aprendeu a fazer amigos, sendo sempre uma companhia agradável no grupo de crianças da floresta e mesmo entre os semideuses.

Ele também sempre foi extremamente curioso, o que o fazia buscar conselhos entre os anciãos e ler todos os livros que podia na biblioteca do refúgio. Por conta disso, o garoto bode descobriu muito cedo sobre vários perigos do mundo mítico e acabou se tornando bastante medroso. Assim, ele sempre fez questão de se manter distante de todas as ameaças possíveis e, principalmente, imagináveis.

Até que ela chegou.

Ivy Woodsen, uma corajosa dríade que salvou uma mudinha de sua árvore e arriscou sua vida para chegar ao acampamento. Ela poderia ter morrido em um incêndio criminoso causado por semideuses e — Caleb ficou pasmo — sátiros rebeldes, que estavam planejando uma espécie de motim contra o refúgio. Ivy, aparentemente, não soube bem o que os motivava, mas ficou claro que estavam empenhados em cumprir seu objetivo.

Caleb admirou a coragem da jovem dríade — e sua beleza também, claro — e sentiu-se pessoalmente ferido ao saber que seres de sua própria espécie estavam fazendo algo tão bárbaro. Pela primeira vez em muito tempo o jovem sentiu-se impelido a comprar uma briga, por mais perigosa que pudesse se mostrar. Ele tinha plena consciência de que precisaria trabalhar muito no medo que sentia até de sua sombra, mas sabia que valia a pena.

Assim, aos 15 anos e com tremeliques nas mãos, Caleb Wolff fez um juramento pelo nome de Pã que se tornaria um defensor implacável da natureza e do refúgio, tomando para si a luta contra o misterioso grupo de rebeldes, ainda que precisasse lutar sozinho contra eles e mostrar à linda Ivy Woodsen... ou melhor, a todo mundo o quão heroico ele poderia ser...
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Joseph K. Napier em Ter 17 Out 2017, 21:50

AVALIAÇÃO
Ficha de Reclamação

Caleb lobãoAprovado como sátiro

Apesar de aprovado, gostaria de deixar ressaltado que foi por pouco. Sua escrita é boa, mas sua ficha foi extremamente resumida. Não tenha medo de detalhes e desenvoltura no texto! No mais, parabéns! (Avaliado pela Vicka linda sz)


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Re: Ficha de Reclamação

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