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Ficha de Reclamação

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Ficha de Reclamação

Mensagem por Psiquê em Sex 07 Out 2016, 12:41

Relembrando a primeira mensagem :




Fichas de Reclamação


Este tópico foi criado para que o player possa ingressar na sua vida como semideus ou criatura mitológica. Esta ficha não é válida sob nenhuma hipótese para os 3 grandes (Hades, Poseidon e Zeus) devendo os interessados para estas filiações fazerem um teste específico, como consta aqui [link]. Para os demais semideuses, a avaliação é comum - o que não quer dizer que ao postar será aceito. Avaliamos na ficha os mesmos critérios que no restante do fórum, mas fichas comuns exigem uma margem menor de qualidade, mas ainda será observada a coesão, coerência, organização, ortografia e objetividade. Abaixo, a lista de deuses e criaturas disponíveis em ordem alfabética, com as devidas observações.




 
 


 
 


 
 


 
 


 
 


 
 


 
 


 
 


 
 


 
 


 
 


 
 


 
 


 
 


 
 


 
 


 
 


 
 


 
 


 
 


 
 


 
 


 
 


 
 


 
 


 
 


 
 


 
 


 
 


 
 


 
 


 
 


 
 


 
 



Deuses / CriaturasAvaliação
AfroditeComum
ApoloComum
AtenaRigorosa
AresComum
Centauros(as)Comum
DeimosComum
DeméterComum
DespinaRigorosa
DionísioComum
Dríades (apenas sexo feminino)Comum
ÉoloComum
EosComum
Espíritos da Água (Naiádes, Nereidas e Tritões)Comum
HadesEspecial (clique aqui)
HécateRigorosa
HéraclesComum
HefestoComum
HermesComum
HéstiaComum
HipnosComum
ÍrisComum
LegadosComum
MacáriaRigorosa
MelinoeRigorosa
NêmesisRigorosa
NyxRigorosa
PerséfoneRigorosa
PhobosComum
PoseidonEspecial  (clique aqui)
Sátiros (apenas sexo masculino)Comum
SeleneComum
TânatosComum
ZeusEspecial (clique aqui)



A Ficha


A ficha é composta de algumas perguntas e o campo para o perfil físico e psicológico e a história do personagem e é a mesma seja para semideuses, criaturas ou legados. Aqui, ressaltamos e relembramos a existência de um sistema de Legados no fórum. Com as recentes mudanças na ambientação do fórum, também, deixamos aqui explícito que os novatos que decidirem seguir para o acampamento, estarão vivendo sob a tutela e regência de Éris. Os que desejarem ser guiados por Quíron e campistas aliados do Olimpo, devem seguir para o Clube da Luta. Mais informações no tópico de trama geral do fórum.

Plágio não será tolerado e, ao ser detectado, acarretará um ban inicial de 3 dias + aviso, e reincidência acarretará em ban permanente. Plágio acarreta banimento por IP.

Aceitamos apenas histórias originais - então, ao usar um personagem criado para outro fórum não só não será reclamado como corre o risco de ser punido por plágio, caso não comprove autoria em 24h. Mesmo com a comprovação, a ficha não será aceita.

Fichas com nomes inadequados não serão avaliadas a menos que avisem já ter realizado o pedido de mudança através de uma observação na ficha. As regras de nickname constam nas regras gerais no fórum.

Lembrando que o único propósito da ficha é a reclamação do personagem. Qualquer item desejado, além da faca inicial ganha no momento de inscrição do fórum e dos presentes de reclamação (adquiridos caso a ficha seja efetivada) devem ser conseguidos in game, através de forjas, mercado, missões e/ou DIY.



TEMPLATE PADRÃO:
Não serão aceitas fichas fora desde modelo

Código:
<center>
<a href="goo.gl/6qY3Sg"><div class="frankt1">FICHA DE RECLAMAÇÃO</div></a><div class="frank1"></div><div class="franktextim">[b]— Por qual deus deseja ser reclamado/ qual criatura deseja ser e por quê?[/b]

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[b]— Perfil do Personagem (Características Físicas e Características Psicológicas - preferencialmente separadas):[/b]

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[b]— História do Personagem:[/b]

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</div><div class="frank2"></div> <div class="frankt2">Percy Jackson RPG BR</div></center>


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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Catherine Burkhardt em Dom 15 Abr 2018, 21:46


Avaliação




Acir Santos — Reprovado como filho de Macária


Hello, dear. Infelizmente, terei que reprova-lo nessa ficha. Como você pode ter notado na lista dos deuses, Macária é uma das divindades cuja avaliação é rigorosa. Esse foi um dos fatores para sua reprovação. Você escreve bem, mas faltou uma revisão mais cuidadosa do texto, pois encontrei erros de pontuação e algumas frases sem coesão. Por exemplo:

Meu nome é estranho comparado aos nortes americanos, eu não tenho problema com isso, afinal, não sou norte-americano, sou brasileiro, então para mim foi bastante difícil me adaptar a américa, mas... necessário.

Primeiro, após a segunda vírgula deveria vir algum conjunção, como mas, para conectar as duas frases. Por outro lado, nesse trecho há um uso exagerado de vírgulas E conjunções. Isso poderia ser resolvido com uso de um ou dois pontos finais.

Meu país é belo, seja de terras, flora e fauna diferenciada, ao povo, a mistura de diferenças etnias, a essa cultura, mesmo que o processo tenha sido forçado, a verdade é que para muitos é ruim ver alguém desafiar o sistema, de dizer, “NÓS EXISTIMOS” , “NÃO SOMOS SELVAGENS”, “SÓ QUEREMOS MANTER  A NOSSA CULTURA, SÓ QUEREMOS PODER EXISTIR EM BOAS CONDINÇÕES”, meu pai falou tudo isso, ele desafiou e essa foi a resposta

Nesse trecho nota-se mais uma vez um uso excessivo de vírgulas. Por conta disso, ao ler tudo de uma vez, as frases mudam de ideia, de significado muito rápido, atrapalhando tanto a coesão quando a fluidez do texto.

Um outro ponto ausente que contribuiu para sua reprovação foi a ausência da reclamação do personagem. Ela é citada, sim, mas de uma maneira tão rápida que não informa como aconteceu nem como você chegou até o acampamento - que, devo lembrá-lo, está sob domínio de Éris no momento.

Revise seu texto, aprimore estes pontos e outros pequenos deslizes que você encontrar e reposte sua ficha, pois não tenho dúvidas que você consegue passar seu personagem numa próxima tentativa!

Dúvidas ou reclamações, é só mandar por mp.
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Acir Santos em Dom 15 Abr 2018, 23:26


FICHA DE RECLAMAÇÃO
— Por qual deus deseja ser reclamado/ qual criatura deseja ser e por quê?

Macária. Quando decidir criar o Acir, eu já tinha alguns deuses que poderiam se encaixar melhor com a história de vida e personalidade do meu personagem, estavam entre eles Macária, Ares e Atena, no entanto devido a evolução dos poderes e o desfecho que pensei, Macária seria a mais indicada.


— Perfil do Personagem (Características Físicas e Características Psicológicas - preferencialmente separadas):

Acir tem onze anos de idade, herdou deu seu pai e de sua ancestralidade indígena a maior parte de suas características, como sua cor de pele que muitos já consideraram vermelha, seu longo cabelo escuro e sedoso, seu olho um pouco puxado e seu sorriso, que muitos diriam ser puro e encantador. Não há manchas em sua pele, ela é simplesmente límpida e bela.
Sua altura é considerada baixa para outros garotos de sua idade, além do fato de estar no início da puberdade, por isso sua voz é muito mais doce e ele é geralmente confundindo com uma menina. Ele também é bastante magro.

Apesar da sua idade, Acir mostra uma maturidade e um pensamento de uma pessoa mais velha, ele já leu inúmeros livros de várias coisas, tem uma paixão por conhecimento, não sendo inocente ao ponto de acreditar em ideias que muitos consideram verdadeiras, ele conhecer a dor, conhece a vida e acima de tudo conhece a guerra. A guerra que cada um vive, a que seu pai e seu povo viveu. Devido a todo processo educacional e a experiência que ele mesmo novo percebeu, é claro as vezes faz birra, é claro as vezes ele só quer se divertir e não pensar em mais nada, mas para o povo de Acir, esse é um luxo que ele não pode ter.
Mesmo assim, é um garoto gentil e doce, com medo de muitas coisas, mas sem medo de dizer “Eu sou Acir e essa é a minha história”.

— História do Personagem:

Meu nome é Acir, na verdade, Moacir Santos, Acir é um apelido. Meu nome é uma junção de duas palavras na língua tupi, a tradução seria algo como, “O que vem da dor”. As vezes me pergunto o motivo do meu pai ter escolhido esse nome...
Meu nome é estranho comparado aos nortes americanos, eu não tenho problema com isso, afinal, não sou daqui, sou brasileiro, então foi bastante difícil me adaptar a américa mesmo que necessário.
Eu não conheci minha mãe, ainda não conheço, eu só sei o que meu pai me contava e sua história. Meu pai foi um líder, um grande líder, ele protestou inúmeras vezes por nossa terra, ele protestou inúmeras vezes para que tratassem nós, nativos, como seres humanos e não como selvagens, como muitos ainda pensam quando ouve a palavra “índio”. Ele foi um dos poucos que saiu para fazer um curso superior, que foi aclamado na política e por essa luta, e por nossa terra, por condições básicas de sobrevivência que foi reconhecido até internacionalmente, viajando para o mundo, para falar sobre sua experiência de vida como amerindio.
Foi assim que meu pai, conheceu a minha mãe. Quando ficávamos sozinhos, ele me falava:

” Era a mulher mais bonita que já conheci. Sua mãe resplandecia uma serenidade e um misticismo, uma beleza que superava as lendas de Iara, para mim era como uma deusa. Ela tinha uma empatia fora do comum e essas pequenas coisas da personalidade dela acima de tudo fez com que me apaixonasse, porém, após uma noite eu nunca mais a vi. Até que depois de um longo tempo, você apareceu para mim, no momento que olhei para seus olhos, eu soube que você era o fruto do nosso amor, mesmo que breve, com você seria infinito. ”

E eu olhava para o céu e quando pensava nela, imaginava sua beleza como José de Alencar falava de Iracema, eu imaginava o papai, a mamãe e eu junto... Isso nunca aconteceria, meu pai foi morto.
Meu país é belo, seja de terras, flora e fauna diferenciada, ao povo, a mistura de diferenças etnias e culturas, mesmo que o processo tenha sido forçado. A verdade é que para os grandes senhores de terra é ruim ver alguém desafiar o sistema, de dizer, “NÓS EXISTIMOS, NÃO SOMOS SELVAGENS, SÓ QUEREMOS MANTER A NOSSA CULTURA, SÓ QUEREMOS PODER EXISTIR EM BOAS CONDIÇÕES”, meu pai falou tudo isso, ele desafiou e essa foi a resposta. Somente eu chorei naquela noite, todos meus outros familiares e as pessoas de minha tribo não, era comum morrer em sua luta.
E eu realmente não queria está agora nos Estados Unidos, mas, meu pai tinha deixado a minha guarda para um de seus amigos que ele conheceu lá, o tio Carlos, todos meus familiares entenderam, eu não. Eu queria ser que nem meu pai, eu não consigo compreender porque não me deixaram lá, apesar de o Tio Carlos ter me ensinado muita coisa, como a ficar fluente em inglês, ele não era o papai.
Para deixar a minha vida ainda mais de cabeça para baixo, eu conheci o Tom. Para mim, ele se tornou um grande amigo, eu só não esperava que ele fosse me mostrar um outro mundo. Tudo ocorreu alguns meses depois do ocorrido com meu pai, eu já estava indo para um colégio público e facilmente nos tornamos amigos.
No entanto, certo dia o Tom me contou seu segredo, ele não era humano, e é claro primeiro achei que era brincadeira, mas como eu poderia negar pernas de bode?! Foi inicialmente muita coisa para assimilar, eu entrei em um estado de negação, até perceber que ele estava certo, uma vez que você percebe que o Mundo não é preto e branco, você enxerga diversas cores e eu percebi inúmeras coisas eram reais, quando já acreditei ser minha imaginação, principalmente a respeito da minha mãe, meu pai estava certo, ela era uma divindade.
Um ou dois dias após eu aceitar de fato, eu decidir obedecer aos conselhos de Tom, aparentemente nenhum lugar era seguro e meu pai já estava morto, não tinha nada que poderia me prender. Pensei várias vezes antes de fato sair da cidade e ir á um lugar chamado Clube da luta, aparentemente o mundo só ficava mais estranho, existia um lugar chamado Acampamento Meio Sangue, para jovens como eu e bom foi destruído, por isso eu estaria indo para esse clube de luta.
Não fiquei surpreso quando encontrei um local cheio de outras crianças e adolescente, até porque os deuses gregos eram conhecidos por seus romances. O que me surpreendeu foi que quando cheguei ao local uma espécie de símbolo brilhou por cima de minha cabeça, uma foice com uma coroa de louros.

“Abençoado seja Acir, filho da deusa da boa morte, Macária”

Disse Tom. Suspirei, deusa da boa morte?! Parece até uma brincadeira de mal gosto. Meu pai conheceu ela, meu pai amou, mas, ele não teve uma boa morte, ele foi executado com um tiro na cabeça.
Meu nome é Acir, eu não sei qual vai ser meu papel nesse mundo, tudo que eu acreditava que fazia parte, foi tirado de mim e agora eu me pergunto, quem eu vou ser.



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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Éolo em Seg 16 Abr 2018, 13:51


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Acir Santos — Reprovado como filho de Macária

Vamos lá, não desista. Os erros pontuados pela Catherine permaneceram, mas eu vou te dar uma colher de chá e destacar exatamente alguns detalhes que precisam ser melhorados caso queira a reclamação por Macária. Acho que a primeira coisa a se pautar é, de novo, o trecho das quatro vírgulas desnecessárias:

Meu nome é estranho comparado aos nortes americanos, eu não tenho problema com isso, afinal, não sou daqui, sou brasileiro, então foi bastante difícil me adaptar a américa mesmo que necessário.

Você pode ter reduzido o número original de vírgulas — eram seis, passaram a ser quatro —, mas seu texto continua complicado nessa parte. Apesar disso, vou te dar uma luz de como melhorar formular isso na base do exemplo, ok?

Finazzi escreveu:Meu nome é estranho comparado aos norte-americanos, mas isso não me preocupa. Sou brasileiro e, mesmo que difícil, a adaptação à América fora necessária.

Olha como o Finazzi conseguiu passar as mesmas informações que você, só que com a utilização correta da pontuação e uma extensão um pouco maior de vocábulos que a sua.

Eu não conheci minha mãe, ainda não conheço, eu só sei o que meu pai me contava e sua história.

Com o tanto de sublinhado, se bobear vai ficar confuso, mas enfim.

O primeiro trecho foi sublinhado pela simples definição de informação inútil. A escrita é, além do fator essencial num fórum de RPG escrito, uma arte da prática. Você vai aprender com o tempo a fazer o filtro de informações relevantes a serem citadas no texto.

O destaque da segunda parte deve-se ao fato de ter ficado com certa redundância e também pela troca de letras, já que deveria ser uma letra a — ou até mesmo nenhuma.

Finazzi escreveu:Eu ainda não conheço o meu pai, mas minha mãe contava histórias alegres e divertidas sobre ele.

A fluidez do Finazzi é algo que falta no seu texto, portanto.

Meu pai foi um líder, um grande líder, ele protestou inúmeras vezes por nossa terra, ele protestou inúmeras vezes para que tratassem nós, nativos, como seres humanos e não como selvagens, como muitos ainda pensam quando ouve a palavra “índio”.

O destaque aqui foi simbólico, já que o necessário a ser analisado é todo o conteúdo exposto. Primeiro que o destaque sublinhado refere-se exatamente ao ponto pautado anteriormente: repete-se muita informação que, em sua maioria, é desnecessária.

Como tenho certo senso de oratória, eu consigo imaginar esse trecho do texto como algo simplesmente falado numa roda de amigos, mas atente-se. A redação, em si, está muito errada.

O "ouve" ali destacado é um erro de grafia mesmo. Pelo contexto, o correto seria ouvem.

Finazzi escreveu:Minha mãe foi uma grande líder. Protestou pelos direitos das mulheres dentro das fábricas, pela falta de respeito que suas companheiras e ela sofriam no ambiente fabril. Protestou para que, ao ouvirem a palavra "feminismo", tratassem o movimento como algo legítimo.

Aqui o Finazzi, em contraponto ao seu texto, expôs muito bem os ideais da mãe de uma maneira mais coesa e Ben estruturada.

Enfim, todos esses pontos de erro foram destacados no que creio ser o seu primeiro parágrafo da história. Ou nos três primeiros, não sei. Meu conselho é para que, ao refazer a ficha em busca de corrigir os erros aqui citados — e os outros tantos que acabam por se estender pela ficha e que não mencionarei —, converse com algum dos nossos jogadores mais experientes no chatbox e peça uma ajuda na revisão.

Sua história, neste minúsculo resumo que é a ficha de reclamação, dá a entender que será magnífica.

Boa sorte na próxima tentativa.

Agradecimento especial para Catherine Buckhart, já que roubei o template sem autorização.[

Obs: o único Finazzi que eu conheço é aquele antigo atacante do Corinthians, mas devem existir outros pelo mundo.



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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Acir Santos em Seg 16 Abr 2018, 20:57


FICHA DE RECLAMAÇÃO
— Por qual deus deseja ser reclamado/ qual criatura deseja ser e por quê?

Macária. Quando decidir criar o Acir, eu já tinha alguns deuses que poderiam se encaixar melhor com a história de vida e personalidade do meu personagem, estavam entre eles Macária, Ares e Atena, no entanto devido a evolução dos poderes e o desfecho que pensei, Macária seria a mais indicada.


— Perfil do Personagem (Características Físicas e Características Psicológicas - preferencialmente separadas):

Acir tem onze anos de idade, herdou deu seu pai e de sua ancestralidade indígena a maior parte de suas características, como sua cor de pele que muitos já consideraram vermelha, seu longo cabelo escuro e sedoso, seu olho um pouco puxado e seu sorriso, que muitos diriam ser puro e encantador. Não há manchas em sua pele, ela é simplesmente límpida e bela.
Sua altura é considerada baixa para outros garotos de sua idade, além do fato de estar no início da puberdade, por isso sua voz é muito mais doce e ele é geralmente confundindo com uma menina. Ele também é bastante magro.

Apesar da sua idade, Acir mostra uma maturidade e um pensamento de uma pessoa mais velha, ele já leu inúmeros livros de várias coisas, tem uma paixão por conhecimento, não sendo inocente ao ponto de acreditar em ideias que muitos consideram verdadeiras, ele conhecer a dor, conhece a vida e acima de tudo conhece a guerra. A guerra que cada um vive, a que seu pai e seu povo viveu. Devido a todo processo educacional e a experiência que mesmo sendo novo, percebeu. É bastante ambicioso, assim como várias vezes faz birra ou só quer se divertir. Ele continua sendo uma criança e mesmo assim, é um garoto gentil e doce, com medo de muitas coisas, mas sem medo de dizer “Eu sou Acir e essa é a minha história”.

— História do Personagem:

Há muitas coisas que Acir não consegue entender, como o motivo de tantas pessoas odiarem outras por sua cor, por tentarem viver livres ou por simplesmente odiar. Ele não entendia o destino e como aqueles últimos acontecimentos pareciam uma grande e bem elaborada brincadeira de mal gosto. Sentia falta de inúmeras coisas, sua tribo, seus familiares e, acima de tudo de seu pai.
Seu pai lhe ensinou diversas coisas, como a língua do seu povo e o português. Deu uma educação privilegiada e desde pequeno ensinou a lutar por seu povo, no entanto, o menino sentia falta de uma mãe.
Ele nunca conheceu sua mãe, somente tinha ouvido o que seu pai lhe contava e, por isso, a sua figura paterna era a sua luz na vida. Ele enxergava um líder, alguém que todos conseguiam confiar e que poderia reclamar o direito de sua nação ao governo, o direito de ser livre.
Seu pai foi assassinado por lutar e ser reconhecido por isso. Deixando para trás o pobre Acir, com somente dez anos de idade. Pobre garoto, tão novo e já sabia que na vida não existe justiça, somente poder. Se você não tem poder, é só mais um. Descartável, como seu pai foi.
Felizmente para o jovem indígena, seu pai tinha conseguido sair de sua aldeia para fazer um curso superior e tinha conhecido inúmeras pessoas pelo mundo. Entre os conhecidos de seu pai, está o homem que hoje é dono de sua guarda. Graças a ele, conseguiu ser fluente na língua inglesa e até se adaptar a outro pais, aos Estados Unidos.
Mesmo assim, não se passou um dia que Acir não se perdia em seus pensamentos mais distantes. Sentia saudades de tudo e as vezes sonhava em ver seus pais e ele reunidos, como uma família deveria ser. Ele lembrava de como seu pai narrava sua paixão pela sua mãe.

— Era a mulher mais bonita que já conheci. Sua mãe tinha uma serenidade e um misticismo no olhar, uma empatia pelos seres fora do comum. Eu a amava e, para mim, sua mãe era como uma deusa. Fomos felizes por um tempo, mas tive que retornar para o Brasil, só voltaria no próximo ano. Sabe eu fiquei contando os dias e quando finalmente chegou, eu nunca mais a vi. Até que você me apareceu e quando olhei em seus olhos, reconheci o fruto do nosso amor. —

Parecia que não tinha como sua vida piora, até que Tom apareceu. Tom era um menino ranzinza e meio diferente, o que fez Acir se sentir atraído e querer ser seu amigo, pois ele também era diferente, não era americano como as outras crianças de sua escola e não tinha amigos. No entanto, não era isso que diferenciava Tom. O recém-chegado tinha um outro proposito naquela escola e era algo que mudaria outra vez tudo que o brasileiro sabia.
Após um tempo, Tom revelou ao menino a sua herança, mostrou sem medo que existia muitas coisas que os humanos chamariam de mito e para provar ele retirou suas calças. O menino se assustou com o que viu, pernas de bode, mesmo assim não foi o suficiente para ele acreditar em toda aquela loucura e aceitar que ele poderia estar em perigo.
Após alguns dias o menino começou a notar que o sátiro tinha razão, parecia que havia uma névoa se desfazendo e ele podia enxergar aquelas coisas. Principalmente sobre seu passado, quando imaginava que as coisas que via na floresta era apenas imaginação e que no fim seu estava certo, sua mãe era uma deusa. O problema foi que enquanto tentava observa esse outro mundo, ele era observado.
Não tinha nada que pudesse prender o menino ao homem que lhe cuidava, ele não sentia afeto por ele e cada vez mais queria saber quem era sua mãe. Queria encontrar ela e perguntar várias coisas, como porque ela o abandonou, logo fugiu com o seu amigo meio bode. Não pensou que tudo que estava acontecendo nos Estados Unidos e até mesmo nos jornais mais sensacionalistas era culpa de um deus ou que alguém pudesse invadir um acampamento que em teoria deveria ser mais seguro.
Enquanto os garotos fugiam, Tom acabava de contar coisas importantes para o menino, como como os deuses não ligava tanto para seus filhos e como o menino parecia ter um cheiro mais mortal que místico como outros meios-sangues. Ele fantasiou as vezes sendo filho de uma grande deusa, sendo reconhecido e herdando inúmeros poderes, ser alguém capaz de fazer a diferença. Logo ele chegava ao novo local, o clube da luta.
O mais estranho para o menino que logo após chegar nada aconteceu e por duas ou quatro semanas o menino só foi mais um entre tantos outros. Ele se sentia sozinho, nem sua própria mãe lhe reclamaria, como tantos outros semideuses que habitava o local e provavelmente seria seu destino morrer por não ter força, poder ou qualquer coisa parecida. No Fim, ele se sentiu amaldiçoado por toda sua história, até um emblema estranho aparecer brilhando em sua cabeça, uma foice segurando uma coroa de louros.

— É isso, é ela a sua mãe. — Falou um campista.

— Quem?

— Macária, a deusa da boa morte.

Novamente, ele sentiu que o destino estava brincando com ele. Novamente se sentia como mais um, mais um filho de uma deusa, mais um que terá um destino de dor. Pensou em seu pai e como ele foi azarado. Ele amou a deusa da boa morte e morreu com um tiro na cabeça. Seus olhos lagrimejaram um pouco, ele não teria o mesmo destino que muitos da sua tribo, que morreram por reconhecimento, que não tinha poder, não seria azarado como seu pai. Ele faria sua história.



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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Jeff Smith em Ter 17 Abr 2018, 22:13


Avaliação




Acir Santos — Reprovado como filho de Macária

Acir, Acir. Como Éolo falou, sua história tem uma premissa muito boa, que pode vir a ser muito bem explorada futuramente. Mas o motivo para a sua reprovação continua na fluência e ortografia de seu texto. Pude perceber que você seguiu as orientações de Éolo em relação aos trechos citados, porém o resto do seu texto peca com vários trechos em que a escrita nos deixa confuso. Confira o exemplo abaixo:

Acir escreveu:Após alguns dias o menino começou a notar que o sátiro tinha razão, parecia que havia uma névoa se desfazendo e ele podia enxergar aquelas coisas. Principalmente sobre seu passado, quando imaginava que as coisas que via na floresta era apenas imaginação e que no fim seu estava certo, sua mãe era uma deusa. O problema foi que enquanto tentava observa esse outro mundo, ele era observado.

Você poderia deixar a frase com uma leitura mais confortável desse jeito:

Renanzinho escreveu:Após alguns dias, o menino começou a notar que o sátiro tinha razão. Realmente parecia haver uma espécie de Névoa se desfazendo, possibilitando que Acir enxergasse novas coisas. Principalmente coisas sobre seu passado, uma vez que ele achava que as coisas estranhas que via na floresta eram apenas frutos de sua imaginação. No fim das contas, seu pai estava certo: sua mãe era uma deusa. O único problema era que, enquanto Acir procurava observar esse outro mundo com mais calma, outras pessoas, ou coisas, observavam ele.

A frase realmente ficou um pouco maior, porém ela proporciona uma leitura muito mais agradável aos olhos do que a original. Há também outra frase que eu gostaria de destacar nessa avaliação:

Acir escreveu:Enquanto os garotos fugiam, Tom acabava de contar coisas importantes para o menino, como como os deuses não ligava tanto para seus filhos e como o menino parecia ter um cheiro mais mortal que místico como outros meios-sangues.

A frase poderia ficar melhor assim:

Renanzinho escreveu:Enquanto os garotos fugiam, Tom acabava de contar coisas importantes para o menino. Coisas como, por exemplo, o fato de os deuses não ligarem tanto para seus filhos e como o menino parecia ter um cheiro mais mortal que místico, como outros meios-sangues.

Quero focar em um elemento específico na frase original: a repetição da palavra "como". Você pode dizer que essa frase faria sentido, pois você, eu, qualquer pessoa fala assim. E eu concordo veementemente com você. O problema é que existe uma diferença entre o que falamos e o que escrevemos. Enquanto fala, você pode utilizar esse tipo de colocação. Na gramática normativa, contudo, essa repetição de palavras é considerada absolutamente errada. (Sim, isso pode ser um saco, mas infelizmente são as regras da nossa língua ;-;).

No mais, peço que você tenha um cuidado melhor com seu texto. Há vários erros que poderiam ser evitados com uma boa revisão. Uma dica que eu te dou é: peça para outra pessoa revisar seu texto. Pode ser complicado encontrar erros em nossos próprios textos, e uma segunda opinião é sempre bem vinda.

Enfim, não desista. Ainda há muito o que ser contada da sua história. Tudo o que precisa é de um carinho com o texto. Dúvidas sobre sua avaliação, ou então se precisar de alguma ajuda, não hesite em me enviar uma MP.

Agradeço ao Éolo por ter roubado o template da Cath. Assim ficou mais fácil para mim. HUe

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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Acir Santos em Qua 18 Abr 2018, 12:36


FICHA DE RECLAMAÇÃO
— Por qual deus deseja ser reclamado/ qual criatura deseja ser e por quê?

Macária. Quando decidir criar o Acir, eu já tinha alguns deuses que poderiam se encaixar melhor com a história de vida e personalidade do meu personagem, estavam entre eles Macária, Ares e Atena, no entanto devido a evolução dos poderes e o desfecho que pensei, Macária seria a mais indicada.


— Perfil do Personagem (Características Físicas e Características Psicológicas - preferencialmente separadas):

Acir tem onze anos de idade, herdou deu seu pai e de sua ancestralidade indígena a maior parte de suas características, como sua cor de pele que muitos já consideraram vermelha, seu longo cabelo escuro e sedoso, seu olho um pouco puxado e seu sorriso, que muitos diriam ser puro e encantador. Não há manchas em sua pele, ela é simplesmente límpida e bela.
Sua altura é considerada baixa para outros garotos de sua idade, além do fato de estar no início da puberdade, por isso sua voz é muito mais doce e ele é geralmente confundindo com uma menina. Ele também é bastante magro.

Apesar da sua idade, Acir mostra uma maturidade e um pensamento de uma pessoa mais velha, ele já leu inúmeros livros de várias coisas, tem uma paixão por conhecimento, não sendo inocente ao ponto de acreditar em ideias que muitos consideram verdadeiras, ele conhecer a dor, conhece a vida e acima de tudo conhece a guerra. A guerra que cada um vive, a que seu pai e seu povo viveu. Devido a todo processo educacional e a experiência que mesmo sendo novo, percebeu. É bastante ambicioso, assim como várias vezes faz birra ou só quer se divertir. Ele continua sendo uma criança e mesmo assim, é um garoto gentil e doce, com medo de muitas coisas, mas sem medo de dizer “Eu sou Acir e essa é a minha história”.

— História do Personagem:

Existem muitas coisas que Acir não consegue entender; as pessoas odiarem umas as outras por raça e cor, tentarem se escravizar e guerrearem até a morte. Ele não entendia o destino e com aqueles últimos acontecimentos tudo parecia uma grande e bem elaborada brincadeira de mal gosto. Sentia falta de inúmeras coisas, sua tribo, seus familiares e, acima de tudo de seu pai. Ele fora o homem que lhe ensinou diversas coisas, como a língua do seu povo e o português. Deu uma educação privilegiada e desde pequeno ensinou a lutar por seu povo, no entanto, o menino sentia falta de uma mãe.
Nunca havia conhecido sua mãe, somente tinha ouvido o que seu pai lhe contava e, por isso, a sua figura paterna era a luz na vida. Ele enxergava um líder, alguém que todos conseguiam confiar e que poderia reclamar o direito de sua nação ao governo, o direito de ser livre.
Seu pai foi assassinado por lutar e ser reconhecido por isso, deixando para trás o pobre Acir, com somente dez anos de idade. Pobre garoto, tão novo e já sabia que na vida não existe justiça, somente poder. Se você não tem poder, é só mais um. Descartável.
Felizmente para o jovem indígena, o pai tinha conseguido sair de sua aldeia para fazer um curso superior e conhecido inúmeras pessoas pelo mundo. Entre estes conhecidos está o homem que hoje é dono de sua guarda. Graças a ele, conseguiu ser fluente na língua inglesa e até se adaptar a outro país, aos Estados Unidos.
Mesmo assim, não se passou um dia que Acir não se perdia em seus pensamentos distantes. Sentia saudades de tudo e às vezes sonhava em ver seus pais reunidos, como uma família deveria ser. Ele lembrava de como seu pai narrava sua paixão pela sua mãe.

“— Era a mulher mais bonita que já conheci. Sua mãe tinha uma serenidade e um misticismo no olhar, uma empatia pelos seres fora do comum. Eu a amava e, para mim, sua mãe era como uma deusa. Fomos felizes por um tempo, mas tive que retornar para o Brasil, só voltaria no próximo ano. Sabe, eu fiquei contando os dias e quando finalmente chegou, eu nunca mais a vi. Até que você me apareceu e quando olhei em seus olhos, reconheci o fruto do nosso amor. —

Parecia que não tinha como a vida piorar, até que Tom apareceu. Tom era um menino ranzinza e meio diferente, o que fez Acir se sentir atraído e querer ser seu amigo, pois ele também era diferente, não era americano como as outras crianças de sua escola e não tinha amigos. No entanto, não era isso que diferenciava Tom. O recém-chegado tinha um outro propósito naquela escola, um propósito que mudaria tudo que o brasileiro sabia e acreditava até ali.
Após um tempo, Tom revelou ao menino a sua herança, mostrou sem medo que existia muitas coisas que os humanos chamariam de mito e para provar ele retirou suas calças. O menino se assustou com o que viu; pernas de bode, mas mesmo isso não foi o suficiente para ele acreditar em toda aquela loucura e aceitar que ele poderia estar em perigo.
Após alguns dias o menino começou a notar que o sátiro tinha razão, parecia que havia uma névoa se desfazendo e ele podia enxergar aquelas coisas. Principalmente sobre seu passado, sempre acreditara que as coisas que via na floresta eram apenas imaginação mas não, sua mãe era uma deusa. O perigo é que enquanto se observa esse outro mundo, também se é observado.
Não tinha nada que pudesse prender o menino ao homem que lhe cuidava, ele não sentia afeto por ele e cada vez mais queria saber quem era sua mãe. Queria encontra-la e perguntar várias coisas como; porque ela havia o abandonado. Logo fugiu com o seu amigo meio bode. Não pensou que tudo que estava acontecendo nos Estados Unidos e até mesmo nos jornais mais sensacionalistas era culpa de um deus ou que alguém pudesse invadir um acampamento que em teoria deveria ser mais seguro.
Enquanto os garotos fugiam, Tom acabava de contar coisas importantes para o menino, como os deuses não ligavam tanto para seus filhos e como o menino parecia ter um cheiro mais mortal que místico como outros meios-sangues.
Ele fantasiou milhares de vezes como seria ser reclamado como filho de uma grande deusa, sendo reconhecido e herdando inúmeros poderes, ser alguém capaz de fazer a diferença.
Finalmente ele chegava ao novo local, o clube da luta.
O mais estranho para o menino foi que, após chegar, nada aconteceu e por duas ou quatro semanas só foi mais um entre tantos outros. Ele se sentia sozinho, nem sua própria mãe lhe reclamaria, como tantos outros semideuses que habitavam o local. Provavelmente seria seu destino morrer por não ter força, poder ou qualquer coisa parecida. No Fim, ele se sentiu amaldiçoado por toda sua história, até um emblema estranho aparecer brilhando em sua cabeça, uma foice segurando uma coroa de louros.

— É isso, é ela a sua mãe. — Falou um campista.

— Quem?

— Macária, a deusa da boa morte.

Suspirando, ele sentiu que o destino estava brincando com ele. Novamente se sentia só como mais um, um filho de uma deusa, mais um que teria um destino de dor. Pensou em seu pai e como ele foi azarado. Ele amou a deusa da boa morte e morreu com um tiro na cabeça. Seus olhos lagrimejaram um pouco, ele não teria o mesmo destino que muitos da sua tribo, que morreram por reconhecimento, descartados pela falta de poder, não seria azarado como seu pai. Ele faria sua história.


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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Jeff Smith em Qua 18 Abr 2018, 12:51


Avaliação




Acir Santos — Aprovado como filho de Macária

Acir, Acir. Eu vi a sua pequena jornada em ser reclamado. Primeiramente quero te parabenizar pelo seu empenho e pela sua perseverança. Também quero te parabenizar pela sua aparente evolução em sua narrativa. Não direi que ainda não está 100% alinhada, mas você pode treinar mais a sua narração em missões e RPs.

Então, foque em manter constante evolução em sua narração e você fará histórias grandiosas aqui. No mais, seja bem vindo ao mundo dos semideuses, cria de Macária.

Atualizado por Zeus

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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Jung Wormwood Aconite em Sab 21 Abr 2018, 23:27


FICHA DE RECLAMAÇÃO
— Por qual deus deseja ser reclamado/ qual criatura deseja ser e por quê? Éolo, o deus dos ventos. Se você acompanhou o desenvolvimento criativo dessa personagem você sabe que eu pensei em alguns deuses antes de chegar nessa decisão. Ares foi o primeiro, e de longe foi meu maior erro. A Jung é tão delicada e serena, e o arquétipo do deus da guerra selvagem vai totalmente contra isso. Pensei então em Hades e Zeus, e nenhum dos dois fez meu coração bater mais forte. Hades é muito obscuro para ela, Zeus muito clichê — Thalia Grace mandando lembranças. Mas foi aí que eu tive a ideia mais genial, envolvendo inclusive o senhor do Olimpo, e ela está bem no último campo dessa ficha.

— Perfil do Personagem (Características Físicas e Características Psicológicas - preferencialmente separadas): O corpinho magricelo de Jung pode parecer até diminuto se comparado a história que carrega, mas é exatamente assim. Aparenta ter entre quatorze e dezesseis anos, e assim continuará por toda uma eternidade, já que um dos benefícios das caçadoras de Ártemis é a idade imutável. Uma pele macia como veludo e lisa como mármore, indicando pouca ou nenhuma vivência. Cabelos dourados descem até seu busto, e estão classificados em algo entre liso e ondulado. O formato de seus olhos indica uma descendência coreana, e as íris são coloridas em um castanho escuro.

A personalidade de Jung é um pedaço de argila fresca, e Ártemis é quem tem a maior influência sobre ela, sendo o atual “certo” e “errado” da garota correspondente com o da deusa. Desde o início apresentou uma repulsa a monstros hostis, o que auxilia nas caçadas. Ainda não tem noção da guerra de Éris contra o Olimpo, mas é lógico que esteja no lado que Ártemis abraça, ou seja, dos olimpianos.

— História do Personagem:

A ficha caiu quando nossos queixos começaram a bater, e o frio passou de incômodo para torturante. Nós — eu e as outras caçadoras — havíamos alimentado a fogueira com tanta lenha que era um tanto quanto sádico a forma que ela se recusava a nos aquecer. De qualquer modo, o frio não era o único me espantando. Eu sentia como se as corujas estivessem me atravessando com os olhos, e os galhos se inclinando para ouvir minha respiração. Logo, adentrei a tenda prateada sem titubear.

No entanto, eu não dormi naquela noite. Recuso-me a chamar aquilo de sono. Minha mente afundou-se nos mais profundos devaneios, e eu não tinha domínio sobre eles. Vi e rebobinei mil vezes a cena de um líquido parecido com mel penetrando minha boca, e meu corpo inapto de produzir movimentos pelo que pareceu uma eternidade. Fora da minha mente as coisas também não devem ter sido tão belas, pois quando acordei a própria Ártemis estava diante de mim.

— Bom dia, minha criança selvagem — ela diz tirando uma mecha de cabelo dourado do meu rosto.

Agora reconheço que estou na tenda dela, onde fiz meu juramento. Tapetes de seda cobrem o chão, e um braseiro de ouro queima no fogo mais vivo que já temi presenciar. Consigo ver de relance também seu arco, mortífero e esculpido no que parecia os chifres de algum animal. É um ambiente quente e confortável, muito diferente do que presenciei lá fora e também dentro da minha mente perturbada. Enfim minha visão foca na garotinha ruiva sentada ao meu lado, e todo o resto perde sua relevância.

— Minha senhora! — Eu desperto com a inesperada presença da minha matriarca, rapidamente me colocando em uma posição de reverência. Isso faz ela acenar com a cabeça, satisfeita.

Eu não sei explicar o porquê de eu ter me juntado a deusa da caçada, mas quando meus olhos abriram pela primeira vez eu corri até ela como um filhote recorre instintivamente a sua mãe. Bem, talvez seja isso. Eu escolhi Ártemis como uma figura materna, e agora compartilho minha eternidade com ela.

— Fico aliviada de te ver assim. Eu cheguei a temer que você não fosse mais abrir os olhos — ela admitiu com um pesar na voz.

Pode parecer improvável uma deusa mostrar tristeza, mas eu entendo o contexto. Recentemente duas caçadoras caíram em batalha, e nossa patrona mostrou-se muito descontente com isso. A iminente possibilidade de outra donzela morrendo deve ter sido realmente preocupante.

Eu sinceramente não sei como reagir, então Ártemis prossegue: — Você vomitou algo enquanto convulsionava — ela revela indicando algo que eu não havia percebido antes. É uma poça viscosa e dourada bem ao meu lado, manchando os lençóis de seda.

— É a mesma gosma do meu pesadelo! — Digo saindo educadamente da posição de reverência e me aproximando da poça. — Você sabe o que isso é, minha deusa?

Ela nega com um aceno de cabeça.

— Porém, acho que ele pode te ajudar a descobrir — Ártemis aponta para algo que está se formando sobre minha cabeça. É incrível, e de longe uma das coisas mais fantásticas que já vi. Vários pedacinhos minúsculos de nuvem parecem se materializar, e então se conectam e começam a girar, formando um pequeno furacão. Lágrimas começam a descer pela minha bochecha sem motivo aparente quando ela finaliza: — Minha donzela filha de Éolo.
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Maisie De Noir em Sab 21 Abr 2018, 23:58

Avaliação

Jung Wormwood Aconite — Reclamada.

Olá, Jung! Finalmente essa ficha saiu, não é mesmo? Então sem mais demora, vamos ao que realmente interessa. Fico feliz que tenha decidido por esse ser o resultado final da sua ficha, pois ele trouxe todos os pontos necessários para a sua reclamação sem detalhes extras que poderiam muito bem poluir a sua ficha.

Porém tenho que te atentar que na relação de “por que escolheu tal deus?” você disse que falaria de Zeus e não vi nenhuma menção a ele na ficha. Cuidado com os detalhes, okay? Mas esse deslize não impede você de ser reclamada levando em conta que o resto está tudo nos conformes! Parabéns, criança selvagem!

Atualizado por Zeus.
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Marco G. Salvatore Ontem à(s) 22:13


FICHA DE RECLAMAÇÃO
— Por qual deus deseja ser reclamado/qual criatura deseja ser e por quê?
Apolo. Para a pessoa que vai avaliar minha ficha, não me leve a mal, mas é meio nonsense responder esta última pergunta. 99% das respostas é basicamente um "porque eu quis" polido e com linguiça enchida. Espero não ser reprovado por isso. Mas... É. Apolo por que eu acho ele legal.

— Características Físicas:
 Marco é um jovem musculoso e alto. Possui olhos castanhos que esconde atrás de óculos na maioria das vezes. Sempre deixa seu cabelo curto e sua barba pequena. O rapaz possui tatuagens por todo o tronco e braços, brincos pequenos nas orelhas e algumas cicatrizes na perna ocasionadas por acidentes enquanto ainda era criança. Sua pele é um pouco pálida, mesmo tomando banho de sol na praia toda semana.

— Características Psicológicas:
 O rapaz é do tipo alegre. Sempre vê o lado positivo das coisas, mesmo quando não há lado positivo. Tenta sempre melhorar o clima e fazer as pessoas á sua volta se sentirem melhor. Porém, ele não é um "bom samaritano". Ele não dá a mínima para desconhecidos. Apesar de apenas matar monstros malévolos, ele não mata por justiça, apenas vigança em sua maioria. Também é do tipo galanteador, e a não ser que tenha uma namorada, ele não se importa em dormir com várias mulheres em vários dias, o até mesmo ao mesmo tempo. Seu grande (e melhor, na opinião do rapaz) ponto fraco é o desejo sexual que ele tem.

— História do Personagem:
Leia antes de começar:
Primeiramente: ADRIEL ESTÁ VOLTANDO AO PEJOTINHA. Perdi a manha e essa história ficou muito ruim e pequena comparada ás minhas anteriores, então até entendo se eu for reprovado. Não toquei no passado do garoto, visto que este será revelado em seu devido momento. A Enclave, citada na história, além de ser uma facção não-oficial que pretendo criar no rpg (uma espécie de rebelião), é uma referência a saga Fallout muito bla e será um dos pontos-chave na trama de Marco, ao menos no começo. Se tal facção for proibida, eu crio um fim dramático pra ela (ahsuahdu). Encerrei bruscamente, pois pretendo fazer uma missão para chegar ao Clube da Luta. E como única interação de Marco no momento, não mostrei a personalidade do rapaz por completo. Novamente, entendo se a ficha for reprovada, mas por favor aponte os erros. Obrigado por avaliar.

 Um barulho acordou Marco de seu sono profundo. Algo como um martelo batendo em uma parede de aço. Desnorteado, ele olhava bruscamente para os lados, tentando analisar o lugar onde estava. A arquitetura remetia a um grande escritório de uma empresa, porém ele via macas, bonecos com um símbolo radioativo neles (similares a aqueles usados em testes de acidentes), armas espalhadas em mesas de madeira e howitzers nas janelas gigantes ao invés de mesas e computadores. Pessoas circulavam pelo local, treinavam com armas brancas, praticavam exercícios e transitavam entre andares. Pôsteres enchiam a parede do recinto. Um deles mostrava um bando de soldados mascarados erguendo uma bandeira negra, com um "E" envolto em 13 estrelas no centro. Em baixo dos soldados havia a frase em branco "Junte-se ao exército, salve nossa nação!". Já outro mostrava um desenho, um corpo com várias flechas perfurando-o. A frase "Este é o destino de todos os ARAUTOS" estava estampada logo abaixo do corpo, com a palavra "arautos" escrito em vermelho sangue. O último que ele prestara atenção mostrava um soldado em uma armadura negra metálica, algo que ele nunca havia visto antes, segurando um lança-granadas bronzeado. Ao seu lado, havia os dizeres "Shocktrooper", e abaixo dele, estava escrito "Este é o seu amigo! Ele luta pela SUA liberdade!".

 — Bonito, não? O lugar, digo. Demorou muito para acharmos um bom lugar para nossa base. — Disse um homem que estava sentado ao lado de Marco. Ele era careca, com tatuagens cobrindo seus braços e algumas em sua cabeça. — Não se espante. Resgatamos você após um ataque de lestrigões. Lamento, mas sua van foi destruida. — Completou.
 — Mil perdões, mas... — Falou Marco, já levantando-se da maca — Eu preciso ir ao Acampamento Meio-Sangue. Você conhece, não conhece? Eu fui reclamado por Apolo antes de pegar a van do sr. Mitchell e...
 — O Acampamento foi destruído por Éris, a deusa da discórdia, e seus arautos. Muitos foram mortos. Nós enviamos o time Lambda-5 para defender o Acampamento, mas perdemos contato com o líder do time momentos depois de chegarem ao lugar. — Disse o homem, suspirando — O mundo está mais perigoso agora, rapaz. Tivemos que sair de Washington por conta dos ataques. Nenhum monstro sabe de nossa localização agora... Isto é, exceto Warhog e Hatchet.
 — C-Como? Como isso foi possível?
 — Longa história, meu jovem. Contarei tudo em seu devido tempo. Meu nome é James Autumn, vice-líder da Enclave. Bem vindo ao Acampamento Navarro.
 — Navarro... O que era este lugar antes de vocês chegarem?
 — Este prédio era dedicado a uma empresa de marketing antes de todos aqui serem mortos por monstros. Nós adquirimos a informação e derrubamos os desgraçados, tomando o lugar pra nós. Quem vê de fora, acha que ainda é uma empresa de marketing, porém não entram; quem consegue ver através da névoa consegue enxergar a fortaleza que criamos com esforço e garra.
 — Erm... Legal. Pode me mostrar o resto?
 — Para isso, eu vou chamar uma pessoa que te auxiliará. MADISON!

 Uma mulher asiática e musculosa aproximou-se. Três cicatrizes em forma de garra atravessavam sua face. Ela vestia uma armadura de combate, similar aquela que Marco vira nos pôsteres. Ela olhou o rapaz de cima a baixo, como se ele fosse algum alvo pronto para ser abatido.

 — Sim, senhor! — Falou a mulher, com uma expressão séria.
 — Esse é...
 — Marco.
 — É, Marco. Mostre todas as seções de Navarro para o garoto e ajude ele a ir ao Clube da Luta. Não me leve a mal, rapaz, mas não temos suprimentos suficientes para abrigar mais alguém, não aqui.

 A mulher sinalizou para que Marco a seguisse. Os dois entraram no elevador que havia no prédio. Madison apresentava detalhadamente cada andar do prédio: Uma sala de armas; um refeitório; o alojamento; o comando central; a prisão e alguns outros andares vazios. Marco mal prestava atenção no que a mulher dizia, pensando no Acampamento Meio-Sangue.

 — Tantas pessoas mortas...
 — Hm? O que disse?
 — Nada, nada.

 O elevador parou na recepção. Alguns brutamontes guardavam a entrada com armamento pesado. Na porta, dois ciclopes seguravam seus porretes firmemente. Os dois usavam uma versão enferrujada e destruída da armadura de Madison, mas com escritas feitas em spray nas costas. Um estava escrito "Warhog", o outro, "Hatchet".

 — A minha missão é escoltá-lo até o Clube da Luta. Depois disso, voltarei a base. Alguma pergunta?
 — Sim... Como que... — Marco gentilmente passou a mão pela cicatriz de Madison. Alguns soldados começaram a fitar o rapaz — Como que você fez isso?
 — Não é da sua conta. — Ela retirou a mão de Marco da face dela — Vamos. Agora.
 — Calma, calma. Foi só uma pergunta.

 Os dois saíram do edifício. As pessoas pareciam não notar as vestimentas de Madison. O céu estava nublado, o clima tenso. Em uma loja de eletrônicos perto dali, as televisões na vitrine mostravam o jornal, filmando as destruições em algumas cidades. Um homem de terno passou lendo um jornal. Marco rapidamente leu a manchete: "MÃE NATUREZA ATACA NOVAMENTE! ESTAMOS PERTO DO APOCALIPSE?". O rapaz ficou assustado. O mundo que antes era calmo virou um caos. Isso o fez perguntar a si se a reclamação feita por seu pai, Apolo, foi uma bênção ou uma maldição. De qualquer forma, se ele teve coragem de sair de Nápoles - Itália e vir para Nova York - EUA, ele certamente teria coragem para encarar a tempestade que estaria por vir. Ele estava pronto.

Vamos! — Esbravejou Madison, com um olhar furioso.
Hm? Ah, é. Vamos. — respondeu Marco, determinado.
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Afrodite Ontem à(s) 22:25

Marco G. Salvatore: reprovado.
    Seguinte: eu curti sua escrita e seja bem vindo de volta. Mas sua ficha ficou minúscula. Senti que 'tava lendo um post de interação ou algo do tipo, sabe? A ficha de reclamação serve 'pra contar a história do seu personagem, 'pra elaborar e discursar sobre ele, e não 'pra narrar um único momento de sua vida. Na próxima vez, explora mais o Marco, fala sobre sua infância, sua experiência no Acampamento e tal.
    Ah, e também pf tira esse verde neon, ok? É horrível 'pra ler. Não se esquece de tirar os travessões de fala se não for continuar a narração depois e revisa seu texto mais vezes, já que acabei encontrando uns errinhos de acentuação e de crase por aí.




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Re: Ficha de Reclamação

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