Ficha de Reclamação

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Ficha de Reclamação

Mensagem por 146-ExStaff em Sex 07 Out 2016, 12:41

Relembrando a primeira mensagem :




Fichas de Reclamação


Este tópico foi criado para que o player possa ingressar na sua vida como semideus ou criatura mitológica. Esta ficha não é válida sob nenhuma hipótese para os 3 grandes (Hades, Poseidon e Zeus) devendo os interessados para estas filiações fazerem um teste específico, como consta aqui [link]. Para os demais semideuses, a avaliação é comum - o que não quer dizer que ao postar será aceito. Avaliamos na ficha os mesmos critérios que no restante do fórum, mas fichas comuns exigem uma margem menor de qualidade, mas ainda será observada a coesão, coerência, organização, ortografia e objetividade. Abaixo, a lista de deuses e criaturas disponíveis em ordem alfabética, com as devidas observações.




 
 


 
 


 
 


 
 


 
 


 
 


 
 


 
 


 
 


 
 


 
 


 
 


 
 


 
 


 
 


 
 


 
 


 
 


 
 


 
 


 
 


 
 


 
 


 
 


 
 


 
 


 
 


 
 


 
 


 
 


 
 


 
 


 
 


 
 



Deuses / CriaturasAvaliação
AfroditeComum
ApoloComum
AtenaRigorosa
AresComum
Centauros(as)Comum
DeimosComum
DeméterComum
DespinaRigorosa
DionísioComum
Dríades (apenas sexo feminino)Comum
ÉoloComum
EosComum
Espíritos da Água (Naiádes, Nereidas e Tritões)Comum
HadesEspecial (clique aqui)
HécateRigorosa
HéraclesComum
HefestoComum
HermesComum
HéstiaComum
HipnosComum
ÍrisComum
LegadosComum
MacáriaRigorosa
MelinoeRigorosa
NêmesisRigorosa
NyxRigorosa
PerséfoneRigorosa
PhobosComum
PoseidonEspecial  (clique aqui)
Sátiros (apenas sexo masculino)Comum
SeleneComum
TânatosComum
ZeusEspecial (clique aqui)



A Ficha


A ficha é composta de algumas perguntas e o campo para o perfil físico e psicológico e a história do personagem e é a mesma seja para semideuses, criaturas ou legados. Aqui, ressaltamos e relembramos a existência de um sistema de Legados no fórum. Com as recentes mudanças na ambientação do fórum, também, deixamos aqui explícito que os novatos que decidirem seguir para o acampamento, estarão vivendo sob a tutela e regência de Éris. Os que desejarem ser guiados por Quíron e campistas aliados do Olimpo, devem seguir para o Clube da Luta. Mais informações no tópico de trama geral do fórum.

Plágio não será tolerado e, ao ser detectado, acarretará um ban inicial de 3 dias + aviso, e reincidência acarretará em ban permanente. Plágio acarreta banimento por IP.

Aceitamos apenas histórias originais - então, ao usar um personagem criado para outro fórum não só não será reclamado como corre o risco de ser punido por plágio, caso não comprove autoria em 24h. Mesmo com a comprovação, a ficha não será aceita.

Fichas com nomes inadequados não serão avaliadas a menos que avisem já ter realizado o pedido de mudança através de uma observação na ficha. As regras de nickname constam nas regras gerais no fórum.

Lembrando que o único propósito da ficha é a reclamação do personagem. Qualquer item desejado, além da faca inicial ganha no momento de inscrição do fórum e dos presentes de reclamação (adquiridos caso a ficha seja efetivada) devem ser conseguidos in game, através de forjas, mercado, missões e/ou DIY.



TEMPLATE PADRÃO:
Não serão aceitas fichas fora desde modelo

Código:
<center>
<a href="goo.gl/6qY3Sg"><div class="frankt1">FICHA DE RECLAMAÇÃO</div></a><div class="frank1"></div><div class="franktextim">[b]— Por qual deus deseja ser reclamado/ qual criatura deseja ser e por quê?[/b]

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[b]— Perfil do Personagem (Características Físicas e Características Psicológicas - preferencialmente separadas):[/b]

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[b]— História do Personagem:[/b]

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</div><div class="frank2"></div> <div class="frankt2">Percy Jackson RPG BR</div></center>


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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Melinda Thompson em Dom 15 Abr 2018, 21:46


Avaliação




Acir Santos — Reprovado como filho de Macária


Hello, dear. Infelizmente, terei que reprova-lo nessa ficha. Como você pode ter notado na lista dos deuses, Macária é uma das divindades cuja avaliação é rigorosa. Esse foi um dos fatores para sua reprovação. Você escreve bem, mas faltou uma revisão mais cuidadosa do texto, pois encontrei erros de pontuação e algumas frases sem coesão. Por exemplo:

Meu nome é estranho comparado aos nortes americanos, eu não tenho problema com isso, afinal, não sou norte-americano, sou brasileiro, então para mim foi bastante difícil me adaptar a américa, mas... necessário.

Primeiro, após a segunda vírgula deveria vir algum conjunção, como mas, para conectar as duas frases. Por outro lado, nesse trecho há um uso exagerado de vírgulas E conjunções. Isso poderia ser resolvido com uso de um ou dois pontos finais.

Meu país é belo, seja de terras, flora e fauna diferenciada, ao povo, a mistura de diferenças etnias, a essa cultura, mesmo que o processo tenha sido forçado, a verdade é que para muitos é ruim ver alguém desafiar o sistema, de dizer, “NÓS EXISTIMOS” , “NÃO SOMOS SELVAGENS”, “SÓ QUEREMOS MANTER  A NOSSA CULTURA, SÓ QUEREMOS PODER EXISTIR EM BOAS CONDINÇÕES”, meu pai falou tudo isso, ele desafiou e essa foi a resposta

Nesse trecho nota-se mais uma vez um uso excessivo de vírgulas. Por conta disso, ao ler tudo de uma vez, as frases mudam de ideia, de significado muito rápido, atrapalhando tanto a coesão quando a fluidez do texto.

Um outro ponto ausente que contribuiu para sua reprovação foi a ausência da reclamação do personagem. Ela é citada, sim, mas de uma maneira tão rápida que não informa como aconteceu nem como você chegou até o acampamento - que, devo lembrá-lo, está sob domínio de Éris no momento.

Revise seu texto, aprimore estes pontos e outros pequenos deslizes que você encontrar e reposte sua ficha, pois não tenho dúvidas que você consegue passar seu personagem numa próxima tentativa!

Dúvidas ou reclamações, é só mandar por mp.
Melinda Thompson
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Acir Santos em Dom 15 Abr 2018, 23:26


FICHA DE RECLAMAÇÃO
— Por qual deus deseja ser reclamado/ qual criatura deseja ser e por quê?

Macária. Quando decidir criar o Acir, eu já tinha alguns deuses que poderiam se encaixar melhor com a história de vida e personalidade do meu personagem, estavam entre eles Macária, Ares e Atena, no entanto devido a evolução dos poderes e o desfecho que pensei, Macária seria a mais indicada.


— Perfil do Personagem (Características Físicas e Características Psicológicas - preferencialmente separadas):

Acir tem onze anos de idade, herdou deu seu pai e de sua ancestralidade indígena a maior parte de suas características, como sua cor de pele que muitos já consideraram vermelha, seu longo cabelo escuro e sedoso, seu olho um pouco puxado e seu sorriso, que muitos diriam ser puro e encantador. Não há manchas em sua pele, ela é simplesmente límpida e bela.
Sua altura é considerada baixa para outros garotos de sua idade, além do fato de estar no início da puberdade, por isso sua voz é muito mais doce e ele é geralmente confundindo com uma menina. Ele também é bastante magro.

Apesar da sua idade, Acir mostra uma maturidade e um pensamento de uma pessoa mais velha, ele já leu inúmeros livros de várias coisas, tem uma paixão por conhecimento, não sendo inocente ao ponto de acreditar em ideias que muitos consideram verdadeiras, ele conhecer a dor, conhece a vida e acima de tudo conhece a guerra. A guerra que cada um vive, a que seu pai e seu povo viveu. Devido a todo processo educacional e a experiência que ele mesmo novo percebeu, é claro as vezes faz birra, é claro as vezes ele só quer se divertir e não pensar em mais nada, mas para o povo de Acir, esse é um luxo que ele não pode ter.
Mesmo assim, é um garoto gentil e doce, com medo de muitas coisas, mas sem medo de dizer “Eu sou Acir e essa é a minha história”.

— História do Personagem:

Meu nome é Acir, na verdade, Moacir Santos, Acir é um apelido. Meu nome é uma junção de duas palavras na língua tupi, a tradução seria algo como, “O que vem da dor”. As vezes me pergunto o motivo do meu pai ter escolhido esse nome...
Meu nome é estranho comparado aos nortes americanos, eu não tenho problema com isso, afinal, não sou daqui, sou brasileiro, então foi bastante difícil me adaptar a américa mesmo que necessário.
Eu não conheci minha mãe, ainda não conheço, eu só sei o que meu pai me contava e sua história. Meu pai foi um líder, um grande líder, ele protestou inúmeras vezes por nossa terra, ele protestou inúmeras vezes para que tratassem nós, nativos, como seres humanos e não como selvagens, como muitos ainda pensam quando ouve a palavra “índio”. Ele foi um dos poucos que saiu para fazer um curso superior, que foi aclamado na política e por essa luta, e por nossa terra, por condições básicas de sobrevivência que foi reconhecido até internacionalmente, viajando para o mundo, para falar sobre sua experiência de vida como amerindio.
Foi assim que meu pai, conheceu a minha mãe. Quando ficávamos sozinhos, ele me falava:

” Era a mulher mais bonita que já conheci. Sua mãe resplandecia uma serenidade e um misticismo, uma beleza que superava as lendas de Iara, para mim era como uma deusa. Ela tinha uma empatia fora do comum e essas pequenas coisas da personalidade dela acima de tudo fez com que me apaixonasse, porém, após uma noite eu nunca mais a vi. Até que depois de um longo tempo, você apareceu para mim, no momento que olhei para seus olhos, eu soube que você era o fruto do nosso amor, mesmo que breve, com você seria infinito. ”

E eu olhava para o céu e quando pensava nela, imaginava sua beleza como José de Alencar falava de Iracema, eu imaginava o papai, a mamãe e eu junto... Isso nunca aconteceria, meu pai foi morto.
Meu país é belo, seja de terras, flora e fauna diferenciada, ao povo, a mistura de diferenças etnias e culturas, mesmo que o processo tenha sido forçado. A verdade é que para os grandes senhores de terra é ruim ver alguém desafiar o sistema, de dizer, “NÓS EXISTIMOS, NÃO SOMOS SELVAGENS, SÓ QUEREMOS MANTER A NOSSA CULTURA, SÓ QUEREMOS PODER EXISTIR EM BOAS CONDIÇÕES”, meu pai falou tudo isso, ele desafiou e essa foi a resposta. Somente eu chorei naquela noite, todos meus outros familiares e as pessoas de minha tribo não, era comum morrer em sua luta.
E eu realmente não queria está agora nos Estados Unidos, mas, meu pai tinha deixado a minha guarda para um de seus amigos que ele conheceu lá, o tio Carlos, todos meus familiares entenderam, eu não. Eu queria ser que nem meu pai, eu não consigo compreender porque não me deixaram lá, apesar de o Tio Carlos ter me ensinado muita coisa, como a ficar fluente em inglês, ele não era o papai.
Para deixar a minha vida ainda mais de cabeça para baixo, eu conheci o Tom. Para mim, ele se tornou um grande amigo, eu só não esperava que ele fosse me mostrar um outro mundo. Tudo ocorreu alguns meses depois do ocorrido com meu pai, eu já estava indo para um colégio público e facilmente nos tornamos amigos.
No entanto, certo dia o Tom me contou seu segredo, ele não era humano, e é claro primeiro achei que era brincadeira, mas como eu poderia negar pernas de bode?! Foi inicialmente muita coisa para assimilar, eu entrei em um estado de negação, até perceber que ele estava certo, uma vez que você percebe que o Mundo não é preto e branco, você enxerga diversas cores e eu percebi inúmeras coisas eram reais, quando já acreditei ser minha imaginação, principalmente a respeito da minha mãe, meu pai estava certo, ela era uma divindade.
Um ou dois dias após eu aceitar de fato, eu decidir obedecer aos conselhos de Tom, aparentemente nenhum lugar era seguro e meu pai já estava morto, não tinha nada que poderia me prender. Pensei várias vezes antes de fato sair da cidade e ir á um lugar chamado Clube da luta, aparentemente o mundo só ficava mais estranho, existia um lugar chamado Acampamento Meio Sangue, para jovens como eu e bom foi destruído, por isso eu estaria indo para esse clube de luta.
Não fiquei surpreso quando encontrei um local cheio de outras crianças e adolescente, até porque os deuses gregos eram conhecidos por seus romances. O que me surpreendeu foi que quando cheguei ao local uma espécie de símbolo brilhou por cima de minha cabeça, uma foice com uma coroa de louros.

“Abençoado seja Acir, filho da deusa da boa morte, Macária”

Disse Tom. Suspirei, deusa da boa morte?! Parece até uma brincadeira de mal gosto. Meu pai conheceu ela, meu pai amou, mas, ele não teve uma boa morte, ele foi executado com um tiro na cabeça.
Meu nome é Acir, eu não sei qual vai ser meu papel nesse mundo, tudo que eu acreditava que fazia parte, foi tirado de mim e agora eu me pergunto, quem eu vou ser.



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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Cuzão em Seg 16 Abr 2018, 13:51


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Acir Santos — Reprovado como filho de Macária

Vamos lá, não desista. Os erros pontuados pela Catherine permaneceram, mas eu vou te dar uma colher de chá e destacar exatamente alguns detalhes que precisam ser melhorados caso queira a reclamação por Macária. Acho que a primeira coisa a se pautar é, de novo, o trecho das quatro vírgulas desnecessárias:

Meu nome é estranho comparado aos nortes americanos, eu não tenho problema com isso, afinal, não sou daqui, sou brasileiro, então foi bastante difícil me adaptar a américa mesmo que necessário.

Você pode ter reduzido o número original de vírgulas — eram seis, passaram a ser quatro —, mas seu texto continua complicado nessa parte. Apesar disso, vou te dar uma luz de como melhorar formular isso na base do exemplo, ok?

Finazzi escreveu:Meu nome é estranho comparado aos norte-americanos, mas isso não me preocupa. Sou brasileiro e, mesmo que difícil, a adaptação à América fora necessária.

Olha como o Finazzi conseguiu passar as mesmas informações que você, só que com a utilização correta da pontuação e uma extensão um pouco maior de vocábulos que a sua.

Eu não conheci minha mãe, ainda não conheço, eu só sei o que meu pai me contava e sua história.

Com o tanto de sublinhado, se bobear vai ficar confuso, mas enfim.

O primeiro trecho foi sublinhado pela simples definição de informação inútil. A escrita é, além do fator essencial num fórum de RPG escrito, uma arte da prática. Você vai aprender com o tempo a fazer o filtro de informações relevantes a serem citadas no texto.

O destaque da segunda parte deve-se ao fato de ter ficado com certa redundância e também pela troca de letras, já que deveria ser uma letra a — ou até mesmo nenhuma.

Finazzi escreveu:Eu ainda não conheço o meu pai, mas minha mãe contava histórias alegres e divertidas sobre ele.

A fluidez do Finazzi é algo que falta no seu texto, portanto.

Meu pai foi um líder, um grande líder, ele protestou inúmeras vezes por nossa terra, ele protestou inúmeras vezes para que tratassem nós, nativos, como seres humanos e não como selvagens, como muitos ainda pensam quando ouve a palavra “índio”.

O destaque aqui foi simbólico, já que o necessário a ser analisado é todo o conteúdo exposto. Primeiro que o destaque sublinhado refere-se exatamente ao ponto pautado anteriormente: repete-se muita informação que, em sua maioria, é desnecessária.

Como tenho certo senso de oratória, eu consigo imaginar esse trecho do texto como algo simplesmente falado numa roda de amigos, mas atente-se. A redação, em si, está muito errada.

O "ouve" ali destacado é um erro de grafia mesmo. Pelo contexto, o correto seria ouvem.

Finazzi escreveu:Minha mãe foi uma grande líder. Protestou pelos direitos das mulheres dentro das fábricas, pela falta de respeito que suas companheiras e ela sofriam no ambiente fabril. Protestou para que, ao ouvirem a palavra "feminismo", tratassem o movimento como algo legítimo.

Aqui o Finazzi, em contraponto ao seu texto, expôs muito bem os ideais da mãe de uma maneira mais coesa e Ben estruturada.

Enfim, todos esses pontos de erro foram destacados no que creio ser o seu primeiro parágrafo da história. Ou nos três primeiros, não sei. Meu conselho é para que, ao refazer a ficha em busca de corrigir os erros aqui citados — e os outros tantos que acabam por se estender pela ficha e que não mencionarei —, converse com algum dos nossos jogadores mais experientes no chatbox e peça uma ajuda na revisão.

Sua história, neste minúsculo resumo que é a ficha de reclamação, dá a entender que será magnífica.

Boa sorte na próxima tentativa.

Agradecimento especial para Catherine Buckhart, já que roubei o template sem autorização.[

Obs: o único Finazzi que eu conheço é aquele antigo atacante do Corinthians, mas devem existir outros pelo mundo.

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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Acir Santos em Seg 16 Abr 2018, 20:57


FICHA DE RECLAMAÇÃO
— Por qual deus deseja ser reclamado/ qual criatura deseja ser e por quê?

Macária. Quando decidir criar o Acir, eu já tinha alguns deuses que poderiam se encaixar melhor com a história de vida e personalidade do meu personagem, estavam entre eles Macária, Ares e Atena, no entanto devido a evolução dos poderes e o desfecho que pensei, Macária seria a mais indicada.


— Perfil do Personagem (Características Físicas e Características Psicológicas - preferencialmente separadas):

Acir tem onze anos de idade, herdou deu seu pai e de sua ancestralidade indígena a maior parte de suas características, como sua cor de pele que muitos já consideraram vermelha, seu longo cabelo escuro e sedoso, seu olho um pouco puxado e seu sorriso, que muitos diriam ser puro e encantador. Não há manchas em sua pele, ela é simplesmente límpida e bela.
Sua altura é considerada baixa para outros garotos de sua idade, além do fato de estar no início da puberdade, por isso sua voz é muito mais doce e ele é geralmente confundindo com uma menina. Ele também é bastante magro.

Apesar da sua idade, Acir mostra uma maturidade e um pensamento de uma pessoa mais velha, ele já leu inúmeros livros de várias coisas, tem uma paixão por conhecimento, não sendo inocente ao ponto de acreditar em ideias que muitos consideram verdadeiras, ele conhecer a dor, conhece a vida e acima de tudo conhece a guerra. A guerra que cada um vive, a que seu pai e seu povo viveu. Devido a todo processo educacional e a experiência que mesmo sendo novo, percebeu. É bastante ambicioso, assim como várias vezes faz birra ou só quer se divertir. Ele continua sendo uma criança e mesmo assim, é um garoto gentil e doce, com medo de muitas coisas, mas sem medo de dizer “Eu sou Acir e essa é a minha história”.

— História do Personagem:

Há muitas coisas que Acir não consegue entender, como o motivo de tantas pessoas odiarem outras por sua cor, por tentarem viver livres ou por simplesmente odiar. Ele não entendia o destino e como aqueles últimos acontecimentos pareciam uma grande e bem elaborada brincadeira de mal gosto. Sentia falta de inúmeras coisas, sua tribo, seus familiares e, acima de tudo de seu pai.
Seu pai lhe ensinou diversas coisas, como a língua do seu povo e o português. Deu uma educação privilegiada e desde pequeno ensinou a lutar por seu povo, no entanto, o menino sentia falta de uma mãe.
Ele nunca conheceu sua mãe, somente tinha ouvido o que seu pai lhe contava e, por isso, a sua figura paterna era a sua luz na vida. Ele enxergava um líder, alguém que todos conseguiam confiar e que poderia reclamar o direito de sua nação ao governo, o direito de ser livre.
Seu pai foi assassinado por lutar e ser reconhecido por isso. Deixando para trás o pobre Acir, com somente dez anos de idade. Pobre garoto, tão novo e já sabia que na vida não existe justiça, somente poder. Se você não tem poder, é só mais um. Descartável, como seu pai foi.
Felizmente para o jovem indígena, seu pai tinha conseguido sair de sua aldeia para fazer um curso superior e tinha conhecido inúmeras pessoas pelo mundo. Entre os conhecidos de seu pai, está o homem que hoje é dono de sua guarda. Graças a ele, conseguiu ser fluente na língua inglesa e até se adaptar a outro pais, aos Estados Unidos.
Mesmo assim, não se passou um dia que Acir não se perdia em seus pensamentos mais distantes. Sentia saudades de tudo e as vezes sonhava em ver seus pais e ele reunidos, como uma família deveria ser. Ele lembrava de como seu pai narrava sua paixão pela sua mãe.

— Era a mulher mais bonita que já conheci. Sua mãe tinha uma serenidade e um misticismo no olhar, uma empatia pelos seres fora do comum. Eu a amava e, para mim, sua mãe era como uma deusa. Fomos felizes por um tempo, mas tive que retornar para o Brasil, só voltaria no próximo ano. Sabe eu fiquei contando os dias e quando finalmente chegou, eu nunca mais a vi. Até que você me apareceu e quando olhei em seus olhos, reconheci o fruto do nosso amor. —

Parecia que não tinha como sua vida piora, até que Tom apareceu. Tom era um menino ranzinza e meio diferente, o que fez Acir se sentir atraído e querer ser seu amigo, pois ele também era diferente, não era americano como as outras crianças de sua escola e não tinha amigos. No entanto, não era isso que diferenciava Tom. O recém-chegado tinha um outro proposito naquela escola e era algo que mudaria outra vez tudo que o brasileiro sabia.
Após um tempo, Tom revelou ao menino a sua herança, mostrou sem medo que existia muitas coisas que os humanos chamariam de mito e para provar ele retirou suas calças. O menino se assustou com o que viu, pernas de bode, mesmo assim não foi o suficiente para ele acreditar em toda aquela loucura e aceitar que ele poderia estar em perigo.
Após alguns dias o menino começou a notar que o sátiro tinha razão, parecia que havia uma névoa se desfazendo e ele podia enxergar aquelas coisas. Principalmente sobre seu passado, quando imaginava que as coisas que via na floresta era apenas imaginação e que no fim seu estava certo, sua mãe era uma deusa. O problema foi que enquanto tentava observa esse outro mundo, ele era observado.
Não tinha nada que pudesse prender o menino ao homem que lhe cuidava, ele não sentia afeto por ele e cada vez mais queria saber quem era sua mãe. Queria encontrar ela e perguntar várias coisas, como porque ela o abandonou, logo fugiu com o seu amigo meio bode. Não pensou que tudo que estava acontecendo nos Estados Unidos e até mesmo nos jornais mais sensacionalistas era culpa de um deus ou que alguém pudesse invadir um acampamento que em teoria deveria ser mais seguro.
Enquanto os garotos fugiam, Tom acabava de contar coisas importantes para o menino, como como os deuses não ligava tanto para seus filhos e como o menino parecia ter um cheiro mais mortal que místico como outros meios-sangues. Ele fantasiou as vezes sendo filho de uma grande deusa, sendo reconhecido e herdando inúmeros poderes, ser alguém capaz de fazer a diferença. Logo ele chegava ao novo local, o clube da luta.
O mais estranho para o menino que logo após chegar nada aconteceu e por duas ou quatro semanas o menino só foi mais um entre tantos outros. Ele se sentia sozinho, nem sua própria mãe lhe reclamaria, como tantos outros semideuses que habitava o local e provavelmente seria seu destino morrer por não ter força, poder ou qualquer coisa parecida. No Fim, ele se sentiu amaldiçoado por toda sua história, até um emblema estranho aparecer brilhando em sua cabeça, uma foice segurando uma coroa de louros.

— É isso, é ela a sua mãe. — Falou um campista.

— Quem?

— Macária, a deusa da boa morte.

Novamente, ele sentiu que o destino estava brincando com ele. Novamente se sentia como mais um, mais um filho de uma deusa, mais um que terá um destino de dor. Pensou em seu pai e como ele foi azarado. Ele amou a deusa da boa morte e morreu com um tiro na cabeça. Seus olhos lagrimejaram um pouco, ele não teria o mesmo destino que muitos da sua tribo, que morreram por reconhecimento, que não tinha poder, não seria azarado como seu pai. Ele faria sua história.



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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Jeff Smith em Ter 17 Abr 2018, 22:13


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Acir Santos — Reprovado como filho de Macária

Acir, Acir. Como Éolo falou, sua história tem uma premissa muito boa, que pode vir a ser muito bem explorada futuramente. Mas o motivo para a sua reprovação continua na fluência e ortografia de seu texto. Pude perceber que você seguiu as orientações de Éolo em relação aos trechos citados, porém o resto do seu texto peca com vários trechos em que a escrita nos deixa confuso. Confira o exemplo abaixo:

Acir escreveu:Após alguns dias o menino começou a notar que o sátiro tinha razão, parecia que havia uma névoa se desfazendo e ele podia enxergar aquelas coisas. Principalmente sobre seu passado, quando imaginava que as coisas que via na floresta era apenas imaginação e que no fim seu estava certo, sua mãe era uma deusa. O problema foi que enquanto tentava observa esse outro mundo, ele era observado.

Você poderia deixar a frase com uma leitura mais confortável desse jeito:

Renanzinho escreveu:Após alguns dias, o menino começou a notar que o sátiro tinha razão. Realmente parecia haver uma espécie de Névoa se desfazendo, possibilitando que Acir enxergasse novas coisas. Principalmente coisas sobre seu passado, uma vez que ele achava que as coisas estranhas que via na floresta eram apenas frutos de sua imaginação. No fim das contas, seu pai estava certo: sua mãe era uma deusa. O único problema era que, enquanto Acir procurava observar esse outro mundo com mais calma, outras pessoas, ou coisas, observavam ele.

A frase realmente ficou um pouco maior, porém ela proporciona uma leitura muito mais agradável aos olhos do que a original. Há também outra frase que eu gostaria de destacar nessa avaliação:

Acir escreveu:Enquanto os garotos fugiam, Tom acabava de contar coisas importantes para o menino, como como os deuses não ligava tanto para seus filhos e como o menino parecia ter um cheiro mais mortal que místico como outros meios-sangues.

A frase poderia ficar melhor assim:

Renanzinho escreveu:Enquanto os garotos fugiam, Tom acabava de contar coisas importantes para o menino. Coisas como, por exemplo, o fato de os deuses não ligarem tanto para seus filhos e como o menino parecia ter um cheiro mais mortal que místico, como outros meios-sangues.

Quero focar em um elemento específico na frase original: a repetição da palavra "como". Você pode dizer que essa frase faria sentido, pois você, eu, qualquer pessoa fala assim. E eu concordo veementemente com você. O problema é que existe uma diferença entre o que falamos e o que escrevemos. Enquanto fala, você pode utilizar esse tipo de colocação. Na gramática normativa, contudo, essa repetição de palavras é considerada absolutamente errada. (Sim, isso pode ser um saco, mas infelizmente são as regras da nossa língua ;-;).

No mais, peço que você tenha um cuidado melhor com seu texto. Há vários erros que poderiam ser evitados com uma boa revisão. Uma dica que eu te dou é: peça para outra pessoa revisar seu texto. Pode ser complicado encontrar erros em nossos próprios textos, e uma segunda opinião é sempre bem vinda.

Enfim, não desista. Ainda há muito o que ser contada da sua história. Tudo o que precisa é de um carinho com o texto. Dúvidas sobre sua avaliação, ou então se precisar de alguma ajuda, não hesite em me enviar uma MP.

Agradeço ao Éolo por ter roubado o template da Cath. Assim ficou mais fácil para mim. HUe

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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Acir Santos em Qua 18 Abr 2018, 12:36


FICHA DE RECLAMAÇÃO
— Por qual deus deseja ser reclamado/ qual criatura deseja ser e por quê?

Macária. Quando decidir criar o Acir, eu já tinha alguns deuses que poderiam se encaixar melhor com a história de vida e personalidade do meu personagem, estavam entre eles Macária, Ares e Atena, no entanto devido a evolução dos poderes e o desfecho que pensei, Macária seria a mais indicada.


— Perfil do Personagem (Características Físicas e Características Psicológicas - preferencialmente separadas):

Acir tem onze anos de idade, herdou deu seu pai e de sua ancestralidade indígena a maior parte de suas características, como sua cor de pele que muitos já consideraram vermelha, seu longo cabelo escuro e sedoso, seu olho um pouco puxado e seu sorriso, que muitos diriam ser puro e encantador. Não há manchas em sua pele, ela é simplesmente límpida e bela.
Sua altura é considerada baixa para outros garotos de sua idade, além do fato de estar no início da puberdade, por isso sua voz é muito mais doce e ele é geralmente confundindo com uma menina. Ele também é bastante magro.

Apesar da sua idade, Acir mostra uma maturidade e um pensamento de uma pessoa mais velha, ele já leu inúmeros livros de várias coisas, tem uma paixão por conhecimento, não sendo inocente ao ponto de acreditar em ideias que muitos consideram verdadeiras, ele conhecer a dor, conhece a vida e acima de tudo conhece a guerra. A guerra que cada um vive, a que seu pai e seu povo viveu. Devido a todo processo educacional e a experiência que mesmo sendo novo, percebeu. É bastante ambicioso, assim como várias vezes faz birra ou só quer se divertir. Ele continua sendo uma criança e mesmo assim, é um garoto gentil e doce, com medo de muitas coisas, mas sem medo de dizer “Eu sou Acir e essa é a minha história”.

— História do Personagem:

Existem muitas coisas que Acir não consegue entender; as pessoas odiarem umas as outras por raça e cor, tentarem se escravizar e guerrearem até a morte. Ele não entendia o destino e com aqueles últimos acontecimentos tudo parecia uma grande e bem elaborada brincadeira de mal gosto. Sentia falta de inúmeras coisas, sua tribo, seus familiares e, acima de tudo de seu pai. Ele fora o homem que lhe ensinou diversas coisas, como a língua do seu povo e o português. Deu uma educação privilegiada e desde pequeno ensinou a lutar por seu povo, no entanto, o menino sentia falta de uma mãe.
Nunca havia conhecido sua mãe, somente tinha ouvido o que seu pai lhe contava e, por isso, a sua figura paterna era a luz na vida. Ele enxergava um líder, alguém que todos conseguiam confiar e que poderia reclamar o direito de sua nação ao governo, o direito de ser livre.
Seu pai foi assassinado por lutar e ser reconhecido por isso, deixando para trás o pobre Acir, com somente dez anos de idade. Pobre garoto, tão novo e já sabia que na vida não existe justiça, somente poder. Se você não tem poder, é só mais um. Descartável.
Felizmente para o jovem indígena, o pai tinha conseguido sair de sua aldeia para fazer um curso superior e conhecido inúmeras pessoas pelo mundo. Entre estes conhecidos está o homem que hoje é dono de sua guarda. Graças a ele, conseguiu ser fluente na língua inglesa e até se adaptar a outro país, aos Estados Unidos.
Mesmo assim, não se passou um dia que Acir não se perdia em seus pensamentos distantes. Sentia saudades de tudo e às vezes sonhava em ver seus pais reunidos, como uma família deveria ser. Ele lembrava de como seu pai narrava sua paixão pela sua mãe.

“— Era a mulher mais bonita que já conheci. Sua mãe tinha uma serenidade e um misticismo no olhar, uma empatia pelos seres fora do comum. Eu a amava e, para mim, sua mãe era como uma deusa. Fomos felizes por um tempo, mas tive que retornar para o Brasil, só voltaria no próximo ano. Sabe, eu fiquei contando os dias e quando finalmente chegou, eu nunca mais a vi. Até que você me apareceu e quando olhei em seus olhos, reconheci o fruto do nosso amor. —

Parecia que não tinha como a vida piorar, até que Tom apareceu. Tom era um menino ranzinza e meio diferente, o que fez Acir se sentir atraído e querer ser seu amigo, pois ele também era diferente, não era americano como as outras crianças de sua escola e não tinha amigos. No entanto, não era isso que diferenciava Tom. O recém-chegado tinha um outro propósito naquela escola, um propósito que mudaria tudo que o brasileiro sabia e acreditava até ali.
Após um tempo, Tom revelou ao menino a sua herança, mostrou sem medo que existia muitas coisas que os humanos chamariam de mito e para provar ele retirou suas calças. O menino se assustou com o que viu; pernas de bode, mas mesmo isso não foi o suficiente para ele acreditar em toda aquela loucura e aceitar que ele poderia estar em perigo.
Após alguns dias o menino começou a notar que o sátiro tinha razão, parecia que havia uma névoa se desfazendo e ele podia enxergar aquelas coisas. Principalmente sobre seu passado, sempre acreditara que as coisas que via na floresta eram apenas imaginação mas não, sua mãe era uma deusa. O perigo é que enquanto se observa esse outro mundo, também se é observado.
Não tinha nada que pudesse prender o menino ao homem que lhe cuidava, ele não sentia afeto por ele e cada vez mais queria saber quem era sua mãe. Queria encontra-la e perguntar várias coisas como; porque ela havia o abandonado. Logo fugiu com o seu amigo meio bode. Não pensou que tudo que estava acontecendo nos Estados Unidos e até mesmo nos jornais mais sensacionalistas era culpa de um deus ou que alguém pudesse invadir um acampamento que em teoria deveria ser mais seguro.
Enquanto os garotos fugiam, Tom acabava de contar coisas importantes para o menino, como os deuses não ligavam tanto para seus filhos e como o menino parecia ter um cheiro mais mortal que místico como outros meios-sangues.
Ele fantasiou milhares de vezes como seria ser reclamado como filho de uma grande deusa, sendo reconhecido e herdando inúmeros poderes, ser alguém capaz de fazer a diferença.
Finalmente ele chegava ao novo local, o clube da luta.
O mais estranho para o menino foi que, após chegar, nada aconteceu e por duas ou quatro semanas só foi mais um entre tantos outros. Ele se sentia sozinho, nem sua própria mãe lhe reclamaria, como tantos outros semideuses que habitavam o local. Provavelmente seria seu destino morrer por não ter força, poder ou qualquer coisa parecida. No Fim, ele se sentiu amaldiçoado por toda sua história, até um emblema estranho aparecer brilhando em sua cabeça, uma foice segurando uma coroa de louros.

— É isso, é ela a sua mãe. — Falou um campista.

— Quem?

— Macária, a deusa da boa morte.

Suspirando, ele sentiu que o destino estava brincando com ele. Novamente se sentia só como mais um, um filho de uma deusa, mais um que teria um destino de dor. Pensou em seu pai e como ele foi azarado. Ele amou a deusa da boa morte e morreu com um tiro na cabeça. Seus olhos lagrimejaram um pouco, ele não teria o mesmo destino que muitos da sua tribo, que morreram por reconhecimento, descartados pela falta de poder, não seria azarado como seu pai. Ele faria sua história.


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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Jeff Smith em Qua 18 Abr 2018, 12:51


Avaliação




Acir Santos — Aprovado como filho de Macária

Acir, Acir. Eu vi a sua pequena jornada em ser reclamado. Primeiramente quero te parabenizar pelo seu empenho e pela sua perseverança. Também quero te parabenizar pela sua aparente evolução em sua narrativa. Não direi que ainda não está 100% alinhada, mas você pode treinar mais a sua narração em missões e RPs.

Então, foque em manter constante evolução em sua narração e você fará histórias grandiosas aqui. No mais, seja bem vindo ao mundo dos semideuses, cria de Macária.

Atualizado por Zeus

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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Betta em Sab 21 Abr 2018, 23:27


FICHA DE RECLAMAÇÃO
— Por qual deus deseja ser reclamado/ qual criatura deseja ser e por quê? Éolo, o deus dos ventos. Se você acompanhou o desenvolvimento criativo dessa personagem você sabe que eu pensei em alguns deuses antes de chegar nessa decisão. Ares foi o primeiro, e de longe foi meu maior erro. A Jung é tão delicada e serena, e o arquétipo do deus da guerra selvagem vai totalmente contra isso. Pensei então em Hades e Zeus, e nenhum dos dois fez meu coração bater mais forte. Hades é muito obscuro para ela, Zeus muito clichê — Thalia Grace mandando lembranças. Mas foi aí que eu tive a ideia mais genial, envolvendo inclusive o senhor do Olimpo, e ela está bem no último campo dessa ficha.

— Perfil do Personagem (Características Físicas e Características Psicológicas - preferencialmente separadas): O corpinho magricelo de Jung pode parecer até diminuto se comparado a história que carrega, mas é exatamente assim. Aparenta ter entre quatorze e dezesseis anos, e assim continuará por toda uma eternidade, já que um dos benefícios das caçadoras de Ártemis é a idade imutável. Uma pele macia como veludo e lisa como mármore, indicando pouca ou nenhuma vivência. Cabelos dourados descem até seu busto, e estão classificados em algo entre liso e ondulado. O formato de seus olhos indica uma descendência coreana, e as íris são coloridas em um castanho escuro.

A personalidade de Jung é um pedaço de argila fresca, e Ártemis é quem tem a maior influência sobre ela, sendo o atual “certo” e “errado” da garota correspondente com o da deusa. Desde o início apresentou uma repulsa a monstros hostis, o que auxilia nas caçadas. Ainda não tem noção da guerra de Éris contra o Olimpo, mas é lógico que esteja no lado que Ártemis abraça, ou seja, dos olimpianos.

— História do Personagem:

A ficha caiu quando nossos queixos começaram a bater, e o frio passou de incômodo para torturante. Nós — eu e as outras caçadoras — havíamos alimentado a fogueira com tanta lenha que era um tanto quanto sádico a forma que ela se recusava a nos aquecer. De qualquer modo, o frio não era o único me espantando. Eu sentia como se as corujas estivessem me atravessando com os olhos, e os galhos se inclinando para ouvir minha respiração. Logo, adentrei a tenda prateada sem titubear.

No entanto, eu não dormi naquela noite. Recuso-me a chamar aquilo de sono. Minha mente afundou-se nos mais profundos devaneios, e eu não tinha domínio sobre eles. Vi e rebobinei mil vezes a cena de um líquido parecido com mel penetrando minha boca, e meu corpo inapto de produzir movimentos pelo que pareceu uma eternidade. Fora da minha mente as coisas também não devem ter sido tão belas, pois quando acordei a própria Ártemis estava diante de mim.

— Bom dia, minha criança selvagem — ela diz tirando uma mecha de cabelo dourado do meu rosto.

Agora reconheço que estou na tenda dela, onde fiz meu juramento. Tapetes de seda cobrem o chão, e um braseiro de ouro queima no fogo mais vivo que já temi presenciar. Consigo ver de relance também seu arco, mortífero e esculpido no que parecia os chifres de algum animal. É um ambiente quente e confortável, muito diferente do que presenciei lá fora e também dentro da minha mente perturbada. Enfim minha visão foca na garotinha ruiva sentada ao meu lado, e todo o resto perde sua relevância.

— Minha senhora! — Eu desperto com a inesperada presença da minha matriarca, rapidamente me colocando em uma posição de reverência. Isso faz ela acenar com a cabeça, satisfeita.

Eu não sei explicar o porquê de eu ter me juntado a deusa da caçada, mas quando meus olhos abriram pela primeira vez eu corri até ela como um filhote recorre instintivamente a sua mãe. Bem, talvez seja isso. Eu escolhi Ártemis como uma figura materna, e agora compartilho minha eternidade com ela.

— Fico aliviada de te ver assim. Eu cheguei a temer que você não fosse mais abrir os olhos — ela admitiu com um pesar na voz.

Pode parecer improvável uma deusa mostrar tristeza, mas eu entendo o contexto. Recentemente duas caçadoras caíram em batalha, e nossa patrona mostrou-se muito descontente com isso. A iminente possibilidade de outra donzela morrendo deve ter sido realmente preocupante.

Eu sinceramente não sei como reagir, então Ártemis prossegue: — Você vomitou algo enquanto convulsionava — ela revela indicando algo que eu não havia percebido antes. É uma poça viscosa e dourada bem ao meu lado, manchando os lençóis de seda.

— É a mesma gosma do meu pesadelo! — Digo saindo educadamente da posição de reverência e me aproximando da poça. — Você sabe o que isso é, minha deusa?

Ela nega com um aceno de cabeça.

— Porém, acho que ele pode te ajudar a descobrir — Ártemis aponta para algo que está se formando sobre minha cabeça. É incrível, e de longe uma das coisas mais fantásticas que já vi. Vários pedacinhos minúsculos de nuvem parecem se materializar, e então se conectam e começam a girar, formando um pequeno furacão. Lágrimas começam a descer pela minha bochecha sem motivo aparente quando ela finaliza: — Minha donzela filha de Éolo.
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Maisie De Noir em Sab 21 Abr 2018, 23:58

Avaliação

Jung Wormwood Aconite — Reclamada.

Olá, Jung! Finalmente essa ficha saiu, não é mesmo? Então sem mais demora, vamos ao que realmente interessa. Fico feliz que tenha decidido por esse ser o resultado final da sua ficha, pois ele trouxe todos os pontos necessários para a sua reclamação sem detalhes extras que poderiam muito bem poluir a sua ficha.

Porém tenho que te atentar que na relação de “por que escolheu tal deus?” você disse que falaria de Zeus e não vi nenhuma menção a ele na ficha. Cuidado com os detalhes, okay? Mas esse deslize não impede você de ser reclamada levando em conta que o resto está tudo nos conformes! Parabéns, criança selvagem!

Atualizado por Zeus.
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Mark Castle em Dom 22 Abr 2018, 22:13


FICHA DE RECLAMAÇÃO
— Por qual deus deseja ser reclamado/qual criatura deseja ser e por quê?
Apolo. Para a pessoa que vai avaliar minha ficha, não me leve a mal, mas é meio nonsense responder esta última pergunta. 99% das respostas é basicamente um "porque eu quis" polido e com linguiça enchida. Espero não ser reprovado por isso. Mas... É. Apolo por que eu acho ele legal.

— Características Físicas:
 Marco é um jovem musculoso e alto. Possui olhos castanhos que esconde atrás de óculos na maioria das vezes. Sempre deixa seu cabelo curto e sua barba pequena. O rapaz possui tatuagens por todo o tronco e braços, brincos pequenos nas orelhas e algumas cicatrizes na perna ocasionadas por acidentes enquanto ainda era criança. Sua pele é um pouco pálida, mesmo tomando banho de sol na praia toda semana.

— Características Psicológicas:
 O rapaz é do tipo alegre. Sempre vê o lado positivo das coisas, mesmo quando não há lado positivo. Tenta sempre melhorar o clima e fazer as pessoas á sua volta se sentirem melhor. Porém, ele não é um "bom samaritano". Ele não dá a mínima para desconhecidos. Apesar de apenas matar monstros malévolos, ele não mata por justiça, apenas vigança em sua maioria. Também é do tipo galanteador, e a não ser que tenha uma namorada, ele não se importa em dormir com várias mulheres em vários dias, o até mesmo ao mesmo tempo. Seu grande (e melhor, na opinião do rapaz) ponto fraco é o desejo sexual que ele tem.

— História do Personagem:
Leia antes de começar:
Primeiramente: ADRIEL ESTÁ VOLTANDO AO PEJOTINHA. Perdi a manha e essa história ficou muito ruim e pequena comparada ás minhas anteriores, então até entendo se eu for reprovado. Não toquei no passado do garoto, visto que este será revelado em seu devido momento. A Enclave, citada na história, além de ser uma facção não-oficial que pretendo criar no rpg (uma espécie de rebelião), é uma referência a saga Fallout muito bla e será um dos pontos-chave na trama de Marco, ao menos no começo. Se tal facção for proibida, eu crio um fim dramático pra ela (ahsuahdu). Encerrei bruscamente, pois pretendo fazer uma missão para chegar ao Clube da Luta. E como única interação de Marco no momento, não mostrei a personalidade do rapaz por completo. Novamente, entendo se a ficha for reprovada, mas por favor aponte os erros. Obrigado por avaliar.

 Um barulho acordou Marco de seu sono profundo. Algo como um martelo batendo em uma parede de aço. Desnorteado, ele olhava bruscamente para os lados, tentando analisar o lugar onde estava. A arquitetura remetia a um grande escritório de uma empresa, porém ele via macas, bonecos com um símbolo radioativo neles (similares a aqueles usados em testes de acidentes), armas espalhadas em mesas de madeira e howitzers nas janelas gigantes ao invés de mesas e computadores. Pessoas circulavam pelo local, treinavam com armas brancas, praticavam exercícios e transitavam entre andares. Pôsteres enchiam a parede do recinto. Um deles mostrava um bando de soldados mascarados erguendo uma bandeira negra, com um "E" envolto em 13 estrelas no centro. Em baixo dos soldados havia a frase em branco "Junte-se ao exército, salve nossa nação!". Já outro mostrava um desenho, um corpo com várias flechas perfurando-o. A frase "Este é o destino de todos os ARAUTOS" estava estampada logo abaixo do corpo, com a palavra "arautos" escrito em vermelho sangue. O último que ele prestara atenção mostrava um soldado em uma armadura negra metálica, algo que ele nunca havia visto antes, segurando um lança-granadas bronzeado. Ao seu lado, havia os dizeres "Shocktrooper", e abaixo dele, estava escrito "Este é o seu amigo! Ele luta pela SUA liberdade!".

 — Bonito, não? O lugar, digo. Demorou muito para acharmos um bom lugar para nossa base. — Disse um homem que estava sentado ao lado de Marco. Ele era careca, com tatuagens cobrindo seus braços e algumas em sua cabeça. — Não se espante. Resgatamos você após um ataque de lestrigões. Lamento, mas sua van foi destruida. — Completou.
 — Mil perdões, mas... — Falou Marco, já levantando-se da maca — Eu preciso ir ao Acampamento Meio-Sangue. Você conhece, não conhece? Eu fui reclamado por Apolo antes de pegar a van do sr. Mitchell e...
 — O Acampamento foi destruído por Éris, a deusa da discórdia, e seus arautos. Muitos foram mortos. Nós enviamos o time Lambda-5 para defender o Acampamento, mas perdemos contato com o líder do time momentos depois de chegarem ao lugar. — Disse o homem, suspirando — O mundo está mais perigoso agora, rapaz. Tivemos que sair de Washington por conta dos ataques. Nenhum monstro sabe de nossa localização agora... Isto é, exceto Warhog e Hatchet.
 — C-Como? Como isso foi possível?
 — Longa história, meu jovem. Contarei tudo em seu devido tempo. Meu nome é James Autumn, vice-líder da Enclave. Bem vindo ao Acampamento Navarro.
 — Navarro... O que era este lugar antes de vocês chegarem?
 — Este prédio era dedicado a uma empresa de marketing antes de todos aqui serem mortos por monstros. Nós adquirimos a informação e derrubamos os desgraçados, tomando o lugar pra nós. Quem vê de fora, acha que ainda é uma empresa de marketing, porém não entram; quem consegue ver através da névoa consegue enxergar a fortaleza que criamos com esforço e garra.
 — Erm... Legal. Pode me mostrar o resto?
 — Para isso, eu vou chamar uma pessoa que te auxiliará. MADISON!

 Uma mulher asiática e musculosa aproximou-se. Três cicatrizes em forma de garra atravessavam sua face. Ela vestia uma armadura de combate, similar aquela que Marco vira nos pôsteres. Ela olhou o rapaz de cima a baixo, como se ele fosse algum alvo pronto para ser abatido.

 — Sim, senhor! — Falou a mulher, com uma expressão séria.
 — Esse é...
 — Marco.
 — É, Marco. Mostre todas as seções de Navarro para o garoto e ajude ele a ir ao Clube da Luta. Não me leve a mal, rapaz, mas não temos suprimentos suficientes para abrigar mais alguém, não aqui.

 A mulher sinalizou para que Marco a seguisse. Os dois entraram no elevador que havia no prédio. Madison apresentava detalhadamente cada andar do prédio: Uma sala de armas; um refeitório; o alojamento; o comando central; a prisão e alguns outros andares vazios. Marco mal prestava atenção no que a mulher dizia, pensando no Acampamento Meio-Sangue.

 — Tantas pessoas mortas...
 — Hm? O que disse?
 — Nada, nada.

 O elevador parou na recepção. Alguns brutamontes guardavam a entrada com armamento pesado. Na porta, dois ciclopes seguravam seus porretes firmemente. Os dois usavam uma versão enferrujada e destruída da armadura de Madison, mas com escritas feitas em spray nas costas. Um estava escrito "Warhog", o outro, "Hatchet".

 — A minha missão é escoltá-lo até o Clube da Luta. Depois disso, voltarei a base. Alguma pergunta?
 — Sim... Como que... — Marco gentilmente passou a mão pela cicatriz de Madison. Alguns soldados começaram a fitar o rapaz — Como que você fez isso?
 — Não é da sua conta. — Ela retirou a mão de Marco da face dela — Vamos. Agora.
 — Calma, calma. Foi só uma pergunta.

 Os dois saíram do edifício. As pessoas pareciam não notar as vestimentas de Madison. O céu estava nublado, o clima tenso. Em uma loja de eletrônicos perto dali, as televisões na vitrine mostravam o jornal, filmando as destruições em algumas cidades. Um homem de terno passou lendo um jornal. Marco rapidamente leu a manchete: "MÃE NATUREZA ATACA NOVAMENTE! ESTAMOS PERTO DO APOCALIPSE?". O rapaz ficou assustado. O mundo que antes era calmo virou um caos. Isso o fez perguntar a si se a reclamação feita por seu pai, Apolo, foi uma bênção ou uma maldição. De qualquer forma, se ele teve coragem de sair de Nápoles - Itália e vir para Nova York - EUA, ele certamente teria coragem para encarar a tempestade que estaria por vir. Ele estava pronto.

Vamos! — Esbravejou Madison, com um olhar furioso.
Hm? Ah, é. Vamos. — respondeu Marco, determinado.
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por 135-ExStaff em Dom 22 Abr 2018, 22:25

Marco G. Salvatore: reprovado.
    Seguinte: eu curti sua escrita e seja bem vindo de volta. Mas sua ficha ficou minúscula. Senti que 'tava lendo um post de interação ou algo do tipo, sabe? A ficha de reclamação serve 'pra contar a história do seu personagem, 'pra elaborar e discursar sobre ele, e não 'pra narrar um único momento de sua vida. Na próxima vez, explora mais o Marco, fala sobre sua infância, sua experiência no Acampamento e tal.
    Ah, e também pf tira esse verde neon, ok? É horrível 'pra ler. Não se esquece de tirar os travessões de fala se não for continuar a narração depois e revisa seu texto mais vezes, já que acabei encontrando uns errinhos de acentuação e de crase por aí.
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Erin Illyana Ainsworth em Ter 24 Abr 2018, 14:58


FICHA DE RECLAMAÇÃO
— Por qual deus deseja ser reclamado/ qual criatura deseja ser e por quê?

Ares. Meu objetivo neste forum é partir para uma trama um pouco diferente do que sou acostumada. A personagem já estava pré-definida antes de qualquer coisa, mas acabei mudando todo o rumo durante a escrita e a unica coisa que preservei foi o fato da personagem ser prole de Ares. A personagem vai ser trabalhada como uma guerreira que luta por uma causa, dona de uma personalidade forte, senso de lealdade e Ares é a opção perfeita.

— Perfil do Personagem (Características Físicas e Características Psicológicas - preferencialmente separadas):

Características Físicas:


Fisicamente Erin possui um corpo musculoso de 1,78cm, pele bronzeada, cabelos loiros e olhos azuis. Sua derme é marcada por algumas cicatrizes que indicam as inúmeras vezes que se machucou trombando em móveis na casa ou caindo pelos jardins da mansão onde morava, mas além disso não possui nenhuma tatuagem ou piercing. Sua família era muito tradicional para permitir tais adornos.

Características Psicológicas:

Apesar de possuir uma personalidade forte, Erin é muito reprimida, resultado da infância sendo negligenciada e sem contato com ninguém além dos moradores da casa. Logo, a jovem sofre de ansiedade e sempre procura seguir as ordens de quem está no comando, tentando não causar nenhum problema. Apesar de ser um soldado leal, faltam-lhe habilidades quando se trata de socializar, o que faz com que a jovem evite conversas, mas não ao ponto de ser taxada de esquisita. É sempre muito educada com todos, mas nunca aprofunda as relações.
Muitas vezes acham que Erin é rabugenta ou mal humorada pela expressão séria da jovem, mas aquila imagem logo era desfeita quando a conheciam melhor. A jovem também é dona de uma paciência invejável, o que a diferencia das outras crias de Ares conhecidas pelo seu pavio curto.

— História do Personagem:

Los Angeles, ou a Cidade dos Anjos, é conhecida por abrigar um estilo de vida extravagante e a família Ainsworth não poderia ser diferente. Lissandra e Jace Ainsworth possuíam um império farmacêutico glorioso, um casal de gêmeos e viviam uma vida invejável numa incrível mansão. Porém o que poucas pessoas sabiam era que a família escondia uma terceira filha: Erin.

A menina de cabelos dourados passara a vida inteira em casa, escondida dos holofotes da mídia. Sem permissão para frequentar uma escola comum, recebia aulas de um tutor particular norueguês e tinha um segurança particular em sua cola 24 horas por dia. Mas porque todo esse segredo? Muito simples: A tradicional família Ainsworth não poderia assumir uma filha vinda de um relacionamento extraconjugal, seria um escândalo!

A 18 anos, Lissandra encontrava-se numa péssima fase de seu casamento e durante uma viagem para visitar sua irmã na Virgina, e acabou tendo um caso com um veterano de guerra, o que resultou em uma gravidez indesejada.

Mesmo com inúmeras tentativas de abortar aquela criança, dia 5 de Março de 1991 Erin veio ao mundo com uma saúde de ferro. Jace concordou em assumir a paternidade da bastarda, porém se recusava a deixar que a menina manchasse o nome de sua família, então criou-a em segredo. Seus irmãos. June a Adam eram indiferentes a sua presença, mas ao mesmo tempo eram o único contato com humanos que a jovem tinha e com o tempo, os 3 se tornaram bons amigos.

Quando completou a idade de 13 anos, Erin começou a fazer perguntas. Começou questionando porque não podia frequentar a escola junto com seus irmãos.

- Você é muito frágil. – Respondeu a mãe de forma rude olhando-a por cima dos óculos. Erin sabia que era mentira, em todos os seus anos de vida, não havia tido uma única gripe. Algum tempo depois ela perguntou porque não podia ter um celular.

Quer ser encontrada por um pedófilo? – Esbravejou o padrasto, fazendo com que a menina pulasse da cadeira.

Com o tempo Erin percebeu que o melhor a fazer era ficar em silêncio e ser boazinha, mas mesmo assim um pensamento ainda martelava sua mente: “O que tem lá fora?”. Como nunca tivera permissão para sair, o máximo que conhecia além dos muros da sua casa era o enorme haras, onde passava a maior parte do dia.

Foi numa tarde de agosto que seu mundo virou de cabeça para baixo. O vento do crepúsculo varria os cabelos loiros de Erin enquanto ela e seu azarão disparavam pelo haras numa velocidade absurda. Os últimos raios de sol ainda lhe incomodavam a vista, mas isso não impedia que a jovem mantivesse os olhos cravados no horizonte com determinação. Os momentos que passava montando aquele cavalo eram sempre os mais valiosos porque era a coisa mais próxima que conhecia da liberdade que seu coração tanto almejava, mas como toda ilusão, aquilo tinha fim. Suas pernas estavam quase insensíveis e os pulmões em brasa quando Roger, o segurança particular, gritou seu nome.

Puxou as rédeas do quadrúpede que por sua vez empinou-se nas patas traseiras, relinchando em protesto. Erin sabia muito bem o que ele queria, mas para ambos o desejo de liberdade era algo impossível.

Com dois tapinhas no pescoço do animal, ela desmontou e seguiu em direção ao homem de terno que a esperava. Roger era um brutamontes enorme com uma postura rígida, mas seu olhar era de quem não sabia nem contar 2+2.

– A senhora Ainsworth lhe aguarda. – Disse com a voz firme e a jovem apenas assentiu, seguindo-o sem hesitação. Enquanto cruzavam a mansão, Erin tentou arrumar os cabelos num rabo de cavalo e limpar o suor de seu rosto para que sua aparência estivesse boa. Não queria receber olhares da mãe durante o jantar.

Quando colocou os pés na sala de jantar, os gêmeos já ocupavam seus lugares de costume na grande mesa de vidro, mas antes mesmo que Erin pudesse fazer o mesmo, as silhuetas imponentes de Lissandra e Jace surgiram na porta e ela sentiu como se algo tivesse encolhido e congelado dentro de si.

Temos uma viagem de urgência para a filial em Ohio – Anunciou Jace olhando severamente para os presentes. – Ficaremos fora por uma semana, então sugiro que todos mantenham-se nas regras da casa. – Ele acrescentou a ultima parte especialmente para Erin, que estava rígida em seu lugar. Sempre que estava na presença de Jace, sentia-se sob o olhar de um ditador.

Já os gêmeos não pareciam se importar, apenas olharam com displicência e assentiram antes de voltarem os olhares para seus aparelhos celulares.

Lissandra aproximou-se e beijou a cabeça de cada um dos filhos, exceto a de Erin. Para a jovem ela preferiu lançar um olhar reprovador e apenas apertou seu ombro apenas por educação, e em resposta recebeu um sorriso forçado.

Lissandra tentava ao máximo não tratar a filha com desprezo, mas sempre falhava miseravelmente. Erin já não se importava, não esperava nada daquela família de mentirosos.

Jace e Lissandra não participaram do jantar, depois das “despedidas”, ambos saíram apressados da sala de jantar, deixando os 3 filhos sozinhos. Os gêmeos eram tão parecidos que poderiam deixar qualquer um tonto. Ambos tinham cabelos castanho muito lisos, pele alva, sardas distribuídas perfeitamente na pele azeitonada e parecia que tinham saído de uma capa de revista. Qualquer um que visse Erin perto dos dois saberia que a menina não pertencia aquela família. Ao contrario dos gêmeos, ela tinha um porte físico de uma atleta profissional, ombros largos e musculatura definida. Sua pele era bronzeada pelas muitas horas que passava andando de cavalo e seus cabelos eram de um dourado brilhante que chamava atenção, mas naquele momento estavam molhados de suor.

O jantar foi preenchido por conversas vagas, ninguém tinha um real interesse no que o outro tinha a dizer, mas Erin gostava de observa-los interagir. Era a melhor maneira de saber como as pessoas da sua idade agiam lá fora, tendo em vista que seu conhecimento social se baseava em seriados e filmes que assistia na televisão. Ao fim da refeição, cada um tomou um rumo diferente e Erin subiu para seu quarto ansiando por um banho frio.

Ao bater a porta atrás de si, Erin começou a se despir de forma apressada. Não aguentava mais aquele tecido suado e quente grudando em sua pele e quando finalmente se viu livre do mesmo, suspirou aliviada.

O toque frio e gentil da água sobre sua pele parecia até um sonho, e foi naquele momento que a jovem percebeu como estava cansada. O dia poderia até ter passado rápido com a aula particular e tarde cavalgando no haras, mas seu corpo realmente cobrava o descanso que tanto merecia. Toda a musculatura estava rígida e a parte interna das coxas encontravam-se vermelhas e ardidas devido ao esforço e a falta de cela, mas a jovem não se importava. Valia a pena demais! Correr era sua paixão. Sonhava com o dia em que pudesse sair daquela prisão, queria comprar um carro esporte e ganhar a vida fazendo raxas ao redor dos Estados Unidos.

Aquele pensamento fez com que um calorzinho se espalhasse pelo seu corpo ao mesmo tempo que sua mente começou a formar imagens de si mesma correndo num Acura NSX, mas a sensação de melancolia não durou muito tempo, pois logo batidas na porta foram ouvidas e a jovem precisou encerrar seu banho.

Só um momento. – Falou enquanto entrava numa calça de yoga cinza e uma camiseta qualquer. Correu para abrir a porta ainda enxugando os cabelos e deu de cara com uma empregada com um imenso sorriso no rosto, segurando uma bandeja de prata com um copo de leite e uma pílula encima. Erin franziu a testa.

O que é isso? – Questionou com a testa franzida.

Sua vitamina. – Disse numa voz esganiçada.

As rugas na testa de Erin se aprofundaram mais ainda. Vitaminas? Ela não tomava nenhum tipo de suplementos ou remédios, tinha uma saúde invejável.

Eu não tomo isso. Deve ser da June.

A empregada insistiu.

Sua mãe ordenou que começasse a tomar... Suplementos.

Erin revirou os olhos e pegou a pílula. Engoliria até pregos se aquilo fizesse com que aquela mulher a deixasse em paz, mas assim que o cilindro desceu sua garganta, um barulho de vidro quebrado foi ouvido, causando um engasgo na jovem, que cuspiu metade do leite na cara da empregada.

Tudo o que aconteceu em seguida foi muito rápido e muito surreal.

A empregada deu um grito de raiva e largou a bandeja, que caiu com um estrondo no chão ao passo que ela recuou esfregando os olhos. Passos pesados e apressados subindo as escadas foram ouvidos, mas Erin estava ocupada demais tentando respirar para se dar ao trabalho de ver quem era. Envergou a coluna e tossiu com força afim de tirar os vestígios de liquido esbranquiçado das vias respiratórias.

Quando a jovem finalmente se recuperou, viu uma cena que julgava impossível: Um homem forte de cabelos escuros havia pulado na empregada, que guinchava em desespero. Primeiramente achou que se tratasse de um ladrão, mas era impossível qualquer pessoa normal passar pelo sistema de segurança da propriedade. Seria um terrorista? Antes que pudesse concluir qualquer tipo de raciocínio, a empregada criou asas. Literalmente.

Das costas da mulher que antes era uma simples empregada da família, saíram asas tenebrosas e sem penugem alguma. Pareciam mais serem cobertas por uma camada de couro acinzentado, assim como o tom que a pele dela assumia.

Erin tentou falar alguma coisa, qualquer coisa, mas seu raciocínio parecia mais lento do que o normal e ela começou a pensar se aquele comprimido não teria sido alguma droga alucinógena.
E então, como se não fosse nada, o homem desconhecido puxou o que parecia ser uma faca e cravou a lâmina cobre na testa da criatura, que imediatamente parou de se mover e começou a se desfazer em poeira.

Era demais para processar em tão pouco tempo, a jovem suava frio e suas pernas estavam grudadas no chão, mas quando o rapaz virou, seus ossos pareciam ter tomado a consistência de geleia pois ela caiu numa tentativa patética de dar um passo para trás. Era uma garota forte, mas mesmo assim apenas uma garota desarmada contra um homem armado que acabara de esfarelar uma de suas empregadas. O que porra estava acontecendo?


Como se não bastasse aquela situação, seu corpo todo parecia mole e seu cérebro não conseguia nem atender aos instintos mais básicos de sobrevivência. “Corra” dizia para si mesma, mas suas pernas pareciam descordar daquela ideia. Definitivamente havia sido drogada.

Erin quis gritar por ajuda, mas June e Adam provavelmente estavam com seus malditos fones de ouvido.

Seu nome é Erin? – Perguntou sem rodeios, sua voz firme fazia parecer que estavam numa situação cotidiana.

Quem caralhos é você? Sai da minha casa! – Respondeu numa voz esganiçada e com o coração batendo dolorosamente contra as costelas.

Não houve resposta verbal naquele momento. Em vez disso, um brilho escarlate iluminou o quarto de Erin, que levantou a cabeça apenas para vislumbrar o que parecia uma cabeça de abutre com duas lanças cruzadas. O rapaz de cabelos escuros pareceu satisfeito consigo mesmo pois seus lábios esboçaram um sorriso.

É, você é sim. – Foi a ultima coisa que a jovem ouviu antes de tudo virar apenas um borrão multicolorido e em seguida seu cérebro se desligar.

Spoiler:
O homem desconhecido na ficha trata-se de Christopher Mason, e obtive a autorização do mesmo para inseri-lo aqui
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Bianca H. Somerhalder em Ter 24 Abr 2018, 16:55

Erin Illyana Ainsworth: reclamada como filha de Ares.

    Eu achei a ideia da sua ficha bem criativa, e gostei muito de como foi desenvolvida. Os irmãos desinteressados, a família desagradável e a mansão; tudo isso deu uma sensação de que fosse um livro de verdade, e me levou a ficar interessada na história. De todo modo, eu notei alguns erros básicos de digitação, mas nada que não possa ser resolvido com uma revisão antes de postar qualquer coisa. Além disso, notei que usa letra maiúscula após os dois pontos (:), o que não é o certo, e peço que se atente a isso futuramente. Fora isso, parabéns!

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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Éris em Ter 24 Abr 2018, 18:07


atualizado

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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Randall Clark em Qua 25 Abr 2018, 21:27


FICHA DE RECLAMAÇÃO
— Por qual deus deseja ser reclamado/ qual criatura deseja ser e por quê?

Tânatos. A história de Alexander, apesar de ser em sua maioria ficção, foi baseada em fatos reais. Sua família, seu psicológico, sua história... Tudo envolve morte. Criei Alexander para ser, basicamente, a personificação humana da morte. Nada mais justo que um dos maiores serial killers fictícios dos Estados Unidos seja filho da personificação da morte, Tânatos.

— Perfil do Personagem (Características Físicas e Características Psicológicas - preferencialmente separadas):

 Não há muito a dizer sobre a aparência física de Alexander. É um homem alto, de 1,83 metros de altura, com o corpo musculoso e limpo (sem tatuagem alguma). Possui uma barba pequena e cabelo curto, ambos escuros e condizentes com a cor dos olhos. Antes de ser reclamado por seu progenitor, Alexander possuia uma pele morena, e uma pele meio pálida após a reclamação. Não possui cicatrizes ou marcas de algum tipo por hora.

 Um dos grandes mistérios da humanidade é o que se passa pela mente de Alexander. Um assassino calmo e imprevisível com uma grande paixão em arquitetar planos, em sua maioria considerados "diabólicos". Ele focava apenas em matar, mas após o primeiro contato com Éris e seus arautos, seu principal objetivo é o que ele chama de MDC: Matar, Destruir e Conquistar. A idéia de ele liderar um reino o fascina desde a adolescência, e agora que ele sabe que isso é possível, não poupará esforços em fazê-lo. Apesar de sua natureza macabra, ele é um amante da literatura clássica russa e músicas clássicas. O semideus é um mentiroso nato que usa quaisquer meios a sua disposição para completar seu dispositivo, seja na lábia ou violência, apesar de preferir este último. Talvez nem mesmo ele saiba de seu passado, mas já que é um assassino por natureza, seria tolice não usar e abusar de seu dom.

— História do Personagem:

Lyudmila Spesivtseva foi uma dona de casa que residia na cidade de Novokuznetsk. Deu a luz a dois filhos: Alexander Spesivtsev, nascido em 1970; e Alexander Spesivtsev, que carregava o mesmo nome do irmão, nascido em 1994. Lyudmila fora uma mãe muito carinhosa e cuidadosa, amou muito os filhos com toda a força de seu velho e fraco coração. Amou tanto que ajudou o primogênito a torturar, assassinar e comer mais de oitenta pessoas, incluindo crianças de rua e jovens mulheres. Seu filho ficou conhecido como o "Estripador Siberiano", e ambos foram presos no dia 26 de Outubro de 1996. Ele por quatro assassinatos e ela pela participação nos 4. Uma profunda investigação revelou que mais de oitenta pessoas estavam incluidas como vítimas. O segundo filho de Lyudmila foi achado com sangue em suas roupas logo após o efetuamento da prisão do primogênito e sua progenitora. A cena do pequeno brincando com metade de um cérebro atormenta os policiais presentes na operação até os dias atuais.
 Spesivtsev fora adotado por um casal americano e levado para Nova York, cidade localizada nos Estados Unidos. O paradeiro de sua família original é desconhecido, e encontra-se pouca informação dela na internet ou em livros. Os pais adotivos do garoto sempre cuidaram bem do mesmo, por mais problemático que ele fosse... E sim, ele foi muito problemático. Aos cinco anos, ele matou ao menos cinco animais de estimação da vizinhança usando venenos e até mesmo pedras. Um desses animais era Snowball, coelho branco da velha Sra. Palmers, que veio a falecer logo após a morte de seu amado bichinho. Aos onze, ele acertou um colega de classe na cabeça com a vassoura do zelador, sendo expulso logo após. O garoto desenvolveu problemas psicológicos meses depois da forte pancada que sofrera. Muitos outros delitos e crueldades foram cometidas pelo rapaz com o passar dos anos, mas nenhum dos crimes foi tão grave quanto o cometido quando alcançou a idade de vinte e quatro anos - dia vinte de Abril de 2018, o dia em que descobriu quem era seu pai. Este foi o dia em que ele descobriu que tinha poderes sobre-humanos, e que poderia usá-los para aumentar o número de mortos.


 O Dia do Julgamento do Acampamento Meio-Sangue chegara algum tempo antes. Quíron e seus campistas lutaram, mas não conseguiram resistir ao ataque. Os sobreviventes bateram em retirada, e Éris, juntamente de seus arautos, saborearam a vitória esmagadora. O que Alex viu na televisão era um cenário de guerra: Repórteres falavam de desastres naturais enquanto as câmeras mostravam criaturas lutando em cidades. Civis eram evacuados aos montes. O indefinido riu; não acreditara nas baboseiras da televisão, muito menos nos monstros que vira. Spesivtsev ainda estava rindo da notícia quando bateram em sua porta. Ele bufou e levantou-se de sua poltrona.
— Quem é? — Perguntou Alexander.
 Não houve resposta alguma. Curioso, ele seguiu para a porta, destrancou-a e abriu-a. Uma figura estava parada na frente do jovem. Ela vestia um manto negro e sujo, e sua face não pôde ser vista devido a mesma estar coberta.
— Diga logo o que você quer. — Falou Spesivtsev — Se não vai falar, caia fora.
 A figura soltou uma risadinha e entregou ao semideus um saco de batatas cheio com alguma coisa. A parte de baixo do saco estava avermelhada e pingando algo que parecia sangue.
— Ouça, criança de Tânatos. Ouça as ordens de seu pai.
 Alex sentiu a sua cabeça formigar. Ao olhar para cima, ele viu um círculo negro já se dissipando. Era estranho. Ao olhar para as mãos, sua pele parecia estar mais pálida. Ele sentia um frio na barriga nunca antes sentido pelo indefinido. Ele parecia estar doente, mas irônicamente sentia-se mais forte e disposto.
— Não tenho tempo para incomodar a cria de meu senhor, mas ouça. Uma pessoa virá aqui e tentará lhe levar para um lugar chamado Clube da Luta, localizado nesta cidade. — Ela apontou para o chão com sua velha mão e retornou a falar. — Faça de tudo para enganá-lo, e quando estiver pronto... Hoc Tempore Mortis. Você saberá a hora de levá-lo para o mundo inferior. Após isso, siga para Long Island, onde fica o Acampamento Meio-Sangue. Ele foi tomado por pessoas semelhantes a você, e isso faz de lá um bom lugar para um assassino planejar o próximo assassinato.
— Fale sobre mim para a polícia e você será a próxima. E outra, como você acha que eu iria acabar com essa pessoa?
— Não entende? Nós somos muito complexos. Tão complexos que a polícia não é um problema para nós dois. E quanto aos meios... Abrace a escuridão, Alexander Spesivtsev. Abrace a morte. Abrace Tânatos.
 A figura sumiu, sobrando apenas o saco de batatas na mão do semideus. Ele fechou a porta e abriu o saco. Lá estavam as cabeças de seu pai e mãe, ou era o que parecia, já que as cabeças pareciam mais de duas criaturas com as feições de seus pais que os próprios. Ao invés de se espantar, ficar irritado ou esboçar quaisquer emoções, Alexander conseguiu solter apenas uma única frase:
— Não sei o porquê do tal do meu pai querer essa pessoa morta, mas ao menos agora tenho comida.


Alguém bateu na porta do jovem minutos após ele ter terminado sua saborosa refeição. A comida, ao menos na opinião mórbida do rapaz, estava deliciosa; uma iguaria.
— Deve ser ele. Vai ser divertido.
Caminhando novamente em passos calmos, ele atendeu. Um jovem adulto estava parado em sua frente. Seu longo cabelo loiro estava bagunçado, e seus olhos azuis encaravam Spesivtsev com medo. Um medo irracional, quase como uma fobia.
— V-Você é Alexander Spes... Spesi... Algum-nome-em-russo?
— Tenha respeito pela minha família, garoto. É Spesivtsev. Se você veio por essa tolice de mitologia, eu já estou ciente. Leve-me para esse tal Clube da Luta.
O garoto assentiu. Não identificou-se; parte por timides, parte por querer sair da companhia de Alex o mais rápido possível. Alexander pegou uma mochila cheia de coisas pessoais e saiu do seu apartamento. Ele trancou a porta e jogou a chave para dentro da sua sala por baixo da porta. Ao sair, ele certificou-se que ainda ouvia os constantes "beeps" vindo de todos os cômodos do apartamento.
A dupla saiu do edifício, e como nenhum dos dois tinha um meio de locomoção, foram andando.
— Onde é esse lugar? — Perguntou Alexander, fingindo interesse.
— Ah, o Clube? Bom... E-Ele fica aqui. — O pequeno semideus apontou para um ponto em seu mapa recheado de atrações turísticas.
— Ah, eu sei um atalho. Se irmos pela direita, chegaremos rápido. — Falou o filho de Tânatos ao mesmo tempo que andava em direção ao tal caminho.
O garoto apenas o seguiu. Spesivtsev sorriu para si enquanto olhava ao seu redor. Por ser noite, o complexo de edifícios onde morava estava deserto. Nenhuma pessoa viva passava por lá no momento. No entanto, após alguns minutos, o aspecto acinzentado do complexo deu lugar a uma rua pouco iluminada, porém repleta de árvores e outros tipos de flora. Os dois manteram a socialização em um nível mínimo por conta do medo que o garoto sentira. "Isso vai acabar logo, logo." pensou Alexander. Ele retirou a mochila das costas e começou a vasculhar por algo, parando abruptamente.
— Hey, o quê aconteceu? — Questionou o garoto.
— Infelizmente, garoto, eu não estou do seu lado. Eu não estou do lado "do bem", nunca estive.
O semideus fechou a mochila e a jogou no chão. Em um passe de mágica, ela apareceu em sua mão, fazendo o filho de Tânatos sorrir.
— P-Pare com essa brincadeira! E-Eu estou avisando! Eu v...
Mas, infelizmente para o garoto, ele fora derrubado por Alex antes de terminar sua frase. Quando ele se levantou, deparou-se com várias duplicatas do maníaco encurralando o pobre semideus, todas empunhando a foice negra e repetindo as mesmas palavras.
— O pior erro de uma pessoa é confiar no próximo apenas por eles serem semelhantes. Ou o quê, achou que eu ia ser amigável por ser um semideus? Você não pede carona para estranhos mesmo eles sendo loiros como você, pede? Então por quê confiar em mim? Bem, isso não importa agora. Na próxima vida, seja mais cuidadoso, garoto. Mande um abraço para meu pai, diga que o serviço está completo.
Spesivtsev avançou. O garoto mal conseguiu ver o verdadeiro filho de Tânatos enquanto as duplicatas dissipavam-se. A última coisa que ele sentiu foi a lâmina fria da foice envolvendo sua garganta por trás e cortando-a de ponta a ponta.
Hoc Tempore Mortis. — Disse Alexander, sorrindo ao ver o corpo morto do semideus bater no chão.
O semideus pegou sua surrada mochila e colocou-a em suas costas, preparando-se para partir logo em seguida. Foi quando ouviu um cavalo relinchar. Ele virou para trás e viu uma cena incrível: Uma mulher com cabelos curtos e negros batendo nos ombros e olhos verdes trajando uma armadura de bronze e montada em um cavalo alado.
— Alexander Spesivtsev, certo? — Disse a mulher, com uma frieza na voz.
— Certo. O que quer? Justiça pelo pobre coitado?
— Longe disso. Quero que você venha comigo.
Alexander empunhou sua foice, porém guardou-a logo após ver um tecido laranja queimado em torno do braço dela, trazendo consigo as iniciais do Acampamento Meio-Sangue.
— Hm... — Disse ele, sorrindo como um louco — Vai me poupar as pernas. Certo, vamos lá.

Coisas:
Observações:
História baseada fortemente na história do real Estripador Siberiano, Alexander Spesivtsev, e sua mãe, Lyudmila Spesivtseva. Todos os "furos", incluindo os pais mortos, a figura e a *possível* semideusa no final da história, foram intencionalmente intencionais (xD) e serão desenvolvidos mais pra frente. Não desenvolvi mais a história por puro cansaço, já que fiz apenas hoje e tive um dia muito cansativo. Por favor, deixem-me saber de qualquer erro. Isto é tudo, pessoal! (E ah, perdoem-me pela péssima escrita. -q)
Hoc Tempore Mortis - "Esta é a Hora da Morte."
Itens e habilidades:

Itens -
{Death} / Foice [Foice da Morte; mede cerca de 2 m. O cabo é feito de bronze sagrado, assim como sua lâmina. Ao desejo de seu dono, a partir do nível 20, ela se transforma em um pingente de foice] {Bronze Sagrado} (Nível Mínimo: 1) [Recebimento: Presente de Reclamação de Thanatos]

Ativos -
Nível 1
Duplicação - Capacidade de criar duplicatas (feitas de energia astral), moldando-as com as suas características físicas e arma de reclamação. As duplicatas, contudo, não causam dano, sendo como uma projeção holográfica (apesar de parecerem sólidas à visão, exceto para aqueles resistentes a ilusão ou capazes de ver auras específicas). Apresentam a aparência idêntica à do semideuses, e apenas repetem as falas e ações do filho de Thanatos, sem qualquer autonomia ou inteligência. Duram 3 turnos, mas podem se dissipar antes se acertadas, já que não possuem vida. São criadas sempre em uma área de até 5m de distância do original (indicado pelo semideus na criação). Seus golpes não provocam dano - é um poder distrativo. Resistência a ilusão não as afeta, uma vez que não é um efeito de luz, mas a capacidade mediunica pode detectar qual é a duplicata e qual é a original, pela origem da energia. Neste nível, pode-se criar 2 duplicatas por vez, que duram 3 turnos ou até serem acertadas, o que ocorrer primeiro. O número de duplicatas aumenta em 1 a cada 10 níveis acima do 1, até o máximo de 5 duplicatas no nível 31. Custo alto, 1 vez a cada 5 turnos. [Modificado]

Passivos -
Nível 01
Perícia com foices - O filho de Thanatos possuirá uma familiaridade natural com foices. A flexibilidade e agilidade para realizar golpes incríveis com a arma, se destacando em especial com elas, conseguindo movimentos impensados para quem não possui tal característica, usando-a tanto para ataque quanto para a defesa, bloqueando golpes. Note que é relativo ao seu nível, e não significa uma habilidade perfeita, mas uma facilidade de manuseio e aprendizado com tal arma.[Modificado]
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Maisie De Noir em Qua 25 Abr 2018, 22:07

Avaliação
Alexander Spesivtsev — Reclamado.

Cara, vou ser breve nas minhas palavras. Queria dizer que eu amei a sua ficha. Já estou tentada a ler mais coisas suas e saber como vai desenvolver sua trama. Devo dar uma atenção especial ao fato de que você se esforçou para conseguir fazer essa mistura do real com a ficção e isso me deixou muito mais animada. Você está de parabéns!

Aguardando atualização
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Dimitri S. Belikov em Sab 28 Abr 2018, 22:34


FICHA DE RECLAMAÇÃO
— Por qual deus deseja ser reclamado/ qual criatura deseja ser e por quê?

Deméter. Por que é uma Deusa pouco explorada e vai ajudar muito com backgrounds para o desenvolvimento do personagem.

— Perfil do Personagem (Características Físicas e Características Psicológicas - preferencialmente separadas):

Características Físicas: No auge dos seus quase 30 anos, Dimitri tem um corpo levemente definido e esguio. Possuí 1,77 de altura, cabelos negros e olhos tão azuis quanto os de uma prole de Zeus. Algumas cicatrizes podem ser observadas em seus braços e peitoral, causadas pelas vezes que precisou se arriscar em campo e em suas costas, uma tatuagem enorme pode ser vista... desde que você consiga o fazer tirar a camisa ;)

Características Psicológicas: Provavelmente, Dimitri poderia ser diagnosticado com transtorno de personalidade. Na maioria do tempo, é um homem comunicativo, sarcástico e feliz. Contudo, basta que tenha de agir em algo realmente importante para que isso mude. De uma hora para a outra, o homem sorridente fica sério e todas as suas forças são direcionadas à sua concentração.

Ou seja, é fácil de lidar desde que ele não precise salvar uma vida. Se isso for necessário, apenas o deixe trabalhar.

— História do Personagem:

Os olhos de Emmeraude estavam fixos nos de Dimitri enquanto outros semideuses colocavam um corpo em frangalhos sobre uma mesa improvisada. O homem de jeans surrado e camiseta hering preta traçava em sua mente como poderia ajudar a garota. — Qual é plantinha, você vai fazer isso!

Os lábios de Dimitri se moveram em um sorriso lateral.

Anos atras, Dimitri foi uma criança normal, sem muitos problemas reais que pudesse elencar. Tirando uma afinidade inexplicável com a natureza, em especial as plantas, nada poderia ser destacado. Órfão de mãe, o garoto foi criado pelo pai em Valparaíso, no  Chile, com todo o amor que poderia receber. Como o pai era Biólogo, o garoto tinha frequentemente muito contato com plantas e animais, fato que o deixava extremamente confortável mas causava no pai uma certa relutância. A luz dos olhos dele perdiam o brilho em tristeza.

Na escola, as notas eram boas - embora o déficit de atenção o fizesse divagar sobre coisas aleatórias - mas não excepcionais. Sua matéria preferida, biologia, era a que geralmente o fazia se destacar. Não tardou para se formar de com méritos. Só que ele não seria biólogo...

A medicina lhe conquistou, não por poder ajudar aos outros e sim por que seu pai acabou desenvolvendo um tipo sério de câncer, que ameaçava leva-lo em pouco tempo. O garoto, passou a investir todo o seu tempo em leitura de livros novos e antigos, matérias publicadas em conceituadas revistas e tudo o mais que pudesse fazer referência a condição de seu velho.

Nesse meio caminho, a ligação entre medicina e biologia foi inevitavelmente se estreitando. Pelo que aprendeu em algumas religiões pagãs, Dimitri começou a aplicar o uso de determinadas ervas no tratamento que se dispôs a fazer com o pai. Uma última tentativa de salva-lo. Não deu certo.

A morte do pai o fez cair, mas não houve tempo para lamentos. Certo dia, um calor incomodo dominou todo o corpo do rapaz que sentiu uma tontura e acabo use apoiando na parede. Era como se algo muito importante tivesse sido destruído. Apagado. A sensação desconfortável permaneceu por muito tempo até que uma luz iluminou sua vida e lhe trouxe peças novas para o tabuleiro. Emmeraude, uma garota linda que frequentava a casa da vizinha de Dimitri lhe contou histórias sobre semideuses após uma foice verde surgir sobre sua cabeça. Assustado e deveras confuso, ele foi obrigado a acreditar naquela conversa já que após tudo aquilo um monstro meio pássaro e meio mulher com garras de ferro tentou o matar de uma forma lenta e dolorosa. Emmeraude salvou sua vida e ele a seguiu.

Descobriu que era filho de Deméter, a Deusa grega da agricultura - o que de certa forma explicava sua afinidade com as plantas cultivadas por seu pai - e da gestação. Essa descoberta também lhe ensinou sobre o por que os olhos do pai eram tristes, afinal, ser obrigado a ficar longe de um grande amor deveria doer mais do que uma criança poderia entender.

Dimitri uniu-se as forças rebeldes que ficam no Clube da Luta e serve como médico para os feridos. É um bom apoio quando sai em campo, embora suas habilidades sejam mais para curar do que para matar. Ele jurou que não deixaria mais pessoas caírem enquanto ele respirasse.

Exatamente por isso, o semideus estalou o pescoço e deu as costas a garota de expressões belas. Emmeraude deveria saber que ele não abriria mão de uma vida enquanto os pulmões inflassem e o coração batesse:

- Vou começar o show, baby.

Ao fundo, podia-se escutar uma música lenta, onde um cara vez ou outra cantarolava "Strawberry Fields Forever".
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Astéria Rustkosky em Dom 29 Abr 2018, 12:47

Dimitri S. Belikov: reprovado.
    Ok, vamos lá: eu curti sua história geral, sabe? Deu 'pra entender o que leva o Dimitri a continuar e a persistir e tal, mas acho que poderia ter colocado um pouco mais de esforço na ficha em si. A história 'tá legal, mas tenta reorganizá-la, coloca ela em uma ordem cronológica - por exemplo -, ao invés de enfiar no meio de uma interação.
    Acho que dá 'pra explorar um pouquinho mais a trama do Dimitri - lembre-se; a ficha de reclamação 'tá aqui 'pra isso, 'pra você firmar e expor seu personagem -, como toda a interação com o pai e a morte do mesmo, a luta que você fala que acontece mas que não narrou etc. e tal. Encontrei também vários errinhos, que poderiam ter sido evitados com uma revisão do texto ("por que" quando justifica algo e falta de acentuação, por exemplo).
    Se tiver dúvidas ou qualquer coisa do tipo, pode me mandar uma êmipe, viu?

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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Choi Tabei Camellia em Dom 29 Abr 2018, 21:36


FICHA DE RECLAMAÇÃO
— Por qual deus deseja ser reclamado/ qual criatura deseja ser e por quê? Não consigo imaginar o Yang como filho de ninguém, senão Eos. Sua representação mitológica, sua esfera de poder, seu arquétipo... Tudo isso parece combinar tão bem com o meu personagem. Seria um crime escolher algo diferente! A cor do grupo também me agrada bastante, devo admitir.

— Perfil do Personagem (Características Físicas e Características Psicológicas - preferencialmente separadas): O que mais destaca em Yang, além de sua preciosa personalidade, são seus olhos. Estes são frutos de uma descendência coreana, tomando o formato comum da respectiva etnia. Seus cabelos são de um castanho escuro, assim como suas íris. Sua pele é clara, e enrubesce muito facilmente quando lisonjeado ou envergonhado. Seus lábios são pintados naturalmente em um tom entre morango e pêssego, e estão habitualmente fazendo companhia a um sorriso largo e sincero.

Talvez seja uma forma ingênua de ver o mundo, mas Yang gosta de pensar que tudo tem uma beleza, mesmo que essa não esteja aparente. Também tem outros ideais bem definidos, como o veganismo — sem explorar animais de maneira alguma — e tratar todos igualmente e com gentileza. É um tanto preguiçoso, constantemente se atrasando para afazeres matinais por dormir mais do que devia. É barulhento e animado até demais, e mesmo quem acha isso ruim tem que admitir que seu otimismo e bom humor é contagiante. Extrovertido e simpático, não sente dificuldade em fazer novos amigos.

— História do Personagem: Eu estaria mentindo se disesse que não gostava daquela vida. Afinal, quem não gostaria de estar no meio de pessoas vestindo alta-costura nos relevos de Calabasas? Vinhos que tem o dobro da sua idade, piscinas que abasteceriam facilmente sua casa por um ano. A linha de chegada na longa corrida pelo sonho americano, e eu tinha nascido bem em cima dela.

Seria uma pena se eu abrisse mão disso tudo.

Tudo começou em uma viagem de campo no ensino fundamental. Meu eu de doze anos andava em fila indiana por uma bucólica fazendinha em uma área afastada da cidade. Estávamos ali para aprender sobre agricultura familiar, mas o que me cativou foi algo bem diferente de enxadas e vegetais. Segui o som do pio de aves até chegar em um galinheiro que continha pelo menos duas dúzias de galinhas bem rechonchudas. Meus dedinhos impulsivos abriram uma porta na estrutura de madeira, e acariciaram as penas de uma galinha. Ela se mostrou uma boa companheira, passando seu rostinho por meus braços como se pedisse por mais carícias. Fiquei ali até sentirem minha falta, quando um grupo de professores me encontrou sentado dentro do galinheiro, fazendo amizade com todas as aves ao meu alcance.

Quando cheguei em casa disparei até ficar diante do computador, onde pesquisei incessantemente sobre as galinhas. Em meio a fatos biológicos que pouco me interessavam eu encontrei a palavra “abate”, e logo pesquisei ela ao lado de galinha. O que sucedeu é muito doloroso até mesmo agora, seis anos depois. A sangria, as aves em condições precárias, o rubor que atormenta meus pesadelos até hoje. Veja essa cena: um Yang ainda puro, chorando diante da descoberta tardia sobre como animais viram carne.

Procurei refúgio mais tarde nos braços do meu pai, quando ele finalmente chegou do trabalho. Lembro dele aqui ainda jovem, com os cabelos sem indícios de fios grisalhos. Mostrei desesperado para ele minhas descobertas, e recebi de volta apenas um sorriso que agora me parece terrivelmente sádico.

— Como acha que mantenho essa casa? — ele disse antes de explicar os negócios da família.

Acontece que todo o império do meu pai foi criado com isso, o processamento de carnes. Ou como gosto de chamar, com assassinatos. Olho para minhas mãos como olhei a seis anos, e continuo vendo o sangue culposo. O computador diante de mim, os brinquedos organizados na pratelheira, o guarda-roupa talhado no mogno. Tudo aquilo havia sido pagado com vidas, e eu estava ganhando consciência disso.

Virar vegano foi uma consequência que não deixou meu pai nada contente. A ideia de perder seu herdeiro para a causa que boicotava sua empresa era a pior das afrontas. Cabelos grisalhos aparecerem em sua cabeça como ervas daninhas, e a culpa era minha. Olhar para ele era torturante, então eu passei toda minha adolescência evitando meu pai. Devo admitir que foi uma tarefa bem fácil, já que morávamos em uma mansão grande o suficiente para não nos vermos com frequência. Eu também fazia questão de levantar e sair de casa antes dele, e de já estar dormindo quando ele chegasse do trabalho.

A escola, por incrível que pareça, se tornou o refúgio da minha paternidade caótica.Eu participei de pelo menos seis atividades extracurriculares para me manter ocupado, e manti uma relação tão boa com todos que ganhei uma popularidade notória. Logo me tornei uma presença obrigatória nas festas de ensino médio, e por isso sou muito grato. Afinal, foi em uma dessas festas que conheci o amor da minha vida.

(...)

— Ao infinito, e além! — eu grito, sem ligar muito que o zumbido do vento vai ofuscar meu timbre.

De repente materializou-se um mini sol sobre mim, nascendo do meio de algumas nuvens igualmente pequenas. Me senti obrigado a ficar sentado, admirando confuso aquele mágico nascer do sol em miniatura. Yin logo percebeu o que estava acontecendo pelo retrovisor, e freiou com força, saindo às pressas do carro logo então. Seu rosto trazia um sorriso de orelha a orelha.

— Eu tenho uma boa e uma má notícia! — Ele disse radiante, e eu me inclinei para ouvir. — A ruim é que somos tecnicamente primos, e a boa é que você é um semideus!
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Maisie De Noir em Dom 29 Abr 2018, 22:03

Avaliação
Yang Crownguard — Reclamado.

Olá, Yang. Estou feliz por finalmente poder ler essa ficha de reclamação e dizer que você foi aprovado! Não há muito que comentar, realmente, pois você mostrou um pouco da história do seu personagem e também de como ele é, além do ponto obrigatório que era o símbolo maravilhoso de Eos. Meus parabéns!

Aguardando atualização
Maisie De Noir
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Re: Ficha de Reclamação

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