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Ficha de Reclamação

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Ficha de Reclamação

Mensagem por Psiquê em Sex Out 07, 2016 12:41 pm

Relembrando a primeira mensagem :




Fichas de Reclamação


Este tópico foi criado para que o player possa ingressar na sua vida como semideus ou criatura mitológica. Esta ficha não é válida sob nenhuma hipótese para os 3 grandes (Hades, Poseidon e Zeus) devendo os interessados para estas filiações fazerem um teste específico, como consta aqui [link]. Para os demais semideuses, a avaliação é comum - o que não quer dizer que ao postar será aceito. Avaliamos na ficha os mesmos critérios que no restante do fórum, mas fichas comuns exigem uma margem menor de qualidade, mas ainda será observada a coesão, coerência, organização, ortografia e objetividade. Abaixo, a lista de deuses e criaturas disponíveis em ordem alfabética, com as devidas observações.




 
 


 
 


 
 


 
 


 
 


 
 


 
 


 
 


 
 


 
 


 
 


 
 


 
 


 
 


 
 


 
 


 
 


 
 


 
 


 
 


 
 


 
 


 
 


 
 


 
 


 
 


 
 


 
 


 
 


 
 


 
 


 
 


 
 


 
 



Deuses / CriaturasAvaliação
AfroditeComum
ApoloComum
AtenaRigorosa
AresComum
Centauros(as)Comum
DeimosComum
DeméterComum
DespinaRigorosa
DionísioComum
Dríades (apenas sexo feminino)Comum
ÉoloComum
EosComum
Espíritos da Água (Naiádes, Nereidas e Tritões)Comum
HadesEspecial (clique aqui)
HécateRigorosa
HéraclesComum
HefestoComum
HermesComum
HéstiaComum
HipnosComum
ÍrisComum
LegadosComum
MacáriaRigorosa
MelinoeRigorosa
NêmesisRigorosa
NyxRigorosa
PerséfoneRigorosa
PhobosComum
PoseidonEspecial  (clique aqui)
Sátiros (apenas sexo masculino)Comum
SeleneComum
TânatosComum
ZeusEspecial (clique aqui)



A Ficha


A ficha é composta de algumas perguntas e o campo para o perfil físico e psicológico e a história do personagem e é a mesma seja para semideuses, criaturas ou legados. Aqui, ressaltamos e relembramos a existência de um sistema de Legados no fórum. Com as recentes mudanças na ambientação do fórum, também, deixamos aqui explícito que os novatos que decidirem seguir para o acampamento, estarão vivendo sob a tutela e regência de Éris. Os que desejarem ser guiados por Quíron e campistas aliados do Olimpo, devem seguir para o Clube da Luta. Mais informações no tópico de trama geral do fórum.

Plágio não será tolerado e, ao ser detectado, acarretará um ban inicial de 3 dias + aviso, e reincidência acarretará em ban permanente. Plágio acarreta banimento por IP.

Aceitamos apenas histórias originais - então, ao usar um personagem criado para outro fórum não só não será reclamado como corre o risco de ser punido por plágio, caso não comprove autoria em 24h. Mesmo com a comprovação, a ficha não será aceita.

Fichas com nomes inadequados não serão avaliadas a menos que avisem já ter realizado o pedido de mudança através de uma observação na ficha. As regras de nickname constam nas regras gerais no fórum.

Lembrando que o único propósito da ficha é a reclamação do personagem. Qualquer item desejado, além da faca inicial ganha no momento de inscrição do fórum e dos presentes de reclamação (adquiridos caso a ficha seja efetivada) devem ser conseguidos in game, através de forjas, mercado, missões e/ou DIY.



TEMPLATE PADRÃO:
Não serão aceitas fichas fora desde modelo

Código:
<center>
<a href="goo.gl/6qY3Sg"><div class="frankt1">FICHA DE RECLAMAÇÃO</div></a><div class="frank1"></div><div class="franktextim">[b]— Por qual deus deseja ser reclamado/ qual criatura deseja ser e por quê?[/b]

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[b]— Perfil do Personagem (Características Físicas e Características Psicológicas - preferencialmente separadas):[/b]

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[b]— História do Personagem:[/b]

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</div><div class="frank2"></div> <div class="frankt2">Percy Jackson RPG BR</div></center>


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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Kalled C. Almeida em Qui Maio 03, 2018 9:55 am

Philip West — Reclamado como filho de Macária

Sem mais o que dizer sua ficha está impecável. Algumas coisas de erros ortográficos podem ser consertadas, mas você é uma player experiente e consegue facilmente consertar isso.

Nada foi alarmante para que sua aprovação fosse negada. Sua história foi bem detalhada, no mais é isso.
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Agatha Black em Ter Maio 08, 2018 11:55 pm


FICHA DE RECLAMAÇÃO
— Por qual deus deseja ser reclamado/ qual criatura deseja ser e por quê?

Herácles. Nada em especial, achei que seria interessante que a Agatha fosse sua filha.
— Perfil do Personagem (Características Físicas e Características Psicológicas - preferencialmente separadas):
Agatha tem o cabelo castanho, ondulado e curto. Pequenas sardas entre suas bochechas e nariz e um olhar de criança traquina. A pele com um tom mais moreno lhe favorece e combina com seus olhos castanhos escuros. Tendo somente 15 anos, é bastante bela e atlética, pesando somente 60 kg enquanto tem 1m e 71 cm de altura.


É uma menina bastante gentil e alegre, adora conversar e fazer amigos e prefere resolver as coisas na conversa. No entanto quando irritada se torna bastante agressiva e impulsiva, criando uma espécie de um ar intimidador. Apesar disso, odeia tudo relacionado ao mundo divino, assim como sua atual vida. Pois precisou abandonar tudo para aprender a enfrentar as ameaças que a cercam como semideusa.


— História do Personagem:

Suspiros e bocejos eram ouvidos durante toda a aula. Em plena sexta feira o sol estava escaldante e não havia uma única nuvem no céu. Seria um belo dia de prazer para qualquer um que quisesse aproveitar, mas, Agatha estava presa naquela sala tendo aula de literatura.
Não que a aula seja ruim, o problema era com a menina que não conseguia compreender algumas palavras ou até mesmo presta atenção em que um velho de cinquenta anos fala. Ela tinha outras coisas como prioridade, como sua equipe de torcida, seu namorado e suas amigas. Ela tinha sua vida.
Mesmo assim, a menina sabia que aquela sexta feira de aula seria sua última. O Motivo? Mudanças. Não uma comum, Agatha Black é filha de Heracles e iria para um acampamento! Sim, o maior semideus já conhecido que virou um deus. É claro, é estranho que uma jovem semideusa já saiba quem é seu progenitor, mas, sua mãe Marie não mentiria sobre isso.
Sua mãe é um tanto incomum. Uma historiadora apaixonada pelo mundo, que podia ver além da névoa. Graças a isso durante uma de suas viagens chamou a atenção de Herácles e ambos tiveram uma paixão grandiosa o suficiente para o deus engravidar a mortal e contar tudo que ela queria saber sobre seu mundo. Quando a menina nasceu, o deus da bravura abençoou Marie com uma espécie de encantamento que intimidaria monstros que chegassem perto, para que sua paixão pudesse criar sua filha sem problemas, mas, a cada ano esse encantamento ficaria mais fraco, até que a menina estivesse pronta para o acampamento meio sangue.
Além da dislexia e TDAH, a menina sempre teve uma série de características incomum. Forte de mais para uma garota, uma saúde de ferro, bravura e desde pequena foi ensinada a ver além da névoa. Por isso acreditava em sua mãe, no entanto, Agatha tinha uma vida.
Ela não era sua mãe e não desejava viver como seu pai viveu, queria ser comum e tentava ser como qualquer outra adolescente. Amava sua vida e seu status ali, então quando o sino tocou avisando que as aulas tinham acabado, Agatha sabia que aquilo era o fim para tudo que ela amou.
Seu inferno pessoal iria começar. Quando saiu do colégio sua mãe já esperava em seu carro, sua mochila já estava pronta e havia alguém no banco de passageiro. Ela entrou já amaldiçoando seus pais e principalmente como sua mãe deixaria ela ir tão facilmente.

Olá, Agatha. Meu nome é Michael, eu vim lhe guiar ao acampamento meio sangue. — Por tudo que tinha ouvido sobre o acampamento, a menina estranhou a situação.

— Pensei que quem iria me levar á essa merda seria um sátiro.

— Agatha! —
Ao contrário da adolescente, sua mãe parecia bem animada para que ela começasse sua jornada como semideusa, provavelmente era um sonho que como mortal não poderia realizar.

— Bom... As coisas mudaram no acampamento, mas não se preocupe, sei que irá se adaptar.

Os três seguiram um uma breve viagem, a mãe da menina iria deixar eles o mais perto possível e enquanto isso tagalerava por todo o caminho, era incapaz de ver como Agatha buffava de raiva e o menino continuava indiferente.
Com a benção de sua mãe, a menina se despediu. Não demorou muito tempo para chegar no acampamento acompanhada daquele garoto e, muito menos para perceber que tinha algo de errado ali.  Aquele local não era como sua mãe contou, tudo parecia devastado e quando o símbolo de Herácles brilhou em sua cabeça, ela desejou nunca ter nascido.

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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Kalled C. Almeida em Qua Maio 09, 2018 11:45 am

Agatha Black Reprovada como filha de Héracles.

Então Agatha, sua ficha está bem fraca para ser sincero. O erro que notei, mesmo sem ler, foi a falta de espaçamento entre os parágrafos. Note que isso quebra a estética do texto por completo, sendo que isso por si só seria passível de reprovar.

Porém decidi que se a história estivesse boa você seria aceita. Ignorei erros de gramática como:

@Agatha Black escreveu:
Não que a aula seja ruim, o problema era com a menina que não conseguia compreender algumas palavras ou até mesmo presta atenção em que um velho de cinquenta anos fala.

Na parte destacada em negrito você usa o verbo "ser" no presente do subjuntivo quando o correto seria no pretérito do subjuntivo. Esse tipo de erro no tempo verbal foi observado várias vezes ao longo de seu texto.

Na parte em itálico é possível observar que você usa o verbo "prestar" no presente do indicativo quando o mais adequado seria usar no infinitivo, nesse caso acredito que o erro tenha ocorrido exclusivamente por erro de digitação por falta de atenção. Uma revisão rápida em seu texto pode evitar erros tão banais como esse.

Por fim, peço que se atente ao fato de que seu texto é paupérrimo em detalhes e ainda mais fraco quando você não descreve o momento de sua reclamação.

"Ah, mas Agatha já sabia que era uma semideusa."

Mesmo assim ainda se faz necessário a reclamação divina. Você pode usar isso como um outro tipo de artifício, não necessariamente para que você descubra ser uma semideusa. Você pode usar este momento como um símbolo de que sua hora era chegada e Héracles estava lhe alertando sobre isso, por exermplo.

Não é preciso que apareça um holograma sobre sua cabeça, tal questão pode ser resolvida com uma simples manifestação de poder ou uma emissão de aura.

Enfim, corrija esses erros citados e será reclamada, bem vinda ao fórum.
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Dylan D'Anniballe Ontem à(s) 1:30 am


FICHA DE RECLAMAÇÃO
— Por qual deus deseja ser reclamado/ qual criatura deseja ser e por quê?

Desejo ser reclamado por Nyx, desde sempre ela me chamou a atenção, ela foi uma das primeiras deusas que ouvi falar realmente e é uma das que mais me chama a atenção de certo modo, acho que ela é uma das melhores deusas para o Dylan.





— Perfil do Personagem (Características Físicas e Características Psicológicas - preferencialmente separadas):

Físicos:
Ele nunca reclamou de sua aparência gosta do jeito que ela é e no máximo mudaria a cor do cabelo ou a sua altura, sua pele é clara e bem fácil de ser marcada qualquer pequena batida pode ser vista, os olhos castanhos claros e seus cabelos castanhos, embora isso seja uma das coisas que ele mudaria em si, a cor do cabelo, o mesmo sempre diz que preferia ter o cabelo loiro ou em um tom ainda mais claro quase chegando no loiro por conta disso prefere tingir o cabelo nesse tom.

Ele gosta do contraste que sua boca traz ao seu rosto por ser um tanto mais avermelhada e um pouco carnuda, seu rosto tem um formato em V e o mesmo tem um pouco de bochechas mas ele gosta desse jeito.

Outra das coisas que mudaria em si é a sua altura, ele se chama muito baixo, tendo 1,68 de altura. Seu corpo não é exatamente muito magro mas ele também não é cheio de músculos, e nunca pretende ser, prefere os ter nos lugares certo os músculos.



Psicológicos:

Frio, quieto ,principalmente, teimoso e manipulador essas palavras poderiam resumir a personalidade inteira de Dylan, no caso o que ele deixa que os outros saibam, ele é alguém extremamente frio na maioria do tempo sempre dá respostas curtas e sinceras, na medida do possível, algumas vezes ele pode até mesmo ser grosso com as pessoas por esse modo curto de responder os outros. Poucas pessoas são as que conseguem realmente ter uma conversa com ele mas isso é para outro momento.

Na maioria dos momentos pode-se ver ele apenas olhando os outros ou encarando o nada, uma pequena mania, sempre que vai fazer algo ou chegar perto de alguém tenta fazer o mínimo de barulho possível, quase nunca chama a atenção ou às vezes as pessoas nem sabem que ele está lá, ele apenas deixa esse modo quieto de lado quando consegue confiança em alguém ou, pode se dizer, “sente” que pode confiar na pessoa.

A teimosia é um dos seus maiores defeitos, sempre que está doente, magoado, sofrendo por algo ou tem que receber uma ordem de algo que ele não goste se recusa até o último segundo de vida a isso, odeia as pessoas em cima de si o obrigando a algo ou se preocupando com ele. São poucas as pessoas que conseguem o convencer a deixar, um pouco, esse lado teimoso.

Uma das coisas que ele mais usa ao seu favor é a manipulação, por mais que saiba que é errado em alguns momentos e ele não liga para isso, ele sabe como manipular os outros apenas com poucas palavras ou pequenas ações e ele obviamente usa isso ao seu favor seja para algo importante ou alguma coisa boba. Algumas pessoas podem até dizer que é um dom de sua mãe mas ele não se importa com isso o que importa é ele ter o que quer, e sim ele pode soar bem egoísta e ele é bem egoísta de certo modo.

Acho que depois de tudo isso deve estar achando que ele é a pessoa mais sem coração ou alguém que não se importa com ninguém além de si mesmo, isso não deixa de ser verdade mas como disse no começo é isso que ele deixa que as outras pessoas saibam e pensem. Sim ele é alguém egoísta, mas não totalmente, ele odeia transparecer emoções então usa sua personalidade, de modo piorado, como um proteção para não deixar que seus sentimentos apareçam realmente.





— História do Personagem:

Não é exatamente o lugar onde uma criança de 12 anos gostaria de estar, uma casa completamente vazia e fria o único lugar aquecido naquele lugar era o meu quarto, ao menos isso, meu pai tinha me deixado na casa de meus tios, por culpa de uma viagem estúpida de trabalho, não que meu pai não me amasse ele me amava e muito meus tios que não me amavam ele me tratavam como se eu fosse um nada ou como se eu nem existisse mas eu não iria falar para meu pai ele já se preocupa demais comigo e eu odeio isso.

Saio do quarto de hóspedes, que ficava no final do corredor, fico andando pela casa estava tudo escuro mas eu gostava disso eu nunca me incomodei com a noite prefiro ela mil vezes do que o dia, todo aquele sol me dá dor de cabeça dias nublados são melhores, olhava para cada canto da casa tentando não esbarrar em nada.

— Odeio aqueles velhos nem sei onde é a cozinha desse lugar! —Resmungo comigo mesmo e dou um pequeno chute em uma estante.

Meus olhos levemente ardem quando a luz é repentinamente acesa, abro os meus olhos devagar e tento aos poucos me acostumar com toda aquela claridade, mas quando consigo enxergar direito era tarde de mais uma das empregadas estava na minha frente.

— Não deveria sair de seu quarto! Os senhores não ficaram felizes com isso! Volte agora se não contarei a ele.— A mulher dizia séria e eu apenas revirei os olhos.

— Então você acha que contando a eles vai te ajudar a ter um “cargo” melhor? — eu disse rindo em deboche— Não acha que eles ficariam furiosos por ter tido a incompetência de me deixar sair... ou talvez... muito talvez possam ficar felizes por ter me achado, o que acho difícil, sabe ouvi dizer que eles odeiam quando as ordens deles são descumpridas. Comigo eles não podem fazer nada mas já com vocês... — vejo a mulher me olhar com dúvida e com certo medo, o que me fez rir mais ainda — Pode me levar até meus tios ou me deixar ir até a cozinha pegar algo para comer e fingir que nunca viu isso. — a mulher continuou quieta o que me fez sorrir.

Eu voltei a andar pelo corredor, sem nem me importar com a mulher, fui até a cozinha e peguei alguns doces para comer, ficar naquele quarto sem nada para fazer é chato, muito chato, ando até o jardim dos fundos e me sento na grama começando a olhar o céu, eu amava o céu durante a noite ele parecia tão misterioso mas tão “acolhedor”, não sei direito como explicar era algo que eu gostava. Comecei a comer os doces que havia pegado na cozinha, provavelmente estava me sujando todo depois era só tomar um banho e fingir que isso nunca aconteceu. Ouvi um riso fraco e logo me virei assustado, não sabia de onde tinha vindo ou se estava imaginando coisas.

“Meu pequeno... apenas aceite a verdade quando ela for dita”

Era uma voz feminina, eu me levantei assustado começando a olhar em volta procurando de onde a voz havia vindo mas a única coisa que achava era a grande escuridão da noite, pela primeira vez eu tive medo do escuro, já havia acabado de comer então entrei correndo para dentro da casa. Entro no quarto de hóspedes me jogando na cama enquanto pensava no que tinha ouvido, eu deveria estar ficando louco ouvir uma voz do além eu realmente estou ficando louco, me cubro com a coberta e logo depois pego no sono eu nem sequer havia notado que estava cansado.



Sinto alguém me cutucar e abro meus olhos devagar, as cortinas provavelmente estavam abertas pela minha dificuldade de abrir os olhos, pisco várias vezes até conseguir enxergar direito, solto um resmungo baixo por ter ser acordado e logo olho para quem havia me acordado.

— Pai! — eu disse animado pulando em cima do mais velho — Você disse que voltaria só na semana que vem, eu estou tão feliz que você voltou antes! — escuto ele rir fraco pela minha afobação

— Não posso ficar longe do meu filho por muito tempo! — ele disse bagunçando meus cabelos o que me fez negar levemente por isso — Troca de roupa e junta suas coisas que nós vamos para casa.

— Finalmente! Não aguento mais a chata da Tia Diana e o Tio Ninus! — corro até o banheiro e me troco colocando uma roupa comum do meu dia-a-dia, pego a minha mala e saiu do quarto junto de meu pai.

Nos despedimos dos meus tios, contra a minha vontade, e logo fomos para casa. Durante um tempo do caminho o mais velho contava sobre como foi a viagem e como a cidade era, ele sempre fazia mesmo sem ir para esses lugares eu sabia basicamente tudo sobre eles.

— Pai, você prometeu me levar para viajar esse ano! Eu to cansado de Seattle já moro aqui, vai por favor nas minhas férias! — peço tentando convencer o mais velho, o que era bem difícil, o mesmo negou dizendo que eu era muito novo para algo desse tipo — Como sempre essa história de eu ser novo, te pergunto sobre algo você vem e me diz “Filho você é muito novo” te pergunto sobre eu poder viajar você vem e fala “A Filho você é muito novo”, te pergunto sobre a minha mãe e é a mesma coisa! Eu tô cansado! Eu...

— Dylan em casa nós conversamos, agora fique quieto. — meu pai disse sério, cruzei os braços e fiquei encarando as pessoas que andavam pela a rua, outra coisa que odiava quando chegavam me dando ordens, eu odeio isso mais que tudo.

Logo chegamos em casa e eu vou para o meu quarto, não iria sair de lá até amanhã provavelmente ou iria para o jardim de casa. Vou até a minha escrivaninha e pego o meu caderno começando a desenhar algumas coisas no mesmo.

— É tão difícil as pessoas entenderem que eu não sou uma criança que não sabe nada, poxa eu entendo as coisas e tenho maturidade o suficiente para isso! Odeio quando eles fazem isso é sempre a mesma coisa, “Você ainda é criança, “Você isso... Você aqui” que ódio disso tudo! — falo dando um soco na mesa e jogo meu rosto para trás vendo algo brilhando em cima da minha cabeça — O que...

— Dylan vamos conversar... parece que vim falar meio tarde...— meu pai diz passando as mãos seus cabelos e o encaro confuso — Dyl apenas tente entender todos os lados e não achar seu pai um louco!— ele puxou uma cadeira que tinha do outro lado do quarto e se sentou do meu lado

— Você está me assustando...

— Dylan eu nunca te falei sobre sua mãe porque realmente não era a hora disso e não me venha com essa cara sua de tédio! Continuando, sua mãe foi uma das melhores pessoas que eu conheci ela se chamava Nyx, sua mãe é uma deusa primordial...

— Pai você está delirando...

— Dylan escute... isso que apareceu foi sua mãe te reclamado como filho dela, toda essa sua “empatia” com a noite é graças a ela você não gostar tanto da luz e do dia e por culpa dela. Você é um semideus, meio humano e meio Deus, existe um lugar onde Você vai estar seguro, bem mais seguro do que está comigo. — na minha cabeça nada daquilo fazia sentido às coisas aos poucos estavam se ligando e mais aos poucos ainda eu estava entendendo tudo aquilo.

— Pai você...

— Não me responda agora e não fale nada, eu sei que é confuso mas você precisa ir para lá, é um Clube de Luta... ele não é na cidade é meio longe mas sei que você consegue se virar, quanto mais cedo você for vai ser melhor para você e mais fácil. — meu pai soltou um.sorriso fraco e beijou a minha testa

— Pai eu vou te ver de novo? — pergunto um pouco inseguro com aquilo

— Pode demorar um pouco mas você vai me ver novamente, não vai se livrar de mim tão fácil! — solto um riso fraco e abraço o mais velho, era como um até logo muito longo — Eu te levo até a rodoviária faça aa suas malas.

Eu concordo e arrumo as minhas coisas, não iria levar tudo se não daria umas 10 malas só das minhas coisas coloquei apenas as coisas importantes e roupas, obviamente minhas roupas vão estar todas amassadas. Eu sei de casa e dei uma última olhada nela, eu estava tão confuso mas acho que no ônibus eu conseguiria colocar as coisas no lugar. Durante o caminho fiquei lembrando algumas coisas com meu pai na maioria era eu criança aprontando. Logo que chegamos na rodoviária eu juntei minhas coisas e entrei na mesma junto de meu pai, ele comprou a passagem e deixou tudo meio que “autorizado” para eu ir sozinho mesmo tendo 12 anos. Me despedi do meu pai, eu realmente iria sentir falta dele.

Durante todo o caminho eu fiquei pensando em tudo, ainda era confuso e de certo modo estranho ou até mesmo loucura, eu não estava entendo direito que tudo isso de deuses existe, acabei dormindo depois de 3 horas de viagem, acordei algumas outras vezes pela fome e só isso mesmo.



Depois de longas horas de viagem eu tinha chegado, fora a viagem ainda peguei trânsito para chegar até o clube da luta, eu definitivamente não tenho sorte nenhuma.

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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Gregory Castellan Ontem à(s) 3:40 am

Dylan D'Anniballe — Reprovado como filho de Nix

@Dylan D'Anniballe escreveu:Desejo ser reclamado por Nyx, desde sempre ela me chamou a atenção, ela foi uma das primeiras deusas que ouvi falar realmente e é uma das que mais me chama a atenção de certo modo, acho que ela é uma das melhores deusas para o Dylan.

Primeiro de tudo, não precisa se prolongar nos motivos que te fizeram escolher o genitor ou genitora, isso é claro se não tiver muitos. Ela chamou sua atenção? Ok, ficou entendido, não repita tal justificativa porque fica repetitivo. Às vezes apenas um "Porque foi a escolha que mais se encaixa com a personagem" é a melhor resposta para esta pergunta.

@Dylan D'Anniballe escreveu:Ele nunca reclamou de sua aparência gosta do jeito que ela é e no máximo mudaria a cor do cabelo ou a sua altura, sua pele é clara e bem fácil de ser marcada qualquer pequena batida pode ser vista, os olhos castanhos claros e seus cabelos castanhos, embora isso seja uma das coisas que ele mudaria em si, a cor do cabelo, o mesmo sempre diz que preferia ter o cabelo loiro ou em um tom ainda mais claro quase chegando no loiro por conta disso prefere tingir o cabelo nesse tom.

Como pode ver, aqui há inúmeros erros. Atente-se ao uso de pontuação na junção de ideias, ainda mais se tratando de uma ficha para Nix, onde a avaliação é rigorosa. Não deixaremos passar nenhum erro sequer. 1) Mais de uma vez você deixou de usar a vírgula na construção das características da personagem e isso se tornou demasiadamente cansativo e pouco atraente para sua ficha. As partes sublinhadas são onde deveria ter ocorrido o uso da vírgula. 2) Em contrapartida, você também usou a vírgula em excesso no lugar do ponto. 3) Em negrito, marquei a repetição desnecessária de palavras que, por vezes, o uso da segunda vez onde a palavra foi usada pode ser substituído por um sinônimo ou simplesmente descartada. Tomei a liberdade de refazer este parágrafo ao meu bel prazer:

Ele nunca reclamou de sua aparência, gosta do jeito que ela é e, no máximo, mudaria a cor do cabelo ou a sua altura. Sua pele é clara e bem fácil de ser marcada, qualquer pequena batida pode ser vista, os olhos castanhos claros e seus cabelos da mesma cor — embora isso seja uma das coisas que ele mudaria em si. A cor do cabelo, o mesmo sempre diz que preferia ser loiro ou um tom ainda mais claro, quase chegando na cor desejada, por conta disso prefere tingir o cabelo.

Perceba como as ideias ficaram mais organizadas. Os mesmos erros acontecem no trecho abaixo:

@Dylan D'Anniballe escreveu:Outra das coisas que mudaria em si é a sua altura, ele se chama muito baixo, tendo 1,68 de altura. Seu corpo não é exatamente muito magro mas ele também não é cheio de músculos, e nunca pretende ser, prefere os ter nos lugares certo os músculos.

1) Como você usou a palavra altura para definir o metro e centímetros da personagem, ao fim da primeira frase, poderia ter substituído o primeiro uso de "altura" por uma palavra sinônimo. 2) Ele se chama muito baixo? Isso não fez sentido algum, a não ser é claro que a pessoa por trás de sua conta seja de algum outro país (como Portugal), onde as palavras possuem outro sentido — contudo, estamos no Brasil e são as regras deste país que serão cobradas. 3) Por fim, o último sublinhado refere-se à repetição desnecessária para designar-se aos músculos, considerando que você iniciou a frase falando deles. Novamente, refiz o parágrafo:

Outra das coisas que mudaria em si é o seu tamanho, ele se acha muito baixo, tendo 1,68 de altura. Seu corpo não é exatamente muito magro mas ele também não é cheio de músculos, e nunca pretende ser, prefere os ter nos lugares certo.

Simples, não? Bem, tais erros se repetiram ao longo do texto. Eu achei interessante a sua história e se encaixou bem na trama atual do fórum, no entanto, terei de reprová-lo pelos motivos citados. Se esforce para fazer uma ficha impecável e tenho certeza que será aprovado.

Boa sorte.
Gregory Castellan
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Dylan D'Anniballe Ontem à(s) 9:59 am



FICHA DE RECLAMAÇÃO
— Por qual deus deseja ser reclamado/ qual criatura deseja ser e por quê?


Desejo ser reclamado por Nyx, desde sempre ela me chamou a atenção; ela foi uma das primeiras deusas que ouvi falar realmente e acho que ela é uma das melhores deusas para o Dylan.









— Perfil do Personagem (Características Físicas e Características Psicológicas - preferencialmente separadas):


Físicos:

Ele nunca reclamou de sua aparência, gosta do jeito que ela é e, no máximo, mudaria a cor do cabelo ou a sua altura. Sua pele é clara e bem fácil de ser marcada, qualquer pequena batida pode ser vista; os olhos castanhos claros e seus cabelos castanhos —  embora isso seja uma das coisas que ele mudaria em si. A cor do cabelo, o mesmo sempre diz que preferiria ter o cabelo loiro ou em um tom ainda mais claro quase chegando na cor desejada, por conta disso prefere tingir o cabelo.


Ele gosta do contraste que sua boca traz ao seu rosto por ser um tanto mais avermelhada e um pouco carnudas; eu rosto tem um formato em V e o tem um pouco de bochechas, mas ele gosta desse jeito.


Outra das coisas que mudaria em si é a sua altura, ele se acha muito baixo, com 1,68 de altura. Seu corpo não é exatamente muito magro mas ele também não é cheio de músculos, e nunca pretende ser, prefere os ter nos lugares certos.





Psicológicos:


Frio, quieto, e principalmente teimoso e manipulador; essas palavras poderiam resumir a personalidade inteira de Dylan —  no caso o que ele deixa que os outros saibam. Ele é alguém extremamente frio na maioria do tempo, sempre dá respostas curtas e sinceras, na medida do possível. Algumas vezes ele pode até mesmo ser grosso com as pessoas por esse modo de responder os outros. Poucas pessoas são as que conseguem realmente ter uma conversa com ele.


Na maioria dos momentos pode se ver ele apenas olhando os outros ou encarando o nada—  uma pequena mania. Sempre que vai fazer algo ou chegar perto de alguém tenta fazer o mínimo de barulho possível, quase nunca chama a atenção ou as vezes as pessoas nem sabem que ele está lá. Ele apenas deixa esse modo quieto de lado quando consegue confiança em alguém ou, pode se dizer, “sente” que pode confiar na pessoa.


A teimosia é um dos seus maiores defeitos: sempre que está doente, magoado, sofrendo por algo ou tem que receber uma ordem de algo que ele não goste, se recusa até o último segundo de vida a isso, oeia as pessoas em cima de si o obrigando a algo ou se preocupando com ele. São poucas as pessoas que conseguem o convencer a deixar, um pouco, esse lado teimoso.


Uma das coisas que ele mais usa ao seu favor é a manipulação, por mais que saiba que é errado em alguns momentos, ele não liga para isso, ele sabe como manipular os outros apenas com poucas palavras ou pequenas ações e ele obviamente usa isso ao seu favor, seja para algo importante ou alguma coisa boba. Algumas pessoas podem até dizer que é um dom de sua mãe mas ele não se importa com isso, o que importa é ele ter o que quer; e sim, ele pode soar bem egoísta e ele é, de certo modo.


Acho que depois de tudo isso deve estar achando que ele é a pessoa mais sem coração ou alguém que não se importa com ninguém além de si mesmo, isso não deixa de ser verdade, mas, como disse no começo, é isso que ele deixa que as outras pessoas saibam e pensem. Sim, ele é alguém egoísta, mas não totalmente; ele odeia transparecer emoções então usa sua personalidade, de modo piorado, como um proteção para não deixar que seus sentimentos apareçam realmente.









— História do Personagem:


Não é exatamente o lugar onde uma criança de 12 anos gostaria de estar, uma casa completamente vazia e fria o único lugar aquecido naquele lugar era o meu quarto - ao menos isso. Meu pai tinha me deixado na casa de meus tios, por conta de uma viagem estúpida de trabalho; não que meu pai não me amasse, ele me amava - e muito - meus tios que não me amavam. Ele me tratavam como se eu fosse um nada ou como se eu nem existisse, mas eu não iria falar para meu pai, ele já se preocupa demais comigo e eu odeio isso.


Saio do quarto de hóspedes, que ficava no final do corredor e fico andando pela casa. Estava tudo escuro mas eu gostava disso, eu nunca me incomodei com a noite prefiro ela mil vezes do que o dia, afinal, todo aquele sol me dá dor de cabeça, dias nublados são melhores; olhava para cada canto da casa tentando não esbarrar em nada.


— Odeio aqueles velhos, nem sei onde é a cozinha desse lugar! —Resmungo comigo mesmo e dou um pequeno chute em uma estante.


Meus olhos levemente ardem quando a luz é repentinamente acesa, abro os meus olhos devagar e tento aos poucos me acostumar com toda aquela claridade, mas quando consigo enxergar direito era tarde demais, uma das empregadas estava na minha frente.


— Não deveria sair de seu quarto! Os senhores não ficarão felizes com isso! Volte agora se não contarei a ele.— A mulher dizia séria e eu apenas revirei os olhos.


— Então você acha que contando a eles vai te ajudar a ter um “cargo” melhor? — eu disse rindo em deboche— Não acha que eles ficariam furiosos por ter tido a incompetência de me deixar sair, ou talvez... muito talvez possam ficar felizes por ter me achado, o que acho difícil. Sabe, ouvi dizer que eles odeiam quando as ordens deles são descumpridas. Comigo eles não podem fazer nada, mas já com vocês... — vejo a mulher me olhar com dúvida e com certo medo, o que me fez rir mais ainda — Pode me levar até meus tios ou me deixar ir até a cozinha pegar algo para comer e fingir que nunca viu isso. — a mulher continuou quieta o que me fez sorrir.


Eu voltei a andar pelo corredor, sem nem me importar com a mulher; fui até a cozinha e peguei alguns doces para comer - ficar naquele quarto sem nada para fazer é chato, muito chato. Ando até o jardim dos fundos e me sento na grama começando a olhar o céu; eu amava o céu, durante a noite ele parecia tão misterioso mas tão “acolhedor”, não sei direito como explicar, era algo que eu gostava. Comecei a comer os doces que havia pegado na cozinha; provavelmente estava me sujando todo, mas depois era só tomar um banho e fingir que isso nunca aconteceu. Ouvi um riso fraco e logo me virei assustado, não sabia de onde tinha vindo ou se estava imaginando coisas.


“Meu pequeno... apenas aceite a verdade quando ela for dita”


Era uma voz feminina, eu me levantei assustado começando a olhar em volta procurando de onde a voz havia vindo mas a única coisa que achava era a grande escuridão da noite. Pela primeira vez eu tive medo do escuro.
Já havia acabado de comer, então entrei correndo para dentro da casa. Entro no quarto de hóspedes me jogando na cama enquanto pensava no que tinha ouvido; eu deveria estar ficando louco, ouvir uma voz do além... eu realmente estou ficando louco. Me cubro com a coberta e logo depois pego no sono, eu nem sequer havia notado que estava cansado.





Sinto alguém me cutucar e abro meus olhos devagar, as cortinas provavelmente estavam abertas pela minha dificuldade de abrir os olhos; pisco várias vezes até conseguir enxergar direito, solto um resmungo baixo por ter sido acordado e logo olho para quem havia me acordado.


— Pai! — eu disse animado pulando em cima do mais velho — Você disse que voltaria só na semana que vem, eu estou tão feliz que você voltou antes! — escuto ele rir fraco pela minha afobação.


— Não posso ficar longe do meu filho por muito tempo! — ele disse bagunçando meus cabelos o que me fez negar levemente por isso — Troca de roupa e junta suas coisas que nós vamos para casa.


— Finalmente! Não aguento mais a chata da Tia Diana e o Tio Ninus! — corro até o banheiro e me troco colocando uma roupa comum do meu dia-a-dia, pego a minha mala e saio do quarto junto de meu pai.


Nos despedimos dos meus tios, contra a minha vontade, e logo fomos para casa. Durante um tempo do caminho o mais velho contava sobre como foi a viagem e como a cidade era, como ele sempre fazia - mesmo sem ir para esses lugares eu sabia praticamente tudo sobre eles.


— Pai, você prometeu me levar para viajar esse ano! Eu tô cansado de Seattle já moro aqui, vai por favor nas minhas férias! — peço tentando convencer o mais velho, o que era bem difícil, o mesmo negou dizendo que eu era muito novo para algo desse tipo — Como sempre essa história de eu ser novo, te pergunto sobre algo, você vem e me diz “filho você é muito novo” te pergunto sobre eu poder viajar você vem e fala “ah filho você é muito novo”, te pergunto sobre a minha mãe e é a mesma coisa! Eu tô cansado! Eu...


— Dylan em casa nós conversamos, agora fique quieto. — meu pai disse sério. Cruzei os braços e fiquei encarando as pessoas que andavam pela a rua, outra coisa que odiava quando chegavam me dando ordens, eu odeio isso mais que tudo.


Logo chegamos em casa e eu vou para o meu quarto, não iria sair de lá até amanhã ou iria para o jardim de casa. Vou até a minha escrivaninha e pego o meu caderno começando a desenhar algumas coisas no mesmo.


— É tão difícil as pessoas entenderem que eu não sou uma criança que não sabe nada, poxa eu entendo as coisas e tenho maturidade o suficiente para isso! Odeio quando eles fazem isso e sempre é a mesma coisa, “você ainda é criança, “você isso, você aquilo” que ódio disso tudo! — falo dando um soco na mesa e jogo meu rosto para trás vendo algo brilhando em cima da minha cabeça — O que...


— Dylan vamos conversar... parece que vim falar meio tarde...— meu pai diz passando as mãos seus cabelos e o encaro confuso — Dyl apenas tente entender todos os lados e não achar seu pai um louco!— ele puxou uma cadeira que tinha do outro lado do quarto e se sentou do meu lado


— Você está me assustando...


— Dylan eu nunca te falei sobre sua mãe porque realmente não era a hora disso e não me venha com essa cara sua de tédio! Continuando, sua mãe foi uma das melhores pessoas que eu conheci ela se chamava Nyx, sua mãe é uma deusa primordial...


— Pai você está delirando...


— Dylan escute... isso que apareceu foi sua mãe ter te reclamado como filho dela, toda essa sua “empatia” com a noite é graças a ela, você não gostar tanto da luz e do dia é por culpa dela. Você é um semideus, meio humano e meio Deus, existe um lugar onde você vai estar seguro, bem mais seguro do que está comigo. — na minha cabeça nada daquilo fazia sentido, às coisas aos poucos estavam se ligando e mais aos poucos ainda eu estava entendendo tudo aquilo.


— Pai você...


— Não me responda agora e não fale nada, eu sei que é confuso mas você precisa ir para lá, é um Clube de Luta... ele não é na cidade é meio longe mas sei que você consegue se virar, quanto mais cedo você for, melhor vai ser para você e também mais fácil. — meu pai soltou um sorriso fraco e beijou a minha testa


— Pai eu vou te ver de novo? — pergunto um pouco inseguro com aquilo .


— Pode demorar um pouco mas você vai me ver novamente, não vai se livrar de mim tão fácil! — solto um riso fraco e abraço o mais velho, era como um até logo muito longo — Eu te levo até a rodoviária, faça as suas malas.


Eu concordo e arrumo as minhas coisas, não iria levar tudo se não daria umas 10 malas só das minhas coisas coloquei apenas as coisas importantes e roupas, obviamente minhas roupas vão estar todas amassadas. Eu saí de casa e dei uma última olhada nela, eu estava tão confuso mas acho que no ônibus eu conseguiria colocar as coisas no lugar. Durante o caminho fiquei lembrando algumas coisas com meu pai, na maioria era eu criança aprontando. Logo que chegamos na rodoviária eu juntei minhas coisas e entrei na mesma junto de meu pai; ele comprou a passagem e deixou tudo meio que “autorizado” para eu ir sozinho mesmo tendo 12 anos. Me despedi do meu pai, eu realmente iria sentir falta dele.


Durante todo o caminho eu fiquei pensando em tudo, ainda era confuso e de certo modo estranho ou até mesmo loucura: eu não estava entendo direito que tudo isso de deuses existe. Acabei dormindo depois de 3 horas de viagem e acordei algumas outras vezes pela fome.





Depois de longas horas de viagem eu tinha chegado, fora a viagem ainda peguei trânsito para chegar até o clube da luta, eu definitivamente não tenho sorte nenhuma.


Percy Jackson RPG BR






FICHA DE RECLAMAÇÃO
— Por qual deus deseja ser reclamado/ qual criatura deseja ser e por quê?


Desejo ser reclamado por Nyx, desde sempre ela me chamou a atenção; ela foi uma das primeiras deusas que ouvi falar realmente e acho que ela é uma das melhores deusas para o Dylan.









— Perfil do Personagem (Características Físicas e Características Psicológicas - preferencialmente separadas):


Físicos:

Ele nunca reclamou de sua aparência, gosta do jeito que ela é e, no máximo, mudaria a cor do cabelo ou a sua altura. Sua pele é clara e bem fácil de ser marcada, qualquer pequena batida pode ser vista; os olhos castanhos claros e seus cabelos castanhos —  embora isso seja uma das coisas que ele mudaria em si. A cor do cabelo, o mesmo sempre diz que preferiria ter o cabelo loiro ou em um tom ainda mais claro quase chegando na cor desejada, por conta disso prefere tingir o cabelo.


Ele gosta do contraste que sua boca traz ao seu rosto por ser um tanto mais avermelhada e um pouco carnudas; eu rosto tem um formato em V e o tem um pouco de bochechas, mas ele gosta desse jeito.


Outra das coisas que mudaria em si é a sua altura, ele se acha muito baixo, com 1,68 de altura. Seu corpo não é exatamente muito magro mas ele também não é cheio de músculos, e nunca pretende ser, prefere os ter nos lugares certos.





Psicológicos:


Frio, quieto, e principalmente teimoso e manipulador; essas palavras poderiam resumir a personalidade inteira de Dylan —  no caso o que ele deixa que os outros saibam. Ele é alguém extremamente frio na maioria do tempo, sempre dá respostas curtas e sinceras, na medida do possível. Algumas vezes ele pode até mesmo ser grosso com as pessoas por esse modo de responder os outros. Poucas pessoas são as que conseguem realmente ter uma conversa com ele.


Na maioria dos momentos pode se ver ele apenas olhando os outros ou encarando o nada—  uma pequena mania. Sempre que vai fazer algo ou chegar perto de alguém tenta fazer o mínimo de barulho possível, quase nunca chama a atenção ou as vezes as pessoas nem sabem que ele está lá. Ele apenas deixa esse modo quieto de lado quando consegue confiança em alguém ou, pode se dizer, “sente” que pode confiar na pessoa.


A teimosia é um dos seus maiores defeitos: sempre que está doente, magoado, sofrendo por algo ou tem que receber uma ordem de algo que ele não goste, se recusa até o último segundo de vida a isso, oeia as pessoas em cima de si o obrigando a algo ou se preocupando com ele. São poucas as pessoas que conseguem o convencer a deixar, um pouco, esse lado teimoso.


Uma das coisas que ele mais usa ao seu favor é a manipulação, por mais que saiba que é errado em alguns momentos, ele não liga para isso, ele sabe como manipular os outros apenas com poucas palavras ou pequenas ações e ele obviamente usa isso ao seu favor, seja para algo importante ou alguma coisa boba. Algumas pessoas podem até dizer que é um dom de sua mãe mas ele não se importa com isso, o que importa é ele ter o que quer; e sim, ele pode soar bem egoísta e ele é, de certo modo.


Acho que depois de tudo isso deve estar achando que ele é a pessoa mais sem coração ou alguém que não se importa com ninguém além de si mesmo, isso não deixa de ser verdade, mas, como disse no começo, é isso que ele deixa que as outras pessoas saibam e pensem. Sim, ele é alguém egoísta, mas não totalmente; ele odeia transparecer emoções então usa sua personalidade, de modo piorado, como um proteção para não deixar que seus sentimentos apareçam realmente.









— História do Personagem:


Não é exatamente o lugar onde uma criança de 12 anos gostaria de estar, uma casa completamente vazia e fria o único lugar aquecido naquele lugar era o meu quarto - ao menos isso. Meu pai tinha me deixado na casa de meus tios, por conta de uma viagem estúpida de trabalho; não que meu pai não me amasse, ele me amava - e muito - meus tios que não me amavam. Ele me tratavam como se eu fosse um nada ou como se eu nem existisse, mas eu não iria falar para meu pai, ele já se preocupa demais comigo e eu odeio isso.


Saio do quarto de hóspedes, que ficava no final do corredor e fico andando pela casa. Estava tudo escuro mas eu gostava disso, eu nunca me incomodei com a noite prefiro ela mil vezes do que o dia, afinal, todo aquele sol me dá dor de cabeça, dias nublados são melhores; olhava para cada canto da casa tentando não esbarrar em nada.


— Odeio aqueles velhos, nem sei onde é a cozinha desse lugar! —Resmungo comigo mesmo e dou um pequeno chute em uma estante.


Meus olhos levemente ardem quando a luz é repentinamente acesa, abro os meus olhos devagar e tento aos poucos me acostumar com toda aquela claridade, mas quando consigo enxergar direito era tarde demais, uma das empregadas estava na minha frente.


— Não deveria sair de seu quarto! Os senhores não ficarão felizes com isso! Volte agora se não contarei a ele.— A mulher dizia séria e eu apenas revirei os olhos.


— Então você acha que contando a eles vai te ajudar a ter um “cargo” melhor? — eu disse rindo em deboche— Não acha que eles ficariam furiosos por ter tido a incompetência de me deixar sair, ou talvez... muito talvez possam ficar felizes por ter me achado, o que acho difícil. Sabe, ouvi dizer que eles odeiam quando as ordens deles são descumpridas. Comigo eles não podem fazer nada, mas já com vocês... — vejo a mulher me olhar com dúvida e com certo medo, o que me fez rir mais ainda — Pode me levar até meus tios ou me deixar ir até a cozinha pegar algo para comer e fingir que nunca viu isso. — a mulher continuou quieta o que me fez sorrir.


Eu voltei a andar pelo corredor, sem nem me importar com a mulher; fui até a cozinha e peguei alguns doces para comer - ficar naquele quarto sem nada para fazer é chato, muito chato. Ando até o jardim dos fundos e me sento na grama começando a olhar o céu; eu amava o céu, durante a noite ele parecia tão misterioso mas tão “acolhedor”, não sei direito como explicar, era algo que eu gostava. Comecei a comer os doces que havia pegado na cozinha; provavelmente estava me sujando todo, mas depois era só tomar um banho e fingir que isso nunca aconteceu. Ouvi um riso fraco e logo me virei assustado, não sabia de onde tinha vindo ou se estava imaginando coisas.


“Meu pequeno... apenas aceite a verdade quando ela for dita”


Era uma voz feminina, eu me levantei assustado começando a olhar em volta procurando de onde a voz havia vindo mas a única coisa que achava era a grande escuridão da noite. Pela primeira vez eu tive medo do escuro.
Já havia acabado de comer, então entrei correndo para dentro da casa. Entro no quarto de hóspedes me jogando na cama enquanto pensava no que tinha ouvido; eu deveria estar ficando louco, ouvir uma voz do além... eu realmente estou ficando louco. Me cubro com a coberta e logo depois pego no sono, eu nem sequer havia notado que estava cansado.





Sinto alguém me cutucar e abro meus olhos devagar, as cortinas provavelmente estavam abertas pela minha dificuldade de abrir os olhos; pisco várias vezes até conseguir enxergar direito, solto um resmungo baixo por ter sido acordado e logo olho para quem havia me acordado.


— Pai! — eu disse animado pulando em cima do mais velho — Você disse que voltaria só na semana que vem, eu estou tão feliz que você voltou antes! — escuto ele rir fraco pela minha afobação.


— Não posso ficar longe do meu filho por muito tempo! — ele disse bagunçando meus cabelos o que me fez negar levemente por isso — Troca de roupa e junta suas coisas que nós vamos para casa.


— Finalmente! Não aguento mais a chata da Tia Diana e o Tio Ninus! — corro até o banheiro e me troco colocando uma roupa comum do meu dia-a-dia, pego a minha mala e saio do quarto junto de meu pai.


Nos despedimos dos meus tios, contra a minha vontade, e logo fomos para casa. Durante um tempo do caminho o mais velho contava sobre como foi a viagem e como a cidade era, como ele sempre fazia - mesmo sem ir para esses lugares eu sabia praticamente tudo sobre eles.


— Pai, você prometeu me levar para viajar esse ano! Eu tô cansado de Seattle já moro aqui, vai por favor nas minhas férias! — peço tentando convencer o mais velho, o que era bem difícil, o mesmo negou dizendo que eu era muito novo para algo desse tipo — Como sempre essa história de eu ser novo, te pergunto sobre algo, você vem e me diz “filho você é muito novo” te pergunto sobre eu poder viajar você vem e fala “ah filho você é muito novo”, te pergunto sobre a minha mãe e é a mesma coisa! Eu tô cansado! Eu...


— Dylan em casa nós conversamos, agora fique quieto. — meu pai disse sério. Cruzei os braços e fiquei encarando as pessoas que andavam pela a rua, outra coisa que odiava quando chegavam me dando ordens, eu odeio isso mais que tudo.


Logo chegamos em casa e eu vou para o meu quarto, não iria sair de lá até amanhã ou iria para o jardim de casa. Vou até a minha escrivaninha e pego o meu caderno começando a desenhar algumas coisas no mesmo.


— É tão difícil as pessoas entenderem que eu não sou uma criança que não sabe nada, poxa eu entendo as coisas e tenho maturidade o suficiente para isso! Odeio quando eles fazem isso e sempre é a mesma coisa, “você ainda é criança, “você isso, você aquilo” que ódio disso tudo! — falo dando um soco na mesa e jogo meu rosto para trás vendo algo brilhando em cima da minha cabeça — O que...


— Dylan vamos conversar... parece que vim falar meio tarde...— meu pai diz passando as mãos seus cabelos e o encaro confuso — Dyl apenas tente entender todos os lados e não achar seu pai um louco!— ele puxou uma cadeira que tinha do outro lado do quarto e se sentou do meu lado


— Você está me assustando...


— Dylan eu nunca te falei sobre sua mãe porque realmente não era a hora disso e não me venha com essa cara sua de tédio! Continuando, sua mãe foi uma das melhores pessoas que eu conheci ela se chamava Nyx, sua mãe é uma deusa primordial...


— Pai você está delirando...


— Dylan escute... isso que apareceu foi sua mãe ter te reclamado como filho dela, toda essa sua “empatia” com a noite é graças a ela, você não gostar tanto da luz e do dia é por culpa dela. Você é um semideus, meio humano e meio Deus, existe um lugar onde você vai estar seguro, bem mais seguro do que está comigo. — na minha cabeça nada daquilo fazia sentido, às coisas aos poucos estavam se ligando e mais aos poucos ainda eu estava entendendo tudo aquilo.


— Pai você...


— Não me responda agora e não fale nada, eu sei que é confuso mas você precisa ir para lá, é um Clube de Luta... ele não é na cidade é meio longe mas sei que você consegue se virar, quanto mais cedo você for, melhor vai ser para você e também mais fácil. — meu pai soltou um sorriso fraco e beijou a minha testa


— Pai eu vou te ver de novo? — pergunto um pouco inseguro com aquilo .


— Pode demorar um pouco mas você vai me ver novamente, não vai se livrar de mim tão fácil! — solto um riso fraco e abraço o mais velho, era como um até logo muito longo — Eu te levo até a rodoviária, faça as suas malas.


Eu concordo e arrumo as minhas coisas, não iria levar tudo se não daria umas 10 malas só das minhas coisas coloquei apenas as coisas importantes e roupas, obviamente minhas roupas vão estar todas amassadas. Eu saí de casa e dei uma última olhada nela, eu estava tão confuso mas acho que no ônibus eu conseguiria colocar as coisas no lugar. Durante o caminho fiquei lembrando algumas coisas com meu pai, na maioria era eu criança aprontando. Logo que chegamos na rodoviária eu juntei minhas coisas e entrei na mesma junto de meu pai; ele comprou a passagem e deixou tudo meio que “autorizado” para eu ir sozinho mesmo tendo 12 anos. Me despedi do meu pai, eu realmente iria sentir falta dele.


Durante todo o caminho eu fiquei pensando em tudo, ainda era confuso e de certo modo estranho ou até mesmo loucura: eu não estava entendo direito que tudo isso de deuses existe. Acabei dormindo depois de 3 horas de viagem e acordei algumas outras vezes pela fome.





Depois de longas horas de viagem eu tinha chegado, fora a viagem ainda peguei trânsito para chegar até o clube da luta, eu definitivamente não tenho sorte nenhuma.


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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Stilex Ontem à(s) 10:01 pm

▬ Por qual Deus você deseja ser reclamado? Caso não queira ser um semideus, qual criatura mitológica deseja ser?

Desejo ser reclamado pela deusa Hécate.

▬ Cite suas principais características físicas e emocionais.

Características Físicas: Sou um cara normal, cabelos e olhos escuros, de pele branca, tenho um corpo bem definido.
Características Emocionais: Gosto muito de ler, e aprecio muito o silêncio e os momentos sozinho. Confio em poucas pessoas, quem sabe nenhuma, e tenho dificuldades e socializar-me.

▬ Diga-nos: por quê quer ser filho de tal Deus - ou ser tal ser mitológico?

Gostaria muito de ser filho de Hécate pois a deusas sempre foi uma de minhas favoritas, ter a magia de Hécate circulando em minhas veias seria magnífico. Gosto muito deste universo de encantamentos, feitiços e tudo mais que um filho da deusa Suprema da Magia pode fazer.


▬ Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir.

Sempre vivi com meu pai, numa fazenda no interior de New York. Levávamos uma vida um tanto tranquila e simples, sempre busquei saber quem era minha mãe “Ela foi embora quando você nasceu filho.” Era o que meu pai dizia, apenas isso, nenhuma foto ou carta, mas de certa forma eu a conhecia, em meus sonhos eu ouvia uma mulher que cantava canções que alegravam-me, em meu inconsciente eu sabia que era ela.

Cresci assim, de uma forma muito simples, quando tinha quatorze anos minha vida mudou completamente. Em noite de domingo, no celeiro da fazenda estávamos eu e meu pai terminando de empilhar feno, como não havia energia elétrica no celeiro, algumas velas ficavam acesas. Tudo estava tranquilo, quando repentinamente ouvimos um barulho estrondoso e a porta do celeiro veio abaixo. Eram duas mulheres estranhamente modificadas, tinham asas secas e escuras que pareciam ser de couro, além de enormes garras nas mãos e uma face medonha e horrenda.

O medo tomou conta de mim, meu pai gritava para que eu saí-se do celeiro, mas fui tomado pelo instinto e sacando uma estaca de madeira corri em direção às bestas, uma delas sobrevoou sobre minha cabeça e atacou meu pai, vi a horrível cena em que a bruxa perfurava o peito de meu pai e lhe arrancava o coração. Imediatamente senti meu sangue ferver, minha razão foi tomada pela raiva e pela revolta, não via mais nada em minha frente. Apenas vi as duas bruxas aproximando-se de mim e apaguei.

Acordei com o brilho das chamas sobre meus olhos, tudo que via era o celeiro desmanchando-se em pó, sendo consumido pelas chamas. Minhas roupas estavam chamuscadas, e meus punhos sangravam. Eu não queria acreditar, queria que tudo fosse um sonho, ou melhor um pesadelo e que logo eu acorda-se. Mas não, eu havia mesmo visto tudo aquilo e sabe-se lá o que havia feito.

Nos dias que seguiram fui para a cidade, deixando meu passado enterrado naquelas cinzas. Eu não compreendia o que fora tudo aquilo. Então vivi um ano e meio nos becos de NY, até passar por uma situação semelhante e ser ajudado por um homem bode, que falou-me sobre o mundo como realmente ele era, e trouxe-me para cá, o acampamento meio-sangue, com um mundo novo para descobrir.
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Will Campbell Ontem à(s) 11:59 pm

Dylan D'Anniballe - Reprovado como filho de Nyx

Em primeiro lugar, atente-se ao fato de que você fez uma postagem dupla. Segundo lugar, Nyx é uma das deusas cuja avaliação é considerada rigorosa. Há, em todo seu texto, a repetição de erros comuns que podem ser corrigidos com releituras antes da postagem (erros de ortografia que eu creio serem de digitação mas que descontam pontos) e, também, erros um pouco mais complexos. Vou destacar dois deles.

Sua pele é clara e bem fácil de ser marcada, qualquer pequena batida pode ser vista; os olhos castanhos claros e seus cabelos castanhos —  embora isso seja uma das coisas que ele mudaria em si. A cor do cabelo, o mesmo sempre diz que preferiria ter o cabelo loiro ou em um tom ainda mais claro quase chegando na cor desejada, por conta disso prefere tingir o cabelo.

Nessa frase se observa um erro que já foi apontado em sua avaliação anterior: a repetição desnecessária da mesma palavra. Abaixo vou reescrever a frase.

Sua pele é clara e qualquer pequena batida marca-a, de forma bem visível. Seus olhos são castanhos claros e seus cabelos, também castanhos, são mais escuros do que gostaria. Vive dizendo que gostaria de os ter loiros ou em um tom semelhante a esse, e por isso prefere os tingir, o que faz com frequência.

Há mais um erro grave que se repetiu em sua história: a troca de tempos verbais do presente para o passado, e vice-versa.

Já havia acabado de comer, então entrei correndo para dentro da casa. Entro no quarto de hóspedes me jogando na cama enquanto pensava no que tinha ouvido; eu deveria estar ficando louco, ouvir uma voz do além... eu realmente estou ficando louco. Me cubro com a coberta e logo depois pego no sono, eu nem sequer havia notado que estava cansado.

Vou aqui te aconselhar a respeitar o tempo da sua narrativa, mantendo-se ou no passado ou no presente. Contudo, a narrativa no passado flui com mais facilidade e é mais fácil de ser trabalhada. Continue tentando, não falta muito para que tu sejas aprovado e tenho certeza de que vamos ter um ótimo desenvolvimento da tua trama depois.

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Stiles - Reprovado como filho de Hécate.

Stiles, em primeiro lugar quero lhe dizer que seu nome não está no padrão do fórum. Semideuses precisam ter nome e sobrenome. Solicite a troca do seu nome clicando aqui.

Em segundo, vou repetir o que disse ao Dylan: Hécate também tem uma avaliação rigorosa. Sua história foi muito pouco desenvolvida. Para semideuses tão poderosos como os filhos de Hécate, se faz necessário uma trama muito mais envolvente e profunda que filhos de deuses "comuns".

Apesar disso ser o suficiente para te reprovar, vou apontar que sua narrativa tem pouca fluidez por conta do uso inadequado de pontuação e de erros de ortografia. Além disso, a forma como você derrotou suas inimigas foi estranho.

O medo tomou conta de mim, meu pai gritava para que eu saí-se do celeiro, mas fui tomado pelo instinto e sacando uma estaca de madeira corri em direção às bestas, uma delas sobrevoou sobre minha cabeça e atacou meu pai, vi a horrível cena em que a bruxa perfurava o peito de meu pai e lhe arrancava o coração.

Nesse parágrafo, apenas corrigindo alguns erros, a frase ficaria assim:

O medo tomou conta de mim, meu pai gritava para que eu saísse do celeiro. Fui tomado pelo instinto e, sacando uma estaca de madeira, corri em direção às bestas. Uma delas sobrevoou sobre minha cabeça, atacou meu pai e vi a horrível cena em que a bruxa perfurava o peito de meu pai e lhe arrancava o coração.

Note que não fiz todas as correções possíveis mas a leitura da frase já se tornou mais agradável. Não desanime e tente novamente, você tem um grande potencial.
Will Campbell
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Filhos de Dionísio
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Re: Ficha de Reclamação

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