Ficha de Reclamação

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Ficha de Reclamação

Mensagem por 146-ExStaff em Sex 07 Out 2016, 12:41

Relembrando a primeira mensagem :




Fichas de Reclamação


Este tópico foi criado para que o player possa ingressar na sua vida como semideus ou criatura mitológica. Esta ficha não é válida sob nenhuma hipótese para os 3 grandes (Hades, Poseidon e Zeus) devendo os interessados para estas filiações fazerem um teste específico, como consta aqui [link]. Para os demais semideuses, a avaliação é comum - o que não quer dizer que ao postar será aceito. Avaliamos na ficha os mesmos critérios que no restante do fórum, mas fichas comuns exigem uma margem menor de qualidade, mas ainda será observada a coesão, coerência, organização, ortografia e objetividade. Abaixo, a lista de deuses e criaturas disponíveis em ordem alfabética, com as devidas observações.




 
 


 
 


 
 


 
 


 
 


 
 


 
 


 
 


 
 


 
 


 
 


 
 


 
 


 
 


 
 


 
 


 
 


 
 


 
 


 
 


 
 


 
 


 
 


 
 


 
 


 
 


 
 


 
 


 
 


 
 


 
 


 
 


 
 


 
 



Deuses / CriaturasAvaliação
AfroditeComum
ApoloComum
AtenaRigorosa
AresComum
Centauros(as)Comum
DeimosComum
DeméterComum
DespinaRigorosa
DionísioComum
Dríades (apenas sexo feminino)Comum
ÉoloComum
EosComum
Espíritos da Água (Naiádes, Nereidas e Tritões)Comum
HadesEspecial (clique aqui)
HécateRigorosa
HéraclesComum
HefestoComum
HermesComum
HéstiaComum
HipnosComum
ÍrisComum
LegadosComum
MacáriaRigorosa
MelinoeRigorosa
NêmesisRigorosa
NyxRigorosa
PerséfoneRigorosa
PhobosComum
PoseidonEspecial  (clique aqui)
Sátiros (apenas sexo masculino)Comum
SeleneComum
TânatosComum
ZeusEspecial (clique aqui)



A Ficha


A ficha é composta de algumas perguntas e o campo para o perfil físico e psicológico e a história do personagem e é a mesma seja para semideuses, criaturas ou legados. Aqui, ressaltamos e relembramos a existência de um sistema de Legados no fórum. Com as recentes mudanças na ambientação do fórum, também, deixamos aqui explícito que os novatos que decidirem seguir para o acampamento, estarão vivendo sob a tutela e regência de Éris. Os que desejarem ser guiados por Quíron e campistas aliados do Olimpo, devem seguir para o Clube da Luta. Mais informações no tópico de trama geral do fórum.

Plágio não será tolerado e, ao ser detectado, acarretará um ban inicial de 3 dias + aviso, e reincidência acarretará em ban permanente. Plágio acarreta banimento por IP.

Aceitamos apenas histórias originais - então, ao usar um personagem criado para outro fórum não só não será reclamado como corre o risco de ser punido por plágio, caso não comprove autoria em 24h. Mesmo com a comprovação, a ficha não será aceita.

Fichas com nomes inadequados não serão avaliadas a menos que avisem já ter realizado o pedido de mudança através de uma observação na ficha. As regras de nickname constam nas regras gerais no fórum.

Lembrando que o único propósito da ficha é a reclamação do personagem. Qualquer item desejado, além da faca inicial ganha no momento de inscrição do fórum e dos presentes de reclamação (adquiridos caso a ficha seja efetivada) devem ser conseguidos in game, através de forjas, mercado, missões e/ou DIY.



TEMPLATE PADRÃO:
Não serão aceitas fichas fora desde modelo

Código:
<center>
<a href="goo.gl/6qY3Sg"><div class="frankt1">FICHA DE RECLAMAÇÃO</div></a><div class="frank1"></div><div class="franktextim">[b]— Por qual deus deseja ser reclamado/ qual criatura deseja ser e por quê?[/b]

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[b]— Perfil do Personagem (Características Físicas e Características Psicológicas - preferencialmente separadas):[/b]

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[b]— História do Personagem:[/b]

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</div><div class="frank2"></div> <div class="frankt2">Percy Jackson RPG BR</div></center>


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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Kalled C. Almeida em Qui 03 Maio 2018, 09:55

Philip West — Reclamado como filho de Macária

Sem mais o que dizer sua ficha está impecável. Algumas coisas de erros ortográficos podem ser consertadas, mas você é uma player experiente e consegue facilmente consertar isso.

Nada foi alarmante para que sua aprovação fosse negada. Sua história foi bem detalhada, no mais é isso.
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Agatha Black em Ter 08 Maio 2018, 23:55


FICHA DE RECLAMAÇÃO
— Por qual deus deseja ser reclamado/ qual criatura deseja ser e por quê?

Herácles. Nada em especial, achei que seria interessante que a Agatha fosse sua filha.
— Perfil do Personagem (Características Físicas e Características Psicológicas - preferencialmente separadas):
Agatha tem o cabelo castanho, ondulado e curto. Pequenas sardas entre suas bochechas e nariz e um olhar de criança traquina. A pele com um tom mais moreno lhe favorece e combina com seus olhos castanhos escuros. Tendo somente 15 anos, é bastante bela e atlética, pesando somente 60 kg enquanto tem 1m e 71 cm de altura.


É uma menina bastante gentil e alegre, adora conversar e fazer amigos e prefere resolver as coisas na conversa. No entanto quando irritada se torna bastante agressiva e impulsiva, criando uma espécie de um ar intimidador. Apesar disso, odeia tudo relacionado ao mundo divino, assim como sua atual vida. Pois precisou abandonar tudo para aprender a enfrentar as ameaças que a cercam como semideusa.


— História do Personagem:

Suspiros e bocejos eram ouvidos durante toda a aula. Em plena sexta feira o sol estava escaldante e não havia uma única nuvem no céu. Seria um belo dia de prazer para qualquer um que quisesse aproveitar, mas, Agatha estava presa naquela sala tendo aula de literatura.
Não que a aula seja ruim, o problema era com a menina que não conseguia compreender algumas palavras ou até mesmo presta atenção em que um velho de cinquenta anos fala. Ela tinha outras coisas como prioridade, como sua equipe de torcida, seu namorado e suas amigas. Ela tinha sua vida.
Mesmo assim, a menina sabia que aquela sexta feira de aula seria sua última. O Motivo? Mudanças. Não uma comum, Agatha Black é filha de Heracles e iria para um acampamento! Sim, o maior semideus já conhecido que virou um deus. É claro, é estranho que uma jovem semideusa já saiba quem é seu progenitor, mas, sua mãe Marie não mentiria sobre isso.
Sua mãe é um tanto incomum. Uma historiadora apaixonada pelo mundo, que podia ver além da névoa. Graças a isso durante uma de suas viagens chamou a atenção de Herácles e ambos tiveram uma paixão grandiosa o suficiente para o deus engravidar a mortal e contar tudo que ela queria saber sobre seu mundo. Quando a menina nasceu, o deus da bravura abençoou Marie com uma espécie de encantamento que intimidaria monstros que chegassem perto, para que sua paixão pudesse criar sua filha sem problemas, mas, a cada ano esse encantamento ficaria mais fraco, até que a menina estivesse pronta para o acampamento meio sangue.
Além da dislexia e TDAH, a menina sempre teve uma série de características incomum. Forte de mais para uma garota, uma saúde de ferro, bravura e desde pequena foi ensinada a ver além da névoa. Por isso acreditava em sua mãe, no entanto, Agatha tinha uma vida.
Ela não era sua mãe e não desejava viver como seu pai viveu, queria ser comum e tentava ser como qualquer outra adolescente. Amava sua vida e seu status ali, então quando o sino tocou avisando que as aulas tinham acabado, Agatha sabia que aquilo era o fim para tudo que ela amou.
Seu inferno pessoal iria começar. Quando saiu do colégio sua mãe já esperava em seu carro, sua mochila já estava pronta e havia alguém no banco de passageiro. Ela entrou já amaldiçoando seus pais e principalmente como sua mãe deixaria ela ir tão facilmente.

Olá, Agatha. Meu nome é Michael, eu vim lhe guiar ao acampamento meio sangue. — Por tudo que tinha ouvido sobre o acampamento, a menina estranhou a situação.

— Pensei que quem iria me levar á essa merda seria um sátiro.

— Agatha! —
Ao contrário da adolescente, sua mãe parecia bem animada para que ela começasse sua jornada como semideusa, provavelmente era um sonho que como mortal não poderia realizar.

— Bom... As coisas mudaram no acampamento, mas não se preocupe, sei que irá se adaptar.

Os três seguiram um uma breve viagem, a mãe da menina iria deixar eles o mais perto possível e enquanto isso tagalerava por todo o caminho, era incapaz de ver como Agatha buffava de raiva e o menino continuava indiferente.
Com a benção de sua mãe, a menina se despediu. Não demorou muito tempo para chegar no acampamento acompanhada daquele garoto e, muito menos para perceber que tinha algo de errado ali.  Aquele local não era como sua mãe contou, tudo parecia devastado e quando o símbolo de Herácles brilhou em sua cabeça, ela desejou nunca ter nascido.

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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Kalled C. Almeida em Qua 09 Maio 2018, 11:45

Agatha Black Reprovada como filha de Héracles.

Então Agatha, sua ficha está bem fraca para ser sincero. O erro que notei, mesmo sem ler, foi a falta de espaçamento entre os parágrafos. Note que isso quebra a estética do texto por completo, sendo que isso por si só seria passível de reprovar.

Porém decidi que se a história estivesse boa você seria aceita. Ignorei erros de gramática como:

@Agatha Black escreveu:
Não que a aula seja ruim, o problema era com a menina que não conseguia compreender algumas palavras ou até mesmo presta atenção em que um velho de cinquenta anos fala.

Na parte destacada em negrito você usa o verbo "ser" no presente do subjuntivo quando o correto seria no pretérito do subjuntivo. Esse tipo de erro no tempo verbal foi observado várias vezes ao longo de seu texto.

Na parte em itálico é possível observar que você usa o verbo "prestar" no presente do indicativo quando o mais adequado seria usar no infinitivo, nesse caso acredito que o erro tenha ocorrido exclusivamente por erro de digitação por falta de atenção. Uma revisão rápida em seu texto pode evitar erros tão banais como esse.

Por fim, peço que se atente ao fato de que seu texto é paupérrimo em detalhes e ainda mais fraco quando você não descreve o momento de sua reclamação.

"Ah, mas Agatha já sabia que era uma semideusa."

Mesmo assim ainda se faz necessário a reclamação divina. Você pode usar isso como um outro tipo de artifício, não necessariamente para que você descubra ser uma semideusa. Você pode usar este momento como um símbolo de que sua hora era chegada e Héracles estava lhe alertando sobre isso, por exermplo.

Não é preciso que apareça um holograma sobre sua cabeça, tal questão pode ser resolvida com uma simples manifestação de poder ou uma emissão de aura.

Enfim, corrija esses erros citados e será reclamada, bem vinda ao fórum.
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Dylan D'Anniballe em Sab 19 Maio 2018, 01:30


FICHA DE RECLAMAÇÃO
— Por qual deus deseja ser reclamado/ qual criatura deseja ser e por quê?

Desejo ser reclamado por Nyx, desde sempre ela me chamou a atenção, ela foi uma das primeiras deusas que ouvi falar realmente e é uma das que mais me chama a atenção de certo modo, acho que ela é uma das melhores deusas para o Dylan.





— Perfil do Personagem (Características Físicas e Características Psicológicas - preferencialmente separadas):

Físicos:
Ele nunca reclamou de sua aparência gosta do jeito que ela é e no máximo mudaria a cor do cabelo ou a sua altura, sua pele é clara e bem fácil de ser marcada qualquer pequena batida pode ser vista, os olhos castanhos claros e seus cabelos castanhos, embora isso seja uma das coisas que ele mudaria em si, a cor do cabelo, o mesmo sempre diz que preferia ter o cabelo loiro ou em um tom ainda mais claro quase chegando no loiro por conta disso prefere tingir o cabelo nesse tom.

Ele gosta do contraste que sua boca traz ao seu rosto por ser um tanto mais avermelhada e um pouco carnuda, seu rosto tem um formato em V e o mesmo tem um pouco de bochechas mas ele gosta desse jeito.

Outra das coisas que mudaria em si é a sua altura, ele se chama muito baixo, tendo 1,68 de altura. Seu corpo não é exatamente muito magro mas ele também não é cheio de músculos, e nunca pretende ser, prefere os ter nos lugares certo os músculos.



Psicológicos:

Frio, quieto ,principalmente, teimoso e manipulador essas palavras poderiam resumir a personalidade inteira de Dylan, no caso o que ele deixa que os outros saibam, ele é alguém extremamente frio na maioria do tempo sempre dá respostas curtas e sinceras, na medida do possível, algumas vezes ele pode até mesmo ser grosso com as pessoas por esse modo curto de responder os outros. Poucas pessoas são as que conseguem realmente ter uma conversa com ele mas isso é para outro momento.

Na maioria dos momentos pode-se ver ele apenas olhando os outros ou encarando o nada, uma pequena mania, sempre que vai fazer algo ou chegar perto de alguém tenta fazer o mínimo de barulho possível, quase nunca chama a atenção ou às vezes as pessoas nem sabem que ele está lá, ele apenas deixa esse modo quieto de lado quando consegue confiança em alguém ou, pode se dizer, “sente” que pode confiar na pessoa.

A teimosia é um dos seus maiores defeitos, sempre que está doente, magoado, sofrendo por algo ou tem que receber uma ordem de algo que ele não goste se recusa até o último segundo de vida a isso, odeia as pessoas em cima de si o obrigando a algo ou se preocupando com ele. São poucas as pessoas que conseguem o convencer a deixar, um pouco, esse lado teimoso.

Uma das coisas que ele mais usa ao seu favor é a manipulação, por mais que saiba que é errado em alguns momentos e ele não liga para isso, ele sabe como manipular os outros apenas com poucas palavras ou pequenas ações e ele obviamente usa isso ao seu favor seja para algo importante ou alguma coisa boba. Algumas pessoas podem até dizer que é um dom de sua mãe mas ele não se importa com isso o que importa é ele ter o que quer, e sim ele pode soar bem egoísta e ele é bem egoísta de certo modo.

Acho que depois de tudo isso deve estar achando que ele é a pessoa mais sem coração ou alguém que não se importa com ninguém além de si mesmo, isso não deixa de ser verdade mas como disse no começo é isso que ele deixa que as outras pessoas saibam e pensem. Sim ele é alguém egoísta, mas não totalmente, ele odeia transparecer emoções então usa sua personalidade, de modo piorado, como um proteção para não deixar que seus sentimentos apareçam realmente.





— História do Personagem:

Não é exatamente o lugar onde uma criança de 12 anos gostaria de estar, uma casa completamente vazia e fria o único lugar aquecido naquele lugar era o meu quarto, ao menos isso, meu pai tinha me deixado na casa de meus tios, por culpa de uma viagem estúpida de trabalho, não que meu pai não me amasse ele me amava e muito meus tios que não me amavam ele me tratavam como se eu fosse um nada ou como se eu nem existisse mas eu não iria falar para meu pai ele já se preocupa demais comigo e eu odeio isso.

Saio do quarto de hóspedes, que ficava no final do corredor, fico andando pela casa estava tudo escuro mas eu gostava disso eu nunca me incomodei com a noite prefiro ela mil vezes do que o dia, todo aquele sol me dá dor de cabeça dias nublados são melhores, olhava para cada canto da casa tentando não esbarrar em nada.

— Odeio aqueles velhos nem sei onde é a cozinha desse lugar! —Resmungo comigo mesmo e dou um pequeno chute em uma estante.

Meus olhos levemente ardem quando a luz é repentinamente acesa, abro os meus olhos devagar e tento aos poucos me acostumar com toda aquela claridade, mas quando consigo enxergar direito era tarde de mais uma das empregadas estava na minha frente.

— Não deveria sair de seu quarto! Os senhores não ficaram felizes com isso! Volte agora se não contarei a ele.— A mulher dizia séria e eu apenas revirei os olhos.

— Então você acha que contando a eles vai te ajudar a ter um “cargo” melhor? — eu disse rindo em deboche— Não acha que eles ficariam furiosos por ter tido a incompetência de me deixar sair... ou talvez... muito talvez possam ficar felizes por ter me achado, o que acho difícil, sabe ouvi dizer que eles odeiam quando as ordens deles são descumpridas. Comigo eles não podem fazer nada mas já com vocês... — vejo a mulher me olhar com dúvida e com certo medo, o que me fez rir mais ainda — Pode me levar até meus tios ou me deixar ir até a cozinha pegar algo para comer e fingir que nunca viu isso. — a mulher continuou quieta o que me fez sorrir.

Eu voltei a andar pelo corredor, sem nem me importar com a mulher, fui até a cozinha e peguei alguns doces para comer, ficar naquele quarto sem nada para fazer é chato, muito chato, ando até o jardim dos fundos e me sento na grama começando a olhar o céu, eu amava o céu durante a noite ele parecia tão misterioso mas tão “acolhedor”, não sei direito como explicar era algo que eu gostava. Comecei a comer os doces que havia pegado na cozinha, provavelmente estava me sujando todo depois era só tomar um banho e fingir que isso nunca aconteceu. Ouvi um riso fraco e logo me virei assustado, não sabia de onde tinha vindo ou se estava imaginando coisas.

“Meu pequeno... apenas aceite a verdade quando ela for dita”

Era uma voz feminina, eu me levantei assustado começando a olhar em volta procurando de onde a voz havia vindo mas a única coisa que achava era a grande escuridão da noite, pela primeira vez eu tive medo do escuro, já havia acabado de comer então entrei correndo para dentro da casa. Entro no quarto de hóspedes me jogando na cama enquanto pensava no que tinha ouvido, eu deveria estar ficando louco ouvir uma voz do além eu realmente estou ficando louco, me cubro com a coberta e logo depois pego no sono eu nem sequer havia notado que estava cansado.



Sinto alguém me cutucar e abro meus olhos devagar, as cortinas provavelmente estavam abertas pela minha dificuldade de abrir os olhos, pisco várias vezes até conseguir enxergar direito, solto um resmungo baixo por ter ser acordado e logo olho para quem havia me acordado.

— Pai! — eu disse animado pulando em cima do mais velho — Você disse que voltaria só na semana que vem, eu estou tão feliz que você voltou antes! — escuto ele rir fraco pela minha afobação

— Não posso ficar longe do meu filho por muito tempo! — ele disse bagunçando meus cabelos o que me fez negar levemente por isso — Troca de roupa e junta suas coisas que nós vamos para casa.

— Finalmente! Não aguento mais a chata da Tia Diana e o Tio Ninus! — corro até o banheiro e me troco colocando uma roupa comum do meu dia-a-dia, pego a minha mala e saiu do quarto junto de meu pai.

Nos despedimos dos meus tios, contra a minha vontade, e logo fomos para casa. Durante um tempo do caminho o mais velho contava sobre como foi a viagem e como a cidade era, ele sempre fazia mesmo sem ir para esses lugares eu sabia basicamente tudo sobre eles.

— Pai, você prometeu me levar para viajar esse ano! Eu to cansado de Seattle já moro aqui, vai por favor nas minhas férias! — peço tentando convencer o mais velho, o que era bem difícil, o mesmo negou dizendo que eu era muito novo para algo desse tipo — Como sempre essa história de eu ser novo, te pergunto sobre algo você vem e me diz “Filho você é muito novo” te pergunto sobre eu poder viajar você vem e fala “A Filho você é muito novo”, te pergunto sobre a minha mãe e é a mesma coisa! Eu tô cansado! Eu...

— Dylan em casa nós conversamos, agora fique quieto. — meu pai disse sério, cruzei os braços e fiquei encarando as pessoas que andavam pela a rua, outra coisa que odiava quando chegavam me dando ordens, eu odeio isso mais que tudo.

Logo chegamos em casa e eu vou para o meu quarto, não iria sair de lá até amanhã provavelmente ou iria para o jardim de casa. Vou até a minha escrivaninha e pego o meu caderno começando a desenhar algumas coisas no mesmo.

— É tão difícil as pessoas entenderem que eu não sou uma criança que não sabe nada, poxa eu entendo as coisas e tenho maturidade o suficiente para isso! Odeio quando eles fazem isso é sempre a mesma coisa, “Você ainda é criança, “Você isso... Você aqui” que ódio disso tudo! — falo dando um soco na mesa e jogo meu rosto para trás vendo algo brilhando em cima da minha cabeça — O que...

— Dylan vamos conversar... parece que vim falar meio tarde...— meu pai diz passando as mãos seus cabelos e o encaro confuso — Dyl apenas tente entender todos os lados e não achar seu pai um louco!— ele puxou uma cadeira que tinha do outro lado do quarto e se sentou do meu lado

— Você está me assustando...

— Dylan eu nunca te falei sobre sua mãe porque realmente não era a hora disso e não me venha com essa cara sua de tédio! Continuando, sua mãe foi uma das melhores pessoas que eu conheci ela se chamava Nyx, sua mãe é uma deusa primordial...

— Pai você está delirando...

— Dylan escute... isso que apareceu foi sua mãe te reclamado como filho dela, toda essa sua “empatia” com a noite é graças a ela você não gostar tanto da luz e do dia e por culpa dela. Você é um semideus, meio humano e meio Deus, existe um lugar onde Você vai estar seguro, bem mais seguro do que está comigo. — na minha cabeça nada daquilo fazia sentido às coisas aos poucos estavam se ligando e mais aos poucos ainda eu estava entendendo tudo aquilo.

— Pai você...

— Não me responda agora e não fale nada, eu sei que é confuso mas você precisa ir para lá, é um Clube de Luta... ele não é na cidade é meio longe mas sei que você consegue se virar, quanto mais cedo você for vai ser melhor para você e mais fácil. — meu pai soltou um.sorriso fraco e beijou a minha testa

— Pai eu vou te ver de novo? — pergunto um pouco inseguro com aquilo

— Pode demorar um pouco mas você vai me ver novamente, não vai se livrar de mim tão fácil! — solto um riso fraco e abraço o mais velho, era como um até logo muito longo — Eu te levo até a rodoviária faça aa suas malas.

Eu concordo e arrumo as minhas coisas, não iria levar tudo se não daria umas 10 malas só das minhas coisas coloquei apenas as coisas importantes e roupas, obviamente minhas roupas vão estar todas amassadas. Eu sei de casa e dei uma última olhada nela, eu estava tão confuso mas acho que no ônibus eu conseguiria colocar as coisas no lugar. Durante o caminho fiquei lembrando algumas coisas com meu pai na maioria era eu criança aprontando. Logo que chegamos na rodoviária eu juntei minhas coisas e entrei na mesma junto de meu pai, ele comprou a passagem e deixou tudo meio que “autorizado” para eu ir sozinho mesmo tendo 12 anos. Me despedi do meu pai, eu realmente iria sentir falta dele.

Durante todo o caminho eu fiquei pensando em tudo, ainda era confuso e de certo modo estranho ou até mesmo loucura, eu não estava entendo direito que tudo isso de deuses existe, acabei dormindo depois de 3 horas de viagem, acordei algumas outras vezes pela fome e só isso mesmo.



Depois de longas horas de viagem eu tinha chegado, fora a viagem ainda peguei trânsito para chegar até o clube da luta, eu definitivamente não tenho sorte nenhuma.

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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Baz A. Herlz em Sab 19 Maio 2018, 03:40

Dylan D'Anniballe — Reprovado como filho de Nix

@Dylan D'Anniballe escreveu:Desejo ser reclamado por Nyx, desde sempre ela me chamou a atenção, ela foi uma das primeiras deusas que ouvi falar realmente e é uma das que mais me chama a atenção de certo modo, acho que ela é uma das melhores deusas para o Dylan.

Primeiro de tudo, não precisa se prolongar nos motivos que te fizeram escolher o genitor ou genitora, isso é claro se não tiver muitos. Ela chamou sua atenção? Ok, ficou entendido, não repita tal justificativa porque fica repetitivo. Às vezes apenas um "Porque foi a escolha que mais se encaixa com a personagem" é a melhor resposta para esta pergunta.

@Dylan D'Anniballe escreveu:Ele nunca reclamou de sua aparência gosta do jeito que ela é e no máximo mudaria a cor do cabelo ou a sua altura, sua pele é clara e bem fácil de ser marcada qualquer pequena batida pode ser vista, os olhos castanhos claros e seus cabelos castanhos, embora isso seja uma das coisas que ele mudaria em si, a cor do cabelo, o mesmo sempre diz que preferia ter o cabelo loiro ou em um tom ainda mais claro quase chegando no loiro por conta disso prefere tingir o cabelo nesse tom.

Como pode ver, aqui há inúmeros erros. Atente-se ao uso de pontuação na junção de ideias, ainda mais se tratando de uma ficha para Nix, onde a avaliação é rigorosa. Não deixaremos passar nenhum erro sequer. 1) Mais de uma vez você deixou de usar a vírgula na construção das características da personagem e isso se tornou demasiadamente cansativo e pouco atraente para sua ficha. As partes sublinhadas são onde deveria ter ocorrido o uso da vírgula. 2) Em contrapartida, você também usou a vírgula em excesso no lugar do ponto. 3) Em negrito, marquei a repetição desnecessária de palavras que, por vezes, o uso da segunda vez onde a palavra foi usada pode ser substituído por um sinônimo ou simplesmente descartada. Tomei a liberdade de refazer este parágrafo ao meu bel prazer:

Ele nunca reclamou de sua aparência, gosta do jeito que ela é e, no máximo, mudaria a cor do cabelo ou a sua altura. Sua pele é clara e bem fácil de ser marcada, qualquer pequena batida pode ser vista, os olhos castanhos claros e seus cabelos da mesma cor — embora isso seja uma das coisas que ele mudaria em si. A cor do cabelo, o mesmo sempre diz que preferia ser loiro ou um tom ainda mais claro, quase chegando na cor desejada, por conta disso prefere tingir o cabelo.

Perceba como as ideias ficaram mais organizadas. Os mesmos erros acontecem no trecho abaixo:

@Dylan D'Anniballe escreveu:Outra das coisas que mudaria em si é a sua altura, ele se chama muito baixo, tendo 1,68 de altura. Seu corpo não é exatamente muito magro mas ele também não é cheio de músculos, e nunca pretende ser, prefere os ter nos lugares certo os músculos.

1) Como você usou a palavra altura para definir o metro e centímetros da personagem, ao fim da primeira frase, poderia ter substituído o primeiro uso de "altura" por uma palavra sinônimo. 2) Ele se chama muito baixo? Isso não fez sentido algum, a não ser é claro que a pessoa por trás de sua conta seja de algum outro país (como Portugal), onde as palavras possuem outro sentido — contudo, estamos no Brasil e são as regras deste país que serão cobradas. 3) Por fim, o último sublinhado refere-se à repetição desnecessária para designar-se aos músculos, considerando que você iniciou a frase falando deles. Novamente, refiz o parágrafo:

Outra das coisas que mudaria em si é o seu tamanho, ele se acha muito baixo, tendo 1,68 de altura. Seu corpo não é exatamente muito magro mas ele também não é cheio de músculos, e nunca pretende ser, prefere os ter nos lugares certo.

Simples, não? Bem, tais erros se repetiram ao longo do texto. Eu achei interessante a sua história e se encaixou bem na trama atual do fórum, no entanto, terei de reprová-lo pelos motivos citados. Se esforce para fazer uma ficha impecável e tenho certeza que será aprovado.

Boa sorte.
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Dylan D'Anniballe em Sab 19 Maio 2018, 09:59



FICHA DE RECLAMAÇÃO
— Por qual deus deseja ser reclamado/ qual criatura deseja ser e por quê?


Desejo ser reclamado por Nyx, desde sempre ela me chamou a atenção; ela foi uma das primeiras deusas que ouvi falar realmente e acho que ela é uma das melhores deusas para o Dylan.









— Perfil do Personagem (Características Físicas e Características Psicológicas - preferencialmente separadas):


Físicos:

Ele nunca reclamou de sua aparência, gosta do jeito que ela é e, no máximo, mudaria a cor do cabelo ou a sua altura. Sua pele é clara e bem fácil de ser marcada, qualquer pequena batida pode ser vista; os olhos castanhos claros e seus cabelos castanhos —  embora isso seja uma das coisas que ele mudaria em si. A cor do cabelo, o mesmo sempre diz que preferiria ter o cabelo loiro ou em um tom ainda mais claro quase chegando na cor desejada, por conta disso prefere tingir o cabelo.


Ele gosta do contraste que sua boca traz ao seu rosto por ser um tanto mais avermelhada e um pouco carnudas; eu rosto tem um formato em V e o tem um pouco de bochechas, mas ele gosta desse jeito.


Outra das coisas que mudaria em si é a sua altura, ele se acha muito baixo, com 1,68 de altura. Seu corpo não é exatamente muito magro mas ele também não é cheio de músculos, e nunca pretende ser, prefere os ter nos lugares certos.





Psicológicos:


Frio, quieto, e principalmente teimoso e manipulador; essas palavras poderiam resumir a personalidade inteira de Dylan —  no caso o que ele deixa que os outros saibam. Ele é alguém extremamente frio na maioria do tempo, sempre dá respostas curtas e sinceras, na medida do possível. Algumas vezes ele pode até mesmo ser grosso com as pessoas por esse modo de responder os outros. Poucas pessoas são as que conseguem realmente ter uma conversa com ele.


Na maioria dos momentos pode se ver ele apenas olhando os outros ou encarando o nada—  uma pequena mania. Sempre que vai fazer algo ou chegar perto de alguém tenta fazer o mínimo de barulho possível, quase nunca chama a atenção ou as vezes as pessoas nem sabem que ele está lá. Ele apenas deixa esse modo quieto de lado quando consegue confiança em alguém ou, pode se dizer, “sente” que pode confiar na pessoa.


A teimosia é um dos seus maiores defeitos: sempre que está doente, magoado, sofrendo por algo ou tem que receber uma ordem de algo que ele não goste, se recusa até o último segundo de vida a isso, oeia as pessoas em cima de si o obrigando a algo ou se preocupando com ele. São poucas as pessoas que conseguem o convencer a deixar, um pouco, esse lado teimoso.


Uma das coisas que ele mais usa ao seu favor é a manipulação, por mais que saiba que é errado em alguns momentos, ele não liga para isso, ele sabe como manipular os outros apenas com poucas palavras ou pequenas ações e ele obviamente usa isso ao seu favor, seja para algo importante ou alguma coisa boba. Algumas pessoas podem até dizer que é um dom de sua mãe mas ele não se importa com isso, o que importa é ele ter o que quer; e sim, ele pode soar bem egoísta e ele é, de certo modo.


Acho que depois de tudo isso deve estar achando que ele é a pessoa mais sem coração ou alguém que não se importa com ninguém além de si mesmo, isso não deixa de ser verdade, mas, como disse no começo, é isso que ele deixa que as outras pessoas saibam e pensem. Sim, ele é alguém egoísta, mas não totalmente; ele odeia transparecer emoções então usa sua personalidade, de modo piorado, como um proteção para não deixar que seus sentimentos apareçam realmente.









— História do Personagem:


Não é exatamente o lugar onde uma criança de 12 anos gostaria de estar, uma casa completamente vazia e fria o único lugar aquecido naquele lugar era o meu quarto - ao menos isso. Meu pai tinha me deixado na casa de meus tios, por conta de uma viagem estúpida de trabalho; não que meu pai não me amasse, ele me amava - e muito - meus tios que não me amavam. Ele me tratavam como se eu fosse um nada ou como se eu nem existisse, mas eu não iria falar para meu pai, ele já se preocupa demais comigo e eu odeio isso.


Saio do quarto de hóspedes, que ficava no final do corredor e fico andando pela casa. Estava tudo escuro mas eu gostava disso, eu nunca me incomodei com a noite prefiro ela mil vezes do que o dia, afinal, todo aquele sol me dá dor de cabeça, dias nublados são melhores; olhava para cada canto da casa tentando não esbarrar em nada.


— Odeio aqueles velhos, nem sei onde é a cozinha desse lugar! —Resmungo comigo mesmo e dou um pequeno chute em uma estante.


Meus olhos levemente ardem quando a luz é repentinamente acesa, abro os meus olhos devagar e tento aos poucos me acostumar com toda aquela claridade, mas quando consigo enxergar direito era tarde demais, uma das empregadas estava na minha frente.


— Não deveria sair de seu quarto! Os senhores não ficarão felizes com isso! Volte agora se não contarei a ele.— A mulher dizia séria e eu apenas revirei os olhos.


— Então você acha que contando a eles vai te ajudar a ter um “cargo” melhor? — eu disse rindo em deboche— Não acha que eles ficariam furiosos por ter tido a incompetência de me deixar sair, ou talvez... muito talvez possam ficar felizes por ter me achado, o que acho difícil. Sabe, ouvi dizer que eles odeiam quando as ordens deles são descumpridas. Comigo eles não podem fazer nada, mas já com vocês... — vejo a mulher me olhar com dúvida e com certo medo, o que me fez rir mais ainda — Pode me levar até meus tios ou me deixar ir até a cozinha pegar algo para comer e fingir que nunca viu isso. — a mulher continuou quieta o que me fez sorrir.


Eu voltei a andar pelo corredor, sem nem me importar com a mulher; fui até a cozinha e peguei alguns doces para comer - ficar naquele quarto sem nada para fazer é chato, muito chato. Ando até o jardim dos fundos e me sento na grama começando a olhar o céu; eu amava o céu, durante a noite ele parecia tão misterioso mas tão “acolhedor”, não sei direito como explicar, era algo que eu gostava. Comecei a comer os doces que havia pegado na cozinha; provavelmente estava me sujando todo, mas depois era só tomar um banho e fingir que isso nunca aconteceu. Ouvi um riso fraco e logo me virei assustado, não sabia de onde tinha vindo ou se estava imaginando coisas.


“Meu pequeno... apenas aceite a verdade quando ela for dita”


Era uma voz feminina, eu me levantei assustado começando a olhar em volta procurando de onde a voz havia vindo mas a única coisa que achava era a grande escuridão da noite. Pela primeira vez eu tive medo do escuro.
Já havia acabado de comer, então entrei correndo para dentro da casa. Entro no quarto de hóspedes me jogando na cama enquanto pensava no que tinha ouvido; eu deveria estar ficando louco, ouvir uma voz do além... eu realmente estou ficando louco. Me cubro com a coberta e logo depois pego no sono, eu nem sequer havia notado que estava cansado.





Sinto alguém me cutucar e abro meus olhos devagar, as cortinas provavelmente estavam abertas pela minha dificuldade de abrir os olhos; pisco várias vezes até conseguir enxergar direito, solto um resmungo baixo por ter sido acordado e logo olho para quem havia me acordado.


— Pai! — eu disse animado pulando em cima do mais velho — Você disse que voltaria só na semana que vem, eu estou tão feliz que você voltou antes! — escuto ele rir fraco pela minha afobação.


— Não posso ficar longe do meu filho por muito tempo! — ele disse bagunçando meus cabelos o que me fez negar levemente por isso — Troca de roupa e junta suas coisas que nós vamos para casa.


— Finalmente! Não aguento mais a chata da Tia Diana e o Tio Ninus! — corro até o banheiro e me troco colocando uma roupa comum do meu dia-a-dia, pego a minha mala e saio do quarto junto de meu pai.


Nos despedimos dos meus tios, contra a minha vontade, e logo fomos para casa. Durante um tempo do caminho o mais velho contava sobre como foi a viagem e como a cidade era, como ele sempre fazia - mesmo sem ir para esses lugares eu sabia praticamente tudo sobre eles.


— Pai, você prometeu me levar para viajar esse ano! Eu tô cansado de Seattle já moro aqui, vai por favor nas minhas férias! — peço tentando convencer o mais velho, o que era bem difícil, o mesmo negou dizendo que eu era muito novo para algo desse tipo — Como sempre essa história de eu ser novo, te pergunto sobre algo, você vem e me diz “filho você é muito novo” te pergunto sobre eu poder viajar você vem e fala “ah filho você é muito novo”, te pergunto sobre a minha mãe e é a mesma coisa! Eu tô cansado! Eu...


— Dylan em casa nós conversamos, agora fique quieto. — meu pai disse sério. Cruzei os braços e fiquei encarando as pessoas que andavam pela a rua, outra coisa que odiava quando chegavam me dando ordens, eu odeio isso mais que tudo.


Logo chegamos em casa e eu vou para o meu quarto, não iria sair de lá até amanhã ou iria para o jardim de casa. Vou até a minha escrivaninha e pego o meu caderno começando a desenhar algumas coisas no mesmo.


— É tão difícil as pessoas entenderem que eu não sou uma criança que não sabe nada, poxa eu entendo as coisas e tenho maturidade o suficiente para isso! Odeio quando eles fazem isso e sempre é a mesma coisa, “você ainda é criança, “você isso, você aquilo” que ódio disso tudo! — falo dando um soco na mesa e jogo meu rosto para trás vendo algo brilhando em cima da minha cabeça — O que...


— Dylan vamos conversar... parece que vim falar meio tarde...— meu pai diz passando as mãos seus cabelos e o encaro confuso — Dyl apenas tente entender todos os lados e não achar seu pai um louco!— ele puxou uma cadeira que tinha do outro lado do quarto e se sentou do meu lado


— Você está me assustando...


— Dylan eu nunca te falei sobre sua mãe porque realmente não era a hora disso e não me venha com essa cara sua de tédio! Continuando, sua mãe foi uma das melhores pessoas que eu conheci ela se chamava Nyx, sua mãe é uma deusa primordial...


— Pai você está delirando...


— Dylan escute... isso que apareceu foi sua mãe ter te reclamado como filho dela, toda essa sua “empatia” com a noite é graças a ela, você não gostar tanto da luz e do dia é por culpa dela. Você é um semideus, meio humano e meio Deus, existe um lugar onde você vai estar seguro, bem mais seguro do que está comigo. — na minha cabeça nada daquilo fazia sentido, às coisas aos poucos estavam se ligando e mais aos poucos ainda eu estava entendendo tudo aquilo.


— Pai você...


— Não me responda agora e não fale nada, eu sei que é confuso mas você precisa ir para lá, é um Clube de Luta... ele não é na cidade é meio longe mas sei que você consegue se virar, quanto mais cedo você for, melhor vai ser para você e também mais fácil. — meu pai soltou um sorriso fraco e beijou a minha testa


— Pai eu vou te ver de novo? — pergunto um pouco inseguro com aquilo .


— Pode demorar um pouco mas você vai me ver novamente, não vai se livrar de mim tão fácil! — solto um riso fraco e abraço o mais velho, era como um até logo muito longo — Eu te levo até a rodoviária, faça as suas malas.


Eu concordo e arrumo as minhas coisas, não iria levar tudo se não daria umas 10 malas só das minhas coisas coloquei apenas as coisas importantes e roupas, obviamente minhas roupas vão estar todas amassadas. Eu saí de casa e dei uma última olhada nela, eu estava tão confuso mas acho que no ônibus eu conseguiria colocar as coisas no lugar. Durante o caminho fiquei lembrando algumas coisas com meu pai, na maioria era eu criança aprontando. Logo que chegamos na rodoviária eu juntei minhas coisas e entrei na mesma junto de meu pai; ele comprou a passagem e deixou tudo meio que “autorizado” para eu ir sozinho mesmo tendo 12 anos. Me despedi do meu pai, eu realmente iria sentir falta dele.


Durante todo o caminho eu fiquei pensando em tudo, ainda era confuso e de certo modo estranho ou até mesmo loucura: eu não estava entendo direito que tudo isso de deuses existe. Acabei dormindo depois de 3 horas de viagem e acordei algumas outras vezes pela fome.





Depois de longas horas de viagem eu tinha chegado, fora a viagem ainda peguei trânsito para chegar até o clube da luta, eu definitivamente não tenho sorte nenhuma.


Percy Jackson RPG BR






FICHA DE RECLAMAÇÃO
— Por qual deus deseja ser reclamado/ qual criatura deseja ser e por quê?


Desejo ser reclamado por Nyx, desde sempre ela me chamou a atenção; ela foi uma das primeiras deusas que ouvi falar realmente e acho que ela é uma das melhores deusas para o Dylan.









— Perfil do Personagem (Características Físicas e Características Psicológicas - preferencialmente separadas):


Físicos:

Ele nunca reclamou de sua aparência, gosta do jeito que ela é e, no máximo, mudaria a cor do cabelo ou a sua altura. Sua pele é clara e bem fácil de ser marcada, qualquer pequena batida pode ser vista; os olhos castanhos claros e seus cabelos castanhos —  embora isso seja uma das coisas que ele mudaria em si. A cor do cabelo, o mesmo sempre diz que preferiria ter o cabelo loiro ou em um tom ainda mais claro quase chegando na cor desejada, por conta disso prefere tingir o cabelo.


Ele gosta do contraste que sua boca traz ao seu rosto por ser um tanto mais avermelhada e um pouco carnudas; eu rosto tem um formato em V e o tem um pouco de bochechas, mas ele gosta desse jeito.


Outra das coisas que mudaria em si é a sua altura, ele se acha muito baixo, com 1,68 de altura. Seu corpo não é exatamente muito magro mas ele também não é cheio de músculos, e nunca pretende ser, prefere os ter nos lugares certos.





Psicológicos:


Frio, quieto, e principalmente teimoso e manipulador; essas palavras poderiam resumir a personalidade inteira de Dylan —  no caso o que ele deixa que os outros saibam. Ele é alguém extremamente frio na maioria do tempo, sempre dá respostas curtas e sinceras, na medida do possível. Algumas vezes ele pode até mesmo ser grosso com as pessoas por esse modo de responder os outros. Poucas pessoas são as que conseguem realmente ter uma conversa com ele.


Na maioria dos momentos pode se ver ele apenas olhando os outros ou encarando o nada—  uma pequena mania. Sempre que vai fazer algo ou chegar perto de alguém tenta fazer o mínimo de barulho possível, quase nunca chama a atenção ou as vezes as pessoas nem sabem que ele está lá. Ele apenas deixa esse modo quieto de lado quando consegue confiança em alguém ou, pode se dizer, “sente” que pode confiar na pessoa.


A teimosia é um dos seus maiores defeitos: sempre que está doente, magoado, sofrendo por algo ou tem que receber uma ordem de algo que ele não goste, se recusa até o último segundo de vida a isso, oeia as pessoas em cima de si o obrigando a algo ou se preocupando com ele. São poucas as pessoas que conseguem o convencer a deixar, um pouco, esse lado teimoso.


Uma das coisas que ele mais usa ao seu favor é a manipulação, por mais que saiba que é errado em alguns momentos, ele não liga para isso, ele sabe como manipular os outros apenas com poucas palavras ou pequenas ações e ele obviamente usa isso ao seu favor, seja para algo importante ou alguma coisa boba. Algumas pessoas podem até dizer que é um dom de sua mãe mas ele não se importa com isso, o que importa é ele ter o que quer; e sim, ele pode soar bem egoísta e ele é, de certo modo.


Acho que depois de tudo isso deve estar achando que ele é a pessoa mais sem coração ou alguém que não se importa com ninguém além de si mesmo, isso não deixa de ser verdade, mas, como disse no começo, é isso que ele deixa que as outras pessoas saibam e pensem. Sim, ele é alguém egoísta, mas não totalmente; ele odeia transparecer emoções então usa sua personalidade, de modo piorado, como um proteção para não deixar que seus sentimentos apareçam realmente.









— História do Personagem:


Não é exatamente o lugar onde uma criança de 12 anos gostaria de estar, uma casa completamente vazia e fria o único lugar aquecido naquele lugar era o meu quarto - ao menos isso. Meu pai tinha me deixado na casa de meus tios, por conta de uma viagem estúpida de trabalho; não que meu pai não me amasse, ele me amava - e muito - meus tios que não me amavam. Ele me tratavam como se eu fosse um nada ou como se eu nem existisse, mas eu não iria falar para meu pai, ele já se preocupa demais comigo e eu odeio isso.


Saio do quarto de hóspedes, que ficava no final do corredor e fico andando pela casa. Estava tudo escuro mas eu gostava disso, eu nunca me incomodei com a noite prefiro ela mil vezes do que o dia, afinal, todo aquele sol me dá dor de cabeça, dias nublados são melhores; olhava para cada canto da casa tentando não esbarrar em nada.


— Odeio aqueles velhos, nem sei onde é a cozinha desse lugar! —Resmungo comigo mesmo e dou um pequeno chute em uma estante.


Meus olhos levemente ardem quando a luz é repentinamente acesa, abro os meus olhos devagar e tento aos poucos me acostumar com toda aquela claridade, mas quando consigo enxergar direito era tarde demais, uma das empregadas estava na minha frente.


— Não deveria sair de seu quarto! Os senhores não ficarão felizes com isso! Volte agora se não contarei a ele.— A mulher dizia séria e eu apenas revirei os olhos.


— Então você acha que contando a eles vai te ajudar a ter um “cargo” melhor? — eu disse rindo em deboche— Não acha que eles ficariam furiosos por ter tido a incompetência de me deixar sair, ou talvez... muito talvez possam ficar felizes por ter me achado, o que acho difícil. Sabe, ouvi dizer que eles odeiam quando as ordens deles são descumpridas. Comigo eles não podem fazer nada, mas já com vocês... — vejo a mulher me olhar com dúvida e com certo medo, o que me fez rir mais ainda — Pode me levar até meus tios ou me deixar ir até a cozinha pegar algo para comer e fingir que nunca viu isso. — a mulher continuou quieta o que me fez sorrir.


Eu voltei a andar pelo corredor, sem nem me importar com a mulher; fui até a cozinha e peguei alguns doces para comer - ficar naquele quarto sem nada para fazer é chato, muito chato. Ando até o jardim dos fundos e me sento na grama começando a olhar o céu; eu amava o céu, durante a noite ele parecia tão misterioso mas tão “acolhedor”, não sei direito como explicar, era algo que eu gostava. Comecei a comer os doces que havia pegado na cozinha; provavelmente estava me sujando todo, mas depois era só tomar um banho e fingir que isso nunca aconteceu. Ouvi um riso fraco e logo me virei assustado, não sabia de onde tinha vindo ou se estava imaginando coisas.


“Meu pequeno... apenas aceite a verdade quando ela for dita”


Era uma voz feminina, eu me levantei assustado começando a olhar em volta procurando de onde a voz havia vindo mas a única coisa que achava era a grande escuridão da noite. Pela primeira vez eu tive medo do escuro.
Já havia acabado de comer, então entrei correndo para dentro da casa. Entro no quarto de hóspedes me jogando na cama enquanto pensava no que tinha ouvido; eu deveria estar ficando louco, ouvir uma voz do além... eu realmente estou ficando louco. Me cubro com a coberta e logo depois pego no sono, eu nem sequer havia notado que estava cansado.





Sinto alguém me cutucar e abro meus olhos devagar, as cortinas provavelmente estavam abertas pela minha dificuldade de abrir os olhos; pisco várias vezes até conseguir enxergar direito, solto um resmungo baixo por ter sido acordado e logo olho para quem havia me acordado.


— Pai! — eu disse animado pulando em cima do mais velho — Você disse que voltaria só na semana que vem, eu estou tão feliz que você voltou antes! — escuto ele rir fraco pela minha afobação.


— Não posso ficar longe do meu filho por muito tempo! — ele disse bagunçando meus cabelos o que me fez negar levemente por isso — Troca de roupa e junta suas coisas que nós vamos para casa.


— Finalmente! Não aguento mais a chata da Tia Diana e o Tio Ninus! — corro até o banheiro e me troco colocando uma roupa comum do meu dia-a-dia, pego a minha mala e saio do quarto junto de meu pai.


Nos despedimos dos meus tios, contra a minha vontade, e logo fomos para casa. Durante um tempo do caminho o mais velho contava sobre como foi a viagem e como a cidade era, como ele sempre fazia - mesmo sem ir para esses lugares eu sabia praticamente tudo sobre eles.


— Pai, você prometeu me levar para viajar esse ano! Eu tô cansado de Seattle já moro aqui, vai por favor nas minhas férias! — peço tentando convencer o mais velho, o que era bem difícil, o mesmo negou dizendo que eu era muito novo para algo desse tipo — Como sempre essa história de eu ser novo, te pergunto sobre algo, você vem e me diz “filho você é muito novo” te pergunto sobre eu poder viajar você vem e fala “ah filho você é muito novo”, te pergunto sobre a minha mãe e é a mesma coisa! Eu tô cansado! Eu...


— Dylan em casa nós conversamos, agora fique quieto. — meu pai disse sério. Cruzei os braços e fiquei encarando as pessoas que andavam pela a rua, outra coisa que odiava quando chegavam me dando ordens, eu odeio isso mais que tudo.


Logo chegamos em casa e eu vou para o meu quarto, não iria sair de lá até amanhã ou iria para o jardim de casa. Vou até a minha escrivaninha e pego o meu caderno começando a desenhar algumas coisas no mesmo.


— É tão difícil as pessoas entenderem que eu não sou uma criança que não sabe nada, poxa eu entendo as coisas e tenho maturidade o suficiente para isso! Odeio quando eles fazem isso e sempre é a mesma coisa, “você ainda é criança, “você isso, você aquilo” que ódio disso tudo! — falo dando um soco na mesa e jogo meu rosto para trás vendo algo brilhando em cima da minha cabeça — O que...


— Dylan vamos conversar... parece que vim falar meio tarde...— meu pai diz passando as mãos seus cabelos e o encaro confuso — Dyl apenas tente entender todos os lados e não achar seu pai um louco!— ele puxou uma cadeira que tinha do outro lado do quarto e se sentou do meu lado


— Você está me assustando...


— Dylan eu nunca te falei sobre sua mãe porque realmente não era a hora disso e não me venha com essa cara sua de tédio! Continuando, sua mãe foi uma das melhores pessoas que eu conheci ela se chamava Nyx, sua mãe é uma deusa primordial...


— Pai você está delirando...


— Dylan escute... isso que apareceu foi sua mãe ter te reclamado como filho dela, toda essa sua “empatia” com a noite é graças a ela, você não gostar tanto da luz e do dia é por culpa dela. Você é um semideus, meio humano e meio Deus, existe um lugar onde você vai estar seguro, bem mais seguro do que está comigo. — na minha cabeça nada daquilo fazia sentido, às coisas aos poucos estavam se ligando e mais aos poucos ainda eu estava entendendo tudo aquilo.


— Pai você...


— Não me responda agora e não fale nada, eu sei que é confuso mas você precisa ir para lá, é um Clube de Luta... ele não é na cidade é meio longe mas sei que você consegue se virar, quanto mais cedo você for, melhor vai ser para você e também mais fácil. — meu pai soltou um sorriso fraco e beijou a minha testa


— Pai eu vou te ver de novo? — pergunto um pouco inseguro com aquilo .


— Pode demorar um pouco mas você vai me ver novamente, não vai se livrar de mim tão fácil! — solto um riso fraco e abraço o mais velho, era como um até logo muito longo — Eu te levo até a rodoviária, faça as suas malas.


Eu concordo e arrumo as minhas coisas, não iria levar tudo se não daria umas 10 malas só das minhas coisas coloquei apenas as coisas importantes e roupas, obviamente minhas roupas vão estar todas amassadas. Eu saí de casa e dei uma última olhada nela, eu estava tão confuso mas acho que no ônibus eu conseguiria colocar as coisas no lugar. Durante o caminho fiquei lembrando algumas coisas com meu pai, na maioria era eu criança aprontando. Logo que chegamos na rodoviária eu juntei minhas coisas e entrei na mesma junto de meu pai; ele comprou a passagem e deixou tudo meio que “autorizado” para eu ir sozinho mesmo tendo 12 anos. Me despedi do meu pai, eu realmente iria sentir falta dele.


Durante todo o caminho eu fiquei pensando em tudo, ainda era confuso e de certo modo estranho ou até mesmo loucura: eu não estava entendo direito que tudo isso de deuses existe. Acabei dormindo depois de 3 horas de viagem e acordei algumas outras vezes pela fome.





Depois de longas horas de viagem eu tinha chegado, fora a viagem ainda peguei trânsito para chegar até o clube da luta, eu definitivamente não tenho sorte nenhuma.


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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Stilex em Sab 19 Maio 2018, 22:01

▬ Por qual Deus você deseja ser reclamado? Caso não queira ser um semideus, qual criatura mitológica deseja ser?

Desejo ser reclamado pela deusa Hécate.

▬ Cite suas principais características físicas e emocionais.

Características Físicas: Sou um cara normal, cabelos e olhos escuros, de pele branca, tenho um corpo bem definido.
Características Emocionais: Gosto muito de ler, e aprecio muito o silêncio e os momentos sozinho. Confio em poucas pessoas, quem sabe nenhuma, e tenho dificuldades e socializar-me.

▬ Diga-nos: por quê quer ser filho de tal Deus - ou ser tal ser mitológico?

Gostaria muito de ser filho de Hécate pois a deusas sempre foi uma de minhas favoritas, ter a magia de Hécate circulando em minhas veias seria magnífico. Gosto muito deste universo de encantamentos, feitiços e tudo mais que um filho da deusa Suprema da Magia pode fazer.


▬ Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir.

Sempre vivi com meu pai, numa fazenda no interior de New York. Levávamos uma vida um tanto tranquila e simples, sempre busquei saber quem era minha mãe “Ela foi embora quando você nasceu filho.” Era o que meu pai dizia, apenas isso, nenhuma foto ou carta, mas de certa forma eu a conhecia, em meus sonhos eu ouvia uma mulher que cantava canções que alegravam-me, em meu inconsciente eu sabia que era ela.

Cresci assim, de uma forma muito simples, quando tinha quatorze anos minha vida mudou completamente. Em noite de domingo, no celeiro da fazenda estávamos eu e meu pai terminando de empilhar feno, como não havia energia elétrica no celeiro, algumas velas ficavam acesas. Tudo estava tranquilo, quando repentinamente ouvimos um barulho estrondoso e a porta do celeiro veio abaixo. Eram duas mulheres estranhamente modificadas, tinham asas secas e escuras que pareciam ser de couro, além de enormes garras nas mãos e uma face medonha e horrenda.

O medo tomou conta de mim, meu pai gritava para que eu saí-se do celeiro, mas fui tomado pelo instinto e sacando uma estaca de madeira corri em direção às bestas, uma delas sobrevoou sobre minha cabeça e atacou meu pai, vi a horrível cena em que a bruxa perfurava o peito de meu pai e lhe arrancava o coração. Imediatamente senti meu sangue ferver, minha razão foi tomada pela raiva e pela revolta, não via mais nada em minha frente. Apenas vi as duas bruxas aproximando-se de mim e apaguei.

Acordei com o brilho das chamas sobre meus olhos, tudo que via era o celeiro desmanchando-se em pó, sendo consumido pelas chamas. Minhas roupas estavam chamuscadas, e meus punhos sangravam. Eu não queria acreditar, queria que tudo fosse um sonho, ou melhor um pesadelo e que logo eu acorda-se. Mas não, eu havia mesmo visto tudo aquilo e sabe-se lá o que havia feito.

Nos dias que seguiram fui para a cidade, deixando meu passado enterrado naquelas cinzas. Eu não compreendia o que fora tudo aquilo. Então vivi um ano e meio nos becos de NY, até passar por uma situação semelhante e ser ajudado por um homem bode, que falou-me sobre o mundo como realmente ele era, e trouxe-me para cá, o acampamento meio-sangue, com um mundo novo para descobrir.
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Dimitri Romanov em Sab 19 Maio 2018, 23:59

Dylan D'Anniballe - Reprovado como filho de Nyx

Em primeiro lugar, atente-se ao fato de que você fez uma postagem dupla. Segundo lugar, Nyx é uma das deusas cuja avaliação é considerada rigorosa. Há, em todo seu texto, a repetição de erros comuns que podem ser corrigidos com releituras antes da postagem (erros de ortografia que eu creio serem de digitação mas que descontam pontos) e, também, erros um pouco mais complexos. Vou destacar dois deles.

Sua pele é clara e bem fácil de ser marcada, qualquer pequena batida pode ser vista; os olhos castanhos claros e seus cabelos castanhos —  embora isso seja uma das coisas que ele mudaria em si. A cor do cabelo, o mesmo sempre diz que preferiria ter o cabelo loiro ou em um tom ainda mais claro quase chegando na cor desejada, por conta disso prefere tingir o cabelo.

Nessa frase se observa um erro que já foi apontado em sua avaliação anterior: a repetição desnecessária da mesma palavra. Abaixo vou reescrever a frase.

Sua pele é clara e qualquer pequena batida marca-a, de forma bem visível. Seus olhos são castanhos claros e seus cabelos, também castanhos, são mais escuros do que gostaria. Vive dizendo que gostaria de os ter loiros ou em um tom semelhante a esse, e por isso prefere os tingir, o que faz com frequência.

Há mais um erro grave que se repetiu em sua história: a troca de tempos verbais do presente para o passado, e vice-versa.

Já havia acabado de comer, então entrei correndo para dentro da casa. Entro no quarto de hóspedes me jogando na cama enquanto pensava no que tinha ouvido; eu deveria estar ficando louco, ouvir uma voz do além... eu realmente estou ficando louco. Me cubro com a coberta e logo depois pego no sono, eu nem sequer havia notado que estava cansado.

Vou aqui te aconselhar a respeitar o tempo da sua narrativa, mantendo-se ou no passado ou no presente. Contudo, a narrativa no passado flui com mais facilidade e é mais fácil de ser trabalhada. Continue tentando, não falta muito para que tu sejas aprovado e tenho certeza de que vamos ter um ótimo desenvolvimento da tua trama depois.

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Stiles - Reprovado como filho de Hécate.

Stiles, em primeiro lugar quero lhe dizer que seu nome não está no padrão do fórum. Semideuses precisam ter nome e sobrenome. Solicite a troca do seu nome clicando aqui.

Em segundo, vou repetir o que disse ao Dylan: Hécate também tem uma avaliação rigorosa. Sua história foi muito pouco desenvolvida. Para semideuses tão poderosos como os filhos de Hécate, se faz necessário uma trama muito mais envolvente e profunda que filhos de deuses "comuns".

Apesar disso ser o suficiente para te reprovar, vou apontar que sua narrativa tem pouca fluidez por conta do uso inadequado de pontuação e de erros de ortografia. Além disso, a forma como você derrotou suas inimigas foi estranho.

O medo tomou conta de mim, meu pai gritava para que eu saí-se do celeiro, mas fui tomado pelo instinto e sacando uma estaca de madeira corri em direção às bestas, uma delas sobrevoou sobre minha cabeça e atacou meu pai, vi a horrível cena em que a bruxa perfurava o peito de meu pai e lhe arrancava o coração.

Nesse parágrafo, apenas corrigindo alguns erros, a frase ficaria assim:

O medo tomou conta de mim, meu pai gritava para que eu saísse do celeiro. Fui tomado pelo instinto e, sacando uma estaca de madeira, corri em direção às bestas. Uma delas sobrevoou sobre minha cabeça, atacou meu pai e vi a horrível cena em que a bruxa perfurava o peito de meu pai e lhe arrancava o coração.

Note que não fiz todas as correções possíveis mas a leitura da frase já se tornou mais agradável. Não desanime e tente novamente, você tem um grande potencial.
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Roberto Parreira Mendes em Ter 22 Maio 2018, 19:00


FICHA DE RECLAMAÇÃO
— Por qual deus deseja ser reclamado/ qual criatura deseja ser e por quê?

Por Heracles, porque é o deus da coragem e força, representante do aspecto do herói e da humanidade sobre os monstros. Traz também a boa fé dos jogos Olímpicos do qual é patrono e espírito de igualdade, aspectos que pretendo por em meu personagem.

— Perfil do Personagem (Características Físicas e Características Psicológicas - preferencialmente separadas):

Características Físicas: Tem a pele morena como a da mãe, 1,87 de altura e porte médio, não tem o corpo mega sarado como qualquer padrão do filho do Deus da força. Olhos castanhos escuros e cabelos curtos, uma pinta em seu rosto e mesmo que quando sério trazendo o lado mais rústico de seus traços paternos, ao sorrir mostra o otimismo, carisma e educação que ganhou da mãe

Características Psicológicas: Corajoso e intrépido traz consigo uma frase que era de sua mãe “Para todo problema tem um jeito, se não tem é porque ainda não tem problema, falta apenas perspectiva ao olhar o que há na sua frente”, atenciosa as amizades e dono de um senso de justiça de um juiz de bom coração, tenta tomar as decisões conciliando seu coração e a lógica para não se perder em suas tomadas de decisões. Traz com ele uma falsa modesta, um orgulho mascarado em humildade, quando ferido tende buscar com mais gana o objetivo, mas a maior parte do tempo tem seu jeito de viver meio parado. Tem a cabeça um pouco aérea oculto por seu olhar sério, quase sempre esta pensando em algum meio de resolver um problema inexistente, resolve possíveis situações que dentro de sua cabeça com receio de algo dar errado ou então cria problemas para resolver. Fora o TDAH é bastante ansioso então dificilmente seu corpo está parado, sempre batucando, dedilhando ou produzindo algum som com a boca, assobios ou beatbox.


— História do Personagem:

Filho de uma atleta Olímpica, a Boxeadora que inúmeras vezes trouxe o ouro para o Brasil, Michelly “Mãos de pedra” Parreira, morena quem em seus 27 anos se viu apaixonada pelo homem que se apresentou como Heracles que disputava em quase todas as modalidades e mesmo com seu alto desempenho, desistia da prova, incrivelmente participou de todas elas amigavelmente. No fim das olimpíadas trazendo outro ouro em sua modalidade, encontrou com o homem no mesmo avião, parecia algo do destino, mas era tudo orquestrado pela divindade que há tempos acompanhou a carreira da mulher e pela mesma se apaixonou, agora com sua oportunidade fez jus ao fato de ser filho de Zeus e encantou a jovem mais e mais. Um forte laço foi criado naquele momento e no banheiro do avião que aconteceu, uma gota de vida foi guiada ao ventre de Michelly enquanto compartilhava do prazer e amor do momento. Tempos passaram e Heracles voltava a visitar a humana, trazendo consigo a verdade a cada visita, nos primeiros já sabia da divindade do amante e que sua criança teria chance de ser um herói ou apenas um humano, tinha o direito, mas que seu sangue divino estaria dentro da criança e que traria com ele problemas. A mãe entendeu o fardo, mas manteve o pequeno e sua carreira.

O nascimento do jovem foi de risco e mesmo nascendo prematuro o pequenino já apresentava que teria um longo caminho para seguir, era difícil explicar como um bebe prematuro gritava tão alto que seu choro ecoava por todo o hospital. Sua recuperação era sublime e em pouco tempo a criança estava com a mãe, fato que só parou de chorar quando chegou ao seu colo. Seu crescimento trouxe preocupações à mãe, o garoto tinha grande determinação e foco e sempre tentava acompanhar Michelly em sua vida de atleta, tinha um desejo para o universo da mãe, mas grandes dificuldades na escola, dislexia e o TDAH o acompanharam desde pequeno fazendo com que ele sentisse que estava fora do aquário, por todo seu crescimento foi assim mesmo com a mãe o acompanhando sempre que podia e o colocando nas melhores escolas que podia pagar. Roberto e a mãe tinham uma ótima relação, ela sempre buscou motivar ele, deu a ele o que aprendeu do boxe como jeito de gastar a energia do garoto e amenizar os efeitos do TDAH e tentava em seu Maximo levar ele para todo lugar que ia, curtiram grandes férias e viagens, quando o cheiro do pequeno começou a se expandir junto de sua idade, ela o protegeu com os itens que seu amante deixou para o garoto para quando completasse seus 13 anos e fosse reclamado mas a sua incapacidae de ver através da nevoa dificultava bastante. Com 12 anos o garoto já tinha conhecimento de sua predisposição a chamar atenção de monstros e sobre ser semideus, a mãe propôs a ele que vivesse no acampamento meio sangue no Estreito de Long Island ou que pelo menos aprender a se defender lá dentro e depois decidir qual vida seguiria, como o herói que o pai desejou que o pequeno se tornasse ou um humano como a mãe desejava. Roberto excluiu a possibilidade de sair de junto da mãe e que viveria com ela, sofria com seus dilemas internos e ela era seu único porto seguro, temia que de algum modo poderia perder ela caso saísse de casa, foi quando começou a sozinho a treina e tentar se defender evitando mostrar a mãe que mais do que nunca estava sendo perseguido, na escola, nas ruas, em casa e a todo momento. O jovem segurou a barra por 2 anos e com isso aprendendo a não morrer e fugir, ainda não tinha capacidade de realmente encarar as criaturas e sabia disso.

Certo dia a mãe recebeu uma visita de seu antigo amante, mulher de amor único suspirava ainda pelo deus e não havia ainda colocado alguém fixo em seu lugar, e mesmo com a felicidade de rever o marido enquanto o garoto estava na escola, sabia que viria algum problema, com a visita dele sabia que era algo haver com Roberto. Heracles disse a Michelly que o filho estava escondendo dela suas fugas e cicatrizes e que já estava passando da hora de ir para o acampamento, recomendou que deixasse o garoto aos cuidados de um semideus filho de Ares que vivia pela Cidade de Long Island e que o protegeria enquanto estivesse por lá sabendo que no ano participaria de outra Olimpiada mas a teimosa brasileira fez questão de ir como filho, sentia que algo ruim poderia ocorrer no caminho. Nunca esteve tão certa a mãe, mas mal sabia que era inevitável o que iria ocorrer e que sua ida marcaria a vida do jovem semideus para sempre.

Durante o voo o avião sofreu uma pane e o acidente matou 155 pessoas, incluindo sua mãe, o Deus que um dia foi o maior herói da terra nada pode fazer, o acidente não teve nenhuma influencia divina ou mitológica...o garoto foi encontrado na baia de Long Island graças a intervenção de Poseidon que a pedido de Hercules que sabia apenas que de alguma maneira seu filho havia sobrevivido mas estava a deriva ao mar, Benjamin Kirby (Big Ben), o filho de Ares que Heracles disse que cuidaria do pequeno.

Dado como morto junto de sua mãe, o Brasil chorou pelo incidente com sua atleta e filho e agora o garoto se culpa da morte da mãe, vive com documentação falsa como um nativo americano e cresceu com mudanças consideráveis em seu interior, uma grande tristeza ocupou seu peito por um tempo mas recuperou seu sorriso, porem o motivo disso é historia para outro momento. Agora com seus 18 anos ainda não entrou no acampamento meio sangue a pedido e Big Bem, mas anseia pela vida de herói e conhecer o local, treina por vezes com o que hoje é seu pai adotivo e professor, filho de Ares e mora no telhado de um prédio da cidade.

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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Dimitri Romanov em Ter 22 Maio 2018, 22:14

Roberto, olá!

Antes de mais nada, quero te parabenizar por sua criatividade e pela trama que criaste. É louvável a intenção de criar um menino brasileiro. Por isso, quero te motivar a ler a avaliação abaixo como sugestão para suas postagens futuras. Vou destacar algumas coisas que me incomodaram em sua ficha.

Em primeiro lugar, os parágrafos são extremamente longos. Faz com que sua narrativa pareça ser muito maior do que realmente é torna sua leitura muito cansativa. Eu sugiro que você divida os parágrafos, tornando-os menores. Acredite em mim, é mais agradável.

Outra coisa que notei é que não há um único diálogo ao longo da história. Isso acontece por conta de um outro aspecto do seu texto. Você tornou o texto impessoal demais. A história na ficha serve para ambientar os jogadores do fórum com o seu personagem e ele está quase ausente na narrativa. Sua história parece com a história que seria lida em um obituário ou em uma investigação policial. Tente aproximar mais o seu ponto de vista do personagem. Você pode fazer isso descrevendo diálogos, situações diárias, expressando emoções e pensamentos, coisas que quase não aconteceram.

Roberto, até aqui eu sequer entrei na avaliação de sua escrita. Mas vou destacar outro ponto essencial: é vital que você faça a descrição da RECLAMAÇÃO como fato. Pode ser com o surgimento de um dos poderes, o símbolo do próprio progenitor sobre a cabeça do personagem, tanto faz. Você é livre para criar, mas precisa fazê-lo.

Antes que eu esqueça: te aconselho a ler a trama atual do fórum. Os semideuses não estão indo normalmente ao acampamento meio-sangue, que está tomado por um exército inimigo aos Olimpianos.

Vou tentar ser sucinto, Roberto, na avaliação de sua escrita. Por favor, aguente firme. Ao final disso, você vai estar melhor preparado para suas futuras narrações.

Seu crescimento trouxe preocupações à mãe, o garoto tinha grande determinação e foco e sempre tentava acompanhar Michelly em sua vida de atleta, tinha um desejo para o universo da mãe, mas grandes dificuldades na escola, dislexia e o TDAH o acompanharam desde pequeno fazendo com que ele sentisse que estava fora do aquário, por todo seu crescimento foi assim mesmo com a mãe o acompanhando sempre que podia e o colocando nas melhores escolas que podia pagar.

Nesse pequeno parágrafo, quero que você o leia assim como ele está escrito em voz alta, de um único fôlego, e tente sintetizar a ideia em sua mente. Vírgulas fazem pausas pequenas, pontos fazem pausas longas. Este trecho é extremamente entruncado e difícil de ler porque a ideia principal da frase se perde inúmeras vezes, fazendo com que o leitor tenha que retomar a leitura para clarear o que está sendo dito. Vou tomar a liberdade de reescrevê-lo abaixo, fazendo apenas algumas correções.

Seu crescimento trouxe preocupações à mãe pois, o garoto, que tinha grande determinação e foco, sempre tentava a acompanhar em sua vida de atleta. Ele possuía muito interesse no universo da mãe, mas grandes dificuldades na escola. A dislexia e o TDAH o acompanhavam desde pequeno, fazendo com que ele sentisse que estava fora do aquário. Durante todo seu crescimento foi assim, mesmo a mãe o acompanhando sempre que podia e o colocando nas melhores escolas que conseguia pagar.

Veja, desse parágrafo vou destacar uma outra coisa: há uma incoerência aqui. Descreveste o personagem como "aéreo", com dislexia e TDAH. Determinado ele pode ser mas, pessoalmente, eu possuo TDAH em off. Crianças com esse transtorno dificilmente são focadas, ainda mais se são aéreas. Isso, no entanto, é apenas uma opinião pessoal que não influencia em sua avaliação.

Além disso tudo, Roberto, há no seu texto inúmeros erros ortográficos de acentuação e de palavras com sentido inapropriado nas orações. Quase no final, vou destacar esse último trecho.

Durante o voo o avião sofreu uma pane e o acidente matou 155 pessoas, incluindo sua mãe, o Deus que um dia foi o maior herói da terra nada pode fazer, o acidente não teve nenhuma influencia divina ou mitológica...o garoto foi encontrado na baia de Long Island graças a intervenção de Poseidon que a pedido de Hercules que sabia apenas que de alguma maneira seu filho havia sobrevivido mas estava a deriva ao mar, Benjamin Kirby (Big Ben), o filho de Ares que Heracles disse que cuidaria do pequeno.

Ignorando os recorrentes erros de pontuação e acentuação, aqui também falta sentido na frase. O que Benjamin Kirby está fazendo ali? Eu realmente estou pressupondo que fora ele que encontrou seu personagem na baía (com acento agudo).

Eu quero te motivar a tentar novamente porque sua ideia é bastante interessante e estou curioso para ver você desenvolver seu potencial neste fórum.

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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Mark Assis em Sab 26 Maio 2018, 01:26


FICHA DE RECLAMAÇÃO
— Por qual deus deseja ser reclamado/ qual criatura deseja ser e por quê?

Gostaria de Ser reclamado por Ares. Pois meu personagem se encaixa melhor com esse deus.

— Perfil do Personagem (Características Físicas e Características Psicológicas - preferencialmente separadas):

Características Físicas:

Mark tem um tom de pele pardo. Ele não tem muitos problemas com o corpo, muito pelo contrário, ele até gosta do mesmo. O mesmo tem 1,75 de altura, chegando a pesar 70 quilos, mas seu peso não é algo que deixa ele gordo, pois ele tem um corpo forte, com vários músculos definidos e quase nada de gordura. Mark tem cabelos pretos, olhos castanhos escuros que quando ele fica com raiva, chega a aumentar bastante. Sua boca chega a ser de tamanho mediano, o que é considerado "normal". Em sua cara, o mesmo tem uma cicatriz na bochecha de um corte profundo. A parte em seu peito esquerdo estava com mais uma marca, mas nem tão intensa quanto a de seu rosto.

Características Psicológicas:

Mark não é do tipo de cara calmo, muito pelo contrário, o mesmo tem um "pavio curto". Estourado como ele é, facilmente arruma confusões em ruas, escolas, e até mesmo em alguns lugares sem sentido.

Devido ao seu comportamento agressivo, são poucas as pessoas que conseguem se manter perto de Mark sem ouvir reclamações ou até ameaças, mas em certo momento ele decidiu tentar melhorar, coisa que não havia ter dado quase nenhum resultado.

Isso deixou o mesmo meio frustado e abalado por não conseguir ter muitos amigos, e só conviver com um tipo de pessoa que conseguia suportar todo o ódio do garoto.

Por não ter um pai presente, o mesmo sentia-se mais isolado, o que fez ele ser um pouco menos carismático e até um pouco emburrado com as coisas. Mark sempre achava que era o dono da razão, que nunca estava errado e, também achava que era o cara mais forte do mundo, como se nada pudesse o deter ou parar em uma briga. Em poucas palavras, ele realmente se achava muito.

— História do Personagem:

Sinceramente, isso era um saco, desde meus 5 anos ter que estudar, isso é muito chato, ter que levantar da cama pra ver a cara feia dos moleques da sala e as meninas, nem tem o que falar, ficava o dia todo comentando sobre aquele negócio de maquiagem, atores, e blá blá blá. Confesso, não sou uma pessoa fácil de lidar, mas sinceramente, aquele povo da escola me irritava muito, exceto Carl, um amigo meu que conheci aos 14 anos de idade, ele realmente ficava do meu lado o tempo todo falando de coisas legais como lutas, assaltos, brigas de rua que acontecia nas ruas do Brooklyn, isso era algo interessante pra se contar, e não política, feminismo, entre várias outras abobrinhas que soltavam na escola.

Pode parecer estranho, mas eu sempre me envolvia em brigas, seja ela da mais boba, até a mais séria. Como no dia que consegui essa cicatriz profunda na cara e no peito, aquilo quase custou a minha vida e sinceramente eu não sei como sobrevivi, mas ainda bem que to vivo.

Eu estava andando pra casa depois da escola com Carl, quando viramos o beco pra pegar um atalho - Carl iria dormir lá em casa naquela noite, por isso estava comigo - ao virar a rua, já sabia que tinha algo estranho, eu sentia aquilo, foi então que deparamos com um cara estranho. Ele usava um gorro preto, uma jaqueta da Vans, uma calça escura e um sapato rasgado, não consegui ver o rosto direito, pois estava meio escuro, mas consegui ver em sua mão uma faca, e logo em seguida ele caminhava em nossa direção. Carl ficou meio assustado, mas falei para ele se acalmar, pois não era nada, foi ai onde me enganei, quando estávamos de encontro o mesmo apontou uma faca para a minha bochecha direita e o mesmo falou com uma voz intimidadora para passarmos todos nossos pertences, eu o retruquei falando que não iria fazer isso e, mais uma vez o cara pediu para gente passar tudo o que tinha, eu tentei ir para trás, mas não contava que tinha um poste onde ele havia me encurralado, foi quando o homem desferiu um golpe cortante e profundo na minha bochecha. Meu amigo que estava do meu lado, de imediato empurrou o cara, foi quando abriu a brecha pra eu dar um soco direto em sua barriga, mas acredite, aquilo pareceu nem afetar ele, o que me assustou muito, pois geralmente meus socos era potentes e chegava a machucar pelo menos um pouco a pessoa que eu atingia, mas ali não, parecia que eu estava enfrentando um tipo de monstro, por que eu que senti a dor quando soquei o maluco. O rapaz veio para cima mais uma vez e me acertou com o mesmo golpe só que em lateral no peito esquerdo, pois eu havia deixado minha guarda aberta, até porque estava assustado com tremenda resistência que o cara de gorro tinha mostrado , Carl dessa vez, teria sido mais bruto e deu um soco na cara dele, o que fez ele ir em direção a ele e me deixasse em paz. Ele parecia meio burro, pois havia deixado sua guarda aberta, foi quando eu consegui me recompor dos cortes que ele tinha desferido em mim, e puxei as duas pernas dele fazendo ele cair de cara, eu queria brigar, mas dessa vez sabia que não teria como, então eu e Carl pegamos o atalho e corremos para a minha casa. Chegando em casa, eu e meu amigo explicamos o que havia acontecido para a minha mãe - mamãe era uma mulher doce, morena, com seus olhos claros, baixa, media apenas 1,65, seu tom de pele era claro, fora que ela era uma excelente mulher - a mesma tratou dos meus machucados que cada vez que espirrava o remédio ardia muito, mas era uma dor suportável. Mamãe me disse que depois daquele dia, muita coisa ia mudar. Foi então que mudamos para o centro de New York.

Já havia passado 1 anos desde o incidente e nunca mais havia ocorrido aquilo novamente. Mamãe conseguiu casar com um velho, que fedia cachaça com cigarro e um pouco de "odor masculino". Eu sempre me perguntei o que mamãe viu nele, até porque ela era linda e ele era um porco, gordo, careca, que só maltratava minha mãe, mas sempre que perguntava a ela, a mesma respondia que era pro meu bem, foi então, que em uma dessas vezes que perguntei a ela, comentei pra ela voltar com o meu pai, que eu nunca havia conhecido, mas que ela vivia falando que era um homem lindo, ela ficou meio chateada com a pergunta, mas respondeu educadamente, que só não fazia isso, pois perdera o contato com ele assim que eu nasci. Foi então que comecei a criar uma certa raiva do meu pai, até porque, que tipo de homem abandona uma mulher grávida? Isso pra mim é um covarde, e não homem.

Havia passado 3 meses quando perguntei do canalha do meu pai, e foi quando aconteceu a maior tragédia da minha vida. Eu estava fazendo minha matrícula escolar com minha mãe e Carl, até porque eu iria mudar para escola onde ele estava estudando, pois tinha sido expulso da outra por brigar com o professor de matemática, pois o mesmo tinha dito que eu tinha feito a conta errada, e não estava errada. Foi quando o mesmo cara que havia feito minhas cicatrizes parou nosso carro na rua e começava a andar em direção ao mesmo. Rapidamente falei para minha mãe acelerar e correr o mais rápido q pudesse, mas já era tarde demais, o homem tinha acabado de quebrar o vidro do carro e também estava puxando o braço da minha mãe, pro nosso azar, nas ruas não tinha uma alma viva, o que significa que não iria ter ajuda de ninguém. Eu estava totalmente sem reação, a única coisa que consegui fazer, foi pegar um garfo que meu padrasto tinha deixado no carro e fincar no braço dele, mas aquilo não fez efeito algum, e então minha mãe fala Carl me levar para um lugar, eles falavam como se eu soubesse do que se tratava, mas na verdade eu não fazia a mínima ideia. Carl e a mamãe mandaram eu descer do carro e fugir, mas fugir, eu briguei com ambos por isso, mas quando vi aquele homem, mulher, sei lá o que era, criar assas e puxar ela para fora, na hora não pensei 2 vezes e fui com Carl para o lugar onde eles haviam falado. Carl sem me explicar nada corre para um lugar estranho, e então o mesmo joga uma moeda para o alto e fala uma língua que eu não sabia identificar qual era, mas feito aquilo apareceu um carro estranho, preto e nele havia 3 mulheres, e o mais estranho, nenhuma delas possuía olhos, apenas a que estava dirigindo, mas era um olho só, e todas brigavam muito para ter esse olho, então a viagem a um tal lugar que eu não fazia a mínima ideia de onde era, foi a pior coisa da minha vida. Ao chegar nesse tal lugar eu olho para Carl e faço uma promessa a ela de vingança, eu jurei pela minha própria vida que iria matar aquilo que havia nos atacado, nem que pra isso eu tivesse que morrer, eu mataria. Olhando para frente vejo um enorme letreiro e as letras se embaralham, e o que estava escrito começa a fazer sentido "Acampamento Meio Sangue", pedi respostas imediata a Carl, mas ao me deparar com ele vejo que o mesmo tinha cascos e pernas cabeludas, ele parecia meio bode e meio humano, não sei disser especificadamente o que ele era, mas era muito incomum. Foi quando descobri minha verdadeira natureza e quando o mesmo me explicou que me protegia por anos para chegar nesse local, Carl tinha acabado de explicar tudo e agora poderia sentir que era realmente diferente, fora que também era assustador viver em um mundo que tais deuses existissem, e mais ainda eu ser filho de um deles.

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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Amelia Petersen em Sab 26 Maio 2018, 01:49


FICHA DE RECLAMAÇÃO
— Por qual deus deseja ser reclamado/ qual criatura deseja ser e por quê?

Despina, pois os poderes combinam de maneira perfeita com a trama planejada para as gêmeas Petersen.

— Perfil do Personagem (Características Físicas e Características Psicológicas - preferencialmente separadas):

Características físicas: Amelia parece uma boneca de porcelana: o rosto de feições delicadas que parecessem ter sido feitas para sorrir, os longos cílios, a baixa estatura, os cabelos - de um tom de louro que varia com a luz - que caem em belíssimos cachos até a pele quase doentiamente pálida, praticamente tudo nela passa um ar de ''sou-tão-frágil-que-posso-quebrar''. As únicas coisas que quebram esse ar de fragilidade são as enormes olheiras embaixo dos olhos da garota, resultado de várias noites de insônia, e os olhos: intensos e observadores, são de um tom de verde que de tão intenso, até parecem esmeraldas.

Olhos de pedras preciosas, como Arthur costuma brincar.

Características emocionais: Quando se descreve a personalidade de Amelia, duas palavras praticamente opostas se juntam: doçura e irritabilidade. Sim, pois ela é um doce a maior parte do tempo, porém se irrita com muita facilidade, o que devido a aparência frágil que possui, surpreende muita gente.

Apesar de ter uma enorme facilidade em conversar com as pessoas, é difícil para ela fazer amizade, e coisa mais próxima que ela de amigos verdadeiros são os irmãos, Catherine e Arthur.

— História do Personagem:

(29, 05, 2003 - Queen Elizabeth Hospital, Londres, Inglaterra)

Definitivamente aquele lugar era deprimente. Talvez fosse devido ao barulhinho dos aparelhos ligados aos bebês, talvez fosse devido a patética tentativa da administração do lugar de criar uma decoração alegre e animadora, talvez fosse devido a visão de tantos seres que mal haviam começado a conhecer a vida e já tinham que lutar por ela. Ou talvez ...

Bom, fosse pelo motivo que fosse, não havia como negar que a UTI neonatal do Queen Elizabeth Hospital era um lugar deprimente.

Porém naquela madrugada, o lugar possuía uma aura de paz e tranquilidade, o que era algo raríssimo.  O único ser vivo ali que aparentava estar acordado era uma mulher que usava um enorme manto branco.

Com passos suaves, foi andando em direção a uma incubadora, onde duas bebês, identificadas pelas pulseirinhas que usavam nos pulsos como Catherine e Amelia Petersen, descasavam.

Elas haviam nascido a exatamente três meses atrás, porém devido a razões ainda não identificadas pelos médicos, aparentavam ter apenas ter algumas semanas, e a saúde delas ia de mal a pior.

Parando em frente da incubadora , a mulher deu um sorriso tristonho, colocou na mão encima dela e começou a murmurar em grego antigo, tão baixinho que as palavras eram abafadas pelo barulho dos aparelhos ligados as meninas.

Assim que ela começou a murmurar, uma aura escura surgiu em torno de Amelia e Catherine. Porém a medida que ela murmurando, a aura foi se tornando dourada, depois cinza e por fim desapareceu. Quando a aura desapareceu, ela parou de murmurar, apertou o manto mais firmemente contra si e desapareceu também.

(05, 02, 2010 - Residência dos Petersen, Londres, Inglaterra)

Que estranho, pensou a menininha, cadê o papai, a Cat e o Arthur?

A pequena, também conhecida como Amelia Petersen, havia acordado há pouco tempo e agora estava completamente assustada. O motivo? Três simples razões.

Primeiro: Porque ela estava sozinha em casa, o que era no mínimo estranho, já que o pai dela, superprotetor, nunca iria sair e deixar a filha com infecção intestinal sozinha em casa.

Segundo: Porque pela hora indicada pelo pequeno relógio da Barbie que ficada na mesinha ao lado da cama dela, sua irmã gêmea, Catherine, e seu irmãozinho dois anos mais novo, Arthur, já deveriam ter voltado da escola há uma hora e o pai deles nunca se atrasaria tanto para busca-lós.                                                                                                                                                                                                                     
Terceiro: Porque havia uma enorme mancha marrom-avermelhada na parte da frente da blusa do pijama que ela estava usando e que se parecia, de uma maneira bastante preocupante, com sangue.

Depois de ficar esperando por algum tempo que o pai e os irmãos chegassem, ela pegou seu ursinho de pelúcia favorito, abraçou-o com o máximo de força que conseguiu, se enrolou debaixo das cobertas e  ficou repentindo mentalmente até dormir:

''Eu devo ser sonambula e enquanto dormia, devo ter tentando devorar um frasco de ketchup. Logo, logo o pai vai chegar e vai ficar tudo bem''

(17, 05, 2012 - Orfanato Princess Margareth, alguma cidadezinha a seis horas de Londres, Inglaterra)

Infelizmente devo dizer que nada ficou bem. Cinco de fevereiro de dois mil e sete foi a última que Charles Petersen, famoso arquiteto britânico e pai de Amelia, Catherine e Arthur Petersen foi visto.

O sangue no pijama de Amelia, testes forenses feitos durante a investigação do desaparecimento de Charles descobriram, pertencia ao pai da menina.

A teoria que a polícia criou a partir dessa descoberta e do fato de a casa estar totalmente revirada quando Zoë foi encontrada sozinha lá por um dos vizinhos era de ele havia sido vítima de um latrocínio e que a menina havia visto tudo, porém em choque com a tragédia que havia ocorrido ao pai, suprimiu as lembranças ou algo parecido.  
Quando interrogada sobre isso, apesar de não acreditar nessa teoria, Amelia sempre respondia algo como ''Deve ter sido isso'' ou ''Pode ser''.

Não é que não ligasse para o desaparecimento do pai, ela queria mais do qualquer um descobrir a verdade, mas tinha uma amarga certeza, vinda de sabe-se lá onde, de que nunca descobriria a verdade.

Ou que se descobrisse, não iria gostar.

Mas isso já ocorrera a quase dois anos atrás e aquele era um dia raro, pois além de ser o primeiro dia de sol que aquela cidadezinha via em muito tempo, também era o  primeiro dia em muito tempo em que Amelia se sentia realmente se sentia bem.

Cat e Arthur estavam por aí aprontando das suas, e a menina dos olhos cor de noite estava sozinha na pequena e aconchegante biblioteca do Orfanato Princess Margareth, lendo um interessantíssimo livro, que continha a versão dos primeiros escritores de contos de fadas.

▬ Quem diria que na versão original de A Pequena Sereia, a Ariel morre? ▬ pensou em voz alta.

▬  É surpreendente sim, mas é melhor que aquela baboseira de E viveram felizes para sempre... não acha? ▬ respondeu uma garota, que a julgar pela voz, devia ter mais ou menos a mesma idade dela.

Surpresa ao ouvir a garota, já que achava que estava sozinha, Amelia levantou o rosto do livro para olhar quem tinha falado com ela. E viu o que a assustou e a divertiu o mesmo tempo.

A garota era quase igual a ela. A única diferença, a única coisa que fez com que Amelia não pensasse que o seu reflexo tinha saído do espelho, era que ao contrário de Amelia, aquela garota tinha a pele bronzeada, os olhos castanhos-escuros e o cabelo preto. Ou seja, ela era praticamente uma anti-Amelia.

▬ Quem é você?

▬  Quem sou eu? ▬ a anti-Amelia riu com a pergunta ▬ Eu sou você.

(19, 12, 2017 - Orfanato Guardian Angel, Londres, Inglaterra)

▬ Será que esse otário ainda vai demorar muito? ▬ Amelia ouviu Catherine perguntar.

Bom, ela podia entender a raiva da irmã, afinal, elas e Arthur já estavam há meia hora na sala onde ocorrem as entrevistas entre os interessados em adotar e as crianças disponíveis para a adoção, esperando que o futuro adotante que manifestara interesse neles aparecesse.

Como se alguém realmente fosse querer adotar duas adolescentes com TDAH e o irmãozinho disléxico delas, Amelia pôde ouvir a voz de Emma na cabeça.

Emma era como a garota dos olhos cor de noite nomeara aquela estranha garota dos olhos cor de gelo, que desde aparecera naquela tarde ensolarada há quase quatro anos atrás, nunca mais saiu de perto de Amelia.

Geralmente, ela era só uma voz na cabeça de Amelia, mas as vezes ela aparecia fisicamente, como fizera na biblioteca do orfanato do qual os Petersen foram expulsos um mês depois, aparentemente por algo que Arthur havia aprontado.

Mas explicações à parte, foi só Emma dizer isso que o possível adotante chegou.

Ele estava usando um terno e até parecia elegante, porém o boné que ele estava usando meio que quebrava o look. Quando viram o adotante, os três Petersen ficaram bastante surpresos, o que rendeu um ou dois minutos de um silêncio constrangedor.

▬  Então, você é o maluco que vai tentar adotar a gente? ▬ Cat fora a primeira a falar. E ainda lançou para o homem um dos seus melhores olhares assustadores.

Amelia esperava que ele dissesse algo tipo ''Que garota atrevida!" ou que desistisse da adoção, porém o que ele fez a surpreendeu bastante.

▬ Você tem atitude, garotinha. Gostei ▬ ele disse, rindo.

Amelia decidiu naquele momento que gostava dele. Afinal não era qualquer que recebia um dos olhares assustadores da Cat e simplesmente ria.

Porém, de repente aconteceu algo muito estranho: ela começou a sentir o cheiro dele. E não era o cheiro do perfume dele, era o dele mesmo. E não era só o dele. O de Cat e Arthur também.  E no mesmo instante, o estômago dela começou a roncar.

Caraca Amelia!, pensou consigo mesma, enquanto em sua mente Emma estava se acabando de rir,você está querendo ir parar em um hospício ou o quê?

(25, 05, 2018 - Aeroporto Internacional de Londres - Londres, Inglaterra)

▬ Espera aí, deixa eu ver se eu entendi direito. Você é algum tipo de meio-bode, que tem que nós levar para um tipo de Clube da Luta nos Estados Unidos, que é só para filhos de deuses gregos. O que aliás, eu, o Arthur e Amelia somos? ▬ Amelia, ainda chocada com a revelação feita por John, que durante os meses que levaram para o processe de adoção ser finalizado, se tornara amigo dos Petersen, ouvia sem falar a conversa entre ele e Cat.

▬  O termo certo é sátiro, mas é por aí ▬ ele respondeu, rindo, o que fez a garota se lembrar de quando se conheceram. Amelia logo também se lembrou de várias coisas que haviam acontecido com ela e os irmãos desde que eram pequenos.

De repente, as revelações feitas por John não pareciam tão malucas assim.

(26, 05, 2018 -Clube da Luta, Nova York, EUA)

A viagem fora torturantemente lenta, o pesadelo que tivera durante o voo pior ainda, com uma voz que gritava o tempo todo ''Criança amaldiçoada, criança amaldiçoada'', e Amelia mal pode conter a alegria quando finalmente chegou ao tal Clube da Luta.

O lugar estava em total silêncio, pois eram quatro da manhã e provavelmente todos os os outros moradores do lugar deveriam estar dormindo, mas assim que ela, Cat e Arthur pisaram dentro do Clube da Luta, John olhou para os símbolos de floco de neve brilhando acima da cabeça deles e comentou:

▬ Parece que já sabemos de quem vocês são filhos.

▬ De quem? ▬ Amelia perguntou, muito curiosa.

▬  Despina, deusa do inverno.

obs:
sei que certas partes ficaram estranhas, mas serão desenvolvidas e explicadas por meio da trama pessoal
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Baz A. Herlz em Sab 26 Maio 2018, 02:02

Mark Assis — Reprovado como filho de Ares

Pra começar, eu notei que você repetiu muito o pronome ele durante o texto, até mesmo em uma única frase. Tal repetição causa o efeito de desgaste da leitura e, para nós acostumados a avaliar, até mesmo um certo incômodo. Ah, claro, evite também o uso excessivo do nome da personagem durante a narração. Em ambos os casos, substitua o nome e pronomes pessoais por palavras sinônimos, ou seja, com o significado igual, mas diferentes.

@Mark Assis escreveu:Mark tem um tom de pele pardo. Ele não tem muitos problemas com o corpo, muito pelo contrário, ele até gosta do mesmo. O mesmo tem 1,75 de altura, chegando a pesar 70 quilos, mas seu peso não é algo que deixa ele gordo, pois ele tem um corpo forte, com vários músculos definidos e quase nada de gordura. Mark tem cabelos pretos, olhos castanhos escuros que quando ele fica com raiva, chega a aumentar bastante.

Ainda assim, pra quem nunca jogou um RPG narrativo antes, a descrição física e psicológica de sua personagem foi bem detalhado. Peço para que leve isso em conta e continue focado nesta parte descritiva de seus textos no futuro, usando as dicas que receberá de todos para melhorar cada vez mais. Quanto a história, me diverti lendo o background da personagem, seguindo bem o esteriótipo de nosso pai. Há erros como "Já havia passado 1 anos desde o incidente [...]", mas creio que isso seja facilmente superado com uma revisão simples em voz alta, por exemplo. Devo dar ênfase também ao que já foi lhe dito no chatbox quanto ao uso de pontuações e o tamanho dos parágrafos, pois tais erros são um diferencial e tanto nas avaliações do fórum — sendo passíveis até mesmo de descontos.

Bem, o motivo de sua reprovação é o fato de que você não citou, em momento algum, o símbolo de reclamação de Ares acima da cabeça de sua personagem. Isso é essencial para a aprovação da ficha de modo que, sem tal fator, ela está automaticamente reprovada. Boa sorte!

FICHA DE AMELIA PETERSEN AINDA PENDENTE!
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por 141-ExStaff em Sab 26 Maio 2018, 11:24

Teje coisado!
Amelia Petersen ainda pendente.
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Mark Assis em Sab 26 Maio 2018, 13:27

@Mark Assis escreveu:

FICHA DE RECLAMAÇÃO
— Por qual deus deseja ser reclamado/ qual criatura deseja ser e por quê?

Gostaria de Ser reclamado por Ares, pois meu personagem se encaixa melhor com esse deus.

— Perfil do Personagem (Características Físicas e Características Psicológicas - preferencialmente separadas):

Características Físicas:

Mark tem um tom de pele pardo. O garoto não tem muitos problemas com o corpo, muito pelo contrário, ele até gosta dele. O mesmo tem 1,75 de altura, chegando a pesar 70 quilos, mas seu peso não é algo que deixa o rapaz gordo, pois ele tem um corpo forte, com vários músculos definidos e quase nada de gordura.

O jovem tem cabelos pretos, olhos castanhos escuros que quando fica com raiva, chega a aumentar bastante. Sua boca chega a ser de tamanho mediano, o que é considerado "normal". Em sua cara, o mesmo tem uma cicatriz na bochecha de um corte profundo. A parte em seu peito esquerdo estava com mais uma marca, mas nem tão intensa quanto a de seu rosto.

Características Psicológicas:

Mark não é do tipo de cara calmo, muito pelo contrário, o mesmo tem um "pavio curto". Estourado como ele é, facilmente arruma confusões em ruas, escolas, e até mesmo em alguns lugares sem sentido.

Devido ao seu comportamento agressivo, são poucas as pessoas que conseguem se manter perto dele sem ouvir reclamações ou até ameaças, mas em certo momento ele decidiu tentar melhorar, coisa que não havia ter dado quase nenhum resultado.

Isso deixou o mesmo meio frustado e abalado por não conseguir ter muitos amigos, e só convive com um tipo de pessoa que conseguia suportar todo o ódio do garoto.

Por não ter um pai presente, o mesmo sentia-se mais isolado, o que fez ele ser um pouco menos carismático e até um pouco emburrado com as coisas.

Ele sempre achava que era o dono da razão, que nunca estava errado e, também achava que era o cara mais forte do mundo, como se nada pudesse o deter ou parar em uma briga. Em poucas palavras, ele realmente se achava muito.

— História do Personagem:

Sinceramente, isso era um saco, desde meus 5 anos ter que estudar, isso é muito chato, ter que levantar da cama pra ver a cara feia dos moleques da sala e as meninas, nem tem o que falar, ficava o dia todo comentando sobre aquele negócio de maquiagem, atores, e blá blá blá. Confesso, não sou uma pessoa fácil de lidar, mas sinceramente, aquele povo da escola me irritava muito, exceto Carl, um amigo meu que conheci aos 14 anos de idade, ele realmente ficava do meu lado o tempo todo falando de coisas legais como lutas, assaltos, brigas de rua que acontecia nas ruas do Brooklyn, isso era algo interessante pra se contar, e não política, feminismo, entre várias outras abobrinhas que soltavam na escola.

Pode parecer estranho, mas eu sempre me envolvia em brigas, seja ela da mais boba, até a mais séria. Como no dia que consegui essa cicatriz profunda na cara e no peito, aquilo quase custou a minha vida e sinceramente eu não sei como sobrevivi, mas ainda bem que to vivo.

Eu estava andando pra casa depois da escola com Carl, quando viramos o beco pra pegar um atalho - Ele iria dormir lá em casa naquela noite, por isso estava comigo - ao virar a rua, eu sentia algo ruim, eu sabia daquilo, foi então que deparamos com um cara estranho. Ele usava um gorro preto, uma jaqueta da Vans, uma calça escura e um sapato rasgado, não consegui ver o rosto direito, pois estava meio escuro, mas consegui ver em sua mão uma faca, e logo em seguida o homem caminhava em nossa direção. Meu amigo ficou meio assustado, mas falei para ele se acalmar, até porque não tinha nenhum risco, foi ai onde me enganei. Quando chegamos perto o mesmo apontou uma faca para a minha bochecha direita e falou com uma voz intimidadora para passarmos todas nossas coisas, eu o retruquei falando que não iria fazer isso e, mais uma vez o cara pediu para gente passar tudo o que tinha. Eu tentei ir para trás, mas não contava que tinha um poste onde ele havia me encurralado, foi quando o homem desferiu um golpe cortante e profundo na minha bochecha. Carl de imediato empurrou o cara, foi quando abriu a brecha pra eu dar um soco direto em sua barriga, mas acredite, aquilo pareceu nem afetar o rapaz, o que me assustou muito, pois geralmente meus socos era potentes e chegava a machucar pelo menos um pouco a pessoa que eu atingia, mas ali não, parecia que eu estava enfrentando um tipo de monstro, por que eu que senti a dor quando soquei. O cara veio para cima mais uma vez e me acertou com o mesmo golpe só que em lateral no peito esquerdo, pois eu havia deixado minha guarda aberta, até porque estava assustado com tremenda resistência que o cara de gorro tinha mostrado. Meu companheiro dessa vez, teria sido mais bruto e deu um soco na cara dele, o que fez ele ir em direção a ele e me deixasse em paz. O cara parecia meio burro, pois havia deixado sua guarda aberta, foi quando eu consegui me recompor dos cortes que ele tinha desferido em mim, e puxei as duas pernas dele fazendo ele cair de cara, eu queria brigar, mas dessa vez sabia que não teria como, então eu e meu camarada pegamos o atalho e corremos para a minha casa.

Chegando em casa, eu e o parceiro explicamos o que havia acontecido para a minha mãe - mamãe era uma mulher doce, morena, com seus olhos claros, baixa, media apenas 1,65, seu tom de pele era claro, fora que ela era uma excelente mulher - a mesma tratou dos meus machucados que cada vez que espirrava o remédio ardia muito, mas era uma dor suportável. Mamãe me disse que depois daquele dia, muita coisa ia mudar. Foi então que mudamos para o centro de New York.

Já havia passado 1 ano desde o incidente e nunca mais tinha ocorrido aquilo novamente.

Mamãe conseguiu casar com um velho, que fedia cachaça com cigarro e um pouco de "odor masculino". Eu sempre me perguntei o que mamãe viu nele, até porque ela era linda e ele era um porco, gordo, careca, que só maltratava minha mãe, mas sempre que perguntava a ela, a mesma respondia que era pro meu bem, foi então, que em uma dessas vezes que perguntei a ela, comentei pra ela voltar com o meu pai, que eu nunca havia conhecido, mas que ela vivia falando que era um homem lindo, ela ficou meio chateada com a pergunta, mas respondeu educadamente que só não fazia isso, pois perdera o contato com ele assim que eu nasci. Foi então que comecei a criar uma certa raiva do meu pai, até porque, que tipo de homem abandona uma mulher grávida? Isso pra mim é um covarde, e não homem.

Havia passado 3 meses quando perguntei do canalha do meu pai, e foi quando aconteceu a maior tragédia da minha vida. Eu estava fazendo minha matrícula escolar com minha mãe e Carl, até porque eu iria mudar para escola onde ele estava estudando, pois tinha sido expulso da outra por brigar com o professor de matemática, pois o mesmo tinha dito que eu tinha feito a conta errada, e não estava errada. Foi quando o mesmo cara que havia feito minhas cicatrizes parou nosso carro na rua e começava a andar em direção ao mesmo. Rapidamente falei para minha mãe acelerar e correr o mais rápido que pudesse, mas já era tarde demais, o homem tinha acabado de quebrar o vidro do carro e também estava puxando o braço da minha mãe. Pro nosso azar, nas ruas não tinha uma alma viva, o que significa que não iria ter ajuda de ninguém. Eu estava totalmente sem reação, a única coisa que consegui fazer, foi pegar um garfo que meu padrasto tinha deixado no carro e fincar no braço dele, mas aquilo não fez efeito algum, e então minha mãe fala para meu amigo me levar para um lugar, eles falavam como se eu soubesse do que se tratava, mas na verdade eu não fazia a mínima ideia. Ele e a mamãe mandaram eu descer do carro e fugir, eu briguei com ambos por isso, mas quando vi aquele homem, mulher, sei lá o que era, criar assas e puxar ela para fora, na hora não pensei 2 vezes e fui com ele para o lugar onde eles haviam falado.

Carl sem me explicar nada corre para um lugar estranho, e então o mesmo joga uma moeda para o alto e fala uma língua que eu não sabia identificar qual era, mas feito aquilo apareceu um carro estranho, preto e nele havia 3 mulheres, e o mais estranho, nenhuma delas possuía olhos, apenas a que estava dirigindo, mas era um olho só, e todas brigavam muito para ter esse olho, então a viagem a um tal lugar que eu não fazia a mínima ideia de onde era, foi a pior coisa da minha vida.

Ao chegar nesse tal lugar eu olho para a cara dele e faço uma promessa a ele de vingança, eu jurei pela minha própria vida que iria matar aquilo que havia nos atacado, nem que pra isso eu tivesse que morrer, eu mataria.

Olhando para frente vejo um enorme letreiro e as letras se embaralham, e o que estava escrito começa a fazer sentido "Acampamento Meio Sangue", pedi respostas imediata a Carl, mas ao me deparar com ele vejo que o mesmo tinha cascos e pernas cabeludas, parecia meio bode e meio humano, não sei disser especificadamente o que era aquilo, mas era muito incomum. Foi quando descobri minha verdadeira natureza e quando o mesmo me explicou que me protegia por anos para chegar nesse local, Carl tinha acabado de explicar tudo e agora poderia sentir que era realmente diferente, fora que também era assustador viver em um mundo que tais deuses existissem, e mais ainda eu ser filho de um deles.

Havia passado alguns dias que eu estava ali, e como disse, estava em constante treinamento para ter minha vingança, mas em certo momento fiz uma pausa para ir ao chalé que eu estava, dei uma breve olhada na fonte, e vi a mesma cheia de dracmas, mas em um certo momento, eu podia jurar que vi refletir sobre minha cabeça um símbolo, não deu para ver direito, pois a água estava sobre constante movimento, mas parecia um animal, talvez um javali com duas lanças cruzadas nele.

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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Katherine Crownguard em Sab 26 Maio 2018, 16:38

— Por qual deus deseja ser reclamado/ qual criatura deseja ser e por quê?

Afrodite. Deixando de lado o argumento de ser a deusa preferida, eu queria mostrar que uma filha de Afrodite pode ir além e não ficar somente no clichê de ser um rostinho bonito e um corpo gostoso. Mostrar que o amor, também pode levar alguém a lutar.

— Perfil do Personagem (Características Físicas e Características Psicológicas - preferencialmente separadas):

Físicas:  Katherine possui uma pele alva levemente bronzeada. Esta entra em contraste com seu cabelo ruivo ondulado que vai se alonga até a metade de suas costas.  Seu porte físico é de um corpo esguio, pesando 60kg bem distribuídos em sua altura de 1,70cm. Mas as características que mais chamam atenção em Katherine são seus lábios rosados e seus olhos penetrantes e hipnotizantes de cor esverdeados junto a um tom de castanho claro incomum.

Psicológicas: Intensa, impulsiva e instável. Essas são as três características principais de Katherine. Para ela cada sentimento é intenso e entendido de uma forma,  por isso muitas vezes não consegue controlar as várias emoções, principalmente o amor. Ela honra o signo de peixes na maioria de seus aspectos e leva uma vida em que é tudo ou nada. Curiosa, alegre, elétrica e que quase sempre gosta de ser o centro das atenções. Sabe do poder manipulador que tem sobre alguns, e abusa disso.

— História do Personagem:
28 de Outubro de 1999, Miami.

As estrelas brilhavam fortemente naquela noite escura. O reflexo da lua no mar agitado encantava os banhistas que se aventuravam ao nadar durante a noite. Parecia uma cena clichê de cinema, em que há casais românticos mergulhando e fazendo declarações, entretanto, perante tantos casais apaixonados, um casal em especifico chama a atenção.

— Você não pode fazer isso comigo. Com nós. — Disse um homem moreno olhando para o bebe em seus braços e à mulher a sua frente.

— Thierry, você sabia que isso aconteceria. Eu não posso ficar. — Disse a mulher encarando o pequeno ser nas mãos do homem.

— O que acontecerá com nossa filha? Como a chamaremos? — Disse Thierry segurando as lágrimas que insistiam em aparecer em seus olhos.

— Ela vai se chamar Katherine. Katherine Crownguard. Esconda ela, a proteja, eu a chamarei quando ela estiver pronta. — Disse a mulher antes de desaparecer por completo.

— Katherine Crownguard. — Repetiu Thierry encarando a pequena em seus braços e fazendo um carinho com seu polegar na bochecha de sua filha.

O homem começou a andar em direção ao seu carro estacionado acima da praia. Suas lágrimas agora caiam em seu rosto bronzeado perante a despedida da mulher que mais amara em sua vida.

Ele entrou no seu veículo preto brilhante, colocou sua filha na cadeira para automóvel de cor vermelha, se assegurou de ter apertado os cintos e deixa-la segura e então dirigiu até a sua casa.

Enquanto dirigia ele não conseguia aceitar o fato de que ela abandonara sua própria filha e ele mesmo.

25 de Agosto de 2005, Miami.

O sol já havia se posto, a noite reinava e junta a ela, a chuva e os trovoes.

Katherine estava sentada aos prantos em uma das cadeiras de madeira que compunham a mesa de jantar. A criada da casa estava ao seu lado tentando acalmá-la, mas não obtinha sucesso.

Para o alivio de todos, a porta da frente se abriu. Ele havia chegado.

— Papai. — Disse Katherine soluçando e correndo na direção do grande homem na porta principal.

— O que foi minha princesa? — Disse Thierry preocupado com sua filha, pegando-a em seus braços e encarando a criada.

— Não sei o que aconteceu com ela, Sr. Crownguard. Ela estava bem, brincando de boneca na sala e do nada começou a chorar e a falar de uma criada de cabelos vermelhos. — Disse a idosa preocupada.

— Ela tentou me pegar papai. A criada de cabelos vermelho, ela correu na minha direção e tentou me machucar, eu fiquei escondida e com medo. — Disse a menina entre os soluços.

— Mas nós não temos... — Começou a dizer Thierry, mas ele percebeu o que tinha acontecido. Não era uma criada. — Vivian, arrume todas as minhas malas, as de Katherine, suas e de Frederico, vamos partir essa noite.

— Para onde vamos, senhor? — Questionou Vivian.

— Vamos para Nova York. — Disse o homem por fim, acariciando os cabelos ruivos de sua filha e pegando seu celular para fazer uma ligação ao seu chefe. — Sim, eu aceito o emprego em Nova York.

Ela só tinha 6 anos e já estavam atrás dela, pensava Thierry. O homem bronzeado levou sua filha para o quarto e a deitou na cama cor de rosa, acariciando seus cabelos até que ela adormecesse. Naquela noite Thierry não havia conseguido dormir.

16 de Março de 2014, Nova York.

Os anos passaram e junto deles, Katherine cresceu. A cada dia ela parecia estar mais bonita, qualquer lugar que ia ela ganhava destaque e despertava paixões. Ela sabia disso e amava mexer com os corações das pessoas.
Ao decorrer dos anos, Katherine conheceu Mirabella, a qual se tornou sua melhor amiga desde os seus nove anos. Mirabella era uma garota de pele negra, olhos castanhos e cabelo no estilo black power. Ela era a única menina que nunca tinha sentido inveja de Katherine, a única pessoa que esteve ao lado da ruiva sem segundas intenções.
Elas estavam no primeiro ano do ensino médio quando a vida de Katherine tomaria um novo rumo.

— Eu nem acredito que está finalmente chegando, Mira. — Disse a ruiva empolgada enquanto mordia seu sanduiche natural, estava sentada em uma das cadeiras da cantina.

— Finalmente os tão esperados 15 anos Kat. — Disse Mirabella com empolgação mas também com preocupação.  — Seu pai apareceu mais uma vez na revista mensal.

— Sério? Deixa eu ver. — Disse Katherine pegando a revista da mão da amiga e encarando a foto de seu pai estampada e começando a ler as informações ao lado.

“ Thierry Crownguard, um dos solteiros mais cobiçados de Nova York. Ex-modelo e atual empresário da agência de modelos Pearl.”

— As vezes eu fico pensando, se minha mãe não tivesse morrido ao me dar a luz, como estaria nosso presente. — Disse Katherine com a voz um pouco triste após ler a reportagem.

— Ela faz bastante falta né? — Disse a amiga tentando consolar.

— Sim, meu pai é incrível, mas tem situações como menstruação, garotos e essas coisas que não tem como conversar com ele. — Disse a ruiva sorrindo. — Ele me diz que minha mãe era a mulher mais linda que ele havia visto. Ela era elegante, amorosa e intensa. Meu pai fala que eu lembro muito ela, queria que ela estivesse aqui.

— Eu tenho certeza que ela cuida de você, mesmo lá de cima. — Disse Mirabella apontando para o céu.

— Ali a menina que se acha a última bolacha do pacote. — Cochichou uma menina para outras duas. Elas estavam na mesa do lado a de Katherine e Mirabella.

— Ela nem é isso tudo, não sei por que os meninos a endeusam tanto. — Disse a outra com inveja.

— Sim, eu sou isso tudo e mais. — Disse Katherine, escutando o cochicho e encarando elas.

— Garotinha mimada e infantil. — Disse por fim a ultima garota,  se levantando e apontando para a ruiva.

— Isso tudo é inveja? Pois saiba que você... — Começou a dizer Katherine, mas então ela a viu.

Katherine direcionou seu olhar a cantina por alguns segundos e então viu a criada de cabelos vermelhos que tinha visto e fugido quando criança.

— Vamos sair daqui, agora. — Disse Mirabella segurando o braço direito de Katherine e arrastando-a para longe dali.

O intervalo havia acabado, elas voltaram para a sala de aula. Entretanto Katherine não conseguia prestar atenção. As aulas passavam como um raio e a ruiva não conseguia pensar em outra coisa a não ser na criada de cabelos vermelho.

Mirabella e Katherine estavam na porta do colégio esperando o motorista do Sr. Crownguard busca-las. Elas iriam arrumar os últimos detalhes para a festa de debutante de Katherine que seria no dia seguinte.

— Você também a viu? — Questionou Katherine pensativa. — Uma mulher de cabelos vermelho na cantina.

— Mulher de cabelos vermelho? Não que eu me lembre amiga. — Disse Mirabella bancando a ingênua.

— Eu devo estar vendo coisas novamente . — Disse Katherine rindo por fim, mas tinha certeza que ela era real.

Frederico, o motorista, então chegou no celta prateado e as levou para a enorme casa dos Crownguard. Era uma casa extremamente grande para quatro moradores, sendo que seu pai passava a maior parte do dia fora de casa para administrar sua agência.

Mirabella, Vivian e Katherine passaram o restante da tarde toda arrumando os últimos detalhes da festa. Mesas, entrada do buffet, lembrancinhas, o bolo, o vestido, ensaiando mais uma vez a dança e por fim a música que cantaria. Ela amava cantar.

— Eu estou cansada, amanhã é meu grande dia, vou tomar um banho e ir dormir. Faça o mesmo Mira. — Disse Katherine se espreguiçando.

— Sim, também estou cansada, só vou ligar para minha mãe e avisar ela, pode ir subindo. — Respondeu a amiga.

— Tudo bem. — Disse Katherine subindo as escadas para o segundo andar.

Mirabella observou a amiga subindo e quando teve certeza que ela não estava por perto, resolveu dar um telefonema.

— Sr. Crownguard, ela nos achou e acho que não está sozinha. Sim, ela a viu. Vamos partir depois de amanhã então. — Respondeu Mira por fim.

Mal sabia Mirabella que Katherine tinha voltado para pegar sua mochila e tinha escutado a conversa.
“Eu não estava vendo coisas, ela também viu e meu pai também sabe da existência dela. Nos achou? Vamos partir amanhã? Amanhã é meu baile de debutante, não vai ser arruinado por nada”  Pensava Katherine enquanto ia para o banheiro levemente irritada por esconderem algo dela.

Katherine banhou-se na banheira, se afundando e ainda pensando na conversa. Muitas dúvidas rodeavam seus pensamentos e a ansiedade pela sua festa também a consumia. Estava com o sentimento forte de que algo aconteceria.

Saiu da banheira feita de acrílico da cor branca, enrolou a toalha em seu corpo e se olhou no espelho. Pegou o pente e começou a pentear seus cabelos ruivos com muita delicadeza, logo após os secou e foi para seu quarto cor carmesim. Trocou de roupa e tentou se permitir dormir.

Mirabella fez o mesmo procedimento, mas o medo estava evidente em seus olhos castanhos. Sabia que o monstro as tinham achado, que o cheiro de semi-deusa de Katherine estava forte demais, chamaria mais monstros a cada instante. Já tinha passado da hora dela ir para o acampamento meio-sangue. Estava cumprindo sua missão de proteger a pequena semi-deusa, mas não sabia do quão poderoso o monstro poderia ser. Esses pensamentos deixaram Mirabella alerta a noite toda.

17 de Março de 2014, Nova York.

Katherine acordou antes mesmo do seu celular despertar. Não havia dormido direito devido a ansiedade, finalmente chegara o dia.

Ela se direcionou ao banheiro, fez suas higienes pessoais, trocou seu pijama por um vestido vermelho de renda e um salto alto preto. Passaria a tarde toda no salão se arrumando para sua festa, a qual ela tanta ansiava e estava empolgada.

Descendo as escadas, Katherine foi surpreendida por um imenso parabéns vindo de seu pai, Mirabella, Vivian e Frederico.

— Eu não estou acreditando. — Disse Katherine surpresa e abraçando seu pai.

— Eu nunca esqueceria essa data. — Disse Thierry abraçando sua filha com todo o amor.

— Até por que ela não deixaria a gente esquecer. — Disse Mirabella sorrindo.

— Parabéns minha querida. — Disse Vivian e Frederico a abraçando.

— Obrigada, muito obrigada. — Disse Katherine com um sorriso deslumbrante e feliz por eles estarem ali com ela.
Após o momento de congratulações, Katherine tomou seu café da manhã e apressadamente correu para o salão, a qual já estava atrasada.

A tarde de Katherine foi a de mais pura vaidade. Salão, manicure, sapataria e logo após a loja de vestido para pegar o vestido mais deslumbrante. Durante todas essas etapas, ela ligava de dez em dez minutos preocupada com sua festa.

— Sim filha, já está tudo pronto. Se acalme, está tudo lindo. O salão de festa já está todo decorado e iluminado, as mesas com os forros e lembrancinhas, os doces, fotografo e dj estão todos certos e comunicado. Vai dar tudo certo, confie no seu pai. — Disse Thierry por fim com um ar de orgulho de si mesmo.

— Tudo bem então pai, já estou quase indo para casa. — Disse Katherine enquanto corria para pegar seu vestido.
Frederico a levava em todos os lugares com felicidade. Ele gostava de Katherine, ela era bastante atraente.

— Para onde agora, madame? — Disse Frederico encarando a garota. Ela estava incrível.

Seu cabelo ruivo estava solto e com mais vida. Sua maquiagem ressaltava seus olhos e o batom vermelho ressaltava sua boca. Ela parecia uma boneca de porcelana de tão perfeita.

— Para o lugar da festa, Frederico. Eu vou me trocar no próprio espaço da festa. — Disse Katherine ansiosa e ligando mais uma vez para seu pai. Mas dessa vez ele não atendeu.

Katherine estava nervosa e elétrica. Contava as quadras até finalmente chegar no espaço da festa e quando chegou saiu correndo para a porta principal, ela queria ver como tudo estava organizado. Entretanto, assim que abriu a porta de vidro da entrada, o susto tomou conta de sua expressão facial.

Tecidos rasgados, mesas e cadeiras jogadas de cabeça pra baixo por todo o salão, luzes quebradas, flores esmagadas. Estava tudo na mais pura ruína.

— Mas o que acontec... — E antes de terminar de sussurrar para si mesma, Katherine foi puxada pelo braço para baixo, atrás de uma mesa virada.

— Fica quieta, não grite. — Sussurrou Mirabella para a amiga.

— O que aconteceu aqui? Cadê meu pai? Se isso tiver haver com a viagem que você e meu pai falaram e com aquela mulher de cabelo vermelho, eu mato vocês. — Disse Katherine com o rosto expressando raiva.

— Então você escutou a conversa. — Disse Mirabella suspirando. — Tudo bem, seu pai deveria ter te contado e não eu, mas você é especial Kat. Você não é como os outros humanos, você é... — Mas antes de Mira terminar sua frase, um monstro de rosto desconfigurado levantou a mesa.

— Achei você. — Disse o monstro de olhos rubros encarando Katherine.

— Corra Katherine. — Disse Mirabella antes de começar a mudar.

Sua pele negra começou a ter um tom esverdeado e de aspecto de madeira, seu black power deu lugar a folhas.

— Mas o que diabos é isso. — Disse Katherine assustada ao encarar a amiga. — Mira você é uma árvore.

— Uma dríade, destinada a te proteger disso, agora corra. — Disse Mirabella segurando uma adaga e chamando a atenção do monstro.

Entretanto não era útil. A criatura de olhos rubros derrubou Mirabella contra as luzes quebradas com um só golpe, fazendo a adaga cair um tanto quanto longe. Ele queria Katherine e quanto mais a mesma corria, mas ela a queria e a seguia.

Katherine seguia seu instinto de fuga. Ela sabia que algo iria acontecer hoje, sentia isso. Enquanto corria, o salto escorregou e ela caiu.

— Não tem pra onde correr. — Disse a criatura levantando sua garra para direcionar a Katherine.

A ruiva não conseguia fechar os olhos. Já tinha aceitado a morte, estava caída e sem ninguém. Mas então, antes do golpe ser certeiro, seu pai empurrou o monstro, sendo atingido em seu braço, formando um corte profundo.

— Papai. — Disse Katherine com medo e vendo seu pai jogado e machucado no chão.

O monstro estava voltando. Seu pai estava na sua frente machucado e sangrando, Mirabella havia se machucado também ao ser empurrada contra as luzes.

— A adaga, pegue-a. — Disse uma voz doce e confortante.

Katherine se sentiu confortada pela aquela voz e então se colocou de pé e correu em direção a adaga.
Uma aura rosa começou a se formar perante Katherine. Cada poro de seu corpo fazia a aura surgir.

— Não adianta correr. — Grunhiu o monstro. — Eu sinto seu cheiro.

Katherine parou, se agachou e começou a fingir um falso choro. O monstro acreditou.

Ele vinha na direção de Katherine, e quando levantou sua garra para atacar, foi surpreendido.

Katherine rolou para o lado e o atacou.

— Você não vai mais machucar quem eu amo. — Disse Katherine desferindo um golpe com a adaga, fazendo o monstro se transformar em um pó dourado.

Após isso, Katherine correu em direção a seu pai.

— Katherine, você foi incrível. — Disse Thierry deitado e encarando sua filha.

— Vai ficar tudo bem papai. — Disse Katherine encarando seu pai e o ferimento.

— Ele vai ficar bem, já liguei e pedi uma ambulância. — Disse Mirabella se aproximando com dificuldade.

— O que está acontecendo, o que era aquela coisa, por que você virou uma árvore, por que estavam me seguindo, pra onde vocês queriam me levar. — Disse Katherine sem respirar.

— Você foi reclamada. — Disse Mirabella encarando o símbolo de uma pomba branca acima da cabeça de Katherine.— Você precisa vir comigo agora.

— Sim, você precisa ir. Eu não consigo mais te proteger minha filha. Você está forte demais. Eu vou ficar bem. — Disse Thierry concordando com Mirabella. — Se encontrar sua mãe, diga-a que ainda a amo.

— Mas minha mãe está morta. — Disse Katherine confusa perante tantas informações.

— Não, não está. Vamos, tem um táxi nos esperando pela porta de trás, ele nos levará ao acampamento e lá eu te explico tudo, mas precisamos ir, senão mais criaturas virão. — Disse Mirabella voltando a forma humana e arrastando a amiga pelo braço esquerdo.

Katherine conseguia escutar as sirenes, a ambulância estava perto. Então mesmo relutante, Katherine seguiu sua amiga, adentrando no táxi a qual ela não sabia o destino.

Durante todo o trajeto, Katherine perguntava coisas para Mirabella e ela não respondia.

— Não me esconda as coisas Mirabella, me diga agora. — Disse Katherine estressada.

— Chegamos, vamos. — Disse Mirabella por fim.

Katherine seguiu a amiga por um lugar com escrita em grego e ao adentrar observou várias pessoas a encararem.

— Seja bem-vinda, filha de Afrodite. — Disse Mirabella por fim encarando a amiga.
Katherine Crownguard
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Silvia Royce em Sab 26 Maio 2018, 20:55



Amelia Petersen:

Olá, moça. Se for novata, seja muito bem-vinda. Se não for, seja bem-vinda mesmo assim -q

Bem, vamos começar sua avaliação. Inicialmente, gostaria de dizer que gostei muito da sua trama. A forma como você conduziu a história me deixou com vontade de acompanhar, o que é muito bom. Parabéns, você tem talento, continue assim. Agora vamos apontar o que pode ser melhorado.

Primeiro de tudo: crase. Na expressão "devido a" este "a" é uma preposição. Logo, precisaria do acento grave em expressões como "devido à patética tentativa da administração", uma vez que há um artigo definido feminino nessa construção. Prova disso é que, trocando para o masculino, ficaria "ao". Ex.: "devido ao patético intento da administração". Sacou?

Notei que você "engoliu" uma coisinha aqui e outra ali no texto, como uma vírgula no trecho "Porém naquela madrugada" e um n em "onde duas bebês [...] descasavam", entre outros, coisas que uma lidinha atenta antes da postagem poderia evitar.

Vamos a alguns pontos rápidos. Dê uma olhadinha na seguinte frase: "Elas haviam nascido a exatamente três meses atrás". Se você usa o "atrás", deve eliminar esse "há" (sim, com h) para não ficar redundante, ok? A expressão "em cima" é escrita com as duas palavras separadas. Depois de dois pontos, usa-se letra minúscula, a menos que seja um nome próprio.

Coisas importantes: quem é Zoë? Como Emma pode chamar Amelia de "olhos cor de gelo" se, na descrição física, você disse que a personagem tem olhos da cor de uma esmeralda? Tome cuidado com essas coisas. Talvez você tenha desejado deixar certas coisas ocultas para desenvolver melhor ao longo dos demais posts, mas não dá para ficar jogado assim.

Estes detalhes que apontei são coisas que descontam pontos em missões por ortografia e coesão. No último caso, descontaria por coerência. Tome muito cuidado. A ficha de reclamação é, normalmente, a primeira narração do player, então, apesar de todos os erros aqui apontados, não vou exigir tanto assim e não irei reprová-la. Só peço que tome bastante cuidado no futuro, ok?

Ave, Amelia Petersen! Reclamada como filha de Despina!

Mark Assis:

Mark, Markado de Assis, seja bem-vindo. Você tem um jeito divertido de narrar os fatos da história. Os moleques feios e as meninas que só falam de maquiagem... parecia meu ensino médio. O problema disso é fazer as descrições de forma muito corrida e com excesso de vírgulas, como se fossem trocentas orações encaixando-se umas nas outras. Calma, amigo. Não faça a ficha na pressa, revise e revise outra vez.

Outra coisa: você conseguiu a proeza de escrever um parágrafo de vinte e duas fucking linhas! Piedade, Mark, pelo amor de Hécate (que, por sinal, sou eu). Tome o cuidado de ver quando um parágrafo deve ser encerrado para que outro comece. Se estiver com dificuldades, pode pedir ajuda aos monitores e demais players no chat. Não é um problema. Pelo contrário, vai ajudá-lo a fazer narrações cada vez melhores. Outra dica: não escreva os algarismos, cite o nome deles. Por extenso. É muito melhor.

Uso dos porquês e uma aulinha rápida: "por que" serve para perguntas, diretas ou indiretas, e tem a palavra "razão" ou "motivo" escondida ("Por que você foi embora?" / "Não sei por que você se foi"); "porque" serve para respostas, podendo ser substituído por "pois" ou equivalente ("Fui embora porque precisava estudar"); "por quê" serve também como indagação, direta ou indireta, mas no fim de uma frase, sendo sucedida por pontuação ("Fazer dieta por quê?"); e "porquê" tem função de substantivo, sendo sinônimo de "razão" ou "motivo" ("Não entendo o porquê disso").

Reprovado desta vez. Boa sorte na próxima.

Katherine Crownguard:

Katherine, seja bem-vinda (sendo novata ou não). Olha só, serei bem sucinta na sua avaliação por um simples motivo: você não usou o template obrigatório e isto é motivo de reprovação automática. Mas, como não sou uma carrasca, darei um feedback sobre sua narração.

Está muito boa. Salvo alguns errinhos como "com nós" e "junta a ela", você tem um modo quase poético de fazer as descrições e ambientações, eu adorei isso. Vejo que sua ficha precisa de melhorias simples, coisa que uma revisão atenta com uma leitura em voz alta facilmente podem resolver. Atente-se às regras de postagem da ficha e a estes pequenos detalhes, releia antes de postar e terá sucesso.

Reprovada desta vez. Boa sorte na próxima.

Aguardando atualização!

Silvia Royce
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Katherine Crownguard em Dom 27 Maio 2018, 01:43


FICHA DE RECLAMAÇÃO
— Por qual deus deseja ser reclamado/ qual criatura deseja ser e por quê?

Afrodite. Deixando de lado o argumento de ser a deusa preferida, eu queria mostrar que uma filha de Afrodite pode ir além e não ficar somente no clichê de ser um rostinho bonito e um corpo gostoso. Mostrar que o amor, também pode levar alguém a lutar.

— Perfil do Personagem (Características Físicas e Características Psicológicas - preferencialmente separadas):

Físicas:  Katherine possui uma pele alva levemente bronzeada. Esta entra em contraste com seu cabelo ruivo ondulado que vai se alonga até a metade de suas costas.  Seu porte físico é de um corpo esguio, pesando 60kg bem distribuídos em sua altura de 1,70cm. Mas as características que mais chamam atenção em Katherine são seus lábios rosados e seus olhos penetrantes e hipnotizantes de cor esverdeados junto a um tom de castanho claro incomum.

Psicológicas: Intensa, impulsiva e instável. Essas são as três características principais de Katherine. Para ela cada sentimento é intenso e entendido de uma forma,  por isso muitas vezes não consegue controlar as várias emoções, principalmente o amor. Ela honra o signo de peixes na maioria de seus aspectos e leva uma vida em que é tudo ou nada. Curiosa, alegre, elétrica e que quase sempre gosta de ser o centro das atenções. Sabe do poder manipulador que tem sobre alguns, e abusa disso.


— História do Personagem:

28 de Outubro de 1999, Miami.

As estrelas brilhavam fortemente naquela noite escura. O reflexo da lua no mar agitado encantava os banhistas que se aventuravam ao nadar durante a noite. Parecia uma cena clichê de cinema, em que há casais românticos mergulhando e fazendo declarações, entretanto, perante tantos casais apaixonados, um casal em especifico chama a atenção.

— Você não pode fazer isso comigo. Conosco. — Disse um homem moreno olhando para o bebe em seus braços e à mulher a sua frente.

— Thierry, você sabia que isso aconteceria. Eu não posso ficar. — Disse a mulher encarando o pequeno ser nas mãos do homem.

— O que acontecerá com nossa filha? Como a chamaremos? — Disse Thierry segurando as lágrimas que insistiam em aparecer em seus olhos.

— Ela vai se chamar Katherine. Katherine Crownguard. Esconda ela, a proteja, eu a chamarei quando ela estiver pronta. — Disse a mulher antes de desaparecer por completo.

— Katherine Crownguard. — Repetiu Thierry encarando a pequena em seus braços e fazendo um carinho com seu polegar na bochecha de sua filha.

O homem começou a andar em direção ao seu carro estacionado acima da praia.Suas lágrimas agora caiam em seu rosto bronzeado perante a despedida da mulher que mais amara em sua vida.

Ele entrou no seu veículo preto brilhante, colocou sua filha na cadeira para automóvel de cor vermelha, se assegurou de ter apertado os cintos e deixa-la segura e então dirigiu até a sua casa.

Enquanto dirigia ele não conseguia aceitar o fato de que ela abandonara sua própria filha e ele mesmo.

25 de Agosto de 2005, Miami.

O sol já havia se posto, a noite reinava junto a chuva e trovoes.

Katherine estava sentada aos prantos em uma das cadeiras de madeira que compunham a mesa de jantar. A criada da casa estava ao seu lado tentando acalmá-la, mas não obtinha sucesso.

Para o alivio de todos, a porta da frente se abriu. Ele havia chegado.

— Papai. — Disse Katherine soluçando e correndo na direção do grande homem na porta principal.

— O que foi minha princesa? — Disse Thierry preocupado com sua filha, pegando-a em seus braços e encarando a criada.

— Não sei o que aconteceu com ela, Sr. Crownguard. Ela estava bem, brincando com boneca na sala e do nada começou a chorar e a falar de uma criada de cabelos vermelhos. — Disse a idosa preocupada.

— Ela tentou me pegar papai. A criada de cabelos vermelho, ela correu na minha direção e tentou me machucar, eu fiquei escondida e com medo. — Disse a menina entre os soluços.

— Mas nós não temos... — Começou a dizer Thierry, mas ele percebeu o que tinha acontecido. Não era uma criada. — Vivian, arrume todas as minhas malas, as de Katherine, suas e de Frederico, vamos partir essa noite.

— Para onde vamos, senhor? — Questionou Vivian.

— Vamos para Nova York. — Disse o homem por fim, acariciando os cabelos ruivos de sua filha e pegando seu celular para fazer uma ligação ao seu chefe. — Sim, eu aceito o emprego em Nova York.

Ela só tinha 6 anos e já estavam atrás dela, pensava Thierry. O homem bronzeado levou sua filha para o quarto e a deitou na cama cor de rosa, acariciando seus cabelos até que ela adormecesse. Naquela noite Thierry não conseguiu dormir.

16 de Março de 2014, Nova York.

Os anos se passaram e junto deles, Katherine cresceu. A cada dia ela parecia estar mais bonita, qualquer lugar que ia ela ganhava destaque e despertava paixões. Ela sabia disso e amava mexer com os corações das pessoas.

Ao decorrer dos anos, Katherine conheceu Mirabella, a qual se tornou sua melhor amiga desde os seus nove anos. Mirabella era uma garota de pele negra, olhos castanhos e cabelo no estilo black power. Ela era a única menina que nunca havia sentido inveja de Katherine, a única pessoa que esteve ao lado da ruiva sem segundas intenções.

Elas estavam no primeiro ano do ensino médio quando a vida de Katherine tomou um novo rumo.

— Eu nem acredito que está finalmente chegando, Mira. — Disse a ruiva empolgada enquanto mordia seu sanduiche natural, estava sentada em uma das cadeiras da cantina.

— Finalmente os tão esperados 15 anos Kat. — Disse Mirabella com empolgação mas também preocupada.  — Seu pai apareceu mais uma vez na revista mensal.

— Sério? Deixe-me ver. — Disse Katherine pegando a revista da mão da amiga e encarando a foto de seu pai estampada e começando a ler as informações ao lado.

“ Thierry Crownguard, um dos solteiros mais cobiçados de Nova York. Ex-modelo e atual empresário da agência de modelos Pearl.”

— As vezes eu fico pensando, se minha mãe não tivesse morrido ao me dar a luz, como estaria nosso presente. — Disse Katherine com a voz um pouco triste após ler a reportagem.

— Ela faz bastante falta né? — Disse a amiga tentando consolar.

— Sim, meu pai é incrível, mas tem situações como menstruação, garotos e essas coisas que não tem como conversar com ele. — Disse a ruiva sorrindo. — Ele me diz que minha mãe era a mulher mais linda que ele já havia visto. Ela era elegante, amorosa e intensa. Meu pai fala que eu lembro muito ela, queria que ela estivesse aqui.

— Eu tenho certeza que ela cuida de você, mesmo lá de cima. — Disse Mirabella apontando para o céu.

— Ali a menina que se acha a última bolacha do pacote. — Cochichou uma menina para outras duas. Elas estavam na mesa do lado a de Katherine e Mirabella.

— Ela nem é isso tudo, não sei por que os meninos a endeusam tanto. — Disse a outra com inveja.

— Sim, eu sou isso tudo e mais. — Disse Katherine, escutando o cochicho e encarando elas.

— Garotinha mimada e infantil. — Disse por fim a ultima garota,  se levantando e apontando para a ruiva.

— Isso tudo é inveja? Pois saiba que você... — Começou a dizer Katherine, mas então ela a viu.

Katherine direcionou seu olhar a cantina por alguns segundos e então viu a criada de cabelos vermelhos que tinha visto e fugido quando era criança.

— Vamos sair daqui, agora. — Disse Mirabella segurando o braço direito de Katherine e arrastando-a para longe dali.

O intervalo havia acabado, elas voltaram para a sala de aula. Entretanto Katherine não conseguia prestar atenção. As aulas passavam como um raio e a ruiva não conseguia pensar em outra coisa a não ser na criada de cabelos vermelho.

Mirabella e Katherine estavam na porta do colégio esperando o motorista do Sr. Crownguard busca-las. Elas iriam arrumar os últimos detalhes para a festa de debutante de Katherine que seria no dia seguinte.

— Você também a viu? — Questionou Katherine pensativa. — Uma mulher de cabelos vermelho na cantina.

— Mulher de cabelos vermelho? Não que eu me lembre amiga. — Disse Mirabella bancando a ingênua.

— Eu devo estar vendo coisas novamente . — Disse Katherine rindo por fim, mas tinha certeza do que tinha visto.

Frederico, o motorista, chegou dirigindo o celta prateado e as levou para a enorme casa dos Crownguard. Era uma casa extremamente grande para quatro moradores, sendo que seu pai passava a maior parte do dia fora de casa para administrar sua agência.

Mirabella, Vivian e Katherine passaram o restante da tarde arrumando os últimos detalhes da festa. Mesas, entrada do buffet, lembrancinhas, o bolo, o vestido, ensaiando mais uma vez a dança e por fim a música que cantaria. Ela amava cantar.

— Eu estou cansada, amanhã é meu grande dia. Vou tomar um banho e ir dormir, faça o mesmo Mira. — Disse Katherine se espreguiçando.

— Sim, também estou cansada. Vou ligar para minha mãe e avisa-la, pode ir subindo. — Respondeu a amiga.

— Tudo bem. — Disse Katherine subindo as escadas em direção ao segundo andar.
Mirabella observou a amiga subindo e quando teve a certeza que ela não estava por perto, resolveu dar um telefonema.

— Sr. Crownguard, ela nos achou e acho que não está sozinha. Sim, ela a viu. Vamos partir depois de amanhã então. — Respondeu Mira por fim.

Mal sabia Mirabella que Katherine havia voltado para pegar sua mochila e tinha escutado a conversa.

“Eu não estava vendo coisas, ela também viu e meu pai também sabe da existência dela. Nos achou? Vamos partir amanhã? Amanhã é meu baile de debutante e ele não vai ser arruinado por nada”  Pensava Katherine enquanto ia para o banheiro levemente irritada por esconderem algo dela.

Katherine banhou-se na banheira, afundando-se e ainda pensando na conversa. Muitas dúvidas rodeavam seus pensamentos e a ansiedade pela sua festa também a consumia. Estava com o sentimento forte de que algo aconteceria.

Saiu da banheira feita de acrílico da cor branca, enrolou a toalha em seu corpo e se olhou no espelho. Pegou o pente e começou a pentear seus cabelos ruivos com muita delicadeza. Após penteá-los, os secou e foi para seu quarto cor carmesim. Trocou de roupa e tentou permitir-se dormir.

Mirabella fez o mesmo procedimento, mas o medo estava evidente em seus olhos castanhos. Sabia que o monstro as tinham achado, que o cheiro de semi-deusa de Katherine estava forte demais e chamaria mais monstros a cada instante. Já tinha passado da hora dela ir para o acampamento meio-sangue. Estava cumprindo sua missão de proteger a pequena semi-deusa, mas não sabia do quão poderoso o monstro poderia ser. Esses pensamentos deixaram Mirabella alerta a noite toda.

17 de Março de 2014, Nova York.

Katherine acordou antes mesmo do seu celular despertar. Não havia dormido direito devido a ansiedade. Finalmente chegara o dia.

Ela direcionou-se ao banheiro, fez suas higienes pessoais, trocou seu pijama por um vestido vermelho de renda e um salto alto preto. Passaria a tarde toda no salão se arrumando para sua festa, a qual ela tanta ansiava e estava empolgada.

Descendo as escadas, Katherine foi surpreendida por um imenso parabéns vindo de seu pai, Mirabella, Vivian e Frederico.

— Eu não estou acreditando. — Disse Katherine surpresa e abraçando seu pai.

— Eu nunca esqueceria essa data. — Disse Thierry abraçando sua filha com todo o amor.

— Até por que ela não deixaria a gente esquecer. — Disse Mirabella sorrindo.

— Parabéns minha querida. — Disse Vivian e Frederico a abraçando.

— Obrigada, muito obrigada. — Disse Katherine com um sorriso deslumbrante e feliz por eles estarem ali com ela.

Após o momento de congratulações, Katherine tomou seu café da manhã e apressadamente correu para o salão. Claramente já estava atrasada.

A tarde de Katherine foi a de mais pura vaidade. Salão, manicure, sapataria e logo após a loja de vestido para pegar o vestido mais deslumbrante. Durante todas essas etapas, ela ligava de dez em dez minutos preocupada com sua festa.

— Sim filha, já está tudo pronto. Se acalme, está tudo lindo. O salão de festa já está todo decorado e iluminado, as mesas com os forros e lembrancinhas, os doces, fotografo e dj estão todos certos e comunicados. Vai dar tudo certo, confie no seu pai. — Disse Thierry por fim com um ar de orgulho de si mesmo.

— Tudo bem então pai, já estou quase indo para casa. — Disse Katherine enquanto corria para pegar seu vestido.

Frederico a levara em todos os lugares com felicidade. Ele gostava de Katherine, ela era bastante atraente.

— Para onde agora, madame? — Disse Frederico encarando a garota. Ela estava incrível.
Seu cabelo ruivo estava solto e com mais vida. Sua maquiagem ressaltava seus olhos e o batom vermelho ressaltava sua boca. Ela parecia uma boneca de porcelana de tão perfeita
.
— Para o lugar da festa, Frederico. Eu vou me trocar no próprio espaço da festa. — Disse Katherine ansiosa e ligando mais uma vez para seu pai. Mas dessa vez ele não atendeu.

Katherine estava nervosa e elétrica. Contava as quadras até finalmente chegar no espaço da festa. Quando chegou, saiu correndo para a porta principal. Ela queria ver como tudo estava organizado. Entretanto, assim que abriu a porta de vidro da entrada, o susto tomou conta de sua expressão facial.

Tecidos rasgados, mesas e cadeiras jogadas de cabeça pra baixo por todo o salão, luzes quebradas e flores esmagadas. Estava tudo na mais pura ruína.

— Mas o que acontec... — E antes de terminar de sussurrar para si mesma, Katherine foi puxada pelo braço para baixo, atrás de uma mesa virada.

— Fica quieta e não grite. — ordenou Mirabella sussurrando para a amiga.

— O que aconteceu aqui? Cadê meu pai? Se isso tiver haver com a viagem que você e meu pai falaram e com aquela mulher de cabelo vermelho, eu mato vocês. — Disse Katherine com o rosto expressando raiva.

— Então você escutou a conversa... — Disse Mirabella suspirando. — Tudo bem, seu pai deveria estar te contando isso e não eu, mas você é especial Kat. Você não é como os outros humanos, você é... — Mas antes de Mira terminar sua frase, um monstro de rosto desconfigurado levantou a mesa.

— Achei você. — Disse o monstro de olhos rubros encarando Katherine.

— Corra, Katherine. — Disse Mirabella antes de começar a mudar.

Sua pele negra começou a ter um tom esverdeado e de aspecto de madeira e seu black power deu lugar a folhas.

— Mas o que diabos é isso. — Disse Katherine assustada ao encarar a amiga. — Mira, você é uma árvore.

— Uma dríade, destinada a te proteger. Agora, corra. — Disse Mirabella segurando uma adaga e chamando a atenção do monstro.

Entretanto não era útil. A criatura de olhos rubros derrubou Mirabella contra as luzes quebradas com um só golpe, fazendo a adaga cair um tanto quanto longe. Ele queria Katherine e quanto mais a mesma corria, mas ela a queria.

Katherine seguia seu instinto de fuga. Ela sabia que algo iria acontecer hoje, sentia isso. Enquanto corria, o salto escorregou e ela caiu.

— Não tem pra onde correr. — Disse a criatura levantando sua garra para atacar Katherine.
A ruiva não conseguia mexer-se. Já tinha aceitado a morte, estava caída e sem ninguém do lado. Mas então, antes do golpe ser certeiro, seu pai empurrou o monstro. Perante o empurro, a garra do monstro atingiu seu braço, fazendo um corte profundo.

— Papai. — Disse Katherine com medo e vendo seu pai caído e machucado no chão.
O monstro estava voltando. Seu pai estava na sua frente machucado e sangrando. Mirabella havia machucado-se também ao ser empurrada contra as luzes.

— A adaga, pegue-a. — Disse uma voz doce e confortante.

Katherine se sentiu confortada pela aquela voz e então colocou-se de pé e correu em direção a adaga.

Uma aura rosa começou a se formar ao redor de Katherine. Cada poro de seu corpo fazia a aura surgir.

— Não adianta correr. — Grunhiu o monstro. — Eu sinto seu cheiro.

Katherine parou, agachou-se e começou a fingir um falso choro. O monstro acreditou.
Ele andava na direção de Katherine, e quando levantou sua garra para atacar, foi surpreendido.

Katherine rolou para o lado e o atacou.

— Você não vai mais machucar quem eu amo. — Disse Katherine desferindo um golpe com a adaga, fazendo o monstro se transformar em um pó dourado.

Após isso, Katherine correu em direção a seu pai.

— Katherine, você foi incrível. — Disse Thierry com dificuldade enquanto permanecia deitado e encarando sua filha.

— Vai ficar tudo bem, papai. — Disse Katherine encarando seu pai e o ferimento.

— Ele vai ficar bem, já liguei e pedi uma ambulância. — Disse Mirabella se aproximando com dificuldade.

— O que está acontecendo? O que era aquela coisa? Por que você virou uma árvore? Por que estavam me seguindo? Para onde vocês queriam me levar?. — Disse Katherine sem respirar.

— Você foi reclamada. — Disse Mirabella encarando o símbolo de uma pomba branca acima da cabeça de Katherine. — Você precisa vir comigo, agora.

— Sim, você precisa ir. Eu não consigo mais te proteger minha filha. Você está forte demais. Eu vou ficar bem. — Disse Thierry concordando com Mirabella. — Se encontrar sua mãe, diga-a que ainda a amo.

— Mas minha mãe está morta. — Disse Katherine confusa perante tantas informações.

— Não, não está. Vamos, tem um táxi nos esperando pela porta de trás. Ele nos levará ao acampamento e lá eu te explico tudo, mas precisamos ir, senão mais criaturas virão. — Disse Mirabella voltando a forma humana e arrastando a amiga pelo braço esquerdo.

Katherine conseguia escutar as sirenes. A ambulância estava perto. Então mesmo relutante, Katherine seguiu sua amiga, adentrando no táxi a qual ela não sabia o destino.
Durante todo o trajeto, Katherine perguntava coisas para Mirabella e ela não respondia.

— Não me esconda as coisas Mirabella, me diga agora. — Disse Katherine estressada.

— Chegamos, vamos. — Disse Mirabella por fim.

Katherine seguiu a amiga por um lugar com escrita em grego e ao adentrar observou várias pessoas a encararem.

— Seja bem-vinda, filha de Afrodite. — Disse Mirabella por fim encarando a amiga.

Percy Jackson RPG BR



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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Noelle van Houten em Dom 27 Maio 2018, 08:28



avaliação  //


Katherine Crownguard — Aprovada como filha de Afrodite


Katherine, seja bem-vinda ao fórum! Lendo sua ficha acabei por tomar certa empolgação acerca de sua personagem. Realmente espero que leve sua trama em frente e mostre que filhas de Afrodite não são apenas o estereótipo.

Partindo agora para o seu feedback — que é importantíssimo, portanto não deixe de ler: Você cometeu alguns (vários) errinhos de ortografia durante o texto, coisa que pode ser tomada como desatenção e que não prejudicaram sua ficha por conta da dificuldade de aprovação ser "comum", mas certamente não passaria caso fizesse o teste para um deus mais rígido. Pude perceber vários espaços em excesso ou supressão, pontuação incorreta e erros de concordância.

Você esquece de acentos em exemplos como "[...] um casal em especifico chama a atenção." e "— As vezes eu fico pensando, [...]". A falta de vírgulas também é notável, o que pode ser resolvido com uma leitura em voz alta do texto, como a monitora anterior já havia citado para você.

"Sabia que o monstro as tinham achado, que o cheiro de semi-deusa de Katherine estava forte demais e chamaria mais monstros a cada instante."

Veja que nesta frase você poderia ter escrito somente "o monstro as tinha achado", "semideusa" é escrito sem hífen e o uso da palavra "monstro" foi repetido na sentença. Tente fazer uso de mais palavras de sentido semelhante durante o texto, para não ficar cansativo para o leitor.

Em resumo: atenção, vírgulas, ortografia e sinônimos. Espero que você se desenvolva bastante no fórum, tanto como player quanto sua personagem! Seja bem-vinda, filha de Afrodite.




Dúvidas, reclamações, desabafos: MP
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por 146-ExStaff em Dom 27 Maio 2018, 08:45



atualizado

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Re: Ficha de Reclamação

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