Ficha de Reclamação

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Ficha de Reclamação

Mensagem por 146-ExStaff em Sex 07 Out 2016, 12:41

Relembrando a primeira mensagem :




Fichas de Reclamação


Este tópico foi criado para que o player possa ingressar na sua vida como semideus ou criatura mitológica. Esta ficha não é válida sob nenhuma hipótese para os 3 grandes (Hades, Poseidon e Zeus) devendo os interessados para estas filiações fazerem um teste específico, como consta aqui [link]. Para os demais semideuses, a avaliação é comum - o que não quer dizer que ao postar será aceito. Avaliamos na ficha os mesmos critérios que no restante do fórum, mas fichas comuns exigem uma margem menor de qualidade, mas ainda será observada a coesão, coerência, organização, ortografia e objetividade. Abaixo, a lista de deuses e criaturas disponíveis em ordem alfabética, com as devidas observações.




 
 


 
 


 
 


 
 


 
 


 
 


 
 


 
 


 
 


 
 


 
 


 
 


 
 


 
 


 
 


 
 


 
 


 
 


 
 


 
 


 
 


 
 


 
 


 
 


 
 


 
 


 
 


 
 


 
 


 
 


 
 


 
 


 
 


 
 



Deuses / CriaturasAvaliação
AfroditeComum
ApoloComum
AtenaRigorosa
AresComum
Centauros(as)Comum
DeimosComum
DeméterComum
DespinaRigorosa
DionísioComum
Dríades (apenas sexo feminino)Comum
ÉoloComum
EosComum
Espíritos da Água (Naiádes, Nereidas e Tritões)Comum
HadesEspecial (clique aqui)
HécateRigorosa
HéraclesComum
HefestoComum
HermesComum
HéstiaComum
HipnosComum
ÍrisComum
LegadosComum
MacáriaRigorosa
MelinoeRigorosa
NêmesisRigorosa
NyxRigorosa
PerséfoneRigorosa
PhobosComum
PoseidonEspecial  (clique aqui)
Sátiros (apenas sexo masculino)Comum
SeleneComum
TânatosComum
ZeusEspecial (clique aqui)



A Ficha


A ficha é composta de algumas perguntas e o campo para o perfil físico e psicológico e a história do personagem e é a mesma seja para semideuses, criaturas ou legados. Aqui, ressaltamos e relembramos a existência de um sistema de Legados no fórum. Com as recentes mudanças na ambientação do fórum, também, deixamos aqui explícito que os novatos que decidirem seguir para o acampamento, estarão vivendo sob a tutela e regência de Éris. Os que desejarem ser guiados por Quíron e campistas aliados do Olimpo, devem seguir para o Clube da Luta. Mais informações no tópico de trama geral do fórum.

Plágio não será tolerado e, ao ser detectado, acarretará um ban inicial de 3 dias + aviso, e reincidência acarretará em ban permanente. Plágio acarreta banimento por IP.

Aceitamos apenas histórias originais - então, ao usar um personagem criado para outro fórum não só não será reclamado como corre o risco de ser punido por plágio, caso não comprove autoria em 24h. Mesmo com a comprovação, a ficha não será aceita.

Fichas com nomes inadequados não serão avaliadas a menos que avisem já ter realizado o pedido de mudança através de uma observação na ficha. As regras de nickname constam nas regras gerais no fórum.

Lembrando que o único propósito da ficha é a reclamação do personagem. Qualquer item desejado, além da faca inicial ganha no momento de inscrição do fórum e dos presentes de reclamação (adquiridos caso a ficha seja efetivada) devem ser conseguidos in game, através de forjas, mercado, missões e/ou DIY.



TEMPLATE PADRÃO:
Não serão aceitas fichas fora desde modelo

Código:
<center>
<a href="goo.gl/6qY3Sg"><div class="frankt1">FICHA DE RECLAMAÇÃO</div></a><div class="frank1"></div><div class="franktextim">[b]— Por qual deus deseja ser reclamado/ qual criatura deseja ser e por quê?[/b]

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[b]— Perfil do Personagem (Características Físicas e Características Psicológicas - preferencialmente separadas):[/b]

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[b]— História do Personagem:[/b]

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</div><div class="frank2"></div> <div class="frankt2">Percy Jackson RPG BR</div></center>


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Ficha de Reclamação

Mensagem por André Marski em Ter 26 Jun 2018, 18:38


FICHA DE RECLAMAÇÃO
— Por qual deus deseja ser reclamado/ qual criatura deseja ser e por quê?

Despina, pois uma deusa que nasceu da violência, foi rejeitada pela mãe, desprezada pela irmã e temida pelos homens, e ainda assim consegue encontrar espaço no coração para amor e confiança (mesmo que dificilmente) depois de tanto sofrimento merece o respeito de qualquer um.

— Perfil do Personagem (Características Físicas e Características Psicológicas - preferencialmente separadas):

Físicas: André é bem alto para a média das outras crianças de 12 anos, possui cabelos castanho escuros no verão, e no inverno eles se tornam quase brancos, sendo que a transição ocorre na primavera e no outono, para não chamar muito a atenção, seu pai e sua tia davam lhe um remédio especial, gosta de deixá-los longos, mas depois da morte do pai, cortou  o cabelo, raspando a parte de trás, simbolizando que agora ele estava começando de novo.
A pele é branca caucasiana, e os olhos castanho escuro, mas depois da reclamação, assim como os cabelos, os olhos mudam de cor conforme a estação, sendo a cor do inverno branca.

Psicológicas: Introspectivo, quieto, sério, geralmente muito calmo, tímido, dá a impressão de ser muito frio e distante, mas os poucos que conseguem se aproximar percebem que ele também é extremamente leal, solicito e bondoso, sendo capaz até de abrir mão de sua mansidão típica para defendê-los. Tem um grande complexo de culpa e acha que é responsável pelo mundo inteiro, possui uma boa auto-confiança mas uma péssima auto-estima.

André sempre foi visto como esquisito, mais alto que todo mundo, parecendo um fantasma, calado, sua chegada nos lugares fazia com que seus colegas como que congelassem. Mas como não era exatamente medo que sentiam dele, não demorava muito para que virasse alvo de piadinhas e brincadeiras de mau gosto, como apelidos colados no armário, bolas de neve atiradas sem aviso prévio e a exclusão de grupinhos para qualquer coisa que fosse.
Bom, pelo menos até que algum infeliz resolvesse tentar bater nele ou implicar com as poucas pessoas que tentavam ser legais, geralmente professoras ou uma alma bondosa qualquer, nesse momento, parecia que toda a fúria e mágoa contidas escapassem de uma vez, e não foram raras as vezes que sua força anormal mandou coleguinhas para a enfermaria.

Por causa desses incidentes que mais cedo ou mais tarde ocorriam, ele precisou mudar várias vezes de escola, tendo inclusive que estudar em casa nas vezes que seu pai não conseguia uma escola que o aceitasse fora do tempo normal.

Essas complicações com os colegas que não gostavam dele, a timidez que não o deixava conversar com os poucos que gostavam e as mudanças constantes acabaram por deixá-lo sem muitos amigos, sendo que além dele mesmo, se abria apenas com seu pai e sua tia. Essa solidão também fez com que ao invés de brincar com amigos, acabasse por dedicar seu tempo a estudos e a música, como a dislexia não tornava a leitura muito fácil, ele assistia vídeo aulas ou gravava áudios sobre seus temas preferidos e ficava ouvindo enquanto caminhava por ai.

Toca piano muito bem, é afinado para cantar, sabe quase tudo sobre história e geografia, fala inglês, português e arranha um pouquinho de alemão, francês e espanhol.


— História do Personagem:

Esdras Marski Nascimento era um ex militar  brasileiro, cujos avós emigraram da Alemanha para fugir da Primeira Guerra, e vieram se assentar em Minas Gerais, Brasil. Depois de servir algum tempo pela ONU no Congo, desiludiu-se com as atrocidades da guerra e resolveu pedir licença das forças armadas, mudou para os Estados Unidos e começou a lecionar história para o ensino médio, numa tentativa de mostrar as futuras gerações os erros que não deveriam repetir. No inicio de seus trinta anos, uma mudança tão brusca foi difícil de lidar, ainda mais quando sua esposa veio a falecer em um tiroteio, apenas por estar na hora e lugar errados.

Com uma carreira sólida rejeitada, a pessoa que amava morta, a família distante e não muito bem quista, Esdras tinha tudo para chutar o pau da barraca, mas com uma resiliência estoica, seguiu em frente, afinal, o que restava a ele?

Talvez essa recusa em desistir perante as desgraças, ou talvez por gostar de correr sem camisa pela praça de noite no inverno do Sul do país, herança do passado militar, ou ainda ambos os fatores, que tenham chamado a atenção dela, mas isso ele nunca perguntou.

-22:00, acho que vai dar tempo de mais umas 4 voltas... bom, de qualquer forma é melhor que corrigir provas. Uai, mas o que é aquilo!?!

Era uma visão fascinante, alta, com um semblante rígido (talvez fosse militar também?), cabelos loiros quase brancos e uma pela tão pálida que parecia brilhar com a luz da Lua, a distância parecia um fantasma correndo para alcança-lo, mas ao aproximar-se erá nítido que parecia-se mais com um anjo.

-Calma Esdras, calma, não passe vergonha e feche essa boca seu tolo, ela está olhando pra você!

Percebendo que ele não tinha palavras, foi ela que começou a conversa perguntando se podia correr junto com ele, que mais do que rapidamente permitiu, se atrapalhando todo para colocar a camisa que estava pendurada na bermuda enquanto um leve rubor atravessava sua face.

-Não queria lhe constranger, meu nome é Despina, posso lhe acompanhar?

-Err, cla.. claro! Meu nome é Esdras, muito prazer!  Pretendia dar mais 4 voltas, mas podemos fazer menos se quiser.

-Menos?  Huuum, achei que fosse mais animado Esdras, que tal mais 10?

Depois de várias corridas, alguns cafés e uma disputa amigável de xadrez, Esdras parecia mais e mais enfeitiçado pela enigmática mulher, que parecia sempre estar a testá-lo, seja com um olhar mais penetrante ou um desafio amistoso. Podia fazer algum tempo desde que saiu com uma mulher (na verdade, nenhuma desde sua esposa) e podia estar enferrujado, mas ele estava convencido de que ela estava interessada nele, embora nunca tivesse proposto nem insinuado nada, como se fosse boa demais para qualquer um, ah e como era!

E ele, que até então também não havia exposto o que sentia verdadeiramente, não pôde se conter:

-Minha senhora (ele havia criado essa brincadeira depois de descobrir o significado de seu nome), eu.. eu gostaria de conversar com você.

-Ora seu tolo, e não é o que estamos fazendo?

-Sim, mas sobre um outro assunto.

Ela então pende a cabeça levemente para um lado em curiosidade

-E qual seria?

-Bom, já faz algum tempo, na verdade, acho que desde que nos conhecemos, que... ah eu, nunca fui bom com essas coisas, bem, vamos direto ao ponto, eu gostaria de lhe conhecer mais, sabe? E não como amiga, me pego pensando em você a todo momento e estar junto de você me faz feliz de um modo que não ficava a muito tempo, e eu não poderia ser tão babaca de deixar alguém tão especial como você escapar pelos meus dedos.


-Ai meu Deus, e se ela recusar? Como sou idiota, eu podia ter dito outra coisa, e se...

Ele sente então uma mão fria, mas gentil, tocar seu rosto, e aproximá-lo um pouco mais, para que ele pudesse ver um sorriso antes de se beijarem.

Alguns meses depois...

Ele havia ficado bastante aborrecido com a noticia de que ela deveria fazer uma viagem de 9 meses a trabalho , mas de forma alguma isso superava a surpresa dele quando  ela retorna com uma criança e uma história digna dos deuses. Claro que a descrença veio primeiro, mas depois de alguns pequenos milagres ele finalmente se convenceu, mesmo a contragosto, de que Despina era uma deusa grega, e não de forma figurada, e de que eles não poderiam viver juntos, apesar dela vir visitá-los sempre que possível, mas com a condição de que fosse tratada como uma "tia distante", para o bem da criança, disse ela. Mas mesmo assim, Esdras parecia ter encontrado um propósito de novo, e nunca amou ninguém como amou aquele pequeno ser em seus braços.

André seria o nome dele, cujo significado em grego simboliza a força que seria necessária para ele superar os desafios que encontraria, pois como Despina havia avisado, nem todos os seres mitológicos são aliados, e além dos problemas de André na escola, havia outro motivo para as mudanças constantes, o cheiro meio sangue atrai todos os tipos de monstros.

E é por isso que, prestes a completar 13 anos, e logo depois de mais uma expulsão, Esdras chama seu filho na sala, e sua tia, que o acostumou a chamá-la apenas de senhora, e que estava de "férias de seu trabalho no Alaska", como ela dizia, para uma conversa, e explica toda a situação para ele, dizendo que não é mais seguro para ele ficar no Brasil, de que ele iria para uma escola especial em Nova Iorque, que sua tia era uma deusa, que ela era na verdade sua mãe (bom, não ficaria muito triste se essa parte for verdade),  etc etc.

-Pelo menos eles foram gentis e contaram uma história bonita ao invés de jogar na minha cara que estão fazendo o impossível para consertar meus erros. Bem, comigo longe acho que darei menos trabalho pra todo mundo de qualquer forma...  Huuum, agora preciso fazer logo as malas, onde está a História da Grécia?


Na viagem até NY, André procura não conversar muito e acaba dormindo a maior parte da viagem, até que, próximo ao pôr do Sol, subitamente o carro freia e se não fosse o cinto de segurança, alguém teria aprendido a voar naquele instante.

-Que isso pai! O que está acontecendo?

-Perdão filho, mas parece que bloquearam a estrada


Quando o susto inicial passa, é possível ver uma grande árvore bloqueando o caminho.

-Peraí que eu vou dar uma olhada.

O frio nunca o incomodou muito, mas quando seu pai abre a porta para sair do carro, André sente algo... diferente, como se um instinto esquecido o avisasse de que aquilo não era normal.

-Calma que eu vou junto, deixe eu colocar os tênis.

Quando ambos se colocam diante da árvore, o céu escurece um pouco mais e o vento se torna mais violento, uivando como um homem enlouquecido. Mas havia algo mais, alguém, ou alguma coisa, parecia os estar observando de dentro da escuridão que se formava.

-Nova York é muito longe daqui?

-Não muito, mas a pé nesse frio fica complicado, a não ser...

Esdras de repente para e se coloca em posição de combate.

-A não ser?

-Volte para o carro, agora, pegue minha faca no porta luvas e me espere lá.

-Pai, o que...

-AGORA!

O grito do pai só não surtiu tanto efeito porque foi abafado por um barulho maior, um uivo, mas dessa vez não era do vento, e ao se virar na direção da fonte do estrondo, seja lá o que fez seu pai congelar, vê uma enorme forma canina rosnando em direção a eles, mas era muito grande para ser um cachorro, um lobo? Olhos amarelos famintos, pelagem cinzenta como o frio uma aura de crueldade que humanos não deveriam ter, ainda mais animais.

Os segundos perdidos pela contemplação da criatura foram suficientes para a mesma avançar em uma velocidade incrível na direção de André, que sente apenas o empurrão que seu pai lhe dá momentos antes de uma bocarra cheia de dentes se fechar onde ele estava, e logo vê uma série de golpes desferidos contra o monstro, como se fosse um daqueles programas de televisão onde o herói vence o inimigo através de técnicas milenares ensinadas por algum mestre eremita perdido.

No entanto, aquilo não era a TV, e cada golpe parecia apenas fazer cócegas, e a esquiva de suas presas e garras só fazia aumentar sua fúria.

-Fuja filho! Saia daqui!

-E te abandonar? Melhor morrerem os dois!

André então corre em direção ao carro, e abre o porta luvas em busca da faca do pai. Segurando-a firme em suas mãos, ele sai mais uma vez, mas qualquer confiança que poderia estar sendo construída veio abaixo quando seu pai olha para ele em desespero por não estar fugindo e esse momento ínfimo de distração é suficiente para que seu pescoço seja rasgado por uma mordida poderosa enquanto garras cruéis cortam seu abdômen.

-NÃÃÃO! PAI!

Mais uma vez, André sente uma fúria inexplicável tomar conta dele, mais forte que o medo da morte ou a angústia de ver o sangue de seu pai manchar a neve, e corre na direção do lobo, para tirar dele 3 vezes mais sangue do que seu pai derramou. No entanto, tamanho ímpeto o deixou previsível e desequilibrado, e ao se abaixar para desviar do golpe, o lobo deixa André passar por cima dele, e então projeta o corpo para cima novamente, fazendo uma cama de gato e usando a força da corrida para jogá-lo para trás, se chocando com o tronco cáido.

Apesar da dor do choque, a ira ainda é mais forte, e quando ele tenta se colocar em pé novamente, consegue ver os olhos amarelos o fitando em desprezo  e as presas afiadas formando como se fosse um sorriso de escárnio.

-Maldito! Vou escrever o nome do meu pai nas suas costas com seu sangue e arrancar seus olhos para que veja, criatura do inferno!!

-Acalme-se André! Numa batalha não é apenas a raiva ou a força que define o vencedor, mas também a frieza e a inteligência!

-Tia?

Percebendo a surpresa do oponente, o lobo avança mais uma vez, mirando suas presas na garganta pálida que está a sua frente, mas para surpresa de ambos, André consegue se jogar para trás por sobre o tronco bem a tempo de ouvir o baque surdo que houve quando o monstro bate com a cara na madeira e logo depois escuta um urro de dor.

[i]-Use o ambiente a seu favor, faça seu inimigo agir e pensar como você quer que ele aja ou pense.


-Tia, onde está você?

Um breve momento de silêncio, mesmo que o som estivesse apenas em sua mente, que depois foi cortado pelo rugido de ódio da criatura que salta sem dificuldade para o lado do tronco onde André se encontrava, fazendo-do recuar alguns passos, ainda com a faca em mãos.

-Vingue seu pai, pequeno semideus, faça sua morte não ser em vão, assim como você fez sua vida não o ser...  
Mandei aliados na direção de vocês, mas..Eu gostaria de ajudar mais, mas eu não posso... Me perdoe filho, me perdoe.



-Conversamos disso depois.


E então, como se seu coração fosse tomado pelo inverno, a fúria deu lugar a uma frieza que congelou num instante todos os outros sentimentos que atrapalhariam o combate, assim como o vento congelou as lágrimas que começaram a cair quando percebeu que só se vinga-se dos mortos.

E ele então esperou.

Dessa vez foi o lobo que investiu, com ódio e inconsequente, saltando com as garras estendidas para estraçalhar seu inimigo, e dessa vez quem se abaixou foi André, fingindo aceitar o golpe, para no ultimo instante se jogar para o lado enquanto girava o braço para cortar o pelo cinzento e a carne debaixo dele, deixando tanto o braço quanto a faca brilhantes de vermelho.

Enquanto a fera se contorcia de dor, André se posiciona entre ela e á arvore, agora com a extremidade que foi quebrada atrás dele, formando pontas perigosamente afiadas, e aguardou novamente. Seu golpe foi efetivo, sim, mas não mortal, e o lobo se preparou para um novo bote. Dessa vez André se defendeu com o braço esquerdo e no momento que sentiu as presas entrando em sua carne, girou rapidamente usando a força do impulso do monstro para trocar de posição com ele e então usou toda a sua força para empurrá-lo na direção das pontas, empalando-o.
Não estava morto ainda, mas nada que algumas estocadas adicionais não resolvessem. Então ele caminha em direção a seu pai, estendido na neve, com seu adversário derrotado, não era mais necessário que suas emoções fossem contidas, e ao parar diante do corpo, suas pernas bambeiam e o obrigam a se ajoelhar, a dor do braço rasgado e  da força com que segurava a faca de seu pai apenas lhe deram energia maior para soltar um grito terrível, um misto de tristeza, raiva e desolação, e então se aproxima mais um pouco e coloca a cabeça de seu pai no colo,  e mais uma vez, espera, mas dessa vez, o inimigo era invencível, e seus ataques o faziam estremecer, soluçar e derramar ainda mais lágrimas, até que o cansaço finalmente o consumisse, e acabasse adormecendo.

E foi isso que encontraram, algum tempo depois, os enviados do Clube da Luta, um garoto adormecido com um homem morto em seus braços, a carcaça de um lobo pendurada no tronco de uma árvore caída, e o símbolo de Despina sobre a cabeça do menino.
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[/i]
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Cuzão em Sex 29 Jun 2018, 19:49


avaliação
ficha de reclamação

André Marski Aprovado como filho de Despina..

André, parabéns pela sua nova tentativa, mas foi aprovado com ressalvas.

Primeiro que a ficha para Despina é rigorosa, como o James já havia ressaltado na sua reprovação.

Erros de pontuação, ao utilizar-se do hífen (-) no lugar do travessão (—) é errado e, caso veja cada fala da sua narrativa, encontrará isso como defeito.

Na sua história, senti um pouco de correria e má-elaboração das ideias, como se algumas coisas caíssem de paraquedas durante o que desenvolvia, mas julgo ser sensato te aprovar.

Espero que consiga desenvolver a sua história e sua narrativa durante sua estadia aqui conosco no PJBR, ok? Busque os jogadores mais experientes (eu incluso, sem nenhum problema) e melhore cada vez mais.

Aguardo atualização.

#roubeidoMarkdnv
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por 139-ExStaff em Seg 09 Jul 2018, 10:56

Atualizado
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Henry L. Joshua em Qui 12 Jul 2018, 13:32


FICHA DE RECLAMAÇÃO
— Por qual deus deseja ser reclamado/ qual criatura deseja ser e por quê?
Por Héracles, visto a coragem e honra carregada por esse deus e a relação junto a Henry, que muito se utiliza de sua força física, odiando embates que reneguem esse estilo.

— Perfil do Personagem (Características Físicas e Características Psicológicas - preferencialmente separadas): Henry é negro e possui um corpo musculoso que não condiz com suas atividades. Raramente se esforça ou faz atividades físicas, o que causa espanto pelas suas condições. De personalidade quieta e raramente explosiva, Henry fala pouco e não costuma se envolver em questões alheias. As motivações do rapaz são meio ocultas até mesmo para ele.

— História do Personagem:



— Eu devo chegar mais tarde hoje, John. Se for sair, tranque tudo, não deixe igual a última vez.

Henry estava um pouco longe de onde morava. Ao contrário da maioria dos jovens, ele vivia somente com um amigo num apartamento antigo e não muito luxuoso no subúrbio de New York. Era por volta de seis da tarde e a noite começava a tomar a cidade. Ele havia acabado de deixar seu trabalho com a notícia de que não precisaria voltar. "Tivemos que fazer alguns cortes, Henry." Essa havia sido a desculpa para o colocar no olho da rua. Já não recebia muito como garçom, e como não possuía nenhum contrato, ele sairia da mesma forma que tinha entrado.

Talvez fosse bom passar pelo Central Park para esparecer um pouco as ideias. Ali nunca estava vazio, mas nada que um fone de ouvido e um pouco de sossego em uma área com menos turistas não fizesse.
Henry via algumas pessoas correndo, outras tirando fotos, fazendo exercícios e tudo mais... Ele nunca preciso daquilo. Não sabia nem quando tinha sido a última vez que tinha corrido em sua vida, mas seu corpo era melhor que 90% do parque inteiro. Não que isso importasse naquele momento, afinal não tinha um emprego.

O rapaz se sentou aos pés de uma árvore e ficou observando as luzes dos prédios dali. Não conseguia ver qualquer estrela.
O fone de ouvido não tocava nada, porque não conseguia simplesmente se decidir pelo que ouvir. Só restou a ele continuar sentado ali por alguns instantes até que começasse a cochilar.

Podia jurar que tinha mantido seus olhos fechados por míseros minutos, mas então quando abriu os olhos já não havia muito barulho ao seu redor.
As luzes dos prédios continuavam lá, mas ninguém estava ali mais. Henry parecia estar completamente sozinho em meio ao Central Park.

Procurou seu celular entre os bolsos para que pudesse checar as horas, mas não achava, e nem seus fones de ouvido. Como tinha sido roubado sem perceber?!
Decidiu então se levantar, e foi nesse momento que algo como um foguete amarelo radiante veio em direção ao seu corpo, só dando tempo para que ele se abaixasse rolando no chão.
Quando conseguiu ver o que era, Henry não entendeu nada. Uma flecha dourada e em chamas estava cravada na árvore que ele estava encostado, e teria o matado se ele não tivesse abaixado.

Não demorou para que uma menina viesse correndo da mesma direção com roupas negras e um arco dourado em sua mão. Não conseguiu direito ver seu rosto, visto que sua velocidade era impressionante, mas o que vinha atrás dela conseguia ser mais impressionante ainda.
Em meio as sombras das árvores um cachorro do tamanho de um carro apareceu em um pulo, babando e rosnando pronto para avançar em direção aos dois.
— Corra! - Gritou a menina enquanto duas flechas simplesmente surgiam de seu arco de forma mágica e ela tentava acertar o cachorro gigante. A primeira acertando sua pata direita, enquanto a segunda se perdeu no nada.

Henry não questionou. Aparentemente aquilo tinha somente irritado o "animal" que avançou em uma corrida rápida, e logo o rapaz corria junto a garota para deus sabe onde, buscando somente evitar o avanço daquele animal infernal que Henry nunca havia visto antes.

— Como assim você consegue ver ele?

Henry não respondeu. Seguiu correndo e logo já estava a frente da menina.

— Não é possível você ser mais rápido que eu!

Enquanto corriam, o cão tomava velocidade. Logo ele alcançaria e estraçalharia um deles, e foi então que a menina gritou novamente.
— Por aqui!
Seguiu a menina e enquanto se aproximavam do fim do parque, Henry viu uma canaleta de esgoto se abrir. Do buraco um rapaz de cabelos rosas surgiu, gritando desesperado.
— Venha logo, Cris! Ele vai alcançar vocês!


O moreno parou por um instante para olhar para trás, e esse foi seu erro. O cão infernal pulou sobre seu corpo o jogando contra o chão e ambos rolaram um pouco.
A menina parou, empunhando seu arco mas sem conseguir atirar, visto que estava receosa de acertar seu colega de corrida.


Henry não soube explicar como aconteceu. Porém em segundos tinha aquela enorme criatura com as mandíbulas abertas e prontas para arrancar sua cabeça.
Por puro reflexo levando suas mãos a boca do animal para tentar evitar ser engolido, e deixando todos ali estarrecidos, Henry conseguiu segurar a boca do cão, que ficou travado sem conseguir se soltar.

Não sabia dizer de onde saia tanta força, porém Henry começou a abrir os braços, fazendo o maxilar do cão estralar e começar a se quebrar, até que sua face estivesse toda partida ao meio. Não tinha entendido como havia feito aquilo e nem de onde tinha saído tanta força. Quando olhou ao redor, a menina estava com mais companhia, porém todos estavam ajoelhados.

Quando ele se colocou de pé, ouviu da voz de um rapaz que estava mais a frente.

— Salve Héracles.


Ao olhar para cima, um símbolo parecido com uma clava em verde iluminava sua cabeça, e ele não entendia absolutamente nada.

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Henry L. Joshua
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Maisie De Noir em Qui 12 Jul 2018, 13:54

Avaliação
Henry L. Joshua — Aprovado.


Olá, Henry! Sua ficha foi simples e teve o suficiente para conquistar sua reclamação. Há apenas uma coisa que deve se atentar: a estruturação do seu texto. Você "quebra" os parágrafos de forma estranha ou não da o espaço necessário entre as frases, deixando um tantinho confuso.

Encontrei uns errinhos bobos, mas não irei destaca-los, pois com uma simples revisão eles sumiriam. No mais, parabéns!

Qualquer dúvida ou reclamação, é só entrar em contato comigo.
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Morghana Seraph em Ter 17 Jul 2018, 05:09

- Por qual deus deseja ser reclamado/ qual criatura deseja ser e por quê?
 
Tânatos. Encaixa-se perfeitamente na curiosidade de Morghana, seu humor ácido e mórbido e suas intensas pesquisas sobre religiões pagãs, e principalmente, como cada uma via a morte.  
lixa/
- Perfil do Personagem (Características Físicas e Características Psicológicas - preferencialmente separadas)
Características Físicas: Cabelo Preto, e roupas pretas ( não pela moda, mas por não querer chamar a atenção ). 1,65, 65kg.

Características Psicológicas: Quieta, nunca conversa muito profundamente sobre si mesma, pois prefere a descrição, e às vezes a mentira para conseguir afinidades e respostas. Dificilmente tem algum sentimento, além de sua mórbida curiosidade pela morte. Por muito tempo, ela passou presa em seu quarto, lendo, relendo e pesquisando livros. Escreveu incontáveis cadernos com informações sobre deuses, rituais e festas macabras. Com isso, Morghana perdeu a compatibilidade com a sua realidade atual, chegando a perder quase toda a capacidade de lidar com outras pessoas que não fossem os personagens da história que tanto lia. Quando ela começou a fazer pesquisas em campo, adotou uma postura preocupante: criou uma "segunda Morghana", que tinha poucas coisas que coincidiam com ela mesma: a segunda era uma pessoa carismática, com vários amigos e muita lábia. Conversava com tudo e todos, mesmo que por dentro, ela nunca tenha alcançado a felicidade.
heavy breathing

- História do Personagem
 
Morghana, 21 anos. Nasceu e cresceu em uma cidade grande ( NY ) e por isso sempre teve acesso à muitas bibliotecas, mesmo assim usando recursos como a dark web para conseguir livros que possivelmente seriam banidos por conter rituais, etc.
Foi sempre incentivada por uma tia, que sempre era julgada pela família por ser wiccana. Essa tia, sempre contava sobre rituais gregos, celtas, egípcios, entre outros, apenas para aguaçar ainda mais a curiosidade da sobrinha.
Depois de ter lido um misterioso livro sem nome, Morghana procurou por 3 anos pistas sobre o lugar em que a história acontecia. Pagando pessoas e procurando vestígios, chegou ao Empire State. Logo que chegou no hall de entrada, ela notou que o segurança que guardava o luxuoso elevador, farejava o ar, como um cão de caça ( depois descobriria que ele estava sentindo seu cheiro de semideusa ).
O sentinela corpulento a barrou, afirmando que tinha roubado dinheiro de uma mulher que a nossa personagem nem se quer tinha notado a presença. Dizendo para todos que iria levar a garota para a rua com intenção de chamar os policiais, ele a levou agarrando o seu braço até a porta de saída.
Porém, a última lembrança de Morghana é ter sentindo um cheiro doce, enquanto a luz aumentava a claridade até que ela desmaiou.
Depois disso, Morg encontrou-se em meio à mata, e em sua frente, uma grande placa tinha entalhada letras estranhas. Com alguns segundos, as letras rodopiavam pelo ar até formar a frase "Bem-vindos ao Acampamento Meio-Sangue". Sem entender nada, Morghana tentou levantar-se, apoiando-se em algumas árvores ao seu redor.
A garota, achando que estava sob efeito do tal "cheiro", ou então que estava prestes a desmaiar novamente, pareceu ter visto uma fumaça cinzenta e escura, acima de seu corpo. Ao mesmo tempo que não entendia nada, entendia tudo. O vapor cada vez mais presente parecia um elixir à ela: nunca sentiu-se tão forte e com tanta coragem.
Apenas um nome reberverava em sua mente: Tânatos. E ai, Morghana soube que havia encontrado seu lar.

:wtf:
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Maisie De Noir em Ter 17 Jul 2018, 10:23

Avaliação
Morghana Seraph — Reprovada.


Olá, Morghana! Seja bem vinda! Bem, vamos a sua ficha. Há alguns pontos que automaticamente a reprovariam. A escolha de não usar o template padrão do fórum ou não colocar o símbolo do deus escolhido acima de sua cabeça no momento de reclamação. O que a sua ficha passa a impressão é de desleixo. A história contada de qualquer jeito (até um pouco das características físicas). Em relação a história também, se preocupe em separar os parágrafos, arrumar as ideias e não apenas "despeja-las". Desenvolva.

Nosso fórum possui uma trama própria, sugiro que leia sobre o atual estado do Acampamento (clica) e também na Trama Global (clica).

Boa sorte na próxima tentativa!

Qualquer dúvida ou reclamação, é só entrar em contato comigo.
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Colina Savage em Ter 17 Jul 2018, 23:25


FICHA DE RECLAMAÇÃO
— Por qual deus deseja ser reclamado/ qual criatura deseja ser e por quê?

Eu desejo ser reclamada por Nyx. Pois a noite sempre foi mais atraente que o dia, sua aura misteriosa é seduzente, assim como também é possível se achar os perigos mais profundos. Ordem e caos são duas metades da mesma moeda, assim como noite e dia, Nix é uma das Deusas que mantém da harmonia.

— Perfil do Personagem (Características Físicas e Características Psicológicas - preferencialmente separadas):

• Características Físicas: Colina tem a pela branca, quase como papel, devido a falta de sol que toca sua pele; seus olhos são azuis como cristal; seus cabelos são lisos e negros, o que fez com que apelidos, como: Branca de neve, fossem usados bastante em sua infância, mas que agora ela os descolore e os pinta em tom de cinza claro. Seu corpo é esbelto, talvez por grande parte da sua vida ter tido pouco para comer; existem muitas cicatrizes por suas costas, pernas e braços, o que faz com que ela use muitas vezes, roupas que as cubram totalmente.

• Características Psicológicas: Colina é aquela típica garota quieta, que prefere se ver afastada de todos; isso se deve, ao fato, de problemas sérios de confiança ocasionados durante sua criação. É extremamente difícil vê-la durante o dia, por ela não gostar de sol e assim preferir sair durante a noite. Ela não se da bem com pessoas e tem dificuldade de falar com elas; em compensação, é muito fácil acha-la próxima a animais e a natureza, afinal eles não julgam ninguém e você não consegue se decepcionar com eles.


— História do Personagem:

Era uma noite fria na cidade de Toronto, dia 13/03/1998 para ser mais exato, foi quando minha primeira figura paterna decidiu que eu não merecia o esforço e me deixou em frente a um orfanato local, dentro de uma caixa de sapato, enrolada a panos finos, deixada a própria sorte. Logicamente o orfanato me acolheu. Até meus cinco anos, era tratada como todas as outras crianças, mas foi quando nos ensinaram a ler e escrever que o problema começou, por conta da minha maior dificuldade, muitas vezes me proibiam de ficar com as outras crianças, quando pensavam que eu estava mentindo sobre não conseguir ler algo ou escrever, as cuidadoras usavam algo que elas chamavam de “ensinador”, era um pedaço de madeira longo, nenhuma criança tinha conhecido o "ensinador" tantas vezes quanto eu. Essa situação se percorreu durante dois anos, quando eles finalmente acharam apropriado permitirem que eu fosse adotada.
O primeiro casal que me adotou já tinha uma outra filha, eles achavam que ela precisava de uma companhia, mas eles nem imaginavam quem ela realmente era. Eles eram muito legais comigo e me deram presentes quando eu cheguei e eu tinha até meu próprio quarto, mesmo com dificuldade na escola o “pai”, sempre tentava me ajudar a entender as matérias e a “mãe” até tentou me ensinar a cozinhar algumas coisas enquanto estive lá. Mas depois do primeiro mês que eu fiquei com eles, as coisas mudaram, eles não tentavam mais se aproximar, na verdade, as vezes parecia que eles queriam me expulsar. Até que depois de outro mês, eles me levaram de volta para o orfanato e disseram que eu estava descontrolada; na hora não entendi o que eles queriam dizer, mas quando foram se despedir de mim, a minha “irmã” disse “Obrigada pelas marcas que você deixou em mim.”. Então tudo fez sentido, mas já era muito tarde para me explicar.
As cuidadoras me abraçaram e disseram que conseguiriam uma outra família pra mim, e isso realmente aconteceu.
Minha segunda família já não era tão boa como a primeira, eles brigavam muito entre si e as vezes eu achava que o “pai” batia na “mãe”. Dessa vez, foi um pouco mais estranho entrar em um lugar que você sabia que não era seu e que eles poderiam te devolver tão facilmente quanto aquele primeiro casal fez. Os cinco meses que eu fiquei naquela casa, foram ruins, muitas noites eu escutava os choros dela e a voz zangada dele, eu fingia que estava dormindo para não acabar em encrenca, quando ele acabava bebendo ele não só batia nela, como vinha atrás de mim e tentava tirar minha roupas e me tocar, mas ela sempre me protegia, se colocava na frente e se machucava por minha causa. Até que no meu ultimo mês aconteceu; ele veio ao meu quarto fedendo a álcool, tentou me pegar pela blusa, mas agora já conseguia fugir dele, o problema é que eu acabava encurralada. Minha mãe novamente foi tentar me salvar, mas dessa vez ele a empurrou e a fez bater com a cabeça na parede, ele gritava com ela e a segurava forte para não se intrometer, ela acabou desmaiando e ele fez o que bem entendeu comigo, ate a policia chegar pelo menos. Os vizinhos tinham ficado assustados com a gritaria e barulheira e chamaram a policia. Eu fiquei no hospital junto com ela, enquanto ele foi preso por agressão e abuso de menor. Felizmente não foi nada sério que faria com que ela demorasse a se recuperar, mas infelizmente pra mim, voltei para o orfanato depois de uma semana do ocorrido, ela não conseguia olhar pra mim e nem pra casa, por causa disso, ela achou melhor me devolver e se mudar.
Durante anos na minha vida fui entrando e saindo de família, parecia que não havia lugar no mundo pra mim. Passei por muitas casas que me trataram muito bem, mas que me devolveram por afirmarem que eu não estava me encaixando e que eu não estava tentando me encaixar; assim como, tiveram outras que me lembraram muito a segundo, as vezes pelo pai, as vezes pelo irmão, ou as vezes por um amigo próximo, mas sempre alguém. A luz do dia não é real pra mim, ninguém é verdadeiro a luz do dia, as pessoas só mostram quem elas são de verdade quando estão nas sombras ou durante a noite. Mas, independente dessas casas que eu tive, é da minha ultima família que eu realmente sinto falta; quando eu tinha quinze anos e achei que nada mais valia a pena, ela apareceu; ela não desistiu de mim, ela lutou por mim, afinal as cuidadoras não queriam mais permitir que eu fosse adotada pelo longo registro de casas que eu já tinha, mas ela não queria ninguém além de mim.
No dia, eu conheci uma mulher em seus setenta anos. Ela falou que seu marido havia falecido e que seus filhos já tinham saído de casa e que ela estava muito sozinho, por isso ela precisava de alguém para cuidar, então ela escolheu a mim. A primeira diferença que eu notei, foi que a casa dela não era no centro, mas nas montanhas, longe de tudo. Ela realmente vivia sozinha, como havia falado; além de ser uma casa relativamente grande para uma pessoa só morar. A primeira coisa que ela fez foi tirar uma foto nossa, eu lembro de ter saído com uma cara muito emburrada, eu achava que seria devolvida logo, então não tinha motivo para se fazer lembranças.
Durante os próximos meses, ela acompanhava meus estudos e tentava me ajudar com a matéria perdida da escola, além de me ensinar a caçar e fazer armadilhas, ela também me ensinou a pintar e a tocar violino, que na época me pareceu muito chato, mas que agora é minha paixão. Ela me ensinou a amar a natureza e respeitar tanto os animais quanto as plantas. Eu lembro dela tentando melhorar minhas cicatrizes com compostos naturais que ela fazia, e até tentou me ensinar uma vez, mas aquelas misturas realmente não eram pra mim.
Eu já estava lá a um ano e já me sentia em casa, os filhos dela vieram nos ver uma vez, tive a impressão de não ter sido bem vista por eles, mas ela disse para que eu não me preocupasse, que era apenas um ciúme.
Eu as vezes tentava ler alguns livros das estantes dela, mas as palavras eram sempre complicadas de se entender. Até que ela me deu um livro em uma lingua que eu nunca tinha visto, mas que fez um completo sentido pra mim. Foi quando ela se abriu comigo e explicou porque me queria com ela, foi ela que me disse que eu era uma semi-Deusa, ela sabia disso porque ela também era. Apesar disso, ela nunca me contou quem era seu pai ou mãe, mas tentamos descobrir o meu por vários meses, até que veio a nós. Nyx. Era tão obvio e ao mesmo tempo tão escondido. Ela me contou sobre suas aventuras e sobre o acampamento que ela ficava. Pela primeira vez na minha vida, tudo estava bem, eu estava feliz, eu era feliz. Mas o destino parece que gosta de me ver desmoronar.
Três anos tinham se passado, desde que ela tinha me resgatado. E agora recebíamos a pior noticia que poderíamos ter, ela tinha câncer terminal. Apenas um de seus filhos veio vê-la durante seu período no hospital. Seus últimos pedidos foram que ela falasse com um advogado e que ela voltasse pra casa, para passar seus momentos finais, e assim foi o que fizeram. Quando voltamos pra casa, ela não quis entrar, preferiu ficar sentada nas escadas da casa vendo a floresta; eu a cobri e dei uma xícara de café quente a ela; ela se recostou em mim e começou a olhar para o céu, eu apenas a acompanhei silenciosamente; ela estava feliz, então eu também estava feliz. Fiquei ali até amanhecer, sentindo seu corpo gelado endurecendo aos poucos; liguei para o hospital e eles a levaram para longe.
Houve uma cremação para que ela ascendesse aos céus, haviam muitas pessoas ali que eu não conhecia, dessa vez todos os filhos estavam presentes, suas famílias inclusas. Depois de um mês de luto, o advogado dela veio falar comigo sobre as coisas que ela havia deixado pra mim, mas que um de seus filhos estava recorrendo na justiça; aparentemente ela havia deixado a casa e o terreno para mim, mas aquele lugar era muito maior do que eu imaginava e ele queria construir um hotel aonde antes morava sua mãe; além dessa noticia, ele me deu uma carta endereçada para mim em nome de minha mãe. Na carta, ela permitia que vendesse a propriedade e que ela sabia que seu filho a queria a muito tempo, mas mais do que isso havia um número de telefone na carta, o que eu não exitei em ligar.
- Alo? Hebe?
- Alo? Meu nome é Colina, sou… sou filha da Hebe, ela me deu esse… - Eu tentava falar, mas as palavras não saiam.
- Ah, sim… Eu sinto muito… Foi força do habito… Ela me falou sobre você antes de… você sabe… - ele pigarrou como se limpasse a garganta e continuou – Bom, ela me pediu para cuidar de você, por isso se puder vir para Nova York, mandarei alguém espera-la no aeroporto.
- Tudo bem, mas preciso de um tempo para resolver algumas coisas.
Finalizando a ligação, me preparei para falar com o meu meio-irmão. O advogado de Hebe estava ao meu lado e prometeu que faria tudo para me ajudar. A semana seguinte foi conversa atrás de conversa no tribunal sobre quem deveria manter o terreno, e no final o Juri achou que deveria ficar comigo, afinal ela deixou em meu nome, ele já tinhas muitas propriedades e eu não teria onde ficar se ele tomasse aquele lugar de mim, o que ocasionou na sua aceitação sobre a compra do terreno, o que me proporcionou dinheiro suficiente para que eu pudesse viajar e encontrar o amigo de Hebe, que depois de me pegar no aeroporto me levou para os esgotos.

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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Cuzão em Sex 20 Jul 2018, 14:05

Avaliação


Colina Savage — Reprovada.

Colina, olá. Espero que sua estadia no fórum esteja sendo agradável, apesar do pouco movimento.

Sobre a ficha, creio que saiba: Nyx é uma das deusas de avaliação considerada "rigorosa" e, com esta ficha, não chega perto de ser aprovada.

Você possui erros de pontuação  nas características que, apesar de não ser o componente mais importante da ficha, denotam uma falha de gramática grave. As falhas gramaticais se prolongam por toda a ficha, com utilizações de vírgulas desnecessárias e pontos que encerram a oração de forma desconexa.

O segundo aspecto que caberia à reprovação seria o tal do "símbolo de reclamação" igual nos livros e etc.. Este aspecto é algo que eu costumo ignorar, caso a história esteja bem elaborada e a narrativa esteja satisfatória. Só que, como provável que não seja eu o próximo a te avaliar, é bom que coloque pela garantia, ok?

Boa sorte na próxima tentativa, dedicando um tempo a mais para revisão e uma melhor estruturação da ficha!

Qualquer dúvida ou reclamação, é só entrar em contato comigo.

thanks Maisie por emprestar sem que eu pedisse k
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por 141-ExStaff em Qui 26 Jul 2018, 15:25

Teje coisado!
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Morgana I. Petrovich em Qui 04 Out 2018, 23:03


FICHA DE RECLAMAÇÃO
— Por qual deus deseja ser reclamado/ qual criatura deseja ser e por quê?
Por achar que tenho bastante afinidade com a deusa.

— Perfil do Personagem (Características Físicas e Características Psicológicas - preferencialmente separadas):

Morgana é uma jovem loira de estatura alta, olhos claros, lábio bem contornado e dona de  um corpo escultural dotado de belas curvas. Por ser filha de quem é não poderia ser diferente, a garota é extremamente bela e sexy.

Por trás de sua beleza, possui uma personalidade forte e determinada. Abomina o fato de achá-la apenas mais um rosto bonito. A jovem é centrada em orgulhar o nome de sua mãe e provar que pode ser tornar uma heroína ao invés de apenas importar-se com sua aparência física. Lealdade é seu ponto forte, considera os poucos amigos como sua própria família. Ela sente-se solitária a maior parte do tempo, e com a hiperatividade relativa aos semideuses, sempre se mantêm ocupada, executando suas tarefas com perfeccionismo.

— História do Personagem:

Frances era um belo jovem floricultor. Sua pequena floricultura localizava-se nas proximidades do rio Sena. Em um belo dia de sol, encantou-se com uma bela mulher de cabelos castanhos claros e olhos azuis como o céu. Encantado com usa beleza atreveu-se a oferecer uma linda rosa vermelha à mulher. Dona de uma beleza divina, o homem inconsequentemente apaixonou-se pela deusa Perséfone. Com seu ato romântico do mero mortal, a deusa encantou-se com Frances, que passou o restante do dia apenas admirando a beleza da jovem mulher. Após uma noite de carícias com o mortal, Perséfone fora incentivada a retomar suas tarefas divinas, abandando-se assim o jovem vendedor de rosas.

Em torno de nove meses, tempo preciso para uma gestação, uma cesta de ouro com joias raras e incrustadas materializou-se na soleira da porta da casa de Frances. Um lindo bebê de cabelos loiros claros e olhos azuis como o céu encontrava-se enrolada em lençóis de seda. Admirado com a beleza da criança, que tanto parecia com a de sua amada, a acolheu em sua casa como se fosse sua própria filha. Os deuses não costumam avisar aos meros mortais na qual proliferam seus descentes da ligação divina da criança e da vida de riscos que terá a seguir.

Morgana teve uma infância curta e feliz. Todas as manhãs, após seu colégio, ajudava seu pai a vender suas lindas flores. As maiorias dos turistas encantavam-se com a beleza de sua filha, comprando quantas flores forem enquanto a menina falava. Frances a amava como amou a linda mulher de sua juventude, Morgana tratava-se de um lembrete daquele dia inesquecível para o homem.

Em seus 15 anos de idade, a garota encontrava-se no colégio em um curso de beleza específico para cabelos. Seu professor não passava de um homem baixinho e atrapalhado, o que a fez repensar se continuaria com o curso ou não. O Sr. Barnes penteava inutilmente a peruca de uma boneca na frente de suas poucas alunas. Morgana procurava por um motivo razoável que convencesse a recepcionista a reembolsá-la. Seu pai ficaria chateado ao saber que gastou um bom dinheiro de repor as rosas para uma aula ridícula como essas. Quando as duas meninas finalmente permitiram-se a sair da sala, ela resolveu pedir desculpas ao professor por não poder continuar com suas aulas. Um de seus piores defeitos era pensar nos sentimentos dos outros antes do dela.

Assim que seu professor de chapéu engraçado a liberou de sua aula, e suava feito um porco prestes a ser abatida, a menina sentiu-se aliviada por estar livre. E estava enganada. Antes que pudesse chegar à porta de acesso à saída, duas dracenas romperam pela porta da frente, arremessando cadeiras e mesas na aluna e seu professor. Aterrorizada por não obter uma chance de saída por aqueles monstros, ela sentiu-se ainda mais perdida quando seu professor retirava seu chapéu e sacava uma adaga de couro. Parecia patético naquele momento, prestar atenção que seu professor tenha chifres. A menina quase gritou, por ambos. As monstras á sua frente pareciam mulheres reptilianas. Humanoides que invés de pernas, possuía duas caudas no lugar delas. Com a pele verde, olhos amarelados e dentes afiados, não eram nada convidativos para filha de Perséfone. ''Haja! Siga seus instintos!'' gritava o sátiro para a jovem semideusa, que quase gritou quando o pequeno homem disparou com seus cascos em direção as mulheres reptilianas. Alguma coisa dizia à menina que ele não conseguiria derrotá-las sem ajuda. Equipadas com escudo e lanças, apenas uma adaga não dariam fim as mulheres sedentas por uma jovem prole da deusa . O sátiro demonstrou coragem com sua adaga dourada, de ferro estígio que tilintou em contato com o escudo da mulher.

O sátiro surpreendeu-se quando uma cadeira espatifou pela dracaenae mais próxima. Seu escudo caiu e com um movimento rápido do sátiro treinando, o corpo da mulher pulverizou-se em pó ao contato da lâmina em sua barriga escamosa. Os monstrengos eram mais espertos do que esperavam, afinal, ainda faltava uma. Antes que a lança transpassasse o sátiro, a menina de cabelos castanhos e olhos azuis jogaram-se para cima da dracaeanae. A mulher reptiliana desviou do ataque da menina e cortou o braço da mesma com suas garras. No meio de seu ato, o sátiro a apunhalou pelas costas com sua adaga. Uma fina cama de poeira cobriu a aturdida prole da deusa  que segurava seu braço machucado com a mão saudável.

Com a ajuda compreensível de seu pai. Que desmaiou e achou que sua filha havia enlouquecido com sua explicação de ser filha de uma deusa divina, os fatos começaram a fazer sentido como um quebra cabeças. Com o restante das economias de Frances, a prole da seguiu em uma breve viagem ao acampamento meio-sangue próximo à Nova Iorque. Na companhia de seu heroico sátiro, Morgana é levada em segurança ao acampamento meio sangue, sendo protegida pela barreira protetora oferecida pelo Velocino de um cão infernal enorme que foi entretido pelo corajoso sátiro, Sr. Banes, seu falso professor, teve seu fim pelas perigosas garras da criatura peluda do submundo. A jovem a arrastou-se a uma placa acima de sua cabeça, com letras disformes em um idioma antigo, grego: Acampamento Meio-Sangue. E seus olhos fecharam logo em seguida.

Três dias após seu primeiro contato com as proximidades do acampamento, a filha de Perséfone foi despertada quando um símbolo de duas rosas cruzadas surgiu acima de sua cabeça. Os curandeiros filhos de Apolo que se encontravam no turno da noite deram as boas-vindas ao novo membro do acampamento.  

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Re: Ficha de Reclamação

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