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Teste para filhos de Zeus — Setembro

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Teste para filhos de Zeus — Setembro

Mensagem por Oliver Krügger Awëllømann em Sex 09 Set 2016, 14:13

Características Físicas: Seu físico é jovial, parece ser tão jovem quanto é, mas não a nada muito de relevante em relação a músculos, contudo, não chega alguém a ser privado dos mesmos como um esguio. Sua pele tem textura suave, macia e de coloração clara como a manhã. A face tem formato levemente oval, onde seus límpidos e translúcidos olhos azulados tem relevância como atração, apesar de que não seus lábios finos e claros também são atrativos. Suas mechas são lisas, possuem médio porte e coloração loira.

Características Psicológicas: Oliver é um jovem infrator de apenas dezoito anos e que esconde um passado sujo e violento um pouco recente. Tende a ser uma pessoa que não gosta de ser observada, ele é um anônimo, entra em brigas quando realmente é necessário, fora isso geralmente as evita. Costuma ser bastante centrado e determinado a subir no jogo da vida,  porém, mantendo-se figurante perante a sociedade, porque a fama não o interessa. Não tem muitos amigos por ser extremamente anti-social. Ele encaixa-se no perfil de pessoas Bad-ass, pessoas desse tipo costumam agir com extremidade em quaisquer situações, tanto para o bem, tanto para o mal. É ardiloso, sempre com uma saída brilhante para as encrencas as quais se mete, mesmo que pareça impossível. Um pouco mal humorado, mas nada que o seu sarcasmo e personalidade irônica não resolvam.

História: Noite tão bela quanta aquela não há. Nublada, céu negro, sem estrelas no céu, chuva torrencial, vento veloz. Atmosfera escura iluminada por rápidos feixes brancos quase imperceptíveis, os quais são chamados por raios, os quais são destrutivamente poderosos, não há quem resista à morte após ser atingido por um. Claro que pode perceber o meu sarcasmo. Enfim, a data não importa, entretanto, o ano era 1997. Dois seres humanos acharam um ao outro em um lugar qualquer, são estes: Emilly Krügger, esbelta austro-húngara de pele claríssima, olhos claros, cabelos enloirecidos; e James Awëllømann, alto homem de porte físico médio, pele pálida, também dono de olhos azulados e madeixas castanho escuro – esse que não é o que parece.

Tudo teve início numa madrugada de 1998, o dia era datado como 15 de janeiro. Era uma tensa noite fria de inverno, não tão frias quantas aquelas nos tenebrosos invernos passados na capital da República da Aústria, Viena. Uma mãe estava em trabalho de parto em um hospital local, o mais próximo da sua casa localizada nos ricos bairros. Um menino nasceu e recebeu Oliver como nome e acompanhado com os sobrenomes da sua família (Krügger Awëllømann). Estranhamente, na época, seu pai fora dado como desaparecido pela polícia, diziam que ele havia sido sequestrado, torturado, até mesmo morto. Emilly ficou a cuidar de seu filho recém-nascido como uma mãe solteira.

Ao decorrer do tempo, ao decorrer do seu crescimento, o garoto demonstrava ser estranho, dependendo da situação, da hora, do local, da vontade, ele passava de um garoto comum para um diabo possuindo o corpo daquela pobre e inocente criança. Ele sofria com algo parecido com dupla personalidade, no entanto, a segunda personalidade, a ruim, só vinha quando o desejo do menino de fazer algo ruim surgia. Era seu alter ego – o semideus que é - nascendo pouco a pouco dentro de um corpo não tão desenvolvido. Era como se fosse outra criatura se criando. Um dia, sua progenitora deixou-o no quarto brincando com uns bonecos, ela observou o mesmo brincar direitinho, então, foi fazer o almoço, quando a mesma retornou para ver seu filho, percebeu que os bonecos foram reduzidos a pó. – O que você fez? – Indagou a mãe, piscando algumas vezes enquanto limpou os montes de sujeira; o garoto deu de ombros, sentando-se em um canto. – Os eletrizei.    

Enfim, o tempo passou mais uma vez, agora era no fim da adolescência. Oliver nunca foi de nem ao menos um amigo, vivia isolado, sempre a sentar sozinho na sala de aula. Certo dia, uma garota qualquer o chamou para ir a um beco da escola, e inocentemente foi até lá. Quando percebeu, o loiro foi encurralado sob a escuridão do tal beco por um valentão que o espancou até ferir fortemente o físico.

Estava caído sobre o chão, sangrando. Soltou suspiro pesado enquanto se levantou aos poucos, cambaleante por causa da quantidade de líquido vermelho perdido. Tateou uma pedra de grande porte que estava ao seu lado. Focou sua visão na superfície da mesma, notou que ela ficou envolvida por faíscas. Rapidamente, correndo para em direção ao adversário que se vangloriou por tê-lo derrubado. Fez com que tal ser caísse ao chutar as costas, Ollie se posicionou sobre o tronco alheio. – Oi! – Disse com um sorriso sarcástico lapidado em seus lábios secos, erguendo o mineral que estava em suas mãos. Desceu a arma com tanta velocidade sobre o crânio do valentão num golpe, esse que não suportou e desmaiou. Contudo, ensandecido, o garoto continuou a bater mais e mais, diversas e diversas vezes, até que a vida se esvaiu daquela pessoa, assim como a caixa craniana. – Te fode aí!

Os responsáveis pela instituição de ensino descobriram o feito e mandaram o rapaz para um reformatório juvenil. Lá também permaneceu com a sua vida solitária. Participou de algumas brigas, as quais sempre saia com alguns ferimentos superficiais ou graves, já os outros, sempre mortos. Um confronto em especial necessita ser citado, esse que aconteceu numa gélida madrugada com mais outro ser repugnante de grande porte, era informalmente conhecido como Armário. A briga se deu, porque a suposta namorada do meliante (na realidade, Armário era apaixonado pela menina, mas ela não tocava o foda-se pra ele) resolveu ter certas saliências com o austro-húngaro. Talvez tenha sido a disputa mais árdua de ambos, tanto um quanto os dois estavam cansados e repletos de hematomas, no entanto, Ollie precisou demonstrou as suas verdadeiras capacidades.

Acendeu o cigarro que roubou do reitor em um momento em que ele não estava prestando a devida atenção. Colocou o charuto em seus lábios secos e entreabertos. Inalou a fumaça expelida pelo charuto ao tragar o mesmo; o ser desconhecido somente observou o que o loiro fez aos poucos. Andou até a frente da janela do prédio principal do reformatório, quebrando o vidro com um soco. O punho sangrou com a pancada, o líquido escorreu para sobre um caco com a forma triangular mais extensa. Agarrou tal pedaço quebrado e moveu-se rapidamente para em direção ao Armário, o qual ficou sem reação; quando o maior percebeu, sua mão estava tentando estancar o ávido sangramento da artéria carótida externa, entretanto, ao perder uma enorme porção do líquido que corre em seu corpo, a vida se perdeu em meio aos ares gélidos.

Saiu dessa prisão depois do tal evento, onde matou o homem brutalmente, além de que já tinha completado 16 anos. Quando reparou, sua mãe estava a sua espera na entrada do internato, sua face exibia-se triste, pensativa. – Precisamos conversar... – Sussurrou ao envolver os seus braços no corpo do garoto em um abraço a fim de confortá-lo. – Oliver, filho... – Prosseguiu na mesma fraca entonação, entrando em prantos. – Você não é o que parece... – Ele não pronunciou nem ao menos uma palavra, somente escutou e sugou os próprios lábios com os punhos cerrados. – É culpa de seu pai... – Uma mão da progenitora foi até as mechas loiras da prole, afagando. – Bem, ele não é o que é... Seu pai é Zeus, o rei dos deuses... – As vistas do jovem rapaz se arregalaram simultaneamente com a repentina revelação. – Você é um semideus, Oliver. – continuou, apertando-o mais forte no abraço.

– E parece que existe um lugar onde você pode treinar e se fortalecer, se você quiser ir para lá.

-É claro que quero.

Narração: Oliver estava disperso na sua imensidão de devaneios. Frio, calado sob o tempestuoso clima que faz lá fora. Andou, mas não saberia especificamente para onde rumou.Na maior parte do tempo, mesmo no Acampamento não tinha um objetivo definido, parecia um peregrino a vagar por toda a extensão do mundo, procurando o seu lugar em meio àqueles sete bilhões de pessoas. Porém naquele dia tinha uma tarefa importante para realizar: aparemente havia muito algo muito valioso que o Acampamento precisava que fosse entregue ao Olimpo e Oliver foi o escolhido para a missão. Se ele fosse honesto, o principal motivo para ele aceitar a missão era o fato de talvez ter a chance de conhecer o pai. O símbolo de reclamação do senhor dos céus havia aparecido na cabeça de Oliver assim que ele chegou no Acampamento, comprovando as palavras da mãe do garoto. E principalmente por saber que a chance de conhecer seu progenitor divino era rara, e ficava ainda mais rara quando se era filho de um dos Três Grandes, quando viu uma missão que lhe daria a chance de conhecer o pai, resolveu aproveitar a oportunidade, mesmo tendo que encontrar um objeto mágico sem saber o que era. Uma escuridão momentânea se projetou em sua visão. Ele achou normal, talvez fosse o período noturno, até mesmo a tempestade sobre seu físico, ou a densa neblina.

O seu andar era lento, preciso e perspicaz. Para onde caminhou era somente resultado do instinto. Fitou ao redor momentaneamente, a clareza da visão voltou à normalidade logo em seguida. Viu-se estar presente no Central Park, no município de Nova York, Estados Unidos da América.

O clima ainda permaneceu o mesmo, a neblina continuou densa, a chuva forte ainda a cair pingo por pingo enquanto relâmpagos iluminaram o céu, trovões estrondaram a redondeza com seus sons, os raios surgiram para enfeitar. Sua vestimenta está molhada. Em sua cintura, no lado esquerdo, tem uma bainha de uma espada, já que havia saído apressado do Acampamento e deixado os presentes de reclamação no Chalé 1. Movimentou pelo local com a arma em mãos por precaução. Teve uma sensação estranha, constatando quo ar se tornou mais pesado a cada passo que o semideus deu. Ollie franziu o cenho, estranhando àquela mudança repentina de ares. Pressionou a palma contra o cabo da espada, um pouco apreensivo.

Seus olhos rolaram lentamente pelos arredores com a finalidade de tentar fitar o que causou aquele temor de repente nele. Apertou o punho da arma firmemente novamente. Escutou o som de um galho sendo quebrado com um piso. A prole de Zeus logo se virou para em direção donde veio tal sonido e algo se lançou, vindo até ele. O garoto, por sorte ou perspicácia, se desviou de relance no último instante. Viu, assim, a criatura passar direto. Pôde ver também que tal ser se trata de uma mulher com cabelos de serpentes, dentes de fera, pele aparentemente escamosa. “Górgona...”, comentou em seus pensamentos enquanto retirou da bainha a espada por completo e assumiu uma posição de combate: ambas as palmas a segura o equipamento à frente do corpo, as pernas poucos flexionadas.

A adversária voou mais uma vez a fim de acertá-lo com suas afiadas presas das mãos. Ollie refletiu rapidamente, então somente se atirou para a direita, esquivando do ataque primário, no entanto, a mesma deu um forte chute na altura do abdômen do rapaz, após que o mesmo se levantou, o qual fez ser lançado para trás.  Seu físico, seu dorso atingiu uma árvore e depois o chão. Uma forte dor se apossou do lugar onde recebeu a pancada, mas lembrou de que isso é algo psicológico.

Tomou ar, soltando um suspirado pesado logo em seguida. Cuspiu um pouco de sangue, se levantando com certa dificuldade. Seus lábios tremularam de raiva, mordeu-os em seguida. O seu olhar foi estreito gradativamente ao observar a oponente se deleitar, achando que tinha ganhado o combate só com um ataque. Mal sabe ela que está errada, completamente errada, porque recém-começou.  

O punho direito, esse que está a empunhar a espada, fez um movimento para chamar a atenção da outra lutadora, então funcionou, a górgona veio precipitadamente em direção a ele como estivesse hipnose. – Vem aqui, serpente. – Zombou Oliver em um chamamento, rindo ironicamente em meio à fala; a adversária recobrou a sanidade e correu para ataca-lo com seus membros superiores. O semideus, com sucesso, se esquivou dar um salto seguido por um rolar no chão até a região das costas alheia, onde aproveitou para aplicar um corte horizontal no centro; a mulher-serpente soltou um berro ensurdecedor com o ataque recebido e soltou mais um grito ao sentir uma onda elétrica a se chocar contra si.

Com o efeito do choque, o loiro percebeu que ela ficou paralisada, uma ventania forte  comandada por ele apareceu em meio ao Central Park, direcionada à górgona que foi arrastada para trás com o sopro.  Respirou fundo, se cansou mesmo que pouco. A criatura de sexo feminino recobrou a consciência mais uma vez. “Ela não é fraca... é resistente”, concluiu, pensativo, absorvendo a energia elétrica dos raios da tempestade sobre os dois.

Cravou a ponta da espada no chão; as cobras, os cabelos, da outra ficaram atiçadas. Oliver, agora, tomou a iniciativa e correu. Ao chegar a 2,5m da mulher, uma esfera de pura eletricidade de formou sobre a palma canhota do semideus, mas foi atirada em direção à mulher-serpente; a mesma segurou com ambas as mãos a bola à fronte do corpo, entretanto, o poder de energia elétrico se expandiu inesperadamente em uma leve explosão.  – Flash!

Um clarão surgiu de repente, deixando a outra cega por certo tempo, o qual usou para lançar um movimento diagonal com o equipamento laminado, demarcando um corte no tórax e no abdômen; as cobras – os cabelos - atacaram simultaneamente o rapaz que se jogou para o lado com o auxílio de seu reflexo e sua velocidade para esquivar. Perfurou, então, a área onde seria o rim nos seres humanos. Contudo, o garoto levou um soco em seu peito direito de relance e nesse instante, o corpo alheio foi eletrizado.

Ollie ficou enfurecido, puxou a arma de lâmina do rim da Górgona e, rapidamente, penetrenou o centro do ventre, mais especificamente, a área central do peito. A espada atravessou o coração. O mesmo se jogou sobre o chão molhado da chuva, ofegante, após aquele incessante combate.

E no meio do monte de pó dourado que costumava ser uma górgona havia um belo bracelete feito de prata incrustrado com várias safiras. Ollie ficou surpreso de não ter percebido o bracelete no braço da górgona, mas havia uma aura de poder emanando do objeto que fez o filho de Zeus ter certeza que o bracelete era o objeto que deveria entregar ao Olimpo.

Pegando o bracelete com o máximo de cuidado possível, começou a andar em direção ao Empire State.

OBS:
Esse bracelete e o que aconteceudurante a visita ao Olimpo serão ambos explorados em missões e DIYs
Oliver Krügger Awëllømann
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Re: Teste para filhos de Zeus — Setembro

Mensagem por Madison Grace em Sex 09 Set 2016, 16:48

Madison Grace: Mora com a mãe Mary Grace, 16 anos.

Por qual deus eu quero ser reclamada: Zeus, por que ele é um dos três grandes.

Perfil:

Características Físicas: Madison tem cabelos loiros escuros e longos, olhos azuis, corpo bem definido, e postura reta.

Características Pisicologicas: Ela tem TDAH (Deficit de Atenção e Imperatividade, ela também tem depressão.

Historia: Madison uma garota de 16 anos, normal que vai a escola todo dia, volta para casa, etc, até que um dia ela chega em casa e se dar conta que ela nunca conheceu seu pai, pelo que a sua mãe diz ele morreu, será verdade?. Neste dia ela teve coragem de perguntar a mãe quem é o seu pai, o que a mãe disse?, ela preferiu não responder, até que chegou o dia dela fazer isso, que foi quando sua filha estava correndo perigo, e teve que revelar que ela era filha de um deus chamado Zeus (Rei dos deuses e do céu), agora ela esta no Acampamento Meio-Sangue, mais antes de entrar lá ela teve que matar uma Fúria, como ela matou?, ela correu para perto de uma arvore, um clarão surgiu do nada, é depois desapareceu, depois deste clarão ela viu uma espada, ela pegou esta faca e jogou com força na fúria, assim que ela jogou a espada a fúria foi eletrocutada.
Madison ficou enfurecida, puxou a arma de lâmina do rim da Fúria e, rapidamente, penetrou o centro do ventre, mais especificamente, a área central do peito. A espada atravessou o coração. A mesma se jogou sobre o chão molhada da chuva, ofegante, após aquele incessante combate.
E no meio do monte de pó que costumava ser uma Fúria havia um belo bracelete feito de prata incrustrado com várias safiras. Madison ficou surpresa de não ter percebido o bracelete no braço da Fúria, mas havia uma aura de poder emanando do objeto que fez a filha de Zeus ter certeza que o bracelete era o objeto que deveria entregar ao Olimpo.

Pegando o bracelete com a máximo de cuidado possível, começou a andar em direção ao Empire State.


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Re: Teste para filhos de Zeus — Setembro

Mensagem por Liana Steinf em Dom 18 Set 2016, 22:00

nome: Liana Steinf
por quem quer ser reclamada: Zeus

características:

físicas: alta, cabelos loiros, olhos esmeraldas, corpo definido

psicológicas: animada, (tem dislexia hiperatividade e deficit de atenção), sempre acredita que não importa o que aconteça nunca devemos desistir, é determinada e sua fé é inabalável

história:
terceira pessoa on
Meu nome é Liana Steinf tenho 15 anos moro com minha mãe em Albany (capital de Nova York) minha mãe é professora em uma das incontáveis escolas que fui expulsa, pois é eu não paro em nem uma escola, mas recentemente estou em um internato para encrenqueiros, ou pelo menos estava até uma coisa estranha acontecer, eu estava em um passeio por um museu, pedi ao professor para sair e respirar um ar, até que uma fúria apareceu isso mesmo uma fúria, eu nem acreditei, me belisquei três vezes, ia me beliscar mais se a fúria não tivesse me atacado eu fiquei com medo, paralizada, não conseguia mexer um músculo, esperei a fúria atacar, até que vi um clarão de luz cegante fechei os olhos, os abri um tempo depois, e vi a fúria toda queimada como se tivesse sido atacada por um raio então ela virou pó
.Como se não bastasse quando o ano acabou fui para a minha casa, contei a minha mãe e ela me mandou arrumar minhas coisas, entramos no carro e saimos no caminho ela me contou sobre meu pai mas não quem ele é só contou que ele era um deus grego e que estavamos indo a um acampamento de verão para meios - sangues, minha mãe me deixou lá e disse que não podia entrar então foi embora

3 meses depois

eu estava indo treinar com minha amiga lisa uma sátira e meu companheiro de chalé Queimon, estou no chalé de Hermes sou indeterminada ou seja não sei quem é meu pai, foms treinar na floresta com Quiron o centauro eu estava lutando contra um cão infernal que penetrou nossas defesas não sei como até que ele pulou em mim e com o susto deixei cair minha espada, nessa hora Quiron e Queimon chegaram junto com os outros campistas, o cão me atacou eu gritei até que um relâmpago o atingiu deixando o cão queimado e virou pó, os olhos de todos estavam fixos e em mim mas específicamente na minha cabeça olhei e vi o símbolo de um raio na minha cabeça que desapareceu em um piscar de olhos. Então Quíron anunciou que eu sou filha de Zeus fiquei chocada

2 dias depois

Fui mudada para o chalé 1, foi rápido mas me acostumei com isso Quiron me chamou para falar com ele
Quando cheguei lá ele disse que eu tinha uma missão, fiquei surpresa pois os filhos dos três grandes raramente tem missões ele disse que eu devia achar o bracelete de Zeus e entregar a ele pessoalmente
.Parti na manha seguinte eu fiquei feliz por finalmente conhecer meu pai, caminhei por dias até me deparar com um minotauro lutei contra ele mas não tinha me acostumado com a espada mesmo estando com ela desde que cheguei no acampamento, na verdade não me dei bem com nenhuma arma que tinha lá, mas voltando ao assunto o minotauro me atacou mas eu desviei e atingi a perna dele com a espada ele saiu mancando eu aproveitei e enfiei minha espada no coração dele então ele virou pó e uma coisa apareceu era o bracelete peguei e levei para o Empire State, falei com meu pai e ele me deu o bracelete, me disse que o bracelete ia se transformar em uma espada sempre que eu pensar, então eu fiz e ela se transformou em uma espada perfeita para segurar, depois ainda falei com meu pai um pouco e voltei para o acampamento
Liana Steinf
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Re: Teste para filhos de Zeus — Setembro

Mensagem por Zeus em Qui 06 Out 2016, 23:40


Avaliação
Vamos ver como você foi...


Oliver Krügger Awëllømann: Não reclamado.

Apesar de ter feito uma ficha excelente com mínimos erros, não posso aprovar sua ficha. Li sua observação final, contudo, a visita ao reino de poder do deus escolhido deve fazer parte da ficha de reclamação. Peço para que reposte sua ficha e crie apenas uma visita breve ao Olimpo, usando DIY's e missões futuras apenas para desenvolvê-la melhor.

Sua ficha está excelente mesmo, apenas complete-a e revise-a. Tem alguns pequenos erros, mas que podem ser facilmente corrigidos.

Em caso de dúvidas ou reclamações envie-me uma MP!


Madison Grace: Não reclamada.

Sua história fora insuficiente para a aprovação. Inúmeros erros e não cumpriu todos os pré-requisitos, deixando de narrar a visita no reino de poder do deus escolhido e a reclamação. Sem contar que a luta também não fora bem feita.

Sugiro que refaça sua ficha, revise-a e use um corretor para lhe ajudar. Tente ser criativa e narre melhor os acontecimentos e emoções da personagem. As características podem ser melhoradas também, assim como o motivo pelo qual escolheu ser reclamada por Zeus.

Em caso de dúvidas ou reclamações envie-me uma MP!

Liana Steinf: Não reclamada.

Sua ficha foi muito corrida, sem ritmo e com uma história vaga. Tente organizar melhor suas ideias e desenvolvê-las coerentemente. Seja mais criativa ao descrever a personalidade e as características de Liana, pois isso ajuda a construir a narrativa.

Use um corretor para te ajudar e pontue melhor o seu texto, pois ele está muito desorganizado e incoerente. Lembre-se de que você é uma filha dos três grandes, e se sai em uma missão, atrairá muitas criaturas, não será fácil como você narrou. Mais uma vez: Use e abuse da sua criatividade, mas não se esqueça de ser coerente e coesa.

Revise seu texto e procure melhorar sempre. Em caso de dúvidas ou reclamações envie-me uma MP!


_____________________________

O atraso na avaliação ocorreu devido a problemas pessoais. Peço desculpas e agradeço a compreensão!

Atualizado.
Por @@@@@


Corrija um sábio e o fará mais sábio.
Corrija um ignorante e o fará teu inimigo.
Zeus
Deuses
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Re: Teste para filhos de Zeus — Setembro

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