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{Aidez Moi} - MOPIF para Cheetarah Montecchio

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{Aidez Moi} - MOPIF para Cheetarah Montecchio

Mensagem por Jonas W. Harris em Dom 30 Out 2016, 12:22


♦ Aidez Moi


Cheetarah colhia morangos na última carreira da plantação, ao lado da floresta, quando ouviu um pedido de socorro mata a dentro. A filha de Ares, atrás de algumas aventuras, não pensou duas vezes em ver do que se tratava, mas não esperava que entraria em algo tão grande.


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▼ Pontos Obrigatórios:
▲ Narre o que fez pela manhã, e quebre alguma regra do acampamento, alguma simples, e como punição, será encaminhada aos campos de morango logo após o almoço;
▼ Descreve a colheita de forma tediosa, e que Cheetarah estava com sede de aventuras desde que chegou no acampamento;
▲ Os pedidos de socorro surgirão cerca de 30 minutos começar a colheita. Não hesite em abandonar a colheita e ir atrás dos gritos, já que seus instintos dirão isso;
▼ Encontre um rastro fresco de um pé enorme caminhando na direção das profundezas da floresta, e siga-o até chegar na entrada de uma caverna. Adentre esta, silenciosamente. A descrição do local fica a seu critério;
▲ Identificará um semideus criança preso e amordaçado em uma das paredes do local. Assim que soltá-lo, um “homem” com cerca de 2,5m de altura surgirá, e tentará capturar ambos;
▼ Não lute contra ele, afinal, você está sem armas. Seja inteligente e utilize de artimanhas para tentar deixá-lo apenas desacordado, então fuja com o garoto;
▲ Encerre seu post relatando o ocorrido à Quíron, que irá lhe livrar da colheita dos morangos pela boa ação;
▼ Sinta-se à vontade para acrescentar diálogos com o semideus.

▼ Personagens:

▲ Semideus Indefinido - 100/100 HP | 100/100 MP

▼ Pontos Extras:

▲ Missão One-Post Interna Fácil para Cheetarah Montecchio;
▼ Local: Camp Half-Blood
▲ Horário: 14:00;
▼ Clima: 27 ºC;
▲ Coloque as armas levadas em code ou spoiler ao final do texto. O mesmo deverá ser feito com os poderes, separando-os em ativos e passivos;
▼ Evite usar templates com barrinhas ou muito estreito, e muito menos cores cegantes;
▲ Prazo para a postagem: 30 dias. Caso necessite de mais tempo, contate-me via MP.
▼ Dúvidas, reclamações ou afins, estou disponível via MP;
▲ Boa sorte, e surpreenda-me.
Jonas W. Harris
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Re: {Aidez Moi} - MOPIF para Cheetarah Montecchio

Mensagem por Hécate em Dom 22 Jan 2017, 22:40

Missão colocada em aberto.

Requisitos mínimos: morar no acampamento, até nível 10.





Hécate
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Hécate
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Re: {Aidez Moi} - MOPIF para Cheetarah Montecchio

Mensagem por Steve Johnson em Seg 13 Fev 2017, 18:49

Pego a missão
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Re: {Aidez Moi} - MOPIF para Cheetarah Montecchio

Mensagem por Steve Johnson em Qua 15 Fev 2017, 18:38


Aidez Moi

missão one post interna fácil


*OBSERVAÇÃO OFF: Considerar certas formas de expressão do personagem como falas unicamente do personagem, não algo off que desrespeite outros players. Até porque os personagens aqui citados serão quase todos meus mesmo... XD*

O dia prometeu ser uma droga desde o início. Na verdade, a semana inteira vinha sendo uma porcaria. Bruce Chandler voltou da missão todo frescurento, parecendo uma mariquinha de TPM. Claramente estava escondendo algo de mim e ficou ainda mais abestado depois de queimar a mortalha do tal Nathaniel, o filho de Hades que fora com ele na missão à terra do Hula. Bruce era meu melhor amigo e eu era o dele, o único dele por ali, na verdade, mas desde essa missão ele vinha agindo estranho, como se tivesse perdido a pessoa mais importante de sua vida.

Quê? Ciúme? Qual é, cara, você deve estar me estranhando. Mas não posso negar que estava sendo um inferno sem a companhia daquele idiota metido a inteligente por perto. Para quem eu contaria vantagem sobre minhas conquistas e com quem eu extravasaria quando estivesse louco para socar alguém sem poder? Todo mundo precisa de um ou dois parceiros e o meu simplesmente resolvera ficar mentalmente menstruado e com cólica demais para ser um cara normal...

Enfim, a arena estava apinhada de filhos da força e da guerra. Ao longe, o pretensioso monitor do chalé 5 parecia comandar o treino que ali ocorreria, para orgulho de seus irmãos e nossa pura chateação. Não sei por que, raios, Quíron insistia em fazer os filhos de Ares parecerem superiores a nós. Nossa ideia naquela manhã era, com toda a certeza, provar que Héracles tinha muito mais poder do que eles.

— Quer fazer o favor de se apressar, Johnson?! — Jonas Harris bradou de dentro do pavilhão, conseguindo apenas fazer-me caminhar ainda mais devagar e apontar uma flecha na direção daquela carinha de modelo que nunca pegou no pesado na vida (apesar de que, para meu desgosto pessoal, isso não era verdade e ele era um dos mais fortes do acampamento).

— Não torra a minha paciência, Harris...

Ele apenas rolou os olhos, como se fosse indigno demais me responder. Imbecil... ainda corto suas asinhas..., pensei logo antes de avistar o rosto estranhamente sério de Bruce Chandler. Ele me fitava com expressão de reprovação, seus braços estavam cruzados e seu corpo apoiado em uma das colunas, ao lado de sua lança. Parecia estar com tanta vontade de encarar aquela sessão de tortura quanto eu. Ao menos isso ainda tínhamos em comum...

O som de cascos batendo no chão indicou a chegada de Quíron ao local, armado com seu tradicional arco e com a cara fechada o suficiente para que ficasse claro o que ele já esperava daquele treino: confusão. Claro que não deu outra. Depois de pouco mais de meia hora, Harris me colocou para lutar com Bruce e foi aí que a coisa desandou completamente, deixando-me mais confuso e irritado do que já estava antes.

Bruce simplesmente se recusou a lutar comigo e mal olhava na minha cara. Honestamente, eu não tinha ideia do que tinha feito de errado para aquele mané agir daquela forma, mas tinha certeza absoluta de que tinha algo a ver com o tal filhinho de Hades morto no Havaí. Desde o retorno tudo estava diferente e eu já não aguentava mais ser ignorado. Nunca havia suportado isso, não seria agora que iria simplesmente aceitar calado.

— Qual é a sua, meu irmão? Tá com medinho de lutar comigo?

— Se enxerga, Steve. Por que eu teria medo de você? Eu sou mais forte. Apenas não quero lutar com você. Devia ficar feliz, estou te poupando de ser trucidado.

E então ele simplesmente me virou as costas. Acredita nisso? O filho da... O desgraçado me virou as costas e saiu com um ar ainda mais pretensioso do que o irmão dele, o monitor. Maldito seja... Agarrei o arco com as duas mãos e avancei imediatamente para cima dele, ignorando completamente as advertências de Harris e Quíron. Quando cheguei perto o suficiente, desferi um golpe bastante forte por trás, meu corpo todo transpirando um desafio a ele. Queria ver se teria coragem de declinar da luta novamente.

— STEVEN ELLIOTT JOHNSON! — A voz de Quíron estremeceu meus nervos completamente no exato momento em que Bruce caía ajoelhado ao chão, levando a mão a um corte aberto por meu arco em seu pescoço. — Vá para o seu chalé! Está expulso do treino!

— Como é que é?! Quíron! Ele ofendeu minha honra e eu é que sou punido?! Mande esse maricas lutar comigo como um homem!

— Steven, cale-se! Você atacou um oponente por trás e não há honra alguma nisso. Volte para o seu chalé e só apareça na hora do almoço. Às duas horas deverá estar nas plantações, colhendo morangos. Talvez depois fique livre de mais castigos.

O QUÊ?!

— Vá!

E foi assim que minha manhã foi uma droga. Infelizmente eu ainda teria de enfrentar um castigo que me traria ainda mais confusão. Pelos deuses, eu estava a ponto de espancar alguém! Acabei descontando minha raiva toda no saco de pancadas que havia em um dos cantos do chalé. E era a cara imbecil e presunçosa de Bruce Chandler que eu enxergava a cada golpe.

* * *

O clima quente apenas contribuía para deixar aquilo tudo ainda mais irritante e entediante do que eu pensei que seria. Localizado na última fileira de morangos, meu corpo ardia com o calor do Sol forte. Parecia que Apolo se dedicava mais intensamente à sua tarefa naquela parte do refúgio, pelos deuses! Depois de três cestas cheias e um longo tempo de trabalho sob a vigilância do frescurento Cooper Daniels, do chalé 4, eu precisava de alguma animação.

O semideus vinha e voltava apenas para tirar os frutos do calor. Tinha ensinado a forma correta de colher os morangos, segurando aqui, girando ali, blá blá blá... Quanta frescura! Se eu fizesse do jeito que ele dizia, não terminaria nunca! Assim, obedecia apenas quando ele estava por perto, depois arrancava tudo como qualquer pessoa normal faria. Ele tinha acabado de entrar na sede de madeira para embalar os frutos quando ouvi um grito vindo da floresta. Era o meu passe para cair fora dali, então tratei de me levantar imediatamente.

— Ei! Johnson, aonde está indo? — Cooper chamou, saindo imediatamente de onde estava para vir na minha direção.

— Alguém gritou! Verei se precisa de ajuda! — Respondi já correndo, um sorriso cínico brilhando em meu rosto. Tchauzinho, Daniels.

— Sua tarefa é aqui! Volte, Johnson! Mal passou meia hora de trabalho e você está sem armas! — Ele contestou, mas eu já ia longe demais para continuar discutindo.

Talvez fosse algo imprudente, de fato, entrar sem armas na floresta, mas eu sou filho de Héracles! Conhecendo as histórias de meu pai, que trucidava leões com suas mãos nuas, por que eu o desonraria hesitando em encarar uma luta por estar sem armas? Seria, no mínimo, ridículo de minha parte. Além disso, se realmente houvesse alguém em perigo como os gritos indicavam, não havia tempo de atravessar o acampamento para me equipar no chalé.

Não demorou nada para as pegadas absurdamente grandes chamarem-me a atenção no solo macio da floresta. Caraca... Coitado do sapateiro desse cara! Elas indicavam que seu dono havia adentrado a floresta profundamente, a distância entre as passadas era tão longa que temi perdê-las por diversas vezes, mas consegui segui-las e chegar ao destino sem dificuldades. Não vou negar que cada barulhinho ao eu redor causava uma onda de apreensão, afinal, com valentia ou não, eu ainda estava desarmado, mas não poderia voltar atrás àquela altura.

Quando finalmente as pegadas resultaram em algo, foi numa enorme caverna de pedra. Devia haver alguma magia ali, eu pensava, pois a escuridão parecia tragar tudo lá dentro. Felizmente, porém, fora apenas uma impressão e meus olhos se acostumaram à pouca luminosidade alguns segundos depois de entrar bem devagar. Sem fazer barulho, dei um passo de cada vez, não levantando muito os pés e também não os arrastando. Observei cada pedacinho que pude do local, mas não havia muito o que ver.

As paredes tinham rachaduras e eram cobertas por uma grossa camada de hera, a planta. Imagina que coisa estranha seria entrar numa caverna e dar de cara com minha avó postiça espalhada pelo lugar! Não, mil vezes melhor ver que era só a planta mesmo... Além disso, havia lixo pelo chão até onde a vista alcançava. Cheguei a cogitar a possibilidade de pegar algum osso afiado do chão mas, pelo estado de tudo ali, a peça viraria pó em minha mão assim que eu a tocasse.

E tinha o fedor. Pelos deuses, como aquele lugar era podre! Pegue as roupas suadas de todos os filhos de Ares, some com as roupas suadas de todos os filhos de Héracles e o cecê não chega nem aos pés do que era o fedor daquela caverna. Tinha certeza absoluta que alguém havia vomitado ali recentemente e eu estava a ponto de fazer o mesmo, por mais que meu brio dissesse que não era nem um pouco "de macho" fazer aquilo.

Como quer que fosse, a voz gritou por socorro novamente e foi de lá de dentro da caverna que veio. Apressei o passo, deixando de me preocupar tanto com o barulho, e comecei a puxar a hera para testar sua resistência. Firme. Excelente! Um plano já começava a ser traçado em minha mente, mas meus pensamentos foram subitamente interrompidos quando, pateticamente, escorreguei em uma casca de banana podre e caí por um declive de cerca de um metro de profundamente. Foi onde encontrei um garotinho, agora amordaçado, e o gigante.

Certo, tecnicamente utilizamos o termo "gigante" para definir os filhos de Gaia criados para derrotar Zeus e os demais deuses, então o cara da caverna era só uma criatura muito, mas muito grande mesmo. Devia ter uns dois metros e meio, talvez três, e me encarava com puro ódio por eu ter invadido seu esconderijo secreto.

— Como é que você veio parar aqui, moleque estúpido? — Reclamei, tornando a dirigir meus pensamentos ao plano de antes. O garoto apenas balbuciou algo ininteligível sob a mordaça mas o grandalhão não quis saber de conversa e percebi que meu plano deveria entrar em ação tão logo quanto possível.

A caverna tremeu, o urro reverberou nas paredes de pedra e quase me ensurdeceu e meus pés me levaram para a teia de hera mais próxima. Naquele momento dei graças por gostar tanto das paredes de escada e daria todos os meus dracmas para ver a cara dos que me chamavam de maldito mulherengo por me exibir para suas irmãs no exercício. Acabou que minha diversão se mostrou bastante útil. Eu merecia o coração de pelo menos uma garota de cada chalé agora.

Com agilidade, consegui atingir a altura dos olhos do grandalhão, mas ainda não era o suficiente. Precisei ir mais alto, quase a ponto de tocar o teto, para fazer o que fora necessário. Foi loucura? Sim. Eu poderia ter sido esmagado como um mosquito miserável? Com certeza. Mas mesmo assim pulei, me impulsionando com força enquanto segurava alguns punhados de hera, fazendo a teia se desprender da parede de cima para baixo e pousar sobre a cabeça do meu oponente enquanto eu "voava" por cima e terminava pendurado do outro lado.

Urrando atordoado, o monstro perdeu o equilíbrio e senti a queda ficar mais veloz a cada instante. Esperei, esperei. Eu me aproximava do chão e ele de mim, meus braços queimavam com o esforço de me sustentar nos cabos da planta providencialmente resistente. Um pouco mais, só um pouco mais... Me soltei, rolando no exato instante em que toquei e sentindo uma lufada de vento me atingir em decorrência da queda do monstro.

Minha ideia seguinte era acertar-lhe sucessivos golpes, mas o grandalhão simplesmente não se mexeu. Foi apenas quando me aproximei cautelosamente que percebi do que tinha me livrado e no que ele tinha caído com tudo: um pedaço de rocha crescia exatamente no local onde sua cabeça fez o pouso forçado e o desacordou. É, acredite ou não, mas o desgraçado ainda respirava.

— Tá legal, moleque, vamos nessa! — Corri o mais rápido possível na direção do garoto e o desamarrei.

— Primeiro de tudo, pare de me chamar de moleque! — Ele exclamou todo cheio da razão. Eu mereço...

— E como quer que eu chame você, moleque?

— Meu nome é Sky Thompson.

— Sky? É sério isso? — Precisei fazer muita, mas muita força para não rir do pobrezinho. — Como quiser, moleque.

Retornar foi bem mais fácil, pois bastou seguir minhas próprias pegadas recentes e bem menos espaçadas que as do grandalhão. Quando atingimos a orla da floresta, Quíron nos aguardava com uma expressão mista de desconfiança, surpresa e alívio. Tentei aumentar meus feitos heroicos ao relatar tudo a ele, mas Sky (cujo nome real era Skyller, muito mais digno) fez o favor de cortar meu barato em diversos momentos. Fez questão, inclusive, de relatar a parte em que caí feito um purê no chão.

De qualquer forma, fui liberado do castigo depois do feito. Derrotar um pseudo-gigante com as mãos nuas aparentemente era algo digno de um filho de Héracles e salvar uma vida era mais importante do que colher morangos, graças aos deuses. Voltei correndo para o chalé. Odiava frescura, mas ainda conseguia sentir minhas narinas ardendo devido ao fedor da caverna e por isso fui direto para o chuveiro. Depois do banho (no qual senti algumas escoriações não notadas antes arderem), eu só queria descansar até a hora do jantar!

~*~

Adendos:

Personagens citados:

Bruce Chandler - filho de Ares, fake meu
Nathaniel - filho de Hades, npc criado e morto em uma missão para mim na conta Bruce Chandler
Jonas W. Harris - filho e monitor de Ares, player
Cooper Daniels - filho de Deméter, fake meu
Skyller Thompson - indefinido, fake meu

Poderes utilizados:

PASSIVOS:
Força ampliada I (Nível 01) - Desde seu nascimento, filhos de Héracles apresentam uma força superior se comparados a outros humanos ou mesmo semideuses. Neste nível, sua força é ampliada 10%, permanentemente, o que afeta tanto em combate quanto fora (com relação à sua capacidade de carga, por exemplo). Apenas filhos de Hefesto, Ares e Centauros se aproximam de seu potencial. [Antigo "Força sobre-humana"]

Armas levadas:

{Surestrike} / Arco [Arco de bronze sagrado. Seus entalhes lembram escamas, em referência ao trabalho de Héracles com a Hidra] {Bronze sagrado} (Nível Mínimo: 1) {Não Controla Nenhum Elemento} [Recebimento: Presente de Reclamação de Héracles]

{Acutus} / Aljava [Aljava com flechas de bronze sagrado. Comuns, pórem ilimitadas.] {Nenhum Material} (Nível Mínimo: 1) {Não Controla Nenhum Elemento} [Recebimento: Presente de Reclamação de Héracles]

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Re: {Aidez Moi} - MOPIF para Cheetarah Montecchio

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