Percy Jackson e os Olimpianos RPG BR
Bem vindo ao maior fórum de RPG de Percy Jackson do Brasil.

Já possui conta? Faça o LOGIN.
Não possui ainda? Registre-se e experimente a vida de meio-sangue.

{Quase Nárnia} - MOPIM para Thomas Reilly

Ver o tópico anterior Ver o tópico seguinte Ir em baixo

{Quase Nárnia} - MOPIM para Thomas Reilly

Mensagem por Jonas W. Harris em Qui Nov 17, 2016 11:36 am


♦ Quase Nárnia


Um escorpião, um bruxo e uma mala voadora. Até parece Nárnia, mas na verdade só estamos falando do acampamento meio sangue.

-  -  -  -  -  -  -  -  -  -  -  -  -  -  -  -  -  -  -  -

▼ Pontos Obrigatórios:

▲ Narre o seu dia de maneira sucinta, meio que resumido. Antes do horário do almoço você encontra um objeto sobrevoando a floresta, e curioso para saber do que se tratava, acabou indo procurar o tal;
▼ Após adentrar a floresta, você irá ouvir algo se chocando com galhos e assombrando os pássaros. Imaginando ser seu objeto, você passa a seguir o barulho, até parar em uma clareira completamente distante e desconhecida;
▲ Acabará por se dar como totalmente perdido, e antes que pudesse sair do local para buscar o caminho em retorno, é atacada sorrateiramente por um escorpião. Narre uma evasiva e inicie uma luta coerente;
▼ A carapaça dura do animal acaba sendo um dos pontos cruciais de dificuldade, de enfoque nisso;
▲ Após muitos golpes e tentativas frustradas, o objeto que sobrevoava a floresta antes surge novamente, e você identifica como uma mala. Esta irá descer e estacionar ao seu lado. O escorpião deverá recuar um pouco assustado;
▼ Ao abrir, tu encontrarás uma katana de prata com o cabo roxo. Segure-a e, a partir de então, passe a utilizá-la na batalha. Por ser mais fina e afiada, a arma causa danos reais no escorpião, use isso a seu favor;
▲ Após derrotá-lo, de forma coerente, a mala irá chacoalhar, como se para chamar sua atenção. Deposite a katana novamente dentro da mala, e esta voará. Siga-a e encontrará o caminho de volta para o acampamento;
▼ Encerre seu post voltando para o chalé e encontrando a mala sobre sua cama;
▲ Sinta-se à vontade para acrescentar sentimentos e tramas do seu personagem.

▼ Pontos Extras:

▲ Missão One-Post Interna Mediana para Thomas Reilly;
▼ Local: Floresta, CHB;
▲ Horário de início: 10:00;
▼ Clima: 24 ºC;
▲ Coloque as armas levadas em code ou spoiler ao final do texto. O mesmo deverá ser feito com os poderes, separando-os em ativos e passivos;
▼ Evite usar templates com barrinhas ou muito estreito, e muito menos cores cegantes;
▲ Prazo para a postagem: 30 dias. Caso necessite de mais tempo, contate-me via MP.
▼ Dúvidas, reclamações ou afins, estou disponível via MP;
▲ Boa sorte, e surpreenda-me.
Jonas W. Harris
avatar
Filhos de Ares
Mensagens :
552

Localização :
Into the Badlands

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: {Quase Nárnia} - MOPIM para Thomas Reilly

Mensagem por Tom Reilly em Qui Dez 15, 2016 6:25 pm


Almost Narnia

missão one-post interna média


Acordar cedo, tomar um banho rápido no chuveiro do chalé e sair na companhia dos irmãos em direção ao refeitório para o café da manhã. As manhãs no Acampamento Meio-Sangue geralmente eram bastante iguais umas às outras, mas não deixavam de ser especiais. Apesar disso, eu andava meio desanimado. Assim que as férias acabassem, meu segundo ano letivo em uma escola bastante diferente do convencional começaria e nenhum grande aventura mitológica tinha aparecido para mim ainda.

Não que eu fosse um grande aventureiro, mas o sangue de semideus em minhas veias começava a protestar contra a estagnação e eu pensava seriamente no que poderia vir a seguir. Estar no mundo mortal e longe da proteção mágica do refúgio em geral era sinônimo de enfrentar as piores coisas. A questão era que, por minha escola ser diferente, eu acabava ficando protegido quase do mesmo jeito. Thor, um dos meus melhores amigos, não entendia sobre o lugar e não dava para culpá-lo. A escola de um semideus nunca é tão segura.

— Ei! Tom, acorda! — Meu irmão Alphonse agitou a mão diante do meu rosto e perguntou se eu ia comer o bolinho de mirtilo. Só então percebi que já estava sentado à mesa e me alimentando, tinha feito tudo no automático enquanto divagava sobre o que o futuro reservava para mim.

— Larga meu bolinho! — Respondi com um meio sorriso e avistei Annie à mesa de Poseidon, dando-lhe um sorriso e um aceno animado.

Tudo o que eu queria naquele momento, a despeito da forma que geralmente me comporto, era alguma aventura maluca com aquela garota e seus primos, nossa equipe completa, mas tudo o que ganhei foi uma manhã de treinamento suado com meus irmãos e filhos de Íris na arena, onde não havia tanta adrenalina. Sinceramente, eu nem me reconhecia com tanto desejo por aventura, mas não me questionar sobre o assunto. Era preciso fazer algo diferente, certo?

Não levei o grimório para o treino. Eu não dominava muitos poderes ainda, mas a ideia de precisar de um livro para executar um dos que eu já controlava era um tanto irritante! Sendo assim, tudo o que eu portava ao sair do refeitório era minha adaga presa ao cinto. Sob o comando dos monitores dos chalés, saímos todos juntos em clima de competição e provocação. O propósito era ficar na arena durante toda a manhã, mas os planos mudariam para mim na metade do processo.

Depois de perder um duelo contra um garoto do meu tamanho, mas dois anos mais velho e mais experiente, o tédio resolveu de fato tomar conta de mim! O cabelo grudava em minha testa com o suor e o cansaço depois de três lutas me tirava toda a vontade de continuar treinando. Estava quase apelando para uma prece aos deuses para me arrancarem dali quando avistei uma coisa bem diferente sobrevoando as copas frondosas da floresta. Não que eu realmente tenha identificado o que era, mas parecia voar de um jeito tão estranho...

Sedento por aventura como eu estava, esqueci de minha prudência natural e me levantei do banco de madeira, logo me esgueirando por entre os semideuses e valendo-me de minha pouca estatura para fugir da atividade e me embrenhar em um dos locais mais perigosos do Acampamento Meio-Sangue. Orgulhoso, vi-me dando um perdido nos filhos de Íris e Hécate e logo adentrei a floresta escura do refúgio, sem a menor ideia do que poderia acontecer ali.

A adaga estava bem segura na mão direita e meus passos eram inicialmente cautelosos enquanto eu oscilava meu olhar entre o caminho à frente e o alto, tentando enxergar acima das copas. O entusiasmo por finalmente conseguir uma aventura me fazia borbulhar por dentro e eu ansiava por ser um herói para o acampamento naquela manhã, embora nem soubesse o que estava indo enfrentar. Como fui inconsequente!

Tinha dado um razoável número de passos quando um curioso ruído de galhos se partindo me chamou a atenção, fazendo-me pensar imediatamente no tal objeto voador. Assim, apressei meu ritmo e segui na direção de onde vinha o som, ficando, confesso, bem menos cauteloso. Certo, fiquei totalmente imprudente nessa parte da aventura e foi por isso que acabei desembocando no meio de uma clareira completamente desconhecida sem nem saber por onde tinha chegado. Eu estava perdido.

Olhei para trás e tentei ver de onde tinha vindo, mas a estratégia inicial de prestar atenção ao caminho fora abandonada no momento do barulho e agora todas as árvores pareciam exatamente iguais aos meus olhos. Que droga... O que eu tô fazendo? Eu sei, é estúpido mas toda a coragem que borbulhava até poucos minutos antes tinha-se esvaído quando vi-me sem saber para onde ir. Eu me sentia ridículo e com medo, mas precisava dar um primeiro passo para sair dali. Pena que alguém tinha planos diferentes.

Inicialmente, não soube o que me atirou alguns metros à frente mas vi um enorme escorpião de carapaça rígida se encaminhando na minha direção quando olhei para trás, e ele mostrava absoluta hostilidade. A ideia de perseguir o OVNI foi completamente varrida de minha mente e tudo o que pensei em fazer foi cair fora dali o mais rápido possível. A criatura tratou de me atacar novamente com a garra direita e consegui me livrar por pouco de ter a perna quebrada, graças aos reflexos de campo de batalha que me permitiram um salto evasivo.

Disparei pela clareira, sentindo as costas doerem devido à primeira investida do meu oponente. Resolvi correr para longe e tentar descobrir uma forma de derrotar o bicho gigante, mas eu precisava de sangue frio para agir e digamos que essa não era bem minha principal característica. Eu sou manso e calmo como um texugo e só costumo me aventurar quando um dos meus amigos precisa de mim. Fui bancar o aventureiro sem o ser e acabando me dando mal. Parabéns, Thomas Reilly, genial!

Por ser muito maior que o normal, o escorpião corria rápido e fugir não me era uma opção. Enquanto corria de um lado para o outro, concentrei minha mente em invocar o melhor poder que eu possuía no momento, reunindo energia na palma de minha mão esquerda para formar uma esfera. Com toda a coragem que ainda restava em meu ser, olhei para trás e me vi a uma distância ideal para fazer o disparo. Pedindo a proteção (e o perdão) dos deuses, arremessei a esfera de energia e vi uma bela explosão ocorrer na carapaça do monstro.

— Rasengan! — Exclamei, animado, novamente esquecendo-me da prudência e querendo bancar o herói de desenho japonês. Claro que a cara de tacho ao ver que o dano não fora assim tão grande era certa e dei graças por não haver mais ninguém ali para me ver pagando o mico do século!

A primeira esfera de energia serviu apenas para deixar o animal fantástico furioso e ele estava com muita vontade de me fazer banquete ali mesmo, no lugar onde habitava! Voltando a correr, concentrei novamente a energia em minha mão esquerda e atirei outra esfera, mas dessa vez não corri para longe. Para derrotar o escorpião seria necessário deixá-lo fora de combate e era exatamente isso que eu precisaria fazer se quisesse sair vivo daquela floresta.

Claro que uma aproximação daquele tipo era perigosa, prova disso foi que levei mais uma patada antes de conseguir desferir o primeiro golpe. Foi de raspão desta vez, mas conseguiu abrir um ferimento no canto esquerdo do meu peito que me limitou de forma terrível. O sangue molhou minha camisa e agora, além da dor nas costas devido ao primeiro golpe, eu estava impedido de atirar novas esferas de energia se portasse a adaga na mão direita. Que meleca!

Não havia outra saída para aquela situação, contudo. Sem a praticidade de poder usar as duas mãos ao mesmo tempo, era necessário o uso de toda a minha agilidade nas pernas para fugir das próximas patadas e acertar meus golpes sem margem de erro. Pensando o mais estrategicamente possível, me encaminhei para o lado que fora danificado pelas primeiras esferas, vendo uma certa vulnerabilidade naquela parte. Quando desferi o primeiro golpe, porém, percebi que ainda seria complicado. A carapaça continuava rígida demais para minha lâmina.

Desistir não era uma opção, mas correr era. O monstro percebeu minha tentativa de enfraquecer seu flanco direito e tentou acertar-me com seu ferrão. Sabe quando dizem que perto da morte é possível ver a vida passar como um filme? É verdade e meu filme não prometia um final muito empolgante. Quase desmaiei quando passei por baixo do escorpião e achei a única e arriscada saída para não ser empalado por sua pata implacável, mas a experiência de quase morte foi um tanto proveitosa: descobri algo que poderia ser seu ponto fraco.

A ideia de que meu oponente tinha uma forma de morrer me deu um novo ânimo, até que, dois segundos depois, me lembrei que seria necessário ficar embaixo dele de novo para conseguir o feito. Tentando não pensar no risco de morte e que provavelmente eu acabaria nos Campos da Punição se morresse em decorrência de minha imprudência, aproveitei-me da pequena distração do escorpião ao me procurar e troquei a adaga de mão, formando uma nova esfera de energia e a atirando com a mão direita na direção de sua cabeça.

Vendo a eficiência do ataque novamente, embora não tanto quanto eu esperava, passei a adaga para a mão direita novamente e tornei a correr para golpeá-lo. Foi uma sucessão de golpes e esquivas mas nenhum dano real aparecia. Eu estava exausto de investir e correr, minhas camisa estava encharcada de suor e o ferimento em no alto do meu peito ardia. O próprio escorpião já parecia estar se cansando daquilo, mas, ao contrário de mim, ele parecia ficar mais forte à medida em que ficava mais frustrado.

Foi quando um lampejo marrom captou minha visão ao sobrevoar acima das copas e finalmente deu as caras para que eu pudesse identificá-lo. O objeto que me atraíra até aquele local era simplesmente uma mala, que desceu com total controle e pousou ao meu lado como se fosse minha parceira de estimação. Eu, que já estava boquiaberto, fiquei ainda mais quando notei um certo espanto no escorpião e o vi recuar, aparentando estar assustado.

Atento ao meu oponente, me agachei e toquei o fecho da mala. Juro que ela parecia um ser vivo e facilmente pude identificar sua forte magia. Quando a abri, porém, foi que vi a maior surpresa. Uma katana com o cabo roxo mais lindo que eu já tinha visto e a lâmina prateada mais brilhante parecia implorar para que eu a empunhasse. Claramente mais afiada, parecia-me muito mais apropriada para derrotar o animal fantástico, de forma que vi-me impelido a embainhar minha arma de reclamação.

Sentindo-me muito mais poderoso com a katana, avancei a toda velocidade na direção do escorpião e retomei a batalha. Ver que a arma causava os reais danos que eu tanto almejava desde o princípio da luta me dava cada vez mais ânimo e finalmente consegui formar uma estratégia para alcançar-lhe o ponto fraco e acabar de vez com aquela luta. Corri por todo o flanco do animal desferindo os mais fortes golpes que conseguia, a fim de fazê-lo perder o equilíbrio naquele lado.

Quando vi que ele iria cair, passei por baixo de seu corpo e enxerguei a vitória. A parte inferior, que deveria ser seu abdome, possuía uma fenda (que eu nem queria saber para que servia). Sem pestanejar, impus toda a força de meu corpo naquele golpe e enterrei a katana ali, fazendo seu estranho sangue jorrar e o animal guinchar e se debater em agonia. Afastei-me rapidamente para não ser atingido por uma patada acidental e vi o monstro começar a se desfazer em pó amarelo, finalmente indo para o Tártaro.

Caí sentado, tomado de exaustão, mas não fiquei quieto por muito tempo. A pouca distância, a mala mágica começou a se debater como se estivesse chamando por mim e, com certo esforço, me levantei e fui até ela. Percebi que queria sua arma de volta, então depositei a katana no lugar e imediatamente ela se fechou e alçou voo outra vez. Precisei ser rápido para segui-la e quase a perdi de vista!

— Ei! Volta aqui! Onde você vai? — Chamei e corri atrás dela, mas a mala parecia decidida a continuar voando e me fazer ganhar mais e mais arranhões ao segui-la por dentro da floresta. Foi apenas depois correr um longo espaço que notei os sons familiares e a iluminação do lugar aberto que eu muito bem conhecia. A mala tinha me trazido de volta para o Acampamento Meio-Sangue e mais uma vez tinha desaparecido.

Frustrado por não conseguir tê-la, tomei meu rumo diretamente para o chalé. Claro que o ideal seria ir a uma enfermaria, mas algum dos meus irmãos ou um filho de Íris poderia também estar lá em decorrência de um ferimento de treino e descobriria minha escapada arriscada que quase me tirou a vida. Não, na hora do almoço eu iria atrás de cura e tomaria muito cuidado para não passar pela enfermaria verdinha, que pertencia justamente à monitora do chalé 14.

Tentei caminhar o mais naturalmente possível e acenar de volta para quem o fazia para mim, como se o ferimento no canto superior esquerdo do peito não fosse nada demais. Passei por um grupo de semideuses preocupados que corriam loucos na direção do Pet Place, aparentemente algo sério estava acontecendo e tudo em que pensei foi que meu amigo Gary Danvers estaria no mercado naquela manhã. Não se meta em confusão desnecessária igual eu fiz, Gary, por favor...

Entrei no chalé de forma tranquila, sabendo que não teria ninguém por ali no momento. Desejava minha cama, mas precisava de um banho para higienizar aquele ferimento antes, então acabei passando batido por minha cama, tendo a impressão de que algo se mexia acima dela mas considerando aquilo apenas como uma ilusão do cansaço. Qual não foi minha surpresa quando meu cérebro finalmente processou o que meus olhos viram!

Voltei-me na direção da cama no mesmo instante e vi a mala pousada sobre ela tranquilamente, parecendo-me um gatinho fofo e manhoso com preguiça e à espera do dono. Sorrindo, corri até ela e... é, eu fiz carinho na mala, não me julgue! Se você a tivesse visto, teria feito o mesmo. Parecia mesmo um pet e eu claramente já desenvolvia um afeto por ela. Depois de alguns minutos de mimo, fui finalmente para o chuveiro e tomei um bom banho, prometendo a mim mesmo que não pediria por aventuras aos deuses nunca mais. Ter a calma de um texugo era muito mais seguro!

~*~

Adendos:

Armas Levadas:

{Graveolentiam} / Adaga [Adaga prateada, apesar de feita com bronze sagrado. Seu punho é envolto em couro, para melhor manuseio, e a lâmina possui símbolos rúnicos gravados. Acompanha bainha de couro. No nível 20, torna-se um colar de pentagrama.] {Bronze sagrado e couro} (Nível Mínimo: 1) [Recebimento: Presente de Reclamação de Hécate]

Poderes utilizados:

PASSIVOS:
Perícia com Adagas (Nível 1) - Filhos de Hécate não são conhecidos por sua perícia em combate ou força física. Contudo, suas habilidades favorecem o uso de armas menores, como a adaga, facilmente ocultável e também utilizada em rituais, exigindo mais destreza e habilidade do que músculos. Essa perícia não implica, contudo, que seus ataques sempre serão certeiros - apenas indica uma familiaridade e facilidade maior com este tipo de armas, em detrimento das outras. É algo evolutivo. [Modificado]

Identificar magia (Nível 2) - Filhos de Hécate conseguem identificar poderes e efeitos mágicos de seu nível menor apenas olhando o alvo, sabendo seus efeitos exatos - Ex: espada elétrica, poder de ativação por 3 rodadas, dano médio (parâmetros de dano gerais apenas). Para poderes de level igual ou maior só conseguem identificar parcialmente, sem precisão - ex: espada elétrica de ativação, dano ao atacar - e quando há algo com mais do que o dobro de seu lvl podem saber o tipo de magia mas não o efeito. Ex: sabem que uma espada tem o poder elemental, mas não sabem que tipo específico nem se o poder afeta quem a toca, se o poder é ativado nem quanto tempo dura ou quanto dano causa. Segue o mesmo padrão de detectar, exigindo concentração, ainda que por um único turno e sem gasto de energia. [Modificado]

ATIVOS:
Arcanum (Nível 1) - Os feiticeiros concentram sua energia mágica [éter] na palma da mão, criando uma pequena esfera com cerca de 10cm de energia. Ela pode ser atirada contra oponentes a até 5m de distância, e explode ao entrar em contato com alguma superfície, gerando uma explosão de 2m de raio. Ataque de energia. Uma esfera por utilização. Ganha uma esfera adicional no nível 30. Por ser energia pura, concentrada, não se aplica RM.[Modificado]

.:: narração :: falas :: pensamentos :: falas de outros ::.
Tom Reilly
avatar
Filhos de Hécate
Mensagens :
58

Localização :
Chalé de Hécate

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: {Quase Nárnia} - MOPIM para Thomas Reilly

Mensagem por Jonas W. Harris em Sex Dez 23, 2016 3:44 pm


AVALIAÇÃO


Thomas Reilly: Well well well, não tenho muito o que dizer, sua missão foi ótima, com algumas ressalvas, claro, mas no geral, conseguiu desenvolver muito bem, com tudo que pedi e ainda um pouco mais. Fez a batalha de forma coerente, além das motivações também. Tudo foi muito bem descrito e detalhado, não deixando brechas para entendimentos contrários. Seguiu todos os pontos que pedi, e soube utilizar as armas e poderes. Entretanto, encontrei erros de digitação rápida, entendíveis até, mas que não podem passar despercebidos. Logo no primeiro parágrafo você coloca “começaria e nenhum grande aventura mitológica tinha aparecido para mim ainda”. Houveram outros errinhos do tipo que tenho que levar em consideração na hora da pontuação.

Sem mais ressalvas, suas recompensas:

- Coerência: 50/50;
- Coesão, estrutura e fluidez: 25/25;
- Objetividade e adequação à proposta: 15/15;
- Ortografia e organização: 7/10;
◊ Total (multiplicado por 6): 388 XP!

◊ 70 Dracmas!

◊ {Scamander} / Maleta Mágica [Maleta feita de couro e madeira com fechos de metal banhados em bronze. Está possui um encantamento que permite carregar no máximo 3 itens do semideus, independente de seus tamanhos. Esta tem um espaço interior muito maior do que aparenta, além de possuir o dom de voar (apenas sob o comando de seu dono) para onde quiser, por duas vezes durante uma missão/evento. Essas duas vezes são restritas, sendo uma delas em saída do acampamento, e a outra em retorno, logo, só pode ser chamada uma vez.] {Materiais encontrados: couro, madeira, metal e bronze} (Nível Mínimo: 10) {Elementos encontrados: magia} [Recebimento pela missão Quase Nárnia narrada e avaliada por Jonas W. Harris, e atualizada por _______.]
(Item passível de modificação pela administração)

- Situação final: 90/110 HP | 80/110 MP

Dúvidas, reclamações, dicas ou qualquer coisa em que eu possa ser útil, basta contatar por mp.
Jonas W. Harris
avatar
Filhos de Ares
Mensagens :
552

Localização :
Into the Badlands

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: {Quase Nárnia} - MOPIM para Thomas Reilly

Mensagem por Deméter em Ter Jan 24, 2017 6:33 pm


atualizado!
Pequenas alterações feitas: ajustes no item e na quantia de dracmas, que estava inferior à porcentagem adquirida.




deméter, sweetheart
SE VOCÊ NÃO COMER O CEREAL, O BANHAMMER É QUE VAI COMER! n
Deméter
avatar
Administradores
Mensagens :
286

Localização :
No meio das planta

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: {Quase Nárnia} - MOPIM para Thomas Reilly

Mensagem por Conteúdo patrocinado

Conteúdo patrocinado

Voltar ao Topo Ir em baixo

Ver o tópico anterior Ver o tópico seguinte Voltar ao Topo

- Tópicos similares

Permissão deste fórum:
Você não pode responder aos tópicos neste fórum