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{Cigana da morte} MOPEM para Madison Montgomery

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{Cigana da morte} MOPEM para Madison Montgomery

Mensagem por Isobel em Ter 13 Dez 2016, 11:47

Cigana da Morte
E ela viu a morte e você!
Existe uma barraca cigana na cidade, que carrega uma má fama. Todos os clientes que recebiam atendimento carregavam a morte consigo após sair da barraca, ou para si ou alguém próximo. Certo dia, por algum motivo, você foi parar nessa barraca. Ela lhe prestou atendimento e durante o atendimento ela sentiu a morte.

Pontos Obrigatórios:

- Narre como foi parar na barraca da cigana e o atendimento que ela fará gratuito e de bom grado.
- Ela sentirá a morte perto de você.
- Saia da barraca e interprete as impressões da Cigana, da situação...
- Durante o caminho de volta seja surpreendido por uma horda de dez esqueletos ou um Damphyr.
- É muito importante aqui a interpretação, sua narração deve envolver o leitor nas emoções da personagem.
- Use a criatividade e nos impressione.

Ademais:
- Missão One Post Mediana Externa para Madison Montgomery
- Local: Qualquer um, desde que externo ao acampamento;
- Horário: 11:00 PM;
- Clima: Nevando - cerca de -2ºC;
- Coloque as armas levadas em code ou spoiler ao final do texto. O mesmo deverá ser feito com os poderes, e peço para que diga quais são ativos e quais são passivos;
- Evite usar Templates com letras pequenas ou com cores cegantes;
- Prazo para a postagem: 30 dias. Caso necessite de mais tempo, contate-me via MP.
- Dúvidas, pode me contatar via MP.
- A pedido do próprio Eros, assumi a missão.
Isobel
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Re: {Cigana da morte} MOPEM para Madison Montgomery

Mensagem por Madison Montgomery em Dom 18 Dez 2016, 15:30

Era um dia nevado quando decide dar uma volta fora do Acampamento. Os pinheiros carregavam-se de neve perdendo sua cor verde, os morangos, não via-se. O tom da primavera tinha sido perdido pelo toque da princesa Quione.

Era mais um dia calmo em nossos chalés. Acabara de ler um livro de psicologia “O poder do Habito” que encantou-me com suas teses indescritíveis e sociais.

Levantei-me da cama, guardei o livro em minha cômoda, e comecei a organizar minha bolsa com os matérias para saída; aljava, maçã, casaco, arco... Tudo que vinha a cabeça coloquei na bolsa. Quanto aos itens maiores como: aljava e arco, deixei ao lado de fora. Cruzei a aljava em meu tórax e o arco pus em minha mão direita. Em seguida passei o olhar em meu pescoço para conferir minha corrente que amo-a, e claro! O meu grimório sempre estava comigo. Era hora de partir!

Passei ainda na mesa e peguei mais um cacho de uva pois era vindoura a hora do almoço. Planejei não almoçar no Acampamento, iria descontrair, há muito tempo estava naquele lugar, precisava de uma “fuga”. Saí do meu chalé despedindo-me com um breve olhar para trás, continuei a andar e notei que a movimentação dos campistas tinha sido extinta. A caminho, vi a casa grande, coberta por neve estava! Sua enorme chaminé era usada, pois via-se a fumaça saindo em seu pináculo. Em alguns minutos, estava no final da colina, peguei um táxi e fui ao leste do lugar onde estava.

Pela primeira vez vi como era difícil abandonar aquele lugar, mesmo sabendo que voltara mais tarde, ainda doía! Minha visão era focada aquele local, e com o movimento do carro ao sair, dissipava-se a imagem da colina.

- Para onde vai moça? – perguntou o motorista.

- Senhor, leve-me ao restaurante mais próximo.

Em meio aquele enorme cidade, minha visão perdia-se atrás de uma simples janela de vidro. Como era enorme mundo do lado de fora! Havia muito o que explorar-se. Em meio a espanto, surpresa e viagem na cidade, um cheiro suave e suculento invadia aquele pequeno carro.

- Reduza a velocidade! - Exclamei.

Por extinto, meus olhos começaram passear pela janela a procura de onde vinha aquele cheiro tão saboroso. E foi de lá... “X Food”! Uma simples barraca situada no comércio, com um enorme letreiro acompanhado de um enorme hambúrguer.

Imediatamente pedi para parar o carro. Desci ao maior alvoroço...

- Moça deu... – tentou falar o preço da viagem.

Sem espera, tirei uma quantia de dinheiro e joguei no banco do passageiro. Apressei-me correndo loja adentro. Tempo suficiente para molhar-me toda de neve. Mesmo com todo aquele cheiro, a loja encontrava-se vazia. Estranho não?!

Fui até o balcão da recepção e com um leve tocar soei a campainha... blinnn...

Questão de segundos uma enorme negra que vestia um vestido longo rodado de bordas vermelhas, possuindo em seu cabelo um enorme abadá branco e um batom violeta (bem africana mesmo), saiu da cortina que dividia da possível cozinha que havia atrás da recepção, veio sorrindo até mim.

- Olá querida! O que deseja em minha lanchonete uma moça tão bela e molhada? -   Falou aproximando seu rosto oferecendo o cardápio.

Devolvi o sorriso e comecei a visualizar o cardápio.

- Hum... Quero um X-tudo acompanhado de um cappuccino.

- Uma ótima bebida para esse tempo frio – Falou anotando o pedido em sua agenda.

Sorri indo a caminho de sentar em uma das cadeiras, mas antes mesmo que eu virasse todo o corpo, a mesma segurou meu braço.

- Menina deixe-me ver suas mãos, por favor? – Falou delicadamente.

Estranhei em seu pedido, o que haveria em minhas mãos de interessante que a chamou atenção?! Bem, eu não sabia. Reparei bem minhas mãos, olhei para moça e estendi as mãos.

Com muita firmeza, a senhora segurou minhas mãos e começou visualizar. Suas sobrancelhas mexiam muito de acordo com sua visualização. De repente sua expressão mudou, com seu rosto um pouco suado e seus olhos esbugalhados, encarou-me com muita seriedade. Mas não poderia ser, algo estava errado, esses olhos lembrava-me algo. Morte!
A “cor” preta era nítida em seu olhar. Antes mesmo da moça falar algo eu já sabia! Seus olhos negros simbolizava simplesmente morte ao meu favor.

- Moça perdoe-me pelo que irei dizer, mas sua vida há de vim uma perturbação! Algo muito mal, proveniente de morte! Você corre perigo, uma força maligna levanta nesse momento para vim ceifar sua vida. É preciso que você procure refúgio o mais rápido possível. Há uma marca negra em sua alma!

Depois do revelado, toda fome se foi! Meus pés começou a recuar sem meus comandos, a visão começou a ficar turva, e tudo parecia o fim. Sem reação alguma comecei a correr para a rua. Ouvi ainda a moça a falar, mas não compreendi. Não queria saber mais de nada! Tudo o que eu pensava era por que eu desejei sair do acampamento. Por qual motivo?! Tudo estaria normal, se eu estivesse em meu chalé. Droga!

Em quanto eu corria consegui tropeçar em uma pedra que escondia-se em meio a neve estendida ao chão, fui a “lona”. Com a pancada consegui um corte pequeno na testa. A pancada deixou-me atônita, tudo estava cinza e ainda a neve gelada cobria meu rosto. Levantei a cabeça e com dificuldade fiquei de pé. No impacto o arco voou 2m a frente. Fui até ele e peguei-o. Ao inclinar-me para frente vi a movimentação de um táxi preste a sair, corri até ele e empurrei-me adentro do mesmo.

- Urfa! – Sosseguei.

Ainda não estava segura! Tudo só iria melhor no Acampamento. Não entendia por que tudo isso comigo. Estava indo tudo tão bem, e em um simples intervalo de tempo tudo mudou. Encostei minha cabeça no apoio do assento para tentar relaxar, mas havia um cheiro de sangue muito forte pairando no ar. Era quase impossível não senti-lo, apesar que meu nariz estava coberto de neve. Abri minha mochila, tirei meu casaco e comecei a enxugar-me. Enquanto estava na tentativa de remover a neve, ouvi um bufar vindo da frente...

- Você não vai voltar para casa menina! - Falou o motorista.

Não deu tempo nem de contestar! O carro virou-se a esquerda bruscamente, em seguida começou a capotar. Tudo girava, não conseguia assimilar onde estava. Em meio ao relento, consegui bater a cabeça várias vezes seguido do grande impacto que jogou-me carro a fora. Com muita velocidade comecei a embolar no chão rasgando minha pele, que foi amortecida pela neve. Fui caí 6m de distância do ponto inicial, meu corpo rangia por dentro e sangrava como consequência. Ao olhar a frente vi o carro que estava, capotava bruscamente, até que deu-se de frente com outro carro explodindo em seguida. Minha visão estava turva vindo de uma enorme dor de cabeça. Levantei com cuidado e tentei procurar meu arco que havia deixado minha mão com o impacto. E lá estava, em média de 9m de distância na minha esquerda, sem muito tentei ir até ele, mas sem perceber fui acertada de lado por uma metade de porta de carro, que jogou-me de encontro ao poste de luz. Aquilo doeu, senti o impacto forte nas costas. Quando olhei a frente vi um homem ensanguentado que vestia um terno preto todo rasgado, seu braço esquerdo estava arrancado, que escorria muito sangue. Já o seu direito, possuía enormes garras afiadas e em sua boca, presas enormes. De acordo com sua aparência, estava cansado e machucado, mas não deixava de mostrar seu ódio por mim!

Com toda a bagunça estalou-se um alvoroço na cidade. Pessoas corriam de medo, de um lado para outro. Toda a paz que jazia, já era. Crianças procuravam suas mães em pânico, hidrômetros quebrados que espalhavam enorme quantidade de água, além da explosão que outrora foi causada pelos carros. O caos alastrou-se.
Com um leve passar de mão em meu pescoço, ativei minhas correntes mágicas, seguido de um movimento desferido no peito do humanoide, que causou um considerável rasgão fazendo-o recuar. Sem hesitar o mesmo avançou em mim com suas garras, mas consegui evitar saltando para o lado, pois seus movimentos estavam debilitados, em consequência da perca do braço. Com mero truque, chutei a neve dos meus pés em seu rosto, fazendo-o perder o foco. Em seguida, corri em direção ao arco pegando-o para dar meu tiro concentrado. Mas não rolou. A criatura foi mais rápida do que pensei. Depois de tirar a neve de seu rosto, o mesmo olhou para mim com mais ódio, mas não hesitei. Guardei minhas correntes e preparei meu tiro com paciência e prontidão, procurando acertar seu olho esquerdo, mas era um pouco difícil. Pois seus movimentos estavam tortos, atrapalhando minha mira. Sem perder o foco continuei, seria uma enorme jornada até ele chegar a mim. Fechei os olhos, inspirei concentrado no alvo...

- Que Apolo abençoe-me! – falei atirando a flecha.

Não acreditei que pronunciei tais palavras...” Que Apolo abençoe-me!”, mas até que funcionou. Por alguns segundos acompanhei com o olhar a flecha, mas perdi-a quando desviei meu olhar para o barulho das sirene que vinha longe.  Provavelmente a polícia querendo investigar o caso. Tinha que apressar-me! Quando volto o olhar, a flecha havia acertado o meliante. Agonizava o mesmo de dor pois a flecha tinha acertado seu olho como planejado. Naquele estado ele não poderia lutar, e pela sua perca de sangue, explodiu em pó cintilante misturando-se com os flocos de neve sobre o solo.
Com o ar de conquista relaxo um pouco, vou até minha flecha usado no humanoide e pego-a guardando na aljava. Não dava para pegar um táxi, a avenida estava toda congestionada. Precisava sair o mais rápido possível daquele local. Comecei a correr em direção a um dos becos que dava na avenida adjacente, lá daria para pegar um carro e retorna a minha casa, o Acampamento.

Itens:
Faca [Sua lâmina bronzeada mede cerca de 24 cm, e seu cabo tem o mesmo comprimento padrão. É bastante afiada e é perfeita para ataque ágeis e rápidos. O bom desta arma é sua eficiência tanto para mãos hábeis quanto para manuseios mais inexperientes, pois é uma arma curta, fácil de esconder e ao mesmo tempo fácil de manusear. Seu punho é feito de aço, mas uma camada de couro escuro cobre o aço para que o usuário possa segurá-la firmemente. Na parte inferior da lâmina, próxima ao cabo, há entalhado as siglas do Acampamento "CHB"; uma propriedade que só os meio-sangues e criaturas místicas podem ter e usar (ajuda um pouco na destreza)] {Bronze, aço e couro} (Nível mínimo: 1) {Nenhum elemento} [Recebimento: Administração; item inscrição padrão do fórum]
— {Darkbook} / Grimório [Livro de magias encadernado com couro e detalhes em ouro. É extremamente necessário a sua utilização para a evocação dos feitiços. Quando em repouso, transforma-se em uma pequena agenda, cabendo dentro de qualquer bolso. Sempre retornará ao seu dono] {Couro e Ouro} (Nível Mínimo: 1) {Controle sobre a Magia Negra} [Recebimento: Presente de Reclamação de Nyx]
— {Abism} / Corrente [Corrente feita de bronze sagrado e coberta por uma magia que deixa o metal escuro, quase como ferro estígio; mede cerca de 2,5 m e seu punho é feito de aço escuro. Ao envolver o pescoço de seu dono, esta transforma-se em um colar com um pingente em forma de gota de opala negro] {Bronze Sagrado} (Nível Mínimo: 1) {Não Controla Nenhum Elemento} [Recebimento: Presente de Reclamação de Nyx]
- Arco Longo [Arco moderno, e de longo alcance, podendo lançar flechas até 50mt, com a eficácia caindo acima disso, podendo chegar no máximo a 75mtrs, mas com chances de acerto, força e estabilidade de tiro bem menores, reduzindo muito seus efeitos. Requer certa força física, e a pessoa que quiser utilizar essa arma terá que ter um pouco mais de perícia.Seu material é o mesmo do arco curto, sendo feito de madeira de qualidade e banhado a bronze, mas sua estrutura requer mais cuidado ao forjar, já que sua envergadura é grande, precisando ser resistente para suportar a tensão da corda.][Madeira e Bronze. Nívem mínimo: 2. Sem elementos]
- Aljava comum [Bolsa de couro simples com capacidade para até 50 flechas. possui correias para serem presas nas costas ou cintura. O formato e resistência não facilita o uso para outros fins][Couro][Sem elemento, sem nível mínimo]
- Flechas de bronze sagrado [Flechas comuns, com hastes finas de madeira, pena de ganso para dar estabilidade e ponta de bronze sagrado. Pouco resistentes, mas de efeito considerável se bem utilizadas. Não acompanha aljava.][madeira, pena e bronze sagrado][Sem nível mínimo, sem elemento][50 flechas]

{Monster} / Colar [Quando o ovo do monstro se partiu, a filha de Nix encontrou uma pequena pedra enegrecida dentro do mesmo. A pedra foi presa a um cordão de couro e transformada em um pingente. Duas vezes por missão, quando a semideusa se sentir ameaçada, poderá ativar mentalmente os poderes do item. Uma proteção mágica de coloração negra irá se formar em sua pele, protegendo-a de ataques corpo-a-corpo, tendo redução de dano de 50% (se o dano for alto, os outros 50% serão contabilizados . Não tem efeito contra poderes ativos ou projéteis, mas é eficaz contra armas (incluindo correntes, espadas, facas e semelhantes). Se a arma utilizada tiver dano elemental, o dano elemental será aplicado normalmente, sendo dano mágico.] {Couro e Ônix} (Nível Mínimo: 4) {Nenhum Elemento} [Recebimento: Missão Creatures of the Night, avaliada por Drillbit Jackson e atualizada por Odisseu.]

Poderes:

Perícia com correntes - Filhos de Nix ganham esta arma de reclamação, possuindo uma familiaridade natural com ela. Contudo, isso apenas significa que possuem uma facilidade maior de manuseio, mas não que seus golpes serão perfeitos ou infalíveis, ainda que as chances para isso sejam maiores ao utilizar este tipo de armamento. É uma perícia evolutiva, que depende do nível e esforço do personagem.

Olhos multicolores - Nix é a deusa dos segredos e, como tal, é difícil esconder algo deles - em especial sentimentos. Funcionando como uma espécie de empatia, os olhos desses semideuses estão sempre mudando de cor de acordo com o estado de espírito de seu interlocutor, identificando os sentimentos gerais da pessoa com quem está falando, mas não seus pensamentos nem prevendo ações.O filho de Nix sente essa mudança, não precisando ver seus olhos para saber em qual cor estão. Apenas os filhos de Nix sabem os significados das cores, mas mesmo eles podem se enganar sobre uma percepção pois uma tonalidade pode ter mais de um significado. Quando as pessoas estão sentindo muitas coisas ao mesmo tempo os olhos dos filhos de Nix tendem a apresentar heterocromia ou virar um caleidoscópio de cores. Poderes de ocultação sentimental ou ocultação de aura bloqueiam esta visão se o oponente for de nível maior que o semideus.

Preto: Falta de energia, doença, morte iminente.
Madison Montgomery
Filhos de Nix
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Re: {Cigana da morte} MOPEM para Madison Montgomery

Mensagem por Isobel em Qui 22 Dez 2016, 20:34

Cigana da Morte
E ela viu a morte e você!
Considerações:
Gosto sempre de começar com informações positivas sobre a narração. Então vamos lá!

Adorei a importância que você da aos sentimentos de sua personagem, você com certeza captou a essência do que é o RPG e está trilhando pelos caminhos certos, demonstra ser humana, ter dificuldades... E eu gosto muito MESMO de ler posts onde a personagem sofre por alguma coisa, comemora, briga! Enfim, onde o escritor consegue passar os sentimentos da personagem. Isso é uma qualidade incrível! Existem excelentes postadores aqui que fazem um post impecável, sem conseguir narrar nenhuma emoção realmente forte. O RPG, antes de mais nada PEDE a interpretação e para interpretarmos precisamos da empatia e também de certa sensibilidade. Parabéns por isso, são qualidades pessoais que provavelmente você carrega!

O fato de você decidir ir almoçar fora mostra uma preocupação em dar uma justificativa para a saída, conheço muitas pessoas que postariam que estariam saindo aleatoriamente para ver no que dava, mas você foi além e deu uma motivação para a sua personagem tomar as atitudes que toma. Colocar a cigana como dona de uma lanchonete e o Damphyr como um taxista mostra que você se inseriu completamente na realidade que Rick Riordan coloca em seus livros. Parabéns!

Agora vamos a parte chata.

Você começa narrando como terceira pessoa, mas do segundo parágrafo em diante você já narra como primeira. Quando fui re-ler sua missão, pude ver que essa mudança só ocorreu por conta de uma letra 'e'.

Como foi feito:
@Madison Montgomery escreveu:Era um dia nevado quando decide dar uma volta fora do Acampamento

Como poderia ser:
@Isobel escreveu:Era um dia nevado quando decidi dar uma volta fora do Acampamento

@Madison Montgomery escreveu:Você corre perigo, uma força maligna levanta nesse momento para vim ceifar sua vida.

@Isobel escreveu:Você corre perigo, uma força maligna levanta nesse momento para vir ceifar sua vida.

@Madison Montgomery escreveu:Em quanto

@Isobel escreveu:Enquanto

@Madison Montgomery escreveu:Fui caí 6m de distância do ponto inicial

@Isobel escreveu:Caí a uma distância de seis metros do carro

Só fiz isso para você ver que uma única letra errada, já muda toda a história! E erros que parecem bobos, podem ser gigantescos quando somados.

Depois, vi um erro de coerência, que também poderia ser modificado com uma rápida revisão. Primeiro, você organiza em sua bolsa a aljava e o arco, e depois, você deixa do lado de fora as coisas grandes como o arco e a aljava. Outro, primeiro você descreve uma barraca, mas em seguida descreve o lugar como uma loja.

Trocou artigos femininos por masculinos, palavras desnecessárias e soltas que tiraram a fluidez e sentido do texto, parágrafos gigantescos entraram em contrastes com parágrafos de duas linhas, além do fato de não ter usado um template para deixar seu texto um pouquinho mais ajustado, foram fatos que somados, fizeram perder a fluidez da leitura.

Por isso, a minha primeira dica final para você é:

Não se afobe. Se foi lhe dado um prazo de trita dias, aproveite ele! Gaste esse tempo para poder revisar o seu texto, acrescentar ideias novas, fazer algumas alterações que achar interessante... enfim, abuse desse tempo que lhe foi dado, para entregar um bom post! Com um bom post, seus rendimentos serão melhores e consequentemente você terá itens melhores, um pet bacana, muito dracmas, nível alto... tente fazer algo memorável, não apenas várias coisas em um curto espaço de tempo, dessa forma, você trabalha muito, aumenta a ansiosidade e não tem um rendimento legal. Enfim, durante toda a missão vi erros bobos que acabam por sobrepor a interpretação excelente que fez para a sua personagem.

Coerência (42/50)
Coesão, estrutura e fluidez (16/25)
Objetividade e adequação à proposta (15/15)
Ortografia e organização (6/10)
79% de rendimento.

Ademais
Vida: 10/140
Energia: 20/140

Recompensas
308 xp + 59 dracmas
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Re: {Cigana da morte} MOPEM para Madison Montgomery

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