Percy Jackson e os Olimpianos RPG BR
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— {Hey, Mamacita!}: MNE(I)M para Gary Danvers e Tom Reilly

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— {Hey, Mamacita!}: MNE(I)M para Gary Danvers e Tom Reilly

Mensagem por Deméter em Qua 19 Abr 2017, 21:49


Hey, Mamacita!

A díade das fiandeiras enfim aflorará
E diante dos empecilhos sucesso terá
Semideuses unidos subjugarão a escória
Reaverão o pomo dourado com glória
E pelas mãos do inimigo encontrarão a vitória

O
trio de semideuses foi chamado à casa grande bem cedo naquela manhã. Pela feição de Quíron ou de qualquer outro ali, não havia tempo a se perder; isso, afinal, não era algo que eles tinham, então precisariam economizar o máximo possível.

— Acomodem-se, crianças — falou paternalmente o centauro, recolhendo-se sem pudor na sua cadeira de rodas. — Imagino que saibam por que estão aqui. E por que Rachel e...

— Apolo — interpelou o homem sentado numa poltrona mais ao fundo do ambiente. Ele saltou de sua acomodação e apertou as mãos de cada um dos semideuses à sua frente, não precisando sorrir para exalar simpatia. E a julgar por ela, mal parecia estar aborrecido. Duplamente aborrecido. — O deus mesmo.

Quando o choque pela repentina simpatia passou e os que restavam de pé enfim sentaram-se, Quíron pigarreou antes de continuar. Foi um daqueles seus discursos decorados sobre responsabilidades, impossibilidade de interferência dos deuses em questões que envolvem mortais e, sobretudo, o instinto natural dos semideuses para questões como aquela.

Então lhes contou sobre a recente perda de Apolo. E sobre um grupo ter fracassado ao tentar reaver o item do deus: uma coroa feita puramente de ouro, diamantes e rubis, roubada de dentro da ilha do deus. Seu objetivo seria simples: ir até Salem, em Massachusetts, tentar recuperar o item e impedir que o deus tivesse uma crise de infantilidade e resolvesse parar de trabalhar até que seu brinquedinho voltasse para as suas mãos.

•••

Longe do Acampamento, Tom Reilly estava sendo consolado. Ao lado dele e do rapaz que o dizia palavras de estímulo, um corpo ensanguentado jazia largado; uma faca cravada em seu peito, a boca ainda escancarada na mais pura surpresa. Havia sido um ataque fugaz e traiçoeiro do oponente, aproveitando uma brecha que o filho de Hécate e o de Dionísio deram.

Tinham acabado de falhar pela quarta vez, em uma semana.

— Não foi culpa sua. Ou minha. Aquele cara, ele... ele... é muito para nós. Mesmo sendo três, não conseguimos detê-lo. E não fique triste porque nosso prazo acabou, que fomos dispensados. Apolo apenas... acha que há semideuses melhores para essa missão — argumentava a todo custo o garoto, a todo momento acolhendo a prole de Hécate com o menor gesto que fosse. Havia algo na sua voz que passava tranquilidade, confiança. Tom não o conhecia muito, mas o filho de Dionísio pareceria de confiança para qualquer um, mesmo que estranho.

Mais centrado naquele momento, resolveram contatar Quíron para contar-lhe o ocorrido. Uma simples Mensagem de Íris e pronto: estavam de frente para o centauro, prestes a lhes contar o ocorrido e pedir que alguém cuidasse do corpo do filho de Deméter, recentemente morto.

Mas algo lhes deteve. Uma voz, mais precisamente; a mesma que tinham ouvido instantes antes, quando o deus do sol apareceu em pessoa para fuzilá-los. Então entenderam: ele havia ido ao Acampamento, tentando buscar outros semideuses para cumprir a missão em que tinham falhado.

Quando magicamente a Mensagem de Íris permitiu que vissem o outro lado daquela sala, viram que era mesmo Apolo. E havia outros rostos lá: Donkey e Kyle, conhecidos do filho de Dionísio, e ainda Gary Danvers, que Tom também conhecia. Ao lado deles, Rachel Elizabeth Dare, o Oráculo do Acampamento, olhava incerta para a mensagem. Algo indecifrável formou-se rapidamente em seu rosto, mas se desfez rapidamente.

— Ah, ótimo. Vieram reportar seu fracasso? — indagou o deus, irritadiço. Poderia transformar a dupla em pó naquele exato instante. — Vejam, crianças. Este é o modelo que vocês não devem seguir. O Oráculo escolheu vocês como os detentores desta missão, então não me decepcionem, sim? Vão lá e peguem meu item de volta. Ou ao invés de tirar férias da carruagem do sol, mando vocês cinco diretamente para ele. Numa viagem só de ida.


objetivos
pontos obrigatórios

— Não precisam narrar o que faziam antes da narração acima, mas preciso que coloquem o que estava acontecendo no exato momento: para Gary, quando e como foi acordado; para Tom, como foi dispensado e o que sentiu ao se deparar com os novos encarregados daquela missão.

— A reação de vocês ao ocorrido é o que mais importa, então não alonguem-se tanto nos detalhes da narrativa. Adicionalmente, num determinado momento Rachel irá se levantar e proferir a profecia colocada no topo do post, podendo ser ouvida tanto por Tom quanto por Gary.

— O objetivo de vocês é recuperar o item. Todas as informações que Tom e Drew (filho de Dionísio) possuem são puramente estéticas (a serem definidas, fiquem à vontade) e de localização: Salem, Massachussets. Além disso, ambos os grupos de busca sabem o item que deve ser recuperado: a coroa.

— Nenhum de vocês é obrigado a aceitar sua situação atual, obviamente. Por isso, deixem claro já nesse post suas intenções quanto ao ocorrido, manifestando-se quanto a posição a ser tomada no decorrer da narrativa (para Gary a aceitação da missão; para Tom, do descarte). Encerrem o turno com isso.


Adicionais
tudo sobre o local e as diretrizes — para fins de organização

— Diretrizes: missão narrada externa/interna mediana; primeiro turno.

— Local: Salem, Massachussets.

— Horário: 07h.

— Clima: frio e úmido. Céu nublado.

— Extras off: poderes, armas e possíveis mascotes deverão ser colocados em spoiler ao final do post, para fins de organização.

— Adendos: informações não dadas poderão ser acrescentadas por vocês, porém com coerência. Qualquer coisa, contate-me via MP, Fb, Wpp, carta, sinal de fumaça, etc.

— Prazo de postagem: 10 dias, vencendo no dia 29 de abril de 2017, às 23h59m.


Participantes
sobre os participantes, de players a monstros

Gary Danvers, filho de Hades, nível 8. (PLAYER)
  • vida: 100/170;
  • energia: 80/100;

Tom Reilly, filho de Hécate, nível 6. (PLAYER)
  • vida: 90/150;
  • energia: 80/150;




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Re: — {Hey, Mamacita!}: MNE(I)M para Gary Danvers e Tom Reilly

Mensagem por Gary Danvers em Qui 20 Abr 2017, 00:29


Hey, Mamacita!

ayayayaya!


Para um semideus do escuro, das trevas, todo rodeado e trabalhado na morte, acordar cedo era um fardo. Porém, ser acordado por alguém era ainda pior. Gary mal acreditou quando ouviu a voz preocupada — quase aterrorizada — de Caleb Wolff, um sátiro do acampamento, a lhe chamar baixinho enquanto todos no chalé ainda dormiam a sono solto. Alguns até roncando de forma incômoda.

— Cara... — gemeu o filho de Hades, coçando os olhos azuis-esverdeados e se sentando na cama. Os cabelos de cor vermelha escura completamente embaraçados. — Como ousa me acordar às sete da madrugada, seu bode maldito? — Reclamou, empurrando o jovem sátiro e sorrindo fraco enquanto lutava para manter os olhos abertos.

— Eu não te chamaria se não fosse completamente necessário, cara — Caleb sussurrou de volta, e Gary percebeu que sua voz denotava a mesma preocupação do olhar.

— Que aconteceu?

— Só vem comigo. Quíron quer te ver... e parece que não é só ele.

Gary franziu as sobrancelhas quase inexistentes e vestiu uma camisa qualquer e uma bermuda, parando apenas para molhar o rosto e escovar os dentes antes de sair para encarar o centauro. Caleb apertava as mãos uma na outra constantemente, notou o herdeiro do Mundo Inferior, seu nervosismo começava a se tornar irritantemente contagiante. Gary não gostava nem um pouco daquilo.

Somente os loucos dos filhos de Eos e Íris estavam de pé e dispostos àquela hora da manhã. Filhos da luz, seus estranhos... Danvers não parava de bocejar e quase achou que estava sonhando outra vez quando viu mais dois semideuses sonolentos à porta da Casa Grande. Não deveria estar sozinho? Se aqueles semideuses estavam ali com o mesmo propósito que ele — falar com Quíron —, provavelmente alguma missão tensa estava a caminho.

Apressados caminho acima, os três adentraram a enorme casa colonial e viram-se sem a companhia do sátiro Caleb. Em compensação, receberam a saudação calorosa, embora preocupada, de Quíron, um breve olá vindo de Rachel Dare e um aperto de mão simpático e carregado com certo aborrecimento de...

— Apolo. O deus mesmo.

Gary não atendeu ao pedido de Quíron para se sentar, ele simplesmente desabou no sofá da sala do centauro. A única vez que tinha estado diante de um deus fora seu pai, na ocasião de sua reclamação. Tinha a presença de Dionísio também, que vez ou outra ainda dava as caras por ali, mas não era como os outros. Com todo o respeito, Sr. D...

Ficar frente a frente com Apolo causou o inacreditável efeito de deixar o jovem ainda mais pálido do que já era. Céus... Um deus normalmente não se mostrava a semideuses a menos que fosse mudar completamente a vida deles, certo? Bem, Gary estava a ponto de descobrir que o deus do Sol agia ligeiramente diferente dos demais, e isso poderia causar ainda mais problemas do que o usual.

Quíron começou falando toda aquela ladainha sobre os deuses não poderem interferir no mundo mortal. Gary tinha vontade de berrar que era exatamente aquilo que eles sempre faziam, mas conseguiu conter seus instintos. E então veio a história mais digna do chalé de Afrodite que o garoto ouviria em muito, muito tempo mesmo. Toda a irritação de Apolo, o grande motivo para o garoto ter sido acordado tão cedo, era o desaparecimento de uma coroa incrustada de joias. Detalhe importante: outra equipe já tinha fracassado na tarefa.

Gary quase conseguiu ver Apolo dando gritos enfurecidos como uma criança mimada e precisou repreender seus pensamentos com ferocidade para não demonstrar a frustração. Obrigando-se a pensar racionalmente, tomou o caminho da crença de que havia algo muito especial na coroa, talvez um poder escondido ou mesmo um valor sentimental. O filho de Hades poderia entender, se fosse este o caso. Ele entendia bem demais.

— Seu trabalho, caso aceitem... por favor, aceitem... é ir até Salem, em Massachusetts, e recuperar a coroa que foi roubada da ilha de Apolo.

As respostas estavam a ponto de serem dadas pelos semideuses selecionados quando algo brilhou diante de todos na sala. Uma espécie de holograma decomposto nas sete cores do arco-íris trazendo dois rostos preocupados do outro lado. A M.I. estava sendo enviada justamente do local onde a missão deveria ocorrer e Gary quase engasgou com um dos brownies de Quíron ao ver que seu melhor amigo Tom era um dos interlocutores.

— Ah, ótimo. Vieram reportar seu fracasso? — Rosnou Apolo, e Gary percebeu que a expressão de seu amigo passou de triste a incrivelmente enfurecida. Enquanto o deus estava a ponto de pulverizar o filho de Hécate, este claramente desejava fazer o mesmo ao olimpiano.

Gary moveu a cabeça quase imperceptivelmente para Tom, implorando silenciosamente que o garoto não explodisse em surto louco. Ainda não compreendia na totalidade o que tinha acontecido, mas estava óbvio que o herdeiro da magia estava em seu limite após o fracasso na busca pela coroa.

— Vejam, crianças. Este é o modelo que vocês não devem seguir. O Oráculo escolheu vocês como os detentores desta missão, então não me decepcionem, sim? Vão lá e peguem meu item de volta. Ou ao invés de tirar férias da carruagem do sol, mando vocês cinco diretamente para ele. Numa viagem só de ida.

Como que para comprovar as palavras de Apolo, Rachel Dare se levantou como se fosse um zumbi e foi rodeada pela fumaça verde que a dominava sempre que uma nova profecia chegava. Como se três Rachels falassem de uma vez só, todos puderam ouvir:

A díade das fiandeiras enfim aflorará
E diante dos empecilhos sucesso terá
Semideuses unidos subjugarão a escória
Reaverão o pomo dourado com glória
E pelas mãos do inimigo encontrarão a vitória


Gary suspirou fundo. Claro que ainda poderia recusar a tarefa, mas uma profecia o escolhera e dar as costas a ela poderia causar-lhe seríssimos problemas. Além disso, o próprio Apolo, é, o deus mesmo, tinha descido até a Terra por causa da coroa. Era-lhe importante, tinha de ser! Gary não quis saber se os Donkey e Kyle estavam com medo ou se o guardião do Sol dispensaria Tom e Drew. Tomara para si aquela responsabilidade.

— Pode contar comigo.

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Re: — {Hey, Mamacita!}: MNE(I)M para Gary Danvers e Tom Reilly

Mensagem por Tom Reilly em Qui 20 Abr 2017, 10:35


Hey, Mamacita!

ayayayaya


Tom estava vermelho. De tristeza, de frustração, de um ódio direcionado exclusivamente para... Não, era melhor manter a calma e, principalmente, a prudência. Não poderia encher dos mais fortes socos aquela carinha bonita, então era melhor engolir em seco e tentar reverter a situação. Engolir em seco... Está aí uma coisa que aquele filho de Hécate não sabia fazer e nem tinha a intenção de aprender. Ainda mais com um corpo parado à sua frente.

— Não foi culpa sua — dizia Drew, constantemente, tentando consolar o parceiro de missão. Começava a ter algum sucesso. — Ou minha. Aquele cara, ele... ele... é muito para nós. Mesmo sendo três, não conseguimos detê-lo. E não fique triste porque nosso prazo acabou, que fomos dispensados. Apolo apenas... acha que há semideuses melhores para essa missão.

Semideuses melhores. Tom repassou as palavras milhões de vezes em sua cabeça. Conseguira a proeza de ser incompetente em uma tarefa dada diretamente por um deus. Sentia que estava envergonhando a casa do Pássaro-Trovão, a própria escola em que estudava, a reputação da mãe... Pior ainda, sentia vergonha da deusa da agricultura, Deméter, cujo filho jazia morto diante dos olhos do garoto.

Não, Drew não o tinha acalmado completamente, mas conseguira aplacar um pouco da raiva do filho de Hécate. Ele estava mais controlado, já até começava a pensar racionalmente outra vez, ao contrário do que ocorria poucos minutos antes. Tom amaldiçoara com todos os palavrões possíveis o feriado de Páscoa, embora só culpasse a si mesmo pelo fracasso na missão. Se eu tivesse resolvido aproveitar o feriado no castelo, pensava, não teria sido encontrado pelo deus da frescura!

— Contate Quíron... — conseguiu dizer, ainda que cerrando os dentes para a situação. Não conseguia fitar o corpo ensanguentado ao lado deles mais, já se martirizara muito.

Quarta vez. Fora a quarta vez que falharam e agora resultava em morte. Tudo por causa de uma maldita coroa! Tom respirava fundo e ruidosamente enquanto tentava manter o controle, precisava estar controlado quando fosse relatar a Quíron o que tinha acontecido. Quando o holograma colorido brilhou diante deles, porém, toda a calma que o garoto conseguira reunir foi chutada diretamente para o fundo do inferno! Aquela maldita voz era a que falava a eles e o rosto do desgraçado deus Apolo contorcia-se de raiva ao encarar os dois semideuses.

— Ah, ótimo. Vieram reportar seu fracasso? — Começou o deus.

— Só pode ser brincadeira... — Tom balbuciou para si mesmo, quase sem ouvir a si mesmo.

É claro que Apolo iria pessoalmente até o acampamento para esbravejar com o primeiro coitado que aparecesse em seu caminho. Obrigando-se a manter os olhos na M.I., o filho de Hécate percebeu com dor no coração que um dos coitados era seu melhor amigo Gary, que, por sinal, parecia desesperado para dizer algo a ele. Se o conhecia bem, provavelmente era algo como "se controle, seu cabeça de vento". Tom mal conseguiu registrar o olhar estranho que Rachel Elizabeth Dare demonstrara rapidamente.

— Vejam, crianças. Este é o modelo que vocês não devem seguir. O Oráculo escolheu vocês como os detentores desta missão, então não me decepcionem, sim? Vão lá e peguem meu item de volta. Ou ao invés de tirar férias da carruagem do Sol, mando vocês cinco diretamente para ele. Numa viagem só de ida.

Tom novamente quis socar os dentes perfeitos do deus do Sol. Estava sendo feito de pária diante de todos! Não que estivesse sendo um grande herói, super competente ou qualquer coisa assim, mas aguentar aquela humilhação já era demais. Cumprir a tarefa dada por Apolo virara agora uma questão de honra, nem que precisasse esfregar a maldita coroa de ouro e pedras preciosas no nariz perfeitinho da divindade.

E foi aí que Rachel se levantou, daquele jeito estranho e aterrorizante, com névoa verde espiralando em volta de seu corpo enquanto sua voz parecia etérea e triplicada. Céus, aquilo dava um intenso gelo na espinha toda vez que era presenciado:

A díade das fiandeiras enfim aflorará
E diante dos empecilhos sucesso terá
Semideuses unidos subjugarão a escória
Reaverão o pomo dourado com glória
E pelas mãos do inimigo encontrarão a vitória


Todos ouviram atentamente. Gary, sob os protestos mentais de Tom, levantou-se quase instantaneamente bancando o valente e aceitando o desafio de Apolo. O filho de Hécate queria gritar para que o amigo voltasse para a maldita cama, a qual com certeza ainda devia permear-lhe os pensamentos, e não se envolver com aquela bagunça, mas já era tarde demais.

O herdeiro do reino dos mortos tinha feito sua escolha, o que apenas intensificou a decisão de Tom. É uma questão de honra, reafirmava a si mesmo, e ninguém, nem mesmo esse o grande lorde da imaturidade poderá me desonrar! As mãos do garoto tremiam de raiva enquanto ele tomava novamente a responsabilidade daquela tarefa.

— Eu me recuso a abandonar a missão. Você veio até mim, confiou a tarefa às minhas mãos. E eu irei cumpri-la — disse, controladamente, embora estivesse louco para gritar: "Você vai ter que me engolir!" Tom jamais desistira de um desafio. Não faria isso agora, de maneira alguma!

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Re: — {Hey, Mamacita!}: MNE(I)M para Gary Danvers e Tom Reilly

Mensagem por Deméter em Qui 20 Abr 2017, 17:00


Hey, Mamacita!

P
or um momento, o deus ignorou a manifestação de Gary. Ele olhou fuzilante para a Mensagem de Íris — ou melhor, para Tom — e levantou-se de súbito. Havia, literalmente, fogo em seu olhar; poderia elevar a temperatura do semideus até sua pele borbulhar, mas atipicamente conteve-se. Controlou sua voz e cruzou os braços, olhando com superioridade para a prole de Hécate.

— Você disse bem — começou a divindade. — Eu confiei. No passado. Agora estou confiando em outros semideuses. E pensar que vocês eram os mais competentes de Salem...

O deus virou-se para o trio escolhido pelo Oráculo. Um deles já havia se posicionado; os outros dois permaneciam em silêncio, provavelmente estupefatos pela repentina manifestação do espírito de Delfos. Então, olhou deles para Quíron, e então para Drew e Tom.

— Vocês estão fora dessa missão. Voltem para o buraco de onde vieram — ordenou. — Ousem se intrometer novamente, ousem atrapalhar, e eu juro pelo Rio Estige que...

Antes que um trovão rimbombasse nos céus, o deus deteve-se. Olhou por uma janela próxima como se esperasse alguma coisa, mas nada aconteceu. Então, respirando aliviado, ele olhou de volta para os semideuses de Massachussets; daquela vez não era apenas fúria em seu olhar, mas frustração também. Ele não poderia executá-los tão facilmente.

— Ousem se meter e se verão comigo. Sou um deus muito bom, crianças, e muito bonito também. Agradeçam por isso. Mas pisem nos meus calos e farei Ares parecer uma criancinha birrenta num parquinho infantil!

E sem o menor aviso prévio, passou sua mão pela mensagem e a desfez, encerrando o contato com Tom e Drew. Ainda no Acampamento, Quíron empertigou-se em sua cadeira e dirigiu-se ao trio de semideuses, praticamente ignorando o show de Apolo.

— Todos de acordo com a missão? — indagou-lhes, ao que os três assentiram. — Então vão se arrumar agora. Partirão em trinta minutos. Peguem tudo o que acharem necessário e me encontrem no topo da Colina Meio-Sangue.

Em Massachussets, até mesmo Drew rangeu os dentes. Ele era inteligente o suficiente para obedecer aquela ordem expressa, e inteligente o suficiente para entender que seu papel ali já tinha acabado. Mas seu ego foi ferido, e as engrenagens em sua mente rodaram o bastante para engendrar um plano decente, certo de que poderia mudar a situação em que estavam.

— Esqueça o que eu disse. Não arredo o pé dessa cidade enquanto não fizer ele engolir aquela maldita coroa — teatralmente falou, erguendo-se e apoiando seu tirso no chão. Havia ferocidade em seu olhar. — Você vem, não vem, Tom?


objetivos
pontos obrigatórios

— A reação de vocês ao ocorrido é o que mais importa, então não alonguem-se tanto nos detalhes da narrativa. Adicionalmente, Gary deverá elencar os itens que levará consigo já agora, enquanto Tom precisará manifestar-se quanto ao que fará e, ainda, iniciar sua movimentação, tomando uma iniciativa qualquer (a ser validada por mim). Lembrem que uma narrada pede sempre iniciativas!

— O objetivo de vocês é recuperar o item. Todas as informações que Tom e Drew (filho de Dionísio) possuem são puramente estéticas (a serem definidas, fiquem à vontade) e de localização: Salem, Massachussets. Além disso, ambos os grupos de busca sabem o item que deve ser recuperado: a coroa.


Adicionais
tudo sobre o local e as diretrizes — para fins de organização

— Diretrizes: missão narrada externa/interna mediana; segundo turno.

— Local: Salem, Massachussets.

— Horário: 07h.

— Clima: frio e úmido. Céu nublado.

— Extras off: poderes, armas e possíveis mascotes deverão ser colocados em spoiler ao final do post, para fins de organização.

— Adendos: informações não dadas poderão ser acrescentadas por vocês, porém com coerência. Qualquer coisa, contate-me via MP, Fb, Wpp, carta, sinal de fumaça, etc.

— Prazo de postagem: 10 dias, vencendo no dia 29 de abril de 2017, às 23h59m.


Participantes
sobre os participantes, de players a monstros

Gary Danvers, filho de Hades, nível 8. (PLAYER)
  • vida: 100/170;
  • energia: 80/170;

— Kyle Fritzgerald, filho de Atena, nível 8. (NPC)
  • vida: 170/170;
  • energia: 170/170;

— Donkey McMarron, filho de Hefesto, nível 12. (NPC)
  • vida: 210/210;
  • energia: 210/210;

Tom Reilly, filho de Hécate, nível 6. (PLAYER)
  • vida: 90/150;
  • energia: 80/150;

— Drew Henderson, filho de Dionísio, nível 13. (NPC)
  • vida: 200/240;
  • energia: 200/240;




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Re: — {Hey, Mamacita!}: MNE(I)M para Gary Danvers e Tom Reilly

Mensagem por Gary Danvers em Seg 24 Abr 2017, 10:49


Hey, Mamacita!

ayayayaya!


Apolo inicialmente o ignorou e Gary tinha a mais absoluta certeza de que o deus causaria uma combustão nada espontânea em Tom. Quase conseguiu visualizar a mortalha de seu amigo inconsequente sendo queimada diante do acampamento e todos lamentando a morte do semideus que desafiou o mestre do Sol. Deuses... Cala essa boca, cara! Mas agora ele poderia fazer os mais incríveis malabares diante do amigo e não chamaria sua atenção. Os olhos do garoto estavam cravados nos de Apolo em claro desafio.

Porém, por mais incrível que possa parecer, Apolo conteve seu fogo ao máximo esforço quando ralhou mais uma vez com o filho de Hécate e seu parceiro Drew, novamente deixando claro que confiou neles e foi decepcionado pelos garotos. Quatro vezes, relembrou Gary, ainda de pé, esperando pelo que talvez pudesse ser a aprovação do olimpiano em relação à sua coragem de aceitar tão árdua tarefa. Quando a divindade voltou o olhar para ele e os outros dois, porém, Gary quase viu-se fraquejando. Quase.

— Vocês estão fora dessa missão — Concluiu Apolo, após fitar o trio na Casa Grande e Quíron, voltando seu olhar à dupla em Salem. — Voltem para o buraco de onde vieram. Ousem se intrometer novamente, ousem atrapalhar, e eu juro pelo Rio Estige que...

Foi aí que Gary percebeu algo estranho. Um juramento pelo Estige, ele sabia, era o mais forte que alguém poderia fazer, e bastava citar o nome do rio para que fortes trovões ribombassem no céu e selassem o acordo verbal que estivesse sendo feito. Mas nada aconteceu. Apolo olhou através da janela e seu olhar raivoso passou a frustrado, como se estivesse sendo claramente impedido de fazer o que queria. Infelizmente, Gary percebeu, Tom também notou a mudança.

Mesmo assim, Apolo fez ainda uma última ameaça e bateu fortemente com a mão na M.I., dando a Gary a impressão de que socava as faces dos semideuses mais afastados. Quíron, exalando paciência e ignorando completamente o ataque do deus da poesia, voltou-se para Gary, Kyle e Donkey e perguntou se todos estavam de acordo com a missão. O filho de Hades apenas repetiu sua decisão, os demais confirmaram. Era oficial: Gary Danvers estava em uma busca pela preciosa coroa dourada de Apolo.

Sob o comando de Quíron, o garoto e seus parceiros saíram da Casa Grande em direção aos chalés para se arrumarem. Gary começava a sentir uma leve dor de cabeça e se questionava se tinha realmente tomado a decisão certa. Então lembrava-se de Tom. Não poderia ter feito outra escolha, preciso tomar conta daquele cabeçudo! O filho das sombras sabia que seu amigo não largaria a missão assim, tão facilmente. Conhecia bem a natureza de Tom e precisava estar lá para colocar o mínimo de juízo em sua cabeça.

O ruivo trocou a bermuda por uma calça confortável, calçou um par de tênis e vestiu sua capa Shadow por cima do conjunto. Guardou uma muda extra de roupas na mochila e alguns dracmas, colocou o Void no dedo anelar esquerdo e prendeu Darkness ao cinto. Estava pronto para a missão, ao menos era o que sua aparência lhe dizia. Era a primeira vez que deixaria os domínios do acampamento para cumprir uma tarefa e foi-lhe preciso coragem para aceitar tão prontamente um desafio.

Deixou o chalé e viu-se dando passos em direção à Colina Meio-Sangue, onde o centauro Quíron o esperava já na companhia de Kyle. À base da montanha, o ruivo alcançou Donkey e subiu com ele os últimos metros. Não fazia ideia do que havia na cabeça de seus parceiros, mas ouvia cada grito de alerta que seu cérebro ecoava. Precisaria ter cuidado e extrema atenção para evitar mais uma decepção a Apolo e, consequentemente, impedir um ataque de fúria advindo do deus.

Adendos:

Poderes utilizados:

Sem uso de poderes neste turno

Itens levados:

{Darkness} / Espada [Espada de 90cm, feita de bronze sagrado. Sua lâmina mede cerca de 70 cm, e sua base é mais grossa que a ponta. A guarda-mão é em forma de um crânio que tem seus dentes pontudos virados na direção do início da lâmina, como se ela saísse de sua boca. Os olhos do crânio são feitos por dois rubis. O cabo e a espiga são revestidos por um couro escuro, o mesmo tipo usado em sua bainha. No nível 20 transforma-se em um anel de caveira] {Bronze sagrado} (Nível Mínimo: 1) [Recebimento: Presente de Reclamação de Hades]

{Void} / Anel [Anel de caveira que absorve a energia vital das almas dos oponentes mortos, armazenando-as. As almas guardadas podem ser usadas como um combustível na forma de um "buff", ampliando o poder de ataque do semideus em 10% por 3 turnos a cada alma utilizada. A alma utilizada segue ao submundo após isso. Esse efeito pode ser usado apenas 2x por missão. Adicionalmente, 1 vez por missão o filho de Hades pode gastar uma alma coletada para recuperar 10% de sua HP e MP.] [Almas coletadas: 0]{Bronze} (Nível Mínimo: 1) {Não Controla Nenhum Elemento} [Recebimento: Presente de Reclamação de Hades]

{Shadow} / Capa [Capa feita de escuridão, lã negra e fios de obsidiana. Com uma magia muito parecida com a do elmo de Hades, a capa faz com que o semideus fique invisível em meio as sombras, mas não modifica o odor do semideus, não diminui o barulho de suas ações ou modifica a estrutura corporal do semideus. A capa pode ser usada em partes do copo ou no corpo inteiro, mas ao passar por um foco de luz a camuflagem passa a ser inútil. Ao usar essa capa apenas como um acessório de vestimenta, mesmo estando sobre a luz ela concede um aumento de 10% na potencia dos poderes referente ao medo que o semideus usar.] {Lã} (Nível mínimo: 1) {Não Controla Nenhum Elemento} [Recebimento: Presente de Reclamação de Hades]

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Re: — {Hey, Mamacita!}: MNE(I)M para Gary Danvers e Tom Reilly

Mensagem por Tom Reilly em Seg 24 Abr 2017, 12:04


Hey, Mamacita!

ayayayaya


Apolo, em contrapartida à explosão de brio do jovem filho de Hécate, retrucou que sim, de fato confiara nele e em seu parceiro. Passado. Finalizado e acabado. O deus não queria mais graça com os meios-sangues de Salem e Tom já estava à beira de um ataque de nervos. Não aceitaria ser descartado e feito de mau exemplo diante dos colegas de acampamento. Ah, Apolo... Se temos algo em comum, meu caro, é a teimosia, pensava o garoto, o mais controladamente possível, enquanto o olimpiano fitava os demais na sala.

— Vocês estão fora dessa missão — retomou, ao que Tom bufou, enfurecido. — Voltem para o buraco de onde vieram. Ousem se intrometer novamente, ousem atrapalhar, e eu juro pelo Rio Estige que...

Vamos, faça! Provocou mentalmente o filho de Hécate. Queria ver até onde o deus iria por uma estúpida coroa. Ele era um deus, caramba! Não poderia simplesmente fazer outra coroa? Não. Precisava infernizar a vida de semideuses para realizar seus malditos caprichos! Faça, desgraçado! Ele encarava Apolo sem desviar o olhar, mal esperando que o deus o fizesse. Apolo olhou na direção da janela e sua expressão denotou a mais intensa frustração.

Ora, vejam só..., Tom precisou de toda a sua força de vontade para não dar uma gargalhada. Bom, o olhar cauteloso de Gary, do outro lado, ajudou bastante. Então Apolo não podia castigá-lo assim tão fácil, hm? Parece que alguém aqui está na vantagem, Solzinho! Resignado, mas ainda mais furioso, o deus amante de haicais tornou a esbravejar. O filho de Hécate só conseguia enxergar naquilo ameaças vazias de um bebê chorão.

— Ousem se meter e se verão comigo — disse.

É mesmo?, pensou tom, descrente. Lutava bravamente para não rir. Precisava ao menos fingir que só estava chateado.

— Sou um deus muito bom, crianças, e muito bonito também. Agradeçam por isso.

Oh, obrigado, grandessíssimo deus Apolo, quente e gostosão! Que não consegue invocar o poder do Estige! Ele estava brincando com fogo, sabia disso, mas sua mente estava tão agitada no momento que nem fez questão de ouvir seus pensamentos mais racionais.

— Mas pisem nos meus calos e farei Ares parecer uma criancinha birrenta num parquinho infantil! — Finalizou Apolo, acertando a mensagem de Íris com a mão em um gesto furioso. Tom finalmente riu.

— Ah, jura? Vai fazê-lo ficar igual você? Cuidado, Ares é quem vai ficar chateado com isso, meu caro!

Os olhos do jovem semideus transbordavam em raiva e ironia, seu sorriso sarcástico denotava o quanto estava furioso com aquela situação. Feito de marionete por um cara que só tinha tamanho, era o que ele pensava. Quase achou que Drew o espancaria por sua imprudência, mas, ao erguer o olhar para o parceiro agora de pé, viu um ódio quase irmão ao seu. O filho de Dionísio tivera seu orgulho ferido tanto quanto ele.

— Esqueça o que eu disse. Não arredo o pé dessa cidade enquanto não fizer ele engolir aquela maldita coroa. Você vem, não vem, Tom?

— Não acha que vou perder a oportunidade de esfregar essa coroa naquela cara fresca, acha? — Respondeu, também se levantando e tomando sua mochila nas mãos.

Olhou para o corpo do filho de Deméter, sabendo que precisavam conservá-lo seguro antes que a equipe do acampamento chegasse. Àquela altura, depois de Apolo cuspir injúrias sobre eles a torto e a direito, provavelmente já se sabia do falecimento do morador do chalé 4. Era apenas questão de tempo até chegarem, acreditava.

Abrindo o zíper da bagagem, Tom verificou o único item que precisava carregar: Athar, o grimório. Sonhava com o dia em que conseguiria realizar seus feitos no mundo mítico sem precisar carregar o pesado livro com ele. Será que não poderia substituí-lo por uma varinha? A mesma que usava na escola. Seria tão mais prático! Resolvendo desviar-se das divagações, desembainhou e verificou a lâmina de Graveolentiam e viu que estava em perfeito estado para continuar a missão. Excelente.

Agora só precisavam dar um jeito de sinalizar para a equipe de busca do acampamento o lugar onde deixariam o corpo do filho de Deméter. Depois disso seria hora de retomar a caçada, a busca que faria Apolo engoli-lo a seco. Espero fazê-lo engasgar, nem que seja só um pouquinho..., pensou, com um sorriso maldoso no rosto.

Adendos:

Poderes utilizados:

Sem uso de poderes neste turno.

Itens levados:

{Graveolentiam} / Adaga [Adaga prateada, apesar de feita com bronze sagrado. Seu punho é envolto em couro, para melhor manuseio, e a lâmina possui símbolos rúnicos gravados. Acompanha bainha de couro. No nível 20, torna-se um colar de pentagrama.] {Bronze sagrado e couro} (Nível Mínimo: 1) [Recebimento: Presente de Reclamação de Hécate]

{Athar} / Grimório [Este livro pesado encadernado em couro e escritos rúnicos contém as instruções e ensinamentos necessários para que o semideus acesse seus poderes. As páginas estão em sua maioria em branco, mas, ao adquirir poder e sabedoria suficiente, a página é preenchida com a invocação disponível. Para qualquer outra pessoa, parece um livro gasto.As páginas são feitas de uma lâmina fina de bronze sagrado, e por baixo do couro da capa ela é de metal, o que o torna resistente à água, mas não indestrutível. Caso danificado, destruído ou perdido ele irá se recompor nos pertences do semideus, em seu baú. Todo grimório começa com os elementos éter e trevas (ainda que este segundo só fique disponível efetivamente após o ganho da habilidade de nível 50), mas não oferecem bonificações adicionais quanto aos elementos base.]

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Re: — {Hey, Mamacita!}: MNE(I)M para Gary Danvers e Tom Reilly

Mensagem por Deméter em Sex 12 Maio 2017, 20:55


Hey, Mamacita!

O
trio de semideuses voou assim que Quíron lhes deu permissão, saindo do Acampamento e rumando para seu destino final. Donkey parecia quieto demais, enquanto Kyle estava visivelmente pensativo (nada incomum para um filho de Atena). E Gary, no que pensava?

Já em Massachussets, Drew e Tom continuavam no dilema quanto ao filho de Deméter: iriam pegá-lo, mas quando? Aliás, presumiam que alguém apareceria para resgatá-lo, mas não era possível dar certeza. E se não fossem, eles é que precisavam dar um jeito naquilo. O que fazer?


objetivos
pontos obrigatórios

— A partir de agora os turnos ficam mais curtos e rápidos, então peço que não estenda-se muito nos posts. O de Gary será basicamente de averiguação, interação e introspecção quanto ao ocorrido (ainda que não deva colocar fala dos outros NPCs, além do básico); ao mesmo tempo, o de Tom será de iniciativa: ele precisa ir atrás do ladrão, mas e quanto ao filho de Deméter? Isso precisa ser resolvido, nem que seja com "desleixo".


Adicionais
tudo sobre o local e as diretrizes — para fins de organização

— Diretrizes: missão narrada externa/interna mediana; terceiro turno.

— Local: Salem, Massachussets.

— Horário: 07h.

— Clima: frio e úmido. Céu nublado.

— Extras off: poderes, armas e possíveis mascotes deverão ser colocados em spoiler ao final do post, para fins de organização.

— Adendos: informações não dadas poderão ser acrescentadas por vocês, porém com coerência. Qualquer coisa, contate-me via MP, Fb, Wpp, carta, sinal de fumaça, etc.

— Prazo de postagem: 10 dias, vencendo no dia 22 de maio de 2017, às 23h59m.


Participantes
sobre os participantes, de players a monstros

Gary Danvers, filho de Hades, nível 8. (PLAYER)
  • vida: 100/170;
  • energia: 80/170;

— Kyle Fritzgerald, filho de Atena, nível 8. (NPC)
  • vida: 170/170;
  • energia: 170/170;

— Donkey McMarron, filho de Hefesto, nível 12. (NPC)
  • vida: 210/210;
  • energia: 210/210;

Tom Reilly, filho de Hécate, nível 6. (PLAYER)
  • vida: 90/150;
  • energia: 80/150;

— Drew Henderson, filho de Dionísio, nível 13. (NPC)
  • vida: 200/240;
  • energia: 200/240;




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Re: — {Hey, Mamacita!}: MNE(I)M para Gary Danvers e Tom Reilly

Mensagem por Gary Danvers em Qua 17 Maio 2017, 15:42


Hey, Mamacita!

ayayayaya!


Gary tremia. Dos pés à cabeça e de volta aos pés. Estaria com medo da missão? Estaria arrependido de sua decisão? Estava quase mandando Tom e seu jeito inconsequente irem pastar! Tudo porque estava dentro de um avião. O garoto odiava alturas quase tanto quanto sua prima Annie, seu lar era nas sombras e no solo: o maior gótico das trevas que você respeita. Ou não...

Donkey encostava a testa na janelinha da aeronave e mantinha-se tão quieto que parecia ser assustador. No meio, Kyle encarava o encosto do passageiro da frente com muito interesse, provavelmente pensando em algum plano ou explicação para o sumiço da coroa. Típico... No banco com acesso direto ao corredor estava o ruivo filho de Hades, pensando apenas em quanto tempo teria até a próxima ida ao banheiro. Enjoava mais que mulher grávida!

Mesmo assim, forçava-se a focar em algo diferente do voo. Pensava na missão. Quem teria tido a ousadia de roubar um item de um deus como Apolo? Não desmerecendo os outros deuses, é claro, mas tinha que ser Apolo? Logo o olimpiano mais temperamental do panteão grego? Não que Gary conhecesse a todos, mas, até onde ele conhecia, o mestre do Sol era quem batia com essa descrição, e olha que ele já tinha ouvido várias histórias sobre Afrodite.

— Pai, me ajuda... — gemeu, baixinho, sem chamar a atenção dos parceiros.

As três palavras foram o suficiente para o despertar de um novo enjoo, é claro, e, depois de uns quinze minutos no banheiro terrivelmente apertado, Gary voltou para seu assento e pediu uma água. Precisava manter a mente aberta e a boca fechada, precisava saber exatamente o que fazer para ter sucesso no resgate à coroa e no salvamento da pele de seu melhor amigo.

Adendos:

Poderes utilizados:

Sem uso de poderes neste turno

Itens levados:

{Darkness} / Espada [Espada de 90cm, feita de bronze sagrado. Sua lâmina mede cerca de 70 cm, e sua base é mais grossa que a ponta. A guarda-mão é em forma de um crânio que tem seus dentes pontudos virados na direção do início da lâmina, como se ela saísse de sua boca. Os olhos do crânio são feitos por dois rubis. O cabo e a espiga são revestidos por um couro escuro, o mesmo tipo usado em sua bainha. No nível 20 transforma-se em um anel de caveira] {Bronze sagrado} (Nível Mínimo: 1) [Recebimento: Presente de Reclamação de Hades]

{Void} / Anel [Anel de caveira que absorve a energia vital das almas dos oponentes mortos, armazenando-as. As almas guardadas podem ser usadas como um combustível na forma de um "buff", ampliando o poder de ataque do semideus em 10% por 3 turnos a cada alma utilizada. A alma utilizada segue ao submundo após isso. Esse efeito pode ser usado apenas 2x por missão. Adicionalmente, 1 vez por missão o filho de Hades pode gastar uma alma coletada para recuperar 10% de sua HP e MP.] [Almas coletadas: 0]{Bronze} (Nível Mínimo: 1) {Não Controla Nenhum Elemento} [Recebimento: Presente de Reclamação de Hades]

{Shadow} / Capa [Capa feita de escuridão, lã negra e fios de obsidiana. Com uma magia muito parecida com a do elmo de Hades, a capa faz com que o semideus fique invisível em meio as sombras, mas não modifica o odor do semideus, não diminui o barulho de suas ações ou modifica a estrutura corporal do semideus. A capa pode ser usada em partes do copo ou no corpo inteiro, mas ao passar por um foco de luz a camuflagem passa a ser inútil. Ao usar essa capa apenas como um acessório de vestimenta, mesmo estando sobre a luz ela concede um aumento de 10% na potencia dos poderes referente ao medo que o semideus usar.] {Lã} (Nível mínimo: 1) {Não Controla Nenhum Elemento} [Recebimento: Presente de Reclamação de Hades]

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Re: — {Hey, Mamacita!}: MNE(I)M para Gary Danvers e Tom Reilly

Mensagem por Tom Reilly em Qui 18 Maio 2017, 23:07


Hey, Mamacita!

ayayayaya


— Não dá. Não podemos deixá-lo aqui.

Tom sabia o que era o certo a fazer. O filho de Deméter com certeza merecia uma cerimônia digna de queima da mortalha, mas só deixar seu corpo à espera da equipe de resgate era tolice e muita falta de consideração. Tom decidiu que seria melhor enterrá-lo, dar a ele ao menos um funeral mortal, embora não tão correto quanto o garoto merecia.

— Tenho alguns dracmas aqui, podemos colocar dois sobre os olhos dele e pedir aos deuses que o barqueiro aceite. Que Deméter me perdoe, mas acho que é o melhor a fazer.

— Certo. Vamos logo, temos que encontrar o ladrão da coroa.

E assim o fizeram, logo que encontraram a parte mais isolada de uma floresta próxima. Ao menos estará perto das plantas, onde se sentia bem..., pensou o filho de Hécate, embora ainda se sentisse mal com a situação. Sentia-se mal com tudo! Não suportava falhar e o peso do sangue do semideus morto o incomodava. Não era só por brio ou por rebeldia que queria recuperar a peça de ouro. Era para vingar o parceiro que dera a vida naquela missão idiota.

A terra revolvida indicava o local onde agora jazia o corpo da prole da agricultura. Raminhos de plantas foram trançados da melhor maneira possível para decorar um pouco a cova e uma cruz foi feita com galhos e cipó, unidos por uma amarra cruzada aprendida nas aulas de sobrevivência do acampamento. Tom suspirou fundo ao fincar a cruz e ajoelhou-se, tomando sua adaga em mãos e fazendo um pequeno corte no indicador direito, suficiente para deixar algumas gotinhas de sangue saírem.

— Lady Deméter, perdoe-nos a falha e a morte do seu filho. Lord Hades, imploro que aceite a alma deste semideus. Sei que não é o funeral adequado para um herói grego, mas juro que fizemos o melhor em nossas condições. Permitam que Caronte aceite nossa oferenda e o permita fazer a passagem pelo rio e receber sua vaga onde for mais justo. Obrigado.

Um novo suspiro e ele se levantou. Sua expressão denotava ainda mais ódio do que antes, mas estava controlado agora, mais consciente, mais vingativo. Tinha enterrado um colega com suas próprias mãos, nunca pensou que passaria por aquilo. Não pelos caprichos ridículos de um deus mimadinho! Tom não se importava se mais três estavam a caminho, muito menos se era seu melhor amigo que vinha na intenção clara de controlar-lhe os impulsos. Ele cumpriria aquela missão!

— Vamos. Temos um deus do Sol para envergonhar — disse, embainhando a adaga e pondo-se a retomar o caminho atenciosamente em busca de qualquer pista. Seu sangue fervia!

Adendos:

Poderes utilizados:

Sem uso de poderes neste turno.

Itens levados:

{Graveolentiam} / Adaga [Adaga prateada, apesar de feita com bronze sagrado. Seu punho é envolto em couro, para melhor manuseio, e a lâmina possui símbolos rúnicos gravados. Acompanha bainha de couro. No nível 20, torna-se um colar de pentagrama.] {Bronze sagrado e couro} (Nível Mínimo: 1) [Recebimento: Presente de Reclamação de Hécate]

{Athar} / Grimório [Este livro pesado encadernado em couro e escritos rúnicos contém as instruções e ensinamentos necessários para que o semideus acesse seus poderes. As páginas estão em sua maioria em branco, mas, ao adquirir poder e sabedoria suficiente, a página é preenchida com a invocação disponível. Para qualquer outra pessoa, parece um livro gasto.As páginas são feitas de uma lâmina fina de bronze sagrado, e por baixo do couro da capa ela é de metal, o que o torna resistente à água, mas não indestrutível. Caso danificado, destruído ou perdido ele irá se recompor nos pertences do semideus, em seu baú. Todo grimório começa com os elementos éter e trevas (ainda que este segundo só fique disponível efetivamente após o ganho da habilidade de nível 50), mas não oferecem bonificações adicionais quanto aos elementos base.]

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Re: — {Hey, Mamacita!}: MNE(I)M para Gary Danvers e Tom Reilly

Mensagem por Deméter em Ter 30 Maio 2017, 12:14


Hey, Mamacita!

A
s peças naquele tabuleiro moviam-se devagar, mas ainda assim tinham sua movimentação mantida. Quando o filho de Deméter foi enfim enterrado — levando mais tempo do que Tom e Drew pretendiam —, Gary, Donkey e Kyle pousaram, ficando no mesmo patamar dos semideuses que inicialmente monopolizavam aquela missão. Portanto, mover-se em uníssono não foi raro; a pergunta era: quem iria fazer o quê?

— Acha que ainda podemos rastreá-lo? — perguntou Drew assim que saíram de perto da cova improvisada, nem mesmo notando quando uma singela plantação de melancia surgiu ali, como que demarcando o local em que a prole da natureza tinha sido enterrada. — Não faço mais ideia de onde ele esteja. E o rastro é tudo o que temos... Ou tínhamos.

Concomitantemente, longe dali Kyle olhava o entorno assim que saltaram de um táxi, procurando o mínimo de norte que pudesse ter. Como achariam um ladrão no meio de Salém, sem saber nem mesmo como ele aparentava? Simplesmente sair andando pelo local era completamente ridículo, até mesmo para um leigo nos assuntos semidivinos.

— Então... Ideias? — perguntou a Gary e Donkey, volvendo suas íris curiosas para os rostos de seus acompanhantes.


objetivos
pontos obrigatórios

— Ambos devem procurar ter iniciativas para encontrar o ladrão, cada um a seu modo. Por enquanto, não executem a ação; apenas sugiram. Apontar itens ou poderes também é uma boa de fazê-lo, ou seguir mesmo os meios naturais. Fica a seu encargo. O que peço é que demonstre, nos dois posts, iniciativas concretas para a localização do meliante (ainda que sejam sugestões, como bem já disse).


Adicionais
tudo sobre o local e as diretrizes — para fins de organização

— Diretrizes: missão narrada externa/interna mediana; quarto turno.

— Local: Salém, Massachussets.

— Horário: 10h.

— Clima: frio e úmido. Céu nublado.

— Extras off: poderes, armas e possíveis mascotes deverão ser colocados em spoiler ao final do post, para fins de organização.

— Adendos: informações não dadas poderão ser acrescentadas por vocês, porém com coerência. Qualquer coisa, contate-me via MP, Fb, Wpp, carta, sinal de fumaça, etc.

— Prazo de postagem: 10 dias, vencendo no dia 9 de junho de 2017, às 23h59m.


Participantes
sobre os participantes, de players a monstros

Gary Danvers, filho de Hades, nível 8. (PLAYER)
  • vida: 100/170;
  • energia: 80/170;

— Kyle Fritzgerald, filho de Atena, nível 8. (NPC)
  • vida: 170/170;
  • energia: 170/170;

— Donkey McMarron, filho de Hefesto, nível 12. (NPC)
  • vida: 210/210;
  • energia: 210/210;

Tom Reilly, filho de Hécate, nível 6. (PLAYER)
  • vida: 90/150;
  • energia: 70/150;

— Drew Henderson, filho de Dionísio, nível 13. (NPC)
  • vida: 200/240;
  • energia: 190/240;




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Re: — {Hey, Mamacita!}: MNE(I)M para Gary Danvers e Tom Reilly

Mensagem por Gary Danvers em Qui 01 Jun 2017, 15:17


Hey, Mamacita!

ayayayaya!


— Não pensei que você poderia ficar mais branco, Danvers — Gary ouviu um de seus parceiros de missão brincando. Ainda estava com o organismo muito desordenado para sequer identificar quem falara.

Viu-se entrando em um táxi, alguém deu as primeiras direções, embora ele não estivesse de fato ouvindo. Precisou de algum tempo até que seu estômago parasse de dar voltas e para que a firmeza da terra o trouxesse de volta ao seu eixo natural. Apenas quando o táxi parou foi que ele realmente se sentiu bem outra vez.

— Deuses, nunca mais vou voar na vida...! — Reclamou consigo mesmo, enquanto agradecia mil vezes ao pai pela segurança do solo firme.

Pareciam estar no centro da cidade. Os três observavam todos os cantos ao redor de onde estavam e simplesmente não tinham a menor pista do que deveriam seguir. E agora?, Gary pegou-se pensando. Precisavam dar um jeito e iniciar logo aquela busca antes que Apolo desse outro ataque e resolvesse pulverizar todos os semideuses de uma vez só.

— Então... Ideias? — Perguntou Kyle, encarando os parceiros de missão.

— Achei que você fosse o filho da deusa das estratégias, amigo — brincou Gary, sorrindo um pouco e tentando relaxar diante da tensa missão.

— Já está curado do enjoo, né, espertinho? Vamos, pessoal, precisamos pensar.

O filho de Hades se sentou em um banquinho baixo demais perto de uma área gramada. Para todo lado a cidade parecia igual, apenas uma estranha aura a diferenciava do Acampamento Meio-Sangue: a mesma que ele sempre sentia quando entrava no chalé de Hécate com seu amigo Tom. Será que ele está por perto? Ele não podia saber com certeza, afinal a aura também podia ser proveniente do próprio local.

Sabe-se que Salém foi palco de muitas fogueiras queimadoras de bruxas — ou do que os mortais pensavam ser bruxas. Tom contava constantemente que muitas das verdadeiras feiticeiras praticavam um encantamento que anulava a temperatura alta das chamas e apenas fingiam estar sendo queimadas. Muitas sobreviveram e deram sequência às linhagens mágicas no local e a escola onde Tom estudava era um berço para jovens magos em formação.

— Gary! Ei!

— Hein? Quê?

— Tá pensando em algo?

— Não, nada muito específ... — Gary parou de falar. Estava a meio caminho de baixar a cabeça quando fitou novamente a área gramada em que ele e seus amigos estavam. É claro! — Kyle! Você pode rastrear pegadas, não pode? É isso! Você será nosso homem-bússola. Pode rastrear possíveis pegadas, caminhos tomados pelo ladrão ou mesmo por Tom e Drew.

— Não, eles não — decidiu Donkey.

— Por quê?

— Eles foram expulsos da missão, Gary. Ir atrás deles pode causar problemas pra nós! Vamos atrás do ladrão. Só dele.

Gary suspirou. Precisaria dar outro jeito de encontrar seu amigo, pois sabia que o bruxo não largaria a missão com facilidade.

— Certo, que seja. Kyle, vá à frente. Donkey e eu podemos encontrar metais próximos, então, quando estivermos em uma pista quente, você nos avisa e nós procuramos. Assim poderemos encontrar o ladrão mais facilmente. O que acham?

Era a única ideia que vinha à sua mente. Talvez pudesse ser um bom começo, talvez encontrassem logo a peça perdida e conseguissem salvar suas vidas. E a sua também, Tom, seu louco desafiador de deuses...

Adendos:

Poderes utilizados:

Sem uso de poderes neste turno

Itens levados:

{Darkness} / Espada [Espada de 90cm, feita de bronze sagrado. Sua lâmina mede cerca de 70 cm, e sua base é mais grossa que a ponta. A guarda-mão é em forma de um crânio que tem seus dentes pontudos virados na direção do início da lâmina, como se ela saísse de sua boca. Os olhos do crânio são feitos por dois rubis. O cabo e a espiga são revestidos por um couro escuro, o mesmo tipo usado em sua bainha. No nível 20 transforma-se em um anel de caveira] {Bronze sagrado} (Nível Mínimo: 1) [Recebimento: Presente de Reclamação de Hades]

{Void} / Anel [Anel de caveira que absorve a energia vital das almas dos oponentes mortos, armazenando-as. As almas guardadas podem ser usadas como um combustível na forma de um "buff", ampliando o poder de ataque do semideus em 10% por 3 turnos a cada alma utilizada. A alma utilizada segue ao submundo após isso. Esse efeito pode ser usado apenas 2x por missão. Adicionalmente, 1 vez por missão o filho de Hades pode gastar uma alma coletada para recuperar 10% de sua HP e MP.] [Almas coletadas: 0]{Bronze} (Nível Mínimo: 1) {Não Controla Nenhum Elemento} [Recebimento: Presente de Reclamação de Hades]

{Shadow} / Capa [Capa feita de escuridão, lã negra e fios de obsidiana. Com uma magia muito parecida com a do elmo de Hades, a capa faz com que o semideus fique invisível em meio as sombras, mas não modifica o odor do semideus, não diminui o barulho de suas ações ou modifica a estrutura corporal do semideus. A capa pode ser usada em partes do copo ou no corpo inteiro, mas ao passar por um foco de luz a camuflagem passa a ser inútil. Ao usar essa capa apenas como um acessório de vestimenta, mesmo estando sobre a luz ela concede um aumento de 10% na potencia dos poderes referente ao medo que o semideus usar.] {Lã} (Nível mínimo: 1) {Não Controla Nenhum Elemento} [Recebimento: Presente de Reclamação de Hades]

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Re: — {Hey, Mamacita!}: MNE(I)M para Gary Danvers e Tom Reilly

Mensagem por Tom Reilly em Qui 01 Jun 2017, 15:53


Hey, Mamacita!

ayayayaya


Tom se afastou da cova com Drew. Sentira-se perdido naquele local e precisava clarear seus pensamentos, talvez encontrar um norte para seus problemas. Olhando em volta, a partir do local onde o filho de Deméter fora enterrado, ele e seu parceiro não conseguiam enxergar qualquer saída. Assim, Tom pôs-se a caminhar, sem se dar ao trabalho de convidar Drew para acompanhá-lo. Sabia que o garoto estava tão furioso quanto ele.

— Certo, olha só. Vamos voltar alguns passos. Vamos voltar ao local onde o rastro do ladrão aparentemente sumiu. Ele não pode ter evaporado, então foi preciso algum poder de camuflagem.

— Acha que o ladrão se escondeu pela floresta ou algo assim? Pra isso ele precisaria ter poder na mata ou nas sombras. Sugere que seja um filho de Deméter, Perséfone ou Hades?

— Não quero culpar determinados grupos de deuses assim. Até porque o deus dos ladrões é Hermes. Por ascendência fica impossível. Mesmo assim, voltar ao ponto de partida pode ser bom. Posso usar meu poder de detectar magias e tentar descobrir se tem alguém num raio de... trinta metros. O que acha?

— Vamos nessa!

Desta forma, com total obstinação, Tom partiu com Drew ao seu lado na intenção de voltar ao local onde tudo dera errado. Ou quase tudo. O filho da magia ainda tinha a esperança de resolver aquele mistério. Por mais que o enterro de seu parceiro morto tivesse demorado, ele ainda acreditava estar na vantagem em relação ao outro grupo a caminho. Não iria ser ultrapassado assim.

Adendos:

Poderes utilizados:

Sem uso de poderes neste turno.

Itens levados:

{Graveolentiam} / Adaga [Adaga prateada, apesar de feita com bronze sagrado. Seu punho é envolto em couro, para melhor manuseio, e a lâmina possui símbolos rúnicos gravados. Acompanha bainha de couro. No nível 20, torna-se um colar de pentagrama.] {Bronze sagrado e couro} (Nível Mínimo: 1) [Recebimento: Presente de Reclamação de Hécate]

{Athar} / Grimório [Este livro pesado encadernado em couro e escritos rúnicos contém as instruções e ensinamentos necessários para que o semideus acesse seus poderes. As páginas estão em sua maioria em branco, mas, ao adquirir poder e sabedoria suficiente, a página é preenchida com a invocação disponível. Para qualquer outra pessoa, parece um livro gasto.As páginas são feitas de uma lâmina fina de bronze sagrado, e por baixo do couro da capa ela é de metal, o que o torna resistente à água, mas não indestrutível. Caso danificado, destruído ou perdido ele irá se recompor nos pertences do semideus, em seu baú. Todo grimório começa com os elementos éter e trevas (ainda que este segundo só fique disponível efetivamente após o ganho da habilidade de nível 50), mas não oferecem bonificações adicionais quanto aos elementos base.]

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Re: — {Hey, Mamacita!}: MNE(I)M para Gary Danvers e Tom Reilly

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