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{Night Changes} - Story Mode de Bruce Chandler e Steve Johnson

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{Night Changes} - Story Mode de Bruce Chandler e Steve Johnson

Mensagem por Bruce Chandler em Qua 14 Jun 2017, 11:02


Night Changes

story mode para bruce e steve


Does it ever drives you crazy just how fast the night changes?

Eles brigaram feio. Não vinham se entendendo já havia um longo tempo, mas aquela última vez foi a gota d'água. A amizade que começara tão naturalmente esvaiu-se em mágoa e ressentimento. Tudo por causa de um segredo. O problema foi que, depois de romperem de uma vez por todas, Bruce Chandler desapareceu sem deixar rastros. O que poderia ter acontecido? Steve Johnson, por mais durão que gostasse de parecer, preocupara-se instantaneamente e começava a se sentir culpado pela falta de respostas em relação ao ex-amigo desaparecido.

Pontos obrigatórios:

Bruce:
Explanar o que vem acontecendo desde que sumiu do acampamento;
Ambientar o personagem em seu paradeiro atual, no qual está preso;

Steve:
Demonstrar os efeitos que sentiu pelo sumiço de Bruce;
Ambientar o personagem e seus sentimentos e, por fim, tomar uma atitude.

Condições dos combatentes:

Bruce Chandler: HP 90/220, MP 80/220
Steve Johnson: HP 150/150, MP 150/150

Informações adicionais:

Story Mode, incluída no evento Level Up - Valentines, para Bruce Chandler e Steve Johnson
Local inicial para Steve: Acampamento Meio-Sangue
Local inicial para Bruce: Ilha, até o momento, desconhecida
Horário inicial para Steve: 00:00
Horário inicial para Bruce: não há noção de tempo na ilha
Clima (para ambos): ameno, 20 °C
Prazo de postagem: 7 dias.
Itens e poderes utilizados no turno devem estar em spoiler ao fim do post
Boa sorte!

Bruce Chandler
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Re: {Night Changes} - Story Mode de Bruce Chandler e Steve Johnson

Mensagem por Bruce Chandler em Qua 14 Jun 2017, 12:19


Night Changes

story mode


Bruce nada sentiu durante a maior parte do sequestro. Lembrava-se vagamente de ser acordado por um rapaz jovem que trazia em seu rosto um sorriso maníaco antes de dar-lhe uma pancada na cabeça. Não tão forte na primeira vez, visto que Bruce ainda tentou chamar por seus irmãos e alcançar suas armas, enquanto o rapaz, mostrando-se mais forte do que aparentava, o arrastava para fora do chalé 5.

Em algum momento, o semideus apagou novamente e só veio despertar quando já tinha chegado ao seu destino. Tratava-se de uma caverna absurdamente grande, cuja parca iluminação vinha de algum lugar muito ao alto e deixava o local com uma coloração cinza azulada. Bruce mal podia ver de onde esta luz vinha ou qualquer saída do lugar, até porque, além de sua visão ainda turva, estava preso em uma gaiola de metal resistente.

— Não se preocupe — dissera uma voz. — Todos os que estão aqui são garotos perdidos.

Bruce suspeitava que era seu captor falando, mas não conseguiu ver-lhe o rosto. Ele também explicara algo sobre a caverna, mas Bruce não conseguiu compreender. Seu corpo e seu cérebro não tinham acompanhado a viagem que o garoto fizera e não o permitiram ficar acordado por muito tempo. Bruce desmaiou logo depois de ouvir as palavras do interlocutor ao longe. Garotos perdidos... estou perdido.

* * *

Em um outro dia, sem saber quanto tempo tinha-se passado desde que desmaiara, Bruce despertou sem "ajuda" externa. Pelo visto, quem quer que estivesse responsável por levá-lo até ali, não quis forçar a barra. Não mais do que já tinha forçado, certo? O filho de Ares acordou com a cabeça latejando de tanta dor e, quando chamou por ajuda, um rapaz apareceu das sombras de uma fenda na pedra.

— Finalmente despertou, princesa? — Ele tinha um sorriso sarcástico, mas não era o mesmo que pairara acima da cabeça de Bruce na noite de sua captura.

— Minha cabeça dói...

— Oh, tadinho! Neném quer remedinho? — O rapaz caçoou, posicionando-se à beira do precipício que ficava entre a entrada da caverna e o local onde a gaiola de Bruce repousava.

Então, a primeira coisa estranha aconteceu. O rapaz deu um passo em direção ao abismo e, por um instante, Bruce pensou que o veria cometer suicídio. Porém, para a surpresa do filho da guerra, pedras se ergueram do nada e se colocaram sob os pés do rapaz, que caminhou até ele sem qualquer dificuldade. Bruce tinha os olhos arregalados quando foi retirado da jaula.

— Essa será a única vez que você atravessará essa passarela sem pagar o preço. Pan é muito benevolente, se você obedecer-lhe as regras.

Preço? Pan? Regras?

— Pan? Estou preso pelo deus da natureza? O que eu fiz?

Bruce não sabia o que tinha dito de errado, mas viu o rapaz cair numa gargalhada tão alta que até sentiu vergonha. Não entendia nada do que estava acontecendo ali. Que preço precisava pagar além de já ter sido sequestrado? Que regras precisava seguir? E, acima de tudo, se Pan não era o deus da natureza, quem poderia ser?

— Ah, ele acordou! — Bruce sentiu suas pernas bambearem quando ouviu aquela voz. Era a mesma da noite anterior e, sem dúvida, o sorriso era o captor que lhe acertara na cabeça.

O jovem, provavelmente na mesma idade do rapaz que o arrastava para fora da caverna e um pouco mais velho que Bruce, trajava uma camisa verde-musgo de tecido grosso, calças marrons no mesmo estilo e botas de couro. Seus cabelos eram de um loiro desbotado e suas orelhas eram pontudas, quase élficas. Os olhos, verdes como a camisa, tinham um brilho ligeiramente louco e sua pele perfeita (embora toda suja de lama) parecia pertencer a um garoto muito mais jovem. Associando todas as características com o nome...

— Estou delirando. Alguém me dê um remédio por favor...

Mas era exatamente o que ele estava pensando. Diante de Bruce estava o lendário menino que jamais envelhecia, que reinava em uma ilha com garotos que se perdiam e lutava contra um pirata com gancho no lugar da mão. Mas isso é conto de fadas! Não pode ser verdade, não é verdade, Bruce dizia mentalmente a si mesmo, mas, convenhamos, nada é assim tão impossível quando se é um semideus.

* * *

Como se tudo já não fosse estranho demais, Bruce viu-se em uma espécie de arena. Estava frente a frente com aquele de quem ainda duvidava completamente da identidade, principalmente porque ele ia contra tudo aquilo que o filho de Ares conhecia de sua história. O rapaz parecia um louco desvairado, mas, ao mesmo tempo, cada palavra sua parecia estar carregada de uma certeza imutável conhecida como verdade.

— Não acredite em tudo que você ouve, Bruce. Nem tudo que é real é real e nem tudo que fábula é fábula — disse o rapaz de verde, enquanto batia sua espada contra uma dada a Bruce, já que o garoto não tinha seu arsenal em mãos por ali.

— Você está me dizendo que é realmente... ele?

— Não precisa ter medo de dizer meu nome, Bruce. Eu sou um igual! Bom, quase. Eu não envelheço, veja bem, porque desafiei aos deuses, sabe? É. Eu me revoltei, Bruce! — A intensidade dos golpes intensificou e o herdeiro da guerra quase viu-se perdendo a luta. — Meus irmãos e eu nunca fomos reconhecidos, Bruce. Primeiro eram só os olimpianos, depois alguns deuses menores, depois outros, mas nossa mãe jamais teve lugar! Jamais tivemos oportunidade!

— Quem é sua mãe?

— Você não adivinha? A juventude é uma bênção, Bruce, mas envelhecer também é. Ao menos, foi o que pensei logo depois de ser amaldiçoado. Depois... Depois percebi que ser jovem é bem melhor, de fato. Seu corpo se deteriora quando você envelhece, Bruce, mas um jovem mantém seu vigor. A maldição jogada pelos deuses virou-se contra eles, porque farei uso dela para destruí-los!

— Sua maldição é jamais crescer. Ser jovem para sempre... Você é filho de Hebe?

Os golpes cessaram e o sequestrador abriu o mesmo sorriso aterrorizante com que acordara Bruce naquela noite. Ele fez uma vênia exagerada, confirmando o palpite do filho de Ares.

— Peter Pan. Ao seu dispor.

* * *

Bruce tinha certeza de que tinha enlouquecido de vez, mesmo depois de receber remédios e curativos de uma espécie de curandeiro local (também um garoto). Seriam todos filhos perdidos de Hebe? Sua pergunta foi respondida antes mesmo de ser feita. Pan explicou que inicialmente sim, eram todos seus irmãos. Todos fugiram do alcance de Quíron havia tempos, antes que Bruce chegasse ao refúgio.

Tentaram, por vezes, implantar um chalé para Hebe, mas, por algum desígnio oculto do Olimpo, a ideia jamais foi aprovada. Pan e seus irmãos nunca souberam o motivo da rejeição e, revoltados, deixaram o acampamento e planejaram uma rebelião contra a morada dos deuses. Morreriam por sua causa, se preciso fosse. Jamais chegaram perto de suas intenções, pois, antes mesmo que colocarem seu plano em prática, foram amaldiçoados a permanecerem exatamente do mesmo jeito em que se encontravam à época, com a mesma idade.

Peter, à época atendendo pelo nome de Malcolm Peterson, era o mais velho do grupo de dez garotos e assumiu a liderança deles com mãos de ferro, dando um ultimato: quem não quisesse se juntar a ele, era melhor que desaparecesse. Ele não perdoaria traição, então a decisão precisava ser tomada imediatamente. Quando seis irmãos ficaram ao seu lado, o garoto passou a buscar um lugar para eles, um lugar que chamariam de lar.

Sozinho, encontrou uma ilha cheia de magia perdida à entrada do Mar de Monstros, isolada inexplicavelmente. Ali assumiu o nome de Peter (vindo de seu sobrenome) Pan (vindo do deus das florestas), pois viveria na natureza e dela tiraria seu sustento. Mas mais do que apenas uma casa para ele e seus irmãos, Peter Pan decidiu que abrigaria todos os garotos que se sentiam perdidos, independente de sua filiação. Todos os que se vissem abandonados teriam lugar em sua casa.

Bruce entendeu que, de fato, se encaixava ali. Não tinha qualquer amigo mais, mal sabia como definir a si mesmo e não tinha o mais amoroso e presente dos pais. Família mortal? Nunca o quis após a morte da mãe. Ele estava só, realmente perdido. Mas não pretendia qualquer coisa contra os deuses. Era o único requisito da ilha que não cumpria. Percebendo isso, começou a pensar se não estaria correndo perigo por ali. Talvez os demais fossem tentar "catequizá-lo" para sua vertente de pensamento, talvez não.

Uma semana se passou e Bruce recebeu vestimentas, treinamento e cuidado, tal como todos os outros. Sorria e aceitava tudo o que lhe era passado e não voltou mais para a jaula. Todos pareciam confiar nele, mas o olhar de Pan ainda parecia-lhe estranho. Precisaria de muita destreza para lidar com o chefe do grupo. Ele não era um semideus qualquer. Se Bruce tinha alguma intenção de sair dali, precisaria ser ainda mais esperto que o garoto que jamais crescia.

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Re: {Night Changes} - Story Mode de Bruce Chandler e Steve Johnson

Mensagem por Steve Johnson Ontem à(s) 12:12


Night Changes

story mode


Steve bateu forte a porta do chalé de Héracles, atraindo revoltosos olhares em sua direção. Poderiam ser filhos da força, mas ainda sabiam fechar as coisas sem quase quebrá-las. Como quer que fosse, o rapaz estava pouco se f... lixando para aquilo. Nunca na vida pensou que sentiria vontade de gritar para tirar um peso do próprio coração, mas a situação chegara a um ponto irreversível. Na verdade, passara de todos os pontos. Simplesmente acabara.

Ele tinha acabado de sair do chalé de Ares, onde teve a última e derradeira briga com Bruce Chandler, o único no acampamento a quem Steve realmente respeitava e admirava. Tinha o loiro por irmão, mais do que qualquer outro filho de Héracles que o cercasse. Ele era o valentão, que queria passar a vida exibindo sua força para pegar garotas. Bruce era a razão, era o que o fazia colocar os pés no chão. Bem, ao menos tentava. Era parte essencial de Steve, embora ele jamais tenha dito em voz alta. "Isso é coisa de mariquinha", dizia a si mesmo.

Nos últimos tempos, Bruce vinha agindo de forma absurdamente estranha. A última vez que os dois conversaram como bons amigos foi antes que o filho de Ares saísse numa maldita missão para o Havaí com um filho de Hades, que morreu no processo. De alguma forma sobrenatural, Bruce se apegara ao garoto e sentiu a morte dele mais do que qualquer outra coisa, aparentemente. Não, não pense que Steve apenas ficou com ciúme. Na verdade, o motivo de sua inquietação foi que, devido à morte de Nate, Bruce o abandonou completamente.

Steve ficou cheio de ouvir sobre uma tal maldição que somente Bruce acreditava que existia. Segundo ele, todos a quem ele se apegava morriam e, teoricamente, para proteger Steve, ele decidiu se afastar. Uma ova, pensava o filho de Héracles, afinal eles eram amigos havia mais de dois anos e nada ruim tinha acontecido a ele por causa do herdeiro da guerra. Muito explosivo, Steve acabou lidando com o abandono da pior forma possível: arrumou brigas, chegou a atacar Bruce por trás em um treino e, por fim, quase o mandou ao inferno.

Deitado em sua cama e escondido pelas cortinas, Steve pensou em todos os problemas que vinham tendo e por fim precisou dizer a si mesmo várias vezes que eles não eram mais amigos. Perdera o irmão que tinha. Acabou. No dia seguinte... ainda naquela noite, os dois pertenceriam a mundos diferentes e não se olhariam nos olhos quando, eventualmente, passassem um pelo outro. Não teria mais seu conselheiro, a parte racional de sua vida, ao seu lado. Era cada um por si, agora.

* * *

Steve tinha acabado de sair da área das paredes de escalada, seu local favorito para treinar e agarrar garotas, tal como tinha acabado de fazer. Era uma filha de Héstia em quem ele vinha investindo fazia um longo tempo, finalmente conseguindo quebrar-lhe a fortaleza. Estava na praia, observando o pôr do Sol e tentando não pensar em Bruce, pois com certeza teria contado a ele sobre sua última conquista. Steve nunca aparentava, mas tinha sentimentos. Lá no fundinho, batia um coração, ainda que por poucas coisas ou pessoas.

— Johnson! — Johan, o novo monitor do chalé 5, chamou, aproximando-se com um olhar bastante sério.

— O que foi?

— Onde o Bruce se meteu?

Steve se segurou para não bufar. Esquecera-se de um fato importante: as pessoas sempre perguntavam a ele onde o filho de Ares estava. Mesmo nas últimas semanas, em que eles tanto brigavam.

— Não faço ideia. O irmão dele é você, não eu.

— Não brinca comigo, cara, cadê o Bruce?

— Já falei que eu não sei! Que saco! Vai se ferrar, parceiro, não sou pai do Bruce, não!

Se a situação fosse diferente, as coisas poderiam ter saído de controle, mas Johan apenas quedou-se a esfregar os olhos e se afastar, aparentando ter ficado ainda mais preocupado. Steve fingiu para si mesmo que não ligava, mas intimamente ficou se perguntando o que diabos teria acontecido. Não foi nada, repreendeu-se, ele deve ter saído em missão outra vez, apenas isso. Mas Bruce não voltou no dia seguinte, ou no outro, e toda hora vinha um morador do chalé 5 pedir informações a Steve.

Ao fim do terceiro dia, saindo do anfiteatro, Steve se enfureceu e foi ter com Quíron. Aquilo precisava parar! Provavelmente os filhos de Ares já tinham ido até o centauro fazer perguntas, então, se os questionamentos continuavam, provavelmente era porque Quíron não quisera dizer a eles qual era o problema. Mas diria para Steve. Precisava dizer. As perguntas já tinham enchido o saco mais do que o garoto poderia aguentar, mais um e alguém sairia de olho roxo.

— Missão secreta? Do que está falando, meu rapaz? — Perguntou Quíron, confuso quando Steve indagou sobre o segredo que ele fazia do paradeiro de Bruce.

— Só pode ser isso. Aqueles idiotas do chalé 5 já vieram falar com você, não?

— Já sim...

— Então, por que eles continuam vindo falar comigo, porra?

— Olha a língua...

— Quíron!

— Eu não sei onde ele está — Steve sentiu como se tivesse engolido lava. Quíron não estava mentindo. Não que o garoto fosse um grande detector de mentiras, mas ele pôde dizer por seus olhos. — Bruce está desaparecido, Steve. Deixou todos os itens dele aqui e sumiu. Não sabemos se foi embora por conta própria ou se foi levado, mas os dois casos me preocupam. Aconteceu algo que você saiba?

Steve caiu sentado no sofá. Bruce fora embora. Levado ou não, o que importava? Ele fora embora! Deixara o acampamento no dia seguinte ao rompimento da amizade dos dois. Teria alguma relação? Mas foi ele que pediu a Steve que ficasse longe, por que iria embora? A decisão foi dele! Se alguém tinha o direito de ficar magoado, era...

— Steve?

— Nós não somos mais amigos. Bruce e eu brigamos e não somos mais amigos. Eu não faço ideia do que pode ter acontecido.

— Acha que pode ter relação com o sumiço dele? Vocês eram inseparáveis, mas, de uns tempos pra cá, pareciam cão e gato.

Steve suspirou. Suspirou! Ele jamais fazia isso.

— Não sei. Talvez. Bruce acreditava que tinha uma maldição, que todos morreriam se ficassem perto dele, ou sei lá o quê. Era besteira, eu estou vivo aqui até hoje! Mas por que ele deixaria as armas? Ele não pode sobreviver lá fora desarmado. É um semideus!

— Também duvido que ele seria imprudente a este ponto, o que me leva a pensar que Bruce foi levado. Isso me preocupa.

* * *

Uma semana se passou depois do desaparecimento e nenhuma resposta foi dada. Nenhuma pista encontrada. Absolutamente nada. Era meia-noite quando Steve se despediu de Quíron no topo da Colina Meio-Sangue. Montava em um pégaso e trazia consigo uma quantidade grande de armas: suas, tinha o arco e a aljava com as flechas, ambos presos às costas; de Bruce, para devolver a ele, tinha a faca presa ao cinto, a lança e o escudo encaixados em suportes na sela do pégaso e, ao alcance da mão, o machado de lâmina dupla que o loiro ganhara naquela última e maldita missão. Era hora de trazer o amigo, ou ex-amigo, que fosse, de volta.

Adendos:

Poderes utilizados:

Não houve uso de poderes neste turno.

Itens levados:

Do arsenal de Steve:
{Surestrike} / Arco [Arco de bronze sagrado. Seus entalhes lembram escamas, em referência ao trabalho de Héracles com a Hidra] {Bronze sagrado} (Nível Mínimo: 1) {Não Controla Nenhum Elemento} [Recebimento: Presente de Reclamação de Héracles]

{Acutus} / Aljava [Aljava com flechas de bronze sagrado. Comuns, pórem ilimitadas.] {Nenhum Material} (Nível Mínimo: 1) {Não Controla Nenhum Elemento} [Recebimento: Presente de Reclamação de Héracles]

Do arsenal de Bruce:
Faca [Sua lâmina bronzeada mede cerca de 24 cm, e seu cabo tem o mesmo comprimento padrão. É bastante afiada e é perfeita para ataque ágeis e rápidos. O bom desta arma é sua eficiência tanto para mãos hábeis quanto para manuseios mais inexperientes, pois é uma arma curta, fácil de esconder e ao mesmo tempo fácil de manusear. Seu punho é feito de aço, mas uma camada de couro escuro cobre o aço para que o usuário possa segurá-la firmemente. Na parte inferior da lâmina, próxima ao cabo, há entalhado as siglas do Acampamento "CHB"; uma propriedade que só os meio-sangues e criaturas místicas podem ter e usar (ajuda um pouco na destreza)] {Bronze, aço e couro} (Nível mínimo: 1) {Nenhum elemento} [Recebimento: Administração; item inscrição padrão do fórum]

{Wrath} / Lança de artilharia [Lança longa, de 2m de comprimento. O cabo é feito de mogno, recoberto em bronze sagrado, sendo resistente porém mais leve que uma lança comum. A ponta é de bronze sagrado. Em toda sua extensão pontos avermelhados podem ser vistos: são engastes em rubi, decorando o cabo.] {Bronze sagrado, mogno e rubi} (Nível Mínimo: 1) {Não controla Nenhum Elemento} [Recebimento: Presente de Reclamação de Ares]

{Stunt} / Escudo [Escudo circular feito de metal com uma cabeça de javali esculpida em seu centro. Banhado em bronze, este fica em um tom avermelhado quando usado em batalha, representando sua segunda camada de bronze sagrado. Transforma-se em uma braçadeira de spikes no nível 20.] {Bronze sagrado (Nível Mínimo: 1) {Não controla Nenhum Elemento} [Recebimento: Presente de Reclamação de Ares]

{Maleficus} / Punho Inglês-Machado [Machado dupla face feito em bronze sangrento e banhado em prata. Seu cabo feito de prata é revestido em couro negro para dar melhor apoio ao semideus que o utilizar. A arma foi feita para ser mortal de ambos os lados, possuindo um ponta perfurante no final do cabo. Sua lamina não é comum, não possuindo ponta na extremidade exterior, com serras no lugar. Seu corte é sempre afiado. Quando em repouso, o item transforma-se em um punho inglês prateado com as inicias B.C. bem desenhadas em uma de suas curvas.] {Materiais Utilizados: Couro, Prata, Bronze Sangrento} (Nível Mínimo: 7) {Elemento encontrado: nenhum} [Recebimento pela missão “Son of... Witch?”, narrada por Jonas W. Harris, atualizada por Psiquê.]

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Steve Johnson
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Re: {Night Changes} - Story Mode de Bruce Chandler e Steve Johnson

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