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Amor e Violência MOPIF para Amy Delacour

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Amor e Violência MOPIF para Amy Delacour

Mensagem por Kalled C. Almeida em Ter 25 Jul 2017, 22:33



Amor e Violência

MOPIF para Amy Delacour

Amy havia conquistado seu maior desejo: escapar de sua jaula e reencontrar Joe. Tudo parecia perfeito na vida daquela jovem tão perturbada quanto “amorosa”, porém uma vez que você se liberta das correntes seus algozes sempre lhe perseguirão.

Joe tinha muitos inimigos e Amy era uma bela mulher o que significava que os dois estavam sempre sob olhares atentos de oportunistas e vingadores, qualquer passo em falso e os dois poderiam ser separados novamente. O bandido havia separado uma casa de praia em Clearwater na intenção de sair de cena com sua amada e fiel amante, porém a felicidade durou pouco. A única “vantagem” é que Katherine não estava com eles, assim não corria perigo; Joe garantia que ela estava segura.

Joe e Amy tomavam café da manhã quando a casa foi invadida,  três homens armados entraram na casa e mataram os seguranças, Amy foi jogada no chão enquanto Joe era levado pelos invasores; quando Amy tentou se levantar seu amado havia sumido e os homens que vigiavam a casa estavam mortos.

Delacour estava só. Os corpos não a incomodavam, mas o sumiço de seu querido Joker sim. Em um último ato de sorte encontrou um pedaço de papel que podia ser o único jeito de salvar a vida daquele que lhe dava um significado.

Pontos Obrigatórios:
– Narre os dias passados com Joe desde sua fuga, seus sentimentos e pensamentos; leve em conta que Katherine não está lá e narre sobre isso também.

- Como descrito no texto introdutório sua casa será invadida, narre passo a passo dessa invasão; a morte dos guardas, o golpe que você levou para ir ao chão, o medo que sentiu ao achar que Joe seria morto ou levado e o desespero quando não o encontrou.

- O bilhete que você encontra é uma espécie de recibo de um armazém, qual o armazém e sua localização é com você.

- Você não tem tempo de chamar ninguém e todos que trabalham pra você e Joe e estavam próximos estão mortos. Narre um plano de ação para resgatar seu namorado sádico.

- Ao chegar ao armazém você encontra dois homens vigiando a porta, dê um jeito de contorná-los ou passar por eles sem combatê-los .

- Dentro do armazém os homens que invadiram sua casa estão vigiando Joe que está amarrado em uma cadeira, à frente de seu amado está um homem (que você pode descrever) que é o pior inimigo dele, encontre um jeito de salvar Joe sem que entre em combate direto com os homens. Para lhe ajudar considere que o armazém é um depósito de armas.

- Finalize executando o inimigo de seu amado e fugindo com ele.


Status dos semideus:

Amy Delacour
80/100 MP
90/100 HP

Ademais:

Local:Clearwater - Florida
Clima: Ensolarado;
Coloque as armas levadas em code ou spoiler ao final do texto. O mesmo deverá ser feito com os poderes, e peço para que diga quais são ativos e quais são passivos, por gentileza;

Evite usar Templates com barrinha ou com cores cegantes;

Prazo para a postagem: 20 dias. Caso necessite de mais tempo, contate-me via MP.

Dúvidas, reclamações ou afins, pode me contatar via MP.

Boa sorte <3





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Re: Amor e Violência MOPIF para Amy Delacour

Mensagem por Amy Delacour em Dom 13 Ago 2017, 21:57


parte um  
delacour

better run
darlin'





Clearwater era perfeita para o casal de insanos. Era pequena, extremamente americana e turística, pouco visada pelos grandes criminosos, até a chegada do rei. Joker estava lá a negócios, e queria se estabelecer, depois de tanto tempo às sombras, em um lugar que não fossem alvo de nenhum inimigo. A cidade fora o refúgio de Joe e Katherine assim que Amy foi presa. Por algumas semanas, mantiveram-se em uma pequena casinha na região pobre, até que conseguisse entrar em contato com os rapazes e fizesse o necessário para reconstruir o império Napier.

Por mais apaixonado que fosse por sua bebê, ela o tornaria indefeso se algo a acontecesse. Por isso, enviou para a única pessoa que confiava em uma situação daquelas, mesmo que não gostasse tanto assim da ideia.

— Amber? Onde você está, minha garota? — Suas palavras soavam casuais, como se contasse uma piada.

— Maninho! Estou em... Avery? Onde estamos? Ahhh... Estou em Biloxi!

— Quem é Avery? —Joe ouviu a garota bufar do outro lado da linha, mas a resposta veio rapidamente.

— Amigo do acampamento. Posso fazer algo por você, Jacky?

— Preciso que fique com minha filha. Mas vá para longe. Não quero saber onde você vai. Não me conte. Se eu não ligar para você em um ano, mate-a ou sei lá, faça o que tiver que fazer. — De repente, queria não ter ligado. Queria que as coisas fossem diferentes. Queria que sua cabeça não fizesse essas coisas. E ela fazia o tempo todo.

— Sim senhor. O que você vai fazer em um ano?

— Preciso tirar a rainha da cadeia e resolver as coisas por aqui. Iremos buscá-la. John... John vai levar Katherine até você.

Antes de desligar, pode ouvir algo como "Tome cuidado" da sua irmã. Deu as devidas ordens para seu homem de confiança e por fim escolheu a casa, próxima ao centro da cidade, para retornar aos negócios.


As orbes de Amelie encaravam ao mar incansavelmente, como se pudesse trazer o brilho das águas esverdeadas para seus olhos novamente. Da varanda da suíte, sentada em uma cadeira de vime, sentia-se quase normal, ignorando o fato de estar foragida, ter uma costela quebrada e mais arranhões do que dedos nas mãos. Sua face cansada havia sido coberta por uma densa camada de maquiagem, seus cabelos estavam penteados e perfeitamente alinhados, e os trapos da cadeia tinham sido substituídos por um leve vestido azul de seda; tudo para estar linda para seu querido amante. Não ousava abandonar a pose de rainha que mantinha, andando na casa como se o mundo pertencesse ao império Napier. Na cabeça dela, funcionava assim.

Mas ali, sozinha e presa com suas próprias correntes invisíveis, com apenas o som sutil das pequenas ondas quebrando, estava muito além de vulnerável. Sua cabeça, mesmo com todo o esforço que fazia, volta e meia retornava aos horrores que passara dentro da prisão. Dos gritos que ouvia, da violência que sofria, de suas companheiras de fuga que nunca de fato conseguiram fugir. Tudo isso resultaram em uma Amelie frágil, como cristal. Como se não bastasse, como vingança à entrega de Amy, Joker mantinha a filha do casal distante. Não apenas distante, desaparecida. Depois que os dois fugiram intactos da invasão, ninguém, nem mesmo seu amado, sabiam onde a princesinha estava. Isso serviria de gatilho para a insanidade da loira, se não partisse de seu homem.

Katherine estava bem. Estava em algum lugar no sul da França com Amber, uma filha de Athena muito carinhosa, mantendo contato com John. Queria mandá-lo para lá, para lhe trazer sua princesinha, mas ele estava em uma negociação muito grande em Las Vegas. Joe havia lhe deixado no escuro, mais uma vez.


Os dias que passara, indo e voltando de seus surtos, eram em sua maioria, tranquilos. Sua costela já estava inteira, seu rosto voltava a ter sua cor natural, os hematomas que se faziam presentes uma ou duas semanas atrás desapareceram por si só. No entanto, sua mente, que por sua natureza não era estável, pioravam dia após dia, mesmo que não tivesse um motivo para isso. Joker, só por respirar o mesmo ar que a semideusa, já era o combustível para as constantes crises de Amy. Em uma semana, havia ferido de forma grave muitos dos capangas que não haviam lhe feito nada, e por consequência, entretia seu amante com suas apresentações sanguinárias.

O relacionamento entre os dois estava consideravelmente melhor. Não havia mais apanhado, ele a tratava melhor e ela estava mais apaixonada do que nunca. Nem mesmo a menina sabia qual era a dimensão de sua periculosidade quando o assunto era sua família. Ele estava a treinando, pouco a pouco, para ser sua igual. Enfrentou e ganhou de mais capangas que conseguiria contar e sua habilidade com as armas, de fogo ou não, haviam aumentado consideravelmente. Aquelas semanas haviam sido decisivas para que a garota se tornasse uma vilã. De verdade.



parte dois
napier

ação
i'm nothing without you


Os dois quase não dormiam mais. Passavam a noite fazendo amor, ou pelo menos algo que lembrasse isso. E quando muito, desmaiavam de cansaço em algum momento. Naquela noite, Jack estava empolgado com o crescimento dos negócios, impulsionado pelo assalto nos galpões de uma gangue de Dunedin. Amy não recebera muitas informações já que o rapaz falava enrolado por conta do Whisky. mas era importante. Uma gangue perigosa, ele falou. Pode perceber por seus gestos que ele estava com medo, mesmo que só por um relance. Pensou por um momento curto em mandar mensagem para John ou Alice, os protegidos da garota, mas não teve tempo, já que em poucos segundos foi arremessada na cama e logo depois era feita dele. O momento não durou muito, depois de gozar, o rapaz caiu na cama e dormiu. Amy ficou por um momento atordoada, sem enrolar para banhar-se e vestir suas roupas. Maquiou-se e encarou ao espelho de forma egocêntrica, como se admirasse sua própria beleza. Quando terminou, pôde ver o sol surgir perto da marina, e desceu para fazer o café da manhã.

Depois de pronto, sentou-se na bancada e mexeu no celular que ganhara por alguns minutos, até que ouviu o rapaz quebrar algo no andar de cima. Separou vários medicamentos, um grande copo de água e a dose de whisky e esperou Jack sem pressa. Ele apareceu, depois de certo tempo, vestindo seu típico traje de negócios, o terno prateado, que combinava com seus cabelos. Amy suspirou apaixonada, e rosnou quando percebeu que outra capanga o encarava, arremessando-lhe a garrafa vazia da noite anterior. A moça se abaixou rapidamente, mas mesmo assim, sentiu os estilhaços grudarem em sua pele.

— Que porra é essa? — O rapaz reclamou, rindo, beijando-a de forma brusca antes de colocar pra dentro todos os comprimidos. Ele tomou toda a água em um gole só, e fez cara feia no final.

— Apenas eu posso te olhar, Jacky!

Sentaram-se um de frente para o outro e tomaram café tranquilamente por um tempo, discutindo sobre assuntos banais que passavam no notíciario. Podia se dizer que seria um dia tranquilo, se, momentos depois, o som ensurdecedor de armas sendo disparadas não invadisse o terreno da mansão Napier. Os dois se levantaram rapidamente, e Amy segurou a mão de Kerr, que não se desvancilhou. Em poucos minutos, todos os capangas da casa estavam espalhados pelo local, sobrando apenas Jack e Amy.

— Saia daqui, Amelie.  

— Vou ficar com você. — Respondeu antes que os homens entrassem no local. Discretamente, Jack soltou-se e colocou um pequeno objeto na mão de Amy, que o segurou firmemente.

— Tommy. Que visita... desagradável. Eu estava tomando café com minha garota, mas vejo que precisarei contratar uma empregada para limpar todo esse sangue. Para que isso? — Era uma encenação, a princesa do crime podia perceber. Jack falava alto, rindo e gesticulando exageradamente, como se discutissem a escalação do time da cidade.

— Cale a boca, Joker. Precisamos tratar de negócios.

Amy encarava os homens, que muito se pareciam com lutadores de MMA, apontando armas para a cabeça do rapaz. Este, por outro lado, não possuía nada além de seus anéis, os quais agora eram girados pelos dedos magricelos que habitavam. Procurava, com discrição, alguma dica de quem eram, mas suas vestimentas eram praianas, e talvez eles se infiltrassem bem na multidão.

— Sentem-se, então. — Joker se virou e fez menção de sentar, mas os rapazes nem se mexeram no lugar.

— Não, temos que levá-lo. Ordem de Lucius.

— Não.

A voz aguda da garota se fez presente pela primeira vez. Um dos brutamontes riu e a encarou por um momento, apontando com a arma antes de falar.

— Podemos levar a senhorita no lugar.

— Não toquem nela.

A voz de Joker, que sempre possuía o tom zombeteiro, agora era ameaçadora, subentendido que se o contrariassem, aquilo não acabaria bem. Amy, no entanto, havia perdido a paciência, e somado ao medo de perder seu amado que sentia naquele momento, surtou, pulando sobre um dos homens. Sem se abalar, o homem se arremessou contra a parede, fazendo-na cair no chão quase inconsciente. A última coisa que viu foi Joker, rendido, saindo pela porta principal.

O rosto de Amy variava em um misto de confusão, raiva e dor quando acordou. Seus olhos ardiam pelas lágrimas que escorriam sem cessar, mas eles continuavam a buscar o rapaz. Levantando-se sem pressa, a garota cambaleou até as escadas, subiu e encarou a suíte por um tempo, revivendo a noite anterior. Ela tinha que sair dali, mas demorou-se em cada passo, como se quisesse prolongar a paz que viveram até aquele momento. No closet, trocou seu vestido branco manchado de sangue próximo aos pés por uma calça e uma camisa, finalizando o vestuário com um tênis preto. Maquiou-se novamente depois que conseguiu parar de chorar, tomou as armas que ganhara, junto ao canivete que não havia soltado por nenhum segundo e sentou-se na cama pensando na promessa que fizera alguns dias atrás.


— Você morreria por mim?

— Sim. — Abraçou-o, sem pensar.

— Não, isso é muito fácil. Você já tentou isso — Deu de ombros, sorrindo — Você viveria por mim?

— Sim.

— Amy, Amy, Amy... O que eu faço com você? Você é louca.

— Sou louca por você! — Sua risada aguda preencheu o ambiente, e Jack segurou seu rosto com força, encarando-a sério.

— Amy, eu não estou brincando. Deu certo da primeira vez, e eu agradeço aos deuses por isso. Mas não quero correr o risco de perder você ou Katherine.

— O que eu faço se algo acontecer a você, Jax?

A voz da garota tremia. Ela não queria lhe prometer aquilo, pois ela bem sabia, iria ao submundo por ele. Mas ele não queria saber de suas provas de amor exageradas

— Você dará um jeito de encontrar Katherine. E irá embora sem pensar. Não vai me procurar. E vai rezar para que me matem.

— Sim senhor.

Ela sabia, não deveria contrariar Joker. Aprender isso foi crucial para que a garota e ele brigassem muito menos. Então, por algum tempo ficou lá, entre arrumar suas coisas e chorar. Suas malas estavam prontas. Desolada, deitou na cama e pensou por um momento em todos os momentos felizes que viveram e ainda viveriam, se pudesse salvá-lo. E se levantou.

Ela era uma menina levada, certo? Regras são feitas para serem quebradas. E assim o fez. Desceu as escadarias e encostou-se na bancada, bebericando o whisky que servira anteriormente para seu amado. Ela tinha um plano. Quase isso. Encontraria o cativeiro do rapaz e o salvaria. Simples assim. Talvez não matasse ninguém para chamar atenção. A não ser aquele que a derrubara, se tivesse chance. Ao encarar o chão, pode ver um pequeno pedaço de papel. Em suas mãos, era quase um mapa. Ela tinha o endereço. Estrada para Dunedin, depósito do Walgreens. Ela precisava correr.

Passando pela pilha de carne amontoada na porta, foi até a garagem e em segundos, dirigia loucamente com a Lamborghini roxa de seu amado. O caminho era longo, e foi silencioso, a não ser pelos soluços de Amy vez ou outra. Talvez ela tivesse bebido pouco para o tamanho de sua loucura. Quando encontrou o galpão, sentiu o alívio percorrer seu corpo, e deu a volta no quarteirão, demarcando o terreno. Seria fácil, aparentemente o cara não era grande coisa, já que havia cobertura apenas na parte da frente. Antes de estacionar ao lado, posicionou-se para uma fuga. Os homens na frente do galpão não viram, ou pelo menos ignoraram a presença do veículo, e a loira agradeceu mentalmente por isso. Checando pelo menos duas vezes antes, a garota vestiu sua capa, saiu do carro e foi até o portão dos fundos, separando-se com um portão fechado e sem tranca. Queria gritar de frustração, mas passou logo que viu a janela na lateral. Era um tanto quanto alta, e ela subiu no carro para alcançar a janelinha, usando sua foice como uma garra. Lá em cima, encarou a altura que teria pular, e usou as prateleiras para descer.  Observou seu campo de batalha. As plateleiras se posicionavam em fileiras, corredores finos e bem organizados. Encontrou Jack de costas para ela, e sentiu-se aliviada ao ver que ele estava confortável, mesmo amarrado de forma frágil. Ela sabia que ele conseguiria se soltar se ela precisasse disso, mas não queria arriscar. Encarou as prateleiras e riu silenciosa, estava em um depósito bélico.

De forma cuidadosa, Amy destravou a porta dos fundos do local. Buscou, nas sombras do ambiente mal iluminado, bombas de gás, e deparou-se com várias daquelas. Seria seu plano. Encher o local de fumaça, pegar Jack e fugir. Sem mortes, sem sangue. Mas depois de ver a caixa de granadas, pensou novamente. A princesa do crime era um tanto quanto vingativa. Torcendo para não ser vista, espalhou as granadas no local, exagerando na quantidade. Depois que terminou, pegou um dos revólveres, carregou e tirou o pino de uma das bombas de fumaça arremessando-a entre os homens.

— Que porra é essa? — Lucius berrou. A fumaça se espalhou rapidamente, e Amy correu para soltar Jack.  Atirando mais algumas das bombas de fumaça, mandou Jack correr até a saída. Amy sentiu a mão do chefe da gangue em seu ombro. Sua reação foi virar e atirar, e por sorte, funcionou, embora apenas tivesse atirado em seu ombro. Antes de sair, Amelie atirou em uma das granadas que colocou na porta e ouviu a explosão.

Queria ter parado para observar sua obra de arte mas correu até o carro, onde Joker já estava.

— Eu mandei você ir embora

— Cale a boca, Jack, vamos buscar Katherine. Quero jantar com ela.

Jack pegou a mão da garota e gargalhou, acelerando em direção à Miami. Estavam a caminho de Katherine, para recomeçar do jeito certo.

Open:


Armas:

{Death} / Foice [Foice da Morte; mede cerca de 2 m. O cabo é feito de bronze sagrado, assim como sua lâmina. Ao desejo de seu dono, a partir do nível 20, ela se transforma em um pingente de foice] {Bronze Sagrado} (Nível Mínimo: 1) [Recebimento: Presente de Reclamação de Thanatos]

{Sullem} / Anel [Anel feito de Ferro Estígio com uma grande Safira Negra incrustada em seu centro, representando uma caveira. Quando o usuário estiver com seu status de vida pela metade, uma aura negra o envolve. Faz com que a áurea recupere 20% do HP uma vez por missão] {Ferro Estígio e Safira} (Nível Mínimo: 1) [Recebimento: Presente de Reclamação de Thanatos]

{Spanown} Capa [Uma capa negra feita de veludo e com capuz. A capa emite uma leve aura amedrontadora, por se lembrar da capa creditada a morte. A aura possui efeito até mesmo em seus aliados e animais, não possuindo efeito apenas sobre criaturas de nível igual ou maior. O efeito faz com que a defesa do inimigo reduza em 10%, por causa de seu temor em ser morto enquanto estiver próximo do portador a até 3m de distância, mas resistências ainda devem ser aplicadas. Adicionalmente, duas vezes por missão, por um período de dois turnos, há um efeito de camuflagem que deixa o usuário furtivo, escondido, diminuindo as chances de serem encontrados.] {Veludo negro} (Nível Mínimo: 1) [Recebimento: Presente de Reclamação de Thanatos]

— {Amy’s Pocket Knife} / Canivete [Canivete de ferro estígio sob posse de Amy, o canivete possui uma lâmina de ferro estígio retrátil e seu guarda lâmina é de bronze. Na guarda lâmina está escrito “Joe and Amy Forever”] {Bronze e Ferro Estígio} (Nível mínimo: 2) [Recebimento pela missão “A Fuga” idealizada e avaliada por Kalled C. Almeida e atualizada por Psiquê.]

Poderes:


× Nenhum poder ativo foi utilizado no decorrer dessa missão;

× Visão obscura - Essa habilidade implica que o filho de Thanatos vai poder enxergar perfeitamente em lugares escuros, considerando que seu progenitor vive no submundo. O alcance visual, contudo, não é alterado. Não é válido para escuridão mágica.

Importante:


× Se não sou eu escrevendo pelo celular como sempre;

× Perdi totalmente o jeitinho pra narração, pega leve comigo;

× AGORA VAI.

× A praia é Clearwater, e eles estão indo embora, de novo q


Amy Delacour
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