[EVENTO] The Little Games — Grupo 1 (Endymion)

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[EVENTO] The Little Games — Grupo 1 (Endymion)

Mensagem por Alex Lloyd em Sab 14 Out 2017, 01:17

The little games

CAPÍTULO UM

Aquilo tudo era um tanto confuso. Endymion se lembrou dos boatos que corriam entre meio-sangues pelos últimos dias, sobre bastardos que tiveram certos sonhos e coincidentemente acabaram morrendo por "não o cumprirem".

Ele olhou ao redor, tentando se situar. Estava em uma espécie de casa de festas, e não demorou para notar os tão famosos bonecos eletrônicos em alguns cantos do lugar: Five Nights at Freddie.

É um belo lugar, não? — Ouviu uma voz feminina vindo de algum lugar, mas não via nada. A maior parte do local não possuía iluminação alguma, já que, àquela hora, o local teoricamente estaria fechado. — Ah, tantos bonecos... me sinto em casa. E você também se sentirá quando começarmos nossos pequenos jogos, amigo! — Pôde ver, vindo em sua direção, apenas uma boneca eletrônica vestida de bailarina, de dedos longos e com unhas que mais pareciam garras. Em giros de ballet ela chegou até a porta, a destravando com a chave — Encontre os outros cinco escolhidos aqui. Honre-me! — A voz pareceu modificar-se no grito final, demonstrando um tom demoníaco.

[...]

Assim que acordou, no meio da madrugada, viu um bilhete no criado-mudo ao lado de sua cama.

"300 Idylwyld Dr S, Saskatoon, SK S7M 5T4, Canadá"


| Pontos Obrigatórios |


— Vocês terão um pesadelo esta noite, descrevam-no como quiserem. Acabarão lembrando também de boatos sobre outros semideuses que passaram pelo mesmo, mas que, ignorando o sonho, morreram de formas misteriosas;

— Ao acordarem, verão o mesmo bilhete que o filho de Hades recebeu. Assustados, deem um jeito de ir o mais rápido possível até o Saskatoon, Canadá (ou quem sabe, por algum motivo coerente, seus personagens já estavam lá), onde encontrarão uma espécie de restaurante infantil. As portas estarão destrancadas, encontrem Endymion na esquina do rua do local. Se quiserem, até podem interagir;

— Ele os guiará até a entrada, o lugar está abandonado a anos, as mesas e cadeiras completamente sujas, os letreiros no palco de shows está caído e com as lampadas todas quebradas. Uma música começara a tocar. (Essa que já está tocando rs)

— Enquanto a música toca vocês começarão a ver as coisas ficando cada vez maiores e então notarão uma certa peculiaridade: seus personagens agora estão como crianças/pré-adolescentes (com exceção de Endy, que, como líder, será um pouquinho mais velho que os demais). Portanto, lembrem-se de se portarem psicologicamente como tais. A idade exata de vocês estará mais abaixo. Nota-se que, apesar de nesse momento estarem transformados em crianças, vocês ainda possuem os mesmos itens, poderes e congêneres de até hoje.

— Endymion conhecerá aquela local das lendas que as pessoas contam, os animatrons que alegravam as crianças tomavam vida a noite e matavam qualquer pessoa que estivesse lá.

— A porta atrás de vocês irá se fechar de maneira súbita, a única opção é seguir Endymion enquanto ele procura por uma saída do local e vez ou outra poderão ver vultos assim como algumas luzes vermelhas piscar do nada. Aliás, quero que explorem bem seus sentimentos quanto a isso, ainda mais sendo crianças/pré-adolescentes; explorem, principalmente, a questão do medo (inclusive podem até adicionar mais alguns detalhes à ambientação do local). Encerrem seus posts guiados por Endy em direção à sala do lado.

| Observações Adicionais |


— Local: Restaurante At Freddies, Saskatoon, Canadá;
— Horário: Inicialmente, por volta das 3h da manhã;
— Clima: Frio, 0º;
— Cuidado com o template e os codes do mesmo. Lembrem-se de revisar seus posts. Qualquer coisa importante/que deva ser considerada, spoiler;
— Prazo: 5 dias;

— Idades dos participantes
Endymion: 12 anos
Andrea: 8 anos (Full HP/MP)
Kurt: 6 anos (FULL HP/MP)
Maryssa: 7 anos (50/100 HP 50/100MP)
Oscar: 9 anos (FUll HP 220/320 MP)
Simmon: 10 anos. (550/570 HP&MP)

— Em caso de dúvidas, podem me procurar. E, por favor, avisem quando postarem. Boa sorte.




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Re: [EVENTO] The Little Games — Grupo 1 (Endymion)

Mensagem por Kurt LeBeau em Seg 16 Out 2017, 22:53




Kurt LeBeau-The Little Games

Let The Games Begin

 
O apartamento aparentava estar vazio, os móveis começavam a aparecer em tons de cinza conforme eu andava, mas eles estavam maiores, ou eu estava menor. Quando olhei para baixo, vi o pijama que eu usava aos 6 anos.

Eu já havia passado por aquilo várias vezes, era mais um pesadelo “recriando” minha infância, mais especificamente as vezes em que meus primos vinham nos visitar. Quando os adultos saiam eles desligavam a energia do apartamento e se divertiam me assustando.

Depois de um tempo, comecei a desenvolver nictofobia e fazer tratamento psicológico, mas acabei superando. Contudo tive pesadelos como este durante muito tempo e eles faziam tudo ficar muito mais assustador.

Comecei a andar lentamente em direção ao meu quarto me encostando em todos os móveis possíveis, na esperança de me sentir mais seguro, mas nunca ajudou muito. A cada passo, risos e vultos, mas algo não estava certo. Os risos pareciam não ser reais, estavam diferentes de como eu me lembrava, como se fosse uma gravação mal feita tocando em algum lugar.

Meus olhos estavam tão atentos quanto os olhos de uma criança poderiam ser, as vezes via reflexos nos porta-retratos da família e quando me virava não havia ninguém. Já havia andado o suficiente pra conseguir chegar ao escritório, o último cômodo antes do meu quarto.

À medida que eu ia me aproximando a porta abria lentamente, lá dentro ao invés de um breu total, havia a luz do computador iluminando levemente. Me aproximei dele e notei um notepad aberto com os dizeres “Olá Kurt.”

Encarei o texto por alguns instantes antes de desligar a máquina, mas ela não desligou. Um novo texto surgiu na tela. “Já vai tão cedo?”. Apertei o botão de desligar repetidamente mas nenhum resultado. “Já que já vai, venha me encontrar. Tenha bons sonhos.”.

Suspirei aliviado quando a tela apagou. Porém assim que me virei, preferi que a tela ligasse novamente. Atrás de mim estavam os meus primos, mas não em carne e osso, autômatos, como aqueles em antigos parques de diversão. Eles riam enquanto esticavam seus braços robóticos na minha direção rapidamente.

Acordei sobressaltado. Estava sozinho no meu quarto no apartamento da minha mãe. Mesmo sabendo que havia sido só um pesadelo, fui verificar se a porta estava trancada, agora que eu sabia que era um semideus, meus sonhos passaram a ter mais importância.

Toda essa ocasião me lembrou o motivo de estar alí: as mortes misteriosas no acampamento.

Voltei a deitar, procurando uma posição confortável para continuar a dormir. Encarei meu relógio no criado-mudo tentando contar quantas horas eu tinha até o amanhecer mas algo bloqueava minha visão.

Estiquei a mão na direção do objeto e notei que era uma folha de papel. Liguei a luminária e, com os olhos ainda se acostumando à nova iluminação, consegui ler “300 Idyllwild Dr S, Saskatoon, SK S7M 5T4, Canadá".

Por alguns instantes isso não fez o menor sentido até eu me lembrar do texto no computador do meu sonho: Venha me encontrar.

Provavelmente eu teria voltado a dormir e só pensaria no que fazer no dia seguinte; se eu não tivesse ouvido os boatos. Aparentemente, todos os semideuses que morreram misteriosamente tiveram sonhos e não fizeram o que foi pedido. Se aquilo era verdade ou não, eu não sabia dizer, mas não estava louco de arriscar o meu pescoço.

Um pouco relutante saí da cama, outra vez, e comecei a fazer meus preparativos. Felizmente já tinha uma mochila com algumas coisas prontas, já que a viagem até em casa foi um pouco longa.

Assim que terminei de guardar tudo que achava que seria necessário parei pra pensar numa coisa importante: como chegar até lá? Pelo que me lembrava das aulas de geografia que tive no colegial o estado de Saskatchewan era, praticamente, do outro lado do país.

Peguei um antigo mapa rodoviário e uma régua e, pelas minhas contas, eram quase três mil quilômetros de distância. Olhei pela janela para a neve que caía lá fora. Sair andando e ir pegando caronas sucessivas seria suicídio, eu morreria de frio antes mesmo de chegar à saída da cidade. Pegar um avião até lá também estava fora de cogitação.

Olhei para o aparador próximo à porta de entrada do apartamento e vi minha única solução plausível. Minha mãe me mataria assim que eu colocasse os pés em casa de volta, mas se eu não fizesse isso provavelmente morreria de qualquer forma.

Voltei ao meu quarto e tirei da estante um dicionário grosso. Dentro dele eu havia escavado um espaço onde eu escondia meu dinheiro. Alí havia um pouco mais de dois mil dólares canadenses que eu estava juntando antes de me mudar para o acampamento e agora que estou lá esse dinheiro é inútil, ou era.

Coloquei o maço de dinheiro no bolso, escrevi um bilhete para minha mãe explicando a situação e me desculpando, peguei a chave do Focus e saí.

* * *

A viagem durou quase três dias. Mas, depois de umas paradas em motéis para descansar, pegar caminhos errados e derrapar no gelo algumas vezes, consegui avistar uma placa na estrada que dava as boas vindas à Saskatoon por volta das duas da manhã.

Ao entrar na cidade, levei algum tempo tentando encontrar o endereço, felizmente canadenses são pessoas melhores que os americanos e finalmente eu cheguei à um restaurante abandonado, provavelmente, há anos, quase no centro da cidade.

Me dei a volta no quarteirão procurando uma vaga onde estacionar e avistei um grupo, de rostos vagamente familiares, parados numa esquina. Me agasalhei e saí do carro, levando somente Twister e Breeze dentro de uma mochila e uma barra de chocolate no bolso do casaco.

Enquanto caminhava até o grupo, desejei de todo o coração voltar para o carro quentinho. Assim que estava próximo o suficiente, mostrei o bilhete e perguntei.

— Vocês também?

Alguns acenaram com a cabeça, outros simplesmente mostraram o mesmo bilhete. Agora de perto pude prestar mais atenção no grupo. Contei uma garota e quatro rapazes, tirando eu mesmo.

— Kurt LeBeau, prazer em conhecer.— Disse educadamente enquanto tentava me manter aquecido. Uma pequena rodada de apresentação seguiu após isso.

Era difícil reconhecer qualquer um deles graças aos agasalhos, mas eu tinha certeza de já ter visto a maioria deles no acampamento, exceto o garoto mais pálido que não demorou muito pra tomar iniciativa e guiou todos até o restaurante.

Precisamos colocar um pouco de força na porta para podermos entrar. Embora tudo estivesse apagado e a energia do lugar devesse ter sido cortada faz muito tempo, uma música tocava no interior do local.

O lugar deveria ter sido bastante agradável quando funcionava, mas agora fedia a pizza podre e animais mortos, ainda não conseguia ver com clareza mas tinha certeza de que havia uma tonelada de poeira flutuando no ar.

Quanto a móveis, há mesas e cadeiras empoeiradas por todos os lugares, algumas delas quebradas e outras amontoadas num canto como se formassem um forte. No palco, um letreiro enferrujado pendia do teto, mesmo que houvesse energia ele não iluminaria nada pois a lâmpadas estavam quebradas ou faltando.

Enquanto íamos caminhando lentamente adentrando o ambiente, tudo parecia crescer. O forte agora tinha o dobro do tamanho original, dava pra ver os chicletes e outras coisas grudadas na parte de baixo das mesas. Mas não era só isso que crescia, uma angústia no meu peito também começava a se formar, a mochila ficava cada vez mais pesada.

Quando me virei para ver se alguém estava colocando algo nela ou se segurando percebi que estava cercado de crianças, todas maiores que eu. Olhei para o meu próprio corpo e vi que também havia rejuvenescido, estava com 5 ou 6 anos outra vez, assim como no pesadelo.

Agora vestíamos versões menores das nossas roupas e todos estavam com uma leve cara de terror, mas a maior delas era do Endymion, o garoto pálido que no momento parecia ser o mais velho. Ele se virou pra nós e, meio sem jeito começou a falar.

— Então, algum de vocês já viu um robô que canta num restaurante ou em parques de diversões? — Respondi que sim com a cabeça, com os olhos fixos no garoto. — Eu já ouvi algumas histórias sobre esse restaurante. Dizem que aqui também havia robôs desse tipo, chamados animatrons, e de dia eles tornavam esse lugar um ambiente perfeito para crianças mas... — O som de passinhos rápidos ecoou pelo restaurante mas nenhum de nós havia se mexido.— mas… à noite alguma coisa neles mudava e se alguém ficasse dentro do restaurante, não saía vivo.

Eu dei um passo pra trás e quis começar a correr na direção da porta, contudo, ela fechou como se uma lufada forte de vento tivesse passado. Isso foi o suficiente pra fazer a minha criança interior , e exterior, gritar.

Corri na direção do garoto mais velho e segurei sua mão com força. Ele teve um pouco de trabalho tentando acalmar todos nós, principalmente por ele mesmo provavelmente também estar assustado.

Ele olhava ao redor, em busca de outra solução até avistar uma passagem que levaria para mais dentro do local. Durante nosso pequeno percurso andamos o mais rápido possível, com algumas paradas quando um de nós achava ter ouvido ou visto alguma coisa. Eu mesmo podia jurar que havia duas luzes vermelhas como olhos dentro do forte de mesas, mas quando os outros olharam não havia mais nada.

Me sentia dentro dos meus pesadelos, não conseguia dar um passo à frente sem olhar duas vezes pra trás e me certificar de que nada estava me seguindo. Mas por não ver nada e já ter passado por situações similares eu sabia: eles não queriam ser vistos.


Kurt:
Arsenal:
— {Twister} Chackran [Chackran de bronze sagrado, de formato circular e vazado no centro. A empunhadura é apenas levemente abaulada, não afetando a aerodinâmica, e exigindo atenção na hora do uso para quem não está acostumado. Decorado com arabescos, faz o leve som do vento ao ser lançado no ar. Transforma-se em um pequeno chaveiro com guizos no nível 20.]{Bronze sagrado} (Nível mínimo: 1)[Recebimento: Presente de Reclamação de Éolo]
— {Breeze} / Broquel [Broquel pequeno e circular, de bronze sagrado mas em tons prateados. Leve, não interfere no uso das armas] {Bronze sagrado} (Nível Mínimo: 1) [Recebimento: Presente de Reclamação de Éolo]
Poderes:
Nenhum poder
OBS:
Nenhuma

Dia:Dia de Treino   Lugar:Arena! Com:Minha consciência Humor: Aqui é Body Builder porra!  Vestindo: credits @

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Re: [EVENTO] The Little Games — Grupo 1 (Endymion)

Mensagem por Jeremiah Davenport em Qui 19 Out 2017, 23:54


Don't be a bummer


Aquele som ecoava constantemente em seus ouvidos múltiplas vezes. Relógios. Muitos relógios. Pareciam uma peste, invadindo o campo de visão do filho de Nix sem importar o lado para o qual ele olhava. Odiava o som daqueles maquinismos, eram como bombas atômicas contando o tempo em que faltava para sua morte.

Mais que odiar relógios, Andrea odiava aquele que lhe fez temer o tempo. Por isso, em uma sala cheia de relógios, não surpreendeu-se ao encontrar a imagem de Alegda abraçando-o pelos ombros. O demônio era como um gatilho instantâneo para o semideus que, lentamente, teve a respiração calma tirada de si. Sentiu as unhas longas deslizando por seu rosto, pelos ombros descobertos e o arrepio foi certeiro. Arrepiava-se de pavor.

Onde estava? Não tinha a mínima ideia, mas tinha medo e estava anquilosado graças àquele sentimento. O oxigênio não parecia chegar aos seus pulmões, fazendo com que a respiração do rapaz nada mais fosse senão uma busca desesperada por oxigênio enquanto ouvia as risadas macabras da criatura contra sua pele.

Você nunca deixará de servir a mim, Andrea — sussurrou a voz masculina e, posteriormente, o rapaz sentiu novamente as unhas fincadas em sua carne. Gemeu de dor, de desespero. Caiu de joelhos sobre o chão, levando os dedos grosseiros aos cabelos cacheados. — O tempo está passando. Lembre-se do que tem que fazer. Tic. Tac.

Ele não tinha ideia do que tinha que fazer, entretanto acordou extasiado. A respiração ofegante quebrava o silêncio no chalé de Nix, enquanto Lyserg levava uma mão ao peito esquerdo. Seu coração estava para sair por sua garganta. Estendeu uma mão em direção ao criado-mudo, buscando o copo d’água que estava tão acostumado a deixar naquele mesmo lugar. Não o encontrou de primeira, achando apenas um pequeno papel.

“300 Idylwyld Dr S, Saskatoon, SK S7M 5T4, Canadá” era o que dizia nos escritos que foram lidos sem dificuldade pelo músico. O que aquilo significava? Não sabia, mas tinha medo que aquilo fosse um chamado dele e, por isso, não poderia enrolar para sair do Acampamento. Deixou, então, um bilhete escrito às pressas em sua cama e correu até os estábulos para montar no primeiro pégaso que encontrou. Fora capaz de não chamar atenção de ninguém nesse meio tempo, nem mesmo das harpias as quais conhecia há anos.

Voou até o local do endereço. A viagem havia sido cansativa tanto para ele quanto para a criatura mágica que lhe acompanhava, porém não era uma preocupação que deveria ser levada em conta. Carregava em suas mãos apenas uma bolsa com suas armas e os anéis de prata que sempre estavam ali.

Encontrou outros próximos ao lugar que iria, pareciam na mesma situação que ele. Soube disso quando notou, à distância, os papéis idênticos ao seu sendo segurados por eles. Engoliu em seco e aproximou-se. Fora o penúltimo a chegar, sendo seguido por um tal de Kurt. Sorriu para ele, já havia lhe visto no Acampamento.

Sou Andrea — apresentou-se e aquilo não serviu apenas para o rapaz, mas para o grupo inteiro. — O que estamos fazendo aqui? Ou melhor, o que vocês estão fazendo aqui?

Não demorou muito para que os jovens fossem guiados para dentro do restaurante por um rapaz de pele tão alva quanto a própria neve. Aquele lugar fedia, era tão velho quanto o próprio tempo. Andrea tinha medo, mas sabia que aquilo era apenas um truque de Alegda e nada mais. Então, na pior das situações possíveis, uma música infantil começou a tocar e foi quando o Martini se deu o trabalho de olhar em volta.

O palco de shows era desgastado, assim como as mesas e os letreiros. Aquele lugar era um típico cenário de filme de terror clichê e essa ideia fez com que as mãos do monitor, imediatamente, ficassem trêmulas. Mas uma coisa era estranha: tudo parecia mais… Alto. O rapaz estranhou, porém, se deu conta do que estava acontecendo. Tinha oito anos novamente, era uma menina mais uma vez. Havia voltado a ser Luna, porém com suas roupas e armas que já estava desde o momento em que chegara ali.

Aquele garoto pálido de nome difícil parecia saber sobre o local, o conhecia de lendas. No entanto, Andrea, ou melhor, Luna não se importava com isso. Estava amedrontada. Via vultos, luzes vermelhas e sentia não entendia nada daquilo. Apertou as mangas de seu próprio casaco, fingindo ser forte o suficiente para não chorar. Mesmo que não enganasse ninguém, principalmente com sua cara de choro.

Não queria ficar sozinha, por isso, seguiu o grupo cegamente. Quem eles eram não importava, o que importava era a segurava que lhe forneciam apenas por estarem ali. Andava atrás de todos, com a cabeça baixa e dando leves pulinhos a cada vez em que via algo sobrenatural. Não se importava mais com Alegda ou qualquer outra coisa que lhe atormentava, não se importava com nada além do medo que sentia naquele momento.


Considerações finais:
Poderes passivos:
Nível 2

Olhos noturnos - Filhos de Nix adaptam melhor à noite e passam a enxergar em ambientes de escuridão, mantendo o mesmo alcance e acuidade visual de sua visão normal.

Nível 10

Silêncio noturno - Os filhos de Nix conseguem se movimentar furtivamente de forma natural - não é um silêncio completo, apenas uma tendência para a discrição, contudo ações bruscas e ataques podem quebrarisso, o fazendo produzir sons normalmente, bem como se movimentar de forma descuidada. Contudo, quanto atento e intencionalmente cuidadoso, podem ser quase tão furtivos quanto um filho de Hermes, dificultando que sua aproximação seja notada sem poderes ou por quem não possui audição aguçada.
Armas:
{Darkbook}/ Grimório [Este livro pesado encadernado em couro e escritos rúnicos contém as instruções e ensinamentos necessários para que o semideus acesse seus poderes. As páginas estão em sua maioria em branco, mas, ao adquirir poder e sabedoria suficiente, a página é preenchida com a invocação disponível. Para qualquer outra pessoa, parece um livro gasto.As páginas são feitas de uma lâmina fina de bronze sagrado, e por baixo do couro da capa ela é de metal, o que o torna resistente à água, mas não indestrutível. Caso danificado, destruído ou perdido ele irá se recompor nos pertences do semideus, em seu baú. Todo grimório começa com os elementos éter e trevas (ainda que este segundo só fique disponível efetivamente após o ganho da habilidade de nível 50), mas não oferecem bonificações adicionais quanto aos elementos base.] [Presente de Reclamação de Nix]

{Abism} / Corrente [Corrente feita de bronze sagrado, mas com uma tintura que deixa o metal escuro, quase como ferro estígio; mede cerca de 2,5 m. No nível vinte, torna-se uma corrente menor e mais fina, dessas usadas como adorno, ou um cinto com fivela de opala negra, dependendo da vontade do semideus.] {Bronze Sagrado} (Nível Mínimo: 1) {Não Controla Nenhum Elemento} [Recebimento: Presente de Reclamação de Nix]

✗ {Jäkel e Ängel} / Par de anéis [Dois anéis feitos de prata com desenhos de louros entalhados, além do nome de cada um. Duas pequenas lâminas saem de sua extensão de acordo com a vontade do usuário, além de ser capaz de submeter uma força invisível a uma parte aleatória do corpo do oponente duas vezes por missão no momento em que a pessoa que esteja utilizando estale os dedos.] {Prata} (Nível Mínimo: 16) {Elemento controlado: Nenhum} [Recebimento pela missão "Happy Little Pill", passada e avaliada por Will Fortune e atualizado por Hécate.]




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Re: [EVENTO] The Little Games — Grupo 1 (Endymion)

Mensagem por Alex Lloyd em Sex 20 Out 2017, 11:53

The little games

CAPÍTULO UM

Endymion estava, de certa forma, se divertindo com tudo aquilo. Algumas crianças ficaram para trás e ele tinha a certeza de que elas morreriam, mas caso alcançassem o grupo de três semideuses e os atrapalhasse, Mason os mataria sem sombra de dúvidas.

Um dos garotos agora era uma menina, aquilo de certa forma deixou Endymion confuso, afinal ele aparentava ser um daqueles desocupados que fazia aquela patifaria de trocar de sexo. Mas ele apenas ignorou toda a situação, afinal aquilo não era da conta dele então não tinha que gostar ou desgostar de nada.

Eles caminhavam pelos corredores do estabelecimento, passando por várias portas. O arauto sinalizou para que eles parassem e logo fez sinal de silêncio apontando para sala.

— Aquela ali. — Disse ele cochichando. — Se chama Bellora, segundo as lendas é ela quem comanda todos os outros animatrons e é a mais perigosa. — Ele deu um riso debochado. — Iremos entrar exatamente ali.

Algumas risadas puderam ser ouvidas. Luzes vermelhas vinham dos corredores. Era, exatos três bebês animatrons correndo em direção a eles. Endymion revirou os olhos e encarou a porta de Bellora. Viu que ali tinha uma espécie de painel com um código que poderia ser aberto.

— Okay. Um de vocês me ajuda aqui pra destravar a portar, os outros dois vão nos defender dos bebês.

| Pontos Obrigatórios |


— Narrem algo relacionado ao descrito assim. Quando eu me reviro a 'os outros dois' é em referência a Maryssa pois ACHO que ela vai postar nesse segundo turno.

— Para quem for ficar com o Endymion no painel saiba que antes de conseguir abrir a porta você irá falhar duas vezes e conseguira abrir a porta apenas na terceira tentativa. Para a pessoa que for ficar os três bebês são extremamente ágeis e velozes porém morrem com apenas dois hits cada. Quando terminar se juntem ao resto da equipe.

— Assim que conseguirem abrir a porta vocês entraram e ela simplesmente se fechará. Os olhos de Bellora irão começara a acender a mesma música do início começará a tocar. A parte de baixo do corpo dela vai começar a girar como se fosse uma bailarina fazendo giros e por conta disso vocês começaram a ser jogados para trás devido a força do vento que se forma por aquilo.

— Podem conversar entre si, bolarem uma estratégia ou algo do tipo. Terminem o turno usando pelo menos dois ataques de cada um. (No caso ponto de ação, defesa conta nesse quesito)

| Observações Adicionais |


— Local: Restaurante At Freddies, Saskatoon, Canadá;
— Horário: Inicialmente, por volta das 3h da manhã;
— Clima: Frio, 0º;
— Cuidado com o template e os codes do mesmo. Lembrem-se de revisar seus posts. Qualquer coisa importante/que deva ser considerada, spoiler;
— Prazo: 5 dias;

— Idades dos participantes
Endymion: 12 anos
Andrea: 8 anos (Full HP/MP)
Kurt: 6 anos (FULL HP/MP)
Maryssa: 7 anos (50/100 HP 50/100MP) (Justificativa plausível por não ter postado o primeiro turno)
Oscar: 9 anos (160/320 HP 60/320 MP)
Simmon: 10 anos. (238 HP&MP) (Desconto por ter pedido a retirada do evento sem justifica plausível)

— Em caso de dúvidas, podem me procurar. E, por favor, avisem quando postarem. Boa sorte.

MARYSSA ABRE ISSO:
Você tem a chance de postar nesse segundo turno. Porém terá que escrever tudo do primeiro nesse agora. Devido ao atraso não será descontado HP/MP de você, porém uma pequena maldição será lançada em você.

{Fear} / Maldição [Devido ao fato de chegar atrasada e os boatos dos sonhos não serem mentiras uma maldição caiu sobre a garota. Qualquer ataque direto, de longo alcance ou corpo a corpo, que venha da semideusa terão redução de 20% do dano. A maldição só pode ser tirar por uma DIY ou narrada média onde a única recompensa é a retirada a maldição e os XP's] (Recebimento: The little Games - Evento de Dia das crianças e Halloween. Maldição aplicada por Endymion (Phobos)




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Re: [EVENTO] The Little Games — Grupo 1 (Endymion)

Mensagem por Kurt LeBeau em Ter 24 Out 2017, 23:15




Kurt LeBeau – The Little Games

Help! I need somebody help!

 
Cada metro que andamos, foi vagaroso. E mesmo assim, três ficaram para trás. Estava com medo por eles, queria chamá-los, trazê-los pra junto da gente, mas também não queria ficar só ou perdido, então continuei segurando a mão de Endymion, o mais velho, e fomos seguidos por uma garota e um garo… ta?

“Okay, essa não é sua maior preocupação agora. Apenas evite morrer e tudo vai ficar bem.” Passamos por várias portas ao longo dos corredores, e em cada uma eu esperei que um animatron pulasse e nos matasse. Pensei em ficar de olhos fechados até chegarmos à saída, afinal eu estava segurando a mão do rapaz de pele alva, mas e se ele deixasse de ver alguma coisa e essa coisa viesse atrás de nós?

Enquanto coragem e medo lutavam dentro de mim me esbarrei no rapaz, que agora indicava para que todo fizessem silêncio. Ele indicava uma porta e em meio a sussurros disse:

— Aquela ali. Se chama Bellora, segundo as lendas é ela quem comanda todos os outros animatrons e é a mais perigosa. — Ele deixou escapar um riso antes de continuar com, provavelmente a ideia mais estúpida que eu ouvi nos últimos tempos. — Nós vamos entrar exatamente ali.

Primeiro entramos num restaurante amaldiçoado onde robôs tentam te matar, agora entraríamos na sala do robô que manda nos outros robôs. Eu já estava me perguntando onde estava a primeira lei da robótica nesse momento, mas provavelmente não se aplicaria à essa situação.

Tive tempo de olhar pra ele com uma leve cara de pânico, antes de risadas infantis robóticas surgirem na escuridão. Olhos vermelhos brilhantes se aproximavam, próximos ao chão, rapidamente. Prontamente tirei Breeze e Twister da mochila.

— Okay. Um de vocês me ajuda aqui pra destravar a porta, os outros dois vão nos defender dos bebês. — Disse Endy atrás de mim.

Das sobras, pude ver surgir três animatrons em miniatura, andando em perninhas curtas. Não prestei muita atenção em quem estaria ao meu lado e quem iria ajudá-lo, somente pensei em matar aquelas réplicas do bebê dos Incríveis.

Eles eram rápidos e pequenos seria um desafio, mas esperava conseguir acabar com eles. Em meu tamanho normal, talvez não fosse um grande problema, mas agora eu tinha, no mínimo, metade das minhas medidas normais.

Avancei na direção do que estava mais distante dos outros mas,  graças à sua agilidade, ele conseguiu ME deixar longe dos outros, ficando entre o resto do grupo e eu.

Com o som de engrenagens trabalhando, o bebê animatron pulou na minha direção. Por reflexo, estendi o braço esquerdo com Breeze e o bebê se agarrou à ele. Caí no chão, devido ao baque, com meu broquel me separando da mandíbula mecânica do robô.

Com Twister, consegui fazê-lo soltar mas Twister escapou das minhas mãos pequenas. Agora sentado no chão, me arrastei rápido na direção do chackran naquele chão imundo enquanto aquela máquina demoníaca dava seus passinhos rápidos pra cima de mim.

Ele me alcançou antes que eu pudesse chegar até Twister, me concentrei um pouco e senti minhas unhas crescendo, o que era levemente doloroso. Tentei acertá-lo com um arranhão das garras, o que não foi minha melhor ideia.

Quase perdi os dedos na boca de alicate do baixinho, mas ele ainda conseguiu cortar minhas garras. Bati na cabeça dele com o broquel até que finalmente tivesse uma brecha para pegar meu chackran.

Sem pensar, girei o braço esticado na direção do robô. Esperei errar, e aguardei a mandíbula dele mordendo algum lugar do meu corpo, mas só senti quando seu corpo,desligado, caiu sobre meu estômago.

Um pouco afastado, avistei faíscas voando e um som de metal atingindo o chão e um vulto avançando na direção do terceiro animatron, que tentou fugir escalando as paredes.

Arremessei Twister com força máxima e um pouco de ajuda dos ventos na direção dele. Assim que foi acertado, desequilibrou-se com a ajuda de uma pequena corrente de ar jogada da direção dele.

Consegui ouvi-lo ser morto, mas não observei quem havia feito, apenas procurava por Twister jogado no chão. Após apanhá-lo, segui na direção da porta agora aberta.

Adentramos com certa velocidade, considerando que andávamos para o maior perigo do lugar. Era uma sala vazia, com apenas uma lâmpada no teto, no mesmo estilo daquelas usadas em salas de interrogatório nos filmes, ela deixava o centro claro e os arredores com certa penumbra.

Atrás de nós, outra vez a porta fechou subitamente, no outro lado da sala, enquanto a mesma música da entrada tocava, duas luzes vermelhas começaram a acender e se aproximavam de nós.

Ao chegar no centro fez uma pose de balé, com as mãos se tocando acima da cabeça e apoiada num pé só, porém apenas da cintura pra baixo girava, como o Tornado Vermelho da DC.

No começo era uma mistura de graciosidade com bizarrice, já que seus olhos estavam fixos em nós com um sorriso característico de bonecas de porcelana com bochechas rosadas. Após alguns segundos, os giros tomaram uma velocidade maior e começou a gerar ventos e quando nos demos conta, estávamos sendo empurrados pra trás.

Alguns foram jogados na parede, eu me abaixei um pouco, ficando assim, menos suscetível à ser empurrado.

O vento era um empecilho, mas eu havia pensado em algo que podia dar certo: Eu o usaria ao meu favor.

Arremessei Twister na direção da dançarina, abrindo caminho com uma corrente de ar e dando velocidade à ele. No acerto, ele conseguiu abrir um pequeno talho no corpo dela e caiu no chão, sendo lentamente empurrado para as bordas.

Enquanto me movia na direção dele, ouvi alguns ataques atingindo-a também, porém não notei que ela havia sido empurrado na minha direção. Ela abaixou um pouco a perna no momento em que quase coloquei a mão no chackran e acertou um belo chute no meu rosto, se eu tivesse um dente mole, ele teria caído depois disso.

Tentei outra vez pegá-lo e consegui. Quando notei a perna de Bellora se abaixando, ergui o broquel, me protegendo do ataque mas ainda fui empurrado, voltando para, praticamente, o mesmo lugar de origem.

Kurt:
Arsenal:
— {Twister} Chackran [Chackran de bronze sagrado, de formato circular e vazado no centro. A empunhadura é apenas levemente abaulada, não afetando a aerodinâmica, e exigindo atenção na hora do uso para quem não está acostumado. Decorado com arabescos, faz o leve som do vento ao ser lançado no ar. Transforma-se em um pequeno chaveiro com guizos no nível 20.]{Bronze sagrado} (Nível mínimo: 1)[Recebimento: Presente de Reclamação de Éolo]
— {Breeze} / Broquel [Broquel pequeno e circular, de bronze sagrado mas em tons prateados. Leve, não interfere no uso das armas] {Bronze sagrado} (Nível Mínimo: 1) [Recebimento: Presente de Reclamação de Éolo]
Poderes:
ativos:
Aerocinese I [Nível 1]: Você consegue manipular pequenas quantidades de ventos podendo apenas influenciar objetos de pequeno porte e direcionar pequenas rajadas de ar contra o oponente, porém nada que prejudique seriamente - apenas uma pequena distração no próximo turno, o suficiente para reduzir o ataque do alvo em 25%.
Garras [Nível 2]: O filho de Éolo consegue manipular suas unhas fazendo-as crescerem no máximo cinco centímetros, em forma recurvada como garras de pássaros, podendo assim usá-las ofensivamente para perfurar e cortar couro, madeira e carne. Qualquer tipo de metal pode cortar facilmente as garras. Cada ativação mantém as unhas transformadas por 3 rodadas, mas se cortadas de alguma forma elas não regeneram, sendo necessária uma nova ativação.
Impulso eólico [Nível 4]: O filho de Éolo consegue imbuir um projétil – seja flecha, facas, virotes – com ar cortante aumentando a precisão assim como o poder de perfuração em 50% por 3 turnos. Não funciona com machados e armas de arremesso maiores.
Passivos:
Perícia com Chackran [Nível 1]: O filho de Éolo consegue manejar chakrans de maneira bem simplista, mesmo não tendo tido contato com a arma anteriormente na vida. Consegue executar giros simples, pegar na arma de modo correto e como se posicionar, entretanto, não concede uma perícia considerada, elevada ou absoluta, apenas representa uma familiaridade com a arma e uma facilidade de aprendizado, se comparado a alguém sem tal habilidade.
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Re: [EVENTO] The Little Games — Grupo 1 (Endymion)

Mensagem por Alex Lloyd em Sex 27 Out 2017, 13:26

The little games

CAPÍTULO UM
Andrea fugiu antes mesmo de entrar pela sala. Endymion riu com aquilo achando extremamente cômico a maneira como ele parecia um covarde. Os outros dois, Oscar e Maryssa entraram na sala antes das portas serem fechadas. O filho de Hades revirou os olhos com a tamanha demora de ambos.

Depois que entraram lá uma enorme boneca surgiu com seus olhos avermelhados. Com alguns passos de ballet ela começou a fazer uma enorme ventania afastando os semideuses para trás. Para o azar das duas crianças atrasadas algumas cadeiras e mesas voaram na direção deles. Maryssa foi atingida de forma certeira na cabeça a estourando ali mesmo. Oscar foi partido ao meio devido a velocidade que a mesa o acertou.

Kurt parecia ser alguém habilidoso lutando contra a bellora, afinal havia sobrado apenas ele para lutar contra o monstros.  Endy iria ajudá-lo, claro. O semideus respirou fundo e um enorme par de asas surgiu. Seu semblante ficou mais sério e ele focava seriamente a animatron.

— Et beatos vos eritis mihi ut particeps ego sum praeceptorem tuum, hellhound videtur. — Seu latim era impecável. Seus olhos ficaram vermelhos e um cão infernal surgiu. — Temos algum para derrotar.

O semideus encarou Kurt com uma expressão séria.

— Qual o seu plano, filho do vento?

Poderes do Endy:
♠️ {Twilight} / Bênção [Bênção dada por Éris a Dean para lembrá-lo de que foi ela quem 'ajudou' salvá-lo e um pequeno presente para incentivá-lo a ser seu seguidor. Uma tatuagem está localizada no ombro direito do rapaz e sempre que desejar a mesma se transforma em um par de asas funcionais de coloração roxa que se assemelha a um crepúsculo. Uma vez por missão, o filho de Hades solta uma rajada de 5 adagas em formato de pena à sua frente que causa dano com o contato com a vítima. As penas permanecem cravadas onde atingiram por até três turnos, desaparecendo logo após em pó dourado. Caso o semideus deseje, as penas retornam para ele, causando dano na volta.] (Nível 13) {Magia} [Recebimento: SM "The Charmer and the Rebel", avaliada e atualizada por Hécate.]

Invocação I [Nível 13]: Pode invocar um cão infernal para ajudá-lo na batalha. Ele tem 100 de HP e 100 de energia, o tamanho de uma moto e obedecerá você até morrer ou por 5 rodadas, o que ocorrer mais rápido. Uma vez por missão.[Modificado]

| Pontos Obrigatórios |


— Narrem algo relacionado ao descrito assim.

— Esse é o ponto mais aberto da missão. Você deve narrar toda a batalha contra Bellora. Você DEVE narrar Endy e o cão infernal o ajudando com a luta. O golpe final na animatroon será dado pelo filho de Hades. Termine seu post assim que o adversário cair despedaçado no chão

| Observações Adicionais |


— Local: Restaurante At Freddies, Saskatoon, Canadá;
— Horário: Inicialmente, por volta das 3h da manhã;
— Clima: Frio, 0º;
— Cuidado com o template e os codes do mesmo. Lembrem-se de revisar seus posts. Qualquer coisa importante/que deva ser considerada, spoiler;
— Prazo: 5 dias;

— Idades dos participantes
Endymion: 12 anos
Andrea: 8 anos (Full HP/MP) (Saiu do evento com justificativa plausível, sem punição)
Kurt: 6 anos (FULL HP/ 122/150MP) (Perda de MP pelos poderes ativos)
Maryssa: 7 anos (0/100 HP 0/100MP) (Morta pela não postagem no segundo turno)
Oscar: 9 anos (0/320 HP 0/320 MP) (Morto pela não postagem em dois turnos)
Simmon: 10 anos. (238 HP&MP) (Desconto por ter pedido a retirada do evento sem justifica plausível)

— Em caso de dúvidas, podem me procurar. E, por favor, avisem quando postarem. Boa sorte.




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Re: [EVENTO] The Little Games — Grupo 1 (Endymion)

Mensagem por Kurt LeBeau em Dom 29 Out 2017, 13:48




Kurt LeBeau – The Little Games

Ballet Time Baby!

 
Sentado no chão após o golpe pude perceber o que havia acontecido nos últimos instantes. A garota/garoto não estava conosco, entramos apenas eu, Endymion, Maryssa; que eu só reconheci por ser o único corpo feminino no lugar já que, devido ao vento sua cabeça fora esmagada por uma mesa; e Oscar, que agora parecia mais um boneco de lego com as pernas separadas do tronco.

Seis haviam chegado, apenas dois restavam de pé. Fiquei acuado, sentado no chão por alguns instantes em choque ao perceber isso. Segundos se passaram antes Endy dar um passo à frente.

Um brilho fraco surgiu nas costas do rapaz e, não mais que de repente, um par de asas roxas apareceu no lugar. Ele pronunciou palavras numa linguagem que não fui capaz de compreender mas sabia que era antiga, porém não era grego.

As sombras da sala começaram a emitir um rosnado e lentamente um rottweiler, muito maior que a média, surgiu e se aproximou do garoto alvo. Ele olhou para trás, em minha direção, com os olhos agora vermelhos.

— Qual o plano agora, filho do vento?

“Tu que tem os poderes bolados e eu que tenho que dizer o que fazer?”
. Encarei-o por tempo demais antes de me lembrar do risco que corríamos e Bellora avançou sobre nós.

As placas de metal do seu rosto agora estavam abertas, deixando à mostra os circuitos e fazendo-a ficar mais assustadora. Suas unhas afiadas passaram bem perto do filho de Hades e quanto à mim, agradeço por meu pai ter o bom senso de dar um broquel a cada filho.

— Você que conhece a história deles, qual o ponto fraco?— Perguntei alto ao garoto.

— Eu conheço, não quer dizer que eu seja especialista neles.— Endy respondeu enquanto empunhava sua espada de bronze sagrado, presente padrão aos filhos de Hades.

— Bem… Ela é um robô, deve ter uma bateria nas costas. Se tirarmos, ela desliga né?— Observava a animatron perseguir o cão infernal enquanto executava passos de ballet.

— Me parece uma ideia plausível. No pior dos casos, desmontamos ela toda.— Dei de ombros, afinal essa era a solução inicial mesmo…

O cão uivou na direção da boneca, obviamente era um uivo diferente, provavelmente com a intenção de intimidar mas ela era um robô então não sente medo. Ele foi atingido por um soco voador da boneca e jogado um pouco nas sombras, para onde andou e desapareceu.

Endy avançou na direção das costas de Bellora e conseguiu atingi-la com a espada e provou minha teoria falha. Pelo talho aberto qualquer bateria que estivesse lá teria parado de funcionar na hora.

“De volta ao plano A.”
A animatron se voltou para o filho de Hades e chutou-o dando uma cambalhota para trás. Corri circulando os dois e atirei o chackran mirando a cabeça da boneca. E seu rosto assustador se voltou pra mim quase imediatamente.

Tão rápida quanto poderia ser, ela pegou Twister em pleno ar, fez um giro e arremessou-o de volta pra mim, que por muito pouco não fui acertado. Fiz um rolamento para pegar minha arma no chão, porém acabei sendo acertado por uma cadeira, arremessada pela boneca que piruetava velozmente em minha direção.

As unhas dela fizeram faíscas os arranharem Breeze repetidamente. Estava prestes a baixar a guarda quando o cão infernal surgiu das sombras correndo e deu um empurrão que a jogou longe.

Depois disso ele saiu correndo de volta às sombras com uma das mãos da boneca na boca. A mão restante a Bellora atirou na minha direção, enquanto voltava a ficar de pé, porém dessa vez ela vinha com as unhas apontadas para frente.

Uma dor lancinante subiu pelo meu corpo quando as unhas afiadas cravaram em minha perna e outra muito maior quando a mão voou de volta até a boneca. Felizmente consegui interceptar a mão com Twister e ela caiu inutilizada no chão, porém eu estava desarmado.

Com dificuldade consegui ficar de pé no mesmo momento em que o filho de Hades cortava um dos braços da boneca com sua espada. Enquanto eu tentava chegar até Twister, Bellora desistiu de pegar seu braço no chão e avançou em minha direção.

Eu não seria rápido o suficiente. Foi quando Endy gritou do outro lado da sala.

— Você consegue não pisar no chão, Kurt?

— Hã… acho que sim.

Guiei os ventos para os meus pés, ficando um pouco acima do chão, flutuando. Poucos segundos depois, toda a instalação começou a tremer. Poeira caia do teto, a boneca caiu no chão, sem conseguir ficar de pé.

Arremessei o chackran no pé de Bellora, arrancando-o do seu corpo. O cão infernal caiu do teto logo acima dela, mantendo-a no chão enquanto seu conjurador se aproximava lentamente.

A construção foi parando de tremer e eu pude voltar ao chão. A boneca tentava tirar o cão infernal de cima dela mas sem sucesso. Endymion apontou sua espada para o pescoço de Bellora e sem pensar muito, decapitou-a.

A cabeça dela rolou um pouco para o lado. Seu corpo parou de se debater instantâneamente e seus olhos vermelhos aos poucos foram se apagando. “C'est fini.”

Kurt:
Arsenal:
— {Twister} Chackran [Chackran de bronze sagrado, de formato circular e vazado no centro. A empunhadura é apenas levemente abaulada, não afetando a aerodinâmica, e exigindo atenção na hora do uso para quem não está acostumado. Decorado com arabescos, faz o leve som do vento ao ser lançado no ar. Transforma-se em um pequeno chaveiro com guizos no nível 20.]{Bronze sagrado} (Nível mínimo: 1)[Recebimento: Presente de Reclamação de Éolo]
— {Breeze} / Broquel [Broquel pequeno e circular, de bronze sagrado mas em tons prateados. Leve, não interfere no uso das armas] {Bronze sagrado} (Nível Mínimo: 1) [Recebimento: Presente de Reclamação de Éolo]
Poderes:
ativos:
Aerocinese I [Nível 1]: Você consegue manipular pequenas quantidades de ventos podendo apenas influenciar objetos de pequeno porte e direcionar pequenas rajadas de ar contra o oponente, porém nada que prejudique seriamente - apenas uma pequena distração no próximo turno, o suficiente para reduzir o ataque do alvo em 25%.
[Nível 4]: O filho de Éolo consegue imbuir um projétil – seja flecha, facas, virotes – com ar cortante aumentando a precisão assim como o poder de perfuração em 50% por 3 turnos. Não funciona com machados e armas de arremesso maiores.
Planar [Nível 5]: Nesse nível a cria dos ventos consegue manipular o ar ao seu redor para se elevar a alguns centímetros do solo, podendo planar com muito esforço e com grande dificuldade pode se erguer a no máximo dois metros do chão. A velocidade será igual a metade do deslocamento normal em terra, andando, e a capacidade de manobra é nula, podendo apenas se movimentar na vertical ou horizontal em linha reta e lentamente, não permitindo movimentos bruscos enquanto estiver utilizando este poder. Cada ativação dura 3 turnos.
Passivos:
Perícia com Chackran [Nível 1]: O filho de Éolo consegue manejar chakrans de maneira bem simplista, mesmo não tendo tido contato com a arma anteriormente na vida. Consegue executar giros simples, pegar na arma de modo correto e como se posicionar, entretanto, não concede uma perícia considerada, elevada ou absoluta, apenas representa uma familiaridade com a arma e uma facilidade de aprendizado, se comparado a alguém sem tal habilidade.
Endymion:
Armas:
{Darkness} / Espada [Espada de 90cm, feita de bronze sagrado. Sua lâmina mede cerca de 70 cm, e sua base é mais grossa que a ponta. A guarda-mão é em forma de um crânio que tem seus dentes pontudos virados na direção do início da lâmina, como se ela saísse de sua boca. Os olhos do crânio são feitos por dois rubis. O cabo e a espiga são revestidos por um couro escuro, o mesmo tipo usado em sua bainha. No nível 20 transforma-se em um anel de caveira] {Bronze sagrado} (Nível Mínimo: 1) [Recebimento: Presente de Reclamação de Hades]
Poderes:
Ativos:
Terremoto II [Nível 11]: Faz maiores tremores agora, mais extensos. Pode rachar uma construção e derruba praticamente qualquer ser vivo de até cinquenta quilos. Também afeta aliados e humanos em toda a área.
Invocação I [Nível 13]: Pode invocar um cão infernal para ajudá-lo na batalha. Ele tem 100 de HP e 100 de energia, o tamanho de uma moto e obedecerá você até morrer ou por 5 rodadas, o que ocorrer mais rápido. Uma vez por missão.[Modificado]
Passivos:
Perícia com armas laminadas [Nível 1] Por ser filho de Hades, o semideus manipula perfeitamente as armas laminadas, ganhas como presente de reclamação, e possuem uma familiaridade ainda maior se elas forem de ferro estige.[Modificado]
Benção:
{Twilight} / Bênção [Bênção dada por Éris a Dean para lembrá-lo de que foi ela quem 'ajudou' salvá-lo e um pequeno presente para incentivá-lo a ser seu seguidor. Uma tatuagem está localizada no ombro direito do rapaz e sempre que desejar a mesma se transforma em um par de asas funcionais de coloração roxa que se assemelha a um crepúsculo. Uma vez por missão, o filho de Hades solta uma rajada de 5 adagas em formato de pena à sua frente que causa dano com o contato com a vítima. As penas permanecem cravadas onde atingiram por até três turnos, desaparecendo logo após em pó dourado. Caso o semideus deseje, as penas retornam para ele, causando dano na volta.] (Nível 13) {Magia} [Recebimento: SM "The Charmer and the Rebel", avaliada e atualizada por Hécate.]
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Re: [EVENTO] The Little Games — Grupo 1 (Endymion)

Mensagem por Alex Lloyd em Dom 05 Nov 2017, 11:13

The little games

CAPÍTULO QUATRO... THE END?
Endymion sorriu assim que Bellora fora destruída. Mas pelo visto aquela não seria a ultima batalha do dia. A mesma entidade que surgiu no sonho para o filho de Hades apareceu na frente de ambos os semideuses. Ela encarou os dois com um sorriso sádico nos lábios.

— Vejo que só restou os dois. — Ela se aproximou de Kurt e passou levemente a enorme unha pela bochecha dele. — Talvez você não seja tão inútil quanto os outros.

Ela se afastou um pouco e então encarou o filho de Hades. Ela sabia que ele era um seguidor de Éris e a deusa era
mãe daquela Daemon. Ela riu levemente e Endymion sorriu.

— Você é um ótimo arauto, Endy. Mas vamos ver o quão bom você é. Quero que mate esse filho de Eolo.

— Bom... — Ele encarou ela com certa ironia. — Você não é a sua mãe. Não sigo ordens de uma pessoa qualquer.

A daemon deu um grito de ódio e ambos os semideuses saberiam que aquilo não iria acabar bem.

Endymion empunhou fortemente sua espada e encarou Kurt. Sabia que precisariam lutar contra ela então concentrou todo o seu pensamento na mente do semideus mais novo e mandou uma mensagem telepática para ele dizendo para se preparar para atacá-la.

Poder do Endy:
Nível 9
Telepatia Menor - Nesse nível, o personagem consegue enviar mensagens telepáticas para um aliado ou oponente (caso ultrapasse suas resistências). Ainda não é possível ler pensamentos profundos, apenas as respostas imediatas à sua comunicação. Dura 3 turnos e permite afetar um alvo a até 100m, mesmo fora da linha de visão, desde que se conheça ele e tenha noção de sua localização.
| Pontos Obrigatórios |


— Narrem algo relacionado ao descrito assim.

— Você devera novamente narrar toda uma batalha, pode usar os poderes do Endy como bem entender para te ajudar. Os poderes ativos e passivos da daemon foram enviados por MP para você.

— Quando estiver quase derrotando-a ela ira desaparecer e o lugar onde vocês estão começara a ficar mais claro devido ao nascer do sol. Vocês ficarão livre para saírem do local. Assim que pisarem fora de lá irão ficar maiores novamente. Encerre seu turno de maneira criativa. Endymion tem um unicórnio negro caso queira uma carona.

| Observações Adicionais |


— Local: Restaurante At Freddies, Saskatoon, Canadá;
— Horário: Inicialmente, por volta das 3h da manhã;
— Clima: Frio, 0º;
— Cuidado com o template e os codes do mesmo. Lembrem-se de revisar seus posts. Qualquer coisa importante/que deva ser considerada, spoiler;
— Prazo: 5 dias;

— Idades dos participantes
Endymion: 12 anos
Andrea: 8 ano150 s (Full HP/MP) (Saiu do evento com justificativa plausível, sem punição)
Kurt: 6 anos (125/150 MP 82/150MP) (Perda de MP pelos poderes ativos e perda de HP pelo golpe acertado)
Maryssa: 7 anos (0/100 HP 0/100MP) (Morta pela não postagem no segundo turno)
Oscar: 9 anos (0/320 HP 0/320 MP) (Morto pela não postagem em dois turnos)
Simmon: 10 anos. (238 HP&MP) (Desconto por ter pedido a retirada do evento sem justifica plausível)

— Em caso de dúvidas, podem me procurar. E, por favor, avisem quando postarem. Boa sorte.




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Re: [EVENTO] The Little Games — Grupo 1 (Endymion)

Mensagem por Kurt LeBeau em Qui 09 Nov 2017, 16:08




Kurt LeBeau – The Little Games

“C’est fini?! C’est fini uma ova!”

 
Quando o filho de Hades finalmente se livrou da prima da Annabelle, eu lembrei que nem tudo é tão fácil quanto parece. Eu desejava de todo o coração sair dali mas havia mais um obstáculo: Uma presença que acabara de surgir na sala. Uma figura feminina andando em nossa direção, sombria e misteriosa.

— Vejo que só restaram os dois.— Ela se aproximou de mim e passou a unha pelo meu rosto. Esperei a dor de uma navalha cortando minha bochecha, mas nada aconteceu.— Talvez você não seja tão inútil quanto os outros.

Ela foi se afastando de mim e trocou olhares com Endymion durante alguns segundo e depois ela prosseguiu.

— Você é um bom arauto, Endy. Mas vamos ver o quão bom você é. Quero que mate esse filho de Éolo.

“Arauto? Isso explica o fato de não achá-lo nem um pouco familiar.”

— Bom, você não é sua mãe. Não sigo ordens de uma pessoa qualquer.“Ela é filha de Éris?! ÓTIMO!”

O vídeo do meme Turn Down for What surgiu na minha mente. Eu teria feito o “wooooo” se meus pensamentos não tivessem sido atrapalhados por um grito. Endymion empunhou a espada e me encarou. Após isso sua voz invadiu minha mente e me senti num antigo arcade de luta onde o narrador dizia para os jogadores se prepararem.

Ainda estava com Breeze e Twister em mãos. Embora sem saber se Endymion era realmente aliado ou não, preferi assumir que ele a mataria antes de tentar me matar.

Endymion partiu pra cima dela como Pitbull pra cima de… qualquer coisa viva. Foi engraçado ver “anjinho” de doze anos e asas roxas voando com uma espada na direção de um mulher adulta e quase sendo parado com uma mão na testa.

Assisti a algumas investidas do garoto antes que ele fosse derrubado e a Daemon prendesse-o no chão. Ela pôs a língua pra fora, que estranhamente era maior que do que a de um humano, e passou ao longo da bochecha dele em direção ao pescoço deixando um rastro de sangue escorrendo.

Finalmente saí do estado catatônico em que estava e tomei uma providência. Arremessei Twister entre eles dois e contorci os ventos para garantir que não acertaria Endy sem querer.

Felizmente a língua caiu no chão, se debatendo um pouco, antes de chegar ao pescoço do filho de Hades, que com uma cabeçada conseguiu uma brecha para escapar. A filha de Éris caiu no chão com a mão na boca e olhando furiosa para mim.

Enquanto eu criava uma nuvem logo abaixo de Twister e a fazia voar em minha direção, a Daemon estava com o dedo apontado para mim e recitava algo em grego antigo, embora eu não tenha conseguido compreender.

Antes que a nuvem me alcançasse, senti uma pontada no estômago que foi crescendo cada vez mais. Caí de joelhos no chão e a filha de Éris levantou-se e estava caminhando na minha direção quando Endy chamou sua atenção.

Ele estava com as asas cruzadas na frente do corpo e quando ela se voltou para ele, ele abriu as asas disparando cinco penas contra nossa oponente, que ficaram cravadas em seu corpo.

Ela deu alguns passos para trás ao ser atingida e a dor começou a cessar. Andei até onde a nuvem derrubou meu chackran e o recolhi. Assim que me virei, pronto para jogar Twister, notei que ela não estava mais lá.

A sala começou a clarear. Olhei para o arauto e não precisamos dizer nada para sair e conferir. As portas agora abriram com facilidade. No caminho até o lado de fora, os corpos de companheiros e inimigos mortos.

Quando pisamos na calçada, tínhamos nossas idades normais outra vez. Respirei profundamente o ar gelado de inverno canadense. Só então me dei conta de que havia um unicórnio negro parado na rua.

— Então… Você quer uma carona por acampamento?

— Ah, não obrigado. Eu tenho que voltar pra casa pra devolver o carro da minha mãe e tomar uma bronca.
— Respondi meio sem jeito. Mesmo que eu fosse para o acampamento, teria recusado. Não queria arriscar ser visto com um arauto considerando a atual situação entre eles e os campistas.

Endy deu de ombros. Montou em seu corcel chifrudo e saiu cavalgando. Provavelmente os mortais estariam vendo alguém da polícia montada. Andei até o Focus, comendo a barra de chocolate meio molenga guardada no bolso.

Quando cheguei à vaga, encontrei apenas uma notificação de reboque. “Você esqueceu de pagar o parquímetro, não foi?”


Kurt:
Arsenal:
— {Twister} Chackran [Chackran de bronze sagrado, de formato circular e vazado no centro. A empunhadura é apenas levemente abaulada, não afetando a aerodinâmica, e exigindo atenção na hora do uso para quem não está acostumado. Decorado com arabescos, faz o leve som do vento ao ser lançado no ar. Transforma-se em um pequeno chaveiro com guizos no nível 20.]{Bronze sagrado} (Nível mínimo: 1)[Recebimento: Presente de Reclamação de Éolo]
— {Breeze} / Broquel [Broquel pequeno e circular, de bronze sagrado mas em tons prateados. Leve, não interfere no uso das armas] {Bronze sagrado} (Nível Mínimo: 1) [Recebimento: Presente de Reclamação de Éolo]
Poderes:
ativos:
[Nível 4]: O filho de Éolo consegue imbuir um projétil – seja flecha, facas, virotes – com ar cortante aumentando a precisão assim como o poder de perfuração em 50% por 3 turnos. Não funciona com machados e armas de arremesso maiores.Nuvem Particular [Nível 1]: O semideus consegue manipular uma pequena quantidade de ar, condensando-o na forma de uma nuvem com esforço, e usando sua filiação divina consegue fazer com que ela flutue e voe. É frágil nesse nível podendo carregar itens extras com custo de MP para mantê-la ativada, caso seja cancelada a mesma irá se desfazer e o item, cairá. Não suporta mais do que 5kg. Além disso, a nuvem não é sólida: uma pessoa não poderia se apoiar nela, por exemplo, mas também não modifica o peso dos itens, que mantém a forma e as características.
Passivos:
Perícia com Chackran [Nível 1]: O filho de Éolo consegue manejar chakrans de maneira bem simplista, mesmo não tendo tido contato com a arma anteriormente na vida. Consegue executar giros simples, pegar na arma de modo correto e como se posicionar, entretanto, não concede uma perícia considerada, elevada ou absoluta, apenas representa uma familiaridade com a arma e uma facilidade de aprendizado, se comparado a alguém sem tal habilidade.
Endymion:
Armas:
{Darkness} / Espada [Espada de 90cm, feita de bronze sagrado. Sua lâmina mede cerca de 70 cm, e sua base é mais grossa que a ponta. A guarda-mão é em forma de um crânio que tem seus dentes pontudos virados na direção do início da lâmina, como se ela saísse de sua boca. Os olhos do crânio são feitos por dois rubis. O cabo e a espiga são revestidos por um couro escuro, o mesmo tipo usado em sua bainha. No nível 20 transforma-se em um anel de caveira] {Bronze sagrado} (Nível Mínimo: 1) [Recebimento: Presente de Reclamação de Hades]
Benção:
{Twilight} / Bênção [Bênção dada por Éris a Dean para lembrá-lo de que foi ela quem 'ajudou' salvá-lo e um pequeno presente para incentivá-lo a ser seu seguidor. Uma tatuagem está localizada no ombro direito do rapaz e sempre que desejar a mesma se transforma em um par de asas funcionais de coloração roxa que se assemelha a um crepúsculo. Uma vez por missão, o filho de Hades solta uma rajada de 5 adagas em formato de pena à sua frente que causa dano com o contato com a vítima. As penas permanecem cravadas onde atingiram por até três turnos, desaparecendo logo após em pó dourado. Caso o semideus deseje, as penas retornam para ele, causando dano na volta.] (Nível 13) {Magia} [Recebimento: SM "The Charmer and the Rebel", avaliada e atualizada por Hécate.]
Daemon:
Poderes:
Passivos:
Nível 4
Gosto pelo perigo - Arautos são rodeados por uma aura que instiga seus alvos. Isso faz com que eles próprios possam se tornar uma tentação em si, como se rodeados por uma aura sobrenatural - não mudará a aparência, mas mesmo que seja feio, o arauto ainda será considerado "instigante", "carismático", "exótico" ou similar - o famoso "ele não é bonito, mas tem um certo "que" que não dá pra explicar". Seus poderes de charme são ampliados em 5% a partir deste nível, aumentando para 10% no nível 14, e mais 5% a cada 10 níveis subsequentes, chegando ao máximo de 25% no nível 44.
Ativos:
Nível 5
Palavra de Poder: Dor - A lábia e as habilidades de manipulação do seguidor de Éris afeta diretamente o alvo, de forma sobrenatural. Ao apontar para o oponente (que deve ser capaz de ouví-lo e estar dentro do campo de visão do semideus, dentro de até 15m e sem barreiras que impeçam a visualização do alvo) e pronunciar a palavra adequada em grego antigo, o alvo é tomado por dores intensas, como se tivesse sofrido um ferimento. Existe a perda de MP, mas não há nenhum dano físico real. Não é considerado um poder sonoro para fins de resistência, uma vez que é uma habilidade sobrenatural, mas o efeito não é causado pelo volume da voz. 1 vez por missão.
Nível 6
Língua viperina I - Poder de combate corpo a corpo. Ao utilizar este poder, a língua do arauto adquire a aparência de uma língua serpentina, bifurcada, e é ampliada para 30cm, ganhando propriedades que a tornam semelhante a uma navalha ou lâmina de bronze sagrado. A transformação dura 3 turnos. Pode ser utilizada com outros poderes.
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Re: [EVENTO] The Little Games — Grupo 1 (Endymion)

Mensagem por Alex Lloyd em Qui 16 Nov 2017, 09:03

The little games

AVALIAÇÃO
Bom, obrigado por ter sido o único a continuar no evento. Vou ir direto aos pontos.

Turno I:

Esse turno foi bom e foi o que você mais conseguiu demonstrar a personalidade de Kurt e uma parte da trama dele. Não tenho nenhuma reclamação desse. Assim como os outros 3 turnos você não teve nenhum erro de ortografia.

Coerência: 50/50;
Coesão, estrutura e fluidez: 25/25;
Objetividade e adequação à proposta: 15/15;
Ortografia e organização: 10/10;
Total (multiplicado por 1,5): 150 xp!

Turno II:

Esse segundo foi razoável em consideração ao segundo, você narrou uma boa luta e tal mas o que mais me fez sentir falta foi o personagem de fato agir como uma criança, para mim pareceu simplesmente que ele era um adolescente que vez ou outra tinha um pensamento como criança. De resto foi bom.

Coerência: 45/50;
Coesão, estrutura e fluidez: 25/25;
Objetividade e adequação à proposta: 15/15;
Ortografia e organização: 10/10;
Total (multiplicado por 1.5): 142 xp!!

Turno III e IV:

Ambos últimos turnos eu achei a luta muito rala, seu personagem também não agiu como uma criança e para mim ele claramente parecia um adolescente e esses foram os motivos pelos descontos.

Coerência: 45/50;
Coesão, estrutura e fluidez: 25/25;
Objetividade e adequação à proposta: 15/15;
Ortografia e organização: 10/10;
Total (multiplicado por 3): 284 xp!!

XP Final: 576
| Recompensa |


{Babydoll} / Colar [Um colar preteado com um pingente em formato da cabeça da Bellora, ele é feito em prata banhado em tinta preta e os olhos do pingente são feitos de rubi. Uma vez por missão e a desejo do semideus os rubis ganham um brilho e fazem com que uma aura do medo surja em volta do semideus e faz com que qualquer semideus ou criatura que sejam de nível menor que ele sofram uma penalidade de 20% nos seus ataques por conta do meu, caso o nível seja maior afeta apenas 5%, a cima de 10 níveis não tem efeito. A aura dura 3 turnos.] (Nível 31) {Medo} [Recebimento: The little games, avaliada por Endymion Mason e atualizada por Phobos.]

| Observações Adicionais |


Condições finais dos player que entraram no evento:
Endymion: 12 anos
Andrea: 8 ano150 s (Full HP/MP) (Saiu do evento com justificativa plausível, sem punição)
Kurt: 6 anos (105/150 MP 64/150MP) (Perda de MP pelos poderes ativos e perda de HP pelo golpe acertado)
Maryssa: 7 anos (0/100 HP 0/100MP) (Morta pela não postagem no segundo turno)
Oscar: 9 anos (0/320 HP 0/320 MP) (Morto pela não postagem em dois turnos)
Simmon: 10 anos. (238 HP&MP) (Desconto por ter pedido a retirada do evento sem justifica plausível)

— Em caso de dúvidas, podem me procurar. E, por favor, avisem quando postarem. Boa sorte.




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Alex Lloyd
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Re: [EVENTO] The Little Games — Grupo 1 (Endymion)

Mensagem por 125-ExStaff em Qui 16 Nov 2017, 09:25

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Re: [EVENTO] The Little Games — Grupo 1 (Endymion)

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