Playin' With Evil: Videogore (Grupo 3)

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Playin' With Evil: Videogore (Grupo 3)

Mensagem por Mariana A. Lima em Sab 14 Out 2017, 01:23

poor children, their innocence is about to be broken; their souls, stolen; their lives.
Videogore
Sonhos de semideuses são estranhos. Mas isso eu já sabia e acredito que vocês, que leem esse relato, também sabiam. Pois bem: Dessa vez, a coisa ficou realmente assustadora demais para mim. Como eu acho que vocês não tão nem aí com o fato de eu ter me lascado para contar essas histórias, vou direto ao ponto: Tudo começou depois de um longo dia de trabalho na enfermaria.

Lembro-me de estar completamente cansada e, assim que adormeci, não demorou muito para começar a sonhar. Via-me em uma vila antiga e pacata, como as que se via no jogo The Legend of Zelda. Aliás, eu estava vestida com a roupa do protagonista — sim, eu sei que o nome dele é Link e não precisa me perguntar isso só porque eu sou uma mulher — e estava com a espada que ele portava no jogo.

É. Eu era o Link. Ou pelo menos uma versão feminina de baixa renda dele.

Estava andando calmamente em direção a uma torre quando a lua — aquela do Majora's Mask — começou a se aproximar muito rápido e o céu começou a se tornar vermelho. Enquanto corria para a torre, via diversos corpos de NPCs mortos ao chão, sangue molhando o piso da vila. Assustada, encarei a lua, que falou com sua cara maníaca:

— Venha. Estarei esperando você e seus amigos! — e sorriu de forma maníaca.

Então, eu acordei. Na cabeceira da minha cama, um bilhete estava:

"Tower 8, Fort Leavenworth, Leavenworth, Washington, EUA"




Pontos obrigatórios:

— Vocês terão um pesadelo esta noite, descrevam-no como quiserem. Acabarão lembrando também de boatos sobre outros semideuses que passaram pelo mesmo, mas que, ignorando o sonho, morreram de formas misteriosas;

— Ao acordarem, verão o mesmo bilhete que Mariana recebeu. Assustados, deem um jeito de ir o mais rápido possível até Leavenworth, no estado de Washington (ou quem sabe, por algum motivo coerente, seus personagens já estavam lá), onde encontrarão um forte em uma pequena vila alemã. O forte é aberto à visitações, então não terão problemas ao entrar nele. Porém, no meio da visita guiada, dirão que a torre 8 — que é a que vocês devem ir — é amaldiçoada. Mesmo assim, dê um jeito de entrar na torre;

— Ao entrarem no local, vocês verão uma pequena televisão de tubo e um nintendo 64 sozinhos em uma sala vazia. Pelo que veem, a torre 8 era um local de observação dos soldados e era muito estranho que dois aparelhos eletrônicos tão distrativos estivessem ali, principalmente considerando que a sala não tinha tomadas. De supetão, a tevê liga e, quanto mais vocês olham para a imagem da tevê sem sinal, mais vocês se sentem sonolentos. Até que vocês adormecem.

— Quando acordam, estão no meio de uma rua em uma vila pacata do jogo. Seus corpos voltaram a ter idades infantis, lembrando-se de que elas não podem ultrapassar os dez anos. Portanto, lembrem-se também de se portarem psicologicamente como tais. Nota-se que, apesar de nesse momento estarem transformados em crianças, vocês ainda possuem os mesmos itens, poderes e congêneres de até hoje. Mariana também acorda, sendo um pouco mais velha do que vocês, já que tinha a aparência de uma jovem de doze anos de idade.

— A pequena vila está animada, mesmo com a imagem de uma lua maníaca acima dela. Alguns NPCs tentam interagir com vocês. Vocês podem interagir com eles ou ignorá-los. O fato é que vocês decidem ir para a floresta próxima da pequena vila, afinal precisariam resolver os desafios para conseguir fazer com que a lua não caia na terra, como no jogo. Às vezes, olhando para os NPCs, vocês veem eles decapitados ou com ferimentos horríveis escorrendo sangue em um piscar de olhos. Piscando novamente, a imagem volta ao normal. Relate seus sentimentos quanto a isso.

— Encerrem seus posts ao entrarem na floresta, seguindo o caminho que Mariana propunha.




Informações extras:

— Local: Fort Leavenworth, Leavenworth, Washington;
— Horário: Indefinido, mas ao finalmente entrarem na torre, são 22h. Na vila pacata, são cerca de 18h.
— Clima: Frio;
— Cuidado com o template e os codes do mesmo. Lembrem-se de revisar seus posts. Qualquer coisa importante/que deva ser considerada, spoiler;
— Prazo: 5 dias;
— Em caso de dúvidas, podem me procurar. E, por favor, avisem quando postarem. Boa sorte.
Mariana A. Lima
Mariana A. Lima
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Re: Playin' With Evil: Videogore (Grupo 3)

Mensagem por Zoey Montgomery em Qui 19 Out 2017, 01:29


EVENTO DE HALLOWEEN



Videogore



Sonhos de semideuses sempre foram uma merda, e eu tinha a certeza de que aquele não seria diferente. Por estar afundando na loucura conhecida como Neah Walker, costumava ter sonhos e mais sonhos referentes a antiga vida do rapaz, aos Noah, a Ordem Negra e aquele a quem procurava, Marian Cross, o homem mais difícil de ser encontrado na face da Terra. Resumindo, aquilo tudo era uma tremenda chatice e não passava de um tormento a mais para minha cabeça.

Porém, ao abrir os olhos daquela vez, não reconheci o interior da Arca, uma vez que não estava nela e sim no Acampamento Meio-Sangue, o que era uma coisa bem esquisita, já que saí de lá depois de receber uma pista do paradeiro de Justin e fui até o estado de Washington apenas para procurar por Jasdero e Devitt, os gêmeos Noah debilóides que disseram que haviam encontrado alguma coisa.

Você deve estar se perguntando: mas ah, você não é inimiga dos Noah? Sinceramente nem eu mesma sei mais. Algumas vezes eu topei com Tikky Mikk, Road e Sheryl Kamelot, e até mesmo com o próprio Conde do Milênio e todos eles foram muito gentis para comigo, mesmo com a aura assassina que Wisely emanava quando se aproximava de mim, causando arrepios intensos que desciam minha espinha.

Enfim, eu estava no acampamento e algo me dizia que aquilo ia acabar mal. Bem mal. Mesmo que fosse apenas um sonho, meu coração estava acelerado e eu estava suando frio. A lua no céu brilhava em amarelo e possuía olhos e uma boca risonha com sangue escorrendo da mesma, igual à lua de Soul Eater, um animê que vi uma vez. Aquilo passava do limite do bizarro mesmo para algo que acontece no reino onírico.

Soltei um suspiro e comecei a caminhar pela trilha dos chalés, observando que estranhamente — ou nem tanto assim — eu havia ido parar perto do chalé de Nyx e para minha surpresa — ah, isso sim foi uma surpresa —, Justin estava lá, sentado nas escadas de acesso, olhando diretamente para mim. O filho da deusa da noite abriu meu sorriso torto favorito e estendeu a mão, como se me chamasse para ir até ele. E, sem hesitar, corri e lancei-me em seu pescoço, abraçando-o apertado e com o rosto molhado de lágrimas.

— Deuses. É você mesmo. — sussurrei com a voz fraca, sentindo os braços dele apertarem minha cintura de maneira firme e protetora, aproximando-me de si. Segurei-o com força, com medo de que fosse uma alucinação (dentro do sonho?), mas era quase certeza de que não poderia ser. Seu cheiro, sua textura, tudo nele era real demais para ser apenas uma recordação de minha perturbada mente.

Afastei-me devagar, observando os detalhes de seu rosto, de como seus olhos negros como obsidianas pareciam brilhar, em como seus cabelos estavam perfeitamente alinhados mesmo com um pouco da franja caindo em seus olhos. Os lábios formavam um sorriso que fez meu coração acelerar e, quando ele disse meu nome, chorei novamente, desviando o rosto para baixo.

— Zoey. — a voz dele fez os pelos de meu braço se arrepiarem, e somente consegui vê-lo novamente quando segurou meu queixo entre o indicador e o polegar e levantou meu rosto, limpando minhas lágrimas com a outra mão. — Tenho algo importante para lhe dizer. Nunca, jamais e em hipótese nenhuma ignore um sonho. Eles possuem muitos significados, e ajudam de várias formas diferentes. Além disto, alguns deles podem matar.

— O quê? — perguntei, a voz mal passando de um sussurro desesperado quando ele me soltou. Justin sorriu e me beijou, mas seu corpo amoleceu e teria batido com força no chão se eu não o tivesse segurado e caído de joelhos, batendo com força na grama fofa. Olhei para o filho de Nyx e o mesmo estava sem olhos, coberto de ferimentos horríveis. Minha camiseta, antes branca, estava manchada com o escarlate de seu sangue.

Senti meus lábios se entreabrirem em pânico, incapaz de pronunciar uma palavra sequer. As lágrimas ficaram mais grossas e caíam pesadamente, fazendo uma trilha em minhas bochechas. Era um sonho... Era um sonho, tinha certeza, mas por que doía tanto assim?

Lembrei-me do que meu namorado havia dito sobre sonhos, assim como lembrei de alguns boatos que ouvi no bar que adentrei mais cedo sobre alguns semideuses que tiveram sonhos mas os deixaram de lado e... Bom, morreram misteriosamente. Mas o que aquilo tinha a ver com a minha vida? Quer dizer, era uma coisa completamente tosca, mas e se a imagem de Jus morto representasse a minha morte? Seria assim que eu acabaria se ignorasse meu sonho?

E, de repente e antes que eu pudesse sequer tentar raciocinar, o corpo inerte de Justin se incendiou, o fogo me atingindo rapidamente.

****************************


Acordei sobressaltada, erguendo o tronco depressa e sentando-me na cama do quarto de Road, a Nona Apóstolo. O suor frio descia minha testa, meu coração estava acelerado, minha respiração descompassada e tudo que eu queria era que aquela sensação horrorosa de que alguma coisa ia acabar em merda morresse. Algo estava terrivelmente errado.

— Zoey! — o “blam” das portas duplas me fez pular de susto e, quando dei por mim, estava caída na cama de novo com uma garota agarrada em meu pescoço. As íris âmbares dela me encaravam intensamente, preocupada com meu possível estado físico. Era certeza que minha cara estava horrível. — ‘Tá tudo bem? Ouvimos você gritar. — a garota saiu de cima de mim, puxando-me para sentar e segurando meu rosto entre as mãos, analisando minha expressão cuidadosamente.

Engoli em seco e confirmei com a cabeça, notando que Tikky também adentrava o local e vinha em minha direção, sentando-se na cama e colocando a mão em minha testa. Em sua forma “branca”, os longos cabelos tão negros quando o céu noturno adquiriam um tom azul petróleo, as íris amendoadas me encaravam com preocupação. Eu sabia que ele era o Noah que mais se preocupava com meu bem estar, fato comprovado quando ele, ao me ver perambulando tarde da noite anterior, simplesmente pediu para que Road abrisse uma das portas da Arca do Conde e me puxou para dentro, permitindo que eu descansasse ali.

— Estou bem sim. — a voz saiu por um fio, meu respirar ainda pesado. — Foi apenas um pesadelo... — murmurei, sendo abraçada por Mikk logo em seguida. — D-De verdade, está tudo bem. — afastei o homem gentilmente e sorri para ele. — Obrigada por serem legais comigo. Os outros... Parecem me odiar.

— Não se importe com eles, Zoey. — o mais velho falou, fazendo carinho em minha cabeça. — Aquele bastardo do Neah está dentro de você, mas ele não lhe tomou completamente. Não há motivos para nos virarmos contra Zoey Montgomery sendo que ela mantém o desgraçado do Décimo Quarto preso, não é? — piscou e senti minhas bochechas esquentarem. — O que é isso? — o homem esticou-se por cima de meu corpo, me fazendo cair deitada, seu peito praticamente colado em meu rosto. — É seu, Road?

— Não. — a Noah abafava o riso e então puxou Tikky para cima, tirando-o de mim. Respirei aliviada, a fragrância de lavanda dele nublando meus pensamentos. — Deve ser para a Z. — completou, pulando da cama e ficando parada ao lado da mesma, me encarando. — Se quiser ir a esse lugar, é só me avisar que te deixo lá.

Olhei para ela e depois para Mikk, que estendeu o pedaço de papel em minha direção. Estava cuidadosamente dobrado e o olhar do Terceiro Apóstolo estava demonstrando certa apreensão, afinal aquele lugar era impenetrável para aqueles que não possuíam os genes de Noah, então por quê? Quem o colocou lá? Firmei os lábios e peguei o objeto estendido, abrindo-o devagar e vendo um endereço, o que fez minha cabeça tombar de lado, a mente em certa confusão. O que era aquilo?

"Não ignore seus sonhos."

"Pessoas já morreram por deixarem eles de lado."

Suspirei pesadamente e joguei as pernas para fora da cama, saindo da mesma e deixando que meus pés descalços tocassem o chão gelado. Bom, se alguém me queria em algum lugar, me teria.

— Pode me levar para esse lugar, Road? Eu agradeço. — falei com um sorriso enquanto entregava o papel para ela. A pequena assentiu com a cabeça, sorrindo de volta.

— Com quem acha que está falando? — provocou, então analisou-me dos pés à cabeça, firmando os lábios em uma linha fina e lançando-me um olhar de reprovação. — Mas você não vai com essas roupas.

****************************


Road tinha um senso para moda que eu não sabia exatamente como me sentir com relação a isso. Antes de abrir a porta para o local que pedi, ela simplesmente me deu roupas novas para usar, mesmo que eu me sentisse um pouco (está certo, muito) exposta com ela. O vestido branco caia bem, admito, mas precisava ser tão cavado? Dei graças aos deuses que Tikky me emprestara um casaco, mesmo com a cara emburrada que a Noah fez perante sua quebra de modelito.

Bem, pelo menos ela deixara a mim e a Timcanpy no lugar que eu queria: Leavenworth, estado de Washington. A vila alemã do forte em que deveria ir estava movimentada, afinal ainda eram nove horas. Respirei fundo e adentrei o lugar a passos largos, tomando o cuidado para não esbarrar em ninguém, procurando por um guia turístico para que ele ou ela pudesse me indicar o local desejado e acabei encontrando um grupo de pessoas que caminhava por ali, com uma moça lhes falando algo.

Abri uma parte do casaco e pedi para que Tim se escondesse, para somente então me aproximar devagar e mesclar minha presença na multidão, escutando atentamente o que a guia falava. Aparentemente aquele forte era de guerra, usado em batalhas dos tempos antigos. Nunca me interessei por história, na verdade sempre achei uma matéria bem chata, então confesso que não prestei muita atenção no que era dito. Pelo menos até a parte em que ela mencionou a torre 8, o que me capturou completamente.

Voltei os olhos em sua direção, vendo quando sua fala se tornou apreensiva ao dizer que aquele lugar era amaldiçoado e ninguém sabia dizer o por que. Mordi o lábio inferior, olhando para o local onde ela apontara ao falar da torre. Era lá, segundo o papel. Caminhei até uma parte isolada do forte, onde sabia que ninguém me veria, e então me preparei para proferir o feitiço, com a torre em mente.

— Segure-se, Tim. Abeo Exorior. — conjurei, sentindo meu abdômen repuxar em uma dor incômoda e, aos poucos, minha visão foi ficando púrpura e começou a rodar. Odiava aquilo, mas era o meio mais rápido de se chagar até onde desejava estar.

Com a mesma rapidez que começou, a sensação horrorosa terminou, me fazendo soltar um suspiro aliviado e abrir o casaco, soltando o mini-golem. Estava dentro da torre, a luz da lua entrando pela única janela que havia ali e iluminando um... Espere, aquilo era uma televisão? E de tubo? Como uma raridade daquelas havia ido parar naquele lugar? Olhei melhor para o aparelho, notando que havia algo a mais. Um Nintendo 64.

— Deuses! — soltei uma risadinha, tocando os dois aparelhos com a ponta dos dedos. — Isso são relíquias, o que fazem aqui? — Tim voou ao meu redor, pousando sobre a televisão e ficando parado, como se estivesse me encarando. E então parei, lembrando das palavras da guia: aquele lugar era um forte de batalha, então... — O que essas coisas fazem aqui? — franzi o cenho, tentando pensar em uma resposta plausível para aquilo, mas infelizmente não conseguindo achá-la.

E, exatamente como em um filme de terror (mais especificamente O Chamado), a televisão ligou sozinha, me fazendo pular de susto.

— Ah, pra porra! — praguejei, levando as mãos ao peito e tentando normalizar as batidas do meu coração enquanto Timcanpy voava até mim, pousando em meu ombro e tentando me acalmar. — Mas que inferno, como essa coisa ligou? — perguntei em voz alta, observando ao redor e notando que não, ali não haviam tomadas.

Certo, só haviam duas explicações: magia, que sinceramente eu esperava que fosse, por que daria para combater, ou fantasmas, o que provavelmente faria com que eu me jogasse da janela, que até o chão devia dar a altura de uns oito andares de prédio - ou talvez não, nunca fui muito boa em matemática mas era uma altura considerável para, no mínimo, morrer.

Soltei um suspiro pesado e então me aproximei da televisão a passos lentos e cuidadosos, atenta a qualquer movimento que eu poderia julgar suspeito. Observei a tela, que continuava mostrando uma imagem chiada com os dizeres "NO SIGNAL" na tela. Ok, uma das coisas que aprendi com isso é: quando falam que um local é amaldiçoado jamais, repito, jamais, entre nele, ou pode dar de cara com televisões antigas que ligam com forças do além.

E, antes que eu sequer pudesse parar para pensar em algo - como por exemplo como faria para jogar aquela merda pela janela sem matar ninguém lá em baixo -, senti minhas pálpebras pesarem e tudo ficou escuro.

****************************


Acordei com uma dor de cabeça desgraçada, em um lugar estranho, com gente esquisita. Sentei-me devagar e logo fiquei de pé, notando que o vestido de Road ainda estava em mim, mas faltava algo, como o peso que carrego à frente do corpo. Toquei o lugar onde meus seios deveriam estar e notei que meu peito estava reto. Ah não, eu não queria voltar a ser aquela tábua que era quando era mais nova.

Olhei para meu corpo e a vontade de chorar bateu: eu havia voltado a ser criança, provavelmente na faixa dos meus seis anos.

— Mas que maravilha... — murmurei fazendo bico, notando que não era a única. Haviam mais pessoas comigo ali, todas parecendo ser mais velhas do que eu, ou era o que achava pelo menos. Bati o pé em irritação, exatamente como fazia quando estava insatisfeita com algo. Tateei por meu corpo, distraindo minha mente com a procura de minhas armas, notando que estavam todas ali. Menos mal. Olhei ao meu redor procurando por Timcanpy e o encontrei caído no chão onde, ao lado, estava minha cabeça. — Tim! Você está bem? — perguntei enquanto pegava meu mascote nas mãos, segurando-o em uma conchinha. Ele se balançou e logo voou perto, pousando logo em seguida no meu ombro.

Sorri e usei o indicador para acariciá-lo, voltando então minha atenção para as outras crianças. Uma delas, que parecia ser mais velha, chamou nossa atenção, dizendo que estávamos em um jogo que ela conhecia e nos pediu para não entrarmos em pânico. Sério mesmo? Suspirei e fiquei quieta, vendo se outras pessoas tinham ou não coisas a dizer e, após isso, voltei meus olhos para ver o lugar.

Era uma pequena vila, que estava movimentada por sinal. De um lado para o outro passavam pessoas, algumas quase me fizeram ir atrás para conversar e alguns animais passaram por mim, fazendo com que eu resistisse à impulso de lhes acariciar e abraçar, exatamente como uma criança faria. Tim batia levemente em minha bochecha para que eu me concentrasse, me fazendo desistir da ideia de correr atrás dos bichinhos.

— Tudo bem, o objetivo é simples. — voltei o rosto na direção à garota que falava antes, ignorando outros que passavam por ali. Sair daquele lugar era mais importante do que conversar com quem eu nunca mais veria. — Aquela lua... — ela falou, apontando para o céu e me fazendo virar o pescoço na direção pontada, vendo o quão bizarra e sinistra era aquela merda. A luz tinha um sorriso... Um sorriso! — Temos que impedi-la de cair, e para isso precisamos enfrentar alguns desafios. Tem um caminho na floresta que nos levará até eles. Vamos por ali.

Olhei para o caminho apontado pela menina, a sensação de que algo acabaria em merda voltando. Éramos um bando de semideuses - sim, eu havia checado a aura de todos - em um lugar só. Quais a chances de qualquer coisa dar errado ali? Soltei um suspiro e, quando pisquei, avistei algumas pessoas decapitadas, com sangue encrustado nos troncos de algumas árvores e no chão de pedra.

— Mas o que... — esfreguei os olhos e, quando os abri, elas haviam voltado ao normal. Mordi o lábio em sinal de hesitação e, desde que acordei naquela manhã, medo. Minhas mãos tremeram de leve, um sinal do meu nervosismo.

— Vamos, crianças! Temos que ir! — a voz da menina me tirou de meus devaneios, fazendo com que eu olhasse para cima. Bom, não sabia nada desse jogo, e não sabia os motivos de não poder deixar a lua cair ali, mas teria que tentar e jogar conforme as regras E, acompanhando os demais, adentrei a floresta pelo caminho indicado pela garota mais velha.

Quem está na chuva é para se molhar, não é?


Observações:
Sobre Tikky Mikk e Road Kamelot:

A família Noah (Noa no Ichizoku) é composta por treze descendentes de Noé mais o 14º (Neahh Walker), que herdaram seus genes e podem ser identificados pelo tom de pele moreno, íris amareladas e uma linha horizontal com sete estigmas na testa, referidos como pontos santos. Assim como os akumas, os Noah baseiam seus poderes na matéria negra, o oposto da Innocence e, como tal, também são vulneráveis ao poder divino. São unidades inatas para matar exorcistas, e em cada um deles há uma memória diferente de qualquer outro membro de sua geração, podendo possuir habilidades sobrenaturais. De acordo com Bookman, eles sempre são vistos em grandes mudanças históricas, porém nunca foram registrados e se aliaram ao Conde pelos interesses e ideais.

Tyki Mikk: É o terceiro Apóstolo, chamado de Joyd, e representa o “prazer” de Noah. É o irmão mais novo de Sheryl Kamelot e tio de Road Kamelot. Sua memória Noah está suprimida em seu subconsciente. Tyki é bem preguiçoso e apresenta uma “dupla personalidade”, os “dois lados” de sua vida: seu lado branco, que é de um vagabundo português que trabalha em escavações com seus amigos humanos e seu lado negro, o seu Noah interior, que é bem conhecido na sociedade – ele gosta de viver ambas as vidas, pois acha divertido e teme perder os amigos humanos que possui. Seu jogo favorito é pôquer. Ele controla meio-golens, meio homúnculos (como Timcanpy) chamados de Teases, que possuem forma de borboleta e se alimentam de carne humana – quanto mais carne comem, mais se reproduzem e mais fortes ficam, o que aumenta o poder de Tiky. Porém ele usa as Teases meramente como arma. Seu verdadeiro poder é de selecionar toda a matéria deste mundo e escolher o que ele quer tocar, o que lhe ermite andar sobre a água ou atravessar qualquer objeto que se coloque em seu caminho – com exceção, obviamente, das Innocences. Além disto, ele pode rejeitar a atmosfera, criando vácuo.

Road Kamelot: É a nona Apóstolo, seu nome de Noah ainda é Road e ela representa os “sonhos” de Noah. Tem como suas principais características sua feição de criança e sua alegria. Apesar da aparência ela é tida como a criança mais velha da humanidade, ou o primeiro filho – embora ninguém faça a menor ideia do que isso seja. É filha adotiva de Sheryl e sobrinha de Tyki. É um dos Noah mais forte do clã, e juntamente com o Conde e Neah tem o poder de controlar a Arca. Seu principal passatempo é brincar com Lero. Road tem a capacidade de viajar entre as dimensões sem utilizar a Arca de Noé, e possui domínio sobre a regeneração completa, telecinésia e telepatia. Porém sue verdadeiro poder é a habilidade de conectar qualquer mundo dentro dela – e, por essa razão, consegue viajar livremente entre as dimensões. Mostra sinais de sadismo – que provavelmente foram passados por Sheryl. Ainda estuda e, como qualquer criança, gosta de brincar – e adora irritar Tyki por isso.


Sobre Neah Walker: Neah Walker: Também conhecido como "O Músico" ou "O Jogador", foi o membro extra da família de Noah e é o irmão mais novo de Mana Walker. Ele foi o o único membro, com exceção de Road e do Conde do Milênio, que é capaz de controlar a arca, mas ele deu esse poder a um ser humano e fugiu, traindo o Conde e a família. Neah tentou matar Mana para se tornar o novo Conde do Milênio, mas foi morto pelo Conde pessoalmente por transferir seu poder para as mãos dos humanos. Um pouco antes de sua morte, ele pediu para que Cross cuidasse de Mana, afirmando que voltaria um dia. Embora o tempo exato é desconhecido, é fato de que ele implantou suas memórias em Zoey antes de morrer.

Acredito que seja isso. Em caso de dúvidas, pode me mandar uma MP ou consultar a trama pessoal da Zoey bem aqui <3.

Peço desculpas desde já pela introdução enrolada e ruim, mas faz tempo que não escrevo ;-;
Arsenal:
— {Bright} / Arco longo [Arco feito de bronze sagrado, de cor dourada,  com detalhes em seu decorrer pintados em branco. Elegante, aparenta a mesma graça que seus portadores, feitos na medida para os filhos de Apolo. No nível 20 transforma-se na metade de um pingente em forma de sol, que encaixa-se com Perfection] {Bronze sagrado} (Nível Mínimo: 1) [Recebimento: Presente de Reclamação de Apolo] ~ Em forma de pingente em um colar no pescoço, escondido sob as vestes

— {Perfection} / Aljava [Aljava de couro trabalhado, com engastes de bronze sagrado. Contém flechas infinitas - são comuns, de olmo e bronze sagrado, mas de acabamento fino. No nível 20 transforma-se na metade do pingente em forma de sol que encaixa-se com Bright] {Couro e bronze sagrado; olmo e bronze sagrado} (Nível Mínimo: 1) [Recebimento: Presente de Reclamação de Apolo] ~ Em forma de pingente em um colar no pescoço, escondido sob as vestes

— Relíquia Mágica [Colar simples e leve, podendo ser levado e escondido em qualquer lugar. A corrente é de prata, e cintila com um brilho negro à luz da Lua. Seu pingente é em forma de pentagrama, e é feito de diamante. Duas vezes por missão e durante 2 rodadas, tendo no mínimo uma rodada de intervalo cria uma barreira mágica de cor roxa, esta cobre todo o feiticeiro. Protege contra ataques mágicos – principalmente - e ataques a longa distancia – lanças, bumerangues, correntes, flechas etc.; ataques diretos não são repelidos.][Prata; Diamante;] (Item de Feiticeira) {Controle Mágico} [Presente de Reclamação por Circe] ~ Pescoço, escondido sob as vestes

— Proud of Morgana{Anel/Escudo} [Ouro e Diamantes] [Anel mágico, encrustado com dois diamantes gêmeos em formato de sol e meia-lua. Ao seu redor, runas mágicas estão gravadas, com significados de proteção e banimento das trevas. Ao concentrar-se nele, Zoey poderá transformá-lo em um escudo de médio porte, preso ao seu pulso, e com gravuras de fadas em sua extensão. Essas figuras iluminam-se em ambientes escuros, e podem revelar a presença de magia em um ambiente, desde que esteja próxima. Sempre retorna para sua dona, e é indestrutível.] (Nível mínimo: 15) {Item Mágico: Elemento Luz} [Recebimento: Missão "Arcádia", com Afrodite] ~ Anelar esquerdo

— {Brother's Strength} / Brincos [Um par de brincos pequenos, de metal branco e com uma pedra de topázio azul no centro de cada, que emitem uma leve luminosidade. Lhes dão uma resistência fraca contra efeitos de medo/pânico: se o adversário for cinco níveis a menos que o utilitário destes itens, o efeito que o inimigo usar não funcionará por completo (50% de resistência); do contrário, o poder ocorre normalmente. Podem ser acionados uma vez por evento/missão, com efeito de 2 turnos.] {Metal e topázio azul} (Nível Mínimo: 35) {Resistência} [Recebimento: Missão "In The Hell", avaliada por Lady Psiquê e atualizada por ~Eos.] ~ Orelhas

— {Luz} / Unha [Unha que pode ser colocada sobre uma normal. Tal instrumento se aparenta com uma comum e não pode ser reconhecida por outros, de modo que sua cor ou ornamentos estão a escolha de sua portadora - a menos que saibam detectar auras mágicas. A desejo da mesma, tal item se torna mais afiado e consegue penetrar a pele facilmente. Se a penetração ocorrer perto do pescoço, o alvo terá pesadelos durante um turno e irá ser prejudicado em 30% suas ações ataque/defesa durante este mesmo turno. Se o oponente tiver imunidade ao medo/pânico, ele sentirá uma sensação de impotência, como uma depressão que o prejudicará do pela metade.] {Unha} (Nível Mínimo: 30) {Nenhum Elemento} [Recebimento: Missão O Quanto De Culpa?, elaborada por Harmonia, avaliada por Athena e atualizada por Odisseu] ~ Unhas

♦️ Faca [Sua lâmina bronzeada mede cerca de 24 cm, e seu cabo tem o mesmo comprimento padrão. É bastante afiada e é perfeita para ataque ágeis e rápidos. O bom desta arma é sua eficiência tanto para mãos hábeis quanto para manuseios mais inexperientes, pois é uma arma curta, fácil de esconder e ao mesmo tempo fácil de manusear. Seu punho é feito de aço, mas uma camada de couro escuro cobre o aço para que o usuário possa segurá-la firmemente. Na parte inferior da lâmina, próxima ao cabo, há entalhado as siglas do Acampamento "CHB"; uma propriedade que só os meio-sangues e criaturas místicas podem ter e usar (ajuda um pouco na destreza)] {Bronze, aço e couro} (Nível mínimo: 1) {Nenhum elemento} [Recebimento: Administração; item inscrição padrão do fórum] ~ Presa à coxa

♦️ {Sun} / Anel [Um anel feminino feito de ouro, com runas inscritas nele. Traduzindo-as, há os seguinte dizeres: "Mais que a minha vida".] {Ouro} (Nível Mínimo: 1) {Não Controla Nenhum Elemento} [Recebimento: Presente de natal de Justin Law para Zoey Montgomery] ~ Anelar direito

♦️ {Night} / Colar [Colar de prata negra com um pingente de uma lua de prata ao lado de um sol de ouro. Quando ambos são pressionados simultaneamente, Zoey pode comunicar-se mentalmente com Justin, independentemente de onde ele está. Apenas para fins interpretativos, não podendo ser utilizado em estratégias e batalhas.] {Prata negra; Prata; Ouro} (Nível Mínimo: 1) {Não Controla Nenhum Elemento} [Recebimento: Presente de natal do seu amor para o sol de minha vida.] ~ Pescoço, escondido sob as vestes

♦️ {M&G} / Pulseira [Uma pulseira de prata com um pingente de estrela. No pingente está gravado em baixo relevo os dizeres MOTIGUMERI&GRANDINE de um lado, e do outro ALWAYS.] {Prata} (Sem Nível Mínimo) {Não Controla Nenhum Elemento} [Presente de natal da Kristy :3] ~ Pulso direito

♦️ {Shun Shun Hikka} / Presilhas [São presilhas de plástico em forma de estrelas de cinco pontas da cor azul, colocadas em ambas laterais direita e esquerda do cabelo de Zoey. Estas, ao serem chamadas pelo próprio nome, irão invocar seis pequenas fadas que não terão nenhum poder ofensivo ou defensivo mas que poderão fazer companhia para a sua mestra durante o tempo em que ela quiser mantê-los naquela forma] {Materiais Utilizados: Plástico} (Nível Mínimo: 1) {Elemento: Nenhum} [Recebimento: Presente de Natal de Elijah B. Solarium] ~ Laterais do cabelo, prendendo a franja
Mascote:
Timcanpy (Mini-Golem) – {70HP/70MP}
Poderes do Mascote:
[Timcampy é uma criatura peculiar, feita com um misto de magia e tecnologia. Possui formato de bola e inteiramente dourado, com uma cruz em baixo relevo e em tom mais claro na frente. Tecnicamente é impossível de ver os olhos dele, mas ainda consegue revelar sua boca quando quer — afinal o mesmo precisa se alimentar. Possui cerca de 10 cm de diâmetro, cabendo na palma da mão de Zoey. Pode ser classificado como um meio-golem, sendo próximo do que poderia ser chamado de homunculus, apesar de ser feito de um material desconhecido, mas parcialmente orgânico. Isso faz com que tenha caraterísticas semelhantes à construtos, mas não totalmente: como um golem, Tim é imune a poderes mentais, sangramentos e asfixias mas, de alguma forma, tornou-se capaz de ter sentimentos, sendo afetado normalmente por este tipo de poder. Sua visão é comum, o que faz com que ainda seja afetado por ilusões, mas pode ver no escuro. Diferente de uma máquina, possui olfato, paladar e audição normais. Seu organismo vivo não o deixa imune a envenenamentos ou doenças. Tim não pode ser modificado em uma forja comum, já que se aproxima mais de um ser vivo do que de uma máquina, mas pode se recuperar normalmente através de sono e comida, ou recebendo poderes de cura e poções. Não possui funções combativas. Sua locomoção básica é por vôo, com capacidade de manobra boa, semelhante a uma ave de pequeno porte, e sua cauda é prensil, agindo como um membro normal, sendo capaz de carregar e segurar pequenos itens, devido ao tamanho diminuto que possui. Por causa de Nea, que habita o corpo de Zoey, sabe instintivamente a direção em que a garota se encontra caso estejam no mesmo plano, mas não o local exato ou distância, nem detalhes específicos. Tim não fala, mas entende o que é dito ao seu redor, sendo considerado uma criatura inteligente até certo ponto: seu raciocínio não é humano mas está um pouco acima do de um animal, podendo discordar do dono ou tomar decisões simples sozinho. A principal habilidade de Timcanpy é gravar e armazenar informações, como áudios e vídeos — graças a ter sido feito em laboratório, Marian e Nea tornaram isso possível —, desde que tenham, no máximo, 10 minutos de duração, sendo muito útil para passar informações. Para repor as energias, basta uma boa noite de sono.]
Poderes Utilizados:
Apolo

Beleza. Nível 1. Passivo. Não só Afrodite e Perséfone são dotadas de beleza, Apolo é considerado o deus masculino que representa este mesmo ideal. Seus filhos são bonitos por natureza, possuindo um corpo naturalmente bronzeado e chamando a atenção se comparado com outros semideuses - não se compara à Afrodite, e é mais proeminente nos garotos, mas são acima do padrão se comparados a outros mortais e à maioria dos semideuses. Isso faz com que poderes de charme e sedução desses semideuses sejam ampliados em 10%.

Ouvido sensível. Nível 5. Passivo. Apolo é deus da música, portanto seus filhos tem ouvidos afiados, com uma sensibilidade acima da média tornando sua capacidade de distinção tanto em volume quanto em distância o dobro do que uma pessoa comum.

Detectar aura. Nível 27. Passivo. Ainda no aspecto divinatório, filhos de Apolo conseguem perceber a aura de um semideus, conseguindo determinar seu progenitor ou filiação em grupo - desde que já saiba da existência desse grupo (caso contrário, detecta apenas uma aura diferente, sem relacioná-la a um patrono específico). Poderes de bloquieo de auras e similares podem impedir essa visualização. [Novo]


Circe

Sentidos noturnos. Nível 19. Passivo. A noite seus sentidos serão extremamente aumentados.[ New]

▬Visão. Nada fugirá a sua visão, você poderá ver perfeitamente como se ainda fosse dia, e ver através de objetos sólidos. (Exceto por meios mágicos de proteção

▬Olfato. Seu olfato estará mais aguçado, e você poderá distinguir odores diversos, sem se enganar. Devido ao efeito do poder, venenos e gases diversos terão efeito reduzido em você.

▬Paladar. A noite, nenhuma erva venenosa ou qualquer veneno ingerido poderá te levar a morte, resultando no máximo em uma leve tontura até uma de grau mais sério. (Obs: Vale para qualquer coisa prejudicial, que você vier a ingerir)

▬Audição. Sua audição será perfeita. Você pode ouvir a metros ou até Km de distância, e sabe distinguir qualquer som que já tenha ouvido antes em alguma situação adversa. Possibilitando ótimos contra-ataques e diminuindo a chance de ser pega de surpresa.

▬Tato. Um dos sentidos que mais se destaca em você a noite. Através do tato, você pode transmitir sensações para seu oponente, sendo elas desde sensações de prazer, até sensações de dor intensa. Pode seduzir um inimigo induzindo-o a fazer qualquer coisa que você desejar, ou transmitir frio ou calor para o mesmo, causando até mesmo um choque térmico.

• Beleza lasciva II. Nível 20. Passivo. A sua beleza nesse nível já está muito maior, e somada a aura de mistério que você exala, atrai o olhares de todos por onde passa. Não são tão belos quanto os filhos de Afrodite, mas são mais atraentes que estes por uma aura mágica influir diretamente no bom senso de qualquer outrem, afim de fazê-los se interessarem de forma irrefutável por você.


Encantamentos

• Abeo Exorior. Nível 5. Um feitiço muito usado pelos feiticeiros quando estes se encontram em situações comprometedoras, pois através dele podem teleportar a si mesmos para pequenas distâncias, evitando ataques de outros seres ou mesmo adiantando-se para algum ponto – de no máximo 20 km - que lhes interesse.


Zoey Montgomery
Zoey Montgomery
Feiticeiras de Circe

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Re: Playin' With Evil: Videogore (Grupo 3)

Mensagem por Mariana A. Lima em Sab 21 Out 2017, 14:28

poor children, their innocence is about to be broken; their souls, stolen; their lives.
Videogore
Demorou algum tempo para que chegássemos na primeira Dungeon naquela floresta. Porém, enquanto andávamos por entre as árvores, tinha a vaga impressão de que estava sendo observada. De vez em quando, minha mente pregava peças e eu poderia jurar ter visto alguma pessoa entre os arbustos, esperando pacientemente para ver até onde o grupo em que estava iria.

Ao chegar no templo para ir atrás de uma das máscaras, uma mensagem estava no local, escrita com sangue:

"You've met with a terrible fate, haven't you?"




Pontos obrigatórios:

— Enquanto vocês seguem pela floresta com Mariana, vocês também tem a mesma sensação de estarem sendo observados que ela. Ao olharem para os lados à procura de quem os observa, vocês veem um capuz verde entre a vegetação, mas que logo desaparece depois de uma piscada de seus olhos. Então, a sensação de insegurança e medo se amplia por conta disso;

— Ao chegarem no templo, vocês também verão a mesma mensagem escrita com sangue. Hesitante, Mariana entra sem muita escolha, forçando vocês a entrarem no local também. Vocês passarão por um labirinto de salas, cada uma com uma estátua do personagem principal do jogo (Foto da estátua aqui) que estará virada na direção de uma das paredes da sala;

— Chegando na última sala, que é onde está uma das máscaras do jogo, vocês se deparam com outra mensagem, dessa vez escrita utilizando-se de partes dos corpos dos NPCs: You're not sure why, but you apparently have a reservation. Mariana vomita mesmo antes de terminar de ler a mensagem, se encostando em uma parede. Reajam a essa cena coerentemente.

— Assim que Mariana se recupera, ela pega a máscara que está em cima de um dos braços decepados de um NPC e, do nada, surgem cópias para cada um dos membros do grupo. (foto aqui). A garota leva um tempo para explicar que aquela máscara permitiria que, quem a usasse, pudesse saber de algumas pedras o tempo que levaria para a Lua maníaca cair na Terra. Porém, ela não sabia dizer se a função da máscara se manteve naquele lugar.

— Vocês escutam uma risada um tanto contida que parecia vir de todos os lugares. Então veem que, na saída da sala, diversas estátuas do protagonista do jogo — aquelas que vocês tinham visto nas outras salas — estavam enfileiradas de forma a formar um corredor no meio delas. Sem muita escolha, vocês passam receosos por elas.

— Encerrem seus posts ao verem a última pessoa passar, as estátuas se virarem e erguerem um dos braços, que seguravam, cada uma, uma enorme lança.




Informações extras:

— Local: Fort Leavenworth, Leavenworth, Washington;
— Horário: Indefinido, mas ao finalmente entrarem na torre, são 22h. Na vila pacata, são cerca de 18h.
— Clima: Frio;
— Cuidado com o template e os codes do mesmo. Lembrem-se de revisar seus posts. Qualquer coisa importante/que deva ser considerada, spoiler;
— Prazo: 5 dias;
— Em caso de dúvidas, podem me procurar. E, por favor, avisem quando postarem. Boa sorte.
— Os players Isobel, Alec Lochees, Elliot Cumming e Karl Wright saíram do evento por motivos plausíveis. Portanto, não receberão punições.
Mariana A. Lima
Mariana A. Lima
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Re: Playin' With Evil: Videogore (Grupo 3)

Mensagem por 137-ExStaff em Ter 31 Out 2017, 20:27

Evento cancelado por impossibilidade de postagem dos players participantes. Tópico movido ao tártaro.
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Re: Playin' With Evil: Videogore (Grupo 3)

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