— playin' with the devil (EVENTO / GRUPO 4)

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— playin' with the devil (EVENTO / GRUPO 4)

Mensagem por Rukia Kuchiki em Sab Out 14, 2017 12:14 pm


carnival of lost souls

Apesar da proposta de ilha e porto seguro isolado de todo o mundo, o mundo mortal ainda chegava até o Acampamento. Chegava através de murmúrios, segredos, passados em silêncio entre criaturas e campistas. Era a maneira de saberem se suas famílias estavam a salvo ou se precisavam de ajuda; a maneira de saber se era seguro fugir numa noite estrelada e sem nuvens no céu, ou se deveriam aguardar mais um dia para alcançar liberdade.

Daquela vez, contudo, os murmúrios não eram de grande ajuda. Os boatos eram de que semideuses vinham morrendo após terem sonhos bizarros. Rukia ficou alarmada, assim como todos que ouviram os cochichos. Em questão de dias, uma agitação velada tomou conta do acampamento; uma semana depois, um êxodo teve origem, crianças semi-divinas saindo da proteção do pequeno território para as mais diferentes regiões do globo.


A princípio, não reconheceu o lugar. Estava escuro e pareciam não haver janelas para onde quer que olhasse, até que viu. Era um pequeno ponto de luz a sua frente, fraco, vacilante. E de repente, ele começou a se expandir, e Rukia foi capaz de reconhecer paredes rosáceas e decorações exageradamente frufrus. Em pouco tempo, foi capaz de olhar a si mesma: o vestido repleto de babados rosas e brancos, sapatos fechados sem salto.

Do único ponto ainda escuro na penumbra criada pela luz, a filha do inverno ouviu uma voz mecanizada. V-vamos b-b-brincar? A garota se aproximou. Em um, dois passos. Da escuridão, irrompeu uma garra metálica, envolvendo seu pescoço, cortando sua respiração. Ache os outros.


Quando acordou, havia uma mensagem pintada acima da cabeceira de sua cama. 750 Ashcraft Court, Richmond, Virgínia, Estados Unidos.


pontos obrigatórios


• Narrem um pesadelo que seu personagem tenha durante a noite; vocês são livres para descrevê-lo da forma que quiserem. De algum jeito, faça com que chegue ao conhecimento do personagem os boatos sobre meio-sangues tendo sonhos que, se não cumpridos, levavam a uma morte misteriosa;

• Ao acordarem, vocês verão a mesma mensagem escrita a sangue nas paredes de seu quarto, ou onde quer que estejam dormindo. Vocês devem ir até o tal local de alguma forma, sendo que personagens que não estejam por perto devem narrar sua jornada até a cidade e em seguida até o endereço. A localização se revelará um antigo parque de diversões abandonado, o qual a vegetação começou a tomar conta;

• Inicialmente, não haverá ninguém por perto. Vocês devem narrar seus personagens entrando no parque e eventualmente parando em frente a uma atração que diz "Dollhouse". Rukia estará na entrada, sentada no chão e distraída. Ao vê-los, a semideusa se levantará e os guiará para dentro do brinquedo. O interior será exatamente o que o nome prometia: uma casa de bonecas, com babados e frufrus para todos os lugares. Haverão bonecas de porcelana sentadas em cadeiras, no chão, em todos os lugares. Elas terão tamanho humano;

• Em poucos minutos dentro do brinquedo, vocês perceberão que as coisas ficam cada vez maiores e distantes, especialmente as bonecas que estarão cada vez mais altas. Ao final do processo, perceberão que se tornaram crianças — a única exceção sendo Rukia, que permaneceu um pouco mais velha —, o que implica um comportamento coerente com suas respectivas idades (especificadas mais adiante). É importante lembrar que seus poderes e itens permanecem os mesmos, com as mesmas capacidades;

• Rukia, então, começará a falar sobre o parque e as lendas que cercam a região, o porquê dele ter fechado: diziam que as atrações ganhavam vida sozinhas diante a presença humana. Algumas eram amigáveis, outras nem tanto. Ao encerrar sua fala, vocês ouvirão sons vindo de fora da casa de bonecas, sons de brinquedos funcionando e ecos de risadas e gente conversando. OPCIONAL: se quiserem, podem narrar uma tentativa de fuga do brinquedo. As portas estarão trancadas e será impossível sair. Haverá apenas uma pequena janela, que mostrará o parque ativo, porém vazio. O som de vozes permanece, contudo. E sintam-se livres para adicionarem mais detalhes, desde que coerentes;

• Com as portas fechadas, a única opção será seguir Rukia que estará procurando uma saída do local. Pelo canto dos olhos, vocês conseguirão ver as bonecas mexendo um braço ou perna, sempre parando toda vez que vocês encaram-nas de verdade. Será possível ouvir barulhos de risadas infantis e um outro som distante, metálico e arrastado. Mais uma vez, sintam-se livres para adicionar detalhes como quiserem (obedecendo a coerência do contexto), lembrando que a criatividade conta na hora da avaliação. Mais um quesito que conta é como vocês exploram os sentimentos e o psicológico de seus personagens crianças.


player


Dante Di Fontana;
Nível 4;
Vida: 90/130;
Energia: 100/130;

Kim Tae-yeon;
Nível 29;
Vida: 360/380;
Energia: 300/380;

Lorenzo Steffanina;
Nível 6;
Vida: 85/150;
Energia: 85/150;

Raphael Jauregui;
Nível 20;
Vida: 290/290;
Energia: 240/290;

Roan Morindew;
Nível 9;
Vida: 180/180;
Energia: 180/180;


regras e informações


Clima: Nublado, 13ºC;
Localização: Richmond, Virgínia;
Horário: 19h00;

• Idade dos participantes:
Rukia Kuchiki: 12 anos (narradora);
Dante Di Fontana: 8 anos;
Kim Tae-yeon: 7 anos;
Lorenzo Steffanina: 9 anos;
Raphael Jauregui: 10 anos;
Roan Morindew: 7 anos;

— Vocês têm 5 dias para postar. Ao fazê-lo, me mande uma MP, para que a resposta seja agilizada;
— Itens e poderes em spoiler ou code no final no post. No caso dos poderes, preferencialmente organizados por nível e tipo;
— Evite observações como "considerar todos os poderes até o nível X". Quando usar uma habilidade, cite-a e diga se é passiva, ativa ou especial (caso não o faça, o uso da habilidade será ignorado);
— Templates (com barrinha, fonte muito pequena ou que seja muito estreito) ou cores que dificultem a leitura são proibidos;
— Dúvidas, problemas? Precisa de um prazo maior? Me mande uma MP.





Rukia Kuchiki
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Re: — playin' with the devil (EVENTO / GRUPO 4)

Mensagem por Lorenzo Steffanina em Seg Out 16, 2017 8:28 am

— playin' with the devil (EVENTO / GRUPO 4) Phobos10
Carnival of Lost Souls

Halloween Event - 4th team - Dollhouse


Já fazia uma semana desde que a vida de Lorenzo dera uma bela guinada. O garoto tinha descoberto ser filho de Phobos e agora recebia olhares atravessados dos moradores do pequeno bairro em que morava na Filadélfia. Bem, todos consideravam que ele era o filho do tinhoso depois da forma como a reclamação ocorreu. Nada ortodoxa, devo dizer, mas o deus do medo parecia gostar de fazer as coisas de um jeito diferente. Como quer que fosse, era a terceira noite seguida que Lorenzo tinha o mesmo pesadelo.

Cordas estavam espalhadas para todo lado, prendendo-se ao corpo dele. Quanto mais ele corria, mais elas pareciam agarrá-lo, mas, se ele ficasse parado, elas também acabavam por sufocá-lo. O som de risadas parecia segui-lo e ficava sempre cada vez mais alto, somando-se a uma estranha música de fundo que deveria ser fofa, mas acabava sendo sinistra. Em dado momento, Lorenzo sempre tropeçava e caía de cara no chão, ficando suscetível ao ataque do que quer que o estivesse perseguindo, mas ele nunca chegava a saber o que era porque acordava e não conseguia mais dormir.

Naquela madrugada, Lorenzo viu-se novamente sentado e esfregando os olhos em frustração, mas havia algo de diferente no cenário à sua volta. Sob a luz prateada da Lua, o jovem filho do medo conseguia entrever todos os objetos e móveis de seu quarto, bem como marcas mais fortes que estivessem sobre eles. Ao levantar-se para beber um copo d'água lá embaixo, na cozinha, seu olhar foi furtado por uma estranha sequência de marcações na cabeceira de sua cama.

Era como se alguém tivesse cravado sulcos no painel branco ou, ao menos, rabiscado vários traços de forma descuidada no local. Lorenzo tinha plena certeza de que aqueles rabiscos não estavam lá no momento em que ele fora dormir, suas coisas eram sempre perfeitamente organizadas (reflexo da criação que tivera antes de descobrir sua natureza semidivina), então como apareceram? Ele fechou os olhos, forçando-se a acreditar que ainda estava sonhando. Não costumava sentir medo sendo filho de quem era, mas aquilo era um tanto estranho.

Abriu os olhos novamente e encarou a madeira apenas para ver que os rabiscos continuavam lá. Mas que..., questionou-se. Achara que, com o reconhecimento do pai biológico, as estranhas aparições sobrenaturais que pareciam segui-lo acabariam, como se tais coisas tivessem sido apenas sinais da vida à qual ele pertencia e que não estava vivendo. Porém, a frequência dos eventos quatro dias depois da reclamação acabou se mostrando muito pior! Enzo se levantou com frustração e apertou o interruptor, a lâmpada lançou um forte clarão em seus olhos.

750 Ashcraft Court, Richmond, Virginia, Estados Unidos.

O loiro leu e releu as palavras em sua cabeceira, mas não entendeu porque um endereço aleatório estava gravado nela. Tentou puxar pela memória se já estivera naquele lugar, mas não conseguia se lembrar de qualquer coisa relacionada ao lado de fora da Filadélfia. Nunca sequer estivera em outra cidade, graças à rigidez do homem a quem chamara de pai por tanto tempo. Mas, bem, ele também não sabia ser um semideus até a semana anterior, então...

— Mãe! — Chamou, batendo à porta do quarto dela em plena madrugada. — Mãe, acorde, por favor...

O som de um gemido de sono que deveria significar "espere um minuto" e de luzes sendo ligadas anunciaram a Lorenzo que a mulher despertara. A mulher, loira e de olhos azuis como o filho, o acompanhou até seu quarto, curiosa com o olhar preocupado do garoto.

— O que foi? Aconteceu alguma c... — ela deitou os olhos sobre a cabeceira da cama de Lorenzo. — Mas o que é isso?!

— Por favor, me diga que você tem a resposta. Conhece esse endereço? Tem algo a ver com meu pai?

Ela o olhou com sincera falta de explicação em suas feições, mostrando-se tão confusa quanto ele em relação ao endereço. Porém, ela tinha uma ideia do que aquilo poderia significar.

— Eu não faço a menor ideia do que é isso, exatamente, mas está claro que resolveram vir atrás de você — ela respondeu, seus olhos assustados demonstrando claramente que chegara até eles o que ela mais temia.

* * *

Pela manhã, Lorenzo evitava encarar a mãe. Sua expressão estava fechada e resoluta e ele estava decidido a não sair dali. Claro que sempre quisera ver o restante do mundo, mas a reclamação recente ainda trazia um longo período de adaptação e sérias preocupações à cabeça do garoto. Ele não entendia ainda tão bem como funcionava a relação "monstros x semideuses", mas não queria correr o risco de deixar sua mãe à mercê de criaturas revoltosas que pudessem machucá-la para atingi-lo. Ainda que agora ela o estivesse quase enxotando para fora de casa.

— Aquele menino bode veio até aqui por algum motivo, Lorenzo. Você não queria tanto uma mudança na sua vida? Bem, isso faz parte da mudança. Você não pode fechar os olhos para estas coisas!

— Eu não vou deixar você aqui, mãe, custa entender isso? — Questionou, desejando de todo o coração parecer firme em sua decisão, mas o medo de estar sendo desrespeitoso o fazia fraquejar. Lorenzo fora criado para ser o filho perfeito e falar naquele tom com a mãe com certeza não era perfeição.

— Custa, sim! Custa a sua vida! Eu sei que quer me proteger, embora nem saiba do quê, mas precisa estar vivo para isso. O menino bode disse que os pesadelos como esse que você me contou são um sinal!

— Ele só estava com medo, mãe, nada demais... Aliás, ele mesmo disse que eram só boatos.

— Eu sei que você não é afetado pelo medo, mas eu sou! O medo pode ser bom, meu filho, pois evita que você seja imprudente. Procure o garoto bode e faça conforme ele mandar. Provavelmente ele deve saber o que significa o tal endereço.

Lorenzo bufou, mas sabia que a mãe tinha razão. Ele também estava preocupado. Não havia motivos para o sátiro inventar uma história sobre semideuses morrendo depois de pesadelos só para assustar um filho de Phobos. Assim, por mais que Lorenzo não quisesse admitir, havia realmente a chance de que o boato contado fosse real e, neste caso, ele poderia morrer a qualquer minuto ao invés de proteger sua mãe. O sátiro quisera levá-lo para um lugar chamado Acampamento Meio-Sangue, mas, pelo visto, sua rota mudaria.

O garoto se levantou e abraçou a mãe apertado. Só havia uma coisa que o fazia temer e era perdê-la, mas, se precisava deixá-la para garantir-lhe a segurança, ele o faria. Lorenzo subiu para o quarto e arrumou uma mochila com algumas mudas de roupa e parte do dinheiro que guardava, enquanto a mãe procurava passagens para a Virginia no ônibus com a partida mais próxima possível. O garoto viu-se na rodoviária pouco antes das dez da manhã, pronto para uma viagem que duraria cerca de oito horas e meia.

* * *

Não ocorreram problemas durante o longo e cansativo trajeto. Lorenzo se levantou várias vezes para esticar as pernas e fazer correr melhor a circulação, esticou-se, espreguiçou-se, bateu os pés no ritmo da música que tocava no rádio do veículo e até tentou cochilar, mas a hora parecia não querer passar. Quando ele finalmente desceu na rodoviária de Richmond, estava com o corpo todo dolorido de cansaço, morrendo de fome e sem entender como os demais passageiros não notaram sua lança de bronze. Parou para comer um donut na primeira vendinha que viu e perguntou à balconista se ela conhecia o endereço anotado em um pedaço de papel.

Com as direções recebidas pela mulher, que pareceu estranhar bastante que alguém procurasse aquele endereço, Enzo seguiu até alcançar um parque de diversões abandonado pelo que pareciam ser muitos anos, pois o matagal estava alto por quase todo o local. Qualquer pessoa em sã consciência evitaria se aproximar mais de um lugar como aquele, mas o loiro não era um garoto comum e tinha plena consciência disso. Se algo sobrenatural o levara até ali, era porque ele deveria entrar.

Entrou.

Os nós dos dedos de Lorenzo estavam mais brancos do que o normal enquanto ele caminhava lentamente pelo interior do parque. Não precisou fazer muito esforço para entrar, já que foi só afastar uma velha cerca de metal para o lado e engatinhar para conseguir. Não havia viva alma por perto, Lorenzo notou, seus passos ecoavam na noite escura e o som de grilos cantando perto e longe faziam a trilha sonora daquele cemitério de brinquedos abandonados.

As lojinhas mais próximas de onde ele entrara, o carrossel de fadinhas, uma barraquinha que deveria ter sido de tiro ao alvo... tudo estava destruído, comido pelas traças ou sufocados por poeira e teias de aranha. Enzo ouvia o som de seus pés no solo alto demais e temia estar chamando a atenção de algum inimigo em potencial, mas nenhum apareceu. A parca luz da Lua e das estrelas no local não ajudava muito e o poste mais próximo já estava a muitos metros de onde o garoto se encontrava no momento. Além disso, quase não passavam carros pela rua que o levara até ali para ter a luz dos faróis.

Cerca de cinco minutos de caminhada contínua depois, sob o facho prateado do luar, uma forma pôde finalmente ser vista. Parecia um cenário perfeito para filme de terror: uma garota sentada à entrada de uma das atrações destroçadas do parque, distraída enquanto corria o indicador pela camada de sujeira no chão como se traçasse um desenho que só ela conhecia. Não demonstrou ter ouvido a chegada de Lorenzo e muito menos se importar com isso. O filho de Phobos, estranhamente intrigado, tentou um contato:

— Foi você quem me chamou aqui? — Perguntou, sua voz, por mais baixa que estivesse, parecendo preencher todo o local. Contudo, a jovem não se deu ao trabalho de responder ou mesmo de ter qualquer reação.

Enzo manteve a mão firme em torno do cabo da lança, atento a todo e qualquer ruído que chegasse aos seus ouvidos. O som de passos oriundos de uma rota não traçada pelo loiro indicou-lhe a chegada de mais alguém para aquela estranha reunião e tal situação se repetiu outras duas vezes. Lorenzo nunca tinha visto qualquer uma daquelas pessoas na vida e, aparentemente, todos estavam tão confusos quanto ele próprio. Apenas quando o último chegou foi que a garota à frente da atração "Dollhouse" deu sinal de vida, levantando-se e, sem dizer qualquer palavra, entrando no brinquedo e claramente nos convidando a fazer o mesmo.

Lá dentro, o filho de Phobos percebeu que o nome fazia jus à decoração — ou talvez fosse o contrário. Havia uma infinidade de entalhes delicados e feitos claramente com muito esmero, babadinhos como os dos vestidos de boneca, cores suaves e harmônicas, tudo tão perfeitamente arrumado (apesar do abandono de tanto tempo) que era como se ainda existisse vida somente por ali. Além de tudo isso, é claro, era possível ver as bonecas. Todas de porcelana, sentadas pelo chão, em cadeiras, de pé. Tinha boneca em tudo quanto era canto e elas, em tamanho humano, traziam em seu olhar supostamente inocente certa indicação de algo macabro.

Continuaram avançando e Lorenzo perguntou-se se estavam em uma constante descida, pois os objetos pareciam se elevar ao redor dele, alguns se distanciando muito para o alto. Porém, olhando diretamente para o chão, o garoto percebeu que nada se movia e que, na verdade, tudo parecia crescer à sua volta. Quando finalmente pararam de caminhar, Enzo olhou para os demais presentes e percebeu o que tinha realmente acontecido: as bonecas e outros objetos da casa não tinham crescido, eles é que tinham voltado a ser crianças.

— O... O que tá acontecendo? — Ele perguntou, meio gaguejando, e percebeu que sua voz tinha voltado completamente ao timbre infantil que tivera.

Todos pareciam igualmente confusos e, exceto pela menina que antes estava sentada à frente da atração, ninguém tinha ideia do que aquilo podia significar. Lorenzo sentiu a mão esquerda suar e começou a abri-la e fechá-la constantemente em reflexo, mal percebendo que isso era algo que ele não fazia havia muito tempo. Antes, quando ficava tenso, preocupado com as estranhas entidades que pareciam segui-lo, era este tique nervoso que aparecia. Quando o padrasto, a quem ainda chamava de pai à época, ralhou com ele pela quarta ou quinta vez para que não se permitisse ser influenciado pelo diabo, Enzo forçou-se a parar.

— Conta a lenda — começou a garota, que parecia estar em uma idade um pouco mais velha que os demais — que o parque era assombrado. Alguns diziam ser para o bem, outros para o mal. Afirma-se que os brinquedos ganhavam vida mesmo diante das pessoas, sendo que a experiência poderia ser boa ou ruim, nunca se sabia o que seria enfrentado.

A voz da menina fazia arrepios correrem pela espinha de Lorenzo, por mais filho do medo que ele fosse, e, quando ela parou de falar, uma melodia infantil começou a soar de lá de fora em conjunto com vozes e risadas. Era como se, subitamente, o parque tivesse ganhado vida outra vez e todos aqueles transeuntes que lá estiveram tivessem voltado. Mas o que mais preocupou o herdeiro de Phobos foi o reconhecimento das notas musicais soando ao fundo. Calma e infantil, mas estranhamente tenebrosa, era a mesma que o garoto ouvira em seu pesadelo por três noites seguidas.

Lorenzo olhou em volta atrás de portas, mas tudo estava trancado e a única visão que se tinha do exterior era por uma janela, que mostrava o parque estranhamente em funcionamento ainda que estivesse vazio. Não havia o que fazer. Estavam presos dentro da casa com bonecas que vez ou outra se mexiam, mas que permaneciam estáticas quando olhadas diretamente. Lorenzo sentia-se tremer por dentro, o que era muito incômodo, e o som das risadas e um estranho ruído de metal se arrastando só pioravam a sensação. Estar mais jovem também dava-lhe a sensação de vulnerabilidade e ele apertava a lança em sua mão. Esperava entender logo o que estava havendo ali.

Adendos:

Poderes utilizados:

Nenhum poder foi utilizado neste turno.

Itens levados:

Faca [Sua lâmina bronzeada mede cerca de 24 cm, e seu cabo tem o mesmo comprimento padrão. É bastante afiada e é perfeita para ataque ágeis e rápidos. O bom desta arma é sua eficiência tanto para mãos hábeis quanto para manuseios mais inexperientes, pois é uma arma curta, fácil de esconder e ao mesmo tempo fácil de manusear. Seu punho é feito de aço, mas uma camada de couro escuro cobre o aço para que o usuário possa segurá-la firmemente. Na parte inferior da lâmina, próxima ao cabo, há entalhado as siglas do Acampamento "CHB"; uma propriedade que só os meio-sangues e criaturas místicas podem ter e usar (ajuda um pouco na destreza)] {Bronze, aço e couro} (Nível mínimo: 1) {Nenhum elemento} [Recebimento: Administração; item inscrição padrão do fórum] Presa ao cinto, escondida sob a camiseta.

{revenge} / Colar [Um colar feito de prata tingida de preto possui um pingente de uma caveira. Uma vez por missão, ao desejo do semideus, pode ativar seu poder para invocar o fantasma da garotinha morta na igreja que possui 50/50 hp/mp. O fantasma não serve para batalha e sim como um segundo par de olhos para Lorenzo. Ela fica posicionada onde ordenada por até 3 turnos, ou até ser destruída, e quando avistar algo de suspeito o semideus começa a ver pelos olhos dela] {Prata} (Nível Mínimo: 6) (Recebido pela missão 'Take me to church' Avaliada por Will Fortune e atualizada por Phobos) No pescoço.

{Phobia} / Lança [Arma feita de bronze sagrado e tem um rubi cravejado no meio de seu cabo, é leve e tem fácil manuseio. Sua inspiração vem da lança utilizada por Phobos. Torna-se uma pulseira de spikes no nível 20.] {Bronze Sagrado} (Nível Mínimo: 1) {Controle sobre o Medo} [Recebimento: Presente de Reclamação de Phobos] Empunhada na mão direita.

{Requiem} / Amuleto [Feito de bronze, porém com a aparência de um crânio de uma gralha, com os olhos feitos de uma pedra preciosa púrpura. Seu efeito é que, ao ser utilizado pelo usuário, faz com que este possa sentir o medo de todos à sua volta em um raio de 50m. Pode ser usado como benefício para o filho de Phobos aproveitar-se da situação, já que caso o oponente do filho de Phobos estiver sofrendo sobre o efeito de algum poder de medo, um som ecoará do amuleto, podendo variar de acordo com o medo do personagem: uma risada de palhaço, passos de insetos, uivos, lástimas de fantasmas, etc. Somente o usuário e a "vítima" poderá ouvir esse som, aumentando a potencia do efeito do poder amedrontador em 20%. Não é um efeito sonoro.] {Bronze sagrado} (Nível Mínimo: 1) [Recebimento: Presente de Reclamação de Phobos] No bolso da calça.

{Voduko} / Boneco de vodu [Um pequeno boneco de vinte e cinco centímetros feito de pano negro. Fincado no boneco existem três alfinetes de metal. Ao ser banhado pelo sangue de seu oponente, o boneco permite que o semideus controle um único movimento dele, sendo algo básico como correr, parar, pular e etc - uma ordem com apenas uma palavra. Ainda assim o filho de Phobos não conseguirá obrigar o oponente a se suicidar ou a atacar outro alvo. Isso pode ser feito um único turno na missão. Caso prefira, o filho de Phobos pode usar os alfinetes no boneco banhado de sangue para fincar três partes do corpo de seu adversário, fazendo ele sentir uma dor ilusória no local mas que não causa dano algum, servindo apenas para afetar sua próxima ação, diminuindo a efetividade do oponente em 25% por alfinete, não cumulativos. Após o uso dos 3, o poder deixa de funcionar até a missão seguinte. O boneco pode ser usado apenas com o sangue de um oponente de cada vez, e funcionará novamente somente após ser banhado em água pura.]{Tecido e espuma} (Nível Mínimo: 1) [Recebimento: Presente de Reclamação de Phobos] Dentro da mochila às costas.

.:: narração :: falas :: pensamentos :: falas de outros ::.
Lorenzo Steffanina
Lorenzo Steffanina
Filhos de PhobosAcampamento Meio-Sangue

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Re: — playin' with the devil (EVENTO / GRUPO 4)

Mensagem por Roan Morindew em Ter Out 17, 2017 5:42 pm

Playin' with the devil
Embora ouvisse bastante na cafeteria em que trabalhava, eu duvidava que pessoas simplesmente morriam se não seguissem o que seu subconsciente, em sonhos, mandava. Estava cansado dessas novas lendas urbanas em Richmond.

— Queria estar morto. — comentei com Aysha, outra atendente.

— É só não obedecer seu sonho, Ro. — ela sorriu e piscou para mim, afastando-se do balcão com uma bandeja nas mãos.

Revirei os olhos. Aysha vivia debochando das coisas. Mas, e se essas histórias constantes de mortes fossem reais? Poderiam ser, aliás? Já tinha uns bons dias desde que elas começaram. Diferentemente da maioria, eu era um semideus e sabia disso. Que outras loucuras como essa também poderiam ser reais? Minha cabeça começou a latejar.

O grito do proprietário do café varreu os pensamentos incômodos da minha mente. Apesar de estremecer, reabasteci uma bandeja com mais pedidos e corri para entregá-los. Dessa mesma maneira, sobrevivi ao resto do expediente.

Esse dia parecia ter sido o mais desgastante. Além de outras duas broncas, alguns clientes pareciam gritar sobre seus conhecidos que foram mortos depois de não irem ao cinema ou não pagarem seus traficantes.

A dor de cabeça havia voltado. Ao entrar em meu pequenino flat, não me preocupei em me largar no sofá. Estava exausto pelas horas extras. E, como sempre, não tardei em cair no sono.



Um baque surdo me despertou. Sentei-me num ímpeto, os olhos arregalados. Mais um baque. E outro. Depois de alguns segundos, o barulho apresentou um ritmo constante.

A miniatura da Estátua da Liberdade era o objeto mais próximo de mim. Fi-la de arma quando me levantei, atônito. O medo seria pior se eu esperasse, na sala, algo acontecer. A cada passo em direção ao quarto intensificava o ruído seco que de lá vinha.

— Hã… — não soube como me dirigir a ele assim que, pelo canto do batente da porta, eu o vi. — Pai?

O olhar do deus era tenebroso. Ao focá-lo em mim, me fez derrubar a arma improvisada no chão. Um instante seguinte, ele devolveu o foco ao que fazia antes, agindo como se eu não estivesse ali.

— Que porra é essa? — investi em direção a Hipnos, a raiva me invadindo. Agora, ele estava com as mãos apoiadas na cintura. Com os olhos para o alto, ele analiava algo na parede.

Mais próximo, direcionei meu olhar para o mesmo lugar que o de Hipnos. Meu corpo retesou por completo de imediato, assim como o semblante estarrecido que despontou em meu rosto. Minha boca aberta foi incapaz de emitir coisa além de um fraco ruído. Foi a gargalhada do meu pai, à minha esquerda, que me livrou dessa paralisia.

— Gostou, filhote? — ele disse, ainda rindo.

Engoli em seco. Transferi meu olhar para o deus, incrédulo. Eu estava sem reação.

— Esse é você, Roan. Em dez dias. Ou menos.

Sua risada ecoava em minha mente de uma forma monstruosa. Ele estava me ameaçando ou alertando? E por qual motivo a minha própria cabeça representava empatia por mim?

Chacoalhei a cabeça, tentando me recompor. A goteira escarlate provinda do meu pescoço empoçava bem diante dos pés do deus, ao lado de um martelo rústico. Ele permanecia interessado pela sua mais nova obra de arte, fazendo carícias aleatórias no meu rosto pregado no concreto.

— O que você quer de mim? — finalmente consegui dizer, mesmo que minha voz tivesse soado trêmula.

O sorriso estampado em seu rosto era bizarro. Por um curto tempo, eu era apenas encarado. E por isso insisti na pergunta, mais firme do que antes

Hipnos não parecia o mesmo que em poucas ocasiões me encontrou durante meus sonhos. Parecia tão solidário, tão preocupado comigo. E estava totalmente diferente. Nada fazia sentido.

—  O QUE VOCÊ QUER DE MIM? — mais uma vez, questionei, berrando. Simultaneamente, me lancei contra o deus, atingindo seus ombros com força.

O sorriso psicopata desapareceu num piscar de olhos. Mais uma vez, estremeci, imóvel, enquanto era observado dos pés à cabeça. De abrupto, então, Hipnos assoprou levemente o ar em minha direção.

Continuei atônito, assistindo-o. Entretanto, o resultado do sopro arrancou mais gritos de mim, e, junto com eles, o meu ar. Fui arremessado brutalmente para trás, e não parei ao atingir a primeira parede de gesso: atravessei-a, deslizando pelo chão da sala até ser amparado pelo sofá no qual dormira. A simples tentativa de erguer a cabeça, a fim de mirar Hipnos, foi em vão. O enturvecer da minha visão antecedeu o desmaio.



Acordei num susto, desesperado. A busca pelo ar, inspirando fundo, contraiu erroneamente as minhas costas. Uma pontada me fez gemer alto. Aquilo foi real? Virei-me para o lado sem pressa, constatando que a parede entre a sala e o quarto estava inteira. Larguei-me no sofá mais uma vez após um longo suspiro aplacado.

Nesse momento foi que eu cogitei pular da janela. Algo fora escrito na parede, logo acima de onde eu estava. Sem pensar, pulei para fora do sofá, esbugalhando os olhos ao ler a mensagem:

750 Ashcraft Court, Richmond, Virgínia, Estados Unidos.

O forte cheiro de ferrugem não deixava dúvidas de que o endereço fora escrito com sangue. Levei um susto. Tateei meu corpo inteiro, focando muito no pescoço, conferindo que tudo estava no lugar. Senti um alívio pelo sangue na parede não ser meu. E não fazia muita questão de descobrir de quem era.

O tempo que fiquei andando de um lado para o outro na sala era ignoto. Definitivamente isso era a coisa mais estranha da minha vida. Não que muita coisa tivesse acontecido. Sorri com o pensamento.

Minha mente martelava em cima do endereço na parede. Mantive as cortinas fechadas para que ninguém de fora visse. Também cancelei a visita da minha querida avó. Eu precisava trabalhar e não seria sensato levá-la ao apartamento com o estranho sangue na parede. Liguei para ela. Minha atuação era digna de despistá-la.

Mais perguntas surgiram quando descobri um pouco a respeito do endereço. Era um parque de diversões, que inclusive eu conheci quando mais novo. Eu já tinha 16 anos. E em praticamente todos eles eu vivi como uma pessoal normal. A aparição de Hipnos e agora da mensagem não me deixavam tirar outra conclusão: o mundo mitológico tinha me encontrado outra vez.



Depois de meses, decidi desencaixotar os estranhos itens que havia recebido de meu pai e pô-los na mochila. Também pus uma garrafa de água e um lanchinho. A lua já estava majestosa no céu, mas independente do cansaço diário após um dia de trabalho eu estava decidido.

O GPS do celular me ajudava a caminhar pela cidade. Há anos que o parque fora fechado. Todavia, eu precisava ir até lá. O aviso de meu pai na madrugada anterior tinha ligação com o que existia no parque. Eu tinha certeza. E, talvez, poderia lutar com a premonição da minha vindoura morte.

Perdido em meus pensamentos, não me atentei ao tempo. O importante era que estava ali, ainda que hesitante diante a visão que tinha. A noite tornava o parque de diversões mais assustador. O portão, entreaberto e enferrujado, também. Guardei o celular e inutilmente olhei para trás e para os lados. Ninguém. Eu estava sozinho.

Eu respirava com dificuldade. Os brinquedos e as lojinhas velhas, consumidos pelo tempo e pela vegetação contribuíram para intensificar o medo que eu sentia. De repente, lembrei de quando uma mulher-cobra tentou me matar alguns meses atrás. Toquei a bochecha, onde uma singela cicatriz existia.

O arrepio na espinha era contínuo. Tentar ignorá-lo era difícil, principalmente ao acreditar que outra mulher-cobra apareceria ali para vingar a irmã. Mas eu precisava seguir em frente. Sentia isso.

Não sei bem por quanto tempo andei. Ainda bem que o meu estômago estava vazio. Do contrário, voltaria pra casa com a cueca borrada. Minha respiração ficou mais ofegante do que nunca quando avistei algumas pessoas. Decidi ser cauteloso ao me aproximar.

Outro suspiro aliviado escapou pelos meus lábios. Eram semideuses. Eu sabia disso. E hesitantemente me juntei a eles.

— O que estamos fazendo aqui? Isso é uma armadilha? Vocês vão me matar? Eu juro que matei aquele bicho pra me defender!

Aceitei o silêncio como uma resposta. Talvez os tivesse abordado de forma errada. Portanto, falei mais uma vez:

— Oi.

Eu era péssimo em interpretar feições. Eles pareciam estar na mesma situação que eu. Decidi ficar quieto. O medo já me atingia menos. Apesar de não conhecê-los, sua companhia me inspirava segurança.

Fiquei cabisbaixo até que a menina que estava sentada na fachada do brinqudo resolveu entrar. Olhei para os demais, buscando por ajuda, mas não fui correspondido. Não vi outra alternativa senão segui-los.

Ler “Dollhouse” como nome da atração trouxe o arrepio na espinha de volta. Tirei uma das alças da mochila das costas. Estava desconfiado.

Relaxei um pouco ao tomar ciência de onde estava. Bonecas de porcelana em tamanho real, com roupinhas bregas e coloridas mas características, dominavam aquele lugar. Sentadas no chão, na cadeira, cozinhando e tomando banho. Para me distrair, me agarrei a ideia de ser uma boneca. Seria incrível.

Por onde passávamos os móveis e a decoração tornavam o brinquedo mais real. Eu já me sentia uma boneca. Mas, diferente delas, eu estava vivo. Amém.

— Tá, e agora?

Preferi ter ficado em silêncio quando percebi as coisas mudarem. Percorri os olhos pelo brinquedo, sentindo-o crescer repentinamente. As bonecas pareciam extremamente grandes.

Olhar para os outros me fez soltar um gritinho agudo. Eles estavam diferentes. Pequenos, mais jovens. Eram crianças. CRIANÇAS! Demorei para pegar o celular no bolso e abrir a câmera frontal. Duvidava que minha reação fosse muito diferente da dos outros. Eu tinha 7 anos novamente, sem cicatriz alguma no rosto.

Lágrimas despontaram em meus olhos. Abracei minha mochila com cuidado, fechando o rosto. Estava em choque. Busquei refúgio em Rukia, sem recear ao me aproximar.

A presença da garota mais velha, na minha cabeça, faria eu me sentir melhor. Mas ouvindo os contos sobre as atrações do parque que ganhavam vida quando os visitantes ainda existiam, me desatei a chorar.

Tudo piorou quando, no silêncio, vozes e risadas prorromperam do exterior da casa de bonecas. Eu não soube lidar. Fui ao encontro de Rukia de uma vez por todas, eliminando qualquer distância entre nós. Queria enfiar meu rosto em sua barriga, que era onde eu alcançava, e chorar até esquecer onde estava.

Percebi que eu era, talvez, o mais desesperado. Rukia não parecia tão movida por todo o meu drama. Prendi a respiração para afugentar o soluço, mesmo que a calmaria do parque abandonado tenha dado lugar à barulheira que ele era anos atrás.

— O que vai acontecer com a gente? — tentei olhar para os demais, focando mais na filha de Despina. Mas ela era fria. Literal e figurativamente.

A grandeza da casa de bonecas me assustava ao mesmo tempo em que me fascinava. Mas me assustava mais. Um tempinho me imaginando novamente como uma boneca - mas desta vez uma boneca das bonecas - me deixou para trás do grupo.

Virando-me para correr atrás dos meus colegas, tive a vaga impressão de que a dupla de bonecas que tomava chá à minha direita havia brindado. Brequei automaticamente, me virando de novo. Elas mantinham-se imóveis.

Coçar os olhos pareceu a solução. Eles ainda estavam embaçados pelas lágrimas. Devolvi o olhar às bonecas. Ainda estáticas. O medo estava mexendo com a minha cabeça. Eu precisava lutar.

Meus passinhos apressados ecoavam pela atração. Ignorei a sensação de ser observado quando passei pela piscina da casa. Não queria me certificar de que pelo menos 10 bonecas gigantescas estavam de olho em mim.

Finalmente, alcancei o pequeno grupo de crianças aventureiras. Imediatamente me senti mais seguro. Ofegante, investi outra vez para ficar o mais próximo possível de Rukia. Torci para que ela não se incomodasse tanto, porque meus olhos já estavam inchados o suficiente.

Roan:
itens:
{Lullaby} / Espada [Mede cerca de 80 cm, com 65 em sua lâmina. É feita de bronze sagrado; bastante afiada. Seu punho é coberto, com uma guarda de mão trabalhada não apenas no sentido decorativo. Tem dois gumes e há uma escrita entalhada na lâmina no fuller dela: "Bom sono". No nível 20, torna-se fones de ouvido, desse que são acolchoados, que não são feitos para serem conectados a eletrônicos, mas para minimizarem o som para dormir; nessa forma, contudo, não afeta poderes sonoros ou coisa assim.] {Bronze sagrado e couro branco} (Nível Mínimo: 1) [Recebimento: Presente de Reclamação de Hipnos]

{Sand bag} / Bolsa [Bolsa de veludo preta com zíper dourado. Dentro da bolsa uma quantidade ilimitada de areia mágica pode ser encontrada, sendo que mesmo que a areia seja perdida retornará para dentro da bolsa. Esse item é essencial para que o filho de Hipnos consiga usar alguns de seus poderes. Além disso, suporta guardar três objetos de tamanho até, no máximo, 150 cm, sendo que seres vivos não podem ser colocados aqui; o item deve passar pela abertura da bolsa, obviamente, e caso a sacola seja de alguma forma danificada, assim impedindo seu uso, ela retornará aos pertences do semideus, em seu chalé ou seja lá onde for seu lar.] {Couro} (Nível Mínimo: 1) [Recebimento: Presente de Reclamação de Hipnos]

{Goodnight} / Máscara de Olhos [Acolchoada, é uma máscara que possui um elástico para assim ser presa na cabeça do filho de Hipnos, servindo quase como um óculos, porém que o impede de enxergar (teoricamente). Na verdade, quando o filho de Hipnos a usa, ele acaba por entrar num estado de "semi-sonambulismo", podendo tirar um cochilo rápido, mas ainda mantendo consciência e controle de suas ações, além de que não afeta o campo perceptivo do semideus. Esse pequeno "descanso" proporcionado o ajudará curando 5% de seu HP e MP por rodada. Máximo de três rodadas, uma vez por missão.] {Pelúcia} (Nível Mínimo: 1) [Recebimento: Presente de Reclamação de Hipnos]
habilidades:
passivas:
Beleza Hereditária [01] - Hipnos era conhecido por ser um deus belo, seus descendentes adquirem tal característica, sempre serão reconhecidos por sua beleza natural - não é algo tão chamativo quanto os filhos de Afrodite - é uma beleza mais discreta e menos voluptuosa, mas que os distinguem entre as pessoas comuns. Além disso filhos de Hipnos em geral não parecem sofrer com linhas de expressão, marcas de idade, olheiras ou mesmo cabelos armados. Eles sempre parecem em bom estado. Sendo assim, aparentam ser mais jovens e bem cuidados do que provavelmente se cuidam para ser.

Conhecimento sobre sonhos [02] - Filhos e filhas de Hipnos tem mais faciidade em interpretar sonhos, sejam eles sonhos bobos e infantis ou sonhos mais importantes, mandados por entidades poderosas. Isso também vale para profecias enviadas através desse meio, embora se saiba que o futuro tem diferentes ramificações e, até mesmo se interpretando bem, não é possível saber muitas coisas, como no caso da Profecia dos Sete ou a de Percy Jackson. a porcentagem de sucesso na interpretação quando realizada por eles sobe em 20%.

Visão noturna [04] - Filhos de Hipnos são ligados à escuridão, podendo ver normalmente durante a noite ou em locais não-iluminados, desde que a escuridão não seja mágica.
ativas:
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Roan Morindew
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Re: — playin' with the devil (EVENTO / GRUPO 4)

Mensagem por Kim Tae-yeon em Qua Out 18, 2017 11:07 am

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고생 끝에 낙이 온다 서당 개 삼 년 에 풍월 읊는 다
Viver no acampamento era difícil. Era um lugar seguro para semideuses e bem diversificado, porém, ainda parecia uma prisão para Kim. Quem viveu na pele as emoções e conflitos de uma guerra civil sabia que a qualquer momento uma guerra iminente poderia explodir e devastar aquele pequeno recanto seguro dos deuses. A carnificina e o sede de sangue não eram características únicas de monstros e as demais criaturas do vazio. Semideuses também podem ser extremamente mortais caso queiram e isto era um problema a ser resolvido.

Era fim de tarde. Diversos campistas começavam a retornar a seus respectivos chalés dispostos numa área em formato de “U” ao redor de uma fogueira que começava a iluminar o local. Ninfas corriam rumo a floresta apressadamente e o sol já estava longe, revelando o céu noturno na colina a distância. Kim caminhava vagarosamente rumo a seu chalé, carregando desajeitadamente sua lança de batalha qual havia ganhado de seu pai, Ares. Era quase um ultraje receber presentes ao ser negligenciada pelo próprio progenitor, mas quem liga? Precisava defender-se e tinha seus motivos para carregar sempre consigo o lembrete mortal. O chalé onde residia parecia calmo e silencioso — até demais para o gosto da garota que bufou antes de entrar.

O grande salão vermelho estendida a sua frente e alguns de seus irmãos conversava entre si entre os sofás e mesas dispostos na sala de estar a alguns metros. Duas crianças disputavam uma queda de braço que provavelmente acabaria em uma delas choramingando para o monitor. Kim decidiu ignorar a maioria das pessoas por tratar-se apenas de desconhecidos — não passava a maior parte do tempo no chalé e consequentemente não reconhecia nenhum deles. Não é que não se importava, apenas não tinha mais paciência para isso. Ela seguiu rumo ao quarto principal onde diversas beliches estavam dispostas entre uma decoração grotesca e um ambiente nada agradável.

A garota arremessou a lança sobre o baú antigo nos pés do beliche e em seguida a si mesmo sobre o colchão antes de se envolver entre os lençóis. Seu corpo relaxou assim que havia deitado e só então percebeu que estava cansada. Exausta. Alguns minutos e logo o silêncio foi cortado pela voz de uma dúzia de pré-adolescentes correndo até o centro do cômodo. Kim tentou ignora-los, mas o assunto chamou sua atenção; sonhos. Eles comentaram algo sobre semideuses tendo sonhos amaldiçoados e recebendo mensagens através destes que caso não fossem cumpridas, a morte era certeira. A início a jovem pareceu interessada, porém logo caiu no sono quando um dos meninos esmurrou o irmão no braço em uma brincadeira com o tema da  conversa.

Devido ao cansaço a semideusa dormiu, ignorando tudo a sua volta e concentrando-se apenas em seu corpo dolorido que buscava uma boa noite de sono. Infelizmente aquela não seria uma noite tranquila. Kim despertou e não estava mais em sua cama. Uma rocha pairava no ar sobre seus pés enquanto outros fragmentos da rocha se desprendiam lentamente ao seu redor. A garota tentou se localizar, encarando o céu nebuloso de tonalidade esverdeada como uma névoa que oscilava. Ela sabia onde estava: dimensão ômega, o inferno onde uma vez ficou presa por um tempo estava de volta em seus sonhos.

A sua frente uma figura humana se materializou, estendendo a mão para a filha de Ares que se afastava em direção a beirada da rocha. Uma voz ecoou em sua mente como se estivesse próximo a ela.

“Venha Kim. Venha com o papai.”

Ao ouvir a última palavra e reconhecer aquela maldita voz, Kim saltou rumo ao infinito para fora da rocha. Seu grito quebrou toda a paz de seu quarto que agora vazio trazia uma mensagem. Ela sentou-se na cama, suando frio e respirando ofegante. Limpou o suor de sua testa com a mão direita e então percebeu a maldição do encontro com Valtor na parede: um endereço estava riscado com sangue. 750 Ashcraft Court, Richmond, Virgínia, Estados Unidos. Kim respirou fundo uma última vez antes de praguejar e saltar para fora da cama. Precisava salvar a sua própria vida.

A prole de Ares havia decidido agir sozinha afinal, já era tarde da noite e Quíron já havia problemas demais para se preocupar. Ela ajeitou uma bolsa com seus dois elixires e armou-se com suas principais armas antes de deixar o chalé. Felizmente seus irmãos já estavam a dormir quando ela saiu,  o que não ocasionou em nenhum problema nem mesmo com as harpias que patrulhavam a trilha de chalés. Depois de alguns minutos de caminhada, Kim parou próxima a rodovia que levava a Long Island e procurou alguns trocados no bolso de sua jaqueta. Apanhou um dracma, arremessando-o para cima e invocando as irmãs cinzentas que a levariam para seu destino.

Kim não esperava que o local estivesse abandonado, muito menos que fosse um parque de diversões sinistro. Ela havia conhecido alguns durante suas viagens com seu antigo namorado, mas de forma geral não haviam sido experiências agradáveis. A semideusa adentrou o parque pelo portão de ferro, notando que o mesmo já havia sido forçado anteriormente. “Alguém esteve por aqui”, pensou ela enquanto seguia entre as atrações desligadas e sujas. Carrosséis, bancadas e arquibancadas cobertas de plantas que haviam tomado conta de todo o local. A má iluminação e o horário não contribuíam muito para a garota que mesmo apressada sentia uma tensão no ar.

A atração principal finalmente fora revelada: Dollhouse. Casa de bonecas. Quais seriam as chances daquilo ser bom? Nenhuma. Assim que se aproximou da entrada pode notar alguns outros que também haviam chegado, mas decidiu ignora-los por hora. Não confiava em ninguém e não podia abaixar a guarda ainda mais agora. Fez um gesto com a cabeça ao encara-los por um breve instante e logo voltou a atenção a uma jovem que estava agachada bem na entrada do prédio. Sua expressão estava completamente distraída e vaga, como alguém que havia acabado de acordar. Kim tentou alcança-la, mas assim que se aproximou foi surpresa pelo levantar da outra que seguiu para dentro da atração. Seria loucura seguir uma completa estranha para dentro de um brinquedo abandonado, mas que outra escolha tinha? Kim respirou fundo e rumou em direção a penumbra com os outros.

O interior fazia jus ao nome. Diversas bonecas de porcelana estavam dispostas entre as paredes e cantos do prédio que fedia a armários antigos. Algumas pareciam sujas e desfocadas como se tivessem sido arrastadas enquanto outras pareciam estar em perfeitas condições com seus belos vestidos de cetim. O estilo das bonecas lembrava muito sua mãe que colecionava algumas de porcelana asiática numa prateleira no interior do antigo restaurante da família. Quem diria que a principal atração do cardápio seria a ruína de um bairro todo? Kim seguiu a garota com passos leves, atenta a decoração já destruída pelo abandono e pensando em alguma forma de tentar escapar dali se necessário. Cada passo dentro daquele lugar parecia como um peso sendo liberado das costas. As paredes velhas e até mesmo as bonecas começavam a se tornar cada vez maiores, causando estranhamento na prole de Ares que demorou para perceber o que havia acontecido.

Seus pés eram pequenos e suas roupas haviam encolhido também. Seus braços voltaram a parecer pequenos gravetos e o cabelo também havia mudado. Kim era uma criança de 7 anos novamente e isso não era bom. Quando tentou alertar os outros ou fazer qualquer coisa sequer começou a chorar. Um choro abafado entre soluços cortava o ambiente onde a semideusa tentava se controlar colocando as mãos sobre a cabeça.

Não! Mamãe! — Indagava a garota.

Ela lembrava-se de quando havia sido negligenciada e de todo o sofrimento causado por sua mera existência desde que havia nascido. Descendente da máfia coreana em Chinatown, Kim nunca havia superado o assassinato de sua própria mãe e ainda sentia que suas mãos estavam cobertas de sangue. Do seu sangue. Ela tentou respirar fundo então, parando de chorar e restando apenas uma sensação de medo. Pela primeira vez em tempos estava se sentido com medo e completamente vulnerável — nem mesmo a dimensão ômega havia deixado à garota nesse estado. Ela continuou seguindo a semideusa que parecia mais velha. Ela comentou então sobre a história da casa de bonecas; as atrações que ganhavam vida diante humanos em suas visitas ao local. Kim sentiu um frio na barriga e voltava a choramingar baixinho, tentando ignorar seus pensamentos ruins como sua babá havia lhe ensinado.

Sons ecoaram pela pequena janela a distância do salão que parecia ainda mais tenebroso. Automaticamente Kim correu até ela aos prantos, empurrando qualquer coisa que estava em seu caminho até deparar-se com um parque qual havia visto anteriormente, porém, funcional e repleto de luzes e visitantes. Confusa, ela tentou socar o vidro com suas pequenas mãos em busca de liberdade sem sucesso.

Ajudem-me! Procurem uma saída! — exclamou Kim para os outros — Por que entramos aqui? Você sabia disso e entrou! Você é má.

A mais velha integrante começou a procurar uma saída junto aos outros integrantes que pareciam tão confusos e aflitos quanto à filha de Ares. Ela tentava empurrar a janela, desistindo e seguindo para possíveis arestas ou fendas na estrutura para conseguir escapar. Estava presa novamente, exatamente como era presa por sua mãe qual não precisava de mais um incomodo em sua vida. Suas lágrimas continuavam a rolar a cada esforço em vão da garota que só então percebeu que as atrações da casa de bonecas começavam a se mover...

Adendos:

{Wrath} / Lança de artilharia [Lança longa, de 2m de comprimento. O cabo é feito de mogno, recoberto em bronze sagrado, sendo resistente porém mais leve que uma lança comum. A ponta é de bronze sagrado. Em toda sua extensão pontos avermelhados podem ser vistos: são engastes em rubi, decorando o cabo.] {Bronze sagrado, mogno e rubi} (Nível Mínimo: 1) {Não controla Nenhum Elemento} [Recebimento: Presente de Reclamação de Ares]

{Stunt} / Escudo [Escudo circular feito de metal com uma cabeça de javali esculpida em seu centro. Banhado em bronze, este fica em um tom avermelhado quando usado em batalha, representando sua segunda camada de bronze sagrado. Transforma-se em uma braçadeira de spikes no nível 20.] {Bronze sagrado (Nível Mínimo: 1) {Não controla Nenhum Elemento} [Recebimento: Presente de Reclamação de Ares]

Bite / Chicote [O chicote tem 4m de extensão e é feito de bronze trançado com couro em toda a arma. Na ponta, três espinhos de prata com 6 cm na forma de dentes adicionam um dano extra de sangramento e perfuração todas as vezes que o alvo for atingindo com sucesso - a última palavra é a do narrador] {Couro, prata e bronze} (Nível mínimo: 3) {Nenhum elemento} [Missão OP: "Freak Show" elaborada e avaliada por Hipnos]

{Teddy} / Colar [Composto por uma correntinha de ouro e um pingente de bronze em formato de ursinho de pelúcia, o colar serve como um indicador de perigo. Quando uma situação potencialmente perigosa se torna extremamente próxima do(a) portador(a), o pingente assume uma leve coloração avermelhada, como um alerta] {Materiais utilizados: ouro e bronze} (Nível Mínimo: 7) {Elemento controlado: nenhum} [Recebimento pela missão "Old Habits", narrada por Silvia Kawasaki, atualizada por Eros.]

Elixir da Energia (titânico):
Recupera 100EP.

Elixir da Vida (divino): Recupera 200HP.
Habilidades:


Passivas

◊ Liderança em Batalha [Nível 16]
Pela experiência em batalhas a prole de Ares se prova mais do que capacitada a liderar qualquer investida, instruindo os outros semideuses que os acompanham com algumas estratégias de combate, ocasionando em um aumento de 10% de dano dos ataques de seus companheiros, desde que anteriormente tenha sido planejado pelo filho de Ares. Essa habilidade funciona para aliados que estejam em um raio de até 50 metros da prole de Ares. Válido apenas durante o combate. [Modificado]

◊ Estado de alerta [Nível 21]
Quando os filhos de Ares estão correndo algum risco de serem atacados ou mortos de surpresa, eles têm uma premonição, um sentimento de perigo. Este sentimento os alerta para que fiquem em guarda, e apenas se eles forem o alvo original e intencional - um acidente ou desvio não seria alertado, como uma bala perdida, por exemplo, por não fazer deles o foco (da mesma forma, algo que afete uma área não seria notado) - e não revela a localização do inimigo ou o tipo de ataque. Não funciona se estiver dormindo ou inconsciente de alguma forma. Abrange apenas os efeitos em um raio de 50m. [Modificado, antigo "Percepção instintiva"]


Ativas

Nenhuma.
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Re: — playin' with the devil (EVENTO / GRUPO 4)

Mensagem por Joseph K. Napier em Qua Out 18, 2017 8:18 pm

Carnival of Lost Souls


John corria atrás do semideus. Não era ao certo o melhor amigo de Rapha, não mesmo. Seu rosto estava deformado sua barriga aberta com as entranhas caindo ao chão e sendo arrastadas por ele. Seus gemidos eram horripilantes e a cada vez que ele conseguia pronunciar 'foi sua culpa' o sentimento de desespero tomava conta do corpo do filho de Zeus o fazendo travar por completo.

Rose apareceu do outro lado da mesma maneira. Rosto deformado, entranhas indo para o chão, gemidos e gritos. Cada vez que aquelas palavras era anunciadas Raphael sentia vontade de se matar e ela apenas aumentava.

A três anos ele havia deixado seus melhores amigos morrerem. Ele foi fraco, foi inútil e enquanto os outros dois lutavam para se manterem vivos ele fugia de forma covarde.

Raphael tentou correr dos seus amigos deformados, gritando pedindo por socorro, mas quanto mais gritava mais a sua voz se tornava falha e ia perdendo o som aos poucos. Correu até que bateu de frente com uma parede e caiu sentado no chão. Nos tijolos do local onde ele havia esbarrado tinha uma mensagem em sangue:

"750 Ashcraft Court, Richmond, Virgínia, Estados Unidos"

O filho de Zeus se virou para trás e seus dois amigos mortos avançaram na direção da jugular do garoto o degolando por completo.

Seus olhos se abriram nesse momento e de forma ofegante ele se sentou na cama percebendo que tudo aquilo não passava de um sonho. As lágrimas não paravam de escorrer em seus olhos. Aquele tipo de sonho já estava sendo comum para o monitor e sempre que acordava sabia que choraria por tudo aquilo.

O mais estranho para ele era o endereço escrito na parede. Levou a mão até a cabeceira da sua cama quando percebeu ter um bilhete por ali. Ele abriu e notou que nele estava escrito o mesmo que na parede em seu sonho. Um leve desespero bateu no semideus que se levantou de imediato, afinal os boatos que corriam pelo acampamento era que semideuses tinham sonhos e quem não os obedecia morriam.

Não sabia se aquilo possuía alguma relação com o seu sonho e o bilhete mas sabia que devia ir até lá apenas para verificar. Colocou uma roupa, visto que dormia só de cueca, uma mochila com as armas que achava necessário lá dentro, exceto sua lança que iria na transversal entre as costas do semideus e a bolsa.

O monitor agradeceu ao seu pai pelo seu poder de voo, afinal poderia sair do acampamento por cima e chegaria de maneira rápida pelo céu. Foi o que ele fez, saiu voando e demorou pouco mais de vinte minutos voando de maneira rápida até o endereço. O fato da noite estar começando fazia o céu ficar iluminado pela lua.

Demorou pouco mais de vinte minutos para que o monitor chegasse ao local indicado pelo bilhete. Era uma espécie de parque de diversões abandonado a alguns anos. Olhando dos céus dava para ver que a grama e a vegetação já começara a tomar conta de quase tudo que uma vez teve 'vida' por ali.

Desceu até o chão e posou de maneira graciosa tocando as pontas dos pés até que estava firme por completo. Abriu a bolse e pegou inglória de dentro dela a empunhando, afinal nunca se sabe o que se espera de um lugar que havia sido indicado por um sonho.

As lembranças daquele local vieram a tona na sua mente. Quando era pequeno ele, John e Rose costumavam ir para lá cerca de uns quinze anos atrás. Seus olhos marejaram mas ele segurou fundo e começou a caminhar pelo lugar.

Não encontrava ninguém ali além dele e da senhora solidão. O que era bom, quanto menos pessoas tivessem lá menos ele lembraria do seu ato contra um filho de Nêmesis e da maldição que recebera da deusa. Isso não durou muito afinal ele avistou um grupo de semideuses perto de uma atração chamada 'dollhouse'. Ele revirou os olhos quando notou duas garotas e se recordou da maldição.

Ele se aproximou e mostrou o bilhete. Não disse nada, nem nome, progenitor, absolutamente nada. No momento ele apenas queria que Kurt, seu crush do acampamento, estivesse ali com ele afinal era o única que conseguia o deixar calma.

Os seis semideuses entraram no local e ele fazia jus ao nome pois lá dentro havia várias e várias bonecas, de vários tipos e com as mais diversas roupas, sentadas, de pé, no chão. A única coisa em comum delas era a altura. Todas tinham altura de uma pessoa humana.

Mas o semideus notou alguma coisa de errado. Conforme ficavam la dentro as coisas ao redor pareciam aumentar, em especial as bonecas pareciam ficar mais altas. O peso da mochila parecia aumentar junto. Quando olhou para o lado notou que todos os outros estavam muito mais novos do que eram quando chegaram. Olhou para sua mão e notou que elas estavam pequenas, levou elas até o rosto e não percebeu a barba.

'Merda' ele pensou apertando o sabre com as duas mãos de maneira firme. Suas pequenas mãos tremiam e ele estava completamente assustado. Queria correr em direção da garota que parecia ser a mais velha do grupo e a abraçar da mesma maneira que um garoto careca fez, mas ele se segurou, contendo o choro apenas para ele, pois sabia que se encostasse nela a dor que sentiria devido a maldição seria dilacerante.

— Conta a lenda... — A garota que aparentava ser mais velha começou a falar. — Que o parque era assombrado. Alguns diziam ser para o bem, outros para o mal. Afirma-se que os brinquedos ganhavam vida mesmo diante das pessoas, sendo que a experiência poderia ser boa ou ruim, nunca se sabia o que seria enfrentado.

Uma sequência de 'fodeu' saíram da boca do semideus de maneira baixa. Não queria que ninguém o ouvisse. O fato de ouvir o som de brinquedos do lado de fora da casa acompanhada de risadas aumentava ainda mais a vontade do garoto de fugir daquele lugar.

As lagrimas de medo escorriam pelo rosto de Raphael porém ele não deixava que um som saísse de seu choro, sentiu-se na obrigação de, por parecer o mais velho de todos exceto pela garota, ficar no fundo para proteger a guarda. Essa atitude se dava pelo fato de ser monitor, apesar de todo o medo que sentia.

Conforme eles andavam Raphael podia sentir no seu ponto cego algumas bonecas se mexerem mas sempre que as encarava elas estavam paradas. Ele definitivamente queria fugir dali gritando, porém não tinha a coragem suficiente para isso.
| Observações Adicionais |


Arsenal:
{Scrach} / Lança [Lança metálica, feita inteiramente de bronze sagrado. A ponta é maior do que a de lanças comuns, formando uma lâmina em forma de raio, que apesar de mais difícil de manejar para quem não é acostumado, pode causar danos potencialmente maiores, ainda mais considerando-se o peso, já que até seu cabo é metálico. Esse dano adicional contudo não é inerente à arma, dependendo do manuseio e habilidades do semideus.] {Bronze sagrado} (Nível Mínimo: 1) [Recebimento: Presente de Reclamação de Zeus]

{Inglória} / Sabre [A karabela tem um punho aberto com o pomo no formato de uma cabeça de águia. Seu cabo anatômico permitia o manejo mais fácil de cortes circulares quando se luta a pé e e de cortes oscilantes quando montado no cavalo/pégaso. É feita de bronze sagrado e seu punho é revestido com couro. Vem junto de uma bainha de couro. No nível 20 transforma-se em um anel, com a cabeça e as asas de uma águia entalhadas.] {Bronze sagrado e couro} (Nível Mínimo: 1) [Recebimento: Presente de Reclamação de Zeus]

{Lédix} / Gládio de bronze sagrado [Semelhante a espada curta, porém esta tem a lâmina mais larga na base e maior no comprimento, medindo cerca de 80cm. Devido ao pouco peso, é empunhada com uma única mão, deixando a outra livre para utilizar escudos ou outros itens. O cabo é de madeira simples.][Bronze sagrado e madeira][Sem nível mínimo, sem elementos] [Recebimento: Mercado Negro da Luz, atualizado por Asclépio]

Elixir da Energia (divino): Recupera 200EP.

Poder passivo:
(Perícia com armas laminadas (Nível 1)- Filhos de Zeus são bons com espadas, as manejando com certa familiaridade. NOVO![criado por Sadie Bronwen]

Respiração aérea (Nível 2) - Você poderá respirar em ar rarefeito. Muito útil após aprender a voar.

Voar (Nível 5) - Será seu poder característico. É muito útil e aperfeiçoado quando quiser.

Eletro-percepção (Nível 11) - Assim como alguns animais, como os tubarões, que detectam estímulos elétricos, sua percepção é melhorada dentro de um raio. 10m iniciais, mais 1m adicionail por nível. Dentre desse raio, você é capaz de notar mudanças sutis geradas pela movimentação dos seres ao redor e, portanto, não recebe ataques críticos provenientes de ataques surpresa, mas não quer dizer que consiga prever os ataques completamente, já que não é como se soubesse os movimentos que estão planejando, e sim que estão perto. NOVO! [criado por Sadie Bronwen]

Poder ativo:
Nenhum usado



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Re: — playin' with the devil (EVENTO / GRUPO 4)

Mensagem por Dante Di Fontana em Qui Out 19, 2017 7:17 pm


if the life is rough
remember to check if the moon is still in the sky


AA primeira coisa que Dante se lembrou que viu foi o sorriso maníaco de uma boneca de porcelana. Os olhos vazios que o checavam de cima a baixo. As mãos que, embora frágeis, seguravam uma enorme faca de cortar carne firmemente. As feições de garota boazinha dos anos cinquenta, que contrastavam com suas intenções. Com ela em seu colo e sem poder se mexer, ele gritou.

Em um piscar de olhos, o cenário mudou: era uma sala. A luz das velas na mesa atrás de si, davam um ar mais aterrorizante. Quando pensava ter se livrado da boneca que atormentava seus sonhos, ele a viu.

Estava rodeado por diversas réplicas daquela boneca de porcelana.

Vamos brincar, Dante? Vai ser divertido!

Acordou de supetão, ainda amedrontado. Começou a chorar compulsivamente, o barulho atraindo outros filhos de Selene. No chão de seu quarto, uma mensagem fora escrita com sangue, o que impediu os semideuses de acudir a criança. Era ela:

750 Ashcraft Court, Richmond, Virgínia, Estados Unidos.

[...]

Fora deixado na frente de um parque de diversões, enganado por seus irmãos. Dante não sabia, mas os semideuses tinham medo de que o garoto viesse a morrer misteriosamente se não fosse até o local. Os boatos, cada vez mais frequentes, eram quase que tabus no acampamento. Eles se proliferavam como pragas e amedrontavam cada vez mais meio-sangues.

Em uma pequena mobilização daqueles que presenciaram a cena, conseguiram convencer o menino a ir até o local e levá-lo até lá quase que por baixo dos panos, sem que Quíron soubesse. Uma viagem de ônibus até a Vírginia e mais alguns minutos de carro levaram o jovem filho da lua ao parque de diversões abandonado.

O menino correu para dentro do local — com mochila balançando nas costas e tudo o mais —, animado por ser a primeira missão fora do acampamento que participava — o que não era totalmente mentira, por sinal. Sozinho, explorou o local a passos saltitantes, não ligando muito para o fato dos brinquedos estarem cobertos por ferrugem e do fato de que nenhuma alma viva parecia ter pisado naquele lugar. Ele estava inocentemente feliz por ter sido convocado para a missão.

Tola alma, realmente.

Assim que encontrou uma pessoa naquele parque, o sorriso já aberto ficou ainda maior, já que tinha encontrado alguém ali que talvez pudesse ajudar. Aproximando-se rapidamente, logo cumprimentou a garota, praticamente não se importando muito com o fato de que ela estava com uma expressão soturna, quase não desejando estar ali.

Dollhouse, era o que estava escrito na atração que estava atrás dela. Se ele soubesse inglês, talvez pudesse ter deduzido antes do que se tratava. Talvez tivesse conseguido fugir e não ter contato com aquilo que o amedrontava.

Talvez tivesse mantido sua inocência infantil.

Mas ele não sabia. Sua ignorância o condenou.

Mais semideuses chegaram até a atração: Todos eles com a mesma feição receosa de um medo reprimido. Imerso em sua imaginação, Dante falhou em notar os outros completamente e ofereceu seus cumprimentos de maneira animada. Então, quando o último ser chegou, a mulher se levantou do chão e, com o olhar, convidou-os a entrar na atração.

Foi ao ver as bonecas que adornavam a primeira sala do local que sua animação deu lugar ao medo. Em todo lugar, bonecas bem parecidas com a de seus pesadelos estavam. Seus vestidos diferiam muito, mas a mesma face vazia permanecia.

Por isso, ele correu aterrorizado até a porta de entrada, somente para vê-la trancada. Quis chorar, naquela hora. Não o fez, entretanto. Tinham muitas pessoas ali e também, de alguma forma, ele sabia que as lágrimas não o ajudariam. Hesitante, engoliu em seco e seguiu o pequeno grupo.

Demorou um tempo para que ele notasse que aqueles adultos do grupo tinham se tornado crianças. Estava mais focado nas bonecas que via e tentava controlar o medo que continuava crescendo em seu pequeno ser. Por isso, quando finalmente notou o acontecido, apontou para todas as pessoas dali, incrédulo. Então, gritou — usando de grego antigo, já que não falava inglês — em tom estridente:

— Vocês viraram crianças!

Nesse exato momento, Dante também notou algo muito estranho: fora do brinquedo, o parque parecia muito movimentado. O menino lembrava muito bem que, antes de entrar ali, o parque estava completamente vazio, como se nenhuma alma viva pisasse no local há muito tempo. Tudo ali parecia que fora retirado de um filme de terror.

Não era de se admirar que o medo daquele jovem menino tenha também aumentado depois de tudo aquilo. Os adultos que podiam protegê-lo tinham virado crianças, oras. O parque parecia estar movimentado sendo que tinha sido abandonado. Ele estava dentro de uma casa de bonecas com cara de assassinas.

Seu medo era bem justificável.

Então, ele viu a garota achar uma saída daquela sala. Mesmo com o som de risadas e o estalido metálico fraco vindos da direção que ela seguia, Dante sabia que não tinha outra opção a não ser segui-la. E foi isso que ele fez.

Poderes:
Passivos:
Nenhum relevante a ser informado.
Ativos:
Nenhum utilizado.
Arsenal:
♦️ Faca [Sua lâmina bronzeada mede cerca de 24 cm, e seu cabo tem o mesmo comprimento padrão. É bastante afiada e é perfeita para ataque ágeis e rápidos. O bom desta arma é sua eficiência tanto para mãos hábeis quanto para manuseios mais inexperientes, pois é uma arma curta, fácil de esconder e ao mesmo tempo fácil de manusear. Seu punho é feito de aço, mas uma camada de couro escuro cobre o aço para que o usuário possa segurá-la firmemente. Na parte inferior da lâmina, próxima ao cabo, há entalhado as siglas do Acampamento "CHB"; uma propriedade que só os meio-sangues e criaturas místicas podem ter e usar (ajuda um pouco na destreza)] {Bronze, aço e couro} (Nível mínimo: 1) {Nenhum elemento} [Recebimento: Administração; item inscrição padrão do fórum]

{Falling Stars} / Shurikens [Conjunto com 10 shurikens de bronze sagrado, mas que se repõem sempre, funcionando quase como um "conjunto de shurikens infinitas". São guardadas em um estojo de couro e veludo. O alcance é limitado à força do semideus, mas não ultrapassa 25m. Podem ser atiradas até 2 por turno, e ambas seriam afetadas pelos poderes.] {Bronze sagrado} (Nível mínimo: 1) [Recebimento: Presente de Reclamação de Selene]

{Moonlight} / Adaga [Trata-se de uma adaga com a lâmina ligeiramente mais larga e curva. O seu formato é levemente arredondado – o que lembra uma lua na sua fase crescente. O cabo tem uma espécie de cobertura (como em sabres) feita de bronze sagrado, o que dá certa defesa as mãos daquele que a está empunhando. Tem uma coloração esbranquiçada e toma um tom azulado quando exposto à luz lunar. No nível 20, se torna um botton escrito "CLUBE DE ASTRONOMIA".] {Bronze Sagrado} (Nível Mínimo: 1) [Recebimento: Presente de Reclamação de Selene]

♦️ Card / Cartão [Após cantar junto com uma musa, ela deu para o semideus um cartão. Aparentemente, ele não tem nenhuma propriedade mágica, mas, enquanto estiver com o cartão, o possuidor ganha 10% de resistência contra poderes de som ou que precisem que o alvo ouça alguma coisa.] (Nível mínimo: 1) {Som} [Recebimento: Missão Sonata, avaliada por Deimos e atualizada por Odisseu.]

Todos eles, exceto o cartão, estão dentro de uma mochila infantil que ele carrega nas costas. O cartão está em um dos bolsos da calça que ele usa.
Dante Di Fontana
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Re: — playin' with the devil (EVENTO / GRUPO 4)

Mensagem por Rukia Kuchiki em Sab Out 21, 2017 12:11 pm


carnival of lost souls

Rukia podia ser filha do inverno, mas não era fria. Compaixão era um sentimento bem conhecido da semideusa, e ver o desespero de algumas das agora crianças aqueceu algo em seu peito, quebrando a usual apatia que se encontrava. Sendo aparentemente a mais velha do grupo, não se importou quando um dos meninos correu em sua direção e procurou conforto — passou o braço sobre os ombros do menino e o manteve perto enquanto andava pelo brinquedo, procurando uma saída.

Ainda sim, era estranho. Muitos ali tinham sua idade antes do... encantamento? acontecer, inclusive o rapaz que segurava em suas roupas como se a vida dependesse disso. A única coisa mais estranha que os adolescentes se tornando crianças eram as bonecas presentes na atração. Apesar da expressão vazia, seu olhar parecia seguir o grupo de semideuses onde quer que fossem, e isso não mudou quando saíram do que parecia a sala de estar.

Inicialmente, teve problemas em reconhecer o cômodo, os babados e frufrus característicos do tema bonecas dificultando a identificação. Não se passou muito, contudo, para que um fogão, armários e alimentos de plástico mostrassem que aquela era a cozinha. Olhou rapidamente ao redor, achando uma porta do lado oposto do cômodo. Em marcha, chamou a atenção dos outros semideuses e andou em direção a porta.

Estava trancada. E tão logo percebeu isso, as bonecas do cômodo começaram a se mover.


pontos obrigatórios


• Narrem a passagem de um cômodo para o outro, lembrando que as bonecas se mexem quando pensando que vocês não estão olhando. Basicamente, usem o que narrei acima como guia para seu post. Uma coisa que esqueci de avisar na introdução: vocês são livres para interagir com a Rukia. Ela responderá qualquer ação ou pergunta não respondida nos posts de vocês no turno seguinte;

• Há 4 bonecas na cozinha da Dollhouse. Duas delas irão na direção de Dante e Kim, prendendo os braços dos dois e ps levantando no ar. Vocês deverão dar um jeito de se livrar das bonecas e neutralizá-las. As outras duas irão na direção geral do grupo, e os que não estiverem presos, devem também neutralizá-las de alguma forma. Lembrando que é possível combinar de postar junto com outros players, desde que a coerência entre os posts seja mantida. Para efeitos interpretativos, Rukia está lutando também. Peço então que decidam entre si como e em que situação, mas ela ajudará a derrotar uma das bonecas dando o golpe final;

• Após isso, a porta antes trancada irá abrir. Estará escuro, sendo impossível reconhecer onde essa porta dá, mas vocês verão um rosto sair dela. Será uma cabeça de boneca com os cabelos cortados e arruinados, sem um olho, e então uma risada infantil será ouvida sem ninguém tê-la produzido. Tão logo que aparece, a cabeça de boneca desaparece na escuridão, e da porta saem sons mais fortes de metal tilintando e uma serra elétrica em funcionamento. Haverá, ainda, som de risadas de criança e gritos estridentes. Finalizem seu post seguindo Rukia para dentro do local;


player


Dante Di Fontana;
Nível 4;
Vida: 90/130;
Energia: 100/130;

Kim Tae-yeon;
Nível 29;
Vida: 360/380;
Energia: 300/380;

Lorenzo Steffanina;
Nível 6;
Vida: 85/150;
Energia: 85/150;

Raphael Jauregui;
Nível 20;
Vida: 290/290;
Energia: 240/290;

Roan Morindew;
Nível 9;
Vida: 180/180;
Energia: 180/180;

regras e informações


Clima: Nublado, 13ºC;
Localização: Richmond, Virgínia;
Horário: 19h10;

• Idade dos participantes:
Rukia Kuchiki: 12 anos (narradora);
Dante Di Fontana: 8 anos;
Kim Tae-yeon: 7 anos;
Lorenzo Steffanina: 9 anos;
Raphael Jauregui: 10 anos;
Roan Morindew: 7 anos;

— Vocês têm 5 dias para postar. Ao fazê-lo, me mande uma MP, para que a resposta seja agilizada;
— Itens e poderes em spoiler ou code no final no post. No caso dos poderes, preferencialmente organizados por nível e tipo;
— Evite observações como "considerar todos os poderes até o nível X". Quando usar uma habilidade, cite-a e diga se é passiva, ativa ou especial (caso não o faça, o uso da habilidade será ignorado);
— Templates (com barrinha, fonte muito pequena ou que seja muito estreito) ou cores que dificultem a leitura são proibidos;
— Dúvidas, problemas? Precisa de um prazo maior? Me mande uma MP.



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Re: — playin' with the devil (EVENTO / GRUPO 4)

Mensagem por Roan Morindew em Dom Out 22, 2017 9:09 pm

Playin' with the devil
— AAAAAAAAAAAAAAAH!! — berrei o mais forte que pude pela primeira vez na noite. Ao chegarmos no que parecia a cozinha da casa de bonecas e simplesmente ver quatro delas virem em nossa direção, eu não tive outra escolha. Dei mais um grito.

Talvez ficasse sem voz se continuasse a gritar para cada bizarrice que via. Era estranho ter sete anos outra vez mas ainda ter plena consciência de minhas capacidades. Queria vomitar. Mas o momento não era propício.

Esbugalhei os olhos quando vi Dante e Kim serem pegos. Não os conhecia, mas torcia muito para que, sozinhos, eles escapassem das duas bonecas. Me vi apertando Rukia com uma estranha força. Tentei me desculpar com o olhar assim que me afastei. Olhei Lorenzo e Raphael.

Como eu conseguiria ajudá-los no combate com as duas outras bonecas? As pouquíssimas vezes nas quais eu enfrentei alguma criatura esquisita eu só venci por sorte e porque conhecia Richmond melhor do que elas. Agora, na atração do parque abandonado, era diferente.

Tive certa dificuldade em abrir a minha mochila. Minhas mãos trêmulas estavam me irritando. Senti lágrimas nos meus olhos, mas me agarrei ao pensamento de que eram de raiva. Respirei fundo.

Retraí Sang Bag da mochila e, dela, Lullaby. Eu estava ajoelhado, alternando o olhar entre os meus pertences, os demais semideuses e as bonecas. Enquanto isso, tateava a areia mágica presente na bolsa, amontoando um tanto dela na minha frente.

Suspirei. Estava prestes a ter uma parada cardíaca ou coisa do tipo. Seria um empecilho ainda maior para os outros. Não poderia atrapalhá-los de forma alguma. Então, me foquei na criação de uma boleadeira a partir da areia mágica que havia separado.

Por alguns instantes, fiquei absorto ao que acontecia. Mas finalizei a pequena arma e, me aproveitando da distância gradativamente mais curta das bonecas, me levantei e atirei contra a da esquerda, que estava mais próxima. Bati palminhas para mim mesmo quando vi a inimiga caída no chão, mas me lembrei que a luta mal tinha começado.

Devolvi a mochila às costas e resgatei a espada no chão, mas não consegui prosseguir com o ataque vendo o que estava ocorrendo num âmbito geral. Kim e Dante pareciam bem. Raphael, que ficou para trás do resto de nós, enfrentava uma boneca sozinha, enquanto Lorenzo e Rukia lutavam com a que eu derrubei no chão.

Quando percebi a asma agindo, soltei Lullaby e me sentei atrapalhadamente no chão. Antes de abraçar meus olhos e enterrar o rosto nas coxas, pude ver a filha de Despina finalizando a boneca com a qual lutava. Após isso, me foquei somente no meu problema.

Fazia anos que eu não tinha uma crise de asma. Por que justo agora ela deveria retornar? Minha fraqueza já havia sido exposta demais. Dessa vez, eu resolveria isso sozinho.

Tentei relaxar, abstrair, lembrando da casa da minha falecida avó. Foram muitos verões maravilhosos por lá. Até que Hipnos surgiu em minha vida. A cada segundo, o ar parecia mais escasso em meus pulmões. Precisava me concentrar. Aysha, vovó e seu cachorrinho velho e chato, a creche.


Ergui vagarosamente a cabeça quando senti toques suaves em meus ombros. Rukia estava ali, com um sorriso frouxo no rosto. Minha respiração, apesar de acelerada, não estava descontrolada como antes. Forcei um sorriso, aceitando sua ajuda para me levantar.

Evitei os olhares alheios. Estava envergonhado. Minhas bochechas, agora bem rúbeas, evidenciavam isso. Com Rukia, caminhei na frente do grupo, seguindo em direção à porta que antes estava trancada. Estagnamos, porém, no meio do caminho, quando um rosto abruptamente prorrompeu no breu do cômodo seguinte.

O cabelo irregularmente cortado e a ausência de um olho me fizeram apertar os olhos ao enfiar o rosto no sovaco da semideusa, assustado. Em seguida, o eco de uma risada infatil fez-se presente. Eu tinha certeza de que não provinha de nenhum de nós.

Engoli em seco, olhando para a porta de novo. A boneca tinha desaparecido, mas a última coisa que a escuridão desconhecida fazia era nos convidar para entrar. A poluição sonora oriunda dali nos dizia exatamente o oposto: vão embora. Mas ninguém, exceto eu, parecia querer realmente evaporar do parque de diversões.

O retinir de metais, a serra elétrica em funcionamento e mais gritos e risadas não foram o suficiente para nos brecar. Rukia parecia determinada. Decidi que deveria melhorar a visão que os outros tinham sobre mim. Portanto, passei a caminhar não mais agarrado à garota, somente um passinho atrás dela, segurando Lullaby com força nas duas mãos.

Roan:
itens:
{Lullaby} / Espada [Mede cerca de 80 cm, com 65 em sua lâmina. É feita de bronze sagrado; bastante afiada. Seu punho é coberto, com uma guarda de mão trabalhada não apenas no sentido decorativo. Tem dois gumes e há uma escrita entalhada na lâmina no fuller dela: "Bom sono". No nível 20, torna-se fones de ouvido, desse que são acolchoados, que não são feitos para serem conectados a eletrônicos, mas para minimizarem o som para dormir; nessa forma, contudo, não afeta poderes sonoros ou coisa assim.] {Bronze sagrado e couro branco} (Nível Mínimo: 1) [Recebimento: Presente de Reclamação de Hipnos]

{Sand bag} / Bolsa [Bolsa de veludo preta com zíper dourado. Dentro da bolsa uma quantidade ilimitada de areia mágica pode ser encontrada, sendo que mesmo que a areia seja perdida retornará para dentro da bolsa. Esse item é essencial para que o filho de Hipnos consiga usar alguns de seus poderes. Além disso, suporta guardar três objetos de tamanho até, no máximo, 150 cm, sendo que seres vivos não podem ser colocados aqui; o item deve passar pela abertura da bolsa, obviamente, e caso a sacola seja de alguma forma danificada, assim impedindo seu uso, ela retornará aos pertences do semideus, em seu chalé ou seja lá onde for seu lar.] {Couro} (Nível Mínimo: 1) [Recebimento: Presente de Reclamação de Hipnos]

{Goodnight} / Máscara de Olhos [Acolchoada, é uma máscara que possui um elástico para assim ser presa na cabeça do filho de Hipnos, servindo quase como um óculos, porém que o impede de enxergar (teoricamente). Na verdade, quando o filho de Hipnos a usa, ele acaba por entrar num estado de "semi-sonambulismo", podendo tirar um cochilo rápido, mas ainda mantendo consciência e controle de suas ações, além de que não afeta o campo perceptivo do semideus. Esse pequeno "descanso" proporcionado o ajudará curando 5% de seu HP e MP por rodada. Máximo de três rodadas, uma vez por missão.] {Pelúcia} (Nível Mínimo: 1) [Recebimento: Presente de Reclamação de Hipnos]
habilidades:
passivas:
Beleza Hereditária [01] - Hipnos era conhecido por ser um deus belo, seus descendentes adquirem tal característica, sempre serão reconhecidos por sua beleza natural - não é algo tão chamativo quanto os filhos de Afrodite - é uma beleza mais discreta e menos voluptuosa, mas que os distinguem entre as pessoas comuns. Além disso filhos de Hipnos em geral não parecem sofrer com linhas de expressão, marcas de idade, olheiras ou mesmo cabelos armados. Eles sempre parecem em bom estado. Sendo assim, aparentam ser mais jovens e bem cuidados do que provavelmente se cuidam para ser.

Visão noturna [04] - Filhos de Hipnos são ligados à escuridão, podendo ver normalmente durante a noite ou em locais não-iluminados, desde que a escuridão não seja mágica.
ativas:
Criar objeto onírico inicial [07] - O semideus é capaz de criar objetos pequenos com substâncias retiradas do sonhos. Ele usa sua algibeira para modelar a areia dos sonhos na forma desejada, porém os objetos duram pouco - 2 rodadas - e tem 50% menos resistência do que um similar real, além de serem apenas de material comum, não podendo ser encantados. 1 vez a cada 3 rodadas.
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Re: — playin' with the devil (EVENTO / GRUPO 4)

Mensagem por Kim Tae-yeon em Ter Out 24, 2017 11:19 am

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고생 끝에 낙이 온다 서당 개 삼 년 에 풍월 읊는 다
Taeyon desistiu de tentar escapar, restando apenas à sensação de estar sendo observada junto aos outros garotos. Dois deles correram em direção a mais velha e o segundo decidiu acompanha-la, seguido da pequena filha de Ares que tentava não olhar pra trás e controlar o seu choro. Seus olhos ardiam com a irritação e sua cabeça começava a doer. Cambaleou por entre alguns móveis apressadamente até alcançar os outros. Por um breve instante ela pode jurar ouvir uma das bonecas assustadoras mover o braço e tentar puxa-la, mas não obteve sucesso já que todo o grupo encarava-a.

Qu-qual... o se-e-u... nome? — Questionou Kim com sua voz doce e trêmula. A garotinha odiava ser uma criança já que tinha dificuldade com a língua americana e ainda mais com companheiros de equipe já que o último a traiu.

O grupo seguiu então pela porta mais próxima, revelando um novo ambiente tão amedrontador quanto. Decorações diversas, tecidos e babados para todos os lados numa espécie de cozinha macabra. A dimensão ômega era assustadora, mas aquele ambiente estava quase ganhando. Kim finalmente havia conseguido controlar suas emoções e tentava manter-se próxima aos seus aliados caso precisa-se de ajuda ou batalhar. Assim que pensou em levar a mão sobre o cabo de sua lança um zunido cortou o ar a sua frente e a levou, erguendo a criança a alguns metros do chão. Uma boneca de porcelana suja com uma parte do rosto quebrada ria maleficamente enquanto pressionava os curtos braços da semideusa que balançava os pés freneticamente. Estava suspensa no ar.

Me larg-a-a! Me larga a-a-a-gora! — Gritou a garota que viu um de seus colegas na mesma situação enquanto balançava a cabeça furiosamente. A boneca se arrependeria de ter provocado a garotinha que mesmo pequena ainda era uma filha de Ares. Num movimento rápido Kim golpeou a criatura com um chute potencializado, empurrando-a para longe antes de cair contra o chão. Atordoada, ela procurou seus pertences com os braços vagarosamente enquanto a boneca se recuperava e partia para outro ataque. Suas mãos trêmulas finalmente encontraram a lança de batalha e seu reflexo permitiu que ela inclina-se a arma, perfurando a fina camada de porcelana da inimiga num “crack”. Ela caiu para trás e uma mistura de cacos e poeira se espalhou ao seu redor.

Trêmula, Kim segurou sua lança com as duas mãos e pode sentir um cansaço repentino. Não estava acostumada a usar suas habilidades divinas e muito menos sabia controla-las. O garoto pareceu finalizar seu inimigo, pois logo se juntou aos outros que também não corriam mais perigo. Assim que se reuniram novamente uma risada ecoou da porta a frente, revelando um rosto assustador em seguida.

Meu Z-z-z-eus! — Gritou a semideusa enquanto dava um passo pra trás.

A serra elétrica quase impediu a garota de seguir Rukia, mas ela não desistiu. Respirou fundo e tentou manter-se calma. Mesmo com seu colar alertando sobre o perigo eminente, Kim seguiu o restante dos residentes da Dollhouse em direção à escuridão total.


Adendos:

{Wrath} / Lança de artilharia [Lança longa, de 2m de comprimento. O cabo é feito de mogno, recoberto em bronze sagrado, sendo resistente porém mais leve que uma lança comum. A ponta é de bronze sagrado. Em toda sua extensão pontos avermelhados podem ser vistos: são engastes em rubi, decorando o cabo.] {Bronze sagrado, mogno e rubi} (Nível Mínimo: 1) {Não controla Nenhum Elemento} [Recebimento: Presente de Reclamação de Ares]

{Stunt} / Escudo [Escudo circular feito de metal com uma cabeça de javali esculpida em seu centro. Banhado em bronze, este fica em um tom avermelhado quando usado em batalha, representando sua segunda camada de bronze sagrado. Transforma-se em uma braçadeira de spikes no nível 20.] {Bronze sagrado (Nível Mínimo: 1) {Não controla Nenhum Elemento} [Recebimento: Presente de Reclamação de Ares]

Bite / Chicote [O chicote tem 4m de extensão e é feito de bronze trançado com couro em toda a arma. Na ponta, três espinhos de prata com 6 cm na forma de dentes adicionam um dano extra de sangramento e perfuração todas as vezes que o alvo for atingindo com sucesso - a última palavra é a do narrador] {Couro, prata e bronze} (Nível mínimo: 3) {Nenhum elemento} [Missão OP: "Freak Show" elaborada e avaliada por Hipnos]

{Teddy} / Colar [Composto por uma correntinha de ouro e um pingente de bronze em formato de ursinho de pelúcia, o colar serve como um indicador de perigo. Quando uma situação potencialmente perigosa se torna extremamente próxima do(a) portador(a), o pingente assume uma leve coloração avermelhada, como um alerta] {Materiais utilizados: ouro e bronze} (Nível Mínimo: 7) {Elemento controlado: nenhum} [Recebimento pela missão "Old Habits", narrada por Silvia Kawasaki, atualizada por Eros.]

Elixir da Energia (titânico):
Recupera 100EP.

Elixir da Vida (divino): Recupera 200HP.
Habilidades:


Passivas

◊ Perícia com Lanças [Nível 01]
A arma preferida de Ares é a lança, e ele sempre foi retratado como indo à batalha portando uma. Por suas preferências, seus filhos herdam como característica a facilidade no aprendizado e manuseio no mesmo tipo de arma. A habilidade reflete apenas a familiaridade, e um aprendizado mais facilitado se comparado ao uso de outras armas, mas não um conhecimento automático ou uma capacidade insuperável, sendo que a habilidade reflete o nível do personagem e está em constante evolução, mas não significa que não seja passível de erros.[Modificado]

◊ Força Aprimorada [Nível 01]
Ares é conhecido pela sua beligerância, estando sempre em treinos e exercícios constantes para exercer seus domínios. Seus filhos também herdam a mesma aptidão física, possuindo um corpo geralmente atlético e delineado, mesmo que não sejam musculosos, e uma força aprimorada se em comparação com semideuses de outra origem. Ainda perdem para filhos de Héracles, e não são páreos para semideuses treinados de nível mais alto, mas quando comparados com humanos comuns ou semideuses de outra origem não relativa à força física, suas capacidades de força são cerca de 15% maiores.[Modificado]

◊ Destemor [Nível 04]
Como legítimos filhos do deus da guerra, as proles de Ares não sentem tanto medo diante de uma batalha, conseguindo controlar seus sentimentos e encarando os desafios. Isso lhes dá imunidade a poderes de medo ligados diretamente ao emocional, se vindos de oponentes até 10 níveis mais fracos. Entre isso e 5 níveis acima, adquirem resistência de 50%, e entre 10 e 20 níveis, 25%. Acima disso, são afetados normalmente. [Modificado, antigo "Aura anti-medo"]

◊ Guerreiro atento [Nível 09]
Filhos de Ares possuem experiência elevada em lutas, conseguindo com isso perceber brechas nos golpes e intuindo a movimentação do inimigo. Isso faz com que as defesas dos oponentes não sejam tão efetivas, reduzindo a esquiva dos adversários em 10%. Afeta apenas um adversário por vez e que esteja em combate corporal contra o filho de Ares, independente de quantos estejam lutando contra o semideus. O alvo deve ser definido no primeiro turno de combate, e só pode ser alterado caso morra ou deixe de lutar contra o semideus de alguma forma. Apesar de ser uma passiva, a delimitação do número de alvos se deve pela necessidade de concentração em luta - fator reduzido contra uma quantidade grande de alvos. Contudo, aumenta com a experiência, afetando 1 alvo a mais no nível 30, + 1 adicional a cada 20 níveis posteriores ao 30, representando a experiência do semideus.[Novo]

◊ Perícia em Combate Não-Armado [Nível 12]
Nem sempre se tem uma arma à mão, mas um verdadeiro soldado mesmo desarmado deve saber se defender. Assim, filhos de Ares desenvolvem uma habilidade e consciência corporal maiores, o que faz deles bons combatentes corpo-a-corpo, conseguindo aprender mais facilmente estilos de golpes não armados que sejam mais complexos do que os habituais, e tendo um aumento de 5% a mais dos danos causados com esses golpes, a cada 10 níveis que o semideus avance acima deste, até um máximo de 50%. [Modificado]

◊ Liderança em Batalha [Nível 16]
Pela experiência em batalhas a prole de Ares se prova mais do que capacitada a liderar qualquer investida, instruindo os outros semideuses que os acompanham com algumas estratégias de combate, ocasionando em um aumento de 10% de dano dos ataques de seus companheiros, desde que anteriormente tenha sido planejado pelo filho de Ares. Essa habilidade funciona para aliados que estejam em um raio de até 50 metros da prole de Ares. Válido apenas durante o combate. [Modificado]

◊ Estado de alerta [Nível 21]
Quando os filhos de Ares estão correndo algum risco de serem atacados ou mortos de surpresa, eles têm uma premonição, um sentimento de perigo. Este sentimento os alerta para que fiquem em guarda, e apenas se eles forem o alvo original e intencional - um acidente ou desvio não seria alertado, como uma bala perdida, por exemplo, por não fazer deles o foco (da mesma forma, algo que afete uma área não seria notado) - e não revela a localização do inimigo ou o tipo de ataque. Não funciona se estiver dormindo ou inconsciente de alguma forma. Abrange apenas os efeitos em um raio de 50m. [Modificado, antigo "Percepção instintiva"]


Ativas

◊ Golpe poderoso [Nível 09]
O filho de Ares concentra sua energia em um golpe, que provoca 25% a mais de dano se acertar. 1 vez a cada 3 rodadas - diferente de agressividade, afeta apenas 1 golpe, em 1 turno. Para que essa habilidade funcione, nenhum outro poder ativo pode estar em funcionamento, e a habilidade funciona apenas para golpes que exijam combate físico, não se aplicando a armas à distância. [Novo]
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Filhos de AresAcampamento Meio-Sangue

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Re: — playin' with the devil (EVENTO / GRUPO 4)

Mensagem por Lorenzo Steffanina em Qui Out 26, 2017 4:02 pm

— playin' with the devil (EVENTO / GRUPO 4) Phobos10
Carnival of Lost Souls

Halloween Event - 4th team - Dollhouse


Dizem que a infância é a melhor fase da vida. Bem, não para o filho de Phobos ou para qualquer um ali presente. Um dos semideuses, agora o mais jovem deles, agarrou-se na menina mais velha. O nome dela era Rukia, dissera enquanto andavam, filha de Despina. A casa agora parecia enorme aos olhos de Lorenzo e as bonecas — que se mexiam, sim — pareciam ficar cada vez mais aterrorizantes. Enzo odiava sentir tal sensação, o medo não deveria fazer parte dele!

Enquanto continuavam atravessando a casa, o que o filho de Phobos só sabia que estava acontecendo porque eles não paravam de andar, ele tentava pegar desprevenida alguma boneca que estivesse se mexendo, mas era impossível pois elas ficavam completamente imóveis assim que alguém as olhasse. Porém, depois de algum tempo considerável, algumas coisas na decoração começaram a ficar diferentes do que eram no começo.

Os babadinhos afrescalhados e extremamente "de princesa" foram dando lugar a armários, um fogão de mentira — esperava-se — e frutas de plástico. Estavam na cozinha da Dollhouse, um espaço prazerosamente mais aberto, mas não menos assustador que o primeiro. Ok, era hora de parar de fingir para si mesmo. Lorenzo era um filho de Phobos, mas estava aterrorizado! Ter nove anos outra vez significava voltar à época em que ele ainda não se sentia seguro para qualquer coisa. Era horrível!

Porém, a consciência de já ter sido reclamado, as lembranças de tudo o que tinha vivido e a pouca experiência que já tinha adquirido naquela última semana ainda corriam por seu ser de alguma maneira sobrenatural e era nisso que ele apoiava sua sanidade. Não que desprezasse as reações do caçula do grupo, Roan, mas não queria agir como ele. Não queria correr um risco de ser um peso para o grupo em uma situação tão... peculiar. E, provavelmente, perigosa.

— Vejam! Tem uma porta ali! — Rukia chamou a atenção do grupo para o outro lado da sala. A animação pareceu correr por todos imediatamente e logo eles se adiantaram em direção ao que poderia ser uma saída. Porém, quando a filha de Despina girou a maçaneta e puxou, o grupo viu-se ainda preso e sem qualquer chance de saída. — Trancada — a mais velha disse, sentenciando-os oficialmente.

Foi então que as únicas quatro bonecas encapetadas da cozinha resolveram parar de disfarçar seus movimentos e começaram a agir. Duas delas partiram para cima da garotinha oriental e do menino de cabelos castanhos, Kim e Dante. Tudo pareceu acontecer rápido demais e, quando o grupo se deu conta, estava em combate, com as duas primeiras vítimas presas pelos braços no alto e os outros, no chão, em uma confusão de lâminas e poderes contra as duas restantes.

Raphael pegou uma delas sozinho, inicialmente. Roan, o caçula que se agarrara em Rukia, conseguiu pensar friamente e usou uma de suas armas para derrubar de forma certeira a outra, embora Enzo não tenha visto exatamente como ele conseguiu. Não a tinha matado, mas com certeza adiantara uma grande parte da trabalheira, mas depois disso o garoto se recolheu a um canto e pareceu em choque.

Lorenzo partiu para cima da oponente com a lança em punho assim que ela se levantou, meio cambaleante. Sua arma parecia estar tão maior agora, mas a habilidade do filho de Phobos não parecia ter murchado nem um pouco com o diminuir de sua idade. O garoto alternava investidas da lança e arcos desferidos com a faca, a qual fora puxada de seu cinto, e a boneca parecia lutar com toda a força de seu ser, por mais que o semideus não fizesse ideia do que fazia o suposto brinquedo ter a capacidade de pensar.

Ele desviava da melhor forma que podia, fazendo-se valer da diferença de tamanho para se abaixar mais do que um adulto, ou mesmo alguém de sua idade real, conseguiria. Sentiu um arranhão no braço esquerdo, pouco acima do cotovelo, mas não parou de lutar por conta dele. Logo ele tinha furado a boneca em várias partes e, com um chute no joelho da criatura, conseguiu fazê-la cair outra vez, propiciando a Rukia que desse o golpe final nela, acabando com a batalha deles. Era hora de ajudar Raphael.

O filho de Zeus batalhava sozinho contra a boneca restante no chão e não parecia estar tão fácil. Lorenzo sabia que precisavam encerrar aquilo logo, antes que as coisas ficassem mais feias. Nem mesmo conseguira ver como estavam Dante e Kim, mas torcia para que estivessem bem... Aproximando-se da luta, fez o possível para olhar nos olhos da boneca. Não tinha ideia do que a fazia ter vida própria, mas ela tinha instinto de ataque. Então, provavelmente, também teria medo.

Assim que conseguiu seu intento, barrando um golpe dela com sua lança, invocou o poder de seu pai e algo mudou para o brinquedo, mostrando a Enzo que ele tinha conseguido fazer o que queria. A boneca não conseguiu se defender do golpe seguinte do filho de Phobos, uma vez que o viu espelhado, e até tentou contra-atacar, mas o semideus facilmente se defendeu e atacou outra vez, derrubando-a ao chão.

— Acaba com ela — disse ao filho de Zeus, deixando que o rapaz destruísse a boneca com um de seus raios.

Os outros conseguiram se salvar. No momento em que todos os embates finalizaram, as cinco crianças se entreolhavam cansadas. Bem, Lorenzo, pelo menos, estava exausto! Não sentira qualquer problema durante a luta, mas agora era como se o mundo estivesse repousando em suas costas. Um clique na porta, que agora se abria, o fez saltar no lugar e, por conta disso, corar nervosamente. Assustara-se outra vez, estava começando a se cansar disso, então...

— AIMEUDEUSDEMISERICÓRDIA! — Exclamou em um susto ainda mais forte, saltando para trás quando uma cabeça de boneca toda lascada, sem um dos olhos e com cabelos destruídos surgiu da escuridão que emanava a partir da porta aberta. A cabeça desapareceu após uma risada infantil tenebrosa, deixando apenas a visão de seu sorriso estranho pregada nos olhos de Lorenzo.

No lugar da aparição da cabeça, veio o som de uma serra elétrica sendo ligada. O riso infantil se repetiu. O barulho de gritos de sofrimento encheu o local. Lorenzo sentiu o coração palpitar, verdadeiramente martelar seu peito por dentro, e mentalmente ralhou consigo mesmo. Chega de se sentir tão amedrontado! Ele apenas tinha ficado magicamente mais jovem, mas tinha total consciência de sua força e de sua origem. Era um filho de Phobos, o medo não poderia reinar sobre ele tão facilmente.

Ergueu o rosto com determinação quando Rukia deu o primeiro passo novamente. Sabia que estavam presos em algum artifício demoníaco, mas não poderiam se livrar dele sem enfrentá-lo. Se a filha de Despina, que claramente os liderava e os defendia (apesar de tê-los feito entrar naquele lugar sinistro), fosse para qualquer lugar, ele a seguiria e faria o que estivesse em seu alcance para se proteger e ajudar o grupo todo a sair daquela confusão.

Adendos:

Poderes utilizados:

PASSIVOS:
Perícia com lanças (Nível 01) - Phobos usa uma lança, e por isso seus filhos tem mais perícia com esse tipo de arma. Seu manuseio é mais fácil se comparado com a dificuldade de aprender a utilizar outras armas, e seus movimentos sempre serão mais precisos. Lembrando que indica apenas uma aptidão maior, mas não um aprendizado automático. [Modificado]

Resistência a medo (Nível 03) - Por ser seu domínio, você se torna mais resistente a poderes semelhantes, independente da fonte, tornando-se imune se a fonte tem cinco níveis abaixo ou mais do seu nível, ou ganhando 50% de resistência se proveniente de inimigos até 5 níveis acima do seu. Diminui pára 25% para inimigos entre 6 e 15 níveis acima, e para 10% entre 16 e 20, e funciona normalmente acima disso. [Modificado]

ATIVOS:
Ilusão Medonha I (Nível 01) - Quando você estiver em uma luta e ativar essa habilidade, seu inimigo verá seus movimentos ao contrário e irá ficar confuso, mas não passa de uma ilusão. (Dura duas rodadas, duas vezes por missão). Resistências se aplicam apenas a personagens com 5 níveis a menos para cima. Se a diferença de níveis for maior, favorecendo o filho de Phobos, as resistências do inimigo são ignoradas. [Modificado]

Itens levados:

Faca [Sua lâmina bronzeada mede cerca de 24 cm, e seu cabo tem o mesmo comprimento padrão. É bastante afiada e é perfeita para ataque ágeis e rápidos. O bom desta arma é sua eficiência tanto para mãos hábeis quanto para manuseios mais inexperientes, pois é uma arma curta, fácil de esconder e ao mesmo tempo fácil de manusear. Seu punho é feito de aço, mas uma camada de couro escuro cobre o aço para que o usuário possa segurá-la firmemente. Na parte inferior da lâmina, próxima ao cabo, há entalhado as siglas do Acampamento "CHB"; uma propriedade que só os meio-sangues e criaturas místicas podem ter e usar (ajuda um pouco na destreza)] {Bronze, aço e couro} (Nível mínimo: 1) {Nenhum elemento} [Recebimento: Administração; item inscrição padrão do fórum] Presa ao cinto, escondida sob a camiseta.

{revenge} / Colar [Um colar feito de prata tingida de preto possui um pingente de uma caveira. Uma vez por missão, ao desejo do semideus, pode ativar seu poder para invocar o fantasma da garotinha morta na igreja que possui 50/50 hp/mp. O fantasma não serve para batalha e sim como um segundo par de olhos para Lorenzo. Ela fica posicionada onde ordenada por até 3 turnos, ou até ser destruída, e quando avistar algo de suspeito o semideus começa a ver pelos olhos dela] {Prata} (Nível Mínimo: 6) (Recebido pela missão 'Take me to church' Avaliada por Will Fortune e atualizada por Phobos) No pescoço.

{Phobia} / Lança [Arma feita de bronze sagrado e tem um rubi cravejado no meio de seu cabo, é leve e tem fácil manuseio. Sua inspiração vem da lança utilizada por Phobos. Torna-se uma pulseira de spikes no nível 20.] {Bronze Sagrado} (Nível Mínimo: 1) {Controle sobre o Medo} [Recebimento: Presente de Reclamação de Phobos] Empunhada na mão direita.

{Requiem} / Amuleto [Feito de bronze, porém com a aparência de um crânio de uma gralha, com os olhos feitos de uma pedra preciosa púrpura. Seu efeito é que, ao ser utilizado pelo usuário, faz com que este possa sentir o medo de todos à sua volta em um raio de 50m. Pode ser usado como benefício para o filho de Phobos aproveitar-se da situação, já que caso o oponente do filho de Phobos estiver sofrendo sobre o efeito de algum poder de medo, um som ecoará do amuleto, podendo variar de acordo com o medo do personagem: uma risada de palhaço, passos de insetos, uivos, lástimas de fantasmas, etc. Somente o usuário e a "vítima" poderá ouvir esse som, aumentando a potencia do efeito do poder amedrontador em 20%. Não é um efeito sonoro.] {Bronze sagrado} (Nível Mínimo: 1) [Recebimento: Presente de Reclamação de Phobos] No bolso da calça.

{Voduko} / Boneco de vodu [Um pequeno boneco de vinte e cinco centímetros feito de pano negro. Fincado no boneco existem três alfinetes de metal. Ao ser banhado pelo sangue de seu oponente, o boneco permite que o semideus controle um único movimento dele, sendo algo básico como correr, parar, pular e etc - uma ordem com apenas uma palavra. Ainda assim o filho de Phobos não conseguirá obrigar o oponente a se suicidar ou a atacar outro alvo. Isso pode ser feito um único turno na missão. Caso prefira, o filho de Phobos pode usar os alfinetes no boneco banhado de sangue para fincar três partes do corpo de seu adversário, fazendo ele sentir uma dor ilusória no local mas que não causa dano algum, servindo apenas para afetar sua próxima ação, diminuindo a efetividade do oponente em 25% por alfinete, não cumulativos. Após o uso dos 3, o poder deixa de funcionar até a missão seguinte. O boneco pode ser usado apenas com o sangue de um oponente de cada vez, e funcionará novamente somente após ser banhado em água pura.]{Tecido e espuma} (Nível Mínimo: 1) [Recebimento: Presente de Reclamação de Phobos] Dentro da mochila às costas.

.:: narração :: falas :: pensamentos :: falas de outros ::.
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Re: — playin' with the devil (EVENTO / GRUPO 4)

Mensagem por Joseph K. Napier em Qui Out 26, 2017 6:06 pm

Carnival of Lost Souls


Eles caminharam por mais algum tempinho. Estavam em um cômodo que aparentemente era uma cozinha cheia de bonecas com vários 'frufrus'. Aquilo causava arrepios no menino que apertava ainda mais o seu sabre na mão fazendo algumas pequenas faíscas azuladas saírem do local.

O garoto conseguiu contar um total de quatro bonecas naquele cômodo. Assim que elas resolveram começar a ter vida própria o filho de Zeus deu um grito baixinho. Duas das bonecas haviam pegado Kim e Dante. Pelo fato de Raphael estar sendo último do grupo uma delas correu na direção dele e a outra na direção de Roan, Rukia e Lorenzo.

Rapha se defendeu do golpe desferido pela boneca com a ajuda de seu sabre. O que ele não esperava era que a sua pequena adversária conseguiria o acertar com as mãozinhas no braço fazendo um pequeno corte. Jauregui arfou com a dor.

O monitor começou a desferir vários golpes na direção da boneca e a cada acerto as faíscas saíam iluminando levemente o local. Percebeu que Lorenzo foi até mais próximo da boneca e por alguma razão ele a confundiu e conseguiu a acertar a derrubando no chão. O filho de Phobos disse para ele finalizar.

— Choque do trovão! — Gritou o semideus fazendo a eletricidade sair do seu corpo e ir na direção da boneca a finalizando ali mesmo.

Todas as outras bonecas haviam sido destruídas. Uma porta no final do corredor se abriu. O que havia atrás dela era impossível de enxergar devido a escuridão que estava encontrada lá. Porém uma cabeça de boneca de boneca com os cabelos cortados e arruinados surgiu. Ela não tinha um dos olhos e uma risada infantil era capaz de ser escutada sem ninguém ter feito ela.

— MEU ZEUS DO CÉU! — Gritou o monitor assim que viu a boneca mas logo tentou se conter para não parecer medroso.

O grupo começou a seguir Rukia e por mais que ele não quisesse ir começou a segui-los também. Afinal estava com medo de ficar sozinho e morrer ali.

| Observações Adicionais |


Arsenal:
{Scrach} / Lança [Lança metálica, feita inteiramente de bronze sagrado. A ponta é maior do que a de lanças comuns, formando uma lâmina em forma de raio, que apesar de mais difícil de manejar para quem não é acostumado, pode causar danos potencialmente maiores, ainda mais considerando-se o peso, já que até seu cabo é metálico. Esse dano adicional contudo não é inerente à arma, dependendo do manuseio e habilidades do semideus.] {Bronze sagrado} (Nível Mínimo: 1) [Recebimento: Presente de Reclamação de Zeus]

{Inglória} / Sabre [A karabela tem um punho aberto com o pomo no formato de uma cabeça de águia. Seu cabo anatômico permitia o manejo mais fácil de cortes circulares quando se luta a pé e e de cortes oscilantes quando montado no cavalo/pégaso. É feita de bronze sagrado e seu punho é revestido com couro. Vem junto de uma bainha de couro. No nível 20 transforma-se em um anel, com a cabeça e as asas de uma águia entalhadas.] {Bronze sagrado e couro} (Nível Mínimo: 1) [Recebimento: Presente de Reclamação de Zeus]

{Lédix} / Gládio de bronze sagrado [Semelhante a espada curta, porém esta tem a lâmina mais larga na base e maior no comprimento, medindo cerca de 80cm. Devido ao pouco peso, é empunhada com uma única mão, deixando a outra livre para utilizar escudos ou outros itens. O cabo é de madeira simples.][Bronze sagrado e madeira][Sem nível mínimo, sem elementos] [Recebimento: Mercado Negro da Luz, atualizado por Asclépio]

Elixir da Energia (divino): Recupera 200EP.

Poder passivo:
(Perícia com armas laminadas (Nível 1)- Filhos de Zeus são bons com espadas, as manejando com certa familiaridade. NOVO![criado por Sadie Bronwen]

Eletro-percepção (Nível 11) - Assim como alguns animais, como os tubarões, que detectam estímulos elétricos, sua percepção é melhorada dentro de um raio. 10m iniciais, mais 1m adicionail por nível. Dentre desse raio, você é capaz de notar mudanças sutis geradas pela movimentação dos seres ao redor e, portanto, não recebe ataques críticos provenientes de ataques surpresa, mas não quer dizer que consiga prever os ataques completamente, já que não é como se soubesse os movimentos que estão planejando, e sim que estão perto. NOVO! [criado por Sadie Bronwen]

Poder ativo:
Controle sobre a eletricidade de intermediário (Nível 5) - Este nível aprimorado te permite usar a eletricidade corporal², e é muito útil em casos de pouca energia ambiente.



Edited by H.I.M. and stolen by me
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Re: — playin' with the devil (EVENTO / GRUPO 4)

Mensagem por Dante Di Fontana em Qui Out 26, 2017 6:17 pm


if the life is rough
remember to check if the moon is still in the sky


O som dos passos infantis não era tranquilizador para o jovem Dante. Cercado por bonecas de porcelana, sentia-se indefeso e muito sozinho. Pior era ter que atravessar da sala para a cozinha do lugar e encontrar a mesma situação: Olhos vazios parecendo observá-lo cautelosamente, analisando-o de cima a baixo. Calafrios percorriam todo o corpo infantil, levando-o a segurar seus braços contra o corpo e procurar um lugar para que ficasse longe do olhar daqueles objetos.

Seguindo atrás do grupo, notou com apreensão que a jovem que ia à frente não conseguia abrir a porta para o outro cômodo e começou a ficar nervoso. Andando para trás, torcia para que o caminho por onde vieram já estivesse liberado.

Porém, não notou a boneca ao seu lado.

Vamos brincar, Dante?

A boneca o agarrou fortemente, segurando seu corpo infantil com tamanha força que foi muito fácil erguê-lo logo depois. O menino não conseguiu gritar, tamanho o susto e o terror que estavam nublando sua mente.

Começou a espernear, movendo suas pernas repetidamente enquanto tentava escapar. Essa movimentação acabou desequilibrando a boneca, que o derrubou no chão. Porém, ao tentar avançar novamente, o brinquedo fora atingido por uma luz vinda do filho de Selene, alimentada pelo medo que o garoto sentia. A imensidão branca deixou a criatura um pouco confusa, o suficiente para que Dante corresse para cima de um dos balcões da cozinha.

Aterrorizado, demorou um tempo para que suas mãos conseguissem abrir a pequena mochila e retirar de lá as shurikens que recebera como presente de sua mãe. Assim que a cabeça da boneca apareceu, escalando o balcão, ele jogou o projétil em sua direção, a fazendo parar o movimento por um instante.

Naquele momento, ele pensou que tinha acabado. Mas a vida é uma caixinha de surpresas.

Por que você não quer brincar?

Quando ela voltou a se mexer, Dante jogou o restante das shurikens sem hesitação no corpo da criatura. Porém, dessa vez isso não impediu que ela continuasse avançando em sua direção, então ele a chutou. A boneca ainda se agarrou aos pés do garoto, que gritou enquanto sacudia-os, forçando a queda do ser.

Eu só queria ser sua amiga!

Rasgada em vários pedaços, a criatura finalmente parou de se mover. Respirando rapidamente, levou as mãos aos olhos e começou a chorar. As lágrimas salgadas decoravam seu rosto enquanto os lamúrios de terror saíam de sua boca e percorriam toda a sala, quase como uma trilha sonora para as outras lutas que aconteciam.

Eu quero sair daqui!

Quando se acalmou, todas as bonecas estavam estraçalhadas no chão. Ele olhou para todos que estavam ali, percebendo as faces de medo que todos exibiam. Estava emocionalmente cansado, mesmo que ainda nem tivessem percorrido um terço do brinquedo.

Hehehe!

Encostando-se contra a parede, arregalou os olhos enquanto encarava a cabeça destroçada de uma boneca, que estava logo atrás da porta outrora trancada. Ele parecia encarar a todos ali com intenções nada boas em sua “mente”. Embora tenham sido poucos segundos que ela tenha os encarado, Dante sentiu-se como se tivessem sido séculos.

Então a criatura desapareceu.

Dois segundos depois, o menino soltava a respiração que tinha segurado durante aquele tempo, mal percebendo esse fato de tanto medo que sentia. Encarando o fato que, infelizmente, se apresentava para si, desceu do balcão em que estava em cima e recolheu as shurikens que tinha usado. Após isso, encarou a porta, vendo as crianças entrarem por ela e saírem de sua linha de visão. Era a única saída, mas isso não o consolava e nem o dava força.

Assim que se aproximou da porta, ouviu sons de serra elétrica e parou no lugar. Enquanto tentava absorver o fato de que estava indo para algum lugar provavelmente muito perigoso, seu corpo hesitava em continuar. A solução foi dar um passo de cada vez, ignorando todo tipo de som metálico ou de algum aparelho funcionando.

E assim, ele conseguiu seguir o grupo.

Poderes:
Passivos:
Nível 1: Perícia com adagas e armas laminadas pequenas
O filho de Selene se habitua mais fácil a este tipo de arma, apresentando um aprendizado mais veloz e um manejo mais natural. Apenas para adagas, facas e punhais, armas com estruturas e alcance semelhantes, exigindo técnicas parecidas. Note que a perícia apenas implica uma dificuldade menor no manejo e aprendizado, bem como certa facilidade em utilizar as técnicas conhecidas, mas não implica em conhecimento instantâneo ou precisão absoluta. [Modificado]

Nível 1: Aura Lunar
Os filhos de Selene tem o poder levemente aumentado durante a noite, fazendo com que suas ações em geral tenham uma chance adicional de acerto. Contudo, isso não altera a força/ dano do poder nem as habilidades físicas do semideus, apenas a chance de acerto, que são potencializadas em 10% neste nível, subindo para 20% no nível 50. [Modificado]

Nível 2: Beleza ao Luar
Os filhos de Selene ficam extremamente bonitos a noite, quase tanto quanto os filhos de Afrodite. É apenas um efeito estético, contudo pode ser vantajoso, já que boa aparência faz as pessoas conseguirem atenção mais facilmente. Contudo, apenas no período noturno. [Modificado]

Nível 3: Sentidos Aguçados
Quando está a noite, os sentidos (Visão, audição, tato, olfato e paladar) dos filhos de Selene serão mais aguçados, melhor do que qualquer meio-sangue, sendo o dobro do que um humano comum em questão de acuidade e/ou alcance. [Modificado]

Nível 4: Calma Lunar I
Dizem que a lua traz calma para as pessoas, então o filho de Selene sentirá raiva, medo ou ódio em menor intensidade, ganhando 50% de resistência a essas emoções e poderes que afetem esses sentimentos (mas não que provoquem dano direto) se proveniente de inimigos até o mesmo nível que o seu. Diminui pára 25% para inimigos a até 10 níveis acima, e funciona normalmente acima disso. [Modificado]
Ativos:
Nível 2: Enluarado
Os filhos de Selene têm o poder de brilhar como a lua. O brilho deixa o inimigo confuso e perdido, reduzindo seus reflexos e capacidade de reação em 25%, tornando-o um alvo fácil. O brilho age por uma rodada, mas seus efeitos duram até 2 turnos no oponente. Uma vez por combate.
Arsenal:
♦️ Faca [Sua lâmina bronzeada mede cerca de 24 cm, e seu cabo tem o mesmo comprimento padrão. É bastante afiada e é perfeita para ataque ágeis e rápidos. O bom desta arma é sua eficiência tanto para mãos hábeis quanto para manuseios mais inexperientes, pois é uma arma curta, fácil de esconder e ao mesmo tempo fácil de manusear. Seu punho é feito de aço, mas uma camada de couro escuro cobre o aço para que o usuário possa segurá-la firmemente. Na parte inferior da lâmina, próxima ao cabo, há entalhado as siglas do Acampamento "CHB"; uma propriedade que só os meio-sangues e criaturas místicas podem ter e usar (ajuda um pouco na destreza)] {Bronze, aço e couro} (Nível mínimo: 1) {Nenhum elemento} [Recebimento: Administração; item inscrição padrão do fórum]

{Falling Stars} / Shurikens [Conjunto com 10 shurikens de bronze sagrado, mas que se repõem sempre, funcionando quase como um "conjunto de shurikens infinitas". São guardadas em um estojo de couro e veludo. O alcance é limitado à força do semideus, mas não ultrapassa 25m. Podem ser atiradas até 2 por turno, e ambas seriam afetadas pelos poderes.] {Bronze sagrado} (Nível mínimo: 1) [Recebimento: Presente de Reclamação de Selene]

{Moonlight} / Adaga [Trata-se de uma adaga com a lâmina ligeiramente mais larga e curva. O seu formato é levemente arredondado – o que lembra uma lua na sua fase crescente. O cabo tem uma espécie de cobertura (como em sabres) feita de bronze sagrado, o que dá certa defesa as mãos daquele que a está empunhando. Tem uma coloração esbranquiçada e toma um tom azulado quando exposto à luz lunar. No nível 20, se torna um botton escrito "CLUBE DE ASTRONOMIA".] {Bronze Sagrado} (Nível Mínimo: 1) [Recebimento: Presente de Reclamação de Selene]

♦️ Card / Cartão [Após cantar junto com uma musa, ela deu para o semideus um cartão. Aparentemente, ele não tem nenhuma propriedade mágica, mas, enquanto estiver com o cartão, o possuidor ganha 10% de resistência contra poderes de som ou que precisem que o alvo ouça alguma coisa.] (Nível mínimo: 1) {Som} [Recebimento: Missão Sonata, avaliada por Deimos e atualizada por Odisseu.]

Todos eles, exceto o cartão, estão dentro de uma mochila infantil que ele carrega nas costas. O cartão está em um dos bolsos da calça que ele usa.
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Re: — playin' with the devil (EVENTO / GRUPO 4)

Mensagem por Rukia Kuchiki em Ter Out 31, 2017 5:28 pm


carnival of lost souls

Estava escuro. Tão escuro que para Rukia era difícil ver para onde estavam indo. Prendeu o suspiro prestes a soltar, escolhendo manter a imagem de durona e cabeça no lugar. Tinha compaixão pelas agora crianças, sim, mas compaixão demais levava a questionamentos sobre sua força e a última coisa que precisava era caos se espalhando num lugar já não tão amigável.

Estava escuro. Mas de repente, fez-se luz.

A filha de Despina viu uma pequena bola de luz se formar no fim do que finalmente identificaram ser um corredor. Era fraca, criando apenas uma meia luz penumbral, não amenizando a atmosfera de medo que pairava sobre o ambiente. Continuou andando, determinada, até o fim do corredor, quando uma outra porta abriu e dela, saiu uma voz que arrepiou os cabelos de sua coluna.

"Você quer brincar?"


pontos obrigatórios


• Mais uma vez, narrem a passagem de um cômodo para o outro (agora, da sala para o corredor, do corredor andem até o final com Rukia). Entrando pela porta, mais uma vez estará escuro, somente a pequena bola de luz iluminando o quarto. Agora, ela irá circular pelo cômodo mostrando o que está dentro dele. Vocês verão bonecas de porcelana de rosto quebrado, Barbies, carrinhos... Todo tipo de brinquedo, mas todos terão uma característica em comum: estarão quebrados, inativos;

• A bola de luz iluminará uma seção curiosa do quarto: os brinquedos, além de quebrados, estarão remendados com partes estranhas: bonecas com braços mecânicos, robôs com cabeças humanas... Todos terão uma aura estranha, desconfortável, e o olhar mesmo que vazio terá um quê de desespero. Vocês ouvirão a mesma voz que antes, desta vez com um simples pigarreio, e logo em seguida dizendo "Bem vindos à casa de bonecas". A luz ficará cada vez mais fraca até mostrar um homem em seus 40 e poucos no centro do quarto: ele será gordo, suado, e inspirará nojo em seus personagens. Ele falará sobre como sempre foi apaixonado por brinquedos e como isso levou à sua ruína (vocês são livres para criar uma história de fundo para este NPC, mas a história deve estar em seu texto);

• Logo após, vocês perceberão que ligado à diversos pontos na pele do homem, há uma linha fina de barbante diferente. Ele, ao final de seu discurso, se intitulará "Mestre dos Bonecos" e com movimentos leves, fará alguns dos brinquedos se levantarem e atacarem vocês. Será 1 inimigo para cada um de vocês, e vocês são livres quanto a descrição deles (mais uma vez ressalto: vocês são livres para criá-la, mas ela deve estar presente). Finalizem seu turno com um contra-ataque, derrotando os brinquedos;


player


Dante Di Fontana;
Nível 4;
Vida: 85/130;
Energia: 88/130;

Kim Tae-yeon;
Nível 29;
Vida: 355/380;
Energia: 264/380;

Lorenzo Steffanina;
Nível 6;
Vida: 81/150;
Energia: 78/150;

Raphael Jauregui;
Nível 20;
Vida: 290/290;
Energia: 220/290;

Roan Morindew;
Nível 9;
Vida: 173/180;
Energia: 145/180;

regras e informações


Clima: Nublado, 13ºC;
Localização: Richmond, Virgínia;
Horário: 19h20;

• Idade dos participantes:
Rukia Kuchiki: 12 anos (narradora);
Dante Di Fontana: 8 anos;
Kim Tae-yeon: 7 anos;
Lorenzo Steffanina: 9 anos;
Raphael Jauregui: 10 anos;
Roan Morindew: 7 anos;

— Vocês têm 5 dias para postar. Ao fazê-lo, me mande uma MP, para que a resposta seja agilizada;
— Itens e poderes em spoiler ou code no final no post. No caso dos poderes, preferencialmente organizados por nível e tipo;
— Evite observações como "considerar todos os poderes até o nível X". Quando usar uma habilidade, cite-a e diga se é passiva, ativa ou especial (caso não o faça, o uso da habilidade será ignorado);
— Templates (com barrinha, fonte muito pequena ou que seja muito estreito) ou cores que dificultem a leitura são proibidos;
— Dúvidas, problemas? Precisa de um prazo maior? Me mande uma MP.



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Re: — playin' with the devil (EVENTO / GRUPO 4)

Mensagem por Roan Morindew em Ter Out 31, 2017 10:42 pm

Playin' with the devil
A pior parte era me controlar. Eu só queria dar uns gritos e simplesmente evaporar, mas sabia que seria impossível. Então me contive, dando mais atenção à minha própria respiração do que no resto.

Somente de soslaio eu pude ver, assim que nós seis estávamos reunidos novamente, que aquela aventura macabra não estava tão perto de acabar. Era inevitável reparar no fraco foco de luz que surgiu mais adiante, dando um outro tipo de ar sombrio à atração.

Com os olhos fixos nos ombros de Rukia, eu a segui. Segurava a espada com força com ambas as mãos, deixando o pequeno saquinho de areia mágica pendurado em uma delas, e mantinha o foco em minha respiração que já estava uniforme.

Quando me dei conta, percebi que estávamos em outro cômodo da casa. Quase esbarrei em alguém por tentar manter meus pensamentos um pouco distantes dali. Então ergui os olhos, varrendo o quarto com eles.

Confesso que estremeci, trincando os dentes e franzindo o cenho num semblante amargurante. Não somente bonecas, mas também pelúcias, carrinhos e peças de jogos emolduravam o cenário. Um resquício de felicidade cresceu em meu âmago ao vê-los todos quebrados.

O movimento repentino da bola de luz roubou a minha atenção, conduzindo de imediato meu olhar para outro canto que eu não havia reparado: a reciclagem de brinquedos. Carrinhos com cabeças de bonecas ao invés de rodas, bonecas com braços e pernas mecânicos e dinossauros com cabeças humanas compunham os mais bizarros brinquedos.

Busquei ajuda com os olhos, mas não obtive resposta. Firmei os dedos no cabo de Lullaby quando uma voz se fez presente, cortando o silêncio aterrorizante que caíra sob a casa. Eu não havia escutado-a antes, mas a julgar pelas reações dos demais, ela era conhecida.

Com a luz enfraquecida, um corpanzil humano fez-se presente. Possuindo várias curvas acentuando o excesso de gordura e uma oleosidade no rosto que se uma simples brisa corresse por ali nos mataria com o forte odor de suor, um homem se apresentou. Charles. Por via das dúvidas, enquanto o escutava, perscrutei o nosso redor.

— … mas não! Hoje em dia, vocês, malditas crianças, só querem saber de televisão e videogame e computador! Isso é deplorável. — comecei a acompanhar seus dizeres depois da rápida e última olhada no cômodo. — Por isso tentei induzi-las à força as melhores criações: os brinquedos. Como vocês podem ver, no entanto, eu fui menosprezado. Eu fui HUMILHADO!

Ele parecia um louco. Deixei seu falatório para segundo plano quando, graças a minha visão noturna aprimorada, eu pude ver alguns fios de nylon? presos nas articulações do homem. Quase o interrompi para perguntar se ele era uma marionete ou se apenas sua fascinação por brinquedos o fazia ser assim. Optei pelo silêncio. Poderia me dar mal.

De qualquer forma, nos demos mal. Ao se intitular “mestre dos bonecos”, o infeliz gesticulou suavemente. Assim, pude escutar alguns ruídos oriundos das laterais. Seu título era realmente válido.

Talvez fosse pior se espiasse em qual situação os demais semideuses se encontravam. Por isso, me foquei somente na boneca de tamanho real que se aproximava de mim. Sua perna robótica a fazia mancar, mas seu olhar, apesar de plastificado, era ameaçador.

Saí de uma espécie de paralisia quando uma mão borrachuda acertou o meu rosto. Com os olhos esbugalhados, incrédulo, eu gemi. Retrocedi alguns passinhos, pensando no que fazer. Por sorte, ela não tinha o mesmo ritmo que eu.

Massageei a bochecha atingida, a fim de dispersar a dor, e saltei para a diagonal esquerda quando a boneca se aproximou, adquirindo uma brecha de poucos segundos. Segurei a respiração.

Então investi, encaminhando a espada em direção ao flanco direito da inimiga, abrindo um talho considerável bem ali. Por um segundo, estranhei a ausência de sangue ao observar a perfuração. Recobrei os sentidos logo depois, recebendo um segundo golpe no ombro destro. Meus joelhos falharam, e consequentemente, escapei de outro soco.

Minha respiração estava irregular outra vez. Eu não podia, porém, me preocupar tanto com ela. Retraindo a espada ao me afastar da boneca, escapei por pouco de mais um golpe.

Ela emitiu um barulho que eu não soube definir, mas apostaria num bufe de insatisfação. Isso involuntariamente me fez sorrir, contente pelo meu estranho desempenho na batalha. Esperava o mesmo dos meus companheiros.

As poucas gotas de suor que escorriam pelas minhas têmporas significavam o estresse, a ansiedade e a falta de prática em lutas. Mesmo tendo empunhado uma espada pouquíssimas vezes na vida, aquela não parecia uma tarefa difícil.

Eu havia me apegado ao pensamento de que me mostraria de outra forma aos outros. Não queria ser o chorão inútil, embora talvez eu fosse exatamente isso. Precisávamos sair da casa de bonecas o mais rápido possível. Para isso, no entanto, precisávamos lutar. Então era isso o que eu faria.

Ao mexer os ombros, ergui a espada sobre a cabeça, lançando-me numa finta à direita para, em seguida, alargar o rasgo nas costelas da boneca ao atingi-la de novo. Em seguida, por instinto, eu fleti os joelhos, me prevenindo da reação hostil dela que porventura me acertaria no busto.

Num gingado apressado e precário para a direita, realcei o ferimento, riscando a arma até o peito da maldita. Meu rolamento, como forma de escape, foi apenas suficiente para quase me livrar por completo do murro em meu cocuruto.

Virei-me para ela com um sorrisinho bobo no rosto. A vontade de derrotá-la era maior do que de chorar. O que estava acontecendo comigo?

Decididamente, eu precisava encerrar meu conflito interno. Tínhamos uma missão, e uma criança chorona não seria de grande ajuda. Era nisso que eu me prenderia. Ponto final.

Meu ataque seguinte não foi muito bom. Logo que avancei, recebi uma bofetada na orelha e caí para o lado, um pouco desnorteado. Balancei a cabeça, recompondo-me, e pus as pernas para frente enquanto a boneca se aproximava.

Com certo esforço, consegui chutar suas pernas. Porém, com um cálculo tenebroso, me dei mal. Ela caiu justamente em cima de mim.

Alguns gritinhos saíram pela minha boca sem eu ao menos pensar e, afobado, tentei me arrastar para longe. Contudo, uma mão fixou-se no meu pescoço, apertando-o gradativamente. Senti minha cabeça esquentar por conta do sangue ali presente.

Por instinto, levei Lullaby contra o flanco esquerdo da boneca, transpassando todo o seu tronco. Enquanto meu fôlego atingia um grau péssimo de escassez, consegui finalizar um corte que separou a boneca pela cintura. Imediatamente, sua mão em meu pescoço voltou a ser inanimada, devolvendo o ar aos meus pulmões.

Levantei-me às pressas, arfante, e finalmente recorri a Rukia e os outros, assistindo a boneca vencida no chão. Encurtando a distância, me reposicionei próximo a eles para que nenhuma grande surpresa nos complicasse.


Roan:
itens:
{Lullaby} / Espada [Mede cerca de 80 cm, com 65 em sua lâmina. É feita de bronze sagrado; bastante afiada. Seu punho é coberto, com uma guarda de mão trabalhada não apenas no sentido decorativo. Tem dois gumes e há uma escrita entalhada na lâmina no fuller dela: "Bom sono". No nível 20, torna-se fones de ouvido, desse que são acolchoados, que não são feitos para serem conectados a eletrônicos, mas para minimizarem o som para dormir; nessa forma, contudo, não afeta poderes sonoros ou coisa assim.] {Bronze sagrado e couro branco} (Nível Mínimo: 1) [Recebimento: Presente de Reclamação de Hipnos]

{Sand bag} / Bolsa [Bolsa de veludo preta com zíper dourado. Dentro da bolsa uma quantidade ilimitada de areia mágica pode ser encontrada, sendo que mesmo que a areia seja perdida retornará para dentro da bolsa. Esse item é essencial para que o filho de Hipnos consiga usar alguns de seus poderes. Além disso, suporta guardar três objetos de tamanho até, no máximo, 150 cm, sendo que seres vivos não podem ser colocados aqui; o item deve passar pela abertura da bolsa, obviamente, e caso a sacola seja de alguma forma danificada, assim impedindo seu uso, ela retornará aos pertences do semideus, em seu chalé ou seja lá onde for seu lar.] {Couro} (Nível Mínimo: 1) [Recebimento: Presente de Reclamação de Hipnos]

{Goodnight} / Máscara de Olhos [Acolchoada, é uma máscara que possui um elástico para assim ser presa na cabeça do filho de Hipnos, servindo quase como um óculos, porém que o impede de enxergar (teoricamente). Na verdade, quando o filho de Hipnos a usa, ele acaba por entrar num estado de "semi-sonambulismo", podendo tirar um cochilo rápido, mas ainda mantendo consciência e controle de suas ações, além de que não afeta o campo perceptivo do semideus. Esse pequeno "descanso" proporcionado o ajudará curando 5% de seu HP e MP por rodada. Máximo de três rodadas, uma vez por missão.] {Pelúcia} (Nível Mínimo: 1) [Recebimento: Presente de Reclamação de Hipnos]
habilidades:
passivas:
Beleza Hereditária [01] - Hipnos era conhecido por ser um deus belo, seus descendentes adquirem tal característica, sempre serão reconhecidos por sua beleza natural - não é algo tão chamativo quanto os filhos de Afrodite - é uma beleza mais discreta e menos voluptuosa, mas que os distinguem entre as pessoas comuns. Além disso filhos de Hipnos em geral não parecem sofrer com linhas de expressão, marcas de idade, olheiras ou mesmo cabelos armados. Eles sempre parecem em bom estado. Sendo assim, aparentam ser mais jovens e bem cuidados do que provavelmente se cuidam para ser.

Visão noturna [04] - Filhos de Hipnos são ligados à escuridão, podendo ver normalmente durante a noite ou em locais não-iluminados, desde que a escuridão não seja mágica.
ativas:
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Roan Morindew
Roan Morindew
IndefinidosPercy Jackson RPG BR

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Re: — playin' with the devil (EVENTO / GRUPO 4)

Mensagem por Lorenzo Steffanina em Qua Nov 01, 2017 7:55 pm

— playin' with the devil (EVENTO / GRUPO 4) Phobos10
Carnival of Lost Souls

Halloween Event - 4th team - Dollhouse


Era a primeira vez que Lorenzo via as trevas engolirem a luz. A escuridão diante deles e para a qual caminhavam não revelava qualquer pista sobre que caminho estavam seguindo e todos os instintos do filho de Phobos gritavam para que eles se afastassem daquele lugar maluco o mais rápido possível. Além disso, tivera muita experiência assistindo a filmes de terror e sabia que nada de bom vinha ao entrar em locais escuros atrás de portas que se destrancavam sozinhas. Mas o que mais poderiam fazer, não é? Então, de repente...

Fiat lux... — Enzo murmurou quando uma pequena fonte de luz surgiu no que se revelou ser o fim de um corredor. Honestamente, o filho do medo achou que estava melhor quando tudo estava escuro. A penumbra os acompanhou até que Rukia, à frente, atingiu o fim do corredor. — O que será que essa porta esconde?

Lorenzo não queria realmente saber, contudo. A porta fechada que se avultou diante do grupo foi aberta antes que Rukia pusesse a mão sobre a maçaneta e de lá veio uma voz capaz de fazer arrepios correrem para cima e para baixo, brincando de Fórmula 1 pela coluna do filho de Phobos de uma forma absurdamente agoniante.

Você quer brincar?

A vontade de Lorenzo era gritar que não e sair correndo, embora fingisse para os demais que não estava com tanto medo assim. Eles entraram mais uma vez pelo desconhecido e novamente estava muito escuro. A bolinha de luz não iluminava um perímetro muito grande, então era ainda pior esperar por possíveis surpresas enquanto ela revelava pouco a pouco um conjunto de bizarrices típico de um filme do Chuck ou da Annabelle.

Bonecas de porcelana quebradas, sem olhos, carrinhos destruídos, brinquedos grandes e pequenos completamente arruinados. Poderia ser apenas um depósito de lixo, mas as peças pareciam emanar uma aura de puro terror, mas nenhuma delas era pior do que o que veio a seguir. Uma ala inteira cheia de brinquedos ridiculamente "consertados". Braços metálicos em bonecos de pano, uma cabeça de aparência humana em corpo de tentáculos robóticos, ganchos no lugar de olhos e olhos no lugar de uma boca.

Bem-vindos à Casa de Bonecas!

Então, a bolinha mostrou o que foi a pior visão de todas. No centro do cômodo estava um homem repugnante. Enorme, parecia que o corpo não suportava mais acumular a gordura dentro dos limites da pele e a gosma oleosa escorria por todo o seu corpo. Ele trajava uma camisa sem mangas extremamente apertada e cheia de buracos que um dia devia ter sido branca e uma bermuda com a aparência mais suja que se poderia imaginar. Fora isso, uma patola de cabelo ensebado mostrava-se no topo de sua cabeça brilhosa. O homem era um nojo!

— Bem-vindos ao meu lar — disse a mesma voz de antes, agora mostrando aos presentes que a origem era o gordalhão à frente deles. — Meu lar... Lar é onde existe aquele calor, não é? Aquele que a gente reconhece como nosso... Eu sempre amei os brinquedos. Eles eram meu lar. Eu queria construir, fazer, desfazer e refazer, criar! Os brinquedos me levavam para longe de tudo o que me entristecia e com eles eu era capaz de tudo.

O olhar sonhador na face do homem não inspirava pena, apesar de suas palavras sofridas. Lorenzo firmou a mão em torno da lança em alerta, seus olhos estavam atentos ao homem, mas seus ouvidos estavam atentos a qualquer ruído dentro do quarto. Porém, nada mais se ouvia.

— E aí eu quis levar isso para as outras pessoas. Essa sensação de lar, de diversão que não acaba! Houve um tempo em que eu consegui, em que todas as crianças pareciam partilhar da minha paixão e eu sentia que eles partilhavam de mim! Era para ter durado para sempre, para continuarem vivendo do meu poder, da minha inspiração... mas não! Hoje em dia, vocês, malditas crianças, só querem saber de televisão e videogame e computador! Isso é deplorável. Por isso tentei induzi-las à força de volta às melhores criações: os brinquedos. Como vocês podem ver, no entanto, eu fui menosprezado. Eu fui HUMILHADO!

Lorenzo não tinha ideia do quando a sanidade mental daquele cara poderia estar distante, mas sabia que estava. Seu poder, dissera. Ele se achava o quê? O deus dos brinquedos? Foi só então que o semideus notou a presença do barbante. Como se o homem fosse uma marionete gigante, uma estranha quantidade de fios parecia sair e entrar em seu corpo, tornando-o ainda mais nojento e repulsivo.

—... mas eu sou o Mestre dos Bonecos e não permanecerei mais à sombra de minha própria ruína! Eu me reerguerei e os primeiros degraus sob meus pés para me levarem de volta ao topo serão as suas cabeças!

Ele se moveu. Levemente, mas se moveu. O gorducho fez surgir da pilha de brinquedos bizarros um oponente para cada um do grupo, deixando ainda mais clara a hostilidade em relação aos semideuses. Não pretendia deixar que saíssem vivos e, apesar de não saber com certeza, Lorenzo desconfiou seriamente de que sangue de filhos de divindades teria algum poder especial para uma dominação mundial ou qualquer que fosse a loucura na cabeça daquele cara.

O rival do filho de Phobos era um Buzz Lightyear com cabeça de Annabelle e braço esquerdo de pano. Trazia em sua destra uma espada de madeira, um brinquedo que, nas mãos erradas, poderia ser perigoso. O gorducho comandava cada brinquedo com total maestria e, pelo canto dos olhos, Enzo percebeu que todos já estavam mergulhados em lutas assim como ele próprio se via agora.

O Buzz veio para cima do semideus com fúria. Lorenzo defendeu-se continuamente com sua lança, mas ainda não conseguia ver onde poderia acertar o boneco de forma rápida e fatal. Teria ele um coração? Um cérebro? O garoto não sabia ao certo e não tinha a menor vontade de manter aquela batalha por muito tempo, portanto precisou novamente fazer uso de um de seus poderes favoritos: a ilusão.

Fitando os olhos de Annabelle do boneco, Enzo ativou seu poder e começou a agir. O brinquedo defendia-se pelo lado contrário, completamente enganado pelo filho de Phobos. Ele investiu uma vez contra a cabeça da coisa, abrindo um belo furo com sua lança, mas ela continuava investindo. Ainda usando seu poder, acertou o que deveria ser o coração, mas ainda não houve resultado.

Então Lorenzo percebeu que a força vital do boneco vinha dos barbantes que o homem controlava. Precisava cortá-los. O efeito de seu poder após as duas investidas finalizou, mas ele agora já sabia o que fazer. Correndo em volta do boneco, alcançou cada um dos fios e rompeu-os com a lâmina da faca sacada de seu cinto. Tendo feito isso, investiu outra vez contra o AnnaBuzz e finalmente conseguiu matá-lo, enterrando a lança contra seu peito. Encerrara sua batalha.

Adendos:

Poderes utilizados:

PASSIVOS:
Perícia com lanças (Nível 01) - Phobos usa uma lança, e por isso seus filhos tem mais perícia com esse tipo de arma. Seu manuseio é mais fácil se comparado com a dificuldade de aprender a utilizar outras armas, e seus movimentos sempre serão mais precisos. Lembrando que indica apenas uma aptidão maior, mas não um aprendizado automático. [Modificado]

Resistência a medo (Nível 03) - Por ser seu domínio, você se torna mais resistente a poderes semelhantes, independente da fonte, tornando-se imune se a fonte tem cinco níveis abaixo ou mais do seu nível, ou ganhando 50% de resistência se proveniente de inimigos até 5 níveis acima do seu. Diminui pára 25% para inimigos entre 6 e 15 níveis acima, e para 10% entre 16 e 20, e funciona normalmente acima disso. [Modificado]

ATIVOS:
Ilusão Medonha I (Nível 01) - Quando você estiver em uma luta e ativar essa habilidade, seu inimigo verá seus movimentos ao contrário e irá ficar confuso, mas não passa de uma ilusão. (Dura duas rodadas, duas vezes por missão). Resistências se aplicam apenas a personagens com 5 níveis a menos para cima. Se a diferença de níveis for maior, favorecendo o filho de Phobos, as resistências do inimigo são ignoradas. [Modificado]

Itens levados:

Faca [Sua lâmina bronzeada mede cerca de 24 cm, e seu cabo tem o mesmo comprimento padrão. É bastante afiada e é perfeita para ataque ágeis e rápidos. O bom desta arma é sua eficiência tanto para mãos hábeis quanto para manuseios mais inexperientes, pois é uma arma curta, fácil de esconder e ao mesmo tempo fácil de manusear. Seu punho é feito de aço, mas uma camada de couro escuro cobre o aço para que o usuário possa segurá-la firmemente. Na parte inferior da lâmina, próxima ao cabo, há entalhado as siglas do Acampamento "CHB"; uma propriedade que só os meio-sangues e criaturas místicas podem ter e usar (ajuda um pouco na destreza)] {Bronze, aço e couro} (Nível mínimo: 1) {Nenhum elemento} [Recebimento: Administração; item inscrição padrão do fórum] Mão esquerda no momento da luta.

{revenge} / Colar [Um colar feito de prata tingida de preto possui um pingente de uma caveira. Uma vez por missão, ao desejo do semideus, pode ativar seu poder para invocar o fantasma da garotinha morta na igreja que possui 50/50 hp/mp. O fantasma não serve para batalha e sim como um segundo par de olhos para Lorenzo. Ela fica posicionada onde ordenada por até 3 turnos, ou até ser destruída, e quando avistar algo de suspeito o semideus começa a ver pelos olhos dela] {Prata} (Nível Mínimo: 6) (Recebido pela missão 'Take me to church' Avaliada por Will Fortune e atualizada por Phobos) No pescoço.

{Phobia} / Lança [Arma feita de bronze sagrado e tem um rubi cravejado no meio de seu cabo, é leve e tem fácil manuseio. Sua inspiração vem da lança utilizada por Phobos. Torna-se uma pulseira de spikes no nível 20.] {Bronze Sagrado} (Nível Mínimo: 1) {Controle sobre o Medo} [Recebimento: Presente de Reclamação de Phobos] Empunhada na mão direita.

{Requiem} / Amuleto [Feito de bronze, porém com a aparência de um crânio de uma gralha, com os olhos feitos de uma pedra preciosa púrpura. Seu efeito é que, ao ser utilizado pelo usuário, faz com que este possa sentir o medo de todos à sua volta em um raio de 50m. Pode ser usado como benefício para o filho de Phobos aproveitar-se da situação, já que caso o oponente do filho de Phobos estiver sofrendo sobre o efeito de algum poder de medo, um som ecoará do amuleto, podendo variar de acordo com o medo do personagem: uma risada de palhaço, passos de insetos, uivos, lástimas de fantasmas, etc. Somente o usuário e a "vítima" poderá ouvir esse som, aumentando a potencia do efeito do poder amedrontador em 20%. Não é um efeito sonoro.] {Bronze sagrado} (Nível Mínimo: 1) [Recebimento: Presente de Reclamação de Phobos] No bolso da calça.

{Voduko} / Boneco de vodu [Um pequeno boneco de vinte e cinco centímetros feito de pano negro. Fincado no boneco existem três alfinetes de metal. Ao ser banhado pelo sangue de seu oponente, o boneco permite que o semideus controle um único movimento dele, sendo algo básico como correr, parar, pular e etc - uma ordem com apenas uma palavra. Ainda assim o filho de Phobos não conseguirá obrigar o oponente a se suicidar ou a atacar outro alvo. Isso pode ser feito um único turno na missão. Caso prefira, o filho de Phobos pode usar os alfinetes no boneco banhado de sangue para fincar três partes do corpo de seu adversário, fazendo ele sentir uma dor ilusória no local mas que não causa dano algum, servindo apenas para afetar sua próxima ação, diminuindo a efetividade do oponente em 25% por alfinete, não cumulativos. Após o uso dos 3, o poder deixa de funcionar até a missão seguinte. O boneco pode ser usado apenas com o sangue de um oponente de cada vez, e funcionará novamente somente após ser banhado em água pura.]{Tecido e espuma} (Nível Mínimo: 1) [Recebimento: Presente de Reclamação de Phobos] Dentro da mochila às costas.

.:: narração :: falas :: pensamentos :: falas de outros ::.
Lorenzo Steffanina
Lorenzo Steffanina
Filhos de PhobosAcampamento Meio-Sangue

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Re: — playin' with the devil (EVENTO / GRUPO 4)

Mensagem por Kim Tae-yeon em Sex Nov 03, 2017 7:16 am

㈱㈲㈳㈴㈵
고생 끝에 낙이 온다 서당 개 삼 년 에 풍월 읊는 다
Entre ataques certeiros e alguns gritos Kim finalmente havia conseguido se recompor da batalha contra a criatura de porcelana que havia a desafiado. A descendência divina sempre fora um problema para a garota que tratou como um tabu por um longo tempo devido a diversas adversidades em sua vida. Porém quando se via em situações de risco, sempre seu pai e seus genes a ajudaram o que fez com que ela crescesse independente do sentido. Este era o sentimento qual ela havia se apegado ao longo dos últimos tempos e agora naquela escuridão sem fim da Dollhouse, Tae-yeon seguia pelo corredor junto a seus companheiros com determinação e foco. A filha de Ares não desistiria tão facilmente e não havia tempo para chorar. Precisava sobreviver.

O grupo seguiu por um corredor escuro como todas as outras salas anteriores até adentrar em um quarto ainda mais precário. A escuridão era quebrada por um único foco de luz que cortava a penumbra num espécie de esfera que começou a circular o ambiente. Kim segurou mais forte o cabo de sua lança ao perceber os diversos brinquedos que estavam ali presentes; bonecas como as já vistas eram acompanhadas de carrinhos e outros tipos de brinquedos quebrados.

Atenta e ainda sim um pouco nervosa, a garota direcionou o olhar para um outro espaço do como onde alguns brinquedos estavam dispostos de forma sinistra. O pior eram os ajustes: diversas partes mecânicas e remendos haviam sido feitos ali, o que deixou o ar ainda mais pesado. Era como se algo estivesse errado naquele lugar. Extremamente errado. O colar da semideusa começou a vibrar, iluminando sobre seu pescoço e a relembrando do ornamento até então inativo. Indicava perigo iminente.

“Bem vindos a casa de bonecas”. A voz era rouca e áspera, quase metálica.

A luz se esvaiu, revelando agora uma figura humana grotesca no centro da sala. Era um homem gordo e alto e parecia não tomar um banho por meses. O odor qual ele exalava parecia forte e mesmo a distância deixou a jovem enojada. O homem começou a recitar algumas palavras de como ele adorava seus brinquedos e a sensação de conforto e ter finalmente um lar. Por um breve instante Kim se sentiu tocada pois passou parte de sua infância em busca de uma casa, uma moradia segura para viver, mas assim como seu anseio o relato logo se tornou ameaçador.

— … mas não! Hoje em dia, vocês, malditas crianças, só querem saber de televisão, videogames e computadores! Isso é deplorável. — Kim deu um passo para trás enquanto parava de ouvir as palavras ameaçadoras do homem e voltou sua atenção aos fios de nylon com que pareciam prendê-lo. Seria ele uma “boneca” também? Não houve tempo para pensar, pois a batalha havia começado.

Um breve gesto do mestre dos bonecos e diversos brinquedos se voltaram contra o grupo. Yeon ergueu a lança a frente de seu corpo enquanto uma das bonecas se erguia a sua frente, porém, esta possuía a parte debaixo de seu corpo como uma aranha metálica. As lâminas nas patas dianteiras e a falta de braços incomodou a garota que assustada saltou para trás sobre uma pilha de brinquedos quebrados antes de quase ser fatiada.

Algumas das peças abaixo do corpo robusto de Kim se moveram, tentando puxa-la para baixo. Desesperada, a semideusa chutava alguns dos membros que a prendiam enquanto a criatura a atacava. Ela girou o cabo de sua lança, atingindo os bonecos e inclinando o cabo a fim de parar o golpe da aranha robótica. Num solavanco, Kim afastou-se das criaturas e parou o bote, rolando para o mais longe possível. Ela se recompôs rapidamente, flexionando os pés contra o chão e atacando a criatura a sua frente num golpe certeiro em seu ombro. Algo na mente de Kim dizia exatamente onde ela deveria atacar para obter sucesso total.

A aranha grunhiu, balançando a cabeça antes de atacar novamente. Kim prendeu a respiração e pode sentir seu corpo se aquecer. Seus olhos se iluminaram com uma luz avermelhada, enquanto sua voz parecia mais autoritária e forte.

—Quieta. Agora.

A boneca parou bruscamente, fissurada e confusa ao encarar a semideusa que após alguns segundos a atacou. A lança atravessou o peito da boneca, perfurando-a. Kim levantou a lança, sustentando o peso da criatura que tremia e estalava até finalmente parar de se mover. Tae-yeon arremessou o ser para o lado, caindo de joelhos enquanto espirava ofegante.


Adendos:

{Wrath} / Lança de artilharia [Lança longa, de 2m de comprimento. O cabo é feito de mogno, recoberto em bronze sagrado, sendo resistente porém mais leve que uma lança comum. A ponta é de bronze sagrado. Em toda sua extensão pontos avermelhados podem ser vistos: são engastes em rubi, decorando o cabo.] {Bronze sagrado, mogno e rubi} (Nível Mínimo: 1) {Não controla Nenhum Elemento} [Recebimento: Presente de Reclamação de Ares]

{Stunt} / Escudo [Escudo circular feito de metal com uma cabeça de javali esculpida em seu centro. Banhado em bronze, este fica em um tom avermelhado quando usado em batalha, representando sua segunda camada de bronze sagrado. Transforma-se em uma braçadeira de spikes no nível 20.] {Bronze sagrado (Nível Mínimo: 1) {Não controla Nenhum Elemento} [Recebimento: Presente de Reclamação de Ares]

Bite / Chicote [O chicote tem 4m de extensão e é feito de bronze trançado com couro em toda a arma. Na ponta, três espinhos de prata com 6 cm na forma de dentes adicionam um dano extra de sangramento e perfuração todas as vezes que o alvo for atingindo com sucesso - a última palavra é a do narrador] {Couro, prata e bronze} (Nível mínimo: 3) {Nenhum elemento} [Missão OP: "Freak Show" elaborada e avaliada por Hipnos]

{Teddy} / Colar [Composto por uma correntinha de ouro e um pingente de bronze em formato de ursinho de pelúcia, o colar serve como um indicador de perigo. Quando uma situação potencialmente perigosa se torna extremamente próxima do(a) portador(a), o pingente assume uma leve coloração avermelhada, como um alerta] {Materiais utilizados: ouro e bronze} (Nível Mínimo: 7) {Elemento controlado: nenhum} [Recebimento pela missão "Old Habits", narrada por Silvia Kawasaki, atualizada por Eros.]

Elixir da Energia (titânico):
Recupera 100EP.

Elixir da Vida (divino): Recupera 200HP.
Habilidades:


Passivas

◊ Perícia com Lanças [Nível 01]
A arma preferida de Ares é a lança, e ele sempre foi retratado como indo à batalha portando uma. Por suas preferências, seus filhos herdam como característica a facilidade no aprendizado e manuseio no mesmo tipo de arma. A habilidade reflete apenas a familiaridade, e um aprendizado mais facilitado se comparado ao uso de outras armas, mas não um conhecimento automático ou uma capacidade insuperável, sendo que a habilidade reflete o nível do personagem e está em constante evolução, mas não significa que não seja passível de erros.[Modificado]

◊ Força Aprimorada [Nível 01]
Ares é conhecido pela sua beligerância, estando sempre em treinos e exercícios constantes para exercer seus domínios. Seus filhos também herdam a mesma aptidão física, possuindo um corpo geralmente atlético e delineado, mesmo que não sejam musculosos, e uma força aprimorada se em comparação com semideuses de outra origem. Ainda perdem para filhos de Héracles, e não são páreos para semideuses treinados de nível mais alto, mas quando comparados com humanos comuns ou semideuses de outra origem não relativa à força física, suas capacidades de força são cerca de 15% maiores.[Modificado]

◊ Destemor [Nível 04]
Como legítimos filhos do deus da guerra, as proles de Ares não sentem tanto medo diante de uma batalha, conseguindo controlar seus sentimentos e encarando os desafios. Isso lhes dá imunidade a poderes de medo ligados diretamente ao emocional, se vindos de oponentes até 10 níveis mais fracos. Entre isso e 5 níveis acima, adquirem resistência de 50%, e entre 10 e 20 níveis, 25%. Acima disso, são afetados normalmente. [Modificado, antigo "Aura anti-medo"]

◊ Aura de precipitação [Nível 05]
A prole da guerra, assim como apresentado por seu pai na série, tem uma aura que incita irritação nas pessoas que os cercam, principalmente inimigos - sendo mais suscetíveis a este poder graças a sua "abertura" de raiva para com o personagem. Isso acaba por influenciar em um embate, sendo que os sujeitos a raiva acabam por ser mais descuidados do que seriam em seu estado normal, e seus golpes perdem parte da precisão afetando sua efetividade e reduzindo as chances de acerto e o dano em 10% quando contra o filho de Ares. Entre dois filhos de Ares que se enfrentem, prevalece a aura do de maior nível. Se ambos forem de mesmo nível, as auras se anulam. A aura afeta o estado mental, e portanto aqueles que possuem resistência são menos afetados, de acordo com seus poderes - se tiverem mais de 10 níveis de diferença, não serão afetados. Resistência a poderes de Ira também se aplicam. {Idealizado por Katherine B. Angelline}[[Modificado, antigo "Influência"]

◊ Guerreiro atento [Nível 09]
Filhos de Ares possuem experiência elevada em lutas, conseguindo com isso perceber brechas nos golpes e intuindo a movimentação do inimigo. Isso faz com que as defesas dos oponentes não sejam tão efetivas, reduzindo a esquiva dos adversários em 10%. Afeta apenas um adversário por vez e que esteja em combate corporal contra o filho de Ares, independente de quantos estejam lutando contra o semideus. O alvo deve ser definido no primeiro turno de combate, e só pode ser alterado caso morra ou deixe de lutar contra o semideus de alguma forma. Apesar de ser uma passiva, a delimitação do número de alvos se deve pela necessidade de concentração em luta - fator reduzido contra uma quantidade grande de alvos. Contudo, aumenta com a experiência, afetando 1 alvo a mais no nível 30, + 1 adicional a cada 20 níveis posteriores ao 30, representando a experiência do semideus.[Novo]

◊ Perícia em Combate Não-Armado [Nível 12]
Nem sempre se tem uma arma à mão, mas um verdadeiro soldado mesmo desarmado deve saber se defender. Assim, filhos de Ares desenvolvem uma habilidade e consciência corporal maiores, o que faz deles bons combatentes corpo-a-corpo, conseguindo aprender mais facilmente estilos de golpes não armados que sejam mais complexos do que os habituais, e tendo um aumento de 5% a mais dos danos causados com esses golpes, a cada 10 níveis que o semideus avance acima deste, até um máximo de 50%. [Modificado]

◊ Explorar Desvantagem [Nível 13]
Ares é um deus que não liga para desvantagens, pelo contrário, as explora a seu favor. Todas as vezes que um filho do deus da guerra estiver lutando tendo vantagem numérica sobre seu oponente (conta-se como vantagem qualquer aliado que esteja lutando a favor do semideus no mesmo campo de batalha/ proximidade de até 50m, desde que seus números superem o dos adversários), o gasto de MP ao usar um poder ativo será 10% menor (arredondado para baixo) - esse valor não aumenta, independente de quantos aliados estiverem na luta. {idealizado por Tony Scipriano} [Novo]

◊ Estado de alerta [Nível 21]
Quando os filhos de Ares estão correndo algum risco de serem atacados ou mortos de surpresa, eles têm uma premonição, um sentimento de perigo. Este sentimento os alerta para que fiquem em guarda, e apenas se eles forem o alvo original e intencional - um acidente ou desvio não seria alertado, como uma bala perdida, por exemplo, por não fazer deles o foco (da mesma forma, algo que afete uma área não seria notado) - e não revela a localização do inimigo ou o tipo de ataque. Não funciona se estiver dormindo ou inconsciente de alguma forma. Abrange apenas os efeitos em um raio de 50m. [Modificado, antigo "Percepção instintiva"]

◊ Pele Calejada [Nível 20]
Os semideuses de Ares treinam frequentemente se pondo à prova de diversas maneiras, o que resulta em poderem ampliar sua capacidade física, aumentando a consistência de seus músculos e desenvolvendo seu corpo para suportar golpes. Sua pele calejada é a prova de seu trabalho duro, o que na certa, fica mais fortalecida a ataques de natureza física. Quanto mais fortes forem (níveis), sofrerão uma redução de danos 5% a cada vinte níveis a partir do ganho do poder, sendo o máximo de resistência possível a ser adquirida 20% (no nível 80), ao receberem golpes com componentes físicos.[Modificado, antigo "Resistência aprimorada & pele calejada", agora separados em dois efeitos.]


Ativas

◊ Golpe poderoso [Nível 09]
O filho de Ares concentra sua energia em um golpe, que provoca 25% a mais de dano se acertar. 1 vez a cada 3 rodadas - diferente de agressividade, afeta apenas 1 golpe, em 1 turno. Para que essa habilidade funcione, nenhum outro poder ativo pode estar em funcionamento, e a habilidade funciona apenas para golpes que exijam combate físico, não se aplicando a armas à distância. [Novo]

◊ Olhos do Medo [Nível 10]
O medo não é apenas filho de Ares, mas seu companheiro constante e fator influenciador dos combates. Dessa forma, o semideus da guerra também aprende a dominar - ainda que em pequena escala - tal influência, exercendo poder sobre um alvo através do olhar, concentrando energia em um ataque visual que, caso efetivo, abalará o alvo e reduzirá sua capacidade de ataque nos próximos 3 turnos. Resistências a medo são aplicadas. O ataque visual pode afetar um alvo a até 15m de distância. 1 vez por combate. [Modificado]
Kim Tae-yeon
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Re: — playin' with the devil (EVENTO / GRUPO 4)

Mensagem por Rukia Kuchiki em Seg Nov 13, 2017 5:02 pm


carnival of lost souls

Pelo canto do olho, Rukia pôde ver dois dos semideuses abatidos. O coração apertou, mas precisava focar na situação acontecendo.

Seu próprio combate não havia sido fácil, mas Rukia conseguiu derrotar a criatura híbrida de boneca de bebê e caminhão de brinquedo. Não se enganou achando que aquele inferno havia acabado, não. Sabia quem era o inimigo, e não eram os brinquedos — se eles tivessem vida, a filha do inverno imaginava a dor que deveriam sentir. Com a respiração ofegante, olhou para a criatura — porque tal coisa horrenda controlando as marionetes não poderia nunca ser humana — com raiva, sentindo o nojo embrulhar-lhe o estômago.

Então, ao ver seus fantoches todos derrotados, o monstro se enfureceu. Numa onda de raiva, ele levantou de seu lugar no centro da sala, agitando os fios que ligavam sua pele aos brinquedos modificados. Ao invés de mandar uma chuva de inimigos contra os semideuses, contudo, a aberração abriu um sorriso e puxou todas as linhas de seu corpo, arrancando-as e fazendo sangue escorrer por sua pele, tornando sua figura ainda mais repugnante.

Sobrou apenas uma linha: ela passava por todo seu braço direito e envolvia sua mão e dedos. Com um sorriso insano, o monstro mexeu o indicador e da pilha de brinquedos quebrados, algo surgiu. Levantando do cemitério de brinquedos, a mesma cabeça careca que viram antes de entrarem pela porta um cômodo atrás. Mas não era apenas a cabeça; a boneca não havia corpo. Ao invés disso, sua estrutura era aracnídea, com pernas metálicas articuladas saindo de baixo da cabeça. Em uma das pernas, havia uma serra girando — o mesmo som que ouviram tantos e tantos cômodos atrás.


pontos obrigatórios


• Façam uma introdução com os fatos relevantes da narração, ou seja: a atitude do homem, o corte dos fios e a aparição do novo monstro final;

• Vocês devem lutar com a criatura aracnídea, mas após vários golpes fracassados, perceberão que a criatura é quase indestrutível. Em algum momento da narrativa, deem um jeito de perceberem que a chave para matá-la é cortar seu vínculo com o homem. Qualquer um de vocês é livre para cortar o fio entre o monstro e o Mestre dos Bonecos e aplicar o golpe final na cabeça de boneca. Lembrem-se, este é o combate final. Espero que todos narrem pelo menos uma investida contra a criatura, mesmo quem não vá aplicar o golpe final;

• O Mestre dos Bonecos ainda tentará reconectar os fios ao seu corpo e continuar a luta. Impeçam-no, sendo obrigatório que todos apliquem pelo menos um golpe em alguma parte do corpo do Mestre. Um de vocês (e não pode ser quem deu o golpe final da outra boneca) deve decapitá-lo e o outro golpear seu coração. Após fazerem isso, uma porta atrás do homem se abrirá, inundando o cômodo de luz. Ela dará para fora da atração da Dollhouse, e o Parque estará quieto e apagado novamente, com um adendo: haverá bonecos de todo tipo espalhados pelas barradas e brinquedos olhando diretamente para vocês. Eles não atacarão, mas vocês se sentirão observados. Ao pisarem fora da Dollhouse, terão suas idades comuns novamente;

• Um de vocês deve narrar voltar para dentro da atração e ajudar Rukia a arrastar um dos abatidos. Raphael tem uma maldição que o impede de tocar em mulheres, então Rukia estará levando Dante. Quem resolver cumprir este ponto, deve narrar ir com Rukia até os portões do parque e deixar Raphael ali, com a filha de Despina e o filho de Selene desacordado, e logo após estará livre para encerrar da forma que quiser. Os demais, façam a finalização da forma que acharem mais apropriada. Para efeitos interpretativos, Raphael e Dante deverão acordar pouco tempo e então Rukia os acompanhará de volta ao acampamento;


players [final]


Dante Di Fontana;
Nível 4;
Vida: 20/130;
Energia: 23/130;

Kim Tae-yeon;
Nível 29;
Vida: 380/380;
Energia: 288/380;

Lorenzo Steffanina;
Nível 6;
Vida: 81/150;
Energia: 74/150;

Raphael Jauregui;
Nível 20;
Vida: 145/290;
Energia: 75/290;

Roan Morindew;
Nível 9;
Vida: 173/180;
Energia: 145/180;

regras e informações


Clima: Nublado, 13ºC;
Localização: Richmond, Virgínia;
Horário: 19h30;

• Idade dos participantes:
Rukia Kuchiki: 12 anos (narradora);
Dante Di Fontana: 8 anos (Por ter pedido para sair sem justificativa player sofreu punição de menos 50% de seu HP e MP total);
Kim Tae-yeon: 7 anos;
Lorenzo Steffanina: 9 anos;
Raphael Jauregui: 10 anos (Por ter pedido para sair sem justificativa player sofreu punição de menos 50% de seu HP e MP total);
Roan Morindew: 7 anos;

— Vocês têm até dia 17 para postar. Ao fazê-lo, me mande uma MP, para que a resposta seja agilizada;
— Itens e poderes em spoiler ou code no final no post. No caso dos poderes, preferencialmente organizados por nível e tipo;
— Evite observações como "considerar todos os poderes até o nível X". Quando usar uma habilidade, cite-a e diga se é passiva, ativa ou especial (caso não o faça, o uso da habilidade será ignorado);
— Templates (com barrinha, fonte muito pequena ou que seja muito estreito) ou cores que dificultem a leitura são proibidos;
— Dúvidas, problemas? Precisa de um prazo maior? Me mande uma MP.



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Re: — playin' with the devil (EVENTO / GRUPO 4)

Mensagem por Roan Morindew em Sex Nov 17, 2017 12:31 pm

Playin' with the devil
Foi inevitável contrair os músculos do rosto quando vi o sangue jorrar dos pontos onde os fios estavam atados ao homem. De longe, essa era a noite mais bizarra em toda a minha vida.

Busquei refúgio no olhar de Rukia, o que não teve eficácia alguma ao afastar os maus sentimentos. Estávamos todos aflitos, com medo da casa de bonecas e, principalmente, do cara que a fazia funcionar. No entanto, também estávamos perto o suficiente para virar o jogo.

Ao passo em que tentei me concentrar para controlar minha respiração, fomos surpreendidos: do meio da pilha de brinquedos quebrados, a cabeça bizarra que há algum tempo me assustou havia reaparecido ali; completava, porém, um corpo de aranha. Por um instante, fiquei confuso. Eu deveria temer ou rir da mais nova criação do Mestre dos Bonecos?

Segurei Lullaby com força. O combate era iminente, mas de maneira alguma eu seria o primeiro a investir. Ainda mais com uma serra elétrica em questão. Talvez Rukia pudesse inutilizá-la com uma grande camada de gelo ou coisa do tipo.

Mantendo-me mais atrás dos demais, pude pensar com um pouco mais de clareza. Eu já tinha reparado, e provavelmente os outros também, que no momento em que o homem se livrara de todos os fios ligados a si, somente um permaneceu intacto. Apesar da iluminação precária do ambiente, eu pude facilmente constatar a ligação restante ao me deslocar sutilmente à esquerda.

Eu só não percebi que fiquei à mercê da aranha-boneca-massacredaserraelétrica.

Um corpo pesado se chocou contra mim de repente, levando-me automaticamente para trás. Então percebi, ao cair, que o tronco da boneca de porcelana havia estourado ao chocar em mim. Respirei com dificuldade, sentindo as lágrimas descerem pelas bochechas.

Levando em conta o meu tamanho e a facilidade com que fui atingido, talvez o maníaco dos bonecos não me considerasse uma ameaça. Eu estava simplesmente de lado, enquanto os outros semideuses lutavam.

Eu precisava muito de mais alguns minutos para me recompor, mas esses minutos poderiam ceifar a vida de algum dos meus amigos. Eu não podia correr esse risco. Sem a espada em mãos graças a boneca voadora, eu pude manear a algibeira sem problemas.

Uma quantidade razoável de areia estava amontoada no chão diante de mim. Eu não tinha tanta prática com isso, mas produzir bolinhas não deveria ser complicado. Por isso, enquanto os outros ocupavam o homem e sua marionete, eu furtivamente moldava minhas bolinhas de gude mágicas.

De pé, inspirei e expirei profundamente, reprimindo a pontada na boca do meu estômago, e apanhei as bolinhas com ambas as mãos. A chance de falha era grande, mas eu torcia para que ao menos servisse de distração.

Então, curvado, eu me aproximei, buscando um ângulo em que não afetasse meus companheiros. Assim, atirei minhas criações sob a boneca-aranha, com o intuito de atrapalhar sua movimentação ou simplesmente distrair a ela e seu mestre.

Tempo era uma coisa escassa ali. Portanto não esperei para ver o resultado do que eu havia feito. Recuei e me encaminhei até Lullaby, apanhando-a ao passar correndo, e com os olhos semicerrados eu o encontrei. Encontrei o fio que dava vida ao brinquedo assassino.

Um movimento ascendente pôs fim àquela bagunça. O simples toque da lâmina ao fio o cortou, encerrando a manipulação da boneca. Eu precisava aproveitar a curta brecha que tinha. Por isso, mantendo-me às costas dela, eu investi.

Eu realmente não me importava se era covarde ou não atacar pelas costas. Dadas as circunstâncias nas quais estávamos, eu não podia exigir muita coisa. Apenas me foquei na cabeça da criatura.

— OUTCH! — gritei ao ser atingido, voando alguns metros até ir contra o chão mais uma vez. Ao menos, Lullaby estava cravada na parte traseira da cabeça da boneca psicótica.

Com a nitidez da minha visão de volta, vi que o Mestre estava sob ataque dos meus colegas meio-sangue. Um filete de sorriso despontou no meu rosto enquanto eu tentava me levantar, cambaleando pela lateral do homem.

Um infantil chute na canela dele antecedeu o soco no meu nariz. O ar pareceu fugir dos meus pulmões. Eu não consegui gritar. Senti minha pressão decair gradativamente, assim como eu.

No chão, rastejei um pouco para trás, saindo do alcance do inimigo. Rukia e os outros cuidavam dele sem problema algum. De fato, eu precisava me recompor desta vez.

A parte inferior da minha camiseta serviu para estancar um pouco do sangue que escorria pelas minhas narinas. A dor não parecia se manifestar muito por conta da adrenalina. Ainda bem, porque do contrário eu seria, enfim, um peso morto para a equipe.

Ao ficar de pé novamente, pude ver o homem morto. Seu corpo inerte espirrava sangue de muitos lugares enquanto sua cabeça rolava para trás. Foi dessa forma que percebi uma porta aberta. Depois de tanto tempo no escuro, a mísera claridade vinda de fora feria meus olhos.

Encurtei a distância até Rukia, mancando ao seu encontro. Ela parecia bem, diferentemente de Dante e Raphael. Eu não havia reparado na ausência do rapaz em meio àquele caos.

Além de gemidos esporádicos, eu não ousei falar nada. Depois de tudo pelo que passamos o silêncio talvez fosse a melhor forma de absorção e aceitação. Mas não tardei em trocar olhares pela milésima vez. Foi assim que entendi o que a garota faria.

Prontifiquei-me, embora desajeitado, a carregar o filho de Zeus para fora da casa de bonecas, até onde Rukia dissesse ou eu aguentasse. Muito esforço era exigido, então deixei de lado o pano que pressionava o nariz para carregar a espada e o garoto.

Apenas quando alcançamos os portões do parque foi que eu percebi. Estávamos com nossa idade real. Amém. E eu não tinha ideia do que faria em seguida. Eu precisava cuidar de mim, mas o que falaria no hospital se aparecesse desse jeito?

Tirei o celular do bolso, constatando alguns trincados novos na tela, e busquei pelo número de Aysha. Com certeza ela me ajudaria.

Roan:
itens:
{Lullaby} / Espada [Mede cerca de 80 cm, com 65 em sua lâmina. É feita de bronze sagrado; bastante afiada. Seu punho é coberto, com uma guarda de mão trabalhada não apenas no sentido decorativo. Tem dois gumes e há uma escrita entalhada na lâmina no fuller dela: "Bom sono". No nível 20, torna-se fones de ouvido, desse que são acolchoados, que não são feitos para serem conectados a eletrônicos, mas para minimizarem o som para dormir; nessa forma, contudo, não afeta poderes sonoros ou coisa assim.] {Bronze sagrado e couro branco} (Nível Mínimo: 1) [Recebimento: Presente de Reclamação de Hipnos]

{Sand bag} / Bolsa [Bolsa de veludo preta com zíper dourado. Dentro da bolsa uma quantidade ilimitada de areia mágica pode ser encontrada, sendo que mesmo que a areia seja perdida retornará para dentro da bolsa. Esse item é essencial para que o filho de Hipnos consiga usar alguns de seus poderes. Além disso, suporta guardar três objetos de tamanho até, no máximo, 150 cm, sendo que seres vivos não podem ser colocados aqui; o item deve passar pela abertura da bolsa, obviamente, e caso a sacola seja de alguma forma danificada, assim impedindo seu uso, ela retornará aos pertences do semideus, em seu chalé ou seja lá onde for seu lar.] {Couro} (Nível Mínimo: 1) [Recebimento: Presente de Reclamação de Hipnos]

{Goodnight} / Máscara de Olhos [Acolchoada, é uma máscara que possui um elástico para assim ser presa na cabeça do filho de Hipnos, servindo quase como um óculos, porém que o impede de enxergar (teoricamente). Na verdade, quando o filho de Hipnos a usa, ele acaba por entrar num estado de "semi-sonambulismo", podendo tirar um cochilo rápido, mas ainda mantendo consciência e controle de suas ações, além de que não afeta o campo perceptivo do semideus. Esse pequeno "descanso" proporcionado o ajudará curando 5% de seu HP e MP por rodada. Máximo de três rodadas, uma vez por missão.] {Pelúcia} (Nível Mínimo: 1) [Recebimento: Presente de Reclamação de Hipnos]
habilidades:
passivas:
Beleza Hereditária [01] - Hipnos era conhecido por ser um deus belo, seus descendentes adquirem tal característica, sempre serão reconhecidos por sua beleza natural - não é algo tão chamativo quanto os filhos de Afrodite - é uma beleza mais discreta e menos voluptuosa, mas que os distinguem entre as pessoas comuns. Além disso filhos de Hipnos em geral não parecem sofrer com linhas de expressão, marcas de idade, olheiras ou mesmo cabelos armados. Eles sempre parecem em bom estado. Sendo assim, aparentam ser mais jovens e bem cuidados do que provavelmente se cuidam para ser.

Visão noturna [04] - Filhos de Hipnos são ligados à escuridão, podendo ver normalmente durante a noite ou em locais não-iluminados, desde que a escuridão não seja mágica.
ativas:
Criar objeto onírico inicial [07] - O semideus é capaz de criar objetos pequenos com substâncias retiradas do sonhos. Ele usa sua algibeira para modelar a areia dos sonhos na forma desejada, porém os objetos duram pouco - 2 rodadas - e tem 50% menos resistência do que um similar real, além de serem apenas de material comum, não podendo ser encantados. 1 vez a cada 3 rodadas.
obs:
não revisei, então dscp qualquer erro
Roan Morindew
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Re: — playin' with the devil (EVENTO / GRUPO 4)

Mensagem por Lorenzo Steffanina em Sex Nov 17, 2017 4:07 pm

— playin' with the devil (EVENTO / GRUPO 4) Phobos10
Carnival of Lost Souls

Halloween Event - 4th team - Dollhouse


Todos conseguiram seus objetivos. Bem, quase todos. Raphael e Dante caíram, embora, no geral, o grupo de semideuses tenha conseguido seus objetivos. Os primeiros oponentes foram logo derrotados, mas a batalha ainda estava longe de acabar. O Mestre dos Bonecos, asqueroso e furioso, arrancou de seu corpo todos os fios que o ligavam aos brinquedos que atacaram o grupo, fazendo sangue jorrar dos buracos sobressalentes, e, deixando apenas um, comandou o início da nova fase daquele jogo demoníaco.

A mesma cabeça que assustara as crianças antes ressurgira, revelando agora seu corpo de aracnídeo mecânico. Em uma das patas estava uma serra elétrica ligada e seu som fez fortes arrepios correrem pelas costas de Lorenzo. Ele se lembrava claramente daquele ruído, jamais o esqueceria, mas, embora quisesse apenas deixar aquele lugar de uma vez por todas, o filho de Phobos não se deixou abater e mergulhou na batalha que rapidamente se iniciava. Queria derrotar aquelas coisas tão logo quanto lhe fosse possível.

Lorenzo girava sua lança e a cravava contra as patas metálicas da boneca satânica, mas simplesmente não conseguia ver suas investidas fazerem efeito. Além disso, precisava o tempo todo desviar dos golpes da criatura a fim de salvar a própria vida. Rapidamente ele entendeu o que precisava ser feito, tal como realizara na batalha anterior. Era o mestre que dava vida à boneca e a ligação entre eles precisava ser cortada. Como Lorenzo faria isso? Não tinha ideia.

Porém, o filho do deus do medo pôde dar graças quando viu que não fora o único a entender a solução. Roan, mais perto, corria na direção do fio e parecia já ter todo um plano em mente para o corte. Assim, Lorenzo se esforçou para cumprir seu papel na luta, de modo a ajudar o garoto da melhor maneira que podia. Conseguiu até riscar a face da coisa com a ponta da lança em determinado momento, mas coube a Roan as glórias pela derrota daquela oponente.

O mestre mal pôde crer no que viu. Desesperado, tentou reconectar o outra vez, mas já era tarde. Ele era o alvo agora e as crianças estavam completamente engajadas em destruí-lo. Roan foi abatido com um soco no nariz, mas o corajoso chute que deu na canela do grandalhão antes de cair foi o suficiente para dar abertura aos golpes dos três restantes.

Ele era forte, contudo, e não cederia tão fácil. Era preciso uma estratégia. Enquanto incansavelmente golpeava ao lado de Rukia e Kim, Enzo percebeu um ligeiro padrão no modo de defesa do Mestre dos Bonecos: seu lado direito estava mais aberto e era lá que ele o atacava. Se conseguisse ir para trás do monstro em forma de ser humano, poderia acertá-lo por um ponto cego. Bastava que estivesse suficientemente distraído e Kim era a menor entre eles, poderia escapar mais facilmente.

— Kim, chame a atenção dele! Rukia, os pés!

Poderia ser loucura, mas Lorenzo saltou para trás do homem antes mesmo de ter certeza da eficiência de Kim, mas confiava que a garota conseguiria cumprir aquele rápido combinado. Era o único plano que tinham e, se não desse certo, Enzo não sabia o que poderiam fazer. Eles golpearam por mais alguns instantes até que o filho de Phobos viu a abertura que precisava. Agora ou nunca.

Sem hesitar, cravou a lança no meio da nuca do grandalhão e abaixou-se para pegar a espada do desacordado Roan, antes cravada na traseira da cabeça da boneca. Precisaria dela para fazer o que julgava necessário e, voltando, percebeu que o plano correra conforme ele tinha pensado. Foi como se todos tivessem tido a mesma ideia, sem medo de arriscar. A lança de Kim estava cravada no coração do homem e Enzo, com a espada de Roan, arrancou a cabeça do líder inimigo. Finalmente, aquilo tinha acabado.

* * *

Estavam do lado de fora. A porta de saída se abrira assim que a cabeça do líder rolou e os semideuses agora viam-se novamente em suas idades reais. Ninguém falava, ninguém ousava sequer respirar mais alto. Rukia ficara um pouco mais atrás para carregar Dante e Roan, já recuperado do forte soco e com sua espada devidamente devolvida, voltou até ela e carregou Raphael.

Quando os quatro deixaram a Dollhouse, Lorenzo, Rukia, Roan e Kim se entreolharam. Foi um entendimento mútuo entre eles, sem precisar de vozes para firmar um agradecimento por terem enfrentado tudo juntos e por terem conseguido proteger um ao outro para que todos saíssem dali vivos. Enzo não conhecia nenhuma daquelas pessoas antes, mas, sabendo quem eram agora e tendo enfrentado tudo aquilo, sabia que poderia confiar neles um dia e que provavelmente os veria de novo.

Kim foi para um lado, Rukia e Roan, com Dante e Raphael, foram para outro e o filho de Phobos encontrou novamente o caminho que tinha feito para chegar à atração amaldiçoada. Estava indo embora dali e só queria chegar em casa e abraçar sua mãe. Deuses, ela teria um ataque quando soubesse da bizarrice em que o filho tinha se metido e imaginar a cena fez Lorenzo sorrir de forma quase imperceptível.

— Ah, Richmond... — disse, finalmente sentando-se em um dos bancos do primeiro ônibus que sairia em direção à Filadélfia. — Espero não voltar aqui tão cedo!

E se permitiu fechar os olhos, ignorando completamente o que deveria se passar pela cabeça dos mortais ao vê-lo armado, mas sem conseguir dormir tranquilamente. Toda vez que parecia perto de conseguir, ouvia os brados furiosos do Mestre dos Bonecos e tinha a sensação de que seu sangue lhe subia pelo corpo na intenção de afogá-lo. O que poderia-se esperar? Parece que um filho do medo jamais poderia ter paz.

~*~

Adendos:

Poderes utilizados:

PASSIVOS:
Perícia com lanças (Nível 01) - Phobos usa uma lança, e por isso seus filhos tem mais perícia com esse tipo de arma. Seu manuseio é mais fácil se comparado com a dificuldade de aprender a utilizar outras armas, e seus movimentos sempre serão mais precisos. Lembrando que indica apenas uma aptidão maior, mas não um aprendizado automático. [Modificado]

Resistência a medo (Nível 03) - Por ser seu domínio, você se torna mais resistente a poderes semelhantes, independente da fonte, tornando-se imune se a fonte tem cinco níveis abaixo ou mais do seu nível, ou ganhando 50% de resistência se proveniente de inimigos até 5 níveis acima do seu. Diminui pára 25% para inimigos entre 6 e 15 níveis acima, e para 10% entre 16 e 20, e funciona normalmente acima disso. [Modificado]

Itens levados:

Faca [Sua lâmina bronzeada mede cerca de 24 cm, e seu cabo tem o mesmo comprimento padrão. É bastante afiada e é perfeita para ataque ágeis e rápidos. O bom desta arma é sua eficiência tanto para mãos hábeis quanto para manuseios mais inexperientes, pois é uma arma curta, fácil de esconder e ao mesmo tempo fácil de manusear. Seu punho é feito de aço, mas uma camada de couro escuro cobre o aço para que o usuário possa segurá-la firmemente. Na parte inferior da lâmina, próxima ao cabo, há entalhado as siglas do Acampamento "CHB"; uma propriedade que só os meio-sangues e criaturas místicas podem ter e usar (ajuda um pouco na destreza)] {Bronze, aço e couro} (Nível mínimo: 1) {Nenhum elemento} [Recebimento: Administração; item inscrição padrão do fórum] Mão esquerda no momento da luta.

{revenge} / Colar [Um colar feito de prata tingida de preto possui um pingente de uma caveira. Uma vez por missão, ao desejo do semideus, pode ativar seu poder para invocar o fantasma da garotinha morta na igreja que possui 50/50 hp/mp. O fantasma não serve para batalha e sim como um segundo par de olhos para Lorenzo. Ela fica posicionada onde ordenada por até 3 turnos, ou até ser destruída, e quando avistar algo de suspeito o semideus começa a ver pelos olhos dela] {Prata} (Nível Mínimo: 6) (Recebido pela missão 'Take me to church' Avaliada por Will Fortune e atualizada por Phobos) No pescoço.

{Phobia} / Lança [Arma feita de bronze sagrado e tem um rubi cravejado no meio de seu cabo, é leve e tem fácil manuseio. Sua inspiração vem da lança utilizada por Phobos. Torna-se uma pulseira de spikes no nível 20.] {Bronze Sagrado} (Nível Mínimo: 1) {Controle sobre o Medo} [Recebimento: Presente de Reclamação de Phobos] Empunhada na mão direita.

{Requiem} / Amuleto [Feito de bronze, porém com a aparência de um crânio de uma gralha, com os olhos feitos de uma pedra preciosa púrpura. Seu efeito é que, ao ser utilizado pelo usuário, faz com que este possa sentir o medo de todos à sua volta em um raio de 50m. Pode ser usado como benefício para o filho de Phobos aproveitar-se da situação, já que caso o oponente do filho de Phobos estiver sofrendo sobre o efeito de algum poder de medo, um som ecoará do amuleto, podendo variar de acordo com o medo do personagem: uma risada de palhaço, passos de insetos, uivos, lástimas de fantasmas, etc. Somente o usuário e a "vítima" poderá ouvir esse som, aumentando a potencia do efeito do poder amedrontador em 20%. Não é um efeito sonoro.] {Bronze sagrado} (Nível Mínimo: 1) [Recebimento: Presente de Reclamação de Phobos] No bolso da calça.

{Voduko} / Boneco de vodu [Um pequeno boneco de vinte e cinco centímetros feito de pano negro. Fincado no boneco existem três alfinetes de metal. Ao ser banhado pelo sangue de seu oponente, o boneco permite que o semideus controle um único movimento dele, sendo algo básico como correr, parar, pular e etc - uma ordem com apenas uma palavra. Ainda assim o filho de Phobos não conseguirá obrigar o oponente a se suicidar ou a atacar outro alvo. Isso pode ser feito um único turno na missão. Caso prefira, o filho de Phobos pode usar os alfinetes no boneco banhado de sangue para fincar três partes do corpo de seu adversário, fazendo ele sentir uma dor ilusória no local mas que não causa dano algum, servindo apenas para afetar sua próxima ação, diminuindo a efetividade do oponente em 25% por alfinete, não cumulativos. Após o uso dos 3, o poder deixa de funcionar até a missão seguinte. O boneco pode ser usado apenas com o sangue de um oponente de cada vez, e funcionará novamente somente após ser banhado em água pura.]{Tecido e espuma} (Nível Mínimo: 1) [Recebimento: Presente de Reclamação de Phobos] Dentro da mochila às costas.

.:: narração :: falas :: pensamentos :: falas de outros ::.
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Re: — playin' with the devil (EVENTO / GRUPO 4)

Mensagem por Kim Tae-yeon em Sab Nov 18, 2017 6:51 am

㈱㈲㈳㈴㈵
고생 끝에 낙이 온다 서당 개 삼 년 에 풍월 읊는 다
Kim sentiu uma dor no estômago ao encarar a transformação do homem a sua frente. Ele basicamente se extravia, cortando sua própria pele a fim de se livrar das linhas até uma restante em seu braço se esticar. A semideusa respirava ofegante quando ele sorriu e moveu o dedo indicador, revelando abaixo de uma pilha de brinquedos um novo inimigo. A cabeça de boneca do cômodo anterior estava viva e para ajudar tinha pernas metálicas assassinas. Kim deu um passo pra trás enquanto xingava baixinho todas as deformidades que havia visto naquela noite. A cabeça era definitivamente a pior de todas.

A adrenalina ainda percorria as veias da semideusa que furiosa investiu contra a criatura junto a seus companheiros. Sua lança de batalha encontrou uma das partes metálicas que rangeu com o impacto. Ela se moveu, afastando Kim que flexionava os joelhos com força contra o metal gélido. A aranha investiu, empurrando a garota com facilidade e fazendo com que ela caísse contra os móveis quebrados e outros brinquedos. Kim saltou rapidamente para fora da pilha, girando a lança no ar e tentando atingir sua perna mais uma vez, sem sucesso.  Era inútil lutar contra aquela máquina mortífera.  Precisava agir rápido.

Um dos rapazes tomou frente à batalha contra o próprio mestre dos bonecos. Kim ouviu o grito de um dos rapazes que seguia rumo a ele, saltando por entre as patas e os acompanhando a distância. Eles haviam traçado um plano e todos precisavam cumpri-lo para saírem vivos dali. A garota parou próxima ao homem, gritando para o mestre enquanto sentia o calor tomar conta de seu rosto.

- Desgraçado. Olhe para mim!

Seus olhos tornaram-se vermelhos como fogo, visando prender ou ate mesmo distrai-lo. Enquanto concentrada em sua habilidade Kim pode notar os ataques companheiros que debilitaram a grande criatura a suas costas. Assim que ele foi atingido, Tae-yeon segurou o cabo de sua lança e golpeou o seu peito com toda a sua força. Ele perdeu o ar por alguns instantes e em seguida sua cabeça foi encontrou o chão, expelindo sangue para todos os lados. As portas se abriram e a luz tomou conta do local, cegando a semideusa que ficou confusa por um instante.

Kim sentia-se forte novamente quando deixou o prédio. Seu corpo havia voltado ao normal e seus sentimentos pareciam estar ainda mais controlados. Ela cambaleava vagarosamente ao lado de seus companheiros que pareciam tão chocados com o que havia acontecido quanto ela. Ela parou, olhando para os outros semideuses ao seu lado que não falavam nem uma palavra sequer.  Era estranho já que para Kim todos os semideuses eram traiçoeiros e sujos como Jhin era, mas naquele instante ela talvez pudesse confiar mais em seus colegas dali em diante.
Dois dos semideuses estavam desacordados e a garota que havia os direcionado a missão parecia tão perturbada quanto.  A prole de Ares levou a mão na cabeça por alguns instantes, relembrando os terrores da noite antes de levantar-se.

- Foi um prazer conhece-los... Vou voltar para o acampamento, ok? – Disse ela enquanto se afastava lentamente com um olhar vazio.

Ela então caminhou em direção à saída do parque, rumo ao acampamento enquanto a dúvida de seu ódio e disposição era tão forte quanto o seu medo. Seria este um problema?



Adendos:

{Wrath} / Lança de artilharia [Lança longa, de 2m de comprimento. O cabo é feito de mogno, recoberto em bronze sagrado, sendo resistente porém mais leve que uma lança comum. A ponta é de bronze sagrado. Em toda sua extensão pontos avermelhados podem ser vistos: são engastes em rubi, decorando o cabo.] {Bronze sagrado, mogno e rubi} (Nível Mínimo: 1) {Não controla Nenhum Elemento} [Recebimento: Presente de Reclamação de Ares]

{Stunt} / Escudo [Escudo circular feito de metal com uma cabeça de javali esculpida em seu centro. Banhado em bronze, este fica em um tom avermelhado quando usado em batalha, representando sua segunda camada de bronze sagrado. Transforma-se em uma braçadeira de spikes no nível 20.] {Bronze sagrado (Nível Mínimo: 1) {Não controla Nenhum Elemento} [Recebimento: Presente de Reclamação de Ares]

Bite / Chicote [O chicote tem 4m de extensão e é feito de bronze trançado com couro em toda a arma. Na ponta, três espinhos de prata com 6 cm na forma de dentes adicionam um dano extra de sangramento e perfuração todas as vezes que o alvo for atingindo com sucesso - a última palavra é a do narrador] {Couro, prata e bronze} (Nível mínimo: 3) {Nenhum elemento} [Missão OP: "Freak Show" elaborada e avaliada por Hipnos]

{Teddy} / Colar [Composto por uma correntinha de ouro e um pingente de bronze em formato de ursinho de pelúcia, o colar serve como um indicador de perigo. Quando uma situação potencialmente perigosa se torna extremamente próxima do(a) portador(a), o pingente assume uma leve coloração avermelhada, como um alerta] {Materiais utilizados: ouro e bronze} (Nível Mínimo: 7) {Elemento controlado: nenhum} [Recebimento pela missão "Old Habits", narrada por Silvia Kawasaki, atualizada por Eros.]

Elixir da Energia (titânico):
Recupera 100EP.

Elixir da Vida (divino): Recupera 200HP.
Habilidades:


Passivas

◊ Perícia com Lanças [Nível 01]
A arma preferida de Ares é a lança, e ele sempre foi retratado como indo à batalha portando uma. Por suas preferências, seus filhos herdam como característica a facilidade no aprendizado e manuseio no mesmo tipo de arma. A habilidade reflete apenas a familiaridade, e um aprendizado mais facilitado se comparado ao uso de outras armas, mas não um conhecimento automático ou uma capacidade insuperável, sendo que a habilidade reflete o nível do personagem e está em constante evolução, mas não significa que não seja passível de erros.[Modificado]

◊ Força Aprimorada [Nível 01]
Ares é conhecido pela sua beligerância, estando sempre em treinos e exercícios constantes para exercer seus domínios. Seus filhos também herdam a mesma aptidão física, possuindo um corpo geralmente atlético e delineado, mesmo que não sejam musculosos, e uma força aprimorada se em comparação com semideuses de outra origem. Ainda perdem para filhos de Héracles, e não são páreos para semideuses treinados de nível mais alto, mas quando comparados com humanos comuns ou semideuses de outra origem não relativa à força física, suas capacidades de força são cerca de 15% maiores.[Modificado]

◊ Destemor [Nível 04]
Como legítimos filhos do deus da guerra, as proles de Ares não sentem tanto medo diante de uma batalha, conseguindo controlar seus sentimentos e encarando os desafios. Isso lhes dá imunidade a poderes de medo ligados diretamente ao emocional, se vindos de oponentes até 10 níveis mais fracos. Entre isso e 5 níveis acima, adquirem resistência de 50%, e entre 10 e 20 níveis, 25%. Acima disso, são afetados normalmente. [Modificado, antigo "Aura anti-medo"]

◊ Aura de precipitação [Nível 05]
A prole da guerra, assim como apresentado por seu pai na série, tem uma aura que incita irritação nas pessoas que os cercam, principalmente inimigos - sendo mais suscetíveis a este poder graças a sua "abertura" de raiva para com o personagem. Isso acaba por influenciar em um embate, sendo que os sujeitos a raiva acabam por ser mais descuidados do que seriam em seu estado normal, e seus golpes perdem parte da precisão afetando sua efetividade e reduzindo as chances de acerto e o dano em 10% quando contra o filho de Ares. Entre dois filhos de Ares que se enfrentem, prevalece a aura do de maior nível. Se ambos forem de mesmo nível, as auras se anulam. A aura afeta o estado mental, e portanto aqueles que possuem resistência são menos afetados, de acordo com seus poderes - se tiverem mais de 10 níveis de diferença, não serão afetados. Resistência a poderes de Ira também se aplicam. {Idealizado por Katherine B. Angelline}[[Modificado, antigo "Influência"]

◊ Guerreiro atento [Nível 09]
Filhos de Ares possuem experiência elevada em lutas, conseguindo com isso perceber brechas nos golpes e intuindo a movimentação do inimigo. Isso faz com que as defesas dos oponentes não sejam tão efetivas, reduzindo a esquiva dos adversários em 10%. Afeta apenas um adversário por vez e que esteja em combate corporal contra o filho de Ares, independente de quantos estejam lutando contra o semideus. O alvo deve ser definido no primeiro turno de combate, e só pode ser alterado caso morra ou deixe de lutar contra o semideus de alguma forma. Apesar de ser uma passiva, a delimitação do número de alvos se deve pela necessidade de concentração em luta - fator reduzido contra uma quantidade grande de alvos. Contudo, aumenta com a experiência, afetando 1 alvo a mais no nível 30, + 1 adicional a cada 20 níveis posteriores ao 30, representando a experiência do semideus.[Novo]

◊ Perícia em Combate Não-Armado [Nível 12]
Nem sempre se tem uma arma à mão, mas um verdadeiro soldado mesmo desarmado deve saber se defender. Assim, filhos de Ares desenvolvem uma habilidade e consciência corporal maiores, o que faz deles bons combatentes corpo-a-corpo, conseguindo aprender mais facilmente estilos de golpes não armados que sejam mais complexos do que os habituais, e tendo um aumento de 5% a mais dos danos causados com esses golpes, a cada 10 níveis que o semideus avance acima deste, até um máximo de 50%. [Modificado]

◊ Explorar Desvantagem [Nível 13]
Ares é um deus que não liga para desvantagens, pelo contrário, as explora a seu favor. Todas as vezes que um filho do deus da guerra estiver lutando tendo vantagem numérica sobre seu oponente (conta-se como vantagem qualquer aliado que esteja lutando a favor do semideus no mesmo campo de batalha/ proximidade de até 50m, desde que seus números superem o dos adversários), o gasto de MP ao usar um poder ativo será 10% menor (arredondado para baixo) - esse valor não aumenta, independente de quantos aliados estiverem na luta. {idealizado por Tony Scipriano} [Novo]

◊ Estado de alerta [Nível 21]
Quando os filhos de Ares estão correndo algum risco de serem atacados ou mortos de surpresa, eles têm uma premonição, um sentimento de perigo. Este sentimento os alerta para que fiquem em guarda, e apenas se eles forem o alvo original e intencional - um acidente ou desvio não seria alertado, como uma bala perdida, por exemplo, por não fazer deles o foco (da mesma forma, algo que afete uma área não seria notado) - e não revela a localização do inimigo ou o tipo de ataque. Não funciona se estiver dormindo ou inconsciente de alguma forma. Abrange apenas os efeitos em um raio de 50m. [Modificado, antigo "Percepção instintiva"]

◊ Pele Calejada [Nível 20]
Os semideuses de Ares treinam frequentemente se pondo à prova de diversas maneiras, o que resulta em poderem ampliar sua capacidade física, aumentando a consistência de seus músculos e desenvolvendo seu corpo para suportar golpes. Sua pele calejada é a prova de seu trabalho duro, o que na certa, fica mais fortalecida a ataques de natureza física. Quanto mais fortes forem (níveis), sofrerão uma redução de danos 5% a cada vinte níveis a partir do ganho do poder, sendo o máximo de resistência possível a ser adquirida 20% (no nível 80), ao receberem golpes com componentes físicos.[Modificado, antigo "Resistência aprimorada & pele calejada", agora separados em dois efeitos.]


Ativas

◊ Golpe poderoso [Nível 09]
O filho de Ares concentra sua energia em um golpe, que provoca 25% a mais de dano se acertar. 1 vez a cada 3 rodadas - diferente de agressividade, afeta apenas 1 golpe, em 1 turno. Para que essa habilidade funcione, nenhum outro poder ativo pode estar em funcionamento, e a habilidade funciona apenas para golpes que exijam combate físico, não se aplicando a armas à distância. [Novo]

◊ Olhos do Medo [Nível 10]
O medo não é apenas filho de Ares, mas seu companheiro constante e fator influenciador dos combates. Dessa forma, o semideus da guerra também aprende a dominar - ainda que em pequena escala - tal influência, exercendo poder sobre um alvo através do olhar, concentrando energia em um ataque visual que, caso efetivo, abalará o alvo e reduzirá sua capacidade de ataque nos próximos 3 turnos. Resistências a medo são aplicadas. O ataque visual pode afetar um alvo a até 15m de distância. 1 vez por combate. [Modificado]
OBS:

Desculpe o atraso. Não deu pra revisar também. É isso ;-;
Kim Tae-yeon
Kim Tae-yeon
Filhos de AresAcampamento Meio-Sangue

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